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			<title>UMA - Feed Customizado RSS</title>
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			<description>Universidade Sustentável - O esforço da UFSM na preservação do meio ambiente</description>
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	<title>UMA</title>
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				<title>Obra da nova academia do CEFD possui Licença Ambiental</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2023/03/08/obra-da-nova-academia-do-cefd-possui-licenca-ambiental</link>
				<pubDate>Wed, 08 Mar 2023 12:57:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[release]]></category>
		<category><![CDATA[proinfra]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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						<description><![CDATA[Buscando ampliar seu espaço físico e proporcionar um ensino de qualidade, a Universidade Federal de Santa Maria deu início à construção de uma academia de musculação, no Centro de Educação Física e Desporto (CEFD). Este espaço atenderá a comunidade que participa de projetos desenvolvidos pelos professores e alunos do curso de Educação Física da Universidade.&nbsp; [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Buscando ampliar seu espaço físico e proporcionar um ensino de qualidade, a Universidade Federal de Santa Maria deu início à construção de uma academia de musculação, no Centro de Educação Física e Desporto (CEFD). Este espaço atenderá a comunidade que participa de projetos desenvolvidos pelos professores e alunos do curso de Educação Física da Universidade.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Mas você conhece os bastidores de uma nova obra dentro da UFSM? E quais são os setores envolvidos?</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Todo novo espaço construído na instituição que vá causar impacto ambiental - como o corte de árvores nativas e/ou aumento na geração de efluentes, necessita do Licenciamento Ambiental, que é obtido através de uma Licença Prévia e de Instalação para Ampliação (LPIA). Esse procedimento é uma exigência que consta na Licença de Operação do campus sede da UFSM e é importante frisar que a obra só pode ser iniciada após a emissão da Licença Ambiental.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para a obtenção da Licença Prévia é necessário documentos como a caracterização geotécnica, inventário florestal, plano de controle ambiental das obras civis, laudo do meio biótico e projeto de esgotamento sanitário. Toda documentação é produzida na Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA), envolvendo, principalmente, a Coordenadoria de Obras e Planejamento Ambiental (COPA) e o Setor de Planejamento Ambiental. Além disso, os setores contam com a parceria de professores e laboratórios da Universidade para realização&nbsp; da documentação necessária. Para a academia, a PROINFRA contou com a ajuda do Professor Dr. Dalvan José Reinert, do Laboratório de Física do Solo, que auxiliou na execução de ensaios para definição da taxa de infiltração do solo, que comprova que o local está apto para receber o efluente que será gerado, garantindo assim seu tratamento.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Após todas essas etapas estarem concluídas, é aberto um processo na plataforma Sistema Online de Licenciamento Ambiental, que pertence a FEPAM. O órgão analisa a documentação, e estando tudo certo, é emitida a LPIA.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A obra será fiscalizada por um Engenheiro Civil e pela Engenheira Sanitarista e Ambiental do Setor de Planejamento Ambiental da PROINFRA. A fiscalização é imprescindível para a garantia da execução de maneira correta de tudo que consta na licença. Uma dessas obrigatoriedades é a gestão dos resíduos da construção civil, que devem ser enviados para aterro sanitário licenciado. Essa ação deve ser comprovada através do Comprovante de Destinação Final desses resíduos.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O licenciamento ambiental das novas obras é um grande passo para sermos uma Universidade cada vez mais sustentável, que respeita e cuida do meio ambiente.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Colégio Politécnico em parceria com a PROINFRA oferece composteira para realização de aulas práticas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2022/08/04/colegio-politecnico-em-parceria-com-a-proinfra-oferece-composteira-para-realizacao-de-aulas-praticas</link>
				<pubDate>Thu, 04 Aug 2022 18:15:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[proinfra]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/?p=1060</guid>
						<description><![CDATA[Projeto iniciou em 2011 e retomou as atividades no início de 2017]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>[caption id="attachment_1061" align="alignleft" width="430"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2022/08/WhatsApp-Image-2022-08-04-at-15.18.29-768x1024.jpeg" alt="" width="430" height="573"> Composteira da UFSM após recebimento da coleta pelos pontos do campus.[/caption]
<p>Após a criação do curso técnico em Meio Ambiente do Colégio Politécnico da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 2011, viu-se a necessidade de um local em que os alunos pudessem colocar em prática o conhecimento adquirido em sala de aula. Inicialmente, essa prática era feita de uma maneira bem simples: com uma lona estendida no chão - para não contaminar o solo - e materiais orgânicos simulando o processo de compostagem. Por conta da alta demanda pelo serviço, foi preciso que houvesse o uso de uma estrutura maior e mais profissional.&nbsp;</p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Pensando na expansão da atividade para outros setores da Universidade, o professor Maurício Vicente Motta Tratsch, juntamente a outros profissionais do Politécnico, submeteram o projeto da composteira ao Projeto Ciclo de Vida Sustentável. Essa iniciativa tinha como objetivo dar espaço e visibilidade à ações que buscassem melhorar o meio ambiente. A composteira da UFSM foi contemplada com a máquina revolvedora - que auxilia na mistura dos resíduos orgânicos, favorecendo a entrada de oxigênio no processo de compostagem -&nbsp; e com as placas solares, para que pudessem gerar energia fotovoltaica e colocar em funcionamento a estrutura.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Atualmente o local é utilizado para as aulas práticas dos cursos de Técnico em Meio Ambiente, Técnico em Alimentos e no curso de Tecnólogo em Gestão Ambiental, nas disciplinas de Resíduos Sólidos e Tecnologias Limpas, Tratamento de Resíduos e Gestão de Resíduos, respectivamente. O húmus gerado pelas técnicas aplicadas na compostagem é utilizado para fomento do solo do próprio Colégio Politécnico. Alguns dos locais em que esse composto orgânico é usado são: o laboratório de fruticultura, laboratório de espécies nativas e práticas ambientais e também nas áreas verdes do colégio. O espaço possibilita aos acadêmicos uma experiência que não seria vivenciada em sala de aula, como o processo de análise de bactérias, utilização do triturador, e separação de resíduos para a compostagem. O projeto conta ainda com a participação de bolsistas, que tem como objetivo o conhecimento da prática e o monitoramento da chegada de resíduos do campus.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A coleta de resíduos orgânicos no campus sede ocorre através da parceria com o Setor de Planejamento Ambiental da PROINFRA, que gerencia a operacionalização da rota. A iniciativa surgiu com a professora Marta Tocchetto em 2017 com o trabalho de coleta seletiva, e atualmente abrange 24 pontos, entre eles: Restaurante e Lancheria Sabor e Rango (Centro de Educação - CE), Restaurante Pitadella (Centro de Ciências da Saúde - CCS), Cosmopolita CoffeeHouse (Centro de Tecnologia - CT), Incubadora Tecnológica, CPD, COPERVES, CQVS, DERCA, AGITTEC e Reitoria, tendo um montante aproximado de 250 kg de resíduos orgânicos por dia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A composteira junto com outras iniciativas da Universidade, como os Pontos de Entrega Voluntária (PEV’s) de Resíduos Eletroeletrônicos e a própria Coleta Seletiva Solidária da UFSM, são de extrema importância para a destinação de resíduos no campus, pois propiciam a reciclagem e o reaproveitamento de resíduos que outrora iriam para um aterro sanitário.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Entendendo o funcionamento de uma composteira</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A compostagem consiste no conjunto de técnicas que transformam a matéria orgânica em húmus, ou seja, um adubo de boa qualidade. No caso da técnica realizada pela UFSM, a principal fonte vem dos alimentos que são descartados pelos locais em que a coleta passa. Para que esse material possa ser utilizado na composteira, o alimento não pode estar cozido ou temperado e de preferência deve ter dimensão de 1 a 5 cm. Os resíduos utilizados para a criação do húmus são uma mistura balanceada entre fontes de carbono e de nitrogênio que resultam em alimento para as bactérias que realizam a decomposição, além de funcionar como regulador de umidade e temperatura.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os benefícios da técnica da compostagem são vários, entre eles pode-se destacar: o baixo custo, destinação correta aos resíduos orgânicos, contribuição para melhoria da qualidade do solo e do desenvolvimento de plantas, e redução da utilização de fertilizantes químicos, resultando em uma menor contaminação ambiental.&nbsp;<br><br><br>Texto e foto: Maria Carolina Dias, estudante de Jornalismo e bolsista de comunicação na PROINFRA</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Restaurante Universitário da UFSM campus sede disponibilizará marmitex para alunos moradores das Casas do Estudante</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2022/02/17/restaurante-universitario-da-ufsm-campus-sede-disponibilizara-marmitex-para-alunos-moradores-das-casas-do-estudante</link>
				<pubDate>Thu, 17 Feb 2022 16:16:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[release]]></category>
		<category><![CDATA[UMAFSMsustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurante Universitário]]></category>
