{"id":630,"date":"2026-06-02T09:37:21","date_gmt":"2026-06-02T12:37:21","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/projetos\/institucional\/observatorio-crise\/?p=630"},"modified":"2026-06-02T09:48:13","modified_gmt":"2026-06-02T12:48:13","slug":"seminario-internacional-na-pucrs-inova-ao-reunir-pesquisadores-comunidades-e-gestores-publicos-em-torno-do-tema-da-comunicacao-de-risco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/projetos\/institucional\/observatorio-crise\/2026\/06\/02\/seminario-internacional-na-pucrs-inova-ao-reunir-pesquisadores-comunidades-e-gestores-publicos-em-torno-do-tema-da-comunicacao-de-risco","title":{"rendered":"Semin\u00e1rio Internacional na PUCRS inova ao reunir pesquisadores, comunidades e gestores p\u00fablicos em torno do tema da Comunica\u00e7\u00e3o de Risco"},"content":{"rendered":"\n<p><em><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-609\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/880\/2026\/05\/1776951093069-e1777898371420.jpg\" alt=\"\" width=\"580\" height=\"225\" \/>Com o tema <\/em><em>Inova\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias para a prote\u00e7\u00e3o coletiva em eventos extremos, o evento reuniu pesquisadores nacionais e internacionais, estudantes, autoridades, e lideran\u00e7as e moradores de territ\u00f3rios de Porto Alegre atingidos pelas inunda\u00e7\u00f5es de 2024.<\/em><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O Grupo de Pesquisa Cuidar_Com (PPGCom\/PUCRS) realizou, entre os dias 26 e 28 de maio, o 1\u00ba Semin\u00e1rio Internacional de Comunica\u00e7\u00e3o de Risco e Cultura do Cuidado, reunindo pesquisadores nacionais e internacionais, docentes, estudantes, lideran\u00e7as comunit\u00e1rias, moradores do bairro Sarandi e autoridades para debater o papel estrat\u00e9gico da comunica\u00e7\u00e3o no enfrentamento de eventos extremos. Com o tema <em>Inova\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias para a prote\u00e7\u00e3o coletiva em eventos extremos<\/em>, o encontro prop\u00f4s ampliar o di\u00e1logo entre academia e sociedade, apontando caminhos para o fortalecimento da preven\u00e7\u00e3o e da resposta a desastres.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3>&#8220;\u00c9 poss\u00edvel e necess\u00e1rio que a pesquisa acad\u00eamica ultrapasse os muros das universidades para criar solu\u00e7\u00f5es junto \u00e0s comunidades.&#8221;<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Para a decana da Escola de Comunica\u00e7\u00e3o, Artes e Design \u2013 Famecos da PUCRS, professora Ros\u00e2ngela Florczak, o Semin\u00e1rio nasceu da vontade de ampliar o debate sobre comunica\u00e7\u00e3o e construir metodologias que articulem a \u00e9tica do cuidado na gest\u00e3o de riscos. &#8220;Foi um momento muito importante, foi o \u00e1pice de uma parceria que j\u00e1 vem sendo desenvolvida h\u00e1 quase dois anos com a comunidade do Bairro Sarandi, em Porto Alegre. Ao longo desse tempo, percebemos que \u00e9 poss\u00edvel e necess\u00e1rio que a pesquisa acad\u00eamica ultrapasse os muros das universidades para criar solu\u00e7\u00f5es junto \u00e0s comunidades\u201d,\u00a0 destacou Ros\u00e2ngela, que tamb\u00e9m coordena o Grupo Cuidar_Com.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>A abertura foi marcada pela presen\u00e7a da pesquisadora Norma Val\u00eancio (UFSCar), refer\u00eancia em Sociologia dos Desastres, que abordou as vulnerabilidades socioambientais e as desigualdades e injusti\u00e7as reveladas em contextos de crise. Na sequ\u00eancia, o pesquisador e fundador da Hopeful, startup que trabalha com educa\u00e7\u00e3o em desastres, Abner Willian Quintino de Freitas, e a professora Maria Isabel Bellini (PUCRS) trouxeram reflex\u00f5es sobre gest\u00e3o de riscos, calamidades e organiza\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria diante de eventos extremos nos estados do Rio Grande do Sul e do Amazonas.