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			<title>Cachoeira do Sul - Feed Customizado RSS</title>
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				<title>Exposição Céus do Sul está aberta para visitação gratuita no Planetário da UFSM</title>
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				<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 20:39:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
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						<description><![CDATA[Mostra itinerante pode ser visitada até a metade de setembro, sem necessidade de agendamento]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_73821" align="alignright" width="575"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/DSC0006-1024x684-1.jpg"><img class="wp-image-73821" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/DSC0006-1024x684-1.jpg" alt="Uma pessoa de costas, vestida de preta, está de frente para uma TV de grandes proporções, onde é exibida uma imagem com o título “Astros e ancestralidade” e o subtítulo “Constelação da Ema (inverno)”. Abaixo, há um texto explicativo, encoberto em parte pela cabeça da pessoa. Embaixo da TV, há mesa com a inscrição “Materiais táteis”. Ao fundo de tudo isso, há uma parede branca." width="575" height="384" /></a> A proposta da exposição é apresentar diferentes formas de compreender o céu, a partir de diversas culturas[/caption]

A exposição itinerante “Céus do Sul: Uma Travessia entre Memórias, Territórios e Saberes” está aberta para visitação até a metade de setembro deste ano no Planetário Professor José Mariano da Rocha Filho, da UFSM. A mostra, com entrada gratuita e sem necessidade de agendamento, pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h30min e das 13h30min às 17h.

A exposição integra a programação de reabertura do Planetário da UFSM, anunciada em julho deste ano, e marca a retomada de um importante espaço de educação, cultura e divulgação científica da universidade. Além de voltar a receber a comunidade para sessões e atividades educativas, o planetário passa a operar em uma nova etapa, com melhorias na infraestrutura e revitalização dos ambientes de acolhimento ao público.
<h3><b>Uma travessia pelos céus do Sul</b></h3>
A proposta central da exposição é apresentar diferentes formas de compreender o céu a partir de referências indígenas, afro-brasileiras, científicas e populares relacionadas aos céus do Sul do Brasil. Por meio de painéis, narrativas e experiências educativas, a mostra convida o público a refletir sobre as múltiplas maneiras de observar, interpretar e contar o céu.

Segundo a organização, a exposição evidencia que a observação celeste faz parte da história, da identidade e das práticas culturais de diferentes povos, ampliando o olhar para além da astronomia tradicional. A mostra dialoga diretamente com a ciência, a arte e a educação ao abordar a astronomia de forma interdisciplinar e culturalmente diversa.

O percurso reúne conhecimentos científicos e saberes tradicionais, incentivando os visitantes a refletir sobre como o conhecimento é produzido e transmitido em diferentes contextos sociais. A proposta educativa busca aproximar a comunidade da produção científica, estimular a curiosidade e valorizar a diversidade de saberes presentes na sociedade brasileira.

De acordo com a diretora do Planetário, Jaqueline Trentim, espera-se que a exposição receba um público diversificado, formado por estudantes, professores, famílias e visitantes da região. A expectativa é consolidar o Planetário como um polo de educação, cultura e divulgação científica em Santa Maria e no Rio Grande do Sul.

Mais informações podem ser obtidas pelos e-mails planetario@ufsm.br e planetario.agendamento@ufsm.br ou no <a href="https://www.instagram.com/planetarioufsm/" target="_blank" rel="noopener">perfil do Planetário no Instagram</a>.

<i>Texto: Subdivisão de Divulgação e Editoração da Pró-Reitoria de Extensão</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Alunos e professores da Licenciatura Intercultural Guarani Mbya recebem prêmio em evento no Amapá</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/18/alunos-e-professores-da-licenciatura-intercultural-guarani-mbya-recebem-premio-em-evento-no-amapa</link>
				<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 19:56:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Licenciatura Intercultural Guarani Mbya]]></category>
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						<description><![CDATA[A equipe que representou a UFSM recebeu o Prêmio Ezequiel Hortêncio na categoria oficina em destaque]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  De 13 a 15 de agosto, alunos e professores da Licenciatura Intercultural Guarani Mbya participaram do Congresso Internacional de Diálogos Interculturais na Fronteira Amazônica (Cidifa), evento organizado pela Universidade Federal do Amapá (Unifap), no Campus Binacional de Oiapoque, município situado na fronteira entre Brasil e Guiana Francesa.

As atividades do evento foram voltadas à formação de professores da educação básica, como também para o diálogo entre pesquisadores e estudantes de graduação e pós-graduação. O Cidifa busca incentivar práticas pedagógicas localmente situadas, fortalecendo os vínculos entre o conhecimento científico, e o conhecimento dos povos indígenas, comunidades quilombolas e ribeirinhas. O Campus Binacional de Oiapoque oferece, desde 2005, o curso de Licenciatura Intercultural Indígena, recebendo estudantes das etnias da região: Galibi Kali'na, Galibi Marworno, Palikur., Karipuna e Wajãpi. Além destes grupos, o campus atende estudantes quilombolas e ribeirinhos nos demais cursos de graduação.

A equipe da Licenciatura Intercultural Guarani Mbya participou do Cidifa apresentando trabalhos em três modalidades: relato de experiência, comunicação oral e oficina. O relato de experiência intitulado “<i>Nhane nhembo’e regua</i>: nossa formação na Licenciatura Intercultural Indígena Guarani Mbya” apresentou um relato reflexivo, sob o ponto de vista dos estudantes indígenas, a respeito dos desafios de ingressar no ensino superior por meio de uma licenciatura intercultural.

Já a comunicação oral, “Formação de professores Guarani Mbya: relato de uma experiência no Parfor Equidade”, apresentou um levantamento de dados a respeito do contexto educacional das comunidades Guarani Mbya no Rio Grande do Sul, seguido da apresentação do processo de criação e implementação da primeira licenciatura intercultural voltada às comunidades guaranis no estado.

Por fim, a oficina <i>Mbya ayvu: nhandereko nhemombe´u tenonderã</i>, que pode ser traduzida como “Língua guarani: transmitir nossa cultura para o futuro”, proporcionou aos estudantes de diversas etnias e comunidades locais um contato inicial com a língua e cultura Guarani Mbya. A oficina proporcionou um intercâmbio a respeito das vivências indígenas em diferentes biomas e contextos sócio-históricos. Ao final do evento, a equipe recebeu o Prêmio Ezequiel Hortêncio na categoria oficina em destaque.

Para este evento, a equipe do curso foi composta pelos discentes Yva Mirim Maikely Moreira e Kuaray Mirim Claudemir Timoteo Morinico, pela professora formadora Jacielene Aguiar Silva e pelo professor coordenador Vitor Jochims Schneider, do Departamento de Letras Vernáculas da UFSM.

A participação da Licenciatura Intercultural Indígena Guarani Mbya no Cidifa contou com o apoio do Programa Nacional de Fomento à Equidade na Formação de Professores da Educação Básica (Parfor Equidade) e da Assessoria de Promoção da Igualdade Racial (Aspir) da UFSM.

<i>Texto: equipe da Licenciatura Intercultural Indígena Guarani Mbya</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>“Que Universidade somos hoje, que Universidade queremos ser em 2035 e o que precisamos fazer para construir esse futuro”: a construção do novo PDI </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/18/que-universidade-queremos-ser-em-2035</link>
				<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 14:35:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade acadêmica]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
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		<category><![CDATA[proplan]]></category>

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						<description><![CDATA[Até dezembro de 2027, um novo Plano de Desenvolvimento Institucional será estruturado em quatro etapas
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1920" height="1280" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/IMG_8945-1.jpg" alt="Foto colorida horizontal do Centro de Convenções lotado com iluminação baixa, com destaque para o palco, com a ministra Carmem Lúcia sentada bem ao centro. Atrás dela, um telão com projeção do lançamento do Plano de Desenvolvolvimento Institucional" />											<figcaption>Palestra da ministra Carmem Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, fez parte da programação do lançamento do processo de construção do PDI (Foto: Jessica Mocellin)</figcaption>
										</figure>
		<p>Um Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) é um dos principais instrumentos de planejamento de uma instituição de ensino superior. O documento estabelece diretrizes, objetivos e metas que orientam as ações da universidade durante determinado período. Na UFSM, o novo PDI será elaborado nos próximos anos e terá vigência de 2028 a 2035.  </p><p> </p><p>Para Silvane Brand Fabrizio, coordenadora de Planejamento e Avaliação Institucional, o PDI é muito mais do que um documento institucional, é o instrumento que ajuda a Universidade a olhar para o futuro e, ao mesmo tempo, organizar as decisões do presente. O plano aponta uma direção para a UFSM nos próximos oito anos e conecta a visão de longo prazo com o cotidiano da gestão. Além disso, é um instrumento de participação. “Quando toda a comunidade acadêmica e a sociedade ajudam a construir o PDI, também ajudam a construir a Universidade que querem”, evidenciou.</p><p> </p><h4><b>UFSM já teve quatro PDIs</b></h4><p>Em 2001, durante a gestão do então reitor Paulo Jorge Sarki, o primeiro PDI da Universidade foi elaborado para orientar as ações da gestão até 2005.  O segundo PDI foi construído durante a gestão de Clóvis Silva Lima, de 2006 a 2010. O plano apresentou uma visão geral da Instituição, ao demonstrar as políticas de ensino de graduação, pós-graduação e pesquisa; de extensão; de atendimento aos discentes; de práticas de educação a distância e de educação inclusiva. Em 2011, o terceiro PDI foi desenvolvido. Na gestão de Felipe Martins Müller, o documento foi renovado em 2016. </p><p>O <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/500/2026/08/PDI-atualizado-Plano-de-Metas-2025.pdf">quarto PDI</a> foi pensado para guiar a organização institucional durante 10 anos: de 2016 a 2026. Contudo, teve sua validade prorrogada para 2027. Mais de 3 mil contribuições da comunidade contribuíram para que o documento fosse elaborado. Durante a gestão de Paulo Afonso Burmann, a UFSM definiu sete desafios institucionais para nortear o documento: Internacionalização; Educação inovadora e transformadora com excelência acadêmica; Inclusão social; Inovação, geração de conhecimento e transferência de tecnologia; Modernização e desenvolvimento organizacional; Desenvolvimento local, regional e nacional; Gestão ambiental; </p><p>O atual pró-reitor de Planejamento (Proplan), Vinicius Garcia, considera que os itens do PDI vigente foram cumpridos com sucesso. Em entrevista à TV Campus, o professor afirmou: “um dos pontos fortes que podemos citar é o índice de reconhecimento da excelência institucional atribuído pelo MEC para avaliar os cursos que são ofertados pela Universidade”. </p><p> </p><h3><b>Como será a construção do novo plano</b></h3><p>O lançamento do PDI ocorreu na última sexta-feira (14) durante a <a href="https://www.ufsm.br/2026/08/14/nao-consigo-viver-sem-ter-coracao-de-estudante-ufsm-concede-titulo-de-doutora-honoris-causa-a-ministra-carmen-lucia"> palestra da ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia</a>, que também recebeu o título de doutora honoris causa no Centro de Convenções. Desde então, a participação da comunidade tem sido essencial para a construção do novo documento estruturante, prevista para ser finalizada até dezembro de 2027. </p><p>Silvane Brand Fabrizio destaca quatro pontos para a concepção do PDI 2028- 2035: panorama da educação e do contexto institucional; diagnóstico institucional; construção da estratégia institucional; e acompanhamento e revisão. </p><p>O primeiro passo é “olhar para a Universidade e também para o cenário em que está inserida, compreendendo as transformações, as tendências e os desafios que impactam a educação superior e, especialmente, a realidade da UFSM”, como observou Silvane. No entendimento da servidora, isso marca o panorama da educação e do contexto institucional. </p><p>Já o diagnóstico institucional é realizado para entender a Universidade a partir de dados, indicadores, avaliações, documentos institucionais e, principalmente, a escuta da nossa comunidade. “Também vamos olhar para a trajetória do PDI 2016-2026, reconhecendo o que foi realizado, as experiências que tivemos e os aprendizados que esse percurso nos deixou. Afinal, construir um novo PDI também significa aprender com a história da própria Universidade para pensar, com mais clareza, os próximos oito anos”, afirmou Silvane. </p><p>A construção da estratégia institucional será aplicada a partir do diagnóstico e da escuta da comunidade. Silvane explica que tais instrumentos irão definir quais transformações a instituição quer produzir, quais serão os objetivos estratégicos, quais estratégias irão utilizar, quais indicadores permitirão acompanhar os avanços e quais metas querem alcançar. </p><p>Por fim, a quarta etapa diz respeito ao acompanhamento e à revisão. Após a elaboração do plano, a Proplan continuará observando os efeitos do PD: “é preciso acompanhar os resultados, avaliar o que está funcionando, identificar o que precisa ser ajustado e atualizar as prioridades quando necessário”, reiterou a coordenadora. </p><p>Silvane garante que, no fim, o que os guia é pensar: “que Universidade somos hoje, que Universidade queremos ser em 2035 e o que precisamos fazer para construir esse futuro”.</p>		
										<figure>
										<img width="1920" height="1286" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/IMGL1572.jpg" alt="Foto colorida horizontal da professora Martha de pé ao microfone no Centro de Conveções. Ela veste vestido verde e um casado escuro. Do lado esquerdo dela, o professor Tiago, em pé, que usa terno com uma gravata vermelha" />											<figcaption>Reitora Martha Adaime, acompanhada do vice, Tiago Marchesan, lançou o novo PDI, que terá validade por oito anos (Foto: Gabriele Mendes)</figcaption>
										</figure>
		<h3 style="line-height: 1.2;font-size: 1.75rem">O que significa o PDI na prática?&nbsp;</h3>
<p style="font-size: 16px">No cotidiano da Universidade, o plano institucional orienta algumas decisões e guia diferentes gestões. “O PDI também orienta o orçamento. Por isso, prevê que os planos de ação sejam a interface entre planejamento e orçamento”. Isto é, os recursos precisam atender às prioridades institucionais. “Então, no dia a dia, o PDI pode apoiar uma decisão de gestão, a definição de uma prioridade, a distribuição de recursos, o acompanhamento de uma meta ou a identificação de um risco”, relembra Silvane.&nbsp;</p>
<p style="font-size: 16px">A coordenadora exemplifica que o PDI pode ser utilizado quando uma unidade de ensino identifica um problema, como o aumento da evasão estudantil e busca o documento para orientar a tomada de decisão. “A partir disso, pode planejar ações de acompanhamento dos estudantes, fortalecer o apoio acadêmico e ampliar a divulgação de bolsas e auxílios, definindo responsáveis, prazos, recursos e indicadores para acompanhar os resultados”, elucida Silvane.&nbsp;</p>
<p style="font-size: 16px">
</p><h3 style="line-height: 1.2;font-size: 1.75rem">Próximos encontros</h3>
<p style="font-size: 16px">O <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proplan/construcao-pdi-2028-2035/cronograma">cronograma de eventos do PDI</a> conta com palestras, seminários, momentos culturais e apresentações nas Câmaras de Vereadores. O próximo evento será a palestra com a professora Maria Beatriz Luce intitulada <i>“PDI: gestão e desenvolvimento da Universidade democrática estratégica”. </i>, A especialista em políticas públicas e gestão da educação, Maria Beatriz é docente aposentada da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e atua como voluntá em programas de pós-graduação da UFGRS e Universidade Federal do Pampa (Unipampa).</p>
<p style="font-size: 16px">
</p><h3 style="line-height: 1.2;font-size: 1.75rem">Como participar</h3>
<p style="font-size: 16px">Preencha o&nbsp;<a href="https://docs.google.com/forms/d/1-z4cbaQXWrg7rxrhy54dPJvYSHN8-1aSOMnbhGVGKUM/preview">formulário online da pesquisa</a>.&nbsp;</p>
<p style="font-size: 16px"><br></p>
<p style="font-size: 16px"><i>Texto: Jessica Mocellin, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></p>
<p style="font-size: 16px"><i>Foto: Gabriele Mendes e Jessica Mocellin, estudantes de Jornalismo e bolsistas da Agência de Notícias</i></p>
<p style="font-size: 16px"><i>Edição: Maurício Dias&nbsp;</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Um Dia no Museu reúne escolas da região para celebrar o Dia do Patrimônio</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/18/um-dia-no-museu-reune-escolas-da-regiao-para-celebrar-o-dia-do-patrimonio</link>
				<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 14:11:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[acervo artístico]]></category>
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		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Turismo]]></category>
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		<category><![CDATA[PRE]]></category>