		<category><![CDATA[RU]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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						<description><![CDATA[A partir do dia 21 de fevereiro (segunda-feira), o Restaurante Universitário (RU) da UFSM campus sede disponibilizará marmitex (almoço e jantar) para estudantes moradores das Casas do Estudante. Nesta primeira etapa, haverá a produção e distribuição de aproximadamente 1500 marmitex por dia, que serão direcionados para os alunos com Benefício Socioeconômico (BSE) moradores das Casas [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A partir do dia 21 de fevereiro (segunda-feira), o Restaurante Universitário (RU) da UFSM campus sede disponibilizará marmitex (almoço e jantar) para estudantes moradores das Casas do Estudante. Nesta primeira etapa, haverá a produção e distribuição de aproximadamente 1500 marmitex por dia, que serão direcionados para os alunos com Benefício Socioeconômico (BSE) moradores das Casas do Estudante devidamente cadastrados na primeira etapa do <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prae/censo-dos-estudantes-cadastrados-no-programa-de-auxilio-alimentacao-emergencial/">censo da Pró-reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE)</a>. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Agendamento e retirada do marmitex:&nbsp;</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para retirar o marmitex, os interessados e cadastrados no Censo da PRAE devem realizar o agendamento no <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/cpd/servicos/aplicativo-ufsm-digital/">aplicativo da UFSM Digital</a> ou no <a href="https://portal.ufsm.br/ru/usuario/extratoSimplificado.html">Portal de agendamentos do RU</a>, entrar no Restaurante usando máscara facial, apresentar a carteirinha de identificação (titulares e responsáveis pelos titulares), carteirinha de vacinação e retirar a refeição.  O consumo dentro do refeitório ainda não é permitido devido à pandemia. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul><li>Horários de agendamento da retirada do marmitex: </li></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Almoço: Até às 20h do dia anterior;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Jantar: Até às 11h30min.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul><li>Horário para a retirada do marmitex:</li></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Almoço: 11h30min - 13h.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Jantar: 18h - 19h15min.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em caso de desistência, o interessado deve cancelar o agendamento ou disponibilizar, as duas opções podem ser realizadas no APP UFSM Digital ou no Portal do Restaurante Universitário.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Consumo e descarte</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O marmitex é entregue em embalagem de isopor para garantir o melhor acondicionamento e manutenção da temperatura dos alimentos. Sugere-se o consumo imediato da refeição no apartamento de cada estudante, evitando aglomerações. Apesar do isopor ser um material reciclável, em Santa Maria não há empresas que façam o selecionamento e reciclagem de embalagens de isopor. Por isso, as embalagens devem ser higienizadas e descartadas nos contêineres cinzas - para rejeitos - espalhados no entorno das Casas do Estudante pelo campus da UFSM.  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Por que o Isopor?&nbsp;</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Mesmo sendo um material sem destinação reciclável no município, ele continua sendo o mais adequado para armazenamento e conservação dos alimentos disponibilizados nos marmitex. Pensando na redução de danos ambientais, o Projeto Janela Verde, desenvolvido pelo Comitê Ambiental da Casa do Estudante II da UFSM, realiza o chamado “Escambo Solidário”. Nele, há a troca de materiais de isopor <strong>higienizados </strong>por mudas de plantas, seguindo as devidas <a href="https://drive.google.com/file/d/1p0mXWsyQSefYTD3089Ryq01cB0aYVstZ/view?usp=sharing">orientações</a>. A cada 10 embalagens serão pagos 2 EcoPilas (moeda do projeto) que poderão ser utilizados na compra de mudas e plantas ornamentais, condimentares, aromáticas, medicinais e PANC’s produzidas no viveiro, como hortelã, peixinho-da-horta e guaco. Para acessar o catálogo completo de plantas, <a href="https://docs.google.com/presentation/d/1kVYmniumMppuvXGcvqvREMD9ybjITrZo/edit?usp=sharing&amp;ouid=100919330629082644334&amp;rtpof=true&amp;sd=true">clique aqui</a>! Além disso, o Comitê Ambiental da CEU continuará publicando novidades acerca do escambo solidário em seu perfil no Instagram (@ca.ufsm).</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Fala aí, PET! | PET Engenharia Elétrica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2022/01/28/fala-ai-pet-pet-engenharia-eletrica</link>
				<pubDate>Fri, 28 Jan 2022 20:08:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[release]]></category>
		<category><![CDATA[pet]]></category>
		<category><![CDATA[Prograd]]></category>
		<category><![CDATA[proinfra]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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						<description><![CDATA[No 9° episódio da série “Fala aí, PET!”, o Programa de Educação Tutorial (PET) Engenharia Elétrica da UFSM é destaque. Fundado em agosto de 1995 pelo professor Alexandre Campos, ele surgiu com o intuito de oficializar os grupos de alunos que estavam procurando trabalhar com tutoria, projetos de pesquisa, melhoria do curso, entre outros projetos. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p></p>

<!-- wp:paragraph -->
</p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2022/01/minicursos-2-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" />No 9° episódio da série “Fala aí, PET!”, o Programa de Educação Tutorial (PET) Engenharia Elétrica da UFSM é destaque. Fundado em agosto de 1995 pelo professor Alexandre Campos, ele surgiu com o intuito de oficializar os grupos de alunos que estavam procurando trabalhar com tutoria, projetos de pesquisa, melhoria do curso, entre outros projetos.</p>
<p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
</p>
<p>No momento, o PET-EE possui 18 projetos em andamento distribuídos nas áreas de ensino, pesquisa e extensão. Na extensão, o programa se destaca desenvolvendo seis destes projetos em que os estudantes interagem com a comunidade, sendo eles: Atividade de Voluntariado, Circulação, Curso de Eletricidade Básica voltado para Mulheres, Eletrônica Fundamental, Olimpíada de Robótica e Bandeiras Tarifárias de Energia Elétrica. O Curso de Eletricidade Básica voltado para mulheres, colabora diretamente com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável número 6 da Agenda 2030, que prevê a Igualdade de Gênero.  Nele, as integrantes mulheres do PET ensinam alunas de escolas da região sobre eletricidade básica, ensinando como instalar uma lâmpada ou montar um circuito de tomada.</p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2022/01/Nosso-grupo-1-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
</p>
<p>Atualmente, o PET Engenharia Elétrica possui 15 integrantes, sendo 12 bolsistas e 3 não-bolsistas. Cada membro deve escolher, no mínimo, um projeto de cada área (pesquisa, ensino e extensão) para fazer parte. Normalmente, o integrante escolhe mais de três projetos e auxilia na realização deles. Cada projeto possui um líder que organiza seu grupo e responde por ele. </p>
<p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
</p>
<p>Dentre as atividades protagonizadas pelo grupo, está a produção de minicursos que, devido à pandemia, foi idealizada no formato online. Neles, o  PET se preocupa em estudar e divulgar dados sobre a utilização da energia sustentável, como a energia solar e eólica, buscando conscientizar as pessoas sobre a sua importância.</p>
<p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
</p>
<p>A discussão sobre o uso de energia de fontes renováveis é essencial para a construção de um futuro mais sustentável. A <a href="https://www.epe.gov.br/pt/abcdenergia/matriz-energetica-e-eletrica">matriz energética brasileira apresenta</a> boas porcentagens de fontes renováveis, somando lenha e carvão vegetal, hidráulica, derivados de cana e outras. Nossas fontes renováveis de energia totalizam 46,2%. Apesar disso, o petróleo, o gás natural e o carvão mineral, fontes não renováveis, continuam como a maioria. Fontes não renováveis são aquelas que possuem finitude na natureza e geralmente causam danos ao meio ambiente, como a liberação de Gases de Efeito Estufa (GEE), que interferem diretamente na temperatura terrestre. </p>
<p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
</p>
<p>“O PET está sempre nos desafiando e nos ensinando, compartilhamos várias experiências e crescemos como pessoas e profissionais da área. O PET é um programa único que nos proporciona vivências que complementam a nossa graduação”, conta Laira Milena Moraes Tomé, integrante do PET Engenharia Elétrica por dois anos.</p>
<p>
<!-- /wp:paragraph -->

<p></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Fala aí, PET! | PET Comunicação Social</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2022/01/04/fala-ai-pet-pet-comunicacao-social</link>
				<pubDate>Tue, 04 Jan 2022 21:12:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[release]]></category>
		<category><![CDATA[falaaipet]]></category>
		<category><![CDATA[pet]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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						<description><![CDATA[No nono episódio da série “Fala aí, PET!”, o grupo Programa de Educação Tutorial de Comunicação Social da UFSM (PETCom) é destaque. Integrado atualmente por 14 alunos dos cursos de graduação de Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas, o PETCom trabalha com a tríade de indissociabilidade universitária: ensino, pesquisa e extensão. Com orientação da [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":1030,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-full"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2022/01/CAE43F7A-8DCD-4764-BE34-8FB570F72A2E.jpeg" alt="" class="wp-image-1030" /><figcaption>Grupo PET durante palestra </figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>No nono episódio da série “Fala aí, PET!”, o grupo Programa de Educação Tutorial de Comunicação Social da UFSM (PETCom) é destaque. Integrado atualmente por 14 alunos dos cursos de graduação de Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas, o PETCom trabalha com a tríade de indissociabilidade universitária: ensino, pesquisa e extensão. Com orientação da docente tutora Jaqueline Quincozes Kegler, o grupo oferece aos estudantes da graduação e à comunidade externa a oportunidade de realizar atividades complementares ao currículo, transformando ideias e conhecimentos através da pesquisa, do ensino e da extensão.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dentro do PET, há grupos que realizam atividades voltadas para cada eixo universitário. O Educonexão é um dos projetos de extensão desenvolvidos pelo PET da Comunicação Social. Por meio de parcerias com escolas públicas da cidade de Santa Maria/RS, são realizadas oficinas e rodas de conversa com os estudantes de Ensino Médio ministradas por integrantes do PETCom, com temáticas anteriormente decididas junto à escola e que busquem construir um saber interdisciplinar e transformador, agregando conhecimento tanto para os petianos e petianas quanto para os estudantes, compreendendo o papel social da mídia e da comunicação, estimulando suas capacidades críticas e de criação de conteúdo, também incentivando o interesse sobre o ingresso em uma universidade pública. <br></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"align":"left","id":1029,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none"} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-full"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2022/01/A9640E0B-A142-4649-87D4-EF481FD77876.jpeg" alt="" class="wp-image-1029" /><figcaption>Grupo PETCom na Mateada #SouUFSM em 2019</figcaption></figure></div>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Ainda na extensão, existe o Ecolândia, que há mais de treze anos promove cidadania e qualidade de vida para a população. Por meio de um programa semanal veiculado na Rádio Caraí 106.3 FM, o projeto busca produzir informações de cunho socioambiental que atendam às demandas da zona sul/oeste de Santa Maria/RS, gerando a aproximação entre os acadêmicos envolvidos no projeto e os moradores da região.