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PET-SI promove palestra sobre Realidade Aumentada



Lançado no Brasil em 3 de agosto deste ano, o aplicativo Pokémon GO, que permite que os usuários “cacem” os monstros mais amados dos anos 90 e 2000 pelas suas cidades é uma verdadeira febre: o jogo possui mais de 100 milhões de downloads no mundo inteiro. Além da nostalgia provocada, possui mais um diferencial em relação às demais, a tal realidade aumentada, que permite que o jogador capture o pokémon no próprio local em que ele está, inclusive com imagens. É surfando nessa nova necessidade mercadológica que o Programa de Educação Tutorial do curso de Sistemas de Informação (PET-SI), chamou o mestrando Gilseone Moraes para falar aos alunos do curso sobre a realidade aumentada. A palestra aconteceu nesta terça-feira (6), na sala 355 do Anexo A.

Gilseone faz mestrado em Ciências da Computação aqui na UFSM, e é um forte entusiasta da realidade aumentada. Segundo ele, a realidade aumentada, mesmo não sendo tão recente, encontra um momento de viabilidade interessante: “Eu acho importante as pessoas conhecerem um pouco mais a realidade aumentada porque hoje temos computadores mais potentes, smartphones com melhores processadores, o que nos permite criar mais aplicações desse tipo”. Não pense, aliás, que a realidade aumentada é só Pokémon Go. Para Gilseone, são inúmeras as aplicações dessa tecnologia: “As tecnologias usadas em Pokémon Go já vinham sendo estudadas. (…) É uma tecnologia que pode ser utilizada no ensino, por exemplo, o pessoal da arquitetura podem criar um aplicativo em realidade aumentada que projeta uma planta. O pessoal da medicina pode projetar partes do corpo de livros… você tem várias aplicações, o limitante é a critatividade da pessoa”.

A palestra faz parte do “PET Palestras”, ciclo de eventos do PET-SI que reúnem temas que vão desde a pesquisa até o empreendedorismo e oportunidades de negócios. “A gente ministra vários tipos de palestras, como palestras para publicações de artigos, e agora nós buscamos trazer pessoas de fora da UFSM para trazer temas que interessam aos alunos”, afirmou Anthony Tailer, membro do grupo. A tutora do PET-SI, professora Patrícia Pitthan, reforça o caráter complementar da atividade: “A gente sempre propõem esse tipo de atividade porque na grade curricular dos alunos nós temos uma limitação. Esses assuntos mais temáticos da tecnologia moderna a gente sempre insere como atividade complementar”.

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Texto por Mateus de Albuquerque, acadêmico de Jornalismo – Núcleo de Divulgação Institucional do CT/UFSM.


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