{"id":8527,"date":"2023-07-10T10:20:19","date_gmt":"2023-07-10T13:20:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/unidades-universitarias\/ccr\/?p=8527"},"modified":"2023-07-10T10:23:23","modified_gmt":"2023-07-10T13:23:23","slug":"ambientes-de-inovacao-e-solucoes-tecnologicas-conheca-os-fablabs-de-food-tech-e-bioinsumos-que-serao-implantados-no-parque-tecnologico-da-ufsm","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/unidades-universitarias\/ccr\/2023\/07\/10\/ambientes-de-inovacao-e-solucoes-tecnologicas-conheca-os-fablabs-de-food-tech-e-bioinsumos-que-serao-implantados-no-parque-tecnologico-da-ufsm","title":{"rendered":"Ambientes de inova\u00e7\u00e3o e solu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas: conhe\u00e7a os FabLabs de Food Tech e Bioinsumos que ser\u00e3o implantados no Parque Tecnol\u00f3gico da UFSM"},"content":{"rendered":"\n<p><i>Previstos para o segundo semestre de 2023, o BioFabLab e o FoodTech FabLab contar\u00e3o com recursos do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (MAPA) para executar o que ser\u00e1 o 1\u00b0 FabLab de Food Tech da Am\u00e9rica Latina e o 1\u00b0 na \u00e1rea de Bioinsumos do RS.\u00a0<\/i><\/p>\n<p>Um lugar para criar, prototipar, testar e concretizar projetos que, at\u00e9 ent\u00e3o, s\u00f3 se tinha no papel. Quem nunca teve uma ideia que gostaria muito de colocar em pr\u00e1tica, mas s\u00f3 faltou uma oportunidade que viabilizasse esse projeto? Para quem \u00e9 estudante, acad\u00eamico, professor, pesquisador, empreendedor, ou uma pessoa que ama o universo de possibilidades que o \u201ccriar\u201d pode proporcionar, j\u00e1 passou por isso. E se te contasse que esse lugar j\u00e1 existe?<\/p>\n<p>Em expans\u00e3o no mundo todo, os Laborat\u00f3rios de Fabrica\u00e7\u00e3o, os FabLabs, tamb\u00e9m se expandem no Brasil e t\u00eam impulsionado cada vez mais o conceito do \u201cfa\u00e7a voc\u00ea mesmo\u201d do\u00a0<i>movimento<\/i>\u00a0<i>maker<\/i>. Eles t\u00eam se tornado ferramentasque possibilitam a realiza\u00e7\u00e3o desse movimento que p\u00f5e em pr\u00e1tica conceitos e incentivam a cria\u00e7\u00e3o, o empreendedorismo e a inova\u00e7\u00e3o. Voc\u00ea sabia que esses ambientes em breve existir\u00e3o aqui, na nossa universidade? J\u00e1 \u00e9 realidade:<\/p>\n<p>Em 2023, dois projetos de FabLabs ser\u00e3o implantados na\u00a0<b>Universidade Federal de Santa Maria<\/b>, nas \u00e1reas de\u00a0<b>Bioinsumos<\/b>\u00a0e o\u00a0<b>1\u00b0<\/b>\u00a0<b>FabLab na \u00e1rea de FoodTechs na Am\u00e9rica Latina,\u00a0<\/b>o\u00a0<b>BioFabLab<\/b>\u00a0e o\u00a0<b>Food Tech FabLab.\u00a0<\/b>Eles contar\u00e3o com recursos do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (MAPA), e o \u00f3rg\u00e3o executor ser\u00e1 o InovaTec UFSM Parque Tecnol\u00f3gico. Nessa reportagem, vamos te explicar sobre esse processo e a import\u00e2ncia da cria\u00e7\u00e3o desses ambientes, que trar\u00e3o benef\u00edcios para toda regi\u00e3o. Tamb\u00e9m traremos exemplos de como o incentivo nessas \u00e1reas podem gerar produtos inovadores, como os cases da Baristo e Delivery Much (<i>app de entrega<\/i>), empresas graduadas\u00a0 na UFSM que hoje integram o mercado nacional.\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><b><i>Mas afinal, o que s\u00e3o FabLabs?\u00a0\u00a0<\/i><\/b><\/h3>\n<p>Derivado do termo em ingl\u00eas\u00a0<i>Fabrication Laboratory<\/i>, FabLabs s\u00e3o ambientes equipados com m\u00e1quinas e ferramentas de fabrica\u00e7\u00e3o digital que impulsionam e incentivam a inova\u00e7\u00e3o, aprendizagem e o empreendedorismo local. Esses ambientes\u00a0surgiram junto com o crescimento do\u00a0<i>Movimento Maker<\/i>, fornecendo espa\u00e7os de intera\u00e7\u00e3o entre empreendedores, pesquisadores, estudantes e comunidade em geral para que possam experimentar, aprender, compartilhar conhecimento e desenvolver projetos a partir do uso de tecnologias colaborativas. Esses\u00a0<i>makerspaces<\/i>\u00a0possuem tecnologias como:<\/p>\n<ul>\n<li>Impressoras 3D,\u00a0<\/li>\n<li>Cortadoras a laser,<\/li>\n<li>M\u00e1quinas de fresagem CNC entre outras ferramentas de fabrica\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n<p>O primeiro Laborat\u00f3rio de Fabrica\u00e7\u00e3o foi desenvolvido pelo programa do Center for Bits and Atoms (CBA) no Massachusetts Institute of Technology (MIT).