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				<title>Quando ensinar também transforma quem ensina: os impactos do Sumo Educacional na formação de seus integrantes</title>
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				<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 18:59:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Programa de extensão da UFSM evidencia a formação acadêmica, profissional e cidadã dos estudantes envolvidos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Entrar em uma sala de aula pela primeira vez, observar alguns alunos atentos — outros nem tanto —, e perceber que o conteúdo pode realmente influenciar a forma como essas pessoas lidam com o dinheiro é uma experiência marcante. Para muitos estudantes universitários, esse momento marca o início de uma transformação que vai além do aprendizado técnico. É nesse processo que a extensão universitária se mostra uma via de mão dupla: ao levar conhecimento à comunidade, também promove aprendizados profundos para quem ensina.</p><p>Essa é a realidade vivenciada pelos integrantes do Sumo Educacional, programa de extensão vinculado à Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Criado com o objetivo de promover a educação financeira em escolas públicas, na formação de professores e junto a jovens em situação de vulnerabilidade social, o Sumo tem mostrado que seu impacto não se limita ao público externo. Ele transforma, de forma significativa, a trajetória acadêmica, profissional e pessoal de quem faz parte da equipe.</p><p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/04/WhatsApp-Image-2026-03-31-at-12.25.56-1024x729.jpeg" alt="" width="1024" height="729" /></p><p> </p>		
			<h2>Aprender fazendo: a sala de aula como espaço de formação</h2>		
		<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-06-155402.jpg" alt="" width="400" height="372" />Para muitos integrantes do Sumo, o primeiro contato com a extensão vem acompanhado de nervosismo. Ansiedade antes das aulas, receio de não conseguir engajar os estudantes ou de não dominar completamente o conteúdo fazem parte do processo. No entanto, esses sentimentos iniciais dão lugar, com o tempo, à autoconfiança, à satisfação e ao sentimento de realização.</p><p>Os relatos dos participantes mostram um percurso comum: a insegurança inicial vai sendo substituída pela percepção de que o conhecimento acadêmico ganha sentido quando aplicado na prática. Ao preparar aulas, adaptar a linguagem ao público e lidar com realidades sociais diversas, os estudantes desenvolvem habilidades que dificilmente seriam adquiridas apenas dentro da sala de aula da universidade. “Depois da aula, vem um sentimento de missão cumprida”, relatou uma das participantes. “A gente sai cansado, mas com a certeza de que aquilo fez diferença para alguém.”</p>		
			<h2>Educação financeira que começa em casa</h2>		
		<p>Um dos efeitos mais recorrentes observados entre os integrantes do Sumo é a mudança na própria relação com o dinheiro. Planejamento financeiro, controle de gastos, uso consciente do crédito e organização do orçamento deixam de ser apenas conceitos ensinados e passam a fazer parte do cotidiano deles.</p><p>A maioria dos participantes relata melhorias em seu comportamento financeiro. Alguns passaram a usar planilhas, outros começaram a poupar ou a refletir mais antes de consumir. Para muitos, o contato direto com a realidade das escolas públicas e com jovens em situação de vulnerabilidade ampliou a consciência sobre desigualdade e endividamento no Brasil, reforçando a importância social da educação financeira.</p><p>Essa vivência prática também rompe “bolhas”. Ao sair do ambiente universitário e atuar em escolas e instituições sociais, os integrantes</p><p>passam a compreender melhor os desafios enfrentados por grande parte da população brasileira.</p>		
			<h2><p>Muito além do conteúdo: desenvolvimento humano e profissional</p></h2>		
