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			<title>UMA - Feed Customizado RSS</title>
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			<description>Universidade Sustentável - O esforço da UFSM na preservação do meio ambiente</description>
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				<title>Estudantes aproximam formação em Engenharia Química dos desafios da sustentabilidade na indústria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/09/18/estudantes-aproximam-formacao-em-engenharia-quimica-dos-desafios-da-sustentabilidade-na-industria</link>
				<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 18:21:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[#indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Avaliação do Ciclo de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[educação ambiental]]></category>
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						<description><![CDATA[Iniciativa da EPEQ-UFSM parte de uma questão presente na atuação profissional: como conciliar eficiência e produtividade com a redução dos impactos ambientais dos processos industriais]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="isSelectedEnd">Eficiência, produtividade e otimização estão entre as preocupações centrais de quem trabalha com processos industriais. Mas como incorporar a sustentabilidade a essas decisões sem tratá-la como uma questão secundária? Foi a partir dessa reflexão que estudantes da Engenharia Química da UFSM organizaram o Minicurso de Indústria e Sustentabilidade, realizado nos dias 9 e 10 de setembro.</p>
<p class="isSelectedEnd">A atividade reuniu 13 alunos inscritos de diferentes etapas da graduação, além de um estudante de pós-graduação e três engenheiros já formados que acompanharam o minicurso como ouvintes. A diversidade de experiências contribuiu para aproximar os conteúdos discutidos em sala da realidade encontrada na atuação profissional.</p>
<p class="isSelectedEnd">Organizado pela Escola Piloto de Engenharia Química (EPEQ-UFSM), o minicurso abordou conceitos introdutórios sobre indústria e sustentabilidade, Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) de produtos e Tecnologias Verdes. Mais do que apresentar novos conteúdos, a proposta foi estimular os estudantes a considerar os impactos ambientais dos processos industriais junto a aspectos como eficiência, produtividade e viabilidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Como estudantes de Engenharia Química, acabamos focando em eficiência, produtividade e otimização dos processos, deixando a sustentabilidade em segundo plano. Por isso, quisemos mostrar que esses aspectos podem caminhar juntos e que, como futuros engenheiros, também temos um papel importante na busca por processos mais sustentáveis e na redução dos impactos ambientais da indústria”, explica Gabriela Dias, monitora do minicurso.</p>
<p class="isSelectedEnd">A presença de três engenheiros já formados entre os ouvintes também ampliou as discussões. Segundo a organização, a participação desses profissionais possibilitou uma troca de experiências e ajudou a relacionar os conceitos apresentados às situações encontradas no cotidiano da indústria.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Leonardo Machado, participante do minicurso, a atividade ajudou a compreender como a indústria pode responder às demandas por sustentabilidade sem separar esse movimento da inovação e da eficiência. “O que mais chamou minha atenção foi ver como a inovação e a sustentabilidade andam juntas para gerar mais eficiência e diminuir impactos”, relata.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na avaliação do professor Michel Brondani, do Departamento de Engenharia Química da UFSM, conhecimentos relacionados à sustentabilidade são cada vez mais importantes para a formação do engenheiro químico, que atua no desenvolvimento, na otimização e na gestão de processos industriais. Além dos conhecimentos técnicos, o professor destaca o protagonismo dos estudantes na busca por atividades que complementem a formação. “É muito positivo observar a proatividade e o pensamento crítico dos estudantes ao buscarem, por iniciativa própria, atividades e conhecimentos que vão além da sala de aula”, afirma.</p>
<p>Para a EPEQ-UFSM, a expectativa é que os conhecimentos discutidos durante o minicurso acompanhem os estudantes também na futura atuação profissional, contribuindo para que a busca por eficiência esteja associada à avaliação dos impactos ambientais e à adoção de soluções e tecnologias mais sustentáveis.</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/09/Estudo-de-Caso-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-8252" /></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/09/Dia-2-H-1-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-8254" /></figure>
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<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading">Saiba mais</h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A <strong>Escola Piloto de Engenharia Química</strong> é um projeto de ensino e extensão vinculado ao curso de Engenharia Química da UFSM. O grupo busca complementar a formação dos estudantes por meio de atividades que aproximam os conteúdos acadêmicos da realidade e das demandas do setor industrial. Entre as iniciativas desenvolvidas estão minicursos, palestras, workshops, treinamentos e outras atividades extraclasse. Para acompanhar as atividades e conhecer mais sobre o projeto, acesse o <strong><a href="https://www.instagram.com/epeq.ufsm">Instagram @epeq.ufsm</a></strong>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</em> | <em> </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</em></a> | <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Instagram</em></a><em> e <a href="https://www.linkedin.com/company/109683370" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LinkedIn</a></em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto de aluno da UFSM/FW transforma vidro em recurso econômico</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/05/15/projeto-de-aluno-da-ufsm-fw-transforma-vidro-em-recurso-economico</link>
				<pubDate>Fri, 15 May 2026 18:03:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agenda 2030]]></category>
		<category><![CDATA[coleta de resíduos]]></category>
		<category><![CDATA[dia mundial da reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[girar]]></category>
		<category><![CDATA[plano nacional de reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[reciclagem de vidro]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[vidro reciclado]]></category>

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						<description><![CDATA[Em alusão ao Dia Mundial da Reciclagem, visita técnica demonstra como resíduos podem gerar valor, inovação e preservação ambiental ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Nos aproximamos do <b>Dia Mundial da Reciclagem</b>, celebrado em 17 de maio. Uma data estabelecida pela Unesco para sensibilizar a sociedade sobre a importância da gestão adequada de resíduos e da Economia Circular. Na semana que marca essa importante efeméride, os alunos do Campus da<b> UFSM em Frederico Westphalen</b> (UFSM/FW)conheceram na prática o funcionamento de um projeto de logística reversa.</p>
<p>Estudantes dos cursos de Agronomia e de Engenharia Ambiental realizaram uma saída de campo para acompanhar o trabalho da empresa de Gestão Integrada de Resíduos e Águas Residuais – GIRAR, em Frederico Westphalen. Idealizada em setembro de 2025 pelo também aluno do curso da área ambiental, Lindomar André Zimmermann, a iniciativa trabalha com a coleta de vidros e a transformação do material, agregando valor à cadeia produtiva e mitigando os danos ambientais.</p>
<p>[caption id="attachment_14223" align="aligncenter" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/05/visita_girar_foto_cristina_guerini12-1024x548.jpg" alt="Alunos conversam com empresário durante visita técnica" width="1024" height="548" /> Alunos conversam com empresário durante visita técnica | Fotos: Cristina Guerini[/caption]</p>
<h2>Ciclo infinito</h2>
<p>Ao apresentar o projeto, Zimmermann falou sobre a capacidade de reciclagem praticamente infinita do vidro, devido ao seu alto poder de fusão. Segundo demonstrou, resíduos reciclados e triturados (conhecidos no setor como cacos ou cullet) são versáteis e podem ser transformados em diversos materiais funcionais e decorativos, reduzindo a necessidade de matéria-prima virgem e o impacto ambiental. <br />O empreendedor apresentou exemplos concretos de aplicação do material reciclado, para além da fabricação de novos potes e garrafas:</p>
<ul>
<li><strong>Concreto e argamassa</strong>: vidro moído pode substituir areia na produção de alvenaria, vigas, lajes e calçadas.</li>
<li><strong>Asfalto</strong>: pode ser utilizado na mistura asfáltica para pavimentação de estradas e como tinta refletiva para sinalização de estradas, como em faixas de pedestres e lombadas, por exemplo.</li>
<li><strong>Decoração e arte</strong>: pode ser usado em jardins, vasos de plantas, para criar obras de arte, vasos e mosaicos.</li>
</ul>
<p>Além dos exemplos apresentados, a areia do vidro reciclado serve para combater a erosão costeira, pois ela é segura e não corta, e o vidro triturado é mais eficaz que a sílica na filtragem de água de piscinas, pois não acumula bactérias. Ainda serve como isolamento térmico e acústico e pode ser reutilizado na fabricação de porcelanatos e cerâmicas.</p>
<p>[caption id="attachment_14216" align="aligncenter" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/05/visita_girar_foto_cristina_guerini4.jpg" alt="Imagem mostra diferentes aplicações para uso do material reciclado" width="1024" height="270" /> Diferentes aplicações do vidro reciclado[/caption]</p>
<h2>Dificuldades</h2>
<p>Durante a visita, os alunos ainda puderam conhecer de perto as dificuldades do mercado empreendedor após a saída da universidade. Conforme o empresário, os processos burocráticos foram o primeiro desafio enfrentado. Depois, a falta de apoio dos municípios na entrega dos resíduos e a ausência da coleta seletiva.</p>
<p>Outro problema, indica o sócio da GIRAR, está associado ao descarte inadequado do vidro pela população. Há bitucas de cigarro dentro de garrafas, potes com gordura e material orgânico misturado aos recicláveis.</p>
<p>[caption id="attachment_14217" align="aligncenter" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/05/visita_girar_foto_cristina_guerini5.jpg" alt="Zimmermann demonstra funcionamento de maquinário no processamento do material reciclado" width="1024" height="683" /> Zimmermann demonstra funcionamento de maquinário no processamento do material reciclado[/caption]</p>
<h2>Visão de futuro</h2>
<p>A ideia de empreender surgiu durante a graduação, quando Zimmermann percebeu as dificuldades de acessar o mercado de trabalho formal na região e o potencial da Economia Circular do vidro. Sonhador, ele detém uma visão empreendedora que pretende gerar emprego e renda na região.</p>
<p>Segundo pesquisa de mercado do empreendedor, a estimativa é que os 31 municípios integrantes do Consórcio Intermunicipal de Gestão de Resíduos Sólidos, da região do Noroeste gaúcho, recebam 500 toneladas por ano somente de vidros descartados e hoje destinados a terceiros. O material, após triturado, valoriza cerca de cem vezes. Enquanto a embalagem descartada é vendida por cerca de 18 centavos o quilo, o valor do quilo processado chega a R$ 21, explicou. Se tivesse acesso à metade desses materiais descartados, estima que sua empresa poderia gerar, pelo menos, mais dez empregos diretos.</p>
<p>Sua proposta de sustentabilidade vai além das fronteiras. Detentor de uma ideia inovadora, o empresário pretende criar uma ferramenta de “crédito de vidro”, similar aos projetos de Crédito de Carbono. O conceito, explica, é fazer com que o descarte de vidros oriundo de grandes geradores permita compensações ambientais.</p>
<p>[caption id="attachment_14219" align="aligncenter" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/05/visita_girar_foto_cristina_guerini7-1024x617.jpg" alt="Alunos da UFSM/FW durante visita técnica " width="1024" height="617" /> Alunos da UFSM/FW durante visita técnica[/caption]</p>
<h2>Importância de atividades fora da sala de aula</h2>
<p>Para os alunos, comenta o professor Fernando Panno, que organizou a visita ao local, esta é uma oportunidade para eles conhecerem os problemas e as soluções na prática. “Criar esses momentos de experiência, é ver como o mercado se comporta, quais são os desafios e as alternativas que os empreendedores têm para se manter no mercado”, explica. Além disso, pontua o docente do Departamento de Ciências Agronômicas e Ambientais, “o objetivo é tirar os estudantes da teoria e colocar em confronto com a prática, para que tirem proveito desses momentos para suas decisões futuras”.</p>
<p>[caption id="attachment_14221" align="aligncenter" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/05/visita_girar_foto_cristina_guerini9.jpg" alt="Zimmermann (esq.) com o professor Fernando Panno" width="1024" height="683" /> Zimmermann (esq.) com o professor Fernando Panno[/caption]</p>
<h2>Realidade local, plano global</h2>
<p>A reciclagem é um dos pilares centrais para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da <a href="https://brasil.un.org/pt-br/sdgs" target="_blank" rel="noopener">Agenda 2030 da ONU</a>. Trata-se de um mecanismo que atua na conversão direta de resíduos em matéria-prima, viabilizando a economia circular e preservando a integridade dos ecossistemas. O reaproveitamento dos resíduos é fundamental para o cumprimento dos objetivos 11 e 12 da Agenda, mas impacta de maneira positiva em diferentes outras metas estabelecidas.</p>
<p>Nesse sentido, o professor Panno explica que Zimmermann tem um papel de suma importância. “Talvez nem ele saiba o quanto, mas se olharmos os objetivos 11 e 12 da Agenda, o primeiro é tornar as cidades mais limpas”, aponta. “Esse o grande desafio que ele tem. É por isso que ele busca tanto parcerias quanto aberturas, porque sabe que tem condições de eliminar, principalmente, o vidro das ruas, para que tenha um destino mais adequado e gere novos produtos e novos valores, que é o princípio da economia circular”, complementa.</p>
<p>Além disso, o descarte, a coleta e o destino de resíduos de forma adequada se enquadram na principal estratégia do Governo Federal para transitar do modelo linear extrair-produzir-descartar para um sistema circular, dentro do Plano Nacional de Economia Circular. O instrumento, que é focado em regeneração, redução de resíduos e máxima circulação de materiais, “acompanha a tendência global de repensar o crescimento econômico com foco na sustentabilidade”, explica o site do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços . “O documento, que entrou em vigor em 2025, apresenta 18 macro-objetivos e 71 ações para implementar a circularidade na economia brasileira nos próximos 10 anos”, informa.</p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Restaurante Universitário da UFSM inicia a campanha “Desperdício Zero”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/15/restaurante-universitario-da-ufsm-inicia-a-campanha-desperdicio-zero</link>
				<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 15:55:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agenda 2030]]></category>
		<category><![CDATA[desperdício zero]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurante Universitário]]></category>
		<category><![CDATA[RU]]></category>