\u00a0 No Brasil, em 2017, segundo panorama feito e publicado no texto\u00a0<i>Laborat\u00f3rios de Fabrica\u00e7\u00e3o Digital: um estudo da regi\u00e3o Sul do Brasil no<\/i>\u00a0I Congresso Internacional: Pesquisa e Desenvolvimento, foram identificados 32 FabLabs, sendo 13 na regi\u00e3o Sul, com um no Paran\u00e1, seis em Santa Catarina e seis no Rio Grande do Sul. Atualmente, o n\u00famero j\u00e1 demonstra ser muito maior se observarmos o mapa dispon\u00edvel no site da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.fablabs.io\/organizations\/rede-fab-lab-brasil\">Rede FabLab Brasil\u00a0<\/a>e como aparecem na\u00a0<b>imagem abaixo.<\/b><\/p>\n<p>Dados disponibilizados pelo Instituto FabLab Brasil localizaram\u00a0<b>147 FabLabs pelo pa\u00eds\u00a0<\/b>e desse total, 6 se encontram no Rio Grande do Sul. Um fato relevante \u00e9 que\u00a0<b>nenhum deles trabalha com a \u00e1rea de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=pKBn__Wv6Mc\">Food Tech<\/a>\u00a0ou\u00a0<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=5cFC4lkLPGY\">Bioinsumos\u00a0<\/a><\/b>e<b>,\u00a0<\/b>essas informa\u00e7\u00f5es nos permitem observar a import\u00e2ncia da cria\u00e7\u00e3o desses ambientes e a propor\u00e7\u00e3o destes projetos tanto a n\u00edvel local quanto a n\u00edvel nacional. Observe:<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-1002 size-large\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/884\/2023\/06\/image3-1024x600.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"600\" \/><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><b><i>E qual a fun\u00e7\u00e3o de um FabLab?<\/i><\/b>\u00a0Para Maria Daniele Dutra,\u00a0gestora do InovaTec e coordenadora dos projetos que ser\u00e3o executados na UFSM, \u00e9 oferecer\u00a0<b>acessibilidade<\/b>\u00a0e portanto mais\u00a0<b>igualdade<\/b>\u00a0em nossa sociedade, isso porque, segundo ela, s\u00e3o espa\u00e7os pensados para dar acesso facilitado \u00e0 inova\u00e7\u00e3o e ferramentas \u00e0s pessoas, seja por meio da forma\u00e7\u00e3o aberta e gratuita, seja por potencializar as redes e processo colaborativo, que intensificam a aprendizagem pr\u00e1tica da tecnologia. Assim, esses ambientes auxiliam no processo de gera\u00e7\u00e3o de projetos e produtos ligados \u00e0s demandas da sociedade, podendo colocar\u00a0<b>Santa Maria como uma das cidades rota da inova\u00e7\u00e3o na \u00e1rea de alimentos e produtos biol\u00f3gicos.<\/b><\/p>\n<p>Confira:<\/p>\n<p><b><i>O Food Tech FabLab<\/i><\/b><\/p>\n<p>Para o FabLab no ramo de FoodTechs, o objetivo \u00e9 implantar um sistema indutor de inova\u00e7\u00e3o e empreendedorismo no Parque Tecnol\u00f3gico da UFSM, o\u00a0<b>FoodTech FabLab<\/b>, atrav\u00e9s da instala\u00e7\u00e3o de uma infraestrutura f\u00edsica com equipamentos, fornecendo assim capacita\u00e7\u00e3o profissional e treinamentos nessa \u00e1rea.\u00a0<\/p>\n<p>E o que s\u00e3o FoodTechs? S\u00e3o\u00a0<b>empresas que trabalham ressignificando os sistemas alimentares,<\/b>\u00a0utilizando tecnologias para criar solu\u00e7\u00f5es inovadoras que podem aprimorar seus nichos de aplica\u00e7\u00e3o que como:<\/p>\n<ul>\n<li><i>processamento de alimentos<\/i>;<\/li>\n<li><i>novos ingredientes e produtos;<\/i><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><i>sistemas de entrega por aplicativo (delivery), rastreabilidade;<\/i><\/li>\n<li><i>varejo e food service<\/i>: novos equipamentos e servi\u00e7os e at\u00e9 mesmo trabalhando no problema do desperd\u00edcio de alimentos na ponta final da cadeia de alimenta\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n<figure id=\"attachment_998\" class=\"wp-caption