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			<description> Centro de Ciências Sociais e Humanas</description>
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				<title>UFSM recebe especialistas para debate sobre justiça climática na próxima semana</title>
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				<pubDate>Thu, 07 May 2026 11:42:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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						<description><![CDATA[Seminário “Impactos, Resiliência e Justiça Climática em Santa Maria (RS)” acontece na segunda-feira (11)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) sediará, na próxima segunda-feira (11), a partir das 14h, o Seminário “Impactos, Resiliência e Justiça Climática em Santa Maria (RS)”. A atividade contará com a participação de pesquisadores e pesquisadoras da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), titulares de secretarias municipais, docentes da UFSM e representantes da sociedade civil. </p><p>O evento tem como objetivo apresentar à comunidade acadêmica e externa o projeto “Justiça climática e resiliência comunitária: integrando saberes locais e governança de riscos para prevenção de desastres em Santa Maria/RS”, vinculado ao Departamento de Direito (DDIR/UFSM). Considerando o recente contexto de desastres socioambientais no município, especialmente as enchentes de abril e maio de 2024, a iniciativa se propõe a analisar o impacto das políticas públicas municipais de prevenção de desastres em comunidades vulneráveis. O projeto também prevê a adaptação do  Plano de Contingência Municipal para uma linguagem simples, visual e inclusiva, a fim de torná-lo mais acessível às populações em situação de vulnerabilidade, além do desenvolvimento e implementação de ações educativas em escolas localizadas em áreas de risco.</p><p>A atividade é aberta ao público e será realizada no Auditório do CCSH, prédio 74C. As inscrições devem ser feitas por meio de <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfqLD3e_LiWWF-ltWNPy-pXgwd95oG-rrrwPrYwHt11SEmN5g/viewform">formulário online</a>. Participantes receberão certificado de cinco horas, válido como Atividade Complementar de Graduação (ACG). </p>		
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													</item>
						<item>
				<title>Média-metragem "Negros Laços" terá sessão especial promovida pela Escola do Legislativo de Alegrete na véspera do 13 de maio</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2026/05/04/curta-metragem-negros-lacos-tera-sessao-especial-promovida-pela-escola-do-legislativo-de-alegrete-na-vespera-do-13-de-maio</link>
				<pubDate>Mon, 04 May 2026 12:41:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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						<description><![CDATA[Com seu roteiro inspirado em tese de doutorado homônima, defendida no Programa de Pós-graduação em História da Universidade Federal de Santa Maria, e baseado em histórias reais de famílias negras em escravidão e liberdade no sul do Brasil, “Negros Laços” será exibido pela primeira vez em uma sala de cinema. O evento é promovido pela [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Com seu roteiro inspirado em tese de doutorado homônima, defendida no <strong>Programa de Pós-graduação em História</strong> da <strong>Universidade Federal de Santa Maria</strong>, e baseado em histórias reais de famílias negras em escravidão e liberdade no sul do Brasil, “Negros Laços” será exibido pela primeira vez em uma sala de cinema. O evento é promovido pela <b>Escola do Legislativo da Câmara Municipal de Alegrete</b>, por meio de seu eixo de atuação voltado à promoção de eventos e estudos histórico-culturais, e será exibido no <b>Cult Cinemas de Alegrete</b>, às <b>19h</b> do dia <b>12 de maio de 2026</b>. </p><p>A data não é aleatória: trata-se da véspera do <b>13 de maio</b>, aniversário da assinatura da Lei Áurea em 1888, marco histórico da abolição formal da escravidão no Brasil. A escolha intencional do calendário reforça o compromisso da Escola do Legislativo com a promoção de reflexões críticas e qualificadas sobre a história e a identidade do nosso país.</p><p>O evento é fruto de uma parceria entre a Escola do Legislativo e a equipe produtora do filme, com o apoio de entidades ligadas à cultura e à identidade negra em Alegrete e região. Ao final da exibição, será realizado um bate-papo entre a plateia e os realizadores do filme, criando um espaço de diálogo democrático e participativo</p>		
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/05/image-819x1024.jpg" alt="" />													
		<h2><b>Sobre o Média-metragem</b></h2><p>Em <b>Negros Laços (47 min, 2025)</b> uma narradora ancestral revisita suas memórias e traz à tona as trajetórias de três famílias negras que viveram em Santa Maria/RS, no sul do Brasil entre os séculos XIX e XX. Somando os relatos de seus descendentes e mergulhando em profunda pesquisa histórica, o filme expõe as lutas por liberdade, dignidade e pertencimento e confronta a celebração de escravistas naquela cidade com o apagamento das histórias negras, revelando laços negros que forjaram diferentes formas de existir no Atlântico Negro. O filme acompanha as trajetórias de José e Innocência, Anna e Mathilde, trazendo seus nomes, seus rostos, seus legados, suas ancestralidades e suas descendências.</p><h2><b>Sobre a Escola do Legislativo</b></h2><p>A Escola do Legislativo da Câmara Municipal de Alegrete atua como espaço de formação técnica, cívica, cultural e histórica, promovendo eventos, estudos e iniciativas que aproximam o parlamento da comunidade. A sessão de Negros Laços está alinhada ao eixo de valorização da memória histórica e da diversidade cultural.</p><p>A entrada é gratuita e aberta ao público. Os ingressos podem ser resgatados no <a href="https://www.sympla.com.br/evento/exibicao-do-filme-negros-lacos-em-alegrete-rs/3407004">site da Sympla.</a> </p>		
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/05/image-1024x683.jpeg" alt="" />													
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/05/image-2-1024x683.jpeg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Núcleo de Estudos do Trabalho apresenta  “Ciclo Trabalho e Fotografia” com o memorial “Reflexos Submersos”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2026/05/04/nucleo-de-estudos-do-trabalho-lanca-mais-uma-edicao-do-evento-ciclo-trabalho-e-fotografia-com-o-memorial-reflexos-submersos</link>
				<pubDate>Mon, 04 May 2026 12:21:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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						<description><![CDATA[O Núcleo de Estudos do Trabalho (NUEST) convida a comunidade acadêmica para participar da mais nova edição do Ciclo Trabalho e Fotografia, com o memorial artístico e documental “Reflexos Submersos: olhares sobre a enchente no Rio Grande do Sul&#8221;. O evento será apresentado por Emerson Ferreira, doutorando da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e mediado [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Núcleo de Estudos do Trabalho (NUEST) convida a comunidade acadêmica para participar da mais nova edição do Ciclo Trabalho e Fotografia, com o memorial artístico e documental “Reflexos Submersos: olhares sobre a enchente no Rio Grande do Sul". O evento será apresentado por Emerson Ferreira, doutorando da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e mediado por Dionas Avila Pompeu, doutorando do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais.</p><p>Emerson Ferreira é Doutorando pelo Programa de Pós-Graduação do Centro de Artes da Universidade Federal de Pelotas, na linha de pesquisa Processos de Criação, Poéticas e Cotidiano. É diretor de arte e designer na gravadora e selo musical Porangareté e também da gravadora Universal Music do Brasil, ambas do Rio de Janeiro/RJ, sendo responsável por produções de design que envolvem, entre outros, a obra da cantora Cássia Eller. É coordenador, diretor de arte e designer do projeto “Reflexos Submersos: olhares sobre a enchente no Rio Grande do Sul” em 2024, iniciativa contemplada no Edital SEDAC/PNAB RS nº 27/2024 – Artes Visuais, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB). </p><p>O evento será dia <b>5 de maio</b> às <b>15 horas</b> pelo Google Meet e poderá ser acessado pelo <a href="https://meet.google.com/njg-ndpu-eiu">link</a>. A atividade irá gerar certificado. </p>		
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/05/Feed-819x1024.jpeg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisadora da Universidade Federal de Santa Catarina debate desafios contemporâneos à democracia em atividades na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2026/04/30/pesquisadora-da-universidade-federal-de-santa-catarina-debate-desafios-contemporaneos-a-democracia-em-atividades-na-ufsm</link>
				<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 18:59:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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						<description><![CDATA[Luana Heinen ministrou a aula magna do curso de Relações Internacionais na quinta-feira (23) e um minicurso para estudantes de pós-graduação na sexta-feira (24).]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) recebeu, na última semana, a professora Dra. Luana Renostro Heinen, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), para dois eventos acadêmicos voltados à análise dos atuais desafios à democracia no contexto mundial. A programação incluiu a aula magna do curso de Relações Internacionais, intitulada “Neoliberalismo e Neoconservadorismo no Brasil e na América Latina”, na quinta-feira (23), e o minicurso “Convergência entre neoliberalismo e neoconservadorismo e enfraquecimento da democracia”, realizado na sexta-feira (24).</p>
<p>“O neoliberalismo, desde suas primeiras manifestações, já era fortemente conservador”, destacou Luana em entrevista à Subdivisão de Comunicação do CCSH. No cenário atual, entretanto, a intensificação do discurso moralizante por parte de lideranças políticas vem sinalizando um novo momento: a convergência entre neoliberalismo e neoconservadorismo.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="681" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/04/DSC_0214-3-1024x681.jpg" alt="" />											<figcaption>Luana Heinen abordou os impactos da articulação entre neoliberalismo e neoconservadorismo nos processos democráticos contemporâneos.</figcaption>
										</figure>
		<p> Segundo a pesquisadora, trata-se de um processo de expansão da esfera privada, que busca reduzir a interferência direta do Estado na economia e na vida cotidiana, transferindo responsabilidades públicas para o âmbito familiar, a partir da imposição de uma única moralidade válida. </p>
<p>Questionada sobre exemplos recentes dessa aliança, Luana citou projetos de lei voltados à proibição do debate de gênero e de educação sexual no ambiente escolar. Para a professora, que desde 2021 coordena o grupo de pesquisa “Direitos Humanos diante do neoliberalismo no Brasil”, essas propostas, além de contrariarem evidências científicas, dificultam o enfrentamento da violência contra crianças e adolescentes.</p>		
			<h2>O papel da ciência e das universidades </h2>		
		<p>“As universidades são, fundamentalmente, o lugar da dúvida, da contestação, do debate”, enfatizou Luana. Para o docente, enquanto espaços em que a pluralidade é respeitada, as universidades devem estar à frente das discussões sobre a convergência entre neoliberalismo e neoconservadorismo e, consequentemente, sobre os impactos dessa aliança nos processos democráticos, ajudando “a sustentar políticas públicas que sejam baseadas em evidências e não em crenças sem sustentação empírica”, finaliza.</p>
<p>Os eventos com a participação da professora Luana Heinen foram organizados pelo curso de Relações Internacionais, pelo Diretório Acadêmico Mônica de Menezes Campos e pelo Núcleo de Pesquisa e Práticas em Direito Internacional (NPPDI) da UFSM.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="681" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/04/DSC_0222-1-1024x681.jpg" alt="" />											<figcaption>Entre os eventos da programação, a professora ministrou um minicurso para discentes da pós-graduação da UFSM.</figcaption>
										</figure>
			<h2>Sobre a palestrante 
</h2>		
