{"id":2646,"date":"2022-05-04T11:56:13","date_gmt":"2022-05-04T14:56:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/unidades-universitarias\/ccne\/?p=2646"},"modified":"2022-05-04T11:56:15","modified_gmt":"2022-05-04T14:56:15","slug":"estudo-apresenta-um-novo-reptil-de-225-milhoes-de-anos-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/unidades-universitarias\/ccne\/2022\/05\/04\/estudo-apresenta-um-novo-reptil-de-225-milhoes-de-anos-do-brasil","title":{"rendered":"Estudo apresenta um novo r\u00e9ptil de 225 milh\u00f5es de anos do Brasil"},"content":{"rendered":"\n<h2 style=\"text-align: center\"><em><strong>Maehary bonapartei representa um r\u00e9ptil de pequenas dimens\u00f5es que \u00e9 tido como o mais basal da linha evolutiva que deu origem aos pterossauros. O estudo tamb\u00e9m demonstra que Faxinalipterus minimus, n\u00e3o \u00e9 um r\u00e9ptil alado, ao contr\u00e1rio do que se supunha.\u00a0<\/strong><\/em><\/h2>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-2647 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/369\/2022\/05\/Truck-2.jpg\" alt=\"\" width=\"1017\" height=\"376\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">P<\/span><span style=\"font-weight: 400\">esquisadores da Universidade Federal de Santa Maria, do Museu Nacional da UFRJ, da Universidade Regional do Cariri, da Universidade Federal do Pampa, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e da COPPE\/UFRJ apresentaram, nesta ter\u00e7a-feira (03), um estudo de revis\u00e3o sobre um pequeno r\u00e9ptil denominado <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Faxinalipterus<\/span><\/i> <i><span style=\"font-weight: 400\">minimus<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, proveniente de rochas do Tri\u00e1ssico (cerca de 225 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s) do Rio Grande do Sul. <\/span><span style=\"font-weight: 400\">O estudo <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">\u201cReassessment of Faxinalipterus minimus, a purported Triassic pterosaur from southern Brazil with the description of a new taxon\u201d (Em PT: <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">Reavalia\u00e7\u00e3o de Faxinalipterus minimus, um suposto pterossauro do Tri\u00e1ssico do sul do Brasil com a descri\u00e7\u00e3o de um novo t\u00e1xon\u201d), foi publicado em destaque pela revista <\/span><a href=\"https:\/\/peerj.com\/articles\/13276\/\"><i><span style=\"font-weight: 400\">PeerJ<\/span><\/i><\/a><span style=\"font-weight: 400\">.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><i><span style=\"font-weight: 400\">Faxinalipterus<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> foi descrito h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada (2010), sendo atribu\u00eddo ao grupo Pterosauria, que re\u00fane os primeiros vertebrados a desenvolverem o voo ativo. Originalmente, o f\u00f3ssil de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Faxinalipterus<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> era composto por ossos do esqueleto p\u00f3s-cranial e por uma parte do cr\u00e2nio (uma maxila com dentes), encontrados separadamente em duas expedi\u00e7\u00f5es de campo, ocorridas em 2002 e 2005, no s\u00edtio fossil\u00edfero Linha S\u00e3o Luiz, localizado no munic\u00edpio de Faxinal do Soturno. Assim, n\u00e3o era poss\u00edvel afirmar com certeza se todas as partes pertenceriam a um mesmo tipo de animal. Apesar disso, assumiu-se na \u00e9poca que todos os ossos pertenciam a uma \u00fanica esp\u00e9cie, denominada <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Faxinalipterus minimus<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">.\u00a0<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_2649\" aria-describedby=\"caption-attachment-2649\" style=\"width: 514px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-2649\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/369\/2022\/05\/maehary_cena.jpg\" alt=\"\" width=\"514\" height=\"292\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-2649\" class=\"wp-caption-text\">Maehary em vida. (Ilustra\u00e7\u00e3o: M\u00e1rcio L. Castro)<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">A nova an\u00e1lise de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Faxinalipterus<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, permitiu estabelecer que, de fato, existiam ali duas esp\u00e9cies distintas. Ou seja, a maxila pertenceria a outro animal. Isso foi poss\u00edvel com base na compara\u00e7\u00e3o com um novo f\u00f3ssil encontrado recentemente no mesmo s\u00edtio Linha S\u00e3o Luiz. O novo f\u00f3ssil \u00e9 composto por um cr\u00e2nio incompleto, cuja maxila exibe as mesmas fei\u00e7\u00f5es da maxila atribu\u00edda a <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Faxinalipterus<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, al\u00e9m de partes da mand\u00edbula, partes de uma esc\u00e1pula e de v\u00e9rtebras. Desta forma, a maxila de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Faxinalipterus<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> pode ser incorporada \u00e0 descri\u00e7\u00e3o do novo f\u00f3ssil que recebeu