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Convidando especialistas para conversarem com os ouvintes, o projeto Ecolândia contribui com a educação ambiental dos moradores de Santa Maria e região. Nele, já foram debatidos diversos assuntos relacionados à sustentabilidade, como coleta seletiva e reciclagem, além de estímulo a ações solidárias, como a doação de sangue.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na pesquisa, o grupo realiza tanto trabalhos coletivos quanto individuais. A pesquisa coletiva é resultado do desejo de melhoria do grupo, em relação às atuações exercidas pelo coletivo, como as atividades de ensino, eventos e projetos de extensão. Atualmente, o PETCom desenvolve pesquisas sobre acessibilidade,&nbsp; tornando as atividades de ensino e extensão espaços mais acessíveis. Já no campo individual,&nbsp; o PET – Comunicação Social planeja, com orientação da tutora em todos os estágios, as pesquisas individuais.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>“Acreditamos que para os membros seja de muita satisfação fazer parte do PETCOM por estarmos sempre inovando e buscando conhecimento dentro de tudo o que nos propomos a fazer”, afirmam os membros. “O PETCOM trabalha com a acessibilidade, diversidade e de forma horizontal, o que agrega muito dentro da vida de cada um dos membros, tanto pessoal quanto acadêmica. Por outro lado, também estudamos e aprendemos muito atrás das pesquisas e leituras que realizamos, o que podemos dizer é que o PETCOM tem uma ótima influência para preparar os petianos para o mercado de trabalho”, finalizam os petianos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Fala aí, PET! | PET Engenharia Florestal Frederico Westphalen</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/12/17/fala-ai-pet-pet-engenharia-florestal-frederico-westphalen</link>
				<pubDate>Fri, 17 Dec 2021 22:01:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[fala ai pet]]></category>
		<category><![CDATA[PET Engenharia Florestal]]></category>
		<category><![CDATA[pet florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/?p=1024</guid>
						<description><![CDATA[Dando sequência à série “Fala aí, PET!”, a aluna Janaíne Jachi do curso de Engenharia Florestal, integrante do Programa de Educação Tutorial (PET) Engenharia Florestal da UFSM campus Frederico Westphalen, conta mais sobre o programa do qual faz parte. Atualmente formado por 12 bolsistas, incluindo uma bolsista de Relações Públicas que auxilia na comunicação do [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:paragraph --></p>
[caption id="attachment_1025" align="aligncenter" width="910"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-17-at-13.09.08-1024x768.jpeg" alt="" width="910" height="683" /> Petianos no Conecta Florestal em parceria com o supermercado Bertoletti. Ação foi realizada no Dia das Crianças, onde mudas foram distribuídas e as crianças concorriam à uma bicicleta. Foto: Facebook PET Engenharia Florestal - UFSM FW. Outubro de 2021[/caption]
<p>Dando sequência à série “Fala aí, PET!”, a aluna Janaíne Jachi do curso de Engenharia Florestal, integrante do Programa de Educação Tutorial (PET) Engenharia Florestal da UFSM campus Frederico Westphalen, conta mais sobre o programa do qual faz parte. Atualmente formado por 12 bolsistas, incluindo uma bolsista de Relações Públicas que auxilia na comunicação do grupo, três voluntários e um professor tutor, o grupo tem desempenhado importantes atividades no meio acadêmico e socioambiental.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Desenvolvendo atividades desde janeiro de 2013, o PET Florestal FW coleciona uma série de ações com impactos positivos na comunidade. Hoje, a iniciativa conta com nove grandes projetos, divididos em ensino, pesquisa e extensão, mas que se desdobram em projetos menores. Dentro da área da pesquisa, o grupo realiza uma série de trabalhos. Na 36º Jornada Acadêmica Integrada da UFSM de 2021, o grupo teve seis trabalhos aprovados.</p>
[caption id="attachment_1027" align="alignright" width="225"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-17-at-13.09.09-225x300.jpeg" alt="" width="225" height="300" /> Parceria com Suco Prats com sementes peletizadas. Facebook, setembro de 2021.[/caption]
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Eles desenvolvem também o podcast “Horizontes Florestais”, que traz professores convidados para discutirem assuntos relevantes para a área florestal, como Economia Florestal e Inovações na área da tecnologia da madeira. Nessa perspectiva de promoção dos conhecimentos do curso para os estudantes de diferentes semestres, o PET possui uma agenda de publicações ativa em suas redes sociais (Instagram: @petflorestalufsm), onde eles postam conteúdos relevantes para os estudantes de Engenharia Florestal.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Jachi diz que, apesar de todas as atividades apresentarem grande relevância para os membros e pessoas impactadas, a ação desenvolvida  pelo PET que ganha maior relevância entre os estudantes é o Conecta Florestal, que não só atende os alunos do curso de Engenharia Florestal, mas leva conhecimentos interdisciplinares para todos os estudantes interessados, como informações sobre intercâmbios e dicas sobre o mercado de trabalho. </p>
[caption id="attachment_1026" align="alignleft" width="225"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-17-at-13.09.08-1-225x300.jpeg" alt="" width="225" height="300" /> Petianos fazendo inventário de Huvenia Dulcis (uva do Japão), espécie invasora, em Área de Preservação Permanente. Lageado Pardo. Facebook, agosto de 2021.[/caption]
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Na sustentabilidade, o próprio curso de origem do PET já desempenha ações em prol do meio ambiente. Dentro do grupo, isso não seria diferente. O PET atua com a produção de mudas, levantamento de espécies florestais em Frederico Westphalen e também com a educação ambiental. Os membros também se mobilizam durante o mês de setembro em prol da campanha Setembro Amarelo, que visa à prevenção ao suícidio. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Jachi diz que o momento mais marcante do PET para ela foi a pandemia. “O PET conseguiu transformar a pandemia em uma força, o grupo ficou mais unido, houve atividades de imersão, e, por mais ruim que foi e ainda é esse período, ele auxiliou o fortalecimento das nossas relações interpessoais”, diz a jovem. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Mesmo com o distanciamento social, o grupo permaneceu unido de forma remota, realizando encontros, capacitações e workshops, mantendo a rotina de projetos ativa mesmo diante de uma crise sanitária jamais vivenciada por eles. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A estudante ainda ressalta que a rotatividade dos membros auxilia na melhoria dos processos dentro do programa. “Quando entram novos alunos, entram novas pessoas com pensamentos diferentes”, diz  ela. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Por fim, Jachi diz que fazer parte do PET Engenharia Florestal é uma experiência enriquecedora, tanto na parte acadêmica e profissional, quanto pessoalmente. “Como trabalhamos em grupo, acabamos desenvolvendo nossa comunicação, empatia [...] Aprendemos a escutar a ideia do outro e, além disso, conhecemos várias pessoas de outros PET’s e de outras Universidades, o que gera um <em>Network</em> bem legal”, finaliza a petiana. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Fala aí, PET! PET Biologia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/12/10/fala-ai-pet-pet-biologia</link>
				<pubDate>Fri, 10 Dec 2021 19:59:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[release]]></category>
		<category><![CDATA[falaaipet]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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						<description><![CDATA[O Programa de Educação Tutorial vinculado ao curso de Ciências Biológicas do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) da UFSM conta um pouco da sua história no sexto episódio da série “Fala aí, PET!”. Implantado em abril de 1992,&nbsp; período em que a proposta era regida dentro das normas do Programa Especial de Treinamento, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O Programa de Educação Tutorial vinculado ao curso de Ciências Biológicas do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) da UFSM conta um pouco da sua história no sexto episódio da série “Fala aí, PET!”. Implantado em abril de 1992,&nbsp; período em que a proposta era regida dentro das normas do Programa Especial de Treinamento, pertencente à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), vinculada ao Ministério da Educação.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Como colaboradores diretos do PET, à época de sua criação, foram indicados, em documento, os professores Elgion Lúcio da Silva Loreto e João Fernando Prado e as professoras Maria Joanete da Silveira, Sonia Terezinha Zanini Cechin e Thais Scott Do Canto-Dorow. De acordo com os temas da proposta e especialidades de seus colaboradores diretos, o grupo deveria ocupar-se de assuntos em Educação em Ciências, Zoologia e Botânica. Assim, em seu início, o grupo PET Biologia desenvolveu atividades voltadas à História da Ciência e da Biologia, Educação e Ciência, Estudos de Ofidiofauna, Micropropagação in vitro, Conservação de Espécies Vegetais em Herbário, Estudos em Taxonomia e Ambiente Ficológico, Meio Ambiente e Desenvolvimento.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>“Atualmente, o PET Biologia possui bases para desenvolver atividades com excelentes resultados aos acadêmicos e demais cidadãos de Santa Maria, do Rio Grande do Sul, no Brasil e no exterior”, afirma o atual professor tutor do grupo, João Marcelo Santos de Oliveira, docente no Departamento de Biologia da Universidade Federal de Santa Maria.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo a petiana Natália Bolson da Silva, 23 anos, o&nbsp; PET Biologia desenvolve diversas atividades como palestras, minicursos, saídas de campo, rodas de conversa bem como atividades educacionais nas escolas de Santa Maria. Entretanto, uma das ações realizadas pelo grupo que mais se destaca é o “Bio na Rua”. Nesta atividade, laboratórios das áreas das ciências biológicas se unem para uma exposição na Praça Saldanha Marinho, em Santa Maria, oportunizando o conhecimento e aproximação entre a população santamariense e a Universidade acerca dos estudos realizados na universidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Transformando os conhecimentos em biologia de forma lúdica e acessível às pessoas que por ali passam, os membros do PETBIO colaboram com a educação socioambiental e, consequentemente, com a sustentabilidade.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>“Com a necessidade e urgência de falar sobre sustentabilidade, principalmente na perspectiva de refletir sobre a responsabilidade social, o PET Biologia vem desenvolvendo projetos e atividades que visam criar um elo entre meio ambiente, sustentabilidade e educação. Nesse sentido, buscamos mostrar que é possível, por meio de práticas cotidianas, conscientizar crianças e jovens sobre educação ambiental, de forma que as futuras gerações estejam integradas ao meio ambiente.”, diz o petiano Marcos Jeremias Lopes, de 22 anos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Hoje, o grupo PET Biologia apresenta 10 membros. A divisão de tarefas ocorre de maneira voluntária e de acordo com a disponibilidade do petiano, tentando sempre manter a mesma quantidade de funções entre os integrantes do grupo.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo Tamara Rossato Piovesan, 22 anos, estudante do curso de Ciências Biológicas da UFSM&nbsp; e participante do PET, fazer parte do PETBIO é uma das melhores experiências para os acadêmicos, uma vez que nenhum laboratório ou nenhuma outra atividade de extensão consegue proporcionar protagonismo aos estudantes. “Dentro do grupo, conhecemos e criamos laços com pessoas em estágios diferentes da graduação e com uma história de vida geralmente muito diferente da nossa. Fazendo com que cada encontro seja repleto de aprendizado”, conta a estudante e também participante do PETBIO Sofia Bertoli, de 21 anos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Fala aí, PET! | PET Agronomia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/11/05/fala-ai-pet-pet-agronomia</link>