		<p>Luana Heinen é doutora e mestre em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com período de estudos na <em>Université Paris-Ouest Nanterre la Défense</em>. É membro do Instituto Memória e Direitos Humanos da UFSC (IMDH/UFSC), além de coordenadora do Núcleo de Estudos em Sociologia e Direito (SocioDir) e do Grupo de Estudos de Direito e Literatura (Literar). Desde 2021, coordena o projeto de pesquisa “Direitos humanos diante do neoliberalismo no Brasil: como autoritarismo e neoconservadorismo convergem para limitar a eficácia dos direitos humanos”. </p><p><em>Texto e fotografias: Carolina Bonoto, jornalista da Subdivisão de Comunicação do CCSH</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professora da UFSM participa de sessão histórica da Comissão sobre a Situação da Mulher da ONU, em Nova York</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2026/04/27/professora-da-ufsm-participa-de-sessao-historica-da-comissao-sobre-a-situacao-da-mulher-da-onu-em-nova-york</link>
				<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 11:50:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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						<description><![CDATA[Evento reuniu representantes de diversos países para discutir acesso à justiça, igualdade de gênero, participação política e enfrentamento à violência de gênero. ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A professora Dra. Mariana Selister Gomes, do Departamento de Economia e Relações Internacionais e dos Programas de Pós-Graduação em Relações Internacionais e em Ciências Sociais da UFSM, integrou a delegação brasileira na 70ª sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher das Nações Unidas (CSW 70), ocorrida entre 9 e 19 de março, em Nova York, nos Estados Unidos. O evento é o principal fórum global voltado à promoção da igualdade de gênero e ao fortalecimento dos direitos das mulheres.</p><p>A delegação, coordenada pelo Ministério das Mulheres, foi composta por integrantes  dos governos municipais, estaduais e federal; dos poderes judiciário e legislativo; pesquisadoras e pesquisadores, além de representantes de organizações da sociedade civil.</p><p>Sobre a participação brasileira na CSW 70, a professora destacou a importância de que o país tenha sido representado em toda sua diversidade, com uma delegação dedicada a “[...] lutar para que não houvesse nenhum retrocesso, e para que continuássemos avançando nos direitos das mulheres e meninas; no combate à violência e no acesso à justiça, considerando também a interseccionalidade das mulheres, a categoria gênero, a complexidade de ser mulher em sociedade, e não apenas o ponto de vista biológico”.</p>		
										<figure>
										<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-15-at-16.29.29-768x1024.jpeg" alt="" />											<figcaption>Professora Mariana participou da sessão celebratória de 70 anos da Comissão </figcaption>
										</figure>
		<p>Anualmente, a Comissão reúne representantes dos Estados-membros da ONU, organismos internacionais e organizações da sociedade civil, para debater políticas e estratégias voltadas à garantia dos direitos de mulheres e meninas em todo o mundo. Durante as sessões, os países integrantes prestam contas e compartilham as ações tomadas no enfrentamento à violência de gênero, na garantia de empoderamento político-econômico e na melhoria das condições de vida de meninas e mulheres, de modo geral. </p><p>Em 2026, a Comissão completou 70 anos. Além do importante marco histórico, a  CSW 70 também será lembrada pela inédita falta de consenso no relatório final, ocasionada por dissonâncias ideológicas entre Estados Unidos e demais países. Durante a fase de negociação, os EUA propuseram as seguintes alterações: substituir o termo “gênero” por “sexo”; restringir as referências a direitos sexuais e reprodutivos; além da revisão de conceitos consolidados desde as Conferências do Cairo (1994) e de Pequim (1995). As mudanças, entretanto, foram rejeitadas. Mesmo após a derrota, o país apresentou uma nova sugestão, defendendo que “gênero” fosse compreendido exclusivamente como “homem e mulher”, mas o texto não chegou a ser votado. Os Estados Unidos foram, então, o único país a votar contra o documento final das Conclusões Acordadas.</p><p>De acordo com a professora Mariana, os EUA buscavam manter perspectivas reducionistas biológicas em relação às mulheres, ou seja, reduzi-las aos aspectos biológicos e utilizar desses aspectos como definição e justificativa de comportamento e papel social, o que implica entender as questões de violência de gênero como algo individual e não estrutural. “O que seria considerado então, é a mulher como um sexo frágil, o homem como passível de violência e apenas casos isolados de violência extrema seriam punidos. Eles não planejavam considerar mulheres trans, considerar interseccionalidade, questões étnico-raciais e econômicas, por exemplo. Os Estados Unidos não queriam nada disso [...]. Não queriam incluir nada dessa diversidade”, comenta. </p><p>Uma eventual vitória dos Estados Unidos significaria, segundo a docente: “[...] não trabalhar questões de gênero na resolução, o que teria como resultado a não existência de legislações sobre isso, por exemplo, para trabalhar educação, relações de gênero na escola, políticas públicas sobre o tema”. A ausência do debate sobre gênero pode, consequentemente, fortalecer “[...] movimentos como o Red Pill, que são baseados na desinformação, no ódio às mulheres e que surgem como uma reação, como um reacionarismo, às lutas e espaços que as mulheres vêm conquistando”. Ainda sobre a participação estadunidense, a professora reforça que “essas questões não representam o que o Brasil, e a maioria dos países presentes, quer. Nós queremos entender a complexidade do fenômeno, as relações de poder envolvidas, porque nós queremos atuar não só no caso extremo, mas desde a prevenção, desde a educação, para prevenir esse ódio às mulheres, para prevenir, combater esses movimentos que também são culturais”.</p><p>Para a professora, comissões como a CSW e tratados como o resultante da Convenção para a Eliminação de Todas as Formas de Violência contra a Mulher (CEDAW), de 1979, são fundamentais para que os direitos das mulheres sejam discutidos e assegurados. “Foi a partir da Convenção de 1979 que nós pudemos ter a Lei Maria da Penha e a Lei do Feminicídio, por exemplo, foi graças a CEDAW e a CSW.” </p>		
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-15-at-16.29.44-1024x768.jpeg" alt="" />													
													<img width="1024" height="774" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-16-at-10.11.02-1024x774.jpeg" alt="" />													
		<p>Por fim, a professora reitera a fala da deputada Jandira Feghali, no consulado brasileiro, em Nova York: “Nós estamos aplaudindo o não retrocesso, nós não estamos aplaudindo avanços, nós estamos aplaudindo o não retrocesso”. Mariana explica a escolha: “O Brasil teve uma posição forte contrária aos Estados Unidos. Brasil, México, Colômbia, Espanha, África do Sul, esses foram os principais, e o Brasil foi um grande protagonista durante essas negociações, para manter a questão de gênero (...) Então nós aplaudimos o não retrocesso.”</p><p>Na edição deste ano da Comissão sobre a Situação da Mulher das Nações Unidas, os debates tiveram como tema</p><p><b>Prioritário:</b> Garantir e fortalecer o acesso à justiça para todas as mulheres e meninas, inclusive promovendo sistemas jurídicos inclusivos e equitativos, eliminando leis, políticas e práticas discriminatórias e abordando barreiras estruturais.</p><p><b>De revisão:</b> Participação plena e efetiva das mulheres na vida pública e na tomada de decisões, bem como a eliminação da violência, para alcançar a igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres e meninas.</p><p><b>Emergente:</b> Empoderamento de mulheres idosas.</p>		
		<p>Com o objetivo de compartilhar a sua experiência durante a CSW70 e debater sobre as questões das mulheres, a professora Mariana irá participar da roda de conversa denominada “A 70ª Conferência da ONU sobre a situação da Mulher: quando não retroceder é avançar”. O evento também contará com a participação da Coordenadora da Especialização em Gênero, Profª Jurema Brites, a Pró-reitora de Extensão, Profª Milena Freire e a vice-diretora do CCSH, Profª Mitieli Seixas, para conversarem com a Profª Mariana, além do público, que será convidado a interagir com perguntas e comentários. </p><p>Entre os temas abordados, estarão: as dinâmicas dos eventos da ONU; as negociações, aliados e opositores do Brasil; as discussões em torno do “sexo versus gênero”, das interseccionalidades e das Masculinidades; eventos promovidos pela delegação brasileira; compromissos dos países para o enfrentamento à violência contra as mulheres; ideias e propostas para a UFSM, entre outros. O evento é organizado pelo GIDH - Grupo de Pesquisa e Extensão em Gênero, Interseccionalidade e Direitos Humanos, com apoio da Pró-Reitoria de Extensão, do CCSH, PPGRI e PPG Especialização em Gênero.</p><p>Local: Auditório do CCSH </p><p>Data: 06/05 (quarta-feira)</p><p>Horário: 19:00 - 21:00</p><p><em>Texto: Luísa Soccal, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Comunicação do CCSH.</em></p><p><em>Imagens: Acervo pessoal.</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto “Enlaces” oferece atendimentos gratuitos em psicoterapia de casal e família</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2026/04/23/projeto-enlaces-oferece-atendimentos-gratuitos-em-psicoterapia-de-casal-e-familia</link>
				<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 13:28:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/?p=7340</guid>
						<description><![CDATA[O serviço é destinado à comunidade acadêmica e externa. As vagas são limitadas.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O projeto de extensão “Enlaces: Estudos e Intervenções em Terapia Familiar e de Casal”, vinculado ao curso de Psicologia da UFSM, está com inscrições abertas para atendimentos psicológicos clínicos gratuitos. As vagas são destinadas a casais e famílias que estejam enfrentando dificuldades ou conflitos em suas relações. </p><p>As sessões são baseadas na abordagem familiar sistêmica e conduzidas em coterapia, com a participação conjunta de um(a) psicólogo(a) vinculado(a) ao Programa de Pós-Graduação em Psicologia e de um(a) acadêmico(a) de graduação em Psicologia. </p><p>Os atendimentos são realizados na Clínica de Estudos e Intervenções em Psicologia (CEIP), localizada no prédio 74B.</p><p>As inscrições podem ser feitas por meio do <a href="https://forms.gle/QwATMD7DJGgnDCUWA">formulário</a>. </p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Nota de pesar - Jonathas Kilque Villanova</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2026/04/22/nota-de-pesar-jonathas-kilque-villanova</link>
				<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:22:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/?p=7336</guid>
						<description><![CDATA[A Direção do Centro de Ciências Sociais e Humanas da UFSM manifesta seu profundo pesar pelo falecimento de Jonathas Kilque Villanova, discente do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFSM. Neste momento de profunda tristeza, expressamos nossas condolências e solidariedade aos familiares, amigos, professores e colegas.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Direção do Centro de Ciências Sociais e Humanas da UFSM manifesta seu profundo pesar pelo falecimento de Jonathas Kilque Villanova, discente do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFSM. Neste momento de profunda tristeza, expressamos nossas condolências e solidariedade aos familiares, amigos, professores e colegas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Roda Acadêmica: Convergência entre Neoliberalismo e Neoconservadorismo e Enfraquecimento da Democracia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2026/04/22/roda-academica-convergencia-entre-neoliberalismo-e-neoconservadorismo-e-enfraquecimento-da-democracia</link>
				<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 17:27:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/?p=7333</guid>
