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34º Festival Internacional de Inverno da UFSM • Professores


 

Anastasia Petrunina (Violino)

Concluiu o Mestrado em Música na Yale University School of Music com o professor Syoko Aki. Antes de ir para os Estados Unidos esudou no Moscow Conservatory Academic Music College e no Petropavlovsk-Kamchatsky Regional Music College orientada por Elena Demidenko, Tatiana Kolchanova e Tatiana Shishova. Tem se apresentado na Russia, Estados Unidos, Croácia, Hungria, Italia, Espanha e Suécia.

Como solista, se apresentou com a Navaya Rossiya Symphony Orchestra, Saint Petersburg State Symphony Orchestra, Saratov Symphony Orchestra, Kostroma Symphony Orchestra, Yale Chamber Orchestra e outras. Atualmente é violinista da Novaya Rossiya State Symphony Orchestra sob a regência de Yuri Bashmet.


Milton Masciadri (Contrabaixo)

Masciadri impressionou plateias em três continentes com o seu virtuosismo e sua musicalidade no contrabaixo. Filho de terceira geração de uma família de executantes deste instrumento, nascido em Montevidéu – Uruguai iniciou seus estudos com o pai. Em 1982 foi para os Estados Unidos onde realizou seus estudos de mestrado e doutorado sob orientação de Gary Karr, Julius Levine e Lawrence Wolfe. Como solista, apresenta-se frequentemente com orquestras do Brasil, Uruguai, Espanha, EUA, Itália, Alemanha e outros países da Europa.

Participa como professor convidado em diversos festivais de música nos Estados Unidos e Europa. O seu entusiasmo pelo repertório contemporâneo, fez com que tocasse, em primeira audição, várias obras escritas para ele de compositores americanos. É professor de contrabaixo na Universidade da Geórgia (EUA) e “Acadêmico” da Sociedade Filarmônica de Bolonha na Itália, a mais antiga escola de música da Europa. Em 1998 foi designado “UNESCO Artist for Peace”.


Ronnie Ingle (Trompete)

É professor na University of North Dakota, onde serve como artista/professor de trompete e diretor da premiada Jazz Big Band. Ingle foi recentemente nomeado como trompetista performance artista da Edwards Trumpet Corporation. Antes de assumir como professor na UND, Ingle foi professor na State University of New York e na West Virginia State University. Ele realizou seu doutorado na University of North Carolina at Greensboro, mestrado na Webster University em St. Louis, e bacharelado na Western Carolina University.

Como solista, Ronnie Ingle tem uma agenda internacional ativa e recentemente se apresentou como solista em uma série de concertos com orquestras e Big Bands pela Europa, Austrália, Canadá, Estados Unidos e Brasil. Nos últimos três anos se apresentou como solista na International Trumpet Guild Conference. Como professor, alguns de seus alunos tem ganhado importantes competições internacionais e tem alcançado posições de prestígios e honra tanto na música clássica como no Jazz. Ronnie Ingle teve sua edição moderna de 6 solos para trompete e orquestra de G. F. Dauverne publicada pela Carl Fischer Music Publishing.


Brett Jones (Marimba e Vibrafone)

É professor de Percussão na University of Wisconsin Superior. Na University of Colorado conclui sua graduação em Educação Musical com Dr. Douglas Walter, seu Mestrado foi na Texas Tech University com Don N. Parker e Lisa Rogers; e seu Doutorado na mesma instituição.

Foi professor na Texas Tech University e Blinn College. É director da DSSYO Percussion Ensemble em Duluth, no estado de Minnesota; participa no Quarteto Sky-Blue Jazz, e em vários conjuntos de câmara nos estados de Wisconsin e Minnesota.

Como pesquisador, já apresentou na National Conference on Percussion Pedagogy, no Dia de Percussão da Wisconsin Chapter da Percussive Arts Society’s, e também na convenção da Associação dos Educadores Musicais do Texas. Seus artigos foram publicados na Percussive Notes, The Instrumentalist, e School Band e Orchestra Magazine.

