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			<title>Projeto Mão na Mídia - Feed Customizado RSS</title>
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	<title>Projeto Mão na Mídia</title>
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				<title>Planeta em mudança: o que contar às crianças?</title>
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				<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 14:12:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
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		<category><![CDATA[maonamidia; educomunicacao;]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>

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						<description><![CDATA[Com cuidado e verdade, é possível preparar crianças para entender e agir frente à crise climática. A crise climática é um assunto urgente, e as crianças também fazem parte dessa conversa. Mesmo que ainda não compreendam todos os dados, elas percebem os extremos de calor, o noticiário cheio de enchentes ou incêndios e o sentimento [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:heading {"textAlign":"left"} -->
<h2 class="wp-block-heading has-text-align-left"><em>Com cuidado e verdade, é possível preparar crianças para entender e agir frente à crise climática.</em></h2>
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<p><span style="font-weight: 400">A crise climática é um assunto urgente, e as crianças também fazem parte dessa conversa. Mesmo que ainda não compreendam todos os dados, elas percebem os extremos de calor, o noticiário cheio de enchentes ou incêndios e o sentimento de preocupação dos adultos. Mas como explicar isso sem causar medo ou desesperança?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A resposta está no equilíbrio entre verdade e acolhimento. E, acima de tudo, convidá-las a fazer parte da solução. Segundo o Instituto Clima e Sociedade, não devemos fingir que nada está acontecendo, mas sim oferecer informação com empatia e mostrar que ainda há esperança.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Conversar com crianças sobre as mudanças no planeta é um ato de respeito e afeto. É possível ser sincero sem assustar. Com palavras simples, podemos explicar que o clima está mudando porque queimamos muitas coisas que soltam fumaça no ar, e isso prejudica a natureza e o nosso jeito de viver. Mas também podemos mostrar que há muita gente trabalhando para cuidar do planeta e que elas podem fazer parte disso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, crianças e adolescentes são agentes de transformação. Quando se sentem incluídas, podem levar ideias para suas escolas, famílias e comunidades. Plantar essa semente é preparar uma geração mais consciente e engajada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Um exemplo disso, é o que fazemos no nosso projeto Mão na Mídia, atuamos  em escolas de ensino fundamental e médio com oficinas, rodas de conversa e atividades educativas sobre a crise climática. A ideia é informar, mas também estimular o pensamento crítico e o protagonismo de crianças e adolescentes. Mais do que entender o problema, o projeto convida os estudantes a pensar em soluções. Ao abrir esse diálogo, mostramos que o futuro pode ser diferente, e que ele começa com o cuidado no presente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Algumas dicas para conseguir conduzir esse tipo de conversa em casa ou nas escolas são:</span></p>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400"> Use o mundo ao redor como ponto de partida. </span>Fale sobre o calor intenso, a falta de chuvas ou a enchente que viram na TV.</li>
<li>Pergunte o que elas sentiram. A escuta ativa é tão importante quanto a fala</li>
<li><span style="font-weight: 400">Fale a verdade, mas com linguagem adequada</span></li>
<li>Foque na ação, não no medo. O medo paralisa. A ação empodera. Mostre caminhos:</li>
</ol>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Economizar água e luz</span><span style="font-weight: 400"><br /></span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Cuidar das plantas</span><span style="font-weight: 400"><br /></span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Separar o lixo</span><span style="font-weight: 400"><br /></span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Andar mais a pé ou de bicicleta</span><span style="font-weight: 400"><br /></span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Participar de mutirões ambientais</span><span style="font-weight: 400"><br /></span></li>
</ul>
<ol start="4">
