{"id":7152,"date":"2022-11-04T15:42:04","date_gmt":"2022-11-04T18:42:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/pro-reitorias\/pre\/?p=7152"},"modified":"2022-11-09T10:23:09","modified_gmt":"2022-11-09T13:23:09","slug":"ufsm-no-distrito-criativo-e-a-pluralidade-etnica-de-santa-maria-a-cultura-negra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/pro-reitorias\/pre\/2022\/11\/04\/ufsm-no-distrito-criativo-e-a-pluralidade-etnica-de-santa-maria-a-cultura-negra","title":{"rendered":"UFSM no Distrito Criativo e a pluralidade \u00e9tnica de Santa Maria: a cultura negra"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"7152\" class=\"elementor elementor-7152\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-e14b2fa elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"e14b2fa\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-84e44a3\" data-id=\"84e44a3\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-20eb40f elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"20eb40f\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<p><span style=\"font-weight: 400\">Na segunda entrevista da s\u00e9rie \u201cUFSM no Distrito Criativo e a pluralidade \u00e9tnica de Santa Maria\u201d, a Pr\u00f3-Reitoria de Extens\u00e3o (PRE) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) retomou contato com o doutor egresso do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria da UFSM, Jo\u00e3o Heitor Silva Macedo, para abordar a cultura negra em uma perspectiva local. Na <\/span><a href=\"https:\/\/www.ufsm.br\/pro-reitorias\/pre\/2022\/10\/27\/ufsm-e-a-pluralidade-etnica-de-santa-maria-a-cultura-indigena\/\"><span style=\"font-weight: 400\">mat\u00e9ria anterior<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, que pautou a cultura ind\u00edgena, o arque\u00f3logo destacou a import\u00e2ncia da preserva\u00e7\u00e3o e difus\u00e3o de saberes sobre a diversidade \u00e9tnica da cidade. Para ele, o contato com novas fontes de conhecimento ampliam o escopo humano de interpreta\u00e7\u00e3o do mundo.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">A fim de evidenciar a cultura negra e o lugar da Universidade e de seu v\u00ednculo com o Distrito Criativo Centro-Gare no olhar para a identidade de Santa Maria (RS), a PRE conversou novamente com Jo\u00e3o Heitor. A seguir, voc\u00ea confere a entrevista:<\/span><\/p><p>\u00a0<\/p><p><b>PRE: Como podemos pensar a pluralidade da identidade \u00e9tnica de Santa Maria a partir do olhar para a cultura negra?<\/b><\/p><p><b>Jo\u00e3o Heitor:<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> Pensar a pluralidade cultural de Santa Maria, principalmente na perspectiva de olhar para o presente e visualizar essa cidade que hoje, em 2022, \u00e9 extremamente cosmopolita e que se orgulha de sua hist\u00f3ria cosmopolita \u2013 vinculada \u00e0 Universidade, \u00e0 presen\u00e7a militar \u2013, antes de mais nada, \u00e9 identificar esse pilar importante da presen\u00e7a africana na cidade. Essa presen\u00e7a remonta, pelo menos, ao in\u00edcio do s\u00e9culo 19, quando as primeiras estancieiras militares portuguesas come\u00e7aram a se estabelecer na regi\u00e3o.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">\u00c9 praticamente uma afirma\u00e7\u00e3o catedr\u00e1tica atrav\u00e9s da pesquisa hist\u00f3rica, pois sempre que esses militares estancieiros se estabeleciam na regi\u00e3o atrav\u00e9s das suas sesmarias, eles recebiam tamb\u00e9m um n\u00famero de escravizados. N\u00e3o \u00e9 de se surpreender quando a gente encontra habita\u00e7\u00f5es antigas na cidade, do s\u00e9culo 19, parte do patrim\u00f4nio hist\u00f3rico da cidade, e essas casas tem senzalas. Essas senzalas, ent\u00e3o, retificam essa presen\u00e7a africana.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">Mas a gente puxa tamb\u00e9m um vi\u00e9s importante sobre essa presen\u00e7a africana aqui, que \u00e9 um processo de migra\u00e7\u00e3o contempor\u00e2nea que faz com que essa popula\u00e7\u00e3o negra tamb\u00e9m venha de outras regi\u00f5es para c\u00e1. E eu chamo aten\u00e7\u00e3o particularmente para a quest\u00e3o das migra\u00e7\u00f5es contempor\u00e2neas das comunidades quilombolas, que em busca de uma qualidade de vida melhor, ou seja, de oportunidades, v\u00e3o \u00e0 Santa Maria.