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				<title>Descoberto o primeiro Allokotossauro da América do Sul</title>
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				<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 17:23:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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						<description><![CDATA[Um novo fóssil encontrado no sítio fossilífero Niemeyer, em Agudo (RS), representa o primeiro registro de um grupo de répteis de pescoço alongado na América do Sul. Trata-se dos allokotossauros, animais de dieta variada cujos parentes mais próximos são conhecidos a partir de afloramentos nos Estados Unidos e na Índia. Comparações entre a fauna do [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p></p>
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<p>Um novo fóssil encontrado no sítio fossilífero Niemeyer, em Agudo (RS), representa o primeiro registro de um grupo de répteis de pescoço alongado na América do Sul.</p>
[caption id="attachment_388" align="alignleft" width="300"]<img class="wp-image-388 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2025/08/IMG_2652-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /> Fragmento encontrado no sítio Niemeyer[/caption]
<p>Trata-se dos <strong>allokotossauros</strong>, animais de dieta variada cujos parentes mais próximos são conhecidos a partir de afloramentos nos Estados Unidos e na Índia.</p>
[caption id="attachment_387" align="alignright" width="300"]<img class="wp-image-387 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2025/08/arte-caetano-1-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /> Reconstrução do animal em vida, por Caetano Soares[/caption]
<p>Comparações entre a fauna do Triássico do sul do Brasil e da Índia reforçam as semelhanças entre os registros fósseis dessas regiões. Isso se deve, em grande parte, à antiga conexão geográfica entre os continentes durante o início da Era Mesozoica, quando ainda compunham o supercontinente Pangeia. Essa configuração favorecia uma ampla distribuição das espécies, possibilitada por eventos migratórios.</p>
<p>A descoberta também contribui com novas informações sobre os ecossistemas que presenciaram o surgimento dos primeiros dinossauros. Há cerca de 228 milhões de anos, esses animais coexistiam com allokotossauros, rincossauros, os ancestrais dos crocodilos e os primeiros representantes da linhagem dos mamíferos.</p>
<p>O estudo foi conduzido pela mestranda Vitória Zanchett Dalle Laste, sob orientação do Dr. Rodrigo Temp Müller. Também participaram do artigo o doutorando Maurício Silva Garcia e o Dr. Leonardo Kerber, ambos do CAPPA, além dos Drs. Tito Aureliano e Aline Ghilardi, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. O trabalho foi publicado na revista Zoological Journal of the Linnean Society.</p>
<p>Crédito da Paleoarte: Caetano Soares.</p>
<p><a href="https://academic.oup.com/zoolinnean/article-abstract/204/4/zlaf098/8222032">Acesse o artigo completo aqui.</a></p>
<p> </p>
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<p></p>
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<p></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Descoberta nova espécie de tatu extinto no Paraná</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/2024/10/15/descoberta-nova-especie-de-tatu-extinto-no-parana</link>
				<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 16:35:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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						<description><![CDATA[Os tatus são mamíferos fascinantes, conhecidos por sua armadura natural: uma carapaça dura e articulada que cobre boa parte de seu corpo, funcionando como uma defesa eficaz contra predadores. Eles vivem principalmente nas Américas, com a maior concentração de espécies na América do Sul. No entanto, sua diversidade era muito maior no passado, como demonstram [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Os tatus são mamíferos fascinantes, conhecidos por sua armadura natural: uma carapaça dura e articulada que cobre boa parte de seu corpo, funcionando como uma defesa eficaz contra predadores. Eles vivem principalmente nas Américas, com a maior concentração de espécies na América do Sul. No entanto, sua diversidade era muito maior no passado, como demonstram os fósseis encontrados em várias regiões do continente. O Brasil é um dos principais locais de descobertas desses fósseis, incluindo alguns dos registros mais antigos de tatus.<br>Recentemente, a pesquisadora Tabata Klimeck, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), junto com seus colegas Martin Ciancio (Museo de La Plata, Argentina), Fernando Sedor (Museu de Ciências Naturais, UFPR) e Leonardo Kerber (CAPPA/UFSM), descreveu uma nova espécie de tatu extinto, chamada Parutaetus oliveirai.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_382" align="alignright" width="300"]<img class="wp-image-382 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2024/10/Reconstrucao-artistica-de-Parutaetus-oliverai.-Arte-por-Marcio-L.-Castro-300x239.jpg" alt="" width="300" height="239"> Reconstrução artística de Parutaetus oliveirai, por Márcio L. Castro[/caption]
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<p>Os fósseis dessa nova espécie, compostos por osteodermos (as placas que formam a carapaça), foram encontrados na Formação Guabirotuba, em Curitiba, Paraná. Após uma análise minuciosa, utilizando microtomografia computadorizada, os cientistas identificaram essa nova espécie com base em características únicas desses osteodermos, e descobriram que ela é relacionada aos Euphractinae, um grupo que inclui o tatu-peludo ou tatu-peba, muito comum no Brasil.<br>Além disso, a equipe observou que esses osteodermos apresentavam um número maior de forames, onde pelos se inseriam. Essa característica indica que a espécie possuía uma cobertura de pelos mais densa em comparação com outras formas próximas. Essa característica se alinha com um período mais frio ocorrido no final do Eoceno. A pesquisa faz parte da dissertação de mestrado de Tabata Klimeck e representa uma importante contribuição para o estudo da evolução e adaptação dos tatus no passado e ajuda a entender a origem da biodiversidade do nosso país.</p>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_383" align="alignnone" width="300"]<img class="size-medium wp-image-383" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2024/10/Osteodermos-de-Parutaetus-oliveirai-300x225.jpeg" alt="" width="300" height="225" /> Osteodermos de Parutaetus oliveirai[/caption]
<p><br />Link para o artigo:<br />https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/02724634.2024.2403581#abstract</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Novos fósseis ajudam a estabelecer a idade de uma localidade fossilífera enigmática do RS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/2024/08/06/novos-fosseis-ajudam-a-estabelecer-a-idade-de-uma-localidade-fossilifera-enigmatica-do-rs</link>
				<pubDate>Tue, 06 Aug 2024 16:31:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/?p=374</guid>
						<description><![CDATA[Foi publicado no Journal of South American Earth Sciences um artigo de Mariana Doering, Martín D. Ezcurra, Jeung Hee Schiefelbein, Maurício S. Garcia e Rodrigo T. Müller descrevendo fósseis de grupos inéditos para uma das localidades mais enigmáticas do Triássico do Rio Grande do Sul. O estudo é parte da Dissertação de Mestrado da Mariana [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, serif"><span style="font-size: medium">Foi publicado no </span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif"><span style="font-size: medium"><i>Journal of South American Earth Sciences</i></span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif"><span style="font-size: medium"> um artigo de Mariana Doering, Martín D. Ezcurra, Jeung Hee Schiefelbein, Maurício S. Garcia e Rodrigo T. Müller descrevendo fósseis de grupos inéditos para uma das localidades mais enigmáticas do Triássico do Rio Grande do Sul. O estudo é parte da Dissertação de Mestrado da Mariana Doering pelo PPGBA/UFSM.</span></span></p>
[caption id="attachment_378" align="aligncenter" width="1024"]<img class="wp-image-378 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2024/08/Niemeyer-5-1-1024x726.jpg" alt="" width="1024" height="726" /> Ilustração da paleofauna do sítio Niemeyer por Caetano Soares[/caption]
<p align="justify"> </p>
[caption id="attachment_375" align="alignright" width="300"]<img class="wp-image-375 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2024/08/Niemeyer-Site-2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /> Sítio Niemeyer. Agudo/RS[/caption]
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, serif"><span style="font-size: medium">O sítio Niemeyer, localizado no município de Agudo-RS, é conhecido por conter uma paleofauna diferente de outras localidades típicas do Triássico do Rio Grande do Sul, como aquelas de Santa Maria ou São João do Polêsine. Neste novo trabalho, são apresentados novos fósseis de répteis arcossauromorfos para esta localidade. </span></span></p>
[caption id="attachment_376" align="alignleft" width="300"]<img class="wp-image-376 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2024/08/Niemeyer-4-300x238.jpg" alt="" width="300" height="238" /> Pesquisadora Mariana Doering junto aos fragmentos[/caption]