Suas obras para percussão (composições e arranjos) foram publicadas pela C. Alan Publications, HoneyRock Publications e HaMaR Percussion Publications.

Sua pesquisa de doutorado sobre a obra para marimba do estadounidense Robert Kreutz colocou-o como o maior especialista do assunto, que foi publicada na revista online da Percussive Arts Society. Também como resultado desta pesquisa, gravou um CD duplo chamado “Western Sketches” (2017). Finalmente, é o editor da republicação das obras para marimba de Robert Kreutz na HoneyRock Publishing.

Dr. Jones tem o apoio da Encore, Siverfox e Grover Pro Percussion.


Ana Flávia Frazão (Piano)

Iniciou seus estudos de piano com a professora Ivana Carneiro e os concluiu na Escola de Música e Artes Cênicas da Universidade Federal de Goiás. Paralelamente teve durante muitos anos a colaboração do pianista e professor Luiz Medalha. Prosseguiu sua trajetória musical na Alemanha onde permaneceu de 1994 a 2002. Foi aluna da Escola Superior de Música de Karlsruhe onde obteve, com nota máxima, o Konzertexamen na categoria Piano-Música de Câmera. Neste período teve as orientações dos professores Werner Genuit e Michael Uhde.

Em 2001 obteve o 1º lugar na “Série de Concertos da Sala Barroca” em Kyoto – Japão com o Trio Augarten; foi vencedora do Concurso Nacional JK realizado em Brasília em 1992.

Pelo trabalho artístico realizado em Goiás, foi eleita uma das mulheres de referência do Estado pelo jornal O Popular, e assim também reconhecida com placa concedida pelo Serviço Social da Indústria (SESI).

Em 2014 recebeu o Troféu Buritis na área de música, concedido pelo Conselho Municipal de Cultura da Cidade de Goiânia. No ano seguinte, recebeu o diploma de “Mérito Cultural do Ano – 2015”, concedido pelo Conselho Estadual de Cultura do Governo de Goiás, pela contribuição à cultura goiana na área de música.

Tem realizado concertos na Europa, Japão, Estados Unidos, Argentina e em várias cidades brasileiras sempre com grande êxito de público e crítica.

Realizou diversas gravações para rádios alemãs e em 2004 lançou na Europa seu primeiro CD com o contrabaixista Milton Masciadri. Em 2012 gravou toda a obra de Villa-Lobos para violino e piano com o violinista alemão Laurent Albrecht Breuninger.

Ana Flávia é professora da Escola de Música e Artes Cênicas da Universidade Federal de Goiás e diretora artística dos projetos “Concertos na Cidade” e “Concertos UFG”.


Emmanuele Baldini (Violino)

É spalla da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e membro do Quarteto de Cordas OSESP. Venceu o primeiro concurso internacional aos 12 anos de idade e, mais tarde, o Virtuositè de Genebra e o primeiro prêmio do Fórum Junger Künstler de Viena.

Apresentou-se em recitais nas principais cidades italianas e européias e participou de longas turnês pela América do Sul, Estados Unidos, Europa, Austrália e Japão. Gravou as sonatas de Franck e Magnard; os Duetos para dois Violinos e Sonatas para Violino e Violoncelo de Viotti e um CD com obras virtuosísticas de Paganini, além das obras de Martucci e os Caprichos para Violino solo de Locatelli.

Em 2007 lançou o CD `Virtuoso’ com obras para violino e piano de Sarasate, Kreisler, Tartini, Mignone entre outras.

Foi spalla da Orquestra do Teatro Comunale de Bolonha e no Teatro Giuseppe Verdi de Trieste, atuando também como concertino na Orquestra do Teatro alla Scala, de Milão. Como solista, tocou com a Rundfunk Sinfonieorchester Berlin, a Orchestre de la Suisse Romande, a Wierner Kammerorchester, a Flanders Youth Philharmonic Orchestra, a Orquestra Estatal da Moldávia e a Orquestra do Teatro Giuseppe Verdi de Trieste. Sobre ele, Claudio Abbado escreveu: “Fiquei impressionado com sua qualidade musical e com tamanha habilidade técnica”.


