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			<title>CT - Feed Customizado RSS</title>
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				<title>Maior veículo solar do mundo, SolarButterfly visita a UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/09/19/maior-veiculo-solar-do-mundo-solarbutterfly-visita-a-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 19:28:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Bombaja H2]]></category>
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						<description><![CDATA[Projeto suíço em forma de borboleta estacionou no Centro de Tecnologia para promover soluções sustentáveis antes de seguir rumo à COP 30, em Belém do Pará]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":7307,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/09/20250919_124439-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-7307" /><figcaption class="wp-element-caption">SolarButterfly em frente ao CT</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Santa Maria recebeu, nesta sexta-feira (19/09), o SolarButterfly, o maior veículo movido a energia solar do mundo. A tripulação do veículo, que partiu da Suíça, está na reta final de uma jornada de quatro anos ao redor do planeta, tendo percorrido até então mais de 86 mil quilômetros em 43 países. O grupo foi recebido na UFSM por professores e estudantes do <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgee">Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica (PPGEE)</a></em></strong> do Centro de Tecnologia (CT).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Depois da chuva do começo da manhã, o sol voltou junto da chegada do veículo - fundamental para recarregar as baterias do SolarButterfly, que conta com 80m² de painéis solares. O veículo ficou estacionado em frente ao prédio principal do CT e esteve aberto para visitação da imprensa e dos estudantes. À tarde, a equipe fez uma apresentação, no auditório Pércio Reis, onde os suíços Simon Hofmann e Reto Baumann compartilharam as experiências da expedição e responderam perguntas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7308,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/09/20250919_122429-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-7308" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading">O SolarButterfly</h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Com formato inovador, o <strong><em><a href="https://www.instagram.com/solarbutterflytour/">SolarButterfly</a></em></strong> é uma <em>tiny house</em> autônoma em forma de borboleta, com 9 metros de comprimento. O projeto é rebocado por um carro elétrico e é abastecido por asas solares retráteis, que geram energia suficiente para percorrer até 200 km por dia sem qualquer emissão de poluentes. Idealizado pelo pioneiro solar Louis Palmer e desenvolvido pela <strong><em><a href="https://www.unilu.ch/en/">Universidade de Lucerna (HSLU)</a></em></strong>, na Suíça, é o primeiro veículo do mundo construído em grande parte com garrafas PET recicladas retiradas do oceano.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em seu interior, a casa sobre rodas conta com uma cozinha completa, quatro camas, chuveiro e espaços de trabalho e oficina. A missão central do projeto, uma iniciativa de uma ONG (<strong><em><a href="https://solarbutterfly.org/">https://solarbutterfly.org/</a></em></strong>), é promover a sustentabilidade e apresentar ao público soluções economicamente viáveis para os problemas causados pelas mudanças climáticas. Envolvendo uma equipe de mais de 100 pessoas, o projeto do SolarButterfly já reuniu centenas de inovações de fácil aplicação e vem visitando escolas em vários continentes para sensibilizar os jovens acerca das tecnologias sustentáveis.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<p>Simon Hofmann, um dos tripulantes do SolarButterfly, aponta que "a ideia nasceu durante a pandemia, com a visão de demonstrar que já é possível viajar e viver completa e suficientemente sem o uso de energia vinda de combustíveis fósseis". Ele explica a origem do nome, uma metáfora sobre a transformação que deve inspirar o modo de vida dos humanos:</p>
<p>"Como uma borboleta, que se transforma ao longo de sua jornada, coletamos também outras soluções que encontramos em todo o mundo, que já existem e que funcionam para frear o aquecimento global e para dar à próxima geração um planeta para viver em uma situação confortável. E isso é incrível! Por exemplo, encontramos um engenheiro na Alemanha que construiu pequenas turbinas em forma de peixe que, inseridas nos riachos, geram energia para vilarejos inteiros. Na Finlândia, descobrimos um inventor que está aquecendo areia em silos durante o verão e no inverno ele usa o calor para gerar aquecimento e energia para sua casa".</p>

<!-- wp:paragraph -->
<p>Após passar pela África e desembarcar recentemente no Uruguai, o SolarButterfly segue viagem pelo Brasil até Belém (PA), para a <strong><em><a href="https://cop30.br/pt-br">COP 30</a></em></strong>, em novembro, com destino final na Colômbia. Simon destaca: "Estamos indo a Belém para participar da próxima Conferência do Clima, onde políticos de todo o mundo estão se juntando. Gostaríamos de apresentar para eles o projeto SolarButterfly e todas as soluções que já coletamos, para lhes dizer que agora é hora de parar de falar e começar a agir, as soluções estão aqui". Até o fim da viagem, a equipe pretende totalizar os 100 mil quilômetros rodados, levando a mensagem da sustentabilidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading">CT-UFSM: protagonismo em mobilidade sustentável</h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:image {"id":7309,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/09/20250919_124643-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-7309" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Centro de Tecnologia da UFSM foi escolhido como ponto de parada estratégico devido ao seu protagonismo nas pesquisas sobre mobilidade alternativa à combustão. Além do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica, anfitrião da visita e <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgee/2022/09/15/ppgee-ufsm-alcanca-o-conceito-7-nota-maxima-da-capes">um dos melhores cursos da área no país</a></em></strong>, há outras iniciativas de destaque na área. Dentre elas: o <strong><em><a href="https://iemufsm.com.br/">Instituto de Energia e Mobilidade (IEM</a></em></strong>, antigo INRI), que desenvolve projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação em parceria com o setor industrial e elétrico; as pesquisas do <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/grupos/gpmot">Grupo de Pesquisas em Motores, Combustíveis e Emissões (GPMOT)</a></em></strong>; e o novo grupo de competição, Bombaja H2, que está desenvolvendo <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/08/11/bombaja-h2-estreia-com-destaque-em-competicao-nacional-de-veiculos-movidos-a-hidrogenio">um protótipo movido a hidrogênio</a></em></strong>. A acolhida à equipe envolveu também membros do <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgee/ieee-student-branch">Ramo Estudantil do IEEE UFSM</a></em></strong>.