{"id":879,"date":"2021-04-14T16:26:52","date_gmt":"2021-04-14T19:26:52","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/pro-reitorias\/proinfra\/uma\/?p=879"},"modified":"2021-04-19T12:23:48","modified_gmt":"2021-04-19T15:23:48","slug":"mulheres-sustentaveis-e-transformadoras-ods-5","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/pro-reitorias\/proinfra\/uma\/2021\/04\/14\/mulheres-sustentaveis-e-transformadoras-ods-5","title":{"rendered":"Mulheres Sustent\u00e1veis e Transformadoras: ODS 5"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"879\" class=\"elementor elementor-879\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-3bc189ae elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"3bc189ae\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-7a995668\" data-id=\"7a995668\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-29950a2f elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"29950a2f\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-842 size-full\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/609\/2021\/03\/WhatsApp-Image-2021-03-17-at-18.26.55-1.jpeg\" alt=\"\" width=\"1280\" height=\"426\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/609\/2021\/03\/WhatsApp-Image-2021-03-17-at-18.26.55-1.jpeg 1280w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/609\/2021\/03\/WhatsApp-Image-2021-03-17-at-18.26.55-1-300x100.jpeg 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/609\/2021\/03\/WhatsApp-Image-2021-03-17-at-18.26.55-1-1024x341.jpeg 1024w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/609\/2021\/03\/WhatsApp-Image-2021-03-17-at-18.26.55-1-768x256.jpeg 768w\" sizes=\"(max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><\/p>\n<p><b>Por Caroline Siqueira | Bolsista de Jornalismo\u00a0<\/b><\/p>\n<p>Ao longo da hist\u00f3ria, as mulheres conquistaram uma s\u00e9rie de vit\u00f3rias em prol da igualdade de g\u00eanero. Desde o direito de ir \u00e0 escola, em 1827, at\u00e9 a san\u00e7\u00e3o da Lei 13.718\/2018, que tornou o ass\u00e9dio crime, o g\u00eanero feminino tem se organizado e lutado para realizar essas conquistas. No entanto, a disparidade entre homens e mulheres permanece na sociedade.\u00a0<\/p>\n<p>Em um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) divulgado em mar\u00e7o deste ano, \u00e9 indicado que 54,4% das mulheres com 15 anos ou mais fazem parte da for\u00e7a de trabalho (pessoas empregadas ou que est\u00e3o procurando emprego) no Brasil em 2019. Enquanto que entre os homens, nessa mesma \u00e9poca, o percentual foi de 73,7%.\u00a0<\/p>\n<p>Outro ponto relevante a ser levantado \u00e9 que durante a pandemia, os n\u00fameros de den\u00fancias contra viol\u00eancia dom\u00e9stica cresceram exponencialmente em todo o mundo. De acordo com dados do Anu\u00e1rio Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica, entre mar\u00e7o e abril de 2020, meses cr\u00edticos da crise sanit\u00e1ria, os casos de feminic\u00eddio aumentaram 41,4%.\u00a0<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 como ter um mundo mais sustent\u00e1vel sem que haja justi\u00e7a. Pensando nisso, a Agenda 2030 prev\u00ea o Objetivo de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel n\u00famero 5: Igualdade de G\u00eanero. Este ODS apresenta miss\u00f5es que s\u00e3o atendidas por diversos projetos de extens\u00e3o da Universidade Federal de Santa Maria.