{"id":1709,"date":"2020-05-19T13:40:52","date_gmt":"2020-05-19T16:40:52","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/orgaos-executivos\/agittec\/?p=1709"},"modified":"2020-05-19T13:51:25","modified_gmt":"2020-05-19T16:51:25","slug":"tecnologia-desenvolvida-pela-ufsm-e-uri-permite-aproveitar-sais-residuais-da-glicerina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/pro-reitorias\/proinova\/2020\/05\/19\/tecnologia-desenvolvida-pela-ufsm-e-uri-permite-aproveitar-sais-residuais-da-glicerina","title":{"rendered":"Tecnologia desenvolvida pela UFSM e URI permite aproveitar sais residuais da glicerina"},"content":{"rendered":"\n<p><i><span style=\"font-weight: 400\">Coordenadoria de Transfer\u00eancia de Tecnologia da Agittec e pesquisadores buscam&nbsp; parcerias que permitam levar a tecnologia at\u00e9 as usinas<\/span><\/i><\/p>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Uma nova tecnologia desenvolvida por pesquisadores da UFSM e da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Miss\u00f5es (<\/span><a href=\"http:\/\/www.uricer.edu.br\/site\/\"><span style=\"font-weight: 400\">URI<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">) permite o aproveitamento da glicerina, um subproduto gerado na produ\u00e7\u00e3o de biodiesel. O <\/span><a href=\"https:\/\/www.ufsm.br\/orgaos-executivos\/agittec\/wp-content\/uploads\/sites\/399\/2020\/02\/4.23-PROCESSO-DE-PURIFICA%C3%87%C3%83O-DE-SAL-RESIDUAL-E-USO-DO-SAL.pdf\"><span style=\"font-weight: 400\">m\u00e9todo<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> criado por eles \u00e9 uma alternativa para o uso comercial dos sais residuais gerados durante o processo de destila\u00e7\u00e3o da glicerina. Segundo os pesquisadores, as usinas <\/span><span style=\"font-weight: 400\">poder\u00e3o faturar R$ 15 milh\u00f5es por ano com a venda do sal purificado, e uma economia de aproximadamente R$ 2,25 milh\u00f5es de reais com a conta do aterro desse material que n\u00e3o ser\u00e1 mais descartado, colaborando para a preserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Segundo a edi\u00e7\u00e3o mais recente do <\/span><a href=\"http:\/\/www.anp.gov.br\/arquivos\/central-conteudos\/anuario-estatistico\/2019\/2019-anuario-versao-impressao.pdf\"><span style=\"font-weight: 400\">Anu\u00e1rio Estat\u00edstico<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> da Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo, G\u00e1s Natural e Biocombust\u00edveis (<\/span><a href=\"http:\/\/www.anp.gov.br\/\"><span style=\"font-weight: 400\">ANP<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">) em 2018 as usinas de biodiesel fabricaram um total de 440,6 milh\u00f5es de litros de glicerina como resultado de suas atividades. Para cada 10 litros de biocombust\u00edvel \u00e9 gerado cerca de um litro de glicerina.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Em entrevista para o portal da revista<\/span><a href=\"https:\/\/www.biodieselbr.com\/\"> <span style=\"font-weight: 400\">Biodieselbr<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, m\u00eddia especializada no assunto, o professor do\u00a0curso de Engenharia Agr\u00edcola da UFSM em Cachoeira do Sul, Marcus Vin\u00edcius Tres, explica que o problema \u00e9 que essa glicerina n\u00e3o sai das usinas em condi\u00e7\u00f5es de uso imediato. Antes, o material precisa passar por um processo de destila\u00e7\u00e3o que deixa para tr\u00e1s quantidades consider\u00e1veis de um tipo de res\u00edduo s\u00f3lido \u2013 entre 17 e 18 mil toneladas apenas no ano passado \u2013 que, at\u00e9 agora, tinha que ser descartado com cuidados especiais que geram um alto custo para as empresas do setor. \u201cEle \u00e9 classificado como um res\u00edduo classe 2 n\u00e3o inerte, ou