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				<title>Recepção Estudantil Integra CCSH vem aí!</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2024/09/06/recepcao-estudantil-integra-ccsh-vem-ai</link>
				<pubDate>Fri, 06 Sep 2024 11:43:32 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[🎉 Atenção, calouros/as/es e veteranos/as/es do CCSH! 🎉 É com MUITA alegria que estamos prontos pra receber vocês de volta para o nosso segundo semestre! 📚💼 As atividades acadêmicas retornam na próxima segunda (09/09), e é aqui que a sua história acontece! 🏛️✨ 🔸 09/09, às 10h: Bora começar com estilo! 🎤 Fala do Reitor [&hellip;]]]></description>
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		<p>🎉 Atenção, calouros/as/es e veteranos/as/es do CCSH! 🎉</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>É com MUITA alegria que estamos prontos pra receber vocês de volta para o nosso segundo semestre! 📚💼 As atividades acadêmicas retornam na próxima segunda (09/09), e é aqui que a sua história acontece! 🏛️✨</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>🔸 09/09, às 10h: Bora começar com estilo! 🎤 Fala do Reitor e da Vice-Reitora em frente ao RU! 🥪👥 Já fica ligado/a/e e não esquece de agendar o almoço para a sequência! 🍽</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>🔸 11/09: Dia de atividades no Hall do Prédio 74C! 🌟</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>☕ 9h, 15h e 19h: Momento de acolhimento com a Direção do CCSH. Cafézinho, chá e bolachinhas garantidos! 🍪🫖<br />🏡 9h às 12h: A Casa Verônica estará por aqui pra te mostrar suas ações e projetos! 🙌<br />📸 9h às 12h e 13h30 às 19h30: Painel de fotos pra você registrar seu retorno e concorrer a brindes! Posta no nosso Carrossel Colaborativo e estoura um balãozinho, que vai ter surpresa nele!🎈💥<br />🎤 19h30 (Atividade no Auditório do CCSH, Prédio 74C): Palestra inspiradora com Abner de Freitas, fundador da Startup Hopeful! 💡🌍</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Estamos esperando vocês com muito carinho! 🫶</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Recepção Estudantil | Integra CCSH: Palestra com Abner de Freitas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/eventos/recepcao-estudantil-integra-ccsh-palestra-com-abner-de-freitas</link>
				<pubDate>Fri, 06 Sep 2024 11:40:29 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[<p>🎉 Atenção, calouros/as/es e veteranos/as/es do CCSH! 🎉</p>
<p>É com MUITA alegria que estamos prontos pra receber vocês de volta para o nosso segundo semestre! 📚💼 As atividades acadêmicas retornam na próxima segunda (09/09), e é aqui que a sua história acontece! 🏛️✨</p>
<p>🎤  No dia 11/09, às 19h30, participe da Palestra inspiradora com Abner de Freitas, fundador da Startup Hopeful! 💡🌍</p>
<p>A atividade vai acontecer no Auditório do CCSH, no Prédio 74C.</p>
<p>🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸</p>
<p>Outras atividades da Recepção Estudantil:</p>
<p>🔸 09/09, às 10h: Bora começar com estilo! 🎤 Fala do Reitor e da Vice-Reitora em frente ao RU! 🥪👥 Já fica ligado/a/e e não esquece de agendar o almoço para a sequência! 🍽</p>
<p>🔸 11/09: Dia de atividades no Hall do Prédio 74C! 🌟</p>
<p>☕ 9h, 15h e 19h: Momento de acolhimento com a Direção do CCSH. Cafézinho, chá e bolachinhas garantidos! 🍪🫖<br />
🏡 9h às 12h: A Casa Verônica estará por aqui pra te mostrar suas ações e projetos! 🙌<br />
📸 9h às 12h e 13h30 às 19h30: Painel de fotos pra você registrar seu retorno e concorrer a brindes! Posta no nosso Carrossel Colaborativo e estoura um balãozinho, que vai ter surpresa nele!🎈💥</p>
<p>Estamos esperando vocês com muito carinho! 🫶</p>
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							<content:encoded><![CDATA[  <p>🎉 Atenção, calouros/as/es e veteranos/as/es do CCSH! 🎉</p>
<p>É com MUITA alegria que estamos prontos pra receber vocês de volta para o nosso segundo semestre! 📚💼 As atividades acadêmicas retornam na próxima segunda (09/09), e é aqui que a sua história acontece! 🏛️✨</p>
<p>🎤  No dia 11/09, às 19h30, participe da Palestra inspiradora com Abner de Freitas, fundador da Startup Hopeful! 💡🌍</p>
<p>A atividade vai acontecer no Auditório do CCSH, no Prédio 74C.</p>
<p>🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸</p>
<p>Outras atividades da Recepção Estudantil:</p>
<p>🔸 09/09, às 10h: Bora começar com estilo! 🎤 Fala do Reitor e da Vice-Reitora em frente ao RU! 🥪👥 Já fica ligado/a/e e não esquece de agendar o almoço para a sequência! 🍽</p>
<p>🔸 11/09: Dia de atividades no Hall do Prédio 74C! 🌟</p>
<p>☕ 9h, 15h e 19h: Momento de acolhimento com a Direção do CCSH. Cafézinho, chá e bolachinhas garantidos! 🍪🫖<br />
🏡 9h às 12h: A Casa Verônica estará por aqui pra te mostrar suas ações e projetos! 🙌<br />
📸 9h às 12h e 13h30 às 19h30: Painel de fotos pra você registrar seu retorno e concorrer a brindes! Posta no nosso Carrossel Colaborativo e estoura um balãozinho, que vai ter surpresa nele!🎈💥</p>
<p>Estamos esperando vocês com muito carinho! 🫶</p>
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				<title>Recepção Estudantil | Integra CCSH</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/eventos/recepcao-estudantil-integra-ccsh</link>
				<pubDate>Fri, 06 Sep 2024 11:28:18 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[<p>🎉 Atenção, calouros/as/es e veteranos/as/es do CCSH! 🎉</p>
<p>É com MUITA alegria que estamos prontos pra receber vocês de volta para o nosso segundo semestre! 📚💼 As atividades acadêmicas retornam na próxima segunda (09/09), e é aqui que a sua história acontece! 🏛️✨</p>
<p>🎤  No dia 11/09, às 19h30, participe da Palestra inspiradora com Abner de Freitas, fundador da Startup Hopeful! 💡🌍</p>
<p>A atividade vai acontecer no Auditório do CCSH, no Prédio 74C.</p>
<p>🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸</p>
<p>Outras atividades da Recepção Estudantil:</p>
<p>🔸 09/09, às 10h: Bora começar com estilo! 🎤 Fala do Reitor e da Vice-Reitora em frente ao RU! 🥪👥 Já fica ligado/a/e e não esquece de agendar o almoço para a sequência! 🍽</p>
<p>🔸 11/09: Dia de atividades no Hall do Prédio 74C! 🌟</p>
<p>☕ 9h, 15h e 19h: Momento de acolhimento com a Direção do CCSH. Cafézinho, chá e bolachinhas garantidos! 🍪🫖<br />
🏡 9h às 12h: A Casa Verônica estará por aqui pra te mostrar suas ações e projetos! 🙌<br />
📸 9h às 12h e 13h30 às 19h30: Painel de fotos pra você registrar seu retorno e concorrer a brindes! Posta no nosso Carrossel Colaborativo e estoura um balãozinho, que vai ter surpresa nele!🎈💥</p>
<p>Estamos esperando vocês com muito carinho! 🫶</p>
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							<content:encoded><![CDATA[  <p>🎉 Atenção, calouros/as/es e veteranos/as/es do CCSH! 🎉</p>
<p>É com MUITA alegria que estamos prontos pra receber vocês de volta para o nosso segundo semestre! 📚💼 As atividades acadêmicas retornam na próxima segunda (09/09), e é aqui que a sua história acontece! 🏛️✨</p>
<p>🎤  No dia 11/09, às 19h30, participe da Palestra inspiradora com Abner de Freitas, fundador da Startup Hopeful! 💡🌍</p>
<p>A atividade vai acontecer no Auditório do CCSH, no Prédio 74C.</p>
<p>🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸</p>
<p>Outras atividades da Recepção Estudantil:</p>
<p>🔸 09/09, às 10h: Bora começar com estilo! 🎤 Fala do Reitor e da Vice-Reitora em frente ao RU! 🥪👥 Já fica ligado/a/e e não esquece de agendar o almoço para a sequência! 🍽</p>
<p>🔸 11/09: Dia de atividades no Hall do Prédio 74C! 🌟</p>
<p>☕ 9h, 15h e 19h: Momento de acolhimento com a Direção do CCSH. Cafézinho, chá e bolachinhas garantidos! 🍪🫖<br />
🏡 9h às 12h: A Casa Verônica estará por aqui pra te mostrar suas ações e projetos! 🙌<br />
📸 9h às 12h e 13h30 às 19h30: Painel de fotos pra você registrar seu retorno e concorrer a brindes! Posta no nosso Carrossel Colaborativo e estoura um balãozinho, que vai ter surpresa nele!🎈💥</p>
<p>Estamos esperando vocês com muito carinho! 🫶</p>
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				<title>Professor de Arquivologia da UFSM recebe Prêmio Maria Odila na categoria Tese</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2022/02/24/professor-de-arquivologia-da-ufsm-recebe-premio-maria-odila-na-categoria-tese</link>
				<pubDate>Thu, 24 Feb 2022 13:19:36 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Francisco Cougo Júnior foi premiado com a tese &#8220;A patrimonialização cultural de arquivos no Brasil&#8221;, defendida na Universidade Federal de Pelotas    O professor adjunto do Departamento de Arquivologia do Centro de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Francisco Cougo Júnior, foi contemplado com o primeiro lugar na categoria Tese [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div class="col-12">