alignleft\" aria-describedby=\"caption-attachment-998\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-998\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/884\/2023\/06\/IMG_1858-1-225x300.jpg\" alt=\"Professor Dr. Juliano Barin \" width=\"294\" height=\"392\" \/>\n<figcaption id=\"caption-attachment-998\" class=\"wp-caption-text\"><strong>Professor Juliano Barin<\/strong><\/figcaption>\n<\/figure>\n<p>\u00a0Na pr\u00e1tica, vemos que a cria\u00e7\u00e3o de um FabLab de FoodTech\u00a0impulsiona a cria\u00e7\u00e3o de\u00a0 \u00a0servi\u00e7os e processos que visam\u00a0<b>melhorar toda essa cadeia de produ\u00e7\u00e3o<\/b>, e consequentemente alavancar <b>a qualidade dos produtos e, tamb\u00e9m, a experi\u00eancia do consumidor.\u00a0<\/b><\/p>\n<p><b><\/b>\u00a0Juliano Barin, professor do CCR, que desempenha atividades de pesquisa e ensino na \u00e1rea de FoodTech, \u00e9 um dos membros participantes do projeto e falou sobre a import\u00e2ncia da cria\u00e7\u00e3o de uma\u00a0 \u00a0infraestrutura de desenvolvimento tecnol\u00f3gico para a \u00e1rea aliment\u00edcia dentro da nossa universidade e o impacto de ter esse ambiente para a forma\u00e7\u00e3o dos estudantes na nossa institui\u00e7\u00e3o, pois se tem um sistema multifatorial, em que haver\u00e1 diversas possibilidades ao redor do FabLab.<i> \u201cVai impactar muito positivamente em quest\u00e3o de acesso e gera\u00e7\u00e3o de conhecimento, porque ao se trabalhar com FabLab estaremos gerando uma s\u00e9rie de conhecimentos que depois ser\u00e3o explorados na pesquisa, pelas empresas, e que v\u00e3o agregar conhecimentos novos que at\u00e9 ent\u00e3o n\u00e3o se tinha. Ent\u00e3o, se espera que com isso a consigamos induzir os processos de inova\u00e7\u00e3o, e assim, gerar novos empreendimentos\u201c<\/i>, completa.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><b><i>Frutos da Inova\u00e7\u00e3o<\/i><\/b><b><i>:\u00a0<\/i><\/b><b><i>a import\u00e2ncia do ramo de FoodTechs no RS<\/i><\/b><\/h3>\n<p>Uma caracter\u00edstica importante do Rio Grande do Sul \u00e9 que as FoodTechs aparecem entre os 10 principais segmentos do estado, ocupando a 9\u00aa coloca\u00e7\u00e3o, diferente do cen\u00e1rio nacional onde o ramo est\u00e1 fora do top 10. Outra caracter\u00edstica importante \u00e9 que a comunidade de Santa Maria \u00e9 a que apresenta maior concentra\u00e7\u00e3o de FoodTechs na regi\u00e3o sul.\u00a0N\u00e3o \u00e0 toa, a UFSM \u00e9 uma institui\u00e7\u00e3o que tem parceria com o maior hub de FoodTechs da Am\u00e9rica Latina, o\u00a0<a href=\"https:\/\/foodtechhub.com.br\/\">Food Tech Hub LATAM<\/a>\u00a0e, cases de sucesso como o aplicativo de entregas\u00a0<b>Delivery Much<\/b>\u00a0e a empresa de m\u00e1quinas de caf\u00e9\u00a0<b>Baristo<\/b>, que foram\u00a0<b>incubadas na UFSM<\/b>\u00a0e hoje atuam em escala nacional, mostram a import\u00e2ncia e o potencial que o investimento nesse setor causam dentro e fora do ecossistema de inova\u00e7\u00e3o, incentivando e fortalecendo tamb\u00e9m o crescimento do segmento em Santa Maria e regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Quando falamos em ecossistema de inova\u00e7\u00e3o, estamos falando sobre um conjunto de atores e elementos que incentivam a cria\u00e7\u00e3o e o desenvolvimento dessas ideias inovadoras. Ele \u00e9 composto por aqueles que chamamos de\u00a0<i>qu\u00e1drupla h\u00e9lice\u00a0<\/i>da inova\u00e7\u00e3o: universidade, empresas, governo e sociedade civil. A intera\u00e7\u00e3o e colabora\u00e7\u00e3o entre esses agentes impulsionam essa troca de conhecimento, fornecendo tamb\u00e9m recursos e oportunidades ao fomentar a inova\u00e7\u00e3o e o empreendedorismo local.<\/p>\n<p>O Food Tech FabLab contar\u00e1 com recursos do Minist\u00e9rio da Agricultura e do Abastecimento, que vai financiar o projeto, e o \u00f3rg\u00e3o executor ser\u00e1 o InovaTec UFSM Parque Tecnol\u00f3gico.\u00a0<b>Ser\u00e1 o primeiro FabLab na \u00e1rea de FoodTechs que ser\u00e1 implementado\u00a0<\/b>e<b>,\u00a0<\/b>conforme observou Barin, a exist\u00eancia de uma estrutura desse porte dentro do Parque trar\u00e1 benef\u00edcios que ir\u00e3o atravessar a comunidade acad\u00eamica e possibilitar\u00e1 conex\u00f5es com o mercado.