<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>PROINOVA - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinova/busca?q=&#038;sites%5B0%5D=399&#038;tags=propriedade-intelectual&#038;rss=true" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinova</link>
			<description>Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo</description>
			<lastBuildDate>Sun, 19 Apr 2026 00:30:48 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>PROINOVA</title>
	<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinova</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>Tecnologia desenvolvida pela UFSM e URI permite aproveitar sais residuais da glicerina</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinova/2020/05/19/tecnologia-desenvolvida-pela-ufsm-e-uri-permite-aproveitar-sais-residuais-da-glicerina</link>
				<pubDate>Tue, 19 May 2020 16:40:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[#agittec]]></category>
		<category><![CDATA[#glicerina]]></category>
		<category><![CDATA[#pesquisaufsm]]></category>
		<category><![CDATA[#transferenciadetecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[#ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[#uri]]></category>
		<category><![CDATA[propriedade intelectual]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/?p=1709</guid>
						<description><![CDATA[Coordenadoria de Transferência de Tecnologia da Agittec e pesquisadores buscam&nbsp; parcerias que permitam levar a tecnologia até as usinas Uma nova tecnologia desenvolvida por pesquisadores da UFSM e da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI) permite o aproveitamento da glicerina, um subproduto gerado na produção de biodiesel. O método criado por [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><i><span style="font-weight: 400">Coordenadoria de Transferência de Tecnologia da Agittec e pesquisadores buscam&nbsp; parcerias que permitam levar a tecnologia até as usinas</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Uma nova tecnologia desenvolvida por pesquisadores da UFSM e da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (</span><a href="http://www.uricer.edu.br/site/"><span style="font-weight: 400">URI</span></a><span style="font-weight: 400">) permite o aproveitamento da glicerina, um subproduto gerado na produção de biodiesel. O </span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/wp-content/uploads/sites/399/2020/02/4.23-PROCESSO-DE-PURIFICA%C3%87%C3%83O-DE-SAL-RESIDUAL-E-USO-DO-SAL.pdf"><span style="font-weight: 400">método</span></a><span style="font-weight: 400"> criado por eles é uma alternativa para o uso comercial dos sais residuais gerados durante o processo de destilação da glicerina. Segundo os pesquisadores, as usinas </span><span style="font-weight: 400">poderão faturar R$ 15 milhões por ano com a venda do sal purificado, e uma economia de aproximadamente R$ 2,25 milhões de reais com a conta do aterro desse material que não será mais descartado, colaborando para a preservação do meio ambiente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo a edição mais recente do </span><a href="http://www.anp.gov.br/arquivos/central-conteudos/anuario-estatistico/2019/2019-anuario-versao-impressao.pdf"><span style="font-weight: 400">Anuário Estatístico</span></a><span style="font-weight: 400"> da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (</span><a href="http://www.anp.gov.br/"><span style="font-weight: 400">ANP</span></a><span style="font-weight: 400">) em 2018 as usinas de biodiesel fabricaram um total de 440,6 milhões de litros de glicerina como resultado de suas atividades. Para cada 10 litros de biocombustível é gerado cerca de um litro de glicerina. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em entrevista para o portal da revista</span><a href="https://www.biodieselbr.com/"> <span style="font-weight: 400">Biodieselbr</span></a><span style="font-weight: 400">, mídia especializada no assunto, o professor do curso de Engenharia Agrícola da UFSM em Cachoeira do Sul, Marcus Vinícius Tres, explica que o problema é que essa glicerina não sai das usinas em condições de uso imediato. Antes, o material precisa passar por um processo de destilação que deixa para trás quantidades consideráveis de um tipo de resíduo sólido – entre 17 e 18 mil toneladas apenas no ano passado – que, até agora, tinha que ser descartado com cuidados especiais que geram um alto custo para as empresas do setor. “Ele é classificado como um resíduo classe 2 não inerte, ou seja, possuem propriedades, como biodegradabilidade, combustibilidade ou solubilidade em água. Isso