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				<title>Série FIEX no CCNE: conheça o projeto de extensão que leva impressão 3D para as escolas</title>
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				<pubDate>Fri, 02 Jun 2023 19:29:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[CCNE ao alcance de todos]]></category>
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						<description><![CDATA[O Fundo de Incentivo à Extensão (FIEX), é uma iniciativa da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), que tem como objetivo fomentar projetos de extensão. A seleção dos projetos é feita a partir da inscrição em um edital, aberto anualmente. Os que são contemplados, recebem verba para bolsas estudantis, materiais de consumo, transporte ou terceiros. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Fundo de Incentivo à Extensão (FIEX), é uma iniciativa da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), que tem como objetivo fomentar projetos de extensão. A seleção dos projetos é feita a partir da inscrição em um edital, aberto anualmente. Os que são contemplados, recebem verba para bolsas estudantis, materiais de consumo, transporte ou terceiros. Com isso, a universidade se aproxima da comunidade em geral, colaborando com o desenvolvimento do ensino articulado à pesquisa amparada por recursos institucionais.</p><p>Nas próximas semanas serão trazidas três reportagens com projetos de extensão desenvolvidos por servidores e servidoras do CCNE. Estes, já foram contemplados outras vezes com este recurso e tem muitos resultados a divulgar. Nesta primeira reportagem, conheça o projeto “Oficinas Matemáticas”, que utiliza a impressão 3D para facilitar o ensino da geometria nas escolas.</p><p><b><i>Oficinas Matemáticas: Desenvolvendo habilidades espaciais por meio de modelagem e impressão 3D</i></b></p><p> </p><p>Coordenado pela professora Dra. Carmen Mathias, o projeto “<i>Oficinas Matemáticas: Desenvolvendo habilidades espaciais por meio de modelagem e impressão 3D</i><b><i>”,</i></b> produz materiais 3D para levar às escolas da região. Este tem o objetivo de tornar o ensino da matemática mais palpável e dinâmico. A proposta é desenvolver modelos com formas geométricas, para facilitar o ensino do conteúdo de geometria e noções espaciais a estudantes de diferentes anos do ensino básico para facilitar a visualização espacial da matemática. </p>		
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				<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-3806'>
				Superfícies impressas em 3D
				</figcaption></figure><figure class='gallery-item'>
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				<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-3805'>
				Sólidos geométricos impressos em 3D
				</figcaption></figure><figure class='gallery-item'>
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="2e0c756" data-elementor-lightbox-title="sólido" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MzgwOSwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC8zNjlcLzIwMjNcLzA2XC9XaGF0c0FwcC1JbWFnZS0yMDIzLTA1LTE3LWF0LTE1LjAzLjA3LTEtZTE2ODU3MjQ4ODMxMzguanBlZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjJlMGM3NTYifQ%3D%3D" href='https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2023/06/WhatsApp-Image-2023-05-17-at-15.03.07-1-e1685724883138.jpeg'><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2023/06/WhatsApp-Image-2023-05-17-at-15.03.07-1-e1685724883138-150x150.jpeg" alt="" loading="lazy" aria-describedby="gallery-1-3809" /></a>
				<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-3809'>
				Sólido geométrico impresso em 3D
				</figcaption></figure><figure class='gallery-item'>
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="2e0c756" data-elementor-lightbox-title="sólido" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MzgxMCwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC8zNjlcLzIwMjNcLzA2XC9XaGF0c0FwcC1JbWFnZS0yMDIzLTA1LTE3LWF0LTE1LjAzLjA4LmpwZWciLCJzbGlkZXNob3ciOiIyZTBjNzU2In0%3D" href='https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2023/06/WhatsApp-Image-2023-05-17-at-15.03.08.jpeg'><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2023/06/WhatsApp-Image-2023-05-17-at-15.03.08-150x150.jpeg" alt="" loading="lazy" aria-describedby="gallery-1-3810" /></a>
				<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-3810'>
				Projeção de sombra de um sólido geométrico impresso em 3D
				</figcaption></figure>
		<p>O projeto atende escolas públicas de ensino fundamental e médio de Santa Maria, apesar de já ter feito impressões para escolas de outros municípios - como Tenente Portela e Formigueiro - não realizou a visita presencial em função dos custos de deslocamento.  </p><p>Normalmente, o atendimento é solicitado por ex-alunos do Mestrado Profissional em Matemática (PROFMAT) e do Programa de Pós-graduação em Matemática (PPGMAT), que atuam na escola e já conhecem o projeto. Porém, alguns interessados também entram em contato a partir de lives, em que o grupo apresenta o trabalho, bem como a partir da divulgação das ações realizadas nas escolas, feita pelo CCNE. Dessa forma, os atendimentos funcionam sob demanda e não é feito um processo de seleção das instituições contempladas. Para solicitar o atendimento do projeto, basta entrar em contato pelo e-mail <a style="font-size: 1rem;font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );text-align: var(--bs-body-text-align)" href="mailto:carmen@ufsm.br">carmen@ufsm.br</a>.</p><p>A ideia do projeto surgiu durante a pandemia, diante de um problema de geometria encontrado por Carmen, que buscava a possibilidade de que um mesmo objeto encaixasse tanto em um círculo, quanto em um quadrado e em um triângulo. Com uma impressora 3D à disposição em casa, a docente resolveu testar a confecção deste objeto geométrico de uma forma que ela pudesse tocar e medir. Com a surpreendente eficácia do resultado, Carmen decidiu propor um projeto que trabalhasse com a confecção e uso das impressões geométricas para facilitar o entendimento dos seus alunos.</p><p>O método já vinha sendo testado e pesquisado desde essa época, porém o projeto de extensão nasceu de forma prática apenas no ano passado (2022), com a volta das atividades presenciais. Para isso, contou com a aquisição de uma impressora 3D para o Laboratório de Ensino e Pesquisa em Educação Matemática - onde o grupo se reúne. O equipamento foi adquirido com muitas colaborações e recursos da Direção do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE), do Curso de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (PROFMAT) e da Coordenação do Curso de Matemática. </p><p>A iniciativa do projeto de extensão se deu em parceria com o professor Fernando Bayer, do curso de “Fabricação Mecânica” do Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM). A parceria é fundamental, pois no CTISM são projetados alguns sólidos, por meio do software de Desenho Assistido por Computador (CAD) – usado para projetar e fabricar protótipos, dentre outras funções. A colaboração com este curso foi benéfica, até mesmo para reposição do PLA (ácido polilático) – um filamento composto de um polímero termoplástico, usado como matéria-prima para imprimir – já que o CTISM possui o material.</p><p>A profª. Carmen comenta sobre as dificuldades enfrentadas para custear os projetos de extensão, já que, neste ano, o FIEX somente conseguiu custear bolsistas e não os outros custos:</p>[caption id="attachment_3811" align="alignright" width="225"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2023/06/WhatsApp-Image-2023-01-26-at-17.54.52-225x300.jpeg" alt="" width="225" height="300" /> Professora Carmen ministrando na Semana Olímpica de Matemática.[/caption]<p style="text-align: center"><em><strong> </strong></em></p><p style="text-align: center"><em><strong> </strong></em></p><p style="text-align: center"><em><strong> </strong></em></p><p style="text-align: center"><em><strong>"</strong>O professor universitário precisa obrigat</em><em>or</em><em>iamente fazer e</em><em>nsino.  A maioria também faz pesquisa, </em><em>principalmente os que estão envolvidos em programas de pós-graduação - que têm fomento mais fácil. Mas, aquele professor que faz extensão não tem fomento nenhum. Muitas vezes não tem nem material. Por exemplo, se não fosse o CTISM, a gente teria que tirar do bolso por não ter custeio. Essas coisas dificultam o trabalho, mas nem por isso vamos deixar de fazer<strong>"</strong></em></p><p>Mesmo com as dificuldades para manter o projeto, o valor de cada sólido produzido fica em torno de cinco centavos e se torna barato para distribuir nas escolas.&nbsp;&nbsp;</p>
<p>Assim, o grupo de extensão, composto pela professora e mais quatro bolsistas - sendo um deles bolsista FIEX - visita escolas de Santa Maria, ouve as demandas e constrói o que é necessário para atendê-las, junto ao professor.&nbsp;O auxílio se dá desde o projeto e impressão de sólidos para o ensino, até ajuda com a parte técnica, em caso de escolas que possuem impressora própria</p>
<p>No primeiro ano do projeto, também foram produzidos jogos matemáticos para o laboratório, que auxiliam no ensino a estudantes do ensino superior. Agora, no segundo ano, o foco está voltado para as escolas de nível básico, com a promoção de minicursos e oficinas.&nbsp;Os professores envolvidos utilizam a impressora pessoal, que é de mais fácil portabilidade, para demonstrar como é realizada a fabricação dentro das próprias escolas.</p>
<p>Em uma das iniciativas realizadas, o grupo atendeu a demanda da escola municipal Castro Alves, em Santa Maria, e imprimiu os objetos criados pelos próprios estudantes em aula anterior. Eles tiveram o auxílio do professor e utilizaram o software GeoGebra, conhecido na área da matemática. Com isso, a turma recebeu em mãos o trabalho realizado por eles mesmos, através da impressão 3D, tecnologia a qual não possuíam acesso.&nbsp;</p>
<p>Além disso, representantes do projeto participarão do “VII&nbsp; Encontro de Matemática Pura e Aplicada”, em Campina Grande, na Paraíba, para ministrar uma oficina. Segundo a professora, o principal intuito é divulgar a matemática e auxiliar outros profissionais a promoverem esse método de ensino, que leva algo mais eficaz para a visualização espacial da geometria.</p>
<p>Com isso, a intenção não é apenas mostrar os objetos impressos e apresentar os recursos matemáticos presentes na impressão 3D, mas também instigar olhares distintos para a matemática. “Precisamos de alguma forma cativar as pessoas e mostrar que a matemática pode ser divertida. A matemática não é feita apenas de um amontoado de contas, que muitas vezes não fazem nenhum sentido para o aluno. Não precisa ser complicado, pode ser algo legal e concreto. E é o que estamos tentando fazer”, conclui Carmen.</p>
<p>Projetos como este, nos mostram que são essenciais para promover e facilitar o ensino de disciplinas básicas através da extensão. Acompanhe as próximas reportagens e conheça mais projetos que contribuem para expandir a universidade para além do arco.&nbsp;</p>		
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				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="81fe286" data-elementor-lightbox-title="bolsistas" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MzgxMywidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC8zNjlcLzIwMjNcLzA2XC9XaGF0c0FwcC1JbWFnZS0yMDIzLTA1LTE3LWF0LTE1LjAzLjA5LTEuanBlZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjgxZmUyODYifQ%3D%3D" href='https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2023/06/WhatsApp-Image-2023-05-17-at-15.03.09-1.jpeg'><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2023/06/WhatsApp-Image-2023-05-17-at-15.03.09-1-150x150.jpeg" alt="" loading="lazy" aria-describedby="gallery-2-3813" /></a>
				<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-2-3813'>
				Bolsistas do projeto
				</figcaption></figure><figure class='gallery-item'>
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="81fe286" data-elementor-lightbox-title="grupo" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MzgxMiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC8zNjlcLzIwMjNcLzA2XC9XaGF0c0FwcC1JbWFnZS0yMDIzLTA1LTE3LWF0LTE1LjAzLjA0LmpwZWciLCJzbGlkZXNob3ciOiI4MWZlMjg2In0%3D" href='https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2023/06/WhatsApp-Image-2023-05-17-at-15.03.04.jpeg'><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2023/06/WhatsApp-Image-2023-05-17-at-15.03.04-150x150.jpeg" alt="" loading="lazy" aria-describedby="gallery-2-3812" /></a>
				<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-2-3812'>
				Equipe integrante do projeto
				</figcaption></figure><figure class='gallery-item'>
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="81fe286" data-elementor-lightbox-title="grupo" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MzgxNCwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC8zNjlcLzIwMjNcLzA2XC9XaGF0c0FwcC1JbWFnZS0yMDIzLTA1LTE3LWF0LTE1LjAzLjA1LmpwZWciLCJzbGlkZXNob3ciOiI4MWZlMjg2In0%3D" href='https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2023/06/WhatsApp-Image-2023-05-17-at-15.03.05.jpeg'><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2023/06/WhatsApp-Image-2023-05-17-at-15.03.05-150x150.jpeg" alt="" loading="lazy" aria-describedby="gallery-2-3814" /></a>
				<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-2-3814'>
				Equipe do projeto em uma das ações realizadas
				</figcaption></figure>
		<p><i>Texto: Júlia Weber, acadêmica de jornalismo e bolsista da Subdivisão de Comunicação do CCNE.</i></p><p><i>Revisão e edição: Natália Huber, Chefe da Subdivisão de Comunicação do CCNE.</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professor do CCNE conquista título de cidadão caçapavano</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2023/03/30/professor-do-ccne-conquista-titulo-de-cidadao-cacapavano</link>
				<pubDate>Thu, 30 Mar 2023 17:28:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[CCNE ao alcance de todos]]></category>
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						<description><![CDATA[O Professor André Weissheimer de Borba recebe homenagem da Câmara Municipal de Vereadores de Caçapava do Sul amanhã (31) em geossítio do Geoparque Caçapava. O professor Borba, do Departamento de Geociências da UFSM, recebe oficialmente, amanhã (31), o título de “Cidadão Caçapavano”, conferido em reconhecimento às ações em benefício da comunidade caçapavana. A titulação já [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O Professor André Weissheimer de Borba recebe homenagem da Câmara Municipal de Vereadores de Caçapava do Sul amanhã (31) em geossítio do Geoparque Caçapava.

<img width="1024" height="256" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2023/03/Banner-cidadao-cacapavano-1024x256.jpg" alt="" loading="lazy">
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O professor Borba, do Departamento de Geociências da UFSM, recebe oficialmente, amanhã (31), o título de “Cidadão Caçapavano”, conferido em reconhecimento às ações em benefício da comunidade caçapavana. A titulação já foi oficializada pela Câmara Municipal de Vereadores através de Decreto publicado no mês de janeiro. No entanto, a solenidade de entrega contou com confirmação de presença prévia e ocorrerá na <a style="text-decoration: none" href="https://geoparquecacapava.com.br/chacara-do-forte-geossitio">Chácara do Forte</a>, local de relevância cultural e geológica (geossítio) para o município caçapavano.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"></p>
Natural de Porto Alegre, André iniciou o contato com o município de Caçapava do Sul durante a graduação em Geologia, por ser um local comum e um dos melhores do estado para estudar a área. Durante a carreira, o vínculo com este território se intensificou e despertou o interesse por suas questões geológicas.

A partir do estudo e entusiasmo despertado pelo conhecimento da região, André foi a primeira pessoa a pensar que Caçapava poderia ser um aspirante a Geoparque da UNESCO. A ideia, apresentada em 2010, ainda está em processo e é resultado de iniciativas anteriores; como por exemplo, a apresentação de legislações e discussões sobre&nbsp; a conservação do geopatrimônio para autoridades municipais em 2013. Dentre essas estratégias, está a declaração e o reconhecimento de Caçapava do Sul como ”Capital Gaúcha da Geodiversidade”,&nbsp; pela Lei Estadual nº 14.708/2015.
<figure>
										<img width="800" height="450" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2023/03/17192705_9656_GD.jpg" alt="" loading="lazy"><figcaption>Área geológica de Caçapava do Sul - Foto: Divulgação/UFSM</figcaption></figure>
André ocupa o papel de coordenador científico e foi responsável pela maior parte do dossiê de candidatura do <a href="https://geoparquecacapava.com.br/">Geoparque Caçapava</a> à UNESCO, bem como dos outros diversos documentos e contatos necessários para a comprovação da pontuação para o órgão internacional. Ele acredita que esse feito contribuiu para a conquista do título de cidadão caçapavano, pois incentivou ao longo dos anos o contato com a comunidade, entidades culturais, autoridades, comunidade rural, entre outros.&nbsp;
<p style="text-align: center"><em><b>“Como pessoa e profissional, o título de cidadão é uma realização, um ápice na minha carreira. Em primeiro lugar por gostar tanto de caçapava, pela história geológica, das rochas, formas de relevo, das pessoas, por tudo que conquistei e as amizades que fiz. É um reconhecimento muito importante ", ressalta André.</b></em></p>
Como recado para a comunidade da UFSM, o pedido é que se engajem cada vez mais com os geoparques da instituição: “tem a Quarta Colônia e Caçapava. Mas se envolvam sempre com Caçapava do Sul, fazendo pesquisas e extensão - que foi muito importante todo esse tempo. Busquem trabalhar por essa comunidade que merece tanto, que é a comunidade de Caçapava” declara André.

O CCNE parabeniza o professor André Borba, a Pró-Reitoria de Extensão, a comunidade caçapavana e todos e todas envolvidas no trabalho desenvolvido pela UFSM no município de Caçapava do Sul.