\u00a0<\/p>\n<p>Outra observa\u00e7\u00e3o feita pelo pesquisador foi\u00a0<b>a possibilidade de internacionaliza\u00e7\u00e3o que o FabLab pode proporcionar.<\/b>\u00a0\u201c<i>Uma estrutura como essan\u00e3o \u00e9 muito comum e que n\u00e3o se encontra em todos os pa\u00edses. Ent\u00e3o esperamos que com isso possamos estreitar la\u00e7os com outros ambientes de inova\u00e7\u00e3o, com outros ambientes de pesquisa e que a gente possa promover esse interc\u00e2mbio tamb\u00e9m<\/i>\u201d afirma. A expectativa \u00e9 de que, se esse modelo tiver sucesso, ele seja replicado em outras unidades da federa\u00e7\u00e3o.\u00a0J\u00e1 imaginou as possibilidades e experi\u00eancias que esses ambientes podem proporcionar tanto para os estudantes quanto para aqueles que se tornarem parte desse movimento inovador? E ainda tem mais:<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><b><i>Os equipamentos\u00a0<\/i><\/b><\/h3>\n<figure id=\"attachment_1000\" class=\"wp-caption alignright\" aria-describedby=\"caption-attachment-1000\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-1000\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/884\/2023\/06\/IMG_1870-225x300.jpg\" alt=\"\" width=\"421\" height=\"561\" \/>\n<figcaption id=\"caption-attachment-1000\" class=\"wp-caption-text\"><strong>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Chocolates feitos na impressora 3D<\/strong><\/figcaption>\n<\/figure>\n<p>As tecnologias que ser\u00e3o utilizadas foram selecionadas de acordo com o potencial de inova\u00e7\u00e3o que podem trazer aos processos de produ\u00e7\u00e3o de ingredientes e alimentos. Elas n\u00e3o privilegiam alguma \u00e1rea espec\u00edfica, de forma que atendam uma maior diversidade de demandas, que v\u00e3o desde a \u00e0rea de vegetais minimamente processados, sucos, bebidas, prote\u00edna animal e\u00a0<i>plant-based<\/i>\u00a0(\u00e0 base de plantas, vegetais), emuls\u00f5es, aromas, microorganismos, massas, etc. S\u00e3o elas:<\/p>\n<ul>\n<li><b>Impressora 3D de alimentos;\u00a0<\/b><\/li>\n<li><b>Extrusora de prote\u00ednas (plant-based);<\/b><\/li>\n<li><b>Pasteurizador \u00e0 frio<\/b><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><b>Extrator de aromas sem uso de solventes<\/b><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><b>Homogeinizador de alta press\u00e3o<\/b><\/li>\n<li><b>Liofilizador;<\/b><\/li>\n<li><b>Spray Dryer.\u00a0<\/b><\/li>\n<\/ul>\n<p>Esses equipamentos permitir\u00e3o o acesso \u00e0 comunidade do ecossistema de inova\u00e7\u00e3o da UFSM e aqueles que se interessam na \u00e1rea a novos conceitos e formas de elaborar e processar alimentos.\u00a0Barin completa falando sobre os benef\u00edcios que essas tecnologias trar\u00e3o ao setor: \u201cFazermos<i>\u00a0coisas de uma maneira diferente pode agregar valor aos produtos, aos processos ou aos servi\u00e7os. Ent\u00e3o, quando \u00e9 colocado um alimento, por exemplo, no mercado que, al\u00e9m dele nutrir possa trazer alguns outros benef\u00edcios, isso vai estar abrindo novas possibilidades. Muitas empresas est\u00e3o preocupadas com seus produtos, em\u00a0 torn\u00e1-los mais saud\u00e1veis, por\u00a0 exemplo, e as FoodTechs podem criar os meios para isso.<\/i>\u201d pontua.\u00a0Outro setor que ser\u00e1 beneficiado, segundo Juliano Barin, ser\u00e1 o setor regulat\u00f3rio como os \u00f3rg\u00e3os de controle, seja vigil\u00e2ncia ou Minist\u00e9rio da Agricultura e outros.\u00a0<i>\u201cTentaremos integrar o regulat\u00f3rio a essas pesquisas, ent\u00e3o o pr\u00f3prio \u00f3rg\u00e3o regulador vai ter um suporte\u00a0 que pode ser usado atrav\u00e9s desse laborat\u00f3rio, para embasar suas decis\u00f5es em cima da seguran\u00e7a e registro dos produtos. Ent\u00e3o vamos ter v\u00e1rios atores da sociedade que estar\u00e3o cobertos.\u201d<\/i>\u00a0completou.