<h2 class="text-start text-muted text-break h4 mb-0">Francisco Cougo Júnior foi premiado com a tese "A patrimonialização cultural de arquivos no Brasil", defendida na Universidade Federal de Pelotas </h2>
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<p> </p>
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<p>O professor adjunto do Departamento de Arquivologia do Centro de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Francisco Cougo Júnior, foi contemplado com o primeiro lugar na categoria Tese no <a href="https://www.gov.br/conarq/pt-br/assuntos/eventos-1/premio-nacional-de-arquivologia-maria-odila-fonseca-2021-1">Prêmio Nacional de Arquivologia</a>. O trabalho vencedor é intitulado <a href="http://repositorio.ufpel.edu.br:8080/bitstream/prefix/7423/1/Tese_Francisco_Alcides_Cougo_Junior.pdf">“A patrimonialização cultural de arquivos no Brasil”</a>, e foi defendido na Universidade Federal de Pelotas (UFPel). A premiação, que ocorreu em dezembro de 2021, é oferecida pelo <a href="https://www.gov.br/arquivonacional/pt-br">Arquivo Nacional</a>, órgão que objetiva a gestão do patrimônio documental do país e garante ao cidadão o pleno acesso à informação. </p>
<p> </p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9021" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/02/capa-materia-prof-francisco.jpg" alt="Ilustração de homem branco de óculos de aros pretos e vestindo terno preto mexendo em arquivos de papel. Uma folha diz Prêmio Nacional de Arquivologia Maria Odila Fonseca 2021" width="1080" height="704" /></p>
<p>O Prêmio Nacional de Arquivologia leva o nome de <a href="https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/32471">Maria Odila Fonseca</a>, professora, pesquisadora e contribuidora para o desenvolvimento da Arquivologia no Brasil. Há três categorias que podem ser premiadas: Trabalho Conclusão de Curso (graduação); Dissertação (mestrado) e Tese (doutorado). Conforme o regulamento, para avaliar os trabalhos concorrentes, a Comissão organizadora utiliza critérios como ineditismo na abordagem do tema, além da relevância e contribuição da pesquisa para o desenvolvimento do pensamento crítico na área da Arquivologia.   </p>
<p>  Em seu trabalho de doutorado, Francisco busca compreender como ocorre o processo de conformação do patrimônio cultural arquivístico brasileiro a partir de suas dimensões políticas, sócio-históricas e técnicas. Como apresentado pelo professor, “o estudo busca identificar os agentes sociais envolvidos na patrimonialização, assim como suas práticas, discursos e ações”. É proposto também um debate crítico sobre o processo de patrimonialização de arquivos na contemporaneidade.</p>
<p>Francisco Cougo é Doutor em Memória Social e Patrimônio Cultural pela Universidade Federal de Pelotas (2021), Mestre em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2010), Bacharel em Arquivologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2015) e Graduado em História – Licenciatura pela Universidade Federal do Rio Grande (2008). </p>
<p>Em entrevista para a Revista Arco, o professor Francisco contou sobre o seu trabalho e a importância da premiação.</p>
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<p><strong>ARCO:</strong><b> O que motivou você a desenvolver esse projeto? </b></p>
<p><b>Francisco Cougo: </b>O meu movimento de montar um projeto de doutorado, pelo menos naquela fase da minha carreira, se deu por motivações profissionais, de busca por qualificação. Eu não era professor da Universidade naquela ocasião ainda e tinha essa ambição de me tornar professor do ensino superior. </p>
<p>O projeto original da tese era bastante diferente do projeto final, e eu gosto de falar isso, até porque alguém que lê uma revista como a Arco geralmente circula no meio acadêmico, seja aluno ou professor. Às vezes existe uma idealização, principalmente por parte dos estudantes, sobre a pesquisa, e essa idealização ocorre no sentido de que as pessoas olham uma tese pronta e, mais ainda, uma tese premiada, e pensam que aquilo ali acontece como nos manuais de metodologia, tudo organizadinho, que tudo deu certo, foram cumpridas cada uma daquelas fases – e a vida real não é assim. </p>
<p><strong>“Eu sou militante de que os nossos trabalhos de pesquisa sejam mais honestos e transparentes com os leitores no sentido de contar também o que não dá certo e as coisas que vão se modificando no caminho”.</strong><strong> </strong></p>
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<p>Eu fui bancário entre os anos de 2012 e 2014, atuava como escriturário e trabalhei boa parte desse tempo no arquivo do Banrisul, isso na época em que eu cursava a graduação de Arquivologia. Esse arquivo passou por um processo chamado de externalização, que não é um termo técnico da Arquivologia, é um termo técnico da administração. A externalização nada mais é do que uma terceirização de serviço, só que a terceirização que a gente tá acostumado, por exemplo da limpeza, da manutenção, da portaria, fica a cargo de um trabalhador que vem e atua no espaço em que nós estamos. Já a externalização não é assim: a atividade que acontece em determinada instituição é mandada para uma instituição terceira. Em um certo momento, venderam o prédio em que nós trabalhávamos e externalizaram o serviço – e esse é um fenômeno que tá acontecendo em toda a América Latina. Esse movimento me chamou muito a atenção, de que uma coisa tão importante quanto a gestão de arquivos e a gestão de documentos no âmbito público estivesse sendo repassada para empresas privadas. </p>
<p>Então eu decidi fazer o meu primeiro projeto sobre isso e fui aprovado no Programa de Pós-Graduação (PPG) de Memória Social e Patrimônio Cultural na UFPel. Eles gostaram do projeto, naquela fase intermediária. Porém, quando fui fazer o doutorado de fato, começamos a discutir o projeto e ficou claro que ele dificilmente poderia ser analisado em um PPG que tem como intuito discutir Memória e Patrimônio, porque eu estava falando de coisas mais ligadas à administração, gestão e ciência da informação. Fiz várias tentativas de buscar uma mudança no projeto sem mudar o objeto da pesquisa e, durante essas tentativas, comecei a fazer muitas leituras a respeito da relação entre patrimônio e arquivos com foco no Brasil. Nesse momento, me dei conta dessa relação, que é muito falada na Arquivologia, que arquivo é patrimônio, que faz parte do Patrimônio Cultural. Essa relação era muito falada e pouco estudada na sua essência e, principalmente, que havia uma lacuna de compreensão. Não só sobre o que é considerado patrimônio arquivístico no Brasil, mas principalmente sobre como conjuntos de documentos comuns do dia a dia se tornam um patrimônio cultural. </p>
<p>Com essas leituras e esse estudo, dei início a uma pesquisa mais fundamentada e sistematizada, que me levou à compreensão de que mais importante do que estudar o processo de externalização de arquivos — que eu continuo achando muito interessante e agora, como professor, estou prestes a começar um projeto para estudar esse tema .</p>
<p><strong>“Ainda era necessário tentar fazer esse exercício de entender como os documentos do nosso dia a dia, sendo públicos e privados, foram sendo transformados em patrimônio cultural no Brasil”.  </strong><strong> </strong></p>
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<p>A transformação de documentos do nosso dia a dia em patrimônio começou a me despertar muito interesse e aí eu fiz esse movimento, vi que existem alguns trabalhos que tentam pegar um conjunto de documentos, geralmente de arquivos pessoais, por exemplo, documentos que pertenceram ao presidente Getúlio Vargas, e analisam como foi o processo que levou à transformação daqueles documentos em patrimônio ou qual foi o processo para garantir que aquilo não se perdesse. Existe um trabalho muito interessante do Darcy Ribeiro a respeito desses arquivos, mas não havia ainda um trabalho que abordasse isso do ponto de vista do Estado Nacional Brasileiro. Quis entender como o Brasil, enquanto Estado, país, nação, se mobilizou, mobilizou os seus agentes, suas forças simbólicas, políticas, culturais e dos mais diferentes setores, no sentido de patrimonializar esses arquivos e como foi se criando ao longo do tempo um certo regime de patrimonialização que hoje está mais ou menos constituído. </p>