<li><span style="font-weight: 400"> Dê bons exemplos. Crianças aprendem mais pelo que veem do que pelo que ouvem. Quando adultos demonstram cuidado com o planeta, elas seguem esse comportamento com naturalidade.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400">A conversa sobre clima pode ser leve, cheia de perguntas, com espaço para imaginar soluções e até criar histórias. Pode ser feita com livros, vídeos educativos, desenhos e passeios pela natureza.</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-weight: 400">A verdade é que o mundo precisa do olhar das crianças tanto quanto elas precisam entender o mundo. Ao incluir os pequenos nesse diálogo, mostramos que a mudança começa com o cuidado, e que esse cuidado pode ser aprendido desde cedo.</span></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none"> </li>
</ol>
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<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/870/2025/07/pexels-karolina-grabowska-7692758-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-304" style="width:772px;height:auto" /></figure>
<!-- /wp:image -->

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<p> </p>
<p style="text-align: left"><span style="font-weight: 400">Ananda Matias Machado | Bolsista FIEX Mão na Mídia<br /></span><i><span style="font-weight: 400">Fontes consultadas: Texto inspirado no conteúdo do Instituto Clima e Sociedade (@institutoclimaesociedade no Instagram)</span></i></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Micromachismos: pequenos gestos, grandes impactos na vida das mulheres</title>
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				<pubDate>Tue, 11 Jun 2024 15:00:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[mãonamídia]]></category>
		<category><![CDATA[maonamidia; educomunicacao;]]></category>
		<category><![CDATA[ufsmfw]]></category>

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						<description><![CDATA[Fazendo parte da programação do evento “Pensando Verde”, organizado pelo projeto institucional “Grupo Agenda 2030&#8243;, no dia 4 de junho, a professora Vera Martins realizou uma palestra que abordou as pequenas violências contra mulheres, conhecidas também como “micromachismos”. A palestra contou também com a organização de uma roda de conversa com aquelas que estavam presentes, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":296} -->
<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/870/2024/06/ed49be24-ad1c-459d-86c9-885a8d8d653f.jpeg" alt="" class="wp-image-296" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Thayssa Kruger, UFSM/FW</em></figcaption></figure>
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<p><span style="font-weight: 400">Fazendo parte da programação do evento “Pensando Verde”, organizado pelo projeto institucional “Grupo Agenda 2030", no dia 4 de junho, a professora Vera Martins realizou uma palestra que abordou as pequenas violências contra mulheres, conhecidas também como “micromachismos”. A palestra contou também com a organização de uma roda de conversa com aquelas que estavam presentes, a fim de promover o compartilhamento de experiências e luta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Embora o movimento feminista tenha conquistado muitos direitos desde a década de 1960, marcada pela primeira onda feminista, ainda há muito a ser feito na luta pela equidade de gênero. As discussões públicas sobre o gênero não ser um obstáculo na contratação de mulheres para cargos de liderança, na ocupação de espaços físicos ou na liberdade sexual têm se tornado mais frequentes e visíveis. No entanto, o machismo ainda representa um desafio diário na vida das mulheres. "O machismo é o sistema de privilégio dos homens no mundo sobre as mulheres”, declara Martins, que além de ser professora e chefe do Departamento de Comunicação da UFSM/FW, coordena o projeto institucional “Promoção de Justiça de Gênero na UFSM/FW”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os micromachismos, como denomina o movimento feminista, são aquelas pequenas ações que as mulheres enfrentam diariamente: o homem que senta com as pernas exageradamente abertas no ônibus, o parceiro que a diminui em público, o irmão que coloca todas as responsabilidades de cuidado da família sobre ela, etc. Essas atitudes, embora pareçam isignificantes, precedem violências extremas, como o abuso sexual e o feminícidio. Elas formam a base de um projeto político que estabelece relações de poder na sociedade. “Há uma rede que é sutil, que por isso a gente não percebe, que mantém essa relação hierárquica entre homens e mulheres”, afirma Martins.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O primeiro passo a ser dado é a compreensão das mulheres de que esses pequenos comportamentos contribuem para a manutenção do sistema patriarcal que as subjuga. É importante reconhecer também que homens e mulheres não são iguais, e que a diferença em si não é o problema, mas sim a alegação de que as características que definem um homem, sejam biológicas ou sociais, são superiores do que definem uma mulher. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A intimidação, o controle do dinheiro, a pouca participação na rotina doméstica, o uso abusivo do espaço físico e o uso social do tempo são algumas das violências que constituem o que as pesquisadoras feministas vão chamar de  micromachismos coercitivos. Ou seja, são um conjunto de ações que criam obstáculos nas tomadas de decisões das mulheres. Para a professora, “esses micromachismos vão vir de basicamente todas as figuras masculinas com as quais nós convivemos”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Foi pensando nisso que o projeto Justiça de Gênero passou a realizar rodas de conversas exclusivas para mulheres, a iniciativa tem como objetivo acolher e conectar as mulheres do campus através da troca de experiências. "Todos os encontros de mulheres são celebrações feministas”, reitera Martins. </span></p>
<p> </p>
<p><em>Thayssa Kruger - Bolsista FIEX UFSM</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>A importância do letramento racial na educação midiática</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/maonamidia/2023/09/11/a-importancia-do-letramento-racial-na-educacao-midiatica</link>
				<pubDate>Mon, 11 Sep 2023 21:30:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[maonamidia; educomunicacao;]]></category>

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<figure class="wp-block-image aligncenter"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/870/2023/09/Salma-Cherni-Afro-Surrealism-1.jpg" alt="" class="wp-image-251" /><figcaption class="wp-element-caption">Créditos: Salma Cherni, via Pinterest</figcaption></figure>
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<p><span style="font-weight: 400">Fazendo parte das ações do Mão na Mídia, apoiadas pelo edital do Observatório de Direitos Humanos da UFSM, em 30 de agosto foi ao ar o 14º programa do EcoVozes na Rádio Comunitária de Frederico Westphalen. Neste dia, o produto sonoro abordou o combate ao racismo estrutural na comunicação. A estudante de relações públicas da UFSM/FW, Luana Keny, compartilhou sua trajetória na área de comunicação e analisou a forma como as questões raciais são discutidas no campo da comunicação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar de celebrarmos a abolição da escravatura no Brasil há mais de 130 anos, é evidente que as consequências desse período persistem na sociedade atual. Embora existam políticas públicas que promovam a inclusão e o respeito à diversidade, o racismo estrutural, profundamente enraizado na cultura popular, continua sendo um desafio significativo. Ele se manifesta em manchetes de jornais, na perpetuação de estereótipos preconceituosos em telenovelas, no apagamento de pensadores e cientistas negros e negras, e na exclusão da agenda antirracista nas universidades. Segundo relata Keny, estudante negra: "Você não tem estudantes que te representem, você não tem professores que te representem, não tem uma cultura que te represente”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O primeiro passo a ser dado pelas pessoas brancas é o reconhecimento de seus privilégios e preconceitos. Através da autocrítica, todas e todos podem buscar a alfabetização racial. É impossível combater o racismo sem se conscientizar de sua posição privilegiada, onde as oportunidades são mais amplas, a inclusão é garantida e toda uma cultura está a seu favor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para Keny, a abordagem mais clara para combater o racismo envolve integrar o letramento racial e a educação midiática desde cedo. Assim como aprofundar as pautas raciais e incluir autores negros na educação básica e no ensino superior. "Quantas pessoas que você conhece na área de comunicação são negras? Quantas pessoas dentro da universidade, que estão formando futuros comunicadores, discutem essas questões?", ela questiona.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">É pensando nisso que a professora Cláudia Herte de Moraes idealizou o programa de rádio EcoVozes Mão na Mídia, em parceria com a Rádio Comunitária, que tem como objetivo promover diálogos com a população de Frederico Westphalen sobre questões da Agenda 2030, que envolvem temas raciais, ambientais e de gênero. O programa recebe professores da UFSM/FW, estudantes e especialistas para debater sobre os mais diversos assuntos, colocando em prática a educomunicação. Ele é transmitido todas às quartas-feiras, às 15h15. Também é possível escutar por meio do site </span><a href="http://www.comunitaria.com.br"><span style="font-weight: 400">www.comunitária.com.br</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p> </p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Thayssa Kruger - Bolsista </span></em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Mão na Mídia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/maonamidia/inicio</link>