\u00a0Podemos perceber, at\u00e9 aqui, que existe um escopo muito grande que o FoodTech FabLab beneficiar\u00e1, e que vai muito al\u00e9m da comunidade acad\u00eamica, e fortalecer\u00e1 toda estrutura organizacional que fizer parte dele. Com o BioFabLab, n\u00e3o ser\u00e1 diferente, veja:<\/p>\n<h3><b><i>O BioFabLab<\/i><\/b><\/h3>\n<figure id=\"attachment_986\" class=\"wp-caption alignright\" aria-describedby=\"caption-attachment-986\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-986\" src=\"https:\/\/www.ufsm.br\/app\/uploads\/sites\/884\/2023\/06\/WhatsApp-Image-2023-06-06-at-08.32.02-1-300x225.jpeg\" alt=\"\" width=\"393\" height=\"295\" \/>\n<figcaption id=\"caption-attachment-986\" class=\"wp-caption-text\"><strong>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Laborat\u00f3rio de Bioinsumos (UFSM)<\/strong><\/figcaption>\n<\/figure>\n<p>O projeto do\u00a0<b>BioFabLab\u00a0<\/b>que ser\u00e1 implantado<b>,\u00a0<\/b>tem como objetivo criar um\u00a0espa\u00e7o de co-cria\u00e7\u00e3o e inova\u00e7\u00e3o que apoiar\u00e1 empreendedores no setor agropecu\u00e1rio com foco na \u00e1rea de Bioinsumos.\u00a0<b>E o que s\u00e3o Bioinsumos?<\/b>\u00a0s\u00e3o quaisquer produtos, processos ou tecnologias de origem vegetal, animal ou microbiana, destinados ao uso na produ\u00e7\u00e3o, no armazenamento e no beneficiamento de produtos agropecu\u00e1rios. Pode parecer complexo, mas um exemplo de onde podem ser utilizados esses bioinsumos dentro da cadeia do agroneg\u00f3cio \u00e9 no controle de qualidade de produ\u00e7\u00e3o, como o doutor em Engenharia de Alimentos pela Universidade Estadual de Campinas, docente da UFSM e membro do projeto, M\u00e1rcio Mazutti, fala:<\/p>\n<p><i>\u201cHoje no Brasil se perde muito no p\u00f3s-colheita. Frutas, principalmente frutas e hortali\u00e7as. Ent\u00e3o, voc\u00ea pode utilizar um microrganismo para controlar esses fungos que atacam as frutas, diminuindo a incid\u00eancia desses fungos, consequentemente voc\u00ea preserva ela por mais tempo\u201d afirma.<\/i><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><b><i>Sobre o projeto<\/i><\/b><\/h3>\n<p>O\u00a0projeto ser\u00e1 executado usando a infraestrutura f\u00edsica da Planta Piloto de Bioinsumos (PPB) e a\u00a0 justificativa para a sua implanta\u00e7\u00e3o se d\u00e1 pelo fato do Brasil ter desenvolvido uma grande import\u00e2ncia na produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola e, consequentemente, um grande consumidor de insumos como sementes, energia, fertilizantes e agrot\u00f3xicos, dependendo da importa\u00e7\u00e3o de 76% desses ingredientes de pa\u00edses fornecedores como China, R\u00fassia, Canad\u00e1 e \u00cdndia. Consequentemente, t\u00eam uma depend\u00eancia maior nesses pa\u00edses para a importa\u00e7\u00e3o de insumos, o que pode acabar afetando as safras. O Brasil \u00e9 um dos pa\u00edses que mais utilizam agrot\u00f3xicos no mundo, e os bioinsumos surgem como uma alternativa sustent\u00e1vel que esses produtores podem acessar e utilizar em sua cadeia produtiva.<\/p>\n<p>A n\u00edvel estadual, o \u00faltimo\u00a0<a href=\"https:\/\/censoagro2017.ibge.gov.br\/\">Censo Agropecu\u00e1rio\u00a0<\/a>realizado em 2017 e publicado em 2019, demonstrou que no Rio Grande do sul, 80,5% dos estabelecimentos foram considerados como de agricultura familiar (do total de 365.094 estabelecimentos localizados em territ\u00f3rio ga\u00facho, o que equivale a 7,2% de todos os estabelecimentos do territ\u00f3rio nacional). Dessa forma, uma caracter\u00edstica marcante do estado, nessa \u00e1rea, \u00e9 a agricultura familiar.\u00a0<\/p>\n<p>Segundo Mazutti, muitas vezes\u00a0 esses pequenos agricultores ficam \u00e0 merc\u00ea dessas tecnologias, o que acaba afetando na produtividade das colheitas e na preserva\u00e7\u00e3o desses produtos. Assim, a utiliza\u00e7\u00e3o desses bioinsumos podem beneficiar a cadeia do agroneg\u00f3cio da regi\u00e3o.