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				<title>Roteiros turísticos da erva-mate são lançados no 39º Carijo da Canção Gaúcha</title>
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				<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:24:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[O ‘Caminho dos Ervais’ percorre propriedades rurais produtoras de erva-mate
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><p>No final de maio, durante o 39º Carijo da Canção Gaúcha, foi lançado o roteiro turístico ‘Caminho dos Ervais’ em Palmeira das Missões. Desenvolvido pelo Programa de Pós-Graduação em Agronegócios da Universidade Federal de Santa Maria (PPGAgr/UFSM-PM), o projeto é uma das iniciativas vinculadas ao Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação (PROEXT-PG).</p>		
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										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/d3e69fba-78c2-46ae-9ca7-bafc02a17da5.jpg-1-1024x768.jpeg" alt="" />											<figcaption>Lançamento do roteiro turístico 'Caminho dos Ervais', com visita a um erval no interior de Palmeira das Missões.</figcaption>
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		<p>Rosani Spanevello, coordenadora do projeto, afirma que a iniciativa busca criar alternativas de renda para produtores familiares da erva-mate a partir do turismo rural. “Esta possibilidade acontece porque as propriedades analisadas possuem, além do erval, a agroindústria processadora. Isso significa dizer que o turista que busca o roteiro Caminhos dos Ervais encontra a paisagem da erva-mate (floresta ou os ervais) e pode acompanhar a transformação deste erval no produto final (erva-mate)”, explica. Além disso, o roteiro oferta produtos gastronômicos variados que são feitos com erva-mate por Vera Lucia Friderich da Cruz, uma das proprietárias da Ervateira Gurizinho. A agricultora conta que a família formada por ela, o marido Paulo Sérgio e a filha Katiuci, ficou feliz por poder mostrar, por meio do turismo, o cotidiano com a erva-mate e a rotina de trabalho.  “O projeto trouxe mais visibilidade, e com isso vem o retorno financeiro, o aumento das vendas e o reconhecimento do nosso trabalho”, afirma.</p>
<p> </p>
<p>O nascimento do roteiro turístico vinculado à erva-mate encontra na história de Palmeira das Missões uma de suas raízes. Reconhecida como o Berço da Erva-Mate no Rio Grande do Sul por meio da <b><u><i><a href="https://leisestaduais.com.br/rs/lei-ordinaria-n-15163-2018-rio-grande-do-sul-declara-o-municipio-de-palmeira-das-missoes-berco-da-erva-mate-no-estado-do-rio-grande-do-sul" target="_blank" rel="noopener">Lei Estadual 15.163</a>,</i></u></b> de 2018, a cidade tem tradição tanto na plantação de ervais quanto no processamento da planta por meio de ervateiras. Parte da preservação dessa cultura se dá por meio da instituição do <a href="https://www.palmeiradasmissoes.rs.leg.br/institucional/noticias/mateada-celebra-o-dia-municipal-da-erva-mate-em-palmeira-das-missoes" target="_blank" rel="noopener"><b><u><i>Dia Municipal da Erva-Mate</i></u></b></a> (24 de abril) e do <a href="https://leggicomunali.it/a/rs/p/palmeira-das-missoes/lei-ordinaria/2017/509/5089/lei-ordinaria-n-5089-2017-preserva-atraves-do-tombamento-o-pe-de-erva-mate-plantado-em-frente-do-pavilhao-vicente-da-silva-machado-netto-no-parque-de-exposicoes-tealmo-jose-schardong-no-municipio-de-palmeira-das-missoes-rs-devido-ao-seu-valor-historico"><i><u><b>tombamento</b></u></i> </a>de uma planta de erva-mate plantada em 1986. Além disso, o Festival Carijo da Canção Gaúcha, realizado anualmente no mês de maio, preserva as origens do processamento da erva-mate por meio da s<a href="https://www.instagram.com/p/DZBzofMDc6B/?img_index=3" target="_blank" rel="noopener"><u><b><i>ecagem e cancheamento</i></b></u></a> da planta. O nome do festival é uma palavra de origem caingangue e faz referência a uma técnica indígena de secagem da erva-mate.</p>		
			<h3>Os roteiros</h3>		
		<p>O itinerário dos roteiros compreende a visita a duas propriedades. Do centro de Palmeira das Missões, a equipe vai até a comunidade Santa Terezinha, onde visita os ervais da família Müller. Em um segundo momento, a visita é na Ervateira Gurizinho, de Paulo Sérgio e Vera, em que é possível acompanhar as etapas de secagem, moagem, processamento e embalamento do produto. Além disso, Vera oferta uma degustação gastronômica, com bolos, chá, sagu e carapinha (ou cri-cri) feitos com erva-mate. “É uma forma de gerar mais renda com o que já temos na propriedade, e para os visitantes é a oportunidade de ver como é feita a erva-mate, que tanto é apreciada. Já faço algumas receitas com erva-mate para os turistas degustarem, e estou desenvolvendo mais”, conta Vera.</p>		
