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			<title>CCSH - Feed Customizado RSS</title>
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			<description> Centro de Ciências Sociais e Humanas</description>
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				<title>Recepção Estudantil Integra CCSH vem aí!</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2024/09/06/recepcao-estudantil-integra-ccsh-vem-ai</link>
				<pubDate>Fri, 06 Sep 2024 11:43:32 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[🎉 Atenção, calouros/as/es e veteranos/as/es do CCSH! 🎉 É com MUITA alegria que estamos prontos pra receber vocês de volta para o nosso segundo semestre! 📚💼 As atividades acadêmicas retornam na próxima segunda (09/09), e é aqui que a sua história acontece! 🏛️✨ 🔸 09/09, às 10h: Bora começar com estilo! 🎤 Fala do Reitor [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="379" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2024/09/Banner-Evento-site-3-1024x379.jpg" alt="" />													
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		<p>🎉 Atenção, calouros/as/es e veteranos/as/es do CCSH! 🎉</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>É com MUITA alegria que estamos prontos pra receber vocês de volta para o nosso segundo semestre! 📚💼 As atividades acadêmicas retornam na próxima segunda (09/09), e é aqui que a sua história acontece! 🏛️✨</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>🔸 09/09, às 10h: Bora começar com estilo! 🎤 Fala do Reitor e da Vice-Reitora em frente ao RU! 🥪👥 Já fica ligado/a/e e não esquece de agendar o almoço para a sequência! 🍽</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>🔸 11/09: Dia de atividades no Hall do Prédio 74C! 🌟</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>☕ 9h, 15h e 19h: Momento de acolhimento com a Direção do CCSH. Cafézinho, chá e bolachinhas garantidos! 🍪🫖<br />🏡 9h às 12h: A Casa Verônica estará por aqui pra te mostrar suas ações e projetos! 🙌<br />📸 9h às 12h e 13h30 às 19h30: Painel de fotos pra você registrar seu retorno e concorrer a brindes! Posta no nosso Carrossel Colaborativo e estoura um balãozinho, que vai ter surpresa nele!🎈💥<br />🎤 19h30 (Atividade no Auditório do CCSH, Prédio 74C): Palestra inspiradora com Abner de Freitas, fundador da Startup Hopeful! 💡🌍</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Estamos esperando vocês com muito carinho! 🫶</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Recepção Estudantil | Integra CCSH: Palestra com Abner de Freitas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/eventos/recepcao-estudantil-integra-ccsh-palestra-com-abner-de-freitas</link>
				<pubDate>Fri, 06 Sep 2024 11:40:29 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[<p>🎉 Atenção, calouros/as/es e veteranos/as/es do CCSH! 🎉</p>
<p>É com MUITA alegria que estamos prontos pra receber vocês de volta para o nosso segundo semestre! 📚💼 As atividades acadêmicas retornam na próxima segunda (09/09), e é aqui que a sua história acontece! 🏛️✨</p>
<p>🎤  No dia 11/09, às 19h30, participe da Palestra inspiradora com Abner de Freitas, fundador da Startup Hopeful! 💡🌍</p>
<p>A atividade vai acontecer no Auditório do CCSH, no Prédio 74C.</p>
<p>🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸</p>
<p>Outras atividades da Recepção Estudantil:</p>
<p>🔸 09/09, às 10h: Bora começar com estilo! 🎤 Fala do Reitor e da Vice-Reitora em frente ao RU! 🥪👥 Já fica ligado/a/e e não esquece de agendar o almoço para a sequência! 🍽</p>
<p>🔸 11/09: Dia de atividades no Hall do Prédio 74C! 🌟</p>
<p>☕ 9h, 15h e 19h: Momento de acolhimento com a Direção do CCSH. Cafézinho, chá e bolachinhas garantidos! 🍪🫖<br />
🏡 9h às 12h: A Casa Verônica estará por aqui pra te mostrar suas ações e projetos! 🙌<br />
📸 9h às 12h e 13h30 às 19h30: Painel de fotos pra você registrar seu retorno e concorrer a brindes! Posta no nosso Carrossel Colaborativo e estoura um balãozinho, que vai ter surpresa nele!🎈💥</p>
<p>Estamos esperando vocês com muito carinho! 🫶</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>🎉 Atenção, calouros/as/es e veteranos/as/es do CCSH! 🎉</p>
<p>É com MUITA alegria que estamos prontos pra receber vocês de volta para o nosso segundo semestre! 📚💼 As atividades acadêmicas retornam na próxima segunda (09/09), e é aqui que a sua história acontece! 🏛️✨</p>
<p>🎤  No dia 11/09, às 19h30, participe da Palestra inspiradora com Abner de Freitas, fundador da Startup Hopeful! 💡🌍</p>
<p>A atividade vai acontecer no Auditório do CCSH, no Prédio 74C.</p>
<p>🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸</p>
<p>Outras atividades da Recepção Estudantil:</p>
<p>🔸 09/09, às 10h: Bora começar com estilo! 🎤 Fala do Reitor e da Vice-Reitora em frente ao RU! 🥪👥 Já fica ligado/a/e e não esquece de agendar o almoço para a sequência! 🍽</p>
<p>🔸 11/09: Dia de atividades no Hall do Prédio 74C! 🌟</p>
<p>☕ 9h, 15h e 19h: Momento de acolhimento com a Direção do CCSH. Cafézinho, chá e bolachinhas garantidos! 🍪🫖<br />
🏡 9h às 12h: A Casa Verônica estará por aqui pra te mostrar suas ações e projetos! 🙌<br />
📸 9h às 12h e 13h30 às 19h30: Painel de fotos pra você registrar seu retorno e concorrer a brindes! Posta no nosso Carrossel Colaborativo e estoura um balãozinho, que vai ter surpresa nele!🎈💥</p>
<p>Estamos esperando vocês com muito carinho! 🫶</p>
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				<title>Recepção Estudantil | Integra CCSH</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/eventos/recepcao-estudantil-integra-ccsh</link>
				<pubDate>Fri, 06 Sep 2024 11:28:18 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[<p>🎉 Atenção, calouros/as/es e veteranos/as/es do CCSH! 🎉</p>
<p>É com MUITA alegria que estamos prontos pra receber vocês de volta para o nosso segundo semestre! 📚💼 As atividades acadêmicas retornam na próxima segunda (09/09), e é aqui que a sua história acontece! 🏛️✨</p>
<p>🎤  No dia 11/09, às 19h30, participe da Palestra inspiradora com Abner de Freitas, fundador da Startup Hopeful! 💡🌍</p>
<p>A atividade vai acontecer no Auditório do CCSH, no Prédio 74C.</p>
<p>🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸</p>
<p>Outras atividades da Recepção Estudantil:</p>
<p>🔸 09/09, às 10h: Bora começar com estilo! 🎤 Fala do Reitor e da Vice-Reitora em frente ao RU! 🥪👥 Já fica ligado/a/e e não esquece de agendar o almoço para a sequência! 🍽</p>
<p>🔸 11/09: Dia de atividades no Hall do Prédio 74C! 🌟</p>
<p>☕ 9h, 15h e 19h: Momento de acolhimento com a Direção do CCSH. Cafézinho, chá e bolachinhas garantidos! 🍪🫖<br />
🏡 9h às 12h: A Casa Verônica estará por aqui pra te mostrar suas ações e projetos! 🙌<br />
📸 9h às 12h e 13h30 às 19h30: Painel de fotos pra você registrar seu retorno e concorrer a brindes! Posta no nosso Carrossel Colaborativo e estoura um balãozinho, que vai ter surpresa nele!🎈💥</p>
<p>Estamos esperando vocês com muito carinho! 🫶</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>🎉 Atenção, calouros/as/es e veteranos/as/es do CCSH! 🎉</p>
<p>É com MUITA alegria que estamos prontos pra receber vocês de volta para o nosso segundo semestre! 📚💼 As atividades acadêmicas retornam na próxima segunda (09/09), e é aqui que a sua história acontece! 🏛️✨</p>
<p>🎤  No dia 11/09, às 19h30, participe da Palestra inspiradora com Abner de Freitas, fundador da Startup Hopeful! 💡🌍</p>
<p>A atividade vai acontecer no Auditório do CCSH, no Prédio 74C.</p>
<p>🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸🔸</p>
<p>Outras atividades da Recepção Estudantil:</p>
<p>🔸 09/09, às 10h: Bora começar com estilo! 🎤 Fala do Reitor e da Vice-Reitora em frente ao RU! 🥪👥 Já fica ligado/a/e e não esquece de agendar o almoço para a sequência! 🍽</p>
<p>🔸 11/09: Dia de atividades no Hall do Prédio 74C! 🌟</p>
<p>☕ 9h, 15h e 19h: Momento de acolhimento com a Direção do CCSH. Cafézinho, chá e bolachinhas garantidos! 🍪🫖<br />
🏡 9h às 12h: A Casa Verônica estará por aqui pra te mostrar suas ações e projetos! 🙌<br />
📸 9h às 12h e 13h30 às 19h30: Painel de fotos pra você registrar seu retorno e concorrer a brindes! Posta no nosso Carrossel Colaborativo e estoura um balãozinho, que vai ter surpresa nele!🎈💥</p>
<p>Estamos esperando vocês com muito carinho! 🫶</p>
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						<item>
				<title>Filme sobre Lupicínio Rodrigues será exibido no Centro de Convenções no próximo sábado (23)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2023/09/21/filme-sobre-lupicinio-rodrigues-sera-exibido-no-centro-de-convencoes-no-proximo-sabado-23</link>
				<pubDate>Thu, 21 Sep 2023 13:15:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[gepa]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>

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						<description><![CDATA[O documentário, que teve assessoria histórica de pesquisadores da UFSM, aborda vida do compositor brasileiro, incluindo sua passagem por Santa Maria]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_4193" align="alignright" width="513"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2023/09/IMG_1488.jpg" alt="" width="513" height="342" /> Pesquisadores analisam documentos com a história de Lupicínio Rodrigues[/caption]
<p align="justify">No próximo sábado, 23 de setembro, às 19 horas, acontece a exibição da obra “Lupicínio Rodrigues: confissões de um sofredor”, filme produzido pela Plural Filmes, em parceria com historiadores do Grupo de Estudos sobre o Pós-Abolição (GEPA) da UFSM. O evento é gratuito e aberto ao público. Os ingressos podem ser trocados por 1kg de alimento não perecível, nos seguintes locais: prédio 40 (CAL) e prédio 74 (CCSH), ambos na UFSM, Sedufsm, na rua André Marques, 665, Ara Dudu, na rua Dr. Turi, 2070 e Arquivo Histórico Municipal de Santa Maria, na Rua Appel, 900.</p>
<h3 align="justify">Participação do GEPA</h3>
<p align="justify">Em 2020, os integrantes do GEPA foram convidados pela Plural Filmes para realizar a assessoria histórica do filme, por conta da passagem de Lupicínio por Santa Maria. O filme tem direção de Alfredo Manevy e foi lançado em 2022. A doutoranda do Programa de Pós-Graduação em História, Franciele Rocha de Oliveira, participou da curadoria e explica o porquê do filme ser exibido agora na cidade, quase um ano depois de seu lançamento: “Desde que o filme saiu, sabíamos que era necessário exibi-lo em Santa Maria. Para resgatar a memória da passagem do Lupi pela cidade, e também como uma devolutiva para as pessoas que faziam parte dessa história”.</p>
<p align="justify">Uma delas é Marcos Aurélio Marques, que era servidor aposentado da UFSM e um dos entrevistados para o filme. Marcos e sua família conviveram com Lupicínio durante a época em que ele morou em Santa Maria (de 1933 a 1934), e sua mãe participou da diretoria do clube União Familiar, muito importante em sua trajetória. “Esse ano o seu Marcos faleceu. Em novembro do ano passado levamos ele para ver o filme em Porto Alegre, e a família dele queria muito assistir. Então decidimos que a gente ia dar um jeito de exibir o filme em Santa Maria”, conta Franciele.</p>
<p align="justify">A assessoria colaborativa do filme foi realizada por nove historiadores do GEPA, que buscaram diferentes aspectos da vida de Lupicínio, em especial sua trajetória por Santa Maria. Entre as pesquisas realizadas, estão a da discente de História, Nara Ilha Rodrigues, que fez um mapeamento das regiões ligadas ao compositor na cidade, como a Concha Acústica localizada no Parque Itaimbé, que leva seu nome, e uma rua que também leva seu nome no bairro Itararé. As pesquisadoras Taiane Anhanha Lima e Gabrielle de Souza Oliveira, pesquisaram sobre a história de Iná Pereira Soares, primeiro amor de Lupicínio, que conheceu no clube União Familiar.</p>
[caption id="attachment_4195" align="alignleft" width="504"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2023/09/IMG_1550.jpg" alt="" width="504" height="336" /> Integrantes do GEPA colaboram para a produção do filme[/caption]