\u00a0<i>\u201c<\/i><i>A partir do momento que voc\u00ea come\u00e7a a disseminar conhecimento, voc\u00ea come\u00e7a a mostrar para esses pequenos agricultores\u00a0 que \u00e9 poss\u00edvel eles come\u00e7arem a pensar em produzir um biodefensivo, ou caso n\u00e3o queiram produzir, que eles podem comprar de diferentes empresas, biodefensivos e aplic\u00e1-los [\u2026] eu acho que essa \u00e9 a principal contribui\u00e7\u00e3o que voc\u00ea tem em termos de desenvolvimento regional.\u201d<\/i>\u00a0pontua.<\/p>\n<p>Ele comenta que o BioFabLab auxiliar\u00e1 no desenvolvimento cient\u00edfico e tecnol\u00f3gico,\u00a0 a partir do aporte de conhecimento dos estudantes, pessoas e empresas vinculadas,\u00a0 para desenvolver tecnologias.\u00a0 E essas tecnologias, de alguma forma, estar\u00e3o dispon\u00edveis para a sociedade.\u00a0<i>\u201cQuando eu falo sociedade, eu falo do produtor individual que quer produzir o seu bioinsumo na propriedade,\u00a0 assim como empresas que querem ter, a partir do contrato de transfer\u00eancia de tecnologia,\u00a0 essa tecnologia e produzir para a comercializa\u00e7\u00e3o.\u00a0 O BioFabLab vai ser um agente que d\u00e1 esse suporte, que possibilita essas coisas acontecerem,\u00a0 tanto em desenvolvimento tecnol\u00f3gico, como em presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o para pessoas f\u00edsicas,\u00a0 pessoas jur\u00eddicas, enfim, que queiram fazer utiliza\u00e7\u00e3o do seu infraestrutura.\u201d<\/i><\/p>\n<p>Assim, o BioFabLab ter\u00e1 o objetivo de promover e criar solu\u00e7\u00f5es inovadoras que promovam\u00a0a\u00a0<b>sa\u00fade do solo, a prote\u00e7\u00e3o de culturas e a sustentabilidade agr\u00edcola<\/b>. Dentro desse ambiente poder\u00e1 ocorrer:<\/p>\n<ul>\n<li>O desenvolvimento de microrganismos ben\u00e9ficos;<\/li>\n<li>biofertilizantes;<\/li>\n<li>biopesticidas e outros produtos biol\u00f3gicos que podem\u00a0<b>substituir ou complementar insumos qu\u00edmicos tradicionais,<\/b>\u00a0visando reduzir o impacto ambiental e promover pr\u00e1ticas agr\u00edcolas mais sustent\u00e1veis.<\/li>\n<\/ul>\n<h2>\u00a0<\/h2>\n<h3><b>Planos e metas<\/b><\/h3>\n<p>Al\u00e9m disso, existem metas a serem alcan\u00e7adas a partir do BioFabLab, como a cria\u00e7\u00e3o de um espa\u00e7o de forma\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica visando incentivar a divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e tecnol\u00f3gica com \u00eanfase na \u00e1rea de bioinsumos. Outras metas s\u00e3o a oferta de servi\u00e7os t\u00e9cnicos especializados e a transfer\u00eancia de tecnologia em bioinsumos, que teriam como resultado 2 produtos inovadores transferidos ao mercado.\u00a0<\/p>\n<p>Mazutti tamb\u00e9m comentou sobre os projetos que poder\u00e3o ser desenvolvidos dentro do FabLab e sobre sua estrutura, que vai possibilitar\u00a0a venda de servi\u00e7os para esses produtores onde eles conseguir\u00e3o desenvolver a parte inicial do processo. \u201cO BioFabLab pode ser utilizado tanto por estudante quanto pela comunidade,\u00a0 ent\u00e3o eu falo comunidade para a realiza\u00e7\u00e3o de cursos, sejam eles te\u00f3ricos ou pr\u00e1ticos,\u00a0 com demonstra\u00e7\u00e3o para se ter uma no\u00e7\u00e3o do como \u00e9 o processo de produ\u00e7\u00e3o dos bioinsumos, principalmente de bioinsumos microbiol\u00f3gicos, que \u00e9 o que n\u00f3s estamos falando aqui.\u00a0 Ent\u00e3o vai ter esse foco\u201d<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><b><i>Food Tech FabLab e BioFabLab: ambientes abertos para a criatividade (e \u00e0 comunidade)<\/i><\/b><\/h3>\n<p>Tanto FoodTech FabLab quanto o BioFabLab\u00a0<b>ser\u00e3o espa\u00e7os projetados para serem colaborativos e abertos<\/b>, permitindo que pessoas de diferentes forma\u00e7\u00f5es e habilidades possam participar e desenvolver projetos dentro dessas \u00e1reas. Barin tamb\u00e9m pontuou sobre o uso dessas estruturas para ministrar aulas pr\u00e1ticas, onde os alunos poder\u00e3o verificar o funcionamento dos equipamentos e utilizar esses processos para algumas disciplinas e o quanto esse acesso vai estimular ainda mais os estudantes.