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						<description><![CDATA[As atividades são realizadas com o objetivo de mostrar para os estudantes a importância da preservação histórico e cultural da cidade  ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73812" align="alignright" width="587"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/1-IC3A1653.jpg"><img class=" wp-image-73812" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/1-IC3A1653.jpg" alt="" width="587" height="391" /></a> No Acervo Artístico, crianças sobre a importância da preservação do patrimônio[/caption]
<p>Nesta segunda-feira (17) foi celebrado o Dia Estadual do Patrimônio Cultural e o Dia Nacional do Patrimônio Histórico. Para celebrar as datas, a Pró-Reitoria de Extensão e o curso de Gestão de Turismo da UFSM organizaram programações especiais nos espaços museológicos da Universidade.</p>
<p>As celebrações ocorreram em 11 instituições de Santa Maria: Museu de Arte de Santa Maria (MASM), Museu Vicente Pallotti, Casa de Memória Edmundo Cardoso, Museu Franciscano, Memorial Marechal Mallet, Centro Histórico Coronel Pilar, Casa Museu João Luiz Pozzobon, Acervo Artístico da UFSM, Laboratório de Arqueologia Sociedades e Culturas das Américas da UFSM (LASCA), Museu de Arte e Tecnologia da UFSM (MACT) e no Planetário da UFSM.</p>
<p>A programação foi voltada para as comunidades escolares de Santa Maria e da região, que visitaram os museus e realizaram atividades de reflexão sobre a importância da arte na vida das pessoas.</p>
<p>Uma das escolas que fez parte das programações foi a Escola Municipal de Ensino Fundamental Júlio do Canto, de Santa Maria. A instituição levou aos museus 15 alunos do 4° ano e 17 do 5° ano do ensino fundamental para visitação no Planetário, no Acervo Artístico da UFSM e no LASCA. “Essas ações ampliam o repertório das crianças que muitas vezes só conseguem ir ao museu se a escola levar”, disse a vice-diretora da escola Júlio do Canto, Aline Soeiro.</p>
[caption id="attachment_73813" align="alignleft" width="533"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/3-IC3A1640.jpg"><img class=" wp-image-73813" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/3-IC3A1640.jpg" alt="" width="533" height="355" /></a> Alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Júlio do Canto<br />observam as obras expostas no Acervo Artístico[/caption]
<p>No Planetário da UFSM, a movimentação foi intensa na manhã desta segunda-feira. Mais de 130 pessoas visitaram o espaço e acompanharam as exposições sobre o Espaço Sideral e as sessões especiais dos filmes “Maravilhas do Universo” e “Estrelas dos Faraós”. Três escolas estiveram presentes durante a manhã, sendo duas de Santa Maria e uma de Júlio de Castilhos. “A data é carregada de simbolismos. A gente tem a Feira do Livro acontecendo na cidade e a gente tem essas iniciativas para fomentar a visitação”, declarou o servidor do Planetário Evandro Berthol.</p>
<p>Já no Acervo Artístico, a exposição “Transitória” recebeu a visita de alunos da Escola Municipal Júlio do Canto e da Escola Municipal Lívia Barreto. “A data é importante, pois mostra a importância do patrimônio, da arte e da cultura”, disse o servidor do Acervo Rafael Happke. A exposição “Transitória” está prevista para iniciar oficialmente no dia 25 de agosto.</p>
<p><em>Texto: Fabiano dos Santos, estudante de Jornalismo e voluntário da Agência de Notícias </em><br /><em>Fotos: Mathias Ilnicki, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM/FW integra iniciativa de checagem de fatos para combate à desinformação</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/18/ufsm-fw-integra-iniciativa-de-checagem-de-fatos-para-combate-a-desinformacao</link>
				<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 12:41:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[checagem de fatos]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Westphalen]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73807</guid>
						<description><![CDATA[Ações envolvem apresentação de experiência na Plataforma Aletheia, capacitação aberta à
comunidade e checagem de conteúdos radiofônicos durante o período eleitoral]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73808" align="alignright" width="441"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/card_divuulgacao_curso.jpeg"><img class="wp-image-73808" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/card_divuulgacao_curso.jpeg" alt="" width="441" height="551" /></a>  [/caption]
<p align="left">Com o avanço do período eleitoral e o crescimento do debate sobre a circulação de notícias falsas, a urgência de iniciativas de checagem de fatos ganha novos contornos no Brasil. Nesse sentido, o Comitê Nacional de Democratização da Checagem dos Fatos promove a Capacitação de Checagem de Fatos AletheiaFact.org.</p>
<p align="left">Voltada para estudantes, profissionais e qualquer pessoa interessada em aprender na prática a identificar e checar conteúdos duvidosos, a formação gratuita será dividida em duas semanas e duas turmas. O curso ocorre nos dias 23 e 30 de setembro, às 19h, ou nos dias 19 e 26 de setembro às 9h.</p>
<p align="left">Paralelamente ao curso, no próximo encontro do Comitê Nacional de Democratização da Checagem de Fatos, professora e alunos da Universidade Federal de Santa Maria Campus Frederico Westphalen (UFSM/FW) vão aproximar a metodologia científica da sociedade. A atividade terá transmissão on-line no dia 19 de agosto de 2026, às 18h, e vai compartilhar os resultados da primeira experiência consolidada de produção de dados na Plataforma Aletheia, fruto do trabalho desenvolvido no Campus.</p>
<p align="left">Na ocasião, a professora Janaína Gomes e os estudantes de jornalismo, Mateus Marchioro e Gabrielly Menezes, trarão aprendizados e desafios dessa aplicação prática do método em sala de aula. Trata-se de um evento que visa aproximar a metodologia científica da prática social, com o objetivo de aumentar o interesse da população pela checagem das informações que recebem. O evento é voltado para membros e novos colaboradores. Para receber o link de acesso, basta preencher o <a href="https://bit.ly/3PiVAqc" target="_blank" rel="noopener">formulário</a>.</p>
<p align="left">Por fim, os participantes da capacitação e voluntários poderão integrar uma ação pioneira no país: o Grupo de Checagem UFSM/FW focado em Mídia Sonora nas Eleições 2026. Coordenada pelas docentes do curso de comunicação da UFSM/FW, Janaína Gomes e Cláudia Herte de Moraes, a iniciativa busca enfrentar o desafio histórico de monitorar e checar materiais radiofônicos durante o pleito.</p>
<p align="left">Iniciativas como essas ganham importância no âmbito da Universidade diante de um cenário de crescente preocupação com a disseminação de informações inverídicas. O recente relatório “Como os brasileiros percebem a circulação da desinformação e o uso da Inteligência Artificial”, publicado pelo Aláfia.Lab, aponta a importância da promoção do letramento midiático.</p>
<p align="left">Segundo a pesquisa, a política é a área em que a população mais percebe a presença de dados falsos (43%). O estudo revela ainda que diante de uma suspeita de desinformação, 47% dos entrevistados simplesmente ignoram o conteúdo sem checar, 4% compartilham mesmo assim e apenas 32% afirmam verificar a veracidade das informações. Acesse o <a href="https://alafialab.org/como-os-brasileiros-percebem-a-circulacao-da-desinformacao-e-o-uso-da-inteligencia-artificial/" target="_blank" rel="noopener">relatório</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes de escola estadual de Santa Maria gravam bookcast na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/18/estudantes-de-escola-estadual-de-santa-maria-gravam-bookcast-na-ufsm</link>
				<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 11:19:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[bookcast]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Letras-Inglês]]></category>
		<category><![CDATA[palavra falada]]></category>
		<category><![CDATA[TV Campus]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73801</guid>
						<description><![CDATA[Iniciativa foi do projeto Palavra Falada, que divulga e discute obras literárias]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div>
[caption id="attachment_73802" align="alignright" width="567"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-06-10-at-12.55.58-1.jpeg"><img class="wp-image-73802" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-06-10-at-12.55.58-1.jpeg" alt="" width="567" height="319" /></a> Alunos do Bilac gravaram na TV Campus[/caption]
<p>Estudantes de uma turma de 2º ano do ensino médio do Instituto Estadual de Educação Olavo Bilac, de Santa Maria, gravaram um <span style="color: initial">episódio especial do bookcast Palavra Falada, projeto de extensão do curso de Letras-Inglês em parceria com a TV Campus da UFSM.</span></p>
<p>No semestre passado, uma turma da disciplina de Literaturas Anglófonas V teve encontros periódicos no Bilac em que analisaram em conjunto elementos literários do conto, fizeram uma ficha de leitura e, por fim, relacionaram temas sociais que o conto pode suscitar.</p>
<p><span style="color: initial;font-family: serif">Após essa etapa, os secundaristas criaram um roteiro de temas que gostariam de debater e, com a mediação de Caroline Corrêa, graduanda do curso de Letras Inglês, gravaram o </span><a style="font-family: serif" href="https://www.youtube.com/watch?v=-qKy105Vmtc" target="_blank" rel="noopener">episódio</a><span style="color: initial;font-family: serif">, com análise do</span><span style="color: initial;font-family: serif"> conto "O Barril de Amontillado", de Edgar Allan Poe.</span></p>
<p><span style="color: initial;font-size: revert">O Palavra Falada tem o objetivo de promover a divulgação e a discussão crítica de obras literárias por meio da produção de bookcasts, organizados em temporadas temáticas, com o intuito de democratizar o acesso à literatura.</span></p>
<p><span style="font-size: revert;color: initial">Confira a </span><a style="font-size: revert" href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLBB5c0vb8B4GTIFVx3UjvT0w2e9qMYiNl" target="_blank" rel="noopener">playlist</a><span style="font-size: revert;color: initial"> com todos os episódios.</span></p>
<p><em><span style="font-size: revert;color: initial">Foto: Arquivo pessoal</span></em></p>
</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Orquestra Sinfônica reapresenta nesta quinta-feira (20) concerto com trilhas sonoras marcantes do cinema</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/17/orquestra-sinfonica-reapresenta-nesta-quinta-feira-20-concerto-com-trilhas-sonoras-marcantes-do-cinema</link>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 22:32:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Orquestra Sinfônica de Santa Maria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73799</guid>
						<description><![CDATA[Os ingressos podem ser retirados gratuitamente nesta quinta-feira (20), a partir das 13h30min, no site do Theatro Treze de Maio]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/cinema.jpg"><img class="alignright wp-image-73800" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/cinema-771x1024.jpg" alt="Cartaz do evento." width="575" height="764" /></a>A Orquestra Sinfônica de Santa Maria integra a programação da 53ª Feira do Livro de Santa Maria, no projeto Livro Livre, com um concerto dedicado a algumas das trilhas sonoras mais marcantes da história do cinema. Nesta quinta-feira (20), às 19h, no Theatro Treze de Maio, o público poderá embarcar em uma viagem musical por grandes clássicos, com temas de <i>Star Wars</i>, <i>Indiana Jones</i>, <i>O Senhor dos Anéis</i>, <i>Tubarão</i>, <i>007</i>, <i>A Pantera Cor-de-Rosa</i>, <i>Piratas do Caribe</i> e <i>Princesa Mononoke</i>, além das inesquecíveis fanfarras da Universal Studios e da 20th Century Fox. Trata-se de uma reprise do <a href="https://www.ufsm.br/2026/04/27/orquestra-sinfonica-apresenta-concerto-com-trilhas-sonoras-de-grandes-sucessos-do-cinema" target="_blank" rel="noopener">espetáculo “Os Grandes Clássicos do Cinema”, apresentado em 28 de abril no Centro de Convenções da UFSM</a>.

Os ingressos podem ser retirados gratuitamente no dia do concerto, a partir das 13h30min, no <a href="https://theatro13demaio.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><i>site</i> do Theatro Treze de Maio</a>.

Outras informações constam nas redes sociais da orquestra (<a href="https://www.instagram.com/orquestrasm/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a> e <a href="https://www.facebook.com/orquestrasinfonica.santamaria" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a>).]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Modelos físicos e jogo levam acessibilidade para a formação acadêmica e as escolas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/17/modelos-fisicos-e-jogo-levam-acessibilidade-para-a-formacao-academica-e-as-escolas</link>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 20:51:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>

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						<description><![CDATA[Recursos desenvolvidos em projeto do PPGAUP utilizam modelos físicos e uma dinâmica de jogo para abordar experiências de uso dos espaços]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A experiência prática pode ajudar futuros arquitetos e urbanistas a compreender como diferentes pessoas utilizam os espaços. É a partir dessa perspectiva que a professora Vanessa Goulart Dorneles, do Departamento de Arquitetura e Urbanismo do Centro de Tecnologia (CT) da UFSM, desenvolve materiais didáticos para o ensino de acessibilidade, ergonomia e design universal. O trabalho inclui modelos físicos utilizados na graduação e o jogo Adaptatona – Maratona de Acessibilidade, criado para levar discussões sobre diversidade humana às escolas.

A criação dos modelos utilizados nas aulas surgiu da experiência de Vanessa com o ensino. Segundo a professora, o contato com a bibliografia sobre estratégias didáticas reforçou a percepção de que a participação ativa favorece a aprendizagem. “Nada é melhor que a prática. Se a gente tem uma coisa que eles podem manusear, o aprendizado é muito mais efetivo”, explica.

