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				<title>Inscrições para a Mostra de Protótipos do CT são prorrogadas até 11 de setembro</title>
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				<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 18:05:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[estudantes de graduação]]></category>
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		<category><![CDATA[mostra de protótipos]]></category>
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		<category><![CDATA[TCC]]></category>

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						<description><![CDATA[Evento será realizado 17 de setembro, no átrio do prédio 9F, e já reúne 22 projetos inscritos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="1733" data-end="2035">Estudantes de graduação do Centro de Tecnologia (CT) da UFSM têm até 11 de setembro para inscrever projetos na Mostra de Protótipos do CT 2026. O prazo foi prorrogado e o evento também teve sua data alterada: a Mostra será realizada em 17 de setembro, das 10h às 16h, no átrio do prédio 9F. A iniciativa reúne protótipos desenvolvidos por estudantes ao longo da formação acadêmica e contempla três categorias: projetos integradores, Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) e projetos individuais. A proposta é dar visibilidade às produções técnicas e criativas dos estudantes e estimular a interdisciplinaridade, a inovação e a aplicação prática do conhecimento científico e tecnológico.</p>
<p data-start="2476" data-end="2945">Até o momento, 22 projetos já foram inscritos para participar da Mostra. Os trabalhos também concorrerão em uma dimensão competitiva, com avaliação realizada por uma banca composta por docentes e profissionais convidados. Ao final, serão reconhecidos cinco projetos vencedores: três na categoria de projetos integradores, correspondentes aos níveis I, II e III, um na categoria de TCC e um na categoria de projetos individuais. Podem participar estudantes com matrícula ativa em cursos de graduação do CT que tenham desenvolvido protótipo enquadrado em uma das categorias previstas no edital. Para projetos integradores, todos os integrantes do grupo devem estar matriculados, no semestre 2026/2, em uma das disciplinas integradoras. Nos casos de TCC, é necessário apresentar, no momento da inscrição, declaração do professor orientador autorizando a exibição do protótipo.</p>
<p data-start="3432" data-end="3683">A avaliação considera aspectos como potencial de inovação, viabilidade técnica, aderência aos desafios tecnológicos atuais, vínculo com o mercado produtivo, impacto social ou ambiental e qualidade da apresentação.</p>
<h3 data-section-id="16ob2mt" data-start="3685" data-end="3696">Serviço</h3>
<p data-start="3698" data-end="3994"><strong data-start="3698" data-end="3713">Inscrições:</strong> até 11/09/2026<br data-start="3728" data-end="3731" /><strong data-start="3731" data-end="3753">Onde se inscrever:</strong> <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScuX_b9Ba2MIXGq-R0BjTyn4RYbFjUcKTYTRhkAP2En_zZ99g/viewform" target="_blank" rel="noopener">formulário indicado no Anexo B do edital</a><br data-start="3794" data-end="3797" /><strong data-start="3797" data-end="3808">Evento:</strong> 17/09/2026, das 10h às 16h<br data-start="3835" data-end="3838" /><strong data-start="3838" data-end="3848">Local:</strong> átrio do prédio 9F, Centro de Tecnologia da UFSM<br data-start="3897" data-end="3900" /><strong data-start="3900" data-end="3912">Dúvidas:</strong> <a class="decorated-link" href="mailto:ctufsm@ufsm.br" rel="noopener" data-start="3913" data-end="3927">ctufsm@ufsm.br</a><br data-start="3927" data-end="3930" /><strong data-start="3930" data-end="3941">Edital:</strong> <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/editais/006-2026-2" target="_blank" rel="noopener">Edital nº 006/2026 – Mostra de Protótipos do CT 2026</a></p>
<hr />
<p data-start="3698" data-end="3994"><em>Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</em> | <em> </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</em></a> | <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Instagram</em></a><em> e <a href="https://www.linkedin.com/company/109683370" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LinkedIn</a></em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Aula Magna discute como a inteligência artificial está transformando a Engenharia de Software</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/09/04/aula-magna-do-ppgcc-discute-evolucao-e-futuro-da-engenharia-de-software</link>
				<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 17:03:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=8205</guid>
						<description><![CDATA[Professor do Iscte – Instituto Universitário de Lisboa abordou mudanças na profissão, tomada de decisões e a importância da formação contínua diante das novas tecnologias]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":8206,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/09/IMG_8216-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-8206" /></figure>
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<p class="isSelectedEnd">A presença crescente da inteligência artificial está mudando a forma como softwares são desenvolvidos e também o papel dos profissionais da área. Esse foi um dos principais temas discutidos na Aula Magna “Evolução e Futuro da Engenharia de Software”, promovida pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) no dia 1º de setembro, no Auditório Pércio Reis, no Centro de Tecnologia (CT) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A atividade foi ministrada pelo Prof. Ph.D. Vitor Manuel Basto Fernandes, Professor Associado com Agregação do Iscte – Instituto Universitário de Lisboa, em Portugal. Aberto à comunidade, o encontro reuniu estudantes de graduação e pós-graduação, tecnólogos e técnicos da UFSM e de outras instituições. Vinculado ao ISTAR-Iscte – Centro de Investigação em Ciências da Informação, Tecnologias e Arquitetura, Vitor atua no Departamento de Ciências e Tecnologias da Informação. Sua pesquisa inclui temas como Engenharia de Software Baseada em Busca (<em>Search-Based Software Engineering</em>), otimização multiobjetivo, Web Semântica e cibersegurança.</p>
<h2>Tecnologia também envolve decisões e responsabilidades</h2>
<p class="isSelectedEnd">Durante a aula, o professor destacou que os desafios atuais da Engenharia de Software vão além da construção de sistemas. À medida que os softwares passam a ocupar um espaço cada vez maior na vida cotidiana, eles também influenciam comportamentos e decisões individuais, coletivas e institucionais. Esse cenário, segundo Vitor, exige maior transparência sobre o funcionamento das tecnologias e novas formas de regulamentação. “Cada vez estão a decidir mais por nós, a representar-nos, e nós temos que garantir que nos estão a representar bem”, afirmou. Para o professor, a transformação tecnológica amplia a responsabilidade de quem desenvolve e implementa sistemas. A questão deixa de ser apenas se uma tecnologia funciona e passa a envolver também os efeitos produzidos por suas decisões e aplicações.</p>
<h2>Inteligência artificial muda o perfil profissional</h2>
<p class="isSelectedEnd">A inteligência artificial também modifica diretamente o trabalho dos profissionais de Engenharia de Software. Segundo Vitor, tarefas que podem ser automatizadas, como parte da produção de código-fonte, tendem a exigir menos intervenção humana. Em contrapartida, ganham importância atividades relacionadas à tomada de decisões e à avaliação das consequências do uso das tecnologias. Nesse contexto, os profissionais precisarão atuar cada vez mais próximos de outras áreas do conhecimento, como legislação e ética. O trabalho não estará restrito à construção dos sistemas, mas também à avaliação de sua adequação para diferentes situações. “Os profissionais vão ter que garantir isso do ponto de vista técnico, mas também do ponto de vista legal, social, ético”, afirmou.</p>
<h2>Pesquisa busca apoiar decisões no desenvolvimento de software</h2>
<p class="isSelectedEnd">A discussão sobre tomada de decisões se relaciona diretamente à área de pesquisa desenvolvida por Vitor, que envolve Engenharia de Software Baseada em Busca (<em>Search-Based Software Engineering</em>) e otimização multicritério. Essas abordagens utilizam técnicas computacionais para auxiliar processos de decisão e podem ser aplicadas tanto na construção de sistemas de apoio à decisão quanto no próprio desenvolvimento de software. A proposta é utilizar mecanismos computacionais para apoiar escolhas e contribuir para a construção de artefatos tecnológicos mais adequados diante de problemas cada vez mais complexos.</p>
<h2>Aprender continuamente será parte da profissão</h2>
<p class="isSelectedEnd">Para os estudantes de Computação, Vitor considera que a capacidade de continuar aprendendo será fundamental para acompanhar as transformações da área. A formação profissional, segundo ele, não termina com a universidade, já que as mudanças tecnológicas exigem atualização constante e aprendizagem ao longo da vida. </p>
<p class="isSelectedEnd">Além dos conhecimentos técnicos, o professor destaca a importância de analisar uma situação a partir de diferentes perspectivas. Essa abertura, segundo ele, pode contribuir para decisões mais qualificadas e para o desenvolvimento de tecnologias mais adequadas. “É necessário ter sempre a abertura para perceber como é que aquilo que estamos a fazer pode ser visto de outra forma”, ressaltou.</p>
<p>A discussão proposta pela Aula Magna aproximou a comunidade acadêmica de questões que ultrapassam a evolução das ferramentas utilizadas na Computação: como a inteligência artificial está transformando o trabalho, quais responsabilidades acompanham o desenvolvimento de sistemas e quais competências serão necessárias aos profissionais nos próximos anos.</p>
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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><em>Texto por Lia Guerreiro, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM<br /></em><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em><strong>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</strong></em></a><em>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><em><strong>Facebook</strong></em></a><em> e </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><em><strong>Instagram</strong></em></a><em>!</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>IX SEGAV reúne comunidade acadêmica para ampliar debates sobre Engenharia Acústica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/09/04/ix-segav-reune-comunidade-academica-para-ampliar-debates-sobre-engenharia-acustica</link>
				<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 15:29:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Acústica]]></category>
		<category><![CDATA[graduação]]></category>

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						<description><![CDATA[Evento realizado no CT/UFSM apresentou diferentes áreas de atuação e aproximou estudantes de experiências profissionais e conhecimentos desenvolvidos na área]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":8200,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/09/IMG_8140-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-8200" /></figure>
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<p class="isSelectedEnd">O Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria (CT/UFSM) sediou, nos dias 24 e 25 de agosto, a nona edição do Seminário Gaúcho de Acústica e Vibrações (IX SEGAV). A programação reuniu estudantes, professores e profissionais para discutir diferentes áreas da Engenharia Acústica, compartilhar experiências e aproximar a comunidade acadêmica de conhecimentos relacionados à atuação profissional.</p>
<p>A diversidade de possibilidades dentro da Engenharia Acústica foi um dos pontos destacados durante o seminário. Entre os temas abordados estiveram a acústica de edificações, a acústica veicular e aeronáutica e questões relacionadas a ruído e vibração na indústria e no meio ambiente. Para o professor Paulo Henrique Mareze, do Departamento de Estruturas e Construção Civil do CT/UFSM, o principal objetivo do seminário foi ampliar a divulgação de conhecimentos produzidos na área. Segundo Mareze, a iniciativa permite que a comunidade acadêmica de Santa Maria e do Rio Grande do Sul tenha contato com conhecimentos desenvolvidos nos últimos meses e anos nesses diferentes campos.</p>
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<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/09/IMG_8148-1024x768.jpg" alt="Engenheiro acústico Guilherme Deboni" class="wp-image-8202" /></figure>
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<p class="isSelectedEnd">Entre os assuntos apresentados esteve a sonorização de ambientes. O engenheiro acústico Guilherme Deboni compartilhou experiências relacionadas ao projeto de sistemas de sonorização para diferentes espaços, incluindo um pub e um evento em área aberta. No primeiro caso, o objetivo era desenvolver um sistema compacto, com boa distribuição e qualidade sonora. No segundo, o projeto precisava garantir cobertura adequada sem prejudicar a vizinhança.</p>
<p class="isSelectedEnd">Deboni explica que esse tipo de projeto precisa conciliar a qualidade da experiência sonora com o impacto causado no entorno. “É importante trazer espaços mais agradáveis”, resume. Para ele, um bom projeto deve permitir que o público escute a música e converse, ao mesmo tempo em que reduz os efeitos do som sobre os moradores próximos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A atuação profissional também esteve presente nas discussões. Deboni é egresso da Engenharia Acústica e atuou durante seis anos como professor do curso. Atualmente, trabalha com isolamento e condicionamento acústico, sistemas de sonorização e acústica industrial. Para ele, compartilhar essas experiências com os estudantes também contribui para apresentar possibilidades de carreira na área.</p>
<p class="isSelectedEnd">O contato com diferentes campos da Engenharia Acústica também foi destacado por uma estudante que está no segundo semestre do curso. Antes do seminário, ela relatou ter uma visão mais restrita da área, associando-a principalmente à acústica de edificações. Ao conhecer os temas apresentados durante a programação, percebeu outras possibilidades de atuação que ainda não conhecia. Para ela, a experiência “abriu muito” sua visão sobre a área.</p>
<p>Ao reunir estudantes, professores e profissionais, o IX SEGAV proporcionou momentos de troca de experiências e ampliou o contato da comunidade acadêmica com diferentes campos de atuação da Engenharia Acústica. A programação também aproximou a formação acadêmica de experiências profissionais em setores distintos da área.</p>
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<!-- wp:image {"id":8203,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/09/IMG_8166-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-8203" /></figure>
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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
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<p><em>Texto por Lia Guerreiro, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM<br /></em><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em><strong>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</strong></em></a><em>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><em><strong>Facebook</strong></em></a><em> e </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><em><strong>Instagram</strong></em></a><em>!</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Pesquisa em acústica da UFSM ganha destaque internacional no FIA2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/09/01/professor-da-ufsm-e-unico-representante-de-instituicao-brasileira-entre-conferencistas-plenarios-do-fia2026</link>
				<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 12:46:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Acústica]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=8189</guid>
						<description><![CDATA[Professor William D’Andrea Fonseca foi o único conferencista plenário vinculado a uma instituição brasileira e apresentou aplicações do imageamento acústico em diferentes áreas da engenharia]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="768" height="432" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/09/WhatsApp-Image-2026-08-28-at-18.15.14-768x432.jpeg" alt="" />											<figcaption>O professor William D’Andrea Fonseca durante sua conferência plenária no FIA2026, realizado em Lima, no Peru. Foto: arquivo pessoal.</figcaption>
										</figure>
		<p>Uma pesquisa desenvolvida no Centro de Tecnologia (CT) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) ganhou destaque internacional durante o <a href="https://pt.fia-2026.pucp.edu.pe/" target="_blank" rel="noopener" style="font-size: 1rem">XIV Congresso Ibero-americano de Acústica (FIA2026)</a>, realizado de 12 a 14 de agosto, em Lima, no Peru. Professor da UFSM, <a href="https://ufsmpublica.ufsm.br/docente/16744" target="_blank" rel="noopener" style="font-size: 1rem">William D’Andrea Fonseca</a> integrou o grupo de cinco conferencistas plenários convidados do evento e foi o único vinculado a uma instituição brasileira, segundo a programação oficial.&nbsp;A conferência apresentada por Fonseca, intitulada “Tornando o som visível: fundamentos, aplicações e perspectivas do imageamento acústico”, abordou uma tecnologia que permite representar espacialmente informações de um campo sonoro e identificar de onde vêm os sons. O tema conecta fundamentos de acústica e processamento de sinais a aplicações em áreas como indústria, veículos, aeronáutica, construção civil, acústica de salas, sistemas subaquáticos e monitoramento ambiental.</p>
<p>De forma simplificada, o imageamento acústico pode ser entendido como uma maneira de “ver” o som. Enquanto uma medição convencional pode indicar quanto som está presente, a imagem acústica ajuda a mostrar onde estão as fontes sonoras. Para isso, são utilizados arranjos de microfones ou hidrofones combinados a técnicas de processamento de sinais, como o <em>beamforming</em>.&nbsp;Os resultados podem ser apresentados como mapas acústicos sobrepostos à imagem do equipamento, veículo, edificação ou ambiente analisado. Esse recurso pode auxiliar na localização de fontes dominantes de ruído, falhas e vazamentos e contribuir para direcionar intervenções de engenharia.</p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/09/Carro-UFSM-1-272x182.jpg" alt="Carro-UFSM" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/09/Carro-Gfai-1-272x182.jpg" alt="Carro-Gfai" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/09/Secador-UFSM-1-272x182.jpg" alt="Secador-UFSM" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/09/Vazamento-Porta-Norsonic-1-272x182.png" alt="Vazamento-Porta-Norsonic" /></figure>			
		<p>Durante a plenária, Fonseca também abordou fatores que influenciam&nbsp; desempenho dos sistemas de imageamento, como resolução espacial, faixa de frequência, geometria e tamanho dos arranjos de sensores, além dos efeitos de ruído e reverberação. Entre as aplicações apresentadas estiveram o diagnóstico de máquinas e processos industriais, ensaios de ruído em veículos e aeronaves, identificação de vazamentos sonoros em edificações, medições direcionais em ambientes, aplicações subaquáticas e localização de fontes sonoras no monitoramento ambiental. A apresentação também discutiu perspectivas para o desenvolvimento da área, incluindo processamento em tempo real, câmeras acústicas mais inteligentes, integração com inteligência artificial, técnicas de super-resolução, reconstruções tridimensionais e espaço-temporais, arranjos adaptativos e fusão de dados acústicos com imagens e outros sensores.</p>