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">Isso foi alavancado pelo estabelecimento da ferrovia em Santa Maria. Isso n\u00e3o quer dizer que a ferrovia abriu vagas de emprego \u2013 no in\u00edcio, ela era de uma companhia belga, uma empresa racista que n\u00e3o contratou negros at\u00e9 a d\u00e9cada de 1920, s\u00e9culo XX \u2013, no entanto, trouxe consigo a explos\u00e3o cultural da modernidade. Assim, a cidade se impulsionou no seu desenvolvimento e, com isso, v\u00e1rias outras frentes de trabalho foram abertas junto \u00e0 ferrovia. E s\u00e3o essas frentes de trabalho que impulsionaram um processo migrat\u00f3rio de atra\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o negra para Santa Maria.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">Na regi\u00e3o central, ent\u00e3o, v\u00e1rios v\u00e3o ser os processos de fam\u00edlias que vir\u00e3o por conta disso, de comunidades negras rurais, do interior de S\u00e3o Gabriel, de Ca\u00e7apava e de Lavras do Sul. Isso vai aumentando potencialmente no processo de aboli\u00e7\u00e3o, anterior \u00e0 pr\u00f3pria aboli\u00e7\u00e3o da escravatura oficial, o que faz Santa Maria, se n\u00e3o me engano, no \u00faltimo senso antes da aboli\u00e7\u00e3o da escravatura, ter mais negros do que brancos. Ou seja, a origem hist\u00f3rica da cidade, com toda a sua diversidade formativa, que tem colonizadores ib\u00e9ricos e europeus do s\u00e9culo XIX, tamb\u00e9m tem como pilar ancestral, de maneira significativa, esse processo de presen\u00e7a negra.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">Em Santa Maria, essa presen\u00e7a aparece especialmente no bairro Nossa Senhora do Ros\u00e1rio, que se torna um grande centro aglutinador dessas fam\u00edlias que inicialmente se re\u00fanem ali atrav\u00e9s de uma pr\u00e1tica de associativismo, criando clubes sociais negros. Alguns s\u00e3o: o Clube Uni\u00e3o Familiar, a Irmandade do Ros\u00e1rio e o Museu Treze de Maio. Todas essas associa\u00e7\u00f5es de ajuda que foram criadas fizeram com que a popula\u00e7\u00e3o negra se concentrasse nessa regi\u00e3o e desse origem \u00e0 popula\u00e7\u00e3o negra que n\u00f3s temos hoje. Ou seja, ao falar de diversidade cultural em Santa Maria, n\u00f3s temos que falar, sim, dos negros e negras que ajudaram a construir a cidade desde a sua origem, como m\u00e3o de obra, no aspecto rural, na pecu\u00e1ria, na cria\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m na constru\u00e7\u00e3o da urbanidade.<\/span><\/p><p>\u00a0<\/p><p><b>PRE: Como as a\u00e7\u00f5es culturais presentes em Santa Maria auxiliam na preserva\u00e7\u00e3o dessa cultura?<\/b><\/p><p><b>Jo\u00e3o Heitor:<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> Acredito que n\u00f3s vivemos um momento muito importante de proje\u00e7\u00e3o e a\u00e7\u00f5es culturais em Santa Maria. H\u00e1 pelo menos 20 anos atuando junto ao Museu Treze de Maio, com bastante envolvimento com o aspecto de valoriza\u00e7\u00e3o e preserva\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o cultural e combate ao racismo, n\u00f3s conseguimos visualizar uma s\u00e9rie de focos irradiadores da cultura popular em Santa Maria que est\u00e3o ligados \u00e0 negritude.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">Com isso, a gente traz \u00e0 tona toda uma trajet\u00f3ria de escolas de samba da cidade, de casas de terreiro, de coletivos jovens da periferia e grupos de rap que come\u00e7aram a surgir na cidade. Al\u00e9m disso, a pr\u00f3pria a\u00e7\u00e3o que n\u00f3s desenvolvemos no Museu Treze de Maio aparece como uma refer\u00eancia f\u00edsica, material e cultural para catalisar esses processos culturais, onde a realiza\u00e7\u00e3o de oficinas, a divulga\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria, a preserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio, a montagem de exposi\u00e7\u00f5es, ou seja, toda essa diversidade de difus\u00e3o de cultura, permite que a cultura negra seja mais visualizada e reconhecida em Santa Maria.