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						<description><![CDATA[Ações institucionais terão início na próxima segunda (20) ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
</p>
<p>O Restaurante Universitário (RU) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) iniciará na próxima segunda (20), a campanha “Desperdício Zero”. A ação institucional se volta à redução do desperdício de alimentos e à promoção da responsabilidade social e ambiental no cotidiano das refeições acadêmicas.</p>
<p>A campanha será desenvolvida de forma contínua e integrada, com um conjunto de intervenções que começam pela sensibilização dos usuários e se estendem gradualmente às demais etapas do processo produtivo e de consumo. A proposta é construir um movimento participativo e permanente de reflexão e mudança de hábitos, fortalecendo o compromisso coletivo com a sustentabilidade dentro dos RUs.</p>
<p>A iniciativa busca conscientizar a comunidade universitária sobre os impactos do desperdício alimentar, que vão muito além da perda de recursos financeiros e humanos. Descartar alimentos significa também desperdiçar água, energia, solo e trabalho empregados em toda a cadeia produtiva, o que gera consequências diretas no ambiente e na segurança alimentar.</p>
<p>De acordo com dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), cerca de um terço dos alimentos produzidos no mundo é perdido ou desperdiçado anualmente. Esse cenário está diretamente relacionado a Agenda 2030 - especialmente o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 12 – Consumo e Produção Responsáveis, que propõe reduzir pela metade o desperdício global de alimentos, e ao ODS 2 – Fome Zero e Agricultura Sustentável, que reforça o direito universal à alimentação adequada.</p>
<p>No âmbito local, o RU adota medidas concretas para enfrentar o problema. Entre elas, destacam-se o monitoramento do Resto-Ingesta (restos do prato), o agendamento de refeições e a readequação dos porcionamentos, de modo a ajustar o volume de alimentos servidos à demanda real. Além disso, serão realizadas ações educativas voltadas tanto aos usuários quanto à equipe de produção, reforçando o compromisso coletivo com práticas sustentáveis. Campanhas visuais e informativas nos refeitórios divulgarão os resultados da iniciativa por meio de um “desperdiçômetro” e de um painel interativo em Power BI, cujo link será disponibilizado durante o período da campanha.</p>
<p>“O nosso compromisso é duplo: oferecer refeições equilibradas e nutritivas e, ao mesmo tempo, formar cidadãos conscientes do impacto de suas escolhas.&nbsp;O desperdício zero é um ideal coletivo, que depende de pequenas atitudes individuais.”, destaca o diretor do RU, Joeder Soares.</p>
<p>A campanha também reforça o papel do RU como espaço educativo e de cidadania, onde práticas de sustentabilidade se traduzem em aprendizado social. Ao adotar hábitos alimentares mais conscientes, a comunidade acadêmica contribui não apenas para a otimização dos recursos públicos, mas também para a redução da pegada ambiental da universidade.</p>
<p>O RU convida toda a comunidade universitária a participar dessa jornada rumo ao Desperdício Zero, lembrando que cada prato devolvido sem sobras representa um gesto concreto de respeito à comida, às pessoas e ao planeta.</p>
<p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Carvão vegetal sustentável: UFSM, produtores e poder público se unem em novo modelo regional</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2025/10/07/busca-por-novas-perspectivas-para-o-carvao-vegetal</link>
				<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 12:01:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[carvão vegetal]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/?p=12261</guid>
						<description><![CDATA[Um dos maiores municípios do Rio Grande do Sul em termos de território, com mais de 3 mil quilômetros quadrados, Encruzilhada do Sul aposta no carvão vegetal como nova forma de aproveitamento do seu potencial madeireiro. São mais de 75 mil hectares de área plantada de florestas, ocupando o primeiro lugar no ranking do Estado. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="379" data-end="890"><img class="alignleft  wp-image-12262" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2025/10/Untitled-6-300x184.jpg" alt="" width="538" height="330" /></p>
<div>Um dos maiores municípios do Rio Grande do Sul em termos de território, com mais de 3 mil quilômetros quadrados, Encruzilhada do Sul aposta no carvão vegetal como nova forma de aproveitamento do seu potencial madeireiro. São mais de 75 mil hectares de área plantada de florestas, ocupando o primeiro lugar no ranking do Estado. O investimento iniciou há 20 anos, com plantações de pinus, e hoje há também eucalipto e acácia negra. As variedades têm sido matéria-prima para os cerca de 15 carvoeiros.</div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">O produto é feito por agricultores familiares, em pequenas e médias propriedades, e vendido para empresas que empacotam e vendem ao mercado estadual. No município, já foram contabilizados cerca de 200 fornos, mas por conta de entraves, dificuldades e queda de mercado, hoje são cerca de 70. A quantidade varia de um produtor para outro – alguns possuem dois ou três e outros, 15 ou 20.</div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">Atualmente, com o crescimento da demanda, principalmente pelo mercado internacional – como a Europa –, o setor quer se reorganizar, lançando mão de novas tecnologias e da regularização ambiental. Além disso, com o apoio do poder público municipal, a expectativa é de que programas de incentivo e de fomento auxiliem no processo.</div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">A partir do auxílio da Prefeitura, por meio das Secretarias Municipais de Meio Ambiente e de Agricultura e da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), através do curso de Engenharia Florestal, o projeto está estruturado em quatro frentes:</div>
<div dir="auto">• Organização de uma associação de produtores;</div>
<div dir="auto">• Criação de legislação municipal com protocolo de licenciamento ambiental;</div>
<div dir="auto">• Transferência de tecnologia, com reengenharia dos fornos existentes para torná-los mais competitivos e eficientes;</div>
<div dir="auto">• Criação de marca de identidade regional.</div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">O potencial de produção no município e a necessidade de habilitação do carvão para exportação têm recebido atenção do professor Jorge Farias, do Departamento de Ciências Florestais da UFSM, que está realizando pesquisas e assessoramento aos envolvidos no projeto.</div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">Segundo o professor Farias, a produção de carvão vegetal no Sul do Brasil é altamente compatível com o tamanho das propriedades familiares, contribuindo para aspectos sociais, econômicos e ambientais. “Ele é totalmente sustentável, utiliza apenas árvores de plantios comerciais. E com o passar do tempo, a partir de novas tecnologias, será o fixador de carbono no solo, estratégia importante para retirar da atmosfera e mitigar o aquecimento global e as mudanças climáticas”, explica.</div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">O coordenador da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Lucas Selbach, enfatiza que o objetivo é organizar a cadeia, com Poder Público, carvoeiros e empresas de madeira. O tripé para estruturar o setor envolve conhecimento, tecnologia e investimento, explica ele. “Com escalas de produção bem consideráveis, o Município se debruça na habilitação do produto para exportação e na busca de formas de fomentar a estrutura dos carvoeiros.”</div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">O acesso a novas tecnologias para a carbonização da madeira – como adaptações ao sistema forno-fornalha – é uma das metas desta parceria entre a UFSM, Município e produtores rurais. Essa tecnologia queima os gases nocivos gerados no processo, o que reduz em cerca de 95% a poluição e ainda apresenta ganhos em qualidade e rendimento do carvão.</div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">Clóvis Halinski Cardoso, que trabalha com o auxílio de três pessoas na localidade de Caneleira, comenta que a infraestrutura afeta a produção e a qualidade do carvão e, por isso, essa mudança de tecnologia dos fornos agregaria muito no processo. “Hoje dependemos muito do clima. Em tempos de seca e de calor, a lenha carboniza mais fácil, o que exige menos fogo e gera menos fumaça. E isso tudo influencia também na qualidade do carvão.”</div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">Dion Porto Ferraz, da localidade de Alto da Aviação, dedica-se à atividade há cerca de 16 anos. Na sua propriedade são 22 fornos, que mensalmente produzem de 30 a 50 mil quilos. Cada queima, por forno, dura em média 50 horas. Ele ainda destaca que seu objetivo é obter o selo verde (produto ecológico) para o pacote próprio. “Com utilização de 100% de madeira certificada, mais a regularização legal, vai ser possível alcançar esta meta”, acredita. “Claro, com a chegada desse apoio da Prefeitura e da UFSM as possibilidades de adequação das legislações, começamos a ver uma luz no fim do túnel.”</div>
<div dir="auto"> </div>
<h3 dir="auto"><strong>Outras opções para o mercado</strong></h3>
<div dir="auto">Com a cadeia organizada, a categoria já visualiza alternativas além da produção do carvão. Derivado do processo de queima da madeira, o extrato pirolenhoso é utilizado na agricultura como fertilizante e adubo e na indústria alimentar como aditivo para gerar o sabor defumado. Outros usos estão no tratamento de água, na indústria química e na produção de cosméticos.</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Maior veículo solar do mundo, SolarButterfly visita a UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/09/19/maior-veiculo-solar-do-mundo-solarbutterfly-visita-a-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 19:28:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Bombaja H2]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[GPMOT]]></category>
		<category><![CDATA[IEEE]]></category>
		<category><![CDATA[IEM]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[ppgee]]></category>
		<category><![CDATA[SolarButterfly]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7306</guid>
						<description><![CDATA[Projeto suíço em forma de borboleta estacionou no Centro de Tecnologia para promover soluções sustentáveis antes de seguir rumo à COP 30, em Belém do Pará]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":7307,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/09/20250919_124439-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-7307" /><figcaption class="wp-element-caption">SolarButterfly em frente ao CT</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Santa Maria recebeu, nesta sexta-feira (19/09), o SolarButterfly, o maior veículo movido a energia solar do mundo. A tripulação do veículo, que partiu da Suíça, está na reta final de uma jornada de quatro anos ao redor do planeta, tendo percorrido até então mais de 86 mil quilômetros em 43 países. O grupo foi recebido na UFSM por professores e estudantes do <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgee">Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica (PPGEE)</a></em></strong> do Centro de Tecnologia (CT).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Depois da chuva do começo da manhã, o sol voltou junto da chegada do veículo - fundamental para recarregar as baterias do SolarButterfly, que conta com 80m² de painéis solares. O veículo ficou estacionado em frente ao prédio principal do CT e esteve aberto para visitação da imprensa e dos estudantes. À tarde, a equipe fez uma apresentação, no auditório Pércio Reis, onde os suíços Simon Hofmann e Reto Baumann compartilharam as experiências da expedição e responderam perguntas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7308,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/09/20250919_122429-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-7308" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading">O SolarButterfly</h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Com formato inovador, o <strong><em><a href="https://www.instagram.com/solarbutterflytour/">SolarButterfly</a></em></strong> é uma <em>tiny house</em> autônoma em forma de borboleta, com 9 metros de comprimento. O projeto é rebocado por um carro elétrico e é abastecido por asas solares retráteis, que geram energia suficiente para percorrer até 200 km por dia sem qualquer emissão de poluentes. Idealizado pelo pioneiro solar Louis Palmer e desenvolvido pela <strong><em><a href="https://www.unilu.ch/en/">Universidade de Lucerna (HSLU)</a></em></strong>, na Suíça, é o primeiro veículo do mundo construído em grande parte com garrafas PET recicladas retiradas do oceano.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em seu interior, a casa sobre rodas conta com uma cozinha completa, quatro camas, chuveiro e espaços de trabalho e oficina. A missão central do projeto, uma iniciativa de uma ONG (<strong><em><a href="https://solarbutterfly.org/">https://solarbutterfly.org/</a></em></strong>), é promover a sustentabilidade e apresentar ao público soluções economicamente viáveis para os problemas causados pelas mudanças climáticas. Envolvendo uma equipe de mais de 100 pessoas, o projeto do SolarButterfly já reuniu centenas de inovações de fácil aplicação e vem visitando escolas em vários continentes para sensibilizar os jovens acerca das tecnologias sustentáveis.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<p>Simon Hofmann, um dos tripulantes do SolarButterfly, aponta que "a ideia nasceu durante a pandemia, com a visão de demonstrar que já é possível viajar e viver completa e suficientemente sem o uso de energia vinda de combustíveis fósseis". Ele explica a origem do nome, uma metáfora sobre a transformação que deve inspirar o modo de vida dos humanos:</p>
<p>"Como uma borboleta, que se transforma ao longo de sua jornada, coletamos também outras soluções que encontramos em todo o mundo, que já existem e que funcionam para frear o aquecimento global e para dar à próxima geração um planeta para viver em uma situação confortável. E isso é incrível! Por exemplo, encontramos um engenheiro na Alemanha que construiu pequenas turbinas em forma de peixe que, inseridas nos riachos, geram energia para vilarejos inteiros. Na Finlândia, descobrimos um inventor que está aquecendo areia em silos durante o verão e no inverno ele usa o calor para gerar aquecimento e energia para sua casa".</p>