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O segundo dia aprofundou os debates com uma perspectiva internacional e interdisciplinar. A fil\u00f3sofa Fabienne Brug\u00e8re, professora da Universit\u00e9 Paris 8 e uma das principais pensadoras\u00a0 sobre \u00e9tica do cuidado, articulou o cuidado como categoria de resposta a cat\u00e1strofes. A pesquisadora Cora Quinteros (UTFPR), integrante de redes internacionais ligadas \u00e0 ONU para redu\u00e7\u00e3o de riscos, apresentou reflex\u00f5es sobre comunica\u00e7\u00e3o p\u00fablica do clima, tema de sua tese premiada pela USP em 2024. J\u00e1 a fot\u00f3grafa investigativa e pesquisadora Julia Pont\u00e9s (Universidade do Tennessee) trouxe ao debate a est\u00e9tica dos desastres e a pol\u00edtica do olhar diante do colapso ambiental.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m participou do segundo dia de evento a professora Karla Palma (Universidad de Chile), pesquisadora associada ao Centro de Investigaci\u00f3n Interdisciplinaria en Riesgo, Resiliencia y Recuperaci\u00f3n ante Desastres (CIGIDEN) e especialista na intersec\u00e7\u00e3o entre comunica\u00e7\u00e3o, natureza e comunidades em zonas de risco, em painel que teve media\u00e7\u00e3o da professora Eloisa Loose (UFRGS). Para Karla, a raridade de um espa\u00e7o como este evidencia sua relev\u00e2ncia: &#8220;\u00c9 fundamental para poder encontrar outros pesquisadores que trabalham sobre a comunica\u00e7\u00e3o de risco. Porque n\u00e3o \u00e9 usual que esse tema\u00a0 seja o centro do debate.&#8221;<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3>O conhecimento produzido nas comunidades afetadas \u00e9 parte indispens\u00e1vel de qualquer estrat\u00e9gia efetiva de prote\u00e7\u00e3o coletiva.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O semin\u00e1rio ainda reservou espa\u00e7o para as vozes que viveram o evento extremo de 2024 de perto. O painel <em>Saberes Locais para Prote\u00e7\u00e3o Coletiva <\/em>reuniu lideran\u00e7as comunit\u00e1rias em torno de experi\u00eancias de enfrentamento e organiza\u00e7\u00e3o territorial. Participaram do painel a Bia da Ilha, representante da comunidade da Ilha da Pintada, Jo\u00e3o Rocha, gestor da Funda\u00e7\u00e3o P\u00e3o dos Pobres, e o professor Paulo S\u00e9rgio da Silva, vice-diretor da EMEB Doutor Liberato Salzano Vieira da Cunha. O debate evidenciou que o conhecimento produzido nas comunidades afetadas \u00e9 parte indispens\u00e1vel de qualquer estrat\u00e9gia efetiva de prote\u00e7\u00e3o coletiva.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00c0 noite, a programa\u00e7\u00e3o incluiu ainda tr\u00eas oficinas voltadas para alunos da Escola Doutor Liberato Salzano Vieira da Cunha, ministradas pelas palestrantes. Com dura\u00e7\u00e3o de uma hora e meia cada, os encontros promoveram uma reflex\u00e3o sobre como a perspectiva do cuidado pode atravessar as experi\u00eancias pedag\u00f3gicas e organizacionais e os modos de acolhimento em sala de aula.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>No terceiro e \u00faltimo dia, o semin\u00e1rio saiu do campus da PUCRS e levou os debates ao bairro Sarandi. A primeira parada foi a Escola Doutor Liberato Salzano Vieira da Cunha, parceira do evento e situada em uma das regi\u00f5es afetadas pelas inunda\u00e7\u00f5es de 2024. A mudan\u00e7a de espa\u00e7o traduziu, na pr\u00e1tica, um dos princ\u00edpios centrais do encontro: aproximar a produ\u00e7\u00e3o acad\u00eamica das comunidades e buscar cocriar solu\u00e7\u00f5es em articula\u00e7\u00e3o com diferentes atores. &#8220;\u00c9 necess\u00e1rio que a gente construa coletivamente nossa mem\u00f3ria, que a gente dialogue sobre as possibilidades, que a gente compreenda a import\u00e2ncia dessa articula\u00e7\u00e3o em rede&#8221;, destacou o vice-diretor Paulo.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>A segunda parada foi no Quilombo dos Machado. O l\u00edder comunit\u00e1rio Rog\u00e9rio Machado, o Jamaica, recebeu pesquisadores. Lembrando a hist\u00f3ria do territ\u00f3rio, uma das maiores comunidades quilombolas do Brasil em n\u00famero de pessoas, com 1.623 moradores distribu\u00eddos em 243 fam\u00edlias e mais de 75 anos de exist\u00eancia, Jamaica contou sobre o protagonismo do Quilombo durante as enchentes de 2024: &#8220;Fomos o primeiro movimento social de todo o Sarandi a fazer esse trabalho. Fomos os primeiros a come\u00e7ar e os \u00faltimos a sair&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3>&#8220;O microfone trocou de m\u00e3os. Ele saiu da academia e foi para a comunidade&#8221;.