						<description><![CDATA[O Núcleo de Pesquisa e Práticas em Direito Internacional – NPPDI (CNPq/UFSM) convida toda a comunidade acadêmica para a Roda Acadêmica “Convergência entre Neoliberalismo e Neoconservadorismo e Enfraquecimento da Democracia”, que será ministrada pela professora Dra. Luana Renostro Heinen (UFSC), na próxima sexta-feira, 24 de abril, a partir das 14h, na sala 4136 (Prédio 74C). [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Núcleo de Pesquisa e Práticas em Direito Internacional – NPPDI (CNPq/UFSM) convida toda a comunidade acadêmica para a Roda Acadêmica “Convergência entre Neoliberalismo e Neoconservadorismo e Enfraquecimento da Democracia”, que será ministrada pela professora Dra. Luana Renostro Heinen (UFSC), na próxima sexta-feira, 24 de abril, a partir das 14h, na sala 4136 (Prédio 74C).</p><p>Direcionada a estudantes, pesquisadoras/es e demais público interessado nos desafios atuais da democracia, a Roda Acadêmica será um espaço de análise crítica sobre as transformações políticas contemporâneas, sobretudo a convergência entre agendas neoliberais e neoconservadoras e seus impactos nas instituições democráticas em diferentes contextos nacionais e internacionais. A partir de uma abordagem interdisciplinar, serão debatidos temas como a reconfiguração do Estado, a erosão de direitos, a judicialização da política, a moralização do debate público e as novas formas de autoritarismo. O evento se propõe a oferecer subsídios teóricos e analíticos para a interpretação de fenômenos políticos contemporâneos e de seus efeitos sobre a governança democrática.</p><p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/04/Roda-Academica-NPPDI-1024x1024.jpg" alt="" width="495" height="495" />Luana Heinen é professora e pesquisadora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Doutora e Mestre em Direito pela mesma Universidade, com período de estudos na <i>Université Paris-Ouest Nanterre la Défense</i>. É membro do Instituto Memória e Direitos Humanos da UFSC (IMDH/UFSC), coordenadora do Núcleo de Estudos em Sociologia e Direito (SocioDir) e do Grupo de Estudos de Direito e Literatura (Literar). Desde 2021, coordena o Projeto de Pesquisa “Direitos Humanos diante do neoliberalismo no Brasil: como autoritarismo e neoconservadorismo convergem para limitar a eficácia dos direitos humanos”, buscando compreender a articulação entre  neoliberalismo, neoconservadorismo e autoritarismo no Brasil e o impacto negativo na efetividade dos Direitos Humanos.</p><p>As inscrições estão sendo realizadas pelo e-mail: nppdi@ufsm.br</p><p>A atividade é aberta à comunidade acadêmica e externa. </p><p>Será disponibilizado certificado de 4h de ACG. </p><p> </p><blockquote><p><strong>Serviço<br /></strong><strong>Data:</strong> 24/04/2025<br /><strong>Horário:</strong> 14h-18h<br /><strong>Local:</strong> Sala 4136 (Prédio 74C)<br /><strong>Contato:</strong> Núcleo de Pesquisa e Práticas em Direito Internacional (NPPDI/UFSM) pelo e-mail: nppdi@ufsm.br</p></blockquote><p><br /><br /></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Aula Magna do Curso de Relações Internacionais: Neoliberalismo e Neoconservadorismo no Brasil e na América Latina</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2026/04/22/aula-magna-do-curso-de-relacoes-internacionais-neoliberalismo-e-neoconservadorismo-no-brasil-e-na-america-latina</link>
				<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 17:26:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/?p=7331</guid>
						<description><![CDATA[O Curso de Relações Internacionais da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e o Diretório Acadêmico de Relações Internacionais &#8211; Mônica de Menezes Campos (DARI-MMC) convidam toda a comunidade acadêmica para a Aula Magna “Neoliberalismo e Neoconservadorismo no Brasil e na América Latina”, que será ministrada pela professora Dra. Luana Renostro Heinen (UFSC), na próxima [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Curso de Relações Internacionais da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e o Diretório Acadêmico de Relações Internacionais - Mônica de Menezes Campos (DARI-MMC) convidam toda a comunidade acadêmica para a Aula Magna “Neoliberalismo e Neoconservadorismo no Brasil e na América Latina”, que será ministrada pela professora Dra. Luana Renostro Heinen (UFSC), na próxima quinta-feira, 23 de abril, a partir das 17h, no auditório do CCSH.</p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/04/AULA-1-819x1024.jpg" alt="" width="410" height="513" />Luana Heinen é professora e pesquisadora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Doutora e Mestre em Direito pela mesma Universidade, com período de estudos na <i>Université Paris-Ouest Nanterre la Défense</i>. É membro do Instituto Memória e Direitos Humanos da UFSC (IMDH/UFSC), coordenadora do Núcleo de Estudos em Sociologia e Direito (SocioDir) e do Grupo de Estudos de Direito e Literatura (Literar). Desde 2021, coordena o Projeto de Pesquisa “Direitos Humanos diante do neoliberalismo no Brasil: como autoritarismo e neoconservadorismo convergem para limitar a eficácia dos direitos humanos”, com foco em compreender como neoliberalismo, neoconservadorismo e autoritarismo se articulam no Brasil, dificultando a efetividade dos Direitos Humanos.</p>
<p> </p>
<blockquote>
<p><strong>Serviço</strong><br /><strong>Data:</strong> 23/04/2026 <br /><strong>Horário:</strong> 17h<br /><strong>Local:</strong> Auditório do CCSH (Prédio 74C).</p>
</blockquote>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Enfrentamento à violência de gênero volta ao debate na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2026/04/17/enfrentamento-a-violencia-de-genero-volta-ao-debate-na-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 18:44:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/?p=7315</guid>
						<description><![CDATA[Evento “Ciências sociais &amp; violência contra a mulher” é parte das ações desenvolvidas pela Universidade contra o feminicídio]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Na tarde de quarta-feira, 15 de abril, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) recebeu, no Auditório do Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH), as professoras Dra. Andréa Fachel Leal e Dra. Letícia Maria Schabbach, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), para a mesa “Ciências Sociais &amp; violência contra a mulher”. As convidadas discutiram as diferentes formas de violência baseada em gênero, sobretudo o feminicídio — assassinato de mulheres e meninas motivado pelo gênero  —, a partir da perspectiva das Ciências Sociais.</p>[caption id="attachment_7316" align="alignleft" width="493"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/04/DSC_0198-1024x681.jpg" alt="" width="493" height="328" /> Para Andréa Leal (UFRGS), “a violência baseada em gênero é um problema multidimensional e multifacetado, exigindo respostas multidisciplinares”.[/caption]<p>“Violência baseada em gênero é qualquer ato prejudicial cometido contra uma pessoa, motivado pelas diferenças socialmente atribuídas a homens e mulheres, cujas consequências podem ser físicas, psicológicas, materiais ou sociais”, explicou Andréa Fachel Leal. Em seguida, resgatou dados do Mapa Nacional da Violência de Gênero, elaborado pelo Observatório da Mulher contra a Violência do Senado Federal, para sinalizar uma persistente contradição na política brasileira de enfrentamento à violência de gênero: de um lado, um robusto arcabouço legal — que conta, inclusive, com um dos marcos legais de enfrentamento à violência de gênero mais avançados do mundo, a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) — de outro, números alarmantes que revelam uma escalada de violência contra mulheres e meninas. </p><p>Sobre o sistema de proteção legal brasileiro, a professora também mencionou a Lei Carolina Dieckmann (Lei 12.737/2012), que tipificou a invasão de dispositivos informáticos para obter dados pessoais; a Lei do Minuto Seguinte (Lei 12.845/2013), que garantiu atendimento imediato, gratuito e obrigatório pelo SUS a vítimas de violência sexual; a Lei Joana Maranhão (Lei 12.650/2015), que alterou os prazos de prescrição de crimes sexuais contra crianças e adolescentes, passando a contar a partir dos 18 anos da vítima; a Lei do Feminicídio (Lei 13.104/2015), que incluiu o feminicídio como circunstância qualificadora do crime de homicídio e no rol de crimes hediondos; a Lei da Importunação Sexual (Lei 13.718/2018), que tipificou a prática de atos libidinosos sem consentimento; e a Lei de Stalking (Lei 14.132/2021), que criminalizou a perseguição reiterada, seja física ou virtual.</p><p>Outros dois movimentos ganharam destaque na fala da professora Andréa Leal: a recente mudança na Lei Maria da Penha para incluir, enquanto forma de violência doméstica, a violência vicária (Lei 15.384/2026) — isto é, aquela praticada contra descendentes ou pessoas próximas (ascendentes, dependentes, parentes) com o objetivo de causar sofrimento psicológico à mulher; e o Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio — compromisso entre o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, lançado em fevereiro deste ano, visando uma atuação integrada entre os órgãos dos Três Poderes no combate aos assassinatos motivados por gênero.</p><p>Na sequência, a professora Letícia Maria Schabbach salientou a importância de tipificar o crime de feminicídio, tanto na legislação nacional quanto internacional. Embora ainda sem consenso, o feminicídio é comumente compreendido, a partir da definição proposta pela Organização Mundial da Saúde (OMS), como o assassinato intencional de mulheres e meninas por serem mulheres e meninas. Já na literatura, de forma mais ampla, o feminicídio vem sendo entendido como todo o crime contra a vida cometido na fronteira do gênero, seja em contextos interpessoais (majoritariamente perpetrados por parceiros íntimos) ou impessoais (resultantes de violências sistemáticas e, portanto, independentes de uma relação entre agressor e vítima).</p><p>A relevância do assunto foi reiterada pela apresentação de dados recentes. De acordo com o relatório “Feminicídios em 2023: Estimativas Globais”, publicado pela Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de 85.000 mulheres e meninas foram intencionalmente mortas naquele ano. Destas, 60% foram assassinadas por um parceiro ou outro membro da família. Isto é, uma mulher ou menina a cada 10 minutos. No Brasil, os números do Atlas da Violência, elaborado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), desvelam um cenário igualmente preocupante. Em 2025, por exemplo, foram registrados 1.568 feminicídios, o maior índice desde que o crime passou a ser tipificado no país, em 2015.</p><p>Por fim, o debate foi aberto para a participação do público, que reuniu docentes e estudantes de graduação e pós-graduação, promovendo um espaço de reflexão e diálogo interdisciplinar. O evento “Ciências sociais &amp; violência contra a mulher” foi uma realização conjunta dos grupos de estudos e pesquisa em Cultura, Gênero e Saúde (GEPACS) e Políticas da Intimidade (GEPPI), do Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais (PPGCS/UFSM), do Observatório da Desigualdade: Laboratório de Pesquisa Social e do Programa Meninas e Mulheres na Ciência.</p><h4><b>Atividade é parte da programação do CCSH contra a violência de gênero</b></h4><p>A discussão sobre o feminicídio recebeu maior visibilidade no primeiro trimestre de 2026, com diversos eventos institucionais voltados à atualização da legislação brasileira e ao fortalecimento das redes de proteção frente à violência de gênero. A urgência se deve ao aumento significativo nas mortes violentas de mulheres e meninas. No Rio Grande do Sul, foram registrados 444 casos entre 2021 e 2025, segundo o estudo “Retrato dos Feminicídios”, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Em 2026, até o mês de março, 20 mulheres foram vítimas de feminicídio — um crescimento de 53% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os dados são da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos (CCDH) da Assembleia Legislativa.</p>[caption id="attachment_7317" align="alignright" width="494"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/04/DSC_0028-1024x681.jpg" alt="" width="494" height="328" /> Banco Vermelho do CCSH traz citação da teórica feminista bell hooks.[/caption]<p>Diante desse cenário, diferentes atividades vêm sendo realizadas no Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH) visando à sensibilização e à mobilização da comunidade acadêmica contra a violência de gênero. Em março, o Centro inaugurou, em frente ao prédio 74B, o Banco Vermelho — símbolo internacional de conscientização e enfrentamento à violência contra as mulheres, especialmente ao feminicídio. A iniciativa é respaldada pela Lei Federal nº 14.942/2024, que reconhece o Banco Vermelho como instrumento integrante da política pública de prevenção à violência de gênero no Brasil. A ação convida a população à reflexão sobre as violências que atingem cotidianamente mulheres e meninas, ao mesmo tempo em que preserva a memória das vítimas de feminicídio.</p><p>Após a inauguração, docentes, estudantes, servidores e servidoras participaram da palestra “Gênero, Poder e Violências: desafios e políticas institucionais de enfrentamento e proteção às mulheres”, com as professoras Dra. Nikelen Acosta Witter (Departamento de História) e Dra. Monalisa Dias de Siqueira (Departamento de Saúde Coletiva) e mediação da professora Professora Milena Carvalho Bezerra Freire de Oliveira-Cruz (Pró-Reitora de Extensão).</p>		