<i>Texto: Júlia Weber, acadêmica de jornalismo e bolsista da Subdivisão de Comunicação do CCNE.</i>

<i>Edição: Natália Huber da Silva, chefe da Subdivisão de Comunicação do CCNE.</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>A presença de corais favorece a ocorrência de peixes na costa brasileira</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2023/01/04/presencadecorais</link>
				<pubDate>Wed, 04 Jan 2023 12:19:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
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		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
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		<category><![CDATA[recifes]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/?p=3128</guid>
						<description><![CDATA[O estudo do projeto ReefSYN, liderado pela Profª. Mariana Bender da UFSM, mostra também que os peixes dos recifes brasileiros devem se adaptar melhor a um futuro com menos corais.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="alignnone  wp-image-3129 aligncenter" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2023/01/A-presenca-de-corais-1024x256.jpg" alt="" width="1092" height="273" /></p>
<p>A pesquisadora Mariana Bender, professora do Departamento de Ecologia e Evolução do CCNE da UFSM, lidera um dos sete projetos do Centro de Síntese em Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (SinBiose) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Trata-se do <a href="https://reefsyn.weebly.com/">Projeto ReefSyn</a>, composto por um grupo de pesquisadores em biologia marinha de instituições nacionais e internacionais focados em processar e compartilhar dados e resultados de sínteses da informação existente sobre a ecologia de recifes nacionais. Em outubro de 2022, Bender e seu time de pesquisadores publicaram um <a href="https://www.nature.com/articles/s41598-022-20919-9">artigo na revista científica Scientific Report</a>, do grupo Nature, uma das revistas de maior prestígio científico a nível mundial.</p>
<p>O artigo intitulado "<em>Low functional vulnerability of fish assemblages to coral loss in Southwestern Atlantic marginal reefs"</em>, que em sua tradução significa "Baixa vulnerabilidade funcional de assembleias de peixes à perda de corais em recifes marginais do Atlântico Sudoeste", demonstra que, ao mesmo tempo que os corais aumentam a presença de peixes dos recifes na costa brasileira, a perda destes corais não parece comprometer o papel dos peixes na manutenção do ecossistema. Estes resultados contrastam com o que ocorre nos oceanos do Indo-Pacífico e Caribe, onde o declínio de corais frequentemente leva ao colapso geral de todo o ecossistema recifal. Assim, é possível que os peixes em recifes brasileiros consigam se adaptar melhor a um futuro com menos corais, que são extremamente sensíveis às mudanças climáticas.</p>
<p>Os recifes são estruturas formadas por esqueletos de invertebrados sobre as rochas das porções mais rasas dos oceanos. Estes ecossistemas ocupam apenas 0.000063% da superfície terrestre e abrigam pelo menos um quarto do conjunto da fauna e flora marinhas. Os corais são um dos organismos que ocupam os recifes de forma estrutural e chamam a atenção pela variedade de formas e cores. Entretanto, devido à pesca, poluição e às mudanças climáticas, estas espécies estão em declínio globalmente. Estima-se que 14% dos corais do mundo desapareceram entre 2009 e 2018, o que representa cerca de 11.700 km².</p>
<p>“Os recifes de coral no Brasil são considerados ‘marginais’ para o desenvolvimento da maior parte das espécies de corais. Como aqui as águas são turvas, há menos luz penetrando na coluna d’água e uma menor diversidade e cobertura de espécies de corais nos recifes quando a comparamos com a diversidade e cobertura encontradas em recifes do Indo-Pacífico e do Caribe”, explica Mariana Bender, da Universidade Federal de Santa Maria, coordenadora do ReefSYN e autora do estudo. Nos recifes brasileiros a cobertura predominante é de algas.</p>
<p>Mesmo não sendo muito abundantes, os corais do litoral brasileiro favorecem a ocorrência de peixes e assim ajudam a aumentar a diversidade de peixes recifais.  “As colônias de corais oferecem muitos recursos para os peixes recifais, como abrigo e alimentação. Por isso, cerca de 40% das espécies de  peixes analisadas, de um total de 113 espécies, têm maior probabilidade de ocorrer em locais com maior abundância de corais. Desta forma, a ocorrência dos corais beneficia as populações de peixes recifais”, explica André Luza, primeiro autor do estudo e pesquisador de pós-doutorado do ReefSYN.</p>
[caption id="attachment_3130" align="alignright" width="502"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2023/01/Coral-Millepora_FOTO_Ronaldo-Francini-Filho.jpg"><img class="wp-image-3130" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2023/01/Coral-Millepora_FOTO_Ronaldo-Francini-Filho-1024x683.jpg" alt="Coral Millepora. Fonte: Ronaldo Francini-Filho." width="502" height="335" /></a> Os corais são espécies-chave para a manutenção da biodiversidade nos recifes brasileiros. O coral representado nesta foto é o coral Millepora. Foto: Ronaldo Francini-Filho.[/caption]
<p>No caso brasileiro, este papel dos corais se torna ainda mais interessante por serem importantes mesmo sendo pouco abundantes, em contraste às algas que são muito comuns porém não aumentaram tanto quanto os corais a chance de ocorrência de peixes no modelo deste estudo. “Este resultado demonstra que os corais são espécies chave para a manutenção da biodiversidade nos recifes brasileiros, mesmo não sendo dominantes como são nos recifes do Caribe e do IndoPacífico”, conclui Guilherme Longo, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e último autor deste trabalho.</p>
<p>Para chegar aos resultados, os pesquisadores fizeram modelagens computacionais a partir da observação de peixes recifais em 36 pontos distribuídos ao longo dos 8000 km de litoral brasileiro. A coleta de dados consistiu na instalação de câmeras de vídeo e fotográficas cobrindo dois metros quadrados em vários sítios de coleta, resultando em aproximadamente 4.000 horas de filmagem. “Foram inúmeras câmeras para registrar a atividade dos peixes nos recifes. Com isso, foi possível registar e associar a atividade dos peixes sobre os organismos fixos no fundo do mar, em uma escala bem fina”, explica Bender. Este esforço de coleta foi possível graças a parceria com o projeto SisBiota Mar (CNPq).</p>
<p>Segundo os autores, os peixes recifais brasileiros provavelmente manterão boa parte das funções ecológicas que realizam, apesar dos declínios de corais induzidos pelo clima e consequente perda de peixes associados a corais.</p>
<p>“É importante destacar que não removemos experimentalmente os corais para identificar outros efeitos sistêmicos. Fizemos uma simulação computacional”, adverte Bender. Por exemplo, não se sabe quais os impactos em cascata com a retirada de espécies deste ecossistema - o que os cientistas chamam de extinção secundária - ou ainda, se a sobrepesca já afetou as funções ecológicas dos peixes recifais. “Extinções podem já ter ocorrido, e o que podemos estar vendo atualmente é um conjunto depauperado de peixes e invertebrados”, conjectura Luza. Outro ponto é que os modelos focam na probabilidade de ocorrência e não consideram impactos sobre abundância, sobrevivência ou reprodução destes organismos. “A conclusão de que os corais favorecem a ocorrência de peixes utilizando essa abordagem de modelo em larga escala espacial é um primeiro passo. Agora precisamos avançar com estudos experimentais para entender os mecanismos dessa relação entre peixes e corais”, projeta Longo.</p>
<p>Pautadas as limitações do estudo, estes resultados ainda são positivos para, por exemplo, planejar as melhores estratégias de conservação de recifes brasileiros focadas em refúgios climáticos, ou seja, na priorização de ambientes capazes de se adaptar às mudanças do clima. “Não se trata de entender que os corais não são importantes para o ecossistema recifal brasileiro. Ao contrário, a cobertura de coral potencialmente suporta populações de peixes recifais maiores e recifes com mais espécies de peixes. Isto confere maior capacidade dos ecossistemas recifais manterem a sua estrutura e função quando expostos a perturbações”, finaliza Bender.</p>
<p> </p>
<h5><strong>Sobre o Projeto ReefSYN</strong></h5>
<p>O projeto <em><a href="https://reefsyn.weebly.com/">ReefSYN</a> - Recifes Brasileiros no Antropoceno: estimando os impactos da perda da biodiversidade sobre o funcionamento e serviços ecossistêmicos para aperfeiçoar o manejo futuro e a subsistência,</em> está vinculado ao Centro de Síntese em Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos - SinBiose do CNPq, tem como objetivo integrar dados da biodiversidade dos recifes brasileiros para responder questões sobre padrões de diversidade, mudanças climáticas, e serviços ecossistêmicos. O ReefSYN busca mapear as funções e os serviços oferecidos por recifes às populações humanas costeiras, e contribuir para o manejo e conservação dos ecossistemas recifais brasileiros. Para tal, o projeto reúne uma equipe de especialistas em diferentes áreas do conhecimento, e é desenvolvido em uma atmosfera colaborativa, de ciência aberta e reprodutível.   </p>
<p> </p>
<p><em>Texto: Paula Drummond, assessora do Centro de Sìntese em Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (SinBiose) do CNPq.</em><br /><em>Edição: Natália Huber da Silva, chefe da Subdivisão de Comunicação do CCNE.</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Paleodia: CAPPA/UFSM realiza 4ª edição do evento na Quarta Colônia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2022/10/17/paleodia-cappa-ufsm-realiza-4a-edicao-do-evento-na-quarta-colonia</link>
				<pubDate>Mon, 17 Oct 2022 23:22:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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						<description><![CDATA[O Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (CAPPA), promoveu neste sábado (15), a 4ª edição presencial do “Paleodia da Quarta Colônia”, em São João do Polêsine. O evento foi realizado em parceria com o Geoparque Quarta Colônia Aspirante Unesco, e com o apoio da Prefeitura Municipal de São João do Polêsine, Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (CAPPA), promoveu neste sábado (15), a 4ª edição presencial do “Paleodia da Quarta Colônia”, em São João do Polêsine. O evento foi realizado em parceria com o Geoparque Quarta Colônia Aspirante Unesco, e com o apoio da Prefeitura Municipal de São João do Polêsine, Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Sustentável da Quarta Colônia (Condesus) e Sicredi (agência São João do Polêsine). Com entrada gratuita e sem necessidade de inscrição, teve início às 15h, e ao longo da tarde recebeu cerca de 1.500 pessoas.

<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2022/10/IMG_1101-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683">

A programação contou com a inauguração de novas peças, mostra paleontológica, sala de “cinema”, e diversas atividades voltadas, principalmente, ao público infantil, como brinquedos infláveis, uma área de atividades lúdicas, caça ao fóssil e teatro de fantoches. Para Cecília, aluna do 3º ano de uma escola de Santa Maria, mesmo com as atrações, ver os fósseis continuou sendo a parte mais legal: “Eu gostei de ver os fósseis dos dinossauros, dos maiores. Eu acho bem interessante porque é diferente”.&nbsp;

Já Alice, aluna do 2º ano, estava animada para ver os sapos: “Eu gosto de sapos, só que eu nunca peguei um”. Isso porque, o Laboratório de Herpetologia levou peças conservadas de exemplares de animais peçonhentos e anfíbios com vistas à educação ambiental tanto do público infantil quanto adulto. Mas, para além deles, Alice conta que queria ver “dinossauros” e que quer ser bióloga, por um simples motivo: “porque eu gosto de animais”, diz ela. Assim, o evento, além de promover brincadeiras, também incentiva o contato de crianças com a ciência, através da mostra de possibilidades acadêmicas das ciências naturais.

A assistente administrativa do CAPPA e atual Coordenadora Institucional do Paleodia da Quarta Colônia, Gisela Farencena, explica que o evento é de suma importância para que a UFSM mantenha, não apenas o ensino e a pesquisa, mas a extensão perante à comunidade externa. Essa relação é importante para garantir tanto a aproximação entre a esfera acadêmica e comunitária, como a divulgação do trabalho desenvolvido, especialmente no que se refere às pesquisas paleontológicas e ao Geoparque Quarta Colônia. As vantagens são recíprocas, já que a comunidade é beneficiada com um ambiente livre tanto para o lazer quanto para o aprendizado.&nbsp;

Além disso, o evento abre espaço para exposição de produtos por comerciantes e pequenos produtores artesanais da região. Estes são incentivados a elaborarem versões de seus produtos que possuam alguma relação com as riquezas naturais e culturais encontradas na Quarta Colônia, sejam elas paleontológicas, geológicas, de belezas cênicas naturais, arquitetônicas ou em homenagem à preservação da cultura de colonização italiana e alemã presentes na região.&nbsp;

Gisela conta que a ideia do Paleodia surgiu há cerca de 5 anos, com o objetivo de aproximação com a comunidade e a divulgação do trabalho científico desenvolvido pelo CAPPA - que não era conhecido na região. Objetivo, esse, que se mostra bem sucedido a cada edição. Segundo ela, é possível acompanhar nos últimos anos uma demanda crescente de pessoas interessadas em frequentar a mostra de fósseis no decorrer do ano, como famílias e escolas, mas também, a cada edição do Paleodia, mais pessoas participam do evento. Gisela estima que na última edição, foram cerca de 600 pessoas que passaram pelo local e afirma que eram esperadas em torno de 1.000 pessoas na 4ª edição presencial, deste ano de 2022, número esse que foi ultrapassado ao longo do dia e chegou a cerca de 1.500 visitantes de diversas faixas etárias.

Rodrigo Duran, advogado e visitante, conta que não fazia ideia da dimensão e se surpreendeu com o tamanho do evento. Ele e seu filho visitaram o local pela primeira vez, graças ao convite compartilhado no grupo de pais da escola, e afirmam terem ficado “encantados” e "maravilhados" com a estrutura.

O evento é realizado anualmente no mês das crianças, outubro e, para quem não conseguiu participar do Paleodia da Quarta Colônia neste ano, não há necessidade de desânimo. Além da certeza da próxima edição em outubro de 2023, as visitações ao CAPPA ocorrem durante todo o ano.

Desde 2013, vinculado como Órgão Suplementar do CCNE, o CAPPA localiza-se na Rua Maximiliano Vizzotto, 598, São João do Polêsine. Para mais informações acesse o <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/">site</a> ou as redes sociais

(<a href="https://www.instagram.com/cappaufsm/">Instagram</a> e <a href="https://www.facebook.com/cappaufsm">Facebook</a>).
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Para conferir mais fotos do evento acesse <a href="https://drive.google.com/drive/folders/1N0FkiPZE8JhTCLOz82_xsR_9XVc3l0wX?usp=sharing">AQUI.</a>

<i>Texto: Júlia Weber, acadêmica de jornalismo e bolsista da Subdivisão de Comunicação do CCNE.</i>

<i>Edição: Natália Huber, chefe da Subdivisão de Comunicação do CCNE.</i>]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>Físicaverso: Diretório Acadêmico da Física promove semana acadêmica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2022/10/11/fisicaverso-diretorio-academico-da-fisica-promove-semana-academica</link>
				<pubDate>Tue, 11 Oct 2022 12:57:58 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[Exatas]]></category>
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						<description><![CDATA[Entre os dias 3 e 7 de outubro ocorreu a Semana Acadêmica da Física de 2022, intitulada “Bem-vindos ao Físicaverso”. A iniciativa organizada pelo Diretório Acadêmico da Física (DAF), teve como objetivo principal apresentar as possibilidades do curso aos estudantes da UFSM.   A Semana Acadêmica da Física 2022 contou com um total de 20 [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p></p>