\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><em>\u201cAdotar e fortalecer pol\u00edticas s\u00f3lidas e legisla\u00e7\u00e3o aplic\u00e1vel para a promo\u00e7\u00e3o da igualdade de g\u00eanero e o empoderamento de todas as mulheres e meninas, em todos os n\u00edveis\u201d\u00a0<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><em>Artigo C do ODS 5<\/em><\/p>\n<p>A <a href=\"https:\/\/www.ufsm.br\/2020\/01\/15\/ufsm-entre-as-10-universidades-do-mundo-com-maior-producao-cientifica-feita-por-mulheres\/\">UFSM \u00e9 a 10\u00b0 institui\u00e7\u00e3o de ensino superior do mundo com maior produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica realizada por mulheres<\/a>, segundo dados de 2019 do Centro de Estudos da Ci\u00eancia e Tecnologia da Universidade de Leiden, na Holanda. No \u00e2mbito nacional, a UFSM ocupa o 3\u00b0 lugar, atr\u00e1s apenas da Universidade Estadual de Maring\u00e1 (UEM) e da Universidade Federal de S\u00e3o Paulo (Unifesp).\u00a0<\/p>\n<p>Dentre os trabalhos analisados pelo levantamento, no total 11.227, 50,5% deles foram produzidos por mulheres , porcentagem que corresponde a 5.671 artigos. A maioria deles relacionados \u00e0s \u00e1reas das Ci\u00eancias Biom\u00e9dicas e da Sa\u00fade. Hoje em dia, cerca de 56% da comunidade acad\u00eamica da UFSM s\u00e3o mulheres.\u00a0<\/p>\n<p>Atualmente, a UFSM conta com milhares de produ\u00e7\u00f5es cient\u00edficas produzidas por mulheres. Na campanha \u201dMulheres Sustent\u00e1veis e Transformadoras\u201d, voltada \u00e0 ODS 5, divulgamos projetos de extens\u00e3o liderados por mulheres e focados nelas. Aqui, listamos alguns exemplos desses projetos.\u00a0<\/p>\n<ul>\n<li><strong>G\u00eanero, Interseccionalidade e Direitos Humanos (GIDH).<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p>A professora Mariana Selister Gomes coordena, em conjunto com a tamb\u00e9m docente da UFSM Jana\u00edna Xavier do Nascimento, o projeto de extens\u00e3o \u201c<a href=\"https:\/\/portal.ufsm.br\/projetos\/publico\/projetos\/view.html?idProjeto=62980\">G\u00eanero, Interseccionalidade de Direitos Humanos\u201d<\/a>, desenvolvido pelo Grupo de Estudos e Pesquisas em Cultura, G\u00eanero e Sa\u00fade (GEPACS) da UFSM. O programa teve in\u00edcio em 2019 e visa difundir e fortalecer as discuss\u00f5es cient\u00edficas voltadas ao g\u00eanero, interseccionalidade e direitos humanos.\u00a0<\/p>\n<p>Em agosto de 2019, o GIDH realizou o Festival da Diversidade, na Escola de Samba Mocidade Independente das Dores, em Santa Maria, com o intuito de fortalecer a parceria da UFSM com os movimentos sociais. No mesmo ano, o projeto promoveu diversos workshops e palestras voltadas ao debate de g\u00eanero, classe e cor de pele, todos relatados no <a href=\"https:\/\/instagram.com\/programagidh?igshid=1s7ak3f68w7oz\">Instagram<\/a> do projeto.\u00a0<\/p>\n<p>Com a pandemia, a iniciativa se reinventou e adaptou suas a\u00e7\u00f5es para o meio virtual. Capacita\u00e7\u00f5es online, como o curso sobre feminismo e antirracismo, realizado entre outubro e novembro de 2020, e o Webinar Direitos Humanos em Di\u00e1logo, em parceria com a Ordem de Advogados do Brasil (OAB) do Rio Grande do Sul, subse\u00e7\u00e3o Santa Maria, s\u00e3o alguns exemplos da continuidade do trabalho durante a crise sanit\u00e1ria.\u00a0<\/p>\n<p>O projeto ainda conta com o apoio de coletivos da comunidade LGBTQIA+ e da comunidade preta feminina.\u00a0<\/p>\n<p>Doutora em Sociologia pelo Instituto Universit\u00e1rio de Lisboa, Gomes apresenta uma longa produ\u00e7\u00e3o bibliogr\u00e1fica e participa\u00e7\u00e3o em eventos voltados aos estudos de g\u00eanero. Em seu doutorado, defendeu a tese \u201cO imagin\u00e1rio social da mulher brasileira em Portugal: uma an\u00e1lise da constru\u00e7\u00e3o de saberes, das rela\u00e7\u00f5es de poder e dos modos de subjetiva\u00e7\u00e3o.\u201d Tem\u00e1tica esta que foi trabalhada em uma publica\u00e7\u00e3o das redes sociais do GIDH.