<p align="justify">Franciele e Nara pesquisaram a genealogia da família do compositor, na qual pela primeira vez os ancestrais da família Rodrigues foram identificados. “São apresentados esses familiares que eram por parte da mãe dele, a Abigail, e que eram do litoral negro, africanos traficados e escravizados, e depois que o senhor morre conseguem a alforria e terras. E conseguimos reconstruir essa linhagem e retornar para a Família Rodrigues”, explica Franciele. Foram encontrados também documentos de alforrias, batismos, casamentos, registros de óbitos, permitindo construir a genealogia de nove gerações. “Também tem essa parte do trabalho que é muito bonita, de poder retornar para os familiares uma parte que se perdeu da história da família”, completa a historiadora.</p>
<p align="justify">O historiador e participante da curadoria, Guilherme Vargas Pedroso, explica que, por meio do trabalho dos historiadores do GEPA, a passagem de Lupicínio por Santa Maria teve um grande destaque no documentário: “No início, para a direção e produção, Santa Maria talvez não tivesse tanta importância quando eles projetaram o filme. Mas depois se vê a quantidade de material, que foi tanto de profundidade documental, quanto temporal nessa questão da genealogia, acabou incluído no filme”. Franciele ainda comenta que o filme ajuda a reconhecer a contribuição do compositor para a música no cenário nacional e internacional. “Tem essa questão de reparação do grande compositor que ele foi, e muitas vezes não creditado. Quem assistir vai ver, por exemplo, toda a trajetória de algumas canções que ficaram muito famosas, e gravadas por muitos cantores como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Marisa Monte, Gal Costa, Jamelão”, conta.</p>
<p align="justify">Os historiadores compartilham a importância do trabalho de resgatar memórias históricas e da pesquisa feita sobre a figura de Lupicínio Rodrigues. “Foi impactante para eu ver no dia a família dele, saber de onde eles vieram e poder contar isso para eles, já que era algo que eles ainda não sabiam”, comenta Guilherme. Franciele também destaca a possibilidade de retorno para a comunidade que o projeto oferece: “O projeto de extensão tem esse diferencial, que é garantir que o filme chegue onde ele deve chegar, e que essa cidade que despertou o coração do Lupi possa conhecer mais dessa história, reviver e trazer isso à tona de novo”.</p>
<h3 align="justify">Quem foi Lupicínio Rodrigues</h3>
[caption id="attachment_4194" align="alignright" width="506"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2023/09/DSC01533-1.jpg" alt="" width="506" height="337" /> Historiadores mapearam a genealogia da família Rodrigues[/caption]
<p align="justify">Lupicínio Rodrigues foi um cantor e compositor brasileiro, nascido em Porto Alegre no dia 16 de setembro de 1914, faleceu em 27 de agosto de 1974, na mesma cidade, de insuficiência cardíaca. Compôs marchinhas de carnaval e sambas-canção (subgênero musical do samba), mais conhecido pelas músicas “Felicidade”, “Nervos de Aço”, “Acaso você chegasse”, e “Vingança”. Viveu na antiga Ilhota em Porto Alegre, hoje o Quilombo dos Fidélix. Conhecido pelas canções sobre desilusões amorosas e por ser o inventor da expressão “dor de cotovelo”. Também foi o compositor do atual hino do Grêmio.</p>
<p align="justify">Por conta de seu estilo de vida boêmio, o pai de Lupicínio, Francisco Rodrigues, o fez se alistar no exército aos 15 anos. Em 1933, foi transferido para servir no 7º Batalhão de Infantaria, em Santa Maria. “Quando chega, ele encontra uma rede negra que abraça ele, e se sente confortável para poder compor. Não é à toa que é em Santa Maria que nasce ‘Felicidade’, que é uma das suas canções mais regravadas e reproduzidas, e que é a descrição da Vila Operária Brasil e da Iná”, explica Franciele. Também é em Santa Maria que conhece Iná Pereira Soares, primeiro amor de Lupicínio, para quem escreveu “Nervos de Aço” e outras canções.</p>
<p align="justify"><em>Texto: Giulia Pinos Maffi, acadêmica de jornalismo, bolsista da Subdivisão de Comunicação do CCSH<br />Fotos: Arquivo GEPA</em><br /><em>Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Seminário do GT História Política inicia nesta quarta (28)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2022/09/28/seminario-do-gt-historia-politica-inicia-nesta-quarta-28</link>
				<pubDate>Wed, 28 Sep 2022 14:07:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[seminário]]></category>

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						<description><![CDATA[De 28 a 30 de setembro acontece o IV SEMINÁRIO DO GT HISTÓRIA POLÍTICA da Associação Nacional dos Professores de História &#8211; Seção Rio Grande do Sul (ANPUH-RS) nas dependências da UFSM. A solenidade de abertura do evento acontece as 13h30min do dia 28, juntamente com a Mesa 1, cujo  tema é Bicentenário da Independência. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>De 28 a 30 de setembro acontece o IV SEMINÁRIO DO GT HISTÓRIA POLÍTICA da Associação Nacional dos Professores de História - Seção Rio Grande do Sul (ANPUH-RS) nas dependências da UFSM.</p>
<p>A solenidade de abertura do evento acontece as 13h30min do dia 28, juntamente com a Mesa 1, cujo  tema é Bicentenário da Independência. Os palestrantes são prof.  Adriano Comissoli (UFSM), prof. André Fertig (UFSM),  prof.  César Augusto Guazzelli (UFRGS) e prof. Jonas Vargas (UFPel).</p>
<p>Programação:</p>
<p>QUARTA-FEIRA, 28/09/22, ÀS 18H30<br />MESA 2: Disputas Políticas: Federalismo e Federalista.<br />Palestrantes: Prof. Dr. Aristeu Elisandro Machado Lopes (UFPel); Prof. Dr. Gustavo Figueira Andrade (UFSM); Profª. Dra. Maria Medianeira Padoin (UFSM); Profª. Dra. Mônica Rossatto (Município de Nova Palma); Profª. Dra. Paula Vanessa Paz Ribeiro (UNIPAMPA/UAB).<br /><br />QUINTA-FEIRA, 29/09/22, às 13H30<br />MESA 3: 100 anos de Leonel Brizola: uma vida na História Política do Brasil<br />Palestrantes: Prof. Dr. Alessandro Batistela (UPF); Profª. Dra. Carla Brandalise (UFRGS); Prof. Dr. Douglas Souza Angeli (UEMG); Profª. Ma. Lauren dos Reis Bastos (UPF); Profª. Dra. Marluza Marques Harres (UNISINOS) e; Prof. Me. Samuel da Silva Alves (PUCRS).<br /><br />QUINTA-FEIRA, 29/09/22, às 18H30<br />MESA 4: Centenário de 1922<br />Palestrantes: Prof. Dr. Diorge Konrad (UFSM); Prof. Dr. Leonardo Guedes Henn (UFN); Raul Kroeff Machado Carrion (Historiador; FMG-RS) e; Prof. Mdo. Vinícius de Oliveira Masseroni (UNISINOS).<br /><br />SEXTA-FEIRA, 30/09/22, ÀS 13H30<br />MESA 5: Trajetórias Políticas<br />Palestrantes: Prof. Me. Anderson Vargas Torres (UFRGS); Prof. Dr. Diego Orgel Dal Bosco Almeida (UNOChapecó); Prof. Me. Ernesto Cassol (prof. aposentado URI); Prof. Me. Gustavo Kunsler Guimarães (UNISINOS); Prof. Dr. Marcos Jovino Asturian (IFFar) e; Prof. Ms. Paulo Eduardo Fasolo Klein (UNISC).<br /><br />SEXTA-FEIRA, 30/09/22, ÀS 18H30<br />MESA 6: Imprensa e Política: Temas e Metodologias<br />Palestrantes: Prof. Dr. Charles Sidarta Machado Domingos (IFSUL/UFRGS); Profª. Dra. Letícia Sabina Wermeier Krilow (UFFS); Prof. Dr. Luis Carlos dos Passos Martins (PUCRS); Prof. Dr. Luiz Alberto Grijó (UFRGS) e; Profª. Dra. Nilsângela Cardoso Lima (UFPI).</p>
<p> </p>
<p>Sessões de Comunicações:<br /><br /><b>Dia 29-09-2022 (quinta-feira) manhã</b></p>
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<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="352"><b>Sessão 1</b><br />Coordenação:<br />Sala: <b>3330 (Prédio 74B-CCSH-Campus-UFSM)</b></td>
<td valign="top" width="354"><b>Sessão 2</b><br />Coordenação:<br />Sala:  <b>2137 (Prédio 74A-CCSH-Campus-UFSM)</b></td>
<td valign="top" width="350"><b>Sessão 3</b><br />Coordenação:<br />Sala: <b>2173 (Prédio 74A-CCSH-Campus-UFSM)</b></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="352">Adriano Comissoli (UFSM)</td>
<td valign="top" width="354">Veronica Vieira Martinelli (PUCRS)</td>
<td valign="top" width="350">Bethânia Luisa Lessa Werner (UFPel)</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="352">Eduardo Sartoretto<b> </b>(UFSM)</td>
<td valign="top" width="354">Tamires Ferreira Soares<b> </b>(UFPel)</td>
<td valign="top" width="350">Jéssica Bitencourt Lopes (UFRGS)</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="352">Guilherme de Mattos Gründling (UFRRJ)</td>
<td valign="top" width="354">Erick da Silva Porto (UNISINOS)</td>
<td valign="top" width="350">Higor Xavier Barbosa (UFSM)</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="352">Leonardo Soares dos Santos (UFF)</td>
<td valign="top" width="354">Yuri Batista da Silva<b> </b>(UFSM)</td>
<td valign="top" width="350">Laís Machado da Luz (Universidade Franciscana)</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="352">João Vitor Sausen (UFSM)</td>
<td valign="top" width="354">Luiz Alfredo Fernandes Lottermann (UPF)</td>
<td valign="top" width="350">Rodrigo Luís dos Santos (IFFar) - São Borja)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b> </b><br /><b>Dia 30-09-2022 (sexta-feira) manhã</b></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="352"><b>Sessão 4</b><br />Coordenação:<br />Sala: <b>2265 (Prédio 74A-CCSH-Campus-UFSM)</b></td>
<td valign="top" width="364"><b>Sessão 5</b><br />Coordenação:<br />Sala: <b>2343 (Prédio 74A-CCSH-Campus-UFSM)</b></td>
<td valign="top" width="340"><b>Sessão 6</b><br />Coordenação:<br />Sala: <b>2373 (Prédio 74A-CCSH-Campus-UFSM)</b></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="352">Bianca Obetine Magnus (PUCRS)</td>
<td valign="top" width="364">Thiago Costa Juliani Regina (PUCRS)</td>
<td valign="top" width="340">Thiago Lindemaier da Rosa<b> </b>(UFSM)</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="352">Euclides Victorino Silva Afonso<b> </b>(UFRB)</td>
<td valign="top" width="364">Pricila Niches Müller (PUCRS)</td>
<td valign="top" width="340">Nathalia Lima Estevam (UFPel)</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="352">Camila Acosta Queiroz<b> </b>(UFSM)</td>
<td valign="top" width="364">Ana Paula Graboski de Almeida (UPF)</td>
<td valign="top" width="340">Felipe Rios Pereira (UFSM)</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="352">Cleucimara Molon Jubelli (UPF)</td>
<td valign="top" width="364">Gustavo Henrique Kunsler Guimarães (UNISINOS)</td>
<td valign="top" width="340">Tobias Droste Silva (PUCRS)</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="352"> </td>
<td valign="top" width="364">Carlos Eduardo da Silva Pereira (PUCRS)</td>
<td valign="top" width="340"><b> </b></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="352"> </td>
<td valign="top" width="364">Larissa Azevedo da Silva (UFPel)</td>
<td valign="top" width="340"> </td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="352"> </td>
<td valign="top" width="364">Diego dos Santos<b> </b>(UNISINOS)</td>
<td valign="top" width="340"> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
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													</item>
						<item>
				<title>Mais da metade dos cursos da UFSM avaliados pelo Enade obtêm os conceitos mais altos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2022/09/14/mais-da-metade-dos-cursos-da-ufsm-avaliados-pelo-enade-obtem-os-conceitos-mais-altos</link>
				<pubDate>Wed, 14 Sep 2022 17:40:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[Enade]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/?p=3336</guid>
						<description><![CDATA[Pelo CCSH, os cursos de História bacharelado e licenciatura alcançaram conceitos 4 e 5, respectivamente ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
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<p>Nesta segunda-feira (12), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), divulgou os resultados do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) e de dois dos Indicadores de Qualidade da Educação Superior, que são calculados com base no desempenho dos estudantes: o Conceito Enade e o Indicador de Diferença entre os Desempenhos Esperado e Observado (IDD).</p>
<p>Nesta edição do Exame, dentre os 34 cursos da UFSM avaliados, 6 obtiveram conceito máximo, nota 5, e outros 12 cursos obtiveram conceito 4. Os cursos mais bem avaliados na Instituição são as licenciaturas em: Computação (EAD), Ciências Biológicas, Física, História, Letras-Inglês e Letras – Português. </p>