				<pubDate>Fri, 05 Nov 2021 21:39:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[UMAFSMsustentável]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[pet]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[sustentavel]]></category>

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						<description><![CDATA[Dando início a nossa série “Fala aí, PET”, o Programa de Educação Tutorial (PET) Agronomia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) traz as atividades que desenvolve e como se relaciona com a sustentabilidade. Criado em abril de 1992, o grupo foi uma proposta  do professor do Departamento de Engenharia Rural e diretor do Núcleo [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Dando início a nossa série <strong>“Fala aí, PET”</strong>, o Programa de Educação Tutorial (PET) Agronomia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) traz as atividades que desenvolve e como se relaciona com a sustentabilidade.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Criado em abril de 1992, o grupo foi uma proposta  do professor do Departamento de Engenharia Rural e diretor do Núcleo de Ensaios de Máquinas Agrícolas da UFSM José Fernando Schlosser, que idealizava trazer um PET ao curso de Agronomia. Desde então, o grupo já passou por sete professores tutores e está ativo há 29 anos.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>O grupo é formado por 12 alunos de diferentes semestres do curso de Agronomia da UFSM e cada atividade desenvolvida tem um subgrupo responsável. Atualmente, o grupo é tutorado pelo professor do Departamento de Solos da Universidade Federal de Santa Maria Ricardo Bergamo Schenato. </p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/11/WhatsApp-Image-2021-10-08-at-10.23.14-300x200.jpeg" alt="" width="300" height="200" /></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Na pesquisa, os petianos desenvolvem a avaliação dos ingressos, egressos do curso de Agronomia, percepção do ensino remoto e questionário  individual nos grupos de pesquisa em que o curso atua. Já no ensino, eles realizam minicursos, seminários, Semana da Calourada, discussão temática e cartilhas informativas. Por último, na extensão, o PET Agronomia elabora textos para o portal Mais Soja e Jornal Cidadão, Simpósio de Atualizações em Grandes Culturas, Descubra UFSM e PodCasts.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Dentre as atividades desenvolvidas, um dos projetos mais marcantes é o  "Simpósio de Atualização em Grandes Culturas", evento que acontece anualmente visando levar ao público informação e aprendizado por meio de palestras com grandes profissionais da área, além de contribuir para a formação dos integrantes do grupo.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>No quesito sustentabilidade, O PET Agronomia está sempre buscando levar informações e incentivar os alunos e população em geral na conscientização pela preservação do meio ambiente, com a realização de atividades voltadas à reciclagem. Entre elas, um minicurso de hortas internas com o uso de garrafas PET, além de cartilhas informativas.</p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/11/WhatsApp-Image-2021-10-08-at-10.23.14-1-300x200.jpeg" alt="" width="300" height="200" /></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Em 2019, o PET também trabalhava em um projeto que seria realizado nas escolas de ensino fundamental do bairro Camobi, em Santa Maria. Chamado de “Cultivando o futuro”, a ideia era incentivar os alunos a cultivarem seus próprios alimentos em uma horta comunitária na escola, mas a pandemia impossibilitou o início da atividade. No entanto, quando houver o retorno presencial, os membros pretendem dar continuidade à ação.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo os membros, o grupo PET Agronomia é uma grande oportunidade de crescimento pessoal e profissional para os alunos do curso, além de que cada pessoa pode contribuir para o crescimento do grupo, fazer amizades, desenvolver capacitações e ainda aprimorar e aprender técnicas da área. ”É muito gratificante fazer parte do PET, pois, além de formarmos uma amizade, ele ajuda no nosso desenvolvimento pessoal e profissional, trazendo muito conhecimento e aprendizagens às nossas vidas”, afirmam os membros.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>A crise energética e a UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/10/24/a-crise-energetica-e-a-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 25 Oct 2021 00:12:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[UMAFSMsustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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						<description><![CDATA[Caroline Siqueira | Bolsista de Jornalismo UMA É difícil imaginar o nosso cotidiano sem energia elétrica. Muito utilizada em nossos eletrodomésticos e eletroeletrônicos, ela se tornou recurso indispensável para a maioria dos brasileiros, principalmente durante a pandemia, período em que parcela da população migrou para o home office. No entanto, o Brasil está passando por [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Caroline Siqueira | Bolsista de Jornalismo UMA</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>É difícil imaginar o nosso cotidiano sem energia elétrica. Muito utilizada em nossos eletrodomésticos e eletroeletrônicos, ela se tornou recurso indispensável para a maioria dos brasileiros, principalmente durante a pandemia, período em que parcela da população migrou para o home office. No entanto, o Brasil está passando por uma crise energética com risco de apagão.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Esta enorme crise decorre de outra maior ainda: a hídrica. Os recursos hídricos nacionais estão passando pelo maior período de escassez das últimas nove décadas, com chuvas insuficientes para preencher os reservatórios de água e alimentar as hidrelétricas brasileiras, principais fontes de energia no país.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As esferas federais, estaduais e municipais iniciaram ações para solucionar essa crise, como o acionamento das termelétricas para complementar o fornecimento de energia e suprir a demanda e o racionamento voluntário com bônus a ser aplicado em 2022. Também foi estabelecido que as instituições federais, inclusive as Universidades, deverão buscar reduzir o consumo de energia elétrica nos meses de setembro de 2021 até abril de 2022 em percentual de 10% a 20% em relação à média do consumo do mesmo mês nos anos de 2018 e 2019”.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Nessa corrida para preservar os nossos recursos energéticos e diminuir o consumo, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) se destaca. Só no mês de julho de 2021, já diminuímos 35,9% do nosso consumo mensal médio do mesmo mês em 2018 e 2019. Confira a seguir algumas das nossas iniciativas frente à crise energética:</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul><li><strong>Sistema de Gestão de Energia (SGE) da UFSM&nbsp;</strong></li></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Implantado no segundo semestre de 2020 no Centro de Tecnologia (CT) da UFSM, o SGE tem como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica nos campi, disseminar a conscientização do uso racional de energia, gerenciamento sistêmico e eficientização dos processos. O SGE se baseia na ABNT NBR ISO 50001-2018.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul><li><strong>Troca de lâmpadas tradicionais por LED&nbsp;</strong></li></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na terceira semana de setembro de 2021, a UFSM realizou a troca de 60 luminárias públicas convencionais por lâmpadas de LED na Avenida Roraima, entre o arco da Universidade e a faixa velha de Camobi. As lâmpadas LED apresentam maior eficiência energética e as instalações estão sendo feitas gradualmente nas áreas de maior circulação de pessoas e nas avenidas principais.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul><li><strong>Usinas fotovoltaicas</strong></li></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM) adquiriu dois sistemas fotovoltaicos para geração de energia. Cada sistema é composto por 98 módulos fotovoltaicos de 450W, atingindo uma potência máxima de 44,1kWp para uma produção anual estimada em 59,8 MWh. Isto resulta em uma economia para a instituição superior a R$100 mil por ano com as duas usinas instaladas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Somando ações na busca de fontes de energia renováveis, a UFSM conseguiu subsídios para a implementação de duas usinas fotovoltaicas: uma no campus de Santa Maria e outra no campus de Cachoeira do Sul. Cada uma delas terá 400 kW de potência.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Além disso, a Pró-Reitoria de Infraestrutura (Proinfra) publicou <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/dec-10779">gráficos comparativos do consumo de energia elétrica</a>, por meio dos quais o público poderá fiscalizar a economia alcançada mês a mês.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul><li><strong>Redução de 30% da&nbsp; potência do transmissor da Rádio Universidade AM&nbsp;</strong></li></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A Rádio Universidade AM reduziu a potência de seu transmissor de 10KW para 7KW. A medida atende à <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-mcom-n-2.447-de-22-de-abril-de-2021-315668978">portaria nº 3767/2021</a> do Ministério das Comunicações, que autoriza a diminuição da potência estabelecida na licença das emissoras de rádio e de televisão pelo período de seis meses para minimizar os efeitos da crise elétrica e hídrica.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"fontSize":"medium"} -->