<p>Como eu tenho formação dupla, sou arquivista e historiador, eu recorri à História. Busquei antes da chegada da família real portuguesa no Brasil, que é quando começa a haver as primeiras iniciativas de garantir a preservação de determinados documentos, que naquele momento eram vistos como um monumento da história à pátria, até o momento atual, que é um momento super complexo porque envolve essa questão das externalizações. Além disso, traz o digital, que é super complexo, e envolve esse momento que estamos vivendo há alguns anos de austericídio — que é a retirada de um investimento econômico das instituições de cultura, o que nunca foi tão grande, mas agora vive um colapso. </p>
<p>O que me motivou a fazer esse trabalho foi esse movimento de pesquisar algo, mas vi no meio do caminho que havia uma lacuna a ser preenchida que era muito mais importante do que aquela pesquisa que estava fazendo antes. Acho que o prêmio tem um pouco desse significado. </p>
<p><strong>“Escrevi um trabalho que eu queria ter lido quando comecei a fazer essas pesquisas. E como eu sou professor, escrevi um trabalho que quero que os meus alunos leiam”.</strong></p>
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<p><b>ARCO: A partir da perspectiva histórica em seu trabalho, como foi desenvolver as buscas sobre a patrimonialização cultural de arquivos no Brasil?</b></p>
<p><b>Francisco Cougo: </b>As buscas se dão principalmente a partir das instituições centrais do trabalho. O <a href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1223">IPHAN </a> foi um local de fácil acesso para conseguir os arquivos que eu precisava, na Biblioteca Nacional foi relativamente fácil, o <a href="https://www.ihgb.org.br/">IIHGB</a> tem muita coisa disponível na internet, o que eu precisava do Arquivo Nacional eu consegui a maioria, mas eu tive que pagar por isso, a digitalização é cobrada. A partir disso vem os desafios da busca por documentos mais contemporâneos, e isso é o contraditório, pois quanto mais tu se aproxima da época atual, mais difícil fica de contar a história. Um exemplo é que, a partir de 1971, o Brasil teve a Associação de Arquivistas Brasileiros, que era o grande órgão representativo de arquivistas no país, porém essa associação foi extinta em 2015. Com isso, surge o périplo sobre os documentos da associação. Na teoria, estão no Arquivo Nacional, mas quando fui checar descobri que está dividido entre pessoas que trabalham lá. Outro ponto dificílimo de entender o funcionamento — e eu  não digo isso com orgulho — é sobre o papel dos cursos de graduação em arquivologia, porque esses cursos não têm arquivos  — faço a ressalva de que o curso da UFSM tem um belo arquivo. </p>
<p>Agora eu acho que vou dar o pior exemplo possível em relação a tudo isso que foi comentado. Ao chegar na parte final do trabalho, eu busquei estabelecer um quadro geral — denominei como esquema interpretativo — a respeito do processo de patrimonialização cultural de arquivo no Brasil hoje. Mapeei as características e os problemas desse esquema e identifiquei que o processo de patrimonialização através da doação de documentos — isso é quando uma entidade ou uma pessoa doa os seus arquivos para uma instituição patrimonializada — ocorreu sem historicamente ter documentação. Ou seja, era chegar, entregar os documentos e não fazer nada em relação a isso, nem mesmo anotar quem foi que doou. Descobri que, em 2015, o Arquivo Nacional criou uma portaria — se não me engano — normatizando como é que deveria ser esse processo. Isso foi só em 2015, o Arquivo Nacional existe desde 1838 e não se tinha isso estabelecido em uma norma. O detalhe é que eu descubro isso através de um anexo de uma tese de doutorado que por algum motivo tratou desse tema. Essa norma não é encontrada no  site do Arquivo Nacional – e olha que falamos de um documento de 2015 e super importante. Eu acho que a pandemia traz um agravante nisso tudo porque estamos passando por um processo de desinstitucionalização aqui no Brasil que impacta diretamente nos arquivos e no acesso à informação pública. Em relação à pandemia, embora eu já estivesse na reta final do trabalho, o formato remoto me impossibilitou de ter acesso a certos documentos que eu queria. Houve uma redução muito grande na carga horária de trabalho das pessoas nos locais em que os documentos estavam, mas acho que não chegou a comprometer o resultado final.</p>
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<p><b>ARCO: O que a sua tese pode trazer ao campo da Arquivologia e para a sociedade em geral e</b>m relação a resultados e impactos?</p>
<p><b>Francisco Cougo: </b>A partir desses impactos, identifiquei dentro da história da patrimonialização cinco atos, que na tese chamei de atos performativos, que são mais ou menos conhecidos da sociedade em geral. Talvez o mais comum seja o ato da aquisição. É quando as instituições que têm potencial de patrimonialização adquirem documentos, comprando, através de doações ou outros mecanismos. Outro ato é conhecido como recolhimento, que no caso esse ato se dá de duas formas. Uma delas é quando acontece compulsoriamente, quando por exemplo uma lei determina, que é o caso dos documentos que foram produzidos e acumulados pela Comissão Nacional da Verdade, que aconteceu a partir de 2011. E existe ainda o recolhimento mediante a avaliação de documentos que é eminentemente arquivístico. Ele ocorre a partir de um procedimento da arquivologia que estabelece tabela de temporalidade para definir prazos de guarda e destino dos documentos. Além da aquisição e do recolhimento, ainda temos outros três atos que também servem para patrimonializar arquivos, como o tombamento, que acho que é o mais popular, que é o mesmo utilizado para casas e objetos, mas que é muito pouco empregado para arquivos. Os outros dois atos, que não são muito conhecidos, é a declaração de interesse público social dos arquivos, que é bem nova, criada em 1991; o outro é o registro de arquivos, como o Programa Memória do Mundo da Unesco, que serve como um reconhecimento do que existe de patrimônio cultural da humanidade. </p>
<p>Esses cinco atos funcionam com algumas diferenças, tanto nacionalmente, quanto no âmbito de estados e municípios. Entrando nas questões de contribuição e de crítica, eles possuem uma efetividade reduzida. Primeiro porque no Brasil existe uma ausência de políticas públicas para a preservação do patrimônio em geral, mas principalmente do patrimônio arquivístico. Segundo, porque esses atos não são compreendidos pela sociedade e também porque alguns deles têm características que datam de um longo período, como a ausência de critérios claros para definir o que é patrimônio e o que não é. É muito comum que as instituições recebam doações sem ter critérios. </p>
<p>No fim da tese, eu trago algumas propostas de debates que precisamos ter a partir dessas informações, como a transparência nesse processo de patrimonialização, na pluralização da definição de dados. Hoje, onde estão os negros e a população LGBTQIA+? Eles estão nos arquivos da polícia, historicamente. De certa forma, isso é irreversível. Eu não tenho como voltar atrás, tentar recuperar em algum outro lugar onde eles possam estar e provavelmente eles não estavam em outros lugares, porque não eram alfabetizados, por exemplo. Daqui para frente, nós temos que ter um pensamento a respeito disso, porque isso precisa mudar. Essa população aprendeu a ler, ela ocupa os espaços públicos, produz e gera documentos. </p>
<p>Minha tese não só traz uma visão histórica como também tenta jogar uma luz para o futuro. Isso diz muito sobre que país nós queremos construir. É uma questão de projeto, de que memória e patrimônios nós queremos ter a nosso respeito. “Pensar o hoje para entender o amanhã”, pode parecer clichê, mas é necessário entender como isso foi feito ao longo do tempo, onde estamos, quais são os problemas e entender porque a sociedade não se mobiliza para buscar esses arquivos. A partir de políticas públicas, como a educação, cultura e tudo mais, é preciso ter um olhar mais abrangente. Uma ambição minha — que também faço dentro de sala de aula — é diminuir o que eu chamo de arquivotecnia. Essa expressão se refere a um arquivista que não consegue olhar para os problemas da sociedade, por defeito de formação ou qualquer outro motivo, que acaba sendo um operador de instrumentos frios, que continua repercutindo esses critérios dúbios ou patrimonialização das elites. Meu sonho com essa tese é lançar uma luz e mostrar que precisamos estar mais atentos com o que acontece mundo afora. Esse debate hoje, de alguma maneira, já é vencido em alguns lugares.</p>