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<p>Entre os dias 3 e 7 de outubro ocorreu a Semana Acadêmica da Física de 2022, intitulada “Bem-vindos ao Físicaverso”. A iniciativa organizada pelo Diretório Acadêmico da Física (DAF), teve como objetivo principal apresentar as possibilidades do curso aos estudantes da UFSM.</p>
<p> </p>
<p>A <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/450/2022/09/Programacao.pdf">Semana Acadêmica da Física 2022 </a>contou com um total de 20 atividades, entre palestras e oficinas práticas. O evento de abertura foi ministrado pela professora de física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Márcia Barbosa, um dos grandes nomes na ciência nacional e internacional - que, inclusive, é a homenageada pela atual gestão do DAF, que recebe o nome de Diretório Acadêmico da Física Márcia Barbosa. A convidada vinda de Porto Alegre, conversou com os profissionais em formação e falou sobre a divulgação científica e sua importância no meio. Esta, porém, foi uma exceção, pois a ideia da organização do evento era priorizar pesquisadores da UFSM para que pudessem ministrar sobre seus trabalhos e demonstrar o que desenvolvem dentro da universidade. </p>
<p> </p>
<p>Atividades como a de perícia criminal, computação quântica e matéria escura, foram algumas das destacadas pelo estudante do segundo semestre de física bacharelado, Reuel Rodrigues. Além destas, ele também ressaltou as palestras e oficinas sobre o ensino e a pesquisa, que permitiram o conhecimento de metodologias de ensino e do funcionamento do trabalho de laboratórios e grupos acadêmicos da universidade. Esse movimento entre as duas áreas também foi salientada pelo discente do último semestre do curso, Tiago Dias, que afirma ser primordial, tanto para estudantes de licenciatura quanto de bacharelado, ter uma noção das rotinas de ambos os campos, para que os recém-chegados ao curso possam se familiarizar com as metodologias.</p>
<p> </p>
<p>Para a também estudante do último semestre, Taís Mello, a Semana Acadêmica é de extrema valia para que os calouros de Física conheçam seu curso e entendam como desejam prosseguir no futuro. Já para veteranos e formandos, como ela, afirma ser uma boa experiência, visto que a pandemia atrapalhou a realização de eventos como este de forma presencial. Taís ainda acredita que a transversalidade entre o teórico e o prático acrescentam muito no currículo, bem como na absorção de conhecimento. Outro discente do segundo semestre, Lucas da Rosa, salienta o evento como um mediador para apresentar as oportunidades e possibilidades de atuação e de potencializar e divulgar o que já tem sido feito dentro do campo da física.</p>
<p> </p>
<p>O objetivo da equipe responsável pela organização era justamente promover a integração e o conhecimento sobre o curso e trazer as possibilidades existentes na área. Outra das preocupações da gestão, era proporcionar um momento para que alunos de diferentes semestres pudessem interagir e trocar experiências. Além disso, buscou-se mostrar que o conhecimento não é construído apenas na sala de aula tradicional, por isso, as palestras e oficinas ocuparam diferentes espaços dentro da UFSM: “tentamos ao máximo fazer os alunos conhecerem todas as regiões que têm ‘partes físicas’ em seus estudos aqui na faculdade. Não os deixamos presos apenas no CCNE, levamos para o bloco do INPE, para o Observatório Astronômico, no Planetário. Afinal, às vezes, os alunos que estão de um lado da ponte nunca atravessam ela para conhecer o outro lado”, declarou a vice-secretária da cultura e eventos do DAF, Júlia Ribeiro.</p>
<p> </p>
<p>O coordenador geral do DAF, Matregori, e o secretário de cultura e eventos, Lucas Brondani, afirmam que o evento superou as expectativas do Diretório. Foram cerca de 70 inscritos, número, que segundo eles, é bastante expressivo para o curso. A adesão dos estudantes na participação efetiva durante as atividades também surpreendeu. A semana acadêmica, que fazia parte dos planos da gestão do Diretório Acadêmico da Física, tem tudo para se repetir nos próximos anos.</p>
<p>
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<p></p>
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				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="5caa2df" data-elementor-lightbox-title="IMG_0954" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2022/10/IMG_0954.jpg"><img width="300" height="200" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2022/10/IMG_0954-300x200.jpg" alt="" loading="lazy"></a><br>
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				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="5caa2df" data-elementor-lightbox-title="IMG_0927" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2022/10/IMG_0927.jpg"><img width="300" height="200" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2022/10/IMG_0927-300x200.jpg" alt="" loading="lazy"></a><br>
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				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="5caa2df" data-elementor-lightbox-title="IMG_0947" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2022/10/IMG_0947.jpg"><img width="300" height="200" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2022/10/IMG_0947-300x200.jpg" alt="" loading="lazy"></a><br>
			</figure>
<p>Acesse mais fotos do evento <a href="https://drive.google.com/drive/folders/13gtjo5xaqIr7d1w57YmxTKdBRbivPoIB?usp=sharing">AQUI.</a></p>
<p></p>
<p><i>Texto: Júlia Weber, acadêmica de jornalismo e bolsista da Subdivisão de Comunicação do CCNE.</i></p>
<p><i>Edição: Natália Huber, chefe da Subdivisão de Comunicação do CCNE.</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Territorialidades: grupos acadêmicos da Geografia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2022/05/25/territorialidades-grupos-academicos-da-geografia</link>
				<pubDate>Wed, 25 May 2022 13:10:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
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		<category><![CDATA[Geociências]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
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						<description><![CDATA[A geografia é uma ciência com um amplo campo de estudo, que acompanha as contínuas transformações do espaço geográfico — abrigo dos seres e de todos os elementos relacionados à natureza. Nesta segunda parte da matéria sobre os grupos acadêmicos da área de Geografia do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE), você irá conhecer [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="text-align: justify">A geografia é uma ciência com um amplo campo de estudo, que acompanha as contínuas transformações do espaço geográfico — abrigo dos seres e de todos os elementos relacionados à natureza. Nesta segunda parte da matéria sobre os grupos acadêmicos da área de Geografia do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE), você irá conhecer os grupos que estudam as relações humanas com o meio e investigam os impactos gerados pelo homem como agente transformador da superfície terrestre. </p>
<p style="text-align: justify">Confira a seguir os Grupos Acadêmicos da Geografia: </p>
<p style="text-align: justify"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2022/05/Truck-4.jpg" alt="" width="1200" height="444" /></p>
<h5 style="text-align: justify">Núcleo de Pesquisa em Geografia da Saúde (NEPGES)</h5>
<p style="text-align: justify">Coordenado pelo professor Rivaldo Faria, o <a href="https://www.facebook.com/nepegsufsm/">Núcleo de Pesquisa em Geografia da Saúde </a>(NePeGS) é o primeiro grupo de investigação em Geografia da Saúde do estado do Rio Grande do Sul e se desdobra em três linhas de investigação: geografia dos serviços de saúde, geografia do processo saúde-doença e geografia da saúde da população. O NePeGs tem como objetivo desenvolver soluções técnicas e tecnológicas para a saúde da população, seja nas dimensões da vigilância epidemiológica e de saúde ou no planejamento territorial dos serviços. Os trabalhos são desenvolvidos na escala urbana e regional e intercambiam ações de pesquisa e extensão.</p>
<p style="text-align: justify">Durante a pandemia do coronavírus, o Núcleo contribuiu para o fornecimento de informações ao <a href="https://www.ufsm.br/coronavirus/observatorio//">Observatório de Dados da COVID-19</a> da UFSM. Sua função foi georreferenciar, geocodificar e especializar dados sobre casos do vírus, mapeando os locais do município de Santa Maria em condições precárias e mais suscetíveis à proliferação do vírus. As informações foram fornecidas ao poder público e à vigilância epidemiológica para que estes pudessem desenvolver estratégias para o combate à pandemia em um contexto de desigualdade social. </p>
<p> </p>
<h5 style="text-align: justify">Laboratório de Espacialidades Urbanas (LABEU)</h5>
<p style="text-align: justify">Liderado pelo Prof. Dr. Benhur Pinós da Costa (UFSM) e pela Profa. Dra. Claudia Luisa Zeferino Pires (UFRGS), o <a href="https://www.facebook.com/labeuufsm/">Laboratório de Espacialidades Urbanas</a> propõe o estudo de espaços urbanos e as complexidades de relações sociais. Espacialidades urbanas são todo resultado da ação e da reflexão sobre o espaço urbano, desde projetos institucionais de intervenção, até construções, representações e percepções de grupos e sujeitos sociais diversos. O grupo tem se dedicado principalmente às atividades de ensino, pesquisa e extensão que tratam das relações espaciais das pluralidades de grupos culturais que se expressam no cotidiano urbano, enfocando os estudos nos grupos geracionais, nas expressões culturais de “tribos urbanas” e nas relações de gênero e sexualidade. </p>
<p style="text-align: justify">Um dos projetos em execução, intitulado “Juventudes e Múltiplas Territorialidades”, propõe o estudo das relações entre sociabilidades, juventudes pobres, diferenças socioculturais e de espaços urbanos de metrópoles (Rio de Janeiro e Porto Alegre) e de cidades médias (Campos de Goytacazes, Santa Maria, Presidente Prudente e Ponta Grossa). Para isso, os pesquisadores concentram esforços na produção de pesquisas participativas que permitam a tomada da visibilidade das expressões das diferenças juvenis nestes diferentes contextos urbanos. A expectativa é contribuir para ampliação do diálogo entre as diferenças juvenis e os agentes que conduzem políticas educativas, culturais e de planejamento do espaço urbano destas cidades.</p>
<p style="text-align: justify">O projeto “Geografias Virtuais e Ciberespaço” busca investigar espacialidades instituídas pelas relações sociais online e em condições de ciberespaço, e organiza três frentes de pesquisa vinculadas: a relação entre sociabilidades gays em ambientes virtuais de interações sociais; as experiências do espaço universitário em modalidades de educação superior à distância; as relações de tribalismos juvenis cotidianos e suas composições identitárias culturais e estéticas. </p>
<p> </p>
<h5 style="text-align: justify">Grupo de Pesquisa em Educação e Território (GPET)</h5>
<p style="text-align: justify">Coordenado pelo professor César de David e pela professora Carmen Rejane Flores Wisniewsky, o Grupo de Pesquisa em Educação e Território é formado por pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento que desenvolvem suas atividades através de temáticas que articulam a educação e o território, subdivididas em duas linhas de pesquisa: dinâmicas territoriais e educação e sociedade. As pesquisas desenvolvidas investigam as transformações socioespaciais no campo sul-americano, sobretudo as dinâmicas da modernização dos espaços agrários, a tecnologia e a força de trabalho. Também se insere nas discussões a problemática do campesinato, dos movimentos sociais e suas formas de territorialização.</p>
<p style="text-align: justify">Associado aos territórios rurais, discute-se a educação do campo, tornando-se referência nesta temática, por meio da publicação de livros e artigos e da realização de projetos de extensão junto aos órgãos e instituições de ensino e espaços educacionais diferenciados. O grupo congrega projetos de pesquisa financiados pelos órgãos de fomento, tais como: CNPq (edital universal), FAPERGS (Pesquisador Gaúcho), FIPE/UFSM, FIEX/UFSM, PROLICEN/UFSM, PROEXT/MEC. Além disso, o GPET articula-se à rede de pesquisadores de Agricultura, Desenvolvimento e Transformações Socioespaciais, entre UNESP (Rio Claro e Presidente Prudente), UERJ, USP, UFRGS, UFU, UFSC.</p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<h5 style="text-align: justify">Grupo de Estudos Geografia, Trabalho e Ambiente (GEGTA)</h5>
<p style="text-align: justify">O “Grupo de Estudos: Geografia, Trabalho e Ambiente” (GEGTA), foi criado em 2015, junto ao Departamento de Geociências, do Centro de Ciências Naturais e Exatas, da Universidade Federal de Santa Maria. A atuação do grupo se fundamenta na discussão da Geografia, enquanto uma ciência que se estrutura a partir das conexões entre a sociedade e a natureza, configurando o espaço geográfico e articulando os processos de trabalho nas dimensões sociais e ambientais. As ações de pesquisa, ensino e extensão, desenvolvidas pelo grupo, se operacionalizam em três grandes eixos, assim definidos: Geografia, pesca e aquicultura; Geografia e educação; Organização espacial e dinâmicas socioeconômicas. Coordenado pelo Prof. Dr. Eduardo Schiavone Cardoso conta com a participação de pesquisadores, docentes e discentes atuantes na graduação, na pós-graduação da UFSM e de outras IES. Conecta-se com duas Redes de Pesquisa interinstitucionais: a "Rede Ceget de Pesquisadores (RCP)" articulada a partir do Centro de Estudos de Geografia do Trabalho - UNESP – FCT – Presidente Prudente (SP) ; e com a "Rede de Geografias da Pesca", centrada na FURG – Rio Grande (RS). O Grupo dispõe de uma sala situada no Campus Sede da UFSM, que comporta o professor líder do Grupo de Pesquisa e espaço para os pesquisadores, com uma biblioteca de cerca de 1.000 títulos e do acervo documental – Geografia, Pesca e Aquicultura, composto por mais de 500 itens para pesquisa na temática das atividades pesqueiras e aquícolas. Desde 2022, o Grupo promove os "Colóquios GEGTA - Grupo de Estudos: Geografia, Trabalho, Ambiente", que consistem em eventos de apresentação e debate de temas pertinentes ao ensino, extensão e pesquisa em Geografia, destinados aos estudantes, profissionais e público em geral.</p>
<p> </p>
<h5 style="text-align: justify">Núcleo de Estudos em Geografia, Agricultura e Alimentação (NUGAAL)</h5>
<p style="text-align: justify">Liderado pelos professores Cleder Fontana e Marcelo Cervo Chelotti, o <a href="https://www.ufsm.br/grupos/nugaal">Núcleo de Estudos em Geografia, Agricultura e Alimentação</a> (NUGAAL) agrega pesquisadores e acadêmicos que visam estudar, refletir e propor ações a partir da tradição do saber geográfico institucionalizado, que articulem a relação entre a alimentação e a produção do espaço. Os objetivos do grupo se concentram em cinco linhas de pesquisa: 1) aspectos teórico-metodológicos da Geografia da Alimentação; 2) fome, (in)segurança e soberania alimentar e políticas públicas; 3) alimentos, cultura e território; 4) agricultura orgânica e agroecológica; 5) educação, alimentação e geografia. </p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify">Os grupos acadêmicos, apresentados nesta e na <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2022/05/25/geologia-geomorfologia-e-geotecnologia-grupos-academicos-da-geografia/">primeira parte</a> da matéria, são ligados ao <a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppggeo/">Programa de Pós-Graduação em Geografia</a> (PPGGEO) e estão abertos a acadêmicos de todos os níveis de ensino, que podem participar voluntariamente ou através de bolsas concedidas por entidades de fomento à pesquisa. Acesse o <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/">site</a> e as <a href="http://instagram.com/ccneufsm">redes sociais</a> do CCNE para ficar por dentro de mais informações e divulgação de editais.</p>
<p>Texto de Jéssica Missias Medeiros, acadêmica de jornalismo</p>
<p>Revisão e Edição: Natália Huber da Silva, chefe da Subdivisão de Comunicação do CCNE</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Geologia, Geomorfologia e Geotecnologia: grupos acadêmicos da Geografia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2022/05/25/geologia-geomorfologia-e-geotecnologia-grupos-academicos-da-geografia</link>
				<pubDate>Wed, 25 May 2022 13:06:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
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						<description><![CDATA[As universidades, de modo geral, são estruturadas por três pilares imprescindíveis para a execução efetiva de seu papel na sociedade: o ensino, a pesquisa e a extensão. Estudantes de graduação e pós-graduação, docentes e técnicos administrativos em educação se organizam coletivamente em grupos acadêmicos, com o objetivo de executar projetos que contemplem um ou mais [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">As universidades, de modo geral, são estruturadas por três pilares imprescindíveis para a execução efetiva de seu papel na sociedade: o ensino, a pesquisa e a extensão. Estudantes de graduação e pós-graduação, docentes e técnicos administrativos em educação se organizam coletivamente em grupos acadêmicos, com o objetivo de executar projetos que contemplem um ou mais componentes dessa tríade universitária. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) possui dezenas de grupos acadêmicos organizados em oito áreas temáticas, uma delas é a Geografia, que até o momento conta com 14 grupos responsáveis pelo desenvolvimento de projetos em diversas linhas de pesquisa da Geociências. Entre as vertentes estão as ciências que estudam a origem, composição, estrutura e evolução da Terra — como a geologia, geomorfologia, climatologia, entre outras — e a geotecnologia, que consiste num conjunto de tecnologias para coleta, processamento, análise e disponibilização de informações georreferenciadas. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Confira a seguir os Grupos Acadêmicos da área de Geografia: </span></p>
<p><img class="size-full wp-image-2712 aligncenter" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2022/05/Truck-3.jpg" alt="" width="1200" height="444" /></p>
<h5 style="text-align: justify"><b>Laboratório de Climatologia Ambiental e Subtropical (LaCAS)</b></h5>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O Laboratório de Climatologia Ambiental e Subtropical (LaCAS), coordenado pelo Prof. Dr. Cássio Arthur Wollmann, desenvolve projetos de ensino, pesquisa e extensão vinculados à Climatologia Geográfica, Climatologia Regional, Clima Urbano e Conforto Ambiental. O principal objetivo do grupo é a formação de recursos humanos em Geografia e Climatologia Geográfica, buscando entender os fenômenos atmosféricos de baixa altitude que compõem o espaço geográfico. Com este propósito, o grupo caracteriza-se pela ampla execução de trabalhos de campo com o intuito de coleta de dados climáticos de natureza primária, para posterior análise em ambiente de laboratório. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Desde 2012, o grupo está envolvido na execução de projetos de pesquisa em unidades de conservação no território gaúcho e estudos de clima urbano, monitorando Santa Maria e cidades próximas, além de Porto Alegre e Balneário Camboriú (SC). Realiza, ainda, pesquisas em unidades de conservação dos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, como o Parque Nacional dos Aparados da Serra, Parque Nacional da Serra Geral, Estação Ecológica do TAIM, entre outros. </span></p>
[caption id="attachment_2714" align="alignright" width="458"]<img class="wp-image-2714" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2022/05/Design-sem-nome-15.jpg" alt="" width="458" height="305" /> Fotografias esféricas para cálculo do Fator de Visão do Céu (Sky View Factor - SVF) dos pontos de coletas de dados climáticos em Balneário Camboriú/SC. / BCC PROJECT[/caption]
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O projeto mais recente é intitulado “</span><a href="https://www.instagram.com/bcc.project/"><span style="font-weight: 400">O Sistema Clima Urbano de Balneário Camboriú/SC</span></a><span style="font-weight: 400">”, </span><i><span style="font-weight: 400">BCC Project</span></i><span style="font-weight: 400">, e se trata de uma investigação internacional sobre o maior processo de verticalização urbana do Hemisfério Sul. A verticalização em ambientes climáticos subtropicais pode ter efeitos potencializados quando comparados aos ambientes tropicais e equatoriais, dada a disponibilidade de energia solar e sua distribuição variável ao longo do dia, principalmente no verão. Estudos em grandes metrópoles costeiras, como Nova York, Los Angeles, Tóquio, Nicósia, Atenas, Cingapura e Hong Kong servem de referência, mas, embora sejam litorâneas, não estão na mesma latitude subtropical de Balneário Camboriú e não possuem as mesmas condições geourbanas. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O objetivo do projeto é avaliar a evolução nítida e ininterrupta da morfologia urbana em Balneário Camboriú e a forma como ela promove mudanças na dinâmica do campo termo-higrométrico da cidade, influenciando também no conforto humano da população em espaços abertos, bem como na concentração de material particulado em suspensão, e em áreas de risco de eventos de extremos de precipitação. Também fazem parte do </span><i><span style="font-weight: 400">BCC Project </span></i><span style="font-weight: 400">instituições associadas; Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR), Universidade de São Paulo (USP) e </span><i><span style="font-weight: 400">Royal Melbourne Institute of Technology</span></i><span style="font-weight: 400"> (RMIT). </span></p>
<p> </p>
<h5 style="text-align: justify"><b>Grupo de Pesquisa em Patrimônio Natural, Geoconservação e Gestão da Água (PANGEA)</b></h5>
<p style="text-align: justify">O Grupo de Pesquisa em Patrimônio Natural, Geoconservação e Gestão da Água (PANGEA), formado oficialmente em 2015 e vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFSM, é constituído de pesquisadores e estudantes das áreas de geografia, geologia, gestão ambiental, engenharia ambiental, arquitetura e turismo. Sob coordenação do Prof. Adriano Severo Figueiró, o grupo trabalha as dimensões da conservação da natureza, da educação e da sensibilização para as questões ambientais, do turismo sustentável e do desenvolvimento endógeno. </p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Atualmente, o PANGEA desenvolve as suas atividades com foco na assessoria a dois territórios que estão se candidatando ao selo de Geoparque Mundial da UNESCO: </span><a href="https://geoparquecacapava.com.br/"><span style="font-weight: 400">Caçapava do Sul</span></a><span style="font-weight: 400"> e </span><a href="https://www.geoparquequartacolonia.com.br/home"><span style="font-weight: 400">Quarta Colônia</span></a><span style="font-weight: 400">. Outro projeto ao qual se dedica é o “Projeto Palomas: Geoconservação no pampa Brasil-Uruguai”, que consiste na inventariação do geopatrimônio mais expressivo do Pampa Brasil-Uruguai, com vistas à proposição de estratégias interpretativas capazes de estimular a inserção destes geossítios nos roteiros turísticos já existentes, buscando aliar o geoturismo às demais alternativas de desenvolvimento endógeno do Pampa. O processo já se encontra em elaboração e é esperado que até o final do projeto se possa lançar um mapa do geopatrimônio pampeano e um guia geoturístico capaz de oferecer o suporte necessário à divulgação geopatrimonial e geoturística deste território. </span></p>
<p> </p>
<h5 style="text-align: justify"><b>Laboratório de Estratigrafia e Paleobiologia (LEP)</b></h5>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O </span><a href="https://www.facebook.com/LEPUFSM/"><span style="font-weight: 400">Laboratório de Estratigrafia e Paleobiologia</span></a><span style="font-weight: 400"> (LEP) foi revitalizado em 1998, e desde então é coordenado pelo professor Átila Augusto Stock da Rosa. Localizado na sala 1019, subsolo do prédio 17, do Departamento de Geociências, o LEP conta com a coleção paleontológica da UFSM, baseada principalmente em vertebrados e plantas do Triássico da região central do Rio Grande do Sul. A coleção apresenta cerca de 1500 fósseis descritos, entre vertebrados, invertebrados, plantas e icnofósseis. A coleção de vertebrados fósseis conta com os holótipos de diversas espécies triássicas, destacando-se o dinossauro sauropodomorfo Unaysaurus tolentinoi, o cinodonte Alemoatherium huebneri, o capitossaurídeo Tomeia witeckii, o tanistrofeídeo Elessaurus gondwanaoccidens.</span></p>
<p> </p>
<h5 style="text-align: justify"><b>Grupo de Pesquisa em Intemperismo e Formas de Relevo (TAFONI) </b></h5>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Criado em 2020, com a coordenação do Prof. Dr. André Weissheimer de Borba, o Grupo de Pesquisa em Intemperismo e Formas de Relevo (TAFONI) se propõe a estudar os processos de intemperismo e erosão, tal como as formas de relevo e as feições resultantes desses mecanismos, em áreas geográficas selecionadas da região central, centro-sul e centro-oeste do Rio Grande do Sul: o planalto dissecado das Guaritas, a cuesta dissecada da Serra do Segredo, ambas em Caçapava do Sul; as mesetas e morros testemunhos da região de São Vicente do Sul e São Francisco de Assis; a Serra do Caverá e a Cuesta do Haedo, entre Rosário do Sul e Santana do Livramento. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O grupo, formado por pesquisadores em geologia, geografia e geomorfologia da UFSM e da Unipampa/Caçapava, pretende compreender a resistência das diferentes rochas presentes nessas feições, o papel das estruturas de deformação rúptil na infiltração da água nos maciços, os mecanismos e as taxas de denudação em diferentes setores dessas formas de relevo. Possui duas linhas de pesquisa: Gênese e evolução de cavidades de intemperismo (tafoni, honeycomb e gnammas) e Processos e controles sobre a retração de escarpas (relevos tabulares e cuestas). </span></p>
<p> </p>
<h5 style="text-align: justify"><b>Laboratório de Geologia Ambiental (LAGEOLAM)</b></h5>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Em atividade desde 1995, sob a coordenação dos professores Luís Eduardo de Souza Robaina e Romario Trentin, o Laboratório de Geologia Ambiental (LAGEOLAM) desenvolve atividades nas áreas de diagnóstico ambiental e geologia aplicada, contribuindo para o conhecimento sobre processos geomorfológicos, zoneamentos geoambientais e áreas de risco de danos e perdas devido a ocorrência de processos superficiais. Os trabalhos de extensão do grupo são voltados a mapeamentos temáticos e a criação de Atlas Geoambientais. Considerando que a questão dos riscos ambientais no ambiente urbano se multiplica, os pesquisadores buscam alternativas que visem harmonizar a relação entre os moradores locais e a preservação da qualidade ambiental. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A iniciativa de construir um banco de dados, através de um Atlas, com as informações e dados obtidos em trabalhos temáticos na região oeste do Rio Grande do Sul, baseia-se na demanda existente, por parte de educadores e técnicos municipais, especialmente, em municípios de pequeno porte, de informações ligadas a diferentes temas de forma espacializada e georreferenciada. Em áreas rurais com processos erosivos acelerados, os trabalhos de mapeamento e análise dos processos geomorfológicos são importantes ferramentas de gestão ambiental.</span></p>
<p> </p>
<h5 style="text-align: justify"><b>Biodiversidade, Conservação e Uso Sustentável no Bioma Pampa</b></h5>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Coordenado pela Profª. Drª. Anabela Silveira de Oliveira Deble (URCAMP), com participação do Prof. Dr. Mauro Kumpfer Werlang (UFSM), as pesquisas estão relacionadas ao estudo dos ecossistemas campestres. </span><span style="font-weight: 400">Os ecossistemas campestres são os mais extensos no mundo, compondo cerca de 39 milhões de km², sendo sistemas dominados por um substrato inferior heliófilo e compostos principalmente por gramíneas e ciperáceas, associada a diversas outras famílias botânicas. As espécies arbustivas ou arbóreas são raras, estando mais bem representadas em terrenos inclinados ou associadas a formações saxícolas. Esses ambientes nas últimas décadas foram utilizados nas atividades de agricultura e silvicultura modificando drasticamente esses locais, o que faz dos campos os ecossistemas mais ameaçados do planeta. Os Estudos sobre o uso sustentável desses ecossistemas serve como estratégia para a conservação da Biodiversidade, aliando a pesquisa em Botânica, Zoologia, Ecologia e Geografia. </span></p>
<h5> </h5>
<h5 style="text-align: justify"><b>Laboratório de Geotecnologias (LABGEOTEC)</b></h5>
[caption id="attachment_2715" align="alignleft" width="450"]<img class="wp-image-2715" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2022/05/pr8-1024x576-1.jpg" alt="" width="450" height="253" /> Coleta de dados por sensoriamento remoto na Usina Hidrelétrica Passo Real - RS. / LABGEOTEC[/caption]
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O <a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/labgeotec/">Laboratório de Geotecnologias (LABGEOTEC)</a>, coordenado pelo Prof. Dr. Waterloo Pereira Filho é utilizado para o desenvolvimento de projetos na área de hidrogeografia, com o uso dos recursos de Sensoriamento Remoto, Sistema de informações Geográficas e Geoprocessamento. Os projetos de ensino estão relacionados à inovação tecnológica em Sensoriamento Remoto oferecidas nos níveis Básico e Superior. Já os projetos de pesquisa abordam questões ambientais principalmente associadas à caracterização da Geografia Física em bacias hidrográficas e sua relação com o sistema aquático. Projetos de Sensoriamento Remoto em reservatórios e rios têm sido desenvolvidos com objetivos de identificar a capacidade dos diferentes sensores, no que diz respeito às pesquisas relacionadas à refletância da água. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Possui convênios com grupos e institutos de pesquisa de outras instituições (USP e UFG Campus Jataí) que possibilitam o aporte de recursos oriundos de outras fontes como o PROCAD-CAPES. Possui ainda, convênios internacionais com a Universidade de Victória (Canadá), UNAICC (União Nacional para Construção de Cuba/Cuba) e o Centro Regional de Educação em Ciências e Tecnologia Espacial para a América Latina e o Caribe (México).</span></p>
<p> </p>
<h5 style="text-align: justify"><b>CONESAT - Monitorando o CONESUL</b></h5>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Formado em 2018 a partir de um projeto piloto, o grupo CONESAT - Monitorando o CONESUL com Sensoriamento Remoto, tem o objetivo de promover a pesquisa e o desenvolvimento no âmbito do CONESUL com produtos de sensoriamento remoto. Assim, o foco é voltado às esferas de biosfera, antroposfera, litosfera, hidrosfera e atmosfera. O grupo atua na linha do “Sensoriamento remoto do ambiente no CONESUL”. O CONESUL é uma região composta pelas zonas austrais da América do Sul, ao sul do Trópico de Capricórnio (Argentina, Sul do Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai). O objetivo do projeto é fazer o uso de dados de sensoriamento remoto para entender as dinâmicas do CONESUL em múltiplas escalas. Para isso, são abordados os seguintes temas: meio ambiente; agricultura; águas interiores e costeiras; florestas e biomas; e atmosfera. </span></p>
<p> </p>
<h5 style="text-align: justify"><b>Sensoriamento Remoto Espectral-Angular (SREA)</b></h5>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Com sede no campus de Frederico Westphalen, o grupo de pesquisa Sensoriamento Remoto Espectral-Angular (SREA), visa promover a integração dos estudos de sensoriamento remoto espectral e angular com foco em aplicações florestais, agronômicas e ambientais. O comportamento espectral de alvos é fundamental para a correta interpretação, manipulação e extração de informações dos dados de sensoriamento remoto. Contudo, alguns fatores externos podem afetar significativamente a resposta espectral de alvos (geometria e iluminação/aquisição dos dados, efeitos atmosféricos, resolução espectral e espacial do sensor). Nesse sentido, estudar a relação entre a resposta espectral de alvos, a direção de espalhamento (retroespalhamento e espalhamento frontal) e o ângulo de iluminação e aquisição é fundamental para o grupo. </span></p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Leia mais </span><span style="font-weight: 400">sobre os grupos acadêmicos da Geografia</span> <span style="font-weight: 400">na</span> <span style="font-weight: 400"><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2022/05/25/territorialidades-grupos-academicos-da-geografia/">segunda parte</a> da matéria, na qual são apresentados os grupos com temáticas que estudam as dinâmicas entre os seres humanos com o meio. </span></p>
<p> </p>
<hr />
<p><em>Texto: Jéssica Medeiros, acadêmica de jornalismo </em></p>
<p><em>Revisão e Edição: Natália Huber</em></p>
<p style="text-align: justify"><br /><br /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Divulgada a listagem de projetos selecionados pelo Fundo de Incentivo à Extensão do CCNE - Edital FIEX PRE/UFSM N.041/2021</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2022/05/19/divulgada-a-listagem-de-projetos-selecionados-pelo-fundo-de-incentivo-a-extensao-do-ccne-edital-fiex-pre-ufsm-n-041-2021</link>
				<pubDate>Thu, 19 May 2022 12:22:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[FIEX]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/?p=2664</guid>
						<description><![CDATA[Conforme Memorando 05 2022 &#8211; Resultado FIEX 2022, a Comissão de Extensão e a Subdivisão de Projetos do CCNE divulga o RESULTADO FINAL do Edital FIEX 2022. A bolsa, cujo valor será de R$ 400,00 (quatrocentos reais) mensais, terá duração de sete meses a partir de 01/06/2022 (até 31/12/2022); Salienta-se os itens do edital:10.3 A [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Conforme <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2022/05/Memorando-05-2022-Resultado-FIEX-2022.pdf">Memorando 05 2022 - Resultado FIEX 2022</a>, a Comissão de Extensão e a Subdivisão de Projetos do CCNE divulga o RESULTADO FINAL do <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/editais/041-2021/">Edital FIEX 2022</a>. A bolsa, cujo valor será de R$ 400,00 (quatrocentos reais) mensais, terá duração de <strong>sete meses</strong> a partir de 01/06/2022 (até 31/12/2022);</p>
<p>Salienta-se os itens do edital:<br />10.3 A seleção do(a) bolsista (modelo disponibilizado no Anexo D) é prerrogativado(a) do (a) coordenador(a) da ação de extensão e será de sua inteira responsabilidade, respeitando a Resolução 01/2013 da UFSM.</p>
<p>10.4 A substituição e seleção do(a) bolsista substituto(a) é de inteira responsabilidade do(a) coordenador(a) da ação de extensão, e não deverá implicar alteração das ações previstas na proposta submetida ao edital.</p>
<p>Os contemplados também devem observar o item 11 do edital (Do/a bolsista/estudante).</p>
<p>A seleção e indicação de bolsistas (nos portais) é de 19/05/2022 até 31/05/2022.</p>
<p>O valor total previsto para o FIEX CCNE 2022 é de R$107.274,37.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudo apresenta um novo réptil de 225 milhões de anos do Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2022/05/04/estudo-apresenta-um-novo-reptil-de-225-milhoes-de-anos-do-brasil</link>
				<pubDate>Wed, 04 May 2022 14:56:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque]]></category>
		<category><![CDATA[paleontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