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, serif"><span style="font-size: medium">Os novos materiais consistem em um fêmur de um dinossauro saurísquio, um úmero de um silessaurídeo e um rincossauro parcial. Os rincossauros são comumente encontrados em rochas triássicas do RS, mas até então estavam completamente ausentes do sítio Niemeyer. Foi possível identificar o espécime como pertencente a </span></span><span style="font-family: Cambria Math, serif"><span style="font-size: medium">𝘛𝘦𝘺𝘶𝘮𝘣𝘢𝘪𝘵𝘢</span></span> <span style="font-family: Cambria Math, serif"><span style="font-size: medium">𝘴𝘶𝘭𝘤𝘰𝘨𝘯𝘢𝘵𝘩𝘶𝘴</span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif"><span style="font-size: medium">, uma das últimas espécies de rincossauros a viver no mundo antes de sua extinção ainda no Período Triássico, cerca de 225 milhões de anos atrás. </span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, serif"><span style="font-size: medium">Os novos fósseis permitiram, pela primeira vez, estabelecer correlações bioestratigráficas com outros sítios localizados além dos arredores do município de Agudo. Comparações com outras localidades reforçaram a ideia de que o sítio Niemeyer abriga uma paleofauna mais recente do que àquela encontrada em localidades típicas da Zona de Associação de </span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif"><span style="font-size: medium"><i>Hyperodapedon</i></span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif"><span style="font-size: medium">, o que indica uma idade próxima ao início do Noriano.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, serif"><span style="font-size: medium">O estudo recebeu apoio do CNPq, CAPES e Agencia Nacional de Promoción Científica y Tecnologica</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, serif"><span style="font-size: medium">Ilustração </span></span><span style="font-family: Cambria Math, serif"><span style="font-size: medium">da</span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif"><span style="font-size: medium"> paleofauna do sítio Niemeyer por Caetano Soares; fotografias por Rodrigo Temp Müller.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, serif"><span style="font-size: medium"><a href="https://doi.org/10.1016/j.jsames.2024.105046">Link</a> do estudo</span></span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>O primeiro registro de esqueleto ocular em rincossauros da América do Sul </title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/2024/07/24/o-primeiro-registro-de-esqueleto-ocular-em-rincossauros-da-america-do-sul</link>
				<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 17:22:35 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/?p=369</guid>
						<description><![CDATA[Foi publicado, no periódico Palaeoworld, um artigo de Jeung Hee Schiefelbein, Maurício S. Garcia, Sérgio F. Cabreira, Lúcio R. da Silva e Rodrigo Temp Müller que apresenta um novo crânio de rincossauro. O artigo é intitulado Craniomandibular osteology and the first record of theocular skeleton in a South American rhynchosaur (Archosauromorpha, Hyperodapedontinae).  Os rincossauros foram [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_370" align="alignright" width="415"]<img class="wp-image-370" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2024/07/Hyperodapedon-sanjuanensis-por-johnny-mingau-300x186.jpg" alt="" width="415" height="257" /> Hyperodapedon sanjuanensis, por Johnny Pauly “Mingau” Vieira[/caption]
<p><span data-contrast="none">Foi publicado, no periódico </span><i><span data-contrast="none">Palaeoworld</span></i><span data-contrast="none">, um artigo de Jeung Hee Schiefelbein, Maurício S. Garcia, Sérgio F. Cabreira, Lúcio R. da Silva e Rodrigo Temp Müller que apresenta um novo crânio de rincossauro. O artigo é intitulado </span><i><span data-contrast="none">Craniomandibular osteology and the first record of theocular skeleton in a South American rhynchosaur (Archosauromorpha, Hyperodapedontinae)</span></i><span data-contrast="none">.</span></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span><span data-contrast="auto">Os rincossauros foram répteis herbívoros abundantes e que viveram exclusivamente durante o Período Triássico da Era Mesozoica. Diversas espécies são conhecidas no mundo todo e este número no Brasil chega a cinco. São caracterizados por um bico na região do rostro e uma boca dotada de diversas fileiras de dentes pequenos. São encontrados em vários municípios da região central do RS. O novo exemplar, composto por um crânio parcial com as mandíbulas em oclusão, foi encontrado em Restinga Sêca no sítio fossilífero Pivetta.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
[caption id="attachment_371" align="alignleft" width="257"]<img class="wp-image-371 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2024/07/cranio-sanjuanensis-por-Mauricio-Garcia-257x300.jpg" alt="" width="257" height="300" /> Crânio Hyperodapedon sanjuanensis. Foto: Maurício Garcia[/caption]
<p><span class="TextRun SCXW41890601 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW41890601 BCX0">As camadas rochosas que preservaram o </span><span class="NormalTextRun SCXW41890601 BCX0">novo exemplar têm cerca de 230 milhões de anos (Período Triássico). </span><span class="NormalTextRun SCXW41890601 BCX0">Com base em uma análise minuciosa das feições preservadas no fóssil, foi possível identificar sua espécie como sendo </span></span><span class="TextRun SCXW41890601 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW41890601 BCX0">𝘏𝘺𝘱𝘦𝘳𝘰𝘥𝘢𝘱𝘦𝘥𝘰𝘯</span></span> <span class="TextRun SCXW41890601 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW41890601 BCX0">𝘴𝘢𝘯𝘫𝘶𝘢𝘯𝘦𝘯𝘴𝘪𝘴</span></span><span class="TextRun SCXW41890601 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW41890601 BCX0">,</span> <span class="NormalTextRun SCXW41890601 BCX0">que ocorre tanto no Brasil como na Argentina.</span><span class="NormalTextRun SCXW41890601 BCX0"> Esta é a primeira vez que um indivíduo desta espécie</span><span class="NormalTextRun SCXW41890601 BCX0">, dentre os que foram encontrados no Brasil,</span><span class="NormalTextRun SCXW41890601 BCX0"> é descrito em detalhes</span><span class="NormalTextRun SCXW41890601 BCX0">, apesar de já haver muitos registros.</span></span><span class="EOP SCXW41890601 BCX0" data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span class="TextRun SCXW241680860 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW241680860 BCX0">Algo interessante deste indivíduo em específico foi a preservação de pequenos ossículos que compunham </span><span class="NormalTextRun SCXW241680860 BCX0">o chamado anel esclerótico. Esta estrutura forma um anel ósseo que fica posicionado na órbita e que tem função de auxiliar na visão, movimento e foco do olho. Hoje em dia o anel esclerótico pode ser encontrado no esqueleto de aves e </span><span class="NormalTextRun SCXW241680860 BCX0">répteis. Este é o primeiro registro de anel esclerótico para um </span><span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW241680860 BCX0">rincossauro</span><span class="NormalTextRun SCXW241680860 BCX0"> da América do Sul e o anel esclerótico mais bem preservado do mundo, dentre os </span><span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW241680860 BCX0">rincossauros</span><span class="NormalTextRun SCXW241680860 BCX0">.</span></span><span class="EOP SCXW241680860 BCX0" data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p> </p>
<p> </p>
[caption id="attachment_373" align="alignleft" width="300"]<img class="wp-image-373 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2024/07/Jeung-com-o-especime-por-Mauricio-Garcia-1-300x300.png" alt="" width="300" height="300" /> Pesquisadora Jeung Hee Schiefelbein segurando o crânio de Hyperodapedon sanjuanensis. Foto por Mauricio Garcia[/caption]
<p><span data-contrast="auto">O estudo recebeu apoio do CNPq e CAPES.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Fotos e imagens por Maurício Garcia (@mauriciog96) e Janaína Brand Dillmann (@proxj). Ilustração do rincossauro em vida por Johnny Pauly “Mingau” Vieira (@_themingau).</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Link do estudo: </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span><span data-contrast="auto">https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1871174X24000751</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Após chuvas do mês de maio, fóssil é encontrado no município de São João do Polêsine/RS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/2024/07/18/apos-chuvas-do-mes-de-maio-fossil-e-encontrado-no-municipio-de-sao-joao-do-polesine-rs</link>
				<pubDate>Thu, 18 Jul 2024 17:01:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/?p=364</guid>
						<description><![CDATA[Com prospecção realizada após as fortes chuvas do mês de maio no RS, que aceleraram os processos erosivos nos sítios fossilíferos, equipe liderada pelo paleontólogo do CAPPA/UFSM, Rodrigo Temp Müller, identificou um fóssil parcialmente exposto em um sítio fossilífero localizado no município de São João do Polêsine. Os fósseis desse sítio têm aproximadamente 233 milhões de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_365" align="alignright" width="300"]<img class="wp-image-365 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2024/07/Resgate-de-fossil-em-Sao-Joao-do-Polesine-por-Janaina-Brand-Dillman-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" /> Resgate de fóssil em São João do Polêsine. Foto por Janaína Dillmann[/caption]
<p>Com prospecção realizada após as fortes chuvas do mês de maio no RS, que aceleraram os processos erosivos nos sítios fossilíferos, equipe liderada pelo paleontólogo do CAPPA/UFSM, Rodrigo Temp Müller, identificou um fóssil parcialmente exposto em um sítio fossilífero localizado no município de São João do Polêsine. Os fósseis desse sítio têm aproximadamente 233 milhões de anos e pertencem ao Período Triássico.Depois de cerca de 4 dias de escavações, o grupo de pesquisadores conseguiu transportar até o CAPPA/UFSM um bloco de rocha contendo o exemplar.</p>
<p>Em laboratório, após dezenas de horas de preparação, foi possível constatar que se tratava de um dinossauro quase completo.</p>
[caption id="attachment_366" align="alignleft" width="363"]<img class="wp-image-366" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2024/07/Trabalho-de-preparacao-do-fossil-de-Sao-Joao-do-Polesine-por-Rodrigo-Temp-Muller-300x200.jpg" alt="" width="363" height="242" /> Trabalho de preparação em laboratório. Foto: Rodrigo T. Müller[/caption]
<p>As características de alguns ossos fossilizados revelam que o material pertence a um dinossauro carnívoro do grupo chamado de Herrerasauridae (conhecidos no Brasil e Argentina).<br />Pelo que se pode observar, o espécime representa o segundo herrerassaurídeo mais completo do mundo já descoberto. O tamanho dos ossos revela que ele teria alcançado cerca de 2,5 metros de comprimento.</p>
<p>Após a finalização do trabalho de laboratório, serão realizadas investigações para que se descubra se o fóssil pertence a uma espécie já conhecida ou se ele representa um novo dinossauro.</p>
