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			<title>PROINOVA - Feed Customizado RSS</title>
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			<description>Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo</description>
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				<title>No Dia Mundial do Meio Ambiente, conheça as patentes verdes da UFSM</title>
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				<pubDate>Sat, 05 Jun 2021 13:00:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#meioambiente]]></category>
		<category><![CDATA[#patenteamento]]></category>
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						<description><![CDATA[Hoje, dia 5 de junho, é o Dia Mundial do Meio Ambiente, data criada para chamar a atenção para os problemas ambientais existentes no planeta. No portfólio de tecnologias da UFSM é possível encontrar quatro registros de patentes que foram concedidas pelo Programa Patentes Verdes do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). O primeiro registro [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;text-align: justify">Hoje, dia 5 de junho, é o Dia Mundial do Meio Ambiente, data criada para chamar a atenção para os problemas ambientais existentes no planeta. No <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/portfolio-de-tecnologias-3/">portfólio de tecnologias da UFSM</a> é possível encontrar quatro registros de patentes que foram concedidas pelo <a href="https://www.gov.br/inpi/pt-br/servicos/patentes/tramite-prioritario/projetos-piloto/Patentes_verdes">Programa Patentes Verdes</a> do <a href="https://www.gov.br/inpi/pt-br">Instituto Nacional da Propriedade Industrial</a> (INPI). O primeiro registro aconteceu em 2013, quando a UFSM participou do programa piloto do Patentes Verdes. De lá pra cá, outras três tecnologias também receberam esse registro.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Em 2016, o INPI criou o Programa Patentes Verdes, que torna mais rápido o trâmite para projetos destinado a tecnologias que promovam um menor impacto ambiental. Segundo a revista Exame, <a href="https://exame.com/bussola/com-patentes-verdes-inpi-acelera-aprovacao-de-invencoes-sustentaveis/">entre janeiro de 2020 e março de 2021 houve 118 requerimentos de exame prioritário com base no programa</a>. Desses, 32 pedidos já tiveram decisão, com 65% de concessão e um tempo médio entre o requerimento de exame acelerado e o final do processo de apenas oito meses.</p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Conheça os registros de patentes verdes da UFSM e como elas podem auxiliar na redução dos impactos ambientais.</p>
<p style="text-align: justify"><b style="font-weight: normal"><br></b>Luminária para iluminação pública a LED&nbsp;<b style="font-weight: normal"><br></b></p>
<p style="text-align: justify">O objetivo dessa invenção é otimizar a operação das luminárias a LED realizando uma melhor dissipação de calor e, consequentemente, maximizando o fluxo luminoso e a vida útil de todo o sistema de iluminação. Segundo Tiago Marchesan, diretor do Centro de Tecnologia da UFSM e um dos inventores da tecnologia, todo aquecimento é perda de energia gerada. “Com sistemas eficientes, contribuímos para a redução de investimentos na geração de energia, que podem trazer impactos ambientais, e reduzimos o custo da energia para o contribuinte”, explica Tiago.</p>
<p style="text-align: justify"><b style="font-weight: normal"><br></b>Transformador de distribuição e uso do mesmo em redes de distribuição de energia&nbsp;<b style="font-weight: normal"><br></b></p>
<p style="text-align: justify">O transformador de distribuição apresenta melhoria na eficiência devido à redução das perdas energéticas do núcleo quando em operação, baixo potencial poluidor, maior temperatura limite de funcionamento, sistema de arrefecimento de alta eficiência e estimativa da vida útil do mesmo. A maioria dos transformadores de distribuição utilizados tem óleo mineral, que é contaminante quando em contato com o meio ambiente, enquanto essa tecnologia utiliza óleo vegetal.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><b style="font-weight: normal"><br></b>Processo de obtenção de nanocompósito<b style="font-weight: normal"><br></b></p>
<p style="text-align: justify">A invenção descreve a reutilização de resíduos provenientes do beneficiamento de pedras preciosas (Ágata). O uso deste tipo de resíduo resultou na obtenção de um novo material chamado de nanocompósito, que leva como base o uso de nanopartículas metálicas e seus óxidos. O resíduo de Ágata utilizado é rico em SiO2 (Sílica) e possui uma área superficial específica muito grande, o que favorece a adsorção das nanopartículas em sua superfície. Esse dispositivo ganha o nome de nanocompósito em função de seu tamanho em escala reduzida, e por possuir polímeros ligados quimicamente à matriz de resíduo/nanopartículas. Sua aplicação é ampla, podendo servir como catalisador para gases nocivos (NOx, SOx, CO), funcionando como um purificador de ar, absorvendo esses gases em sua matriz e realizando a catálise, ou seja, quebrando as ligações químicas do NOx, CO, SOx e transformando N2, CO2 e O2.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><b style="font-weight: normal"><br></b>Inversor multinível com porta CC bidirecional secundária e método de operação de inversor multinível com porta CC bidirecional secundária<b style="font-weight: normal"><br></b></p>
<p style="text-align: justify">Essa invenção trata de um inversor multinível com duas portas CC bidirecionais e uma porta CA bidirecional. As portas CC são independentes entre si e podem ser utilizadas para agregar funções ao inversor. Em possíveis aplicações, a porta CC principal pode ser utilizada para conectar a fonte de energia principal (painel fotovoltaico, por exemplo) e na porta CC secundária pode ser conectado um sistema de armazenamento. A porta CA é utilizada para alimentar as cargas CA ou para conectar o inversor à rede elétrica.</p>		