<p>Para Fonseca, a participação no congresso representa uma oportunidade de compartilhar internacionalmente a experiência construída na Universidade. “Foi uma grande honra representar a Universidade Federal de Santa Maria e o Brasil entre os conferencistas plenários do FIA2026. Levar ao congresso parte da experiência de pesquisa construída na UFSM e discuti-la com a comunidade ibero-americana foi especialmente significativo”, destaca.&nbsp;O FIA2026 reuniu pesquisadores, estudantes, profissionais e representantes da indústria para discutir temas relacionados à acústica, incluindo controle de ruído urbano e ambiental, acústica arquitetônica, vibroacústica industrial, bioacústica, arqueoacústica, eletroacústica, regulamentação e políticas públicas. Realizado pela primeira vez no Peru, o congresso teve como sede o campus da Pontificia Universidad Católica del Perú (PUCP).</p>		
		<p><em>Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</em> | <em> </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</em></a> | <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Instagram</em></a><em> e <a href="https://www.linkedin.com/company/109683370" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LinkedIn</a></em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Nota de falecimento: Sr. Sady Roque Bender, pai do professor André Rogério Kinalski Bender</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/09/01/nota-de-falecimento-sr-sady-roque-bender-pai-do-professor-andre-rogerio-kinalski-bender</link>
				<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 12:31:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Nota de Falecimento]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=8188</guid>
						<description><![CDATA[O Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria (CT/UFSM) manifesta, com pesar, o falecimento de Sady Roque Bender, pai do professor André Rogério Kinalski Bender, do Departamento de Expressão Gráfica. A cerimônia de despedida está sendo realizada na Sala Esmeralda, localizada na Avenida Hélvio Basso, nº 1319, desde as 7h desta segunda-feira, 1º [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p data-start="268" data-end="491">O Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria (CT/UFSM) manifesta, com pesar, o falecimento de Sady Roque Bender, pai do professor André Rogério Kinalski Bender, do Departamento de Expressão Gráfica.</p><p data-start="493" data-end="715">A cerimônia de despedida está sendo realizada na Sala Esmeralda, localizada na Avenida Hélvio Basso, nº 1319, desde as 7h desta segunda-feira, 1º de setembro, com encerramento previsto para as 16h do mesmo dia.</p><p data-start="717" data-end="908" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A Direção e toda a comunidade do Centro de Tecnologia expressam suas sinceras condolências ao professor André, seus familiares e amigos, desejando força e conforto neste momento de pesar.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>De curso pioneiro a carreiras pelo mundo: a trajetória da Engenharia Acústica na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/08/28/de-curso-pioneiro-a-carreiras-pelo-mundo-a-trajetoria-da-engenharia-acustica-na-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 18:27:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Acústica]]></category>
		<category><![CDATA[graduação]]></category>

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						<description><![CDATA[Dez anos após a regulamentação da profissão, formação criada pelo CT-UFSM acompanha a expansão da área e leva egressos a diferentes mercados no Brasil e no exterior
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:tadv/classic-paragraph --></p>
<p>Em agosto de 2016, a profissão de Engenheiro Acústico foi regulamentada no Brasil. Uma década depois, a área reúne diferentes possibilidades de atuação profissional e amplia sua presença no mercado nacional e internacional. Na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), essa trajetória começou ainda antes da regulamentação, com a criação, em 2008, do primeiro curso de Engenharia Acústica do país, que recebeu suas primeiras turmas no segundo semestre de 2009.</p>
<p>Ao longo dos anos, a formação acompanhou o desenvolvimento da profissão e abriu diferentes caminhos para seus egressos. Segundo o coordenador do curso, Christian dos Santos, cerca de 40% dos profissionais formados pela graduação trabalham atualmente em empresas no exterior. “Esses 10 anos mostram uma evolução e amadurecimento do mercado que entendeu que o Engenheiro Acústico é um profissional que preenche uma demanda que já vinha crescendo há muitos anos”, afirma.</p>
<h2>Uma profissão que reúne diferentes áreas</h2>
<p>A Engenharia Acústica envolve diferentes campos de conhecimento e possibilidades de atuação. Antes da criação da graduação na UFSM, era comum que profissionais chegassem à área a partir de outras formações e se especializassem em determinados segmentos.</p>
<p>A proposta do curso criado no CT foi reunir conhecimentos de diferentes campos da acústica em uma única formação. Entre as possibilidades estão áreas como acústica arquitetônica, controle de ruído, vibroacústica, áudio e processamento de sinais.</p>
<p>Para Christian, essa característica permite que o profissional tenha uma formação ampla e possa acompanhar diferentes demandas do mercado. “Isso traz a possibilidade de uma formação bem versátil, suprindo boa parte das necessidades do mercado na área de atuação”, explica.</p>
<p>A diversidade também está presente no corpo docente do curso, que reúne professores de áreas como Arquitetura, Engenharia Mecânica, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Física e Engenharia Acústica.</p>
<h2>Da sala de aula para outros países</h2>
<p>A expansão da área pode ser observada nas trajetórias de profissionais formados pela UFSM.</p>
<p>Sérgio Aguirre, integrante da segunda turma do curso, atualmente vive na Dinamarca, onde trabalha com processamento digital de sinais para aparelhos auditivos, incluindo dispositivos ancorados no osso.</p>
<p>Após concluir a graduação, Sérgio realizou mestrado na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e doutorado em parceria com uma instituição da Inglaterra. A trajetória acadêmica o levou a uma área especializada da Engenharia Acústica e ao mercado internacional.</p>
<p>Caroline&nbsp;Gaudeoso, formada no início da pandemia, também construiu sua trajetória fora do Brasil. Depois de realizar estágio e mestrado na Dinamarca, atualmente faz doutorado em Copenhague.</p>
<p>Para Caroline, a graduação contribuiu para sua formação acadêmica e profissional por meio de experiências como trabalhos em grupo, produção de relatórios e participação em publicações ainda durante o curso. “É legal a gente ter uma consciência da oportunidade que a gente tem e do nível que a gente tem quando a gente sai dessa graduação”, afirma.</p>
<p>Além das trajetórias dos egressos, a atuação internacional dos professores também aproxima o curso de pesquisas e discussões desenvolvidas em outros países. Segundo Christian, a participação em congressos e o contato com instituições estrangeiras ajudam a manter a formação atualizada em relação às transformações da área.</p>
<h2>Muito além do controle de ruídos</h2>
<p>Mesmo com a ampliação das possibilidades profissionais, um dos desafios da Engenharia Acústica é tornar mais conhecida a diversidade de áreas em que o engenheiro pode atuar.</p>
<p>A profissão ainda costuma ser associada principalmente ao controle de ruídos ambientais e a problemas relacionados ao excesso de barulho. No entanto, a atuação também se estende à indústria, à tecnologia e à pesquisa.</p>
<p>Entre os campos está o setor de NVH, sigla em inglês para Noise, Vibration and Harshness, relacionado ao controle de ruídos e vibrações de produtos. O trabalho pode envolver desde a adequação de equipamentos às normas até o desenvolvimento da percepção sonora de um produto.</p>
<p>A Engenharia Acústica também participa do desenvolvimento de sistemas de áudio e de equipamentos para captação e reprodução sonora.</p>
<h2>Uma trajetória que continua</h2>
<p>Desde a criação do curso, a formação passou por mudanças para acompanhar as transformações da área e da própria Engenharia. O ingresso dos estudantes, inicialmente realizado no meio do ano, passou para o início do ano, período de maior procura por vagas. O Projeto Pedagógico de Curso (PPC) também foi atualizado para acompanhar as novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) das Engenharias.</p>
<p>Para Christian, os próximos anos devem trazer novas oportunidades para a profissão e ampliar o reconhecimento da Engenharia Acústica. “Acredito que os próximos 10 anos guardam a expansão da atuação dos nossos egressos e consequentemente o protagonismo nesta área, não apenas nacional, mas internacionalmente”, afirma.</p>
<p>Dez anos após a regulamentação da profissão, a Engenharia Acústica segue ampliando seus espaços de atuação. Na UFSM, uma formação criada de forma pioneira no país já resultou em trajetórias que ultrapassam os limites da universidade e chegam a empresas, universidades e centros de pesquisa no Brasil e no exterior.</p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:separator --></p>
<hr>
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<p><em>Texto por Lia Guerreiro, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM<br></em><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site?&nbsp;</em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em><strong>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</strong></em></a><em>!</em>&nbsp;<em>Siga o CT nas redes sociais:&nbsp;</em><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><em><strong>Facebook</strong></em></a><em>&nbsp;e&nbsp;</em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><em><strong>Instagram</strong></em></a><em>!</em></p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CT-UFSM oferece bolsa para estudantes com habilidades musicais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/08/25/ct-ufsm-oferece-bolsa-para-estudantes-com-habilidades-musicais</link>
				<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 19:00:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[#bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[ctec talks]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=8172</guid>
						<description><![CDATA[Seleção integra programação do CTec Talks e contempla apresentações individuais, em dupla ou trio nos dias 19 e 21 de outubro]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="isSelectedEnd">Estudantes de graduação e pós-graduação do Centro de Tecnologia da UFSM que têm habilidades musicais podem se inscrever, até 13 de setembro, para uma bolsa de ensino vinculada ao <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/eventos/ctectalks-2">CTec Talks – Das Ideias ao Impacto: Projetos Inspiradores do CT-UFSM</a>. A oportunidade é voltada a estudantes que possam preparar e apresentar três músicas durante a programação do evento, em outubro.</p>
<p class="isSelectedEnd">A seleção contempla propostas individuais, em dupla ou em trio. Os estudantes escolhidos farão apresentações no hall do Centro de Tecnologia, na abertura do CTec Talks, em 19 de outubro, e novamente em 21 de outubro, das 12h às 12h30. Entre os estilos sugeridos estão música acústica, instrumental, voz e violão, MPB, música clássica e Pop Rock.</p>
<p class="isSelectedEnd">A bolsa terá valor de R$ 1 mil por proposta, dividido entre os participantes quando a apresentação for realizada por dupla ou trio. O pagamento será feito uma única vez, após a realização das atividades, com previsão para o início de novembro. Os participantes também receberão certificado de 10 horas.</p>
<h2>Quem pode se inscrever</h2>
<p class="isSelectedEnd">Podem participar estudantes com matrícula ativa em cursos de graduação ou pós-graduação do Centro de Tecnologia. É necessário ter disponibilidade para preparar as apresentações e participar das atividades nos horários previstos, além de possuir conta-corrente em nome próprio.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os candidatos devem ter habilidades em canto e/ou instrumentos musicais e serão responsáveis por levar os instrumentos e acessórios necessários para a apresentação. Microfones e caixa de som serão disponibilizados pela organização.</p>
<p class="isSelectedEnd">A avaliação considera a compatibilidade de horários, a experiência e as habilidades musicais, a motivação do candidato e a proposta artística apresentada. O cadastro ativo de Benefício Socioeconômico (BSE/PRAE) também será considerado na seleção.</p>
<h2>Como participar</h2>
<p class="isSelectedEnd">As inscrições ficam abertas até 13 de setembro de 2026 e devem ser feitas pelo <strong><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSebDBNUvY4zL3hHuEWs7QAafwFcvx-IsROASwpj9Iw1Ig7kAQ/viewform" target="_blank" rel="noopener">Formulário de Inscrição</a></strong>. É necessário anexar o comprovante de matrícula e apresentar a proposta musical.</p>
<p class="isSelectedEnd">As entrevistas estão previstas para 17 e 18 de setembro, e o resultado final será divulgado em 23 de setembro.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/editais/001-2026-39" target="_blank" rel="noopener">O edital completo, com todos os requisitos, critérios de seleção e cronograma, está disponível no site do Centro de Tecnologia.</a></strong></p>
<p>Dúvidas podem ser encaminhadas para <a href="mailto:projetos.ct@ufsm.br">projetos.ct@ufsm.br</a>.</p>
<p> </p>
<hr />
<p> </p>
<p><em>Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</em> | <em> </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</em></a> | <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Instagram</em></a><em> e <a href="https://www.linkedin.com/company/109683370" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LinkedIn</a></em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Semana Acadêmica do CT oferece minicursos e mais de 30 horas de ACGs</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/08/21/semana-academica-do-ct-oferece-minicursos-e-mais-de-30-horas-de-acgs</link>
				<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 20:19:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[SACT]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=8163</guid>
						<description><![CDATA[Programação ocorre de 31 de agosto a 3 de setembro, no Auditório Wilson Aita; inscrições custam R$ 30 e incluem acesso aos minicursos mediante taxa adicional]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="isSelectedEnd">Estudantes do Centro de Tecnologia da UFSM podem participar, de 31 de agosto a 3 de setembro, da XXII Semana Acadêmica do CT, que reúne rodas de conversa, palestras e minicursos voltados à formação acadêmica e profissional. Conforme a participação nas atividades previstas na programação, o evento possibilita a emissão de mais de 30 horas de Atividades Complementares de Graduação (ACGs).</p>
<p class="isSelectedEnd">Organizada pelo Diretório Acadêmico do Centro de Tecnologia (DACTEC), a programação será realizada no Auditório Wilson Aita, no Anexo C do CT, Prédio 7, das 10h às 17h30. Entre as atividades já divulgadas estão rodas de conversa com egressos do BRAFITEC, EMBRAER, JETIMOB, Pró-Reitoria de Extensão e WEG, além de palestra sobre oportunidades e desafios da carreira de engenheiro de software e atividades conduzidas por projetos estudantis.</p>
<p class="isSelectedEnd">A programação também inclui minicursos práticos. Entre os já anunciados estão Análise de Dados com Python, Pygame e Altium Designer, além de atividade do AutoCAD Return. Os minicursos são selecionados no próprio formulário de inscrição e têm acréscimo de R$ 5 por minicurso.</p>
<p class="isSelectedEnd">As inscrições gerais custam R$ 30. Para estudantes que recebem benefício socioeconômico (BSE), a inscrição é gratuita. O pagamento da inscrição geral deve ser realizado via Pix, conforme as orientações disponibilizadas pelo DACTEC.</p>
<h3>Como participar</h3>
<p class="isSelectedEnd">A inscrição é realizada on-line, por meio do <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSci7WMhYKBkpALE9MUZCZ8ADMCqdlt75IG4lVlIeFd6kVV9GA/viewform?utm_source=chatgpt.com">Formulário de inscrição da XXII Semana Acadêmica do CT</a> disponibilizado pelo DACTEC.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para acompanhar as atualizações da programação, <a href="https://www.instagram.com/dactecufsm" target="_blank" rel="noopener">os estudantes podem consultar o perfil do <strong>Diretório Acadêmico do Centro de Tecnologia (DACTEC)</strong> no Instagram</a>.</p>
<hr />
<p class="isSelectedEnd"><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>XXII Semana Acadêmica do Centro de Tecnologia</strong><br /><strong>Data:</strong> 31 de agosto a 3 de setembro de 2026<br /><strong>Horário:</strong> das 10h às 17h30<br /><strong>Local:</strong> Auditório Wilson Aita, Anexo C do CT, Prédio 7<br /><strong>Inscrição geral:</strong> R$ 30<br /><strong>Inscrição BSE:</strong> gratuita<br /><strong>Minicursos:</strong> acréscimo de R$ 5 por minicurso<br /><strong>ACGs:</strong> mais de 30 horas, conforme participação na programação<br /><strong>Organização:</strong> Diretório Acadêmico do Centro de Tecnologia (DACTEC)</p>
<hr />
<p><em>Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</em> | <em> </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</em></a> | <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Instagram</em></a><em> e <a href="https://www.linkedin.com/company/109683370" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LinkedIn</a></em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes do CT podem concorrer a duas bolsas para atividades com BIM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/08/21/estudantes-do-ct-podem-concorrer-a-duas-bolsas-para-atividades-com-bim</link>
				<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 13:13:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[#bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=8161</guid>
						<description><![CDATA[Vagas oferecem bolsa de R$ 700 mensais para atuação no Grupo de Estudos de Modelagem da Informação da Construção (GEMIC/CT)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="isSelectedEnd">Estudantes de graduação do Centro de Tecnologia da UFSM podem se inscrever para concorrer a duas bolsas 2ACT – Recursos próprios destinadas a atividades relacionadas à metodologia BIM. As oportunidades são para atuação no Grupo de Estudos de Modelagem da Informação da Construção (GEMIC/CT), com bolsa de R$ 700 mensais e carga horária prevista de 20 horas semanais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os bolsistas atuarão em atividades voltadas à aplicação e à gestão da informação na área de engenharia e arquitetura. Entre as tarefas previstas estão a elaboração de termo de referência para licitação ou contratação de Ambiente Comum de Dados, a elaboração de Requisitos de Troca de Informação e a criação de um curso básico para treinamento de engenheiros e arquitetos da Pró-Reitoria de Infraestrutura (Pro-Infra) em ferramentas BIM.</p>
<p class="isSelectedEnd">Podem participar estudantes regularmente matriculados em cursos de graduação do Centro de Tecnologia. Também é necessário possuir experiência comprovada nas atividades exigidas, não estar com trancamento total de matrícula e ter disponibilidade compatível com as atividades da bolsa. O edital estabelece ainda outros requisitos, como manter os dados atualizados no Portal Estudantil e possuir conta-corrente ativa em nome e CPF próprios.</p>
<p class="isSelectedEnd">As inscrições ficam abertas de 21 a 23 de agosto. Para participar, os candidatos devem enviar a documentação exigida para o e-mail <a href="mailto:eduardo.pachla@ufsm.br"><strong>eduardo.pachla@ufsm.br</strong></a>, com o assunto “SELEÇÃO DE BOLSISTA”.</p>