<p> </p>
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<p>O pró-reitor de Graduação, Jerônimo Tybusch, indica que esse resultado é bastante positivo para a Instituição, uma vez que mais de 50% dos cursos avaliados nesta edição do Exame obtiveram as maiores pontuações. “Esses números provam a excelência da UFSM, que vai na direção de, neste ou no próximo ano, já alcançar o conceito 5 como Instituição, sendo considerada uma Universidade de Excelência”, destaca.</p>
<p>A nota geral do Enade integra uma avaliação mais ampla e impacta, também, no Índice Geral de Cursos (IGC) e no Conceito Preliminar de Curso (CPC). Esses dois índices estão previstos para serem divulgados em dezembro. Douglas Flores de Almeida, procurador Educacional Institucional da UFSM, explica que esses resultados têm consequência direto no Plano de Desenvolvimento Institucional da UFSM, dentro do Desafio 2, Educação inovadora e transformadora com excelência acadêmica e no Plano de Metas da Instituição, que deseja obter um IGC 5. </p>
<p>Tybusch explica que para que os resultados sejam cada vez melhores, a Pró-Reitoria de Graduação e a Pró-Reitoria de Planejamento têm  realizado um trabalho integrado objetivando sensibilizar os estudantes para que conheçam o sistema de avaliação, os modelos de questionários e as provas aplicadas. Em novembro de 2021 um <a href="https://www.ufsm.br/2021/08/23/ufsm-realiza-seminario-para-o-enade/">seminário sobre o Exame</a> foi realizado na Instituição. Uma nova edição já está sendo organizada para este ano.</p>
<p>Como funciona o Enade</p>
<p>A avaliação é composta por 4 instrumentos, dois que têm impacto direto nos indicadores – Prova e Questionário do Estudante – e dois que são instrumentos complementares que servem para compreensão dos resultados – Questionário do Coordenador de Curso e Questionário de Percepção de Prova.</p>
<p>A Prova tem como objetivo aferir o desempenho dos estudantes em relação aos conteúdos previstos nas Diretrizes Curriculares Nacionais. Além disso, mede as habilidades dos acadêmicos na compreensão de temas exteriores ao âmbito específico de sua profissão. Para atingir esses objetivos, é composta por  uma parte de formação geral, com 10 questões sobre ética, cidadania, direitos humanos, responsabilidade social, ambiental, entre outros e uma parte de formação específica, com 30 questões focadas no conteúdo de formação de cada área.</p>
<p>O Questionário do Estudante é onde o acadêmico avalia o curso e a instituição na qual está matriculado. Leva em conta a organização didático-pedagógica, infraestrutura e oportunidades de ampliação da formação acadêmica e profissional. Também busca caracterizar o perfil dos estudantes (gênero, cor, idade, renda, etc) e o contexto de seus processos formativos, auxiliando na análise dos resultados e subsidiando os processos de avaliação de cursos e instituições. </p>
<p>O Questionário do Coordenador de Curso levanta informações sobre o perfil do coordenador de curso e o contexto dos processos formativos. Já o Questionário de Percepção de Prova busca informações a respeito da percepção dos estudantes em relação à prova.</p>
<p>Indicadores e a importância deles</p>
<p>A avaliação do Enade impacta na composição de três indicadores de qualidade dos cursos superiores: Conceito Enade, IDD e CPC, e um indicador de qualidade institucional (IGC).</p>
<p>Conceito Enade: é um indicador de qualidade que avalia os cursos por intermédio dos desempenhos dos estudantes na prova do Enade. É a nota da turma que realizou a prova.</p>
<p>Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD):  é um indicador de qualidade que busca mensurar o valor agregado pelo curso ao desenvolvimento dos estudantes concluintes, considerando seus desempenhos no Enade e no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). </p>
<p>Conceito Preliminar de Curso (CPC): É o indicador de qualidade mais completo dos cursos, pois considera o desempenho dos estudantes na prova do Enade, a infraestrutura do curso e o perfil do corpo docente. Além disso, o indicador é utilizado como referência para a renovação do reconhecimento dos cursos perante o MEC.</p>
<p>Índice Geral de Cursos (IGC): é um indicador de qualidade que avalia as instituições de educação superior e corresponde à média das notas do CPC dos cursos de graduação e dos conceitos CAPES dos cursos de programas de pós-graduação stricto sensu das instituições, ponderadas pelo número de matrículas de cada curso.  </p>
<p>Enade</p>
<p>O Ciclo Avaliativo do Enade determina as áreas de avaliação e os cursos a elas vinculados, de modo que, a cada ano, temos um grupo de áreas e seus cursos sendo avaliadas. O Enade 2021 foi aplicado no dia 14 de novembro de 2021, e avaliou 1148 estudantes concluintes inscritos de 35 cursos de graduação. Os cursos foram:  Artes Visuais – Licenciatura; Ciência Da Computação – Bacharelado; Ciências Biológicas – Licenciatura; Ciências Biológicas – Licenciatura (Palmeira das Missões); Ciências Biológicas – Bacharelado; Ciências Sociais – Licenciatura; Ciências Sociais – Bacharelado; Computação – Licenciatura (EAD); Educação Física – Licenciatura; Educação Física – Bacharelado; Filosofia – Licenciatura; Filosofia – Bacharelado; Física – Licenciatura (Integral); Física – Licenciatura (Noturno); Física – Licenciatura (EAD); Geografia – Bacharelado; Geografia – Licenciatura; Geografia – Licenciatura (EAD); História – Bacharelado; História – Licenciatura; Letras Inglês – Licenciatura; Letras Português – Licenciatura; Letras Português – Licenciatura (EAD); Matemática – Licenciatura; Música – Licenciatura; Pedagogia – Licenciatura (Integral); Pedagogia – Licenciatura (Noturno); Pedagogia – Licenciatura (EAD); Química – Bacharelado; Química – Licenciatura; Tecnologia Em Redes de Computadores; Sistemas de Informação; Sistemas de Informação (Frederico Westphalen); e Sociologia – Licenciatura (EAD)</p>
<p><em>Texto: Ana Laura Iwai e Mariana Henriques, Agência de Notícias</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Patronesse da Feira do Livro, professora da UFSM fala sobre a importância da leitura de autoras mulheres</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2022/05/10/patronesse-da-feira-do-livro-professora-da-ufsm-fala-sobre-a-importancia-da-leitura-de-autoras-mulheres</link>
				<pubDate>Tue, 10 May 2022 18:13:48 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[Feira do Livro]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Ler autoras mulheres é abrir espaço para que meninas sonhem e se sintam representadas na literatura, afirma Nikelen   No último sábado (7), ocorreu a Noite da Patronesse, no Theatro Treze de Maio. O evento faz parte da programação da 49ª Feira do Livro de Santa Maria e teve a participação das professoras da UFSM, Nikelen Witter [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div class="col-12">
<h2 class="text-start text-muted text-break h4 mb-0">Ler autoras mulheres é abrir espaço para que meninas sonhem e se sintam representadas na literatura, afirma Nikelen</h2>
<header class="entry-header"><hr /></header>
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<p> </p>
<p><img class="wp-image-58500 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/05/IMG-8607.jpg" alt="" width="545" height="408" />No último sábado (7), ocorreu a Noite da Patronesse, no Theatro Treze de Maio. O evento faz parte da programação da<a href="http://feiradolivrosm.com.br/"> 49ª Feira do Livro de Santa Maria</a> e teve a participação das professoras da UFSM, Nikelen Witter e Monalisa Dias. O tema da conversa foi a hashtag #LeiaMulheres, as obras literárias da patronesse e o Clube de Leituras Bem-ditas.</p>
<p>Nikelen Witter, patronesse desta edição da Feira, é professora do departamento de História da UFSM e coordena o Grupo de Estudos e Extensão Universidade das Mulheres (GEEUM@), projeto que busca estudar e debater uma visão de mundo feminista e estimular esse conhecimento como forma de prevenção e combate à exclusão e violência de gênero. Como pesquisadora, se dedica a investigações de questões que envolvam gênero e a história das mulheres na época contemporânea. </p>
<p>Durante sua fala, Nikelen abordou a importância das mulheres na literatura e da visibilidade dada a elas, que ainda sofrem preconceitos e têm menos espaço no mundo dos livros. A docente também frisou que a falta de leitura de autoras não é por escassez ou baixa qualidade, mas pela tradição do meio de priorizar e promover autores homens. A professora explica que, em algumas situações, ainda causa estranheza ver mulheres falando ou escrevendo sobre determinados assuntos, mas quanto mais mulheres ocuparem esses espaços, mais meninas se sentirão representadas e poderão sonhar em estar à frente dos mais diversos projetos. </p>
<p>Como escritora, Nikelen possui cinco livros publicados e algumas premiações e é uma das mais importantes representantes no Brasil do gênero <em>steampunk</em> (subgênero da ficção científica). Sobre essa experiência ela conta que é uma surpresa para muitas pessoas verem uma mulher fazer uma obra de ficção científica, já que o senso comum é que as mulheres se atenham ao gênero romance. “Não é uma disputa, ‘agora os homens não podem escrever’ ou ‘agora não vou ler mais homens’, não é sobre isso, é sobre abrir espaço, para que as autoras possam falar, possam imaginar mulheres.”, afirmou ela. Além da dificuldade em relação a gênero, ser uma autora brasileira e fora da região sudeste se apresenta como um obstáculo, pois há uma resistência dos consumidores em sair do eixo Rio-São Paulo, mas que para quem gosta de inovações na literatura, a melhor opção é deixar o centro e começar a olhar para as periferias. </p>
<p>Sobre a UFSM, Nikelen conta que a estrutura de trabalho permite criar e ter uma troca com os alunos, “Eu sou uma professora que gosta dessa troca, dessa paixão e dessa inventividade, tanto no ensinar, quanto no aprender, quanto no criar”. Ainda afirma que gostaria que houvesse maior aceitação e valorização do público local, pois enquanto autora e moradora de Santa Maria, vê que muitas pessoas preferem buscar autores “de fora”, e espera que ser patronesse seja uma forma de alcançar esse público.</p>
<p>Como forma de enfrentar essa realidade e buscar mais espaço para a literatura feminina, uma das atuações de Nikelen, juntamente com Monalisa Dias, é o Clube de Leitura Bem-ditas, um grupo com o objetivo de incentivar a leitura de autoras mulheres. O Bem-ditas teve início em maio de 2017 e continua ativo até hoje, sem interrupções durante a pandemia, quando houve, inclusive, uma expansão do alcance do Clube por meio do grupo no Facebook e reuniões por videoconferência. Ao todo, mais de 50 autoras foram lidas durante os encontros.  </p>
<p>Para conhecer o Bem-ditas e saber mais sobre o projeto, basta buscar a página no <a href="https://www.instagram.com/bemditasclubedeleitura/">Instagram</a> e verificar as leituras indicadas.</p>
<p><strong>UFSM na Feira do Livro</strong></p>
<p>Desde o dia 29 de abril até o dia 14 de maio a UFSM participa da 49ª Feira do Livro de Santa Maria com três estandes e uma programação variada. </p>
<p>Saiba mais sobre as atividades da UFSM na Feira na matéria produzida pela <a href="https://www.youtube.com/watch?v=9y-UN78r9Yg&amp;ab_channel=TVCampusUFSM">TV Campus.</a></p>
<p> </p>
<p><em>Texto: Ana Laura Iwai</em><br /><em>Foto: Ana Alícia Flores</em><br /><em>Edição: Mariana Henriques</em><br /><em>Vídeo: TV Campus</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Prefeitura divulga quem são a patronesse e os homenageados para a 49ª Feira do Livro de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2022/03/14/prefeitura-divulga-quem-sao-a-patronesse-e-os-homenageados-para-a-49a-feira-do-livro-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Mon, 14 Mar 2022 13:30:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[Feira do Livro]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[PROFHISTORIA]]></category>