		<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-06-154858-1024x551.jpg" alt="" width="800" height="430" />Os impactos do Sumo Educacional não se restringem ao campo financeiro. Os participantes destacam ganhos expressivos em habilidades como comunicação, oratória, liderança, trabalho em equipe, empatia e organização. Muitos relatam que aprenderam a falar em público, a se posicionar com mais segurança e a lidar com diferentes perfis de pessoas.</p><p>Além disso, a estrutura interna do programa permite que os estudantes atuem também na gestão, comunicação, expansão e organização das atividades. Essa vivência proporciona uma formação interdisciplinar, aproximando os integrantes de experiências semelhantes às do mercado de trabalho, mas com um forte componente social.</p><p>“O Sumo me mostrou que eu posso usar o que aprendo na Universidade para transformar realidades”, resumiu um participante. “E isso muda a forma como a gente se vê como estudante e como cidadão.”</p>		
			<h2><h3>Extensão como permanência e pertencimento</h3></h2>		
		<p>Outro aspecto relevante destacado pelos integrantes é o papel da extensão na permanência universitária. O sentimento de pertencimento, a criação de vínculos sociais e a percepção de utilidade social fazem com que muitos estudantes se sintam mais motivados a permanecer na universidade.</p><p>Para alguns, a participação no Sumo foi decisiva para não desistir da graduação. A possibilidade de aplicar o conhecimento, de receber bolsas de extensão e de fazer parte de um grupo com propósito claro fortalece o vínculo com a instituição e reduz a sensação de distanciamento entre universidade e sociedade..</p>		
			<h3>Uma via de mão dupla que gera impacto social
</h3>		
		<p>Os resultados do estudo que embasa este texto mostram que os próprios integrantes percebem o Sumo Educacional como fortemente alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente aqueles relacionados à educação de qualidade, redução das desigualdades e trabalho decente.</p><p>Ao ensinar educação financeira, os estudantes aprendem sobre o conteúdo, sobre si mesmos e sobre a sociedade. A extensão deixa de ser apenas uma atividade complementar e passa a ser um espaço central de formação cidadã, acadêmica e humana.</p><p>A experiência do Sumo Educacional reforça uma ideia fundamental: quando a universidade se abre para a comunidade, ela não apenas cumpre seu papel social, mas também se transforma. E, nesse processo, forma profissionais mais conscientes, preparados e comprometidos com a realidade que os cerca. No fim das contas, ensinar também é aprender. E, no Sumo, essa lição é vivida todos os dias.</p><p>Texto: Natali Cassola, integrante do Sumo e doutoranda na PUCRS</p><p>Edição: Luciane Treulieb</p><p>Ilustração: Evandro Bertol</p><p>Imagens em sala de aula capturadas do <a href="https://www.youtube.com/watch?v=QZyy5vPkjLU" target="_blank" rel="noopener">vídeo do Sumo Educacional</a></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Sumo Educacional ensina educação financeira por meio de jogos educativos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2025/08/01/sumo-educacional-ensina-educacao-financeira-por-meio-de-jogos-educativos</link>
				<pubDate>Fri, 01 Aug 2025 16:50:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Além do Arco]]></category>
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		<category><![CDATA[dinheiro dá em árvore]]></category>
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						<description><![CDATA[Desenvolvido na UFSM, o jogo Pense e Ganhe Dinheiro aborda temas cotidianos e matemáticos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O cenário financeiro é de aumento do endividamento das famílias brasileiras. De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), em abril de 2025, 77,6% das famílias estavam endividadas. A pesquisa é feita periodicamente pela Confederação Nacional do Comércio (CNC). </p><p> </p><p>Dados como esses motivaram a criação do projeto Sumo Educacional, que busca promover a educação financeira de maneira simples e acessível. O projeto está entre os contemplados pela atual edição do Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação (PROEXT-PG). Natali Morgana Cassola, integrante do projeto e mestranda no Programa de Pós-Graduação em Economia e Desenvolvimento (PPGE&amp;D) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), explica que o programa atua em três frentes. O primeiro trata da formação de professores da rede escolar, por meio da oferta de cursos presenciais e online. O segundo braço aborda a alfabetização financeira de alunos da rede pública, com ações presenciais nas escolas. Por fim, a terceira frente de atuação leva a educação financeira a pessoas em situação de vulnerabilidade, com foco  em crianças e adolescentes que vivem em abrigos.