<p class="isSelectedEnd">A seleção será feita por meio de análise documental e entrevista. A entrevista está prevista para 27 de agosto, das 8h30 às 12h, na sala 237 do prédio 7, podendo ocorrer de forma presencial ou remota. O resultado está previsto para 28 de agosto, e o resultado final, para 31 de agosto.</p>
<p>A bolsa tem vigência prevista de 1º de setembro a 1º de dezembro de 2026. As atividades poderão ser realizadas presencialmente e/ou de forma on-line, conforme a necessidade e a orientação da equipe do GEMIC/CT.</p>
<h2>Serviço</h2>
<p><strong>Inscrições: </strong>21 a 23 de agosto de 2026</p>
<p><strong>Onde se inscrever: </strong>Envio da documentação para o e-mail <a href="mailto:eduardo.pachla@ufsm.br">eduardo.pachla@ufsm.br</a>, com o assunto “SELEÇÃO DE BOLSISTA”</p>
<p><strong>Documentação: </strong>Formulário de inscrição (Anexo I), comprovante de matrícula atualizado, histórico escolar atualizado e comprovação de experiência com atividades de mapeamento, elaboração e atualização de rotinas administrativas.</p>
<p><strong>Entrevistas: </strong>27 de agosto de 2026, das 8h30 às 12h, na sala 237 do prédio 7. A entrevista poderá ser presencial ou remota.</p>
<p><strong>Resultados: </strong>28 de agosto de 2026 e 31 de agosto de 2026</p>
<p><strong>Início previsto das atividades: </strong>1º de setembro de 2026</p>
<p><strong>Link para a página do edital: </strong><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/editais/001-2026-38" target="_blank" rel="noopener">Edital nº 01/2026 – Seleção de Bolsistas 2ACT para apoio ao Grupo de Estudos de Modelagem da Informação da Construção do Centro de Tecnologia.</a></p>
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<p class="wp-block-paragraph"><em>Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</em> | <em> </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</em></a> | <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Instagram</em></a><em> e <a href="https://www.linkedin.com/company/109683370" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LinkedIn</a></em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Engenharia Assistida por Computador aproxima estudantes dos desafios da indústria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/08/19/engenharia-assistida-por-computador-aproxima-estudantes-dos-desafios-da-industria</link>
				<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 17:32:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CAELab]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[IEM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=8149</guid>
						<description><![CDATA[Disciplina transforma mais de uma década de experiência do CAELab em formação prática para estudantes, que aprendem a testar virtualmente projetos antes da fabricação]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="737" data-end="1102">Estudantes de engenharia estão aprendendo a testar virtualmente o comportamento de componentes e projetos antes de construí-los fisicamente por meio da <a href="https://www.ufsm.br/ementario/disciplinas/ELC941" target="_blank" rel="noopener">disciplina de Engenharia Assistida por Computador (CAE)</a>. A metodologia permite simular situações como aquecimento, pressão, impacto e eletricidade e avaliar diferentes soluções antes da fabricação de um protótipo.</p>
<p data-start="1104" data-end="1433">A CAE pode ser entendida como um laboratório virtual construído dentro do computador para a realização de experimentos. Em vez de construir um protótipo físico e submetê-lo a sucessivos testes, o estudante pode criar um modelo virtual, simular diferentes condições e fazer ajustes até chegar a um desempenho considerado adequado. <span style="font-size: revert;color: initial">“A CAE permite criar esse laboratório dentro do computador e testar o protótipo virtual até ele apresentar um desempenho aceitável, para somente após isso construir um protótipo físico”, explica o professor <span class="il">Vitor</span> Cristiano Bender</span><span style="font-size: revert;color: initial">, do Departamento de Eletrônica e Computação, responsável pela disciplina.</span></p>
<p data-start="1699" data-end="2003">Segundo o docente, a possibilidade de testar diferentes cenários antes da fabricação reduz a dependência de processos de tentativa e erro, que podem demandar mais tempo e recursos. A simulação permite avaliar como um objeto reage ao calor, à pressão, ao impacto ou à eletricidade em diferentes condições.</p>
<h2 data-section-id="785ywj" data-start="2005" data-end="2057">Da experiência do laboratório para a sala de aula</h2>
<p data-start="2059" data-end="2324">A disciplina, criada em 2025, reúne conhecimentos desenvolvidos desde 2013 no <a href="https://iemufsm.com.br/caelab/" target="_blank" rel="noopener">CAELab, do Instituto de Energia e Mobilidade (IEM)</a>. Entre 2013 e 2024, a experiência com CAE era desenvolvida principalmente em projetos específicos de pesquisa e extensão do laboratório.&nbsp;Com a criação da disciplina, esse conhecimento passou a ser organizado em uma formação estruturada no currículo, ampliando o acesso à metodologia para estudantes que não necessariamente integravam os projetos desenvolvidos pelo grupo.</p>
<p data-start="2562" data-end="2707">Para o professor Vitor, a mudança representa a transformação de uma experiência construída ao longo de mais de uma década em uma metodologia de ensino. <span style="font-size: revert;color: initial">“Podemos dizer que a criação da disciplina oficial em 2025 representa a organização e democratização desse conhecimento”, afirma.</span></p>
<h2 data-section-id="1wr21qa" data-start="2842" data-end="2881">O que os estudantes conseguem testar</h2>
<p data-start="2883" data-end="3100">Entre as atividades desenvolvidas estão análises do comportamento de componentes submetidos a condições extremas. Um dos exemplos trabalhados pelos alunos envolve a elevação da temperatura em dispositivos eletrônicos.&nbsp;A partir da simulação, o estudante consegue identificar regiões de maior aquecimento e avaliar alternativas para evitar que a temperatura ultrapasse limites que possam comprometer o funcionamento do componente. Entre as possibilidades estão a adição de ventilação ou o aumento do tamanho de um dissipador de calor.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:image {"id":8150,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/image-1-1024x498.jpg" alt="" class="wp-image-8150" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Simulação mostra a distribuição de temperatura em componentes eletrônicos. A visualização permite identificar as regiões de maior aquecimento e avaliar alternativas de projeto.</em></figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A proposta é substituir parte dos testes físicos por análises virtuais nas etapas iniciais do desenvolvimento. “Em vez de construir dezenas de circuitos físicos e destruí-los em testes demorados, os alunos que usam CAE podem prever exatamente onde e quando uma peça irá falhar ou sobreaquecer, por exemplo. Isso reduz semanas de testes para apenas alguns cliques e ajustes no modelo virtual”, explica o professor Vitor.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":8151,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/image-1-1.jpg" alt="" class="wp-image-8151" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Resultado de simulação realizada em atividade da disciplina mostra a distribuição de um campo magnético em um modelo virtual.</em></figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:quote -->
<blockquote class="wp-block-quote"><!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph --></blockquote>
<!-- /wp:quote -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading">Formação mais próxima da engenharia praticada no mercado</h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Além de aprender a utilizar ferramentas computacionais, a disciplina coloca os estudantes diante de problemas que fazem parte do desenvolvimento de produtos na indústria. Em vez de trabalhar apenas com equações e situações abstratas, os alunos precisam interpretar resultados de simulações, identificar problemas e avaliar possíveis alterações no projeto.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para o docente, essa experiência aproxima a formação acadêmica das práticas utilizadas atualmente no setor produtivo. “Essa disciplina conecta os alunos com o mercado porque o estudante deixa de resolver apenas equações no papel e passa a encarar os mesmos desafios complexos que encontrará em uma fábrica ou empresa”, afirma. A formação, segundo ele, permite que o estudante conclua a pós-graduação não apenas conhecendo os fundamentos teóricos, mas também tendo contato com ferramentas e métodos utilizados no desenvolvimento de projetos de engenharia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A experiência, porém, não se limita às análises térmicas. A disciplina também aborda simulações eletromagnéticas, métodos de elementos finitos e volumes finitos e introdução a projetos multifísicos. O objetivo é desenvolver nos estudantes competências para conceber, planejar, projetar, configurar e analisar resultados de simulações aplicadas à engenharia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading {"level":3} -->
<h3 class="wp-block-heading">Saiba mais</h3>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A disciplina Engenharia Assistida por Computador (CAE) (ELC941) tem 60 horas de carga horária, sendo 30 horas teóricas e 30 horas práticas. O programa inclui simulação numérica aplicada à engenharia, análises eletromagnéticas, transferência de calor, métodos de elementos finitos e volumes finitos e projetos multifísicos. <a href="https://www.ufsm.br/ementario/disciplinas/ELC941?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Confira a ementa completa da disciplina no site da UFSM</a>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</em>&nbsp;|&nbsp;<em>&nbsp;</em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</em></a>&nbsp;|&nbsp;<em>Siga o CT nas redes sociais:&nbsp;</em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Instagram</em></a><em>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://www.linkedin.com/company/109683370" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LinkedIn</a></em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisa da UFSM sobre ODS na formação em Arquitetura é publicada pela Springer Nature</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/08/18/pesquisa-da-ufsm-sobre-ods-na-formacao-em-arquitetura-e-publicada-pela-springer-nature</link>
				<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 20:31:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=8148</guid>
						<description><![CDATA[Capítulo analisa 21 Trabalhos Finais de Graduação e mostra como saúde, inclusão, energia e demandas sociais são incorporadas aos projetos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="1369" data-end="1677">Um centro comunitário para uma pequena comunidade afetada por enchentes. Um parque tecnológico com geração de energia fotovoltaica, reúso de água e áreas de preservação. Intervenções para a Comunidade Carlos Marighella, com habitações, equipamentos de saúde, infraestrutura urbana e técnicas de permacultura. Os projetos são diferentes, mas partem de uma mesma ideia: a Arquitetura pode responder a problemas que vão muito além da construção de um edifício.</p>
<p data-start="1829" data-end="2210">Foi a partir dessa perspectiva que pesquisadores do Grupo de Pesquisa em Energia e Sustentabilidade no Ambiente Construído (Grupo CASE), da UFSM, analisaram 21 Trabalhos Finais de Graduação desenvolvidos entre 2020 e 2024. O estudo investigou como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) aparecem nos projetos arquitetônicos e em diferentes etapas de seu desenvolvimento. <a href="https://link.springer.com/chapter/10.1007/978-3-032-23017-1_9" target="_blank" rel="noopener">Os resultados integram o capítulo <em data-start="2246" data-end="2362">Evaluation of the Integration of UN SDGs in Architecture Final Undergraduate Projects: Insights from Latin America</em>, publicado pela Springer Nature no livro <em data-start="2404" data-end="2462">Introducing the UN SDGs in Higher Education Institutions</em>, da série <em data-start="2473" data-end="2502">World Sustainability Series</em>.</a></p>
<p data-start="2505" data-end="2907">A publicação surgiu depois que o grupo recebeu o chamamento para a obra, dedicada ao uso dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas nas instituições de ensino superior. A proposta chamou a atenção dos pesquisadores porque dialogava diretamente com uma linha de trabalho já desenvolvida pelo Grupo de Pesquisa em Energia e Sustentabilidade no Ambiente Construído (CASE) em projetos de ensino, pesquisa e extensão voltados à sustentabilidade.</p>
<p data-start="2909" data-end="3108">Ao observar os Trabalhos Finais de Graduação em Arquitetura orientados pelo grupo, os pesquisadores identificaram uma forte aderência aos ODS e decidiram investigar essa relação de forma sistemática. O estudo mostrou que, entre os 21 trabalhos analisados, 13 partiram de demandas sociais e oito de propostas de negócio. Os projetos incluíram equipamentos institucionais e culturais, espaços comerciais, estruturas de saúde e propostas voltadas a comunidades específicas.</p>
<p data-start="3382" data-end="3809">Entre os trabalhos relacionados a demandas sociais, os objetivos mais frequentes foram Saúde e Bem-Estar, Energia Acessível e Limpa, Redução das Desigualdades, Consumo e Produção Responsáveis e Parcerias e Meios de Implementação. Nas propostas de negócio, destacaram-se Saúde e Bem-Estar, Energia Acessível e Limpa, Ação contra a Mudança Global do Clima e Parcerias e Meios de Implementação.</p>
<p data-start="3811" data-end="3894">Saúde, energia e parcerias apareceram nos dois grupos em mais de 75% das propostas.</p>
<h2 data-section-id="10rdbz3" data-start="3896" data-end="3946">Arquitetura para além das soluções construtivas</h2>
<p data-start="3948" data-end="4043">Um dos resultados chamou a atenção dos pesquisadores porque contrariou uma expectativa inicial. Cidades e Comunidades Sustentáveis parecia ser um dos objetivos mais diretamente relacionados à Arquitetura. No entanto, não teve presença expressiva entre os trabalhos analisados. A explicação está, em parte, no próprio recorte da pesquisa, que considerou aplicações urbanas sustentáveis, mas não estratégias específicas aplicadas a uma única edificação.</p>
<p data-start="4407" data-end="4546">Ao mesmo tempo, outros objetivos ganharam destaque, especialmente aqueles relacionados à saúde, à redução das desigualdades e às parcerias. Para os pesquisadores, o resultado mostra que a preocupação dos estudantes não se restringe às técnicas construtivas sustentáveis. Ela também aparece na escolha dos problemas que os projetos procuram enfrentar e nas pessoas que irão utilizar os espaços.</p>
<p data-start="4803" data-end="4967">Saúde e Bem-Estar, por exemplo, aparece em diferentes temáticas, desde equipamentos de saúde e esportivos até áreas de lazer ao ar livre destinadas à população. Redução das Desigualdades está presente em projetos voltados a parcelas vulneráveis da população. Já Parcerias e Meios de Implementação aparece também associada a modelos de negócio e à manutenção dos projetos propostos, frequentemente por meio de parcerias entre instituições públicas e privadas. Essa dimensão fica evidente nos três trabalhos que apresentaram maior número de objetivos entre os 21 analisados.</p>
<p data-start="5391" data-end="5891">Um deles propôs um centro comunitário para uma pequena comunidade afetada por enchentes, reunindo espaços de convivência, biblioteca, salão e áreas esportivas. Outro desenvolveu um parque tecnológico com geração fotovoltaica, reúso de água, áreas de preservação e espaços destinados ao uso público. O terceiro propôs intervenções para a Comunidade Carlos Marighella, incluindo habitações, equipamentos de saúde, infraestrutura urbana, técnicas de permacultura e parcerias entre instituições públicas.</p>
<p data-start="5893" data-end="6085">Esses três projetos incorporaram, respectivamente, 15, 13 e 10 dos objetivos analisados. Todos estavam relacionados a organizações comunitárias ou a demandas sociais previamente estabelecidas.</p>
<h2 data-section-id="1xk7ewm" data-start="6087" data-end="6133">ODS aparecem com mais força no detalhamento</h2>
<p data-start="6135" data-end="6247">A pesquisa também revelou que os objetivos não aparecem da mesma maneira durante o desenvolvimento dos projetos. Na etapa de estudos referenciais e de precedentes, Parcerias e Meios de Implementação estava presente em 19 dos 21 projetos, enquanto Redução das Desigualdades aparecia em 18. Saúde e Bem-Estar estava presente em 15 trabalhos, e Educação de Qualidade e Energia Acessível e Limpa, em 10 cada.</p>
<p data-start="6562" data-end="6815">Nas etapas seguintes, algumas dimensões ganharam força. Energia Acessível e Limpa teve o crescimento mais expressivo, passando de 10 ocorrências na fase inicial para 15 na etapa final. Vida Terrestre também aumentou, de nove para 11 ocorrências. Já Redução das Desigualdades passou de 18 ocorrências na pesquisa de precedentes para 16 na etapa de conceito e desenvolvimento e 17 na etapa final.</p>
<p data-start="6971" data-end="7147">Para a professora Ísis Portolan dos Santos, coordenadora do Grupo CASE e uma das autoras do estudo, o comportamento revela uma característica importante do processo de projeto: <span style="font-size: revert;color: initial">“Os ODS são aplicados de forma diferente em cada etapa de projeto, aumentando o uso dos ODS quando da etapa final de detalhamento e especificação do projeto.”</span></p>
<p data-start="7311" data-end="7546">Na prática, isso significa que os estudantes nem sempre têm os ODS explicitamente colocados como premissa nas primeiras fases do projeto. Algumas preocupações aparecem posteriormente, quando soluções específicas precisam ser definidas. É o caso dos projetos hidrossanitário e elétrico. Estratégias como reúso de água e geração de energia por fontes alternativas aparecem com maior frequência nas etapas de desenvolvimento e detalhamento.</p>
<p data-start="7751" data-end="7976">O resultado traz uma questão importante para a formação: como fazer com que essas preocupações estejam presentes desde as primeiras decisões do projeto, e não apenas quando as soluções técnicas precisam ser especificadas? Para os pesquisadores, essa é uma possibilidade de avanço no ensino de Arquitetura.</p>
<h2 data-section-id="10hdg2k" data-start="8063" data-end="8100">Uma formação atenta às comunidades</h2>
<p data-start="8102" data-end="8184">A pesquisa encontrou ainda diferenças na presença dos objetivos ao longo dos anos. A média identificada em cada projeto caiu de nove objetivos, em 2020, para oito em 2021 e sete em 2022 e 2023. Em 2024, voltou a dez. Os autores levantam a possibilidade de que o período de ensino remoto durante a pandemia tenha reduzido o contato dos estudantes com comunidades e atividades práticas, mas ressaltam que essa relação precisaria ser investigada em estudos futuros.</p>
<p data-start="8568" data-end="8765">Outro ponto chamou atenção: Igualdade de Gênero esteve entre os objetivos menos citados nos trabalhos, indicando uma dimensão que pode ser mais explorada na formação em Arquitetura e Urbanismo. Também houve menor presença de temas relacionados à indústria, inovação e infraestrutura.</p>
<p data-start="8858" data-end="9012">Ao mesmo tempo, a presença de demandas sociais entre os projetos analisados levou os pesquisadores a refletir sobre a própria formação oferecida no curso. Para Ísis, as atividades de extensão desenvolvidas pela graduação podem estar relacionadas à maneira como os estudantes desenvolvem esse olhar para as comunidades — embora essa relação ainda precise ser investigada.</p>