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						<description><![CDATA[Professora do CCSH foi escolhida patronesse do evento  A Prefeitura de Santa Maria, por meio da Secretaria de Cultura, divulga os nomes da patronesse e dos homenageados da 49ª Feira do Livro de Santa Maria. Os convites foram oficializados na manhã desta sexta-feira (11), na sede da pasta municipal. A patronesse da edição de 2022 [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

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<h2 style="text-align: left">Professora do CCSH foi escolhida patronesse do evento </h2>
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<p>A Prefeitura de Santa Maria, por meio da Secretaria de Cultura, divulga os nomes da patronesse e dos homenageados da 49ª Feira do Livro de Santa Maria. Os convites foram oficializados na manhã desta sexta-feira (11), na sede da pasta municipal.</p>
<p>A patronesse da edição de 2022 é a pesquisadora, professora e escritora Nikelen Witter. Ela é professora do Departamento de História da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e dedica-se a investigações de questões que envolvam gênero e a história das mulheres na época contemporânea. Como escritora, é uma das mais importantes representantes no Brasil do gênero steampunk. Nikelen recebeu recentemente o prêmio Açorianos de Conto, com “Dezessete Mortos”.</p>
<p>“Eu me senti a Bela ganhando aquela biblioteca da Fera. Só preciso me cuidar para não sair cantando no meio da praça, porque a felicidade e a incredulidade são as mesmas. Minha expectativa é de que essa seja uma grande Feira do Livro, de retomada das atividades e de valorização dos leitores e dos profissionais que fazem do livro um portal para novos mundos”, diz Nikelen.</p>
<p>A professora Maria Esther Gomes de Souza foi escolhida como professora homenageada desta edição. Ela tem destaque para o trabalho de inclusão que faz com surdos da Escola Reinaldo Cóser.</p>
<p>“Receber uma homenagem desse porte, depois de dois anos de pandemia, emociona, fortalece e impulsiona nosso trabalho na Escola Cóser, que é bilíngue para surdos. A leitura é para todos!”, comenta.</p>
<p>O escritor homenageado (póstumo) é o compositor Mario Eleú da Silva, que morreu em 30 de janeiro deste ano. Compositor nativista e natural de Quaraí, Mário Eleú é conhecido por músicas como “Orelhano” e “Provinciano”. Com suas composições, venceu festivais do Estado e também foi jurado da Tertúlia Musical Nativista. Além de compositor e médico, Mário também passeou pela literatura, escrevendo prosas e poesias. Suas obras mais recentes são “Velho Doutor” e “Ginete de Ilusões”, ambos expostos na Feira do Livro de Santa Maria do ano passado.</p>
<p>Quem recebeu o convite foi um dos quatro filhos do compositor, Eduardo Monteiro:</p>
<p>“Recebemos a notícia desta homenagem com muito orgulho. Mário Eleú é um ser iluminado e que, em todos os lugares que passou, sempre espalhou o bem”, destaca Eduardo, que recebeu, emocionado, o convite da Secretária de Cultura, Rose Carneiro.</p>
<p>Para a titular da pasta municipal, os nomes escolhidos trazem o prenúncio de uma Feira do Livro cada vez mais inclusiva.</p>
<p>“Depois de mais de seis anos, temos uma patronesse na feira. E a professora Maria Esther traz, com sua trajetória, um trabalho forte de literatura e leitura inclusiva, que irá deixar a Feira ainda mais democrática. Teremos uma Feira do Livro para todos e queremos reconhecer, com esses nomes, pessoas que foram e são importantes para a cultura de Santa Maria, como também o nosso escritor homenageado, que nos deixou este ano, Dr. Mario Eleú”, comenta Rose.</p>
<p>A 49ª Feira do Livro de Santa Maria ocorre neste ano de 29 de abril a 14 de maio, na Praça Saldanha Marinho. A Feira do Livro é uma realização da Prefeitura de Santa Maria, da Universidade Franciscana (UFN), da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), da Cooperativa dos Estudantes de Santa Maria (Cesma) e da Câmara do Livro. A produção cultural é de Denise Copetti. A Feira tem financiamento da Lei de Incentivo à Cultura de Santa Maria.</p>
<p><u><strong>OS NOMES DA FEIRA DO LIVRO 2022</strong></u></p>
<p><strong>Patronesse – Nikelen Witter</strong><br />É escritora, professora, pesquisadora e ativista, sendo graduada em História pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Possui mestrado em História do Brasil pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e é doutora em História Social pela Universidade Federal Fluminense. Suas pesquisas de mestrado e doutorado centraram-se em História da Saúde e das Práticas de Cura. É autora do livro "Dizem que foi Feitiço: as práticas de cura no sul do Brasil (1845-1890)". Atualmente, é professora do Departamento de História daUFSM e dedica-se a investigações de questões que envolvam gênero e a história das mulheres na época contemporânea. É também escritora com diversas obras de ficção publicadas. Como escritora, é uma das mais importantes representantes no Brasil do gênero steampunk. Tem cinco livros publicados, sendo um deles com os escritores A.Z. Cordenonsi e Enéias Tavares, intitulado "Guanabara Real: A Alcova da Morte", vencedor do Prêmio Le Blanc. Em 2020, seu romance "Viajantes do Abismo" foi indicado na categoria de Melhor Romance de Entretenimento no 62º Prêmio Jabuti. “Dezessete Mortos”, uma coletânea gótica publicada em 2020, recebeu o Prêmio Açorianos na categoria Conto.</p>
<p><strong>Escritor homenageado (póstumo) – Mário Eleú da Silva</strong><br />Compositor nativista, Mário Eleu ficou conhecido por músicas como “Orelhano”, “Trem da Fronteira”, “Silva da Silva”, “Provinciano”, “Na Romaria” e “Mala Vazia”. Com suas composições, venceu diversos festivais do Estado e também foi jurado da Tertúlia Musical Nativista em três edições. Além de compositor e médico, Mário também passeou pela literatura, escrevendo prosas e poesias. Ocupava a cadeira 127 como membro titular da Academia de Letras do Brasil – seccional Rio Grande do Sul. Suas obras mais recentes são “Velho Doutor” e “Ginete de Ilusões”, ambos expostos na Feira do Livro de Santa Maria em 2021, com sessão de autógrafos do autor. Seu trabalho de maior destaque, a música “Orelhano”, foi defendida por Dante Ramon Ledesma na 5ª Tertúlia Musical Nativista de Santa Maria, em 1984. Morreu em 30 de janeiro de 2022.</p>
<p><strong>Professora homenageada – Maria Esther Gomes de Souza</strong><br />Natural de Uruguaiana, residiu em Santa Maria de 1991 a 1997, retornando em 2017. É educadora especial e bacharela em Educação Física. Tem deficiência auditiva adquirida. Possui seis livros publicados e realiza trabalho de leitura inclusiva. É professora na Escola Estadual de Educação Especial Dr. Reinaldo Fernando Cóser.</p>
<p> </p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2022/03/Feira-do-Livro.jpg"><img class="aligncenter wp-image-3185 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2022/03/Feira-do-Livro-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><em><strong>Prefeitura Municipal de Santa Maria</strong></em></p>
<p><em><strong>Texto: Liciane Brun<br />Edição: Joyce Noronha (Mtb: 16.033)<br />Arte: Mallu Rodrigues e Gibran Carrazzoni/Prefeitura <br />Secretaria Extraordinária de Comunicação<br /><br /></strong></em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professora da UFSM vence Prêmio Açorianos de Literatura na categoria ‘Conto’</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2022/02/21/professora-da-ufsm-vence-premio-acorianos-de-literatura-na-categoria-conto</link>
				<pubDate>Mon, 21 Feb 2022 12:00:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[história]]></category>
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						<description><![CDATA[Nikelen Witter é docente no curso de História e autora de sete livros   Nikelen Witter, docente no curso de História da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), venceu, nesta quinta-feira (17), o Prêmio Açorianos de Literatura na categoria ‘Conto’, com o livro ‘Dezessete Mortos’. A história se passa nos campos do sul do Brasil, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div class="col-12">
<h2 class="text-start text-muted text-break h4 mb-0">Nikelen Witter é docente no curso de História e autora de sete livros</h2>
</div>
<p> </p>
<p>Nikelen Witter, docente no curso de História da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), venceu, nesta quinta-feira (17), o Prêmio Açorianos de Literatura na categoria ‘Conto’, com o livro ‘Dezessete Mortos’. A história se passa nos campos do sul do Brasil, e mescla tradições ancestrais e medos modernos. A <a href="https://prefeitura.poa.br/smc/noticias/divulgados-os-vencedores-do-premio-acorianos-de-literatura" target="_blank" rel="noopener">premiação</a> foi criada em 1977 pela Prefeitura Municipal de Porto Alegre e reconhece os destaques em Literatura do Rio Grande do Sul.</p>
<p>Além de Nikelen, outro professor da UFSM concorreu à premiação. André Zanki Cordenonsi é docente no curso de Arquivologia e concorreu na categoria Literatura Infanto-Juvenil com o livro ‘Sherlock e os Aventureiros’.</p>
<p>A Revista Arco entrevistou <a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/professora-historia-ufsm-premio-acorianos/">Nikelen</a> e <a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/professor-arquivologia-ufsm-indicados-premio-acorianos/">André</a> sobre obras, carreira e relação entre pesquisa, docência e literatura. </p>
<p> </p>
<p><em>Agência de Notícias UFSM</em></p>
<p> </p>
<p><img class="aligncenter wp-image-3171 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2022/02/nikelen-699x1024-1.jpg" alt="" width="699" height="1024" /></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professora de História da UFSM concorre ao Prêmio Açorianos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2022/02/21/professora-de-historia-da-ufsm-concorre-ao-premio-acorianos</link>
				<pubDate>Mon, 21 Feb 2022 11:53:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio]]></category>

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						<description><![CDATA[Arco Entrevista Nikelen Witter, indicada ao Prêmio Açorianos na categoria ‘Conto’   Criado em 1977 pela Prefeitura Municipal de Porto Alegre, o Açorianos é uma das mais importantes premiações culturais do Rio Grande do Sul e que, além da literatura, também reconhece os trabalhos de destaques nas áreas de música, teatro, dança e artes plásticas. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<h2 class="text-start text-muted text-break h4 mb-0">Arco Entrevista Nikelen Witter, indicada ao Prêmio Açorianos na categoria ‘Conto’</h2>
<p> </p>
<p style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Criado em 1977 pela Prefeitura Municipal de Porto Alegre, o Açorianos é uma das mais importantes premiações culturais do Rio Grande do Sul e que, além da literatura, também reconhece os trabalhos de destaques nas áreas de música, teatro, dança e artes plásticas. O prêmio Açorianos de Literatura contempla obras de dez categorias: Conto, Crônica, Ensaio de Literatura e Humanidades, Especial, Infantil, Infanto-Juvenil, Narrativa Longa e Poesia. O vencedor de cada categoria concorre ao Livro do Ano.  </span></p>
<p style="font-weight: 400"> </p>
<p style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">A premiação desta edição, que ocorre em 17 de fevereiro de 2022, tem na lista de indicados dois docentes da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM): Nikelen Witter e Andre Zanki Cordenonsi. Na reportagem de hoje, a Revista Arco  entrevista a escritora e professora Nikelen Witter.</span></p>
<p> </p>
<p><img class="aligncenter wp-image-3169 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2022/02/capa-nikelen-1024x668-1.jpg" alt="" width="1024" height="668" /></p>
<p> </p>