Claudio Merlo (Violoncelo)

Nasceu em Tortona, Itália, em 1968. Iniciou seus estudos de violoncelo no Instituto Achille Peri de Estudos Musicais, em Reggio Emilia, com o professor Marco Perini graduando-se com honra em 1988. Depois ele fez o curso de Alta Proficiência na Academia Walter Stauffer em Cremona e estudou com Rocco Filippini.

Vencedor de várias competições nacionais e internacionais, destacou-se como um versátil artista em performances na Itália e diversos países como músico solista, de câmara e de orquestra. Apresentou-se como membro de várias formações camerísticas incluindo Duos, Trios e Quartetos de cordas ou com piano, nas mais importantes e prestigiosas competições e palcos da Europa, como Amici della Musica em Arezzo, Teatro San Filippo em Turim, Amici della Musica em Trapani, Teatro Reggio em Parma, Teatro Chiabrera emSavona, Almo Collegio Borromeo em Pavia, Auditorio Nacional de Música em Madrid, Ludwig-Maximilians-Universität em Munique, só para citar alguns.

Das obras do repertório para violoncelo e piano, Merlo já executou a maioria. É também um aficionado pela música contemporânea, apresentando novas obras, algumas das quais dedicadas a ele.

Ao longo dos anos, ele também manteve uma agenda de shows ativa como membro de algumas as mais prestigiadas Orquestras Italianas: a Orquestra Arturo Toscanini em Parma e o Carlo Orquestra Sinfônica Coccia, para citar alguns, atuando como violoncelista principal e como solista.

Além disso, ele regularmente serve como violoncelista principal da Orquestra Sinfônica em Savona, e do Orquestra Carlo Coccia em Novara, em alguns dos mais prestigiados locais internacionais e gravar com alguns dos mais renomados regentes europeus como Richard Bonynge,

Ao longo dos anos, ele também manteve uma agenda de shows ativa como membro de algumas as mais prestigiadas Orquestras Italianas: a Orquestra Arturo Toscanini em Parma e o Carlo Orquestra Sinfônica Coccia, para citar alguns, atuando como violoncelista principal e como solista.

Além disso, ele regularmente serve como violoncelista principal da Orquestra Sinfônica em Savona, e do Orquestra Carlo Coccia em Novara, em alguns dos mais prestigiados locais internacionais e gravar com alguns dos mais renomados regentes europeus como Richard Bonynge, Massimo de Bernart, Paolo Vaglieri e Filippo Maria Bressan. Massimo de Bernart, Paolo Vaglieri e Filippo Maria Bressan.

Mais recentemente ele é o violoncelista do Ensemble “L’Archicembalo” com quem acabou de terminar a gravação de 4CDs de todos os concertos de cordas de Antonio Vivaldi para a Brilliant Classics.

Desde 1999 Merlo é professor de violoncelo e Coordenador da Música para Cordas do Conservatorio Antonio Vivaldi em Alessandria e vencedor da última competição nacional.

Seu instrumento é um violoncelo italiano sem marca do século XVIII e em uma cópia de Gagliano por Scrollavezza e Zanrè, feita em Parma, Itália, em 2010.


Anna Serova (Viola)

Professora da Academia Internacional Biella “L. Perosi”, onde também trabalha com classes de música de Câmara.

É Viola Solista do “Ensemble Punto It”, com o qual está tocando e gravando toda a obra de câmara de Brahms na sociedade “Amici dela Musica” em Vicenza. Também apresentou-se como solista com orquestras de Moscou, da Sibéria, de Belgrado, na Itália e no Brasil no estado do Amazonas (“O Réquiem do Holocausto” de Boris Pigovat).

Estudou com Vladimir Stopicev no Conservatório de São Petersburgo, Bruno Giuranna na Academia de Cremona, e Juri Bashmet na Academia de Chigiana em Siena

Apresentou obras dedicadas a ela pelos compositores Azio Corghi, Paolo Pessina, Boris Pigovat. Essas composições iniciaram um novo gênero, unindo a forma do concerto solista com a ação da ópera.

