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Saiba como funciona a alimentação na Universidade Federal de Santa Maria



Por Carol Siqueira | Redação UMA


Uma dieta balanceada e repleta de nutrientes é essencial para um bom aprendizado. A Universidade Federal de Santa Maria entende isso e oferece nos cardápios de seus Restaurantes Universitários (RUs) opções econômicas, saudáveis e idealizadas por profissionais qualificados. No campus sede, o restaurante conta com  a colaboração de 11 nutricionistas. 

Criados como parte fundamental da política de Assistência Estudantil da UFSM, os RUs visam garantir aos alunos de baixa renda uma alimentação balanceada. Esta é uma maneira institucional de contribuir com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável número 1 (Erradicação da pobreza), 2 (Fome Zero e Agricultura Sustentável)  e 10 (Redução das Desigualdades).

Para usufruir dos serviços do Restaurante Universitário é necessário ter em mãos a carteira RU, que serve para a compra de créditos. Esta é de uso pessoal e intransferível, quem for pego a emprestando ou utilizando a carteira de outro usuário, terá o seu acesso bloqueado por um mês, a partir do momento em que a infração for identificada. Caso haja reincidência, o usuário terá perda definitiva do acesso ao RU (Ordem de Serviço n. 03/2016 – PRAE).

O consumo consciente também é uma prática pregada pelos profissionais do Restaurante Universitário. O agendamento das refeições é uma forma de organização que prevê o número de alunos que irão se alimentar durante o dia e auxilia o cálculo da quantidade de alimento a ser preparado, a fim de evitar o desperdício.

Campanhas como a do Resto Zero, do RU campus Palmeira das Missões, também colaboram com uma alimentação sustentável. A iniciativa veio da acadêmica de Nutrição Tainara Naszeniak, que realiza o Estágio Curricular Prático em Unidades de Alimentação e Nutrição no Restaurante Universitário da UFSM campus Palmeira das Missões, e conta com a orientação da professora Maritiele Nassinger da Silva e supervisão da nutricionista Julia Moura.

Ao perceber a quantidade de alimento desperdiçada diariamente, Naszeniak procurou mudar a realidade do Restaurante de Palmeira. Ela e outros envolvidos na ação fizeram um levantamento com os dados de desperdício, pelo qual descobriram que mensalmente, cerca de 270kg de alimentos eram desperdiçados, quantidade suficiente para alimentar 430 pessoas. Ao final, eles elaboraram cartilhas informativas, contando com esses números, que foram distribuídas entre os usuários do RU.

Desde o início da pandemia do coronavírus, em março de 2020, os Restaurantes Universitários de toda a UFSM estão com a maioria de suas atividades suspensas e com quantidade de usuários restrita por prazo indeterminado.

Para além dos restaurantes universitários

A Universidade Federal de Santa Maria possui projetos de extensão que prestam suporte aos pequenos produtores rurais e às comunidades das regiões dos campi universitários. O projeto de Economia Solidária, promovido pelo Departamento de Educação Agrícola e Extensão Rural e o Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), e que possui parceria com Projeto Esperança/Cooesperança, é um exemplo dessas ações.

Nele, acadêmicos e professores se reúnem no Centro de Referência de Economia Solidária, em Santa Maria, para pensarem em ações que fomentem e auxiliem o comércio dos produtores locais. Há também o apoio à horta comunitária Neide Vaz, onde são cultivados alimentos para dezenas de famílias. A área da horta antes era um depósito de lixo, mas foi transformada em um local que traz maiores benefícios à população. Além do alimento, a horta disponibiliza composteiras e cisternas para a captação de água da chuva, tudo pensado de forma sustentável.

A iniciativa do Colégio Politécnico da UFSM e da Cooperativa de Produção e Desenvolvimento Rural dos Agricultores Familiares de Santa Maria (Coopercedro), com o projeto de extensão “Ovos Coloniais da Região Central – Galinhas Livres de Gaiolas” é outra forma de levar uma alimentação mais saudável e sustentável à sociedade e movimentar a economia local. A ação já é consolidada na PoliFeira do Agricultor da UFSM e já possui representação em alguns mercados da região. Os ovos coloniais auxiliam a boa saúde, já que ovos de galinhas livres apresentam maior concentração de vitamina E e Ômega 3, e também prevê um consumo consciente e com menos crueldade animal, pois as aves são criadas em ambientes naturais onde podem expressar livremente suas características. 

A instituição também colabora com a formação de diversos profissionais altamente qualificados nas áreas do âmbito alimentar. Anualmente, centenas de acadêmicos, de áreas como agronomia e nutrição, se graduam e formam um corpo de formandos que atuarão de forma excepcional no mercado alimentício, promovendo alimentos, e consequentemente, saúde de qualidade à população brasileira.

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