</p><p>Para Rafaela Boeni Miguel, estudante de Economia na UFSM, o Sumo Educacional populariza o acesso ao conhecimento. “O projeto é uma porta de entrada para a educação financeira para muitas pessoas. Vai ter reflexos no planejamento, na vida profissional, na realização de sonhos”, pontua. As três frentes de atuação se interseccionam com a aplicação de um jogo educativo chamado ‘Pense e Ganhe Dinheiro’. Rafaela pontua que esta foi a metodologia mais efetiva encontrada para trabalhar com jovens e adolescentes: “É um conteúdo que envolve matemática e números, exige parar, pensar e se organizar”. Ela afirma que métodos tradicionais, como  sentar  em uma cadeira para ouvir o professor e ler slides sobre educação financeira não são as maneiras mais efetivas de trabalhar com jovens”.</p>		
			<h3>Desmistificar o dinheiro</h3>		
		<p>Temas como dinheiro, crédito e débito, salários e descontos, parcelamento e endividamento ainda são pouco trabalhados nas escolas. “Em um contexto em que a educação financeira ainda é tratada de forma pontual, oferecer recursos interativos como os jogos é uma maneira eficaz de garantir que os alunos aprendam de forma significativa e se sintam motivados a aplicar esse conhecimento na vida real”, explica Natali. Para a pesquisadora, a importância está em tornar o processo de aprendizado mais atrativo, dinâmico e conectado com a realidade social dos estudantes.</p>		
							“Eu acho que desmistifica essa ideia de que ‘a educação financeira não é para mim, não é para o meu bico, não é para a minha classe social…’ E ela é para todo mundo, sabe?” <b>- Rafaela Boeni Miguel, estudante de Economia da UFSM.</b>
		<p>Para Rafaela, os jogos facilitam o entendimento de conceitos e conteúdos que jovens e adolescentes não têm oportunidades de aprender. O jogo desenvolvido pelo projeto auxilia na revisão dos conteúdos teóricos trabalhados em sala de aula. Natali sinaliza que há estímulo de competitividade saudável e, consequentemente, de engajamento dos participantes e entendimento dos conceitos. “Permitem simular situações do dia a dia, como tomada de decisões financeiras, planejamento e consumo. Promove a compreensão prática dos conteúdos”, complementa a pesquisadora.</p>		
			<h3>Educação financeira em jogos educativos</h3>		
		<p>O ‘Pense e Ganhe Dinheiro’ foi desenvolvido pelo grupo do Sumo Educacional. O jogo educativo é inspirado no programa ‘Passa ou Repassa’, exibido pela emissora SBT. Os estudantes se organizam em dois times. O jogo de perguntas e respostas é mediado por um narrador, que deve ser o professor. A cada rodada, duas pessoas do time adversário se enfrentam e precisam responder perguntas com temáticas que envolvem questões financeiras, sociais e cotidianas. Cada acerto é recompensado com ‘patacas’, que representam o dinheiro. Se acertar na primeira etapa, o estudante leva o valor mais alto. Caso não saiba, pode repassar para o adversário. Se este não souber, abre-se a possibilidade de desafios, que podem ser tanto perguntas quanto contas matemáticas. O time vencedor é aquele que soma mais patacas. Uma sineta fica entre os competidores e é acionada por quem souber a resposta para a pergunta. Uma ampulheta controla o tempo do jogo.</p>		
										<figure>
										<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/08/WhatsApp-Image-2025-07-16-at-16.54.16-1-768x1024.jpeg" alt="Cerca de oito pessoas estão em pé, espalhadas em um ambiente de sala de aula. No meio da foto, há uma mesa redonda, em que estão elementos de um jogo: cartas coloridas, sineta e ampulheta. Uma mulher segura um saco de tecido e lê uma das cartinhas." />											<figcaption>Aplicação do jogo em escola da rede pública de Santa Maria.</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/08/WhatsApp-Image-2025-07-16-at-16.54.15-768x1024.jpeg" alt="Fotografia de três estudantes em sala de aula. Há uma mesa entre dois deles, que se olham e estão com uma das mãos atrás da orelha e a outra apontada sobre a mesa. Atrás da classe escolar, uma mulher em pé lê uma carta. Sobre a mesa, há uma sineta, ampulheta e elementos em papeis coloridos." />											<figcaption>Estudantes jogam o ‘Pense e Ganhe Dinheiro’.</figcaption>
										</figure>