exige que ele seja descartado em aterros sanitários especiais para a indústria química ao custo de R$ 150 por tonelada”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para identificar e buscar soluções para reduzir o custo do descarte dos resíduos, o grupo de pesquisadores realizou visitas técnicas em empresas do setor. “Fizemos reuniões com o pessoal da direção de algumas usinas e esse foi um dos problemas que eles identificaram como prioritário”. Como a maior parte do resíduo era formada por sais, uma solução seria destiná-lo para a indústria de alimentação animal, mas isso esbarrava na rejeição do produto in natura. “Esse sal está contaminado por ácidos graxos e os animais não o aceitam sem purificação, mesmo quando misturado à ração convencional”, explica.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Entenda como funciona o&nbsp; Processo de Purificação de Sal Residual e Uso do Sal desenvolvido pelos pesquisadores</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O sal bruto é misturado com um solvente que separa contaminantes do sal purificado. No final, cerca de 80% da massa total pode ser aproveitada. “Estamos falando de algo em torno de 14 a 15 mil toneladas anuais”, ressalta o professor. Além de uma </span><b>economia de aproximadamente R$ 2,25 milhões por ano </b><span style="font-weight: 400">só com a conta do aterro desse material. O professor Marcus estima que </span><b>as usinas também poderão ganhar R$ 15 milhões por ano com a venda do sal purificado.</b> <span style="font-weight: 400">O professor ressalta que com a nova tecnologia</span><span style="font-weight: 400">, o setor deixa de gastar com sua disposição final, além de ganhar com a comercialização de um produto, “também, podemos relacionar ganhos indiretos vinculados a imagem e visibilidade da empresa no se refere às questões&nbsp; ambientais”, explica.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:image {"align":"center","id":1722,"sizeSlug":"large"} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/wp-content/uploads/sites/399/2020/05/f1-4.jpg" alt="" class="wp-image-1722" /><figcaption><br>Aspecto visual das amostras de sal bruto da destilação de glicerina antes (frascos superiores) e após o processo de purificação (frascos inferiores). Fonte: Marshall Paliga.</figcaption></figure></div>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:image {"align":"center","id":1723,"sizeSlug":"large"} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/wp-content/uploads/sites/399/2020/05/f2-2.jpg" alt="" class="wp-image-1723" /><figcaption><br>Sal bruto advindo da destilação de glicerina. Fonte: Marshall Paliga.</figcaption></figure></div>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Invenção que colabora para a preservação do meio ambiente</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Recentemente, a </span><span style="font-weight: 400">Agência de Inovação e Transferência de Tecnologia (</span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/"><span style="font-weight: 400">Agittec</span></a><span style="font-weight: 400">) da UFSM publicou uma</span><span style="font-weight: 400"> reportagem sobre o </span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/2020/04/26/26-de-abril-dia-mundial-da-propriedade-intelectual-3/"><span style="font-weight: 400">Dia Mundial da Propriedade Intelectual</span></a><span style="font-weight: 400">, e neste ano o tema da campanha era Inovar para um futuro ver</span><span style="font-weight: 400">de. A Organização Mundial da Propriedade Intelectual (</span><a href="https://www.wipo.int/portal/en/index.html"><span style="font-weight: 400">OMPI</span></a><span style="font-weight: 400">), reconhece cada vez mais que a tecnologia constitui parte da solução. Para a organização, isto evidencia ainda mais a necessidade de esforços redobrados para criar sólidos sistemas de inovação nacionais e de possibilitar o acesso a sistemas eficazes de P</span><a href="https://www.wipo.int/about-ip/en/"><span style="font-weight: 400">ropriedade Intelectual</span></a><span style="font-weight: 400"> (PI) que apoiem o desenvolvimento e a aplicação das tecnologias, produtos e serviços necessários para a transição a um futuro verde.