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						<description><![CDATA[Maehary bonapartei representa um réptil de pequenas dimensões que é tido como o mais basal da linha evolutiva que deu origem aos pterossauros. O estudo também demonstra que Faxinalipterus minimus, não é um réptil alado, ao contrário do que se supunha.  Pesquisadores da Universidade Federal de Santa Maria, do Museu Nacional da UFRJ, da Universidade [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<h2 style="text-align: center"><em><strong>Maehary bonapartei representa um réptil de pequenas dimensões que é tido como o mais basal da linha evolutiva que deu origem aos pterossauros. O estudo também demonstra que Faxinalipterus minimus, não é um réptil alado, ao contrário do que se supunha. </strong></em></h2>
<p><img class=" wp-image-2647 aligncenter" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2022/05/Truck-2.jpg" alt="" width="1017" height="376" /></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">P</span><span style="font-weight: 400">esquisadores da Universidade Federal de Santa Maria, do Museu Nacional da UFRJ, da Universidade Regional do Cariri, da Universidade Federal do Pampa, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e da COPPE/UFRJ apresentaram, nesta terça-feira (03), um estudo de revisão sobre um pequeno réptil denominado </span><i><span style="font-weight: 400">Faxinalipterus</span></i> <i><span style="font-weight: 400">minimus</span></i><span style="font-weight: 400">, proveniente de rochas do Triássico (cerca de 225 milhões de anos atrás) do Rio Grande do Sul. </span><span style="font-weight: 400">O estudo </span><i><span style="font-weight: 400">“Reassessment of Faxinalipterus minimus, a purported Triassic pterosaur from southern Brazil with the description of a new taxon” (Em PT: </span></i><span style="font-weight: 400">Reavaliação de Faxinalipterus minimus, um suposto pterossauro do Triássico do sul do Brasil com a descrição de um novo táxon”), foi publicado em destaque pela revista </span><a href="https://peerj.com/articles/13276/"><i><span style="font-weight: 400">PeerJ</span></i></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p style="text-align: justify"><i><span style="font-weight: 400">Faxinalipterus</span></i><span style="font-weight: 400"> foi descrito há mais de uma década (2010), sendo atribuído ao grupo Pterosauria, que reúne os primeiros vertebrados a desenvolverem o voo ativo. Originalmente, o fóssil de </span><i><span style="font-weight: 400">Faxinalipterus</span></i><span style="font-weight: 400"> era composto por ossos do esqueleto pós-cranial e por uma parte do crânio (uma maxila com dentes), encontrados separadamente em duas expedições de campo, ocorridas em 2002 e 2005, no sítio fossilífero Linha São Luiz, localizado no município de Faxinal do Soturno. Assim, não era possível afirmar com certeza se todas as partes pertenceriam a um mesmo tipo de animal. Apesar disso, assumiu-se na época que todos os ossos pertenciam a uma única espécie, denominada </span><i><span style="font-weight: 400">Faxinalipterus minimus</span></i><span style="font-weight: 400">. </span></p>
[caption id="attachment_2649" align="alignleft" width="514"]<img class=" wp-image-2649" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2022/05/maehary_cena.jpg" alt="" width="514" height="292" /> Maehary em vida. (Ilustração: Márcio L. Castro)[/caption]
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A nova análise de </span><i><span style="font-weight: 400">Faxinalipterus</span></i><span style="font-weight: 400">, permitiu estabelecer que, de fato, existiam ali duas espécies distintas. Ou seja, a maxila pertenceria a outro animal. Isso foi possível com base na comparação com um novo fóssil encontrado recentemente no mesmo sítio Linha São Luiz. O novo fóssil é composto por um crânio incompleto, cuja maxila exibe as mesmas feições da maxila atribuída a </span><i><span style="font-weight: 400">Faxinalipterus</span></i><span style="font-weight: 400">, além de partes da mandíbula, partes de uma escápula e de vértebras. Desta forma, a maxila de </span><i><span style="font-weight: 400">Faxinalipterus</span></i><span style="font-weight: 400"> pode ser incorporada à descrição do novo fóssil que recebeu o nome </span><i><span style="font-weight: 400">Maehary bonapartei</span></i><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Para Alexander Kellner, especialista em pterossauros que atualmente dirige o Museu Nacional/UFRJ, sempre houve uma grande dúvida se os dois exemplares atribuídos ao </span><i><span style="font-weight: 400">Faxinalipterus</span></i><span style="font-weight: 400"> representavam uma mesma espécie, e se esta se tratava de um réptil alado. Tendo examinado o exemplar logo após a publicação em 2010, ele constatou que diversos ossos poderiam estar mal identificados e viu a falta de características diagnósticas dos pterossauros, entre elas a ausência de feições específicas no úmero (osso do braço), como uma projetada crista deltopeitoral, que é típica dos pterossauros. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Borja Holgado do Institut Català de Paleontologia Miquel Crusafont (Barcelona, Espanha) também especialista em pterossauros, analisou o material e concordou com as conclusões iniciais. “Estava claro para mim que se trata de um réptil primitivo que não pertencia aos pterossauros, pois não apresentava nenhuma feição inequívoca dessa linhagem” esclarece, para logo apontar: “Mas também o conhecimento presente das faunas de finais do Triássico indica que a disparidade de animais da época na qual datam os primeiros pterossauros era tão grande que encontram-se animais que à primeira vista poderiam lembrar pterossauros, mas realmente não são. Isso foi o que aconteceu com Faxinalipterus e Maehary”.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">“O material no qual o </span><i><span style="font-weight: 400">Faxinalipterus</span></i><span style="font-weight: 400"> é baseado, é muito frágil e muito incompleto. Além disso, partes dos ossos estavam encobertas por rocha, necessitando uma preparação mais detalhada” comentou Cesar Schultz, da UFRGS, um dos autores do trabalho de 2010 e da nova pesquisa que acaba de ser publicada. </span><span style="font-weight: 400">A preparação do material original requereu muita experiência, e foi realizada no Museu Nacional. “Felizmente tivemos a possibilidade de fotografar em detalhe todo o exemplar”, salientou Orlando Grillo, que teve o cuidado de reproduzir em forma de desenhos cada detalhe anatômico dos ossos de </span><i><span style="font-weight: 400">Faxinalipterus</span></i><span style="font-weight: 400">.</span></p>
[caption id="attachment_2648" align="alignright" width="614"]<img class=" wp-image-2648" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2022/05/Cranio-de-Maehary.jpg" alt="" width="614" height="411" /> Crânio do Maehary (Foto: Rodrigo Temp Müller)[/caption]
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Foi com ajuda de um tomógrafo que o enigma foi sendo revelado. “A tomografia computadorizada tem sido uma ferramenta cada vez mais utilizada nos estudos paleontológicos” destaca Ricardo Lopes da COPPE/UFRJ. “É uma análise não-destrutiva que permite a visualização de detalhes anatômicos ainda recobertos pela rocha sedimentar onde o fóssil está preservado” complementa Olga Araújo, também da COPPE.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">“No trabalho original de 2010, verificamos que os dentes presentes na maxila de </span><i><span style="font-weight: 400">Faxinalipterus</span></i><span style="font-weight: 400"> eram muito espaçados entre si, o que é uma característica de pterossauros primitivos do Triássico. Porém, a tomografia da maxila demonstrou que os dentes não eram separados, pois muitos dentes haviam sido perdidos na fossilização. Com isso, o padrão da dentição e o próximo espaçamento entre os alvéolos (cavidades onde os dentes se inserem) não eram condizentes com pterossauros,” destaca Marina Soares. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Após estes estudos, ainda pairava a dúvida sobre quem era, afinal, </span><i><span style="font-weight: 400">Faxinalipterus</span></i><span style="font-weight: 400">. A solução veio a partir do achado de um novo exemplar que havia sido coletado na mesma região de onde vieram os exemplares de </span><i><span style="font-weight: 400">Faxinalipterus</span></i><span style="font-weight: 400">. “Coletas sistemáticas têm sido realizadas pelo CAPPA (</span><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/"><span style="font-weight: 400">Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia</span></a><span style="font-weight: 400">), da UFSM, revelando uma série de novas espécies fósseis para o Triássico do Rio Grande do Sul” comentou Flávio Pretto. No sítio fossilífero Linha de São Luiz, no município de Faxinal do Soturno, já foram encontrados diversos fósseis, como parentes próximos dos mamíferos, dinossauros e outros répteis. A região onde foram realizadas as escavações fica localizada no território do </span><a href="https://www.geoparquequartacolonia.com.br/home"><span style="font-weight: 400">Geoparque Quarta Colônia Aspirante UNESCO</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">“Quando tivemos acesso ao estudo que estava sendo desenvolvido pela equipe do Museu Nacional, ficou claro que a maxila, até então referida à </span><i><span style="font-weight: 400">Faxinalipterus</span></i><span style="font-weight: 400">, era muito similar ao material que a gente estava estudando,” complementou Leonardo Kerber. “Definitivamente não se tratavam de exemplares de um pterossauro,” reforçou Felipe Pinheiro, da UNIPAMPA, pesquisador também especialista em répteis alados.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Usando uma base de dados anatômicos, a equipe estabeleceu que </span><i><span style="font-weight: 400">Faxinalipterus</span></i><span style="font-weight: 400"> estaria proximamente relacionado aos lagerpetídeos, um ramo considerado como grupo-irmão de Pterosauria em estudos mais recentes. Juntos, lagerpetídeos e pterossauros formam um grupo mais abrangente denominado Pterosauromorpha. Neste contexto, a nova espécie </span><i><span style="font-weight: 400">Maehary bonapartei</span></i><span style="font-weight: 400"> foi posicionada como o membro mais primitivo dentro de Pterosauromorpha. "Isto é, </span><i><span style="font-weight: 400">Faxinalipterus</span></i><span style="font-weight: 400"> e </span><i><span style="font-weight: 400">Maehary</span></i><span style="font-weight: 400"> não são pterossauros, porém são aparentados a eles. Especialmente </span><i><span style="font-weight: 400">Maehary</span></i><span style="font-weight: 400"> se configura como um elemento-chave na elucidação de como as características anatômicas foram evoluindo ao longo da linhagem dos pterossauromorfos até os pterossauros propriamente ditos, totalmente adaptados ao voo", pontua Rodrigo Müller. "Essas espécies, com um comprimento estimado em 30 cm para </span><i><span style="font-weight: 400">Faxinalipterus</span></i><span style="font-weight: 400"> e 40 cm para </span><i><span style="font-weight: 400">Maehary</span></i><span style="font-weight: 400">, demonstram a importância de prosseguir as coletas de fósseis nessa região".</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O nome do gênero da nova espécie vem de Ma'ehary, uma expressão do povo originário Guarani-Kaiowa, que significa “quem olha para o céu” em alusão à sua posição na linha evolutiva dos répteis, sendo o mais primitivo dos Pterosauromorpha, grupo que inclui os pterossauros. O nome específico é uma justa homenagem ao principal pesquisador de vertebrados fósseis da Argentina, José Fernando Bonaparte (1928 - 2020), falecido recentemente, e que atuou ativamente junto com paleontólogos brasileiros em afloramentos do Rio Grande do Sul, na coleta e descrição de muitos vertebrados extintos que viveram durante o período Triássico, incluindo </span><i><span style="font-weight: 400">Faxinalipterus</span></i><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Agora os pesquisadores seguem em busca de novos achados que ajudem a entender como surgiram as primeiras formas desse tão fascinante grupo, os pterossauros.</span></p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify"><i><span style="font-weight: 400">Texto: Alexander W.A. Kellner, Borja Holgado, Orlando Grillo, Flávio Augusto Pretto, Leonardo Kerber, Felipe Lima Pinheiro, Marina Bento Soares, Cesar Leandro Schultz, Ricardo Tadeu Lopes, Olga Araújo e Rodrigo Temp Müller</span></i></p>
<p style="text-align: justify"><i><span style="font-weight: 400">Ilustração: Marcio L. Castro</span></i></p>
<p style="text-align: justify"><i><span style="font-weight: 400">Foto: Rodrigo Temp Müller</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CAPPA da UFSM busca investimentos para a construção de Museu de Paleontologia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2022/04/19/cappa-da-ufsm-busca-investimentos-para-a-construcao-de-museu-de-paleontologia</link>
				<pubDate>Tue, 19 Apr 2022 16:33:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[paleontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[O projeto de Museu de autoria do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da UFSM prevê conservação do patrimônio fossilífero e desenvolvimento regional da Quarta Colônia A cada ano que passa, mesmo durante o período de pandemia, a região central do Rio Grande do Sul ganha mais atenção pelo seu vasto acervo fossilífero. Turistas, pesquisadores [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<h4 style="text-align: justify"><strong><i>O projeto de Museu de autoria do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da UFSM prevê conservação do patrimônio fossilífero e desenvolvimento regional da Quarta Colônia</i></strong></h4>
[caption id="attachment_4577" align="aligncenter" width="1024"]<img class="size-large wp-image-4577" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2022/04/WhatsApp-Image-2022-03-31-at-10.30.28-1024x576.jpeg" alt="" width="1024" height="576" /> Fachada do Projeto do Museu do CAPPA apresentado ao Ministério do Turismo.[/caption]
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A cada ano que passa, mesmo durante o período de pandemia, a região central do Rio Grande do Sul ganha mais atenção pelo seu vasto acervo fossilífero. Turistas, pesquisadores e visitantes de todo lugar procuram conhecer a Formação Geológica Santa Maria, reconhecida internacionalmente pelo </span><i><span style="font-weight: 400">Guinness Book</span></i><span style="font-weight: 400"> (livro dos recordes) como o </span><a href="https://agoranors.com/2022/03/formacao-geologica-santa-maria/"><span style="font-weight: 400">berço dos fósseis de dinossauros mais antigos do mundo</span></a><span style="font-weight: 400">, datados do período Triássico, com cerca de 250 milhões de anos. No entanto, quem chega até aqui pode não encontrar exatamente o que procura, pois apesar de ser destaque em descobertas inéditas, a rota paleontológica ainda não possui espaço adequado para exposição dos fósseis ao público, ou até mesmo profissionais exclusivamente dedicados a este trabalho educativo-cultural. Em contrapartida, um projeto para a construção do museu junto à estrutura do </span><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa"><span style="font-weight: 400">Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica</span></a><span style="font-weight: 400"> da Universidade Federal de Santa Maria (CAPPA/UFSM) já existe, o único obstáculo para a sua execução é a falta de recursos. </span></p>
<p style="text-align: justify"><b>Qual o objetivo atual do CAPPA?</b></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Criado com o objetivo de dar suporte à pesquisa paleontológica da Quarta Colônia, o CAPPA disponibiliza uma estrutura laboratorial, onde é realizado o trabalho de escavação, preparação, curadoria e investigação dos fósseis. Este centro foi construído junto à sede do Consórcio de Desenvolvimento Sustentável da Quarta Colônia (CONDESUS), em São João do Polêsine. Em 2010, a estrutura foi doada para a UFSM e três anos depois passou a funcionar efetivamente como um órgão suplementar do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE). Hoje, os esforços de coleta e prospecção da equipe têm impulsionado as investigações, e os exemplares estudados são peças-chave para a investigação de diversos eventos a nível global, como a origem dos dinossauros, pterossauros e mamíferos. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">De acordo com o Diretor do CAPPA, Dr. Rodrigo Temp Müller, o centro recebe visitantes mediante agendamento, em uma exposição improvisada e guiada pelo corpo técnico de paleontólogos. Contudo, por esta não ser a finalidade principal do Centro de Pesquisa, a falta de uma estrutura museológica afeta tanto o trabalho dos pesquisadores, quanto a experiência dos visitantes.</span></p>
<p style="text-align: justify"><b>Vantagens caso o projeto do Museu do CAPPA seja implantado</b></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Para o paleontólogo Leonardo Kerber, a construção de um espaço adequado irá permitir a exposição com segurança e qualidade de espécimes que hoje não podem ser colocados à disposição do público, bem como o desenvolvimento de outras atividades comuns em grandes museus. "Isso propiciará um maior contato com a comunidade, uma etapa fundamental da extensão universitária, podendo inclusive receber grandes grupos escolares, e permitir às crianças o contato com essas atividades desde cedo”, afirma. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O pesquisador ressalta também a importância que a comunidade acadêmica, a sociedade e a esfera política trabalhem juntas, visto que o projeto representa uma peça relevante para o </span><a href="https://www.geoparquequartacolonia.com.br/home"><span style="font-weight: 400">Geoparque Quarta Colônia Aspirante UNESCO</span></a><span style="font-weight: 400"> e irá contribuir para o desenvolvimento regional desse território. “Historicamente, museus com maior capacidade técnica e de acervo estão localizados nos grandes centros urbanos do país, não trazendo desenvolvimento para as regiões onde espécimes foram encontrados. Por isso, é indispensável a existência de um ambiente adequado para abrigar esses ‘tesouros naturais’ em um local próximo a sua área-fonte”, salienta o paleontólogo.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">No dia 22 de março de 2022, o grupo constituído por representantes da UFSM, do CONDESUS e prefeitos da região apresentou o </span><a href="https://www.ufsm.br/2022/04/04/projeto-de-museu-de-paleontologia-da-ufsm-e-apresentado-ao-ministerio-do-turismo/"><span style="font-weight: 400">projeto do Museu de Paleontologia</span></a><span style="font-weight: 400"> para o Ministério do Turismo. Além do espaço para exposição do acervo, o projeto arquitetônico contempla espaços como auditório, loja, ambiente para projeção à noite, lancheria e locais de convivência. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Não há previsão de quando as obras serão iniciadas, mas a equipe está otimista e constantemente trabalhando na captação de verbas através da sensibilização do poder público. Conforme o presidente do CONDESUS, Clóvis Montagner, em entrevista para a </span><a href="https://radioagudo.com.br/noticias/regiao/comitiva-da-quarta-colonia-busca-recursos-para-museu-paleontologico/21256"><span style="font-weight: 400">Rádio Agudo</span></a><span style="font-weight: 400">, agora as lideranças articulam com suas forças políticas a busca dos recursos federais necessários para a construção do Museu de Paleontologia. </span></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Visitas</strong></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O Cappa recebe visitas de segunda a sexta-feira, mediante agendamento, que deve ser feito através do telefone/Whatsapp (55) 99974-1090.</span></p>
<hr />
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Texto:</span><i><span style="font-weight: 400"> Jéssica Medeiros, acadêmica de jornalismo</span></i></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Revisão e edição:</span><i><span style="font-weight: 400"> Natália Huber da Silva</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Da Eletromecânica aos Nanopolímeros: Conheça os Grupos Acadêmicos da Física do CCNE</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2022/02/10/da-eletromecanica-aos-nanopolimeros-conheca-os-grupos-academicos-da-fisica-do-ccne</link>
				<pubDate>Thu, 10 Feb 2022 19:43:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[grupos acadêmicos]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