		<p>Inicialmente, o projeto utilizava um jogo terceirizado, que exigia a compra de um kit com materiais específicos. No entanto, os integrantes do Sumo perceberam que ele não se adequava à realidade das escolas públicas por conta do custo elevado. “Como a proposta do Sumo Educacional é justamente tornar a educação financeira acessível, optamos por desenvolver um jogo próprio, que pudesse ser reproduzido com facilidade pelos professores e adaptado conforme as necessidades de cada escola”, destaca Natali. O ‘Pense e Ganhe Dinheiro’ foi desenvolvido com materiais simples e acessíveis, além de estar adequado aos conteúdos da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). O desenvolvimento do jogo foi feito de maneira coletiva, por cerca de 15 integrantes do Sumo Educacional.</p>		
			<h3>Pataca e a lenda do dinheiro que dá em árvore</h3>		
		<p>O nome da moeda do jogo, pataca, faz referência a uma lenda segundo a qual dinheiro nasce em árvore. De acordo com uma reportagem do G1, a Dillenia indica, também conhecida como Maçã-de-elefante ou árvore das patacas, é originária da Índia e foi trazida ao Brasil por D. João VI em 1808.  Suas flores se fecham para formar o fruto, que lembra uma espécie de cofre. Naquela época, a moeda que circulava no Brasil se chamava justamente pataca, de origem portuguesa. Conforme o guia do jogo, Dom Pedro I escondia as patacas nos frutos dessa árvore, o que teria originado a lenda. Rafaela ainda pontua que o nome traz o significado de abundância para a vida das pessoas.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/08/IMG_8593-1024x683.jpg" alt="Jogo Pense e Ganhe Dinheiro sobre mesa escolar. Sobre a mesa, duas sinetas em tom prata e uma ampulheta de plástico. Também tem cédulas de dinheiro pataca, do jogo, sobre sacos de tecido coloridos em tons verde, rosa e azul." />											<figcaption>Elementos do jogo: Patacas, Perguntas, Desafios, sinetas e ampulheta.</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="984" height="554" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/08/snapshot-35.jpg" alt="Fotografia colorida de uma flor de pataca dentro de uma espécie de cofre. As pétalas verdes e duras estão se fechando. Dentro, sobre o miolo da flor, está uma moeda de um real." />											<figcaption>Flor da árvore com as pétalas fechando. Reprodução: G1.</figcaption>
										</figure>
			<h3>Operação Salário Mínimo</h3>		
		<p>Formada em Economia pela UFSM e integrante do Sumo Educacional desde a graduação, Natali Cassola tem o projeto de extensão como objeto de estudo no mestrado. No último semestre, ela cursou uma disciplina do Programa de Pós-Graduação em Tecnologias Educacionais em Rede (PPGTER) da UFSM. Chamada ‘Jogos na Educação’, a disciplina discute aspectos teóricos e práticos sobre o uso, desenvolvimento e avaliação de jogos digitais e não digitais em contextos educacionais. “Busquei essa disciplina justamente porque queria aprofundar meus conhecimentos sobre jogos educativos, especialmente no ambiente escolar. Foi uma experiência muito enriquecedora: aprendi conceitos que até então não conhecia, tive contato com jogos educacionais de diferentes áreas e, ao final, tive a oportunidade de elaborar um jogo”, conta Natali. </p><p> </p><p>‘Operação Salário Mínimo’ é o nome do produto da disciplina, elaborado por Natali e mais duas colegas. O jogo simula, de forma lúdica, os desafios financeiros enfrentados por pessoas que vivem com rendas limitadas. “O jogo trabalha temáticas como planejamento financeiro, consumo consciente, imprevistos e bem-estar, e acredito que ele pode ser adaptado e utilizado também em aulas de educação financeira, especialmente pela sua proximidade com a realidade dos estudantes”, explica a pesquisadora. De acordo com ela, a intenção é que o jogo seja aplicado no Sumo Educacional a partir do próximo semestre.</p><p> </p><p>Um dos maiores aprendizados da experiência, para Natali, é o de que o desenvolvimento de jogos educativos deve levar em conta o alinhamento com objetivos pedagógicos definidos e que estejam de acordo com a realidade dos estudantes.</p>		
							“O jogo precisa ser mais do que divertido: deve proporcionar experiências de aprendizagem significativas. Isso envolve pensar em uma mecânica clara, regras acessíveis, linguagem adequada e, principalmente, em situações que estimulem a reflexão e a tomada de decisões. Um bom jogo educativo deve, ao mesmo tempo, engajar os alunos e contribuir para a construção do conhecimento de forma prática e crítica” - Natali Morgana Cassola, integrante do Sumo Educacional.