<p><span style="font-weight: 400">Nikelen é graduada em História pela UFSM, tem mestrado em História do Brasil pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e é doutora em História Social pela Universidade Federal Fluminense (UFF). É autora do livro ‘Dizem que foi Feitiço: as práticas de cura no sul do Brasil (1845-1890)’. Atualmente, é professora do Departamento de História da UFSM e se dedica a investigações de questões que envolvem Gênero e História das Mulheres na época contemporânea. É também escritora com diversas obras de ficção como ‘Guanabara Real e a Alcova da Morte’; ‘Territórios Invisíveis, Viajantes do Abismo’ e ‘Dezessete mortos’, livro com o qual ela concorre ao Prêmio Açorianos de Literatura. Confira a entrevista a seguir:</span></p>
<p><b>ARCO – Qual foi sua primeira reação ao receber a notícia da indicação ao prêmio?</b></p>
<p><b> </b></p>
<p><b>NIKELEN WITTER</b><span style="font-weight: 400"> – Quase descrença</span><i><span style="font-weight: 400">. </span></i><span style="font-weight: 400">Vou te dizer que, no [Prêmio] Jabuti, havia uma categoria em que era possível concorrer, a categoria do romance de entretenimento. No Açorianos, eu achava mais difícil que uma coletânea com textos góticos fosse colocada entre os finalistas. Então minha reação foi “Nossa, como assim?”. Mas foi muito legal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p><b>ARCO – Quais livros formaram a professora e a escritora que você é hoje?</b></p>
<p><b> </b></p>
<p><b>NIKELEN- </b><span style="font-weight: 400">Eu sempre fui muito leitora, então é muito difícil selecionar alguns livros. Quando eu tinha treze anos, minha família se mudou, eu saí de um bairro para outro, saí de um lugar onde eu tinha vivido a minha infância, em que tinha amiguinhas na rua, para outra região de Santa Maria. Quando eu tinha 17 anos, perguntaram para minha mãe se eu era visita, porque ninguém me via, eu ia do colégio para casa e em casa eu estava no meu quarto lendo o tempo todo. Quando eu tinha dez anos, meu presente de aniversário foi um dicionário de mitologia grega e eu acho que ele foi um dos livros mais importantes que eu já tive. Até hoje, 38 anos depois, eu me sirvo dele para pegar bases para histórias que eu estou escrevendo. E quem já teve aula comigo sabe que eu uso muito a mitologia como exemplo ou alegoria de várias coisas, então acho que esse é um livro bem fundamental na minha vida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mas te dizer qual foi o livro que me fez pensar “eu quero ser escritora ou eu quero ser professora, eu quero trabalhar com História” é difícil, porque foram coisas que eu sempre quis: escrever livros e estudar História.    </span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><b>ARCO – ‘Dezessete Mortos’ é um livro de contos com uma pegada de terror. De onde surgiu a inspiração para a escrita e o que te motivou a escrever sobre essa temática? </b></p>
<p><b> </b></p>
<p><b>NIKELEN- </b><span style="font-weight: 400">Eu não curto filmes de terror, mas eu sempre gostei de livros de terror, especialmente esse terror não declarado, gótico, que não é simplesmente assassinato, mas que tem uma sombra. Sempre foi uma coisa que eu curti muito, ainda mais quando mescla  com elementos históricos, lendários, com histórias que contamos à noite para crianças. Eram as histórias que eu ouvia e essas histórias sempre me povoaram. Quando aparecia algum edital, alguma coisa que pedisse contos nessa linha, eu recuperava essas ideias lá do fundo e escrevia.</span></p>
<p><b>“Acho que sempre foi algo que me habitou, eu curto esse imaginário gótico, escuro e não bem definido: a coisa de você entrar em um quarto escuro e não saber o que tem lá e, em geral, não é nada vivo.”</b></p>
<p><b>ARCO – Qual o estilo que você mais gosta de utilizar na escrita?</b></p>
<p><b> </b></p>
<p><b>NIKELEN- </b><span style="font-weight: 400">Eu gosto da escrita do fantástico, daquilo que não é absolutamente realista, talvez até para diferenciar da minha escrita para a História. Desde a primeira história de ficção que escrevi, durante a 7ª série,  me voltei para esses elementos fantasiosos e fantásticos. Depois, à medida que fui me desenvolvendo na área da História, o meu tema de trabalho, pelo menos nos primeiros dez anos como pesquisadora, foi a questão da saúde. E ela envolve doença e morte, não é um tema leve, é um tema que me exigia como pesquisadora e como escritora; e que usa muito o sofrimento humano como base para pesquisa, para tentar entender como as pessoas lidavam com isso. Quando eu decidi que queria escrever de forma profissional, me sentia mais confortável colocando na escrita esses elementos fantásticos e fantasiosos.  Isso também tem a ver com a minha leitura de passatempo e de entretenimento, com a literatura que costumo consumir. Minha leitura é voltada para esse tipo de livro, então escrevo sobre isso, tenho muito mais dificuldade de me apegar a um livro de ficção que seja realista. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p><b>ARCO – Em 2019, você ofertou uma disciplina que pensava a inserção da História em livros distópicos e de ficção, a exemplo de Harry Potter. Pensando nisso e nos seus livros, existe uma intersecção entre o lado professora e o lado escritora? De que maneira?</b></p>
<p><b> </b></p>
<p><b>NIKELEN- </b><span style="font-weight: 400">Acho que sim. ‘Dezessete mortos’, por exemplo, tem muitos elementos de História, até mesmo uma história quase alternativa. No conto ‘O terror dos teus inimigos’, eu uso um personagem do Rio Grande do Sul, o Moringue, que foi um dos líderes legalistas durante a Revolução Farroupilha, então acho que ali tem muitas conexões. O próprio ‘Viajantes do Abismo’, livro que foi um dos finalistas do Jabuti, partiu de um processo crime, e a partir dele fui trabalhando com elementos que envolviam o caos ecológico que vivemos e que, como professora, eu historicizo esse momento e como nós chegamos a ele. Acaba sendo uma alegoria para falar de diversos elementos que são absolutamente realistas, só que escritos de forma muito alegórica.</span></p>
<p><b>“Eu acho que é nesse caminho que eu vejo a minha intersecção entre a professora-pesquisadora e a escritora. A escritora se alimenta desses elementos e os transforma em um texto ficcional que alfineta alguns pontos sensíveis da nossa percepção da realidade. ” <br /></b></p>
<p><b>ARCO – A literatura se insere em seus objetos de pesquisa? De que forma?</b></p>
<p><b> </b></p>
<p><b>NIKELEN- </b><span style="font-weight: 400">Eu defendi meu doutorado em 2007 e, quando saímos do doutorado, não queremos olhar aquele material porque estamos muito cansadas. Mas, depois de dois anos, decidi que queria estudar e pesquisar outras coisas. Aí surgiu a ideia da História da Leitura, como as pessoas leem e colocam o livro como um material fundacional delas. A partir daí, não consegui mais me separar da literatura, eu uso como base de pesquisa, de aula e de formação. A literatura nos dá um alcance da mentalidade de uma determinada época que nenhum livro de História te dá, tanto com o conteúdo do livro quanto com a forma com que as pessoas leram e receberam aquele livro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Eu fiz um projeto de extensão no ano retrasado [2020], em que lemos autoras brasileiras que estiveram de fora do cânone, e as perguntas eram: Por que estavam fora do cânone? Por que elas foram esquecidas pelo cânone?  Por que não foram lidas? Por que foram alijadas pelos leitores, crítica da época e pelo próprio mercado? Isso diz muito da época em que elas escreveram e também diz muito sobre a gente, uma vez que estamos resgatando e lendo elas. A partir daí, faço a minha análise histórico-social, que envolve uma “marca” da minha pesquisa que é a questão do gênero. Um exemplo são perguntas como: Por que ainda encontramos homens que dizem não ler livros escritos por mulheres?; ou Por que a leitura de determinadas mulheres modifica a forma como determinados homens atuam no mundo? Isso é muito legal e eu acabo interseccionando esses elementos nos meus afazeres de pesquisadora. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p><b>ARCO – A literatura pode ser considerada uma ferramenta para o ensino? Por quê?</b></p>
<p><b> </b></p>
<p><b>NIKELEN- </b><span style="font-weight: 400">Acho que sim, na verdade eu acho que ela é fundamental. Eu sou daquele tipo de leitora que acredita o seguinte: eu vivo coisas tão maravilhosas e incríveis lendo, que fico muito triste de conhecer uma pessoa que não lê, porque eu penso o que essa pessoa está perdendo de viver, saber e se divertir. Quando pequena, eu não entendia quando as pessoas me diziam que eu não estava fazendo nada, só lendo. Como assim não estou fazendo nada? Eu estou em outro lugar, em outra época, navegando os sete mares, puxando espada, eu estou fazendo milhões de coisas!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">E acho que é algo importante para mim, como professora e formadora de professores, mostrar o quanto essa paixão pode ser enriquecedora no processo de ensino e aprendizagem. </span><span style="font-weight: 400">Nas minhas disciplinas correntes, atualmente História Contemporânea do Século 20, eu sempre peço um ensaio acadêmico de um livro escrito na época que estamos estudando. </span><span style="font-weight: 400">Isso é usado para destrinchar livros,  textos  e debates que fizemos em aula, e os resultados são sempre fantásticos e incríveis. Alunos já me disseram que encontram o livro da sua vida nessa leitura, outros que foram fazer seu Trabalho de Conclusão de Curso sobre os livros que escolheram.</span></p>
<p><b>Então acho que, se eu conseguir formar professores que se apaixonem pela leitura da ficção, eles vão levar isso para seus alunos também, vão envolver seus alunos no processo.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Eu não sou das Letras, sou da História, mas acho que isso não precisa ficar restrito às Letras, pode estar em qualquer disciplina que tenha uma professora ou professor que use essa paixão, porque a literatura nos permite passear por todas essa nuances. Sempre tem uma forma para puxarmos a História e isso é riquíssimo. Por exemplo, a própria ficção científica,  o que tem a ver  com a História? Não podemos esquecer que, embora a ficção científica imagine o futuro, ela é escrita do presente e são as angústias do presente que ela vai responder.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">É isto que eu penso que é legal e interessante  trabalhar: que você pode trazer mais estudantes a se encantarem com a sua disciplina – em vez de chegar com aquele conteúdo quadradinho sempre -, por isso me interessa formar professores que tenham essa bagagem, porque eles serão mais efetivos em sala de aula, na hora de conquistar e levar coisas diferentes para seus alunos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p><b>ARCO – </b><b>Para finalizar, gostaria de saber: o que significa a literatura para você? </b></p>
<p><b> </b></p>
<p><b>NIKELEN WITTER – </b><span style="font-weight: 400">Viver mais, com mais profundidade, amplitude e horizonte. Literatura para mim é isso. </span></p>
<p> </p>
<p><b><strong><em>Revista Arco</em></strong></b></p>
<p><b><strong><em>Expediente:</em></strong></b></p>
<p><em><b><strong>Entrevista:</strong></b> Karoline Rosa, acadêmica de Jornalismo e voluntária;</em></p>
<p><em><b><strong>Design Gráfico:</strong></b> Ana Carolina Cipriani, acadêmica de Produção Editorial e voluntária;<br /></em></p>
<p><em><b><strong>Mídia Social:</strong></b> Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Alice dos Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Gustavo Salin Nuh, acadêmico de Jornalismo e voluntário;</em></p>
<p><b><strong><em>Edição de Produção:</em></strong></b> <em>Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em></p>
<p><em><b><strong>Edição Geral:</strong></b> Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas.</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Livro de professor da UFSM concorre ao Prêmio Jabuti na categoria Romance de Entretenimento</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2021/11/11/livro-de-professor-da-ufsm-concorre-ao-premio-jabuti-na-categoria-romance-de-entretenimento</link>
				<pubDate>Thu, 11 Nov 2021 10:35:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio]]></category>