\u00a0<\/p>\n<p>O ambiente do Parque Tecnol\u00f3gico da UFSM \u00e9 um lugar promissor e oportuno para o desenvolvimento desses FabLabs, visto que com esse ecossistema de inova\u00e7\u00e3o criam-se tamb\u00e9m oportunidades para desenvolver conex\u00f5es entre as empresas que fazem parte dali.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, as startups que fazem parte do Parque poder\u00e3o utilizar os FabLabs como ferramentas para prototipa\u00e7\u00e3o de seus produtos ou at\u00e9 mesmo desenvolver sua tecnologia, podendo aproveitar as facilidades de fabrica\u00e7\u00e3o\u00a0 dispon\u00edveis para desenvolver seus projetos e testar seus produtos. A intera\u00e7\u00e3o entre essas organiza\u00e7\u00f5es ser\u00e1 mutuamente vantajosa e fortalecer\u00e1 ainda mais o ecossistema de inova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A gestora do Inovatec Maria Daniele Dutra, que tamb\u00e9m \u00e9 coordenadora dos dois projetos, falou sobre como as empresas poder\u00e3o utilizar esses espa\u00e7os para o desenvolvimento de inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas. Segundo ela, ser\u00e3o ambientes prop\u00edcios e estruturados para valida\u00e7\u00e3o e prototipagem de inova\u00e7\u00f5es e tecnologias, afinal contar\u00e3o com uma estrutura f\u00edsica que incluem equipamentos de ponta\u00a0<i>\u201cPara quem quer sair da fase de conceito e ir para o prot\u00f3tipo (que \u00e9 o produto teste), al\u00e9m de todo o suporte de base cient\u00edfica, tecnol\u00f3gica e intelectual diferenciais (que s\u00e3o os pesquisadores, estudantes) que aceleram o processo de inova\u00e7\u00e3o.\u201d\u00a0<\/i>afirma.<\/p>\n<p>Clarissa Teixeira, que faz parte do projeto, \u00e9\u00a0 doutora em Engenharia de Produ\u00e7\u00e3o pela Universidade Federal de Santa Catarina L\u00edder do Grupo\u00a0<a href=\"https:\/\/via.ufsc.br\/\">VIA Esta\u00e7\u00e3o do Conhecimento<\/a>, tamb\u00e9m abordou esses aspectos e observou como esse ambiente de inova\u00e7\u00e3o permite a conex\u00e3o com pesquisadores, alunos e empresas vinculados ao ecossistema de inova\u00e7\u00e3o, o que \u00e9 particularmente valioso para empreendedores, startups e pequenas empresas que est\u00e3o procurando desenvolver novos produtos. Al\u00e9m do p\u00fablico geral que engloba estudantes, universit\u00e1rios, empreendedores e criativos que poder\u00e3o utilizar esses ambientes, Clarissa Teixeira menciona outras\u00a0<b>comunidades que um FabLab pode atender:<\/b>\u00a0<b><\/b><\/p>\n<ul>\n<li><b>Crian\u00e7as de escola p\u00fablica e particular;<\/b><\/li>\n<li><b>Artistas\/Artes\u00e3os:<\/b>\u00a0Os artes\u00e3os e artes\u00e3os tradicionais devem ser encorajados a experimentar as ferramentas e processos do fab lab. O laborat\u00f3rio n\u00e3o substitui seu trabalho tradicional, mas aumenta e amplia a paleta do que eles podem fazer em seu trabalho. Segundo Teixeira, \u00e9 muito importante ter artistas experimentando as ferramentas do FabLab Segundo ela, um artista em programa de resid\u00eancia pode ser realmente interessante pois, se eles produzirem alguma arte ou artesanato de alto n\u00edvel para exibi\u00e7\u00e3o no laborat\u00f3rio e em espa\u00e7os p\u00fablicos externos, isso ajudar\u00e1 a mostrar as capacidades do laborat\u00f3rio, obter o endosso dos artistas e construir a reputa\u00e7\u00e3o do FabLab para o p\u00fablico.<\/li>\n<li><b>Funcion\u00e1rios governamentais ou corporativos:<\/b>\u00a0Pode ser um grupo que encontrar\u00e1 novos usos para o laborat\u00f3rio e novos especialistas para se voluntariar e trabalhar no laborat\u00f3rio, e eles divulgar\u00e3o o laborat\u00f3rio para a comunidade em geral.