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">Esse processo hist\u00f3rico que faz com que o aspecto cultural seja determinante para a autoafirma\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o negra e para essa virada cultural, digamos assim, que acontece desde a cria\u00e7\u00e3o da lei <\/span><a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/2003\/l10.639.htm\"><span style=\"font-weight: 400\">10.639<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">.\u00a0 Essa virada cultural que exige o ensino de Hist\u00f3ria e Cultura Afro-brasileira desde 2003 das escolas tamb\u00e9m impulsionou uma s\u00e9rie de a\u00e7\u00f5es que, de uma maneira bastante incipiente, l\u00e1 em 2013, mas hoje com um pouquinho mais de for\u00e7a, fez com que escolas e universidades coletivas se empenhassem em produzir cultura para a popula\u00e7\u00e3o negra e desse visibilidade para a produ\u00e7\u00e3o dessa cultura. Hoje, n\u00f3s conseguimos dialogar com v\u00e1rios espa\u00e7os culturais que antes eram considerados espa\u00e7os brancos, da elite, que n\u00e3o permitiam a popula\u00e7\u00e3o negra. Posso falar do pr\u00f3prio Theatro Treze de Maio, assim como a Universidade.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">Ent\u00e3o, todo esse espa\u00e7o n\u00e3o \u00e9 um espa\u00e7o s\u00f3 de efervesc\u00eancia cultural, \u00e0 medida em que se percebe ela como espet\u00e1culo; mas de difus\u00e3o, cria\u00e7\u00e3o e circula\u00e7\u00e3o da cultura. N\u00f3s conseguimos perceber que a popula\u00e7\u00e3o negra de Santa Maria consegue, hoje, estar e dialogar em v\u00e1rios espa\u00e7os, e a manuten\u00e7\u00e3o e amplia\u00e7\u00e3o desses espa\u00e7os, principalmente com o Distrito Criativo Centro-Gare, que coloca a hist\u00f3ria da popula\u00e7\u00e3o negra tamb\u00e9m como pilar importante de forma\u00e7\u00e3o da cidade, faz com que as a\u00e7\u00f5es que est\u00e3o sendo desenvolvidas nos espa\u00e7os culturais e na Universidade sejam ainda mais reconhecidas como necess\u00e1rias na sedimenta\u00e7\u00e3o de uma identidade cultural diversa no munic\u00edpio.<\/span><\/p><p>\u00a0<\/p><p><b>PRE: Como voc\u00ea observa a atua\u00e7\u00e3o da Universidade para a preserva\u00e7\u00e3o e difus\u00e3o de saberes nesse contexto?<\/b><\/p><p><b>Jo\u00e3o Heitor: <\/b><span style=\"font-weight: 400\">Eu me considero um filho da UFSM. Eu acho que eu devo muito do que eu sou enquanto pesquisador \u00e0 Universidade e noto que grande parte das pessoas que passaram por ela tem o mesmo sentimento. N\u00f3s percebemos que desde o momento em que a Institui\u00e7\u00e3o entrou no debate das cotas, no ano de 2007, e hoje com toda uma pol\u00edtica desenvolvida de reconhecimento e valoriza\u00e7\u00e3o dos coletivos, atrav\u00e9s de v\u00e1rias a\u00e7\u00f5es \u2013 que incluem os pr\u00f3prios cursos, a Pr\u00f3-Reitoria de Extens\u00e3o e o Observat\u00f3rio dos Direitos Humanos \u2013, n\u00f3s percebemos que a Universidade \u00e9 um fator de extrema import\u00e2ncia para a produ\u00e7\u00e3o de conhecimento e a realiza\u00e7\u00e3o de debates voltados a essa cultura que n\u00f3s queremos defender \u2013 de diversidade, de educa\u00e7\u00e3o antirracista e de combate ao racismo. Esse espa\u00e7o catalisador de conhecimento, que \u00e9, na verdade, de diversidade cultural, tem que ser tamb\u00e9m um ambiente de representatividade.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">Essa representatividade durante muitos anos foi silenciada, mas agora tem a oportunidade de encontrar em alguns curr\u00edculos, em alguns coletivos, em algumas a\u00e7\u00f5es a verdadeira forma pr\u00e1tica de se colocar efetivamente o combate ao racismo, seja quando se abre debate em uma disciplina, quando a gente v\u00ea uma a\u00e7\u00e3o espec\u00edfica desenvolvida pelas Pr\u00f3-Reitorias ou, mais do que isso, quando a gente v\u00ea uma densidade muito grande de produ\u00e7\u00f5es cient\u00edficas ocorrendo na gradua\u00e7\u00e3o e na p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. Toda essa produ\u00e7\u00e3o cultural e intelectual deve servir \u00e0 sociedade, n\u00e3o s\u00f3 circular no ambiente acad\u00eamico. Deve existir como um catalisador para a\u00e7\u00f5es da sociedade, para a\u00e7\u00f5es p\u00fablicas dos gestores p\u00fablicos; deve existir como instrumento e material de consumo para que a sociedade continue mudando, e a gente possa definitivamente reconhecer uma Santa Maria diversa, que compreende uma origem tamb\u00e9m africana.