			<h3>Saiba mais</h3>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Acompanhe o Sumo Educacional no <a style="text-decoration: none" href="https://www.instagram.com/sumoeducacional/">instagram</a>.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Confira o <a style="text-decoration: none" href="https://www.youtube.com/watch?v=QZyy5vPkjLU&amp;list=PLBB5c0vb8B4Hx88Wv84wwK1S3BFeOh5_G">vídeo oficial sobre o projeto</a> produzido pela equipe do Além do Arco.</p><p><b style="font-weight: normal"> </b></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Reportagem: Samara Wobeto, jornalista</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Fotos: Samara Wobeto, jornalista; e Natali Cassola</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Edição: Luciane Treulieb, jornalista</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Você sabia que seu cérebro pode sabotar suas decisões financeiras?</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2025/04/10/voce-sabia-que-seu-cerebro-pode-sabotar-suas-decisoes-financeiras</link>
				<pubDate>Thu, 10 Apr 2025 12:50:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Mestranda na UFSM e integrante do Projeto Sumo Educacional explica que educação financeira também é sobre comportamento, não só matemática]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Quando se fala em educação financeira, muitas pessoas pensam em matemática básica: saber calcular juros, fazer orçamentos e planejar gastos. Mas a realidade é que nossa relação com o dinheiro é também influenciada por fatores psicológicos e comportamentais, muitas vezes sem que percebamos. Isso acontece porque nosso cérebro utiliza "atalhos" para tomar decisões rápidas, o que pode nos levar a escolhas financeiras impulsivas ou irracionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Meu nome é Natali Morgana Cassola, sou mestranda em Economia e Desenvolvimento na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), onde desenvolvo pesquisas na área de educação financeira, com ênfase na avaliação de políticas públicas e na análise de dados educacionais. Também atuo no <a href="https://www.ufsm.br/projetos/extensao/sumoeducacional">Sumo Educacional</a>, um programa de extensão voltado para a disseminação da educação financeira. Nosso objetivo é transformar a relação das pessoas com o dinheiro, oferecendo conhecimento que permite escolhas mais conscientes e equilibradas. </span></p>
<p><img class="alignright size-large wp-image-295" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/04/imagem-educacao-financeira-1024x667.jpg" alt="" width="1024" height="667" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mais do que ensinar a economizar ou investir, a educação financeira contribui para evitar o endividamento e promover qualidade de vida, especialmente entre pessoas em situação de vulnerabilidade. No Sumo Educacional, capacitamos professores e estudantes do Ensino Fundamental e Médio a identificar padrões de comportamento relacionados às finanças e a desenvolver estratégias para enfrentá-los de forma responsável.</span></p>
<p><b>Como nossos cérebros são influenciados?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A economia tradicional, fundamentada em autores como Paul Samuelson, parte do pressuposto de que os consumidores são racionais e tomam decisões com o objetivo de otimizar seus recursos. Isso significa utilizar seu dinheiro da melhor forma possível para obter o máximo de benefício. Por exemplo, ao escolher entre duas marcas de um mesmo produto, o consumidor racional optaria por aquela que oferece a melhor combinação entre qualidade e preço.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No entanto, a economia comportamental, como discutido no livro </span><i><span style="font-weight: 400">Microeconomia: Uma Abordagem Moderna</span></i><span style="font-weight: 400">, de Hal Varian, mostra que não somos tão racionais quanto gostaríamos de acreditar. Nosso cérebro recorre a heurísticas e atalhos mentais para lidar com a complexidade das decisões financeiras, o que nos torna suscetíveis a diferentes vieses cognitivos.</span></p>
<p><b>Principais vieses que influenciam suas compras</b></p>
<h3><b>1. Viés da Ancoragem</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Nossa percepção de valor pode ser influenciada pelo primeiro preço que vemos. Por exemplo, um restaurante pode incluir um prato extremamente caro no cardápio não para vendê-lo, mas para que o segundo item mais caro pareça mais acessível e seja escolhido. Essa estratégia é amplamente estudada em obras como </span><i><span style="font-weight: 400">Misbehaving</span></i><span style="font-weight: 400"> de Richard Thaler.</span></p>
<h3><b>2. Viés da Escassez</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Quando um produto é apresentado como "edição limitada" ou "últimas unidades", tendemos a valorizá-lo mais e tomamos decisões precipitadas para garantir a compra. Essa técnica é amplamente usada por lojas online com contadores de estoque e prazos limitados para ofertas. O livro </span><i><span style="font-weight: 400">Rápido e Devagar: Duas Formas de Pensar</span></i><span style="font-weight: 400">, de Daniel Kahneman, explica como essa percepção de urgência afeta nosso julgamento.</span></p>