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<p><b>ARCO: Em relação ao Prêmio Maria Odila Fonseca, o que significa para você ter sido contemplado com o primeiro lugar? </b></p>
<p><b>Francisco Cougo: </b>É uma enorme alegria. Primeiro, porque o prêmio presta homenagem a uma das professoras mais importantes que nós tivemos na Arquivologia no Brasil, que infelizmente nos deixou mais cedo do que gostaríamos, e acho que teria dado contribuições gigantescas, mais do que ela já deu.  É uma honra receber esse prêmio e parece que ele te coloca noutro lugar, né? E isso é muito bom. Da mesma maneira, é um prêmio que vem do Arquivo Nacional, que é uma instituição pela qual a gente nutre uma relação de carinho e até de preocupação. É uma satisfação ser premiado pelo Arquivo Nacional por um prêmio que é julgado por pessoas do mais alto gabarito. Eu sei das qualidades do meu trabalho, mas eu não imaginava que ganharia. Sei também da qualidade de outros trabalhos que foram feitos no mesmo período, de teses muito boas de colegas extremamente talentosos e competentes e eu fiquei muito feliz de ter sido o escolhido. O prêmio também ajuda a difundir o meu trabalho. </p>
<p>Há ainda outros dois motivos para destacar a importância do prêmio. O primeiro é que eu fiz o meu trabalho estando em um lugar periférico. Eu fiz uma tese num PPG de uma universidade do interior do país, Pelotas. Sou professor de uma universidade da periferia do país. Nós somos da periferia da periferia, porque o centro do país é Rio de Janeiro – São Paulo e, na Arquivologia, é Rio de Janeiro – Brasília. Isso faz de Porto Alegre a periferia e faz de Santa Maria a periferia da periferia. É muito bom pra mim, mas também é muito bom para o curso onde eu trabalho, para os nossos alunos. Recebi muito carinho dos meus colegas e dos nossos estudantes e isso mostra que nós também estamos no jogo. </p>
<p>Não é uma questão de disputa, mas parece que às vezes é destinado apenas para quem está nos centros, e temos que quebrar essa lógica. O pessoal fica espantado quando eu falo isso, mas eu fiz toda a tese, que o principal objeto de estudo é o Arquivo Nacional, sem nunca ter pisado no Rio de Janeiro. Não digo isso com orgulho, porque eu gostaria de ter ido. Quando chegou a possibilidade de ir, veio a pandemia, mas mostra que é possível fazer grandes pesquisas de caráter nacional estando aqui. Eu sou a favor de que a gente pesquise a região e acho que a UFSM tem que cumprir esse papel, mas nós não podemos ficar só regionalizados, a gente tem que abrir nosso horizonte e pesquisar o país, e dar contribuições ao país. Não posso ficar esperando que só Rio, São Paulo fale o que é o Brasil. Eu tenho que falar o que é o Brasil também. Eu comprei o desafio, escrevi uma tese de quase quinhentas páginas, foi uma loucura, o recorte temporal que eu fiz deu trabalho, e isso me deixa feliz. Já fui chamado em vários lugares pra discutir a tese, mas o prêmio chancela isso, sabe? O prêmio te coloca na vitrine, e eu acho muito importante isso.</p>
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<p>ARCO: Os cortes de verbas para as áreas de pesquisa brasileira têm afetado o desenvolvimento científico no país. Qual a importância de uma premiação como essa neste momento? E o que pode ser feito para obtermos um maior reconhecimento da ciência – principalmente as sociais e humanas?</p>
<p dir="ltr">Francisco Cougo: Que bom que teve essa pergunta porque eu acho ela bastante importante. Esses cortes fazem parte de um projeto que se intensificou nos últimos anos, é um projeto muito perverso que nos últimos trinta anos desconsidera cada vez mais as Ciências Sociais e Humanas. Não há relato de país que tenha se desenvolvido só com as engenharias, só com as áreas médicas. O desenvolvimento tem que ser integrado. Eu não posso te dar um depoimento de ter sido atingido por isso. Porque quando eu fui fazer o doutorado, eu era professor da rede pública estadual, tinha meu salário parcelado e ganhava uma miséria, mas poucos meses depois eu me tornei professor da Universidade e a minha vida econômica ficou mais confortável e eu consegui fazer o trabalho. Não tive bolsa. Não precisei, até tinha o direito, porque eu passei em primeiro lugar na seleção, mas eu abri mão porque havia colegas que precisavam mais do que eu. Eu estava empregado e consegui desenvolver o projeto. <br /><br /></p>
<div>Evidentemente eu gastei um dinheiro enorme. O dinheiro do prêmio, que são dez mil reais, preenche, talvez, um terço do que eu gastei. Houve pedido de documentos, cada digitalização que faziam para mim era 250 reais. Comprei livros, alguns raros, porque não estavam disponíveis em nenhum lugar. O jeito era comprar, participar de leilões de espólio, de pessoas que haviam morrido e lá teria um livro que seria importante. O prêmio é fruto desse esforço. Evidentemente, eu fiz porque eu quis, poderia ter feito outra tese. Uma pessoa sem as minhas condições financeiras de um professor do ensino superior não teria conseguido fazer esse trabalho. E isso já é um sinal de injustiça que nós estamos vivendo. O prêmio é em dinheiro e o Arquivo Nacional assume o compromisso em publicar o livro como e-book. <br /><br />Falamos muito em pós-graduação, que é um setor de suma importância, e que está pagando todos os pecados que possa ter com esses cortes, mas também é dramática a dificuldade de financiar pesquisa na graduação. Se for para colocar estudante estagiário dentro da universidade, a gente consegue bolsa, mas se o estudante tiver que participar de um projeto de pesquisa, leitura sistemática, fazer fichamento, para ir a arquivos, levantar documentos, fazer entrevistas, é muito mais difícil. As verbas são diminutas e isso cria um garrote na pesquisa, porque o sujeito não será atraído para esse ramo. O Brasil precisa se reencontrar com a importância das Ciências Sociais e Humanas. E também destaco que as Ciências Sociais e Humanas precisam entender mais o seu papel no país.</div>
<p> </p>
<p dir="ltr">                  </p>
<p><strong>“Nós precisamos pesquisar Arquivologia no Brasil. Não que não se faça pesquisa no país, mas ela é muito tímida e precisa ser de grande porte. Entender que os arquivos têm um papel invisível, mas fundamental na sociedade”.</strong></p>
<p dir="ltr">ARCO: Gostaria de acrescentar mais alguma coisa que não foi perguntado?</p>
<p>Francisco Cougo: Acho importante ressaltar, focando nos meus alunos que irão ler a entrevista aqui na Arco: nós precisamos pesquisar Arquivologia no Brasil. Não que não se faça pesquisa no país, mas ela é muito tímida e precisa ser de grande porte. Entender que os arquivos têm um papel invisível, mas fundamental na sociedade. Não é só o papel da memória, do patrimônio, até porque cada vez amplia-se a área. Vivemos numa sociedade de dados, da informação, das conexões rápidas e nós temos um papal a cumprir nisso. Eu espero que tudo isso que está acontecendo em decorrência do prêmio, como essa entrevista, possa servir de incentivo para o pessoal que está no início da jornada. Devemos entender que sim, temos que organizar arquivos, mas também precisamos destinar uma parte dos nossos esforços para entender como isso funciona. Até porque estamos repetindo métodos, técnicas e ideias há 70 anos, sem muitas vezes problematizar  de onde elas vêm. </p>
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<p> </p>
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<div><strong><em>Revista Arco</em></strong></div>
<div><strong><em>Expediente:</em></strong></div>
<div><em><strong>Reportagem:</strong> Gustavo Salin Nuh, acadêmico de Jornalismo e voluntário</em></div>
<div><em><strong>Design Gráfico:</strong> Renata Costa, acadêmica de Produção Editorial e bolsista;</em><br /><em><strong>Mídia Social:</strong> Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Alice dos Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Gustavo Salin Nuh, acadêmico de Jornalismo e voluntário</em></div>
<div><em><strong>Edição de Produção:</strong> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em></div>
<div><em><strong>Edição Geral:</strong> Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas.</em></div>
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													</item>
						<item>