O desenvolvimento dos materiais ocorreu no âmbito de um projeto de pós-doutorado estratégico do PPGAUP, contemplado pelo <a href="https://www.gov.br/capes/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/bolsas/programas-estrategicos/desenvolvimento-regional/programa-de-desenvolvimento-da-pos-graduacao-pdpg-pos-doutorado-estrategico" target="_blank" rel="noopener">Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação (PDPG)</a>. A pesquisa teve como foco a criação de estratégias e recursos didáticos para o ensino de acessibilidade, ergonomia e design universal.

Produzidos em MDF e por impressão 3D, os materiais utilizados nas aulas de Arquitetura e Urbanismo permitem trabalhar conceitos relacionados ao ambiente construído, à ergonomia e à acessibilidade por meio da manipulação dos modelos. Um dos primeiros recursos desenvolvidos foi um modelo articulado de uma pessoa, criado para abordar questões de postura e altura.

[caption id="attachment_73816" align="alignright" width="600"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/IMG_7951.jpg"><img class="wp-image-73816" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/IMG_7951-1024x576.jpg" alt="A foto mostra bonequinhos de plástico, nas cores branco e preto, adaptáveis para diferentes ambientes, simulados por meio de peças fabricadas com MDF. Um boneco preto está sentado a uma mesa da mesma cor. Outro boneco, de cor branco, está em pé e com um andador, simulando uma pessoa com dificuldades de locomoção." width="600" height="338" /></a> Os modelos foram produzidos em MDF e por impressão 3D (foto Nathália Guerreiro)[/caption]

O protótipo, chamado de “ergonominho”, foi desenvolvido a partir da pesquisa de Vanessa sobre estratégias didáticas em design universal e acessibilidade. A experiência levou a equipe a ampliar os recursos disponíveis para as aulas. “A gente ganhou um prêmio na Bergo, que é um congresso nacional de ergonomia aqui no país. E a partir disso, a gente começou a comentar: vamos desenvolver mais coisas que pudessem levar realmente para a sala de aula”, conta.

Também foram criados modelos de mobiliário, ampliando as possibilidades de representar a relação entre as pessoas e os elementos do ambiente. Para a professora Vanessa, a possibilidade de manipular os recursos torna os estudantes mais ativos no processo de aprendizagem. Em vez de receber o conteúdo de maneira passiva, eles podem observar, experimentar e refletir a partir dos próprios modelos. “Você realmente está sendo protagonista da sua formação”, afirma.
<h3><b>Acessibilidade na formação profissional</b></h3>
Os modelos fazem parte de um conjunto mais amplo de estratégias utilizadas pela professora Vanessa para abordar a acessibilidade no ensino. Entre as ações está o projeto de ensino Acessa Mais, que inclui vivências simuladas com cadeiras de rodas e vendas para os olhos para discutir diferentes experiências de acessibilidade, atividades para identificar barreiras no campus, percursos dialogados com pessoas com deficiência e sessões de cinema seguidas de debates sobre deficiência e capacitismo.

A proposta também busca mostrar aos estudantes que a acessibilidade não está restrita à aplicação de normas técnicas. Vanessa explica que arquitetos e engenheiros possuem responsabilidade direta sobre as características do ambiente construído, mas que muitas barreiras podem surgir porque as pessoas não percebem como determinada decisão interfere na experiência de quem utiliza aquele espaço.

A compreensão sobre a diversidade das pessoas que utilizam os espaços também aparece na maneira como os estudantes passaram a discutir seus projetos. Segundo Vanessa, os alunos demonstram maior preocupação com a acessibilidade e questionam soluções que consideram apenas os requisitos mínimos previstos nas normas.
<h3><b>Um jogo para discutir acessibilidade nas escolas</b></h3>
[caption id="attachment_73818" align="alignleft" width="580"]<img class="wp-image-73818" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/IMG_8027-1024x768.jpg" alt="A foto mostra um jogo de tabuleiro com bonequinhos nas cores azul, verde, vermelho, amarelo, laranja e roxo. Sobre o tabuleiro, também estão pequenos displays que simulam locais como parque e cinema, entre outros que podem ser encontrados em uma cidade." width="580" height="435" /> Os personagens do jogo são produzidos em impressão 3D, enquanto que o tabuleiro é impresso em lona (foto Nathália Guerreiro)[/caption]

Enquanto os modelos utilizados nas aulas têm como foco a formação de estudantes de Arquitetura e Urbanismo, o Adaptatona – Maratona de Acessibilidade foi desenvolvido com outra finalidade: levar a discussão sobre diversidade humana e acessibilidade para as escolas.

A ideia surgiu a partir das discussões da equipe sobre como trabalhar o tema também antes da universidade. Vanessa explica que, embora a atividade possa ser utilizada na graduação, a intenção é ampliar o público e abordar questões como empatia e diversidade ainda na infância. “A gente tem que ensinar dentro da graduação, mas às vezes é nas escolas também que a gente vai falar sobre empatia, sobre diversidade humana”, afirma.

O jogo já está pronto para ser aplicado nas escolas. Na dinâmica, cada participante assume um personagem que possui uma experiência diferente em relação aos espaços da cidade. Entre eles estão uma pessoa cega, uma pessoa autista, uma pessoa idosa, uma pessoa surda, uma pessoa com obesidade e uma pessoa em cadeira de rodas.

Os personagens são produzidos em impressão 3D, enquanto o tabuleiro é impresso em lona. Durante a partida, um dos dados determina quantas casas o jogador deve avançar e o outro indica o local que deverá ser visitado. O objetivo é passar pelos seis espaços representados no jogo: escola, sorveteria, cinema, mercado, parque e zoológico. Vence quem conseguir completar primeiro o percurso pelos seis locais.

Ao longo do percurso, os jogadores encontram cartas que representam barreiras e facilitadores de acessibilidade. As cartas de barreira apresentam situações relacionadas à falta de acessibilidade, enquanto as de facilitadores representam condições que favorecem o uso dos espaços. Como cada participante joga com um personagem diferente, as situações encontradas podem afetar cada um de maneira distinta.

Dessa forma, o jogo permite que os participantes percebam que a cidade não é experimentada da mesma maneira por todas as pessoas. A dinâmica utiliza situações concretas para estimular a percepção sobre diversidade e acessibilidade.
<h3><b>Diferentes públicos, diferentes estratégias</b></h3>
Os materiais utilizados na graduação e o Adaptatona fazem parte de uma mesma iniciativa de experimentação pedagógica, mas possuem finalidades diferentes. Os modelos em MDF e impressão 3D são recursos voltados ao ensino de Arquitetura e Urbanismo e permitem trabalhar aspectos do ambiente construído, da ergonomia e do design universal.

O jogo, por sua vez, foi concebido para um público diferente e utiliza personagens, espaços, dados e cartas para discutir acessibilidade e diversidade com crianças nas escolas.

A experiência com os materiais também continua gerando novas possibilidades para as aulas. Vanessa cita, entre os próximos recursos que pretende desenvolver, modelos de cozinha, auditório e calçada. A proposta para a calçada, por exemplo, é permitir que os estudantes montem diferentes configurações de pisos táteis e experimentem sua aplicação.

O trabalho desenvolvido no âmbito do Departamento de Arquitetura e Urbanismo aproxima o ensino da experiência concreta. Na graduação, os modelos permitem que futuros profissionais manipulem e analisem elementos relacionados ao ambiente construído. Fora da universidade, o Adaptatona amplia a discussão para as escolas e apresenta a acessibilidade a partir das diferentes formas de vivenciar os espaços.

<i>Texto: Subdivisão de Comunicação do CT</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pós-Graduação em Agronegócios promove colóquio internacional na UFSM/PM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/17/o-cipagro-2026-tera-como-tema-central-inovacao-e-resiliencia-no-agronegocio-global</link>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 20:02:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-pm]]></category>

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						<description><![CDATA[O Cipagro 2026 terá como tema central “Inovação e resiliência no agronegócio global”]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Desta terça (18) até a próxima sexta-feira (21), o Campus da UFSM em Palmeira das Missões (UFSM/PM), por meio do Programa de Pós-Graduação em Agronegócios (PPGAGR), promoverá o 7º Colóquio e 3º Colóquio Internacional de Pesquisas em Agronegócios (Cipagro 2026). Com o tema “Inovação e resiliência no agronegócio global”, o evento será realizado no campus da UFSM/PM e reunirá pesquisadores, docentes, estudantes e profissionais do Brasil e do exterior para discutir desafios, oportunidades e estratégias voltadas ao desenvolvimento do agronegócio.

A realização do colóquio tem como objetivo promover a troca de conhecimentos e a integração entre os participantes, além de estimular o intercâmbio com pesquisadores de diversas instituições nacionais e internacionais. Entre os destaques da programação está a participação de Pierre Bommel, do Centro de Cooperação Internacional em Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (Cirad), da França, e Virginia Courdin, da Universidad de la República (Udelar), do Uruguai, que será uma das palestrantes da mesa-redonda “Mulheres, Sustentabilidade e Desenvolvimento Rural”.

A solenidade de abertura ocorrerá na terça-feira (18), às 19h, no auditório do campus (no prédio 2), contando com participação da reitora da UFSM, professora Martha Adaime, e do diretor do campus, professor Adriano Lago. O presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs), Odir Dellagostin, também participará da cerimônia, de forma online.

Ao longo do evento, a programação abordará temas como inovação, inteligência artificial, sustentabilidade, desenvolvimento rural e internacionalização do agronegócio, por meio de palestras, oficinas, mesas-redondas e apresentações de trabalhos científicos. Para oportunizar vivências práticas, também serão realizadas visitas técnicas a um frigorífico e a uma ervateira, esta última integrada ao roteiro turístico “Caminho dos Ervais”.

Outro destaque da programação será a apresentação do e-book “Estratégias e Alternativas para o Desenvolvimento Regional Sustentável” e do livro “Crédito Rural no Rio Grande do Sul: Análise e Proposições”, na quarta-feira (19). Ambas as publicações foram desenvolvidas no âmbito do PPGAGR.

Na quinta-feira (20), será realizada a Rodada de Ciência, com a premiação dos melhores trabalhos nas categorias Pós-Graduação, Relatos de Práticas no Agronegócio e Iniciação Científica, em cada um dos dois eixos temáticos: “Arranjos Organizacionais e Competitividade nos Agronegócios” e “Gestão de Sistemas de Produção Agroindustrial”. A solenidade de encerramento ocorrerá na sexta-feira (21), às 11h.

Nesta edição, o Cipagro também celebra os 10 anos do PPGAGR. O programa oferta os cursos de mestrado e doutorado na UFSM/PM e busca construir conhecimentos de forma interdisciplinar na área do agronegócio, contribuindo para a formação de pesquisadores e profissionais qualificados e para o desenvolvimento de estudos voltados aos desafios e às transformações do setor.

As inscrições para o Colóquio podem ser realizadas online ou presencialmente, durante a realização do evento. A programação completa e outras informações estão disponíveis <a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/palmeira-das-missoes/ppgagr/eventos/vii-coloquio-e-iii-coloquio-internacional-de-pesquisas-em-agronegocios?utm_source=ig&amp;utm_medium=social&amp;utm_content=link_in_bio&amp;fbclid=PAb21jcATr9BhwZG9mAmV4dG4DYWVtAjExAHNydGMGYXBwX2lkDzU2NzA2NzM0MzM1MjQyNwABp_EC6oK0rF4pCgUmeeBkIm7vWRKXz9SDWKv-RCqrARYjFcXJ3l9-mPKRD4n4_aem_ALf5vT3nk5X7JxOt4u55Aw" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação da UFSM/PM</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pessoas classificadas na 3ª Chamada do Processo Seletivo Vagas Complementares UFSM 2026/2 devem confirmar vaga até 19/8</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/2026/08/17/pessoas-classificadas-na-3a-chamada-do-processo-seletivo-vagas-complementares-ufsm-2026-2-devem-confirmar-vaga-ate-19-8</link>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 15:24:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[graduação]]></category>
		<category><![CDATA[Prograd]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[vagas complementares]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/?p=27518</guid>
						<description><![CDATA[  A Universidade Federal de Santa Maria, através da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), publicou a terceira chamada de seu Processo Seletivo de Vagas Complementares 2026, referentes ao segundo semestre. Estão sendo convocados(as) suplentes dos seguintes cursos: Administração &#8211; Noturno &#8211; Campus Santa Maria; Arquitetura e Urbanismo &#8211; Campus Cachoeira do Sul; Engenharia Elétrica &#8211; Campus [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p> </p>
<p>A Universidade Federal de Santa Maria, através da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), publicou a <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/038-2026"><strong>terceira chamada de seu Processo Seletivo de Vagas Complementares 2026</strong></a>, referentes ao segundo semestre.</p>
<p>Estão sendo convocados(as) suplentes dos seguintes cursos:</p>
<ul style="list-style-type: square">
<li><strong>Administração - Noturno - Campus Santa Maria;</strong></li>
<li><strong>Arquitetura e Urbanismo - Campus Cachoeira do Sul;</strong></li>
<li><strong>Engenharia Elétrica - Campus Santa Maria;</strong></li>
<li><strong>Engenharia Florestal - Campus Santa Maria;</strong></li>
<li><strong>Engenharia Mecânica - Campus Santa Maria;</strong></li>
<li><strong>Engenharia Química - Campus Santa Maria;</strong></li>
<li><strong>Farmácia;</strong></li>
<li><strong>Medicina;</strong></li>
<li><strong>Pedagogia - Noturno.</strong></li>
</ul>
<p>As pessoas classificadas em terceira chamada terão<span style="background-color: #ffff00"><strong> até 19 de agosto para confirmar vaga</strong></span>, enviando a documentação exigida pelo <a href="https://portal.ufsm.br/confirmacao/loginCandidato.html"><strong>Portal UFSM</strong></a>, conforme orientações do Edital.  </p>
<p>Candidatos(as) classificados(as) pelas <strong>cotas étnico-raciais ou destinadas a pessoa com deficiência</strong> devem ainda acompanhar a publicação, no <strong>dia 20 de agosto</strong>, do <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/038-2026"><strong>cronograma de webconferências obrigatórias</strong></a>, junto ao Edital. As webconferências, que serão realizadas via Google Meet, estão previstas para o <strong>dia 21 de agosto</strong>.</p>
<p>A<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/038-2026"><strong> lista de pessoas classificadas</strong></a>, o <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/038-2026"><strong>Edital de Confirmação de Vaga</strong></a> e o <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/038-2026"><strong>Edital original de Abertura 038/2026</strong></a>, com todas as orientações, podem ser acessados em <a href="https://ufsm.br/prograd/editais"><strong>ufsm.br/prograd/editais</strong></a>.  </p>
<p>Outras informações podem ser solicitadas ao <strong>Núcleo de Ingresso e Seleção Acadêmicos da Prograd/UFSM</strong>, pelo email <a href="mailto:falecom@nisa.ufsm.br"><strong>falecom@nisa.ufsm.br</strong></a>. </p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM divulga calendário 2026/2 das colações de grau</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/2026/08/17/ufsm-divulga-calendario-2026-2-das-colacoes-de-grau</link>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 14:04:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Colação de Grau]]></category>
		<category><![CDATA[Formaturas]]></category>
		<category><![CDATA[graduação]]></category>
		<category><![CDATA[Prograd]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/?p=27516</guid>
						<description><![CDATA[A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), divulgou seu calendário de solenidades de Colação de Grau 2026 para o 2º Semestre. As solenidades ocorrerão de 15/01 a 05/03/2027. As datas e horários das sessões podem ser acessados no site da Prograd, na aba &#8220;Calendário de Colações de Grau 2026/2&#8221;, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/342/2026/08/ufsm-prograd-formaturas-colacoes-de-grau-2026-2027-card.jpg"><img class="alignright wp-image-27517" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/342/2026/08/ufsm-prograd-formaturas-colacoes-de-grau-2026-2027-card-300x300.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a>A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), divulgou seu <a href="https://www.ufsm.br/prograd/colacao-de-grau"><strong>calendário de solenidades de Colação de Grau 2026</strong></a> para o 2º Semestre.</p>
<p>As solenidades ocorrerão <strong>de 15/01 a 05/03/2027</strong>. As datas e horários das sessões podem ser acessados no site da Prograd, na aba "Calendário de Colações de Grau 2026/2", em <a href="https://ufsm.br/prograd/colacao-de-grau"><strong>ufsm.br/prograd/colacao-de-grau</strong></a></p>
<p>O site também traz todas as orientações sobre <strong>cerimonial e protocolo</strong> para formandos(as), servidores(as), familiares e demais convidados(as).</p>
<p>Outras informações sobre colações de grau podem ser solicitadas à equipe responsável, através do email <a href="mailto:c.grau@ufsm.br"><strong>c.grau@ufsm.br</strong></a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Concerto de estreia da Orquestra de Câmara de Santa Maria será na quarta-feira (19)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/14/concerto-de-estreia-da-orquestra-de-camara-de-santa-maria-sera-na-quarta-feira-19</link>
				<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 23:41:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Orquestra de Câmara de Santa Maria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73793</guid>
						<description><![CDATA[O repertório combina o popular e o erudito, com obras de Antonio Vivaldi, Astor Piazzolla e Chiquinha Gonzaga]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/cartaz-2.jpg"><img class="alignright wp-image-73794" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/cartaz-2-819x1024.jpg" alt="Cartaz do evento." width="575" height="719" /></a>Em suas múltiplas acepções, a palavra “câmara” transmite invariavelmente a ideia de um lugar fechado, seja ele de dimensões grandes (como as câmaras de deputadores e vereadores) ou pequenas, como nas áreas da fotografia – na qual o princípio da câmara escura foi fundamental para a invenção da câmera fotográfica – e da música. Expressão associada à música erudita, a música de câmara remete a obras executadas por conjuntos formados por um número reduzido de instrumentistas. Na UFSM, um projeto de extensão coordenado pelo professor João Batista (“Tita”) Sartor atualiza esse conceito ao criar a Orquestra de Câmara de Santa Maria, cuja estreia está marcada para a próxima quarta-feira (19), em um espetáculo que combina o popular e o erudito, em diálogo ainda com a dança.