<p>Essas etapas ainda devem levar alguns meses, uma vez que o trabalho de preparação deve ser minucioso para que o fóssil não seja danificado.</p>
<p> </p>
[caption id="attachment_368" align="alignright" width="225"]<img class="wp-image-368 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2024/07/Elementos-fosseis-de-dinossauro-de-Sao-Joao-do-Polesine-por-Rodrigo-Temp-Muller-1-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /> Elementos fósseis de dinossauro de São João do Polêsine. Foto: Rodrigo T. Müller[/caption]
<p><strong>Como as chuvas facilitam a descoberta de novos fósseis? </strong></p>
<p>O processo natural de intemperismo é responsável por revelar novos fósseis todos os anos na região central do Rio Grande do Sul. Porém, o excesso de chuvas acelerou os processos erosivos nos sítios fossilíferos, fazendo com que novos fósseis surgissem em meio às rochas.<br />O mesmo processo de erosão que revela os novos fósseis, também acaba por destruí-los caso não venham a ser resgatados a tempo. Conforme os exemplares tornam-se expostos, também ficam à mercê das intempéries. Os fósseis de menor tamanho são os mais prejudicados, muitas vezes podendo ser revelados e destruídos durante um único episódio de chuvas.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Novo estudo sobre a árvore evolutiva dos dinossauros ornitísquios</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/2024/06/25/novo-estudo-sobre-a-arvore-evolutiva-dos-dinossauros-ornitisquios</link>
				<pubDate>Tue, 25 Jun 2024 18:32:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/?p=358</guid>
						<description><![CDATA[Foi publicado, no periódico Journal of Systematic Palaeontology, um artigo dos membros do CAPPA/UFSM André O. Fonseca, Maurício S. Garcia, Rodrigo T. Müller em parcerias com colaboradores do Canadá e Austrália revisando a evolução dos dinossauros ornitísquios. Os ornitísquios são um grupo diverso de dinossauros contendo formas carismáticas como o Triceratops, Stegosaurus e Iguanodon. Esse [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_359" align="alignright" width="300"]<img class="wp-image-359 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-25-at-15.30.17-300x289.jpeg" alt="" width="300" height="289" /> Ilustração dos dinossauros em vida por Márcio L. Castro e Matheus Fernandes Gadelha.[/caption]
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, serif"><span style="font-size: medium">Foi publicado, no periódico </span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif"><span style="font-size: medium"><i>Journal of Systematic Palaeontology</i></span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif"><span style="font-size: medium">, um artigo dos membros do CAPPA/UFSM André O. Fonseca, Maurício S. Garcia, Rodrigo T. Müller em parcerias com colaboradores do Canadá e Austrália revisando a evolução dos dinossauros ornitísquios. </span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, serif"><span style="font-size: medium">Os ornitísquios são um grupo diverso de dinossauros contendo formas carismáticas como o Triceratops, Stegosaurus e Iguanodon. Esse grupo é muito raro no Brasil, com a primeira espécie inequívoca do grupo sendo batizada esse ano. Contudo, de acordo com algumas pesquisas recentes, os silessaurídeos –um grupo tradicionalmente tratado como precursores dos dinossauros– poderiam ser os primeiros dinossauros ornitísquios ao invés de um grupo posicionado fora da árvore evolutiva dos dinossauros. </span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, serif"><span style="font-size: medium">O novo estudo fornece apoio para essa hipótese através de análises empregando a maior matriz de dados de dinossauros ornitísquios já construída. Além de uma série de outras implicações evolutivas para os dinossauros, o resultado ajuda a preencher a lacuna no registro fóssil de ornitísquios triássicos. Ainda, ao reconhecer os silessaurídeos como ornitísquios, o número de espécies deste grupo para o Triássico passa de zero para mais de dez.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, serif"><span style="font-size: medium">O estudo recebeu apoio do CNPq e CAPES.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, serif"><span style="font-size: medium">Link do estudo: </span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif"><span style="font-size: medium">https://doi.org/10.1080/14772019.2024.2346577</span></span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Fóssil de réptil que viveu antes dos dinossauros é o primeiro de seu tipo para o Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/2024/06/25/fossil-de-reptil-que-viveu-antes-dos-dinossauros-e-o-primeiro-de-seu-tipo-para-o-brasil</link>
				<pubDate>Tue, 25 Jun 2024 12:58:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/?p=351</guid>
						<description><![CDATA[Foi publicado, no periódico Scientific Reports um artigo de Rodrigo Temp Müller, paleontólogo do CAPPA/UFSM, descrevendo uma nova espécie de réptil fóssil oriundo do município de Paraíso do Sul. A descoberta revela o primeiro registro brasileiro de um grupo chamado de Gracilisuchidae, o qual era conhecido apenas na Argentina e China.  O fóssil recebeu o [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Foi publicado, no periódico Scientific Reports um artigo de Rodrigo Temp Müller, paleontólogo do CAPPA/UFSM,</p>
[caption id="attachment_352" align="alignright" width="300"]<img class="size-medium wp-image-352" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2024/06/Parvosuchus-aurelioi-ilustracao-por-Matheus-Fernandes-Gadelha-1-300x159.jpg" alt="" width="300" height="159" /> Parvosuchus aurelioi. Ilustração: Matheus F. Gadelha[/caption]
<p>descrevendo uma nova espécie de réptil fóssil oriundo do município de Paraíso do Sul. A descoberta revela o primeiro registro brasileiro de um grupo chamado de Gracilisuchidae, o qual era conhecido apenas na Argentina e China. </p>
<p>O fóssil recebeu o nome de Parvosuchus aurelioi, onde o primeiro nome significa “crocodilo pequeno”, já que o fóssil pertenceu a um animal que teria atingido apenas 1 metro de comprimento, enquanto que “aurelioi” presta homenagem ao senhor Pedro Lucas Porcela Aurélio, pela sua paixão pela paleontologia e prospecção, a qual levou a descoberta do fóssil em questão. A localidade fossilífera de Paraíso do Sul que produziu os fósseis é composta por rochas com aproximadamente 237 milhões de anos, uma idade que representa a transição entre o Triássico Médio e o Triássico Superior.</p>
[caption id="attachment_353" align="alignright" width="350"]<img class=" wp-image-353" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2024/06/Cranio-de-Parvosuchus-aurelioi-durante-a-preparacaofotografia-por-Janaina-Brand-Dillmann-300x216.jpg" alt="" width="350" height="252" /> Crânio de Parvosuchus aurelioi durante preparação. Foto: Janaína B. Dillmann[/caption]
<p> </p>
<p>Com base na forma dos dentes, é possível determinar que o Parvosuchus aurelioi se alimentava de outros animais. Além disso, a constituição leve do esqueleto revela que ele foi um animal veloz. Porém, com apenas 1 metro de comprimento, o Parvosuchus aurelioi não foi capaz de caçar os grandes herbívoros que existiram 237 milhões de anos atrás no Rio Grande do Sul. Essas grandes presas faziam parte da dieta de outros predadores muito maiores, como o Prestosuchus chiniquensis, que chegava a atingir até 7 metros de comprimento. Essa descoberta é particularmente interessante porque até o momento não havia fósseis tão pequenos de membros da linhagem que deu origem aos crocodilos em camadas com essa idade no Brasil.</p>
<p>O estudo recebeu apoio do CNPq.<br />Para saber mais sobre a pesquisa, acesse o link do artigo publicado no periódico<br />científico <a href="https://www.nature.com/articles/s41598-023-32057-x.epdf?sharing_token=DOJGdR2la8Ja54oxMcpCJNRgN0jAjWel9jnR3ZoTv0N-1O31UbHSHI2AVRAt_I7bswrVBEt3CfsA1E9bRk_GMk5fwQr1s-n9HdVE9x3JmR9TFh5LdQbocg2C5vdIvdDIQi3l0XI-HhR2uGsdkoALt37VkTOcQZRTz4ACkWDJD0o%3D">aqui</a>.</p>
[caption id="attachment_355" align="aligncenter" width="300"]<img class="size-medium wp-image-355" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2024/06/Paleontologo-Rodrigo-Temp-Muller-segurando-o-fossil-de-Parvosuchus-aurelioi-por-Janaina-Brand-Dillmann-300x222.jpg" alt="" width="300" height="222" /> Paleontólogo Rodrigo T. Müller segurando fóssil de Parvosuchus aurelioi. Foto: Janaína B. Dillmann[/caption]
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Cientistas apresentam o esqueleto mais completo já descrito para um superpredador de 240 milhões de anos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/2024/02/09/cientistas-apresentam-o-esqueleto-mais-completo-ja-descrito-para-um-superpredador-de-240-milhoes-de-anos</link>
				<pubDate>Fri, 09 Feb 2024 12:18:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/?p=328</guid>
						<description><![CDATA[Foi publicado na última semana, no periódico científico The Anatomical Record (dos EUA), um estudo apresentando detalhes do esqueleto de um predador de cerca de 240 milhões de anos. A equipe liderada pela paleontóloga Bianca Mastrantonio, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), descreveu o esqueleto mais completo de Prestosuchus chiniquensis já encontrado até o momento. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="" align="alignnone" width="1280"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/02/Prestosuchus-chiniquensis-por-Marcio-Castro.png" alt="" width="1280" height="446" /> Reconstrução artística de Prestosuchus chiniquensis, em arte de Márcio L. Castro[/caption]
<p>Foi publicado na última semana, no periódico científico <a href="https://anatomypubs.onlinelibrary.wiley.com/doi/epdf/10.1002/ar.25383" target="_blank" rel="noopener">The Anatomical Record</a> (dos EUA), um estudo apresentando detalhes do esqueleto de um predador de cerca de 240 milhões de anos. A equipe liderada pela paleontóloga Bianca Mastrantonio, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), descreveu o esqueleto mais completo de <i>Prestosuchus chiniquensis</i> já encontrado até o momento. Coletado em rochas do município de Dona Francisca, o fóssil foi estudado por uma equipe de pesquisadores de quatro instituições e dois países. O estudo contou com a colaboração de paleontólogos do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (Cappa) da UFSM.</p>