o nome <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Maehary bonapartei<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Para Alexander Kellner, especialista em pterossauros que atualmente dirige o Museu Nacional\/UFRJ, sempre houve uma grande d\u00favida se os dois exemplares atribu\u00eddos ao <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Faxinalipterus<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> representavam uma mesma esp\u00e9cie, e se esta se tratava de um r\u00e9ptil alado. Tendo examinado o exemplar logo ap\u00f3s a publica\u00e7\u00e3o em 2010, ele constatou que diversos ossos poderiam estar mal identificados e viu a falta de caracter\u00edsticas diagn\u00f3sticas dos pterossauros, entre elas a aus\u00eancia de fei\u00e7\u00f5es espec\u00edficas no \u00famero (osso do bra\u00e7o), como uma projetada crista deltopeitoral, que \u00e9 t\u00edpica dos pterossauros.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Borja Holgado do Institut Catal\u00e0 de Paleontologia Miquel Crusafont (Barcelona, Espanha) tamb\u00e9m especialista em pterossauros, analisou o material e concordou com as conclus\u00f5es iniciais. \u201cEstava claro para mim que se trata de um r\u00e9ptil primitivo que n\u00e3o pertencia aos pterossauros, pois n\u00e3o apresentava nenhuma fei\u00e7\u00e3o inequ\u00edvoca dessa linhagem\u201d esclarece, para logo apontar: \u201cMas tamb\u00e9m o conhecimento presente das faunas de finais do Tri\u00e1ssico indica que a disparidade de animais da \u00e9poca na qual datam os primeiros pterossauros era t\u00e3o grande que encontram-se animais que \u00e0 primeira vista poderiam lembrar pterossauros, mas realmente n\u00e3o s\u00e3o. Isso foi o que aconteceu com Faxinalipterus e Maehary\u201d.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">\u201cO material no qual o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Faxinalipterus<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> \u00e9 baseado, \u00e9 muito fr\u00e1gil e muito incompleto. Al\u00e9m disso, partes dos ossos estavam encobertas por rocha, necessitando uma prepara\u00e7\u00e3o mais detalhada\u201d comentou Cesar Schultz, da UFRGS, um dos autores do trabalho de 2010 e da nova pesquisa que acaba de ser publicada.\u00a0<\/span><span style=\"font-weight: 400\">A prepara\u00e7\u00e3o do material original requereu muita experi\u00eancia, e foi realizada no Museu Nacional. \u201cFelizmente tivemos a possibilidade de fotografar em detalhe todo o exemplar\u201d, salientou Orlando Grillo, que teve o cuidado de reproduzir em forma de desenhos cada detalhe anat\u00f4mico dos ossos de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Faxinalipterus<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_2648\" aria-describedby=\"caption-attachment-2648\" style=\"width: 614px\" class=\"wp-caption alignright\"><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-2648\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/369\/2022\/05\/Cranio-de-Maehary.jpg\" alt=\"\" width=\"614\" height=\"411\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-2648\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e2nio do Maehary (Foto: Rodrigo Temp M\u00fcller)<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Foi com ajuda de um tom\u00f3grafo que o enigma foi sendo revelado. \u201cA tomografia computadorizada tem sido uma ferramenta cada vez mais utilizada nos estudos paleontol\u00f3gicos\u201d destaca Ricardo Lopes da COPPE\/UFRJ. \u201c\u00c9 uma an\u00e1lise n\u00e3o-destrutiva que permite a visualiza\u00e7\u00e3o de detalhes anat\u00f4micos ainda recobertos pela rocha sedimentar onde o f\u00f3ssil est\u00e1 preservado\u201d complementa Olga Ara\u00fajo, tamb\u00e9m da COPPE.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">\u201cNo trabalho original de 2010, verificamos que os dentes presentes na maxila de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Faxinalipterus<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> eram muito espa\u00e7ados entre si, o que \u00e9 uma caracter\u00edstica de pterossauros primitivos do Tri\u00e1ssico. Por\u00e9m, a tomografia da maxila demonstrou que os dentes n\u00e3o eram separados, pois muitos dentes haviam sido perdidos na fossiliza\u00e7\u00e3o. Com isso, o padr\u00e3o da denti\u00e7\u00e3o e o pr\u00f3ximo espa\u00e7amento entre os alv\u00e9olos (cavidades onde os dentes se inserem) n\u00e3o eram condizentes com pterossauros,\u201d destaca Marina Soares.