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			<title>Projeto Mão na Mídia - Feed Customizado RSS</title>
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	<title>Projeto Mão na Mídia</title>
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				<title>No dia mundial do meio ambiente, Mão na Mídia destaca EcoVozes, podcast que conecta jovens à luta ambiental</title>
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				<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 12:36:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Educomunicação]]></category>
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							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Nesta quinta-feira, 5 de junho, é celebrado o dia mundial do meio ambiente, uma data fundamental para refletirmos sobre os desafios ambientais que enfrentamos atualmente. O Mão na Mídia, projeto voltado ao protagonismo juvenil por meio de ações educomunicativas, aproveita esse momento para destacar a importância do Ecovozes, podcast produzido por acadêmicos e que traz a pauta ambiental para o centro das discussões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Ecovozes é uma iniciativa que convida os jovens a produzirem conteúdo crítico sobre meio ambiente, justiça climática, racismo ambiental, sustentabilidade e os impactos sociais das mudanças climáticas, abordando também os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Em 2025, o podcast foi retomado em maio, com uma nova temporada, reafirmando seu papel como ferramenta de educação ambiental e democratização da comunicação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Há cinco anos, o projeto de extensão tem participado ativamente na formação de cada acadêmico que passa por ele, sendo um diferencial em suas trajetórias. Para o jornalista Nicolas Felippetti, egresso da UFSM/FW e do Mão na Mídia, foi a principal experiência prática que tive dentro da universidade. “Produzi bastante material e, de fato, aprendi muito. O projeto teve um papel fundamental para que eu entendesse melhor o jornalismo fora da sala de aula. Aprendi técnicas de produção de roteiros, organização, contato com fontes e, principalmente, como conciliar os estudos com a agenda dos entrevistados dos programas que realizamos em 2023”, destaca.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em tempos de crises climáticas, é de extrema importância relembrar e dar voz às atividades que valorizam a preservação ambiental. O Mão na Mídia, coordenado pela professora Cláudia Herte de Moraes, tem como objetivo promover a cidadania por meio da comunicação. É por meio desse projeto que os estudantes se aproximam da realidade em que nosso planeta se encontra, tendo a oportunidade de aproximar a comunidade local das questões que afetam o meio ambiente, mudanças e impactos do clima.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para acadêmica de jornalismo e egressa do projeto, Thayssa Kruger, participar do Mão na Mídia foi decisivo em sua formação. “Nunca imaginei seguir para área do jornalismo ambiental. Na real, nem entendia direito o que era. Achava que era algo mais ligado à natureza, turismo... o que, infelizmente, reflete muito como a mídia tradicional ainda trata o tema. Participar do projeto de extensão que tem isso como pauta foi essencial para entender a real importância do jornalismo ambiental e o tamanho do problema que é a crise climática”, afirma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Neste dia mundial do meio ambiente, o Mão na Mídia reforça a importância de projetos que conectam jovens ativos à luta pela preservação ambiental. Mais do que informar, comunicar é uma forma poderosa de cuidar do planeta. Convidamos todos a acompanharem essas iniciativas que formam acadêmicos responsáveis e comprometidos com a verdade e o meio ambiente, e a ouvirem semanalmente o Ecovozes no Spotify, fortalecendo uma comunidade mais consciente e comprometida.</span></p>
<p> </p>
<p><span style="font-weight: 400">Jéssica Thaís Hemsing l Bolsista FIEX Mão na Mídia / Integrante PET Educom Clima</span></p>
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				<title>Uma aula para compreender as mudanças climáticas</title>
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				<pubDate>Fri, 14 Jun 2024 21:00:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[agenda 2030]]></category>
		<category><![CDATA[mãonamídia]]></category>
		<category><![CDATA[Pensando Verde]]></category>
