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Professor mexicano fala sobre Microeletrônica para alunos e professores do CT

IMG 5244O auditório Pércio Reis recebeu nesta segunda-feira (09) a palestra Characterization of the MOS Transistor in the High-Frequency Regime, ministrada pelo professor mexicano Roberto Murphy, do Instituto Nacional de Pesquisa em Astrofísica, Óptica e Eletrônica (INAOE) da cidade de Puebla, no México. A fala do professor Murphy foi dividida em duas partes: em um primeiro momento, abordou o funcionamento do INAOE, e em um segundo, discorreu sobre a caracterização e a modelagem de circuitos microeletrônicos.

Roberto Murphy é formado em Física pela University St.Johns, do estado americano de Minessota, e tem mestrado e doutorado no próprio INAOE. Publicou mais de 120 artigos sobre eletrônica, além de ser o autor do aclamado livro Electromagnetic Theory. Sua vinda para a UFSM se deu através de uma visita do professor membro do Departamento de Eletrônica e Computação João Batista Martins em Puebla para um congresso acadêmico. Os dois se conheceram e discutiram a vinda do professor Murphy à UFSM.

Segundo o professor João Batista Martins, a vinda de Roberto Murphy é essencial para o processo de internacionalização da UFSM. “As universidades do mundo inteiro buscam parcerias, buscam se desenvolver mutuamente. O principal ganho que eu vejo é a abertura, uma porta que se abre nesse intuito de agregar conhecimento aonde nós não temos aqui e eles tem lá e onde nós temos aqui e eles não tem lá. Isso é a globalização que busca o desenvolvimento dos países e trazendo benefícios para a sociedade em geral”, afirma o professor Martins.

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O professor Roberto Murphy ainda aproveitou o dia para se reunir com o reitor da UFSM, Paulo Burmann, e para conhecer a sede da região sul do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). A sua visita poderá abrir portas para convênios entre a UFSM e o INAOE. Quando questionado sobre o potencial tecnológico das nações em desenvolvimento, como o México e o Brasil, o professor foi claro: “Temos muitíssimo a dar. Somos países em desenvolvimento, mas temos um grande potencial. A América Latina tem 6 milhões de pessoas e tem muitas situações em que podemos contribuir para o crescimento mundial. Os nossos governos tem que ter a consciência de fomentar o trabalho feito na região”.

 

Texto e foto elaborados por Mateus de Albuquerque, acadêmico de Jornalismo – Núcleo de Divulgação Institucional do CT/UFSM.