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>A professora Ros\u00e2ngela Florczak sintetizou o impacto social da iniciativa: &#8220;O microfone trocou de m\u00e3os. Ele saiu da academia e foi para a comunidade&#8221;. Esse impacto se fez sentir tamb\u00e9m entre os jovens presentes. A estudante Francine, 15 anos, que viveu de perto as inunda\u00e7\u00f5es no bairro Sarandi, destacou: &#8220;O que mais me marcou foi quando a palestrante francesa nomeou de cat\u00e1strofe o evento que teve aqui em Porto Alegre. Eu posso falar com convic\u00e7\u00e3o, porque na minha rua, eu e minha m\u00e3e ajudamos v\u00e1rias pessoas a evacuarem de suas casas.&#8221;<\/p>\n<p>O evento foi uma iniciativa do do Grupo de Pesquisa Cuidar_Com, vinculado ao Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Comunica\u00e7\u00e3o (PPGCom) da PUCRS, em parceria com a Escola Municipal de Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica Doutor Liberato Salzano Vieira da Cunha e a C\u00e1tedra Fulbright da PUCRS, com apoio da CAPES, FAPERGS e SECOM\/RS.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><img decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-631\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/880\/2026\/06\/WhatsApp-Image-2026-06-01-at-17.38.53-e1780403687865.jpeg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"333\" \/><strong>Manifesto p\u00fablico<\/strong><\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Ap\u00f3s as discuss\u00f5es e atividades, ao final do evento, foi lan\u00e7ado um manifesto p\u00fablico reiterando o papel da cultura do cuidado como norteadora da comunica\u00e7\u00e3o de risco enquanto pol\u00edtica p\u00fablica. Leia abaixo na \u00edntegra:\u00a0<\/p>\n<p><em>&#8220;Comunica\u00e7\u00e3o de risco \u00e9 cuidado. \u00c9 cuidado com as pessoas, suas vidas, vulnerabilidades, realidades, hist\u00f3rias, pertencimentos, sonhos. \u00c9 dignidade.<\/em><\/p>\n<p><em>Comunica\u00e7\u00e3o de risco n\u00e3o \u00e9 a ferramenta, \u00e9 a pr\u00f3pria estrat\u00e9gia de sobreviv\u00eancia.<\/em><\/p>\n<p><em>Ao poder p\u00fablico propomos a escuta sens\u00edvel, a disponibilidade leg\u00edtima de dialogar com vozes historicamente silenciadas e que s\u00e3o ao mesmo tempo protagonistas de sua hist\u00f3ria, e da hist\u00f3ria que precisamos construir juntos.<\/em><\/p>\n<p><em>As solu\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o dadas, mas podem ser constru\u00eddas. Para isso, as rela\u00e7\u00f5es de confian\u00e7a entre governos e sociedade precisam ser resgatadas, reconstru\u00eddas, fortalecidas. Confian\u00e7a n\u00e3o \u00e9 infraestrutura. Se o investimento financeiro \u00e9 um pressuposto, o seu sentido s\u00f3 se realiza quando conecto com aquilo que \u00e9 humano, sens\u00edvel, relacional. O cuidado que vislumbramos se d\u00e1 na rela\u00e7\u00e3o horizontal, coletiva, diversa. Isso \u00e9 urgente.\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>O conhecimento acad\u00eamico precisa descer do pedestal. Compreender a realidade \u00e9 caminhar ao lado de saberes locais. \u00c9 no di\u00e1logo com os saberes ancestrais, tradicionais e comunit\u00e1rios que acontece a transforma\u00e7\u00e3o social. Precisamos sair da comodidade de descrever e analisar a realidade do outro sem estabelecer a rela\u00e7\u00e3o com o outro.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00c9 crucial respeitar e construir caminhos com as comunidades locais, compreendendo o sentido dado ao risco pela experi\u00eancia de cada territ\u00f3rio. A academia deve colaborar com esse processo e ser auto vigilante em seu suposto lugar de poder.