seja, possuem propriedades, como biodegradabilidade, combustibilidade ou solubilidade em \u00e1gua. Isso exige que ele seja descartado em aterros sanit\u00e1rios especiais para a ind\u00fastria qu\u00edmica ao custo de R$ 150 por tonelada\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Para identificar e buscar solu\u00e7\u00f5es para reduzir o custo do descarte dos res\u00edduos, o grupo de pesquisadores realizou visitas t\u00e9cnicas em empresas do setor. \u201cFizemos reuni\u00f5es com o pessoal da dire\u00e7\u00e3o de algumas usinas e esse foi um dos problemas que eles identificaram como priorit\u00e1rio\u201d. Como a maior parte do res\u00edduo era formada por sais, uma solu\u00e7\u00e3o seria destin\u00e1-lo para a ind\u00fastria de alimenta\u00e7\u00e3o animal, mas isso esbarrava na rejei\u00e7\u00e3o do produto in natura. \u201cEsse sal est\u00e1 contaminado por \u00e1cidos graxos e os animais n\u00e3o o aceitam sem purifica\u00e7\u00e3o, mesmo quando misturado \u00e0 ra\u00e7\u00e3o convencional\u201d, explica.<\/span><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Entenda como funciona o&nbsp; Processo de Purifica\u00e7\u00e3o de Sal Residual e Uso do Sal desenvolvido pelos pesquisadores<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">O sal bruto \u00e9 misturado com um solvente que separa contaminantes do sal purificado. No final, cerca de 80% da massa total pode ser aproveitada. \u201cEstamos falando de algo em torno de 14 a 15 mil toneladas anuais\u201d, ressalta o professor. Al\u00e9m de uma <\/span><b>economia de aproximadamente R$ 2,25 milh\u00f5es por ano <\/b><span style=\"font-weight: 400\">s\u00f3 com a conta do aterro desse material. O professor Marcus estima que <\/span><b>as usinas tamb\u00e9m poder\u00e3o ganhar R$ 15 milh\u00f5es por ano com a venda do sal purificado.<\/b> <span style=\"font-weight: 400\">O professor ressalta que com a nova tecnologia<\/span><span style=\"font-weight: 400\">, o setor deixa de gastar com sua disposi\u00e7\u00e3o final, al\u00e9m de ganhar com a comercializa\u00e7\u00e3o de um produto, \u201ctamb\u00e9m, podemos relacionar ganhos indiretos vinculados a imagem e visibilidade da empresa no se refere \u00e0s quest\u00f5es&nbsp; ambientais\u201d, explica.<\/span><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"397\" height=\"208\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/orgaos-executivos\/agittec\/wp-content\/uploads\/sites\/399\/2020\/05\/f1-4.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1722\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/399\/2020\/05\/f1-4.jpg 397w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/399\/2020\/05\/f1-4-300x157.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 397px) 100vw, 397px\" \/><figcaption><br>Aspecto visual das amostras de sal bruto da destila\u00e7\u00e3o de glicerina antes (frascos superiores) e ap\u00f3s o processo de purifica\u00e7\u00e3o (frascos inferiores). Fonte: Marshall Paliga.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"375\" height=\"280\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/orgaos-executivos\/agittec\/wp-content\/uploads\/sites\/399\/2020\/05\/f2-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1723\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/399\/2020\/05\/f2-2.jpg 375w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/399\/2020\/05\/f2-2-300x224.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 375px) 100vw, 375px\" \/><figcaption><br>Sal bruto advindo da destila\u00e7\u00e3o de glicerina. Fonte: Marshall Paliga.