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						<description><![CDATA[O Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) possui dezenas de grupos acadêmicos organizados em oito áreas temáticas: Biologia, Bioquímica, Educação, Estatística, Física, Geografia, Meteorologia e Química. Em matéria publicada anteriormente, divulgamos três grupos acadêmicos da área de Física (Astrofísica, Informação Quântica e Nanomateriais), e hoje, apresentaremos outros quatro grupos e suas respectivas linhas de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) possui dezenas de grupos acadêmicos organizados em oito áreas temáticas: Biologia, Bioquímica, Educação, Estatística, </span><b>Física</b><span style="font-weight: 400">, Geografia, Meteorologia e Química. Em matéria publicada anteriormente, divulgamos três grupos acadêmicos da área de Física </span><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2022/02/07/astrofisica-fisica-quantica-e-nanomateriais-conheca-os-grupos-academicos-da-fisica-do-ccne/"><span style="font-weight: 400">(Astrofísica, Informação Quântica e Nanomateriais</span></a><span style="font-weight: 400">), e hoje, apresentaremos outros quatro grupos e suas respectivas linhas de pesquisa. </span></p>
<p><img class="wp-image-2535 aligncenter" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2022/02/a-volta-dos-bichos-1-1.jpg" alt="" width="809" height="299" /></p>
<p style="text-align: justify"><b>Laboratório Coulomb de Eletrostática e Mecanoquímica (LCEM)</b></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Estabelecido em 2017 na UFSM, o Laboratório Coulomb de Eletrostática e Mecanoquímica tem se dedicado ao estudo de problemas fundamentais de eletrostática que estão na fronteira da ciência, sob coordenação do Prof. Dr. Thiago Augusto de Lima Burgo. O grupo atua em três grandes linhas de pesquisa, que, eventualmente, se subdividem em projetos menores mais específicos: 1) eletrização de materiais; 2) materiais funcionais para o desenvolvimento de sistemas eletrônicos e; 3) microscopia de força atômica. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">De acordo com o coordenador deste grupo, existem projetos fundamentais sobre a eletrização de superfícies dielétricas, mas uma linha muito forte do laboratório também é a de desenvolvimentos de dispositivos tecnológicos. Há vários projetos e atividades para reaproveitamento de energia (</span><i><span style="font-weight: 400">energy harvesting) </span></i><span style="font-weight: 400">e sensores que envolvem empresas privadas como o Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos (IBTeC) e também colaborações internacionais para o estudo e desenvolvimento de sistemas de </span><i><span style="font-weight: 400">eletrospray </span></i><span style="font-weight: 400">(ionização)</span> <span style="font-weight: 400">para limpeza industrial. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O professor Thiago conta que, desde o início, o recém criado laboratório vem se beneficiando da dinâmica de trabalho da UFSM. A então diretora do CCNE, Sonia Zanini Cechin, disponibilizou o espaço, enquanto alguns docentes da Física cederam equipamentos necessários para dar início ao trabalho. “O alto nível de conhecimento dos alunos de química, física e engenharia química que integram o laboratório, têm sido fundamentais para o nosso desenvolvimento como um grupo de projeção internacional no estudo de sistemas eletrostáticos”, finaliza o professor. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Recentemente um trabalho do laboratório foi publicado na </span><a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgq/2020/11/30/grupo-do-professor-thiago-burgo-publica-artigo-na-energy-environmental-science-uma-das-revistas-de-energia-mais-importantes-do-mundo/"><i><span style="font-weight: 400">Energy Environmental Science</span></i></a><span style="font-weight: 400">, uma das revistas de energia mais importantes do mundo. Além disso, em 2021 o professor Thiago Burgo foi convidado pela Royal Society of Chemistry a participar de uma edição especial de </span><i><span style="font-weight: 400">“Emerging Investigators Themed Collection”</span></i><span style="font-weight: 400"> (Coleção temática de investigadores emergentes)</span><i><span style="font-weight: 400"> da Physical Chemistry Chemical Physics </span></i><span style="font-weight: 400">(PCCP) (Física-Química Química-Física)</span><i><span style="font-weight: 400">, </span></i><span style="font-weight: 400">que destacou pesquisas de excelência realizadas por pesquisadores em início de carreira nas áreas de físico-química, física, química, e química biofísica. A notícia foi veiculada no site do </span><a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgq/2021/09/27/professor-thiago-burgo-do-ppgq-e-convidado-para-participar-do-pccp-emerging-investigators-themed-collection/"><span style="font-weight: 400">Programa de Pós-Graduação em Química</span></a><span style="font-weight: 400"> (PPGQ). </span></p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify"><b>Laboratório de Magnetismo e Materiais Magnéticos (LMMM)</b></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Coordenado pelo Prof. Dr. Lucio Strazzabosco Dorneles, desde 1992 o laboratório realiza pesquisa básica e aplicada em materiais sólidos, em especial através do estudo de suas propriedades estruturais, elétricas e magnéticas. O grupo é composto por nove pesquisadores permanentes e já formou 20 doutores em física experimental, tendo sua produção científica citada em mais de 700 trabalhos científicos (</span><i><span style="font-weight: 400">Clarivate Web of Science, </span></i><span style="font-weight: 400">2012 até junho/2021). Além disso, o laboratório também colabora com outros grupos de pesquisa. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O LMMM tem interesse, principalmente, em materiais magnéticos muito finos (com espessuras de alguns nanômetros), que podem ser produzidos na UFSM. O professor Lucio explica que estes ímãs (ou nano-ímãs) não são como os ímãs usados para colar recados na geladeira: “Eles são muito finos para serem manuseados com as mãos, e são, na verdade, como uma tinta metálica que pode ser usada para cobrir qualquer superfície”. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Além dos recobrimentos magnéticos, no laboratório também é possível produzir outros recobrimentos metálicos ou cerâmicos. Para estudar estes materiais, as linhas de pesquisa são focadas na produção e caracterização de nanomateriais. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A lista das publicações do LMMM está disponível no </span><a href="https://sites.google.com/site/lmmmrs/recentpublications"><span style="font-weight: 400">site do grupo</span></a><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify"><b>Grupo de Teoria da Matéria Condensada </b></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Coordenado pelo Prof. Dr. Eleonir João Calegari, o </span><a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/labtmc/"><span style="font-weight: 400">Grupo de Teoria da Matéria Condensada</span></a><span style="font-weight: 400"> tem como foco principal o estudo teórico de sistemas que apresentam interações fortes, ou moderadas, entre as partículas que compõem o sistema. Tais sistemas são encontrados nas classes dos supercondutores de altas temperaturas e sistemas magnéticos. Esses sistemas despertam interesse científico e tecnológico devido às várias possibilidades de aplicações como na área de medicina, por exemplo, onde os supercondutores permitem o desenvolvimento de equipamentos de ressonância magnética mais eficientes.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Em alguns materiais, os momentos magnéticos intrínsecos (</span><i><span style="font-weight: 400">spins</span></i><span style="font-weight: 400">) dos elétrons podem produzir fenômenos magnéticos macroscópicos. Em geral, o estudo desses fenômenos é realizado através de modelos de </span><i><span style="font-weight: 400">spins</span></i><span style="font-weight: 400"> interagentes. Os pesquisadores do grupo aplicam diferentes métodos numéricos e analíticos para investigar sistemas de</span><i><span style="font-weight: 400"> spins</span></i><span style="font-weight: 400"> interagentes, com particular interesse em magnetismo frustrado. Esses modelos também são usados para investigar mecanismos gerais envolvendo transições de fases, que podem estar presentes em outras classes de sistemas físicos. </span></p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify"><b>Laboratório de Espectroscopia e Polímeros (LEPOL)</b></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O laboratório LEPOL, coordenado pelo Prof. Dr Marcos Antonio Villetti, trabalha no desenvolvimento de nanopartículas poliméricas visando o encapsulamento de fármacos para emprego na nanomedicina. Novos nanocarreadores são desenvolvidos a partir de polímeros naturais e sintéticos para incorporação de fármacos hidrofóbicos, tendo por objetivo aumentar sua biodisponibilidade e captura celular, e promover uma liberação controlada.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A universidade é um espaço de aprendizagem de inúmeros saberes, que busca formar profissionais preparados para suas áreas de atuação. Para além disso, a instituição também recebe contribuições dos acadêmicos, que em seus estudos, pesquisas e projetos, ao mesmo tempo que constroem conhecimento, agregam para o desenvolvimento da ciência, da cultura e da tecnologia. Portanto, os grupos acadêmicos estão abertos aos pesquisadores e também aos estudantes, estes que podem participar voluntariamente ou através de bolsas de Iniciação Científica, oferecidas por editais. Acesse o </span><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/"><span style="font-weight: 400">site</span></a><span style="font-weight: 400"> e as </span><a href="http://instagram.com/ccneufsm"><span style="font-weight: 400">redes sociais</span></a><span style="font-weight: 400"> do CCNE para ficar por dentro de mais informações.</span></p>
<p> </p>
<hr />
<p><em>Texto: Jéssica Medeiros</em></p>
<p><em>Edição: Natália Huber </em></p>
<p> </p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Astrofísica, Física Quântica e Nanomateriais: conheça os Grupos Acadêmicos da Física do CCNE</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2022/02/07/astrofisica-fisica-quantica-e-nanomateriais-conheca-os-grupos-academicos-da-fisica-do-ccne</link>
				<pubDate>Mon, 07 Feb 2022 21:16:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[grupos acadêmicos]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