Marcado para as 19h, no Theatro Treze de Maio, esse primeiro concerto, com entrada gratuita, intitula-se “Chiquinha Gonzaga &amp; As Quatro Estações” e faz parte da programação da 53ª Feira do Livro de Santa Maria. Tendo Giovani dos Santos como solista ao violino, o concerto começa com trechos da obra mais famosa de Antonio Vivaldi: o primeiro movimento (<i>Allegro</i>) do concerto “Primavera”, ao qual se seguem os três movimentos (<i>Allegro com molto</i>, <i>Adagio e piano</i>/<i>presto e forte</i> e <i>Presto</i>) do “Verão”.

Logo após, as <i>Quattro Stagioni</i> dão lugar às <i>Quatro Estaciones Porteñas</i>, de Astor Piazzolla. Nessa obra, o compositor argentino homenageia a obra-prima do barroco italiano ao criar uma série de quatro tangos (<i>Primavera</i>, <i>Verano</i>, <i>Otoño</i> e <i>Invierno</i>) inspirados nas mudanças que a paisagem de Buenos Aires sofre a cada troca de estação. Os solistas Olinda Alessandrini (ao piano), Ricardo Chacón (ao violino) e Rodrigo Alquati (ao violoncelo) vão tocar as estações portenhas de acordo com o arranjo criado por José Bragato. Nessa parte do espetáculo, as estações ganharão também representação gestual, com a presença no palco dos bailarinos Débora Brandt e Patrick Moraes.

Por fim, o concerto homenageia a pianista, compositora e maestrina carioca Chiquinha Gonzaga, que – entre outros feitos – foi a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil. O público terá a oportunidade de ouvir uma breve amostra das modinhas, tangos brasileiros, marchinhas, valsas, choros e polcas compostas por ela. Novamente ao piano, Olinda Alessandrini vai tocar a suíte “Sempre Chiquinha”, sob arranjo de Sandra Mohr. Fazem parte da suíte as seguintes composições: “Lua Branca”, “Gaúcho”, “Bijou”, “Valsa Carlos Gomes”, “Plangente”, “Água de Vintém”, “Atraente” e “Viva o Carnaval”.

Além dos nomes já citados, o concerto de estreia da Orquestra de Câmara de Santa Maria também terá a participação dos seguintes músicos: os violinistas Bibiana Turchiello, Michael Fragomeni Penna, Yuri Ribeiro de Alencar e Elton Linhares; os violistas Ana Guerra, Artur Freitas Paulus e Endrik Dias Friedrich; o violoncelista Lucas Kindel Sartor; e o contrabaixista Luciano Dal Molin.

O concerto terá a regência do maestro e diretor artístico da Orquestra de Câmara, Tita Sartor, que nesse projeto conta com o auxílio, como diretores executivos, de dois nomes conhecidos na cena musical santa-mariense: Juliana Pires e Matheus Lopes.

No dia do espetáculo, os ingressos poderão ser adquiridos gratuitamente, a partir das 13h30min, <a href="https://theatro13demaio.com.br/" target="_blank" rel="noopener">no <i>site</i> do Theatro Treze de Maio</a>.

<b>Formaç</b><b>ão flexível –</b> Nesse primeiro concerto, a Orquestra de Câmara consiste basicamente em um conjunto de cordas acompanhado de piano, porém essa formação não será fixa. Vai variar de acordo com cada espetáculo, tanto na quantidade de instrumentistas quanto no tipo de instrumentos. Para a realização dos concertos, a direção da orquestra vai contar com a colaboração de estudantes e egressos dos cursos de Música da UFSM, incluindo também músicos que atuam em projetos dos quais o maestro Tita Sartor participa, não só em Santa Maria e região, mas também nas cidades de Montenegro e Porto Alegre. Inclusive, os ensaios para essa primeira apresentação vão ocorrer na capital gaúcha.

O Centro de Convenções da UFSM vai receber os dois espetáculos seguintes, que já estão marcados. No dia 22 de setembro, a Orquestra de Câmara, o <a href="https://www.instagram.com/balletivonefreire/" target="_blank" rel="noopener">Ballet Ivone Freire</a> e o projeto <a href="https://www.instagram.com/dancandopeducar/" target="_blank" rel="noopener">Dançando para Educar</a> vão apresentar o balé “Carmen”, obra na qual o compositor russo Rodion Shchedrin homenageia – com novos arranjos – a ópera homônima de Georges Bizet. E, nos dias 20 e 21 de outubro, <a href="https://www.ufsm.br/2025/10/08/orquestra-sinfonica-de-santa-maria-apresenta-na-quinta-e-sexta-feira-o-musical-a-bela-e-a-fera" target="_blank" rel="noopener">um ano após a sua apresentação pela Orquestra Sinfônica</a>, o musical “A Bela e a Fera” retorna ao palco do Centro de Convenções com a Orquestra de Câmara de Santa Maria.

Para a viabilização financeira dos espetáculos, a Orquestra de Câmara conta com o trabalho dos produtores Maristela Tomazetti e Rodrigo Jappe, responsáveis pela busca de apoios e patrocínios, bem como pela captação de recursos por meio das leis de incentivo à cultura.

A agenda de concertos e outras informações sobre a Orquestra de Câmara de Santa Maria constam em seu <a href="https://www.instagram.com/orquestradecamarasm/" target="_blank" rel="noopener">perfil no Instagram</a>.

<i>Texto: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
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				<title>“Não consigo viver sem ter coração de estudante”: UFSM concede título de Doutora Honoris Causa à ministra Cármen Lúcia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/14/nao-consigo-viver-sem-ter-coracao-de-estudante-ufsm-concede-titulo-de-doutora-honoris-causa-a-ministra-carmen-lucia</link>
				<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 19:20:20 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Gabinete da reitoria]]></category>
		<category><![CDATA[honoris causa]]></category>
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		<category><![CDATA[proplan]]></category>

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						<description><![CDATA[A ministra palestrou sobre a participação da universidade pública no fortalecimento democrático. O evento marcou o lançamento do PDI da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_73770" align="alignright" width="575"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/IC3A1045.jpg"><img class="wp-image-73770" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/IC3A1045-1024x683.jpg" alt="Foto colorida na horizontal da ministra Cármen Lúcia de perfil, à esquerda, falando ao microfone durante palestra. Ela está sentada em uma poltrona branca e mantém a mão perto da boca segurando o microfone enquanto ministra a palestra. Está vestindo roupa preta e com um holofote de luz sobre ela. O Ambiente é escuro." width="575" height="383" /></a> Ministra fala sobre o futuro da universidade pública na democracia (foto: Felippe Richardt)[/caption]

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), recebeu o título de Doutora Honoris Causa pela UFSM, na tarde desta sexta-feira (14). Na ocasião, estudantes, servidores e público externo prestigiaram a cerimônia realizada no Centro de Convenções. A ministra ainda proferiu a palestra “Democracia, autonomia e participação: o futuro da universidade pública”. A programação também incluiu o lançamento do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2028-2035 da universidade.

O título foi entregue pela reitora da UFSM, Martha Adaime, que destacou o significado da homenagem para as mulheres que ocupam espaços de liderança. Segundo ela, a trajetória de Cármen Lúcia representa não apenas sua atuação no Judiciário, mas também a possibilidade de outras mulheres reconhecerem esses espaços como caminhos possíveis, tornando-se um “exemplo a ser seguido por muitas de nós”.

A cerimônia marcou o encontro de duas mulheres que ocupam posições de destaque em suas instituições: Cármen Lúcia foi a primeira mulher a presidir o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), enquanto Martha Adaime é a primeira mulher a ocupar a Reitoria da UFSM.

O título de Doutor Honoris Causa é concedido a pessoas que tenham se destacado por contribuições relevantes para as ciências, as artes ou a cultura. No caso da ministra, a universidade reconheceu o seu papel de protagonismo no direito constitucional, na educação e nas instituições democráticas do país.

[caption id="attachment_73771" align="alignleft" width="575"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/IMG_8923.jpg"><img class="wp-image-73771" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/IMG_8923-1024x683.jpg" alt="Foto colorida na horizontal que mostra a ministra, ao centro, falando ao microfone na poltrona branca. Ela está com roupa preta e voltada ao público. No seu lado esquerdo e direito, há dois balcões brancos com a logo da UFSM e com plantas em cima. Ao fundo, está projetada uma imagem verde e azul com a logo do novo Plano de Desenvolvimento Institucional e um QR-code à direita para uma pesquisa de opinião pública aberta a toda a comunidade. O ambiente é claro, com iluminação branca no palco e voltada para a ministra." width="575" height="383" /></a> Novo PDI é lançado durante o evento (foto: Jessica Mocellin)[/caption]

O diploma foi aprovado após votação no Conselho Universtiário. Esse foi o primeiro título de Doutor Honoris Causa que Martha Adaime concedeu durante seu mandato. Na cerimônia, esteve presente também o vice-reitor Tiago Marchesan, o pró-reitor Vinicius Garcia e o pró-reitor adjunto Carlo Castellanelli, ambos da Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan).
<h3><b>Universidade como espaço democrático</b></h3>
Durante a palestra, a ministra abordou a relação entre democracia, educação e as transformações provocadas pelo avanço das tecnologias, com atenção ao uso de algoritmos pelas novas gerações. Dividido em três eixos, o discurso tratou da democracia na vida cotidiana, do papel da educação na democratização e da função das instituições para o desenvolvimento da sociedade.

Ao refletir sobre os impactos da tecnologia, Cármen Lúcia afirma que “a máquina está ao nosso serviço e não ao serviço da máquina”. Em seguida, defendeu que as novas gerações possam crescer em uma sociedade na qual a democracia esteja consolidada. “Nós queremos que as crianças de hoje não precisem estar preocupadas com a democracia”, declara.

Sobre a universidade, destacou a capacidade da instituição de estimular o pensamento crítico e a produção científica. “A universidade quebra dogmas, atrai conhecimentos e permite que você crie algo que nem sabia que poderia”, afirma a ministra.

[caption id="attachment_73772" align="alignright" width="575"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/IC3A1051.jpg"><img class="wp-image-73772" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/IC3A1051-1024x683.jpg" alt="Foto colorida na horizontal, registra a ministra Cármen Lúcia de cabelos grisalhos, vista de costas, diante da plateia durante a cerimônia. Ela veste uma roupa preta e mantém as mãos levantadas, com os dedos entrelaçados, em um gesto de agradecimento ao público. Ao fundo, a plateia aparece sentada em um ambiente escuro, com a iluminação concentrada sobre a mulher e parte das paredes do espaço." width="575" height="383" /></a> Ministra é recepcionada no Centro de Convenções da UFSM (foto: Felippe Richardt)[/caption]

Cármen Lúcia também relembrou a importância da Constituição Federal de 1988 e do princípio de construção de uma sociedade livre, justa e solidária. A partir dessa reflexão, ela explica que, embora seja possível adquirir celulares e televisores cada vez mais modernos, nenhuma tecnologia é capaz de substituir o olhar humano.
<h3><b>O Plano de Desenvolvimento Institucional</b></h3>
Com vigência de oito anos e revisão prevista para o meio do período, o novo PDI 2028-2035 será estruturado em quatro fases: panorama da educação e do contexto institucional, diagnóstico institucional, construção da estratégia e acompanhamento e avaliação periódica. A proposta segue princípios como caráter pedagógico, construção dialógica, compreensão da sociedade, avaliação transformadora e integração da informação.