</span><span style="font-weight: 400">&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para o professor do Departament</span><span style="font-weight: 400">o de Engenharia Química e Engenharia de Alimentos da Universidade Federal de Santa Catarina</span><span style="font-weight: 400"> (UFSC), </span><span style="font-weight: 400">Marco Di Luccio a invenção pode colaborar para o meio ambiente, porque os sais gerados na purificação da glicerina, não serão mais descartados de formas inadequadas no solo, ou&nbsp; em aterros industriais controlados. “Ao aproveitar esse resíduo para o uso em ração animal, o descarte no ambiente deixa de ser necessário, diminuindo a necessidade de uso de aterros ou ainda evitando a contaminação de solos pela disposição inadequada”, ressalta.&nbsp;</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Glicerina gerada na produção de biodiesel no Brasil</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo a edição mais recente do Anuário Estatístico da ANP, a Região Sul é a maior geradora de glicerina na produção de biodiesel no Brasil. Só o estado do&nbsp; Rio Grande do Sul representa 26% da geração desse subproduto no Brasil. A partir disso, é perceptível que a tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores atende uma demanda maior no estado.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A glicerina gerada pode variar em função do processo de produção e das matérias-primas utilizadas. Em 2018, a maior geração de glicerina se deu na Região Sul (40,7% do total), seguida das regiões Centro-Oeste (39,7%), Sudeste (9%), Nordeste (7,7%) e Norte (2,9%). A tabela e o gráfico abaixo estão no Anuário Estatístico da ANP, e referem- se à geração de glicerina bruta na produção de biodiesel no Brasil, veja:&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:image {"align":"center","id":1720,"sizeSlug":"large"} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/wp-content/uploads/sites/399/2020/05/tabela-1-3.png" alt="" class="wp-image-1720" /></figure></div>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:image {"align":"center","id":1721,"sizeSlug":"large"} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/wp-content/uploads/sites/399/2020/05/tabela-2-1.png" alt="" class="wp-image-1721" /></figure></div>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Transferência da tecnologia</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Os pesquisadores receberam o suporte da </span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/propriedade-intelectual/"><span style="font-weight: 400">Coordenadoria de Propriedade Intelectual</span></a><span style="font-weight: 400"> (CPI) da Agittec, que realizou o depósito da patente dessa nova tecnologia junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi). Atualmente, a tecnologia está em fase de prospecção de parcerias que permitam levar a tecnologia até as usinas. Essa fase é desenvolvida pela </span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/coordenadoria-de-transferencia-de-tecnologia/"><span style="font-weight: 400">Coordenadoria de Transferência de Tecnologia </span></a><span style="font-weight: 400">(CTT) da Agittec, juntamente com os pesquisadores. Segundo o professor Marcus, “o foco são empresas que tenham plantas de destilação de glicerina”, finaliza. A CTT</span><span style="font-weight: 400"> atua na relação entre a UFSM e instituições públicas ou privadas para apoiar iniciativas de pesquisa tecnológica e inovação, com a finalidade de incentivar à transferência do conhecimento gerado no ambiente acadêmico à sociedade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os inventores do </span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/wp-content/uploads/sites/399/2020/02/4.23-PROCESSO-DE-PURIFICA%C3%87%C3%83O-DE-SAL-RESIDUAL-E-USO-DO-SAL.pdf"><span style="font-weight: 400">Processo de Purificação de Sal Residual e Uso do Sal</span> </a><span style="font-weight: 400">são: Marcus Vinícius Tres (UFSM); Rogério Marcos Dal Lago (URI Erechim); Marshal Paliga (URI Erechim); Carolina Elisa Demaman Oro (URI Erechim) e Marcelo Luis Mignoni (URI Erechim). </span></p>
<p> </p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Luana Giazzon, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Inovação e Transferência de Tecnologia (Agittec)</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Edição: João Ricardo Gazzaneo</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Interação entre UFSM e empresa: licenciamento de tecnologia gera emprego no estado</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinova/2020/03/03/interacao-entre-ufsm-e-empresa-licenciamento-de-tecnologia-gera-emprego-no-estado</link>
				<pubDate>Tue, 03 Mar 2020 19:41:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agittec]]></category>
		<category><![CDATA[propriedade intelectual]]></category>
		<category><![CDATA[Transferência de tecnologia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/?p=1429</guid>