<p data-start="9231" data-end="9358">A professora também destaca que os resultados apontam para uma compreensão da Arquitetura que ultrapassa a técnica construtiva: <span style="font-size: revert;color: initial">“A importância é mostrar ao mundo o tipo de produção que a UFSM realiza, incorporando muitos elementos além da arquitetura em si, o que pode ser diferente de muitos outros locais do mundo.” </span>Segundo ela, a análise também reforça a importância da articulação entre ensino, pesquisa e extensão na formação dos estudantes.</p>
<h2 data-section-id="1mkwmr8" data-start="9683" data-end="9737">O que a pesquisa revela sobre os futuros arquitetos</h2>
<p data-start="9739" data-end="9994">Ao analisar os projetos desenvolvidos ao longo de cinco anos, o estudo não apenas identificou quais objetivos aparecem com maior frequência. Ele permitiu observar como questões sociais e ambientais entram no processo de formação de futuros arquitetos.</p>
<p data-start="9996" data-end="10198">Nos trabalhos analisados, sustentabilidade apareceu associada à saúde, à energia, à água, à redução das desigualdades, à preservação ambiental, às parcerias e às necessidades de comunidades específicas. Para os pesquisadores, isso reforça a ideia de que a Arquitetura vai além da técnica construtiva: envolve as pessoas que utilizarão os espaços e a relação desses espaços com as comunidades onde estão inseridos.</p>
<p data-start="10412" data-end="10697">A pesquisa também aponta caminhos para novos estudos. Análises envolvendo outros docentes, instituições e contextos podem ajudar a compreender melhor como diferentes estratégias de ensino influenciam a incorporação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável na formação profissional.</p>
<p data-start="10699" data-end="10869">O capítulo publicado internacionalmente é assinado por Ísis Portolan dos Santos, Elaise Gabriel, Jenifer Godoy Daltrozo, Raiane Pires Tolio e Debora Cristiele Kummer. Ao levar a produção desenvolvida na UFSM para uma publicação internacional sobre sustentabilidade no ensino superior, o estudo amplia a discussão sobre o papel da formação em Arquitetura — e mostra que, nos projetos analisados, pensar sustentabilidade muitas vezes começa antes de pensar no edifício: começa pela pergunta sobre quem vai ocupar aquele espaço, quais necessidades ele precisa atender e qual relação terá com a comunidade onde está inserido.</p>
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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
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<p><em>Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</em> | <em> </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</em></a> | <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Instagram</em></a><em> e <a href="https://www.linkedin.com/company/109683370" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LinkedIn</a></em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM projeta túnel de vento para apoiar pesquisas aerodinâmicas da universidade chilena</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/08/18/ufsm-projeta-tunel-de-vento-para-apoiar-pesquisas-aerodinamicas-da-universidade-chilena</link>
				<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 19:13:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=8147</guid>
						<description><![CDATA[Projeto utiliza simulações computacionais e inclui sistema próprio de medição de pressão]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) está desenvolvendo e validando computacionalmente um túnel de vento de circuito aberto destinado a uma universidade chilena. O projeto permitirá a realização de pesquisas em aerodinâmica, especialmente com modelos de asas de avião. </p>
<p>Coordenado pelo professor Giuliano Demarco, do Departamento de Engenharia Mecânica do Centro de Tecnologia (CT), o projeto surgiu de uma demanda da AUMAQRS, empresa de automação industrial de Caxias do Sul que está ampliando sua atuação no desenvolvimento de equipamentos para o setor educacional. A iniciativa também conta com a participação da Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência (Fatec) e do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). </p>
<p>Os túneis de vento produzem correntes de ar controladas para analisar seus efeitos sobre modelos em escala reduzida. Esses equipamentos são utilizados em estudos com aviões, automóveis e estruturas como prédios, pontes, estádios e telhados, contribuindo para o desenvolvimento de projetos mais seguros e eficientes em diferentes áreas da engenharia.</p>
<p>O equipamento destinado à universidade chilena terá uma seção de testes de 0,6 metro de largura, 0,6 metro de altura e 1,5 metro de comprimento, com capacidade para atingir velocidades de até 60 metros por segundo. Um dos principais desafios é garantir uniformidade de escoamento superior a 99% e intensidade de turbulência inferior a 0,3%, características necessárias para obter resultados mais precisos durante os ensaios.</p>
<p>De acordo com Demarco, as características de cada túnel são definidas conforme a finalidade dos experimentos. “Todo túnel é único, porque é desenvolvido de acordo com a demanda e com o que se busca analisar”, explica.</p>
<p>Antes da fabricação, o comportamento do equipamento é analisado por meio de simulações de Dinâmica dos Fluidos Computacional (CFD). A equipe da UFSM participa desde a elaboração do modelo digital tridimensional até a avaliação da velocidade do ar, da turbulência e das perdas de carga. A validação virtual permite identificar antecipadamente possíveis problemas, reduzindo custos e riscos técnicos.</p>
<p>O projeto também contempla o desenvolvimento de um sistema de aquisição de pressão com 18 canais. A tecnologia será utilizada na instrumentação do túnel e busca oferecer uma alternativa de menor custo aos equipamentos comerciais, que podem alcançar valores de dezenas de milhares de dólares.</p>
<p>Além de Giuliano Demarco, participam do projeto os professores Franciano Scremin Puhales, da UFSM, e Luís Fernando Gouveia de Moraes, do ITA, além do pesquisador externo Adrian Roberto Wittwer. A equipe também inclui os estudantes de Engenharia Aeroespacial Carlos Eduardo Fracari do Nascimento e Pedro Engers Gluszczuk, que acompanham diferentes etapas do projeto, desde a concepção e a simulação computacional até a construção e a validação dos resultados. </p>
<p>Para o coordenador, a experiência adquirida pelos estudantes está entre as principais contribuições da iniciativa. “O grande resultado não é nem a estrutura física, o túnel, mas o que vai ficar como legado: o que conseguimos aprender com esse projeto”, afirma Demarco.</p>
<p>A cooperação também fortalece a aproximação entre universidade e indústria e amplia a inserção internacional da UFSM. “Criamos um laço entre universidade e indústria e entre universidades. Há muito da internacionalização envolvido”, destaca o professor.</p>
<p>Na UFSM, os resultados poderão contribuir para a criação de uma nova linha de pesquisa em aerodinâmica experimental e servir de base para futuros projetos com indústrias dos setores aeroespacial, automotivo e de energias renováveis.</p>
<p> </p>
<p><i>Texto: Assessoria de Comunicação da Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo</i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Instituto de Energia e Mobilidade da UFSM completa 10 anos de pesquisa, inovação e conexão com o setor produtivo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/08/18/instituto-de-energia-e-mobilidade-da-ufsm-completa-10-anos-de-pesquisa-inovacao-e-conexao-com-o-setor-produtivo</link>
				<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 19:09:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=8146</guid>
						<description><![CDATA[Com sete laboratórios e cerca de 110 estudantes, IEM celebra uma década de atuação e projeta avanços nas áreas de mobilidade elétrica e armazenamento de energia]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="isSelectedEnd">O que começou, em 2016, como uma iniciativa para aproximar as pesquisas desenvolvidas na Universidade Federal de Santa Maria das demandas do setor produtivo transformou-se, ao longo de uma década, em um ambiente de pesquisa, desenvolvimento tecnológico, formação de estudantes e prestação de serviços especializados. Em agosto, o Instituto de Energia e Mobilidade (IEM) da UFSM completa 10 anos de atividades.</p>
<p class="isSelectedEnd">Criado em 5 de agosto de 2016, inicialmente com o nome de Instituto de Redes Inteligentes (INRI), o Instituto nasceu da união de pesquisadores interessados em ampliar a conexão entre a Universidade e a indústria. Segundo o diretor do IEM, professor Vitor Bender, o propósito, desde o início, era transformar o conhecimento produzido na Universidade em soluções aplicáveis à sociedade. “O objetivo da criação desse instituto foi uma aproximação maior da Universidade com a indústria, com o setor industrial. Aproximar as pesquisas que a Universidade desenvolve do setor industrial e transformar as pesquisas em produtos”, explica.</p>
<figure id="attachment_73805" class="wp-caption alignleft" aria-describedby="caption-attachment-73805"><img class="wp-image-73805 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/USINA-1024x683.jpg" alt="" width="600" height="400" />
<figcaption id="caption-attachment-73805" class="wp-caption-text">Usina fotovoltaica integra a infraestrutura do IEM</figcaption>
</figure>
<p class="isSelectedEnd">Na época, a estrutura era formada por dois laboratórios. Dez anos depois, o Instituto conta com sete laboratórios, além de uma infraestrutura que foi ampliada, recebeu novos equipamentos e ganhou uma usina fotovoltaica. O crescimento também aparece no número de pessoas envolvidas. Atualmente, 66 estudantes de graduação e aproximadamente 44 de pós-graduação frequentam o Instituto. Ao longo de sua trajetória, mais de 300 estudantes já passaram por seus laboratórios.</p>
<p class="isSelectedEnd">A expansão das atividades também levou a uma mudança de identidade. Com o avanço das pesquisas para além das redes elétricas inteligentes, começaram as discussões para que o nome representasse melhor a atuação do Instituto. Após um processo de consultas e reposicionamento institucional, em 2025, o INRI passou a se chamar Instituto de Energia e Mobilidade (IEM). “A área de atuação do Instituto já tinha extrapolado as limitações daquele nome. Pensamos em um nome que fosse mais abrangente, mais atual e que estivesse alinhado com o presente e o futuro do setor elétrico e da evolução da energia elétrica”, afirma Bender.</p>
<p class="isSelectedEnd">A nova identidade acompanha áreas que ganharam espaço nas pesquisas nos últimos anos, como mobilidade elétrica, sistemas de armazenamento de energia, geração fotovoltaica e tecnologias relacionadas à transição energética.</p>
<h3>Estrutura para pesquisa e desenvolvimento</h3>
<p class="isSelectedEnd">Os laboratórios do IEM atuam em diferentes etapas da pesquisa e do desenvolvimento de tecnologias ligadas à energia. Entre eles está o Laboratório de Recursos Energéticos Distribuídos (DERLab), voltado a temas como geração fotovoltaica, armazenamento em baterias e integração desses sistemas à rede elétrica.</p>
<figure id="attachment_73806" class="wp-caption alignright" aria-describedby="caption-attachment-73806"><img class="wp-image-73806 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/DERLAB-1024x683.jpg" alt="" width="603" height="402" />
<figcaption id="caption-attachment-73806" class="wp-caption-text">Laboratório atua, entre outras atividades, na realização de ensaios em inversores fotovoltaicos</figcaption>
</figure>
<p class="isSelectedEnd">O DERLab possui estrutura para ensaios de inversores fotovoltaicos, equipamentos responsáveis pela conversão da energia produzida pelos painéis para utilização pelos consumidores. Segundo Bender, é o maior laboratório do Brasil nessa área de ensaios. O espaço também é um dos dois laboratórios do Instituto acreditados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).</p>
<p class="isSelectedEnd">Outro ambiente é o Laboratório de Simulações em Tempo Real (RTSLab), que utiliza equipamentos capazes de reproduzir digitalmente estruturas elétricas, como subestações ou redes de distribuição de uma cidade. Os chamados “gêmeos digitais” permitem realizar testes e analisar, em tempo real, como os sistemas responderiam a diferentes condições.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já o Laboratório de Mobilidade Elétrica desenvolve pesquisas relacionadas à eletrificação de veículos, incluindo carros e máquinas agrícolas. Entre as frentes de atuação estão sistemas de recarga, gerenciamento de energia, eletrônica embarcada e desenvolvimento de propulsores elétricos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Instituto também conta com o Laboratório de Alta Tensão, que realiza pesquisas e ensaios em equipamentos como transformadores, reatores, isoladores e geradores e também é acreditado pelo Inmetro; o Laboratório de Engenharia Assistida por Computador (CAELab), que utiliza simulações para analisar aspectos como aquecimento e esforços mecânicos antes da fabricação de equipamentos; e o Laboratório de Altas Correntes, voltado, entre outras atividades, a testes de curto-circuito e pesquisas relacionadas à segurança envolvendo arco e choque elétricos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além da infraestrutura laboratorial, o IEM mantém uma equipe administrativa com 12 profissionais. Conforme o vice-diretor do Instituto, Daniel Arenhardt, essa estrutura permite que os pesquisadores concentrem seus esforços nas atividades técnicas. “O pesquisador deve se preocupar em pesquisa, enquanto isso nossa equipe oferece suporte à gestão dos projetos, recursos humanos, compras, comunicação e relação com as fundações de apoio”, relata.</p>
<h3>Cerca de R$ 40 milhões captados em dez anos</h3>
<p class="isSelectedEnd">A aproximação entre a Universidade e o setor produtivo, que esteve na origem do Instituto, permanece como um dos pilares de sua atuação. Desde 2016, aproximadamente R$ 40 milhões foram captados pelo IEM, conforme Arenhardt. Desse total, cerca de R$ 36 milhões estão relacionados a projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D), enquanto o restante corresponde principalmente à prestação de serviços laboratoriais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os recursos são utilizados, entre outras finalidades, para bolsas de estudantes, manutenção da infraestrutura e aquisição de equipamentos, criando condições para a realização de novos projetos e parcerias. Entre as empresas que mantêm ou já desenvolveram parcerias com o Instituto estão representantes da indústria e do setor elétrico, como WEG, Huawei, Ecco Soma e Zagonel, além de concessionárias como CPFL, RGE e Equatorial.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um dos exemplos dessa relação é o projeto desenvolvido pela UFSM em parceria com a startup Ecco Soma para aumentar a participação da energia fotovoltaica em microrredes abastecidas também por geradores a diesel. A tecnologia desenvolvida permite ampliar a participação da energia solar nesses sistemas, reduzindo a necessidade de combustível.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o professor Jonas Tibola, associado ao IEM e integrante do projeto, foi desenvolvido um conversor capaz de atuar junto à microrrede, absorvendo ou fornecendo energia de acordo com as necessidades do sistema. A solução possibilita ampliar a participação da energia fotovoltaica de cerca de 30% para até 70%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outro diferencial é a utilização de supercapacitores no lugar de baterias convencionais. A proposta foi pensada especialmente para sistemas isolados, como os existentes na região amazônica, onde a durabilidade dos equipamentos e a necessidade de substituição e descarte de baterias representam desafios adicionais. “O objetivo é reduzir o consumo de combustível. O principal diferencial talvez seja não usar baterias. Utilizamos supercapacitores, que têm uma vida útil muito maior, evitando também a questão do descarte das baterias”, explica Tibola.</p>
<h3>Pesquisa que também forma profissionais</h3>
<p class="isSelectedEnd">Se a aproximação com a indústria orientou a criação do Instituto, a formação dos estudantes é apontada pela direção como o objetivo que conecta as diferentes atividades realizadas no IEM. Graduandos, mestrandos e doutorandos participam diretamente das pesquisas, do desenvolvimento de tecnologias e da prestação de serviços. “As pessoas que desenvolvem pesquisas, que realizam os serviços, são alunos de graduação e pós-graduação. Com isso, conseguimos dar uma formação qualificada para esses alunos. Essa aproximação com a indústria tem feito com que os alunos do Instituto tenham um ingresso fácil no mercado de trabalho”, destaca Bender.</p>
<p class="isSelectedEnd">Essa experiência é vivenciada pelo estudante de Engenharia Elétrica João Lucas de Jesus, bolsista do IEM há três anos. Ao longo desse período, ele já passou por diferentes áreas e funções dentro do Instituto e, atualmente, atua no setor comercial, onde mantém contato direto com empresas e demandas da indústria. “Estar no IEM desde o início da graduação me deu a oportunidade de passar por diferentes áreas e entender um pouco de cada etapa do trabalho. Hoje eu tenho um contato mais direto com a indústria e consigo entender melhor como aquilo que aprendemos na sala de aula chega às empresas. Essa experiência tem sido muito importante para a minha formação e para me preparar para o mercado de trabalho”, relata João Lucas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para o vice-reitor da UFSM, professor Tiago Marquezan, que também foi um dos responsáveis pela criação do Instituto, essa formação conectada às demandas externas é um dos principais impactos de estruturas como o IEM. “A gente vê na prática a formação do estudante que participa desses projetos. Quando ele sai daqui, seja da graduação, mestrado, doutorado ou pós-doutorado, sai com outro perfil de mercado. E ele é disputado pelo mercado ao sair daqui. Porque aqui a gente forma líderes”, afirma Marquezan.</p>
<p class="isSelectedEnd">O vice-reitor também ressaltou que a atuação do Instituto vai além de seus laboratórios e envolve grupos de pesquisa, programas de pós-graduação e pesquisadores de diferentes áreas. “Os projetos e desafios da sociedade não são únicos de uma única área. Eles são múltiplos e, se a gente conseguir trabalhar nesses múltiplos projetos, nas diferentes engenharias e até fora das engenharias, a gente responde muito mais aos anseios da nossa sociedade”, destacou.</p>
<h3>De olho nos próximos dez anos</h3>
<p class="isSelectedEnd">Depois de uma década de expansão, o IEM projeta os próximos passos mirando áreas que devem ocupar espaço cada vez maior no setor energético. Entre as prioridades estão a mobilidade elétrica e os sistemas de armazenamento de energia. “O Instituto procura sempre estar alinhado à tecnologia e ao setor elétrico. Tudo que envolve energia e mobilidade, procuramos acompanhar para que nossos laboratórios estejam atualizados e possam prestar serviços úteis à comunidade industrial. Estamos percebendo um futuro muito promissor na área da mobilidade elétrica e também no armazenamento de energia”, projeta Bender.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para marcar a primeira década de atividades, o IEM realizou, na noite de 12 de agosto, um coquetel comemorativo que reuniu professores, pesquisadores, estudantes, egressos, colaboradores e parceiros que participaram da construção do Instituto ao longo de sua trajetória.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além de celebrar as conquistas acumuladas desde 2016, o encontro foi um momento para reconhecer as pessoas que contribuíram para o desenvolvimento do IEM e olhar para os desafios que devem orientar sua próxima década.</p>
<p> </p>
<p class="isSelectedEnd"><em>Texto: Agência de Notícias</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Acolhimento apresenta aos novos estudantes caminhos para viver o CT além da sala de aula</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/08/18/acolhimento-apresenta-aos-novos-estudantes-caminhos-para-viver-o-ct-alem-da-sala-de-aula</link>
