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Direitos Humanos e Relações Internacionais são discutidos em oficina dia 17 de junho



O Núcleo de de Pesquisas e Práticas em Direito Internacional (NPPDI) convida para a Oficina de “Direitos Humanos e Relações Internacionais: qual caminho seguir?” , com Juliana Viggiano(PPGRI/UFSC) . A atividade será realizada no dia 17 de junho (quinta-feira), às 14h30min na sala virtual disponibilizada mediante inscrição pelo e-mail nppdi@ufsm.br
 
As debilidades que se encontram na garantia efetiva dos direitos humanos podem ser trabalhadas a partir de diferentes dimensões. Esta Oficina  propõe-se a trabalhar com perspectivas epistemológicas e metodológicas que salientem características e dinâmicas distintas das leituras tradicionais no campo das Relações Internacionais, sobretudo aquelas que elucidam as práticas de advocacy e suas consequências para os direitos humanos nos países em desenvolvimento. Por isso, a atividade busca problematizar diversas nuances, formas, movimentos, mecanismos, processos, padrões e limitações que se desenvolvem na prática de compatibilizar preceitos universais com dinâmicas locais. Isto é, quer-se enfatizar como algumas políticas locais convergem, divergem, contradizem, corroboram noções institucionalizadas dos direitos humanos no sistema internacional.
 
A Oficina de Direitos Humanos pretende discutir questões como: as lacunas entre os preceitos normativos e a implementação dos direitos humanos decorrem de limitações na tradução de normativas universais para contextos locais? Ou, em uma visão invertida, a necessidade de adaptação é tão severa que torna as normativas universais virtualmente incompatíveis com as realidades locais? Igualmente, o quanto se distanciam as percepções liberais de direitos humanos – as quais orientam as perspectivas do sistema universal de práticas – dos entendimentos e processos históricos, sociais e culturais de sociedades não pertencentes ao núcleo duro do sistema ocidental? De que forma perspectivas não ocidentais podem afetar as normas internacionais de direitos humanos e qual relevância analítica adquire a perspectiva regional tomando como ponto de partida essas premissas? E ainda: quais contribuições as práticas institucionais provenientes de sociedades do Sul Global podem aportar à compreensão dos direitos humanos?
 
Para mais informações, acesse  https://www.ufsm.br/grupos/nppdi 
 
 

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