				<title>Professor de Arquivologia da UFSM está entre os indicados ao Prêmio Açorianos de Literatura</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2022/02/21/professor-de-arquivologia-da-ufsm-esta-entre-os-indicados-ao-premio-acorianos-de-literatura</link>
				<pubDate>Mon, 21 Feb 2022 11:49:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivologia]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio]]></category>

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						<description><![CDATA[Arco Entrevista Andre Zanki Cordenonsi, indicado à categoria infanto-juvenil para o Prêmio Açorianos Considerado uma das premiações culturais mais importantes do Rio Grande do Sul, o Prêmio Açorianos de Literatura está em sua 27ª edição e tem, entre os indicados, dois professores da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Nesta quarta-feira (16), a Arco começou [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div class="col-12">
<h2 class="text-start text-muted text-break h4 mb-0">Arco Entrevista Andre Zanki Cordenonsi, indicado à categoria infanto-juvenil para o Prêmio Açorianos</h2>
</div>
<p>Considerado uma das premiações culturais mais importantes do Rio Grande do Sul, o Prêmio Açorianos de Literatura está em sua 27ª edição e tem, entre os indicados, dois professores da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Nesta quarta-feira (16), a Arco começou o mini dossiê sobre o prêmio com a entrevista da historiadora <a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/professora-historia-ufsm-premio-acorianos/">Nikelen Witter</a>. Hoje, o Arco Entrevista é com o professor Andre Zanki Cordenonsi, da Arquivologia.</p>
<p><img class="aligncenter wp-image-3167 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2022/02/andre-capa-1024x668-1.jpg" alt="" width="1024" height="668" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Andre Cordenonsi é graduado em Informática pela UFSM, tem mestrado em Ciências da Computação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e doutorado em Informática na Educação também pela UFRGS. Atualmente, é professor do Mestrado Profissional em Patrimônio Cultural e do Mestrado Profissional em Tecnologias Educacionais da UFSM. É escritor e autor de livros sobre o mais famoso detetive de todos os tempos: Sherlock Holmes. Entre suas obras, estão ‘Sherlock e os Aventureiros’ – indicada nesta edição ao Prêmio Açorianos -, além de ‘Le Chevalier’; ‘O Selvagem do Himalaia’ e ‘A Irmandade do Olho do Corvo: as crias de Hastur: 1’. Confira a entrevista a seguir:</span></p>
<p><b>ARCO – Qual foi sua reação ao receber a notícia da indicação ao prêmio pela segunda vez?</b></p>
<p><b> </b></p>
<p><b>ANDRE CORDENONSI</b><span style="font-weight: 400"> – Na verdade, fiquei bastante surpreso, porque o livro indicado é o terceiro livro da série. Não é uma coisa muito comum: normalmente, quando você lança uma série, o primeiro livro chama mais atenção, não é tão usual os demais serem indicados a prêmios. O primeiro, ‘Sherlock e os Aventureiros – O mistério dos planos roubados’, foi indicado a três prêmios: o Minuano, o Açorianos e o da Associação Gaúcha de Escritores (AGES). Ele ganhou o Minuano e perdeu o AGES para mim mesmo, porque fui indicado com outro livro, o ‘Guanabara Real’. Mas fiquei bastante feliz, a indicação já é um prêmio muito grande. Como é o maior prêmio do Rio Grande do Sul, ficar entre os três melhores do ano já é um sinal muito positivo, e para série também – afinal de contas, uma série com três livros que contém quatro indicações mostra a qualidade do trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p><b>ARCO – Quais livros formaram o escritor e o professor que você é hoje?</b></p>
<p><b> </b></p>
<p><b>ANDRE </b><span style="font-weight: 400">– Na infância, os livros que me marcaram foram a coleção ‘Cachorrinha Samba’ e ‘A Montanha Enfeitiçada’, ambos da Maria José Dupré. Eram livros que misturavam História do Brasil com a fantasia e ficção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O livro que me marcou na juventude foi ‘Os Meninos da Rua Paulo’, de Ferenc Molnár, porque um dos protagonistas morria no final do livro e foi a primeira vez que eu vi, em um livro infanto-juvenil, o protagonista morrer, e  aquela ideia de uma criança morrer me chocou. Eu já estava lendo livro policial, mas, em um livro infanto-juvenil, uma criança  morrer, na época me deixou perplexo: “dá para fazer isso no livro? Eu posso matar um protagonista tão jovem assim?”.  Um pouco depois, entra Agatha Christie e eu começo a me interessar por histórias policiais, do gênero fantasia. A maior parte das literaturas infanto-juvenil acaba brincando com  fantasia, de alguma forma ou outra, apesar de ter muita coisa realista. Então eu entro na literatura de gênero com a Agatha Christie e, mais tarde, com Sherlock Holmes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p><b>ARCO – Vários autores já se inspiraram no personagem  Sherlock Holmes, das mais diversas formas.  O que levou você a construir a narrativa da história voltada para o público infanto-juvenil na coleção de livros ‘Sherlock e os Aventureiros’ ?</b></p>
<p><b> </b></p>
<p><b>ANDRE CORDENONSI –</b> <span style="font-weight: 400">Quando eu concebi a história, já foi como uma série de cinco livros – ou seja, não é uma coisa pequena -, então eu queria mostrar para a editora que o projeto estava bem construído. Eu fiquei um bom tempo pesquisando e lendo sobre Sherlock Holmes, criando a história, para entregar algo mais encaminhado.  Eu já tinha escrito os três primeiros livros, mostrei para eles e foi aprovado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Antes de as obras sobre Sherlock Holmes entrarem para o domínio público, pagavam-se </span><i><span style="font-weight: 400">royalties</span></i><span style="font-weight: 400"> para os sobrinhos-netos do Arthur Conan Doyle, família indireta que cuidava dos títulos do autor. Quando entrou em domínio público, a grande maioria dos autores e projetos trabalhavam com o Sherlock adulto, mas houve algumas iniciativas para explicar o Sherlock jovem. O grande problema é que se sabe muito pouco sobre ele jovem, pois em todos os contos e romances, o Conan Doyle dá pouquíssimas informações sobre a juventude do personagem. Tem um conto que o próprio Sherlock narra – um dos poucos que ele é o narrador e não o Watson – um dos casos da juventude, que ocorreu enquanto ele frequentava a universidade. Ali temos o maior número de informações, e ele não era tão jovem, o meu Sherlock é mais jovem que isso. As pessoas começaram a tentar descobrir como poderia ter sido a juventude e, com isso, surgiram biógrafos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Quando pensei em começar a produzir a série, sabia que queria escrever sobre a juventude dele, porque era uma coisa que me intrigava, assim como à maioria dos fãs. Estava pensando em escrever para o público infanto-juvenil, mesmo que a maior parte do meu trabalho não tenha esse público como alvo. Queria que meus livros  pudessem ser trabalhados em escolas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O principal objetivo era dar uma resposta à pergunta de como ele se torna o maior detetive de todos os tempos. E como tinha a ideia de ser usado em escolas, criei uma concepção que se perpetua em toda a série: como ele se torna o maior detetive de todos os tempos? É porque ele tem bons professores. E quem são esses bons professores? São personalidades intelectuais importantes da época, que convivem com ele e também são jovens. No primeiro livro, é o Nikola Tesla, engenheiro que se tornou um dos aventureiros e o acompanha até o quinto livro. No segundo livro, é a Ada Lovelace, matemática e uma das mães da computação moderna. No terceiro, ele se aproxima da Química com Louis Pasteur, francês que cria o sistema da pasteurização. É sempre isso: ele encontra alguém jovem, próximo da sua idade, que o ajuda a entender algum aspecto de algo que o auxilia a se tornar detetive.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p><b>ARCO – ‘O Selvagem do Himalaia’ e ‘A Irmandade do Olho do Corvo: as crias de Hastur: 1’ são livros de aventura, fantasia e ficção científica. O que te inspira para escrever livros com essa temática e narrativa?</b></p>
<p><b> </b></p>