<!-- wp:paragraph -->
<p>Após passar pela África e desembarcar recentemente no Uruguai, o SolarButterfly segue viagem pelo Brasil até Belém (PA), para a <strong><em><a href="https://cop30.br/pt-br">COP 30</a></em></strong>, em novembro, com destino final na Colômbia. Simon destaca: "Estamos indo a Belém para participar da próxima Conferência do Clima, onde políticos de todo o mundo estão se juntando. Gostaríamos de apresentar para eles o projeto SolarButterfly e todas as soluções que já coletamos, para lhes dizer que agora é hora de parar de falar e começar a agir, as soluções estão aqui". Até o fim da viagem, a equipe pretende totalizar os 100 mil quilômetros rodados, levando a mensagem da sustentabilidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading">CT-UFSM: protagonismo em mobilidade sustentável</h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:image {"id":7309,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/09/20250919_124643-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-7309" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Centro de Tecnologia da UFSM foi escolhido como ponto de parada estratégico devido ao seu protagonismo nas pesquisas sobre mobilidade alternativa à combustão. Além do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica, anfitrião da visita e <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgee/2022/09/15/ppgee-ufsm-alcanca-o-conceito-7-nota-maxima-da-capes">um dos melhores cursos da área no país</a></em></strong>, há outras iniciativas de destaque na área. Dentre elas: o <strong><em><a href="https://iemufsm.com.br/">Instituto de Energia e Mobilidade (IEM</a></em></strong>, antigo INRI), que desenvolve projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação em parceria com o setor industrial e elétrico; as pesquisas do <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/grupos/gpmot">Grupo de Pesquisas em Motores, Combustíveis e Emissões (GPMOT)</a></em></strong>; e o novo grupo de competição, Bombaja H2, que está desenvolvendo <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/08/11/bombaja-h2-estreia-com-destaque-em-competicao-nacional-de-veiculos-movidos-a-hidrogenio">um protótipo movido a hidrogênio</a></em></strong>. A acolhida à equipe envolveu também membros do <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgee/ieee-student-branch">Ramo Estudantil do IEEE UFSM</a></em></strong>.<br><br>Simon disse que a decisão de vir a Santa Maria se deu por sugestão de Louis Palmer, que é quem organiza o roteiro da viagem. "É uma universidade enorme, serve bem para nosso projeto e eu espero que nosso projeto também sirva para sua Universidade; estou orgulhoso de estar aqui", afirmou Simon.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7310,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/09/IMG-20250919-WA0023-1024x770.jpg" alt="" class="wp-image-7310" /><figcaption class="wp-element-caption">SolarButterfly com as "asas" fechadas</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<p><em>Por Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM.</em><br /><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em><strong>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</strong></em></a><em>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><em><strong>Facebook</strong></em></a><em> e </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><em><strong>Instagram</strong></em></a><em>!</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pensando Verde: Meio Ambiente, Tecnologia e Direitos Humanos são temas de debate na UFSM-FW</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2025/06/06/pensando-verde-meio-ambiente-tecnologia-e-direitos-humanos-sao-temas-de-debate-na-ufsm-fw</link>
				<pubDate>Fri, 06 Jun 2025 17:20:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[agência íntegra]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo Bacharelado (FW)]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[relações públicas FW]]></category>
		<category><![CDATA[Agência]]></category>
		<category><![CDATA[agenda2030]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/?p=4128</guid>
						<description><![CDATA[A atividade fez parte da Semana Pensando Verde, em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Na terça-feira, 03 de junho, foi realizado mais um encontro da Semana do Pensando Verde, promovido pelo projeto de desenvolvimento institucional Grupo Agenda 2030, no campus da UFSM-FW. A conversa, mediada pela docente Aline Ferrão Custódio Passini, reuniu estudantes no Centro de Convivência, das 13h30 às 14h30, para debater questões ligadas ao meio ambiente, tecnologia e direitos humanos.</p>
<p>Durante a conversa, a docente do curso de Engenharia Ambiental destacou a importância e a relevância do desenvolvimento sustentável na sociedade. A partir dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, a professora explicou que o modelo de desenvolvimento é baseado em três pilares fundamentais, “quando falo em desenvolvimento sustentável, eu tenho um tripé. Sempre tenho que levar em consideração três eixos: ambiental, social e econômico”, ressalta Aline.</p>
<p>No evento, a docente mencionou que são as pequenas ações que fazem a diferença nessa crise climática, “são as pequenas ações que eu posso fazer na minha casa, na minha cidade, que fazem diferença”, afirmou. Ao final da conversa, Aline pontuou o papel essencial da educação ambiental para a construção de uma sociedade mais consciente e engajada, “eu acredito na educação, e a educação ambiental não é diferente, são ações e hábitos.”</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O encontro celebrou o Dia Mundial do Meio Ambiente e está em sua terceira edição. A iniciativa propõe reflexões a partir dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), incentivando o engajamento da comunidade acadêmica com temas fundamentais para o futuro do planeta.</p>
<p> </p>
<p><em>Texto: Mariana Saldanha, bolsista da Agência Íntegra.</em></p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2025/06/DSC_0030-768x510.jpg" alt="DSC_0030" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2025/06/DSC_0040-768x510.jpg" alt="DSC_0040" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2025/06/DSC_0057-768x510.jpg" alt="DSC_0057" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2025/06/DSC_0033-1-e1749239224775-768x449.jpg" alt="DSC_0033 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2025/06/DSC_0062-1-768x510.jpg" alt="DSC_0062 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2025/06/DSC_0089-768x510.jpg" alt="DSC_0089" /></figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>O preço de uma vida digna</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2025/04/15/o-preco-de-uma-vida-digna-2</link>
				<pubDate>Tue, 15 Apr 2025 19:11:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[agência íntegra]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[MovimentAção]]></category>
		<category><![CDATA[Produções em disciplinas]]></category>
		<category><![CDATA[agenda2030]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/?p=4020</guid>
						<description><![CDATA[Texto produzido por Lizian Camile Sant’Ana dos Santos. A Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), procura concluir as metas criadas com os projetos de Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) até o ano de 2030. E a partir da primeira ODS, que visa o fim da pobreza no mundo até a data limite, observa-se [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto produzido por Lizian Camile Sant’Ana dos Santos</em>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), procura concluir as metas criadas com os projetos de Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) até o ano de 2030. E a partir da primeira ODS, que visa o fim da pobreza no mundo até a data limite, observa-se o papel do piso salarial e qual a sua importância na influência da erradicação da pobreza.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O piso salarial é um valor mínimo utilizado no Brasil com o objetivo de garantir aos trabalhadores uma remuneração que não vai abaixo de determinado ponto. Em 2024, o piso salarial no Brasil é de R$ 1.412,00. A ideia é que o salário mínimo seja um valor padrão capaz de garantir que uma pessoa possa viver de forma digna às necessidades essenciais, como moradia, alimentação e higiene. O salário de uma pessoa pode variar dependendo de fatores como o tempo de trabalho, a profissão realizada e outros quesitos como posição no emprego e região. O valor do salário mínimo, decidido pelo governo do país, visa diminuir a desigualdade, método que se une às metas do ODS 1, não apenas procurando a erradicação da pobreza, mas promovendo uma economia mais justa e que contribua para que as famílias obtenham melhor qualidade de vida.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Contudo, existem limitações para essas metas que se desenvolvem rapidamente, e que impedem a erradicação da pobreza de forma plena. Nem sempre o valor do piso salarial será o suficiente para manter uma vida digna. Isso depende do valor do salário mínimo, e também dos custos de vida. De acordo com a SERASA, para que uma pessoa viva sozinha sem dificuldades em São Paulo (SP), ela precisaria gastar mensalmente cerca de R$ 7.400,00. Torna-se um problema ainda maior quando somada à informalidade do mercado de trabalho, onde muitos trabalhadores não recebem o valor devido por não trabalharem dentro da formalidade do piso salarial.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O piso salarial tem impacto multifacetado na erradicação da pobreza. Podendo contribuir com os trabalhadores, reduzindo as desigualdades sociais e desenvolvendo uma base econômica de qualidade para as famílias. Mas apesar disso, não é sozinho que acabará com a pobreza extrema no mundo.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Essa é uma das ferramentas que pode ser utilizada para alcançar a ODS 1 e transformá-la em realidade. As demais ODS, como por exemplo a ODS 8, que trata do trabalho decente e do crescimento econômico e a ODS 10, redução de desigualdades,</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>se conectam à primeira, e contribuem para que o trabalho para transformar a Agenda 2030 em realidade o quanto antes seja realizado.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A erradicação da pobreza exige esforço e cuidado, porque é uma meta de longo prazo. Por isso é preciso que todos recebam de forma justa pelo trabalho que exercem, o que implica que o piso salarial deve ser reavaliado e ajustado com frequência, buscando cada vez mais valorizar o trabalho do povo brasileiro e contribuindo para que todas as pessoas tenham a chance e o direito de obter uma vida de qualidade, digna das necessidades básicas do ser humano. Como é previsto no projeto de Lei nº 350, de 2021, em que o Poder Executivo estabelecerá uma linha oficial de pobreza, com base no rendimento mínimo para suprir as necessidades vitais das pessoas. Buscando uma forma de garantir que ninguém ganhe menos do que um valor mínimo justo.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto produzido para a disciplina Comunicação, Cidadania e Ambiente, sob a orientação da professora&nbsp;Cláudia Herte de Moraes.</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Edição especial para Íntegra</em>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Melhor que igualdade na educação: equidade diferença expressiva no comportamento dos dois últimos governantes em relação a ODS 4</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2025/05/23/melhor-que-igualdade-na-educacao-equidade-diferenca-expressiva-no-comportamento-dos-dois-ultimos-governantes-em-relacao-a-ods-4</link>
				<pubDate>Fri, 23 May 2025 17:05:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[agência íntegra]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[MovimentAção]]></category>
		<category><![CDATA[Produções em disciplinas]]></category>
		<category><![CDATA[Agência]]></category>
		<category><![CDATA[agenda2030]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/?p=4074</guid>
						<description><![CDATA[Por Emylli Fontoura O quarto Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) assegura a&nbsp; educação de forma equitativa, inclusiva e de qualidade para toda a população, e em&nbsp; qualquer etapa da vida. Especificamente, a meta número 4.5 promove a equidade das&nbsp; mais diversas minorias sociais por meio da educação. De acordo com uma pesquisa realizada em 2014, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Por Emylli Fontoura</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":4075,"width":"358px","height":"auto","sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"right"} -->
<figure class="wp-block-image alignright size-full is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2025/05/ods4.jpg" alt="" class="wp-image-4075" style="width:358px;height:auto" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O quarto Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) assegura a&nbsp; educação de forma equitativa, inclusiva e de qualidade para toda a população, e em&nbsp; qualquer etapa da vida. Especificamente, a meta número 4.5 promove a equidade das&nbsp; mais diversas minorias sociais por meio da educação. De acordo com uma pesquisa realizada em 2014, houve um aumento no indicador de conclusão do Ensino Fundamental entre indivíduos pretos e pardos, um grande avanço visto a desigualdade racial enfrentada até os dias de hoje.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na&nbsp; Educação Básica em 2021, a taxa de atendimento destinada à população de 15 a 17 anos foi relativamente equilibrada, visto os recortes da redução na desvantagem educacional entre estudantes pretos/pardos. Em 2024, o Brasil tem implementado diversas políticas educacionais voltadas&nbsp; para a inclusão e equidade, com o objetivo de garantir o acesso de diferentes grupos a uma educação de qualidade. O Programa Nacional de Inclusão de Jovens (Projovem),&nbsp; destinado a jovens de 18 a 29 anos que não concluíram o ensino fundamental, busca&nbsp; combater o analfabetismo e atender até 100 mil estudantes até 2026, priorizando os&nbsp; municípios com maiores índices de jovens não alfabetizados. Já a Política Nacional dos Territórios Etnoeducacionais foca na educação escolar indígena, buscando a articulação&nbsp; entre os sistemas de ensino para promover a educação nos territórios etnoeducacionais,&nbsp; com um orçamento de R$ 7,8 milhões anuais até 2027.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação&nbsp; Inclusiva, lançada em 2008, reafirma o compromisso com a inclusão de pessoas com&nbsp; deficiência, garantindo a convivência escolar entre todos os alunos e oferecendo um Atendimento Educacional Especializado (AEE). O governo investirá R$3 bilhões até&nbsp; 2026, na implementação e expansão das Salas de Recursos Multifuncionais (SRM),&nbsp; beneficiando milhares de escolas e estudantes. A Política Nacional de Equidade,&nbsp; Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (PNEERQ)&nbsp; visa superar as desigualdades étnico-raciais e o racismo nas escolas, com foco na&nbsp; população quilombola, abrangendo toda a comunidade escolar.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Por fim, o Grupo de Trabalho para Criação da Universidade Indígena visa criar&nbsp; uma universidade específica para povos indígenas, respeitando sua cultura e identidade,&nbsp; com foco em promover a educação superior em suas próprias línguas e modos de vida.&nbsp; Essas políticas estão todas alinhadas com o compromisso de garantir que todos os&nbsp; jovens e adultos, independentemente de sua origem ou condição, tenham acesso à&nbsp; educação, com ênfase na alfabetização e no desenvolvimento de habilidades&nbsp; fundamentais, como matemática.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto produzido para a disciplina Comunicação, Cidadania e Ambiente, sob a orientação da professora&nbsp;Cláudia Herte de Moraes.</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Edição especial para Íntegra</em>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Paz, justiça e instituições eficazes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2025/07/08/paz-justica-e-instituicoes-eficazes</link>
				<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 17:10:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[agência íntegra]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[MovimentAção]]></category>
		<category><![CDATA[Produções em disciplinas]]></category>
		<category><![CDATA[Agência]]></category>
		<category><![CDATA[agenda2030]]></category>
		<category><![CDATA[ods16]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/?p=4204</guid>
						<description><![CDATA[Por Eduardo Antunes de Freitas Ao final de 2022, o ODS 16 teve apenas uma das 12 metas com um certo progresso, nove delas estão em retrocesso e duas estagnadas desde 2021. Vemos este resultado como uma decorrência do desmonte de instrumentos, mecanismos e instâncias de promoção de direitos sociais, ambientais e econômicos promovido pelo [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><em>Por Eduardo Antunes de Freitas</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Ao final de 2022, o ODS 16 teve apenas uma das 12 metas com um certo progresso, nove delas estão em retrocesso e duas estagnadas desde 2021. Vemos este resultado como uma decorrência do desmonte de instrumentos, mecanismos e instâncias de promoção de direitos sociais, ambientais e econômicos promovido pelo Executivo Federal entre 2019 e 2022.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>De acordo com o Relatório Luz 2023, uma das principais metas do objetivo segue em retrocesso pelo terceiro ano consecutivo. Não há dados para metade de seus indicadores e não houve mudanças estatisticamente relevantes. Em comparação aos indicadores de 2021 para 2022 foram registradas 47.508 mortes violentas e intencionais, seja de homicídio doloso, feminicídios de forma geral e assassinatos de cunho policial. Com 8,6% de mulheres e 91,4% homens nos óbitos violentos em geral, sendo que 50,3% tinham entre 12 e 29 anos.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Sobre mortes cometidas em intervenções policiais, 99,2% foram vítimas masculinas das execuções praticadas por agentes de segurança e 75% tinham entre 12 e 19 anos de idade. Nos latrocínios, 25% das vítimas tinham mais de 60 anos e 46,9% tinham entre 35 e 59 anos. Com a ineficiência da «guerra às drogas» sob perspectiva repressora e reacionária, o tráfico segue sendo negócio lucrativo que leva a morte jovens e policiais, principalmente negros. Em 2022, houve 172 assassinatos de policiais civis.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo o site das Nações Unidas Brasil, o objetivo primordial segue sendo&nbsp; promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionando o acesso à justiça para todos e a construção de instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis. O Brasil enfrenta desafios significativos no cumprimento das metas do ODS 16, como a persistência da violência, a impunidade generalizada e o desmantelamento de políticas públicas fundamentais na promoção dos direitos humanos, o que evidencia um retrocesso substancial no país.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":4208,"width":"495px","height":"auto","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"right"} -->
<figure class="wp-block-image alignright size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2025/07/img-202008161822-1080x675-2-1024x640.jpg" alt="" class="wp-image-4208" style="width:495px;height:auto" /><figcaption class="wp-element-caption">(Foto: Luiz Dorabiato)</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A fragilidade das instituições responsáveis pela proteção dos direitos dos cidadãos, incluindo o sistema de justiça e as forças de segurança pública, reflete a ineficácia de um modelo que não tem conseguido assegurar a paz, a justiça e a eficácia institucional para a maioria da população, especialmente para grupos socialmente vulneráveis, como jovens negros e mulheres.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A continuidade dos altos índices de violência, ilustrada pelas mortes e a elevada taxa de homicídios, particularmente entre a população jovem e negra, revela a ineficácia do modelo de segurança pública adotado nos últimos anos. A ausência de dados atualizados e a escassez de políticas públicas efetivas no combate à criminalidade e a promoção da justiça social agravam ainda mais o cenário. A criminalização da pobreza e a repressão violenta, além de não conseguirem reduzir os índices de violência, falham em garantir um acesso à justiça igualitário.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Diante desse contexto, é imprescindível a implementação de políticas públicas que respeitem os direitos humanos, que invistam na prevenção da violência e que fortaleçam as instituições de segurança e justiça de maneira inclusiva e responsável. A efetividade dessas instituições está intimamente ligada à sua capacidade de atuar de forma transparente, equânime e comprometida com os direitos dos cidadãos, o que, infelizmente, ainda se mostra distante da realidade brasileira. Portanto, é urgente a reorientação das políticas de segurança e justiça, a fim de garantir que as gerações futuras possam viver em um país mais justo, seguro e igualitário, no qual a paz e a justiça sejam efetivamente acessíveis a toda a população, sem discriminação.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto produzido pela disciplina Comunicação, Cidadania e Ambiente, sob a orientação da professora&nbsp;Cláudia Herte de Moraes.</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Edição especial para Íntegra</em>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>A importância da água segura na saúde pública </title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2025/07/08/a-importancia-da-agua-segura-na-saude-publica</link>
				<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 17:49:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[agência íntegra]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[MovimentAção]]></category>
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		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[Por Beatriz Duarte  A água é um recurso vital para a vida humana, e sua qualidade é fundamental para a saúde pública. Em um mundo onde bilhões de pessoas ainda não têm acesso a água potável e saneamento básico, os desafios tornam-se urgentes e complexos. Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), criados pela ONU, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><em>Por Beatriz Duarte <br></em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":4211,"width":"568px","height":"auto","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"right"} -->
