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			<title>CCR - Feed Customizado RSS</title>
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				<title>CCR marca presença na Expoagro Afubra com estande exclusivo e ações interativas</title>
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				<pubDate>Mon, 31 Mar 2025 17:35:43 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Na última semana, o Centro de Ciências Rurais (CCR) da UFSM participou da feira Expoagro Afubra, realizada em Rio Pardo/RS, levando um estande exclusivo pela primeira vez. Tradicionalmente presente no evento por meio do espaço institucional da UFSM, o CCR inovou nesta edição com uma estrutura própria, promovendo maior visibilidade para seus cursos e projetos. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="" data-start="87" data-end="450"><img class=" wp-image-11466 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2025/03/WhatsApp-Image-2025-03-27-at-11.43.02-1024x576.jpeg" alt="" width="738" height="415" />Na última semana, o Centro de Ciências Rurais (CCR) da UFSM participou da feira Expoagro Afubra, realizada em Rio Pardo/RS, levando um estande exclusivo pela primeira vez. Tradicionalmente presente no evento por meio do espaço institucional da UFSM, o CCR inovou nesta edição com uma estrutura própria, promovendo maior visibilidade para seus cursos e projetos.</p>
<p class="" data-start="452" data-end="806">O estande contou com a participação de estudantes e professores dos cursos de Agronomia, Medicina Veterinária, Engenharia Florestal, Zootecnia, Tecnologia em Alimentos e Tecnologia em Agronegócio, bem como contou com a participação ativa dos diretores do Centro - professores Alessandro Dal'Col Lúcio e Fernanda Vogel. Durante os dias da feira, o público teve a oportunidade de conhecer de perto as pesquisas e atividades desenvolvidas pelos acadêmicos e docentes do Centro.</p>
<p class="" data-start="808" data-end="1269">Entre as ações especiais mostradas na feira, destacaram-se as atividades do Laboratório de Lã, que demonstrou a importância cultural e histórica além dos processos de beneficiamento desse material, e o Núcleo de Estudos de Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC), que trouxe informações sobre o potencial nutricional e sustentável dessas espécies. Além disso, os mascotes do CCR – a Vaquinha, o Batata e o Pica-pau – garantiram a animação do público, interagindo com visitantes de todas as idades.<img class="wp-image-11467 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2025/03/31-03-2025-1024x683.jpg" alt="" width="488" height="325" /></p>
<p class="" data-start="1271" data-end="1658">Outra iniciativa de destaque foi a participação já tradicional do projeto Bolsa de Sementes, coordenado pela professora Maristela Araújo, do Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal. O projeto esteve presente no estande do programa Verde é Vida, da Afubra, promovendo diversos jogos que foram adaptados para educar enquanto ensinam lições importantes sobre sementes nativas e proteção do meio ambiente. </p>
<p class="" data-start="1271" data-end="1658"><img class=" wp-image-11468 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2025/03/31-03-2025-2.jpeg" alt="" width="252" height="367" />A doutoranda em engenharia florestal da UFSM, Claudia Costella, explica que a troca com alunos e professores das escolas parceiras tem sido muito positiva. Entre os passatempos disponíveis, está o dominó, onde é preciso combinar os tipos de frutos, familiarizando o público com as espécies nativas. O jogo da memória foi super procurado e o jogo ‘eu me lembro’ engloba questões ambientais mais amplas. “A criança observa a imagem por um determinado tempo e depois, no verso do <em>card</em>, escolhe uma pergunta para responder sobre o que viu. Isso testa o poder de concentração enquanto educa para a proteção ambiental.”</p>
<p class="" data-start="1271" data-end="1658">Outras brincadeiras disponíveis são caça-palavra, palavra cruzada e a corrida maluca, este último é um dos um dos jogos mais procurados, especialmente por ser bem interativo. Os organizadores criaram peças coloridas e questões educativas ao longo do percurso. No número 44 da corrida, as sementes coletadas estão viáveis para aproveitamento, então o jogador pode avançar três casas, reforçando a importância de se realizar o processo de coleta adequadamente. Nesta edição da feira, a ideia é engajar ainda mais os professores, especialmente para que deem um retorno sobre a iniciativa e também levem a proposta dos jogos ambientais para suas escolas.</p>