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Inven\u00e7\u00e3o que colabora para a preserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Recentemente, a <\/span><span style=\"font-weight: 400\">Ag\u00eancia de Inova\u00e7\u00e3o e Transfer\u00eancia de Tecnologia (<\/span><a href=\"https:\/\/www.ufsm.br\/orgaos-executivos\/agittec\/\"><span style=\"font-weight: 400\">Agittec<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">) da UFSM publicou uma<\/span><span style=\"font-weight: 400\"> reportagem sobre o <\/span><a href=\"https:\/\/www.ufsm.br\/orgaos-executivos\/agittec\/2020\/04\/26\/26-de-abril-dia-mundial-da-propriedade-intelectual-3\/\"><span style=\"font-weight: 400\">Dia Mundial da Propriedade Intelectual<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, e neste ano o tema da campanha era Inovar para um futuro ver<\/span><span style=\"font-weight: 400\">de. A Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Propriedade Intelectual (<\/span><a href=\"https:\/\/www.wipo.int\/portal\/en\/index.html\"><span style=\"font-weight: 400\">OMPI<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">), reconhece cada vez mais que a tecnologia constitui parte da solu\u00e7\u00e3o. Para a organiza\u00e7\u00e3o, isto evidencia ainda mais a necessidade de esfor\u00e7os redobrados para criar s\u00f3lidos sistemas de inova\u00e7\u00e3o nacionais e de possibilitar o acesso a sistemas eficazes de P<\/span><a href=\"https:\/\/www.wipo.int\/about-ip\/en\/\"><span style=\"font-weight: 400\">ropriedade Intelectual<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> (PI) que apoiem o desenvolvimento e a aplica\u00e7\u00e3o das tecnologias, produtos e servi\u00e7os necess\u00e1rios para a transi\u00e7\u00e3o a um futuro verde.<\/span><span style=\"font-weight: 400\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Para o professor do Departament<\/span><span style=\"font-weight: 400\">o de Engenharia Qu\u00edmica e Engenharia de Alimentos da Universidade Federal de Santa Catarina<\/span><span style=\"font-weight: 400\"> (UFSC), <\/span><span style=\"font-weight: 400\">Marco Di Luccio a inven\u00e7\u00e3o pode colaborar para o meio ambiente, porque os sais gerados na purifica\u00e7\u00e3o da glicerina, n\u00e3o ser\u00e3o mais descartados de formas inadequadas no solo, ou&nbsp; em aterros industriais controlados. \u201cAo aproveitar esse res\u00edduo para o uso em ra\u00e7\u00e3o animal, o descarte no ambiente deixa de ser necess\u00e1rio, diminuindo a necessidade de uso de aterros ou ainda evitando a contamina\u00e7\u00e3o de solos pela disposi\u00e7\u00e3o inadequada\u201d, ressalta.&nbsp;<\/span><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Glicerina gerada na produ\u00e7\u00e3o de biodiesel no Brasil<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo a edi\u00e7\u00e3o mais recente do Anu\u00e1rio Estat\u00edstico da ANP, a Regi\u00e3o Sul \u00e9 a maior geradora de glicerina na produ\u00e7\u00e3o de biodiesel no Brasil. S\u00f3 o estado do&nbsp; Rio Grande do Sul representa 26% da gera\u00e7\u00e3o desse subproduto no Brasil. A partir disso, \u00e9 percept\u00edvel que a tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores atende uma demanda maior no estado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A glicerina gerada pode variar em fun\u00e7\u00e3o do processo de produ\u00e7\u00e3o e das mat\u00e9rias-primas utilizadas. Em 2018, a maior gera\u00e7\u00e3o de glicerina se deu na Regi\u00e3o Sul (40,7% do total), seguida das regi\u00f5es Centro-Oeste (39,7%), Sudeste (9%), Nordeste (7,7%) e Norte (2,9%). A tabela e o gr\u00e1fico abaixo est\u00e3o no Anu\u00e1rio Estat\u00edstico da ANP, e referem- se \u00e0 gera\u00e7\u00e3o de glicerina bruta na produ\u00e7\u00e3o de biodiesel no Brasil, veja:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"558\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/orgaos-executivos\/agittec\/wp-content\/uploads\/sites\/399\/2020\/05\/tabela-1-3.