<p class="has-medium-font-size"><strong>Ensino, pesquisa e extensão</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Mas não foi apenas durante a crise que a UFSM realizou atividades em prol do consumo consciente de energia. Considerada a 25º Universidade mais sustentável do Brasil pelo Green Metrics de 2020, a instituição já realizava outras ações sustentáveis voltadas à eficiência energética.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>São dezenas de projetos de ensino, pesquisa e extensão com eixo central o estudo de fontes de energia renováveis, entre eles o “Desafios, Novas Ideias e Discussões sobre as Energias Renováveis e a Sustentabilidade na Atualidade&nbsp; e para o Futuro”. A ação é coordenada pela professora do Departamento de Engenharia Elétrica da UFSM Luciane Neves Canha, que recentemente foi incluída entre as 21 Mulheres Mais Influentes da Mobilidade no Mundo pela Vulog (Vulog`s Top 21 Influential Women in Mobility). Dentre as atividades do projeto, estão apresentar discussões, palestras, videoaulas e transmissões ao vivo sobre o tema das energias renováveis e sustentabilidade a partir de palestras de professores, alunos da pós-graduação em engenharia elétrica, pesquisadores renomados nacional e internacionalmente.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Há também o projeto <a href="https://portal.ufsm.br/projetos/publico/projetos/view.html?idProjeto=53561">“Energias alternativas: estudo e aplicação em empresas e escolas da região norte e noroeste do estado do Rio Grande do Sul”</a>, coordenado pela professora do Departamento de Engenharia e Tecnologia Ambiental da Universidade Federal de Santa Maria campus Frederico Westphalen Aline Passini. O projeto surgiu em 2016 e visa levar o conceito de eficiência energética por meio da educação ambiental para 19 escolas (estaduais, municipais e particulares) da região de Frederico Westphalen. Com palestras lecionadas por discentes da UFSM-FW, a comunidade escolar recebe suporte para entender de onde vem a energia que eles consomem e quais os impactos ambientais que ela produz.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM apoia Dia do Lixo Zero em 14 de agosto de 2021</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/08/04/ufsm-apoia-dia-do-lixo-zero-em-14-de-agosto-de-2021</link>
				<pubDate>Wed, 04 Aug 2021 14:41:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[release]]></category>
		<category><![CDATA[UMAFSMsustentável]]></category>
		<category><![CDATA[lixoxero]]></category>
		<category><![CDATA[santamaria]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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						<description><![CDATA[No dia 14 de agosto, sábado, a cidade de Santa Maria poderá colaborar com o meio ambiente no evento promovido pelo Lixo Zero Santa Maria. Entre às 8h e 20h desta data, será possível descartar materiais recicláveis, como papelão, papel, plástico, metal e vidro, eletroeletrônicos e óleo de cozinha usado nos seguintes pontos de coleta: [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>No dia <strong>14 de agosto, </strong>sábado, a cidade de <strong>Santa Maria </strong>poderá colaborar com o <strong>meio ambiente</strong> no <strong>evento </strong>promovido pelo <strong>Lixo Zero Santa Maria. </strong>Entre às <strong>8h e 20h desta data</strong>, será possível descartar materiais <strong>recicláveis, como papelão, papel, plástico, metal e vidro</strong>, <strong>eletroeletrônicos e óleo de cozinha usado </strong>nos seguintes <strong>pontos de coleta:</strong> Feira da Avenida Roraima (8h-13h), Supermercado Royal (8h-20h), Shopping Praça Nova (10h-20h) e Royal Plaza Shopping (10h-20h).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>No mesmo dia, acontecerá a apresentação do projeto socioambiental destinado à reutilização, reciclagem e valorização de resíduos têxteis pós-consumo, Caixa Solidária, e ainda o Gran Bazar da Tay, uma feira com brechós e diversos produtos produzidos localmente, sem o uso de sacolas plásticas e com o mínimo possível de descarte. O evento conta com o apoio da <strong>Universidade Federal de Santa Maria, </strong>Prefeitura de Santa Maria, Secretaria de Município do Meio Ambiente, Royal Plaza Shopping, Shopping Praça Nova, Químea Soluções Ambientais, Maringá Metais, Faros, Lions Clube Santa Maria Camobi, Caixa Solidária, e patrocínio da Fundação Casas Eny, Dezorzi Imóveis, IriArt Uniformes, Supermercado Royal e Connect Sust.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Você pode saber mais sobre esse evento no perfil do Instagram @lixozerosantamaria e no perfil do projeto UMA UFSM Sustentável @umaufsm</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul><li><strong>Coleta Seletiva Solidária da UFSM:</strong></li></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A Coleta Seletiva Solidária consiste no recolhimento dos resíduos recicláveis gerados na UFSM, por meio&nbsp; de associações de selecionadores de resíduos, habilitadas conforme o Decreto 5940/2006 e escolhidas pela Instituição através da publicação de edital. Esse sistema foi implementado na UFSM em junho de 2016, através de um acordo firmado entre a Universidade e três associações: ASMAR, Noêmia Lazzarini e ARSELE.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A UFSM, além de disponibilizar veículos às associações que não possuem caminhão para realizarem a coleta, também concede, no Restaurante Universitário ao valor de visitante, o almoço aos selecionadores. Ao término da coleta, os resíduos são entregues na Associação que faz a triagem para a comercialização.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Atualmente, cerca de 40 famílias se beneficiam dos resíduos da UFSM. Os ganhos financeiros são divididos entre os associados. A UFSM não fatura dinheiro com a coleta.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Nosso objetivo é realizar mais do que uma ação ambiental, mas também demonstrar a responsabilidade socioambiental da UFSM com sua comunidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Mulheres Sustentáveis e Transformadoras - Carina Petch, Natalia Batista e o ODS 13</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/06/09/mulheres-sustentaveis-e-transformadoras-carina-petch-natalia-batista-e-o-ods-13</link>
				<pubDate>Wed, 09 Jun 2021 20:33:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[release]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres sustentaveis e transformadoras]]></category>
		<category><![CDATA[ods13]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/?p=917</guid>
						<description><![CDATA[Não é novidade que a questão climática vem se tornando uma preocupação para as organizações mundiais. Como explicado em nossa página, o aumento da temperatura da Terra traz consequências transversais e precisa ser amenizado imediatamente.&nbsp; Não por acaso que Greta Thunberg foi nomeada pela revista Time como a pessoa do ano de 2019. A ativista [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":842,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/03/WhatsApp-Image-2021-03-17-at-18.26.55-1-1024x341.jpeg" alt="" class="wp-image-842" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Não é novidade que a questão climática vem se tornando uma preocupação para as organizações mundiais. Como <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/mudancas-climaticas">explicado em nossa página</a>, o aumento da temperatura da Terra traz consequências transversais e precisa ser amenizado imediatamente.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Não por acaso que Greta Thunberg foi nomeada pela revista Time como a pessoa do ano de 2019. A ativista ambiental sueca de apenas 16 anos na época, iniciou suas ações contra o aquecimento global em agosto de 2018, quando abdicou de suas aulas e acampou durante dias na frente do parlamento sueco, protestando por ações mais efetivas para a mitigação do aumento da temperatura terrestre.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Desde então, as movimentações de Thunberg começaram a ser reconhecidas mundialmente e hoje, aos 18 anos, a ativista coleciona reuniões e entrevistas com chefes de Estado da Organização das Nações Unidas (ONU) e aparições em veículos midiáticos de grande notoriedade. Além disso, ela inspirou milhões de pessoas a se juntarem à greve climática global de 2019, a maior manifestação climática da história da humanidade.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O caso de Thunberg serve para exemplificar o valor da movimentação estudantil e jovem frente às questões socioambientais. No dia 25 de março de 2021, foi realizada a&nbsp; <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/03/26/aula-virtual-pelo-clima-aborda-poder-da-juventude-frente-as-mudancas-climaticas/">Aula Virtual pelo Clima</a>, promovida pela Agência Íntegra, Mão na Mídia, Universidade Meio Ambiente (UMA) e pelo Departamento de Ciências da Comunicação da UFSM-FW. O evento,&nbsp; transmitido pelo <a href="https://www.youtube.com/channel/UCmbF6QuzFUnKVnxeNU3K4UQ">canal do Youtube do Mão na Mídia</a>, teve como destaque as falas de Amanda Costa e Renata Padilha e mediação do acadêmico de Relações Públicas da UFSM-FW Kawê Veronezi e da jornalista egressa da UFSM-FW Lívia Trindade. Nela, também foi abordado o poder da juventude frente às mudanças climáticas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Percebendo essa realidade, a Agenda 2030 traz o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável número 13, que indica a Ação Contra a Mudança Global pelo Clima.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"align":"center"} -->
<p class="has-text-align-center"><em>“</em><em>Melhorar a educação, aumentar a conscientização e a capacidade humana e institucional sobre mitigação global do clima, adaptação, redução de impacto, e alerta precoce à mudança do clima”</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"align":"center"} -->
<p class="has-text-align-center"><em>Artigo 3 do ODS 13.</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A Universidade Federal de Santa Maria tem uma <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/03/16/como-os-projetos-da-ufsm-colaboram-a-favor-da-ods-13/">série de ações</a> que atendem esse ODS. No 13º episódio da série Mulheres Sustentáveis e Transformadoras, nós salientamos o “Projeto Interpolar de Formação de professores e oficinas pedagógicas sobre Antártida e Andes”,&nbsp; coordenado pela professora Carina Petsch e co-orientado pela professora Natália Lampert. As duas se conheceram enquanto Lampert estava no programa de pós-graduação em Geografia, quando ela e Petsch trabalharam juntas em oficinas de cartografia do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid).&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A ideia do projeto veio da professora Carina Petsch, que trabalha há muitos anos com a temática polar. Com graduação, mestrado e doutorado em Geografia, Petsch já havia realizado outras pesquisas relacionadas às mudanças climáticas. Desde que entrou na UFSM, Petsch pesquisa e realiza oficinas sobre a Antártida, mas foi no final de 2019, quando é celebrado em 1º de dezembro o dia da Antártida, que o projeto ganhou forma.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Nesta data, ocorreu a primeira oficina voltada ao ensino das temáticas interpolares, realizada por Petsch e Natália Lampert, agora pós doutoranda. A partir daí, o Projeto Interpolar começou a dar seus primeiros passos. Iniciado formalmente em fevereiro de 2020, o projeto é voltado para a &nbsp;criação de estratégias metodológicas para o ensino de Antártica e Andes com professores e alunos da educação básica, o trabalho extensionista é desenvolvido a partir da realização de formações de professores, oficinas pedagógicas com alunos e docentes e com a realização de eventos como a “Semana Polar” e o “Dia da Antártica”.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"align":"center"} -->