<figure class="wp-block-image alignright size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2025/07/pexels-kelly-1179532-3030281-1024x534.jpg" alt="" class="wp-image-4211" style="width:568px;height:auto" /><figcaption class="wp-element-caption"> Foto de Kelly : https://www.pexels.com/pt-br/foto/close-das-maos-de-uma-crianca-pegando-agua-do-bico-de-uma-bomba-d-agua-3030281/ </figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A água é um recurso vital para a vida humana, e sua qualidade é fundamental para a saúde pública. Em um mundo onde bilhões de pessoas ainda não têm acesso a água potável e saneamento básico, os desafios tornam-se urgentes e complexos. Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), criados pela ONU, possuem 169 metas de ação global, que tratam dos principais desafios de desenvolvimento enfrentados pelas pessoas, no Brasil e no mundo.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A ODS 6: Água potável e saneamento, tem como meta assegurar a disponibilidade e a gestão sustentável da água e saneamento para todas as pessoas. A falta de acesso a água limpa e condições sanitárias adequadas está diretamente ligada ao aumento de doenças transmissíveis, prejudicando a qualidade de vida e a saúde das populações. Assim, a água segura na saúde pública se torna uma questão importante, como ela afeta diretamente a vida das pessoas e quais medidas podem ser adotadas para garantir que todos tenham acesso a esse recurso essencial.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As metas 6.1 e 6.2 da ODS 6 são fundamentais para garantir a saúde pública, pois abordam diretamente o acesso à água potável e ao saneamento básico. A meta 6.1 visa assegurar que todas as pessoas tenham acesso universal e equitativo à água potável segura, um requisito essencial para a prevenção de doenças e promoção do bem-estar. Já a meta 6.2 foca na implementação de serviços de saneamento e higiene adequados, que são cruciais para evitar a contaminação da água e, consequentemente, proteger a saúde das populações. Juntas, essas metas destacam a importância de um ambiente saudável, onde água limpa e condições sanitárias adequadas não são apenas privilégios, mas direitos fundamentais, refletindo a necessidade de um compromisso coletivo para garantir que todos tenham acesso a esses recursos essenciais para uma vida saudável.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":4214,"width":"332px","height":"auto","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"right"} -->
<figure class="wp-block-image alignright size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2025/07/pexels-jibarofoto-14017781-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-4214" style="width:332px;height:auto" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto de Luis Quintero: https://www.pexels.com/pt-br/foto/criancas-filhos-torneira-bica-14017781/</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Programa Água para Todos que foi instituído pelo Decreto nº 7.535, de 26 de julho de 2011, se relaciona diretamente com as metas 6.1 e 6.2 da ODS 6, ao oferecer soluções concretas para o acesso à água potável e ao saneamento básico, especialmente para as populações vulneráveis que são afetadas pela falta desses serviços. Enquanto a ODS 6 destaca a importância de garantir água limpa e condições sanitárias adequadas, o programa busca implementar ações práticas que contribuam para a realização dessas metas, refletindo um compromisso do governo brasileiro em enfrentar os desafios da escassez hídrica e promover a saúde pública. Essa interconexão entre políticas públicas e objetivos globais ressalta a necessidade de um esforço conjunto para assegurar que todos tenham acesso a água segura e saneamento, elementos fundamentais para a qualidade de vida e a dignidade humana. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A importância desse elemento para a saúde pública é uma questão que vem ganhando destaque nas discussões globais, especialmente por causa das estimativas alarmantes da ONU, que indicam que cerca de 40% da população mundial ainda não tem acesso seguro à água potável. De acordo com uma pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), essa situação se agrava quando se considera o acesso a sistemas de tratamento de esgoto, onde mais da metade da população mundial carece de serviços de saneamento adequados. Atualmente, cerca de 2,2 bilhões de pessoas não têm acesso a água potável e 4,2 bilhões carecem de infraestrutura sanitária eficaz.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>No Brasil, o cenário é igualmente preocupante, o VII Relatório Luz Brasil aponta que, desde 2015, o avanço na cobertura de água e saneamento tem sido tímido, com um aumento de apenas 0,9 pontos percentuais na meta de acesso à água segura. Além disso, a meta 6.2 também segue em retrocesso, com apenas 55,8% da população tendo acesso à rede pública de esgoto. Embora o índice de tratamento de esgoto tenha avançado de 50,8% em 2020 para 51,2% em 2021, o volume de efluentes não tratados lançados na natureza também aumentou, passando de 4,84 milhões de m³ em 2020 para 4,86 milhões de m³ em 2021.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A falta de saneamento básico tem um impacto desproporcional sobre as populações vulneráveis, afetando 21,2 milhões de crianças e adolescentes que convivem com esgoto a céu aberto, o que agrava problemas de saúde e contribui para a pobreza menstrual entre meninas. O mesmo relatório do Luz destaca que 47% das pessoas sem acesso a saneamento são negras ou indígenas, evidenciando as disparidades raciais e o racismo ambiental presente no Brasil.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Frente a essa realidade, o Programa Nacional de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano, conhecido como Vigiagua, foi criado como uma política pública com o objetivo de promover a saúde e prevenir doenças relacionadas à água. Essa iniciativa busca orientar a vigilância da qualidade da água de forma abrangente, em consonância com as diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), mostrando que a luta por água segura é essencial para garantir o direito à saúde de todos os cidadãos.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":4213,"width":"588px","height":"auto","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"left"} -->
<figure class="wp-block-image alignleft size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2025/07/pexels-ahmed-akacha-3313934-27198727-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-4213" style="width:588px;height:auto" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto de Ahmed akacha: https://www.pexels.com/pt-br/foto/maos-mulher-agua-lavando-27198727/</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para que as metas 6.1 e 6.2 sejam alcançadas até 2030, é imprescindível que haja um esforço conjunto entre governos, organizações não governamentais e a sociedade civil. Medidas como a ampliação do investimento em infraestrutura de água e saneamento, a educação sobre a importância do uso consciente da água, e a implementação de políticas que priorizem o acesso a esses serviços para as populações mais vulneráveis são fundamentais. Além disso, é também crucial promover a conscientização sobre a importância da preservação das fontes de água e a proteção dos ecossistemas aquáticos. O engajamento da comunidade é essencial para garantir que as iniciativas de água e saneamento sejam sustentáveis e eficazes. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A colaboração internacional também desempenha um papel vital na busca por soluções para os problemas relacionados à água. O compartilhamento de conhecimento e experiências entre países pode levar a melhores práticas e inovações que podem ser adaptadas a diferentes contextos. Iniciativas globais, como o Dia Mundial da Água e a Conferência das Nações Unidas sobre Água, são oportunidades valiosas para discutir e monitorar o progresso das metas relacionadas à água.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>É importante lembrar que a água é um direito humano fundamental, e a luta por água potável e saneamento deve ser uma prioridade para todos os países. O acesso a esses recursos não apenas melhora a saúde pública, mas também contribui para o desenvolvimento econômico e para a educação. Garantir que todos tenham acesso a água segura e saneamento adequado é essencial para construir sociedades mais justas e resilientes, onde cada indivíduo tenha a oportunidade de prosperar. O futuro das próximas gerações depende das ações que tomamos hoje em relação à água e ao saneamento, e é nossa responsabilidade coletiva assegurar que esses direitos básicos sejam garantidos para todos.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto produzido pela disciplina Comunicação, Cidadania e Ambiente, sob a orientação da professora&nbsp;Cláudia Herte de Moraes.</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Edição especial para Íntegra</em>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>ODS 18 é destaque no G20: Brasil lidera proposta pela igualdade étnico-racial </title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2025/07/08/ods-18-e-destaque-no-g20-brasil-lidera-proposta-pela-igualdade-etnico-racial</link>
				<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 17:56:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[agência íntegra]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[MovimentAção]]></category>
		<category><![CDATA[Produções em disciplinas]]></category>
		<category><![CDATA[Agência]]></category>
		<category><![CDATA[agenda2030]]></category>
		<category><![CDATA[ods18]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/?p=4215</guid>
						<description><![CDATA[A urgência de enfrentar o racismo estrutural para construir um país mais igualitário]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><em>Por Isabelle Okubo</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":4217,"width":"301px","height":"auto","sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"left"} -->
<figure class="wp-block-image alignleft size-full is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2025/07/3b918b15-f238-4602-8b4c-add5fad33dc6.png" alt="" class="wp-image-4217" style="width:301px;height:auto" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>No dia 15 de novembro deste ano (2024), foi lançado o Objetivo para o Desenvolvimento Sustentável (ODS) 18, de Igualdade Étnico-Racial, em meio à programação do encontro do G20 social. Esta nova meta tem como objetivo reforçar o compromisso do Brasil no combate ao racismo estrutural e na inclusão de grupos historicamente marginalizados, a inserção deste item integra a Agenda 2030, feita pela Organização das Nações Unidas (ONU). O Brasil assumiu a liderança nesta pauta, buscando colocar o combate ao racismo no centro das discussões globais. Em setembro, durante a Assembleia Geral da ONU, o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva anunciou o início da construção do ODS 18.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) são um conjunto de 17 metas globais estabelecidas pela ONU como parte da Agenda 2030, um plano de ação para promover o desenvolvimento sustentável em escala mundial. Esses objetivos abordam desafios sociais e ambientais urgentes, como por exemplo a desigualdade racial no Brasil, que é um reflexo de uma história marcada pela exclusão e pelo racismo, que até hoje molda a vida de milhões de pessoas.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Entre as metas da ODS 18, destaca-se a Meta 18.1, que tende garantir acesso igualitário a serviços de saúde de qualidade para todos os grupos étnico-raciais. A desigualdade no sistema de saúde é evidente em dados que mostram maiores taxas de mortalidade infantil, doenças crônicas e menor expectativa de vida entre negros e indígenas. A Meta 18.3 aborda a promoção de oportunidades de emprego e a redução das desigualdades salariais entre grupos étnico-raciais. O Brasil ainda enfrenta um cenário em que pessoas negras e indígenas encontram maior dificuldade no acesso ao mercado de trabalho formal e, quando contratadas, recebem salários significativamente inferiores aos de trabalhadores brancos em funções equivalentes. Políticas de diversidade e inclusão, aliadas a programas de capacitação, são estratégias propostas para reverter essa situação.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A inclusão da ODS 18 na Agenda 2030 tem potencial para gerar impactos positivos em diversas áreas. Além disso, a implementação dessas metas no Brasil pode servir como inspiração para outros países enfrentarem desafios similares. A Índia e a Costa Rica, por exemplo, já adotaram objetivos específicos adicionais, demonstrando que é possível alinhar os ODS a contextos sociais particulares. Contudo, a implementação da ODS 18 não está isenta de desafios. O racismo estrutural, que permeia tanto as instituições quanto na sociedade, é uma barreira significativa. A falta de dados sobre questões raciais também dificulta a formulação de políticas. Além disso, o cenário político e econômico brasileiro apresenta obstáculos orçamentários e culturais que precisam ser superados para que essa meta saia do papel. Apesar das dificuldades, a proposta da ODS 18 traz perspectivas otimistas. A mobilização internacional em torno da questão racial cresce, e o Brasil, ao adotar medidas inovadoras, pode liderar esse movimento.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":4216,"width":"774px","height":"auto","sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2025/07/a3b46623-c9a6-474e-9987-e31c939a52e1.jpeg" alt="" class="wp-image-4216" style="width:774px;height:auto" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto William Brisida/Itaipu Binacional</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto produzido pela disciplina Comunicação, Cidadania e Ambiente, sob a orientação da professora&nbsp;Cláudia Herte de Moraes.</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Edição especial para Íntegra</em>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pensando Verde: Primeiro dia discute a valorização da comunicação inclusiva</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2025/06/06/pensando-verde-primeiro-dia-discute-a-valorizacao-da-comunicacao-inclusiva</link>
				<pubDate>Fri, 06 Jun 2025 17:07:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[agência íntegra]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo Bacharelado (FW)]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[relações públicas FW]]></category>
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		<category><![CDATA[UFSM FW]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/?p=4123</guid>
						<description><![CDATA[Estudantes de Relações Públicas apresentaram projetos que visam auxiliar pessoas com deficiência a partir de ferramentas do curso ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- /wp:image --><!-- wp:paragraph -->
<p>A disciplina de Laboratório de Comunicação Acessível nas Organizações promoveu no dia 2 de junho, em parceria com o Grupo Agenda 2030 da UFSM/FW, uma palestra sobre comunicação acessível. Sob mediação da professora de Relações Públicas, Patrícia Milano Persigo, o encontro ocorreu no Centro de Convivência das 13h30 às 14h30. O evento trouxe abordagens como a comunicação de risco para cegos e a gestão de risco para autistas.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><img style="width: 271px;height: auto" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-03-at-21.34.58-edited-576x1024.jpeg" alt="" width="576" height="1024" /></p>
<p>O Grupo Agenda 2030 é um projeto institucional que busca a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, estabelecidos pela Organização das Nações Unidas, no campus e região de Frederico Westphalen.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto: Jônathas Grunheidt Vilela Ordine, bolsista da Agência Íntegra</em>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PPGECAM promove aula inaugural com especialista francês em transição energética</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/04/14/ppgecam-promove-aula-inaugural-com-especialista-frances-em-transicao-energetica</link>
				<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 18:48:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[#ppgecam]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Sanitária e Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[PPGEAmb]]></category>
		<category><![CDATA[PPGEC]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=6488</guid>
						<description><![CDATA[Evento marca fusão do PPGEC e do PPGEAmb e terá palestra do Prof. Dr. Marx Chhay, da Université Savoie Mont Blanc, que também tratará de oportunidades de estudo na França.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O recém-formado Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental (PPGECAM) da UFSM realizará sua aula inaugural no dia 25 de abril, às 9h30, no auditório do prédio do INPE. O PPGECAM é fruto da fusão entre os Programas de Pós-Graduação, em Engenharia Civil – PPGEC e em Engenharia Ambiental – PPGEAmb. O palestrante para esta data especial será o <strong><em><a href="https://lattes.cnpq.br/4795160029061358">Prof. Dr. Marx Chhay</a></em></strong>, pesquisador da <strong><em><a href="https://www.univ-smb.fr/">Université Savoie Mont Blanc</a></em></strong> (França), que ministrará a palestra "<em>Engineering Issues Related to the Environmental and Energy Transition</em>" ("Desafios da Engenharia na Transição Ambiental e Energética", em tradução livre). </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Com doutorado em Mecânica pela La Rochelle Université e pós-doutorados na Paris-Sud (2009) e Universidade de Nantes (2010), Chhay atua desde 2011 no laboratório <strong><em><a href="https://www.univ-smb.fr/locie/en/">LOCIE</a></em></strong>, dedicado à otimização de projetos de engenharia ambiental. Sua aula abordará temas globais ligados à sustentabilidade e inovação tecnológica. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Programação e inscrições</strong><br>O evento terá abertura às 9h30, seguida da palestra principal às 10h. As inscrições são gratuitas, mas devem ser feitas antecipadamente pelo formulário online para garantir espaço adequado. Acesse aqui o formulário: <a href="https://forms.gle/5VwJbMT61MukqSvN6"><strong><em>https://forms.gle/5VwJbMT61MukqSvN6</em></strong></a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Palestra para graduação</strong><br>No mesmo dia, às 13h30, o professor Chhay fará uma apresentação voltada a estudantes de Engenharia do Centro de Tecnologia (CT), com o tema "Oportunidades para Estudar na França na Graduação". O debate incluirá informações sobre intercâmbios, duplo diploma e programas de mobilidade acadêmica no país europeu. Trata-se de excelente oportunidade para os estudantes interessados em participarem dos futuros editais do <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/01/31/projetos-brafitec-fortalecem-internacionalizacao-do-centro-de-tecnologia-da-ufsm">BRAFITEC</a></em></strong>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":6489,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"left"} -->
<figure class="wp-block-image alignleft size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/04/Banner-AULA-INAUGURAL-25.04_imagem-1024x1024.jpeg" alt="Card de divulgação do evento, com foto do professor, do auditório do INPE e serviço do evento." class="wp-image-6489" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Serviço</strong><br>O que: Aula Inaugural do PPGECAM<br>Quando: 25 de abril de 2025, às 9h30<br>Onde: Auditório do INPE – UFSM<br>Inscrições: <a href="https://forms.gle/5VwJbMT61MukqSvN6"><strong><em>Formulário online</em></strong></a><br>Evento aberto à comunidade acadêmica e interessados no tema.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<hr />
<p><em>Com informações de Luciane Iop, PPGECAM - Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental da UFSM; edição por Subdivisão de Comunicação do CT-UFSM.</em></p>
<p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professor Gustavo Brunetto representa a UFSM no Seminário Científico RS Resiliência &amp; Sustentabilidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2025/03/17/professor-gustavo-brunetto-representa-a-ufsm-no-seminario-cientifico-rs-resiliencia-sustentabilidade</link>
				<pubDate>Mon, 17 Mar 2025 12:56:35 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[crise-climática]]></category>
		<category><![CDATA[solos]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/?p=11215</guid>
						<description><![CDATA[Na última sexta-feira (14), o professor Gustavo Brunetto, do Departamento de Solos da UFSM, participou do evento RS Resiliência &amp; Sustentabilidade &#8211; Seminário Científico, realizado no Salão de Atos da UFRGS, em Porto Alegre. O professor Gustavo Brunetto foi expressivamente aplaudido pelo público presente ao apresentar sua contribuição ao projeto, trazendo não apenas o conhecimento [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-pm-slice="1 1 []"><img class="wp-image-11216 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2025/03/brunetto-2025-marco.jpg" alt="" width="533" height="533" />Na última sexta-feira (14), o professor Gustavo Brunetto, do Departamento de Solos da UFSM, participou do evento <a href="https://rs-resiliente.com.br/"><strong>RS Resiliência &amp; Sustentabilidade - Seminário Científico</strong></a>, realizado no Salão de Atos da UFRGS, em Porto Alegre.</p>
<p>O professor Gustavo Brunetto foi expressivamente aplaudido pelo público presente ao apresentar sua contribuição ao projeto, trazendo não apenas o conhecimento técnico construído ao longo dos anos, mas também experiências práticas atuais que reforçam a importância da ciência aplicada na reconstrução e sustentabilidade do estado. Sua participação destacou a relevância do trabalho desenvolvido pela UFSM, consolidando a instituição como um polo de referência em estudos sobre solos e sobre sustentabilidade.</p>
<p>O evento é fruto do projeto RS: Resiliência &amp; Sustentabilidade, promovido por meio de um acordo de cooperação entre a Secretaria Extraordinária de Reconstrução do RS, do Governo Federal, e a Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, com apoio da Open Society Foundations. O projeto resultou na publicação de artigos desenvolvidos por pesquisadores de universidades federais do Rio Grande do Sul, sendo os conteúdos de relevância perante a crise climática.</p>
<p>A participação do professor Gustavo Brunetto reforça a relevância da UFSM no cenário acadêmico e científico do estado, contribuindo para soluções sustentáveis e resiliência ambiental em um momento crucial para o Rio Grande do Sul.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pelo segundo ano, Educação de Qualidade é escolhido como ODS prioritário para a Extensão UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2021/12/17/pelo-segundo-ano-educacao-de-qualidade-e-escolhido-como-ods-prioritario-para-a-extensao-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 17 Dec 2021 19:41:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[agenda2030]]></category>
		<category><![CDATA[ods]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=6219</guid>
						<description><![CDATA[Com mais de 5 mil votos recebidos nos quatro campi da UFSM, os dados coletados através da Plataforma ODS servirão de base para a distribuição de recursos da Extensão em 2022]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p></p>