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										<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/IMG_8491-1-768x1024.jpeg" alt="" />											<figcaption>Demonstração de colheita da erva-mate durante visita no erval da Família Müller.</figcaption>
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										<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/3368731c-258b-4957-bf25-dfcf5123b0c2.jpg-1-768x1024.jpeg" alt="" />											<figcaption>Caminhada no erval da Família Müller</figcaption>
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/f54dc267-9393-4079-8aeb-4751a0abff1b.jpg-1-1024x683.jpeg" alt="" />											<figcaption>Degustação de alimentos feitos com erva-mate na Ervateira Gurizinho.</figcaption>
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/b8e084bd-54e3-4a2c-9796-31588dc5dacb.jpg-1-1024x683.jpeg" alt="" />											<figcaption>Grupo de turistas acompanha o processamento da erva-mate na ervateira Gurizinho.</figcaption>
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		<p>O lançamento do ‘Caminho dos Ervais’ envolveu o percurso do roteiro turístico no dia 27 de maio, durante a tarde, e uma cerimônia de lançamento do <a href="https://www.youtube.com/watch?v=KlQJWfyGYRo&amp;list=PLBB5c0vb8B4Hx88Wv84wwK1S3BFeOh5_G"><u><b><i>vídeo do projeto</i></b></u></a> durante a noite, no Carijo. Para Cinara Martins da Silva, extensionista rural da Emater Ascar em Palmeira das Missões e parceira do projeto, a estreia ter ocorrido no Festival foi especial e tem sentido com as vivências da semana dedicada ao Carijo. “Quem foi deu um retorno de imensa satisfação para nós que planejamos. As pessoas voltaram encantadas com a paisagem do erval. Muita gente não conhece um pé de erva-mate, às vezes nunca teve contato. E [puderam] visitar um erval, participar, entender e sentir a natureza, a paz,  sair desse erval e ir para produção, para entender como é feita a erva-mate, como ela chega até o pacote. Foram só elogios”, relembra Cinara.</p><p>Uma semana antes, o grupo experimentou o trajeto a partir de um <a href="https://www.instagram.com/p/DYkAEucEUbJ/?img_index=1" target="_blank" rel="noopener"><b><u><i>roteiro-piloto</i></u></b></a>, com o objetivo de testar as visitas e melhorá-las a partir dos retornos das e dos turistas. Rosani explica que a atividade foi fundamental para preparar os produtores para receber os visitantes. Para Cinara, o teste evidenciou a importância de organizar as propriedades para acolher os turistas e entender onde é possível agregar mais valor aos roteiros. “É deixar no turista aquela sementinha de querer voltar ou de indicar para as demais pessoas”, conta. </p>
<p> </p>
<p>A extensionista afirma que a cidade tem muito potencial para ampliação destes roteiros turísticos, e não apenas da erva-mate. Ela evidencia a necessidade de criação de políticas públicas para fortalecimento das pequenas propriedades rurais, como as que estão em desenvolvimento por meio do projeto e junto à Secretaria de Turismo do município. “Esse projeto trouxe uma visibilidade muito grande para Palmeira das Missões e principalmente para a questão do turismo com erva-mate”, afirma Cinara.</p>
<p> </p>
<p>Rosani complementa que a cidade ainda tem escassas experiências em turismo rural, e o ‘Caminho dos Ervais’ busca mitigar essa ausência. “Acredito que essa experiência pode alavancar outras oportunidades para os produtores de erva-mate e para o próprio turismo rural. O roteiro também pode contribuir no encaminhamento da indicação geográfica da erva-mate no polo ervateiro das missões, na qual o município faz parte”, destaca a coordenadora.</p>		
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										<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/a07bdf8f-d238-4528-9e8e-124c49394f00.jpg-1-768x1024.jpeg" alt="" />											<figcaption>Processo de sapecagem da erva-mate recém-colhida durante 39º Carijo</figcaption>
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										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/IMG_9311-1-1024x768.jpeg" alt="" />											<figcaption>Cancheamento da erva-mate após o processo de secagem, que dura dias.</figcaption>
