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Treinamento em Religadores e palestra sobre primeiro Inversor Híbrido do Brasil aproximam a Universidade de empresas privadas



Uma universidade de qualidade, como a Universidade Federal de Santa Maria, sempre tem a preocupação em buscar a inovação e melhorar sua estrutura para oferecer excelência na qualidade de ensino aos seus alunos e novas tecnologias aos pesquisadores. Uma das maneiras que a UFSM encontra de atingir essa melhoria é fazendo parceria com empresas privadas. Nesse mês aconteceram dois eventos no Centro de Tecnologia que tinham como objetivo discutir e apresentar os equipamentos que foram instalados recentemente e realizar o treinamento de alunos, professores e profissionais do setor elétrico, visando que existam pessoas da universidade capacitadas a utilizar os equipamentos, não apenas os profissionais das empresas.

Treinamento em Religadores

O Treinamento em Religadores que ocorreu no dia 14 de maio, no auditório do INPE, tinha a intenção de disseminar o conhecimento sobre montagem, parametrização e operação dos religadores que foram adquiridos e estão em processo de instalação. Ele foi ministrado por profissionais da empresa TRAVIDA ELETRIC Excellence in Engineering, em parceria com instituições da universidade como o Capítulo Estudantil IEEE PES UFSM, o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Geração Distribuída (INCT-GD), e o Programa de Pós-Graduação em  Engenharia Elétrica (PPGEE). 

Os religadores são dispositivos utilizados em sistemas elétricos com função de protegê-los contra problemas transitórios. O professor Adriano Peres de Moraes ressalta a importância dos religadores para a comunidade acadêmica: “Isso tem um impacto direto tanto nas pesquisas quanto na própria qualidade da rede de energia elétrica aqui da universidade. Além disso, tem impacto na qualidade de energia, porque o religador melhora os indicadores de qualidade da rede e a rede por si só. Então, isso acaba sendo algo positivo para toda a comunidade e para as pesquisas.”

De acordo com Guilherme Braga, doutorando e membro do IEEE PES, somente os profissionais da UFSM terão acesso aos religadores, pois até mesmo um parâmetro inserido errado pode deixar a universidade sem energia. Sendo assim o professor Adriano está pensando na ideia de recriar o equipamento de modo que faça uma simulação do original e ofertar aos alunos, inclusive do CTISM, caso não haja a possibilidade de adquirir outro equipamento em um futuro próximo. 

Palestra sobre Inversor Híbrido

No dia 24 de maio, também no auditório do INPE, foi realizada a palestra da NHS Solar sobre Inversores Híbridos que tinha o objetivo de discutir e apresentar o funcionamento do Primeiro Inversor Híbrido do Brasil que foi adquirido pela UFSM, abordando juntamente temas como Armazenamento e Energia Solar voltaica. O evento organizado pelo Capítulo Estudantil IEEE PES contou com a parceria da NHS Solar, ANEEL, COPEL Pura Energia e Centro de Excelência em Energia e Sistemas de Potência.  

O inversor é um sistema que conecta sistemas que geram energia elétrica em corrente contínua, ou que estão com a energia armazenada em corrente contínua, para a corrente alternada poder ser conectada a ele. No caso do inversor híbrido, a diferença é que ele permite que as baterias não sejam carregadas somente pelos painéis fotovoltaicos, mas que possam ser gerenciadas via rede de energia elétrica, ou pelo painel. Ela pode injetar energia na rede ou receber energia da rede, assim tem maior flexibilidade no gerenciamento. 

A Prof. Dr. Luciane Neves Canha, explica o vínculo da empresa com a universidade: “Isso traz a visão do mercado, dos problemas práticos enfrentados na sociedade para a acadêmia. Desse modo, associa esses problemas com o que estamos desenvolvendo, e há uma troca porque o que desenvolvemos aqui é o que tem de mais inovador e de ponta em termos de aplicabilidade.” Em resumo, com esse vínculo não só a universidade é beneficiada, mas a indústria também. Todo o conhecimento gerado no meio acadêmico, através de mecanismos, metodologias e filosofias é transferido, e a empresa consegue levar até o consumidor final essa inovação de tecnologia. Além disso, também é uma vantagem e um ponto de inovação, porque a industria consegue agregar tudo o que está no desenvolvimento da academia, para melhorar o processo, os produtos, a comunicação e o relacionamento no mercado. 

 

Texto por Jéssica Medeiros, acadêmica de Jornalismo – Núcleo de Divulgação Institucional do CT/UFSM.

 


 

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