Já gravou vários álbuns: em um deles, “Viola Collection” (2011), Serova tocou em uma viola Amati “La Stauffer”, construída em 1615. Neste mesmo álbum está a primeira performance moderna de um manuscrito de Bottesini, “Reverie” para viola e piano, descoberto na Biblioteca Nacional de Cremona.

Recebeu em 2006 a honraria de ‘Attaché for Cultural and Trade Relations” da Administração da Cidade de Krasnoyarsk.

Serova faz parte de projetos humanitários como “Polio Plus”, “Aiutiamoli a vivere” e “End Polio Now” do Rotary Internacional.


Jennifer Parker-Harley (Flauta)

Professora na Universidade da Carolina do Sul, SC, ali desenvolve seu trabalho onde traz sua vasta experiência orquestral, tendo atuado na Sinfônica de Columbus, Filarmônica de Forte Wayne, Sinfônica de Chautauqua; e incluindo seu trabalho como recitalista e em música de câmara.

Seu interesse em música contemporânea traduz-se nas primeiras performances ou encomendas de muitas obras novas, onde a flauta é solista ou participa de grupos de câmara – incluindo novas composições para flauta e fagote com seu marido Michael Harley.

Há muitos anos Parker-Harley busca explorar a música para flauta inspirada na literatura, em particular a poesia e estórias curtas. Seu CD com a pianista Lydia Brown e a atriz Robyn Hunt, “Words and Music” (selo Titanic), inclui obras de Debussy, Schubert e Reinecke, e incorpora a leitura das poesias que inspiraram cada composição.


Guy Yehuda (Clarinete)

Professor da Michigan State University e Principal Clarinetista da Orquestra Sinfônica de Lansing (Michigan).

De origem israelita-estadounidense é um dos mais destacados concertistas do instrumento da atualidade, tendo vencido o ‘Concurso de Madeiras Internacional Heida Hermanns’ (2003) e o ‘Concurso de Música de Câmara Fischoff’ (2004, Medalha de Ouro com o Trio di Colore). Apresentou-se em turnês pela Europa, América do Norte e Israel.

Entre as orquestras que participou temos a Lucerne Contemporary Festival Orchestra, Chicago Civic Orchestra, Spoleto Festival Orchestra, Haifa Symphony Orchestra e a Orquestra de Câmara de Cincinnati, bem como convidado em Israel, Chicago e Jacksonville. Também tem várias aparições em rádio e TV

Como integrante do Trio di Colore (com Yuval Gotlibovich, Viola e Jimmy Briere, Piano) apresenta-se regularmente.

Entre os registros fonográficos contam-se um CD com músicas solo e para trio do compositor francês Jean Françaix (2008), e um mais recente, de 2015, com as sonatas para Clarinete de Brahms e Reger com o pianista Ralph Votapek.

É artista patrocinado por Selmer-Paris, com a qual desenvolveu o novo clarinete Privilege; e D’Addario-Reeds, com a qual tem trabalhado no desenvolvimento das novas palhetas Classic Reserve. Trabalha como consultor de ambas as companhias.

Na sua formação estudou com os renomados clarinetistas James Campbell, Avrahm Galper, Eli Eban, Yitzhak Katzap e Yigal Cohen. Concluiu seus estudos de Mestrado e Doutorado na Escola de Música Jacobs da Universidade de Indiana.


Fábio Cury (Fagote)

Mestre em Artes pela UNICAMP e Doutor em Música pela USP, é professor de fagote na Universidade de São Paulo desde 2000; é também Diretor da Orquestra Sinfônica da USP.

 Integrou, como fagotista solista, as mais importantes orquestras brasileiras, tais como a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo. Além disso, tem se destacado como um versátil solista e camerista, revelando facetas pouco conhecidas de seu instrumento. Foi membro fundador da Camerata Aberta, grupo totalmente dedicado ao repertório contemporâneo com o qual foi premiado pela APCA e pela Revista Bravo.