<p class="has-text-align-center"><em>“Integrar medidas da mudança do clima nas políticas, estratégias e planejamentos nacionais”</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"align":"center"} -->
<p class="has-text-align-center"><em>Artigo 2 do ODS 13</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O projeto foi registrado poucos dias antes do anúncio da pandemia, então suas atividades não foram afetadas tão gravemente. Entre elas, Lampert chama atenção para o curso “Casos de Antártida”, organizado todo em formato remoto. Realizado entre setembro e dezembro de 2020, essa capacitação tinha o objetivo de envolver futuros professores, atuais graduandos de Geografia de diferentes instituições,&nbsp; que tinham interesse em aprender mais sobre a temática polar. A divulgação desta capacitação se deu via Instagram, pelo <a href="https://www.instagram.com/cartografiaviral/">perfil do projeto Cartografia Viral,</a> coordenado também pelas duas professoras.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O curso teve três encontros síncronos, atividades assíncronas e uma palestra. Montado de forma lúdica, inspirado no programa do SBT Casos de Família, foram apresentados vários casos hipotéticos com uma série de questões equivocadas, em um segundo momento, era feita a identificação de todos os erros e era realizada uma discussão científica sobre eles.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Justamente por ter sido realizado de forma remota, o curso atingiu estudantes de outras universidades, como a Universidade Federal Fluminense e a Universidade Federal de Pelotas.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Lampert entrou no projeto graças ao convite de Petsch e diz: <strong>“Tenho uma admiração gigante pela professora Carina, que é uma pessoa muito inspiradora e que acabou me despertando para a visualização de outras temáticas dentro do ensino de Geografia que, até então, eram menos trabalhadas dentro do meu contexto de atuação”.</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Natalia finaliza dizendo que todos os projetos que visam a formação de pessoas que estejam comprometidas com a realidade, seja a partir de discussões mais sociais ou ambientais, são centrais para a formação de cidadãos críticos e de uma sociedade mais justa.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As regiões polares são as mais afetadas pelo aquecimento global graças ao degelo. São diversas as espécies de animais que têm esses locais como hábitats naturais e correm risco de extinção. Ainda, durante esse processo ocorre a liberação de gases prejudiciais ao meio ambiente. Por isso é essencial a transmissão de conhecimentos sobre essas áreas tão importantes para o planeta Terra.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Mulheres Sustentáveis e Transformadoras - Jaciele Sell e o ODS 12</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/06/02/mulheres-sustentaveis-e-transformadoras-jaciele-sell-e-o-ods-12</link>
				<pubDate>Wed, 02 Jun 2021 20:42:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[release]]></category>
		<category><![CDATA[agenda2030]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres sustentaveis e transformadoras]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 12]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/?p=916</guid>
						<description><![CDATA[As relações comerciais e de consumo começaram a se intensificar no século XIX, com a ascensão da Segunda Revolução Industrial. O sociólogo Karl Marx estudou essa relação da sociedade com o mercado e elaborou o conceito do fetichismo da mercadoria, que se baseia na influência que o produto tem sobre a população. Nele, o consumo [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":842,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/03/WhatsApp-Image-2021-03-17-at-18.26.55-1-1024x341.jpeg" alt="" class="wp-image-842" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As relações comerciais e de consumo começaram a se intensificar no século XIX, com a ascensão da Segunda Revolução Industrial. O sociólogo Karl Marx estudou essa relação da sociedade com o mercado e elaborou o conceito do<strong> fetichismo da mercadoria</strong>, que se baseia na influência que o produto tem sobre a população. Nele, o consumo não se dá mais pela necessidade, mas sim pela ideia de que ela existe. Um exemplo disso é quando compramos uma peça de roupa da moda, quando temos outras roupas que possuem a mesma função.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>No século XX, principalmente entre as décadas de 1920 e 1970, a produção e consumo industrial só aumentaram. Graças&nbsp; ao Fordismo, modelo de produção industrial que visa otimizar o tempo e produzir em massa, o sistema industrial se transformou por completo, focando mais na<strong> quantidade</strong> do que na <strong>qualidade</strong>. A partir desse contexto, de lá até aqui, o consumo desenfreado continuou aumentando.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A problemática dessa questão é transversal, pois com a alta demanda da produção e consumo, a retirada de matérias primas da natureza aumenta a quantidade de resíduos gerados antes, durante e após a compra do produto. Isso não só traz prejuízos ao meio ambiente, como a&nbsp; questão do lixo e poluição dos oceanos, por exemplo, mas também revela as desigualdades sociais que um consumo não sustentável traz para a comunidade. Enquanto muitos consomem demais, milhões estão abaixo da linha da pobreza.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Outra análise cabível a essa discussão sobre consumo é o uso descabido de água e energia. Além do custo ser alto, as consequências para a natureza derivadas desse comportamento nocivo são graves. E ainda: <strong>a preferência nacional por produtos e serviços internacionais.</strong> O mercado nacional e principalmente o local, como comércios de pequenos produtores rurais, se desvaloriza com isso e perdemos um grande potencial de gerar riquezas em nosso país de origem.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Diante desse contexto, a Agenda 2030, objeto criado pela Organização das Nações Unidas que visa um Desenvolvimento Sustentável, lançou o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável número 12, que visa o Consumo e Produção Responsáveis.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"align":"center"} -->
<p class="has-text-align-center"><em>“Até 2030, garantir que as pessoas, em todos os lugares, tenham informação relevante e conscientização sobre o desenvolvimento sustentável e estilos de vida em harmonia com a natureza”</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"align":"center"} -->
<p class="has-text-align-center"><em>Artigo 8 do ODS 12</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A Universidade Federal de Santa Maria realiza diversas ações que atendem esse ODS, mas no 12º episódio da série Mulheres Sustentáveis e Transformadoras, damos destaque ao projeto <strong>“</strong><strong>Geoparque Quarta Colônia”, </strong>coordenado pela técnica em Assuntos Educacionais na Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, <strong>Jaciele Carine Sell. </strong>Sell também é pesquisadora do Grupo de Pesquisa Patrimônio Natural, Geoconservação e Gestão da Água (PANGEA), e atua principalmente nos seguintes temas: Educação Ambiental, Patrimônio Paisagístico, Ordenamento Territorial, Impactos Socioambientais e Sustentabilidade.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O projeto em questão prevê a implementação e coordenação de uma estratégia de desenvolvimento regional sustentável no território da Quarta Colônia, visando à certificação geoparque por meio da conservação do patrimônio natural e cultural, da educação para o meio ambiente, bem como do incentivo ao turismo local, através da apropriação do conhecimento, da formação acadêmica, da pesquisa, da extensão, da intervenção e da articulação junto ao poder público local, entidades e sociedade civil organizada.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Geoparques são territórios de características singulares reconhecidas pela UNESCO em que as características geográficas e culturais são únicas e devem ser preservadas e utilizadas de forma sustentável para gerar desenvolvimento regional. Esse desenvolvimento pode se dar no turismo, na criação de produtos, na gastronomia, no artesanato e em todas as formas de atividades que conservem e valorizem o patrimônio geológico-geomorfológico, como rochas, minerais, água, solos, relevos, paisagens e fósseis, em associação à cultura da comunidade.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"align":"center"} -->
<p class="has-text-align-center"><em>“Desenvolver e implementar ferramentas para monitorar os impactos do desenvolvimento sustentável para o turismo sustentável que gera empregos, promove a cultura e os produtos locais”</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"align":"center"} -->
<p class="has-text-align-center"><em>Artigo B do ODS 12</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Geoparque da Quarta Colônia é composto por nove municípios gaúchos: Agudo, Dona Francisca, Faxinal do Soturno, Ivorá , Nova Palma , Pinhal Grande , Restinga Seca , São João do Polêsine e Silveira Martins.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A entrada de Jaciele Carine Sell nesse projeto é cercada de muita história e está intrinsecamente ligada à Universidade. <strong>“Toda a minha história se constrói pela UFSM”</strong>, diz.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Sell entrou na UFSM pela primeira vez em 2005, aos 17 anos, no curso de Geografia. Lá, a técnica teve contato com essa área que, segundo ela, é naturalmente crítica, já que discute uma série de acontecimentos políticos e históricos pelo globo. A partir daí, Sell se envolveu cada vez mais com o meio universitário, morou na Casa do Estudante, se envolveu em projetos de&nbsp; pesquisa e extensão e, inclusive, atuou como professora do Projeto Institucional de Extensão "ALTERNATIVA PRÉ-VESTIBULAR POPULAR" no Programa Universidade Aberta.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A&nbsp; técnica foi a primeira de sua família a entrar no ensino superior e decidiu seguir sua trajetória no meio acadêmico. Ela fez seu mestrado e doutorado em Geografia também pela UFSM e mais tarde, passou no concurso público para atuar como Técnica em Assuntos Educacionais na Universidade, cargo que exerce atualmente.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Durante sua atuação na Pró-Reitoria, Jacielle Sell entrou em contato com o projeto Geoparque Quarta Colônia e se tornou coordenadora da ação. Com mais de três anos de existência, esta iniciativa de extensão prevê o desenvolvimento regional, não só o econômico, mas em todas as esferas que ele atende.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>“O território só se desenvolve se ele considera a sua identidade, suas características e o potencial local para criar estratégias de desenvolvimento e de forma alguma acredito que o desenvolvimento venha de fora, ou venha trazido por um capital externo”</strong>, diz a técnica.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Além da conservação ambiental, o ponto fundamental do Geoparque da Quarta Colônia, segundo Sell, é que a comunidade local ganhe dinheiro com o seu patrimônio sem o destruir e sem o vender.