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						<description><![CDATA[O fortalecimento da produção científica, a criação de uma relação entre a comunidade e a universidade, e a troca de experiências entre pesquisadores são apenas alguns dos diversos objetivos buscados pelos grupos acadêmicos. Compostos por estudantes de graduação e pós-graduação, docentes e técnicos administrativos em educação, esses grupos dedicam-se diariamente à construção de espaços que [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O fortalecimento da produção científica, a criação de uma relação entre a comunidade e a universidade, e a troca de experiências entre pesquisadores são apenas alguns dos diversos objetivos buscados pelos grupos acadêmicos. Compostos por estudantes de graduação e pós-graduação, docentes e técnicos administrativos em educação, esses grupos dedicam-se diariamente à construção de espaços que possibilitam a formação de uma rede de pesquisadores com objetivos em comum, os quais se debruçam sobre o trabalho coletivo de questões relacionadas ao ensino, pesquisa e extensão.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Para o professor do Departamento de Física do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE), Rogemar Andre Riffel, coordenador do Grupo de Astrofísica, a ciência é feita de forma colaborativa, e os grupos acadêmicos representam um ambiente propício para a interação entre pesquisadores de diferentes níveis. “Grande parte da ciência no Brasil e no mundo é produzida por alunos de pós-graduação, durante a execução de seus projetos de mestrado e doutorado”, afirma o professor. Igualmente, salienta que a atuação destes alunos, bem como os de graduação nos grupos acadêmicos representa uma importante complementação da formação básica.  </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O CCNE possui dezenas de grupos acadêmicos organizados em oito áreas temáticas: Biologia, Bioquímica, Educação, Estatística, Física, Geografia, Meteorologia e Química. Hoje, apresentamos três dos </span><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/grupos-academicos-na-area-da-fisica"><span style="font-weight: 400">grupos acadêmicos da área de Física</span></a><span style="font-weight: 400"> e atividades que eles desenvolvem em articulação com a tríade universitária. </span></p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify"><b>Grupo de Astrofísica</b></p>
[caption id="attachment_2522" align="aligncenter" width="706"]<img class="wp-image-2522 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2022/02/image1-1024x303-1.jpg" alt="" width="706" height="209" /> Observatório Gemini. Créditos da imagem: Joy Pollard Fonte: http://www.gemini.edu//gallery[/caption]
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400"><em>“Do que são feitas as estrelas e as galáxias? Qual o nosso endereço no universo?”</em> Essas são curiosidades que algumas pessoas já devem ter se perguntado em algum momento da vida e que procuram ser respondidas pelo </span><a href="https://www.ufsm.br/grupos/astrofisica/"><span style="font-weight: 400">Grupo de Astrofísica</span></a><span style="font-weight: 400">, coordenado pelo professor Rogemar A. Riffel. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Desde sua fundação, em 2010, o grupo realiza pesquisas na área de astrofísica extragaláctica, a parte da astronomia que estuda os objetos situados fora da Via Láctea. Para isso, utiliza  dados astronômicos obtidos de diferentes telescópios terrestres e espaciais. Com a observação de Núcleos Ativos de Galáxias (AGN), o grupo se dedica a entender os processos de</span><i><span style="font-weight: 400"> feeding e feedback </span></i><span style="font-weight: 400">(alimentação e retroalimentação)</span> <span style="font-weight: 400">em AGNs e suas relações com a galáxia hospedeira. Além disso, são utilizados dados de grandes levantamentos astronômicos, como o </span><i><span style="font-weight: 400">Sloan Digital Sky Survey</span></i><span style="font-weight: 400"> (SDSS) para estudar efeitos ambientais na evolução de galáxias. </span></p>
[caption id="attachment_2523" align="alignright" width="299"]<img class="wp-image-2523" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2022/02/jwst_artist_concept_0.jpg" alt="" width="299" height="296" /> Concepção artística do telescópio espacial James Webb[/caption]
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Em março de 2021, o grupo foi selecionado para participar de </span><a href="https://diariosm.com.br/not%C3%ADcias/geral/ufsm-participa-de-uma-das-maiores-iniciativas-espaciais-do-mundo-1.2393035"><span style="font-weight: 400">uma das maiores iniciativas espaciais do mundo</span></a><span style="font-weight: 400">, a observação do Telescópio Espacial James Webb (JWST). A Nasa selecionou 250 propostas para observações do primeiro ano de operação deste. A proposta, intitulada “</span><i><span style="font-weight: 400">Blowing Star Formation Away: Unraveling Molecular Winds in AGN”</span></i> <span style="font-weight: 400">(“Suprimindo a formação estelar: desvendando ventos moleculares em núcleos ativos de galáxias”), observará três galáxias próximas. O objetivo do projeto é observar a emissão da molécula de hidrogênio, buscando identificar ventos moleculares associados ao processo de acreção de matéria de buracos negros supermassivos (massas de milhões a bilhões de massas solares) e entender como a molécula de hidrogênio é formada em ambientes extremos como estes. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A entrega das primeiras imagens obtidas pelo telescópio está prevista para junho de 2022, e somente com o recebimento dos dados a equipe de pesquisadores da UFSM iniciará o estudo. “A aprovação do projeto resultou em uma grande visibilidade ao grupo e à UFSM, e mostra que a ciência produzida aqui é capaz de competir internacionalmente”, afirma o professor Rogemar Riffel. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O grupo atua também em atividades de extensão universitária, através da realização de observações astronômicas utilizando os telescópios do Observatório Astronômico da UFSM. Durante a pandemia, as observações passaram a ser transmitidas ao vivo em lives realizadas no Youtube, como parte do projeto </span><a href="https://www.ufsm.br/2021/12/17/projeto-de-extensao-webservatorio-ufsm-realiza-atividades-alusivas-ao-lancamento-do-maior-telescopio-espacial/"><span style="font-weight: 400">Webservatório UFSM</span></a><span style="font-weight: 400">, parceria entre o grupo de astrofísica do CCNE e integrantes do Centro de Tecnologia. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Junto ao Programa de Pós-Graduação (PPG) em Física, o grupo é responsável por uma fração expressiva das titulações a artigos publicados por esse PPG, e acumula 7 teses de doutorado e 14 dissertações de mestrado na área. Por fim, o professor Rogemar reitera que apesar de cada integrante se dedicar a estudos específicos de suas áreas, é fundamental que haja a comunicação e integração entre os projetos de pesquisa desenvolvidos por cada integrante do grupo, a fim do desenvolvimento colaborativo da ciência. </span></p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify"><b>Grupo de Informação Quântica e Fenômenos Emergentes (GIQFE)</b></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Criado em 2013 e coordenado pelo Prof. Dr. Jonas Maziero, o GIQFE desenvolve pesquisas sobre aspectos fundamentais da mecânica quântica — como o princípio de complementaridade de Bohr, realismo de Einstein e emaranhamento quântico, dentre outros recursos quânticos —, e pesquisas da interface entre Mecânica Quântica e a Teoria da Relatividade Geral. Além disso, outro tema desenvolvido pelo grupo é sobre o estudo e implementação de redes neurais artificiais clássicas e quânticas, e suas aplicações. Ademais, são realizados experimentos com os computadores quânticos da </span><i><span style="font-weight: 400">International Business Machines</span></i><span style="font-weight: 400"> (IBM), a maior empresa de tecnologia da informação do mundo, nos quais investigam a distribuição de emaranhamento quântico para ser usado na internet quântica. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Dentre as publicações mais recentes do grupo de pesquisa, o professor destaca o artigo </span><i><span style="font-weight: 400">“</span></i><a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s11128-020-02753-y#article-info"><i><span style="font-weight: 400">Quantitative wave-particle duality relations from the density matrix properties</span></i></a><i><span style="font-weight: 400">”</span></i><span style="font-weight: 400"> publicado em julho de 2020 na revista </span><i><span style="font-weight: 400">Quantum Information Processing</span></i><span style="font-weight: 400">, em coautoria com o doutorando Marcos Basso e o egresso Diego Chrysosthemos. O estudo mostra que o princípio de complementaridade de Bohr (1928) é uma consequência dos postulados básicos da Mecânica Quântica, e não um postulado adicional. E também, cita a publicação </span><i><span style="font-weight: 400">“</span></i><a href="http://arxiv.org/abs/1810.09284"><i><span style="font-weight: 400">Gradient target propagation</span></i></a><i><span style="font-weight: 400">”</span></i><span style="font-weight: 400">, realizada em conjunto com o doutorando Tiago de Souza Farias, onde introduziram uma regra de treinamento para redes neurais que é alternativa e competitiva com a regra padrão, o </span><i><span style="font-weight: 400">backpropagation</span></i><span style="font-weight: 400"> (retropropagação). </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O grupo é composto por um docente, quatro doutorandos, dois mestrandos e cinco discentes de iniciação científica. Para o professor Jonas, o GIQFE é um espaço de pesquisa dinâmico e tem criado uma relação de pertencimento, em que os integrantes se ajudam mutuamente: “Isso fez com que mesmo membros que saem do grupo para seguir seus estudos, ou trabalhar em outro lugar, continuem envolvidos e colaborando nas atividades do grupo”. </span></p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify"><b>Laboratório Computacional de Nanomateriais (LCN)</b></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Conhecido como Laboratório de Estrutura Eletrônica dos Materiais desde 1996, recentemente o grupo reformulou sua linha de pesquisa e passou a se chamar Laboratório Computacional de Nanomateriais (LNC). Sob a coordenação do Prof. Dr. Paulo Cesar Piquini, o grupo tem a proposta de estudar propriedades eletrônicas, energéticas, estruturais, vibracionais e termodinâmicas de nanomateriais.  </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O laboratório emprega uma combinação de metodologias teóricas e computacionais, permitindo uma abordagem alternativa e complementar aos ensaios experimentais tradicionais. Os materiais de interesse são dos mais variados, incluindo os já conhecidos alótropos de carbono (grafeno e nanotubos) e novas fases estruturais de dicalcogenetos, metais de transição, MXenes e outros. Destaca-se ainda, o interesse por propriedades físicas de interfaces, especialmente entre nanomateriais e soluções aquosas. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Além do professor Paulo, fazem parte do grupo os docentes do Departamento de Física Rogério J. Baierle, Leandro B. da Silva e Mateus H. Kohler. Pelo LNC já foram publicados mais de 200 artigos, com mais de 5.000 citações nas bases de dados da </span><i><span style="font-weight: 400">Web of Science</span></i><span style="font-weight: 400">. Em </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=-xOTrarMc1s"><span style="font-weight: 400">vídeo para apresentação do laboratório aos calouros</span></a><span style="font-weight: 400"> , realizado em 2020, o professor Paulo compartilha o elemento chave para o reconhecimento das pesquisas do grupo: “Nós temos um histórico de publicações bastante respeitável e uma independência intelectual, assim, somos os seguidores de nossas próprias ações.” </span></p>
<p> </p>
<hr />
<p><em>Texto: Jéssica Medeiros</em></p>
<p><em>Edição: Natália Huber </em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>28 anos de docência: conheça a trajetória da Pesquisadora Destaque 2021 da UFSM,  Maria Rosa Chitolina</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2021/12/23/28-anos-de-docencia-conheca-a-trajetoria-da-pesquisadora-destaque-2021-da-ufsm-maria-rosa-chitolina</link>
				<pubDate>Thu, 23 Dec 2021 15:15:35 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[bioquímica]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
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		<category><![CDATA[JAI]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[PPGBTox]]></category>
		<category><![CDATA[PPGECQVS]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Destaque]]></category>