				<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 15:53:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[AcolheCT]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=8136</guid>
						<description><![CDATA[projetos e empresas juniores mostram aos ingressantes possibilidades de prática, extensão, desenvolvimento profissional e integração desde o início da graduação]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":8141,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7823-1-edited.jpg" alt="" class="wp-image-8141" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Para quem está começando a graduação, conhecer o curso é apenas uma parte da adaptação à universidade. No Centro de Tecnologia (CT), os novos estudantes também encontram projetos, empresas juniores e outras iniciativas que podem aproximá-los da prática profissional, de diferentes áreas da engenharia e da própria comunidade acadêmica. Foi esse universo de possibilidades que o Acolhe, CT! apresentou aos ingressantes neste semestre.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A iniciativa recebeu estudantes dos cursos de Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica e Engenharia Química, que puderam conhecer atividades desenvolvidas por diferentes projetos e organizações estudantis. Para além da apresentação das iniciativas, o encontro mostrou que a formação no CT pode começar a ser construída também fora da sala de aula.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Um dos caminhos apresentados foi o contato com projetos reais de engenharia. No Tau Rocket Team, da Engenharia Aeroespacial, os estudantes trabalham em diferentes áreas, como mecânica, eletrônica, computação e fluidos. Para Lucas Giuseppe Pipio Vesan, gerente do Departamento de Recuperação da equipe, essa experiência permite que o estudante tenha contato antecipado com atividades que encontrará ao longo da formação: “Oferece já uma oportunidade de trabalhar com projetos reais de Engenharia Aeroespacial, já em praticamente todas as áreas, de mecânica, de eletrônica, de computação, de fluidos, que tu já vai ver mais para a frente no curso, mas já tem uma experiência de antemão.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As empresas juniores apresentadas durante o acolhimento também aproximam os estudantes do cotidiano profissional. Na Motora Júnior, da Engenharia Mecânica, os integrantes podem atuar tanto em projetos da área quanto em setores como marketing, vendas, financeiro e qualidade. A experiência permite que os estudantes tenham contato com a prática empresarial enquanto ainda estão na universidade: “A gente oferece a oportunidade do estudante ter o contato com a prática empresarial, com a Empresa Júnior, o movimento Empresa Júnior, e trabalhar em projetos reais enquanto ele vê isso na faculdade”, explica Victória Monte Demora, diretora de Marketing da Motora Júnior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para Leonardo, diretor de Marketing da Renove Júnior e estudante de Engenharia Química, conhecer essas possibilidades desde o começo também ajuda a ampliar a visão sobre a profissão: “É importante que eles conheçam desde o começo como é que funciona o mercado de trabalho da área que eles querem construir dentro da engenharia”, afirma. Segundo ele, a participação também proporciona experiência, horas de extensão, certificados, conhecimento e contato com o mercado.</span></p>
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<!-- wp:image {"id":8138,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7843-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-8138" /></figure>
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<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7845-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-8139" /></figure>
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<h3><b>Além da formação profissional</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">As oportunidades apresentadas no acolhimento não se limitam à experiência técnica. Para os integrantes dos projetos, participar dessas iniciativas também pode ajudar o estudante a desenvolver habilidades, construir relações e encontrar um direcionamento dentro da graduação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na CompAct Jr, por exemplo, os estudantes podem atuar em diferentes áreas e contam com acompanhamento voltado ao desenvolvimento de competências técnicas e comportamentais. Para Arthur Lourenço, presidente da iniciativa, esse tipo de experiência pode ser especialmente importante para quem ainda está tentando entender seu caminho dentro da graduação: “Às vezes tu tá no curso e se sente muito perdido, tu consegue um direcionamento melhor, o que te ajuda principalmente com a permanência dentro do curso.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A construção de vínculos também aparece como parte dessa experiência. Na ITEP Jr, Matheus José Gluitz Miller, diretor-presidente da iniciativa, destaca que a convivência com outros estudantes é um dos aspectos importantes para quem está chegando: “Muitas pessoas que estão chegando se sentem perdidas, não têm muitos amigos, e a IETEP Júnior acaba sendo um apoio para muitas dessas pessoas.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O contato com projetos também pode ajudar o estudante a descobrir, desde cedo, quais áreas despertam seu interesse. Ao conhecer diferentes possibilidades de atuação, os ingressantes podem começar a construir uma trajetória que combine formação acadêmica, experiências práticas e interesses profissionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">É nesse sentido que o Acolhe, CT! ganha importância: mais do que apresentar as iniciativas existentes no Centro, a atividade coloca os estudantes em contato, desde o início da graduação, com pessoas e experiências que podem fazer parte de sua trajetória universitária.</span></p>
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<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7826-edited.jpg" alt="" class="wp-image-8145" /></figure>
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<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7833-edited.jpg" alt="" class="wp-image-8144" /></figure>
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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
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<p><em>Texto por Lia Guerreiro, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM<br />Fotos: Lia Guerreiro<br /></em><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em><strong>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</strong></em></a><em>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><em><strong>Facebook</strong></em></a><em> e </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><em><strong>Instagram</strong></em></a><em>!</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Central de Tutoria do CCNE oferece apoio acadêmico gratuito aos estudantes da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/08/17/central-de-tutoria-do-ccne-oferece-apoio-academico-gratuito-aos-estudantes-da-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 12:43:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Discentes]]></category>

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						<description><![CDATA[Estudantes de toda a Universidade podem contar com atendimento gratuito em Matemática, Física, Química, Estatística, Biologia e apoio para TCCs e relatórios A Central de Tutoria do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) da UFSM oferece apoio acadêmico gratuito para estudantes de toda a Universidade. A iniciativa, desenvolvida pelo Setor de Apoio Pedagógico do [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="768" height="512" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/Image-17-de-ago.-de-tutoria-ccne-768x512.jpg" alt="" />													
		<p>Estudantes de toda a Universidade podem contar com atendimento gratuito em Matemática, Física, Química, Estatística, Biologia e apoio para TCCs e relatórios</p><p>A <strong>Central de Tutoria do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) da UFSM</strong> oferece apoio acadêmico gratuito para estudantes de toda a Universidade. A iniciativa, desenvolvida pelo Setor de Apoio Pedagógico do CCNE, funciona por meio da <strong>tutoria entre pares</strong>, aproximando estudantes com experiência em determinadas áreas daqueles que precisam de auxílio para compreender conteúdos e desenvolver atividades acadêmicas.</p><p>O atendimento contempla disciplinas e conteúdos nas áreas de <strong>Matemática, Física, Química, Estatística e Biologia</strong>, além de oferecer <strong>apoio a projetos</strong>, incluindo orientação para a escrita de TCCs e relatórios.</p>		
			<h2>Como funciona?</h2>		
		<p>Os atendimentos podem ser realizados <strong>presencialmente ou de forma on-line</strong>, inclusive aos sábados. Não é obrigatório realizar agendamento prévio, mas os estudantes que agendarem o atendimento têm preferência.</p><p>Para o atendimento presencial, a Central está localizada na <strong>Sala 1110, Prédio 13 do CCNE</strong>.</p><p>Os estudantes podem consultar os horários disponíveis e realizar o agendamento por meio da página oficial da Central de Tutoria:</p><p><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/apoio-pedagogico/central-de-tutoria"><strong>Confira os horários e agende seu atendimento</strong></a></p><p>A iniciativa busca contribuir para a aprendizagem e o desenvolvimento acadêmico dos estudantes, oferecendo um espaço de apoio para aqueles que encontram dificuldades em determinados conteúdos ou precisam de orientação na elaboração de trabalhos.</p><p><em>Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</em> | <em> </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</em></a> | <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Instagram</em></a><em> e </em><em><a href="https://www.linkedin.com/company/109683370" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LinkedIn</a></em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Modelos e jogo levam acessibilidade e diversidade para a formação e as escolas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/08/14/modelos-jogo-acessibilidade-diversidade-formacao-escolas</link>
				<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 19:56:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[graduação]]></category>

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						<description><![CDATA[Recursos desenvolvidos no âmbito de projeto do PPGAUP utilizam modelos físicos e uma dinâmica de jogo para abordar diferentes experiências de uso dos espaços]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":8092,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
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<p>A experiência prática pode ajudar futuros arquitetos e urbanistas a compreender como diferentes pessoas utilizam os espaços. É a partir dessa perspectiva que a professora Vanessa Goulart Dorneles, do Departamento de Arquitetura e Urbanismo (DAU) do Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria (CT/UFSM), desenvolve materiais didáticos para o ensino de acessibilidade, ergonomia e design universal. O trabalho inclui modelos físicos utilizados na graduação e o jogo Adaptatona – Maratona de Acessibilidade, criado para levar discussões sobre diversidade humana às escolas.</p>
<p>A criação dos modelos utilizados nas aulas surgiu da experiência de Vanessa com o ensino. Segundo a professora, o contato com a bibliografia sobre estratégias didáticas reforçou a percepção de que a participação ativa favorece a aprendizagem. “Nada é melhor que a prática. Se a gente tem uma coisa que eles podem manusear, o aprendizado é muito mais efetivo”, explica.</p>
<p>O desenvolvimento dos materiais ocorreu no âmbito de um projeto de Pós-Doutorado Estratégico do PPGAUP, contemplado pelo Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação (PDPG) – Pós-Doutorado – Estratégico da CAPES, por meio do Edital nº 16/2022. A pesquisa teve como foco a criação de estratégias e recursos didáticos para o ensino de acessibilidade, ergonomia e design universal.</p>
<p>Produzidos em MDF e por impressão 3D, os materiais utilizados nas aulas de Arquitetura e Urbanismo permitem trabalhar conceitos relacionados ao ambiente construído, à ergonomia e à acessibilidade por meio da manipulação dos modelos. Um dos primeiros recursos desenvolvidos foi um modelo articulado de uma pessoa, criado para abordar questões de postura e altura.</p>
<p>O protótipo, chamado de “ergonominho”, foi desenvolvido a partir da pesquisa de Vanessa sobre estratégias didáticas em design universal e acessibilidade. A experiência levou a equipe a ampliar os recursos disponíveis para as aulas. “A gente ganhou um prêmio na Bergo, que é um congresso nacional de ergonomia aqui no país. E a partir disso, a gente começou a comentar: vamos desenvolver mais coisas que pudessem levar realmente para a sala de aula”, conta.</p>
<p>Também foram criados modelos de mobiliário, ampliando as possibilidades de representar a relação entre as pessoas e os elementos do ambiente. Para a professora Vanessa, a possibilidade de manipular os recursos torna os estudantes mais ativos no processo de aprendizagem. Em vez de receber o conteúdo de maneira passiva, eles podem observar, experimentar e refletir a partir dos próprios modelos. “Você realmente está sendo protagonista da sua formação”, afirma.</p>
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								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7950-1024x576-1-272x182.jpg" alt="IMG_7950-1024x576" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7951-1024x576-1-272x182.jpg" alt="IMG_7951-1024x576" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7959-1024x768-1-272x182.jpg" alt="IMG_7959-1024x768" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7953-1024x576-1-272x182.jpg" alt="IMG_7953-1024x576" /></figure>			
			<h2>Acessibilidade na formação profissional</h2>		
		<p>Os modelos fazem parte de um conjunto mais amplo de estratégias utilizadas pela professora Vanessa para abordar a acessibilidade no ensino. Entre as ações está o projeto de ensino Acessa Mais, que inclui vivências simuladas com cadeiras de rodas e vendas para os olhos para discutir diferentes experiências de acessibilidade, atividades para identificar barreiras no campus, percursos dialogados com pessoas com deficiência e sessões de cinema seguidas de debates sobre deficiência e capacitismo.</p>
<p>A proposta também busca mostrar aos estudantes que a acessibilidade não está restrita à aplicação de normas técnicas. Vanessa explica que arquitetos e engenheiros possuem responsabilidade direta sobre as características do ambiente construído, mas que muitas barreiras podem surgir porque as pessoas não percebem como determinada decisão interfere na experiência de quem utiliza aquele espaço.</p>
<p>A compreensão sobre a diversidade das pessoas que utilizam os espaços também aparece na maneira como os estudantes passaram a discutir seus projetos. Segundo Vanessa, os alunos demonstram maior preocupação com a acessibilidade e questionam soluções que consideram apenas os requisitos mínimos previstos nas normas.</p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7981-1024x768-1-272x182.jpg" alt="IMG_7981-1024x768" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7974-1024x768-1-272x182.jpg" alt="IMG_7974-1024x768" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7972-1024x768-1-272x182.jpg" alt="IMG_7972-1024x768" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7971-1024x768-1-272x182.jpg" alt="IMG_7971-1024x768" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7967-1024x768-1-272x182.jpg" alt="IMG_7967-1024x768" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7969-1024x768-1-272x182.jpg" alt="IMG_7969-1024x768" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7962-edited-1536x1152-1-272x182.jpg" alt="IMG_7962-edited-1536x1152" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7977-edited-1536x1152-1-272x182.jpg" alt="IMG_7977-edited-1536x1152" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7975-1024x768-1-272x182.jpg" alt="IMG_7975-1024x768" /></figure>			
			<h2>Um jogo para discutir acessibilidade nas escolas</h2>		
		<p>Enquanto os modelos utilizados nas aulas têm como foco a formação de estudantes de Arquitetura e Urbanismo, o Adaptatona – Maratona de Acessibilidade foi desenvolvido com outra finalidade: levar a discussão sobre diversidade humana e acessibilidade para as escolas.</p>
<p>A ideia surgiu a partir das discussões da equipe sobre como trabalhar o tema também antes da universidade. Vanessa explica que, embora a atividade possa ser utilizada na graduação, a intenção é ampliar o público e abordar questões como empatia e diversidade ainda na infância. “A gente tem que ensinar dentro da graduação, mas às vezes é nas escolas também que a gente vai falar sobre empatia, sobre diversidade humana”, afirma.</p>
<p>O jogo já está pronto para ser aplicado nas escolas. Na dinâmica, cada participante assume um personagem que possui uma experiência diferente em relação aos espaços da cidade. Entre eles estão uma pessoa cega, uma pessoa autista, uma pessoa idosa, uma pessoa surda, uma pessoa com obesidade e uma pessoa em cadeira de rodas.</p>
<p>Os personagens são produzidos em impressão 3D, enquanto o tabuleiro é impresso em lona. Durante a partida, um dos dados determina quantas casas o jogador deve avançar e o outro indica o local que deverá ser visitado. O objetivo é passar pelos seis espaços representados no jogo: escola, sorveteria, cinema, mercado, parque e zoológico. Vence quem conseguir completar primeiro o percurso pelos seis locais.</p>
<p>Ao longo do percurso, os jogadores encontram cartas que representam barreiras e facilitadores de acessibilidade. As cartas de barreira apresentam situações relacionadas à falta de acessibilidade, enquanto as de facilitadores representam condições que favorecem o uso dos espaços. Como cada participante joga com um personagem diferente, as situações encontradas podem afetar cada um de maneira distinta.</p>
<p>Dessa forma, o jogo permite que os participantes percebam que a cidade não é experimentada da mesma maneira por todas as pessoas. A dinâmica utiliza situações concretas para estimular a percepção sobre diversidade e acessibilidade.</p>		
			<h2>Diferentes públicos, diferentes estratégias</h2>		
		<p>Os materiais utilizados na graduação e o Adaptatona fazem parte de uma mesma iniciativa de experimentação pedagógica, mas possuem finalidades diferentes. Os modelos em MDF e impressão 3D são recursos voltados ao ensino de Arquitetura e Urbanismo e permitem trabalhar aspectos do ambiente construído, da ergonomia e do design universal.</p>
<p>O jogo, por sua vez, foi concebido para um público diferente e utiliza personagens, espaços, dados e cartas para discutir acessibilidade e diversidade com crianças nas escolas.</p>
<p>A experiência com os materiais também continua gerando novas possibilidades para as aulas. Vanessa cita, entre os próximos recursos que pretende desenvolver, modelos de cozinha, auditório e calçada. A proposta para a calçada, por exemplo, é permitir que os estudantes montem diferentes configurações de pisos táteis e experimentem sua aplicação.</p>
<p>O trabalho desenvolvido âmbito do Departamento de Arquitetura e Urbanismo aproxima o ensino da experiência concreta. Na graduação, os modelos permitem que futuros profissionais manipulem e analisem elementos relacionados ao ambiente construído. Fora da universidade, o Adaptatona amplia a discussão para as escolas e apresenta a acessibilidade a partir das diferentes formas de vivenciar os espaços.</p>		