						<description><![CDATA[O licenciamento permite o uso das tecnologias desenvolvidas na UFSM pelas empresas A UFSM assinou mais um contrato de licenciamento, dessa vez a empresa contemplada é a Som Maior PRO, localizada em Frederico Westphalen &#8211; RS. A empresa desenvolveu em conjunto com a UFSM um dispositivo e método de análise do protocolo de comunicação digital [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><i><span style="font-weight: 400">O licenciamento permite o uso das tecnologias desenvolvidas na UFSM pelas empresas</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:image {"id":1433,"sizeSlug":"large"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/wp-content/uploads/sites/399/2020/03/Foto-principal-1.jpg" alt="" class="wp-image-1433" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A UFSM assinou mais um contrato de licenciamento, dessa vez a empresa contemplada é a </span><a href="http://www.sommaiorpro.com.br/"><span style="font-weight: 400">Som Maior PRO</span></a><span style="font-weight: 400">, localizada em Frederico Westphalen - RS. A empresa desenvolveu em conjunto com a UFSM um </span><a href="https://drive.google.com/file/d/1gBB4H7K3ObC6TmMRwiiJjpmqdZL_I1TV/view"><span style="font-weight: 400">dispositivo e método de análise </span></a><span style="font-weight: 400">do protocolo de comunicação digital DMX, que são redes de comunicação entre equipamentos de iluminação profissional. Segundo o proprietário da empresa, Luiz Miritz, será contratada mão de obra para a montagem das interfaces dentro da empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A tecnologia implementada na empresa é resultado de uma pesquisa realizada entre o empresário Luiz Miritz, ex-aluno do curso de Sistemas de Informação da UFSM (campus </span><span style="font-weight: 400">Frederico Westphalen)</span><span style="font-weight: 400">, e o professor do </span><span style="font-weight: 400">Departamento de Tecnologia da Informação da UFSM,</span><span style="font-weight: 400"> Cristiano Bertolini. </span><span style="font-weight: 400">O </span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/instrumentos-de-interacao-ufsm-empresa/"><span style="font-weight: 400">Licenciamento de Tecnologia</span></a><span style="font-weight: 400"> é um documento jurídico que permite o uso das tecnologias desenvolvidas na UFSM nas empresas. O processo foi intermediado pela </span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/coordenadoria-de-transferencia-de-tecnologia/"><span style="font-weight: 400">Coordenadoria de Transferência de Tecnologia da Agittec</span></a><span style="font-weight: 400"> em conjunto com a </span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/propriedade-intelectual/"><span style="font-weight: 400">Coordenadoria de Propriedade Intelectual</span></a><span style="font-weight: 400">, responsável pelo acompanhamento do pedido de patente junto ao</span><a href="http://www.inpe.br/"><span style="font-weight: 400"> Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPE)</span></a><span style="font-weight: 400">.&nbsp;</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Sobre a tecnologia</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:columns -->
<div class="wp-block-columns"><!-- wp:column -->
<div class="wp-block-column"><!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">As redes DMX são utilizadas em shows musicais, teatros, decoração de prédios e eventos. Com o dispositivo é possível realizar assistência técnica como ferramenta de teste de equipamentos. Além disso, os operadores dessas redes poderão visualizar a comunicação entre os equipamentos, contando com um sistema de análise em tempo real para diagnosticar e identificar os erros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O empresário explica que passou por dificuldade na empresa, no que tange ao teste destes equipamentos DMX por não ter algo específico para este fim, “assim veio a ideia de estudar uma alternativa em conjunto com a empresa e universidade, resultando num produto e logo depois na patente dele”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em relação à geração de emprego que a tecnologia trará, Luiz afirma que será contratada mão de obra para a montagem das interfaces dentro da empresa, “vamos precisar de mais funcionários, sem falar nas partes que serão terceirizadas, como o gabinete metálico e as placas de circuito impresso, que serão confeccionados em outras empresas”, destaca.</span></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></div>
<!-- /wp:column -->