<p><b>ANDRE CORDENONSI </b><span style="font-weight: 400">– </span><span style="font-weight: 400">Eu sempre gostei de literatura de gênero. Comecei com a história do detetive, depois fui para ficção científica, terror e assim por diante. As três vertentes do fantástico, que são fantasia, terror e ficção científica, foram o que eu mais consumi durante a infância e adolescência. Com o ‘Le Chevalier’, que tem os livros e os quadrinhos, eu caí na ficção científica. ‘O Selvagem do Himalaia’ vai para ficção científica de novo, mistura um pouquinho de fantasia e ficção científica. O jovem Sherlock é um detetive, mas flerta um pouco com ficção científica e fantasia. Essas três vertentes são formas de contar histórias, mas, no final das contas, o que temos e o que importa é o que acontece com os personagens principais. Eles vão enfrentar problemas, situações em que não vão saber o que fazer, vão ocorrer problemas com seus familiares. No final das contas, o livro é sobre os personagens principais que emulam nós mesmos, sempre estamos falando sobre nós mesmos ou nossa sociedade, eu sou produto do meu tempo.</span></p>
<p> </p>
<p><b>“Eu gosto de trabalhar com o passado. Primeiro, porque gosto de história de época e, segundo, porque trabalho muito tempo no futuro – como sou professor de computação, passo o dia inteiro falando sobre o futuro. Então, todas as minhas histórias são temporalmente no passado.”</b></p>
<p><b>ARCO – Com relação a sua área de atuação, a Arquivologia, existem nas obras elementos que contemplam a área? De que maneira eles são inseridos na narrativa?  </b></p>
<p><b> </b></p>
<p><b>ANDRE CORDENONSI </b><span style="font-weight: 400">– </span><span style="font-weight: 400">A minha área de formação é a Computação, mas eu fiz concurso para Arquivologia para trabalhar com a área de documentos digitais, que é onde atuo. Como estou há 15 anos lá,  aprendi muitas coisas que acabam dentro da minha narrativa. Por exemplo, no livro ‘Le Chevalier’, eu tenho um personagem que é arquivista, que aparece nos romances e nos quadrinhos, que talvez fosse algo que eu não pensaria se não estivesse inserido aqui dentro. Na Arquivologia, se trabalha muito com a ideia de preservação de documentos e informações, e documentos envolvem diversos tipos, como o de papel, áudio, vídeo e fotografias. Tudo isso eu trabalho no formato digital e tive que mostrar no analógico, tive que pesquisar para as aulas e, de vez em quando, aparece algo das pesquisas nas minhas histórias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p><b>ARCO – A literatura se insere em seus objetos de pesquisa? De que forma?</b></p>
<p><b> </b></p>
<p><b>ANDRE CORDENONSI</b><span style="font-weight: 400"> – </span><span style="font-weight: 400">Sim, já fiz alguns trabalhos com alunos que pesquisaram em arquivos de autores ou em arquivos pessoais que envolviam autores. De alguma forma isso interfere, porque a literatura mexe com essa área. Por exemplo, eu estou com uma aluna no mestrado que está estudando formas de ensinar literatura para crianças. De vez em quando, dá para brincar utilizando jogos digitais, eu consigo colocar alguma coisa de literatura nisso, mas não sempre. Mas, por causa da minha área de formação, eu tenho trabalhado com pensamento computacional, que é ensino de lógica para jovens, o que se afasta bastante da área [literatura], mas, de vez em quando, conseguimos inserir alguma coisa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p><b>ARCO – Para finalizar, gostaria de saber: o que significa a literatura para você? </b></p>
<p><b> </b></p>
<p><b>ANDRE CORDENONSI</b><span style="font-weight: 400"> – </span><span style="font-weight: 400">Literatura, como todas as artes, é uma forma de se expressar, de mostrar o que você pensa e acha sobre o mundo. Todos os livros que o autor escreve, de alguma forma, são autobiográficos. Não quer dizer que você esteja contando sua própria história ou se colocando como protagonista, mas ele representa aquilo que você acha, como um sujeito naquela situação vai se comportar, então ele diz algo sobre você.</span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><span style="font-weight: 400">“</span><b>Todas as obras, em qualquer arte, inclusive na literatura, são um espelho do autor. Às vezes, precisamos entender as escolhas dos protagonistas para entender as nossas próprias escolhas.”</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Uma das principais funções da literatura é ajudar as pessoas a terem empatia sobre  as situações alheias, porque você passa pelo ciclo completo, você entende a história inteira e começa a imaginar os impactos que ocorrem nas pessoas. Pode ser que, quando você passar por algo semelhante na vida real, compreenda melhor o que está acontecendo A literatura nos deixa pessoas melhores.</span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><b><strong><em>Revista Arco</em></strong></b></p>
<p><b><strong><em>Expediente:</em></strong></b></p>
<p><em><b><strong>Entrevista:</strong></b> Karoline Rosa, acadêmica de Jornalismo e voluntária;</em></p>
<p><em><b><strong>Design gráfico:</strong></b> Ana Carolina Cipriani, acadêmica de Produção Editorial e voluntária;</em></p>
<p><em><b><strong>Mídia social:</strong></b> Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Alice dos Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Gustavo Salin Nuh, acadêmico de Jornalismo e voluntário;</em></p>
<p><em><b><strong>Edição de Produção:</strong></b> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em></p>
<p><em><b><strong>Edição Geral:</strong></b> Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas.</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Curso de Arquivologia comemora 45 anos neste mês</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2021/08/10/curso-de-arquivologia-comemora-45-anos-neste-mes</link>
				<pubDate>Tue, 10 Aug 2021 13:32:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivologia]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>

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						<description><![CDATA[ Nesta terça-feira, dia 10 de agosto, o Curso de Arquivologia da UFSM completará 45 anos.  Sua criação efetivou-se por meio do Parecer nº 179/76 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) da UFSM, em 10 de agosto de 1976. O Curso  foi instalado em março de 1977 e sua aula inaugural ocorreu em 18 [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p> Nesta terça-feira, dia 10 de agosto, o Curso de Arquivologia da UFSM completará 45 anos.  Sua criação efetivou-se por meio do Parecer nº 179/76 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) da UFSM, em 10 de agosto de 1976. O Curso  foi instalado em março de 1977 e sua aula inaugural ocorreu em 18 de abril do mesmo ano.</p>
<p> </p>
<p><strong><em>Tempos remotos: lutas e conquistas </em></strong></p>
<p> Em 1976, a professora Darcila de La Canal Castelan, idealizadora e primeira coordenadora do Curso de Arquivologia, acompanhada de outros docentes, anunciou a criação do Curso  no 3º Congresso Brasileiro de Arquivologia, no Rio de Janeiro. O professor Jose Pedro Esposel <em>(in memoriam)</em>, da Universidade Federal Fluminense, grande entusiasta e desbravador no campo dos Arquivos e Arquivologia proferiu a aula inaugural do curso, em abril de 1977. Naquele ano, o ingresso era por meio do Vestibular e foram oferecidas 25 vagas e quatro habilitações: Arquivos Empresariais, Arquivos Escolares, Arquivos Históricos e Arquivos Médicos.</p>
<p>O Departamento de Documentação foi criado em 1978 com a finalidade de atender a demanda de disciplinas técnicas.  Em 2019, este departamento didático passou a ser denominado Departamento de Arquivologia<em>.</em></p>
<p>No ano de 1979, o Curso formou a primeira turma, com 12 Arquivistas, que em pouco tempo conquistou seu espaço no mercado de trabalho. Em 1981, ele  foi reconhecido pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC) por meio da portaria nº 076/81/MEC.</p>
<p>No decorrer dos seus 45 anos, o Curso de Arquivologia da UFSM participou de diversos eventos científicos da área, representando a Arquivologia no Brasil e no exterior. Dentre estes, destaca-se a participação de docentes, técnico-administrativos (TAEs)  e discentes no Congresso Brasileiro de Arquivologia, no Congresso Nacional de Arquivologia, no Congresso de Arquivologia do Mercosul e na Reunião Brasileira de Ensino e Pesquisa em Arquivologia. Em 2014, o Curso foi sede do VI Congresso Nacional de Arquivologia.</p>