<p>“<i>Prestosuchus</i> é um animal icônico”, pontua Bianca. “Foi o maior predador que já habitou nosso estado, e na época em que viveu estava entre os maiores predadores do mundo.”</p>
[caption id="" align="alignright" width="450"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/02/Bloco.jpg" alt="" width="450" height="511" /> Acima, foto do bloco original. Abaixo, desenho esquemático dos ossos preservados. Os elementos do crânio foram marcados em cinza e os ossos pós-cranianos, em branco (arte gráfica: Téo Veiga de Oliveira)[/caption]
<p>A espécie foi descoberta há quase um século, em uma expedição empreendida pela Universidade de Tubinga (da Alemanha) no ano de 1928, na região de Chiniquá, no município de São Pedro do Sul. Contudo, era conhecida principalmente por esqueletos incompletos e fragmentados. “Isso sempre foi um problema”, explica o professor Cesar Schultz, da Ufrgs, coautor do estudo. “Para que possamos atribuir vários fósseis a uma mesma espécie, precisamos que eles preservem os mesmos ossos. E no caso de <i>Prestosuchus</i>, muitos dos fósseis conhecidos eram de diferentes partes do esqueleto, sem sobreposição de elementos”.</p>
<p>“Essa é a beleza deste esqueleto”, comemora a paleontóloga argentina Julia Desojo, da Universidade Nacional de La Plata, que também participou do estudo. “Temos quase todos os ossos do crânio preservados, e a maior parte do esqueleto pós-craniano. Esse nosso espécime será um dos principais materiais de referência para a espécie.”</p>
<p>“Essa é uma das conclusões do estudo” explica o pesquisador Marcel Lacerda, do Museu Nacional. “Por sua completude, o novo material agora permite comparar espécimes fragmentários, e confirmar que a maior parte deles, coletados no último século, são todos da mesma espécie.”</p>
<p><i>Prestosuchus</i> foi um animal quadrúpede e carnívoro. “Evolutivamente falando, ele está na raiz de uma linhagem chamada Loricata, que viria a dar origem aos atuais jacarés e crocodilos”, avalia a paleontóloga Letícia Rezende de Oliveira, do Cappa/UFSM.</p>
[caption id="" align="alignleft" width="393"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/02/Parte-da-equipe-em-2023.jpg" alt="" width="393" height="361" /> Parte da equipe de autores do estudo, durante trabalho desenvolvido com o espécime, em 2023. Da esq. para a dir.: Flávio Pretto e Letícia Rezende, ambos do Cappa/UFSM, e Bianca Mastrantonio, da Ufrgs, que liderou a equipe. Na foto, a pesquisadora está segurando um dos fêmures (osso da coxa). Por esse osso, que mede quase meio metro de comprimento, pode-se ter uma noção da escala do animal[/caption]
<p>A equipe ainda levou um fragmento do úmero do animal até o Museu Nacional, vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde aspectos de sua biologia foram inferidos a partir de análises histológicas. “Analisando os ossos microscopicamente, pudemos identificar que o animal estava crescendo de forma lenta, além de apresentar várias linhas de crescimento, que sugerem que esse animal já fosse um adulto”, aponta o paleontólogo Brodsky Farias, da Ufrgs. “E provavelmente o animal ainda estava em fase de crescimento.”</p>
<p>“Isso não surpreende”, aponta o paleontólogo Flávio Pretto, do Cappa/UFSM. “O indivíduo que estudamos nesse trabalho teria um pouco mais de quatro metros de comprimento. Mas conhecemos outros fósseis do animal que eram pelo menos duas vezes maiores.”</p>
<p>O fóssil descrito pelo grupo de pesquisadores faz parte do acervo tombado da Ufrgs. O público pode encontrar uma réplica dele (uma cópia feita por Flávio Pretto) em São João do Polêsine, na mostra permanente do Cappa. Em seu acervo, o Cappa conta com outro fósseis de <i>Prestosuchus</i>, que estão sendo estudados no momento, com o objetivo de completar o esqueleto da espécie.</p>
<p>A pesquisadora Bianca Mastrantonio ressalta que, mesmo com quase cem anos desde a descoberta dos primeiros fósseis, ainda há segredos a desvendar sobre a biologia de <i>Prestosuchus</i>, e conclui: “Ainda temos trabalho pela frente”.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Precursores dos pterossauros não se locomoviam como dinossauros</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/2024/02/08/precursores-dos-pterossauros-nao-se-locomoviam-como-dinossauros</link>
				<pubDate>Thu, 08 Feb 2024 15:29:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/?p=326</guid>
						<description><![CDATA[Foi publicado, no periódico The Anatomical Record, um artigo de Federico L. Agnolín, Fernando E. Novas, Martín D. Ezcurra, Santiago Miner, Rodrigo Temp Müller que reavalia a postura e locomoção do Lagerpeton chanarensis, um réptil do Triássico da Argentina. Por muitos anos, o Lagerpeton foi considerado um precursor dos dinossauros. Entretanto, recentes interpretações indicaram que [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Foi publicado, no periódico The Anatomical Record, um artigo de Federico L. Agnolín, Fernando E. Novas, Martín D. Ezcurra, Santiago Miner, Rodrigo Temp Müller que reavalia a postura e locomoção do Lagerpeton chanarensis, um réptil do Triássico da Argentina.</p>
[caption id="attachment_327" align="alignright" width="389"]<img class="wp-image-327" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2024/02/Projeto-Femur-Lagerpeton-300x300.jpeg" alt="" width="389" height="389" /> Ilustração por Johnny Pauly Vieira[/caption]
<p>Por muitos anos, o Lagerpeton foi considerado um precursor dos dinossauros. Entretanto, recentes interpretações indicaram que ele foi um precursor dos pterossauros, os “répteis voadores da Era Mesozoica”.</p>
<p>Essa nova visão sobre esse pequeno réptil levantou questões sobre sua biologia e comportamento. Acreditava-se que ele tivesse os membros posicionados diretamente<br />abaixo do corpo, assim como os dinossauros. Contudo, no novo estudo, análises osteológicas da região de contato entre o fêmur e a cintura pélvica –acetábulo– indicaram que essa interpretação estava equivocada. Na verdade, a investigação indicou que ele teria os membros posteriores posicionados ao lado do corpo, assim como os lagartos.</p>
<p>A diferente postura pode ter sido vantajosa para um hábito de vida arborícola, facilitando a movimentação rente aos troncos de árvores. Análises envolvendo outros precursores dos pterossauros ainda deverão ser conduzidas, mas ao que tudo indica, é provável que essa postura também tivesse sido adotada por outras formas aparentadas.</p>
<p>A nova interpretação reforça a ideia de que os ornitodiros basais –répteis precursores dos dinossauros e pterossauros– foram muito diversos eco- e morfologicamente.</p>
<p>• Para saber mais sobre a pesquisa acesse <a href="https://doi.org/10.1002/ar.25389">aqui o artigo</a> publicado no periódico científico.<br /><br /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Uma mordida impressionante: cientistas da UFSM recriam o hábito de caça de um predador extinto há mais de 230 milhões de anos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/2024/02/06/uma-mordida-impressionante-cientistas-da-ufsm-recriam-o-habito-de-caca-de-um-predador-extinto-ha-mais-de-230-milhoes-de-anos</link>
				<pubDate>Tue, 06 Feb 2024 12:46:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/?p=325</guid>
						<description><![CDATA[Compreender os hábitos de vida de animais que há muito tempo desapareceram de nosso planeta é um desafio que intriga paleontólogos há séculos. Isso porque esses cientistas têm nos ossos fossilizados sua única evidência para reconstruir a história de vida desses seres do passado. Isso não impediu uma equipe de pesquisadores gaúchos de investigar a fundo os hábitos [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Compreender os <strong>hábitos de vida de animais que há muito tempo desapareceram de nosso planeta</strong> é um desafio que intriga paleontólogos há séculos. Isso porque esses cientistas têm nos <strong>ossos fossilizados sua única evidência para reconstruir a história de vida desses seres do passado.</strong></p>
<p>Isso não impediu uma equipe de pesquisadores gaúchos de investigar a fundo os hábitos alimentares de um animal extinto há mais de <strong>230 milhões de anos.</strong> Usando tecnologias avançadas e a criatividade, especialistas da<strong> Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e da Universidade Federal do Pampa (Unipampa)</strong> reconstruíram o hábito alimentar da espécie Proterochampsa nodosa, um réptil que viveu no Rio Grande do Sul há cerca de 230 milhões de anos. <strong>Descoberto há mais de 40 anosno município de Candelária,</strong> esta é a primeira vez que o animal é submetido a análises biomecânicas, em um estudo inédito.</p>
[caption id="" align="aligncenter" width="787"]<img src="https://suitacdn.cloud-bricks.net/fotos/899937/file/desktop/Figura-3-modelo-de-elementos-finitos-768x466.jpg?1707075100" alt="Uma mordida impressionante: cientistas da UFSM recriam o hábito de caça de um predador extinto há mais de 230 milhões de anos" width="787" height="477" /> Simulação da mordida de “Proterochampsa nodosa”. À esquerda, distribuição dos esforços na mandíbula do animal. As cores mais claras indicam os locais onde os esforços mecânicos se concentravam, quando o animal desferia sua mordida com força máxima. À direita, reconstrução artística do animal em vida, por Márcio L. Castro[/caption]
<p>– Os proterocâmpsios são animais curiosos, porque seu crânio lembra muito o dos atuais jacarés e crocodilos, apesar de não terem nenhum tipo de parentesco evolutivo. O interessante, contudo, é que eles adquiriram essa morfologia antes de os primeiros crocodilos aparecerem em nosso planeta ​– explica Daniel Simão de Oliveira, do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Animal da UFSM, que liderou o estudo. </p>
[caption id="" align="aligncenter" width="1024"]<img src="https://suitacdn.cloud-bricks.net/fotos/899936/file/desktop/Figura-4-cena_Proterochampsa-768x405.jpg?1707075083" alt="" width="1024" height="540" /> Na reconstrução de Márcio L. Castro, uma dupla de Proterochampsa às margens de um rio, há 230 milhões de anos.[/caption]