\u00a0<\/p>\n<p>J\u00e1 Nascimento, al\u00e9m dos diversos artigos publicados, teve uma participa\u00e7\u00e3o engajada na 34\u00b0 Jornada Acad\u00eamica Integrada da UFSM, com 7 produ\u00e7\u00f5es apresentadas, todas tratando\u00a0 tem\u00e1ticas de g\u00eanero, cor e classe. Em seu doutorado em Sociologia Pol\u00edtica, pela UFSC com per\u00edodo sandu\u00edche na Freie Universit\u00e4t Berlin, Alemanha, ela defendeu a tese \u201cPara uma teoria da identidade na modernidade: mudan\u00e7as e perman\u00eancias \u00e0 luz do reconhecimento e do feminismo\u201d, tema amplamente trabalhado no projeto.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><em>\u201cGarantir a participa\u00e7\u00e3o plena e efetiva das mulheres e a igualdade de oportunidades para a lideran\u00e7a em todos os n\u00edveis de tomada de decis\u00e3o na vida pol\u00edtica, econ\u00f4mica e p\u00fablica.\u201d<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><em>Artigo 5 do ODS 5<\/em><\/p>\n<ul>\n<li><strong>F\u00f3rum de enfrentamento \u00e0 viol\u00eancia por parceiro \u00edntimo contra as mulheres do Munic\u00edpio de Santa Maria: promo\u00e7\u00e3o da cultura de paz e supera\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p>O projeto <a href=\"https:\/\/portal.ufsm.br\/projetos\/publico\/projetos\/view.html?idProjeto=63231\">\u201cF\u00f3rum de enfrentamento \u00e0 viol\u00eancia por parceiro \u00edntimo contra as mulheres do Munic\u00edpio de Santa Maria: promo\u00e7\u00e3o da cultura de paz e supera\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia\u201d<\/a> conta com a coordena\u00e7\u00e3o da professora Laura Ferreira Cortes. Graduada, mestra e doutora em Enfermagem pela UFSM, Cortes apresenta interesse acad\u00eamico pelas quest\u00f5es de g\u00eanero desde sua gradua\u00e7\u00e3o, onde apresentou como tema de seu trabalho de conclus\u00e3o de curso \u201cG\u00eanero e suas manifesta\u00e7\u00f5es no cotidiano dos servi\u00e7os: compreens\u00e3o de profissionais de uma equipe de enfermagem da Unidade Tocoginecol\u00f3gica de um Hospital de Ensino\u201d.\u00a0<\/p>\n<p>O F\u00f3rum foi idealizado ap\u00f3s emergir a demanda de suporte \u00e0s mulheres no enfrentamento \u00e0 viol\u00eancia durante o Semin\u00e1rio \u201cTecendo redes no enfrentamento \u00e0 viol\u00eancia contra as mulheres: promo\u00e7\u00e3o da cultura de paz e supera\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia\u201d, em 2018. O projeto busca integrar profissionais das diferentes \u00e1reas, como sa\u00fade, assist\u00eancia social e judici\u00e1rio, a fim de formar juntos uma rede de apoio \u00e0s mulheres v\u00edtimas de viol\u00eancia dom\u00e9stica em Santa Maria.\u00a0<\/p>\n<p>Ele conta com o fomento institucional da Pr\u00f3-Reitoria de Extens\u00e3o (PRE) da UFSM, do Observat\u00f3rio dos Direitos Humanos (ODH), do Departamento de Sa\u00fade Coletiva, do programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Estudos de G\u00eanero, do Col\u00e9gio Polit\u00e9cnico, da Pr\u00f3-Reitoria de Infraestrutura e de outros projetos de extens\u00e3o. Externamente, mant\u00e9m colabora\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos do munic\u00edpio de Santa Maria, como a Delegacia Especializada no Atendimento \u00e0 Mulher, Brigada Militar, Assembleia Legislativa\/RS, Comiss\u00e3o da Mulher da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o jornal Di\u00e1rio de Santa Maria, as emissoras de televis\u00e3o SBT\/TV e RBS TV, entre outros.\u00a0<\/p>\n<p>Em 2020, o F\u00f3rum realizou a campanha \u201cVidas de mulheres importam &#8211; SANTA MARIA 50 \u2013 50: uma campanha por igualdade\u201d, inspirada no Projeto 50-50 da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) Mulheres que visa estimular o quinto objetivo da Agenda 2030. Essa movimenta\u00e7\u00e3o teve coordena\u00e7\u00e3o da professora aposentada do curso de Enfermagem da UFSM Maria Celeste Landerhal. A campanha promoveu diversas a\u00e7\u00f5es, dentre elas, destacamos a primeira edi\u00e7\u00e3o do Curso Segura: Seguran\u00e7a P\u00fablica com Elas, que contou com cerca de 50 profissionais da Pol\u00edcia Civil, Brigada Militar e Guarda Municipal. Com dura\u00e7\u00e3o de tr\u00eas meses e meio, as aulas tinham enfoque na viol\u00eancia de g\u00eanero, comunica\u00e7\u00e3o n\u00e3o violenta e acolhimento das v\u00edtimas, e todas foram ministradas de forma online por docentes da UFSM e de outras institui\u00e7\u00f5es, p\u00f3s-graduandas e colaboradoras dos servi\u00e7os de apoio \u00e0 mulher.