<p> O currículo  passou por atualizações, buscando acompanhar o desenvolvimento da área Arquivística e o campo de atuação dos profissionais. A atualização curricular mais recente foi em 2020. Hoje, o currículo apresenta uma estrutura nuclear e temática, em que as disciplinas foram pensadas para atender relações interdisciplinares e científicas. Com relação à dimensão temática do currículo, as disciplinas também foram organizadas por meio de temas, facilitando a imersão acadêmica na pesquisa e elaboração do trabalho de conclusão de curso. O currículo atual pode ser acessado no <a href="https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/arquivologia/documentos/">site do Curso. </a></p>
<p>A história do Curso de Arquivologia da UFSM é muito rica em detalhes que foram relatados no livro “Memória dos 40 anos da Arquivologia da UFSM” (Editora Facos-UFSM, 2017).</p>
<p> </p>
<p><strong><em>Tempos atuais</em></strong></p>
<p>Atualmente, o Curso de Arquivologia, que já formou mais de 700 Arquivistas, está instalado no prédio 74-A, no Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH), no campus de Santa maria. O Departamento de Arquivologia conta com 11 docentes, os quais ministram as disciplinas na graduação e em programas de pós-graduação da UFSM.</p>
<p>Os laboratórios estruturados são: Laboratório de Arranjo, Descrição e Memória, Laboratório de Documentos Digitais, Laboratório de Fotografia, Laboratório de Restauração de Documentos e Laboratório de Paleografia.</p>
<p> </p>
<p><strong><em>Comemorações</em></strong></p>
<p>A partir do dia 10 de agosto de 2021 iniciarão as comemorações dos 45 anos do Curso de Arquivologia. Devido à necessidade de distanciamento social, as atividades comemorativas ocorrerão de forma <em>on-line. </em>Na referida data, o atual coordenador do Curso, Professor Danilo Ribas Barbiero, com o grupo de trabalho responsável pelo aniversário, apresentará a programação e o selo de 45 anos, elaborado pelo Núcleo de Comunicação do CCSH.</p>
<p>Estão previstas atividades mensais, no período de agosto de 2021 à abril de 2022 (quando se tem a expectativa de realizar uma confraternização presencial). </p>
<p>Nas palavras do coordenador Danilo Barbiero,  "deixamos aqui o nosso abraço de congratulações a todos(as) aqueles(as) os quais fizeram e fazem parte da história do Curso de Arquivologia da UFSM, convidado-os(as) para a participação das atividades <em>on-line</em>, as quais serão publicadas na página do <a href="https://www.facebook.com/arquivologiaufsm">Facebbok do curso</a>. " </p>
<p><em>Com informações da Coordenação do Curso de  Arquivologia </em></p>
<p> </p>
[caption id="attachment_3010" align="aligncenter" width="300"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2021/08/Recepcao-aos-calouros.jpg"><img class="wp-image-3010 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2021/08/Recepcao-aos-calouros-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a> Semana de recepção dos acadêmicos, março de 2020[/caption]
<p> </p>
[caption id="attachment_3009" align="aligncenter" width="300"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2021/08/Descubra-2019.jpg"><img class="wp-image-3009 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2021/08/Descubra-2019-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a> Participação dos acadêmicos do Curso de Arquivologia no Descubra (2019)[/caption]
<p> </p>
[caption id="attachment_3008" align="aligncenter" width="300"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2021/08/Laboratorio-de-Restauracao.jpeg"><img class="wp-image-3008 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2021/08/Laboratorio-de-Restauracao-300x225.jpeg" alt="" width="300" height="225" /></a> Acadêmica Ana Paula Silva de Souza, Laboratório de Restauração, atuando em projeto de extensão (2020).[/caption]
<p> </p>
[caption id="attachment_3007" align="aligncenter" width="300"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2021/08/III-Semana-Nacional-de-Arquivos-na-UFSM-2019.jpg"><img class="wp-image-3007 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2021/08/III-Semana-Nacional-de-Arquivos-na-UFSM-2019-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a> Arquivista Raquel Miranda da Silva palestrando na III Semana Nacional de Arquivos na UFSM (2019)[/caption]
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Exposição virtual da Arquivologia da UFSM integra a 4ª Semana Nacional de Arquivos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2020/06/10/exposicao-virtual-da-arquivologia-da-ufsm-integra-a-4a-semana-nacional-de-arquivos</link>
				<pubDate>Thu, 11 Jun 2020 01:52:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivologia]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>

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						<description><![CDATA[O curso e o departamento de Arquivologia da UFSM integram a programação da 4ª Semana Nacional de Arquivos, promovida pelo Arquivo Nacional e pela Fundação Casa de Rui Barbosa, e da International Archives Week 2020 (IAW2020), organizada pelo Conselho Internacional de Arquivos, por meio da exposição virtual “Empoderando a sociedade: os 60 anos do ensino [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"align":"right","id":52490,"linkDestination":"custom"} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="alignright"><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/06/card1.png"><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/06/card1.png" alt="" class="wp-image-52490" /></a></figure></div>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O curso e o departamento de Arquivologia da UFSM integram a programação da 4ª Semana Nacional de Arquivos, promovida pelo Arquivo Nacional e pela Fundação Casa de Rui Barbosa, e da International Archives Week 2020 (IAW2020), organizada pelo Conselho Internacional de Arquivos, por meio da exposição virtual “Empoderando a sociedade: os 60 anos do ensino de Arquivologia no Brasil”, que está à disposição para consulta, apreciação e interação por meio do&nbsp;<a href="https://arquivologia60anos.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">link</a>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A exposição consiste em um espaço que apresenta a trajetória dos saberes, dos fazeres e dos personagens que constroem a Arquivologia brasileira. Composta de imagens, vídeos, depoimentos, reportagens e publicações da área, busca-se, além de celebrar as seis décadas do ensino de Arquivologia no Brasil, visibilizar e refletir sobre a importância dos arquivos e auxiliar na compreensão sobre quem é o arquivista.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A 4ª Semana Nacional de Arquivos ocorre desta segunda (8) até domingo (14), sendo uma temporada de eventos em arquivos e outras instituições de memórias de todo o país. O objetivo é aproximar essas instituições da sociedade e divulgar os trabalhos nelas desenvolvidos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A exposição virtual “Empoderando a sociedade: os 60 anos do ensino de Arquivologia no Brasil”, que faz parte das atividades do projeto de extensão homônimo, foi organizada por uma equipe composta pelos professores Rafael Chaves Ferreira (coordenador) e Francisco Alcides Cougo Junior (concepção e projeto gráfico) e pelos estudantes Letícia Gaiardo (pesquisa), Marcos Machado Paulo (edição de imagens e pesquisa) e Roberta Wagner (pesquisa).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Agência de Notícias UFSM</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudante do Curso de Arquivologia é o primeiro com deficiência intelectual a defender TCC na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2019/12/30/estudante-do-curso-de-arquivologia-e-o-primeiro-com-deficiencia-intelectual-a-defender-tcc-na-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 30 Dec 2019 11:16:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivologia]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[Núcleo de Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[TCC]]></category>

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						<description><![CDATA[Marthon Militz tem 31 anos, estuda Arquivologia na UFSM e é apaixonado por televisão. Natural de Itaara/RS, viaja todos os dias para Santa Maria para estudar e trabalhar. Foi na paixão pelo audiovisual que encontrou o tema do seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e, foi a partir disso, que se tornou o primeiro [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/12/78535541_2406840576112129_7797281150409375744_n-1.jpg" /></p>