<\/em><\/p>\n<p><em>A comunica\u00e7\u00e3o de risco se realiza na cocria\u00e7\u00e3o, na troca, em rede. Na pot\u00eancia dessa uni\u00e3o entre escola e universidade. No cuidado m\u00fatuo e coletivo.<\/em><\/p>\n<p><em>A humanidade persiste e resiste no v\u00ednculo. V\u00ednculo n\u00e3o \u00e9 o cuidado para, \u00e9 o cuidado com. Esse \u00e9 o sentido que propomos para a comunica\u00e7\u00e3o de risco.<\/em><\/p>\n<p><em>Uma comunica\u00e7\u00e3o que valoriza a experi\u00eancia social aliada ao conhecimento t\u00e9cnico, e que prioriza a preven\u00e7\u00e3o e n\u00e3o s\u00f3 o alerta. Uma informa\u00e7\u00e3o que de fato comunique o que fazer e como agir.<\/em><\/p>\n<p><em>A comunica\u00e7\u00e3o que cuida n\u00e3o enxerga a vulnerabilidade como uma rela\u00e7\u00e3o hier\u00e1rquica de poder.<\/em><\/p>\n<p><em>O desastre de maio de 2024 permanece na mem\u00f3ria das pessoas, no cotidiano das casas e das ruas. Muitos daqueles que sofreram e sofrem invisibilizados ainda buscam ser vistos, mesmo que algumas marcas sejam invis\u00edveis.<\/em><\/p>\n<p><em>H\u00e1 mesmo toda essa resili\u00eancia esperan\u00e7osa?<\/em><\/p>\n<p><em>E os gatilhos de um pr\u00f3ximo evento extremo j\u00e1 est\u00e3o sendo acionados. Estamos preparados?<\/em><\/p>\n<p><em>Acreditamos que \u00e9 poss\u00edvel cocriar estrat\u00e9gias de comunica\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o coletiva. Esse \u00e9 o prop\u00f3sito do Semin\u00e1rio Internacional de Comunica\u00e7\u00e3o de Risco e Cultura do Cuidado, realizado pelo Grupo Cuidar_Com junto ao Semin\u00e1rio de Movimentos Sociais da Escola Liberato Salzano Vieira da Cunha.\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>Os encontros destes tr\u00eas dias foram o ponto de partida em dire\u00e7\u00e3o a cultura do cuidado que desejamos, como norteadora da comunica\u00e7\u00e3o de risco enquanto pol\u00edtica p\u00fablica nesse mundo t\u00e3o complexo e desafiador, em que precisamos resistir e re-existir, cuidando uns dos outros&#8221;.<\/em><\/p>\n<p>Bairro Sarandi \u2013\u00a0 Porto Alegre (RS), 27 de maio de 2026.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com o tema Inova\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias para a prote\u00e7\u00e3o coletiva em eventos extremos, o evento reuniu pesquisadores nacionais e internacionais, estudantes, autoridades, e lideran\u00e7as e moradores de territ\u00f3rios de Porto Alegre atingidos pelas inunda\u00e7\u00f5es de 2024. \u00a0 O Grupo de Pesquisa Cuidar_Com (PPGCom\/PUCRS) realizou, entre os dias 26 e 28 de maio, o 1\u00ba Semin\u00e1rio Internacional [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":315,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[24],"class_list":["post-630","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","tag-noticia"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/projetos\/institucional\/observatorio-crise\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/630","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/projetos\/institucional\/observatorio-crise\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/projetos\/institucional\/observatorio-crise\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/projetos\/institucional\/observatorio-crise\/wp-json\/wp\/v2\/users\/315"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/projetos\/institucional\/observatorio-crise\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=630"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/projetos\/institucional\/observatorio-crise\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/630\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/projetos\/institucional\/observatorio-crise\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=630"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/projetos\/institucional\/observatorio-crise\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=630"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/projetos\/institucional\/observatorio-crise\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=630"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}