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						<description><![CDATA[O romance transmídia Parthenon Místico, último livro do professor Enéias Tavares, do Departamento de Letras Clássicas e Linguística da UFSM, está entre os dez finalistas do Prêmio Jabuti, na categoria Romance de Entretenimento. A lista dos indicados nesta edição do Jabuti, que é um dos mais tradicionais prêmios literários do país, foi divulgada nesta terça-feira (9) pela Câmara [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O romance transmídia <a href="https://www.darksidebooks.com.br/parthenon-mistico--brinde-exclusivo/p" target="_blank" rel="noopener"><i>Parthenon Místico</i></a>, último livro do professor Enéias Tavares, do Departamento de Letras Clássicas e Linguística da UFSM, está entre os <a href="https://www.premiojabuti.com.br/10-finalistas/" target="_blank" rel="noopener">dez finalistas</a> do Prêmio Jabuti, na categoria Romance de Entretenimento. A lista dos indicados nesta edição do Jabuti, que é um dos mais tradicionais prêmios literários do país, foi divulgada nesta terça-feira (9) pela Câmara Brasileira do Livro.</p>
<p>Publicado em dezembro de 2020 pela editora carioca Darkside Books, o livro de ficção científica presta uma homenagem ao Partenon Literário, sociedade ativista de Porto Alegre que batalhou por causas sociais e libertárias na segunda metade do século 19. O romance conta com uma seção transmídia especial, com conteúdos sonoros, visuais e audiovisuais produzidos no <a href="https://www.facebook.com/orcstudio.ufsm/?ref=page_internal" target="_blank" rel="noopener">Orc Studio – Laboratório de Economia Criativa</a>, que o professor Enéias coordena no Espaço Multidisciplinar da UFSM em Silveira Martins. O livro já recebeu outras indicações e prêmios, como os dois troféus no <a href="https://www.ufsm.br/2021/10/29/professor-da-ufsm-recebe-dupla-premiacao-na-odisseia-de-literatura-fantastica/" target="_blank" rel="noopener">Prêmio Odisseia de Literatura Fantástica</a>. Uma entrevista com o autor sobre a sua obra está disponível <a href="https://darkside.blog.br/eneias-tavares-entre-amigos-monstros-imaginarios/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p>A categoria Romance de Entretenimento foi inaugurada em 2020. Na ocasião, um dos <a href="https://www.publishnews.com.br/estaticos/uploads/2020/10/Px8R7Q16P68q8LVQTfPFeUX1Ct8k5uJuKfrfxdH5sTKs5pwfbtfLQsWJh71rSnsscnZgkG9tvg2RdAHJ.pdf" target="_blank" rel="noopener">livros finalistas</a> foi <a href="https://aveceditora.com.br/produto/viajantes-do-abismo/" target="_blank" rel="noopener"><i>Viajantes do Abismo</i></a>, da professora Nikelen Witter, do Departamento de História da UFSM, o qual foi publicada em 2019 pela editora Avec.</p>
<p> </p>
<p><em> Agência de Notícias UFSM </em></p>
<p> </p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2021/11/Parthenon-Jabuti.jpg"><img class="aligncenter wp-image-3088 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/372/2021/11/Parthenon-Jabuti-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>ProfHistória na UFSM inscreve para mestrado profissional</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2021/09/14/profhistoria-na-ufsm-inscreve-para-mestrado-profissional</link>
				<pubDate>Tue, 14 Sep 2021 17:16:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[mestrado]]></category>
		<category><![CDATA[PROFHISTORIA]]></category>
		<category><![CDATA[seleção]]></category>

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						<description><![CDATA[O ProfHistória da UFSM divulga o Processo Seletivo 2022 do Mestrado Profissional em Ensino de História (ProfHistória). São oferecidas 12 vagas para o ProfHistória da UFSM. As inscrições podem ser feitas até 27 de outubro. Requisitos para ingresso: ser portador de diploma de curso superior de licenciatura, devidamente registrado no Ministério da Educação, e atuar como professor de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O ProfHistória da UFSM divulga o Processo Seletivo 2022 do Mestrado Profissional em Ensino de História (ProfHistória). São oferecidas 12 vagas para o ProfHistória da UFSM. As inscrições podem ser feitas até 27 de outubro.</p>
<p>Requisitos para ingresso: ser portador de diploma de curso superior de licenciatura, devidamente registrado no Ministério da Educação, e atuar como professor de História em qualquer ano da Educação Básica. Confira a íntegra do edital <a href="https://www.econrio.com.br/index.php/course/profhistoria2022" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.econrio.com.br/index.php/course/profhistoria2022&amp;source=gmail&amp;ust=1631711778398000&amp;usg=AFQjCNFOEvXHp9iHoPSiTEMwKpS2PVWnCQ">aqui</a>.</p>
<p>O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ensino de História, reconhecido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação, visa à formação continuada do docente em História que atua na Educação Básica, propiciando qualificação certificada para o exercício da profissão.</p>
<p>O ProfHistória, que conduz ao título de mestre em Ensino de História, é um curso presencial, com  oferta simultânea nacional, coordenado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).</p>
<p>Contato com o ProfHistória na UFSM pelo e-mail profhistoriaufsm@gmail.com.</p>
<p><em>Agência de Notícias UFSM</em></p>
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				<title>Grupo de Estudos sobre Pós-Abolição (GEPA) lançará livro nesta segunda sobre organizações negras de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2020/06/15/grupo-de-estudos-sobre-pos-abolicao-gepa-lancara-livro-nesta-segunda-sobre-organizacoes-negras-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Mon, 15 Jun 2020 17:53:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
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						<description><![CDATA[O Grupo de Estudos sobre Pós-Abolição (GEPA), composto por estudantes do curso de História do CCSH, irá lançar nesta segunda-feira (15), às 19h, o livro &#8220;Organizações negras de Santa Maria: primeiras associações negras dos séculos XIX e XX&#8221;, por meio de uma live no perfil do Instagram   O livro, que será em formato virtual [&hellip;]]]></description>
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<p>O Grupo de Estudos sobre Pós-Abolição (GEPA),  composto por estudantes do curso de História do CCSH, irá lançar nesta segunda-feira (15), às 19h, o livro "Organizações negras de Santa Maria: primeiras associações negras dos séculos XIX e XX", por meio de uma <em>live</em> no <a href="https://www.instagram.com/gepaufsm/">perfil do Instagram</a>  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O livro, que será em formato virtual e gratuito, reúne o mapeamento de clubes sociais negros, irmandade religiosa, sociedades carnavalescas e beneficentes, imprensa negra e clubes de futebol negros de Santa Maria, criados no pós-emancipação e pós-Abolição. O material irá trazer informações acerca dessas organizações, seus anos de fundação, locais de realização, nomes de seus fundadores, fontes históricas e referências de estudos, além de contar com atividades educacionais como recurso didático.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A obra tem como organizadores Ênio Grigio (Prof. Dr. IFFar Campus Júlio de Castilhos), Felipe Farret Brunhauser (Mestrando em História PPGH/UFRGS), Franciele Rocha de Oliveira (Doutoranda em História PPGH/UFSM), Luiz Fernando dos Santos da Silva Rodrigues (Graduando do curso de História/Licenciatura UFSM) e Taiane Anhanha Lima (Mestranda em História PPGH/UFSM). </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto: Bárbara Weber, estudante de relações públicas</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Edição: Laura Hartmann, relações públicas NCI/CCSH</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p class="has-text-align-center"><img class="wp-image-2767" style="width: 150px" alt="" src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/wp-content/uploads/sites/372/2020/06/gepa-livro-card.jpg"></p>
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				<title>O novo coronavírus e o que pandemias anteriores têm a nos ensinar</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2020/04/27/o-novo-coronavirus-e-o-que-pandemias-anteriores-tem-a-nos-ensinar</link>
				<pubDate>Mon, 27 Apr 2020 18:11:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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						<description><![CDATA[  Grupo de pesquisadores da UFSM traça paralelos históricos entre a covid-19 e a gripe espanhola Mais do que conhecer o passado, é preciso aprender com ele. Em tempos de pandemia, cientistas correm contra o relógio a fim de encontrar uma cura, um tratamento ou uma prevenção ao novo coronavírus. Enquanto isso, outro grupo de [&hellip;]]]></description>
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<p><i>Grupo de pesquisadores da UFSM traça paralelos históricos entre a covid-19 e a gripe espanhola</i></p>
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<p>Mais do que conhecer o passado, é preciso aprender com ele. Em tempos de pandemia, cientistas correm contra o relógio a fim de encontrar uma cura, um tratamento ou uma prevenção ao novo coronavírus. Enquanto isso, outro grupo de pesquisadores debruça-se sobre jornais antigos e materiais históricos, para pesquisar pandemias anteriores. Se algumas soluções parecem estar no futuro, outras, porém, podem estar lá no passado.  </p>
<p>Pouco mais de 100 anos separam a pandemia da gripe espanhola e a do coronavírus. A disseminação das doenças, as mortes, os procedimentos adotados pela comunidade e as medidas tomadas pelos governos são estudadas e comparadas pelo Laboratório de Observação dos Usos Públicos do Passado (Louppa), por meio do projeto “Mais História, por favor!”. </p>
<p>A covid-19 levanta questões semelhantes às surgidas no passado. Para entender as relações desta pandemia com as anteriores, o grupo traça paralelos históricos. Tudo isso por meio de uma linguagem acessível, pois o objetivo é que as pessoas que tenham acesso ao conteúdo possam compreender e refletir sobre ele. Vinculado ao curso de História da UFSM, o projeto conta com a participação de dois professores, 21 alunos da graduação e cinco de pós-graduação – quatro de História e um de Comunicação Social. </p>
<p>O coordenador da pesquisa, professor João Manuel Casquinha Malaia Santos, explica que a ideia é estimular os estudantes a se ocuparem durante a quarentena. Isso enquanto pesquisam e buscam respostas que auxiliem no debate público. “A todo momento se fala da gripe espanhola para tomar decisões, para compreender comportamentos. Ao produzirmos conteúdo sobre isso, a partir de uma profunda investigação do evento, com metodologia da pesquisa histórica e envolvendo mais de 20 alunos, creio estarmos dando uma grande contribuição social, enquanto Instituição”, afirma o pesquisador. </p>
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<h3><b>O início da gripe espanhola</b></h3>
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<p>Dificuldades de registros e informações fazem com que os números sobre a gripe espanhola sejam estimados. De acordo com a doutora em História, professora Beatriz Teixeira Weber, a pandemia durou de março de 1918 a setembro/outubro de 1919. Naquele período calcula-se que 50 milhões a 100 milhões de pessoas tenham morrido. </p>
<p>Também não se sabe ao certo o local de surgimento da doença. A professora conta que a teoria mais aceita é de que o vírus teria se manifestado inicialmente em campos de treinamento militar, nos Estados Unidos. Lá foram registrados os primeiros casos, tanto em soldados no estado do Kansas, como em trabalhadores de uma fábrica em Detroit. Quando militares norte-americanos foram enviados para a Europa, na 1ª Guerra Mundial, a doença teria se alastrado por todo o continente. </p>
<p>A grande movimentação da população civil e militar, a falta de higiene, as condições de superlotação e a falta de uma boa alimentação fizeram com que, a partir de março de 1918, a gripe se espalhasse rapidamente, ressalta Beatriz. “A virulência do vírus influenza teria ocorrido pela mutação provocada pelos efeitos de substâncias tóxicas usadas na guerra, como o gás mostarda, por volta de outubro de 1918”, explica.</p>