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										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/a13d3b7a-19ba-43b9-a03b-81454ec69879-1-1024x768.jpeg" alt="" />											<figcaption>Equipe do projeto junto aos produtores na Casa do Mate, no 39º Carijo.</figcaption>
										</figure>
			<h3>Próxima data já confirmada</h3>		
		<p>Para quem tem interesse em fazer o roteiro turístico ‘Caminho dos Ervais’, a próxima data já está confirmada. Será na tarde do dia 26 de junho e tem vagas limitadas. Mais informações sobre a atividade podem ser encontradas neste&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/p/DZpSJRcEd_L/?img_index=1" target="_blank"><i><u><b>post</b></u></i>&nbsp;</a>do instagram do projeto.</p>
<p></p>
<p><b>Reportagem</b>: Samara Wobeto, jornalista voluntária;</p>
<p><b>Fotos</b>: Projeto Estratégias e Alternativas para o Desenvolvimento Regional Sustentável.</p>]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>UFSM impulsiona turismo rural em Palmeira das Missões</title>
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				<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 00:59:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Universidade auxilia produtores a transformar o cultivo tradicional da erva-mate em novas oportunidades de renda e desenvolvimento local
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <section data-id="173a39a" data-element_type="section" data-model-cid="c26"> <p>A produção de erva-mate começa a ganhar novos desdobramentos na região de Palmeira das Missões – município do noroeste do Rio Grande do Sul reconhecido como “berço da erva-mate” por uma lei estadual. O que antes era visto principalmente como atividade agrícola passou a ser entendido como oportunidade de desenvolvimento regional.</p><p>“A nossa região tem muita capacidade para o turismo”, afirma a professora Rosani Marisa Spanevello, do Departamento de Zootecnia e Ciências Biológicas da UFSM-PM. O projeto de extensão que ela coordena, chamado “Estratégias e Alternativas para o Desenvolvimento Regional Sustentável”, tem a proposta de transformar o ciclo da erva-mate (plantio, colheita, beneficiamento e usos culturais) em experiência para os visitantes. A iniciativa envolve uma rede formada pela Universidade, Secretaria de Cultura e Turismo de Palmeira das Missões, Emater e pela recém-criada Associação dos Ervateiros.</p></section><section data-id="5ffd12d" data-element_type="section" data-model-cid="c35"><h2 data-elementor-setting-key="title">Diagnóstico no campo revela potencial</h2></section><section data-id="44d731f" data-element_type="section" data-model-cid="c44"><figure id="attachment_71606" aria-describedby="caption-attachment-71606"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-08-at-15.06.41-225x300.jpeg" alt="" width="400" height="533" /><figcaption id="caption-attachment-71606">Equipe da UFSM percorre as propriedades junto aos produtores de erva-mate</figcaption></figure><p>Durante o segundo semestre de 2025, professores e estudantes da UFSM percorreram as propriedades das seis famílias de produtores de erva-mate que aceitaram participar do projeto para conversar com os agricultores, observar áreas de cultivo e identificar vocações para o turismo de cada lugar.<br />Os relatórios desenvolvidos após as visitas apontaram potencial para caminhadas entre ervais, demonstrações de colheita, degustação de chimarrão e atividades relacionadas à memória da produção da erva-mate. Pretende-se valorizar a história local e abrir novas alternativas de renda.<br />Para alguns produtores, o processo já provocou mudanças na percepção sobre a própria terra. “Mudou o modo de enxergar nossa propriedade”, relata Vera Lucia Friderich da Cruz, da Ervateira Gurizinho. “Para nós, que trabalhamos aqui diariamente, é só o nosso trabalho. A UFSM e a Emater nos fizeram ver que existem muitas possibilidades.”<br />Ao longo do ano, a UFSM e a Emater ofereceram capacitações sobre temas como hospitalidade rural, turismo de natureza e organização da propriedade. A conversa com especialistas ajudou a romper a ideia de que o turismo dependeria de grandes investimentos e obras complexas. Para muitas propriedades, ajustes simples, como manejo do lixo, roçada das trilhas e placas de identificação, possibilitam a criação de atividades turísticas de baixo custo e alto valor cultural.