		<p><i>Texto e fotos por Lia Guerreiro, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT-UFSM | </i><i>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em>Acesse nossos serviços de Comunicação</em></a> | <em>Siga o CT-UFSM nas redes sociais: </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Instagram</em></a><em> e </em><em><a href="https://www.linkedin.com/company/109683370" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LinkedIn</a></em></i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes de Arquitetura repensam modelos de habitação a partir da escuta de comunidade Kaingang</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/08/14/estudantes-de-arquitetura-repensam-modelos-de-habitacao-a-partir-da-escuta-de-comunidade-kaingang</link>
				<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 19:05:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=8090</guid>
						<description><![CDATA[Propostas foram desenvolvidas a partir de visitas à Retomada Vên Ga, atingida pelas enchentes de 2024, e consideram espaços coletivos, áreas verdes e referências culturais da comunidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="602" data-end="1367">O que significa projetar uma casa quando quem vai morar nela tem uma forma de viver diferente daquela que o(a) arquiteto(a) está acostumado a considerar? Para estudantes de Arquitetura e Urbanismo da UFSM, a resposta começou pela escuta. Ao conhecer a Retomada Kaingang Vẽn Ga, localizada no terreno da antiga Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro), eles perceberam que soluções comuns em projetos habitacionais, como garagens, suítes e grandes áreas para circulação de carros, nem sempre correspondiam às necessidades da comunidade. A partir dessa experiência, desenvolveram propostas que priorizam espaços coletivos, áreas verdes e elementos relacionados à cultura Kaingang — e passaram a questionar também a própria maneira de pensar a Arquitetura.</p>
<p data-start="1369" data-end="2141">As propostas foram desenvolvidas na disciplina Ateliê 4 de Arquitetura e Urbanismo, em articulação com o programa de extensão ATHIS/REURB-UFSM. A atividade partiu de uma demanda concreta da Retomada, que reúne famílias indígenas atingidas pelas enchentes de 2024 e que enfrentam, desde então, dificuldades relacionadas à moradia e à estruturação do território. Para Erni Amado, cacique da Retomada Kanhgág Vẽn Ga, a questão da moradia está ligada à própria possibilidade de as famílias reconstruírem suas vidas com segurança. Ele explica que a comunidade surgiu depois que famílias de diferentes cidades foram atingidas pelas enchentes. “Desde quando nós chegamos, a gente teve muitas dificuldades, necessidades também, a gente passa por muitas necessidades”, relata Erni.</p>
<p data-start="2143" data-end="2842">A aproximação com a comunidade fez com que os estudantes fossem além de um programa arquitetônico previamente definido. Eles visitaram a Retomada, observaram a rotina dos moradores e procuraram compreender como as famílias utilizavam os espaços. Para o professor Hugo Blois, que atua no trabalho desenvolvido pelo ATHIS/REURB-UFSM, o objetivo da Universidade não é simplesmente produzir projetos para depois executá-los, mas contribuir para que a própria comunidade reconheça possibilidades para enfrentar suas demandas. “O maior resultado que a gente pensa atingir é, assim, mobilizar a comunidade também. Porque a gente nunca vai com o espírito de fazer, mas mostrar que há caminho”, explica Hugo.</p>
<p data-start="2844" data-end="3191">As propostas elaboradas pela Universidade não têm, por si só, financiamento para execução. A contribuição está na produção de conhecimento e de projetos que possam ajudar a comunidade a avançar na busca por soluções. Segundo Hugo, a intenção é que esse trabalho ofereça instrumentos para que os moradores possam buscar caminhos para suas demandas.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:image {"id":8095,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_20260814_112842-1024x461.jpg" alt="" class="wp-image-8095" /><figcaption class="wp-element-caption">Estudantes apresentam propostas de habitação e dialogam com a comunidade da Retomada Kaingang Vẽn Ga</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading">Projetar a partir do modo de vida</h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="3322" data-end="3581">Foi a partir da escuta da comunidade que algumas escolhas de projeto começaram a mudar. Em vez de grandes áreas destinadas à circulação e ao estacionamento de veículos, as propostas priorizaram espaços para pedestres, áreas verdes e ambientes de uso coletivo.</p>
<p data-start="3583" data-end="4053">Foi justamente esse contato que levou Nicole Aosani e Cecília Zanini, estudantes do 10º semestre, a questionarem soluções que normalmente apareceriam em um projeto de habitação. “Acho que é não ter um padrão. Então a gente vai ter que entender a necessidade de cada usuário. Isso a gente já sabia, mas ver uma coisa tão diferente mesmo foi muito legal assim, de pensar fora da caixa, do padrão que a gente normalmente utiliza nas casas que a gente vai projetar”, contam.</p>
<p data-start="4055" data-end="4368">A implantação dos projetos também refletiu essa mudança. “Então ficou muita área verde. Como a gente não teve que pensar em pavimento, não tem grande área de estacionamento, não tem garagem, não tem grandes espaços para os carros circularem, é mais a parte do pedestre e muita área verde”, explicam as estudantes.</p>
<p data-start="4370" data-end="4793">A escolha dos materiais também foi influenciada pelas conversas com a comunidade. Taquara, palha, madeira e outros materiais naturais apareceram nas propostas como forma de estabelecer uma relação com elementos valorizados pelos moradores. “A gente até usou na nossa cobertura a palha, que é mais da cultura deles. Materiais assim mais naturais: a gente usou tijolinho, usou palha, usou madeira…”, relatam Nicole e Cecília.</p>
<p data-start="4795" data-end="5196">Para Erni, essa relação com os materiais não é apenas estética. O próprio nome Vẽn Ga está relacionado à taquara, elemento presente no território e também na produção de artesanato da comunidade. “Vẽn Ga, em Kaingang, quer dizer ‘Lugar das Taquaras’. Então a gente, como tem taquara ali e a gente já vem de muito tempo trabalhando com os nossos artesanatos, a gente tem muito conhecimento sobre isso.”</p>
<p data-start="5198" data-end="5646">A comunidade também apresentou aos estudantes uma concepção de espaço coletivo que não aparece necessariamente em modelos convencionais de habitação. Elisandra Ribeiro, membro da comunidade e representante das mulheres indígenas, destaca a importância de manter áreas verdes e espaços coletivos: “A gente sempre gosta de estar fazendo as nossas comidas típicas em conjunto, né? Isso daí também eu achei bem importante.”</p>
<p data-start="5648" data-end="5984">Para ela, algumas das propostas apresentadas pelos estudantes conseguiram se aproximar das necessidades da comunidade, enquanto outras ainda reproduziam soluções mais convencionais. “Teve alguns dos grupos que corresponderam às nossas necessidades”, avalia Elisandra. Ela cita como exemplo uma proposta de escola com cobertura de capim.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading">Uma experiência que modifica o olhar profissional</h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="6040" data-end="6385">A troca também exigiu que os estudantes mudassem a maneira de se comunicar. Em vez de utilizar apenas termos técnicos da Arquitetura, eles precisaram explicar as propostas de forma acessível aos moradores. “Com eles, a gente teve que ter uma comunicação mais simples, uma comunicação que não usasse termos específicos”, relatam Nicole e Cecília.</p>
<p data-start="6387" data-end="6761">Para as estudantes, o aprendizado não termina com a entrega do projeto. A experiência também modifica a maneira como pretendem trabalhar depois da graduação. Elas relacionam essa transformação a uma reflexão feita pelo professor Hugo durante a disciplina: “Isso molda um pouco de maturidade, olhar… tu te envolve com a causa e acaba levando isso para ti em outros projetos.”</p>
<p data-start="6763" data-end="7309">Essa perspectiva está relacionada ao entendimento de Hugo sobre a própria formação em Arquitetura. Para o professor, o contato com comunidades que enfrentam dificuldades de acesso à moradia e à infraestrutura também deve contribuir para formar profissionais capazes de compreender a dimensão social da profissão. “Eu acho que o curso de Arquitetura, ele também tem essa obrigação, no sentido de dar a formação do arquiteto com uma visão humanista também, que é olhar para a cidade com um olhar diferente e entender que a cidade pertence a todos.”</p>
<p data-start="7311" data-end="7526">Na Retomada Vẽn Ga, essa dimensão aparece também na necessidade de espaços destinados às crianças e ao ensino da língua indígena. Hugo relata que a comunidade busca uma escola indígena desde a chegada ao território.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading">Do projeto acadêmico a um possível caminho para a comunidade</h2>
<!-- /wp:heading -->

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<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="7593" data-end="8178">Para a comunidade, as propostas apresentadas pelos estudantes não representam apenas um exercício de sala de aula. Erni conta que ficou impressionado com diferentes projetos e que gostaria de utilizar o trabalho desenvolvido pela Universidade como referência para buscar recursos que permitam concretizar algumas das ideias. “Eu vou trabalhar com esses professores”, afirma Erni, ao explicar que pretende buscar orientações sobre quais projetos apresentam menor custo e podem contribuir para a busca de recursos junto ao poder público e à Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).</p>
<p data-start="8180" data-end="8457">A partir das propostas, a comunidade poderá avaliar quais ideias podem servir de referência para essa busca. A concretização dos projetos, no entanto, depende de outras etapas e da obtenção de recursos que não estão sob responsabilidade da disciplina ou do projeto de extensão. Para Hugo, é justamente nessa relação entre elaboração acadêmica e demanda concreta que está parte do sentido do trabalho. A Universidade contribui com conhecimento e projetos, enquanto a comunidade pode utilizar esses instrumentos para avançar na busca por soluções para o território.</p>
<p data-start="8746" data-end="9130">Para os estudantes, a experiência deixou uma reflexão que ultrapassa o projeto desenvolvido para a Retomada: antes de desenhar uma casa, é preciso compreender quem vai viver nela. O contato com a comunidade mostrou a importância de ouvir suas necessidades, compreender suas referências culturais e pensar os espaços a partir da maneira como serão vivenciados por quem vai utilizá-los.</p>
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<div class="wp-block-group"><!-- wp:heading {"level":4} -->
<h4 class="wp-block-heading"><sub><strong>Quer participar de futuras atividades?</strong></sub></h4>
<!-- /wp:heading -->

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<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<h6>As ações descritas nesta matéria fazem parte do <strong><a href="https://portal.ufsm.br/projetos/publico/projetos/view.html;jsessionid=1c595014b4f3ce076d4d6770686c?idProjeto=65957">Programa de Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social e Reurbanização de Assentamentos Humanos Precários da UFSM (ATHIS/REURB-UFSM)</a></strong>, projeto de extensão que atua na assessoria a comunidades com demandas relacionadas à habitação, à qualificação dos espaços e à regularização de assentamentos. O programa também funciona como espaço de formação em ensino, pesquisa e extensão e busca aproximar a Universidade de comunidades, órgãos públicos e outros atores envolvidos com a habitação de interesse social. Interessados em conhecer o projeto ou saber sobre futuras atividades podem entrar em contato com o coordenador, <a href="https://ufsmpublica.ufsm.br/docente/10042">Edson Luiz Bortoluzzi da Silva</a>.</h6>
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<p><em>Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</em>&nbsp;|&nbsp;<em>&nbsp;</em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</em></a>&nbsp;|&nbsp;<em>Siga o CT nas redes sociais:&nbsp;</em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Instagram</em></a><em>&nbsp;e&nbsp;</em><em><a href="https://www.linkedin.com/company/109683370" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LinkedIn</a></em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Visita do CREA-RS ao CT fortalece parceria entre universidade e conselho profissional</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/08/13/crea-rs-realiza-visita-ao-centro-de-tecnologia-da-ufsm</link>
				<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 13:35:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CREA]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=8085</guid>
						<description><![CDATA[Comitiva conheceu laboratórios, projetos e iniciativas do Centro de Tecnologia e discutiu ações voltadas à formação prática e à prestação de serviços]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7603-_1_-1024x768.jpg" alt="" />											<figcaption>A presidente do CREA-RS, Nanci Walter, acompanhada por docentes e estudantes do Escritório Modelo do Centro de Tecnologia durante a visita à UFSM.</figcaption>
										</figure>
		<p>A visita de representantes do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Sul (CREA-RS) ao Centro de Tecnologia (CT) da UFSM resultou em encaminhamentos para o Escritório Modelo e em novas possibilidades de aproximação entre a unidade e o conselho profissional. Durante três dias, a comitiva conheceu laboratórios, projetos e iniciativas desenvolvidas pelo CT, com destaque para a prestação de serviços, a formação prática dos estudantes e a atuação da universidade junto à sociedade.</p><p>A programação incluiu visitas ao SGLab, ao LADIPP, ao LMCC, ao Escritório Modelo, ao Instituto de Energia e Mobilidade (IEM) e ao GPMot, além de encontros com a Direção e equipes do Centro. Entre os temas apresentados estiveram a estrutura de prestação de serviços do CT e as parcerias desenvolvidas com a indústria e órgãos públicos para o desenvolvimento de tecnologias voltadas às necessidades da sociedade.</p><p>Para a presidente do CREA-RS, Nanci Walter, a visita possibilitou conhecer mais de perto iniciativas que ainda não eram de seu conhecimento. “O que mais me chamou a atenção é o tanto de coisa boa que é feita aqui”, destacou. Ela citou como exemplos atividades relacionadas ao controle de qualidade de estradas, à energia fotovoltaica e ao trabalho desenvolvido pelo Escritório Modelo.</p><p>Durante a passagem pelo Escritório Modelo, foram apresentadas suas áreas de atuação, a participação dos estudantes e ações desenvolvidas em resposta às demandas provocadas pelas enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024, incluindo trabalhos relacionados à reconstrução de pontes junto a prefeituras. Segundo o professor Almir Barros da Silva Santos Neto, do Departamento de Estruturas e Construção Civil, a iniciativa aproxima a universidade da sociedade e proporciona aos estudantes contato com situações reais da prática profissional.</p><p>A visita também resultou em encaminhamentos. De acordo com o professor André Lübeck, também do Departamento de Estruturas e Construção Civil, foi estabelecido um protocolo de cooperação para o registro de Certidões de Acervo Técnico (CATs) dos serviços prestados pelo Escritório Modelo. Também foi sugerida uma agenda entre o projeto e a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) para a divulgação das atividades desenvolvidas.</p><p>Para o diretor do Centro de Tecnologia, professor Maurício Sperandio, a aproximação com o CREA-RS é importante para o reconhecimento da formação oferecida pelo CT e para fortalecer a comunicação entre a unidade e o conselho profissional. Como próximo passo, o Centro pretende promover uma atividade com o CREA-RS voltada aos estudantes, para apresentar o funcionamento e a atuação do conselho.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7595-conv-paisa-1024x768.jpg" alt="" />											<figcaption>Representantes do CREA-RS conversaram com docentes e estudantes sobre as atividades desenvolvidas pelo Escritório Modelo.</figcaption>
										</figure>
		<p><em>Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</em> | <em> </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</em></a> | <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Instagram</em></a><em> e </em><em><a href="https://www.linkedin.com/company/109683370" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LinkedIn</a></em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Formandos do CT celebram diferentes  trajetórias até a conclusão da graduação</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/08/11/formandos-do-ct-celebram-diferentes-trajetorias-ate-a-conclusao-da-graduacao</link>
				<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 18:00:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Formatura]]></category>

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						<description><![CDATA[Cerimônia reuniu estudantes, familiares e amigos em uma noite marcada por histórias de mudanças, escolhas e conquistas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":8077,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_78871-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-8077" /></figure>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Para alguns, a formatura representa a realização de um sonho; para outros, o resultado de uma mudança de cidade, de uma nova etapa da vida ou de anos conciliando diferentes responsabilidades. Na noite de 7 de agosto, formandos do Centro de Tecnologia (CT) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) celebraram a conclusão da graduação acompanhados por familiares e amigos. Entre as histórias compartilhadas durante a cerimônia, diferentes caminhos levaram ao mesmo momento: a conquista do diploma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Um desses caminhos foi percorrido por Alexandre Sidrim, formando em Engenharia de Controle e Automação. Aos 55 anos, depois de seis anos de graduação, ele recebeu o diploma após uma trajetória que também inclui mestrado e o atual doutorado em Engenharia de Produção pela UFSM.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Noites e noites sem dormir, pesquisas, provas, desafios, trabalhos, parecia que não acaba nunca e hoje se concretiza tudo isso aí”, conta. Para Alexandre, a conclusão da graduação representa uma “explosão de emoções”, especialmente por ter iniciado o curso em uma fase diferente da vida. “É o tempo inteiro lutando e não desistir. E graças a Deus consegui terminar.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Se a trajetória de Alexandre foi marcada pela decisão de voltar à graduação, a de Leandro Dalla Nora começou com uma mudança. Formando em Bacharelado em Sistemas de Informação, ele saiu de Nova Palma, na Quarta Colônia, para estudar na UFSM. Deixar a casa dos pais e chegar a um lugar desconhecido fez parte de uma experiência que, segundo ele, também contribuiu para sua formação pessoal. “Era a primeira loucura que o cara resolveu fazer, saindo da casa dos pais, indo para um lugar que não conhecia, com pessoas que você não conhecia”, lembra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao longo da graduação, Leandro também enfrentou momentos difíceis relacionados à saúde de um familiar, o que, segundo ele, tornou a trajetória ainda mais desafiadora. Ainda assim, ele destaca especialmente os vínculos construídos ao longo do caminho. “Eu levo boas lembranças, bons aprendizados, uma boa construção de amizades”, afirma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para Nicolas Ayres Garcia, formando em Engenharia de Controle e Automação, a chegada ao fim do curso também reúne sentimentos diferentes. Ele resume o momento como uma mistura de “conquista, muito orgulho, alívio e felicidade”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao falar sobre a graduação, Nicolas destaca a importância das pessoas que estiveram ao seu lado durante os períodos mais difíceis. “No meio do curso a gente sempre tem uma recaída, mas quando a gente tem família e amigos junto, a gente segue em frente”, afirma. Agora, diante dos próximos desafios profissionais, ele leva consigo o conhecimento adquirido e o orgulho de ter estudado em uma universidade federal.</span></p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7900-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-8078" /></figure>