<p class="" data-start="1271" data-end="1658">Segundo a engenheira florestal, o principal objetivo é fazer a integração entre as crianças que passam pelo estande, para que saiam do mundo digital e aproveitem mais o tempo com brincadeiras entre colegas e também alunos de outras escolas. No estande, também existe um mostruário de sementes de algumas espécies trabalhadas pelo Programa Bolsa de Sementes, que ajuda a fazer a identificação das árvores e também promove troca entre o público em geral. Além de Claudia, outros três acadêmicos da UFSM atuaram no estande, Matheus Dresch, Regina Pase e Thaynara Diuliane Paz, conscientizando os visitantes sobre a importância da preservação ambiental e do reflorestamento.</p>
<p class="" data-start="1660" data-end="1844">A participação do Centro de Ciências Rurais na feira Expoagro Afubra de Rio Pardo reforçou o compromisso em aproximar a universidade da sociedade e fortalecer a conexão entre ensino, pesquisa, inovação e extensão no setor agropecuário.</p>
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				<title>Inaugurada nova câmara fria para a Bolsa de Sementes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2023/08/17/inaugurada-nova-camara-fria-para-a-bolsa-de-sementes</link>
				<pubDate>Thu, 17 Aug 2023 15:18:40 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[No dia 08 de agosto, terça-feira, a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) celebrou os 32 anos do Verde é Vida, programa de ação socioambiental e educação rural. Porém, quem recebeu o presente foi a Bolsa de Sementes, uma ação realizada pelo Verde é Vida com as escolas parceiras e a Universidade Federal de Santa [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class=" wp-image-8675 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2023/08/cam-fria-agosto-2023-300x300.jpg" alt="" width="390" height="390" />No dia 08 de agosto, terça-feira, a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) celebrou os 32 anos do Verde é Vida, programa de ação socioambiental e educação rural. Porém, quem recebeu o presente foi a Bolsa de Sementes, uma ação realizada pelo Verde é Vida com as escolas parceiras e a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Foi inaugurada, junto ao Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal do Centro de Ciências Rurais da Universidade, a nova câmara fria, onde ficam armazenadas as sementes coletadas pelos alunos das escolas parceiras.</p>
<p>O secretário da Afubra, Marco Antonio Dornelles, ao lembrar dos 20 anos de atividades da Bolsa de Sementes, destacou a aproximação da entidade com a universidade. “Desde a fundação da Afubra, há 68 anos, se incentiva a diversificação e a preservação ambiental. A parceria com a Universidade oportuniza levar conhecimento aos nossos alunos. A Bolsa de Sementes tem dado resultados positivos, oportunizando, por meio da produção de mudas, a recuperação de nascentes e outras ações”.</p>
<p>Para a professora Maristela Araújo, coordenadora do Laboratório e do Viveiro da UFSM, o momento é de agradecimento pela parceria com a Afubra. Ela destacou a importância da relação da Universidade com entidades e empresas e explicou que, com a nova câmara, o armazenamento das sementes será melhorado.</p>
<p><img class="alignright wp-image-8676 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2023/08/cam-fria-agosto-2023-2-e1692285457870-300x149.jpg" alt="" width="576" height="286" /></p>
<p>O reitor da UFSM, professor Luciano Schuch, se disse orgulhoso pela Universidade fazer parte da caminha da Bolsa de Sementes, desde o seu início, há 20 anos, “o que significa que estamos no caminho certo. A educação ambiental e a produção de mudas de espécies nativas é fundamental, assim como a integração com as escolas e comunidades”.</p>
<p>Texto: Jornalista Luciana Jost Radtke</p>
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				<title>Plantio de árvore na UFSM marca os 20 anos do projeto Bolsa de Sementes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2022/06/13/plantio-de-arvore-na-ufsm-marca-os-20-anos-do-projeto-bolsa-de-sementes</link>
				<pubDate>Mon, 13 Jun 2022 18:59:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
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		<category><![CDATA[bolsa de sementes]]></category>
		<category><![CDATA[ciências florestais]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>

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						<description><![CDATA[Projeto é desenvolvido pelo Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal da UFSM Na manhã desta quinta-feira (9) ocorreu o evento de comemoração dos 20 anos do projeto de extensão Bolsa de Sementes. O projeto é desenvolvido pelo Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal da UFSM e tem parceria com a Associação dos Fumicultores do Brasil [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:heading -->