Segundo a Reitoria da UFSM, o desafio é elaborar um PDI capaz de projetar a universidade para o futuro e acompanhar as transformações da sociedade. A proposta considera a necessidade de modernização da instituição diante da velocidade das mudanças. “O futuro sempre vem rapidamente. Precisamos nos modernizar com velocidade”, destaca a reitora.

Leia a entrevista exclusiva da ministra para a Coordenadoria de Comunicação Social da UFSM em: <a href="https://www.ufsm.br/2026/08/14/carmen-lucia-entrevista-ufsm" target="_blank" rel="noopener">“Cármen Lúcia: ministra do STF fala à UFSM sobre democracia, mulheres e participação social”</a>.

<i>Texto: Giovanna Felkl e Pedro Moro, estudantes de Jornalismo e bolsistas da Agência de Notícias</i>

<i>Fotos: Felippe Richardt e Jessica Mocellin, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Foto de capa: Felippe Richardt</i>

<i>Edição: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
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				<title>Cármen Lúcia: ministra do STF fala à UFSM sobre democracia, mulheres e participação social</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/14/carmen-lucia-entrevista-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 16:10:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[institucional]]></category>
		<category><![CDATA[pdi]]></category>
		<category><![CDATA[proplan]]></category>

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						<description><![CDATA[Em entrevista exclusiva, ministra aborda o papel das universidades, a presença de mulheres em espaços de poder e a participação da sociedade na democracia]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73767" align="alignleft" width="602"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/IMG_8930-1024x683.jpg" alt="" width="602" height="401" /> Ministra Cármen Lúcia palestrou sobre democracia, importância universitária e participação feminina[/caption]
<p>Pouco depois de receber o título de Doutora Honoris Causa pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), a ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu uma entrevista exclusiva para a UFSM, na manhã desta sexta-feira (14). </p>
<p>Durante a conversa, a ministra falou sobre o papel das universidades na manutenção e na proteção da democracia brasileira, a importância da presença de mulheres em espaços públicos de poder e decisão e os caminhos para ampliar a participação da sociedade. Cármen Lúcia também comentou a relação entre cidadania, voto e democracia, tema presente em seu livro mais recente, <em>Pela mão do povo: Voto e democracia no Brasil</em>.</p>
<p>Natural de Montes Claros, em Minas Gerais, Cármen Lúcia graduou-se em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) em 1977. Construiu carreira na área do Direito Constitucional e, atualmente, é professora titular da universidade que a formou. Além de sua atuação como advogada pública e magistrada, Cármen Lúcia foi nomeada e empossada no STF em 2006. A ministra presidiu o Supremo entre 2016 e 2018. Ela também ingressou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como ministra substituta em 2008 e tornou-se ministra efetiva em 2009. Em 2010, assumiu a vice-presidência do Tribunal. Em junho passado, a<a href="https://noticias.stf.jus.br/postsnoticias/ministra-carmen-lucia-completa-20-anos-no-stf-com-atuacao-marcada-pela-defesa-dos-direitos-fundamentais/"> ministra celebrou 20 anos de atuação no Supremo</a>.</p>
<p><strong>Confira abaixo a íntegra da entrevista:</strong></p>
<p><strong>UFSM</strong>: Ministra, historicamente as universidades têm sido espaços de debate, produção de conhecimento e circulação de ideias. Qual é o papel dessas instituições na manutenção e na proteção da democracia brasileira?</p>
<p><strong>CÁRMEN LÚCIA</strong>: É essencial. Todas as instituições, especialmente voltadas à educação, para propiciar um diálogo para a produção do conhecimento, para que as pessoas ensinem e aprendam. E, nesse sentido, a democracia há de ser aprendida e ensinada também a partir dos valores essenciais do pluralismo, das liberdades de criação, de invenção, de novos conhecimentos. Não há dogmas, não há verdades absolutas nem definitivas. E o caminho da humanidade é isso: um aprendizado que se faz e que a universidade propicia com muito mais agilidade, com muito mais amplitude. Sem a educação, nós não temos democracia. E a democracia se aprende, se pratica. E espaços privilegiados como são estes garantem e se responsabilizam por abrir espaços para novos saberes.</p>
<p><strong>UFSM</strong>: A senhora é atualmente a única mulher no Supremo Tribunal Federal. A UFSM também teve, depois de 65 anos, sua primeira mulher eleita para a Reitoria. Como a senhora enxerga a importância da presença de mulheres em espaços públicos de poder e decisão?</p>
<p><strong>CÁRMEN LÚCIA</strong>:</p>
<p>Na verdade, a Constituição garante a igualdade, e as mulheres foram invisibilizadas e silenciadas historicamente. Agora estamos começando a chegar a esses espaços para que a gente tenha igualdade material ou substancial, para que todas essas pessoas possam contribuir igualmente em benefício da sociedade, com olhares diferentes, experiências diferentes que, somadas, fazem com que a resposta a ser dada à sociedade, na criação, na transformação das instituições, no ambiente, naquilo que é propiciado para suprir demandas da sociedade, seja coerente com aquilo que é reclamado tanto pelas mulheres quanto pelos homens. Então, o que nós temos hoje, com reitoras nas universidades, são aportes de desempenho que mostram que somos todos responsáveis e que cada uma e cada um tem capacidade de contribuir para a melhoria da humanidade como um todo e, muito mais, das instituições.</p>
<p><strong>UFSM</strong>: Hoje a senhora recebe o título de Doutora Honoris Causa da UFSM. O que essa homenagem representa?</p>
<p><strong>CÁRMEN LÚCIA</strong>: Primeiro, agradeço muito à Universidade Federal de Santa Maria. Eu acho que isso é um compromisso e uma responsabilidade. O que foi qualificado pela universidade como sendo determinante para a outorga desse título também é um reconhecimento de um compromisso que eu preciso ter com os valores da universidade e, principalmente, com os valores de toda a sociedade de Santa Maria, do Rio Grande do Sul, para dizer só do aspecto regional. Mas eu levo isso como uma responsabilidade a mais, pelo voto de confiança que me é oferecido na outorga desse título</p>
<p><strong>UFSM</strong>: Recentemente, a senhora lançou o livro colaborativo <em>Pela mão do povo: Voto e democracia no Brasil</em>, que recupera diferentes momentos do processo eleitoral no país. Diante dessa trajetória, como nós, enquanto cidadãos, podemos contribuir para proteger a integridade do sistema eleitoral e fortalecer a democracia?</p>
<p><strong>CÁRMEN LÚCIA</strong>: Considero que a participação de todas as pessoas, especialmente dos jovens, é essencial para que a gente tenha não apenas eleições íntegras, seguras e transparentes, mas também, no pós-eleição, a consciência de que quem for eleito é representante, não é substituto do povo. Portanto, cabe a cada uma de nós, a cada um de nós, mas principalmente aos jovens, manter esse compromisso de estar atento, de participar, para que o processo eleitoral seja uma etapa do curso democrático na sociedade.</p>
<p>Quer dizer, este é o momento em que nós mostramos que lutamos muito para chegar à urna eletrônica, que é uma criação brasileira, para dar uma resposta aos riscos de corrupção eleitoral que a gente já viveu no país e que hoje não temos mais, no que se refere à urna eletrônica. A urna é segura, a urna é de absoluta confiança, testada, é do povo brasileiro. Nenhuma dúvida sobre isso.</p>
<p>Naquele momento, na cabine, é você, eleitor ou eleitora, com você mesmo. Ninguém vai interferir, ninguém vai saber, ninguém nunca vai saber em quem você votou, quem você escolheu, porque o voto é secreto. Este é um momento importantíssimo para legitimar a escolha feita na democracia. O resultado vai ser proclamado: venceu quem teve o maior número de votos, legitimando a escolha da população.</p>
<p>Porém, é preciso que a gente continue cidadão no dia seguinte, que a gente saiba se o candidato cumpriu a promessa que fez. Neste ano, não temos nenhuma mulher candidata, nem como vice, pela primeira vez desde a redemocratização. Mas, no momento seguinte, é preciso que o eleito cumpra aquilo que prometeu, que não sejam palavras vãs jogadas como se o eleitor fosse descartado depois da hora do voto.</p>
<p>Então, o papel de cada uma de nós, de cada um de nós e, principalmente, dos mais jovens, é essencial para que a gente tenha o fortalecimento da democracia num curso que vai além do voto. O voto é a entrega que você faz numa quase procuração. Se quem recebeu a procuração não honrar, você precisa estar atento a isso, como você faria como advogado. Você deu a procuração para o advogado. Se ele não atende ao que você quer, você precisa chamá-lo às falas. É a mesma coisa no processo político institucional.</p>
<p>E é isso que a gente precisa ser o tempo todo: vigilante, atento. Liberdade se vigia, democracia se busca, se cumpre, se cobra e, principalmente, se constrói todo dia.</p>
<p><b><i>Entrevista: </i></b><i>Pedro Moro </i><i>e</i><b><i>studante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias </i></b><i>e Pedro Pereira, jornalista</i><b><i><br />Texto</i></b><i>: Pedro Moro<br /></i><b><i>Fotos</i></b><i>: Jessica Mocellin, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br /></i><b><i>Edição</i></b><i>: Mariana Henriques, jornalista</i></p>
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													</item>
						<item>
				<title>IsF oferta cursos gratuitos de idiomas para a comunidade acadêmica da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/14/isf-oferta-cursos-gratuitos-de-idiomas-para-a-comunidade-academica-da-ufsm-2</link>
				<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 13:42:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[idiomas sem fronteiras]]></category>
		<category><![CDATA[IsF]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Alunos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Servidores]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73765</guid>
						<description><![CDATA[Serão ofertados cursos de cinco idiomas: espanhol, francês, inglês, italiano e português para estrangeiros]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
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<div class="gmail_default"><span style="color: initial">Estudantes, docentes e servidores técnico-administrativos da UFSM poderão se inscrever nos cursos gratuitos de idiomas do Idiomas sem Fronteiras. A ação tem como objetivo apoiar o desenvolvimento linguístico de estudantes e servidores, contribuindo para a ampliação de oportunidades acadêmicas e profissionais em contextos internacionais.</span></div>
<div> </div>
<div class="gmail_default"><b>Espanhol</b></div>
<div class="gmail_default">Inscrições: de 13 a 21 de agosto</div>
<div class="gmail_default">Turma 1: Conversação de rotina em língua espanhola (EaD)</div>
<div class="gmail_default">Segundas-feiras, 13h30 às 15h</div>
<div class="gmail_default">Turma 2: Espanhol para interação em contextos acadêmicos (presencial)</div>
<div class="gmail_default">Quartas-feiras, das 14h às 16h</div>
<div class="gmail_default">Turma 3: Español a partir de América Latina: introducción cultural y comunicativa (presencial)</div>
<div class="gmail_default">Quinta-feira, das 13h30 às 15h30</div>
<div>Inscrições pelo <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSenHiBKRKEo2boNxVARDYhLBK5tBVEKutAp_MsjN5w-APFTsw/viewform" target="_blank" rel="noopener">formulário</a>.</div>
<div> </div>
<div class="gmail_default"><b>Francês</b></div>
<div class="gmail_default">Inscrições: de 11 a 19 de agosto</div>
<div class="gmail_default">Turma 1: Comunicação oral: interações cotidianas (EaD)</div>
<div class="gmail_default">Segundas-feiras, das 17h30 às 19h30</div>
<div class="gmail_default">Turma 2: Introdução à mobilidade acadêmica em língua francesa (EaD)</div>
<div class="gmail_default">Quintas-feiras, das 18h30 às 20h30</div>
<div>Inscrições pelo <a href="https://forms.gle/sT3QJzVoyJQLUVH17" target="_blank" rel="noopener">formulário</a>.</div>
<div> </div>
<div class="gmail_default"><b>Inglês</b></div>
<div class="gmail_default">Inscrições: de 12 a 21 de agosto</div>
<div class="gmail_default">Turma 1: Escrita de <i>abstracts</i><br />Segundas e quartas, das 13h30 às 15h30</div>
<div class="gmail_default">Turma 2: Estratégias de leitura em língua inglesa</div>
<div class="gmail_default">Segundas e quartas, das 18h às 20h</div>
<div>Inscrições pelo <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSffQCAnrv-nMDTKxvlnNWmF3-dfCxG6xafsP9mgTf2jvqrbxQ/viewform" target="_blank" rel="noopener">formulário</a>.</div>
<div class="gmail_default"> </div>
<div class="gmail_default">Os idiomas italiano e português língua estrangeira/adicional estão com cursos em andamento. As próximas turmas terão inscrições a partir de 24 e 31 de agosto, respectivamente.</div>
<div> </div>
<div class="gmail_default"><span style="color: initial">Mais informações constam no</span><span class="gmail_default" style="color: initial"> </span><span style="color: initial">perfil no Instagram</span><span class="gmail_default" style="color: initial"> (isf_ufsm). </span></div>
<div> </div>
</div>
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													</item>
						<item>
				<title>Labler convida para palestra sobre a história do extensionismo no Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/13/labler-convida-para-palestra-sobre-a-historia-do-extensionismo-no-brasil</link>
				<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 22:27:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Letras]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73764</guid>
						<description><![CDATA[O palestrante é o professor Antônio Marcos Muniz Carneiro, da Pós-Graduação em Tecnologia para o Desenvolvimento Social da UFRJ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Na próxima quinta-feira (20), o Laboratório de Pesquisa e Ensino de Leitura e Redação (Labler) promove a palestra “A história do extensionismo no Brasil: histórico e práticas”, que será ministrada pelo professor Antônio Marcos Muniz Carneiro, do Programa de Pós-Graduação em Tecnologia para o Desenvolvimento Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A palestra tem por objetivo mostrar a ressignificação do extensionismo no Brasil, a partir da tendência à superação do modelo clássico de transferência de saberes, ressaltando a importância do papel da linguagem nas metodologias dialógicas ou participativas da extensão no Brasil. A atividade ocorre das 9h às 12h no miniauditório das Letras, no prédio 40A do campus sede da UFSM.