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						<description><![CDATA[Docente do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular do CCNE, leciona na Universidade desde 1993 e, no último mês, recebeu o prêmio Pesquisador Destaque da UFSM na 36ª Jornada Acadêmica Integrada “Acolhimento e colaboração” são dois substantivos que a  professora  de Bioquímica do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE),  atribui aos seus 28 anos [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <h6>Docente do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular do CCNE, leciona na Universidade desde 1993 e, no último mês, recebeu o prêmio Pesquisador Destaque da UFSM na 36ª Jornada Acadêmica Integrada</h6>
<p dir="ltr"></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">“Acolhimento e colaboração” são dois substantivos que a  professora  de Bioquímica do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE),  atribui aos seus 28 anos de pesquisa na Universidade Federal de Santa Maria. A professora conta que quando chegou no setor de Bioquímica, em 1993, foi concedida com um pequeno laboratório onde começou a desenvolver as suas primeiras pesquisas. Alguns anos  depois, ganhou um espaço maior  que divide, até hoje, com a Prof.ª Vera Maria Morsch, o <a style="text-decoration: none" href="https://enzitoxufsm.wixsite.com/enzitox">Laboratório de Enzimologia Toxicológica</a> (Enzitox), coordenado por ambas.</p>
<p dir="ltr"></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><img class="alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2021/12/elas-na-ciencia2-1024x581-1.jpg" alt="" width="330" height="187" />Para a docente, o acolhimento inicial de seus colegas foi fundamental para se sentir pertencente ao CCNE, e todas as oportunidades recebidas no início da carreira científica fizeram muita diferença no seu crescimento profissional. Graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e mestre em Ciências Biológicas, na área de Bioquímica, a professora Maria Rosa assumiu o cargo de docente na UFSM ainda durante o seu doutorado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), dos anos 1991 a 1996. Em 2015, fez pós-doutorado no Albert Einsten College of Medicine, em Nova Iorque (EUA).</p>
<p dir="ltr"></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">No decorrer de sua  carreira profissional, a professora construiu um longo histórico de pesquisas e atividades que hoje a tornam referência de contribuição ao CCNE e à UFSM. Participou como membro de vários conselhos, colegiados, consultorias, e foi eleita coordenadora e vice-coordenadora do <a style="text-decoration: none" href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgbtox/">Programa de Pós-Graduação em Bioquímica Toxicológica</a>, (PPGBTox), o qual ajudou a fundar. Trabalhou como membro do Comitê de Ética em Pesquisa e também foi membro do Comitê Assessor da Pós-Graduação da UFSM. Atualmente coordena o grupo de pesquisa Enzitox, pertencente ao PPGBTox, e é docente permanente do <a style="text-decoration: none" href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/pgeec/">Programa de Pós-Graduação Educação em Ciências: Química da Vida e Saúde</a> (PPGECQVS), que tem parceria com a UFRGS e com a Universidade Federal do Rio Grande (FURG).</p>
<p dir="ltr"></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além disso, também realiza atividades externas à UFSM. Entre 2018 e setembro deste ano, foi vice-presidente do <a style="text-decoration: none" href="https://www.clubedepurinas.com.br/">Clube Brasileiro de Purinas</a> e atualmente faz parte do Conselho Administrativo. Foi coordenadora do projeto <a style="text-decoration: none" href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2018/11/28/museu-itinerante-a-arte-a-ciencia-e-a-tecnologia-como-ferramentas-de-aprendizagem-da-neurociencia/">NeuroArte: Museu Itinerante de Neurociência</a>, Arte e Tecnologia, que entre 2014 e 2017 desenvolveu ações em diferentes  municípios do estado. Em 2011, fez parte da organização da exposição <a style="text-decoration: none" href="https://www.ufsm.br/museus/arte-ciencia-tecnologia/museu-interativo-mata-200-milhoes-de-anos-anna-barros/">Mata – 200 Milhões de Anos</a>, também do projeto Museu Interativo: Arte, Ciência, Tecnologia e Patrimônio Cultural. Entre 2011 e 2016, foi membro do comitê de assessoramento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs). E desde 2019 faz parte do comitê de assessoramento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).</p>
<p dir="ltr"></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O grande impacto da pesquisadora pode ser representado por números. Com 410 trabalhos publicados e mais de 7 mil citações, ela é bolsista de produtividade em pesquisa nível 1B no CNPq. Ao longo dos quase 40 anos de carreira acadêmica orientou 10 pós-doutores, 58 doutores e 60 mestres. Neste semestre, está orientando quatro mestrandos, 15 doutorandos, dois pós-doutores e quatro estudantes em iniciação científica.</p>
<p dir="ltr"></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O trabalho desenvolvido há quase três décadas de atuação vem recebendo o devido reconhecimento. Em 2020, a professora foi apontada pela plataforma <a href="https://www.openciencia.com.br/portfolio/maria-rosa-chitolina/">Open Box da Ciência </a>como uma das 50 pesquisadoras protagonistas da ciência no país. Dadas todas as conquistas e trabalho já citadas, na 36º Jornada Acadêmica Integrada (JAI) da UFSM, a professora <a href="https://www.ufsm.br/2021/11/23/professora-maria-rosa-chitolina-recebe-o-premio-pesquisador-destaque-da-ufsm/">recebe o prêmio de Pesquisadora Destaque 2021</a>, durante a solenidade promovida pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) da UFSM.</p>
<p dir="ltr"></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">O Prêmio Pesquisador Destaque integra a programação da JAI desde 2016, quando foi criado com o propósito de homenagear anualmente os pesquisadores de reconhecida atuação em pesquisa, inovação tecnológica e desenvolvimento na UFSM. A escolha do premiado é uma atribuição do comitê da PRPGP, que leva em consideração alguns pontos como: contribuição à história e desenvolvimento da universidade; formação de estudantes e pesquisadores; liderança reconhecida pela comunidade científica local, nacional e internacional; produção científica significativa; e participação na gestão da universidade.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Em sua manifestação, a Profª. Maria Rosa agradeceu aos colegas, alunos, amigos e familiares, afirmando ter gratidão a todos os que abriram as portas e que ensinaram disciplina, resiliência, esforço, paciência e empatia na vida acadêmica. “Todos temos potencialidades a serem desenvolvidas e o que precisamos de fato é de oportunidade. Sempre que possível, eu gosto de dar essa oportunidade e esse espaço aos que vêm trabalhar conosco”, afirmou a professora. Para ela, a ciência representa um elo fundamental para o completo exercício da cidadania, e acredita que levar o conhecimento produzido na universidade, resultado de investimentos públicos, a espaços mais amplos e abrangentes é uma responsabilidade.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">A professora pontua que ainda há muito trabalho a fazer e compartilha seus planos para o futuro no CCNE: “Eu pretendo continuar pesquisando na área de Bioquímica, focando no sistema purinérgico, sistema colinérgico e estresse oxidativo. Nos últimos anos, temos realizado pesquisas no Enzitox em diabetes, hipertensão e exercício físico. Considero que estes temas são muito relevantes e ainda muitas pesquisas são necessárias para elucidar os mecanismos bioquímicos e moleculares envolvendo os mesmos”. Em relação à educação em ciências, afirma que pretende continuar com as ações desenvolvidas junto às escolas, bem como contribuir na implementação de metodologias ativas tanto no ensino fundamental quanto no médio e superior.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Para quem está no início da carreira científica, a professora ressalta que é necessário ter persistência, criar estratégias para o crescimento profissional, e sobretudo, considerar todas as etapas como importantes e valorizar o ambiente de trabalho em que se está inserido. Por fim, ela agradece a Universidade pela homenagem e por todas as contribuições para a sua história.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 12pt">A equipe do CCNE parabeniza a história e agradece à Professora Maria Rosa por todo seu trabalho de pesquisa e ensino desenvolvido à UFSM e à sociedade brasileira e internacional.</p>
<p dir="ltr"></p>


<hr />
<p dir="ltr"><sub>Texto: Jéssica Medeiros</sub></p>
<p dir="ltr"><sub>Edição: Natália Huber</sub></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Jardim Botânico retoma as visitações presenciais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2021/11/08/jardim-botanico-retoma-as-visitacoes-presenciais</link>
				<pubDate>Mon, 08 Nov 2021 20:35:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[jardim botânico]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/?p=2405</guid>
						<description><![CDATA[Neste último domingo (07), o Jardim Botânico da UFSM reabriu as portas ao público, após mais de um ano de atividades presenciais suspensas em função da pandemia da Covid-19. No primeiro dia de reabertura, ao todo, foram contabilizados 34 visitantes, que aproveitaram a tarde no espaço do Jardim Botânico em atividades de lazer como caminhadas [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_2417" align="alignright" width="463"]<img class="wp-image-2417" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2021/11/Design-sem-nome-9-1.jpg" alt="" width="463" height="261" /> Visitantes do Jardim Botânico no domingo (07)[/caption]
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Neste último domingo</span> <span style="font-weight: 400">(07), o </span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/"><span style="font-weight: 400">Jardim Botânico da UFSM</span></a><span style="font-weight: 400"> reabriu as portas ao público, após mais de um ano de atividades presenciais suspensas em função da pandemia da Covid-19. No primeiro dia de reabertura, ao todo, foram contabilizados 34 visitantes, que aproveitaram a tarde no espaço do Jardim Botânico em atividades de lazer como caminhadas ao ar livre e passeios de bicicleta. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O Jardim Botânico da UFSM possui 13 hectares de área livre, incluindo a área construída, assim o limite máximo de visitantes, para que o distanciamento seja respeitado, é de até 80 pessoas. O prédio do JB, os viveiros, bem como o acesso ao telhado verde não estão abertos ao público, até que seja autorizado o retorno presencial de 100% das atividades acadêmicas da UFSM. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">As trilhas guiadas e visitações aos viveiros por monitores também permanecem suspensas para evitar aglomerações, no entanto, os visitantes podem realizá-las por conta própria em pequenos grupos. Os banheiros do prédio 13F podem ser utilizados, sendo permitida a entrada de uma pessoa por vez. A limpeza será realizada diariamente. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O Núcleo de Educação Socioambiental divulgou o plano de retorno às atividades presenciais, com medidas de biossegurança que devem ser seguidas pelos visitantes: </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">1) A entrada é pelo portão principal em frente ao prédio 13F, onde os visitantes devem ficar na fila com distanciamento de 1,5 metros entre si. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">2) Os piqueniques e chimarrão estão proibidos até o fim da pandemia, mas caminhadas ao ar livre e cadeiras de abrir são permitidas. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">3) O livro de visitas deve ser assinado por uma pessoa por família ou grupo, informando a quantidade de pessoas que está consigo. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">4) É recomendado que os visitantes tragam seu álcool em gel e sua própria garrafa de água, pois não será permitido o uso do bebedouro. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O horário de funcionamento é de segunda a sexta, domingos e feriados das 14h às 18h30. A entrada de visitantes é permitida mediante passaporte vacinal (1ª e 2ª dose para pessoas de 18 anos em diante) e uso de máscara facial de proteção durante todo o tempo em que o visitante estiver circulando dentro do espaço aberto do JBSM. </span></p>
<p style="text-align: justify"><b>Pessoal envolvido </b></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Durante a semana estarão disponíveis os servidores lotados no JBSM (4) e terceirizados (2), além dos/as bolsistas (12) (estudantes). Aos domingos e feriados haverá uma recepcionista da Sulclean, 2 bolsistas e um servidor (por escala).</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Servidores — Fábio Pacheco Menezes, Liana Rossato, Benardete Panno, Viviane Garcia.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Terceirizados Sulclean — Altamir Santos e Daiane Pereira</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Bolsistas e voluntários —  Luyza, Milena, Neriane, Divanir, Lara, Maria Paula, Dienifer, Augusto, Albano, Carmem. Ilda, Júlia, Vinícius.</span></p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Para mais informações entre em contato pelo e-mail: jardimbotanico@ufsm.br</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Jardim Botânico promove novas Oficinas Virtuais de Educação Socioambiental</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2021/09/09/jardim-botanico-promove-novas-oficinas-virtuais-de-educacao-socioambiental</link>
				<pubDate>Thu, 09 Sep 2021 19:07:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[educação socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[jardim botânico]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/?p=2330</guid>
						<description><![CDATA[    Na última quarta-feira (08), foram divulgadas seis novas oficinas virtuais de educação socioambiental, que fazem parte do projeto oferecido pelo Jardim Botânico da Universidade Federal de Santa Maria. Anteriormente, as oficinas virtuais já contavam com 18 atividades ofertadas e agora novas temáticas foram incluídas com o objetivo de enriquecer a diversidade de aulas, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p> </p>
[caption id="attachment_2333" align="aligncenter" width="600"]<img class="wp-image-2333 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2021/09/OFICINAS-VIRTUAIS-DO-JARDIM-BOTANICO-3.jpg" alt="" width="600" height="400" /> Oficinas voltadas a estudantes de educação básica são oferecidas até dezembro de 2021, em formato remoto[/caption]
<p> </p>
<p><span style="font-weight: 400">Na última quarta-feira (08), foram divulgadas seis novas </span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/oficinas-virtuais/"><span style="font-weight: 400">oficinas virtuais</span></a><span style="font-weight: 400"> de educação socioambiental, que fazem parte do projeto oferecido pelo Jardim Botânico da Universidade Federal de Santa Maria. Anteriormente, as oficinas virtuais já contavam com 18 atividades ofertadas e agora novas temáticas foram incluídas com o objetivo de enriquecer a diversidade de aulas, são elas: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">As células: desvendando as microalgas.</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Alimentação equilibrada: a melhor amiga da vida saudável.</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Cadeia alimentar: o ciclo da vida.</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Degradação ambiental.</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Os humanos e a poluição.</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Vida engavetada: os herbários e a conservação das plantas. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">É possível conferir a lista completa no </span><a href="https://drive.google.com/file/d/18Gr5dpf2C9nhHewCFsfJWB8T-zfBk-JZ/view"><span style="font-weight: 400">portifólio</span></a><span style="font-weight: 400"> de oficinas virtuais do Jardim Botânico. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto é promovido através do Núcleo de Educação Socioambiental do Jardim Botânico, em parceria com o Programa Institucional “</span><a href="https://portal.ufsm.br/projetos/publico/projetos/view.html?idProjeto=67152"><span style="font-weight: 400">UFSM em Rede com a Educação Básica</span></a><span style="font-weight: 400">”. As oficinas abordam conteúdos de acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e </span><a href="http://www.agenda2030.com.br/"><span style="font-weight: 400">Agenda 2030</span></a><span style="font-weight: 400"> da Organização das Nações Unidades (ONU) e, a princípio, são voltadas para estudantes de educação básica da rede pública e privada, mas também podem ser adaptadas para alunos do Ensino Médio e para grupos informais que não estão ligados a instituições de ensino.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Desenvolvidas na modalidade remota, por professores e estudantes da UFSM, as oficinas são como uma forma de dar continuidade às atividades que aconteciam durante as visitações presenciais no Jardim Botânico, antes da pandemia. Assim, elas alcançam a todos e os educadores conseguem levar aos alunos novas formas de adquirir conhecimento sobre o meio ambiente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O agendamento das atividades está disponível até dezembro de 2021, e a solicitação pode ser realizada por gestores escolares ou professores da rede básica de ensino através do </span><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeirCRNXehGajMTKRuVwETvh09D2IKha1hdogzFzCyeBp2Djw/viewform"><span style="font-weight: 400">formulário</span></a><span style="font-weight: 400">, com pelo menos uma semana de antecedência da data pretendida para a realização da oficina. Grupos informais também podem fazer a inscrição, para isso é necessário formar o grupo, informar um e-mail e participar! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para mais informações, acompanhe o </span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/jardim-botanico/"><span style="font-weight: 400">site</span></a><span style="font-weight: 400"> e o </span><a href="https://www.instagram.com/jardimbotanicodaufsm/"><span style="font-weight: 400">instagram</span></a><span style="font-weight: 400"> do Jardim Botânico, ou entre em contato pelo e-mail: </span><span style="font-weight: 400">jardimbotanico@ufsm.br</span></p>
<hr />
<p><sub><span style="font-weight: 400">Texto: Jéssica Missias Medeiros</span></sub></p>
<p><sub><span style="font-weight: 400">Edição: Natália Huber da Silva</span></sub></p>
<hr />
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Vacinação contra a Covid-19: alguns dados estatísticos, pela Sigma Jr.</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2021/07/27/dadosvacinacaocovid19</link>
				<pubDate>Tue, 27 Jul 2021 12:51:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[empresa júnior]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[sigmajr-workshop-ciencia-dados-empreendedorismo]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/?p=2185</guid>
						<description><![CDATA[  Há alguns anos, dizia-se que a Estatística seria a profissão do futuro, e esse momento chegou. A cada ano que passa, mais fala-se do Estatístico ou Cientista de dados e faz-se necessário apoiar a tomada de decisão baseada em dados. A estatística tem contribuído nas mais diversas áreas. Em tempos de pandemia a estatística [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p> </p>
<p>Há alguns anos, dizia-se que a Estatística seria a profissão do futuro, e esse momento chegou. A cada ano que passa, mais fala-se do Estatístico ou Cientista de dados e faz-se necessário apoiar a tomada de decisão baseada em dados.</p>
<p>A estatística tem contribuído nas mais diversas áreas. Em tempos de pandemia a estatística tem sido utilizada constantemente para tomada de decisão. Por exemplo, na avaliação da eficácia de vacinas, no definição de quais grupos devem ser incluídos como prioridade para receber a vacina, e no constante monitoramento de leitos de Unidades de Terapia intensiva disponíveis.</p>
<p>Além disso, a parte de visualização de dados é empregada a fim de simplificar e comunicar informações de interesse da comunidade em geral. Há diversos tipos de gráficos que podem ser utilizados, dependendo do objetivo do trabalho determinado tipo de gráfico é preferível. Por exemplo, se queremos conhecer a distribuição do percentual da população com a primeira dose da vacina contra a Covid-19 nos municípios do Rio Grande do Sul (RS), uma forma de visualização adequada é o mapa.</p>
<p>A seguir ilustramos, em dois mapas, a distribuição do percentual da população do RS por município com a primeira dose e também com a imunização completa, registradas no site da Secretaria da Saúde do Estado do RS e disponíveis para acesso no site <a href="https://vacina.saude.rs.gov.br/">https://vacina.saude.rs.gov.br/</a>. Os gráficos são construídos considerando dados que abrangem as vacinas aplicadas desde o início da campanha de vacinação até o dia 21/07/2021.  Com o objetivo de facilitar a visualização desses dados a Sigma Jr. desenvolveu um aplicativo que apresenta uma versão dinâmica dos mapas, permitindo verificar a situação de cada município apenas passando o mouse no mapa. Este aplicativo é um resultado da ação extensionista Sigma Aplica e está disponível no link <a href="https://sigmajr.github.io/COVIDRS/">https://sigmajr.github.io/COVIDRS/</a> .</p>
<p><strong>Dados estatísticos de vacinação contra a Covid-19 no Rio Grande do Sul.</strong></p>
<h6><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2021/07/aplicativo-covidrs.png" /></h6>
<p>Fonte: Elaborado pela Sigma Jr., a partir dos dados da Secretaria da Saúde do Estado do RS</p>
<p>Para esse período, tem-se que 50% dos municípios gaúchos já aplicaram a primeira dose em 58,7% da população. Por outro lado, 50% dos municípios gaúchos já possui 27,7% de sua população totalmente imunizada. Na Ciência Estatística, a medida que permite separar o banco de dados em duas partes para poder fazer esse tipo de verificação é denominada mediana. Desta forma, pode-se dizer que os valores medianos para os percentuais de imunização são 58,7% e 27,7% para a primeira dose da vacina e a imunização completa, respectivamente.</p>
<p>Ao verificar os valores máximos, que representam municípios com maior percentual da população vacinada, tem-se que o município de Porto Vera Cruz ficou em primeiro lugar no ranking da primeira dose, com 99,8% da população vacinada. O restante do pódio é composto por Engenho Velho e São José do Inhacorá, com percentuais de 97,8% e 91,4%, respectivamente. No caso da imunização completa, os municípios melhores classificados são Engenho Velho, com 63,8%, e empatados na segunda posição temos São José do Inhacorá e Barra do Rio Azul, ambos com 45,7%. Dentre os 496 municípios do RS, a cidade de Santa Maria encontra-se na posição 52 para a primeira dose e na posição 62, juntamente com o município de Vera Cruz, para a imunização completa.</p>
<p>Para quem tem interesse em saber mais sobre a Estatística e Ciência de Dados, a Sigma Jr., Empresa Júnior da UFSM, está organizando o <strong>Workshop "Ciência de dados e empreendedorismo, por onde começar?"</strong> que irá acontecer dia<strong> 29 de julho, às 18h</strong>, de forma remota. Mais informações podem ser encontradas no site do evento: <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/eventos/sigmajr-workshop-ciencia-dados-empreendedorismo/">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/eventos/sigmajr-workshop-ciencia-dados-empreendedorismo/</a>. Uma outra forma se informar sobre a área, é seguindo os perfis da Sigma Jr. nas redes sociais: <a href="https://www.instagram.com/_sigmajr/">https://www.instagram.com/_sigmajr/</a>  e <a href="https://www.facebook.com/sigmajr">https://www.facebook.com/sigmajr</a>.</p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/369/2021/07/banner-workshop.jpg" /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Vaga para bolsista em projeto de Extensão da Geografia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2019/04/16/vaga-para-bolsista-em-projeto-de-extensao-da-geografia</link>
				<pubDate>Tue, 16 Apr 2019 16:01:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[FIEX]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/?p=1202</guid>
						<description><![CDATA[O projeto A (Re)Territorialização da saúde do município de São Sepé, Rio Grande do Sul, está com vagas abertas para um bolsista. Com carga horária semanal de 16 à 20 horas, o estudante selecionado terá oportunidade de aprofundar-se na área da Geografia Humana.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O projeto A (Re)Territorialização da saúde do município de São Sepé, Rio Grande do Sul, está com vagas abertas para um bolsista. Com carga horária semanal de 16 à 20 horas, o estudante selecionado terá oportunidade de aprofundar-se na área da Geografia Humana.</p>
<p>A vaga é destinada a qualquer aluno matriculado em algum curso da UFSM e as inscrições se estendem até o dia 23 de abril.</p>
<p>Para mais informações <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/editais/001-2019-6/">acesse o edital completo</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Base Aérea participa de curso de prevenção de acidentes com animais peçonhentos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2019/04/15/base-aerea-participa-de-curso-de-prevencao-de-acidentes-com-animais-peconhentos</link>
				<pubDate>Mon, 15 Apr 2019 21:54:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aeroporto Santa Maria]]></category>
		<category><![CDATA[Animais Peçonhentos]]></category>
		<category><![CDATA[Base aérea]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/?p=1194</guid>
						<description><![CDATA[Em parceria com a prefeitura de Santa Maria e com a Base Aérea instalada na cidade, o Departamento de Ecologia e Evolução do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) promoveu na primeira semana de abril o Curso de Prevenção de Acidentes com Animais Peçonhentos.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_1195" align="alignright" width="300"]<img class="size-medium wp-image-1195" src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/wp-content/uploads/sites/369/2019/04/P_20190405_154607-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225"> Militares e funcionários do Aeroporto de Santa Maria presentes no curso.[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Em parceria com a prefeitura de Santa Maria e com a Base Aérea instalada na cidade, o Departamento de Ecologia e Evolução do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) promoveu na primeira semana de abril o Curso de Prevenção de Acidentes com Animais Peçonhentos. Utilizando o espaço do Jardim Botânico, os militares da Base Aérea e funcionários do Aeroporto de Santa Maria</span> <span style="font-weight: 400">tiveram a oportunidade de conhecer diferentes espécies peçonhentas e saber quais procedimentos adotar em caso de algum incidente. Além disso, essa foi mais uma oportunidade de levar o conhecimento produzido dentro da Universidade à diferentes públicos da comunidade santa-mariense. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a diretora do CCNE e também coordenadora do Laboratório de Herpetologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Sônia Zanini Cechin, com essa atividade a Universidade cumpre seu papel de ensino, extensão e pesquisa. “</span><i><span style="font-weight: 400">Esse é o primeiro evento do convênio que fechamos com a Base Aérea e com a prefeitura de Santa Maria, atendendo algumas demandas que vieram desses órgãos</span></i><span style="font-weight: 400">”, destacou a diretora. Ainda segundo ela, esse curso é oferecido também nas visitações ao Jardim Botânico, não sendo restrito a um único público. Dessa forma, os grupos que pretendem visitar o Jardim podem optar por participar de atividades como essa. </span></p>
[caption id="attachment_1196" align="alignleft" width="300"]<img class="wp-image-1196 size-medium" src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/wp-content/uploads/sites/369/2019/04/P_20190405_154518_1_p-1-e1555364859191-300x251.jpg" alt="" width="300" height="251"> Público assistindo a explanação dos integrantes do Laboratório de Herpetologia.[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Alex Machado Martins, superintendente de operações aéreas do Aeroporto de Santa Maria, destacou que essa foi uma oportunidade única e de muito conhecimento para toda sua equipe. “</span><i><span style="font-weight: 400">Nós temos hoje uma reserva de 44 hectares e surge muito durante o nosso trabalho esses animais peçonhentos, conversando com a professora Sônia ela nos ofereceu essa atividade e eu posso garantir que em meus 30 anos de carreira esse é o melhor e mais completo treinamento que eu já participei</span></i><span style="font-weight: 400">”, disse ele. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Participou do curso também Eduardo Alexandre Costa, Major Aviador da ala 4 da Base Aérea, que destacou a importância de aproximar o Jardim Botânico e os diferentes segmentos da sociedade. Segundo ele, “</span><i><span style="font-weight: 400">para oferecer mais segurança para as pessoas que circulam no ambiente da Ala 4 e também para preservar a vida dos animais que estão naquele habitat, a gente precisa saber o que fazer e como agir</span></i><span style="font-weight: 400">”. Resultando em uma convivência harmoniosa entre as pessoas e os animais, o Major finaliza afirmando que o conhecimento é sempre bem vindo para aprimorar os serviços da Base Aérea e também preservar o ambiente na qual ela está inserida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Inicialmente foram ofertadas 40 vagas, mas devido ao grande interesse dos militares e servidores do Aeroporto, mais vagas foram abertas e 55 pessoas participaram do treinamento. Essa ação foi pensada para dar formação, com relação aos cuidados e conhecimentos que esses servidores</span> <span style="font-weight: 400">devem ter sobre o tema, impactando diretamente na sua rotina de trabalho. O aperfeiçoamento e estudo de como agir caso haja algum animal peçonhento, como serpentes, aranhas e escorpiões, nos arredores da área da Base Aérea e do Aeroporto acaba sendo essencial para os usuários do aeroporto de Santa Maria, levando em consideração que voos podem ser alterados caso haja uma cobra na pista, por exemplo.</span></p>
[caption id="attachment_1198" align="alignright" width="300"]<img class="wp-image-1198 size-medium" src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/wp-content/uploads/sites/369/2019/04/P_20190405_154533_1_p-e1555365113367-300x280.jpg" alt="" width="300" height="280"> Interesse do público fez com que mais vagas fossem ofertadas.[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com a doutoranda Amanda Brum, ligada ao Laboratório que promoveu o curso, “</span><i><span style="font-weight: 400">ter esse contato com as pessoas que não fazem parte da Academia é muito importante, pra gente repassar o que estamos estudando de uma forma mais acessível e conseguir conscientizar a comunidade sobre a importância de tudo isso</span></i><span style="font-weight: 400">”. Além disso, a proposta do grupo é dar continuidade a esse tipo de atividades, ampliando também as temáticas das oficinas, envolvendo sempre o Jardim Botânico que é o habitat natural de muitas espécies e precisa ser preservado e conhecido. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto por: Lucas Zimmermann, acadêmico de Comunicação Social – Relações Públicas e bolsista do Núcleo de Divulgação Institucional do CCNE</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Revisão: Wellington Gonçalves, relações públicas do Núcleo de Divulgação Institucional do CCNE</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Museu Itinerante: a arte, a ciência e a tecnologia como ferramentas de aprendizagem da neurociência</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2018/11/28/museu-itinerante-a-arte-a-ciencia-e-a-tecnologia-como-ferramentas-de-aprendizagem-da-neurociencia</link>
				<pubDate>Wed, 28 Nov 2018 10:47:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[CCNE ao alcance de todos]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[bioquímica]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[neurociência]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto]]></category>