<p>Foi essa aparente semelhança que inspirou o <a href="https://anatomypubs.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/ar.25380?af=R"><strong>estudo publicado no periódico norte-americano The Anatomical Record</strong></a><strong>. </strong>No trabalho, os cientistas reconstruíram a morfologia do crânio e da mandíbula do animal, e identificaram os pontos onde a musculatura se alojava. Isso permitiu que eles estimassem, músculo a músculo, a força com a qual o animal era capaz de morder suas presas.</p>
<p>– Foi um processo longo. O primeiro passo envolveu tomografar os ossos do crânio do animal, e isolar os elementos digitalmente, para criar um modelo virtual do crânio. Foi a partir desse modelo que pudemos então reconstruir a musculatura do animal</p>
<p>A partir dos modelos gerados, os pesquisadores <strong>estudaram a mordida do animal utilizando softwares de simulação virtual. </strong>Com base em tecnologias empregadas na Engenharia Mecânica, os cientistas puderam, pela primeira vez, analisar como a ação dos músculos impactava o crânio da espécie.</p>
<p>– Foi realizada uma análise biomecânica do crânio, usando técnicas numéricas. Aplicando virtualmente as forças dos músculos sobre os ossos da mandíbula, fomos capazes de estimar os esforços mecânicos experimentados pela estrutura óssea do animal, em diversos cenários de mordida – ” explica o professor Tiago dos Santos, do Departamento de Engenharia Mecânica da UFSM, que participou do estudo. </p>
<p>Entre as descobertas, os cientistas desvendaram que <strong>o animal era capaz de desferir mordidas poderosas,</strong> comparáveis a dos aligátores modernos. </p>
<p>– Esse olhar multidisciplinar é um aspecto interessante do nosso trabalho. Unindo especialistas de diferentes áreas, da Biologia à Engenharia, conseguimos ver o Proterochampsa de uma forma que ninguém havia visto antes. Em uma época em que os dinossauros estavam recém surgindo em nosso planeta, já tínhamos um animal capaz de subjugar suas presas com uma mordida impressionante ” – avalia o paleontólogo Flávio Pretto, do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (Cappa) da UFSM. </p>
<p>Comparando os modelos a animais viventes com morfologias similares, como o aligátor americano e o gavial-da-malásia, os pesquisadores compararam a performance de suas mordidas.</p>
<p>– A evolução por vezes gera animais com morfologias similares. É um fenômeno que conhecemos como Convergência Evolutiva, que frequentemente vemos no registro fóssil. A pergunta por trás disso é: será que por terem a mesma forma, esses animais se comportavam de maneira similar? – Questiona o professor Felipe Pinheiro, do Laboratório de Paleobiologia da Unipampa.</p>
<p>A <strong>resposta</strong> é que, ainda que fossem capazes de gerar forças de mordida poderosas, os proterocâmpsios <strong>sobrecarregavam sua mandíbula com esforços mecânicos consideráveis </strong>– muito maior que o sofrido por animais viventes – o que aponta que talvez esse não fosse um hábito usual daqueles animais.</p>
<p>– Talvez o Proterochampsa guardasse sua mordida poderosa para ocasiões especiais, de modo a poupar sua estrutura de eventuais lesões. Provavelmente fosse um animal generalista, e caçasse desde presas pequenas, até animais maiores, da mesma forma que fazem os jacarés atuais – conclui Daniel.</p>
<p>Na simulação abaixo, <strong>os pesquisadores reconstruíram a distribuição de esforços mecânicos </strong>(áreas com cores quentes), e a deformação sofrida pela mandíbula de Proterochampsa nodosa. No estudo, os pesquisadores simularam diferentes tipos de mordida, testando a performance do animal em vários cenários hipotéticos. <img class="alignright" src="https://suitacdn.cloud-bricks.net/fotos/899939/file/desktop/onnnn.jpg?1707075152" width="618" height="412" /></p>
<p>– Essa é a beleza e a dor-de-cabeça da Paleontologia. Enquanto os zoólogos podem observar o comportamento dos animais que estudam diretamente na natureza, na Paleontologia, precisamos dar uma volta um pouquinho mais longa, e usar da ciência e da criatividade que temos à disposição para tentar reconstruir o passado remoto da melhor maneira possível. É um desafio definitivamente instigante – afirma Flávio.</p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CAPPA organiza o Paleodia da Quarta Colônia, edição 2023</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/2023/10/25/cappa-organiza-o-paleodia-da-quarta-colonia-edicao-2023</link>
				<pubDate>Wed, 25 Oct 2023 18:30:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/?p=322</guid>
						<description><![CDATA[O Paleodia da Quarta Colônia 2023 vem aí! No dia 11 de novembro de 2023, a partir das 15h, o CAPPA sedia mais uma edição do Paleodia da Quarta Colônia. O evento vem sendo realizado desde o ano de 2017, sendo que na última edição contou com um público estimado em 1500 pessoas (aproximadamente). Dentre [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Paleodia da Quarta Colônia 2023 vem aí! <img class="size-medium wp-image-324 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2023/10/PALEODIA-A4-1-215x300.jpg" alt="" width="215" height="300" /></p>
<p>No dia<strong> 11 de novembro de 2023</strong>, a partir das 15h, o CAPPA sedia mais uma edição do Paleodia da Quarta Colônia. O evento vem sendo realizado desde o ano de 2017, sendo que na última edição contou com um público estimado em 1500 pessoas (aproximadamente).</p>
<p>Dentre as atividades previstas estão: visita à Mostra Paleontológica, caça ao fóssil (simulação de escavação paleontológica), teatro de fantoches, e muito mais!</p>
<p>Venha se divertir com sua família! Traga cadeira! Haverá distribuição de erva e água quente.</p>
<p>O Paleodia é <strong>gratuito</strong> e aberto a toda comunidade (não é necessária inscrição prévia).</p>
<ul>
<li><em>Quando?</em> Dia 11/11/2023 (sábado), a partir das 15h;</li>
<li><em>Onde:</em> CAPPA – Rua Maximiliano Vizzotto, 598, São João do Polêsine</li>
</ul>
<p>Mais informações podem ser obtidas pelo WhatsApp (55) 99974-1090.</p>
<p>Realização: CAPPA / PRE / CCNE (Universidade Federal de Santa Maria); Quarta Colônia Geoparque Mundial da Unesco;</p>
<p>Apoio: CONDESUS; Prefeitura Municipal de S. João do Polêsine; Sicredi Agência S. J. do Polêsine</p>
<p>-</p>
<p><span style="color: #ff0000"><strong>IMPORTANTE: </strong><span style="color: #000000">Havendo previsão de chuva para o dia 11, ou muita chuva na semana que antecede o evento, o mesmo poderá ser adiado.</span></span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Novo réptil da Quarta Colônia é capa da Nature</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/2023/08/16/novo-reptil-da-quarta-colonia-e-capa-da-nature</link>
				<pubDate>Wed, 16 Aug 2023 18:23:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/?p=310</guid>
						<description><![CDATA[Estudo liderado pelo paleontólogo do CAPPA/UFSM Rodrigo Temp Müller foi capa da Nature, o maior periódico cientifico do mundo. No estudo, um grupo de pesquisadores de diferentes países apresenta um fóssil que lança luz sobre a anatomia, biologia, ecologia e evolução dos precursores dos  dinossauros e pterossauros. Também participou da pesquisa o aluno de doutorado [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_311" align="alignright" width="225"]<img class="wp-image-311 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2023/08/WhatsApp-Image-2023-08-16-at-14.26.59-225x300.jpeg" alt="" width="225" height="300" /> Capa revista Nature.[/caption]
<p>Estudo liderado pelo paleontólogo do <strong>CAPPA/UFSM Rodrigo Temp Müller</strong> foi capa da <strong>Nature, o maior periódico cientifico do mundo.</strong> No estudo, um grupo de pesquisadores de diferentes países apresenta um fóssil que lança luz sobre a anatomia, biologia, ecologia e evolução dos precursores dos  dinossauros e pterossauros. Também participou da pesquisa o aluno de doutorado do PPG em Biodiversidade Animal da UFSM<strong> Maurício Garcia</strong>.</p>
[caption id="attachment_313" align="alignleft" width="300"]<img class="wp-image-313 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2023/08/Venetoraptor-gassenae-em-vida-por-Caio-Fantini-1-300x214.jpeg" alt="" width="300" height="214" /> Venetoraptor gassenae em vida (por Caio Fantini)[/caption]
<p>A nova espécie foi descoberta em São João do Polêsine e recebeu o nome de <em>Venetoraptor gassenae.</em> O réptil precursor dos pterossauros carrega uma combinação de características incomuns, como um bico raptorial e mãos proporcionalmente grandes que são munidas de garras longas e afiadas. Com aproximadamente 1 metro de comprimento, viveu por volta de 230 milhões de anos atrás e pertence a um grupo extinto chamado de Lagerpetidae. Esses animais são considerados os parentes mais próximos dos pterossauros, os répteis voadores que dividiram a Terra com os dinossauros. Porém, diferente dos pterossauros, o <em>Venetoraptor gassenae</em> e os outros lagerpetídeos não foram capazes de voar.</p>
[caption id="attachment_315" align="alignright" width="300"]<img class="wp-image-315 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2023/08/Reconstrucao-do-esqueleto-do-Venetoraptor-1-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /> Reconstrução do esqueleto do Venetoraptor[/caption]
<p><em style="font-size: revert;color: initial">“Venetoraptor”</em><span style="font-size: revert;color: initial"> significa o raptor de Vale Vêneto, em referência a uma </span><span style="font-size: revert;color: initial">localidade turística chamada de “Vale Vêneto” no município de São João do Polêsine. </span><span style="font-size: revert;color: initial">Já o nome “</span><em style="font-size: revert;color: initial">gassenae</em><span style="font-size: revert;color: initial">” faz uma homenagem a senhora Valserina Maria Bulegon Gassen, </span><span style="font-size: revert;color: initial">uma das principais responsáveis pela criação do Centro de Apoio à Pesquisa </span><span style="font-size: revert;color: initial">Paleontológica da Quarta Colônia (CAPPA/UFSM), local em que o fóssil está </span>depositado. <em>Venetoraptor gassenae</em> é um dos precursores dos pterossauros mais informativos já descobertos, permitindo, pela primeira vez, um olhar mais detalhado na face desses répteis enigmáticos. O bico raptorial incomum antecede àquele dos dinossauros em aproximadamente 80 milhões de anos. Em aves modernas, bicos semelhantes são atribuídos a diversas funções, como rasgar carne ou o consumo de forma de foice, o bico pode ter sido usado para lidar com potenciais presas. Além disso, as garras podem ter ajudado o <em>Venetoraptor gassenae</em> a escalar árvores. Pesando entre 4 a 8 quilogramas, o animal locomovia-se adotando uma postura bípede, tendo as mãos livres para manusear presas ou escalar árvores.</p>