<\/li>\n<li><b>Gestores<\/b>: Grupo interessado em prototipar cria\u00e7\u00f5es para serem incorporados na sua organiza\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n<h2>\u00a0<\/h2>\n<h3><em><b>O processo de implanta\u00e7\u00e3o dos FabLabs e os efeitos para Santa Maria e regi\u00e3o\u00a0<\/b><\/em><\/h3>\n<p>Como\u00a0<b>um dos objetivos para esses projetos \u00e9 obter o selo para serem um FabLab do Foodtech e BioFabLab,<\/b>\u00a0 \u00e9 necess\u00e1rio qualificar estes ambientes conforme orienta\u00e7\u00f5es do FabLab Foundation, rede criada pelo MIT que rege os conceitos, valores e padr\u00f5es de funcionamento desses ambientes em mais de 90 pa\u00edses. Assim, o trabalho iniciar\u00e1 pela estrutura\u00e7\u00e3o da:<\/p>\n<ul>\n<li>metodologia,<\/li>\n<li>processos,\u00a0<\/li>\n<li>modelo de neg\u00f3cios, que orientar\u00e1 as atividades dos ambientes de prototipagem e valida\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Ao falar sobre o impacto que esses ambientes inovadores, Maria Daniele visualiza o potencial de Santa Maria como rota de inova\u00e7\u00e3o com a cria\u00e7\u00e3o dos FabLabs. \u201c<i>Quando estes ambientes estiverem operando, poderemos ajudar na gera\u00e7\u00e3o de neg\u00f3cios, atra\u00e7\u00e3o de empreendedores, consequentemente oportunidades e renda, al\u00e9m de contribuir na inser\u00e7\u00e3o de Santa Maria, como uma das cidades rota da inova\u00e7\u00e3o na \u00e1rea de alimentos e de produtos biol\u00f3gicos, despontando como uma cidade empreendedora.<\/i><i>\u201d<\/i>\u00a0finalizou.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do\u00a0Minist\u00e9rio da Agricultura e do Abastecimento, o\u00a0projeto dos FabLabs conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Santa Maria,Sebrae e do Food Tech Hub Latam. A participa\u00e7\u00e3o de forma integrada de todos os agentes do ecossistema, proporcionar\u00e1\u00a0<b>uma nova oportunidade para o desenvolvimento social e econ\u00f4mico da regi\u00e3o<\/b>,\u00a0<b>que poder\u00e1 beneficiar empreendedores, estudantes, pequenas empresas<\/b>, por meio do acesso e igualdade \u00e0s inova\u00e7\u00f5es e ferramentas tecnol\u00f3gicas. Promover a inova\u00e7\u00e3o aberta e colaborativa nesses ambientes, al\u00e9m de encurtar os ciclos de inova\u00e7\u00e3o,\u00a0<b>ir\u00e3o aprimorar modelos de neg\u00f3cios existentes<\/b>\u00a0e gerar novos modelos de neg\u00f3cios com mais rapidez e efic\u00e1cia.\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><i>Texto e fotos: Izadora Lemes Rocha, estagi\u00e1ria de jornalismo do InovaTec UFSM Parque Tecnol\u00f3gico.\u00a0<\/i><\/p>\n<p><i>Revis\u00e3o: Luana Giazzon Assessora de Comunica\u00e7\u00e3o do InovaTec UFSM Parque Tecnol\u00f3gico.<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Previstos para o segundo semestre de 2023, o BioFabLab e o FoodTech FabLab contar\u00e3o com recursos do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (MAPA) para executar o que ser\u00e1 o 1\u00b0 FabLab de Food Tech da Am\u00e9rica Latina e o 1\u00b0 na \u00e1rea de Bioinsumos do RS.\u00a0 Um lugar para criar, prototipar, testar e concretizar [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":260,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[522,523,310],"class_list":["post-8527","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticia","tag-bioinsumo","tag-fablabs","tag-inovatec"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/unidades-universitarias\/ccr\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8527","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/unidades-universitarias\/ccr\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/unidades-universitarias\/ccr\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/unidades-universitarias\/ccr\/wp-json\/wp\/v2\/users\/260"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/unidades-universitarias\/ccr\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8527"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/unidades-universitarias\/ccr\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8527\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/unidades-universitarias\/ccr\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8527"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/unidades-universitarias\/ccr\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8527"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufsm.br\/unidades-universitarias\/ccr\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8527"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}