		<p><em>Texto e edição: Carolina Bonoto, Jornalista da Subdivisão de Comunicação do CCSH<br /></em><em>Fotografias: Luisa Soccal, estudante de Jornalismo e bolsista da Subdivisão de Comunicação do CCSH</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Paralelo 33 convida comunidade acadêmica para a exibição do filme “Carandiru” na 6ª edição do Cine Paralelo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2026/04/16/paralelo-33-convida-comunidade-academica-para-a-exibicao-do-filme-carandiru-na-6a-edicao-do-cine-paralelo</link>
				<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 15:03:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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						<description><![CDATA[Com o objetivo de fomentar a reflexão crítica e o diálogo acadêmico sobre questões centrais para a sociedade brasileira contemporânea, o projeto de extensão Paralelo 33 irá realizar a 6ª edição do Cine Paralelo com a exibição do filme “Carandiru”, de Hector Babenco. O Cine Paralelo é uma atividade extensionista organizada pelo projeto, e tem [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Com o objetivo de fomentar a reflexão crítica e o diálogo acadêmico sobre questões centrais para a sociedade brasileira contemporânea, o projeto de extensão Paralelo 33 irá realizar a <b>6ª edição do Cine Paralelo</b> com a exibição do filme <b>“Carandiru”, de Hector Babenco</b>. O Cine Paralelo é uma atividade extensionista organizada pelo projeto, e tem como finalidade utilizar do cinema como ponto de encontro para instruir sobre questões envolvendo política, sociedade e cultura. </p><p>O filme “Carandiru” acompanha a história de um médico sanitarista que se voluntaria para desenvolver um trabalho de prevenção ao HIV dentro do maior presídio da América Latina nos anos 1990. No Carandiru, ele passa a conviver diariamente com a realidade dos detentos, presenciando a violência agravada pela superlotação, a precariedade dos serviços e a crescente desumanização dos presos. </p><p>O evento será seguido de um debate sobre os temas <b>segurança pública, crime organizado e o sistema prisional brasileiro,</b> e irá gerar certificado de 4 horas de ACG. </p><p><b>Local:</b> Auditório do prédio 67</p><p><b>Data:</b> 04/05 (Segunda-feira)</p><p><b>Horário:</b> 18:00</p>		
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/04/1000012219-819x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Editais FIEX/CCSH - Confira as Oportunidades</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2026/04/15/editais-fiex-ccsh-confira-as-oportunidades</link>
				<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 14:41:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Banner]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/?p=7300</guid>
						<description><![CDATA[Confira os Editais dos programas e projetos contemplados no FIEX/CCSH.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Confira os <a href="https://www.ufsm.br/busca?q=&amp;sites%5B%5D=819&amp;tags=ccsh&amp;orderby=modified&amp;order=DESC&amp;perpage=15&amp;area=editais&amp;tipo_edital=&amp;licitacao_edital=&amp;concurso_edital_mod=&amp;concurso_edital_cat=&amp;outro_edital=">Editais dos programas e projetos contemplados no FIEX/CCSH</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Evento online | Encontros Piratas: perspectivas para o estudo da predação marítima (séculos XVI-XIX)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2026/04/09/evento-online-encontros-piratas-perspectivas-para-o-estudo-da-predacao-maritima-seculos-xvi-xix</link>
				<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 17:38:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/?p=7251</guid>
						<description><![CDATA[O Departamento de História (DHIST/UFSM) convida a comunidade acadêmica para o evento “Encontros piratas: perspectivas para o estudo da predação marítima (séculos XVI-XIX)”, que será realizado entre 13 e 15 de abril. O evento reunirá pesquisadores e pesquisadoras de diferentes universidades brasileiras e do exterior, com o objetivo de discutir a dimensão social da predação [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Departamento de História (DHIST/UFSM) convida a comunidade acadêmica para o evento “Encontros piratas: perspectivas para o estudo da predação marítima (séculos XVI-XIX)”, que será realizado entre 13 e 15 de abril.</p><p>O evento reunirá pesquisadores e pesquisadoras de diferentes universidades brasileiras e do exterior, com o objetivo de discutir a dimensão social da predação marítima — ações piratas contra embarcações em alto mar, rios ou portos —, considerando os grupos envolvidos nessas práticas e aqueles dedicados ao seu combate.</p><p>Todas as atividades serão virtuais e transmitidas pelo canal do projeto “Encontros Piratas” no YouTube (<a href="http://www.youtube.com/@EncontrosPiratas">www.youtube.com/@EncontrosPiratas</a>)</p>		
													<img width="768" height="960" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/04/Encontros-Piratas.jpg" alt="" />													
		<p><b>Programação:</b></p><p><b>13 de abril, às 9h</b><b><br /></b>Minicurso: <i>Protestos, soldadas e justificações: fontes para o estudo dos marinheiros portugueses</i>, com Quelen Ingrid Lopes (UEMG).</p><p><b>14 de abril, às 13h</b><b><br /></b>Conferência: <i>Piratas, cartografía y circulación de información. Entre la transmisión y la apropiación</i>, com Elizabeth Montañez-Sanabria (Instituto Riva-Agüero – PUCP).</p><p><b>15 de abril, às 13h</b><b><br /></b>Mesa redonda: <i>Vilões de todas as nações: visões sobre a predação marítima</i>, com Hélio Elias Jaber Filho (USP); Elizabeth Menezes (UFRJ); Maria Eduarda Brandão (UFPE) e Vagner Rigola (ULisboa). </p><p> </p><p> </p><p><b>Serviço:</b></p><p><b>Evento: </b>Encontros piratas: perspectivas para o estudo da predação marítima (séculos XVI-XIX)</p><p><b>Data: </b>13 a 15 de abril de 2026</p><p><b>Local:</b> Transmissão virtual  (<a href="http://www.youtube.com/@EncontrosPiratas">www.youtube.com/@EncontrosPiratas</a>)</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Núcleo de Estudos do Trabalho Convida comunidade acadêmica para o Ciclo Trabalho e fotografia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2026/04/09/nucleo-de-estudos-do-trabalho-convida-comunidade-academica-para-o-ciclo-trabalho-e-fotografia</link>
				<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 14:40:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/?p=7248</guid>
						<description><![CDATA[O Núcleo de Estudos do Trabalho (NUEST) do PPG de Ciências Sociais convida a comunidade acadêmica para o Ciclo Trabalho e Fotografia. O evento tem como tema “Narrativas visuais e experiência etnográfica: entre registro e interpretação” e será ministrado pelo antropólogo da Universidade de Caxias do Sul (UCS), Cristiano Sobroza Monteiro e mediado pelo mestrando [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Núcleo de Estudos do Trabalho (NUEST) do PPG de Ciências Sociais convida a comunidade acadêmica para o Ciclo Trabalho e Fotografia. O evento tem como tema “Narrativas visuais e experiência etnográfica: entre registro e interpretação” e será ministrado pelo antropólogo da Universidade de Caxias do Sul (UCS), Cristiano Sobroza Monteiro e mediado pelo mestrando do PPGCS, Marcio Dias.</p><p>O evento irá ocorrer no dia 14 de Abril, às 15 horas via <a href="https://meet.google.com/uxr-epgw-gpn">Google Meet</a> e irá gerar certificado. </p>		
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/04/Feed-cristiano-819x1024.jpeg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CCSH atualiza os recursos do seu portal de transparência orçamentária</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2026/04/08/ccsh-atualiza-os-recursos-do-seu-portal-de-transparencia-orcamentaria</link>
				<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 17:05:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/?p=7232</guid>
						<description><![CDATA[O Centro de Ciências Sociais e Humanas concluiu a reformulação do seu Portal de Transparência, que agora apresenta informações orçamentárias de forma mais clara, detalhada e acessível ao público. A atualização amplia o nível de transparência e facilita o entendimento sobre como os recursos públicos são utilizados pelo Centro.  O Portal de Transparência é um [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Centro de Ciências Sociais e Humanas concluiu a reformulação do seu Portal de Transparência, que agora apresenta informações orçamentárias de forma mais clara, detalhada e acessível ao público. A atualização amplia o nível de transparência e facilita o entendimento sobre como os recursos públicos são utilizados pelo Centro. </p><p>O Portal de Transparência é um site de acesso livre a todos, no qual qualquer pessoa pode encontrar informações sobre como o dinheiro público é utilizado. No caso do CCSH, todas as informações orçamentárias da instituição estão disponíveis na plataforma, sem restrição de acesso, o que garante que tanto a comunidade acadêmica quanto o público externo possam acompanhar a movimentação dos recursos.</p><p>O processo de reformulação teve início em dezembro de 2025, com o objetivo de tornar o portal mais abrangente e didático. Entre as principais melhorias, está a inclusão de recursos visuais, como gráficos e percentuais, que permitem visualizar de maneira mais intuitiva o quanto do orçamento já foi executado. Além disso, o sistema de filtros foi aprimorado, o que possibilita buscas mais específicas, como a consulta por cursos ou subunidades, o que não era viável na versão anterior. </p><p>De acordo com o Núcleo de Orçamento do CCSH, a reformulação é resultado de um trabalho contínuo de organização interna, que busca refletir, na plataforma digital, a forma como o orçamento é executado. Embora as melhorias já estejam disponíveis, o portal ainda deve passar por novos aprimoramentos. </p><p>A diretora do CCSH, professora Sheila Kocourek, reforça o compromisso institucional com a transparência. “A implementação do Portal de Transparência Orçamentária no CCSH constitui uma estratégia institucional alinhada aos princípios da gestão pública contemporânea e em conformidade com a Lei de Acesso à Informação (LAI). A iniciativa insere-se no processo de modernização da gestão pública, ao incorporar práticas de transparência ativa, uso de tecnologias digitais e fortalecimento da relação entre instituição e sociedade, ampliando a capacidade da administração pública de prestar contas, justificar suas decisões e se responsabilizar pelos resultados alcançados”, destaca. </p><p>Sheila também ressalta o impacto da ferramenta na promoção do controle social e na cultura institucional. “Ao promover a transparência e o controle social, o CCSH reafirma seu compromisso com a ética pública e com a construção de uma cultura institucional baseada na responsabilidade e na participação cidadã. Expressamos nosso orgulho e protagonismo, enquanto gestoras, eu e a professora Mitieli, na implementação desta importante ferramenta, fortalecendo a transparência e a responsabilidade pública no âmbito do CCSH”, finaliza a diretora. </p><p>Para acessar o Portal de Transparência basta entrar no site do CCSH e consultar a aba “transparência”, todas as informações orçamentárias estarão disponíveis na página, sem restrição de acesso. </p>		
