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				<title>UFSM entre as 10 universidades do mundo com maior produção científica feita por mulheres</title>
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				<pubDate>Thu, 16 Jan 2020 11:25:18 +0000</pubDate>
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[caption id="attachment_50985" align="alignright" width="382"]<a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/01/Screenshot_3.jpg"><img class="wp-image-50985" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/01/Screenshot_3.jpg" alt="" width="382" height="329"></a> <span style="color: #808080"><em>UFSM está em 10º no ranking mundial divulgado pela Universidade de Leiden</em></span>[/caption]
<p>A Universidade Federal de Santa Maria é a 10ª instituição de ensino superior do mundo com maior produção científica realizada por mulheres, de acordo com um <strong><a href="https://www.leidenranking.com/ranking/2019/list" target="_blank" rel="noopener noreferrer">levantamento</a></strong>&nbsp;feito em 2019 pelo Centro de Estudos da Ciência e Tecnologia da Universidade de Leiden, na Holanda, e divulgado nesta semana. No Brasil, a UFSM fica em terceiro lugar, atrás apenas da Universidade Estadual de Maringá (UEM), segunda colocada no ranking, e da Universidade de São Paulo (Unifesp), na oitava posição.</p>
<p>O ranking, denominado Ranking de Leiden, levou em consideração artigos publicados por mais de 900 universidades do mundo todo, entre 2014 e 2017, catalogados no banco de dados internacional Web of Science. Para descobrir o gênero de cada autor, o levantamento utiliza um algoritmo que tem 90% de precisão e leva em conta nome e nacionalidade.</p>
<p>A pesquisa apontou a existência de 11.227 artigos produzidos por ambos os gêneros na UFSM no período analisado. Desse número, 50,5% são autoria de mulheres, o que equivale a 5.671 artigos, grande parte deles na área das Ciências Biomédicas e da Saúde.</p>
<p>Atualmente a UFSM conta com um total de 2.031 docentes, dos quais 942 (46,4%) são mulheres. Destas 942 docentes, 83% possuem doutorado. Embora o número de docentes seja menor que o de homens, o&nbsp;pró-reitor de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), Paulo Renato Schneider, chama a atenção para a produtividade e eficiência das pesquisadoras da Instituição. “Temos trabalhado de forma inclusiva. Sempre temos uma participação efetiva das mulheres, com muita eficiência. A participação ativa dessas pesquisadoras nos grupos tem aumentado significativamente”, afirma.</p>
<p>O pró-reitor destaca que, dos mais de 500 grupos de pesquisa espalhados pela Instituição, uma grande parte é liderada por mulheres. “A UFSM tem se destacado pela realização de pesquisas entre grupos, envolvendo tanto homens quanto mulheres. Nós temos divulgado bastante essa possibilidade para a formação de novos grupos. Essa participação efetiva das mulheres nos projetos se dá pela igualdade de condições aos pesquisadores. Não se faz distinção”, salienta Schneider.</p>
<p><strong>“A UFSM tem avançado muito”, afirma pesquisadora</strong></p>
<p>Para Paola de Azevedo Mello, pesquisadora na área de Química na UFSM, os números apresentados pelo ranking refletem a qualidade da pesquisa desenvolvida na UFSM, de um modo geral, e a ocupação dos espaços de pesquisa pelas mulheres na Universidade, em parceria com outros grupos de pesquisa do país e do mundo, o que acaba se refletindo na qualidade das publicações.&nbsp;</p>
<p>Ela observa que há uma política de flexibilização que tem facilitado, ou pelo menos diminuído barreiras, para que as mulheres pesquisadoras consigam concorrer num patamar menos injusto, como por exemplo a possibilidade de prorrogação da bolsa de pesquisadora, extensão de um ano em caso de maternidade, licença-maternidade para estudantes bolsistas de pós-graduação, entre outras.</p>
<p>“A UFSM tem avançado muito, temos percebido e vivenciado algumas mudanças nas exigências, algumas coisas estão sendo flexibilizadas e estão ajudando. Na UFSM vemos pesquisadoras ocupando papel de destaque, pesquisadoras 1A, 1B no CNPq, com carreiras consolidadas e reconhecidas, o que significa que foram anos de dedicação na pequisa”, afirma.&nbsp;</p>
<p>A partir do ranking, baseado em publicações recentes, Paola também observa que a tendência é de crescimento ainda maior na produção científica de pesquisadoras, algo que vem sendo constatado na UFSM. “Temos percebido nos nossos espaços de vivência acadêmica e científica que a UFSM ocupa um espaço importante, que está crescendo significativamente, e olhando para o universo de publicações das pesquisadoras, vemos que é uma realidade, o trabalho que está sendo feito é de extrema relevância e está tendo um reconhecimento importante”, salienta.</p>
<p><strong>JAI é exemplo da força feminina na ciência</strong></p>
<p>A Jornada Acadêmica Integrada (JAI), mais importante evento de iniciação científica da UFSM, é uma prova da crescente participação das mulheres na produção de ciência na Instituição. Na edição de 2019, 63,68% dos apresentadores de trabalhos foram do sexo feminino. No evento-satélite 10º Salão de Iniciação Científica, o índice de mulheres foi ainda maior, 73,76%.&nbsp;&nbsp;</p>
<p>Em relação aos orientadores de trabalhos na JAI 2019, as mulheres foram 52,75% do total, chegando a 80% dos orientadores do evento-satélite <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/eventos/compartilhandosaberes3/"><strong>3º Encontro Compartilhando Saberes</strong></a>.</p>
<p><em>Texto: Agência de Notícias da UFSM, com colaboração da Assessoria de Comunicação do Gabinete do Reitor</em></p>
<p><em>Fonte: ufsm.br&nbsp;</em></p>
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