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						<description><![CDATA[Entre 2014 e 2017, o “NeuroArTe: Museu Itinerante de arte, ciência e tecnologia” foi desenvolvido na UFSM e ao longo desses três anos muitas atividades já foram executadas em diferentes cidades do estado. Esse é um projeto de extensão que se destaca pela transdisciplinariedade entre arte, ciência e tecnologia, tendo como tema principal a neurociência. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_849" align="alignleft" width="358"]<img class="wp-image-849" src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/wp-content/uploads/sites/369/2018/11/14241692_997008337063438_3073808214281749604_o-1024x576.jpg" alt="" width="358" height="201" /> Exposição do Museu Itinerante, no prédio 40 (CAL) da UFSM. Foto: Arquivo pessoal.[/caption]

<span style="font-weight: 400">Entre 2014 e 2017, o “NeuroArTe: Museu Itinerante de arte, ciência e tecnologia” foi desenvolvido na UFSM e ao longo desses três anos muitas atividades já foram executadas em diferentes cidades do estado. Esse é um projeto de extensão que se destaca pela transdisciplinariedade entre arte, ciência e tecnologia, tendo como tema principal a neurociência. A</span><span style="font-weight: 400"> neurociência é a área que se ocupa em estudar o sistema nervoso, para desvendar seu funcionamento, estrutura, desenvolvimento e eventuais alterações que sofra. </span>

<span style="font-weight: 400">Pensando em como estimular a criatividade do público e tornar o aprendizado mais lúdico e divertido, surgiu a proposta de trabalhar a neurociência através da arte. </span><span style="font-weight: 400">No Museu Itinerante, o conhecimento foi levado à diferentes lugares, </span><span style="font-weight: 400">disseminando e popularizando a neurociência entre estudantes do ensino fundamental, médio e superior. Aqui na UFSM, o museu passou pelos halls de vários centros, assim como também em outras cidades. O acervo é aprimorado a cada ano, pois a temática explorada em cada período é diferente e, segundo a coordenadora Maria Rosa Chitolina Schetinger, “</span><i><span style="font-weight: 400">no projeto original, o objetivo principal era a apresentação do museu apenas para alunos carentes provenientes de escolas de periferia</span></i><span style="font-weight: 400">”, mas já na primeira edição da exposição, em 2015, foram desenvolvidos módulos interativos voltados aos públicos de todas as idades.</span>

<span style="font-weight: 400">Nas exposições realizadas em 2015 foram utilizados diferentes tipos de jogos e ferramentas, como o Mind Flex Dual Game, o Gerador de Van der Graaff, a Estrela Espelho e a Pilha Humana. Ainda nesse ano, uma das criações do projeto foi o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=cNjo1yyg6ME&amp;feature=youtu.be">documentário</a> “O Cérebro de Thauan”, possibilitando tornar mais simples e divertido entender as diferentes situações, respostas e potencialidades do cérebro humano. </span>

[caption id="attachment_848" align="alignright" width="316"]<img class="wp-image-848 " src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/wp-content/uploads/sites/369/2018/11/14188668_997007143730224_4958183903994382512_o-1024x576.jpg" alt="" width="316" height="178" /> Módulo "Três Graças em Vasos Brancos" do Museu Itinerante. Foto: Arquivo pessoal.[/caption]

<span style="font-weight: 400">Já em 2016 foram construídos mais cinco módulos que fazem parte do acervo do museu. Dentre eles Maria Rosa destaca o “Três Graças em Vasos Brancos”,  que segundo ela é “</span><i><span style="font-weight: 400">um módulo que propõe uma vivência inusitada a quem interage, pois o público é convidado a aproximar-se de vasos sanitários e enxergá-los de um modo diferenciado</span></i><span style="font-weight: 400">”. Na atividade estão dispostos três vasos sanitários e cada um deles é responsável pela estimulação de sentidos do corpo humano. No primeiro, os indivíduos se deparam com um tecido que possui uma fenda para o visitante colocar a mão, e ao fazê-lo, perceber as diferentes texturas de seu interior. Em seguida, o observador aproxima o ouvido do fundo do vaso, de onde consegue perceber sons de água. No último, o visitante é convidado a contemplar o interior do vaso, enquanto assiste a um vídeo com ondas do mar. </span>

<span style="font-weight: 400">Ainda segundo a coordenadora, “</span><i><span style="font-weight: 400">no ano passado foi trabalhado o conceito de Neurobioarte e nesse ano o conceito de Arte e sustentabilidade, onde conseguimos criar novas experiências sensórias em ambiente virtual</span></i><span style="font-weight: 400">”, tudo isso para construir um ambiente com diferentes informações que deve ser acessado, compreendido e usado por qualquer pessoa, sem necessidade de adaptação. Além das ações expositivas já realizadas, a professora destaca que já foram publicados capítulos de livros, artigos e houve ainda a realização de palestras em eventos mostrando a experiência exitosa do projeto. </span>

<span style="font-weight: 400">Avaliando o projeto, a professora acredita que “</span><i><span style="font-weight: 400">as interações, apesar de cansativas, foram um dos pontos mais significativos do NeuroArte tanto do ponto de vista de aceitação e entendimento de nossa proposta pelos visitantes tanto quanto do aprendizado de toda a equipe</span></i><span style="font-weight: 400">”. O próximo passo que o grupo pretende dar consiste principalmente em alocar as exposições em um ambiente adequado, deixando todo o acervo disponível a qualquer pessoa que tenha interesse na temática, promovendo diferentes níveis de interação com o público através da estimulação de seus sentidos.</span>

<span style="font-weight: 400">Sob a coordenação da professora do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular do CCNE, Maria Rosa Chitolina Schetinger, fizeram parte da equipe do projeto a professora do Departamento de Artes Visuais do Centro de Artes e Letras (CAL), Nara Cristina Santos (vice-coordenadora), Jessié Gutierres (aluno de doutorado de Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências/UFRGS) e os bolsistas Carlos Donaduzzi, Manuela Vares e Natascha Carvalho. Além deles, na criação dos módulos o projeto contou com a colaboração do prof. Marcelo Birck do curso da Música da Universidade.</span>

&nbsp;

<i><span style="font-weight: 400">Texto por: Lucas Zimmermann, acadêmico de Comunicação Social – Relações Públicas e bolsista do Núcleo de Divulgação Institucional do CCNE</span></i>

<i><span style="font-weight: 400">Edição: Wellington Gonçalves, relações públicas do Núcleo de Divulgação Institucional do CCNE</span></i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto RELona: reaproveitando o lixo e educando ambientalmente</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2018/09/26/679</link>
				<pubDate>Wed, 26 Sep 2018 17:07:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[CCNE ao alcance de todos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

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						<description><![CDATA[ O Projeto RELona é um projeto de extensão da área do meio ambiente coordenado pela professora Marta Tocchetto, cuja premissa é o reaproveitamento de lonas de banners. No projeto, desenvolvem-se atividades como a confecção de sacolas e outros objetos a partir dos banners e oficinas semanais, que são realizadas na AAPECAN (Associação de Apoio a [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif"><img class="wp-image-682 alignleft" src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/wp-content/uploads/sites/369/2018/09/14691946_1168708243195946_7783084260125520570_o-1024x768.jpg" alt="" width="293" height="220" /> </span><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif">O Projeto RELona é um projeto de extensão da área do meio ambiente coordenado pela professora <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2018/09/26/conheca-marta-tocchetto-a-quimica-alem-do-laboratorio/">Marta Tocchetto</a>, cuja premissa é o reaproveitamento de lonas de banners. No projeto, desenvolvem-se atividades como a confecção de sacolas e outros objetos a partir dos banners e oficinas semanais, que são realizadas na AAPECAN (Associação de Apoio a Pessoa com Câncer – Santa Maria). </span>

<span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif">O projeto, que conta com a participação de alunos de graduação e voluntários, também visa oferecer possibilidade de geração de renda e auxílio emocional para as pessoas que estão em tratamento do câncer ou acompanhamento familiar. Dessa forma, o trabalho cumpre seu papel social, ambiental e também com a instituição. Os produtos confeccionados são destinados à Universidade Federal de Santa Maria, eventos e outros projetos socioambientais. </span>

<span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif">As sacolas são uma forma de educar ambientalmente a sociedade e mostrar que a visão que os indivíduos têm do lixo é muito aquém das possibilidades de valorização dos materiais, além de apresentar uma nova perspectiva do trabalho com a química e o meio ambiente, pois muitos acreditam que o trabalho científico das áreas tecnológicas se restringe apenas a medições com equipamentos e rotinas de laboratório.</span>

<span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif"><img class="alignright wp-image-681 " src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/wp-content/uploads/sites/369/2018/09/38686901_1865214833545280_934847168672432128_n.jpg" alt="" width="311" height="234" />Até o momento, o RELona já foi reconhecido em diversas instituições de Santa Maria e do estado do Rio Grande do Sul. O projeto também já foi pauta do programa “Como será” da Rede Globo e conquistou o prêmio NET Impact Porto Alegre (ONG internacional), que premia o intraempreendedorismo sustentável. As expectativas para o futuro do projeto RELona são em relação à ampliação da visão coletiva e a redução das desigualdades sociais, de modo que os sujeitos possam se sentir responsável pelo espaço em que interagem e possam vê-lo como suas casas. </span>

<span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif">A coordenadora do projeto ainda espera que a questão ambiental permeie as políticas de ensino, extensão e pesquisa da UFSM, de modo que o conceito de sustentabilidade possa ser usado não como slogan, mas de fato aplicado ao convívio em sociedade.</span>

&nbsp;

<span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif;font-size: 10pt"><i>Texto por: J. Antônio de Souza Buere, acadêmico de Comunicação Social – Produção Editorial e bolsista do Núcleo de Divulgação Institucional do CCNE</i></span>

<span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif;font-size: 10pt"><i>Edição: Wellington Gonçalves, </i><i>relações públicas do Núcleo de Divulgação Institucional do CCNE</i></span>]]></content:encoded>
													</item>
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