<p>Combinando dados de fósseis de diversos lugares do mundo, os pesquisadores foram capazes de observar que a variedade de formas dos precursores dos dinossauros e pterossauros foi muito maior do que se imaginava. Essa alta diversidade indica que a linhagem que originou os dinossauros e pterossauros passou por um primeiro grande pulso de diversificação antes do estabelecimento dos répteis mais famosos da Era Mesozoica. Desta maneira, o sucesso evolutivo dos dinossauros e pterossauros foi resultado da sobrevivência diferencial em meio a um conjunto mais amplo de variação<br />ecológica e morfológica. </p>
[caption id="attachment_316" align="alignright" width="300"]<img class="wp-image-316 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2023/08/Paleontologo-com-a-reconstrucao-do-Venetoraptor-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /> Paleontólogo do CAPPA, Rodrigo Temp Müller, com a reconstrução do esqueleto do Venetoraptor.[/caption]
<p>• Participaram do estudo pesquisadores da UFSM, UFRJ, Museo Argentino de Ciencias Naturales “Bernardino Rivadavia” e Virginia Tech. O estudo recebeu financiamento do CNPq FAPERGS, CAPES, FAPERJ, Agencia Nacional de Promoción Científica y Técnica e Paleontological Society.<br />• Créditos das imagens: ilustração de Venetoraptor gassenae em vida por Caio Fantini; fotografias por Janaína Brand Dillmann.</p>
<p> </p>
<p>A artigo completo na Nature pode ser acessado aqui:</p>
<p><a href="https://www.nature.com/articles/s41586-023-06359-z">https://www.nature.com/articles/s41586-023-06359-z</a></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Novo estudo: ouvido dos roedores revela parentesco!</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/2023/08/15/novo-estudo-ouvido-dos-roedores-revela-parentesco</link>
				<pubDate>Tue, 15 Aug 2023 11:56:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/?p=306</guid>
						<description><![CDATA[Você sabia que o ouvido interno dos animais pode fornecer informações sobre suas relações de parentesco? Em um recente estudo publicado no periódico Journal of Mammalian Evolution, foi analisada a variação de características presentes no ouvido interno de roedores com o objetivo de compreender melhor as afinidades filogenéticas de formas extintas e intrigantes que habitaram [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Você sabia que o ouvido interno dos animais pode fornecer informações sobre suas relações de parentesco?</p>
<p>Em um recente estudo publicado no periódico Journal of Mammalian Evolution, foi analisada a variação de características presentes no ouvido interno de roedores com o objetivo de compreender melhor as afinidades filogenéticas de formas extintas e intrigantes que habitaram o Caribe durante o Pleistoceno e Holoceno.</p>
[caption id="attachment_308" align="alignright" width="319"]<img class="wp-image-308 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2023/08/11-300x279.jpg" alt="" width="319" height="296" /> Análise de componentes principais (PCA) da forma do ouvido interno de roedores Caviomorpha.[/caption]
<p>O estudo, conduzido por Léa Da Cunha e uma equipe internacional de cientistas, contou com a participação de <strong>Leonardo Kerber, do CAPPA/UFSM.</strong> A partir desse estudo, os autores puderam inferir que duas espécies extintas que habitaram a região caribenha têm afinidade com os Chinchilloidea, um grupo que inclui as chinchilas. Além disso, uma terceira espécie ainda apresenta certa complexidade, podendo estar relacionada tanto aos chinchilloideos quanto aos octodotoideos, um grupo que engloba os ratos-espinhosos e os tuco-tucos.</p>
<p> </p>
<p>Acesse o artigo na íntegra <a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s10914-023-09675-3">aqui</a></p>
[caption id="attachment_309" align="alignnone" width="351"]<img class="wp-image-309" style="color: initial" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2023/08/WhatsApp-Image-2023-08-14-at-08.57.45-1-300x287.jpeg" alt="" width="351" height="336" /> Filogenia e diversidade morfológica do ouvido interno de roedores caviomorfos[/caption]
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Descoberta inesperada a partir de fóssil de dinossauro escavado há 25 anos em São Martinho da Serra</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/2023/07/14/descoberta-inesperada-a-partir-de-fossil-de-dinossauro-escavado-ha-25-anos-em-sao-martinho-da-serra</link>
				<pubDate>Fri, 14 Jul 2023 12:02:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/?p=302</guid>
						<description><![CDATA[No artigo publicado no periódico The Anatomical Record, os paleontólogos do CAPPA e da UFSM Rodrigo Temp Müller, Maurício S. Garcia, Fabiula P. de Bem, Lísie V. S. Damke, André O. Fonseca e Átila A. S. da Rosa revelam uma descoberta inesperada sobre o Unaysaurus tolentinoi, um dinossauro sauropodomorfo do Triássico Superior do Sul do [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_303" align="alignright" width="311"]<img class="wp-image-303 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2023/07/Filhote-1-300x300.jpeg" alt="" width="311" height="311" /> Ilustração do grupo de Unaysaurus: Caetano Soares[/caption]
<p>No artigo publicado no periódico The Anatomical Record, os <strong>paleontólogos do CAPPA e da UFSM</strong> Rodrigo Temp Müller, Maurício S. Garcia, Fabiula P. de Bem, Lísie V. S. Damke, André O. Fonseca e Átila A. S. da Rosa revelam uma descoberta inesperada sobre o <em>Unaysaurus tolentinoi</em>, um dinossauro sauropodomorfo do Triássico Superior do Sul do Brasil.</p>
<p>Em 1998, a equipe da UFSM escavou restos fósseis de um dinossauro em São Martinho da Serra. O dinossauro foi batizado em 2004 como <em>Unaysaurus tolentinoi</em>. Contudo, havia algo escondido entre os restos do dinossauro que não foi notado até o início de 2023. Analisando esses materiais, o paleontólogo do CAPPA Rodrigo Temp Müller notou algo inesperado. Em meio a alguns materiais fragmentários, deparou-se com ossos muito pequenos que não poderiam pertencer ao dinossauro. Um estudo minucioso da anatomia desses novos fósseis revelou que eles pertenceram a um <em>Unaysaurus tolentinoi </em>juvenil. O animal teria metade do tamanho do primeiro fóssil da espécie. Como os dois indivíduos estavam associados, a descoberta revela que esses dinossauros podem ter vivido em grupos compostos por indivíduos de diferentes estágios de desenvolvimento.</p>
[caption id="attachment_305" align="aligncenter" width="300"]<img class="wp-image-305 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2023/07/Comparacao-entre-os-fosseis-do-inviduo-adulto-e-o-juvenil-de-Unaysaurus-com-destaque-para-as-garas-por-Rodrigo-Temp-Muller-2-1-1-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" /> Comparação entre os fósseis do indivíduo adulto e juvenil[/caption]
<p>Link para o artigo: https://doi.org/10.1002/ar.25285</p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>De galho em galho: Lagerpetidae e a origem dos pterossauros</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/2023/07/14/de-galho-em-galho-lagerpetidae-e-a-origem-dos-pterossauros</link>
				<pubDate>Fri, 14 Jul 2023 11:55:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/?p=300</guid>
						<description><![CDATA[Os pterossauros, répteis alados que surgiram no Triássico e se diversificaram no Jurássico e Cretáceo, foram os primeiros vertebrados a conquistar o voo ativo. No entanto, ainda há uma considerável lacuna entre os primeiros pterossauros preservados no registro fóssil e seus parentes mais próximos. Mas não se preocupe, vamos explorar essa intrigante questão juntos! No [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_301" align="alignright" width="383"]<img class="wp-image-301 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2023/07/ixalepertonpaper2-300x170.jpg" alt="" width="383" height="217" /> Créditos da imagem: Johnny Pauly Vieira[/caption]
<p>Os pterossauros, répteis alados que surgiram no Triássico e se diversificaram no Jurássico e Cretáceo, foram os primeiros vertebrados a conquistar o voo ativo. No entanto, ainda há uma considerável lacuna entre os primeiros pterossauros preservados no registro fóssil e seus parentes mais próximos. Mas não se preocupe, vamos explorar essa intrigante questão juntos!</p>
<p>No artigo publicado na revista Paleodest, encabeçado por João Lucas da Silva e outros pesquisadores da Universidade Federal do Pampa (Campus São Gabriel), juntamente com o aluno de <strong>Doutorado do PPGBA-CAPPA/UFSM Maurício Garcia</strong>, apresentamos uma revisão das diferentes propostas filogenéticas para a origem dos pterossauros. A Hipótese Dinosauromorpha-Pterosauromorpha é frequentemente discutida, mas a lacuna morfológica ainda persiste e é aqui que os lagerpetídeos entram em cena! </p>
<p>Lagerpetidae, um grupo de pequenos répteis encontrados no Triássico Superior da América do Norte, Brasil, Argentina e Madagascar, tem desempenhado um papel crucial na compreensão da origem dos pterossauros. Descobertas recentes revelaram a presença de dentição insetívora nos lagerpetídeos, assim como nos pterossauros triássicos. Isso sugere que a alimentação à base de insetos pode ter sido uma força motriz para a evolução do voo em Pterosauria, abrindo asas para a conquista dos céus pelos pterossauros. </p>
<p>Autores: João Lucas da Silva (UNIPAMPA), Felipe Lima Pinheiro (UNIPAMPA), Mateus Anilson Costa Santos (UNIPAMPA), <strong>Maurício Garcia (CAPPA/UFSM</strong>).</p>
<p>Acesse o estudo: https://sbpbrasil.org/publications/index.php/paleodest/article/view/320/150</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Uma nova peça no quebra-cabeça da evolução dos primatas sul-americanos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/2023/07/14/uma-nova-peca-no-quebra-cabeca-da-evolucao-dos-primatas-sul-americanos</link>