<\/span><\/p><p>\u00a0<\/p><p><b>PRE: Quais escolhas narrativas s\u00e3o importantes na realiza\u00e7\u00e3o dessa comunica\u00e7\u00e3o?<\/b><\/p><p><b>Jo\u00e3o Heitor:<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> Falando um pouco da pesquisa* que eu desenvolvi durante o doutorado e que agora j\u00e1 segue no caminho de p\u00f3s-doutorado no Centro de Educa\u00e7\u00e3o: \u00e9 muito importante que, nesse momento da hist\u00f3ria de Santa Maria, a gente valorize as narrativas pessoais atrav\u00e9s das pesquisas j\u00e1 desenvolvidas e em processo de desenvolvimento. Ouvir as narrativas pessoais daqueles que vieram antes, negros e negras que ajudaram a construir a cidade, permite que a popula\u00e7\u00e3o se sinta identificada com essas hist\u00f3rias contadas.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">Essas narrativas precisam ganhar espa\u00e7o, precisam sair do acad\u00eamico e chegar ao p\u00fablico em geral. Elas t\u00eam que ser catalisadoras, motivadoras de a\u00e7\u00f5es para o combate ao racismo. Ouvir as pessoas e as suas narrativas \u00e9, de certa forma, tornar o patrim\u00f4nio realmente um patrim\u00f4nio vivo, pois \u00e0 medida que as pessoas contam as suas hist\u00f3rias e se identificam com outras hist\u00f3rias, criam um elo de identidade coletiva. Um elo que \u00e9 compartilhado, sentido e, assim, faz sentido a todos aqueles que t\u00eam as suas hist\u00f3rias narradas e se sentem representados nas narrativas dos outros.<\/span><\/p><p>\u00a0<\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">*Jo\u00e3o Heitor Silva Macedo \u00e9 autor do livro <\/span><a href=\"https:\/\/www.jharqueologia.com.br\/e-book-cultura-educacao-e-ensino-de-historia-para-o-combate-ao-racismo\"><span style=\"font-weight: 400\">\u201cCultura, educa\u00e7\u00e3o e ensino de hist\u00f3ria para o combate ao racismo: narrativas sobre a Lei 10.639\/03\u201d<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, resultado de sua pesquisa de doutorado defendida na UFSM.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">Esta entrevista foi editada para fins de concis\u00e3o.<\/span><\/p><p>\u00a0<\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400\">Texto: Anna J\u00falia da Silva | Pr\u00f3-Reitoria de Extens\u00e3o UFSM<\/span><\/i><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400\">Revis\u00e3o: Camila Steinhorst | Pr\u00f3-Reitoria de Extens\u00e3o UFSM<\/span><\/i><\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em entrevista, egresso da UFSM fala sobre a preserva\u00e7\u00e3o do conhecimento acerca da cultura negra da cidade<\/p>\n","protected":false},"author":5698,"featured_media":7153,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[495,490],"tags":[365,335],"class_list":["post-7152","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-dh","category-sociedade","tag-ods-09","tag-ods-16"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/pro-reitorias\/pre\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7152","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/pro-reitorias\/pre\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/pro-reitorias\/pre\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/pro-reitorias\/pre\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5698"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/pro-reitorias\/pre\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7152"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/pro-reitorias\/pre\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7152\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/pro-reitorias\/pre\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7153"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/pro-reitorias\/pre\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7152"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/pro-reitorias\/pre\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7152"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/pro-reitorias\/pre\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7152"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}