<br />De acordo com a professora Rosani, a lógica é semelhante a qualquer outra atividade econômica: produzir morangos, ovos ou laranjas também exige investimento. No turismo, a diferença está em aproveitar o que a propriedade já oferece: o ambiente natural, as histórias da família e a relação com a erva-mate.</p><h2>Primeiros roteiros começam a tomar forma </h2></section><section data-id="44fe402" data-element_type="section" data-model-cid="c6727"><p>Com base nos diagnósticos, a equipe da UFSM está ajudando os produtores a imaginar diferentes usos turísticos para cada propriedade. Para isso, utiliza ferramentas de design e imagens criadas com apoio de inteligência artificial, simulando trilhas, mirantes, casas na árvore, balanços e outros elementos. Há propriedades com ervais sombreados por árvores centenárias e outras com vocação para gastronomia, que produzem bolos e sagus com erva-mate.</p><p>“O mais interessante é o ar puro, o sossego, a sombra boa e a paisagem linda”, descreve Vera, da ervateira Gurizinho. A expectativa é oferecer aos visitantes um ambiente de simplicidade, descanso e acolhimento. “A gente espera mostrar que existe um lugar de refúgio, onde tudo é simples, mas muito bonito — e, claro, espera ter retorno financeiro”, afirma.</p></section><section data-id="62f084e" data-element_type="section" data-model-cid="c8273"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-08-at-15.06.40-768x1024.jpeg" alt="" width="768" height="1024" /><figcaption>A produtora rural Vera da Cruz junto a bolos e sagu feitos com erva-mate</figcaption></figure> <figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/IA-erval.jpg" alt="" width="576" height="864" /><figcaption>"Trilha do erval" é uma das propostas de turismo rural. Imagem criada por Inteligência Artificial. </figcaption></figure></section><section data-id="40c34d2" data-element_type="section" data-model-cid="c71"><h2 data-elementor-setting-key="title">Indicação geográfica: reconhecimento que pode fortalecer o setor</h2></section><section data-id="ffd221e" data-element_type="section" data-model-cid="c80"><p>Outra frente do projeto é a discussão sobre a indicação geográfica (IG) da erva-mate produzida em Palmeira das Missões. Concedida pelo INPI, a IG funciona como um selo de origem que certifica características únicas do produto — sabor, cor, qualidade e história associadas ao território.<br />Para apresentar a ideia aos agricultores, foi realizada uma visita a Machadinho, cidade que já possui registro de IG de erva-mate. A comparação permitiu que os produtores visualizassem a potência local. “Eles perceberam, ao ver de perto, que Palmeira também têm muito potencial”, conta Rosani.<br />A professora recorre a um exemplo conhecido do público gaúcho para explicar o conceito: “O vinho pode ser produzido em vários lugares. Mas o vinho do Vale dos Vinhedos tem um sabor, uma cor, uma qualidade e uma história que são daquele território.”<br />Segundo ela, a erva-mate de Palmeira pode trilhar caminho semelhante, conquistando reconhecimento por atributos próprios. O processo, porém, exige articulação coletiva — por isso a Universidade tem apoiado os produtores na compreensão e preparação para uma futura candidatura. </p></section><section data-id="449b085" data-element_type="section" data-model-cid="c89"><h2 data-elementor-setting-key="title">Próximos passos </h2></section><section data-id="cbf7ad4" data-element_type="section" data-model-cid="c98"><p>Com os diagnósticos concluídos e as primeiras capacitações realizadas, o próximo semestre será dedicado ao planejamento das atividades experimentais. A proposta é que, durante o Festival do Carijo, que vai ser realizado em maio de 2026, a Secretaria de Cultura e Turismo promova visitas-piloto às propriedades participantes. Será uma oportunidade para testar fluxos, observar a recepção dos primeiros grupos e ajustar a estrutura para roteiros futuros.<br />Até lá, as propriedades devem realizar os pequenos ajustes sugeridos nas devolutivas elaboradas pela UFSM. A expectativa é construir um circuito inicial que permita aos visitantes vivenciar o cultivo da erva-mate e compreender a importância desse patrimônio para o território.</p><p>Repórter: Luciane Treulieb</p><p>Imagens cedidas pelo projeto</p></section>]]></content:encoded>
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