		<p dir="ltr" style="margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;color: #000000;font-size: 16px;line-height: 2.592;text-align: justify">Texto: Giovana Dutra, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Inovação e Transferência de Tecnologia (Agittec).</p><p dir="ltr" style="margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;color: #000000;font-size: 16px;line-height: 2.592;text-align: justify">Ilustrações: Angela N. López U., acadêmica de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Inovação e  Transferência de Tecnologia (Agittec).</p>]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>Tecnologia desenvolvida no Laboratório de Engenharia do Meio Ambiente da UFSM facilita purificação da água</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinova/2021/05/14/tecnologia-desenvolvida-no-laboratorio-de-engenharia-do-meio-ambiente-da-ufsm-facilita-purificacao-da-agua</link>
				<pubDate>Fri, 14 May 2021 14:42:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#centrodetecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[#inovaçãoalemdoarco]]></category>
		<category><![CDATA[#meioambiente]]></category>

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						<description><![CDATA[O décimo episódio da segunda temporada do Programa Inovação Além do Arco apresenta o Laboratório de Engenharia do Meio Ambiente (LEMA) da UFSM. O professor Elvis Carissimi, do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, mostra alguns trabalhos desenvolvidos no laboratório.&nbsp; A equipe do LEMA desenvolve estudos e soluções de questões técnicas na área de Engenharia [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">O décimo episódio da segunda temporada do Programa Inovação Além do Arco apresenta o Laboratório de Engenharia do Meio Ambiente (LEMA) da UFSM. O professor Elvis Carissimi, do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, mostra alguns trabalhos desenvolvidos no laboratório.&nbsp;</p><p><b style="font-weight:normal" id="docs-internal-guid-172f4b6e-7fff-40fb-e602-04c558af2321"><br></b></p><p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">A equipe do LEMA desenvolve estudos e soluções de questões técnicas na área de Engenharia do Meio Ambiente para atividades de ensino, pesquisa e extensão nos setores de análises físico-químicas, microbiologia, hidrometria e hidrossedimentometria, mecânica dos fluidos e hidráulica, ecotecnologias e instalações prediais, geoprocessamento, processos, logística e setor de gestão dos recursos hídricos. No setor de processos, é realizada a caracterização e o estudo de tratamento de águas, tratamento de efluentes líquidos e tratamento de lodos e resíduos industriais, buscando a melhoria dos processos.&nbsp;</p><p><b style="font-weight:normal"><br></b></p><p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Um dos projetos que se destaca nesse setor é uma parceria com a Corsan para remoção do excesso de íons fluoreto da água subterrânea. Segundo o professor Elvis, o flúor pode ser benéfico ou prejudicial à saúde dos seres vivos, dependendo de sua concentração. Por isso, essa concentração precisa ser monitorada, para que o teor de flúor na água seja adequado para o consumo humano. Dessa forma, as empresas de saneamento vem buscando soluções para fazer o enquadramento do flúor presente na água dentro dos limites máximos exigidos pela legislação.&nbsp;&nbsp;</p><p><b style="font-weight:normal"><br></b></p><p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Estima-se que atualmente existam mais de 1000 poços abertos no RS que não podem ser utilizados devido ao excesso de flúor na água. Através de projetos de cooperação técnica entre a UFSM e as companhias de saneamento, será possível reativar poços e promover uma maior disponibilidade de fontes de água para a população, evitando a necessidade de transporte de água através de caminhões pipa.&nbsp;</p><p><b style="font-weight:normal"><br></b></p><p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Atualmente, a purificação da água é feita por meio do sulfato de alumínio, que agrega as partículas e os colóides em suspensão, para posterior separação sólido-líquido e desinfecção. O coagulante exige uma dinâmica de fabricação e transporte extremamente complexa. Para se ter uma ideia, em Santa Maria são usadas cerca de 30 toneladas de sulfato de alumínio por mês, cerca de 1 tonelada por dia. Esse sulfato é fabricado na Região Metropolitana de Porto Alegre e precisa ser transportado para cá.</p><p><b style="font-weight:normal"><br></b></p><p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Com uma tecnologia criada no Laboratório de Engenharia do Meio Ambiente da UFSM, a purificação pode ser feita por meio de placas de alumínio em conjunto com corrente elétrica. Nesse processo, a qualidade da água é exatamente a mesma, porém num sistema mais robusto, fácil de operar e que gera menos lodo. Por meio dessa solução, será possível atender comunidades que não tem estações de tratamento próprias, como áreas rurais ou comunidades com carência no abastecimento de água (aldeias indígenas e comunidades quilombolas, por exemplo), além de colaborar com o abastecimento em regiões que sofrem com a falta d'água ou possuem demandas sazonais, como é o caso das cidades localizadas no litoral, onde a demanda de água aumenta muito durante o verão.&nbsp;</p><p><br></p><p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Esses são alguns exemplos de iniciativas criadas na UFSM que, com a parceria de empresas e o envolvimento dos estudantes,&nbsp; impactam diretamente a qualidade de vida da população da região. É o conhecimento acadêmico gerando inovação e retorno para a sociedade.</p>]]></content:encoded>
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