													<img width="768" height="372" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/04/Design-sem-nome-768x372.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="642" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-08-141105-1024x642.jpg" alt="" />													
		<p><em>Texto: Luísa Soccal, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Comunicação do CCSH.</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Departamento de Ciências Sociais promove debate sobre violência contra as mulheres</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2026/04/07/departamento-de-ciencias-sociais-promove-debate-sobre-violencia-contra-as-mulheres</link>
				<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 14:56:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/?p=7212</guid>
						<description><![CDATA[A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) recebe, na próxima quarta-feira, 15 de abril, as professoras Dra. Letícia Maria Schabbach e Dra. Andréa Fachel Leal, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), para a mesa “Ciências Sociais &amp; violência contra a mulher”. O encontro busca discutir as violências de gênero e, destacadamente, o [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) recebe, na próxima quarta-feira, 15 de abril, as professoras Dra. Letícia Maria Schabbach e Dra. Andréa Fachel Leal, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), para a mesa “Ciências Sociais &amp; violência contra a mulher”. O encontro busca discutir as violências de gênero e, destacadamente, o feminicídio — assassinato de mulheres e meninas motivado pelo gênero —, a partir da perspectiva das Ciências Sociais.</p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/04/8M-CCSH-1-768x1024.jpg" alt="" width="314" height="419" />Letícia Maria Schabbach é doutora em Sociologia, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e professora associada nos cursos de graduação em Ciências Sociais e em Políticas Públicas, e nos Programas de Pós-graduação em Sociologia (PPGS) e em Políticas Públicas (PPGPP), também da UFRGS. É coordenadora dos projetos “Os feminicídios e as medidas protetivas de urgência: um estudo a partir do Projeto Borboleta Lilás, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul” e “A distribuição intramunicipal da vulnerabilidade à violência: interseccionalidades de gênero e raça e fatores relacionados com a incidência de homicídios e feminicídios nos bairros de Porto Alegre/RS, no decênio 2015 a 2024”.</p>
<p>Andrea Fachel Leal é doutora em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com estágio pós doutoral no Programa de Pós Graduação em Epidemiologia (PPGEPI/UFRGS), e professora associada nos cursos de graduação em Ciências Sociais e em Políticas Públicas, e nos Programas de Pós-graduação em Sociologia (PPGS) e em Políticas Públicas (PPGPP), também da UFRGS. É coordenadora adjunta do Grupo de Pesquisa em Saúde e Gênero (SAGE).</p>
<p>O evento é uma realização conjunta dos grupos de estudos e pesquisa em Cultura, Gênero e Saúde (GEPACS) e Políticas da Intimidade (GEPPI), do Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais (PPGCS/UFSM), do Observatório da Desigualdade: Laboratório de Pesquisa Social e do Programa Meninas e Mulheres na Ciência.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->		
		<h4><b>Serviço</b></h4>
<p><b>Dia: </b>15/04<br /><b>Horário: </b>14h<br /><b>Local: </b>Auditório do CCSH<br /><em>O evento é aberto à comunidade.</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Capacitação sobre cegueira na educação profissional e superior acontece dia 8</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2026/04/07/capacitacao-sobre-cegueira-na-educacao-profissional-e-superior-acontece-dia-8</link>
				<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 13:28:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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						<description><![CDATA[No dia 08 de abril, às 14h, será realizada a capacitação “Cegueira na Educação Profissional e Tecnológica e na Educação Superior: Alternativas e Adaptações Curriculares”, no laboratório 4444 (Prédio 74C) do CCSH. A atividade será ministrada pela docente Sabrina Fernandes de Castro, do Departamento de Educação Especial e chefe do setor de acessibilidade da Coordenadoria [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="80" data-end="288"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/04/Capacitacao-1024x1024.jpg" alt="" width="382" height="382" />No dia 08 de abril, às 14h, será realizada a capacitação “Cegueira na Educação Profissional e Tecnológica e na Educação Superior: Alternativas e Adaptações Curriculares”, no laboratório 4444 (Prédio 74C) do CCSH.</p>
<p data-start="290" data-end="603">A atividade será ministrada pela docente Sabrina Fernandes de Castro, do Departamento de Educação Especial e chefe do setor de acessibilidade da Coordenadoria de Ações Educacionais (CAED), e tem como objetivo discutir estratégias pedagógicas, adaptações curriculares e práticas inclusivas voltadas a estudantes com deficiência visual.</p>
<p data-start="605" data-end="784">A capacitação é direcionada aos docentes do curso de Ciências Contábeis, mas está aberta à participação de demais professores e interessados da comunidade acadêmica.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Heráldica: a ciência que estuda brasões e escudos e ajuda a compreender a história</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2026/04/06/heraldica-a-ciencia-que-estuda-brasoes-e-escudos-e-ajuda-a-compreender-a-historia</link>
				<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 11:45:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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						<description><![CDATA[Você sabe o que é, ou ao menos já ouviu falar sobre a Ciência Heráldica? Também conhecida como o estudo de escudos e brasões de armas antigos, a Heráldica é considerada uma ciência muito importante para a compreensão da história global.  A sua origem é dada por volta do século XII, na Europa Medieval, quando [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Você sabe o que é, ou ao menos já ouviu falar sobre a Ciência Heráldica? Também conhecida como o estudo de escudos e brasões de armas antigos, a Heráldica é considerada uma ciência muito importante para a compreensão da história global. </p><p>A sua origem é dada por volta do século XII, na Europa Medieval, quando cavaleiros passaram a utilizar escudos decorados com símbolos, desenhos e cores que indicavam à qual família eram leais, pois durante batalhas e torneios, realizar uma identificação rápida era essencial. Assim, por volta do século XIII, a prática se difundiu também aos nobres, que passaram a ter orgulho em exibir as cores e armas dos antepassados de sua família. Diversas famílias adotaram símbolos como leões, águias, torres e flores-de-lis, cada qual carregava significados específicos. Com o tempo, os brasões deixaram de ser apenas instrumentos de identificação e passaram a servir como registros de feitos heróicos, conquistas territoriais e serviços prestados ao rei ou ao reino.</p>		
			<h2>Por que é importante estudar a heráldica? </h2>		
		<p>Ao longo dos anos, os escudos e brasões se tornaram importantes assinaturas familiares, e cada detalhe dos desenhos, cores e símbolos refletiam a história de cada linhagem. O estudo da Heráldica é fundamental por ser uma ciência que auxilia para a compreensão da história, já que funciona como uma chave para decifrar a identidade, a política e a cultura de sociedades passadas.</p><p>No CCSH, a heráldica tem sido objeto de estudo por meio de projetos que buscam ampliar o acesso a esse tipo de conhecimento. Um exemplo foi o “Projeto de Difusão Arquivística: o acervo de heráldica da Prof.ª Eneida Izabel Schirmer Richter”, desenvolvido no segundo semestre de 2025, na disciplina de Mediação e Difusão em Arquivos, do Curso de Arquivologia.</p><p>A iniciativa integrou o projeto de extensão “Arquivos em Difusão: práticas de mediação arquivística”, que tem como objetivo aproximar a sociedade dos arquivos, valorizando a memória, a identidade e a cultura, além de contribuir para a formação prática e crítica dos estudantes.</p><p>As acadêmicas Carla Chaves Corrêa, Luíze Gabrielle Aguilar Vargas e Manoela Nunes Lopes desenvolveram suas atividades a partir do acervo doado pela professora Eneida Richter, atualmente sob guarda do Laboratório de Pesquisa e Produção em Educação Informacional (LAPPEI), coordenado pela professora Fernanda Kieling Pedrazzi, do Departamento de Arquivologia do CCSH. O acervo reúne materiais heráldicos acumulados ao longo da trajetória da professora Eneida, especialmente relacionados à disciplina de Genealogia e Heráldica.</p>		
													<img width="1024" height="681" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/04/DSC_0161-1024x681.jpg" alt="" />													
		<p>Entre as ações realizadas, destacam-se atividades no Arquivo Histórico Municipal de Santa Maria, a organização de uma exposição virtual e a criação de perfis em redes sociais para divulgação do acervo. As iniciativas ultrapassaram o contexto local e alcançaram repercussão internacional entre pesquisadores e interessados na área.</p>		
													<img width="681" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/04/DSC_0175-681x1024.jpg" alt="" />													
		<p>A professora Eneida Izabel Schirmer Richter, cuja trajetória inspira o projeto, atuou por mais de 30 anos no Curso de Arquivologia da UFSM, entre 1978 e 2014. Ao longo da carreira, dedicou-se ao ensino, à pesquisa e à extensão, além de exercer funções de gestão. Seus interesses acadêmicos abrangiam áreas como heráldica, genealogia, paleografia e luteranismo.</p><p>Autora e coautora de diversas obras, entre elas o livro <i>Os Brasões Municipais</i> (2001), Eneida também ministrou disciplinas como Genealogia e Heráldica, Paleografia e Diplomática, onde orientou inúmeros trabalhos acadêmicos. Faleceu em 3 de novembro de 2015, e deixou um legado significativo para a área da heráldica e para a universidade.</p><p>De acordo com o docente do curso de Arquivologia, Augusto Britto, como continuidade das ações, está prevista a criação de um curso sobre heráldica, que utilizará o acervo da professora Eneida como base, e ampliará ainda mais o acesso ao conhecimento e incentivando novas pesquisas no campo.</p><p>Localizado na sala 2125A do prédio 74A, o acervo está aberto e disponível para visita mediante agendamento com a professora Fernanda Pedrazzi pelo e-mail <a href="mailto:fernanda.k.predrazzi@ufsm.br">fernanda.k.predrazzi@ufsm.br</a></p><p>Abaixo você pode encontrar algumas fotos do Acervo da Professora Eneida, que reúnem documentos, livros, projetos desenvolvidos por alunos e outros itens que eram de posse da professora. </p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/04/DSC_0168-1024x681.jpg" alt="DSC_0168" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/04/DSC_0169-1024x681.jpg" alt="DSC_0169" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/04/DSC_0170-1024x681.jpg" alt="DSC_0170" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/04/DSC_0172-1024x681.jpg" alt="DSC_0172" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/04/DSC_0177-1024x681.jpg" alt="DSC_0177" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/04/DSC_0160-1024x681.jpg" alt="DSC_0160" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/04/DSC_0161-1-1024x681.jpg" alt="DSC_0161" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/04/DSC_0164-1024x681.jpg" alt="DSC_0164" /></figure>			
		<p><em>Texto e fotos: Luísa Soccal, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Comunicação do CCSH.</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CCSH Study Summit encerra após dois dias de integração</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2026/03/30/ccsh-study-summit-encerra-apos-dois-dias-de-integracao</link>