<\/p>\n<p>Nessa mesma campanha, foi criado o \u201cDisque COVID UFSM &#8211; Acolhe Mulheres\u201d. Com teor emergencial, essa a\u00e7\u00e3o baseava-se em um teleatendimento das mulheres v\u00edtimas de viol\u00eancia dom\u00e9stica em tempos de pandemia por parte das participantes do F\u00f3rum. Enfermeiras, professoras, advogadas, assistentes sociais e psic\u00f3logas formaram essa rede de aten\u00e7\u00e3o e atuaram nela de maio a setembro de 2020. Com turnos alternados, as profissionais prestaram apoio ao g\u00eanero feminino e deram um exemplo de sororidade.\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">\u201c<em>Eliminar todas as formas de viol\u00eancia contra todas as mulheres e meninas nas esferas p\u00fablicas e privadas, incluindo o tr\u00e1fico e explora\u00e7\u00e3o sexual e de outros tipos.\u201d<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><em>Artigo 2 do ODS 5<\/em><\/p>\n<ul>\n<li><strong>Uniescola: Mulheres rumo \u00e0 Engenharia construindo o futuro.<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p>Segundo <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/inep\/pt-br\/%20areas-de-atuacao\/pesquisas-estatisticas-e-indicadores\/censo-da-educacao-superior\/resultados\">dados do IBGE de 2019<\/a>, de todos os alunos matriculados em cursos de Engenharia e profiss\u00f5es correlatas, apenas 21,6% correspondem ao g\u00eanero feminino. Buscando uma inclus\u00e3o maior das mulheres nessa \u00e1rea, a professora da UFSM Nilza Luiza Venturini Zampieri coordena o projeto <a href=\"https:\/\/portal.ufsm.br\/projetos\/publico\/projetos\/view.html?idProjeto=63174\">\u201cUniescola: Mulheres rumo \u00e0 Engenharia construindo o futuro\u201d.\u00a0<\/a><\/p>\n<p>O projeto promove viv\u00eancias laboratoriais que procuram inspirar as alunas das escolas de ensino fundamental e m\u00e9dio da periferia de Santa Maria \u00e0 entrar na Universidade, especificamente em cursos de ci\u00eancias exatas, engenharias e computa\u00e7\u00e3o, Com uso de tecnologias in\u00e9ditas em a\u00e7\u00f5es da UFSM, como \u00a0 o <em>Problem Based Learning<\/em> e o <em>Design Thinking<\/em>, al\u00e9m do desenvolvimento e est\u00edmulo das alunas, o Uniescola procura auxiliar os professores de ci\u00eancias exatas que atuam nas escolas, atrav\u00e9s da troca de experi\u00eancias com as professoras da universidade, que organizam as atividades do projeto.<\/p>\n<p>Devido \u00e0 pandemia, o projeto interrompeu suas atividades desde maio de 2020.<\/p>\n<p>Zampieri \u00e9 graduada em Engenharia El\u00e9trica e mestre em Engenharia de Produ\u00e7\u00e3o pela Universidade Federal de Santa Maria. Com doutorado em Engenharia e Gest\u00e3o Industrial, pela Universidade de Aveiro, Portugal, a professora possui uma vasta experi\u00eancia na \u00e1rea das Engenharias.\u00a0 Ela tamb\u00e9m \u00e9 fundadora e coordenadora da Incubadora Tecnol\u00f3gica de Santa Maria, coordenou o projeto de constru\u00e7\u00e3o e implanta\u00e7\u00e3o do TECNOPARQUE Parque Tecnol\u00f3gico de Santa Maria, e foi sua presidente at\u00e9 o final de 2018.<\/p><!-- \/wp:paragraph -->\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Caroline Siqueira | Bolsista de Jornalismo\u00a0 Ao longo da hist\u00f3ria, as mulheres conquistaram uma s\u00e9rie de vit\u00f3rias em prol da igualdade de g\u00eanero. 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