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</p>
<p>
<!-- /wp:paragraph -->

<p></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
</p>
<p>A Pró-Reitoria de Extensão UFSM apresentou nesta sexta-feira, 17, durante reunião com a Câmara de Extensão, o resultado do Fórum Regional Permanente de Extensão 2021. Contando com a participação de mais de 5 mil votos, os quatro <i>campi</i> da instituição (Cachoeira do Sul, Frederico Westphalen, Palmeira das Missões e Santa Maria) elegeram mais uma vez, dentre os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) em suas quatro dimensões (social, ambiental, econômica e institucional), o ODS 4 – Educação de Qualidade como eixo prioritário para as ações da UFSM na sociedade. </p>
<p>O Fórum Regional Permanente de Extensão, que tem por finalidade identificar as demandas da comunidade local e regional onde a UFSM se faz presente, ocorre anualmente desde 2016 como um canal de comunicação com a comunidade. Novamente neste ano, em razão da pandemia do coronavírus, a coleta de dados foi realizada através da Plataforma ODS e, de modo virtual, nas reuniões remotas do Fórum, promovidas semestralmente nos <i>campi</i> da UFSM. </p>
<p>No total dos 5.268 votos, o ODS 4, que visa assegurar a educação inclusiva e equitativa de qualidade e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos, recebeu 599 votos. Em segundo lugar ficou o ODS 3 – Saúde e Bem-Estar, com 454 votos; seguido pelo ODS 2 - Fome Zero e Agricultura Sustentável, com 439 votos; e pelos ODS 6 – Água Potável e Saneamento e ODS 1 – Erradicação da Pobreza, com 420 e 368 votos, respectivamente.</p>
<p>Os resultados obtidos permitirão orientar o uso dos recursos orçamentários, do Edital do Fundo de Investimento à Extensão – FIEX 2022, bem como a formulação de editais e chamadas especiais. Além disso, esses dados serão base para a elaboração de ações de Extensão alinhadas aos anseios da população, buscando atender de forma efetiva as demandas da comunidade na qual ela está inserida.</p>
<p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<p></p>
<figure>
										<img width="1024" height="455" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2021/12/Imagem2-1024x455.jpg" alt="" loading="lazy"><figcaption>Resultados do Fórum Permanente de Extensão 2021 foram apresentados durante reunião com a Câmara de Extensão</figcaption></figure>
<p><b>Campus de Santa Maria recebe o maior número de votos</b></p>
<p>O&nbsp;<i>campus</i>&nbsp;sede da UFSM contou com 3.499 votos, o maior número de participantes registrados na Plataforma do Fórum. O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável mais votado foi o ODS 4 – Educação de Qualidade. Em segundo lugar, a comunidade apontou como prioridade o ODS 2 – Fome Zero e Agricultura Sustentável e o ODS 3 – Saúde e Bem-Estar, seguido pelo ODS 1 – Erradicação da Pobreza.</p>
<p><b>Cachoeira do Sul elege Educação de Qualidade como prioridade</b></p>
<p>No&nbsp;<i>campus</i>&nbsp;mais novo da UFSM, em Cachoeira do Sul, assim como no&nbsp;<i>campus</i>&nbsp;sede, o ODS mais votado foi o ODS 4 – Educação de Qualidade, seguido do ODS 7 – Energia Acessível, do ODS 9 – Indústria, Inovação e Infraestrutura e do ODS 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis. No total, a cidade registrou 331 participações.</p>
<p><b>A prioridade em Frederico Westphalen é Água Potável e Saneamento</b></p>
<p>Em Frederico Westphalen, foram registrados 602 votos, dos quais a maioria elegeu como prioridade o ODS 6 – Água Potável e Saneamento. Em segundo lugar, aparece o ODS 4 – Educação de Qualidade, seguido pelos ODS 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis e ODS – 13 Ação contra a Mudança Global do Clima.&nbsp;</p>
<p><b>O objetivo mais votado em Palmeira das Missões é Saúde e Bem-Estar</b></p>
<p>A segunda maior votação registrada na plataforma foi no&nbsp;<i>campus</i>&nbsp;de Palmeira das Missões, que contou com 836 participações. No campus, o objetivo mais votado foi o ODS 3 – Saúde e Bem-Estar, seguido pelos ODS 4 – Educação de Qualidade, ODS 2 – Fome Zero e Agricultura Sustentável e ODS 8 – Trabalho Decente e Crescimento Econômico.</p>
<p></p>
<p><i>Redação: Cleusa Jung | PRE UFSM</i></p>
<p><i>Revisão: Camila Steinhorst | PRE UFSM</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>O que você pode fazer para mudar o mundo?</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2022/09/16/o-que-voce-pode-fazer-para-mudar-o-mundo</link>
				<pubDate>Fri, 16 Sep 2022 17:49:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[agenda 2030]]></category>
		<category><![CDATA[Banner Home]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=7019</guid>
						<description><![CDATA[Campanha da UFSM busca ouvir a comunidade sobre prioridades no Desenvolvimento Sustentável]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio da Pró-Reitoria de Extensão, iniciou, nesta sexta-feira (16), a campanha <b>O que você pode fazer para mudar o mundo?</b> que busca ouvir a comunidade regional na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Além da plataforma on-line, disponível no site da PRE, a Instituição também promoverá espaços físicos para que as pessoas possam votar no ODS que consideram prioritários para a sua região.</p><p>O início da campanha coincide com o começo da Semana dos Objetivos Globais e com a abertura da 77.ª Assembleia Geral das Nações Unidas. A Semana tem por objetivo promover o debate entre sociedade civil, empresas, academia, e o sistema da ONU, para acelerar a ação sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Também haverá o lançamento do Projeto de Ação Climática de 2002, promovido pela Take Action Global, e que reúne Instituições de Ensino de mais de 140 países.</p><p>A campanha <b>O que você pode fazer para mudar o mundo?</b> integra os esforços da UFSM para implementar os 17 ODS nos territórios de abrangência da instituição. Além disso, busca conscientizar a comunidade acadêmica e externa sobre a importância da adoção de medidas urgentes para o desenvolvimento sustentável e preservação da vida. </p><p>Mais informações sobre a implementação da Agenda 2030 podem ser acessadas <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/agenda-2030/">neste</a> <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/agenda-2030/">link</a>.</p><p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2022/09/WhatsApp-Image-2022-09-14-at-17.18.43.jpeg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2022/09/WhatsApp-Image-2022-09-14-at-17.18.43.jpeg" alt="" width="1025" height="276" /></a></p>		
			<h5>Como participar da votação</h5>		
													<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre//app-ods/">
							<img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2022/09/WhatsApp-Image-2022-09-15-at-18.11.26-150x150.jpeg" alt="" loading="lazy" />								</a>
		<p><b>Votação digital</b></p>
<p><b>Data:</b> disponível até dezembro de 2023.</p>
<p><b>Link para acesso:</b> <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre//app-ods/">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre//app-ods/</a></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Educação de Qualidade e Saúde e Bem-Estar são escolhidos como ODS prioritários para a Extensão UFSM em 2021</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2020/12/21/educacao-de-qualidade-e-saude-e-bem-estar-sao-escolhidos-como-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel-prioritarios-para-a-extensao-ufsm-em-2021</link>
				<pubDate>Mon, 21 Dec 2020 13:32:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[agenda 2030]]></category>
		<category><![CDATA[Articulação e Fomento à Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Regional Permanente de Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 03]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=5135</guid>
						<description><![CDATA[Com mais de 5 mil votos recebidos nos quatro campi da UFSM, os dados coletados através da Plataforma ODS servirão de base para a distribuição de recursos humanos e financeiros da Extensão no ano de 2021.
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="274" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/12/site.png" alt="" loading="lazy" />											
		<p style="text-align: center"><i>Com mais de 5 mil votos recebidos nos quatro campi da UFSM, os dados coletados através da Plataforma ODS servirão de base para a distribuição de recursos humanos e financeiros da Extensão no ano de 2021.</i></p><p style="text-align: justify">A Pró-Reitoria de Extensão UFSM divulgou nesta segunda, 21, o resultado do Fórum Regional Permanente de Extensão 2020. Contado com a participação de mais de 5 mil votos, os quatro <i>campi</i> da instituição (Cachoeira do Sul, Frederico Westphalen, Palmeira das Missões e Santa Maria) elegeram o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) <b>04 - Educação de Qualidade</b> como eixo prioritário para as ações da UFSM na sociedade. Esse foi o primeiro ano que a Universidade utilizou a Agenda 2030 - protocolo assinado por 193 países para a promoção do desenvolvimento sustentável no mundo - como forma de ouvir as demandas da população das quatro cidades que abrigam os <i>campi</i> da instituição, uma iniciativa inédita se tratando da temática no Brasil.</p><p style="text-align: justify">No total, o ODS 04, que visa assegurar a educação inclusiva e equitativa em qualidade e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todas e todos, recebeu 628 votos (sendo o Objetivo mais votado em todos os <i>campi</i>). Em segundo lugar ficou o ODS 03 - Saúde e Bem-Estar, recebendo 445 votos; seguido pelo ODS 02 - Fome Zero e Agricultura Sustentável, com 397 votos; e pelos ODS 01 - Erradicação da Pobreza e ODS 06 - Água Limpa e Saneamento, ambos com 370 votos recebidos.</p><p style="text-align: justify">Além da Plataforma ODS - utilizada para registrar os votos diretamente nos Objetivos de Desenvolvimentos Sustentável -, outros dados também foram recolhidos nas reuniões virtuais do Fórum Regional Permanente de Extensão 2020, realizadas semestralmente nos <i>campi</i> da UFSM. Após serem computados, os resultados serão utilizados como critérios para a destinação de recursos do Fundo de Incentivo à Extensão (Fiex), utilizado para o custeio das ações e para o pagamento de bolsas estudantis aos extensionistas. Além disso, esses dados apontados pela comunidade regional permitem à UFSM elaborar ações de Extensão alinhadas aos anseios da população, buscando atender de forma efetiva as demandas da comunidade na qual ela está inserida.</p><p style="text-align: justify">Para acessar os resultados completos, basta entrar neste <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/resultado-forum-2020/">link</a>.</p><p> </p><p><b>Mais de 3.800 votos no campus de Santa Maria </b></p><p>O <i>campus</i> sede da UFSM contou com o maior número de participação: 3.841 votos registrados na Plataforma do Fórum. Assim como nos demais <i>campi</i>, o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável mais votado foi o ODS 04 - Educação de Qualidade. Em segundo lugar, a comunidade apontou como prioridade o ODS 03 - Saúde e Bem-Estar, seguido pelo ODS 02 - Fome Zero e Agricultura Sustentável e pelo ODS 01 - Erradicação da Pobreza. </p><p> <b style="color: black;font-size: 1rem">Cachoeira do Sul elege prioridades para Cidades Sustentáveis </b></p><p>No <i>campus</i> mais novo da UFSM, em Cachoeira do Sul, o segundo Objetivo de Desenvolvimento Sustentável mais votado foi o ODS 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis, seguido dos ODS 03 - Saúde e Bem-Estar e ODS 10 - Redução das desigualdades. No total, a cidade registrou 293 participações.</p><p> <b style="color: black;font-size: 1rem">Fome Zero é a segunda prioridade em Frederico Westphalen</b></p><p>Em Frederico Westphalen foram registrados 299 votos, sendo que a maioria elegeu como prioridade o ODS 04 - Educação de Qualidade. Em segundo lugar, aparece o ODS 02 - Fome Zero e Agricultura Sustentável, seguido pelos ODS 03 - Saúde e Bem-Estar e ODS 13 - Ação contra a mudança global do Clima.</p><p> </p><p><b>Promoção da Saúde e do Bem-Estar são as preocupações de Palmeira das Missões</b></p><p>A segunda maior votação registrada na plataforma foi no <i>campus</i> de Palmeira das Missões, que contou com 782 participações. Na cidade, o segundo objetivo mais votado foi o ODS 03 - Saúde e Bem-Estar, seguido pelos ODS 02 - Fome Zero e Agricultura Sustentável e ODS 06 - Água Potável e Saneamento.</p><p><em>Redação: Wellington Felipe Hack/ Pró-Reitoria de Extensão UFSM</em></p>		
			<h5><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/agenda-2030/">Agenda 2030 na UFSM</a></h5>		
		<p style="text-align: center">A ação de Extensão apresentada neste texto atende aos seguintes <strong>Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).</strong></p><p style="text-align: center"><em>Acesse as imagens para saber mais sobre cada um deles.</em></p>		
							<figure>
											<a href="http://www.agenda2030.com.br/ods/3/">
							<img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_3-150x150.jpg" alt="" loading="lazy" />								</a>
											<figcaption>ODS 3</figcaption>
										</figure>
							<figure>
											<a href="http://www.agenda2030.com.br/ods/4/">
							<img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-150x150.jpg" alt="" loading="lazy" />								</a>
											<figcaption>ODS 4</figcaption>
										</figure>
							<figure>
											<a href="http://www.agenda2030.com.br/ods/17/">
							<img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-150x150.jpg" alt="" loading="lazy" />								</a>
											<figcaption>ODS 17</figcaption>
										</figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM divulga resultado do 9º Fórum de Extensão e as prioridades para as ações na comunidade em 2023</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2022/12/05/ufsm-divulga-resultado-do-9o-forum-de-extensao-e-as-prioridades-para-as-acoes-na-comunidade-em-2023</link>
				<pubDate>Tue, 06 Dec 2022 00:38:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Articulação]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[agenda 2030]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento regional]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Regional Permanente de Extensão]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=7197</guid>
						<description><![CDATA[Educação para Todos, Combate a Fome e Erradicação da Pobreza devem ser os eixos principais de atuação da Universidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), divulgou, nesta quarta-feira (07), o resultado da coleta de dados do 9.º Fórum Regional Permanente de Extensão, realizada ao longo de 2022 nos <i>campi</i> da Instituição. Com mais de 13 mil votos da comunidade, o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 04 - Educação de Qualidade foi novamente eleito como prioridade para o próximo ano, contando com mais de 1.300 votos. Em seguida, aparecem o ODS 02 - Fome Zero e Agricultura Sustentável (1.180 votos) e o ODS 01 - Erradicação da Pobreza (1.055 votos).
<h5>Cinco ODS mais votados na UFSM</h5>
<figure>
										<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" loading="lazy"><figcaption>Educação de Qualidade</figcaption></figure>
<p style="text-align: center">1.365 votos</p>