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo Jaciele Sell, esta iniciativa serve de apoio para várias outras ações universitárias.<strong> “É um guarda chuva que tem diversos outros projetos dentro dele”, </strong>diz a técnica. Atualmente, são 54 áreas do conhecimento da Universidade que estão dentro desse guarda-chuva, entre elas a Educação Física, que conta com projetos de esportes de aventura para serem postos em prática no turismo ecológico da região.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Frente à pandemia, Sell conta que com o home-office, não há um limite: <strong>“Vivo 24 horas por dia nesse projeto”</strong>, diz ela. Seu marido também é geógrafo, atua como professor da Universidade, e participa ativamente do projeto Geoparque de Caçapava do Sul, o que só retoma as discussões sobre&nbsp; os geoparques dentro de casa. Sell conta que eles foram apelidados de “Geo casal”, e sua filha Joana, de 4 anos, de “Geoana”.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>No entanto, a técnica diz que nem ela, nem sua família se incomodam com a presença dos projetos universitários em seu cotidiano, visto que são apaixonados pelo que fazem.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Fora do projeto, Jaciele Sell atua na linha de frente para a aprovação da Política de Igualdade de Gênero na UFSM, ação que visa ampliar e implementar os espaços de acolhimento do corpo acadêmico da Universidade. Apesar de estar envolvida em várias ações, a técnica confessa que <strong>ser mãe é sempre achar que está devendo participação em algum outro aspecto</strong>. Se passa muito tempo se dedicando ao projeto, ela sente que está faltando no processo de crescimento de sua filha, se passa muito tempo em casa, sente que não está dando seu máximo ao projeto.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Entretanto, a técnica reconhece: <strong>“Ser mãe e ser servidora pública é um privilégio”. </strong>Sell conta que apesar dos pesares, ela é privilegiada pelo espaço que ocupa e pelas condições de trabalho que usufrui, quando comparada à diversas outras mulheres do setor privado, que ainda possuem uma disparidade salarial alta em relação aos homens.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Sell finaliza sua fala deixando um ensinamento para as mulheres que estão no início de sua trajetória acadêmica e de trabalho: <strong>“Meu principal conselho é mediar. A construção de uma sociedade melhor passa por uma mediação”, </strong>finaliza a técnica.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Matéria: Caroline Siqueira | Bolsista de Jornalismo no UMA</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Mulheres Sustentáveis e Transformadoras: Débora Bobsin e o ODS 8</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/05/05/mulheres-sustentaveis-e-transformadoras-debora-bobsin-e-o-ods-8</link>
				<pubDate>Wed, 05 May 2021 20:50:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[agenda2030]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[release]]></category>
		<category><![CDATA[UMAFSMsustentável]]></category>
		<category><![CDATA[agenda 2030]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres sustentaveis e transformadoras]]></category>
		<category><![CDATA[ods8]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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						<description><![CDATA[A forma como a sociedade interpreta o trabalho foi se transformando ao longo do tempo. Ele já foi tratado como forma de subsistência na pré-história, com a construção de ferramentas e plantio de alimentos; como moeda no período feudal, quando os camponeses trabalhavam em troca de uma porção de terra, e com a industrialização, ele [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":842,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/03/WhatsApp-Image-2021-03-17-at-18.26.55-1-1024x341.jpeg" alt="" class="wp-image-842" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A forma como a sociedade interpreta o trabalho foi se transformando ao longo do tempo. Ele já foi tratado como forma de subsistência na pré-história, com a construção de ferramentas e plantio de alimentos; como moeda no período feudal, quando os camponeses trabalhavam em troca de uma porção de terra, e com a industrialização, ele se tornou peça chave para o relacionamento interpessoal dentro da comunidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dentro desse último conceito, há a visão da sociedade sobre a força do trabalho e seu mecanismo de produção, que através do longo contexto histórico de revoluções industriais e lutas trabalhistas, vai além da relação emprego e salário. De acordo com o sociólogo francês Émile Durkheim, o sistema capitalista é guiado pela solidariedade orgânica, que apresenta diferentes funções (profissões) especializadas, gerando uma interdependência entre todos os seres humanos envolvidos nas distintas tarefas realizadas.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Seguindo essa linha, a participação formal da população nesse mecanismo indica mais do que poder econômico e sua capacidade de gerar e consumir bens, mas também revela sua relevância para a comunidade e transmite a sensação de dignidade e pertencimento. Quando não há uma relação justa e legal entre empregado e empregador, a desvalorização do ser humano como indivíduo é inevitável.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Conforme <a href="https://www.ilo.org/global/publications/books/WCMS_626831/lang--pt/index.htm">dados de 2018 da Organização Internacional do Trabalho (OIT)</a>, mais de 61% da população empregada do mundo, 2 bilhões de pessoas, está no mercado informal. No Brasil, o índice é de 46%.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Infelizmente, a informalidade não é a única questão preocupante relacionada ao trabalho. De acordo com o estudo <a href="https://reliefweb.int/report/world/global-estimates-modern-slavery-forced-labour-and-forced-marriage"><em>Global Estimates of Modern Forced Labor and Forced Marriage</em></a>, de 2017, mais de 40 milhões de pessoas foram vítimas da escravidão moderna em 2016, sendo que a maioria eram mulheres e meninas. A escravidão moderna se distingue das formas de trabalho forçado tradicionalmente estudadas, como a aplicada no período escravocrata que vigorou no Brasil que durou três séculos e ecoa suas consequências até hoje. Esse tipo é mais discreto e popular, resumido em situações onde pessoas são forçadas a trabalhar em condições insalubres sob ameaça de retaliação e com pouco ou nenhum salário.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Diante desses números e problemáticas, diversas leis e ações governamentais agem contra&nbsp; essas situações, visando o alcance do trabalho decente para todos. Sabendo que só há como ter um desenvolvimento sustentável com todas as pessoas exercendo seu trabalho de forma digna e honesta, a Organização das Nações Unidas (ONU) conta com o <a href="http://www.agenda2030.org.br/ods/8/">Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 8</a>, que visa o Trabalho Decente e Crescimento Econômico.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>“Até 2030, alcançar o emprego pleno e produtivo e trabalho decente todas as mulheres e homens, inclusive para os jovens e as pessoas com deficiência, e remuneração igual para trabalho de igual valor”</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Artigo 5 do ODS 8&nbsp;</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A Universidade Federal de Santa Maria colabora diretamente com esse ODS e com toda a Agenda 2030 nos futuros geoparques vinculados à ela. A UNESCO explica que geoparques são territórios de interesse geológico e geomorfológico que devem possuir uma estratégia de desenvolvimento responsável tanto social quanto ambientalmente. São áreas de valor natural muito grandes e que oferecem uma fonte de renda viável aos moradores da região.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Atualmente, a UFSM auxilia duas localidades com potencial para se tornarem geoparques:&nbsp; Caçapava do Sul e Quarta Colônia, cada uma com suas peculiaridades. Com a ajuda do meio acadêmico nesses locais, há o estímulo do desenvolvimento regional e dos eixos propostos pela UNESCO para a final denominação de geoparque ser concedida.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Uma das formas que a Universidade encontrou para atuar em prol disso é através do projeto de extensão <a href="https://portal.ufsm.br/projetos/publico/projetos/view.html?idProjeto=65916"><strong>“Geoparques: Laboratório de Negócios”</strong></a>, coordenado pela professora do Departamento de Ciências Administrativas da UFSM Débora Bobsin.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O projeto em questão visa o desenvolvimento econômico da região auxiliando novos empreendedores e fortalecendo os negócios já existentes. A ação trabalha tanto com iniciativas empreendedoras, ou seja, pessoas que só têm as ideias, mas ainda não tiveram a oportunidade de colocá-las em prática, quanto com empreendimentos que ainda não trabalham formalmente, a fim de legalizarem as práticas. “Alguém que quer empreender precisa de uma porta de entrada, um suporte”, explica a professora.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os caminhos que levaram Bobsin à coordenar essa iniciativa datam desde 2014, quando ela fez um intercâmbio de pesquisa para o seu pós-doutorado no Canadá durante um ano. Apesar de ter a maior parte de sua carreira acadêmica voltada para a tecnologia aplicada na administração, no exterior ela começou a se interessar por inovação social e por tecnologias do terceiro setor.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>No final de 2017, a professora foi convidada para trabalhar na Incubadora Social da UFSM junto à Pró Reitoria de Extensão e lá atuou durante os anos de 2018 e 2019, onde se aproximou ainda mais do empreendedorismo social, que é uma forma alternativa de gerir negócios, que além do lucro, visa também melhorias sociais. Com essas experiências, o “Geoparques: Laboratório de Negócios” nasceu em agosto de 2019.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>São vários os empreendimentos atendidos pelo projeto, dentre eles estão oficinas de confecção de pilchas, fortalecendo a cultura gaúcha,&nbsp; produção de morango (fruta <em>in natura</em> e doces), salames e queijo. Bobsin chama atenção para duas situações: a primeira é um grupo de empreendedores que visam gerir negócios voltados à cultura negra, e a segunda é a iniciativa embrionária de uma jovem que quer trabalhar com uma horta agroecológica que foi muito beneficiada com a oficina de canvas ministrada pela equipe do projeto.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>“Um dos pontos positivos da extensão é que aprendemos a conversar com diferentes públicos”, afirma a professora. “A forma como eu explico para os meus alunos o que é canvas é completamente diferente da forma que eu explico para o empreendedor que está lá na ponta [...] Fazer com que as pessoas entendam o que fazemos e desenvolvemos na academia e fazer com que elas apliquem em seus negócios, com suas devidas adaptações”, explica Bobsin.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Débora Bobsin ainda retoma a importância do fortalecimento das comunidades periféricas para minimizar os problemas sociais. A professora ainda retoma o fato da questão de gênero e raça no meio empresarial: “A questão de gênero aparece em diferentes frentes. Ela aparece no nosso dia a dia, como chegar em uma reunião e ser só você como mulher, e por outro lado, é quando atuamos com as empreendedoras. Precisamos entender os desafios que elas vivenciam”, diz Bobsin.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A professora diz que trabalhar com a extensão é um exercício de empatia e que ela e os outros membros do projeto buscam mudar a realidade daqueles envolvidos, estimulando o empreendedorismo feminino e negro. Nas escolas de Caçapava do Sul, o projeto auxilia os professores nas aulas de empreendedorismo e instiga as alunas a adentrarem no mercado empresarial.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>“A extensão pra mim, eu gosto dela, eu tenho um apreço pelo viés mais prático pelo contato com as pessoas porque a gente tem a sensação de que estamos contribuindo”, ela fala. <br>Hoje, Bobsin também faz parte do <a href="http://ice.org.br/programa-academia/">programa academia do Instituto de Cidadania Empresarial (ICE)</a>. Essa organização visa fortalecer a atuação das Instituições de Ensino Superior (IES) brasileiras nas temáticas de Finanças Sociais e Negócios de Impacto, com ênfase nas três dimensões básicas do ensino: pesquisa, docência e extensão.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Resíduos perigosos: O que são e como lidar da maneira correta</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/03/19/residuos-perigosos-o-que-sao-e-como-lidar-da-maneira-correta</link>