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<h2><b>Uma conquista compartilhada</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Por trás de cada diploma, também estão pessoas que acompanharam de perto os anos de graduação. Para Tânia Rodrigues, mãe do formando João Vítor Dahlke, a formatura do filho, também em Engenharia de Controle e Automação, representa uma conquista compartilhada pela família.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Todo mundo teve uma participação muito especial, esforço, dedicação, principalmente da parte dele”, afirma. Para ela, a trajetória até a formatura foi marcada por dificuldades, mas também por muitas alegrias. Entre os aspectos que considera importantes na formação do filho, Tânia destaca a participação dele em projetos que, segundo ela, poderão contribuir para sua carreira profissional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A relação entre família e universidade também aparece na história de Sílvia de Oliveira Boschetti, que acompanhou a formatura do afilhado, Lorenzo de Oliveira Licks, formando em Engenharia de Controle e Automação. Egressa da UFSM, onde se formou em Pedagogia em 1991, ela conta que a cerimônia também a fez revisitar a própria experiência como estudante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Passa um filme da história”, diz Sílvia. A relação da família com a Universidade atravessa diferentes gerações, e ela vê cada nova formatura como parte dessa história. “Cada um que se forma é um tijolinho a mais, é uma gratidão a mais pela universidade pública.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As histórias reunidas na cerimônia mostram que não existe um único caminho até a formatura. Há quem retorne aos estudos em uma fase diferente da vida, quem deixe sua cidade para começar uma nova etapa, quem encontre nos amigos e na família o apoio para seguir e quem compartilhe a conquista com gerações que também passaram pela Universidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao receber o diploma, cada formando encerra a sua própria trajetória na graduação e leva consigo as experiências, os vínculos e os aprendizados que construíram o caminho até aquele momento.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7904-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-8080" /></figure>
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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><em>Texto por Lia Guerreiro, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM<br />Fotos: Lia Guerreiro<br /></em><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em><strong>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</strong></em></a><em>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><em><strong>Facebook</strong></em></a><em> e </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><em><strong>Instagram</strong></em></a><em>!</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Parceria entre CT e Texas Tech amplia possibilidades de intercâmbio e pesquisa</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/08/11/parceria-ct-texas-tech-intercambio-pesquisa</link>
				<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 15:37:20 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>

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						<description><![CDATA[Encontro apresentou oportunidades para estudantes e pesquisadores e reforçou parceria existente entre as instituições desde 2018]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_20260807_100743855_HDR-1024x576.jpg" alt="" />											<figcaption>O diretor do CT, professor Maurício Sperandio, apresenta o professor Roland Faller, Dean do College of Engineering da Texas Tech University.</figcaption>
										</figure>
		<p>A parceria entre o Centro de Tecnologia (CT) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e o College of Engineering da Texas Tech University (TTU), dos Estados Unidos, pode ampliar as oportunidades de intercâmbio e pesquisa para estudantes e professores. A possibilidade foi discutida durante a visita do professor Roland Faller, Dean do Edward E. Whitacre Jr. College of Engineering da TTU, ao CT, na sexta-feira passada (7).</p><p>Realizada no Auditório Pércio Reis, a atividade apresentou possibilidades de colaboração nas áreas de engenharia e tecnologia e reforçou uma parceria existente entre as instituições desde 2018, que já possibilitou intercâmbios de estudantes e professores.</p><p>Para o diretor do CT, professor Maurício Sperandio, a visita reforça uma relação que pode ampliar as oportunidades de internacionalização para a comunidade acadêmica. “É muito importante oferecermos essa oportunidade de internacionalização para nossos estudantes e professores”, destaca Maurício. Segundo ele, as possibilidades incluem estágios durante a graduação, períodos de doutorado-sanduíche, pós-doutorado e missões docentes.</p>		
			<h2>Oportunidades para estudantes e pesquisadores</h2>		
										<figure>
										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_20260807_101509711-1024x576.jpg" alt="" />											<figcaption>O professor Roland Faller apresentou a estrutura e as áreas de pesquisa do College of Engineering da Texas Tech University.</figcaption>
										</figure>
		<p>Durante a apresentação, Faller apresentou a estrutura do College of Engineering e suas principais áreas de pesquisa, com destaque para energia, energia eólica, estabilidade de redes elétricas, resiliência de sistemas, segurança cibernética e outras áreas relacionadas à engenharia e tecnologia.</p><p>Ao final, estudantes e professores do CT puderam fazer perguntas sobre as possibilidades de intercâmbio e colaboração. Segundo Faller, as oportunidades são atualmente mais concentradas na pós-graduação, mas também podem contemplar estudantes de graduação. “O foco é nos estudantes de pós-graduação, mas existem definitivamente oportunidades também para estudantes de graduação”, afirmou.</p><p>Entre as possibilidades está a realização de parte da pesquisa de pós-graduação na Texas Tech. Nesses casos, estudantes e seus orientadores podem ser colocados em contato com pesquisadores da universidade norte-americana para desenvolver atividades de pesquisa em conjunto.</p><p>Faller também destacou o potencial de colaboração na área de energia, citando pesquisas em energia eólica, estabilidade de redes elétricas, veículos elétricos e outras tecnologias. “Energia, em todas as suas formas, é provavelmente a maior área” de colaboração, afirmou o professor.</p>		
			<h2>Continuidade da parceria</h2>		
										<figure>
										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_20260807_103815618_HDR-1024x576.jpg" alt="" />											<figcaption>O professor Roland Faller respondeu a perguntas de estudantes e professores do Centro de Tecnologia durante a atividade.</figcaption>
										</figure>
		<p>Para Maurício, a aproximação também pode contribuir para fortalecer os grupos de pesquisa do CT e ampliar o acesso a experiências e estruturas disponíveis na universidade norte-americana. “O acesso a laboratórios e procedimentos da TTU pode enriquecer as nossas pesquisas e possibilitar uma visão diferenciada em relação ao que temos aqui, promovendo a evolução nos nossos grupos de pesquisa e na formação dos nossos estudantes”, afirma.</p><p>O diretor explica que o acordo de cooperação vigente e o contato direto com a equipe do College of Engineering podem facilitar futuras propostas de intercâmbio e pesquisa por meio de editais de fomento. A visita reforçou, assim, uma parceria já existente entre as instituições e aproximou estudantes e professores do CT das possibilidades de formação e colaboração internacional oferecidas pela Texas Tech University.</p>		
		<p data-start="5890" data-end="6158"><em>Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</em> | <em> </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</em></a> | <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Instagram</em></a><em> e </em><em><a href="https://www.linkedin.com/company/109683370" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LinkedIn</a></em></p> ]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Engenharia Acústica da UFSM promove evento em celebração aos 10 anos da profissão e realiza IX Seminário Gaúcho de Acústica e Vibrações</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/08/10/engenharia-acustica-da-ufsm-promove-evento-em-celebracao-aos-10-anos-da-profissao-e-realiza-ix-seminario-gaucho-de-acustica-e-vibracoes</link>
				<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 14:06:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Acústica]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Acústica]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=8066</guid>
						<description><![CDATA[O curso de Engenharia Acústica da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em parceria com a Sociedade Brasileira de Acústica – Regional Rio Grande do Sul, promove, nos dias 24 e 25 de agosto de 2026, um evento técnico-científico em celebração aos 10 anos da profissão de Engenheiro(a) Acústico(a). A programação será realizada no Salão [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_8067" align="alignleft" width="169"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/Divulagacao-10anosEAC-IXSEGAV-169x300.jpeg" alt="" width="169" height="300" /> UFSM recebe evento em celebração aos 10 anos da Engenharia Acústica e a IX edição do SEGAV.[/caption]
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="369" data-end="686">O curso de Engenharia Acústica da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em parceria com a Sociedade Brasileira de Acústica – Regional Rio Grande do Sul, promove, nos dias 24 e 25 de agosto de 2026, um evento técnico-científico em celebração aos 10 anos da profissão de Engenheiro(a) Acústico(a).</p>
<p data-start="688" data-end="926">A programação será realizada no Salão Imembuí, no campus da UFSM, e contará com palestras técnicas e mesas-redondas, reunindo profissionais, pesquisadores, estudantes e demais interessados nas diferentes áreas relacionadas à acústica.</p>
<p data-start="928" data-end="1189">O evento também sediará a IX edição do Seminário Gaúcho de Acústica e Vibrações (IX SEGAV), que contará com apresentações de trabalhos técnicos, proporcionando um espaço para a divulgação de pesquisas, experiências e avanços na área de acústica e vibrações.</p>
<p data-start="1191" data-end="1459">Entre os temas que serão abordados estão sonorização, instrumentação, acústica de edificações e espaços urbanos e acústica industrial, áreas que possuem caráter multidisciplinar e dialogam com diferentes cursos de graduação e pós-graduação do Centro de Tecnologia.</p>
<h3 data-section-id="hfz8fi" data-start="1461" data-end="1475">Inscrições</h3>
<p data-start="1477" data-end="1557">As inscrições estão abertas e podem ser realizadas por meio da plataforma Even3:</p>
<p data-start="1559" data-end="1596"><a href="https://www.even3.com.br/ix-segav-eac10anos-741196/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener">Inscrições para o IX SEGAV e EAC10anos</a></p>
<p data-start="1598" data-end="1711"><strong data-start="1598" data-end="1610">Data:</strong> 24 e 25 de agosto de 2026<br data-start="1636" data-end="1639" /><strong data-start="1639" data-end="1652">Local:</strong> Salão Imembuí – Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)</p>
<p data-start="1713" data-end="1955">O evento é uma oportunidade para estudantes, docentes, pesquisadores e profissionais ampliarem seus conhecimentos, conhecerem pesquisas e aplicações relacionadas à acústica e vibrações e estabelecerem conexões com diferentes áreas de atuação.</p>
<p data-start="1957" data-end="2074" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><strong data-start="1957" data-end="1972">Realização:</strong> Curso de Engenharia Acústica da UFSM e Sociedade Brasileira de Acústica – Regional Rio Grande do Sul.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><p data-start="5890" data-end="6158"><em>Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</em> | <em> </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</em></a> | <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Instagram</em></a><em> e </em><em><a href="https://www.linkedin.com/company/109683370" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LinkedIn</a></em></p>
 ]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>HackaTruck MakerSpace chega à UFSM com palestras de apresentação nos dias 19 e 20 de agosto</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/08/06/hackatruck-makerspace-chega-a-ufsm-com-palestras-de-apresentacao-nos-dias-19-e-20-de-agosto</link>
				<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 12:40:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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						<description><![CDATA[ A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) receberá, nos dias 19 e 20 de agosto, as palestras de apresentação do HackaTruck MakerSpace, uma das maiores iniciativas de capacitação tecnológica do país. O programa é gratuito e voltado a estudantes de Instituições de Ensino Superior, oferecendo formação em tecnologias de ponta e oportunidades de desenvolvimento profissional. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->		
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											<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/image.jpg" data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-title="image HT" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjgwNTciLCJ1cmwiOiJodHRwczpcL1wvd3d3LnVmc20uYnJcL2FwcFwvdXBsb2Fkc1wvc2l0ZXNcLzM3NVwvMjAyNlwvMDhcL2ltYWdlLmpwZyJ9">
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											<figcaption></figcaption>
										</figure>
		<p style="line-height: 100%;margin-bottom: 0cm"> A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) receberá, nos dias 19 e 20 de agosto, as palestras de apresentação do HackaTruck MakerSpace, uma das maiores iniciativas de capacitação tecnológica do país. O programa é gratuito e voltado a estudantes de Instituições de Ensino Superior, oferecendo formação em tecnologias de ponta e oportunidades de desenvolvimento profissional.<br /><br />Para apresentar a iniciativa à comunidade acadêmica, a UFSM receberá Priscila Monte Alegre Martins, do Instituto de Pesquisas Eldorado, que conduzirá um bate-papo sobre o funcionamento do programa, as oportunidades oferecidas e as formas de participação.<br /><br />O HackaTruck MakerSpace promove a capacitação em Inteligência Artificial (IA), Computação em Nuvem, Programação Swift e Internet das Coisas (IoT), unindo conteúdo teórico e atividades práticas em um ambiente maker, colaborativo e inovador. A iniciativa busca aproximar os estudantes das tecnologias emergentes e contribuir para a formação de profissionais preparados para os desafios do mercado.<br /><br />As palestras são abertas à comunidade acadêmica e representam uma oportunidade para estudantes de todos os cursos conhecerem o projeto, esclarecerem dúvidas e entenderem como participar das próximas etapas do programa.<br /><br /><u> Programação</u>:<br /><br />- 19 de agosto (quarta-feira)<br />- 14h<br />Auditório do CCSH – Prédio 74C<br /><br />- 20 de agosto (quinta-feira)<br />- 9h<br />Auditório do CRS-INPE<br /><br />Os participantes receberão certificado de participação.<br /><br />As inscrições para as palestras podem ser realizadas pelo sistema de eventos da UFSM, por meio do link:<br /><a href="https://portal.ufsm.br/concursos/inscricao/opcoes.html?edicao=5264" target="_blank" rel="noopener">https://portal.ufsm.br/concursos/inscricao/opcoes.html?edicao=5264 </a><br />As inscrições para o curso EAD do HackaTruck terão início em 17 de agosto, e novas informações sobre essa etapa serão divulgadas em breve.<br /><br />Mais informações podem ser acompanhadas pelos canais oficiais do projeto e da InovaTec UFSM:<br /><br />Instagram da InovaTec UFSM: <a href="https://www.instagram.com/inovatec.ufsm/" target="_blank" rel="noopener">https://www.instagram.com/inovatec.ufsm/</a><br />Site do HackaTruck: <a style="font-size: 1rem" href="https://hackatruck.com.br/" target="_blank" rel="noopener">https://hackatruck.com.br/</a></p><p data-start="5890" data-end="6158"><em>Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</em> | <em> </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</em></a> | <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Instagram</em></a><em> e </em><em><a href="https://www.linkedin.com/company/109683370" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LinkedIn</a></em></p>
 ]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Palestra no CT apresenta oportunidades para além da sala de aula aos ingressantes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/08/04/palestra-no-ct-apresenta-oportunidades-para-alem-da-sala-de-aula-aos-ingressantes</link>
				<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 19:18:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Acolhe CT]]></category>
		<category><![CDATA[assistência estudantil]]></category>
		<category><![CDATA[Ingressantes]]></category>
		<category><![CDATA[Vida acadêmica]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=8048</guid>
						<description><![CDATA[Programação reuniu Reitoria, Direção do Centro, PRAE e estudantes veteranos para apresentar a estrutura da UFSM, serviços de apoio e experiências de quem aproveitou também oportunidades de pesquisa, extensão e internacionalização]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Ingressar em um curso de Engenharia significa começar uma formação profissional, mas também descobrir oportunidades que podem transformar a trajetória acadêmica. Foi essa a mensagem do acolhimento promovido pelo Centro de Tecnologia (CT) da UFSM aos estudantes ingressantes de Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica e Engenharia Química, na tarde da última segunda-feira, 03 de agosto de 2026, no auditório Pércio Reis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao longo da programação, Reitoria, Direção do CT, Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE) e estudantes veteranos apresentaram aos novos alunos a estrutura da Universidade, serviços de apoio à vida acadêmica e diferentes possibilidades de participação em pesquisa, extensão, equipes de competição, internacionalização e outras atividades. Embora cada participação tenha abordado um aspecto da vida universitária, a mensagem foi a mesma: a graduação vai muito além da sala de aula, e aproveitar as oportunidades disponíveis pode fazer diferença na formação acadêmica, profissional e pessoal.</span></p>