				<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 14:44:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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						<description><![CDATA[Após dois dias de integração, o CCSH Study Summit foi finalizado com sucesso na última Quinta-Feira, dia 26 de Março. O evento reuniu projetos de extensão, grupos de pesquisa, empresas júnior, e outras iniciativas do CCSH.  O objetivo do evento foi mostrar aos acadêmicos do Centro o universo de oportunidades que existe dentro do CCSH. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Após dois dias de integração, o CCSH Study Summit foi finalizado com sucesso na última Quinta-Feira, dia 26 de Março. O evento reuniu projetos de extensão, grupos de pesquisa, empresas júnior, e outras iniciativas do CCSH. </p><p>O objetivo do evento foi mostrar aos acadêmicos do Centro o universo de oportunidades que existe dentro do CCSH. Durante os dias 25 e 26 de Março, quem passou pelo evento pôde conhecer projetos, conversar com equipes, descobrir iniciativas de ensino, pesquisa, extensão e inovação e encontrar caminhos para se envolver mais ativamente na vida universitária.  </p><p>Veja abaixo os registros de alguns dos participantes do evento! </p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/DSC_0101-1024x681.jpg" alt="DSC_0101" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/DSC_0106-1024x681.jpg" alt="DSC_0106" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/DSC_0108-1024x681.jpg" alt="DSC_0108" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/DSC_0111-1024x681.jpg" alt="DSC_0111" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/DSC_0112-1024x681.jpg" alt="DSC_0112" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/DSC_0117-1024x681.jpg" alt="DSC_0117" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/DSC_0118-1024x681.jpg" alt="DSC_0118" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/DSC_0121-1024x681.jpg" alt="DSC_0121" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/DSC_0125-1024x681.jpg" alt="DSC_0125" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/DSC_0127-1024x681.jpg" alt="DSC_0127" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/DSC_0131-1024x681.jpg" alt="DSC_0131" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/DSC_0134-1024x681.jpg" alt="DSC_0134" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/DSC_0137-1024x681.jpg" alt="DSC_0137" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/DSC_0142-1024x681.jpg" alt="DSC_0142" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/DSC_0145-1024x681.jpg" alt="DSC_0145" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/DSC_0148-1024x681.jpg" alt="DSC_0148" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/DSC_0151-1024x681.jpg" alt="DSC_0151" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/DSC_0155-1024x681.jpg" alt="DSC_0155" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/DSC_0157-1024x681.jpg" alt="DSC_0157" /></figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Curso de Gestão de Turismo apoia evento que conecta cultura e desenvolvimento em Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2026/03/27/curso-de-gestao-de-turismo-apoia-evento-que-conecta-cultura-e-desenvolvimento-em-santa-maria</link>
				<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 13:24:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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						<description><![CDATA[O Curso de Gestão de Turismo do Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH/UFSM) é um dos apoiadores do Território Imembuy Experience, iniciativa que propõe aproximar cultura, identidade e desenvolvimento turístico em Santa Maria e região. O evento reúne representantes do setor turístico, projetos vinculados aos Geoparques Mundiais da UNESCO, como a Quarta Colônia e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="97" data-end="348"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-08.37.36-819x1024.jpeg" alt="" width="402" height="502" />O Curso de Gestão de Turismo do Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH/UFSM) é um dos apoiadores do Território Imembuy Experience, iniciativa que propõe aproximar cultura, identidade e desenvolvimento turístico em Santa Maria e região.</p>
<p data-start="350" data-end="616">O evento reúne representantes do setor turístico, projetos vinculados aos Geoparques Mundiais da UNESCO, como a Quarta Colônia e Caçapava do Sul, além do Projeto Geoparque Raízes de Pedra, promovendo conexões entre cultura, economia criativa e rotas turísticas regionais.</p>
<p data-start="618" data-end="993">A programação acontece no LabCriativo, localizado na Vila Belga, e contará com espaços voltados à comercialização de produtos culturais, rodada de negócios com apoio do Sebrae, além de palestra e momentos de troca de experiências entre empreendedores, gestores e criativos.</p>
<p data-start="1243" data-end="1343" data-is-last-node="" data-is-only-node="">O evento será realizado no dia 8 de abril, das 14h às 17h, com vagas limitadas e <a href="https://forms.gle/TugCckkjM1aEWNMf8">inscrição gratuita</a>.</p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Mulheres que fazem a UFSM: CCSH homenageia servidoras por suas trajetórias e contribuições à Universidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2026/03/19/mulheres-que-fazem-a-ufsm-ccsh-homenageia-servidoras-por-suas-trajetorias-e-contribuicoes-a-universidade</link>
				<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 12:55:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/?p=7053</guid>
						<description><![CDATA[Durante a celebração em alusão ao mês da mulher, o CCSH recebeu, no dia 11 de março, uma homenagem às servidoras da Universidade que se destacam por suas trajetórias acadêmicas, profissionais e institucionais. A iniciativa da Casa Verônica (Pró-Reitoria de Extensão) buscou reconhecer o trabalho, a dedicação e o impacto de mulheres que, por meio [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Durante a celebração em alusão ao mês da mulher, o CCSH recebeu, no dia 11 de março, uma homenagem às servidoras da Universidade que se destacam por suas trajetórias acadêmicas, profissionais e institucionais. A iniciativa da Casa Verônica (Pró-Reitoria de Extensão) buscou reconhecer o trabalho, a dedicação e o impacto de mulheres que, por meio de suas atuações dentro da instituição, contribuem diariamente para o fortalecimento da universidade pública.</p><p>Ao todo foram 34 mulheres homenageadas, que simbolizam diversos setores da UFSM. Para representar o CCSH, foram indicadas 4 servidoras; as Docentes Eliete dos Reis Lehnhart, Maria Esther Toaldo Bopp e Mitieli Seixas da Silva, além da Técnico-Administrativa em Educação Ledi Terezinha Gonçalves Pereira. Cada uma foi indicada em reconhecimento às importantes contribuições que vêm realizando ao longo de suas trajetórias na instituição.</p>		
		<p>Reconhecida por colegas e estudantes como uma professora dedicada e altamente qualificada, <b>Eliete dos Reis Lehnhart</b> destaca-se pela qualidade de seu ensino, pela postura ética e pelo cuidado com a formação crítica, humana e profissional de seus alunos. Sua atuação em sala de aula reflete domínio técnico, sensibilidade pedagógica e compromisso com o aprendizado, o que contribuí de forma significativa para a consolidação do curso de Administração e para a formação de novas gerações.</p><p>No campo da pesquisa, a professora Eliete têm demonstrado rigor científico, produtividade e relevância acadêmica, onde desenvolve trabalhos que contribuem para o avanço do conhecimento em sua área e para a visibilidade da UFSM no cenário acadêmico. Para a professora, os momentos mais marcantes de sua trajetória foram aqueles em que viu a pesquisa se transformar em prática e, especialmente, ver cada aluno concluir sua jornada de formação. “Acompanhar a evolução e a trajetória de dedicação deles até o êxito final é a maior recompensa, pois materializa o dever cumprido. Minha atuação é guiada pelo compromisso com a ciência, a ética, a transparência e a competência técnica. Estar na universidade pública me permite buscar soluções que promovam o desenvolvimento real e a autonomia das pessoas por meio do conhecimento”, complementa.</p>		
													<img width="1024" height="681" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/DSC_0004-1024x681.jpg" alt="" />													
		<p>Eliete também se destaca na sua atuação à frente da coordenação do curso, onde exerceu uma gestão comprometida, responsável e dialogada. Sua liderança foi pautada pelo planejamento, pela escuta ativa e pela busca constante de melhorias acadêmicas e administrativas, o que fortaleceu o curso e promoveu um ambiente de trabalho colaborativo e respeitoso.</p><p>Para a docente, ser uma das servidoras homenageadas é, acima de tudo, um momento de reflexão sobre a responsabilidade de ocupar um espaço de construção do saber. “Para mim, esse reconhecimento simboliza a validação de uma caminhada feita com persistência e propósito. Significa que os desafios enfrentados, inerentes à carreira acadêmica e à gestão, valeram a pena e que a busca pela excelência, a ética e o comprometimento técnico foram fundamentais para fortalecer o CCSH e a instituição como um todo”, finaliza a professora.</p>		
		<p>A indicação da servidora <b>Ledi Terezinha Gonçalves Pereira </b>para ser uma das homenageadas no Dia Internacional da Mulher fundamenta-se em sua trajetória exemplar no serviço público, marcada por dedicação, responsabilidade, comprometimento e ética ao longo de sua carreira na UFSM.</p><p>Ao longo de seus anos de atuação, Ledi demonstra profundo respeito às pessoas com as quais convive e à instituição, onde sempre contribuiu de forma significativa para o bom funcionamento de suas atividades e para a construção de um ambiente de trabalho baseado no diálogo, na cooperação e no respeito mútuo. Seu comprometimento com o serviço público reflete não apenas profissionalismo, mas também um senso de responsabilidade social e institucional digno de reconhecimento.</p>		
													<img width="684" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-16-at-08.57.13-684x1024.jpeg" alt="" />													
		<p>Para a profissional, um dos momentos mais marcantes de sua trajetória dentro da Universidade foi trabalhar como secretária do Departamento de Documentação do CCSH. “Há estabilidade, segurança, trabalho em equipe e prazer no que faço, o que me motiva continuar na instituição”, comenta a servidora.</p><p>Destaca-se, ainda, sua postura de valorização da mulher em diferentes espaços, seja por meio de sua atuação profissional, seja por seu exemplo pessoal de perseverança, equilíbrio e resiliência diante dos desafios cotidianos. Sua trajetória representa uma inspiração para outras mulheres, especialmente no que diz respeito à conciliação entre vida profissional e responsabilidades familiares. Segundo a servidora, receber a homenagem durante o mês da mulher é uma honra. “Receber essa homenagem significa o reconhecimento pela minha trajetória e a valorização pelos meus serviços prestados à instituição”. </p>		
		<p><b>Maria Esther Toaldo Bopp </b>é docente do curso de Direito e atua junto à assistência judiciária da UFSM, onde desempenha um papel essencial na garantia do acesso à justiça à população em situação de vulnerabilidade social. Por meio de sua liderança, compromisso e sensibilidade, a professora tem contribuído para qualificar os serviços prestados à comunidade, ao mesmo tempo em que promove a formação acadêmica e cidadã de estudantes envolvidos nas atividades de extensão e prática jurídica.</p><p>Para a professora, a aprovação no concurso para docência no curso de Direito foi um momento decisivo para sua carreira profissional. “Como egressa da instituição, foi uma grande conquista e uma imensa alegria retornar para a casa onde estudei e da qual sinto um imenso orgulho, agora como professora”, relata. </p>		
													<img width="742" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-19-at-09.36.16-742x1024.jpeg" alt="" />													
		<p>Outro momento marcante foi o período em que assumiu a coordenação dos Cursos de Direito Diurno e Noturno, “Foram 4 anos de muitos desafios e grande aprendizado, mas foi uma oportunidade de conhecer efetivamente a parte administrativa e tudo o que essa atividade exige do docente”. Nesse mesmo período, o curso de Direito recebeu o selo OAB Recomenda, uma importante validação da qualidade para os cursos de Direito do país.</p><p>De acordo com Maria Esther, sua grande motivação são os alunos. “Eles são a razão de eu estar na carreira docente, são minha inspiração e o que me motiva todos os dias a buscar aprimoramento e novos conhecimentos”. A professora recebe com alegria a homenagem, especialmente no ano em que completa 29 anos de UFSM. “Diria que é uma homenagem muito significativa e um reconhecimento ao trabalho que procuro desenvolver na instituição. Como disse no início, é uma honra ser docente desta casa.”conclui a professora.</p>		