				<pubDate>Thu, 06 Jan 2022 19:30:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[maonamidia; educomunicacao;]]></category>

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						<description><![CDATA[Relação Universidade-Escola: Escola Estadual de Esucação Básica Sepé Tiaraju A ação está alinhada ao objetivo 4 da Agenda 2030, visando uma educação inclusiva, equitativa e de qualidade. O objetivo principal é articular ações educomunicativas que desenvolvam o protagonismo juvenil e a cidadania dos estudantes de Ensino Fundamental e Médio das escolas públicas de Frederico Westphalen [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="190" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/870/2022/01/Design-sem-nome-11-1024x190.png" alt="" loading="lazy" />														
			<h5>Relação Universidade-Escola: Escola Estadual de Esucação Básica Sepé Tiaraju</h5>		
		<p>A ação está alinhada ao objetivo 4 da Agenda 2030, visando uma educação inclusiva, equitativa e de qualidade. O objetivo principal é articular ações educomunicativas que desenvolvam o protagonismo juvenil e a cidadania dos estudantes de Ensino Fundamental e Médio das escolas públicas de Frederico Westphalen e Região. A execução é prevista para cinco anos, tendo em seu cronograma anual, avaliação e controle de sua implantação. A cada ano, uma escola é beneficiada com as ações educomunicativas, articuladas com foco em atualização em TICs, criação e/ou manutenção de ecossistemas comunicativos; formação crítica e cidadã sobre os meios de comunicação, entre objetivos específicos do programa.</p>		
												<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/870/2022/01/Prancheta-1_2@2x-1024x1024.png" alt="" loading="lazy" />														
		<p>Além do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4, o Programa também é alinhado ao ODS 17 - Parcerias em prol da implementação da Agenda 2030. Isso pois acredita-se que para alcançar as metas por uma educação de qualidade, que respeite as demandas locais e regionais, se faz necessária a participação de todos os setores da sociedade civil (como as entidades públicas, privadas e comunitárias). </p><p>Por meio de estratégias em comunicação, há o alinhamento das atividades do Programa com projetos e ações que dialogam com as questões dos Direitos Humanos, da cidadania e da restauração e proteção do Meio Ambiente.  Com esforços unificados, mais alcance as atividades pelo Desenvolvimento Sustentável possuem. Dessa forma, o compromisso local pela educação de qualidade e o incentivo a conscientização acerca dos debates socioambientais são ampliados para toda a comunidade local.</p><p>As escolas de Educação Básica, mesmo na pandemia da COVID-19 e com todas as limitações que isto implica, continuam o trabalho de base de letrar e educar crianças e jovens para o avanço social da comunidade. As Universidades, mesmo com os cortes no orçamento e as dificuldades pela pandemia, continuam suas pesquisas, ensinos e extensões na garantia do desenvolvimento tecnológico e social da região.</p><p>O papel da Universidade na busca pelo desenvolvimento sustentável, tem como  maior desafio estimular mudanças de atitude e comportamento na sociedade. Assim, as práticas educativas ambientalmente sustentáveis apontam para propostas pedagógicas centradas na criticidade dos sujeitos, com vistas à mudança de comportamento e atitudes, ao desenvolvimento da organização social e da participação coletiva.</p><p>A integração dos princípios do 4º ODS, que referem-se à educação de qualidade, exige, necessariamente, que os alunos adquiram não apenas conhecimentos, mas também habilidades e competências relacionadas à sustentabilidade. O 17º ODS refere-se a parcerias e meios de implementação, ou seja, a importância do desenvolvimento do pensamento crítico e sistêmico, visão futura e questionamento dos próprios valores.</p><p>Alcançar uma educação de qualidade para todos, além de construir parcerias para a consolidação de um mundo mais justo e sustentável, são dois dos objetivos da Agenda 2030 da ONU. É na territorialização dessa Agenda que a relação Universidade-Escola evidencia sua importância. </p><p>O compromisso local pela educação de qualidade necessita de um plano estratégico e contínuo que de conta de alinhar diversos atores para o desenvolvimento regional da comunidade. Além disso, cada localidade apresenta suas contradições, condições e realidades que torna o processo único.</p>		
			<h5>A relação da educomunicação socioambiental com o Combate das Mudanças Climárticas</h5>		
												<img width="1024" height="190" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/870/2022/01/@mao.namidia-1024x190.png" alt="" loading="lazy" />]]></content:encoded>
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