A palestra destina-se a pessoas engajadas e/ou interessadas em participar de práticas de extensão, particularmente na área de linguagens. Para participar da atividade, na modalidade presencial ou on-line, os interessados devem preencher o <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScc6PyPzOLNijV5K0Nq_KYqmvCWeBxVckAnzFOdYKSZiQJ_bA/viewform" target="_blank" rel="noopener">formulário de inscrição</a>.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Editora UFSM celebra ciência e cultura na 53ª Feira do Livro de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/13/editora-ufsm-celebra-ciencia-e-cultura-na-53a-feira-do-livro-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 15:08:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Editora UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[feira do livro santa maria]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>

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						<description><![CDATA[Programação contou com o lançamento de 17 livros e sessão de autógrafos 
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/IMG_8771-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal de grupo de pessoas debaixo de uma tenda iluminada na Feira do Livro" />											<figcaption>Sessões de lançamento da Editora UFSM levaram moradores da região à Praça Saldanha Marinho </figcaption>
										</figure>
		<p>A Editora da UFSM lançou 17 obras inéditas na 53ª Feira do Livro de Santa Maria, na Praça Saldanha Marinho, nesta quarta-feira (12). O momento também contou com sessões de autógrafos com os autores e atividades voltadas ao diálogo entre ciência, literatura e arte. </p><p>Entre os lançamentos, estão publicações da Coleção Textos Introdutórios UFSM, da Série Extensão e do Selo Patrimônio e Memória, além de ebooks de literatura, música, educação, editoração, patrimônio, saúde, genética e ciências agrárias.</p><p>Durante a sessão, o diretor da Editora UFSM, Eneias Faria Tavares, destacou que este conjunto de obras representa a grandeza da universidade e das pesquisas realizadas na instituição. O professor ressaltou, ainda, a possibilidade do compartilhamento do conhecimento dos acadêmicos de forma gratuita por meio dos ebooks.</p><p>Já o vice-reitor da UFSM, Tiago Marchesan, ressaltou a participação de diversos pesquisadores e autores na produção das obras e enfatizou o papel dos livros na divulgação do conhecimento produzido pela universidade. “A Universidade Federal de Santa Maria que coloca o livro, de qualquer uma dessas formas que seja, o livro eletrônico, físico, mas coloca o livro, transcende não só a universidade, mas transcende o tempo”, afirmou. </p><h3><b>Literatura, editoração e história em destaque</b></h3><p>Neste ano, dentre os lançamentos estão novos títulos para a coleção de livros de bolso “Textos Introdutórios”. Desenvolvida em parceria com a Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), esta coleção é direcionada aos estudantes do primeiro semestre de graduação com a finalidade de trazer noções básicas das áreas do conhecimento. Dois novos exemplares da coletânea foram lançados na sessão desta quarta: Teorias da Literatura e Princípios de Editoração. Ainda relacionado à editoração está “<i style="color: #000000;font-size: 1rem">Trilhas de Edição”</i>, obra que mostra os bastidores de todo o processo criativo da editora, e está <a style="font-size: 1rem" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/756/2026/06/Trilhas-da-edicao-Editora-UFSM.pdf">disponível online</a>.</p><p>O tema da história do Rio Grande do Sul está presente como a segunda edição inédita do diplomata Joaquim Francisco de Assis Brasil, coordenada por Jéssica Dalcin. A biografia original sobre a vida do estadista gaúcho foi escrita por Artheniza Weinmann Rocha, Luiz Gonzaga Binato de Almeida e José Newton Cardoso Marchiori. O livro traz também um registro do <a href="https://biblioteca.ibge.gov.br/biblioteca-catalogo.html?id=35223&amp;view=detalhes">Castelo de Pedras Altas</a>, construído por Assis Brasil do início do século passado em estilo medieval, local onde ocorreu a Revolução de 1923. </p><p>Outro lançamento é “História e Cultura Indígena e Negra no Rio Grande do Sul: Resistência e Lutas”, da Série Extensão. A obra resulta do trabalho feito em oficinas educacionais coordenadas pela professora Mari Cleise Sandalowski, do Laboratório de Investigação Sociológica (LABIS).As pesquisadoras Rogéria Tavares e Rafaela Munari, doutoras em Ciências Sociais, explicam que a publicação surgiu de uma disciplina voltada à produção de material didático e foi pensada como apoio pedagógico para professores da educação básica. A proposta é recontar a história do Rio Grande do Sul a partir da presença, da resistência e das lutas dos povos indígenas e negros no estado.</p><p>Para Rafaela, a publicação representa uma forma de levar para as escolas uma perspectiva histórica que nem sempre está presente nos materiais didáticos: “O projeto, que começou como uma atividade acadêmica, agora pode ser aplicado fora da universidade e utilizado como material de apoio para professores. Então, para nós foi bem gratificante receber essa oportunidade”, conta. </p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/IMG_8801-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal das duas autoras do livro História e Cultura Indígena e Negra no Rio Grande do Sul: Resistência e Lutas.Ambas estão sentadas à mesa. Uma delas está com o olhar para baixo e outra conversar com a repórter" />											<figcaption>Rogéria Tavares e Rafaela Munari lançaram a obra História e Cultura Indígena e Negra no Rio Grande do Sul: Resistência e Lutas</figcaption>
										</figure>
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/IMG_8757-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal de homem assinando livro sobre uma mesa. A página do livro traz o nome J.F.Assis Brasil" />											<figcaption>Sessão de autógrafos de versão inédita de biografia do diplomata J.F. de Assis Brasil</figcaption>
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		<h3><b>Obras compartilham ciência com a sociedade</b></h3><p>A engenheira florestal Eveline Soares Zugalde lançou o “Dicionário de Silvicultura” durante a sessão da Editora UFSM. Eveline conta que a publicação surgiu durante a iniciação científica desenvolvida no Laboratório de Ecologia Florestal durante a graduação. O dicionário reúne termos em português, inglês, alemão, espanhol e francês sobre a área florestal. </p><p>O objetivo da produção é facilitar a tradução de pesquisas e trabalhos acadêmicos e contribuir para a comunicação científica internacional neste campo de estudo, conforme explica a autora. O processo de elaboração do dicionário envolveu a consulta a trabalhos científicos em diferentes idiomas e a participação de revisores especializados, responsáveis por verificar as traduções e adequar termos específicos de diferentes regiões. Para a autora, a publicação também representa uma oportunidade de aproximar a pesquisa acadêmica de diferentes públicos.</p><p>Já o Guia Ilustrado dos Fósseis da Quarta Colônia, e-book da Série Extensão, de autoria de Paulo César Rodrigues Ferraz e Flávio Augusto Pretto, aborda a relação entre pesquisa científica e divulgação do conhecimento. A publicaçãoo é o resultado da aproximação entre o conhecimento técnico e a linguagem jornalística. O jornalista Paulo César Ferraz conta que realizou uma série de entrevistas com pesquisadores para conhecer os fósseis da região e levar  o conhecimento científico à sociedade por meio de uma linguagem mais acessível</p><p>O gruia foi pensada para diferentes faixas etárias e tem como uma de suas propostas funcionar como uma porta de entrada para a ciência, principalmente para um público mais jovem. Para o paleontólogo Flávio Pretto, do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (Cappa), a publicação torna a paleontologia mais próxima da comunidade. Segundo ele, contar com a Editora e com a universidade permite ampliar o alcance das ações de extensão e levar o conhecimento produzido na UFSM para públicos dentro e fora da região.</p><h3><b>Bate-papo sobre arte e filosofia no dia 19</b></h3><p>Na próxima quarta-feira (19), a Editora UFSM promove o bate-papo: “Arte, imagem e autoconhecimento: diálogos sistêmicos e filosóficos”, reunindo a atriz e escritora Ingra Lyberato e o professor Odailso Berté. Nesse encontro, as duas obras serão tomadas como ponto de partida para discutir as relações entre arte, memória, imagem e autoconhecimento. A conversa revisitará o universo da novela Ana Raio e Zé Trovão (1990), produção que marcou a teledramaturgia brasileira e teve parte de suas gravações realizadas no Rio Grande do Sul.</p><p>Odailso é um visitante frequente da Feira do Livro e considera que: “para o meu campo, especificamente falando, a Feira fortalece o que a gente chama de pesquisa em arte. O fazer artístico é muito importante, mas o que é que se produz de conhecimento em torno disso é ainda mais”. Por isso, o professor reforça que a feira permite apresentar e disponibilizar obras para a comunidade. “Isso é muito importante, porque é produção de cultura, é a propagação de conhecimento” afirma.</p><p>A Feira do Livro segue até dia 22 de agosto na praça Saldanho Marinho. A programação completa e informações adicionais você encontra <a href="https://www.feiradolivrosm.com/">aqui.</a></p><h3><b>Confira a lista completa de lançamentos</b></h3><p>– “Aprender com Maquetes” (Textos Introdutórios UFSM) – Samuel Brito;</p><p>– “Biologia para Futuros Educadores: Conceitos e Práticas” (Textos Introdutórios UFSM) – Liliana Essi, Maria Angélica Oliveira Linton e Cleusa Vogel Ely;</p><p>– “Dentes Inclusos: Fundamentos, Cirurgia e Cuidados Odontológicos” – 2ª edição (e-book) – Jorge Abel Flores, Felipe Wehner Flores e Pâmela Gutheil Diesel;</p><p>– “Dicionário de Silvicultura” (e-book gratuito) – Mauro Valdir Schumacher, Eveline Soares Ugalde, Grasiele Dick, Clayton Alcarde Alvares, Dany Roberta Marques Caldeira, José Alvarez-Muñoz e Kevin Hall;</p><p>– “Fundamentos em Editoração” (Textos Introdutórios UFSM) – Marília de Araujo Barcellos;</p><p>– “Genética e Reprodução na Pecuária em Quadrinhos” – Thaise Pinto de Melo, Gilson Antônio Pessoa e Daniele Alves de Oliveira;</p><p>– “Harmonia: Um Tratado Sobre a Prática Tonal, Suas Expansões e Adaptações” – Arthur Rinaldi;</p><p>– “J. F. de Assis Brasil: Interpretações” – 2ª edição (Selo Patrimônio e Memória) – Artheniza Weinmann Rocha, Luiz Gonzaga Binato de Almeida e José Newton Cardoso Marchiori;</p><p>– “Pensando o Compor I: Teorias e Práticas da Criação Musical” (e-book gratuito) – Arthur Rinaldi e Paulo Rios Filho;</p><p>– “As Práticas Integrativas e Complementares na Linguagem Infantil” (e-book) – Carolina Lisbôa Mezzomo e Tatiana Bagetti (orgs.);</p><p>– “Taperas nas Paisagens da Quarta Colônia” (Selo Patrimônio e Memória) – Cesar De David;</p><p>– “Teoria da Literatura” (Textos Introdutórios UFSM) – Lucas Zamberlan;</p><p>– “Guia Ilustrado dos Fósseis da Quarta Colônia” (e-book Série Extensão) – Paulo César Rodrigues Ferraz e Flávio Augusto Pretto;</p><p>– “História e Cultura Indígena e Negra no Rio Grande do Sul: Resistência e Lutas” (e-book Série Extensão) – Mari Cleise Sandalowski;</p><p>– “Design e Contexto Cultural” (e-book Série Extensão) – Marilaine Pozzatti Amadori;</p><p>– “Medidas e Avaliações para Prescrição de Exercícios Físicos em Situações de Campo” (e-book Série Extensão) – Luciane Sanchotene Etchepare, Juliane Berria e Darcieli Lima Ramos (orgs.).</p><p><i>Texto: Ellen Schwade, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></p><p><i>Fotos: Jessica Mocellin, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></p><p><i>Edição: Maurício Dias, jornalista</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Instituto de Energia e Mobilidade da UFSM completa 10 anos de pesquisa, inovação e conexão com o setor produtivo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/13/instituto-de-energia-e-mobilidade-da-ufsm-completa-10-anos-de-pesquisa-inovacao-e-conexao-com-o-setor-produtivo</link>
				<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 11:51:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[derlab]]></category>
		<category><![CDATA[energia e mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[IEM]]></category>
		<category><![CDATA[rtslab]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73804</guid>
						<description><![CDATA[Com sete laboratórios e cerca de 110 estudantes, IEM celebra uma década de atuação e projeta avanços nas áreas de mobilidade elétrica e armazenamento de energia]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="isSelectedEnd">O que começou, em 2016, como uma iniciativa para aproximar as pesquisas desenvolvidas na Universidade Federal de Santa Maria das demandas do setor produtivo transformou-se, ao longo de uma década, em um ambiente de pesquisa, desenvolvimento tecnológico, formação de estudantes e prestação de serviços especializados. Em agosto, o Instituto de Energia e Mobilidade (IEM) da UFSM completa 10 anos de atividades.</p>
<p class="isSelectedEnd">Criado em 5 de agosto de 2016, inicialmente com o nome de Instituto de Redes Inteligentes (INRI), o Instituto nasceu da união de pesquisadores interessados em ampliar a conexão entre a Universidade e a indústria. Segundo o diretor do IEM, professor Vitor Bender, o propósito, desde o início, era transformar o conhecimento produzido na Universidade em soluções aplicáveis à sociedade. “O objetivo da criação desse instituto foi uma aproximação maior da Universidade com a indústria, com o setor industrial. Aproximar as pesquisas que a Universidade desenvolve do setor industrial e transformar as pesquisas em produtos”, explica.</p>
[caption id="attachment_73805" align="alignleft" width="600"]<img class="wp-image-73805 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/USINA-1024x683.jpg" alt="" width="600" height="400" /> Usina fotovoltaica integra a infraestrutura do IEM voltada ao desenvolvimento de pesquisas na área de energia[/caption]
<p class="isSelectedEnd">Na época, a estrutura era formada por dois laboratórios. Dez anos depois, o Instituto conta com sete laboratórios, além de uma infraestrutura que foi ampliada, recebeu novos equipamentos e ganhou uma usina fotovoltaica. O crescimento também aparece no número de pessoas envolvidas. Atualmente, 66 estudantes de graduação e aproximadamente 44 de pós-graduação frequentam o Instituto. Ao longo de sua trajetória, mais de 300 estudantes já passaram por seus laboratórios.</p>
<p class="isSelectedEnd">A expansão das atividades também levou a uma mudança de identidade. Com o avanço das pesquisas para além das redes elétricas inteligentes, começaram as discussões para que o nome representasse melhor a atuação do Instituto. Após um processo de consultas e reposicionamento institucional, em 2025, o INRI passou a se chamar Instituto de Energia e Mobilidade (IEM). “A área de atuação do Instituto já tinha extrapolado as limitações daquele nome. Pensamos em um nome que fosse mais abrangente, mais atual e que estivesse alinhado com o presente e o futuro do setor elétrico e da evolução da energia elétrica”, afirma Bender.</p>
<p class="isSelectedEnd">A nova identidade acompanha áreas que ganharam espaço nas pesquisas nos últimos anos, como mobilidade elétrica, sistemas de armazenamento de energia, geração fotovoltaica e tecnologias relacionadas à transição energética.</p>
<h3>Estrutura para pesquisa e desenvolvimento</h3>
<p class="isSelectedEnd">Os laboratórios do IEM atuam em diferentes etapas da pesquisa e do desenvolvimento de tecnologias ligadas à energia. Entre eles está o Laboratório de Recursos Energéticos Distribuídos (DERLab), voltado a temas como geração fotovoltaica, armazenamento em baterias e integração desses sistemas à rede elétrica.</p>
[caption id="attachment_73806" align="alignright" width="603"]<img class="wp-image-73806 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/DERLAB-1024x683.jpg" alt="" width="603" height="402" /> Laboratório atua, entre outras atividades, na realização de ensaios em inversores fotovoltaicos[/caption]
<p class="isSelectedEnd">O DERLab possui estrutura para ensaios de inversores fotovoltaicos, equipamentos responsáveis pela conversão da energia produzida pelos painéis para utilização pelos consumidores. Segundo Bender, é o maior laboratório do Brasil nessa área de ensaios. O espaço também é um dos dois laboratórios do Instituto acreditados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).</p>
<p class="isSelectedEnd">Outro ambiente é o Laboratório de Simulações em Tempo Real (RTSLab), que utiliza equipamentos capazes de reproduzir digitalmente estruturas elétricas, como subestações ou redes de distribuição de uma cidade. Os chamados “gêmeos digitais” permitem realizar testes e analisar, em tempo real, como os sistemas responderiam a diferentes condições.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já o Laboratório de Mobilidade Elétrica desenvolve pesquisas relacionadas à eletrificação de veículos, incluindo carros e máquinas agrícolas. Entre as frentes de atuação estão sistemas de recarga, gerenciamento de energia, eletrônica embarcada e desenvolvimento de propulsores elétricos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Instituto também conta com o Laboratório de Alta Tensão, que realiza pesquisas e ensaios em equipamentos como transformadores, reatores, isoladores e geradores e também é acreditado pelo Inmetro; o Laboratório de Engenharia Assistida por Computador (CAELab), que utiliza simulações para analisar aspectos como aquecimento e esforços mecânicos antes da fabricação de equipamentos; e o Laboratório de Altas Correntes, voltado, entre outras atividades, a testes de curto-circuito e pesquisas relacionadas à segurança envolvendo arco e choque elétricos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além da infraestrutura laboratorial, o IEM mantém uma equipe administrativa com 12 profissionais. Conforme o vice-diretor do Instituto, Daniel Arenhardt, essa estrutura permite que os pesquisadores concentrem seus esforços nas atividades técnicas. “O pesquisador deve se preocupar em pesquisa, enquanto isso nossa equipe oferece suporte à gestão dos projetos, recursos humanos, compras, comunicação e relação com as fundações de apoio”, relata.</p>
<h3>Cerca de R$ 40 milhões captados em dez anos</h3>
<p class="isSelectedEnd">A aproximação entre a Universidade e o setor produtivo, que esteve na origem do Instituto, permanece como um dos pilares de sua atuação. Desde 2016, aproximadamente R$ 40 milhões foram captados pelo IEM, conforme Arenhardt. Desse total, cerca de R$ 36 milhões estão relacionados a projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D), enquanto o restante corresponde principalmente à prestação de serviços laboratoriais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os recursos são utilizados, entre outras finalidades, para bolsas de estudantes, manutenção da infraestrutura e aquisição de equipamentos, criando condições para a realização de novos projetos e parcerias. Entre as empresas que mantêm ou já desenvolveram parcerias com o Instituto estão representantes da indústria e do setor elétrico, como WEG, Huawei, Ecco Soma e Zagonel, além de concessionárias como CPFL, RGE e Equatorial.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um dos exemplos dessa relação é o projeto desenvolvido pela UFSM em parceria com a startup Ecco Soma para aumentar a participação da energia fotovoltaica em microrredes abastecidas também por geradores a diesel. A tecnologia desenvolvida permite ampliar a participação da energia solar nesses sistemas, reduzindo a necessidade de combustível.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o professor Jonas Tibola, associado ao IEM e integrante do projeto, foi desenvolvido um conversor capaz de atuar junto à microrrede, absorvendo ou fornecendo energia de acordo com as necessidades do sistema. A solução possibilita ampliar a participação da energia fotovoltaica de cerca de 30% para até 70%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outro diferencial é a utilização de supercapacitores no lugar de baterias convencionais. A proposta foi pensada especialmente para sistemas isolados, como os existentes na região amazônica, onde a durabilidade dos equipamentos e a necessidade de substituição e descarte de baterias representam desafios adicionais. “O objetivo é reduzir o consumo de combustível. O principal diferencial talvez seja não usar baterias. Utilizamos supercapacitores, que têm uma vida útil muito maior, evitando também a questão do descarte das baterias”, explica Tibola.</p>
<h3>Pesquisa que também forma profissionais</h3>
<p class="isSelectedEnd">Se a aproximação com a indústria orientou a criação do Instituto, a formação dos estudantes é apontada pela direção como o objetivo que conecta as diferentes atividades realizadas no IEM. Graduandos, mestrandos e doutorandos participam diretamente das pesquisas, do desenvolvimento de tecnologias e da prestação de serviços. “As pessoas que desenvolvem pesquisas, que realizam os serviços, são alunos de graduação e pós-graduação. Com isso, conseguimos dar uma formação qualificada para esses alunos. Essa aproximação com a indústria tem feito com que os alunos do Instituto tenham um ingresso fácil no mercado de trabalho”, destaca Bender.</p>
<p class="isSelectedEnd">Essa experiência é vivenciada pelo estudante de Engenharia Elétrica João Lucas de Jesus, bolsista do IEM há três anos. Ao longo desse período, ele já passou por diferentes áreas e funções dentro do Instituto e, atualmente, atua no setor comercial, onde mantém contato direto com empresas e demandas da indústria. “Estar no IEM desde o início da graduação me deu a oportunidade de passar por diferentes áreas e entender um pouco de cada etapa do trabalho. Hoje eu tenho um contato mais direto com a indústria e consigo entender melhor como aquilo que aprendemos na sala de aula chega às empresas. Essa experiência tem sido muito importante para a minha formação e para me preparar para o mercado de trabalho”, relata João Lucas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para o vice-reitor da UFSM, professor Tiago Marquezan, que também foi um dos responsáveis pela criação do Instituto, essa formação conectada às demandas externas é um dos principais impactos de estruturas como o IEM. “A gente vê na prática a formação do estudante que participa desses projetos. Quando ele sai daqui, seja da graduação, mestrado, doutorado ou pós-doutorado, sai com outro perfil de mercado. E ele é disputado pelo mercado ao sair daqui. Porque aqui a gente forma líderes”, afirma Marquezan.</p>
<p class="isSelectedEnd">O vice-reitor também ressaltou que a atuação do Instituto vai além de seus laboratórios e envolve grupos de pesquisa, programas de pós-graduação e pesquisadores de diferentes áreas. “Os projetos e desafios da sociedade não são únicos de uma única área. Eles são múltiplos e, se a gente conseguir trabalhar nesses múltiplos projetos, nas diferentes engenharias e até fora das engenharias, a gente responde muito mais aos anseios da nossa sociedade”, destacou.</p>
<h3>De olho nos próximos dez anos</h3>
<p class="isSelectedEnd">Depois de uma década de expansão, o IEM projeta os próximos passos mirando áreas que devem ocupar espaço cada vez maior no setor energético. Entre as prioridades estão a mobilidade elétrica e os sistemas de armazenamento de energia. “O Instituto procura sempre estar alinhado à tecnologia e ao setor elétrico. Tudo que envolve energia e mobilidade, procuramos acompanhar para que nossos laboratórios estejam atualizados e possam prestar serviços úteis à comunidade industrial. Estamos percebendo um futuro muito promissor na área da mobilidade elétrica e também no armazenamento de energia”, projeta Bender.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para marcar a primeira década de atividades, o IEM realizou, na noite de 12 de agosto, um coquetel comemorativo que reuniu professores, pesquisadores, estudantes, egressos, colaboradores e parceiros que participaram da construção do Instituto ao longo de sua trajetória.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além de celebrar as conquistas acumuladas desde 2016, o encontro foi um momento para reconhecer as pessoas que contribuíram para o desenvolvimento do IEM e olhar para os desafios que devem orientar sua próxima década.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Texto:</strong> <em>Isadora Bortolotto, estudante de Jornalismo e voluntária da Agência de Notícias<br /></em><strong>Fotos:</strong> <em>Gabriele Mendes, estudante de Jornalismo e voluntária da Agência de Notícias<br /><strong>Edição:</strong> Mariana Henriques, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Evento com ministra Cármen Lúcia na UFSM tem horário alterado para esta sexta-feira (14)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/12/evento-com-ministra-carmen-lucia-na-ufsm-tem-horario-alterado-para-esta-sexta-feira-14</link>
				<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 22:58:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Coplai]]></category>
		<category><![CDATA[pdi]]></category>
		<category><![CDATA[pdi 2028/2035]]></category>
		<category><![CDATA[proplan]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73748</guid>
						<description><![CDATA[Atividade será realizada das 10h às 12h, no Centro de Convenções]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="isSelectedEnd">A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia Antunes Rocha, estará na UFSM nesta sexta-feira (14) para o lançamento do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2028-2035. Em razão de alteração na agenda da ministra, o evento, que inicialmente estava previsto para ocorrer à tarde, será realizado das 10h às 12h, no Centro de Convenções da UFSM. A entrada do público será liberada a partir das 9h.</p>
<p class="isSelectedEnd">As inscrições realizadas anteriormente permanecem válidas para o novo horário. Inscritos que não puderem comparecer pela manhã devem realizar o cancelamento da inscrição pelo <a href="https://nisa.ufsm.br/eventos">sistema de inscrições da UFSM</a>. As vagas decorrentes de desistências serão disponibilizadas para interessados que comparecerem ao Centro de Convenções no dia do evento e aguardarem na fila de espera, conforme a disponibilidade. Para quem possui ingresso, o QR Code permanecerá válido até as 10h. Após esse horário, as vagas de quem não tiver realizado o acesso também serão liberadas para a fila de espera.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante o evento, Cármen Lúcia ministrará a palestra “Democracia, Autonomia e Participação: o Futuro da Universidade Pública”. Na ocasião, também receberá o título de Doutora Honoris Causa da UFSM.</p>
<p>O evento será transmitido ao vivo pelo <a href="https://www.youtube.com/live/a4vXXf5ALB4">YouTube da UFSM</a> e pelas <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio">Rádios UFSM</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Encontro na segunda-feira (17) apresenta à comunidade os cursos de francês disponíveis na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/12/encontro-na-segunda-feira-17-apresenta-a-comunidade-os-cursos-de-frances-disponiveis-na-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 22:19:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[idiomas]]></category>
		<category><![CDATA[Letras]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73755</guid>
						<description><![CDATA[O evento inicia-se às 18h30min no auditório do curso de Letras – prédio 40A do campus sede]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Os programas Línguas no Campus (Linc) e Idiomas sem Fronteiras (ISF), vinculados ao Departamento de Letras Estrangeiras Modernas da UFSM, convidam as comunidades acadêmica e externa para um encontro, na próxima segunda-feira (17), em que serão apresentados os principais cursos de francês disponíveis na universidade. Com início às 18h30min, no auditório do prédio 40A do campus sede, o evento Aprender Francês na UFSM terá – além da apresentação dos cursos – uma roda de conversa com as professoras de francês na UFSM Maria Clara Carneiro e Vanderlene Rolim, dos cursos de Letras, e com os bolsistas Matheus Dornelles e Mariana Prado, do Linc e IsF.