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						<description><![CDATA[No Dia Mundial do Meio Ambiente, data comemorada no dia 05 de junho, o grupo institucional “Agenda 2030” promoveu uma roda de conversa sobre as mudanças climáticas e seus impactos na sociedade com as docentes Aline Passini e Gizelli Moiano. A ação fez parte do evento “Pensando Verde”, que organizou aulas abertas acerca das temáticas [&hellip;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/870/2024/06/DSC_0272-1.jpg" alt="" class="wp-image-298" style="width:1203px;height:auto" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Cartazes para conscientização ambiental fizeram parte do Pensando Verde<br></strong><em>Foto: Beatriz Vieira, Frederico Westphalen - RS<br></em></figcaption></figure>
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<p><span style="font-weight: 400">No Dia Mundial do Meio Ambiente, data comemorada no dia 05 de junho, o grupo institucional “Agenda 2030” promoveu uma roda de conversa sobre as mudanças climáticas e seus impactos na sociedade com as docentes Aline Passini e Gizelli Moiano. A ação fez parte do evento “Pensando Verde”, que organizou aulas abertas acerca das temáticas ambientais durante a primeira semana de junho, na UFSM/FW.</span></p>
<p> </p>
<p><b>Mas afinal, o que é mudança climática?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O primeiro passo a ser dado para entender o tema é saber diferenciar tempo de clima. Tempo é o agora, é se hoje está fazendo sol ou chuva em Frederico Westphalen. O clima, por outro lado, é uma análise das condições de temperatura, precipitação e umidade relativa, ao longo de muitos anos. As mudanças climáticas podem ser observadas a partir desse estoque de dados levantados por pesquisadores, que comprovam o aquecimento do planeta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As mudanças do clima podem ser causadas por dois fatores: naturais e antrópicos. Os fatores naturais são, por exemplo, vulcões, incidência solar, variação orbital, entre outros. Já os fatores antrópicos, causados pelo homem, são o desmatamento, queimadas, poluição do solo, etc. São essas condições que contribuem significativamente para com o aumento da temperatura global. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Um relatório realizado pelo Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG) aponta que, no Brasil, o setor agropecuário, somado ao desmatamento e outras mudanças de uso da terra, é o principal contribuinte para as emissões de gases de efeito estufa, disparando 75% das emissões. Em seguida, observa-se que a energia (17%) e resíduos (4%) também estão entre os principais responsáveis que asseguram as mudanças climáticas. Para a professora Gizelli Moiano, uma das formas de diminuir os problemas ambientais é apostar na agricultura sustentável. “Se eu estou fazendo uma agricultura sustentável, eu não estou contribuindo para o aumento de temperatura, de mudança climática, do aquecimento global”, afirma Moiano.</span></p>
<p> </p>
<p><b>Qual é o impacto das mudanças climáticas?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Eventos climáticos extremos, como as chuvas fortes que ocorreram a partir da última semana de abril no Rio Grande do Sul, serão cada vez mais recorrentes. Consequentemente, milhares de pessoas terão que abandonar suas casas, cidades natais e memórias de uma vida inteira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além das chuvas, problemas como ondas de calor, seca e incêndios florestais associados à seca também se tornarão frequentes. Algumas áreas podem se tornar inabitáveis, à medida que as terras agrícolas se transformam em desertos, e o número de refugiados climáticos aumentará drasticamente.</span></p>
<p> </p>
<p><b>O que pode ser feito?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">As transformações mais expressivas devem ser implementadas por grandes empresários, proprietários agrícolas e pelo governo. É importante exigir políticas públicas focadas na mitigação e na adaptação climática, além de fiscalizar projetos de leis que possam flexibilizar a proteção ambiental. A mitigação se refere a todas as ações realizadas para diminuir a emissão de gases de efeito estufa e o aquecimento global, enquanto que a adaptação está mais voltada para a forma que lidamos com as consequências da crise climática já em curso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No entanto, a professora Aline Passini ressalta que “não deve ser só coisa de governo, existem ações que nós, como cidadãos, podemos fazer”. Entre essas ações estão a separação de resíduos orgânicos e recicláveis, o descarte adequado de pilhas e óleo de cozinha em pontos de coleta e a conscientização de amigos e familiares sobre a importância de cuidar do meio ambiente. “Pessoas pequenas fazendo coisas pequenas podem mudar o mundo, é assim que a gente tem que pensar”, declara Passini.</span></p>