<figure>
										<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_2-1024x1024.jpg" alt="" loading="lazy">

<figcaption>Fome Zero e Agricultura Sustentável</figcaption></figure>
<p style="text-align: center">1.180 votos</p>

<figure>
										<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_1-1024x1024.jpg" alt="" loading="lazy">

<figcaption>Erradicação da Pobreza</figcaption></figure>
<p style="text-align: center">1.055 votos</p>

<figure>
										<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_3-1024x1024.jpg" alt="" loading="lazy">

<figcaption>Saúde e Bem-Estar</figcaption></figure>
<p style="text-align: center">1.031 votos</p>

<figure>
										<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_6-1024x1024.jpg" alt="" loading="lazy">

<figcaption>Água Potável e Saneamento</figcaption></figure>
<p style="text-align: center">913 votos</p>
Essa foi a edição do Fórum com maior participação popular desde que a ação passou a ser integrada com a Agenda 2030. Em comparação com a última edição, realizada em 2021, houve um aumento de mais de 7.800 participações na consulta pública. A ação, pioneira no Brasil para a escuta social, busca identificar pela própria comunidade as suas necessidades locais, possibilitando que, no ano seguinte, a UFSM possa aplicar seus recursos extensionistas alinhados a essas demandas.

<img width="1024" height="633" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2022/12/image1-1024x633.png" alt="" loading="lazy">

Nesta edição do Fórum, a coleta de votos deu-se por meio digital e físico, tornando o processo mais prático e acessível às comunidades de abrangência da UFSM. Além do acesso permanente na <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre//app-ods/">plataforma disponível no site da PRE</a>, a comunidade pode participar votando em cédulas físicas, depositadas em urnas da Agenda 2030 disponíveis em espaços públicos e em eventos realizados nas cidades de Santa Maria, Frederico Westphalen, Palmeira das Missões e Cachoeira do Sul.

Os resultados obtidos permitirão orientar o uso dos recursos orçamentários do Edital do Fundo de Investimento à Extensão (FIEX) em 2023, bem como a formulação de editais e chamadas especiais. Além disso, esses dados serão base para a elaboração de ações de Extensão alinhadas aos anseios da população, buscando atender de forma efetiva as demandas da comunidade na qual ela está inserida.

O resultado completo do Fórum pode ser acesso clicando o banner a seguir.

<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2022/12/Forum_Regional_Permanente_de_Extensao_-_Agenda_2030_Edicao_2022.pdf">
<img width="1024" height="275" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2022/12/Banner_-_Resultados.jpg" alt="" loading="lazy">								</a>
<h2>Resultado Territorializado</h2>
Dada a abrangência da UFSM, os resultados do Fórum são divulgados por <i>campus</i> da Instituição, respeitando as singularidades de cada território. Neste ano, assim como aconteceu em 2020, o ODS prioritário em todos os campi foi o ODS 04 - Educação de Qualidade.

O campus da <strong>UFSM Frederico Westphalen</strong> registou 504 participações, com destaque para o ODS 04, ODS 06 - Água Potável e Saneamento; e ODS 02 - Fome Zero e Agricultura Sustentável.

Na <strong>UFSM Cachoeira do Sul</strong>, a participação foi de 739 votos, com destaque para os ODS 04, ODS 02 e ODS 07 - Energia Limpa e Acessível.

Na <strong>UFSM Palmeira das Missões</strong>, a segunda maior participação desta edição do Fórum com 3.997 votos, os ODS 04, ODS 02 e ODS 03 - Saúde e Bem-Estar foram os mais votados.

No <strong>campus UFSM Santa Maria</strong>, 7.833 votos foram registrados. Os ODS com maior votação foram os ODS 04, ODS 02 e ODS 01 - Erradicação da Pobreza.