O público é convidado a conhecer os diferentes níveis de ensino da língua e também a trazer suas dúvidas, sugestões e necessidades específicas para o aprendizado do francês. Os interessados também podem participar do encontro na modalidade on-line. Para isso, devem solicitar o link pelo e-mail isf.frances@ufsm.br.

O Linc é um programa de extensão do Laboratório de Pesquisa e Ensino de Leitura e Redação (Labler) que atua há mais de 25 anos na UFSM, dedicado à formação de professores de linguagens e à oferta de cursos de línguas. E o IsF é um projeto nacional dedicado à capacitação em línguas adicionais para a internacionalização, com cursos gratuitos para a comunidade acadêmica.

Mais informações pelo Instagram, nos perfis <a href="https://www.instagram.com/linc_ufsm/" target="_blank" rel="noopener">@linc_ufsm</a> e <a href="https://www.instagram.com/isf_ufsm/" target="_blank" rel="noopener">@isf_ufsm</a>.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Abertas as inscrições em curso de inglês preparatório para o Teslle</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/12/abertas-as-inscricoes-em-curso-de-ingles-preparatorio-para-o-teslle</link>
				<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 21:26:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[idiomas]]></category>
		<category><![CDATA[Letras]]></category>
		<category><![CDATA[TESLLE]]></category>

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						<description><![CDATA[Com duração de 30 horas, o curso é voltado à leitura de textos acadêmicos em inglês]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Há mais de 20 anos, o Programa Línguas no Campus (Linc) vem auxiliando estudantes de pós-graduação a se prepararem para a prova de inglês do Teste de Suficiência em Leitura em Língua Estrangeira (Teslle). As inscrições para o curso preparatório ofertado neste semestre estão abertas até esta sexta-feira (14). Destinado à leitura de textos acadêmicos em inglês e com duração de 30 horas, o curso é aberto a toda a comunidade acadêmica (discentes, docentes e técnico-administrativos) e regional (público externo).

As aulas acontecem nas terças e quintas-feiras, das 17h às 18h30min. O custo da matrícula é de R$ 450,00, em duas parcelas, ou R$ 400,00 à vista. Em ambas as opções, está incluso o material didático. Para se inscrever, basta acessar o <a href="https://www.cursoseeventos.ufmg.br/instituicao/UFSM/ofertas/12607" target="_blank" rel="noopener">formulário eletrônico</a>.

Mais informações podem ser obtidas no perfil do Linc no Instagram (<a href="https://www.instagram.com/linc_ufsm/" target="_blank" rel="noopener">@linc_ufsm</a>), pelo e-mail labler@ufsm.br ou pelo telefone (55) 3220-8089.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Livro sobre memórias das formaturas da UFSM será lançado na próxima quarta-feira (19)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/12/livro-sobre-memorias-das-formaturas-da-ufsm-sera-lancado-na-proxima-quarta-feira-19</link>
				<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 21:11:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

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						<description><![CDATA[A obra é resultado da dissertação de Mestrado em Patrimônio Cultural da relações-públicas Danusa Frazzon da Cunha]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-12-at-16.00.49.jpeg"><img class="alignright wp-image-73751" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-12-at-16.00.49-819x1024.jpeg" alt="" width="575" height="719" /></a>Na próxima quarta-feira (19), às 17h, acontece o lançamento da obra “Entre Ritos, Memórias e Documentos: Um Olhar sobre a Trajetória das Solenidades de Colação de Grau como Patrimônio Cultural da UFSM” na 53ª Feira do Livro de Santa Maria. Publicado pela editora da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), o livro é de autoria da relações-públicas Danusa Frazzon da Cunha, servidora técnico-administrativa e egressa do Mestrado em Patrimônio Cultural da UFSM.