				<pubDate>Fri, 14 Jul 2023 11:50:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/?p=298</guid>
						<description><![CDATA[Paleontólogos e geólogos do Brasil (incluindo Leonardo Kerber, do CAPPA/UFSM), da França e da Argentina, descobriram, na Amazônia brasileira, um pequeno primata que está revolucionando o que sabemos sobre as origens dos macacos nas Américas. Revelado através de um único dente fóssil, esse primata fornece informações sobre o tamanho e a dieta dos primeiros macacos [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_299" align="alignright" width="291"]<img class="wp-image-299" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-04-at-09.39.16-232x300.jpeg" alt="" width="291" height="376" /> Imagem: Diego J. Barletta and Jorge A Gonzalez[/caption]
<p>Paleontólogos e geólogos do Brasil (incluindo <strong>Leonardo Kerber, do CAPPA/UFSM</strong>), da França e da Argentina, descobriram, na Amazônia brasileira, um pequeno primata que está revolucionando o que sabemos sobre as origens dos macacos nas Américas. Revelado através de um único dente fóssil, esse primata fornece informações sobre o <strong>tamanho e a dieta dos primeiros macacos</strong> que colonizaram a América do Sul, provenientes da África, há mais de 35 milhões de anos.</p>
<p>O estudo foi publicado nesta segunda-feira (3) na revista Proceedings of the National Academy of Sciences USA (Biological sciences – Evolution). Batizado de <strong>Ashaninkacebus simpsoni</strong>, seu nome é dedicado às comunidades nativas Ashaninka que vivem na região e ao famoso paleontólogo evolucionista George G. Simpson, que, juntamente com o paleontólogo Llewellyn Ivor Price, foi pioneiro na pesquisa paleontológica no Rio Juruá na década de 1950.</p>
<p>Ashaninkacebus desafia as concepções acerca da origem dos macacos do Novo Mundo, pois sua análise sugere que um terceiro grupo de primatas antropoides participou da colonização da América do Sul. Um fato que surpreendeu os pesquisadores é que os dentes desse novo primata são muito mais próximos morfologicamente daqueles de formas primitivas do sul da Ásia, os Eosimiidae, e não dos primatas africanos previamente considerados.</p>
<p>Acesse o estudo: https://www.pnas.org/doi/10.1073/pnas.2301338120</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CONDESUS abre seleção de estagiários para atuação no CAPPA</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/2023/06/21/condesus-abre-selecao-de-estagiarios-para-atuacao-no-cappa</link>
				<pubDate>Wed, 21 Jun 2023 12:14:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/?p=296</guid>
						<description><![CDATA[O Consórcio de Desenvolvimento Sustentável da Quarta Colônia (CONDESUS) está selecionando 2 estagiários(as) para atuar no CAPPA, em São João do Polêsine. Quem pode se inscrever? Alunos regularmente matriculados em: Curso de Graduação (Geografia ou Ciências Biológicas); Pós-Graduação em Biodiversidade Animal ou Pós-Graduação em Patrimônio Cultural; Carga horária: 12h semanais, a serem executadas majoritariamente aos [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Consórcio de Desenvolvimento Sustentável da Quarta Colônia (CONDESUS) está selecionando 2 estagiários(as) para atuar no CAPPA, em São João do Polêsine.</p>
<p><strong>Quem pode se inscrever?</strong></p>
<p>Alunos regularmente matriculados em:</p>
<ul>
<li>Curso de Graduação (Geografia ou Ciências Biológicas);</li>
<li>Pós-Graduação em Biodiversidade Animal ou Pós-Graduação em Patrimônio Cultural;</li>
</ul>
<p><strong>Carga horária:</strong> 12h semanais, a serem executadas majoritariamente aos sábados, domingos e feriados, mediante escala. Das 9h às 11:30 e das 13:30 às 17h.</p>
<p>Pode haver compensação de horas de segunda a sexta-feira, se estritamente necessário.</p>
<p><strong>Valor pago: </strong>R$ 10,00/hora trabalhada;</p>
<p><strong>Inscrições: até 25/06/2023</strong></p>
<p><strong>Para inscrição, o candidato deverá enviar e-mail para <em>condesus@condesusquartacolonia.com.br</em>, com assunto “interesse em vaga” informando os seguintes dados no corpo do e-mail:</strong></p>
<p><strong>1) Nome completo;</strong><br /><strong>2) Telefone;</strong><br /><strong>3) Curso;</strong><br /><strong>4) Anexar comprovante de matrícula no curso referido, bem como currículo lattes.</strong></p>
<p><strong>Atribuições:</strong> Atendimento a visitantes na Mostra Paleontológica Irmãos Cargnin, do CAPPA/UFSM. O estagiário deverá discorrer sobre paleontologia durante a visita à mostra, dando ênfase aos fósseis descobertos no território do Geoparque Quarta Colônia. Estão em exposição fósseis originais descobertos no território, bem como réplicas que facilitam a compreensão a respeito da anatomia dos organismos. A explanação será aberta a questionamentos durante toda a visita, de modo que possa haver troca de experiências entre as partes. O (a) estagiário (a) receberá treinamento prévio dos paleontólogos do CAPPA/UFSM, que irão ensinar os fundamentos de paleontologia e sobre os fósseis do território.</p>
<p> </p>
<p>Maiores informações podem ser obtidas <a href="http://www.condesusquartacolonia.com.br/noticias/condesus-selecao-estagiarios-para-atuar-no-cappaufsm/260">aqui</a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CAPPA volta a abrir aos finais de semana e feriados</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/2023/05/04/cappa-volta-a-abrir-aos-finais-de-semana-e-feriados</link>
				<pubDate>Thu, 04 May 2023 16:45:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/?p=288</guid>
						<description><![CDATA[A partir do dia 6 de maio, o CAPPA volta a abrir para visitação aos sábados, domingos e feriados! O horário de visitação é das 9h às 11h30min e das 13h30min às 17h. Agendamento: Para grupos de mais de 10 pessoas: solicitamos agendamento prévio para melhor atendê-los. Isso pode ser feito através do WhatsApp (55) [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A partir do dia 6 de maio, o CAPPA volta a abrir para visitação aos <strong>sábados, domingos e feriados</strong>!</p>
<p>O horário de visitação é das 9h às 11h30min e das 13h30min às 17h.</p>
<p><strong>Agendamento:</strong></p>
<ul style="list-style-type: disc">
<li>Para grupos de <strong>mais de 10</strong> <strong>pessoas:</strong> solicitamos agendamento prévio para melhor atendê-los. Isso pode ser feito através do WhatsApp (55) 99974-1090;</li>
<li>Menos de 10 pessoas: não é necessário agendar.</li>
</ul>
<p>Observação: para visita guiada ao CAPPA de segunda a sexta, o agendamento segue sendo obrigatório, independente do número de pessoas.</p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CAPPA atenderá em horário especial no período de férias da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/2023/02/01/cappa-atendera-em-horario-especial-no-periodo-de-ferias-da-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 01 Feb 2023 13:08:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/?p=270</guid>
						<description><![CDATA[Informamos que, de 06 de fevereiro a 17 de março de 2023, o CAPPA estará funcionando em horário especial: das 8h às 14h, sem fechar ao meio-dia. A decisão se baseia nas orientações da Portaria Normativa UFSM N. 056, de 19 de janeiro de 2023, que versa sobre o cumprimento da jornada de trabalho do [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Informamos que, <strong>de 06 de fevereiro a 17 de março de 2023</strong>, o CAPPA estará funcionando em horário especial: das <strong>8h às 14h</strong>, sem fechar ao meio-dia.</p>
<p>A decisão se baseia nas orientações da Portaria Normativa UFSM N. 056, de 19 de janeiro de 2023, que versa sobre o cumprimento da jornada de trabalho do servidores da UFSM no período de férias acadêmicas.</p>
<p>Salientamos que, para melhor atendimento ao público, as visitas guiadas ainda devem ser agendadas através do WhatsApp (55) 99974-1090.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Novo fóssil de um “tataravô” dos mamíferos que viveu junto com os primeiros dinossauros é encontrado no Rio Grande do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/2023/02/01/novo-fossil-de-um-tataravo-dos-mamiferos-que-viveu-junto-com-os-primeiros-dinossauros-e-encontrado-no-rio-grande-do-sul</link>
				<pubDate>Wed, 01 Feb 2023 13:03:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/?p=268</guid>
						<description><![CDATA[Um estudo publicado nesta semana no periódico científico Journal of Mammalian Evolution, descreveu um novo e mais completo espécime de Prozostrodon brasiliensis, descoberto no município de São João do Polêsine, na região central do Rio Grande do Sul. O estudo foi conduzido por pesquisadores do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia (CAPPA/UFSM) [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Um estudo publicado nesta semana no periódico científico Journal of Mammalian Evolution, descreveu um novo e mais completo espécime de Prozostrodon brasiliensis, descoberto no município de São João do Polêsine, na região central do Rio Grande do Sul.</p>
<p>O estudo foi conduzido por pesquisadores do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia (CAPPA/UFSM) e do Museu Argentino de Ciências Naturais.</p>
<p><img class=" wp-image-269 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2023/02/WhatsApp-Image-2023-01-31-at-15.55.52-300x212.jpeg" alt="" width="362" height="256" /></p>
<p>O espécime viveu há cerca de 233 milhões de anos, durante o Período Triássico. Esse pequeno animal pertence à linhagem dos cinodontes, a qual está relacionada à origem e diversificação dos primeiros mamíferos. Um fato que chama atenção dos pesquisadores é a completude do novo espécime: provavelmente, um dos fósseis conhecidos mais completos do mundo para essa idade.</p>
<p>Confira a notícia completa <a href="https://www.ufsm.br/2023/01/30/novo-fossil-de-um-tataravo-dos-mamiferos-que-viveu-junto-com-os-primeiros-dinossauros-e-encontrado-no-rio-grande-do-sul#:~:text=O%20Rio%20Grande%20do%20Sul,dinossauros%20que%20habitaram%20o%20planeta.">aqui</a></p>