<h2>Projeto é desenvolvido pelo Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal da UFSM</h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr">Na manhã desta quinta-feira (9) ocorreu o evento de comemoração dos 20 anos do projeto de extensão Bolsa de Sementes. O projeto é desenvolvido pelo Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal da UFSM e tem parceria com a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra). Para marcar a ocasião, foi feito um ato simbólico: a plantação de uma árvore, localizada entre o obelisco e o prédio da Reitoria da UFSM.</p>
<p dir="ltr">Na ocasião estavam presentes a coordenadora do projeto, a professora Maristela Araújo, do Departamento de Ciências Florestais do Centro de Ciências Rurais (CCR); o reitor, Luciano Schuch; o vice-presidente da Afubra, Marcos Dornelles; e o coordenador de Articulação e Fomento à Extensão, Rudiney Pereira.</p>
<p dir="ltr"><img class="wp-image-6601 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2022/06/DSC_0062-1-1024x680-5-300x199.jpg" alt="" width="844" height="560" /></p>
<p dir="ltr">O objetivo principal do projeto é a valorização das espécies arbóreas nativas, bem como a conservação de florestas e uso sustentável de áreas agrícolas. Para isso, professores e acadêmicos da UFSM e colaboradores da Afubra vão a escolas e propriedades rurais da região. Há cerca de 233 escolas públicas da região Sul do Brasil cadastradas no projeto. As crianças são ensinadas a identificar espécies de árvores e instruídas a coletar de modo sustentável, mantendo frutos para fauna e sementes para autorregeneração das árvores. Também em torno do projeto, professores e acadêmicos da Engenharia Florestal organizam e participam de minicursos, dias de campo com plantios nas escolas e comunidades.</p>
<p dir="ltr">As sementes coletadas pelas escolas são preparadas e organizadas então em pequenos lotes, porções de cerca de 100 gramas, e encaminhadas à Afubra e, então, à UFSM. Na Universidade as sementes são analisadas quanto a sua qualidade aparente, visando à distribuição gratuita para diferentes ações na região Sul. De acordo com a identificação correta das espécies e do local da coleta, data e qualidade das sementes, as escolas recebem uma bonificação da Afubra. Neste ano, a Escola Municipal Ervino Konrad, de Arroio do Tigre (RS), recebeu um cheque bônus de R$ 6.973,50 pelo desempenho no programa Bolsa de Sementes. Outras escolas também receberam prêmios (a lista dos dez maiores valores recebidos pode ser conferida <a href="https://afubra.com.br/noticias/11684/escolas-recebem-premios-pela-participacao-no-programa-bolsa-de-sementes.html" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://afubra.com.br/noticias/11684/escolas-recebem-premios-pela-participacao-no-programa-bolsa-de-sementes.html&amp;source=gmail&amp;ust=1654950650526000&amp;usg=AOvVaw17vGBoEYIqQhtyY8yms4ga">aqui</a>).</p>
<p dir="ltr">Durante os 20 anos, a estimativa é de que foram recebidas cerca de 14 toneladas de sementes viáveis de 181 espécies. Entre as mais coletadas estão a <em>Araucaria angustifolia</em> (pinheiro-brasileiro), <em>Annona sylvatica</em> (ariticum), <em>Eugenia rostrifolia</em> (batinga), <em>Schizolobium parahyba</em> (guapuruvu), <em>Eugenia uniflora</em> (pitanga), <em>Cedrela fissilis</em> (Cedro) e <em>Eugenia involucratra</em> (cerejeira). Do total de sementes recebidas, mais de seis toneladas foram distribuídas gratuitamente para diversos projetos, atendendo 2.536 solicitações.</p>
<p dir="ltr">“O projeto cumpre um papel relevante à sociedade, ao meio ambiente, bem como, indiretamente, à economia. Isso porque, ao conservarmos florestas nativas, mantemos a qualidade e quantidade de água nos rios, viabilizamos <em>habitat</em> aos polinizadores, entre outros benefícios que permitem otimizar a produção agrícola, pecuária e silvicultural”, afirma Maristela Araújo, que está à frente do projeto desde 2006.</p>
<p><span id="m_712994049358539133gmail-docs-internal-guid-3b1acb2e-7fff-29cb-bc41-d75023c9b981">Para solicitar a doação de sementes para produção de mudas, de forma gratuita, os interessados dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná devem preencher o formulário disponível no <a href="https://afubra.com.br/bolsa-sementes.html" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://afubra.com.br/bolsa-sementes.html&amp;source=gmail&amp;ust=1654950650526000&amp;usg=AOvVaw36WuAHqiLktq-ygOZE9m4U">site da Afubra</a>.</span></p>
<p> </p>
<p><em>Texto: Ana Laura Iwai, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos: Luciana Jost Radtke, da Assessoria de Comunicação da Afubra</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<div class="d-flex w-100 flex-column flex-sm-row align-items-center align-items-sm-baseline border-top pt-2 justify-content-sm-center"> </div>
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													</item>
						<item>
				<title>O Projeto Bolsa de Sementes completa 20 anos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2022/06/07/a-bolsa-de-sementes-um-olhar-no-futuro</link>