		<p>Como primeira professora mulher do Departamento de Filosofia da UFSM, a docente <b>Mitieli Seixas da Silva</b> desempenhou papel decisivo na implantação e consolidação inicial da área, onde contribuiu para a construção de currículos, espaços de debate e práticas pedagógicas que estruturaram o desenvolvimento do departamento. Sua atuação representa um marco histórico e um exemplo de protagonismo feminino na Universidade.</p><p>Sua trajetória acadêmica e institucional é marcada pelo pioneirismo, pela liderança intelectual e pelo compromisso com a formação filosófica e cidadã. A professora destaca-se, ainda, por sua relevância nacional ao ser uma das fundadoras e atual Diretora Nacional da Olimpíada Nacional de Filosofia (ONFIL), iniciativa que tem ampliado o alcance da filosofia no ensino médio e promovido o pensamento crítico, a argumentação e a reflexão ética entre jovens de todo o país. Sua liderança nesse projeto evidencia visão inovadora, capacidade de articulação e compromisso com a democratização do conhecimento filosófico.</p><p>A docente destaca que teve oportunidades muito ricas durante a sua carreira como professora dentro da UFSM, desde o trabalho com turmas do primeiro semestre que oportunizaram estar em contato com quem está chegando na universidade, até o trabalho no PPG Filosofia. “Mas, se eu puder destacar alguns episódios chave na minha carreira, eu destacaria quatro: quando assumi a Chefia do Departamento de Filosofia, quando eu ganhei o prêmio Elisabeth da Bohemia, a criação da I Olimpíada Nacional de Filosofia e, agora, o desafio de estar vice-diretora do CCSH.” No campo da pesquisa, a professora Mitieli é reconhecida por sua produção acadêmica consistente e qualificada, contribuindo para o avanço do debate filosófico no Brasil e no exterior. Ressalta-se então, de maneira especial, o fato de ter sido a primeira brasileira a receber o Elisabeth of Bohemia Prize, distinção internacional que reconhece contribuições relevantes à filosofia, o que reforça a relevância e o impacto de seu trabalho acadêmico.</p>		
													<img width="683" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/DSC07153-1-683x1024.jpg" alt="" />													
		<p>Mitieli enxerga o reconhecimento em alusão ao Dia das Mulheres como uma homenagem coletiva ao esforço de todas as servidoras do Centro e como um incentivo a continuar contribuindo pelo fortalecimento da Universidade e pelo bem-estar da comunidade acadêmica. “Eu fico profundamente honrada com essa indicação. No entanto, não me vejo fazendo algo que as demais servidoras do CCSH, professoras e técnicas, não façam todos os dias; o saber trabalhar com dedicação e compromisso para manter a UFSM viva, potente e acolhedora para as gerações que chegam a cada ano”, destaca. </p>		
		<p>Essas mulheres, assim como todas as servidoras do CCSH e, dessa forma, da UFSM, são importantes pilares que graças ao seu esforço, trabalho e dedicação nos mais diversos âmbitos e áreas, mantém a Universidade funcionando, e contribuem para manter o objetivo de servir a todos uma educação pública de qualidade, e com todas as oportunidades possíveis. </p><p><em>Texto: Luísa Soccal, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Comunicação do CCSH.<br /></em><em>Fotos: Divulgação.</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CCSH Study Summit retorna com dois dias de integração, inovação e oportunidades para estudantes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2026/03/16/ccsh-study-summit-retorna-com-dois-dias-de-integracao-inovacao-e-oportunidades-para-estudantes</link>
				<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 13:54:35 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/?p=7024</guid>
						<description><![CDATA[O evento reúne projetos, grupos de pesquisa, empresas juniores e iniciativas acadêmicas do CCSH, criando um espaço de integração, troca de experiências e descoberta de oportunidades para os estudantes.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="240" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/banner-site-4-1024x240.jpg" alt="" />													
		<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="228" data-end="494">Nos dias 25 e 26 de março, o Centro de Ciências Sociais e Humanas realiza mais uma edição do CCSH Study Summit, evento que reúne projetos, grupos de pesquisa, empresas juniores e diversas iniciativas acadêmicas que fazem parte do cotidiano do Centro.</p>
<p data-start="496" data-end="842">A proposta do evento mostrar aos estudantes o universo de oportunidades que existe dentro do CCSH. Durante dois dias, quem passar pelo evento poderá conhecer projetos, conversar com equipes, descobrir iniciativas de ensino, pesquisa, extensão e inovação e encontrar caminhos para se envolver mais ativamente na vida universitária.</p>
<p data-start="844" data-end="1035">A programação ocorre no dia 25, das 13h às 20h, e no dia 26, das 9h às 17h, reunindo diferentes atividades e espaços de interação entre estudantes, professores e equipes dos projetos.</p>
<p data-start="1037" data-end="1418">Além da tradicional exposição de projetos, grupos e empresas juniores, a edição deste ano traz novidades. Uma delas é o Showcase de Produtos Técnicos e Tecnológicos (PTT), que apresentará soluções e resultados desenvolvidos nos Programas de Pós-Graduação profissionais do CCSH, o de Gestão de Organizações Públicas (PPGOP) e o Patrimônio Cultural (PPGPC).</p>
<p data-start="1420" data-end="1697">Outra atividade será o Meetup de projetos que trabalham com temáticas relacionadas às mulheres, criando um espaço de encontro para troca de ideias, construção de parcerias e articulação entre iniciativas, em diálogo com as reflexões do Dia Internacional da Mulher (8M).</p>
<p data-start="1420" data-end="1697">Os horários e locais do Showcase de PTT e do Meetup de projetos ainda serão divulgados.</p>
<p data-start="1699" data-end="1894">Projetos, grupos e iniciativas do CCSH que desejam participar da exposição podem realizar a inscrição até o dia 20 de março, por meio do <strong><a href="https://forms.gle/fzZ1kx1kq5ceGWHN8">formulário</a></strong> disponibilizado pela organização do evento.</p>
<p data-start="1896" data-end="2024">Para os estudantes e visitantes interessados em conhecer o CCSH Study Summit, a visita é livre e não exige inscrição prévia.</p>
<p data-start="2026" data-end="2185">Mais do que uma feira de projetos, o CCSH Study Summit é um convite para explorar, conectar ideias e descobrir novas possibilidades dentro da universidade.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->		
			<h4>Quem já confirmou participação no evento</h4>		
													<img width="200" height="200" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/1-1.jpg" alt="" />													
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													<img width="200" height="200" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/8.jpg" alt="" />													
													<img width="200" height="200" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/Logos-Summit_Site.jpg" alt="" />													
													<img width="200" height="200" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/10.jpg" alt="" />													
													<img width="200" height="200" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/11.jpg" alt="" />													
													<img width="200" height="200" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/12.jpg" alt="" />													
													<img width="200" height="200" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/13.jpg" alt="" />													
													<img width="200" height="200" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/14.jpg" alt="" />													
													<img width="200" height="200" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/15.jpg" alt="" />													
													<img width="200" height="200" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/16.jpg" alt="" />													
													<img width="625" height="625" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2025/02/4-3.jpg" alt="" />													
													<img width="625" height="625" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/Logos-Summit_Site-1.jpg" alt="" />													
													<img width="625" height="625" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2025/02/5-3.jpg" alt="" />													
													<img width="500" height="500" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/Logo-LabHRI-Escrita_20251211_161857_0001.jpg" alt="" />													
													<img width="625" height="625" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/Logos-Summit_Site-2.jpg" alt="" />													
													<img width="625" height="625" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/Logos-Summit_Site-3.jpg" alt="" />													
													<img width="625" height="625" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/Logos-Summit_Site-4.jpg" alt="" />													
													<img width="625" height="625" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2025/02/Logos-Summit_Site-1-2.jpg" alt="" />													
													<img width="625" height="625" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/Logos-Summit_Site-5.jpg" alt="" />													
													<img width="625" height="625" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/Logos-Summit_Site-6.jpg" alt="" />													
													<img width="625" height="625" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/Logos-Summit_Site-7.jpg" alt="" />													
													<img width="625" height="625" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/Logos-Summit_Site-8.jpg" alt="" />													
													<img width="625" height="625" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/Logos-Summit_Site-9.jpg" alt="" />													
			<h4>Empresas parceiras</h4>		
													<img width="718" height="397" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/6fe7bf5c-ff35-496f-8c12-e6fffa039729.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Conselho do CCSH aprova Moção de Apoio à Greve dos TAEs da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2026/03/16/conselho-do-ccsh-aprova-mocao-de-apoio-a-greve-dos-taes-da-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 13:41:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/?p=7020</guid>
						<description><![CDATA[O Conselho do Centro de Ciências Sociais e Humanas aprovou, em reunião realizada no dia 16 de março de 2026, a Moção de Apoio à Greve dos TAEs da UFSM.   No dia 23 de fevereiro, servidores e servidoras Técnico-Administrativos e Administrativas em Educação (TAEs) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) entraram em greve [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Conselho do Centro de Ciências Sociais e Humanas aprovou, em reunião realizada no dia 16 de março de 2026, a Moção de Apoio à Greve dos TAEs da UFSM.</p>
<p> </p>
<blockquote>
<p>No dia 23 de fevereiro, servidores e servidoras Técnico-Administrativos e Administrativas em Educação (TAEs) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) entraram em greve pela defesa da educação pública e pelo respeito aos direitos já conquistados. O movimento na Universidade faz parte de uma greve nacional organizada pela Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (FASUBRA), reunindo servidores e servidoras de universidades e institutos federais em todo o país. Até o momento, mais de 51 Instituições Federais de Ensino (IFE) já aderiram à greve em todo o país.<br />A principal reivindicação é o cumprimento do Termo de Acordo de Greve nº 11/2024 firmado ao final da paralisação nacional de 2024. Parte do acordo vem sendo cumprida: após 7 anos sem reajuste salarial, os servidores receberam 9% de recomposição em 2025 e vão receber outros 5%<br />em abril deste ano. Entretanto, outras cláusulas importantes do acordo, que visam à manutenção e a qualificação das instituições de ensino superior públicas brasileiras, ainda não foram cumpridas. São elas:</p>