<p>Acesse o estudo original: https://link.springer.com/article/10.1007/s10914-022-09648-y</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Visitações aos finais de semana estão suspensas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/2023/01/09/visitacoes-aos-finais-de-semana-estao-suspensas</link>
				<pubDate>Mon, 09 Jan 2023 14:14:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/?p=267</guid>
						<description><![CDATA[Devido ao corte de recursos de bolsas, o CAPPA/UFSM informa que está fechado para visitação aos finais de semana e feriados por tempo indeterminado. Visitas guiadas ainda podem ser agendadas de segunda a sexta-feira, pelo WhatsApp (55) 99974-1090. Assim que a situação for regularizada, a informação será divulgada. Agradecemos a compreensão. Equipe CAPPA/UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Devido ao corte de recursos de bolsas, o CAPPA/UFSM informa que está <strong>fechado</strong> para visitação aos finais de semana e feriados por tempo indeterminado.</p>
<p>Visitas guiadas ainda podem ser agendadas de segunda a sexta-feira, pelo WhatsApp <strong>(55) 99974-1090</strong>.</p>
<p>Assim que a situação for regularizada, a informação será divulgada.</p>
<p>Agradecemos a compreensão.</p>
<p>Equipe CAPPA/UFSM</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CAPPA realizou o Paleodia no última dia 15</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/2022/10/19/cappa-realizou-o-paleodia-no-ultima-dia-15</link>
				<pubDate>Wed, 19 Oct 2022 16:32:35 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/?p=261</guid>
						<description><![CDATA[No dia 15/10 (sábado), o CAPPA (juntamente com Geoparque Quarta Colônia) promoveu o já tradicional evento Paleodia da Quarta Colônia, com apoio da Prefeitura Municipal de São João do Polêsine, CONDESUS e Sicredi São João do Polêsine. As atividades tiveram início às 15h, e foi registrado recorde de público perante as outras edições, sendo estimadas [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>No dia 15/10 (sábado), o CAPPA (juntamente com Geoparque Quarta Colônia) promoveu o já tradicional evento Paleodia da Quarta Colônia, com apoio da Prefeitura Municipal de São João do Polêsine, CONDESUS e Sicredi São João do Polêsine. <img class="size-medium wp-image-263 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2022/10/IMG_8860-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />As atividades tiveram início às 15h, e foi registrado recorde de público perante as outras edições, sendo estimadas cerca de 1500 pessoas presentes.  </p>
<p>O Paleodia busca trazer um ambiente não só de diversão, mas também de compartilhamento de conhecimento científico de modo acessível a todos os presentes.</p>
<p>Durante o evento, foi possível visitar a Mostra Paleontológica, que está de cara nova, além de aproveitar outras atividades, como: brinquedos infláveis, atividades lúdicas, observação de aves ("Olha o Passarinho"), caça ao fóssil (simulação de escavação paleontológica), teatro de fantoches, passeio local com Arturismo (parceiro do Geoparque QC) e pintura facial. <img class="size-medium wp-image-264 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2022/10/IMG_8853-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></p>
<p>O evento também contou com a presença de quatro laboratórios do CCNE: Lab. de Ecologia Teórica e Aplicada, Lab. de Herpetologia, Lab. de Macroecologia e Conservação Marinha e Lab. de Sistemática, Entomologia e Geografia (UFSM), que apresentaram o trabalho desenvolvido pelo grupo. Além disso, tivemos a participação do Museu Paleontológico e Arqueológico Prof. Walter Ilha, representado pela Diretora Francis Silveira, que trouxe peças do museu.</p>
<p>Além de se divertir e aprender mais sobre Paleontologia, também foi possível conhecer e adquirir produtos dos parceiros do Geoparque Quarta Colônia, como guloseimas e artesanato.<br /><img class=" wp-image-265 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2022/10/DSC_0362-300x241.jpg" alt="" width="271" height="218" /><img class="size-medium wp-image-266 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2022/10/DSC_0360-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CAPPA promove o evento Paleodia da Quarta Colônia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/2022/09/14/cappa-promove-o-evento-paleodia-da-quarta-colonia</link>
				<pubDate>Wed, 14 Sep 2022 14:29:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/?p=258</guid>
						<description><![CDATA[Está marcado para dia 15 de outubro de 2022 o já tradicional evento Paleodia da Quarta Colônia, em sua 4ª edição presencial. O evento é uma promoção do CAPPA/UFSM e Geoparque Quarta Colônia, e conta com apoio da Prefeitura Municipal de São João do Polêsine, CONDESUS e Sicredi (agência São João do Polêsine). Dentre as atividades previstas [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Está marcado para dia <strong>15 de outubro de 2022</strong> o já tradicional evento <strong>Paleodia da Quarta Colônia, </strong>em sua 4ª edição presencial.</p>
<p>O evento é uma promoção do CAPPA/UFSM e Geoparque Quarta Colônia, e conta com apoio da Prefeitura Municipal de São João do Polêsine, CONDESUS e Sicredi (agência São João do Polêsine). <img class=" wp-image-260 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2022/09/WhatsApp-Image-2022-09-13-at-10.37.38-1-300x300.jpeg" alt="" width="342" height="342" /></p>
<p>Dentre as atividades previstas estão: visita à Mostra Paleontológica, inauguração de novas atrações, caça ao fóssil, teatro de fantoches, trilha guiada, atividades lúdicas, e muito mais!</p>
<p>Traga sua família e venha se divertir! O evento é <strong>gratuito</strong> e aberto a toda comunidade.</p>
<ul style="list-style-type: disc">
<li><em>Quando?</em> Dia 15/10/2022 (sábado), a partir das 15h;</li>
<li><em>Onde:</em> CAPPA - Rua Maximiliano Vizzotto, 598, São João do Polêsine</li>
</ul>
<p> </p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CAPPA volta a abrir aos finais de semana</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/2022/08/31/cappa-volta-a-abrir-aos-finais-de-semana</link>
				<pubDate>Wed, 31 Aug 2022 17:08:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/?p=257</guid>
						<description><![CDATA[O CAPPA &#8211; Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica voltou a abrir as portas para visitantes aos sábados e domingos! Nesses dias, o agendamento não é necessário, mas é importante atentar aos horários de início das visitas guiadas, sendo: MANHÃ: 9h, 10h e 11h TARDE: 13h30min, 14h30min, 15h30min e 16h30min ____________________________ De segunda a sexta, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O CAPPA - Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica voltou a abrir as portas para visitantes aos <strong>sábados e domingos</strong>!</p>
<p>Nesses dias, o agendamento não é necessário, mas é importante atentar aos horários de início das visitas guiadas, sendo:</p>
<ul style="list-style-type: circle">
<li>MANHÃ: 9h, 10h e 11h</li>
<li>TARDE: 13h30min, 14h30min, 15h30min e 16h30min</li>
</ul>
<p>____________________________</p>
<p>De segunda a sexta, o agendamento segue sendo obrigatório, e deve ser feito pelo fone/whats:</p>
<p>(55) 99974-1090.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Livro sobre os dinossauros sauropodomorfos da América do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/2022/05/12/221</link>
				<pubDate>Thu, 12 May 2022 19:59:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[drops]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa/?p=221</guid>
						<description><![CDATA[Livro sobre os dinossauros sauropodomorfos da América do Sul ​Foi publicado o livro “South American Sauropodomorph Dinosaurs” organizado pelos paleontólogos Dr. Alejandro Otero, Dr. José L. Carballido e Dr. Diego Pol. O livro é dividido em vários capítulos que sintetizam a diversidade dos sauropodomorfos na América do Sul, incluindo dados sobre suas distribuições geográficas e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Livro sobre os dinossauros sauropodomorfos da América do Sul<br /><br />​Foi publicado o livro “South American Sauropodomorph Dinosaurs” organizado pelos paleontólogos Dr. Alejandro Otero, Dr. José L. Carballido e Dr. Diego Pol. O livro é dividido em vários capítulos que sintetizam a diversidade dos sauropodomorfos na América do Sul, incluindo dados sobre suas distribuições geográficas e estratigráficas, afinidades filogenéticas, paleobiologia, tafonomia e comportamento.<br />​<br />Um dos capítulos conta com a participação do paleontólogo do CAPPA/UFSM Dr. Rodrigo Temp Müller. No capítulo, uma equipe de paleontólogos brasileiros e argentinos explora a taxonomia, as afinidades filogenéticas e a disparidade morfológica dos mais antigos dinossauros sauropodomorfos que se tem registro. Muitos destes sauropodomorfos foram descobertos no território do Geoparque Quarta Colônia Aspirante UNESCO.<br /><br /><span class="pq6dq46d tbxw36s4 knj5qynh kvgmc6g5 ditlmg2l oygrvhab nvdbi5me sf5mxxl7 gl3lb2sf hhz5lgdu"><img src="https://static.xx.fbcdn.net/images/emoji.php/v9/td3/1.5/16/25aa.png" alt="▪️" width="16" height="16" /></span>Link para o capítulo: <a class="oajrlxb2 g5ia77u1 qu0x051f esr5mh6w e9989ue4 r7d6kgcz rq0escxv nhd2j8a9 nc684nl6 p7hjln8o kvgmc6g5 cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x jb3vyjys rz4wbd8a qt6c0cv9 a8nywdso i1ao9s8h esuyzwwr f1sip0of lzcic4wl gpro0wi8 py34i1dx" role="link" href="https://link.springer.com/chapter/10.1007/978-3-030-95959-3_1?fbclid=IwAR3mY-T_RQgXF31mtt5Hio8BFrhg6gwVN4XJjvQ_HHQVXsrTqS77LJ6FRgc" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://link.springer.com/cha.../10.1007/978-3-030-95959-3_1</a><br /><br /><span class="pq6dq46d tbxw36s4 knj5qynh kvgmc6g5 ditlmg2l oygrvhab nvdbi5me sf5mxxl7 gl3lb2sf hhz5lgdu"><img src="https://static.xx.fbcdn.net/images/emoji.php/v9/td3/1.5/16/25aa.png" alt="▪️" width="16" height="16" /></span>Ilustração por Márcio L. Castro @marciolcastro ; fotografias por Rodrigo Temp Müller</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/419/2022/05/279279776_421094943349614_8087168393773791532_n-1024x608.jpg" alt="" class="wp-image-222" /></figure>
<!-- /wp:image -->]]></content:encoded>
													</item>
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