Seus esforços em prol da divulgação da música brasileira encontraram reconhecimento com o prêmio de Melhor Álbum de Música Erudita conferido pela APCA, em 2010, ao CD “Novas e Velhas Cirandas: Música Brasileira para Fagote e Orquestra”. Lançou ainda “Mignone por Fábio Cury: 16 Valsas para Fagote Solo”, pelo selo SESC, e “Santoro Inédito”, pelo selo Água Forte. O álbum “Fábio Cury e Alessandro Santoro interpretam Bach” registra sua estréia com os instrumentos históricos.

Gravou ainda música de câmara para os selos Paulus, Meridian (Inglaterra) e Brasil Meta Cultural – Lindoro (Espanha).

Sua atividade multifacetada e a especial atenção que concede à música brasileira credenciaram-no como presença marcante não só em praticamente todos os festivais de música e séries de música de câmara como também à frente das mais prestigiosas orquestras brasileiras.

Da mesma forma, já atuou como intérprete, professor e palestrante em eventos na Argentina, Uruguai, Chile, Colômbia, Panamá, Estados Unidos, Canadá, Bélgica, Eslovênia, Inglaterra, França, Portugal, Espanha, China e Japão entre outros países.

Fábio Cury é um artista Püchner e toca com o fagote modelo superior.


Israel Muniz (Oboé)

Começou a estudar música aos seis anos de idade com a flauta doce. Posteriormente, passou a dedicar-se ao oboé, sendo orientado por Benito Saches e Éser Menezes, com quem se tornou Bacharel pela Faculdade de Música Carlos Gomes. Deu continuidade aos estudos na cidade alemã de Colônia, onde obteve seu Diplom Musiker orientado pelos professores Christian Wetzel, Washington Barella, Ikuko Homma e Michael Sieg.

Israel participou de festivais, eventos camerísticos e masterclasses com Hansjörg Schellenberger, Andreas Wittmann, Washington Barella, François Leleux, Alex Klein, Ingo Goritzki, Florian Hasel e Dominik Wollemweber.

Venceu concursos para Jovens Solistas da Escola Municipal de Música de São Paulo, da Orquestra Experimental de Repertório e da Orquestra Petrobras Pró-Música, tendo ainda participado do Concurso de Genebra.

Na Alemanha, trabalhou nas orquestras Bamberger Symphoniker, SWR Baden Baden und Freiburg, Staatstheater Braunschweig, Deutsche Kammerphilharmonie Bremen.

No Brasil, atuou na Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), na Sinfônica da USP (Universidade de São Paulo), na Orquestra Experimental de Repertório, entre outras.

Integra o naipe de Oboés da Filarmônica como corne inglês solo.


Thiago Di Luca (Educação Musical)

Compositor e educador musical, oriundo de Porto Alegre, RS. Atua a mais de 10 anos como professor de música, tendo trabalhado com crianças e jovens com idades entre 0 até 17 anos. É pesquisador no âmbito das manifestações musicais populares rurais e urbanas do sul do Brasil e de diversas regiões do mundo.

Possui Licenciatura em Música pelo Centro Universitário Metodista – IPA (POA, RS), pós-graduação em Música, Ensino e Expressão pela Universidade FEEVALE (Novo Hamburgo, RS) e Certificação Internacional na abordagem ORFF-SCHULWERK pelo San Francisco ORFF Institute, (CA, EUA), tendo estudado com professores de renome mundial como Doug Goodkin (EUA), Sofia Lopez Ibor (Espanha), Polo Vallejo (Espanha), James Harding (EUA), Christa Coogan (EUA) e Estevão Marques (Brasil).

Ministrou Workshops para professores e oficinas para crianças em diversas cidades do Brasil e também do exterior. Possui seu trabalho de produção musical voltado para as crianças, com o espetáculo infantil Cantos de Linho, de Lã, indicado ao prêmio Açorianos de teatro, categoria Espetáculo Revelação 2015. Recebeu o prêmio Açorianos de Dança 2015, categoria Melhor Trilha Sonora, com o espetáculo de dança “Normótico”, em parceria como grupo My House, de Porto Alegre. Atua como professor de música na rede privada do município de Porto Alegre, RS.