<p>1) Que a valorização dos(as) servidores(as) por meio do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC), elaborado pela Comissão Nacional de Supervisão da Carreira (CNSC), seja amplo e irrestrito, incluindo aposentados, pensionistas, servidores em estágio probatório e<br />doutores;<br />2) Jornada de 6 horas diárias e 30 horas semanais, sem redução salarial, para toda a categoria;<br />3) Aceleração na carreira para aposentados e pensionistas;<br />4) Correção das injustiças no reposicionamento dos aposentados no Plano de Carreira dos Cargos Técnico Administrativos em Educação (PCCTAE);<br />5) Democracia nas Instituições Federais de Ensino: paridade nos órgãos colegiados; eleições diretas e no mínimo paritárias para Reitoria; fim da lista tríplice; que TAEs possam ser eleito para cargos de direção, inclusive Reitoria;<br />6) Plantão de 12 por 60 horas para servidores do Hospital Universitário;<br />7) Manutenção da matriz salarial única, com a definição do Nível E como referência para os demais níveis, a partir das porcentagens definidas no acordo;<br />8) Manutenção do “step” salarial único e constante;<br />9) Concurso público para Tradutor Intérprete de Língua de Sinais/Língua Portuguesa;<br />10) Racionalização dos cargos suspensos, vagos e a vagar, para frear o avanço da terceirização.</p>
<p>A greve é uma ferramenta extrema, mas necessária frente às circunstâncias, afinal a categoria não pode ser desmoralizada com o cumprimento apenas parcial do termo de acordo de greve de 2024. Ainda, a greve é uma ferramenta legítima na defesa dos(as) trabalhadores(as) e da<br />educação pública e pode ser exercida por todos os TAEs. Além disso, nenhuma conquista de melhores condições para os servidores das universidades brasileiras veio sem mobilização: defender as IFEs é defender a qualidade dos servidores que garantem a continuidade da ciência,<br />da pesquisa e da inovação brasileiras.</p>
<p>A decisão dos TAEs pela adesão ao movimento nacional de greve da categoria foi aprovada em assembleia, em 19 de fevereiro. A reitoria da UFSM foi formalmente notificada dentro dos prazos legais e já visitou o lonão do Comando Local de Greve, instalado no estacionamento em<br />frente ao INPE, na entrada do campus sede da UFSM. Na ocasião, a reitora e o vice-reitor dialogaram com os grevistas, declararam apoio ao movimento e se comprometeram a transmitir as reivindicações da categoria nos espaços competentes. O Comando Local de Greve segue em<br />diálogo com a reitoria, pró-reitorias, direções de unidades e chefias de setores: serviços considerados essenciais, como o Hospital Universitário e Veterinário, mantêm o mínimo de 30% do efetivo no setor mesmo durante a greve.</p>
<p>Ciente das circunstâncias que levaram a categoria ao estado de greve, este conselho manifesta seu apoio ao movimento por meio desta moção.</p>
</blockquote>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PPGs do CCSH recebem notas de excelência na Avaliação Quadrienal do CAPES</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2026/03/13/ppgs-do-ccsh-recebem-notas-de-excelencia-na-avaliacao-quadrienal-do-capes</link>
				<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 16:52:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/?p=7007</guid>
						<description><![CDATA[Com o objetivo de avaliar a qualidade dos cursos de mestrado e doutorado, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) realiza a cada 4 anos a Avaliação Quadrienal dos Programas de Pós-graduação. Os pareceres dos Programas são realizados por meio de notas de 1 a 7, sendo a nota 3 correspondente a [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Com o objetivo de avaliar a qualidade dos cursos de mestrado e doutorado, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) realiza a cada 4 anos a Avaliação Quadrienal dos Programas de Pós-graduação. Os pareceres dos Programas são realizados por meio de notas de 1 a 7, sendo a nota 3 correspondente a um padrão mínimo de qualidade para um curso de mestrado e a nota 4 para um curso de doutorado. As escalas das notas possuem os seguintes significados: </p><p><b>1 e 2: </b>Programa é descredenciado e os diplomas emitidos após o descredenciamento deixam de ter validade nacional</p><p><b>3:</b> Padrão Mínimo para mestrado</p><p><b>4:</b> Bom para mestrado e padrão mínimo para doutorado</p><p><b>5:</b> Atribuída a Programas considerados consolidados e com conceito “Muito bom”</p><p><b>6 e 7: </b>Consideradas notas de excelência, com desempenho equivalente ao dos centros internacionais de referência na área.</p><p>Os resultados referentes ao período entre 2021 e 2024 foram publicados em Janeiro de 2026, e avaliam o Programa de Pós-Graduação em Comunicação (POSCOM) e o Programa de Pós-Graduação em Filosofia (PPGFil) com a nota 6 de excelência, e o Programa de Pós- Graduação em Organizações Públicas (PPGOP) com nota 5, considerada nota máxima para Programas Profissionais. </p>		
			<h2>Conceito 6 reconhece a maturidade acadêmica do POSCOM e amplia sua projeção nacional na área da Comunicação
</h2>		
		<p>Para o POSCOM, o conceito 6 é resultado de um conjunto articulado de ações desenvolvidas ao longo do quadriênio, sustentado por um trabalho estratégico e contínuo orientado pela produção de impacto científico e social qualificado. O PPG também destaca o quanto as conquistas alcançadas pelo programa ocorreram mesmo em meio a adversidades. “É importante destacar que muitas dessas conquistas foram alcançadas mesmo em um contexto marcado por dificuldades históricas de infraestrutura básica, como limitações nas redes de acesso à internet, carência de equipamentos e desafios na gestão dos espaços físicos, o que reforça o compromisso coletivo do corpo docente, discente e técnico com a qualidade acadêmica”, destaca Laura Storch, professora do PPG.</p><p>Entre os fatores que contribuíram para o resultado está a produção intelectual reconhecida na área da comunicação, com inserção em debates relevantes e parcerias de pesquisa consolidadas em âmbito nacional e internacional. O programa também mantém investimento contínuo na formação de pesquisadores em nível de mestrado e doutorado, além de acumular premiações recentes recebidas por teses e dissertações em nível regional e nacional.</p><p>Para os próximos anos, o programa pretende fortalecer ainda mais suas parcerias de pesquisa e ampliar seu espaço institucional, com o objetivo de consolidar o nível de excelência alcançado. Receber a nota 6 também representa um marco importante para o programa. Além de reconhecer sua maturidade acadêmica e relevância científica, a avaliação amplia a visibilidade institucional e fortalece a capacidade de atração de estudantes e pesquisadores. Atualmente, o POSCOM é o único programa de pós-graduação da área da Comunicação com conceito 6 sediado fora de uma capital, característica que reforça sua singularidade no cenário da pós-graduação brasileira.</p>		
			<h2>Reconhecimento do PPGOP com nota 5 reforça a relevância da formação voltada à solução de problemas do setor público</h2>		
		<p>O Programa de Pós-Graduação em Organizações Públicas (PPGOP), por sua vez, recebeu conceito 5 na avaliação da CAPES, considerado o nível máximo normalmente alcançado por programas de natureza profissional.</p><p>Diferentemente dos programas acadêmicos, que têm foco na produção teórica e na formação para a carreira científica e docente, os programas profissionais têm como objetivo principal a aplicação prática do conhecimento. Nessa modalidade, a formação busca capacitar profissionais para enfrentar problemas concretos do setor público e do mercado, aliando a produção de dissertações ou teses ao desenvolvimento de produtos técnicos ou tecnológicos.</p><p>De acordo com o professor Breno Augusto Pereira, coordenador do PPGOP, apesar de a escala da CAPES permitir, em teoria, que programas profissionais alcancem conceitos 6 ou 7, os critérios de avaliação da CAPES tornam esse objetivo mais difícil de ser atingido por programas dessa natureza, especialmente em universidades públicas que não contam com bolsas específicas ou recursos equivalentes aos programas acadêmicos. “Para você ter uma ideia, dos 6 programas profissionais que têm doutorado, e são conceito 5, o PPGOP/UFSM é o único da área de Administração Pública, em uma universidade pública no país”, relata o professor. </p><p>A elevação do conceito do programa está diretamente relacionada ao amadurecimento institucional sobre o papel de um programa profissional e à implementação de um planejamento estratégico de longo prazo. Entre os resultados alcançados no quadriênio está a qualificação das produções técnicas e bibliográficas do corpo docente, que ampliaram o impacto social das pesquisas desenvolvidas no programa. Também foi destacado o engajamento coletivo de docentes, discentes e servidores técnico-administrativos, especialmente durante o período de desafios enfrentados pelo estado do Rio Grande do Sul em 2024, quando as atividades acadêmicas precisaram se adaptar a contextos de ensino remoto e dificuldades estruturais.</p>		
		<p>O trabalho realizado pelos Programas de Pós-Graduação evidenciam o compromisso com a produção de conhecimento de qualidade, a formação de pesquisadores e profissionais qualificados e o desenvolvimento de pesquisas com impacto científico e social. Esse processo reconhece o trabalho realizado por todos os PPGs: </p><p><strong>POSCOM</strong> - Comunicação Social, nota 6</p><p><strong>PPGFil</strong> - Filosofia, nota 6</p><p><strong>PPGOP</strong> - Gestão de Organizações Públicas, nota 5</p><p><strong>PPGCS</strong> - Ciências Sociais, nota 5</p><p><strong>PPGH</strong> - História, nota 5 </p><p><strong>PPGP</strong> - Psicologia, nota 5</p><p><strong>PPGACC</strong> - Administração e Ciências Contábeis, nota 4</p><p><strong>PPGD</strong> - Direito, nota 4</p><p><strong>PPGED</strong> - Economia e Desenvolvimento, nota 4</p><p><strong>PPGRI</strong> - Relações Internacionais, nota 4</p><p><strong>PPGPC</strong> - Patrimônio Cultural, nota 3 </p><p>Assim como o serviço coletivo de coordenadores, docentes, discentes e técnico-administrativos, que fortalecem todos os dias o papel da Universidade na promoção da ciência e ensino público de qualidade. </p><p><em>Texto: Luísa Soccal, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Comunicação do CCSH</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professor da Unipampa debate Estado, trabalho e questão social em visita ao CCSH</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2026/03/13/professor-da-unipampa-debate-estado-trabalho-e-questao-social-em-visita-ao-ccsh</link>
				<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 14:40:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/?p=7004</guid>
						<description><![CDATA[Nos dias 12 e 13, o Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH/UFSM) recebeu a visita do professor Jorge Alexandre da Silva, docente da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), Campus São Borja. Durante a visita, o professor participou de atividades acadêmicas junto ao Programa de Pós-Graduação em Gestão e Organizações Públicas (PPGOP) e ao Programa [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="239" data-end="463">Nos dias 12 e 13, o Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH/UFSM) recebeu a visita do professor Jorge Alexandre da Silva, docente da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), Campus São Borja.</p>
<p data-start="465" data-end="1013"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-13-at-08.38.17-e1773412907394-1024x885.jpeg" alt="" width="422" height="365" />Durante a visita, o professor participou de atividades acadêmicas junto ao Programa de Pós-Graduação em Gestão e Organizações Públicas (PPGOP) e ao Programa de Pós-Graduação em Serviço Social e Políticas Públicas (PPGSSPP), conduzindo um encontro com docentes e discentes sobre a temática Estado, trabalho e questão social. A atividade promoveu reflexões sobre as transformações contemporâneas no mundo do trabalho, os desafios para a garantia de direitos sociais e o papel do Estado na formulação e implementação de políticas públicas.</p>
<p data-start="1015" data-end="1416">Graduado em Serviço Social pela Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), com mestrado e doutorado em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), o professor integra o Grupo de Pesquisa Trabalho, Formação Profissional em Serviço Social (GTFOPPS/Unipampa) e desenvolve pesquisas nas áreas de precarização do trabalho, direitos de crianças e adolescentes e trabalho infantil.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        