<em>Redação: Wellington Hack | Pró-Reitoria de Extensão UFSM</em>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>JAI 2024: UFSM promove sétima edição do Fórum de Direitos Humanos </title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2024/12/02/jai-2024-ufsm-promove-setima-edicao-do-forum-de-direitos-humanos</link>
				<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 19:06:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[DH]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Jornada Acadêmica Integrada]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[crise-climática]]></category>
		<category><![CDATA[JAI 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=10872</guid>
						<description><![CDATA[Organizado pelo Observatório de Direitos Humanos (ODH), o evento ocorreu no Auditório Imembuí, integrando a programação da Jornada Acadêmica Integrada (JAI), na manhã da última sexta-feira (29).
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O sétimo Fórum de Direitos Humanos teve como tema principal a discussão acerca da crise climática. Para contribuir com o debate, estiveram presentes na Mesa Redonda o jornalista, professor e especialista em segurança pública Marcos Rolim, e a advogada e professora de Direito Janaína Soares Schorr.<img class="alignnone wp-image-10873 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2024/12/odh-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /></span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<h2><span style="font-weight: 400">Percepções e análises dos convidados</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Durante suas falas, ambos os profissionais destacaram a importância de discutir o impacto das ações humanas no futuro do meio ambiente. “As mudanças climáticas são um tema central no mundo inteiro e vão sempre atingir de forma mais rápida e violenta as pessoas mais fragilizadas socialmente. Então, é preciso repensar a luta pelos direitos humanos diante das emergências climáticas e pensar nas populações mais fragilizadas como sendo aquelas que devem merecer os cuidados emergenciais”, comentou o ativista Marcos Rolim, que propôs a reflexão sobre “</span><i><span style="font-weight: 400">Políticas públicas com base em evidências: Caminhos para a superação do negacionismo</span></i><span style="font-weight: 400">”.</span><img class="alignnone wp-image-10874 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2024/12/marcos-rolim-1-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">A professora Janaína trouxe uma perspectiva sobre “</span><i><span style="font-weight: 400">Agenda 2030: um olhar necessário sobre o planeta e os direitos humanos</span></i><span style="font-weight: 400">”. Durante sua apresentação, ela possibilitou uma análise sobre como as pessoas devem agir em relação ao meio ambiente para que seja possível alcançar um planeta sustentável para as próximas gerações.</span><img class="alignnone wp-image-10875 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2024/12/janaina-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">O coordenador de Desenvolvimento Regional e Cidadania, Victor de Carli Lopes, foi um dos responsáveis pela organização do evento, que já está em sua sétima edição. Ele destacou que esta é uma oportunidade para discutir assuntos relacionados aos direitos dos cidadãos junto a personalidades importantes, outras universidades e instituições, além de proporcionar interação com a comunidade.</span></p>
<hr />
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Myreya Antunes, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração– PRE</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Revisão: Valéria Luzardo, Subdivisão de Divulgação e Editoração – PRE.</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Imagens: Myreya Antunes</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>A mesma tempestade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2021/02/03/a-mesma-tempestade</link>
				<pubDate>Wed, 03 Feb 2021 19:55:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[agência íntegra]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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		<category><![CDATA[Produções em disciplinas]]></category>
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						<description><![CDATA[Um dos maiores clichês disseminados em contextos de crise mundial é de que “estamos todos no mesmo barco”. Com a decorrência da pandemia do novo Coronavírus, uma das maiores da história, é claro, não seria diferente. Mas até que ponto a afirmação é verdadeira? Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), enquanto o surto de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:paragraph {"align":"center"} /--><!-- wp:paragraph {"align":"center"} /--><!-- wp:paragraph {"align":"center"} --></p>
<p style="text-align: justify">Um dos maiores clichês disseminados em contextos de crise mundial é de que “estamos todos no mesmo barco”. Com a decorrência da pandemia do novo Coronavírus, uma das maiores da história, é claro, não seria diferente. Mas até que ponto a afirmação é verdadeira? Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), enquanto o surto de Covid-19 causará em 2021 a maior crise humanitária vista desde a 2ª Guerra, uma pequena e privilegiada parcela da sociedade se mantém em ascensão: os bilionários. A crise mundial parece não ter afetado os que estão no topo, já que neste período recente os 42 bilionários brasileiros tiveram um crescimento de 34 bilhões de dólares em suas fortunas nos meses da pandemia, de acordo com a ONG Oxfam e divulgados no portal UOL em julho de 2020.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
[caption id="attachment_4004" align="alignright" width="360"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2024/11/pasted-image-0-3.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2024/11/pasted-image-0-3-300x195.jpg" alt="" width="360" height="234" /></a> Foto: Themba Hadebe/ AP Photo[/caption]
<p style="text-align: justify">Em contraste, as estimativas do Banco Mundial demonstram que a pobreza extrema deve avançar no mundo pela primeira vez em mais de duas décadas. Tais fatores expõem a problemática de uma sociedade estruturada de forma intensamente desigual, cenário que fica ainda mais evidente em meio a condições adversas.  É fato que todas as nuances da desigualdade como o desequilíbrio racial, de gênero e, com destaque, o econômico, prevalecem na contemporaneidade, prejudicando e limitando o status social da população, além de seu acesso a direitos básicos como o acesso à educação e saúde de qualidade, trabalho, moradia, entre outros.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify">A questão então é: como realizar o combate à desigualdade? A resposta não é simples ou imediata, tendo em vista que a problemática exige um trabalho estrutural e constante. Pode-se apontar que, em primeiro plano, seria necessária a reformulação das políticas fiscais e a instituição da tributação de grandes fortunas, por exemplo.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify">Além disso, outra ferramenta valiosa na luta para reduzir a desigualdade, segundo o jornal Valor Econômico, seria a adoção de uma perspectiva de gênero na preparação de orçamentos, governamentais ou privados, ampliando a participação das mulheres na força de trabalho e, dessa forma, impulsionando o crescimento e a estabilidade. Tal necessidade de igualdade e empoderamento também poderia ser considerada à população negra, a fim de reduzir a desigualdade racial. Também segundo o veículo especializado em economia, áreas como finanças e negócios, as políticas de gastos sociais, a educação e a saúde são de fundamental importância para combater a desigualdade e, quando bem administradas, conseguem cumprir um papel fundamental na mitigação da disparidade de renda e de seus efeitos nocivos sobre a igualdade de oportunidades e a coesão social.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify">Por fim, resta a certeza de que não estamos no mesmo barco mas, definitivamente, sob a mesma tempestade. Enquanto alguns se refugiam em embarcações sofisticadas, muitos se agarram à troncos em busca da sobrevivência. Nesse sentido, a sociedade só funcionará de forma harmônica quando existir a redução das desigualdades dentro dos países e entre eles.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Texto</strong>: Kelvin Verdum e Teresa Juvencio</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Supervisão</strong>: Professora Cláudia Herte de Moraes, pela disciplina Comunicação, Cidadania e Ambiente</p>
<p style="text-align: justify"><em>Especial para Íntegra</em></p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Ano de 2020 entre os mais quentes registrados na história</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2021/02/03/ano-de-2020-entre-os-mais-quentes-registrados-na-historia</link>
				<pubDate>Wed, 03 Feb 2021 20:03:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[agência íntegra]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[MovimentAção]]></category>
		<category><![CDATA[Produções em disciplinas]]></category>
		<category><![CDATA[ods13]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>
		<category><![CDATA[UMA UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Segundo o relatório provisório do Estado do Clima Global para 2020, realizado pela ONU em parceria com dezenas de organizações internacionais, o planeta já esquentou 1,2°C acima da média verificada na era pré-industrial, aproximando-se do limite de 1,5°C estabelecido no Acordo de Paris para evitar os piores efeitos da crise do clima. O relatório, publicado [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:image {"align":"center"} --></p>
<figure style="text-align: justify"></figure>
<p><!-- /wp:image --><!-- wp:image {"align":"center"} --></p>
<figure style="text-align: justify"></figure>
<p><!-- /wp:image --><!-- wp:paragraph {"align":"center"} /--><!-- wp:paragraph --></p>
[caption id="attachment_4002" align="alignright" width="360"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2024/11/pasted-image-0-2.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2024/11/pasted-image-0-2-300x218.jpg" alt="" width="360" height="261" /></a> Fonte: State of the Global Climate 2020 PROVISIONAL REPORT[/caption]
<p style="text-align: justify">Segundo o relatório provisório do Estado do Clima Global para 2020, realizado pela ONU em parceria com dezenas de organizações internacionais, o planeta já esquentou 1,2°C acima da média verificada na era pré-industrial, aproximando-se do limite de 1,5°C estabelecido no Acordo de Paris para evitar os piores efeitos da crise do clima. O relatório, publicado no dia 02 de novembro de 2020, teve um grande foco no Brasil devido ao seu histórico de alterações climáticas para o ano. Relembrando casos como as grandes chuvas em Belo Horizonte, tendo a maior precipitação da história na região, ou como a onda de calor que começou no Mato Grosso em agosto e caminhando em direção ao Sul, causando a maior estiagem do Rio Grande do Sul dos últimos anos.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify">Também durante o ano de 2020 podemos lembrar dos tornados que devastaram Santa Catarina afetando mais de 4.000 residências, das queimadas no Pantanal, as quais superaram em 10 vezes a área de vegetação natural perdida em 18 anos, e os desmatamentos na Amazônia que seguem em ritmo acelerado.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify">Tudo isso acontecendo em meio a La Ninã, que em tese deveria resfriar o mundo, principalmente na região equatorial onde os ventos ficam mais fortes, e em meio a uma crise sanitária mundial pela pandemia da Covid-19, que obrigou muitas indústrias a pararem suas máquinas, deixando seus funcionários em casa.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify">O relatório final ainda está para sair, mas o calor ainda pode se prolongar. Estimativas apontam uma segunda estiagem, muito pior que a primeira, para o início do ano de 2021 no Rio Grande do Sul.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Texto</strong>:  Edyson Waghetti Sebastiany</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Supervisão</strong>: Professora Cláudia Herte de Moraes, disciplina Comunicação, Cidadania e Ambiente</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify"><em>Especial para Íntegra</em></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Como será o futuro da energia acessível e limpa depois da Covid-19?</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2021/01/24/como-sera-o-futuro-da-energia-acessivel-e-limpa-depois-da-covid-19</link>
				<pubDate>Sun, 24 Jan 2021 18:03:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[agência íntegra]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[MovimentAção]]></category>
		<category><![CDATA[Produções em disciplinas]]></category>
		<category><![CDATA[ods7]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>
		<category><![CDATA[UMA UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[A pandemia provocada pela COVID-19 está repercutindo em todas as esferas da sociedade. Impactos sociais, políticos, econômicos, culturais, nunca antes vistos na história mundial, vêm à tona neste momento. No Brasil, o setor elétrico também está sentindo essas mudanças refletidas principalmente no consumo de energia. Como será o investimento em energia limpa e acessível depois [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:paragraph {"align":"center"} /--><!-- wp:paragraph {"align":"center"} /--><!-- wp:paragraph {"align":"center"} /--><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify">A pandemia provocada pela COVID-19 está repercutindo em todas as esferas da sociedade. Impactos sociais, políticos, econômicos, culturais, nunca antes vistos na história mundial, vêm à tona neste momento. No Brasil, o setor elétrico também está sentindo essas mudanças refletidas principalmente no consumo de energia. Como será o investimento em energia limpa e acessível depois da pandemia?</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
[caption id="attachment_4000" align="alignright" width="360"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2024/11/jpegbase648fe238c43bb1f5df.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2024/11/jpegbase648fe238c43bb1f5df-300x200.jpg" alt="" width="360" height="240" /></a> Imagem: Getty Images[/caption]
<p style="text-align: justify">Como uma crise econômica se instaurou mundialmente, de acordo com estudos, sabemos que a produção de energia renovável precisa de mais terrenos do que o exigido por combustíveis fósseis e esse espaço é limitado, se tornando cada vez mais escasso nos dias atuais. Outro fator necessário é o uso de super baterias para armazenar essa energia limpa. Com toda essa crise, como isso será possível? Fora isso, além de metais comuns, seriam fundamentais alguns específicos, como o neodímio e o telúrio, usados, respectivamente, em turbinas eólicas e em células de energia solar Com isso, minerais podem se tornar o motivo de novos conflitos no futuro, visto que a necessidade de produção de energia limpa se torna cada vez mais indispensável e os desafios que o ramo precisa ultrapassar também andam crescendo.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify">Segundo dados da IEA (Agência Internacional de Energia, na sigla em inglês), deram destaque a necessidade de países dobrarem os investimentos em fontes renováveis nessa década. Entretanto, devido à pandemia houve uma queda no investimento decorrente dessa área, o que é preocupante, pois o atual recurso de energia muitas vezes é falho, devido às secas que ocorrem regularmente. O desenvolvimento de Energia Solar e Eólica visam à sustentabilidade e conservação da natureza, por utilizarem uma fonte renovável, têm um impacto ambiental reduzido, por não recorrem aos combustíveis fósseis, causadores do "efeito estufa". Conforme dados apresentados pelo Portal Solar, o Brasil já ocupa o quarto lugar no ranking mundial de produção de energia renovável, tendo o aumento de 30% em uma década, é importante esse investimento no setor elétrico do país, sendo que este possui uma ampla diversidade que possibilita o uso fonte mais limpas e até 2050 a capacidade elétrica através de placas solares se tornará milhares de vezes maior, atingindo uma capacidade instalada entre 78 e 128GW, pois o custo de produção está se tornando cada vez mais competitivo e estima-se que em 5 anos a energia solar será a mais barata. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify">O crescente aumento na busca por energias renováveis está se espalhando cada vez mais, nas casas de pessoas e até mesmo em pequenas usinas. Ao investirmos em fontes limpas haverá benefício não apenas aos cidadãos mas também ao planeta, por não ser utilizado recursos prejudiciais ao mundo.</p>
<figure style="text-align: justify"></figure>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Texto</strong>: Carol de Lima Adriano e Gabriela Gabbi</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Supervisão</strong>: Professora Cláudia Herte de Moraes, pela disciplina Comunicação, Cidadania e Ambiente</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p style="text-align: justify"><em>Especial para Íntegra</em></p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Aula Virtual pelo Clima: #ChegadePromessasVazias</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2021/03/22/aula-virtual-pelo-clima-chegadepromessasvazias</link>
				<pubDate>Mon, 22 Mar 2021 19:31:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[MovimentAção]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Release]]></category>
		<category><![CDATA[Agência]]></category>
		<category><![CDATA[maonamidia]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>
		<category><![CDATA[UMA UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/?p=3850</guid>
						<description><![CDATA[O Programa de Extensão Mão na Mídia: educomunicação e cidadania, em parceria com o projeto de Desenvolvimento Institucional UMA - UFSM Sustentável desenvolvem   atividades coordenadas para debater a importância de ações imediatas para a proteção de nosso Planeta Terra. As atividades têm apoio da  Agência Experimental de Comunicação Íntegra. O objetivo é sensibilizar, conscientizar e mobilizar os públicos acerca das questões que envolvem o enfrentamento da emergência climática em favor do ambiente, dos mais pobres e das futuras gerações. As ações começam no dia 19 de março de 2021, dia da Greve Global pelo Clima.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O <em>Programa de Extensão</em> <strong>Mão na Mídia: </strong><strong><em>educomunicação e cidadania</em></strong>, em parceria com o projeto de <em>Desenvolvimento Institucional</em> <strong>UMA </strong><strong><em>- UFSM Sustentável</em></strong> desenvolvem &nbsp; atividades coordenadas para debater a importância de ações imediatas para a proteção de nosso Planeta Terra. As atividades têm apoio da&nbsp; <strong><em>Agência Experimental de Comunicação</em></strong><strong> Íntegra</strong>. O objetivo é sensibilizar, conscientizar e mobilizar os públicos acerca das questões que envolvem o enfrentamento da emergência climática em favor do ambiente, dos mais pobres e das futuras gerações. As ações começam no dia 19 de março de 2021, dia da Greve Global pelo Clima.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Entre os dias 19 e 26 de março, haverá publicação de conteúdos no <strong>Instagram da <a href="http://instagram.com/integraufsm">@integraufsm</a></strong>. Uma página com informações e projetos relacionados à mudança climática é publicada em 19 de março no&nbsp; <strong><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/movimento-climatico/">Sítio do UMA </a>(Universidade Meio Ambiente)</strong>. Além disso, a programação inclui ainda uma aula virtual aberta no <strong>Youtube do <a href="http://instagram.com/mao.namidia">Mão na Mídia</a></strong>, dia 25 de março das 18h às 20h30.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Aula Virtual pelo Clima</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Transmitida pelo Youtube no<a href="https://www.youtube.com/channel/UCmbF6QuzFUnKVnxeNU3K4UQ"> canal do Mão Na Mídia UFSM</a> no dia 25 de março, das 18h às 20h30 no horário de Brasília, a Aula Virtual pelo Clima debate<strong> </strong>a importância de ações da juventude voltadas à proteção de nosso planeta Terra e em apoio ao movimento climático brasileiro. Será aberta para que toda a comunidade assista, tendo como públicos estratégico estudantes e professores dos níveis fundamental II, médio e superior.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:html -->
<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/VKaRiewJF_M" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
<!-- /wp:html -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>São duas convidadas: <strong>Amanda Costa, refletindo o papel da juventude na mobilização das mudanças climáticas e Renata, refletindo sobre o ativismo ambiental individual e coletivo.</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os convites foram enviados para professores e estudantes dos níveis fundamental II, Médio e Superior. Os participantes receberão certificado pela Universidade Federal de Santa Maria como atividade de Extensão Universitária, disponível em até 45 dias após o evento para aqueles que preencherem a lista de presença disponibilizada no dia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Confira a programação do 1º Encontro Educom Mão na Mídia: práxis de resistência e transformação</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2021/11/04/confira-a-programacao-do-i-encontro-mao-na-midia-praxis-de-resistencia-e-transformacao</link>
				<pubDate>Thu, 04 Nov 2021 19:44:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Mão na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Release]]></category>
		<category><![CDATA[Agência]]></category>
		<category><![CDATA[agenda2030]]></category>
		<category><![CDATA[Educomunicação]]></category>
		<category><![CDATA[maonamidia]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/?p=3911</guid>
						<description><![CDATA[PROGRAMAÇÃO 1° Encontro Educom Mão na Mídia: Práxis de resistências e transformação 01/12 Roda de Conversa A juventude como agente transformador do mundo A roda de conversa está direcionada a estudantes de ensino médio, universitários, ativistas sociais, atuantes em movimento estudantil, ambientalistas e demais agentes sociais interessados na mudança social. Data e horário 01/12/2021 &#8211; [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image -->
<figure class="wp-block-image"><img src="https://lh5.googleusercontent.com/hLqG3sqCCV-DSRNgk01pU2Ej9otB6ho3NWruzx5CiVcYMP3pApYHS0dV00tnxgI0kd6MKMTXRSSXghErM1ZG6qMnNYy9tnI6ZfHyLXLDEeGm7h0tjHn3-N5rj35gcIpMu33UTCI" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph {"align":"center","fontSize":"huge"} -->
<p class="has-text-align-center has-huge-font-size"><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"align":"center","fontSize":"medium"} -->
<p class="has-text-align-center has-medium-font-size"><strong>1° Encontro Educom Mão na Mídia: Práxis de resistências e transformação</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"align":"center","fontSize":"large"} -->
<p class="has-text-align-center has-large-font-size"><strong>01/12</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"align":"center","fontSize":"medium"} -->
<p class="has-text-align-center has-medium-font-size"><strong>Roda de Conversa A juventude como agente transformador do mundo</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A roda de conversa está direcionada a estudantes de ensino médio, universitários, ativistas sociais, atuantes em movimento estudantil, ambientalistas e demais agentes sociais interessados na mudança social.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"fontSize":"medium"} -->
<p class="has-medium-font-size"><strong>Data e horário</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>01/12/2021 - 10:00 - 12:00  (GTM-03) </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"fontSize":"medium"} -->
<p class="has-medium-font-size">Canal do Youtube <strong>Mão na Mídia</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:media-text {"mediaType":"image"} -->
<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img alt="" /></figure><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Nayara Almeida&nbsp;</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Comunicadora, mobilizadora e ativista. Descobriu sua paixão em comunicar, amplificar e defender causas ao longo da sua formação em Ciências Biológicas pela UFRJ, na qual se formou em dezembro de 2019. Na graduação teve experiência na área de evolução, educação ambiental e com ecossistemas urbanos, estudando sobretudo poluição do ar, ilhas de calor e arborização. Ao longo de 2019 mobilizou jovens do norte a sul do Brasil pelo movimento Fridays For Future e pelo Engajamundo. Tem como principais causas: a ação climática, sustentabilidade, juventude e gênero. Acredita que com brilho nos olhos, cuidado e engajamento coletivo somos capazes de mudar o Brasil e o mundo. O mundo é nosso, e por isso luta pra deixá-lo melhor do que encontrou. Participou da COP26 realizada em novembro em Glasgow, na Escócia.</p>
<!-- /wp:paragraph --></div></div>
<!-- /wp:media-text -->

<!-- wp:media-text {"mediaType":"image"} -->
<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img alt="" /></figure><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Erik Martins&nbsp;</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Formação acadêmica em Psicologia e Atuação na area, pós graduando em Direitos Humanos, Responsabilidade Social e Cidadania Global.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Experiência profissional como articulador, escritor e colunista com foco em Direitos Humanos e Engajamento da Juventude. Objetivo: Atuar na área de Comunicação e Mídia acessando o espaço da conscientização dos direitos socioambientais em contato com o interlocutor, através de uma expressão realista, mas artística, e voltada para a ação.</p>
<!-- /wp:paragraph --></div></div>
<!-- /wp:media-text -->