				<pubDate>Fri, 19 Mar 2021 22:26:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agenda2030]]></category>
		<category><![CDATA[residuos perigosos]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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						<description><![CDATA[Por Caroline Siqueira | Bolsista de Jornalismo  De acordo com a Política Nacional dos Resíduos Sólidos, estabelecida pela lei 12.305/10, os resíduos são todo material , substância, objeto, ou bem descartado resultante de atividades humanas em sociedade. A NBR 10.004/2004 classifica os resíduos entre Não Perigosos e Perigosos. Os não perigosos são aqueles comuns ao [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><b>Por Caroline Siqueira | Bolsista de Jornalismo </b></p>
<p>De acordo com a Política Nacional dos Resíduos Sólidos, estabelecida pela lei 12.305/10, os resíduos são todo material , substância, objeto, ou bem descartado resultante de atividades humanas em sociedade. A NBR 10.004/2004 classifica os resíduos entre Não Perigosos e Perigosos. Os não perigosos são aqueles comuns ao nosso cotidiano (papel, vidro, etc.), já os perigosos são aqueles que oferecem riscos potenciais ao meio ambiente. Eles podem ser: inflamáveis, corrosivos, tóxicos, reativos, cancerígenos, teratogênicos (podem prejudicar fetos e embriões) e mutagênicos (potencial para mutações genéticas).</p>
<p>Alguns dos resíduos considerados perigosos são:</p>
<ul>
<li>Pilhas e baterias (sua composição apresenta metais que em contato com a natureza podem causar inúmeros malefícios);</li>
<li>Lâmpadas fluorescentes (dentro de seu vidro, há mercúrio, metal pesado que intoxica animais e pessoas);</li>
<li>Produtos radioativos (podem causar câncer, intoxicações e alterações genéticas);</li>
<li>Produtos químicos (apresentam uma variedade de riscos, podendo apresentar níveis de inflamabilidade, corrosividade e até reatividade, quando uma substância reage com outra, podendo gerar resultados desastrosos);</li>
<li>Material hospitalar (de alto risco, pois apresentam material genético de várias pessoas e pode contribuir para a disseminação de uma infinidade de doenças);</li>
<li>Restos de tinta (a maioria apresenta graus altos de inflamabilidade);</li>
<li>Agrotóxicos (os resíduos e embalagens destes são tóxicos e contaminam o solo, a água, intoxicam animais e pessoas);</li>
<li>Entre outros.</li>
</ul>
<p>A destinação desses resíduos é diferenciada, porque se mal dispostos, podem causar danos irreversíveis ao meio ambiente, contaminando o solo e chegando aos lençóis freáticos. A população também é afetada, podendo contrair doenças e intoxicações por metais pesados presentes na composição desses resíduos.</p>
<p>Então, a saída encontrada pela Política Nacional dos Resíduos Sólidos é que haja uma logística reversa, ou seja, a responsabilidade da destinação final do resíduo é do próprio produtor do bem. No entanto, para que isso ocorra é necessária a colaboração de todos os envolvidos no ciclo de vida do produto para que seu descarte não traga impactos negativos. Para tanto, existem postos de coleta de resíduos perigosos em diversas instituições e a contratação de transportadoras especializadas para os levarem a lugares aptos para recebê-los.</p>
<p>Geralmente, as instituições terceirizam serviços de coleta de resíduos perigosos, como é o caso da UFSM. A empresa Stericycle é a atual responsável por esse processo na Universidade Federal de Santa Maria, contratada por licitação desde 2013 para a realização desse serviço. Os resíduos perigosos dos laboratórios, por exemplo, recebem um tratamento minucioso: eles são embalados em sacos laranjas e são condicionados em um ambiente adequado até que haja seu transporte para seus locais de destinação final.</p>
<p>Os prédios 13, 17 e 18 do Centro de Ciências Naturais e Exatas são pontos de entrega de resíduos eletrônicos. Além disso, o UMA também tem um ponto de entrega voluntária, onde você pode descartar seus eletrônicos para que eles possam ter a destinação correta e não poluírem o meio ambiente.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Mulheres Sustentáveis e Transformadoras: Tanice Andreatta e o ODS 1</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/03/17/mulheres-no-desenvolvimento-sustentavel-ods-1-tanice-andreatta</link>
				<pubDate>Wed, 17 Mar 2021 21:17:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[agenda2030]]></category>
		<category><![CDATA[agenda 2030]]></category>
		<category><![CDATA[mulheresnaciencia]]></category>
		<category><![CDATA[ods1]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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						<description><![CDATA[Por Caroline Siqueira | Bolsista de Jornalismo  Tanice Andreatta, professora do curso de Economia na UFSM campus Palmeira das Missões, estreia o quadro “Mulheres no Desenvolvimento Sustentável”. Andreatta conta sua contribuição para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, propostos pela Agenda 2030 da ONU (Organização das Nações Unidas). Com foco no ODS número 1, [&hellip;]]]></description>
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<p><b>Por Caroline Siqueira | Bolsista de Jornalismo </b></p>
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/03/WhatsApp-Image-2021-03-17-at-18.26.55-1024x341.jpeg" alt="" width="1450" height="483" />
<figcaption>Primeira Edição de "Mulheres Sustentáveis e Transformadoras" com Tanice Andreatta, professora do curso de Economia da UFSM campus Palmeira das Missões.</figcaption>
</figure>
<!-- /wp:image --><!-- wp:paragraph {"align":"left"} -->
<p>Tanice Andreatta, professora do curso de Economia na UFSM campus Palmeira das Missões, estreia o quadro “Mulheres no Desenvolvimento Sustentável”. Andreatta conta sua contribuição para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, propostos pela Agenda 2030 da ONU (Organização das Nações Unidas). Com foco no ODS número 1, que busca a erradicação da pobreza, a professora inicia seu relato: </p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph {"align":"center"} -->
<p><em>“O ODS 1 tem uma relação direta com a segurança alimentar e do alimento. E essa temática é fundamental para o bem estar das populações. Para o desenvolvimento econômico,  social, e sobretudo, para atenuar impactos de mudanças climáticas”.</em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph {"align":"left"} -->
<p>Andreatta ressalta que a alteração climática nos afeta, mas afeta sobremaneira as pessoas financeiramente mais vulneráveis. A professora também é coordenadora do projeto de extensão “Saberes e práticas de produção e comercialização de produtos orgânicos”, com enfoque na Segurança Alimentar. Ela afirma que: “Sem dúvidas, nós precisamos avançar em formas de produção e consumo mais sustentáveis e em estratégias para diminuir as desigualdades sociais. E por consequência, a pobreza rural e urbana”, pontua a coordenadora.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:image {"align":"center","id":801,"width":640,"height":640,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/03/WhatsApp-Image-2021-03-17-at-16.21.35-1-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" />
<figcaption>Tanice Andreatta - Professora da UFSM campus Palmeira das Missões</figcaption>
</figure>
<!-- /wp:image --><!-- wp:paragraph -->
<p>O projeto de extensão coordenado por Tanice Andreatta tem como objetivo a integração da Universidade com a comunidade da região noroeste do Rio Grande do Sul, em especial os produtores orgânicos rurais. Estes produtores participantes são certificados pela Rede de Agroecologia Ecovida, os quais possuem dificuldade em comercializar diretamente seus produtos.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Alguns dos objetivos do projeto são: Estimular a organização de uma feira orgânica com a comercialização de produtos produzidos pelos agricultores orgânicos feirantes, realizar a divulgação das práticas de cultivo adotadas no sistema orgânico pelos agricultores, divulgar novas técnicas e práticas de produção existentes na região para a comunidade local, agricultores e extensionistas. Todos eles procuram estimular a abertura de novos canais de comercialização, impactando positivamente a vida dos produtores rurais envolvidos.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>De acordo com Andreatta, para amenizar os níveis de pobreza, é necessário “pesquisa, ensino, extensão e o comprometimento da sociedade em geral são fundamentais para esse processo.”</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>O primeiro ODS é permeado por sete metas, todas elas voltadas à erradicação da pobreza no mundo. Em 2019, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 51,7 milhões de brasileiros viviam abaixo da linha da pobreza (com menos de US$ 1,90 por dia) e o Banco Mundial apontou que esse número pode crescer devido à pandemia do coronavírus.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Várias metas permeiam esse Objetivo Sustentável, entre elas a criação de marcos políticos sólidos, em níveis nacional, regional e internacional, com base em estratégias de desenvolvimento a favor dos pobres e sensíveis a gênero, para apoiar investimentos acelerados nas ações de erradicação da pobreza. </p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><strong>ODS 1 dentro da Universidade: Ações essenciais para o cumprimento das metas </strong></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:list -->
<ul>
<li>Doações e trabalhos voluntários que auxiliem pessoas financeiramente vulneráveis;</li>
<li>Participação em projetos de extensão;</li>
<li>Incentivo ao apoio dos alunos nas causas sociais de comunidades carentes.</li>
</ul>
<!-- /wp:list -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        