<h2><b>Uma universidade de oportunidades</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Na abertura do encontro, a reitora da UFSM, professora Martha Adaime, apresentou aos ingressantes a estrutura da Universidade e destacou que a vida acadêmica envolve muito mais do que as disciplinas do curso. Ela incentivou os estudantes a conhecerem os espaços, os serviços e as oportunidades oferecidas pela instituição, ressaltando que a UFSM dispõe de uma rede de apoio para acompanhar os alunos ao longo da graduação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na sequência, o diretor do Centro de Tecnologia, Mauricio Sperandio, apresentou a estrutura do CT e reforçou que pesquisa, extensão, empresas juniores, grupos PET e equipes de competição fazem parte da formação oferecida pelo Centro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A programação também contou com a participação da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE), que apresentou os serviços de assistência e permanência oferecidos pela UFSM. Entre eles, estão benefícios voltados a estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica, como auxílio alimentação, moradia, transporte e material pedagógico, além de apoio à participação em eventos, bolsas de permanência e serviços de saúde física e mental, incluindo acolhimento psicossocial e atendimento odontológico.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:image {"id":8049,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_20260803_143509-1024x461.jpg" alt="" class="wp-image-8049" /><figcaption class="wp-element-caption">Direção do CT e estudantes convidados participaram da programação de acolhimento, apresentando oportunidades e compartilhando experiências com os ingressantes.</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Confiar no próprio potencial também faz parte da formação</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O estudante de Engenharia Elétrica Sóstenes Silva afirmou que a principal mudança que faria se estivesse começando a graduação ontem seria acreditar mais em si mesmo. Há três anos, ele deixou São Luís (MA) para iniciar a graduação na UFSM sem saber exatamente o que encontraria pela frente.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Ao longo da formação, passou a enxergar os desafios da Engenharia como oportunidades para desenvolver soluções. "Engenharia é isso: é passar por cima de barreiras, é vencer desafios, é construir soluções onde as pessoas comuns não veem soluções.", afirmou confiante.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Seu conselho aos ingressantes foi confiar no próprio potencial, enfrentar os desafios e aproveitar a oportunidade de estudar na Universidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Relações construídas na graduação também podem abrir caminhos</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O egresso de Engenharia Civil Junior Fragoso Cousseau levou a conversa para outro aspecto da vida universitária: as relações construídas ao longo da graduação.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Hoje atuando no mercado de trabalho e cursando pós-graduação na UFSM, ele destacou a importância de confiar em si mesmo e de valorizar os colegas. Para ele, networking não significa apenas aproximar-se de profissionais experientes. As amizades construídas durante a graduação também podem abrir portas no futuro. Como exemplo, contou que um colega de curso acabou sendo justamente quem o ajudou a conquistar uma oportunidade de estágio.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Junior também procurou desconstruir uma percepção comum entre quem está começando a Engenharia: a ideia de que os profissionais formados necessariamente encontrarão dificuldades para ingressar no mercado de trabalho. Segundo ele, quem aproveita as oportunidades oferecidas durante a graduação, desenvolve experiências e constrói uma boa rede de contatos tende a chegar mais preparado e ampliar as possibilidades de inserção profissional.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading"><strong>"Eu teria me arriscado mais", conta formanda de Engenharia Civil</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A formanda de Engenharia Civil Estefani Schütz Cheiram contou que aproveitou intensamente as oportunidades que surgiram durante a graduação, participando de empresa júnior, estágio e iniciação científica. Mesmo assim, olhando para trás, acredita que deveria ter se permitido experimentar áreas nas quais não se sentia tão confiante. "O que eu teria feito de diferente é me arriscar naquilo em que eu achava que não era boa." , reflete.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo Estefani, a graduação também é um período de autoconhecimento, em que os estudantes descobrem tanto aquilo de que gostam quanto as competências que desejam desenvolver.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Da iniciação científica ao intercâmbio em Portugal</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O estudante de Engenharia Química José Lúcio Bauer Vieira apresentou uma trajetória marcada pela diversidade de experiências. Atualmente no oitavo semestre, participou de iniciação científica desde o primeiro semestre, iniciou um projeto de extensão no terceiro, integrou a organização da Semana Acadêmica da Engenharia Química e passou a participar de um programa de formação de recursos humanos da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Mais recentemente, foi selecionado para um intercâmbio em Portugal, onde estudará no próximo ano.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A trajetória foi apresentada aos ingressantes como exemplo das possibilidades que podem surgir quando o estudante aproveita os diferentes espaços oferecidos pela Universidade. "Vão ter muitas coisas para se fazer fora da sala de aula. E eu acho que é muito importante isso: que a gente aproveite essas oportunidades.", aconselhou. Para José Lúcio, a formação profissional também envolve competências desenvolvidas fora das disciplinas, como trabalho em equipe, organização, relacionamento e convivência.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Ao mesmo tempo, fez um alerta: aproveitar oportunidades não significa transformar a graduação em uma corrida permanente por produtividade. Também é preciso construir amizades, conviver e viver intensamente a experiência universitária. Ao final, deixou uma mensagem aos novos estudantes: "Tentem, aproveitem e, de fato, vivam muito intensamente esses próximos semestres que vocês vão estar aqui dentro."</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Fazer amigos também faz parte da formação</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A importância das relações construídas na universidade também foi destacada pelo diretor do Centro de Tecnologia, Maurício Sperandio. Ele incentivou os ingressantes a formarem grupos de estudos e cultivarem amizades, ressaltando que essas relações ajudam tanto na vida acadêmica quanto na construção de redes profissionais. "Façam amigos, conversem, grupo de estudos é algo fundamental para sobreviver na Engenharia.", incentivou.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O diretor também lembrou que nem todas as oportunidades surgem imediatamente. Caso um estudante não seja selecionado para um grupo PET, empresa júnior ou outra atividade de interesse, novas possibilidades continuarão aparecendo ao longo da graduação. Ou seja, "não se afobem se não passou na primeira seleção de um grupo PET ou de uma Empresa Júnior. [...] As oportunidades continuam, sempre vai surgir uma nova vaga."</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Ao final do acolhimento, uma ideia esteve presente nas falas da gestão universitária e dos estudantes convidados: não existe uma única maneira de viver a graduação. Pesquisa, extensão, estágios, equipes de competição, intercâmbio, convivência e experiências acadêmicas podem abrir diferentes caminhos, cabendo a cada estudante descobrir aqueles que fazem mais sentido para sua trajetória.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":8050,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_20260803_135949-1024x461.jpg" alt="" class="wp-image-8050" /><figcaption class="wp-element-caption">O diretor do Centro de Tecnologia, Maurício Sperandio, destacou as oportunidades acadêmicas e incentivou os novos estudantes a aproveitarem a experiência universitária desde os primeiros semestres.</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</em> | <em> </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</em></a> | <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Instagram</em></a><em> e <a href="https://www.linkedin.com/company/109683370" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LinkedIn</a></em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CT mapeia projetos de extensão para aproximar oportunidades dos estudantes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/08/03/ct-inicia-diagnostico-da-extensao-para-ampliar-acesso-dos-estudantes-aos-projetos</link>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 14:36:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=8040</guid>
						<description><![CDATA[Diagnóstico nos cursos de graduação pretende compreender como a curricularização da extensão está sendo desenvolvida e ampliar o acesso dos alunos aos projetos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="isSelectedEnd">A extensão pode ser uma oportunidade para os estudantes aplicarem conhecimentos da graduação, desenvolverem novas habilidades e entrarem em contato com demandas da sociedade. No Centro de Tecnologia (CT) da UFSM, projetos de extensão estão em desenvolvimento em diferentes áreas e podem ser consultados pelos estudantes por meio do Portal de Projetos. O desafio identificado pela Articulação de Extensão é aproximar essa oferta dos alunos e ajudá-los a encontrar iniciativas relacionadas aos seus interesses e à sua formação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para compreender como a curricularização da extensão está sendo desenvolvida nos cursos e quais são as principais necessidades de cada área, a Articulação de Extensão do CT iniciou um diagnóstico que envolve entrevistas com coordenadores de curso e responsáveis por projetos extensionistas. O levantamento também busca identificar boas práticas e subsidiar estratégias para fortalecer a extensão no Centro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o articulador de extensão do CT, professor Samuel Valduga, o principal desafio não está na existência de projetos, mas em fazer com que os estudantes conheçam as oportunidades disponíveis. “Não falta projeto. O que precisamos é encontrar formas de fazer com que os alunos conheçam essas oportunidades e consigam identificar quais fazem mais sentido para sua formação”, afirma.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com informações da Subdivisão de Projetos, o número de projetos de extensão ativos pode variar conforme os critérios utilizados nos relatórios de consulta. Na consulta realizada para esta matéria, <a href="https://portal.ufsm.br/ufsm-em-numeros/publico/painel.html?categoria=451" target="_blank" rel="noopener">o painel público UFSM em Números registrava 199 projetos de extensão ativos no CT</a>. A unidade também dispõe de relatórios internos que permitem detalhar os projetos registrados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mais do que conhecer a quantidade de iniciativas existentes, o diagnóstico busca compreender como os estudantes podem se aproximar delas. <a href="https://portal.ufsm.br/projetos/index.html" target="_blank" rel="noopener">Os projetos ativos podem ser consultados por qualquer pessoa no Acesso Público do Portal de Projetos</a>, com exceção daqueles protegidos por sigilo relacionado à propriedade intelectual ou industrial. A ferramenta permite pesquisar projetos por termos do título, nome de docentes e unidade ou departamento responsável, além de gerar listas de iniciativas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os estudantes também podem conhecer projetos a partir das áreas de atuação de seus professores, por meio do currículo Lattes, do Portal de Projetos ou de conversas com docentes e colegas. Eventos acadêmicos, como a Jornada Acadêmica Integrada e o CTec Talks, também podem ser espaços para conhecer iniciativas desenvolvidas no Centro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outra possibilidade é buscar diretamente a participação em projetos. Segundo a Subdivisão de Projetos, o envolvimento pode começar de forma voluntária, mesmo sem bolsa, e é possível participar desde os primeiros semestres da graduação. Os estudantes também podem integrar projetos desenvolvidos em outras unidades de ensino da UFSM, o que amplia as possibilidades de experiências multidisciplinares e interprofissionais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A participação em projetos de extensão pode contribuir para que conhecimentos trabalhados em sala de aula sejam aplicados em situações concretas. As atividades também possibilitam o desenvolvimento de habilidades como trabalho em equipe, comunicação, comprometimento e relacionamento interpessoal, além de aproximar a formação acadêmica das demandas da sociedade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para o professor Valduga, tornar esse processo mais claro exige compreender as particularidades de cada curso. “O principal desafio ainda é tornar a extensão mais clara. A curricularização é um processo relativamente novo para a maior parte dos cursos, então estamos buscando entender como ela está sendo desenvolvida e quais são as particularidades de cada área”, explica.</p>
<p class="isSelectedEnd">A bolsista da Articulação de Extensão, Bruna, que participa das entrevistas, também destaca a diversidade encontrada entre os cursos. “Cada curso tem características e necessidades diferentes. Algumas experiências funcionam melhor em determinadas áreas do que em outras. O desafio é compreender essas diferenças para pensar ações que atendam às especificidades de cada curso”, destaca.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as possibilidades discutidas durante o diagnóstico estão mecanismos que facilitem a visualização e a divulgação dos projetos, como mapas de iniciativas, trilhas de formação extensionista e outras ferramentas de orientação aos estudantes. As propostas ainda estão em estudo e deverão subsidiar o planejamento da Articulação de Extensão após a conclusão do levantamento.</p>
<p>A extensão, nesse contexto, pode funcionar como uma ponte entre a universidade e a sociedade. Ao mesmo tempo em que estudantes e professores compartilham conhecimentos com diferentes comunidades, os projetos permitem identificar necessidades sociais, econômicas e ambientais e construir respostas a partir do encontro entre conhecimentos científicos e saberes da sociedade.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><i>Texto por Lia Guerreiro, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM.</i></p>
<p><i>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </i><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><b><i>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</i></b></a><i>! Siga o CT nas redes sociais: </i><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><b><i>Facebook</i></b></a><i> e </i><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><b><i>Instagram</i></b></a><i>!</i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CT escolhe representantes para o Prêmio Destaque Extensionista da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/07/17/ct-escolhe-representantes-para-o-premio-destaque-extensionista-da-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 14:52:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Destaque Extensionista]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Reconhecimento Extensionista]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=8019</guid>
						<description><![CDATA[Professora Morgana Pizzolato e a técnica-administrativa Carolina Zulian Boeira foram reconhecidas por trajetórias de impacto na extensão universitária]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":8022,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/07/IMG_20260714_094250-1-1024x461.jpg" alt="" class="wp-image-8022" /><figcaption class="wp-element-caption">As homenageadas do Prêmio Reconhecimento Extensionista do CT 2026, Carolina Zulian Boeira e professora Morgana Pizzolato, ao lado de representantes da Direção e da Subdivisão de Projetos (SPROJ) do Centro de Tecnologia.</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="2567" data-end="3246">O Centro de Tecnologia (CT) reconheceu as trajetórias extensionistas da professora Morgana Pizzolato e da técnica-administrativa Carolina Zulian Boeira, selecionadas para representar a unidade no Prêmio Destaque Extensionista da UFSM. A escolha valoriza ações que aproximam a universidade da sociedade por meio da formação de estudantes, da prestação de serviços especializados e do desenvolvimento tecnológico.</p>
<p data-start="3248" data-end="3406">As duas agora representarão o Centro de Tecnologia na etapa institucional do Prêmio Destaque Extensionista, promovido pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE).</p>
<p data-start="3408" data-end="3833">Mais do que reconhecer trajetórias individuais, a seleção destaca a diversidade de formas pelas quais a extensão universitária se materializa no CT. Entre elas está a prestação de serviços tecnológicos, modalidade prevista na Política de Extensão da UFSM, que aproxima universidade, setor produtivo e sociedade por meio da oferta de serviços especializados, capacitações e desenvolvimento de soluções para demandas reais.</p>
<p data-start="3835" data-end="4402">Ao longo de sua trajetória extensionista, Morgana Pizzolato coordenou e participou de cerca de 30 ações de extensão, envolvendo mais de 500 estudantes, atendendo aproximadamente 100 empresas e beneficiando cerca de mil pessoas. Suas iniciativas nas áreas de qualidade, metrologia, inovação tecnológica e melhoria de processos contribuíram para fortalecer a infraestrutura tecnológica regional e consolidar uma estrutura permanente de interação entre universidade e sociedade.</p>
<p data-start="4404" data-end="4866">Entre os resultados destacados em seu memorial estão a ampliação do acesso a serviços especializados de metrologia e qualidade, a formação prática de estudantes em ambientes profissionais, a produção de pesquisas aplicadas e o fortalecimento da participação feminina nas ações extensionistas desenvolvidas pelo Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ).</p>
<p data-start="4868" data-end="5358">Representando a categoria dos técnico-administrativos em educação, Carolina Zulian Boeira teve sua atuação reconhecida pelo trabalho desenvolvido na gestão da qualidade dos laboratórios do CT. Desde 2023, participa de ações que fortalecem o Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ), contribuindo para a manutenção de laboratórios acreditados, a organização de atividades de capacitação e a integração entre estudantes, pesquisadores, empresas e comunidade.</p>
<p data-start="5360" data-end="5888">Seu memorial destaca a atuação na manutenção dos processos que garantem a confiabilidade dos serviços laboratoriais oferecidos à sociedade, além do acompanhamento de estudantes em atividades de formação e da participação em ações de divulgação da cultura da qualidade. O programa reúne laboratórios que prestam serviços especializados para empresas de diferentes estados brasileiros e também do exterior, aproximando o conhecimento produzido na universidade das demandas do setor produtivo.</p>
<p data-start="5890" data-end="6158">A seleção foi conduzida por um grupo de trabalho formado pela Direção do CT, pela Subdivisão de Projetos (SPROJ) e pela Comissão Permanente de Extensão. A cerimônia de homenagem às homenageadas será realizada em uma das próximas reuniões do Conselho do Centro de Tecnologia.</p>
<hr />
<p data-start="5890" data-end="6158"><em>Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</em> | <em> </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</em></a> | <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Instagram</em></a><em> e </em><em><a href="https://www.linkedin.com/company/109683370" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LinkedIn</a></em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        