<p> </p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Thayssa Kruger – Bolsista FIEX UFSM</span></em></p>
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													</item>
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				<title>Micromachismos: pequenos gestos, grandes impactos na vida das mulheres</title>
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				<pubDate>Tue, 11 Jun 2024 15:00:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[mãonamídia]]></category>
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<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/870/2024/06/ed49be24-ad1c-459d-86c9-885a8d8d653f.jpeg" alt="" class="wp-image-296" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Thayssa Kruger, UFSM/FW</em></figcaption></figure>
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<p><span style="font-weight: 400">Fazendo parte da programação do evento “Pensando Verde”, organizado pelo projeto institucional “Grupo Agenda 2030", no dia 4 de junho, a professora Vera Martins realizou uma palestra que abordou as pequenas violências contra mulheres, conhecidas também como “micromachismos”. A palestra contou também com a organização de uma roda de conversa com aquelas que estavam presentes, a fim de promover o compartilhamento de experiências e luta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Embora o movimento feminista tenha conquistado muitos direitos desde a década de 1960, marcada pela primeira onda feminista, ainda há muito a ser feito na luta pela equidade de gênero. As discussões públicas sobre o gênero não ser um obstáculo na contratação de mulheres para cargos de liderança, na ocupação de espaços físicos ou na liberdade sexual têm se tornado mais frequentes e visíveis. No entanto, o machismo ainda representa um desafio diário na vida das mulheres. "O machismo é o sistema de privilégio dos homens no mundo sobre as mulheres”, declara Martins, que além de ser professora e chefe do Departamento de Comunicação da UFSM/FW, coordena o projeto institucional “Promoção de Justiça de Gênero na UFSM/FW”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os micromachismos, como denomina o movimento feminista, são aquelas pequenas ações que as mulheres enfrentam diariamente: o homem que senta com as pernas exageradamente abertas no ônibus, o parceiro que a diminui em público, o irmão que coloca todas as responsabilidades de cuidado da família sobre ela, etc. Essas atitudes, embora pareçam isignificantes, precedem violências extremas, como o abuso sexual e o feminícidio. Elas formam a base de um projeto político que estabelece relações de poder na sociedade. “Há uma rede que é sutil, que por isso a gente não percebe, que mantém essa relação hierárquica entre homens e mulheres”, afirma Martins.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O primeiro passo a ser dado é a compreensão das mulheres de que esses pequenos comportamentos contribuem para a manutenção do sistema patriarcal que as subjuga. É importante reconhecer também que homens e mulheres não são iguais, e que a diferença em si não é o problema, mas sim a alegação de que as características que definem um homem, sejam biológicas ou sociais, são superiores do que definem uma mulher. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A intimidação, o controle do dinheiro, a pouca participação na rotina doméstica, o uso abusivo do espaço físico e o uso social do tempo são algumas das violências que constituem o que as pesquisadoras feministas vão chamar de  micromachismos coercitivos. Ou seja, são um conjunto de ações que criam obstáculos nas tomadas de decisões das mulheres. Para a professora, “esses micromachismos vão vir de basicamente todas as figuras masculinas com as quais nós convivemos”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Foi pensando nisso que o projeto Justiça de Gênero passou a realizar rodas de conversas exclusivas para mulheres, a iniciativa tem como objetivo acolher e conectar as mulheres do campus através da troca de experiências. "Todos os encontros de mulheres são celebrações feministas”, reitera Martins. </span></p>
<p> </p>
<p><em>Thayssa Kruger - Bolsista FIEX UFSM</em></p>
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