Enrique Graf (Piano)

Nascido em Montevidéu, Uruguai, Graf iniciou seus estudos de piano aos quatro anos com sua mãe. Após vencer todas as competições em seu país, recebeu um bolsa integral do Conservatório Peabody da Johns Hopkins University e da Organização dos Estados Americanos para estudar com Leon Fleisher.

Venceu o Primeiro Prêmio na Competição Internacional de Piano William Kapell, da Competição de Piano National Ensemble, e da Competição Internacional Leste e Oeste em Nova Iorque.

Apresentou-se no mundo todo, e apareceu como solista junto a inúmeras orquestras, como as de Baltimore, Indianápolis, New Jersey, Pittsburgh, Charleston, Filarmônica de Montevidéu, Filarmônica de Lviv, Filarmônica de Moscou, entre tantas outras.

Acrescente-se recitais no Lincoln Center, Kennedy Center, Weill Recital Hall no Carnegie Hall, México, Perúgia (Itália), Kiev e outros.

Como camerista, fez turnês com o Cuarteto Latinoamericano, Quarteto Ives, Orquestra de Sopros de Baltimore, Quinteto de Sopros de Praga, Quarteto de Cordas Apollo e os American Chamber Players.

Apresentou a première mundial do ‘Concerto de Piano’ de Florencia Di Concilio, ‘Tidal Concerto’ de Edward Hart, e gravou para o selo Naxos um concerto de Leonardo Balada.

Também gravou, junto à Sinfônica de Charleston, um CD somente com obras de François Poulenc, que foi a escolha do mês do Sunday London Times, e recebeu cinco estrelas da revista Classic CD. De seu primeiro registro fonográfico, no qual gravou J. S. Bach foi dito que “Um ponto final na discussão se Bach deve ou não ser tocado no piano”.

Suas últimas gravações incluem um recital “ao vivo”, com vários compositores do período clássico, romântico e do século XX; e outro com a violinista Cecilia Penades, com obras de Piazzola, Villa-Lobos, Guastavino, Ponce, Fabini e Ginastera.

Lecionou por quatorze anos no Peabody Conservatory, tornando-se Chefe do Departamento de Piano. Também lecionou no Colégio de Charleston, onde recebeu o Prêmio de Pesquisa Distinta e foi nomeado Artista Universitário em Residência; bem como foi Palestrante-Artista da Universidade Carnegie Mellon e foi professor da Academia de Música de Charleston.

Foi fundador e Diretor Artístico da Série de Piano Internacional em Charlseton e da Série Jovens Artistas no Festival Piccolo Spoleto e é co-fundador do Music Fest Perugia na Itália.


Darcio Gianelli (Trombone)

Iniciou seus estudos de trombone com seu pai, Reinaldo Gianelli. Em 1993 e 1994, atuou como solista em concertos junto à Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra Experimental de Repertório e Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo.

Em 1995, depois de obter o bacharelado em Trombone pela Faculdade Mozarteum de São Paulo, onde estudou com Wagner Polistchuk, ingressou na Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, onde permaneceu até 1998. Em maio de 2001, completou o curso de mestrado na Juilliard School, onde estudou com os professores Per Brevig (Metropolitan Opera, NY) e Joseph Alessi (New York Philharmonic).

No ano 2000, Darcio Gianelli venceu o concurso Tilden Prize para trombone, em Nova York. Em 2001, foi vencedor do Lewis Van Haney Philharmonic Prize, promovido durante o Festival Internacional de Trombones em Nashville (EUA), e segundo colocado no Zellmer-Minnesota Trombone Competition (EUA).

De 2003 a 2005, participou do Festival Rossini de Pesaro, Itália. Em 2004 apresentou-se como solista no Teatro Popular do Sesi em São Paulo, e na Universidade Federal do Paraná, onde também ministrou uma palestra aos estudantes de música.

Atualmente é trombonista da Orquestra Sinfônica da Galícia (Espanha) e da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – OSESP.