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Ap\u00f3s estes estudos, ainda pairava a d\u00favida sobre quem era, afinal, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Faxinalipterus<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">. A solu\u00e7\u00e3o veio a partir do achado de um novo exemplar que havia sido coletado na mesma regi\u00e3o de onde vieram os exemplares de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Faxinalipterus<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">. \u201cColetas sistem\u00e1ticas t\u00eam sido realizadas pelo CAPPA (<\/span><a href=\"https:\/\/www.ufsm.br\/unidades-universitarias\/ccne\/cappa\/\"><span style=\"font-weight: 400\">Centro de Apoio \u00e0 Pesquisa Paleontol\u00f3gica da Quarta Col\u00f4nia<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">), da UFSM, revelando uma s\u00e9rie de novas esp\u00e9cies f\u00f3sseis para o Tri\u00e1ssico do Rio Grande do Sul\u201d comentou Fl\u00e1vio Pretto. No s\u00edtio fossil\u00edfero Linha de S\u00e3o Luiz, no munic\u00edpio de Faxinal do Soturno, j\u00e1 foram encontrados diversos f\u00f3sseis, como parentes pr\u00f3ximos dos mam\u00edferos, dinossauros e outros r\u00e9pteis. A regi\u00e3o onde foram realizadas as escava\u00e7\u00f5es fica localizada no territ\u00f3rio do <\/span><a href=\"https:\/\/www.geoparquequartacolonia.com.br\/home\"><span style=\"font-weight: 400\">Geoparque Quarta Col\u00f4nia Aspirante UNESCO<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">\u201cQuando tivemos acesso ao estudo que estava sendo desenvolvido pela equipe do Museu Nacional, ficou claro que a maxila, at\u00e9 ent\u00e3o referida \u00e0 <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Faxinalipterus<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, era muito similar ao material que a gente estava estudando,\u201d complementou Leonardo Kerber. \u201cDefinitivamente n\u00e3o se tratavam de exemplares de um pterossauro,\u201d refor\u00e7ou Felipe Pinheiro, da UNIPAMPA, pesquisador tamb\u00e9m especialista em r\u00e9pteis alados.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Usando uma base de dados anat\u00f4micos, a equipe estabeleceu que <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Faxinalipterus<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> estaria proximamente relacionado aos lagerpet\u00eddeos, um ramo considerado como grupo-irm\u00e3o de Pterosauria em estudos mais recentes. Juntos, lagerpet\u00eddeos e pterossauros formam um grupo mais abrangente denominado Pterosauromorpha. Neste contexto, a nova esp\u00e9cie <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Maehary bonapartei<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> foi posicionada como o membro mais primitivo dentro de Pterosauromorpha. &#8220;Isto \u00e9, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Faxinalipterus<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> e <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Maehary<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> n\u00e3o s\u00e3o pterossauros, por\u00e9m s\u00e3o aparentados a eles. Especialmente <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Maehary<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> se configura como um elemento-chave na elucida\u00e7\u00e3o de como as caracter\u00edsticas anat\u00f4micas foram evoluindo ao longo da linhagem dos pterossauromorfos at\u00e9 os pterossauros propriamente ditos, totalmente adaptados ao voo&#8221;, pontua Rodrigo M\u00fcller. &#8220;Essas esp\u00e9cies, com um comprimento estimado em 30 cm para <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Faxinalipterus<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> e 40 cm para <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Maehary<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, demonstram a import\u00e2ncia de prosseguir as coletas de f\u00f3sseis nessa regi\u00e3o&#8221;.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">O nome do g\u00eanero da nova esp\u00e9cie vem de Ma&#8217;ehary, uma express\u00e3o do povo origin\u00e1rio Guarani-Kaiowa, que significa \u201cquem olha para o c\u00e9u\u201d em alus\u00e3o \u00e0 sua posi\u00e7\u00e3o na linha evolutiva dos r\u00e9pteis, sendo o mais primitivo dos Pterosauromorpha, grupo que inclui os pterossauros. O nome espec\u00edfico \u00e9 uma justa homenagem ao principal pesquisador de vertebrados f\u00f3sseis da Argentina, Jos\u00e9 Fernando Bonaparte (1928 &#8211; 2020), falecido recentemente, e que atuou ativamente junto com paleont\u00f3logos brasileiros em afloramentos do Rio Grande do Sul, na coleta e descri\u00e7\u00e3o de muitos vertebrados extintos que viveram durante o per\u00edodo Tri\u00e1ssico, incluindo <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Faxinalipterus<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Agora os pesquisadores seguem em busca de novos achados que ajudem a entender como surgiram as primeiras formas desse t\u00e3o fascinante grupo, os pterossauros.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><i><span style=\"font-weight: 400\">Texto: Alexander W.A. Kellner, Borja Holgado, Orlando Grillo, Fl\u00e1vio Augusto Pretto, Leonardo Kerber, Felipe Lima Pinheiro, Marina Bento Soares, Cesar Leandro Schultz, Ricardo Tadeu Lopes, Olga Ara\u00fajo e Rodrigo Temp M\u00fcller<\/span><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><i><span style=\"font-weight: 400\">Ilustra\u00e7\u00e3o: Marcio L. Castro<\/span><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><i><span style=\"font-weight: 400\">Foto: Rodrigo Temp M\u00fcller<\/span><\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Maehary bonapartei representa um r\u00e9ptil de pequenas dimens\u00f5es que \u00e9 tido como o mais basal da linha evolutiva que deu origem aos pterossauros. 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