<h3><b>3. Aversão à Perda</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Perdemos mais do que ganhamos. Esse viés faz com que evitemos perder um desconto ou um benefício mesmo que, racionalmente, a compra não seja vantajosa. Programas de fidelidade e ofertas "compre agora para não perder" se aproveitam desse mecanismo. Como mostrado por Dan Ariely em </span><i><span style="font-weight: 400">Previsivelmente Irracional</span></i><span style="font-weight: 400">, somos mais sensíveis à perda do que ao ganho equivalente.</span></p>
<h3><b>4. Efeito da Propriedade (Endowment Effect)</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Esse viés faz com que atribuamos um valor maior a algo apenas porque já o possuímos. Muitas vezes, seguramos investimentos ruins ou acumulamos itens desnecessários porque sentimos que perdemos algo valioso. Esse fenômeno, estudado por Richard Thaler, mostra como nos apegamos a bens e investimentos de forma irracional, mesmo quando seria mais vantajoso vendê-los ou descartá-los.</span></p>
<p><b>Como o marketing explora esses vieses?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">As estratégias de marketing e publicidade são construídas para explorar as fragilidades cognitivas dos consumidores, manipulando seus processos psicológicos e influenciando suas decisões de consumo. Desde o layout de supermercados, que posiciona itens caros ao nível dos olhos, até as promoções que enfatizam o "desconto imperdível", tudo é pensado para criar uma experiência de compra que favorece escolhas impulsivas e irracionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, o marketing emocional é uma tática poderosa, em que as marcas utilizam apelos emocionais e figuras públicas para criar um vínculo afetivo com os consumidores. Ao associar produtos a sentimentos como felicidade, sucesso ou pertencimento, o marketing influencia as escolhas de compra com base em emoções e identidade. Isso faz com que os consumidores tomem decisões guiadas por desejos emocionais, muitas vezes ignorando suas necessidades reais.</span></p>
<p><b>É possível se proteger desses vieses?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Felizmente, é possível treinar o cérebro para resistir a essas armadilhas cognitivas. Algumas estratégias incluem:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><b>Criar listas de compras e segui-las rigorosamente:</b><span style="font-weight: 400"> Isso ajuda a evitar compras por impulso e garante que as decisões de consumo sejam baseadas em necessidades reais.</span></li>
<li style="font-weight: 400"><b>Definir um tempo mínimo antes de tomar decisões financeiras importantes:</b><span style="font-weight: 400"> Adotar a regra das 24 horas para grandes compras permite que o cérebro avalie melhor se o gasto é realmente necessário.</span></li>
<li style="font-weight: 400"><b>Comparar preços e condições sem pressa:</b><span style="font-weight: 400"> Avaliar diferentes fornecedores e buscar feedbacks pode evitar compras precipitadas motivadas por gatilhos emocionais.</span></li>
<li style="font-weight: 400"><b>Evitar compras sob pressão, especialmente diante de promoções com tempo limitado:</b><span style="font-weight: 400"> Muitas ofertas criam um senso de urgência artificial que pode levar a decisões apressadas.</span></li>
<li style="font-weight: 400"><b>Utilizar aplicativos e ferramentas que auxiliam no planejamento financeiro:</b><span style="font-weight: 400"> Aplicativos de controle de gastos podem oferecer alertas e análises que ajudam a manter o orçamento sob controle. Exemplos: <a href="https://www.organizze.com.br/">Organizze</a> e <a href="https://minhaseconomias.com.br/">Minhas Economias</a>.</span></li>
<li style="font-weight: 400"><b>Adotar estratégias de mentalidade financeira saudável:</b><span style="font-weight: 400"> Ler sobre economia comportamental e praticar o consumo consciente podem reforçar hábitos financeiros mais equilibrados.</span></li>
</ul>
<p><b>Dica prática para evitar compras por impulso </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A partir dos estudos que venho fazendo para minha pesquisa, se eu pudesse dar uma única dica prática para quem quer evitar compras impulsivas, seria: questione-se sempre antes de comprar. Pergunte-se: "Se eu não tivesse visto essa oferta, eu realmente precisaria desse produto?". Criar esse hábito pode ser um grande passo para evitar armadilhas do consumo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Afinal, dinheiro bem administrado não é apenas sobre contas matemáticas, mas também sobre conhecer e controlar nossas próprias emoções e comportamentos financeiros.</span></p>
<p><em>A proposta do Sumo Educacional foi uma das contempladas pelo edital PROEXT-PG UFSM Além do Arco/2024.</em></p>