<!-- wp:column -->
<div class="wp-block-column"><!-- wp:image {"id":1430,"sizeSlug":"large"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/wp-content/uploads/sites/399/2020/03/som-pro-11Software-do-Sistema-de-Diagnóstico-DMX-3-1024x637.jpeg" alt="" class="wp-image-1430" /><figcaption>Software do Sistema de Diagnóstico DMX</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:image {"id":1431,"sizeSlug":"large"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/wp-content/uploads/sites/399/2020/03/som-pro-12-Hardware-do-Sistema-de-Diagnóstico-DMX-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-1431" /><figcaption>Hardware do Sistema de Diagnóstico DMX</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /--></div>
<!-- /wp:column --></div>
<!-- /wp:columns -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Saiba mais sobre o processo das licitações e interação entre UFSM e empresa </span><a href="https://bit.ly/2UrHHYB"><span style="font-weight: 400">aqui</span></a><span style="font-weight: 400">.&nbsp;</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: </span></i><i><span style="font-weight: 400">&nbsp;Luana Giazzon, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Inovação e Transferência de Tecnologia (Agittec)&nbsp;</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Fotos: Divulgação Som Maior PRO</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Agittec recebe visita da empresa TANAC e pesquisadores da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinova/2020/02/13/agittec-recebe-visita-da-empresa-tanac-e-pesquisadores-da-ufsm</link>
				<pubDate>Thu, 13 Feb 2020 17:37:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agittec]]></category>
		<category><![CDATA[propriedade intelectual]]></category>
		<category><![CDATA[Transferência de tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/?p=1376</guid>
						<description><![CDATA[Às&nbsp;Coordenadorias de Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia, representadas por Cibele Silva Do Couto, Lauren Peres Lorenzoni, e pelo Diretor da Agittec, professor Hélio Leães Hey, receberam nesta quarta-feira (12) a visita da Professora Dra. do Programa de Pós-graduação em Engenharia Florestal da UFSM, Cristiane Pedrazzi, da doutoranda e doutorando em Engenharia Florestal, Marina Gentil [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:image {"align":"center","id":1378,"sizeSlug":"large"} --></p>
<figure><img src="https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/wp-content/uploads/sites/399/2020/02/Foto-de-Luana-Giazzon-1-1024x768.jpg" alt=""></figure>
<p><!-- /wp:image --></p>
<p><!-- wp:tadv/classic-paragraph --></p>
<p style="text-align: left">Às&nbsp;Coordenadorias de Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia, representadas por Cibele Silva Do Couto, Lauren Peres Lorenzoni, e pelo Diretor da Agittec, professor Hélio Leães Hey, receberam nesta quarta-feira (12) a visita da Professora Dra. do Programa de Pós-graduação em Engenharia Florestal da UFSM, Cristiane Pedrazzi, da doutoranda e doutorando em Engenharia Florestal, Marina Gentil e Rodrigo Coldebella, e também dos representantes da empresa <a href="http://www.tanac.com.br/">TANAC</a>, Luis Langbeck e Anderson Stoffels Mallmann.&nbsp;<br></p>
<p style="text-align: left">O objetivo do encontro foi definir as questões necessárias para continuar o desenvolvimento de uma tecnologia, que está em processo de proteção. Um dos diferenciais desta tecnologia é a utilização de material cem por cento biodegradável, com características desejáveis ao setor de papéis e embalagens.&nbsp;</p>
<p>Segundo a contadora, Lauren Lorenzoni, “as tecnologias desenvolvidas na UFSM podem ser protegidas e, quando licenciadas, por meio de processos de transferência tecnológica, podem modificar a realidade industrial e social de um país”, ressalta. </p>
<p>Desse modo, as coordenadorias de Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia atuam em conjunto, para que no momento da proteção da tecnologia seja realizada uma análise e planejamento da melhor forma de transferi-la para a sociedade.</p>
<p>A análise das duas coordenadorias, pesquisadoras, e da empresa cotitular, a TANAC, mostraram a necessidade de continuar o desenvolvimento tecnológico em escala piloto. Dessa forma, é possível elevar o nível de maturidade da tecnologia, até estar pronta para comercialização.</p>
<p><i>Texto e foto: Luana Giazzon, acadêmica do Curso de Jornalismo, bolsista da Agência de </i><i>Inovação e Transferência de Tecnologia (Agittec)</i></p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        