				<pubDate>Tue, 07 Jun 2022 13:48:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[afubra]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa de sementes]]></category>
		<category><![CDATA[silvicultura]]></category>

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						<description><![CDATA[A Bolsa de Sementes é um projeto de extensão universitária desenvolvido há 20 anos na&nbsp;Universidade Federal de Santa Maria&nbsp;(UFSM), em parceria com a Associação de Fumicultores do Brasil (Afubra). No projeto estão cadastradas em média 233 escolas públicas localizadas no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná, tendo como principal objetivo a [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A Bolsa de Sementes é um projeto de extensão universitária desenvolvido há 20 anos na&nbsp;Universidade Federal de Santa Maria&nbsp;(UFSM), em parceria com a Associação de Fumicultores do Brasil (Afubra). No projeto estão cadastradas em média 233 escolas públicas localizadas no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná, tendo como principal objetivo a sensibilização para conservação de espécies arbóreas nativas.<br><br>E como isso é feito? Para conservar é preciso conhecer, assim as crianças, acompanhadas por seus professores e familiares, são estimuladas a coletar frutos e sementes. Entretanto, para isso são necessários estudos e observações, como a identificação das espécies e de suas mudanças ao longo do ano. Em parceria, professores e acadêmicos da&nbsp;UFSM&nbsp;e colaboradores da Afubra orientam as crianças a coletar de modo sustentável, mantendo frutos para fauna e sementes para autorregeneração das árvores.<br><br>Após a coleta, as escolas preparam e organizam pequenos lotes de sementes e encaminham Afubra e, então, à&nbsp;UFSM. Na universidade as sementes são analisadas quanto a sua qualidade aparente, visando a distribuição gratuita para diferentes ações na Região Sul. De acordo com a identificação correta das espécies e do local da coleta, data e qualidade das sementes, as escolas recebem uma bonificação da Afubra, revertida principalmente em materiais utilizados pelos colégio.<br><br>Durante os 20 anos, estima-se que foram recebidas cerca de 14 toneladas de sementes viáveis de 181 espécies. Entre as mais coletadas podemos citar <em>Araucaria angustifolia</em> (pinheiro-brasileiro), <em>Annona sylvatica</em> (ariticum), <em>Eugenia rostrifolia</em> (batinga), <em>Schizolobium parahyba</em> (guapuruvu), <em>Eugenia uniflora</em> (pitanga), <em>Cedrela fissilis</em> (Cedro), <em>Eugenia involucratra</em> (cerejeira), entre outras com valor ecológico e madeireiro. Do total de sementes recebidas, mais de seis toneladas foram distribuídas gratuitamente para diversos projetos, atendendo a 2.536 solicitações.<br><br>E a fração de sementes que não é distribuída? Para ter-se ideia, entre as dez espécies mais recebidas na Bolsa, oito apresentam sementes recalcitrantes (perdem a viabilidade rapidamente), assim não germinam mais, sendo então "descartadas" (usadas na ciclagem de nutrientes, retornando ao ambiente).<br><br>A partir da Bolsa de Sementes, professores e acadêmicos da Engenharia Florestal organizam e participam de minicursos, dias de campo com plantios nas escolas e comunidades. Na oportunidade, são abordadas as múltiplas possibilidades de utilizar o Projeto em atividades multidisciplinares. Assim, tornando-se de grande importância na formação dos acadêmicos, considerando a possiblidade de os estudantes trocarem experiências com as comunidades, colocando em prática o que construímos na universidade.<br><br>Destaco que projetos dessa natureza, que oportunizam a interação das instituições públicas e privadas, permitem melhor qualificar futuros profissionais. Assim, concordo com Stahl et al. (2022) que abordam em seu artigo "Extensão universitária em ações de educação ambiental: um estudo de caso no Sul do Brasil", sobre a importância de ampliar projetos com a parceria entre os diversos setores, visando cumprir objetivos comuns para o desenvolvimento da sociedade.<br><br>Entendo que o projeto cumpre um papel relevante à sociedade, ao meio ambiente, bem como indiretamente à economia. Isso porque ao conservarmos florestas nativas, mantemos a qualidade e quantidade de água nos rios, viabilizamos habitat aos polinizadores, entre outros benefícios, que permitem otimizar a produção agrícola, pecuária e silvicultural.</p>
<p><span style="color: #000000"><strong><em>Texto da Professora Maristela Machado Araújo - Professora titular da UFSM</em></strong></span></p>
<p>O projeto marca seu aniversário em uma cerimônia ao lado do obelisco em memória a José Mariano da Rocha Filho, fundador da UFSM, no dia 9 de junho, às 9h. Na ocasião haverá o plantio de um ipê amarelo.</p>
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													</item>
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