<!-- wp:media-text {"mediaType":"image"} -->
<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img alt="" /></figure><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Kawê da Silva Veronezi (Mediador)</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Formando de Relações Públicas pela UFSM-FW, faz parte do movimento estudantil organizado desde 2014, quando participou da primeira gestão do Grêmio Estudantil. Nos três anos de Grêmio, participou ativamente na discussão estadual sobre "Qual Educação Queremos?", da Secretaria da Educação de São Paulo, e de espaços formativos de professores e estudantes líderes. Em 2017, no nível superior, foi eleito com a chapa Representa para gestão do Diretório Central de Estudantes da UFSM, e reeleito em 2018 pela chapa Primavera -atual gestão do DCE UFSM. Membro do Programa de Extensão Mão na Mídia desde 2019, trabalha a Educomunicação na qualificação do ensino e no fomento de jovens protagonistas e cidadãos. Voluntário no Programa de extensão Mão na Mídia.</p>
<!-- /wp:paragraph --></div></div>
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<hr class="wp-block-separator" />
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<!-- wp:paragraph {"align":"center","fontSize":"medium"} -->
<p class="has-text-align-center has-medium-font-size"><strong> <strong>Abertura solene</strong> </strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"fontSize":"medium"} -->
<p class="has-medium-font-size"><strong>Data e horário</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>01/12/2021 - 19:00 - 19:30 (GTM-03)</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Cerimonial com o Patrick</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Profª Dra. Eliane dos Santos (coordenadora acadêmica e vice-diretora da UFSM campus Frederico Westphalen)</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Profª Lana Campanella (Chefe do Departamento de Ciências da Comunicação, UFSM-FW)</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Profª Cláudia Herte de Moraes (Coordenadora do Mão na Mídia,  UFSM-FW)</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img alt="" /></figure><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Cláudia Herte de Moraes </strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Jornalista e doutora em Comunicação e Informação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). É professora da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no campus de Frederico Westphalen/RS. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Jornalismo, principalmente nas temáticas ambientais, das mudanças climáticas e da educomunicação socioambiental. Coordenadora do Programa de Extensão Mão na Mídia: educomunicação e cidadania. </p>
<!-- /wp:paragraph --></div></div>
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<hr class="wp-block-separator" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph {"align":"center","fontSize":"medium"} -->
<p class="has-text-align-center has-medium-font-size"> <strong>Educomunicação e emancipação</strong> </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"fontSize":"medium"} -->
<p class="has-medium-font-size"><strong><strong>Data e horário</strong> </strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p> 01/12/2021 - 19:30 - 20:30 (GTM-03) </p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img alt="" /></figure><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Rosane Rosa</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Profa. Rosane Rosa (Doutora em Comunicação e Informação, docente do Programa de Pós-graduação em Comunicação da UFSM e coordenadora do Núcleo ABPEducom Sul (Associação Brasileira de Pesquisadores e Profissionais em Educomunicação) </p>
<!-- /wp:paragraph --></div></div>
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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img alt="" /></figure><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Cláudia Herte de Moraes </strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Jornalista e doutora em Comunicação e Informação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). É professora da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no campus de Frederico Westphalen/RS. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Jornalismo, principalmente nas temáticas ambientais, das mudanças climáticas e da educomunicação socioambiental. Coordenadora do Programa de Extensão Mão na Mídia: educomunicação e cidadania.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph --></div></div>
<!-- /wp:media-text -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Mediação: profa. Cláudia H. de Moraes (Doutora em Comunicação, Associada da ABPEducom e coordenadora do Mão na Mídia, UFSM) </p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<hr class="wp-block-separator" />
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<!-- wp:paragraph {"align":"center","fontSize":"large"} -->
<p class="has-text-align-center has-large-font-size"> <strong>02/12 </strong> </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"align":"center","fontSize":"medium"} -->
<p class="has-text-align-center has-medium-font-size"><strong>Roda de Conversa Informação, comunicação e tecnologia no contexto escolar</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Mesa redonda com apresentação de experiências de extensão e pesquisa que tratam da temática tecnologias digitais de comunicação e informação na educação.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"fontSize":"medium"} -->
<p class="has-medium-font-size"><strong>Data e horário</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>02/12/2021 - 09:30 - 11:30  (GTM-03) </p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img alt="" /></figure><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Regina Ehlers Bathelt</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Graduada em Matemática, Doutora em Educação Matemática (UNESP), coordenadora do projeto de extensão Rede Básica: UFSM em Rede com a Educação Básica. Professora no Departamento de Metodologia de Ensino na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).</p>
<!-- /wp:paragraph --></div></div>
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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img alt="" /></figure><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Sidnei Renato Silveira&nbsp;&nbsp;</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Graduado em Informática pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) e Doutor em Ciências da Computação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Professor&nbsp; da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Coordenador do Curso de Licenciatura em Computação a distância (UAB - Universidade Aberta do Brasil).</p>
<!-- /wp:paragraph --></div></div>
<!-- /wp:media-text -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img alt="" /></figure><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Ricardo Cocco (Mediador)</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Graduado em Filosofia, doutor em Educação (UPF), técnico em Assuntos Educacionais na Universidade Federal de Santa Maria - campus Frederico Westphalen. Participante do Programa Mão na Mídia.</p>
<!-- /wp:paragraph --></div></div>
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<hr class="wp-block-separator" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph {"align":"center","fontSize":"medium"} -->
<p class="has-text-align-center has-medium-font-size"><strong>Roda de Conversa Educomunicação e caminhos para ação na comunicação institucional</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A proposta desta mesa é discutir o tema trazendo a contribuição de professores de Relações Públicas que atuam e pesquisam temas relacionados à Comunicação Integrada, processos comunicativos institucionais e de mobilização e engajamento.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Data e horário</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>02/12/2021 - 15:00 - 17:00  (GTM-03)  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img alt="" /></figure><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Jaqueline Quincozes Da Silva Kegler&nbsp;</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Relações Públicas, Dra. em Extensão Rural. Tutora do Programa de Educação Tutorial em Comunicação Social - PETCOM/UFSM. Líder do Grupo de Pesquisa Comunicação e Desenvolvimento (UFSM). Professora da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).</p>
<!-- /wp:paragraph --></div></div>
<!-- /wp:media-text -->

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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img alt="" /></figure><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Marcus Vinicius de Jesus Bomfim&nbsp;</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Relações Públicas, doutorando em Comunicação pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Membro do GT Jovens e Juventude Negra da Cátedra Jean Monnet de Estudos Europeus da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP). Professor da Universidade Anhembi Morumbi (UAM).</p>
<!-- /wp:paragraph --></div></div>
<!-- /wp:media-text -->

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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img alt="" /></figure><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p>Mediadora<strong> Vera Martins</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Relações Públicas, Doutora em Comunicação Midiática. Professora da UFSM/FW.&nbsp; Integra os grupos de pesquisa Comunicação, Políticas Públicas e Cidadania e RESTO - Laboratório de Práticas Jornalísticas, da UFSM.</p>
<!-- /wp:paragraph --></div></div>
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<hr class="wp-block-separator" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph {"align":"center","fontSize":"large"} -->
<p class="has-text-align-center has-large-font-size"> <strong>03/12</strong> </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"align":"center","fontSize":"medium"} -->
<p class="has-text-align-center has-medium-font-size"><strong>Roda de conversa Direitos Humanos: desafios para Educação-Comunicação</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Mesa redonda voltada ao debate sobre os desafios para a Educomunicação no âmbito dos Direitos Humanos. Voltada especialmente a gestores e professores, estudantes e pesquisadores interessados nos caminhos para a construção cidadã.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"fontSize":"medium"} -->
<p class="has-medium-font-size"><strong>Data e horário</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>03/12/2021 - 09:30 - 11:30  (GTM-03)  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img alt="" /></figure><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Sátira Pereira Machado</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Jornalista e Mestre em Letras (PUCRS), Doutora (Unisinos) e pós-doutora em Comunicação (UFSM), professora da Universidade Federal do Pampa (Unipampa) e líder do Grupo de Pesquisa CriaNegra/CNPq. Associada da ABPEducom</p>
<!-- /wp:paragraph --></div></div>
<!-- /wp:media-text -->

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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img alt="" /></figure><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Victor de Carli Lopes</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Graduado em Relações Internacionais e Mestre em História (UFSM). Servidor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Coordenador do Observatório de Direitos Humanos e do Núcleo de Estudos Afrobrasileiros e Indígenas</p>
<!-- /wp:paragraph --></div></div>
<!-- /wp:media-text -->

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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img alt="" /></figure><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p>Mediador<strong> Patrick Costa Meneghetti</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Graduado em Letras e Bacharel em Direito, Doutorando em Direitos Humanos (Unijuí). Membro do Grupo de Trabalho em Direitos Humanos da Justiça Federal do RS. Participante do Programa Mão na Mídia.</p>
<!-- /wp:paragraph --></div></div>
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<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:heading {"textAlign":"center","fontSize":"medium"} -->
<h2 class="has-text-align-center has-medium-font-size"><strong>Encerramento: Guia Interseccional da Agenda 2030 no Brasil - extensão universitária e a educomunicação</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Mesa redonda voltada a professores, estudantes e público em geral para a discussão dos pontos da Agenda 2030 e o papel das universidades e da educação para a implantação dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"fontSize":"medium"} -->
<p class="has-medium-font-size"><strong>Data e horário</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>03/12/2021 - 19:30 - 21:30  (GTM-03)  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img alt="" /></figure><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Rudiney Soares Pereira</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Engenheiro Florestal, Doutor pela Universidade Federal do Paraná na área de Manejo Florestal, Processamento de Imagens. Professor da Universidade Federal de Santa Maria, Pró-reitor Adjunto de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria e membro da Comissão Agenda 2030. </p>
<!-- /wp:paragraph --></div></div>
<!-- /wp:media-text -->

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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img alt="" /></figure><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Rafael Gué Martini&nbsp;</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Graduado em Jornalismo, Doutor em Educação pela Universidade do Minho (PT). Professor da Universidade Estadual de Santa Catarina (UDESC). Coordenador do Laboratório de Educação Linguagem e Arte.</p>
<!-- /wp:paragraph --></div></div>
<!-- /wp:media-text -->

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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img alt="" /></figure><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p>Mediadora<strong> Filomena Maria Avelina Bomfim</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Professora da Universidade Federal de São João del -Rei (UFSJ), atuando no Programa Interdepartamental de Pós-graduação Interdisciplinar em Artes, Urbanidades &amp; Sustentabilidade. Graduada em Jornalismo, Pós-doutora pelo Programa McLuhan em Cultura e Tecnologia (MPCT), da Universidade de Toronto, Canadá,&nbsp; líder do Grupo de Estudos &amp; Pesquisas em Educomunicação (GEPEducomufsj). Associada da Associação Brasileira de Pesquisadores e Profissionais em Educomunicação (ABPeducom).</p>
<!-- /wp:paragraph --></div></div>
<!-- /wp:media-text -->

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</div></figure>
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<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph {"align":"center","fontSize":"large"} -->
<p class="has-text-align-center has-large-font-size"> 07/12 </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"align":"center","fontSize":"medium"} -->
<p class="has-text-align-center has-medium-font-size"><strong>Oficina de PodCast</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Atividade presencial no campus da UFSM em Frederico Westphalen, no Laboratório de Rádio. Oficina de mídia sonora voltada para estudantes de Ensino Médio da EEEB Sepé Tiaraju. Inscrição na Escola. Vagas limitadas. Obrigatório uso de máscara e demais instruções quanto à situação sanitária (Covid-19).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"fontSize":"medium"} -->
<p class="has-medium-font-size"><strong>Data e horário</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>07/12/2021 - 09:00 - 12:00  (GTM-03)  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"fontSize":"medium"} -->
<p class="has-medium-font-size"><strong>Local</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Laboratório de Rádio - UFSM/FW</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:media-text {"mediaType":"image"} -->
<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img alt="" /></figure><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Mirian Redin de Quadros</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Jornalista, Doutora em Comunicação MIdiática e professora da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) campus Frederico Westphalen (RS). Pesquisadora e professora de mídia sonora.</p>
<!-- /wp:paragraph --></div></div>
<!-- /wp:media-text -->

<!-- wp:media-text {"mediaType":"image"} -->
<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img alt="" /></figure><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p>Instrutor<strong> Mateus Scherer</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Servidor federal atuando na UFSM campus Frederico Westphalen, no Laboratório de Rádio do Departamento de Ciências da Comunicação. Participante do programa Mão na Mídia.</p>
<!-- /wp:paragraph --></div></div>
<!-- /wp:media-text -->

<!-- wp:media-text {"mediaType":"image"} -->
<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img alt="" /></figure><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p> Mediadora <a href="mailto:joanakraemer697@gmail.com"><strong>Joana Kraemer</strong></a> </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph --></div></div>
<!-- /wp:media-text -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph {"align":"center","fontSize":"large"} -->
<p class="has-text-align-center has-large-font-size"> 08/12 </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"align":"center","fontSize":"medium"} -->
<p class="has-text-align-center has-medium-font-size"><strong>Oficina Será que é fake?: o meu papel no combate à desinformação</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Atividade presencial na EEEB Sepé Tiaraju em Frederico Westphalen.&nbsp; Voltada para Ensino Médio e Anos Finais, a oficina vai trabalhar elementos da educação midiática contra a desinformação. Vagas limitadas. Obrigatório uso de máscara e demais instruções quanto à situação sanitária (Covid-19).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"fontSize":"medium"} -->
<p class="has-medium-font-size"><strong>Data e horário</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>08/12/2021 - 09:00 - 12:00  (GTM-03)</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"fontSize":"medium"} -->
<p class="has-medium-font-size"><strong>Local</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Escola Estadual de Educação Básica Sepé Tiaraju - Frederico Westphalen</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:media-text {"mediaType":"image"} -->
<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img alt="" /></figure><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Luciana Menezes Carvalho&nbsp;</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Jornalista, Doutora em Comunicação, professora da Universidade Federal de Santra Maria. Participante do Programa Mão na Mídia, coordenadora do projeto de extensão Checagem Da hora, Coordenadora do Curso de Relações Públicas na UFSM-FW. Participante do programa Mão na Mídia.</p>
<!-- /wp:paragraph --></div></div>
<!-- /wp:media-text -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator" />
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<!-- wp:paragraph {"align":"center","fontSize":"large"} -->
<p class="has-text-align-center has-large-font-size">10/12</p>
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<p class="has-text-align-center has-medium-font-size"><strong>Oficina Leitura e Escrita</strong></p>
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<p>Destinada a estudantes de Ensino Médio, especialmente da Escola de Educação Básica Sepé Tiaraju, em Frederico Westphalen, a Oficina Leitura e escrita trabalha as habilidades da comunicação escrita em Língua Portuguesa.</p>
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<p class="has-medium-font-size"><strong>Data e horário</strong></p>
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<p>10/12/2021 - 09:00 - 12:00</p>
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<p class="has-medium-font-size"><strong>Local</strong></p>
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<p>Google Meet (inscritos receberão link)</p>
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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img alt="" /></figure><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Márcia Elisa Vanzin Boabaid</strong></p>
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<p>Professora da Universidade Federal de Santa Maria, Campus Frederico Westphalen (UFSM/FW). Doutora em&nbsp; Estudos da Linguagem, com ênfase em Análises Textuais, Discursivas e Enunciativas (UFRGS). Mestre em Letras, na área de Estudos Linguísticos (UPF). Pós - graduada em Produção de Textos (UNOESC). Integrante do Grupo de Pesquisa "Língua, Escrita e Sociedade em Perspectiva Enunciativa (CNPq).Coordena o projeto de extensão “UFSM e escola de ensino médio: parceiros de leitura e escrita”. Participa do programa “Mão na Mídia: educomunicação e cidadania”.</p>
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<hr class="wp-block-separator" />
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<p class="has-medium-font-size">Contatos para informações ou dúvidas:</p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p>Facebook:<a href="http://facebook.com/maonamidiaufsmfw/"> facebook.com/maonamidiaufsmfw/</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Instagram: <a href="https://www.instagram.com/mao.namidia/">https://www.instagram.com/mao.namidia/</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Secretaria do evento: <a href="mailto:maonamidia@ufsm.br">maonamidia@ufsm.br</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Site para inscrição: <a href="https://www.even3.com.br/encontromaonamidia2021/">https://www.even3.com.br/encontromaonamidia2021/</a></p>
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				<title>UFSM realiza plenária para construção da Política Ambiental da instituição</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2024/11/13/ufsm-realiza-plenaria-para-construcao-da-politica-ambiental-da-instituicao</link>
				<pubDate>Wed, 13 Nov 2024 12:48:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[política ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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						<description><![CDATA[No dia 14 de novembro, às 9h, a UFSM realizará uma plenária voltada à construção de sua política ambiental. O evento acontecerá no Auditório Wilson Aita, localizado no Centro de Tecnologia, e tem como objetivo envolver a comunidade acadêmica em um processo participativo e colaborativo para a definição de diretrizes ambientais que orientarão as ações [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="wp-image-10894 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-08-at-16.49.58-819x1024.jpeg" alt="" width="365" height="456" />No dia 14 de novembro, às 9h, a UFSM realizará uma plenária voltada à construção de sua política ambiental. O evento acontecerá no Auditório Wilson Aita, localizado no Centro de Tecnologia, e tem como objetivo envolver a comunidade acadêmica em um processo participativo e colaborativo para a definição de diretrizes ambientais que orientarão as ações da instituição.</p>
<p>A plenária é uma oportunidade para estudantes, professores, técnicos e demais interessados contribuírem com sugestões e opiniões sobre os rumos da sustentabilidade e da gestão ambiental dentro da UFSM. A criação de uma política ambiental é fundamental para estruturar ações que promovam o uso consciente dos recursos naturais, a redução de impactos ambientais e a promoção de práticas ecologicamente responsáveis no campus.</p>
<p>Todos os membros da comunidade acadêmica estão convidados a participar e contribuir para o desenvolvimento de uma política que reflita os valores e compromissos da UFSM com a sustentabilidade e o meio ambiente.</p>
<p>O evento é promovido pela Associação de Pós-Graduandos da UFSM, ASSUFSM, ATENS, Comitê Ambiental da CEU, DCE, Programa de Educação Ambiental e SEDUFSM.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
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