<p>Texto: Natali <span style="font-weight: 400">Morgana Cassola</span></p>
<p>Edição: Luciane Treulieb</p>
<p>Ilustração: Evandro Bertol</p>
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													</item>
						<item>
				<title>Sumo Educacional promove educação financeira como ferramenta de transformação social</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2024/10/14/sumo-educacional-promove-educacao-financeira-como-ferramenta-de-transformacao-social</link>
				<pubDate>Mon, 14 Oct 2024 17:43:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Além do Arco]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
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						<description><![CDATA[Projeto da UFSM utiliza jogos e plataformas digitais para capacitar diferentes públicos a tomarem decisões financeiras mais conscientes]]></description>
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<p>A <strong>educação financeira</strong> tem se tornado uma ferramenta essencial para o desenvolvimento social e econômico, principalmente em um país como o Brasil, onde altos índices de <strong>endividamento</strong> e desconhecimento sobre <strong>gestão financeira</strong> são desafios constantes. Para enfrentar essa realidade, iniciativas como o <strong>Sumo Educacional</strong>, uma organização social dedicada à popularização da <strong>educação financeira</strong>, ganham destaque ao promover ações que buscam capacitar diferentes públicos para tomar <strong>decisões financeiras mais conscientes</strong>. </p>
<p><img class="size-large wp-image-258 aligncenter" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2024/10/imagem_entrevista-4_001-1024x667.jpg" alt="" width="1024" height="667" /></p>
<p> </p>
<p>Nesta entrevista com <strong>Kalinca Léia Becker</strong>, professora do Departamento de Economia e Relações Internacionais da <strong>UFSM</strong> e coordenadora do <strong>Sumo Educacional</strong>, apresentamos mais detalhes sobre o projeto, que foi um dos selecionados pelo <strong>Proext-PG UFSM Além do Arco</strong> e que busca contribuir para uma <strong>transformação social</strong> significativa. Confira a seguir:</p>
<p><strong>1. Como o projeto Sumo visa impactar a sociedade?</strong><br />O <strong>Sumo Educacional</strong> é uma organização social dedicada à popularização da <strong>educação financeira</strong> no Brasil, com o objetivo de capacitar diferentes públicos a tomar <strong>decisões financeiras mais conscientes</strong>. O Sumo se organiza em três frentes de atuação: a <strong>alfabetização financeira</strong> de alunos da rede pública, a <strong>formação de professores</strong> para ensinar <strong>educação financeira</strong> em sala de aula e o trabalho com <strong>populações vulneráveis</strong>, incluindo jovens em situação de acolhimento. Para atingir esses objetivos, a metodologia do curso busca promover uma interação mais eficaz com o conteúdo, utilizando <strong>jogos</strong> e metodologias dinâmicas que refletem a realidade e aumentam a motivação tanto de professores quanto de alunos. Além disso, pretende-se construir uma <strong>plataforma de conteúdos</strong> que permita a formação continuada do público-alvo. Essa abordagem permite potencializar os resultados do projeto e contribuir para a melhoria da qualidade de vida das comunidades atendidas, além de reduzir o <strong>endividamento familiar</strong>, especialmente entre grupos de baixa renda.</p>
<p><strong>2. Por que o projeto é importante?</strong><br />A iniciativa é de extrema relevância considerando os altos índices de <strong>endividamento</strong> das famílias brasileiras e o baixo nível de conhecimento em <strong>educação financeira</strong>, que afeta ainda mais as populações de baixa renda. Esse tipo de iniciativa é essencial para que indivíduos desenvolvam <strong>autonomia financeira</strong>, o que contribui para o bem-estar social e para a construção de um futuro mais seguro economicamente.<br />Além dos impactos diretos nas frentes de atuação, o <strong>Sumo Educacional</strong> também promove um ambiente de <strong>inovação social</strong> e acadêmica. A criação de novas metodologias de ensino e a <strong>formação contínua de professores</strong> demonstram o potencial de expansão do projeto, não apenas em termos de alcance, mas também em relação à profundidade e complexidade dos conhecimentos que estão sendo transmitidos. Essa abordagem <strong>multidisciplinar</strong> e colaborativa, que integra diferentes áreas do conhecimento, pode servir como um modelo para outras iniciativas de <strong>educação financeira</strong> em diferentes contextos.</p>
