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UFSM entrega certificados aos autores dos 40 melhores trabalhos da JAI 2017

 

O acadêmico Lucas Ferreira da Silva (ao microfone) ficou entre os 40 premiados nos anos de 2016 e 2017. Crédito foto: Lucas Casali

Dos 4.416 trabalhos apresentados na edição 2017 da Jornada Acadêmica Integrada (JAI), foram escolhidos os 40 melhores (o equivalente a 1,32% deles), cujos autores receberam os certificados de premiação em uma solenidade promovida na tarde desta quinta-feira (22) no auditório do prédio 74C do campus sede. Como prêmio, eles terão a oportunidade de representar a UFSM na Jornada Nacional de Iniciação Científica (Jnic), evento que reúne alunos vencedores de mostras e jornadas de todas as instituições de ensino brasileiras. A Jnic acontece juntamente com a reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que neste ano ocorre de 22 a 28 de julho, em Maceió, na Universidade Federal de Alagoas.

Maior evento científico da UFSM, a JAI é realizada anualmente, em uma promoção conjunta das pró-reitorias de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), Extensão (PRE) e Graduação (Prograd). Representando a organização do evento, o primeiro a manifestar-se durante a cerimônia foi o coordenador de Iniciação Científica da UFSM, Paulo Cesar Piquini, que é o presidente da comitê executivo da JAI.

O reitor Paulo Burmann (em pé) destacou a quantidade e a qualidade dos trabalhos apresentados na JAI. Crédito foto: Lucas Casali

Ele explicou que os trabalhos passam pela avaliação de um professor com título de doutorado, geralmente um especialista na área em que cada trabalho se insere. Quanto à representatividade dos centro e unidades de ensino entre os 40 melhores, isso é proporcional à porcentagem com que cada centro contribui no total de trabalhos inscritos.

Formando a mesa do evento, também estavam presentes o reitor Paulo Burmann, o pró-reitor de Pós-Graduação e Pesquisa, Paulo Renato Schneider, e o pró-reitor substituto de Graduação, Jerônimo Tybusch. O reitor destacou não só a quantidade, como também a qualidade dos trabalhos premiados. De acordo com ele, a premiação dos 40 melhores “evidentemente serve como um incentivo aos premiados e um estímulo àqueles que disputarão novamente esse processo no ano de 2018”.

Representando os alunos premiados, o acadêmico de Ciência da Computação Lucas Ferreira da Silva, que também foi um dos 40 melhores da JAI 2016, falou sobre a experiência de representar a universidade na Jnic. “Essa é mais uma oportunidade para a gente conhecer o quão incrível é o trabalho desenvolvido aqui na UFSM por vários grupos de pesquisa”, afirma o acadêmico.

Logo após, cada um dos alunos premiados foi chamado individualmente, juntamente como os seus respectivos professores orientadores, para receber o certificado das mãos do reitor.

Fonte: www.ufsm.br