<p>Marthon Militz tem 31 anos, estuda Arquivologia na UFSM e é apaixonado por televisão. Natural de Itaara/RS, viaja todos os dias para Santa Maria para estudar e trabalhar. Foi na paixão pelo audiovisual que encontrou o tema do seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e, foi a partir disso, que se tornou o primeiro aluno com Deficiência Intelectual a apresentar e defender um trabalho final de graduação na universidade. A deficiência, que se caracteriza por dificuldades para aprender, entender e realizar atividades, não foi empecilho para o estudante. No dia 4 de dezembro, acompanhado por Educadoras Especiais do Núcleo de Acessibilidade da UFSM, uma comissão examinadora interdisciplinar e orientado pelo professor do Departamento de Arquivologia Danilo Ribas Barbiero, atingiu a nota máxima (10) em seu TCC.</p>
<p>O TCC, intitulado “A memória da televisão brasileira e seus arquivos audiovisuais”, faz um resgate histórico dos principais momentos da história da televisão brasileira através de telenovelas, retoma os principais incêndios nas TVs brasileiras e apresenta a situação atual dessas emissoras com relação aos seus acervos arquivísticos audiovisuais. Segundo Marthon, foram longos semestres de pesquisas, que tiveram início no segundo semestre de 2018 e acabaram no segundo de 2019. “Precisava recordar essas memórias que estavam perdidas. Nenhum aluno em outros trabalhos resolveu levantar esse assunto”, comentou o aluno.</p>
<p>O trabalho foi elaborado e discutido com Marthon, mas foi o professor orientador Danilo Barbiero, respeitando a singularidade linguística do aluno, o responsável pela parte escrita e organização, devido às dificuldades do estudante relacionadas à sua motricidade. Além da escrita, o TCC é composto por recursos digitais, tridimensionais e sonoros. Para que o autor entendesse melhor as seções de um trabalho científico, o TCC foi comparado a um programa de televisão hipotético, chamado “Arquivo Agora”, onde cada seção correspondia a um <em>bloco</em> deste programa. A estratégia ocorreu durante a apresentação do TCC também, onde o estudante <em>se transformou</em> em um apresentador de televisão.</p>
<p>Os métodos utilizados facilitaram a apresentação e finalização do TCC. Além de se tornar um apresentador daquilo que havia estudado, foram levadas uma maquete, documentos audiovisuais e mapas mentais, recursos educacionais que auxiliaram no desenvolvimento do trabalho. “É sempre necessário mudarmos a estratégia de ensino-aprendizagem com os alunos. Também, utilizamos um recurso da metalinguagem onde o Marthon foi um apresentador de televisão <em>falando</em> sobre televisão. Fez isso muito bem e foi algo que também colaborou muito no processo de elaboração e apresentação do TCC”, comentou o professor orientador Danilo.</p>
<p><strong>Núcleo de Acessibilidade auxilia alunos durante todo o curso</strong></p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/12/78622633_2406840789445441_5342658322283626496_n-1.jpg"><img class="wp-image-50922" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/12/78622633_2406840789445441_5342658322283626496_n-1.jpg" alt="" width="468" height="351" /></a>
<figcaption>Estudante utilizou metodologia diferenciada para elaboração e apresentação do TCC</figcaption>
</figure>
</div>
<p>Marthon recebe atendimento especializado desde o início da faculdade. Além do Núcleo de Acessibilidade da UFSM, contou com o auxílio de diversos professores que adaptaram suas aulas ao estudante. No núcleo, foram desenvolvidos diversos jogos que auxiliaram sua memória e concentração. “Ele precisa ter um ponto de partida, uma orientação prévia e, a partir disso, ele vai se desenvolver. O professor Danilo organizava questões norteadoras para os textos acadêmicos, a mãe fazia a leitura desses textos e ele ia respondendo em vídeo falando o que compreendeu”, explicou Fabiane Breitenbach, Educadora Especial do Núcleo de Acessibilidade.</p>
<p>No início de cada semestre, o Núcleo de Acessibilidade recebe uma lista com alunos que ingressaram pelas cotas na universidade. Segundo a Educadora Especial e intergrante do Núcleo de Acessibilidade, Danieli Wayss Messerschmidt, o núcleo entra em contato com essas pessoas e agenda uma entrevista. São realizadas as avaliações, onde ocorrem perguntas sobre a trajetória pessoal, quais adaptações utilizam e precisarão. Então é elaborado um documento que, posteriormente, é encaminhado às coordenações dos cursos dos alunos. Os coordenadores recebem os memorandos e têm a responsabilidade de encaminhá-los aos professores. A partir disso, os professores possuem a função de orientá-los em sala de aula.</p>
<p>Segundo Danieli, é preciso “identificar nesse estudante quais são as coisas que ele gosta. Por exemplo, o Marthon gosta muito de TV. Ele gosta de vídeos, recursos visuais e auditivos. O TCC dele é uma coisa que ele gosta utilizando estratégias de estudo que funcionam para ele”. A educadora explica ainda que o acompanhamento com esses alunos acontece uma a duas vezes por semana, dependendo da demanda do estudante, e pode ser aceito ou não pelo aluno. “Mas ele sabe que a qualquer momento do curso ele pode recorrer. Todos os semestres enviamos e-mails informando sobre o atendimento”, explicou.</p>
<p>Apesar de existirem pessoas dispostas a auxiliar estudantes nessas condições, há quem não saiba lidar com essas situações. É importante estar preparado para receber alunos como o Marthon em sala de aula. Danieli ressalta que a UFSM e as demais universidades ainda estão em processo de aprendizagem com relação a estudantes como Marthon. “Estamos em um processo de aprender. Há dificuldades, mas a vida é assim. O Marthon vai encontrar dificuldades antes, encontrou na faculdade e vai encontrar na vida. As coisas se criam pela demanda. A demanda faz a gente se preparar. A gente vai se preparando no caminho”, destacou.</p>
<p><em>Reportagem: Eloíze Moraes, acadêmica de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias da UFSM</em><br /><em>Edição: Davi Pereira</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professor da Arquivologia ministra oficina para estudantes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2018/11/29/professor-da-arquivologia-ministra-oficina-para-estudantes</link>
				<pubDate>Thu, 29 Nov 2018 17:49:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivo Setorial]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivologia]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[oficina]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/?p=1848</guid>
						<description><![CDATA[Nos dias 28 e 29 de novembro o professor Francisco Cougo, do curso de Arquivologia, ministrou uma oficina sobre os Fundamentos da Arquivística para alunos da graduação. Ocorrida pelo turno da manhã de ambos dias, a oficina buscava aproximar os discentes do curso com a prática, utilizando-se para isso de recursos da própria universidade. &#8220;A atividade [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Nos dias 28 e 29 de novembro o professor Francisco Cougo, do curso de Arquivologia, ministrou uma oficina sobre os Fundamentos da Arquivística para alunos da graduação.

Ocorrida pelo turno da manhã de ambos dias, a oficina buscava aproximar os discentes do curso com a prática, utilizando-se para isso de recursos da própria universidade.

"A atividade alia o conhecimento teórico com exemplos factíveis, oriundos do próprio cotidiano da universidade. Ao todo, 23 alunos participaram da oficina, que foi ministrada por mim, com o apoio da arquivista do Departamento de Arquivo Geral, Josiane Ayres Sfreddo, e do monitor Paulo Afonso Soares de Melo" afirmou o professor.

Além das atividades referentes à oficina, os estudantes também puderam conhecer as dependências do Arquivo Setorial do CCSH e o local onde vem sendo desenvolvido o projeto “Gestão e preservação documental no Departamento de Ciências da Comunicação e cursos de graduação”, coordenado pela arquivista Josiane.

<em>Texto: Juan Grings, estudante de jornalismo do Núcleo de Comunicação Institucional (NCI/CCSH).
Foto: Julia Lima, estudante de desenho industrial do Núcleo de Comunicação Institucional (NCI/CCSH).
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<a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/wp-content/uploads/sites/372/2018/11/DSC_0053.jpg"><img class="aligncenter wp-image-1849" src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/wp-content/uploads/sites/372/2018/11/DSC_0053-300x200.jpg" alt="Imagem colorida, na horizontal. sete pessoas em uma sala. Ao fundo, três prateleiras com arquivos." width="551" height="367" /></a>]]></content:encoded>
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