<p><strong>3. Como participar de projetos de extensão influenciou a tua carreira?</strong><br />A <strong>extensão</strong> promoveu a minha aproximação com o público escolar, contribuindo para que eu conhecesse de forma mais precisa a sua realidade e demandas. Isso influenciou fortemente minhas pesquisas na área de <strong>economia social</strong> e <strong>economia da educação</strong>, uma vez que o contato direto com o objeto analisado permite um conhecimento mais preciso das suas relações e dinâmicas. A extensão também influenciou minhas atividades de ensino, uma vez que é necessário capacitar os alunos da <strong>UFSM</strong> para atuar como promovedores da <strong>educação financeira</strong>, contribuindo para a formação mais qualificada do corpo discente, preparando-os para a atuação junto à sociedade. A extensão também gerou atividades de <strong>inovação</strong>, uma vez que se identificou a necessidade de desenvolver uma metodologia de ensino adequada ao público-alvo, bem como uma <strong>plataforma de conteúdos</strong> para proporcionar a <strong>formação continuada</strong>. Em suma, a experiência da extensão contribuiu para desenvolver e aprimorar as atividades de <strong>ensino</strong>, <strong>pesquisa</strong> e <strong>inovação</strong>, que, por sua vez, também contribuem para aprimorar as atividades de extensão e seus resultados, promovendo um ciclo virtuoso de conhecimento.</p>
<p><strong>4. Qual é a importância de um edital como o Proext-PG para estimular a extensão na pós-graduação? Que impactos os projetos contemplados pelo edital podem causar?</strong><br />Editais como o <strong>Proext-PG</strong> são cruciais para promover a extensão na <strong>pós-graduação</strong>, uma vez que fornecem os recursos necessários para que organizações como o <strong>Sumo Educacional</strong> sejam expandidas. A <strong>extensão universitária</strong> desempenha um papel importante ao conectar o conhecimento acadêmico com a realidade social, resultando em benefícios institucionais e sociais. Projetos contemplados por esses editais têm a capacidade de impactar positivamente as comunidades ao redor, promovendo <strong>inclusão social</strong> e <strong>financeira</strong>, além de permitir que alunos de graduação e pós-graduação participem ativamente de ações que integram <strong>ensino</strong>, <strong>pesquisa</strong> e impacto social.</p>
<p><strong>5. Por que graduandos e pós-graduandos deveriam participar de projetos de extensão?</strong><br />A participação em projetos de <strong>extensão</strong>, como o <strong>Sumo Educacional</strong>, oferece uma experiência prática que complementa a formação acadêmica dos estudantes. Eles têm a oportunidade de aplicar o conhecimento adquirido em sala de aula para resolver problemas reais, além de desenvolver <strong>habilidades interpessoais</strong>, de gestão e ensino. Essa experiência é enriquecedora tanto para a formação acadêmica quanto para a futura inserção no mercado de trabalho, pois estimula o <strong>pensamento crítico</strong>, a capacidade de resolver problemas e o engajamento com questões sociais. Além disso, a interação com diferentes públicos proporciona um aprendizado diversificado e relevante para o desenvolvimento de habilidades de <strong>pesquisa</strong>, uma vez que permite a definição de problemas conectados com as demandas da sociedade e o desenvolvimento de projetos que produzam evidências científicas voltadas à solução desses problemas.</p>
<p><strong>6. Em 2026, quando finalizam os meses previstos para a execução do projeto, que mudanças você imagina que terão ocorrido nas comunidades apontadas como os principais público-alvo do projeto?</strong><br />Em 2026, espera-se que as comunidades impactadas pelo programa <strong>Sumo Educacional</strong> tenham desenvolvido maior <strong>conscientização</strong> e habilidade em <strong>gerenciar suas finanças pessoais</strong>. Nas escolas, os professores estarão mais capacitados para ensinar <strong>educação financeira</strong> e os alunos terão uma compreensão mais aprofundada sobre como tomar <strong>decisões financeiras responsáveis</strong>. Além disso, as metodologias aplicadas terão passado por um aprimoramento contínuo, resultando em uma abordagem mais eficiente e adaptada às realidades locais. Um destaque será a inclusão de uma <strong>plataforma digital</strong> que está sendo desenvolvida pelo <strong>Sumo Educacional</strong>, a qual disponibilizará materiais auxiliares, como vídeos instrucionais e apostilas. Com esse suporte, as <strong>populações vulneráveis</strong>, como os jovens em situação de acolhimento, estarão mais preparadas para transitar para a vida adulta com uma base sólida em <strong>gestão financeira</strong> e <strong>empreendedorismo</strong>, reduzindo sua vulnerabilidade econômica e promovendo uma inclusão mais efetiva no mercado de trabalho e na sociedade. Com o suporte da <strong>plataforma digital</strong>, as ações do <strong>Sumo Educacional</strong> poderão ser replicadas em outras regiões, ampliando ainda mais o impacto social do projeto.</p>
<p><em>Texto: Luciane Treulieb, jornalista</em></p>
<p><em>Ilustração: Evandro Bertol, designer </em></p>
<p><em>Aluata Comunicação e Ciência</em></p>
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