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<h3><b>Então por que “gripe espanhola”? </b></h3>
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<p>Por causa do conflito mundial, a censura militar não permitia que fosse divulgada a real situação da doença e dos problemas por ela causados. Somente em maio, a Espanha, que se manteve neutra na guerra, divulgou a existência da epidemia em seu território. Por ser a primeira nação a comunicar o problema, o nome da gripe se referiu a ela. Hoje, conforme pondera a professora Beatriz, pesquisadores insistem que a doença não deva ser tratada com essa denominação.</p>
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<h3><b>No Brasil, a doença chegou em navios que transportavam açúcar</b></h3>
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<p>Estudos apontam que em agosto de 1918 teria começado uma segunda onda de contágio da gripe, considerada pior que a anterior. Naquele período, em setembro, chegou também ao Brasil. Em 15 de agosto, o navio Demerara saiu de Liverpool em direção ao nosso país. Ele atracou 30 dias depois, com uma carga de açúcar. No percurso, cinco pessoas morreram. Dezenas de outros tripulantes também estavam doentes. </p>
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<h3><b>Dos jornais do início do século XX para o Twitter</b></h3>
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<p>É com a chegada da gripe no Brasil que o projeto “Mais história, por favor!” <a href="https://twitter.com/maishistoriapf/status/1242128714240086016">inicia suas publicações</a>, em formato de <i>threads</i> no <i>Twitter </i>– série de postagens limitadas a 280 caracteres cada e ligadas por um “fio”. Com parágrafos sucintos, diretos e didáticos a equipe conta aos usuários da rede social sobre o início da pandemia no país e também faz comparações com a atual, da covid-19. </p>
<p>Para produzir um conteúdo que seja fácil de ler, mantenha o usuário atento e seja denso, o grupo conta com a participação de um doutorando em Comunicação. Maurício de Souza Fanfa conta que organiza os textos em até 25 parágrafos curtos, que o internauta lê em cerca de 5 minutos. Para não correr o risco de ser superficial, a <i>thread </i>é acompanhada de <i>prints </i>dos jornais, fotos, gráficos e <i>links </i>que direcionam o leitor para estudos mais completos. </p>
<p>“As pesquisas que o Mais História e o Louppa têm produzido sobre a gripe espanhola são um lembrete de que existe uma maneira séria de se fazer políticas públicas, e que isso envolve consultar não só especialistas nas ciências da saúde mas também nas ciências sociais e humanas”, destaca Maurício. </p>
<p>Além do <a href="https://twitter.com/maishistoriapf"><i>Twitter</i></a>, o “Mais História, por favor!” também produz <a href="https://anchor.fm/mais-historia-por-favor"><i>podcasts</i></a> com especialistas no assunto, possui página no <a href="https://www.facebook.com/maishistoriapf"><i>Facebook</i></a> e as <i>threads </i>do <i>Twitter </i>são publicadas em forma de texto no <a href="https://medium.com/@podcastmaishistoriaporfavor"><i>Medium</i></a>. </p>
<p>A principal fonte de informação para as pesquisas do grupo é a <a href="https://bndigital.bn.gov.br/">Hemeroteca Digital Brasileira</a>. Ela possui jornais arquivados de diversos locais do Brasil, além de revistas antigas, documentos do governo e relatórios ministeriais. Com isso, o grupo pode estudar diferentes situações da gripe espanhola.</p>
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<h3><b>No passado, governo brasileiro minimizou a pandemia</b></h3>
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<p>Além de sua chegada ao Brasil, os pesquisadores da UFSM recuperaram situações de divergências entre o presidente e os governadores, que mostram como tais conflitos atrasaram as ações de combate à doença. Na época, o chefe da saúde pública nacional, Carlos Seidl, frequentemente minimizava o problema, tratando-o como uma “gripe comum”. </p>
<p>Também houve diferentes políticas de isolamento social nos estados, o que fez a doença tomar grandes proporções em alguns. No Rio de Janeiro, onde as medidas foram brandas, a taxa de mortalidade foi alta. Já em São Paulo o isolamento foi mais severo, mas com isso trouxe resultados positivos. </p>
<p>Outra questão abordada pelo grupo é a da Colônia Feminina de Alienados de Engenho de Dentro, a primeira instituição psiquiátrica feminina do Brasil. Ela recebia mulheres indigentes que eram transferidas do Hospital Nacional – hospício localizado no centro do Rio. Por ser afastada da região central, não ter realizado transferência de pacientes no período e por seus funcionários morarem lá, a colônia não teve registros de mortes pela gripe espanhola. </p>
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<h3><b>Como foram as medidas de prevenção?</b></h3>
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<p>A professora Beatriz Weber explica que na pesquisa buscam “compreender as similaridades de respostas oferecidas pelos governos, pela profissão médica e pela sociedade. Vários dos comportamentos adotados em 1918 podem ser usados para termos cuidado com os procedimentos adotados hoje”. As medidas recomendadas são praticamente as mesmas de 100 anos atrás. São procedimentos que já evitaram mortes e, quando não foram seguidos, expandiram rapidamente as doenças, a ponto de impossibilitar a administração do quadro de mortes, complementa. </p>
<p>O acadêmico de História, Eduardo Prates Bordinhão, é um dos alunos de graduação que participa do projeto. Ele analisa o jornal “Correio Paulistano” em busca de experiências do passado que possam contribuir para a pandemia do novo coronavírus. O acadêmico diz que o projeto ajuda os estudantes a entenderem o tipo de demanda e o papel social do seu trabalho. “Cada profissional está contribuindo dentro de sua área de conhecimento e nós, historiadores, estamos atuando com o que mais sabemos lidar: análises precisas do passado com respaldo documental”, comenta.</p>
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<h3><b>Covid-19, isolamento e fake news</b></h3>
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<p>Para o professor João Manuel Santos, o número de informações falsas que circulam pelas redes sociais e as campanhas pelo fim do isolamento feitas pelo presidente Jair Bolsonaro fazem com que as pessoas relaxem nos cuidados de prevenção. “Por isso a ciência tem um papel fundamental. E incluo nisso as ciências humanas, como a História, que nos mostra as inúmeras experiências do passado. Elas podem nos ajudar a tomar consciência das melhores atitudes a adotar”, declara o pesquisador.</p>
<p>Já a doutora Beatriz ressalta que, por não haver vacina nem medicamentos para tratar o novo coronavírus, qualquer reação contrária ao isolamento é irresponsabilidade. “Precisamos pensar em todos para que a doença possa ser enfrentada coletivamente. Não há salvação individual, só a solidariedade e o enfrentamento coletivo podem enfrentar o problema. As perspectivas individualistas não servem como resposta porque o problema é de todos”, acrescenta.</p>
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<h3><strong>Peste negra, peste antonina e cólera</strong></h3>
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<p>Pesquisas sobre outras pandemias, como a peste negra, ocorrida na Idade Média, a peste antonina (que aconteceu na Roma Antiga) e a cólera (ocorrida em 1817) também serão publicadas em breve. O objetivo do grupo, no momento, é apresentar paralelos históricos que possam ajudar na pandemia da covid-19. A ideia é que futuramente as pesquisas se tornem produções acadêmicas. </p>
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<p><em><strong>Revista Arco </strong></em></p>
<p><em><strong>Repórter</strong>: Melissa Konzen, acadêmica de Jornalismo</em></p>
<p><em><strong>Ilustradora</strong>: Renata Costa, acadêmica de Produção Editorial </em></p>
<p><em><strong>Mídia Social</strong>: Nathalia Pitol, acadêmica de Relações Públicas</em></p>
<p><em><strong>Editor</strong>: Maurício Dias, jornalista</em></p>
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				<title>Laboratório de Arqueologia será inaugurado dia 14</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2019/10/11/laboratorio-de-arqueologia-sera-inaugurado-dia-14</link>
				<pubDate>Fri, 11 Oct 2019 17:17:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>

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						<description><![CDATA[O Laboratório de Arqueologia, Sociedades e Culturas das Américas (LASCA/UFSM) será inaugurado na próxima segunda-feira, dia 14 de outubro, com a abertura da exposição “A trajetória da Arqueologia no Rio Grande do Sul” às 10h e uma Palestra do arqueólogo Prof. Dr. André Luis Ramos Soares sobre a temática da exposição, às 9h. A visita [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="font-weight: 400">O Laboratório de Arqueologia, Sociedades e Culturas das Américas (LASCA/UFSM) será inaugurado na próxima segunda-feira, dia 14 de outubro, com a abertura da exposição “A trajetória da Arqueologia no Rio Grande do Sul” às 10h e uma Palestra do arqueólogo Prof. Dr. André Luis Ramos Soares sobre a temática da exposição, às 9h.</p>
<p style="font-weight: 400">A visita à exposição será gratuita e guiada pela equipe e bolsistas do Laboratório, mediante agendamento por e-mail: <a href="mailto:lascaufsm@gmail.com">lascaufsm@gmail.com</a> ou telefone (55) 3220-9240.</p>
<p style="font-weight: 400">A exposição irá abordar questões como: o que é arqueologia? Como trabalha o arqueólogo? E como ocorreu a ocupação pré-histórica do Rio Grande do Sul? Serão expostos artefatos do acervo pré-colonial do Laboratório e maquetes que representam diferentes locais e povos que ocuparam o território sul-rio-grandense antes da chegada dos europeus na América.</p>
<p>O LASCA é vinculado ao Departamento de História , desenvolvendo atividades de pesquisa, ensino e extensão. É responsável pela guarda, preservação e extroversão do patrimônio Arqueológico da UFSM. Localiza-se na Rua Floriano Peixoto, 1176 (casa ao lado do prédio da Antiga Reitoria da UFSM) e o horário de atendimento ao público para agendamento das visitas será de 9h às 12h e de 14h às 17h.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professora da História lança romance</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2019/08/28/professora-da-historia-lanca-romance</link>
				<pubDate>Wed, 28 Aug 2019 17:44:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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						<description><![CDATA[No dia 31 de agosto, às 14h, a professora NIkelen Witter, estará lançando seu novo romance &#8211; Viajantes do Abismo &#8211; na Athena Livraria da Floriano Peixoto. É o terceiro romance da professora do Departamento de História da UFSM. O primeiro, Territórios Invisíveis, de 2012, era uma aventura infanto-juvenil sobre crescer e fazer escolhas, foi [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>No dia 31 de agosto, às 14h, a professora NIkelen Witter, estará lançando seu novo romance - Viajantes do Abismo - na Athena Livraria da Floriano Peixoto. É o terceiro romance da professora do Departamento de História da UFSM.</p>
<p>O primeiro, Territórios Invisíveis, de 2012, era uma aventura infanto-juvenil sobre crescer e fazer escolhas, foi finalista do prêmio Argos (conferido pelo Clube de Leitores de Ficção Científica, com sócios em todo o país). Em 2017, junto com os professores André Cordenonsi e Enéias Tavares, também da UFSM, ela publicou Guanabara Real e a Alcova da Morte (premiado em 2018 com o prêmio Le Blanc de melhor romance de fantasia e com o prêmio AGES de romance juvenil).</p>