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1720\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/399\/2020\/05\/tabela-1-3.png 768w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/399\/2020\/05\/tabela-1-3-300x218.png 300w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"781\" height=\"514\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/orgaos-executivos\/agittec\/wp-content\/uploads\/sites\/399\/2020\/05\/tabela-2-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1721\" srcset=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/399\/2020\/05\/tabela-2-1.png 781w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/399\/2020\/05\/tabela-2-1-300x197.png 300w, https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/399\/2020\/05\/tabela-2-1-768x505.png 768w\" sizes=\"(max-width: 781px) 100vw, 781px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Transfer\u00eancia da tecnologia<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Os pesquisadores receberam o suporte da <\/span><a href=\"https:\/\/www.ufsm.br\/orgaos-executivos\/agittec\/propriedade-intelectual\/\"><span style=\"font-weight: 400\">Coordenadoria de Propriedade Intelectual<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> (CPI) da Agittec, que realizou o dep\u00f3sito da patente dessa nova tecnologia junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi). Atualmente, a tecnologia est\u00e1 em fase de prospec\u00e7\u00e3o de parcerias que permitam levar a tecnologia at\u00e9 as usinas. Essa fase \u00e9 desenvolvida pela <\/span><a href=\"https:\/\/www.ufsm.br\/orgaos-executivos\/agittec\/coordenadoria-de-transferencia-de-tecnologia\/\"><span style=\"font-weight: 400\">Coordenadoria de Transfer\u00eancia de Tecnologia <\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">(CTT) da Agittec, juntamente com os pesquisadores. Segundo o professor Marcus, \u201co foco s\u00e3o empresas que tenham plantas de destila\u00e7\u00e3o de glicerina\u201d, finaliza. A CTT<\/span><span style=\"font-weight: 400\"> atua na rela\u00e7\u00e3o entre a UFSM e institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas ou privadas para apoiar iniciativas de pesquisa tecnol\u00f3gica e inova\u00e7\u00e3o, com a finalidade de incentivar \u00e0 transfer\u00eancia do conhecimento gerado no ambiente acad\u00eamico \u00e0 sociedade.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Os inventores do <\/span><a href=\"https:\/\/www.ufsm.br\/orgaos-executivos\/agittec\/wp-content\/uploads\/sites\/399\/2020\/02\/4.23-PROCESSO-DE-PURIFICA%C3%87%C3%83O-DE-SAL-RESIDUAL-E-USO-DO-SAL.pdf\"><span style=\"font-weight: 400\">Processo de Purifica\u00e7\u00e3o de Sal Residual e Uso do Sal<\/span> <\/a><span style=\"font-weight: 400\">s\u00e3o: Marcus Vin\u00edcius Tres (UFSM); Rog\u00e9rio Marcos Dal Lago (URI Erechim); Marshal Paliga (URI Erechim); Carolina Elisa Demaman Oro (URI Erechim) e Marcelo Luis Mignoni (URI Erechim).\u00a0<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400\">Texto: Luana Giazzon, acad\u00eamica de Jornalismo e bolsista da Ag\u00eancia de Inova\u00e7\u00e3o e Transfer\u00eancia de Tecnologia (Agittec)<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400\">Edi\u00e7\u00e3o: Jo\u00e3o Ricardo Gazzaneo<\/span><\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Coordenadoria de Transfer\u00eancia de Tecnologia da Agittec e pesquisadores buscam&nbsp; parcerias que permitam levar a tecnologia at\u00e9 as usinas Uma nova tecnologia desenvolvida por pesquisadores da UFSM e da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Miss\u00f5es (URI) permite o aproveitamento da glicerina, um subproduto gerado na produ\u00e7\u00e3o de biodiesel. 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