“Entre Ritos, Memórias e Documentos” é produto do mestrado profissional da autora, e acompanha a dissertação <a href="https://repositorio.ufsm.br/handle/1/37644" target="_blank" rel="noopener">“Solenidades de Colação de Grau da Universidade Federal de Santa Maria: Registro Histórico e Documental”</a>, defendida em 30 de janeiro de 2026 sob a orientação da professora Fernanda Kieling Pedrazzi. O trabalho foi desenvolvido na área de concentração História e Patrimônio Cultural e na linha de pesquisa Patrimônio Documental, entrelaçando as noções de arquivo, memória e patrimônio.

A dissertação e o livro abordam o tema das solenidades de colação de grau em instituições de ensino superior, em especial na UFSM, e discorrem sobre a importância delas como patrimônio cultural dessas organizações. Danusa considera que a memória tem papel fundamental na vida dos seres humanos e organizações, perpassando pelas memórias individual, coletiva e institucional. Assim o seu livro evidencia a importância dos registros documentais como espaços de memória de indivíduos, de organizações e da sociedade para a preservação da história e de seu patrimônio cultural.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM promove encontro de Reitoras e vice-reitoras da Região Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/reitoria/gabinete/ufsm-promove-encontro-de-reitoras-e-vice-reitoras-da-regiao-sul</link>
				<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 13:54:58 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#encontro]]></category>
		<category><![CDATA[gestão universitária]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[política de gênero]]></category>
		<category><![CDATA[reitoras]]></category>
		<category><![CDATA[vice-reitoras]]></category>

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						<description><![CDATA[Entre os dias 11 e 13 de agosto, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) promove o Encontro de Mulheres Reitoras e Vice-Reitoras da Região Sul da Andifes, realizado na UFSM e no Geoparque Quarta Colônia. A iniciativa reúne lideranças femininas de instituições de ensino superior para compartilhar experiências e discutir temas relacionados à gestão [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Entre os dias 11 e 13 de agosto, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) promove o Encontro de Mulheres Reitoras e Vice-Reitoras da Região Sul da Andifes, realizado na UFSM e no Geoparque Quarta Colônia. A iniciativa reúne lideranças femininas de instituições de ensino superior para compartilhar experiências e discutir temas relacionados à gestão universitária e às políticas de gênero.</p>
<p>A programação contempla diferentes temáticas. Sobre a <strong>Política de Gênero da UFSM e a Casa Verônica</strong>, falarão a pró-reitora de Extensão, Milena Freire, e Bruna Denkin, da UFSM. A <strong>Política de Mães da Casa do Estudante da UFSM</strong> será apresentada pela pró-reitora de Assuntos Estudantis, Jaciele Sell.</p>
<p>Os <strong>projetos de extensão Gurias Tech e Energizando Equidade</strong> serão apresentados por Ísis Portolan dos Santos, da UFSM. Já o tema <strong>Comunicação Compassiva e práticas restaurativas</strong> será abordado por Adriele Rodrigues, da Ouvidoria da UFSM.</p>
<p>A programação também inclui a discussão sobre os <strong>Observatórios de Violência de Gênero nas Universidades</strong>, com a participação da Universidade Federal do Paraná (UFPR), além de relatos sobre os avanços nas políticas de gênero nas Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) da Região Sul.</p>
<p>O evento também contou com a participação da <strong>prefeita de São João do Polêsine, Jaqueline Milanesi, e da prefeita de Nova Palma, Jucemara Rossato</strong>, que acompanharam as atividades e as discussões ao longo da programação.</p>
<p>O encontro tem como objetivo fortalecer o diálogo entre as gestoras e ampliar a discussão sobre questões de gênero e outros desafios presentes na gestão das universidades.</p>
[caption id="attachment_1595" align="alignleft" width="500"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/361/2026/08/Reitoras-e-Vice-Reitoras-da-Regiao-Sul-participantes-do-evento-1024x768.jpg" alt="" width="500" height="375" /> Reitoras e Vice-Reitoras da Região Sul participantes do evento.[/caption]
[caption id="attachment_1594" align="alignright" width="500"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/361/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-12-at-11.01.12-1024x768.jpeg" alt="" width="500" height="375" /> Prof.ª Martha Adaime, reitora da UFSM, recepciona reitoras e vice-reitoras.[/caption]
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Curso de Arquivologia da UFSM celebra cinquentenário em tarde de homenagens e resgate histórico</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/12/curso-de-arquivologia-da-ufsm-celebra-cinquentenario-em-tarde-de-homenagens-e-resgate-historico</link>
				<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 13:39:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[50 anos arquivologia]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivologia]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>

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						<description><![CDATA[Comunidade acadêmica esteve reunida nesta segunda-feira (10) para palestra com egressa da primeira turma e descerramento da placa do Jubileu de Ouro
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="554" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/Celebracao-dos-50-anos-do-curso-de-Arquivologia-reuniu-comunidade-academica-da-UFSM-no-auditorio-do-CCSH-na-segunda-feira-10-1024x554.jpg" alt="Foto colorida horizontal de cinco pessoas sentadas na mesa de abertura do evento, incluido a reitora e as demais autoridades. À frente, o auditório lotado de ouvintes." />											<figcaption>Celebração dos 50 anos do curso de Arquivologia reuniu comunidade acadêmica no auditório do CCSH, nesta segunda (10)</figcaption>
										</figure>
		<p>Em 10 de agosto de 1976, através do Parecer nº 179 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, era criado o curso de Arquivologia da Universidade Federal de Santa Maria, o primeiro em uma cidade do interior. Exatos 50 anos depois, professores, técnico-administrativos, estudantes e egressos marcaram presença no auditório do Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH) para celebrar o marco histórico alcançado.</p><p> </p><p>Participaram da mesa de abertura a reitora da UFSM, professora Martha Adaime; a diretora do CCSH, professora Sheila Kocourek; o coordenador do curso, professor Andre Zanki Cordenonsi; a chefe do departamento, professora Rosani Beatriz Pivetta da Silva; e a professora Carla Mara da Silva Silva.</p><p> </p><p>Para o coordenador, André Cordenonsi, a mobilização da comunidade arquivística em torno do cinquentenário reforça sua importância histórica: "Cinquenta anos não são cinquenta dias. Nós reunimos hoje professores, ex-professores, servidores, ex-servidores, alunos e egressos para celebrar este curso que foi pioneiro no país", destacou. </p><p> </p><p>A programação teve sequência com homenagens a colaboradores internos e externos que contribuíram para o crescimento e a consolidação do curso. Em seguida, a história do curso ganhou destaque na palestra de Clara Marli Scherer Kurtz, egressa da primeira turma. A arquivista compartilhou memórias sobre os tempos de graduação, os desafios da profissão à época e o impacto da UFSM em sua trajetória.</p><p>Após as falas no auditório, os participantes se dirigiram ao térreo do Prédio 74A para o ato solene de descerramento da placa comemorativa do Jubileu de Ouro.</p><h3><b>Pioneirismo e excelência acadêmica</b></h3><p>Quando as atividades letivas tiveram início, em março de 1977, o curso de Arquivologia ofertava 25 vagas anuais distribuídas em quatro habilitações: Arquivos Empresariais, Escolares, Históricos e Médicos. A aula inaugural, realizada em 18 de abril daquele mesmo ano, foi conduzida pelo professor José Pedro Esposel, da Universidade Federal Fluminense (UFF), expoente da área no país.</p><p>Em 1978, foi criado o Departamento de Documentação, que em 2019 passou a se chamar Departamento de Arquivologia para atender à demanda por disciplinas técnicas. No ano seguinte, a primeira turma de 12 arquivistas colou grau.</p><p>Ao longo das décadas, o curso acompanhou as transformações da gestão documental e da tecnologia, ao manter base sólida na formação científica, humanística e técnica. Com mais de 700 profissionais formados, o curso de Arquivologia da UFSM consolidou sua presença no cenário científico nacional e internacional, </p><p>A trajetória do curso está registrada no livro <i>Memória dos 40 anos da Arquivologia da UFSM</i>, publicado em 2017 pela Editora Facos-UFSM. </p><p> </p><p><i>Texto e fotos: Carolina Bonoto, jornalista da Subdivisão de Comunicação do CCSH. </i></p><p><i>Revisão: Maurício Dias, jornalista</i></p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="562" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/Prof.a-Rosani-Pivetta-da-Silva-prof.a-Mitieli-Seixas-da-Silva-vice-diretora-do-CCSH-e-prof.-Andre-Cordenonsi-participaram-do-descerramento-da-placa-comemorativa-ao-Jubileu-de-Ouro-1024x562.jpg" alt="Foto colorida horizontal do descerramento da placa de jubeleu de ouro do curso de Arquivologia. À frente da placa, duas professoras e um professor em pé" />											<figcaption>Professora Rosani Pivetta da Silva, professora Mitieli Seixas da Silva, vice-diretora do CCSH, e professor Andre Cordenonsi, coordenador do curso, participaram do descerramento da placa comemorativa ao Jubileu de Ouro</figcaption>
										</figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Missão da UFSM-PM na Espanha analisa soluções para ampliar a resiliência climática no RS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/12/missao-de-pesquisadores-da-ufsm-pm-na-espanha-analisa-solucoes-para-ampliar-a-resiliencia-climatica-no-rs</link>
				<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 12:44:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[desastres climáticos]]></category>
		<category><![CDATA[espanha]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[Palmeira das Missões]]></category>
		<category><![CDATA[PPGAGR]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-pm]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73743</guid>
						<description><![CDATA[Atividade integrou projeto sobre desastres climáticos e governança ambiental]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73744" align="alignright" width="426"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/Valencia5.jpeg"><img class="wp-image-73744" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/Valencia5.jpeg" alt="" width="426" height="568" /></a> Grupo esteve em Valência, que é referência em ações de mitigação dos impactos das mudanças climáticas[/caption]
<p style="text-align: left" align="justify">Entre os dias 27 e 31 de julho, pesquisadores da Universidade Federal de Santa Maria, Campus Palmeira das Missões (UFSM-PM), participaram de uma missão técnica internacional em Valência, na Espanha. A atividade integra o projeto “O que nos fez chegar aos desastres climáticos do Rio Grande do Sul? Análise da governança ambiental do estado por meio das regiões de desenvolvimento sob a perspectiva de experiências internacionais”, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Agronegócios (PPGAGR/UFSM-PM).</p>
<p style="text-align: left" align="justify">A missão teve como destino Valência, cidade que passou por um amplo processo de adaptação urbana após a histórica enchente do Rio Turia, em 1957, e que voltou a enfrentar eventos climáticos extremos em 2024. O município tornou-se uma referência internacional em planejamento urbano, infraestrutura verde e estratégias voltadas à mitigação dos impactos das mudanças climáticas.</p>
<p style="text-align: left" align="justify">Participaram da missão o coordenador do projeto, professor Nelson Guilherme Machado Pinto, do Departamento de Administração e coordenador do PPGAGR, os mestrandos Gabriel Wachholz e Laura Pesellin e a doutoranda Daniela Vargas. A agenda incluiu visitas técnicas, reuniões institucionais e estudos de campo.</p>
<p style="text-align: left" align="justify">Entre as atividades desenvolvidas esteve a visita ao Jardim del Turia, um dos principais exemplos de adaptação urbana da cidade. Após a enchente de 1957, o antigo leito do Rio Turia foi transformado em um parque linear que atualmente contribui para a redução das ilhas de calor, ampliação das áreas verdes e melhoria da qualidade de vida da população, sendo reconhecido como uma solução baseada na natureza para enfrentamento das mudanças climáticas.</p>
<p style="text-align: left" align="justify">Os pesquisadores também visitaram o Monumento às Vítimas das Enchentes, criado originalmente em homenagem às vítimas da Grande Enchente de 1957 e que, após os eventos extremos registrados em 2024, passou a representar a memória de todas as vítimas das enchentes ocorridas na região.</p>
<p style="text-align: left" align="justify">Outro ponto da agenda foi a visita ao Las Naves, centro de inovação social e urbana vinculado à Prefeitura de Valência. O espaço reúne iniciativas nas áreas de tecnologia, ciência, criatividade e cultura, promovendo projetos voltados ao desenvolvimento sustentável, à economia do conhecimento e à meta de tornar Valência uma cidade neutra em carbono. Durante a visita, os pesquisadores conheceram ações desenvolvidas em parceria entre poder público, universidades, empresas e sociedade civil para fortalecer a resiliência urbana.</p>
<p style="text-align: left" align="justify">A missão contemplou, ainda, uma reunião na Universidade de Valência e no Instituto Polibienestar, onde a comitiva foi recebida pela professora Carolina Moreno Castro e sua equipe. Os pesquisadores conheceram a infraestrutura do laboratório voltado à produção e pesquisa em comunicação audiovisual, além das instalações do Instituto Polibienestar, centro de pesquisa multidisciplinar dedicado ao desenvolvimento de políticas públicas, inovação social e qualidade de vida. A agenda também incluiu visita à Faculdade de Filologia, onde foram apresentadas as atividades acadêmicas desenvolvidas pela instituição.</p>
<p style="text-align: left" align="justify">Para o professor Nelson Guilherme Machado Pinto, a missão técnica permitiu observar como o planejamento urbano e a cooperação entre diferentes instituições podem contribuir para reduzir os impactos dos eventos climáticos extremos. “Valência demonstra que a adaptação às mudanças climáticas exige planejamento de longo prazo e integração entre poder público, universidades, centros de pesquisa e sociedade. Conhecer essas experiências amplia nossa compreensão sobre modelos de governança ambiental e fornece referências importantes para discutir soluções aplicáveis ao contexto do Rio Grande do Sul”, salientou.</p>
<p style="text-align: left" align="justify">O projeto foi aprovado no Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Voltado a Desastres Climáticos, em dezembro de 2024, com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS). A pesquisa tem como foco as enchentes de grandes proporções que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024, buscando discutir os fatores que contribuíram para os desastres climáticos do estado, com foco na governança ambiental e na comparação com modelos adotados em diferentes países.</p>
<p style="text-align: left" align="justify">Como parte do cronograma de atividades, a equipe já realizou missões técnicas em Brumadinho e Mariana (MG), cidades marcadas pelos rompimentos de barragens; em Nova Orleans, nos Estados Unidos, referência em estudos sobre gestão de riscos após o furacão Katrina; em Tóquio, no Japão, reconhecida pelos sistemas de prevenção e resposta a terremotos e outros desastres naturais; e, mais recentemente, em Valência, na Espanha, ampliando a base comparativa sobre adaptação urbana, infraestrutura verde e governança voltadas ao enfrentamento das mudanças climáticas.</p>
<p align="justify"><em>Texto: Divisão de Divulgação Institucional da UFSM-PM<br />Foto: Arquivo pessoal</em></p>
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