<p>Novamente a escritora investe agora em uma fábula com temas atuais como a crise climática, as polarizações políticas e o protagonismo das mulheres na sociedade. O romance conta a história de Elissa, uma curandeira do interior de um país ao mesmo tempo futurista e antiquado - a estética steampunk, tão cara a autora - que se vê as voltas com uma doença que consome as terras férteis do planeta e uma guerra civil que ameaça sua família. Unindo forças com amiga Atília, Elissa terá de fazer escolhas que mudarão seu futuro.</p>
<p>O livro é publicado pela Editora Avec de Porto Alegre e já foi lançado na VI Odisseia de Literatura Fantástica, um dos mais importantes encontros do gênero no país.  </p>
<p> </p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/wp-content/uploads/sites/372/2019/08/Viajantes-do-abismo_EVENTOS-2.jpg"><img class="alignnone wp-image-2367 size-medium" src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/wp-content/uploads/sites/372/2019/08/Viajantes-do-abismo_EVENTOS-2-300x157.jpg" alt="" width="300" height="157" /></a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professora de História dará disciplina sobre Harry Potter</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2019/06/27/professora-de-historia-dara-disciplina-sobre-harry-potter</link>
				<pubDate>Thu, 27 Jun 2019 13:05:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[DCG]]></category>
		<category><![CDATA[Harry Potter]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>

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						<description><![CDATA[Na última semana foi confirmada pelo curso de História a disciplina não-obrigatória intitulada  &#8220;Fenômenos Literários Contemporâneos: Harry Potter e a virada do milênio&#8221;, que será ministrada pela professora Nikelen Witter. A matéria estreará já no próximo semestre, com carga horária de 30 horas. &#8220;Várias universidades, tanto dentro como fora do Brasil, já têm pensado e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Na última semana foi confirmada pelo curso de História a disciplina não-obrigatória intitulada  "Fenômenos Literários Contemporâneos: Harry Potter e a virada do milênio", que será ministrada pela professora Nikelen Witter. A matéria estreará já no próximo semestre, com carga horária de 30 horas.</p>
<p>"Várias universidades, tanto dentro como fora do Brasil, já têm pensado e criado cadeiras sobre esse fenômeno midiático [Harry Potter] e seu impacto na história presente. Eu resolvi juntar o meu gosto pela série com a minha disposição e as minhas leituras sobre literatura e História e trazer para a sala de aula" justifica a professora. </p>
<p>A proposta da cadeira, segundo Nikelen, que é especializada em História Contemporânea, é analisar a virada de milênio e como as gerações dessa época se viram espelhadas no filme. "A ideia é orientar os alunos a perceber, dentro dos livros, questões que estão presentes no nosso cotidiano. Vamos abordar assuntos como abuso infantil, trabalho escravo, regimes autoritários entre outros. Tudo isso está presente na saga" complementa.</p>
<p>Apesar da ideia ter sido divulgada há pouco tempo, a professora afirma que o interesse e a procura já têm sido grande, inclusive de adolescentes que ainda não estão na universidade, mas já entraram em contato para tentar fazer a disciplina.</p>
<p>"É legal.  Mostra que a disciplina ocupa um espaço de interesse dos estudantes. Vamos ver. A gente tem 50 vagas. A expectativa é que todas sejam preenchidas" avalia. A disciplina é aberta para todos os cursos de graduação da UFSM.</p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/wp-content/uploads/sites/372/2019/06/20190626_161604.jpg"><img class="aligncenter wp-image-2300 size-medium" src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/wp-content/uploads/sites/372/2019/06/20190626_161604-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><em>Texto e foto: Juan Grings, acadêmico de jornalismo CCSH </em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Submissões de trabalhos para o II CONEPEH vão até dia 28</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2019/06/17/submissoes-de-trabalhos-para-o-ii-conepeh-vao-ate-dia-28</link>
				<pubDate>Mon, 17 Jun 2019 16:52:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[II CONEPEH]]></category>
		<category><![CDATA[Submissão]]></category>

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						<description><![CDATA[As submissões de trabalhos para o segundo Congresso de Ensino, Pesquisa e Extensão em História estarão disponíveis até o dia 28 de junho. Os interessados devem encaminhar seu resumo expandido para o e-mail conepehufsm@gmail.com. O resumo deve está estar entre 3 e 5 páginas para o corpo do texto. Ter times New Roman tamanho 12, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>As submissões de trabalhos para o segundo Congresso de Ensino, Pesquisa e Extensão em História estarão disponíveis até o dia 28 de junho. Os interessados devem encaminhar seu resumo expandido para o e-mail <a target="_blank" rel="noopener noreferrer">conepehufsm@gmail.com<span style="color: #005000">. </span></a></p>
<p>O resumo deve está estar entre 3 e 5 páginas para o corpo do texto. Ter times New Roman tamanho 12, espaçamento simples (1,0). Pode haver parágrafos múltiplos. Sugere-se que o texto deva apresentar tema, objetivos, justificativa, fundamentação teórica, metodologia de trabalho ou análise e principais resultados ou considerações. O autor deve utilizar no máximo uma página de referências bibliográficas sem que esta seja considerada na contagem total das páginas do corpo do texto. O resumo deve estar acompanhado de 3 palavras-chave.</p>
<p>A temática do congresso desse ano será "História(s) em tempos de crise: possibilidades e perspectivas" e ocorrerá entre os dias 21 e 23 de agosto <span class="m_-3345801705800352039gmail-text_exposed_show">nos prédios 74A e 74C. Em breve, será disponibilizado mapa virtual.</span></p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/wp-content/uploads/sites/372/2019/06/banner-mídia-.jpg"><img class="alignnone wp-image-2260 size-medium" src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/wp-content/uploads/sites/372/2019/06/banner-mídia--300x108.jpg" alt="" width="300" height="108" /></a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PET CiSA promove "Semana PET CiSA" com foco na representatividade feminina</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2019/05/27/pet-cisa-promove-semana-pet-cisa-com-foco-na-representatividade-feminina</link>
				<pubDate>Mon, 27 May 2019 17:55:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[PET CiSA]]></category>
		<category><![CDATA[produção editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Semana PET CiSA]]></category>

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						<description><![CDATA[A partir de hoje, 27 de maio, até sexta-feira, 31, o PET CiSA, que engloba os cursos de Produção Editorial, História e Meteorologia, promove a &#8220;Semana PET CiSA&#8221;. Será uma atividade por dia, que focará na representatividade feminina.  Com exceção da Oficina de Autodefesa, não é necessária inscrição prévia, pois o credenciamento será realizado no [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A partir de hoje, 27 de maio, até sexta-feira, 31, o PET CiSA, que engloba os cursos de Produção Editorial, História e Meteorologia, promove a "Semana PET CiSA". Será uma atividade por dia, que focará na representatividade feminina. </p>
<p>Com exceção da Oficina de Autodefesa, não é necessária inscrição prévia, pois o credenciamento será realizado no momento de cada atividades, para as quais serão emitidos certificados individuais. A Oficina de Autodefesa terá um número limitado de vagas.</p>
<p>As instruções para inscrição são divulgadas na página do PET CiSA no <a href="http://facebook.com/petcisa">Facebook</a>. Lá também há informações detalhadas sobre cada atividade e sobre as pessoas convidadas.</p>
<p>Confira, abaixo, a programação.</p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/wp-content/uploads/sites/372/2019/05/Programação-Semana-PET-CiSA.jpg"><img class="alignnone wp-image-2213 size-medium" src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/wp-content/uploads/sites/372/2019/05/Programação-Semana-PET-CiSA-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pibid oferece vagas e suplências para alunos de licenciatura da UFSM até amanhã</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2019/05/06/pibid-oferece-vagas-e-suplencias-para-alunos-de-licenciatura-da-ufsm-ate-amanha</link>
				<pubDate>Mon, 06 May 2019 16:39:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Licenciatura]]></category>
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						<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para alunos de licenciatura da UFSM interessados em concorrer a vagas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid). O prazo para envio da documentação solicitada encerra-se amanhã, dia 7 de maio, ao meio-dia. São ofertadas duas vagas e cinco suplências na área de Dança, além de 35 suplências, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div class="gmail_default">Estão abertas as inscrições para alunos de licenciatura da UFSM interessados em concorrer a vagas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid). O prazo para envio da documentação solicitada encerra-se amanhã, dia 7 de maio, ao meio-dia.</div>
<p>São ofertadas duas vagas e cinco suplências na área de Dança, além de 35 suplências, distribuídas entre os cursos de Espanhol, Filosofia, Física, História e Pedagogia.</p>
<p>O Pibid oferece aos acadêmicos a oportunidade de uma aproximação prática com o cotidiano das escolas públicas de educação básica. O desenvolvimento das atividades se dá com o auxílio de professores supervisores, orientadores e coordenadores.</p>
<p>O candidato não pode ter concluído mais de 60% da carga horária regimental de seu curso, nem possuir relação de trabalho com a UFSM ou com a escola onde desenvolverá suas atividades. O acadêmico também deve comprometer-se a não acumular bolsas, caso seja selecionado.</p>
<p>O Edital N. 030/2019 (com o cronograma atualizado) e o Edital original N. 029/2018 (que traz a lista dos documentos solicitados) podem ser acessados no site&nbsp;<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/030-2019/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/editais/030-2019/&amp;source=gmail&amp;ust=1557245353282000&amp;usg=AFQjCNEQw8lz_LOIeezKsl2TMUBcptTpbQ">www.ufsm.br/prograd</a>.</p>
<div class="gmail_default">Outras informações podem ser obtidas pelo email&nbsp;<a href="mailto:copa.prograd@ufsm.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">copa.prograd@ufsm.br</a>&nbsp;e pelo telefone 3220-8338.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Texto: PROGRAD/UFSM.</div>
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				<title>GEFI promove conversa sobre saúde pública</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2019/03/19/gefi-promove-conversa-sobre-saude-publica</link>
				<pubDate>Tue, 19 Mar 2019 12:38:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[saúde pública]]></category>

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						<description><![CDATA[O Grupo de Estudos em Filosofia e Interculturalidade (GEFI) promove uma conversa, dia 29 de março, às 14h, sobre &#8220;A Saúde Pública e o SUS em tempos de instabilidade política&#8221;. O evento será no prédio 74A, na sala 2323. Ministrada pela professora dra. Liane Beatriz Righi, a conversa será aberta ao público, não necessita de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Grupo de Estudos em Filosofia e Interculturalidade (GEFI) promove uma conversa, dia 29 de março, às 14h, sobre "A Saúde Pública e o SUS em tempos de instabilidade política". O evento será no prédio 74A, na sala 2323.</p>
<p>Ministrada pela professora dra. Liane Beatriz Righi, a conversa será aberta ao público, não necessita de inscrição prévia e emitirá certificado de ACG.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-1948" src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/wp-content/uploads/sites/372/2019/03/Cartaz-evento-212x300.jpg" alt="" width="212" height="300"></p>
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