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			<description>Centro de Ciências Naturais e Exatas</description>
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				<title>Museu Itinerante: a arte, a ciência e a tecnologia como ferramentas de aprendizagem da neurociência</title>
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				<pubDate>Wed, 28 Nov 2018 10:47:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[CCNE ao alcance de todos]]></category>
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						<description><![CDATA[Entre 2014 e 2017, o “NeuroArTe: Museu Itinerante de arte, ciência e tecnologia” foi desenvolvido na UFSM e ao longo desses três anos muitas atividades já foram executadas em diferentes cidades do estado. Esse é um projeto de extensão que se destaca pela transdisciplinariedade entre arte, ciência e tecnologia, tendo como tema principal a neurociência. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_849" align="alignleft" width="358"]<img class="wp-image-849" src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/wp-content/uploads/sites/369/2018/11/14241692_997008337063438_3073808214281749604_o-1024x576.jpg" alt="" width="358" height="201" /> Exposição do Museu Itinerante, no prédio 40 (CAL) da UFSM. Foto: Arquivo pessoal.[/caption]

<span style="font-weight: 400">Entre 2014 e 2017, o “NeuroArTe: Museu Itinerante de arte, ciência e tecnologia” foi desenvolvido na UFSM e ao longo desses três anos muitas atividades já foram executadas em diferentes cidades do estado. Esse é um projeto de extensão que se destaca pela transdisciplinariedade entre arte, ciência e tecnologia, tendo como tema principal a neurociência. A</span><span style="font-weight: 400"> neurociência é a área que se ocupa em estudar o sistema nervoso, para desvendar seu funcionamento, estrutura, desenvolvimento e eventuais alterações que sofra. </span>

<span style="font-weight: 400">Pensando em como estimular a criatividade do público e tornar o aprendizado mais lúdico e divertido, surgiu a proposta de trabalhar a neurociência através da arte. </span><span style="font-weight: 400">No Museu Itinerante, o conhecimento foi levado à diferentes lugares, </span><span style="font-weight: 400">disseminando e popularizando a neurociência entre estudantes do ensino fundamental, médio e superior. Aqui na UFSM, o museu passou pelos halls de vários centros, assim como também em outras cidades. O acervo é aprimorado a cada ano, pois a temática explorada em cada período é diferente e, segundo a coordenadora Maria Rosa Chitolina Schetinger, “</span><i><span style="font-weight: 400">no projeto original, o objetivo principal era a apresentação do museu apenas para alunos carentes provenientes de escolas de periferia</span></i><span style="font-weight: 400">”, mas já na primeira edição da exposição, em 2015, foram desenvolvidos módulos interativos voltados aos públicos de todas as idades.</span>

<span style="font-weight: 400">Nas exposições realizadas em 2015 foram utilizados diferentes tipos de jogos e ferramentas, como o Mind Flex Dual Game, o Gerador de Van der Graaff, a Estrela Espelho e a Pilha Humana. Ainda nesse ano, uma das criações do projeto foi o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=cNjo1yyg6ME&amp;feature=youtu.be">documentário</a> “O Cérebro de Thauan”, possibilitando tornar mais simples e divertido entender as diferentes situações, respostas e potencialidades do cérebro humano. </span>

[caption id="attachment_848" align="alignright" width="316"]<img class="wp-image-848 " src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/wp-content/uploads/sites/369/2018/11/14188668_997007143730224_4958183903994382512_o-1024x576.jpg" alt="" width="316" height="178" /> Módulo "Três Graças em Vasos Brancos" do Museu Itinerante. Foto: Arquivo pessoal.[/caption]

<span style="font-weight: 400">Já em 2016 foram construídos mais cinco módulos que fazem parte do acervo do museu. Dentre eles Maria Rosa destaca o “Três Graças em Vasos Brancos”,  que segundo ela é “</span><i><span style="font-weight: 400">um módulo que propõe uma vivência inusitada a quem interage, pois o público é convidado a aproximar-se de vasos sanitários e enxergá-los de um modo diferenciado</span></i><span style="font-weight: 400">”. Na atividade estão dispostos três vasos sanitários e cada um deles é responsável pela estimulação de sentidos do corpo humano. No primeiro, os indivíduos se deparam com um tecido que possui uma fenda para o visitante colocar a mão, e ao fazê-lo, perceber as diferentes texturas de seu interior. Em seguida, o observador aproxima o ouvido do fundo do vaso, de onde consegue perceber sons de água. No último, o visitante é convidado a contemplar o interior do vaso, enquanto assiste a um vídeo com ondas do mar. </span>

<span style="font-weight: 400">Ainda segundo a coordenadora, “</span><i><span style="font-weight: 400">no ano passado foi trabalhado o conceito de Neurobioarte e nesse ano o conceito de Arte e sustentabilidade, onde conseguimos criar novas experiências sensórias em ambiente virtual</span></i><span style="font-weight: 400">”, tudo isso para construir um ambiente com diferentes informações que deve ser acessado, compreendido e usado por qualquer pessoa, sem necessidade de adaptação. Além das ações expositivas já realizadas, a professora destaca que já foram publicados capítulos de livros, artigos e houve ainda a realização de palestras em eventos mostrando a experiência exitosa do projeto. </span>

<span style="font-weight: 400">Avaliando o projeto, a professora acredita que “</span><i><span style="font-weight: 400">as interações, apesar de cansativas, foram um dos pontos mais significativos do NeuroArte tanto do ponto de vista de aceitação e entendimento de nossa proposta pelos visitantes tanto quanto do aprendizado de toda a equipe</span></i><span style="font-weight: 400">”. O próximo passo que o grupo pretende dar consiste principalmente em alocar as exposições em um ambiente adequado, deixando todo o acervo disponível a qualquer pessoa que tenha interesse na temática, promovendo diferentes níveis de interação com o público através da estimulação de seus sentidos.</span>

<span style="font-weight: 400">Sob a coordenação da professora do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular do CCNE, Maria Rosa Chitolina Schetinger, fizeram parte da equipe do projeto a professora do Departamento de Artes Visuais do Centro de Artes e Letras (CAL), Nara Cristina Santos (vice-coordenadora), Jessié Gutierres (aluno de doutorado de Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências/UFRGS) e os bolsistas Carlos Donaduzzi, Manuela Vares e Natascha Carvalho. Além deles, na criação dos módulos o projeto contou com a colaboração do prof. Marcelo Birck do curso da Música da Universidade.</span>

&nbsp;

<i><span style="font-weight: 400">Texto por: Lucas Zimmermann, acadêmico de Comunicação Social – Relações Públicas e bolsista do Núcleo de Divulgação Institucional do CCNE</span></i>

<i><span style="font-weight: 400">Edição: Wellington Gonçalves, relações públicas do Núcleo de Divulgação Institucional do CCNE</span></i>]]></content:encoded>
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