<br><br>Simon disse que a decisão de vir a Santa Maria se deu por sugestão de Louis Palmer, que é quem organiza o roteiro da viagem. "É uma universidade enorme, serve bem para nosso projeto e eu espero que nosso projeto também sirva para sua Universidade; estou orgulhoso de estar aqui", afirmou Simon.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7310,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/09/IMG-20250919-WA0023-1024x770.jpg" alt="" class="wp-image-7310" /><figcaption class="wp-element-caption">SolarButterfly com as "asas" fechadas</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<p><em>Por Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM.</em><br /><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em><strong>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</strong></em></a><em>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><em><strong>Facebook</strong></em></a><em> e </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><em><strong>Instagram</strong></em></a><em>!</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Representatividade feminina aumenta nas equipes de competição do CT</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/09/01/representatividade-feminina-aumenta-nas-equipes-de-competicao-do-ct</link>
				<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 18:06:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[automobilismo]]></category>
		<category><![CDATA[bombaja]]></category>
		<category><![CDATA[Bombaja H2]]></category>
		<category><![CDATA[carancho]]></category>
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		<category><![CDATA[PerspeCTiva Feminina]]></category>
		<category><![CDATA[tau rocket]]></category>

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						<description><![CDATA[Desafiando estereótipos, protagonismo das mulheres fortalece a diversidade nas equipes de competição estudantil]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":7189,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/08/IMG_1280-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-7189" /><figcaption class="wp-element-caption">Membras da equipe Formula UFSM na estreia do carro Ares</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Durante décadas, o automobilismo e as áreas de tecnologia foram ambientes dominados por homens, reforçando estereótipos que afastam mulheres de posições técnicas e de liderança. No Centro de Tecnologia da UFSM esse cenário vem mudando. Cada vez mais alunas têm conquistado espaço em equipes de competição estudantil, não apenas participando, mas liderando a dinâmica desses projetos.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Nas equipes de automobilismo essa mudança é visível. Equipes como <strong><em><a href="https://www.instagram.com/formulaufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Formula UFSM</a></em></strong>, <strong><em><a href="https://www.instagram.com/Bombaja.ufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Bombaja</a></em></strong> e <strong><em><a href="https://www.instagram.com/bombajah2.ufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Bombaja H2</a></em></strong> vêm registrando presença feminina em funções estratégicas. No Bombaja, 36% dos integrantes são mulheres; as alunas atuam em subsistemas como suspensão, financeiro, marketing e cálculo estrutural. Na H2, elas integram 50% da equipe, participando de setores decisivos e técnicos. No Formula UFSM são cerca de 33% e colaboram em áreas centrais como chassis, dinâmica e comunicação.&nbsp;</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Eduarda Fardin, acadêmica de Química Licenciatura e gerente de projeto e célula combustível da Bombaja H2, comenta: “Dentro da nossa equipe, buscamos equidade entre homens e mulheres, e cada participação é valorizada”. Eduarda </span><a href="https://ufsm.br/r-375-7120"><b><i>foi sozinha representando a equipe na primeira competição que fizeram parte</i></b></a><span style="font-weight: 400">. “Quando eu cheguei sozinha, todas as equipes me acolheram, mas principalmente as mulheres, porque realmente é questão de sororidade entre as mulheres, são as mulheres apoiando as mulheres”. Essa atuação inspira outras estudantes a se envolverem nas equipes e reforça a importância da diversidade.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7191,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/08/IMG-20250802-WA0181-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-7191" /><figcaption class="wp-element-caption">Eduarda Fardin representando a equipe Bombaja H2 na competição</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Mais do que ocupar vagas, essas estudantes desafiam preconceitos e mostram que competência e liderança não têm gênero. Embora a representatividade ainda seja menor que a masculina, o aumento do número de participantes demonstra uma mudança gradual no cenário e pode servir de estímulo para que mais mulheres se interessem por áreas ligadas ao automobilismo e à engenharia.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Acadêmica de Fabricação Mecânica e chefe do subsistema de chassis do Formula, Verônica Chary expressa: “Acho que há poucas mulheres nas equipes, porém é um número que está crescendo a cada processo seletivo que temos. Acredito que acontece por não termos tanto incentivo e apoio para começar e continuar. Acredito também que, uma vez que entramos e assumimos algum tipo de cargo, sempre somos questionadas.”</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Fora do automobilismo, as demais equipes do CT também destacam a participação feminina em projetos inovadores. A <strong><em><a href="https://www.instagram.com/taurabots/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Taura Bots</a></em></strong> é uma equipe de robótica, a <strong><em><a href="https://www.instagram.com/caranchoufsm/">Carancho</a></em></strong> desenvolve projetos de aerodesign, e a <strong><em><a href="https://www.instagram.com/taurocketteam/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tau Rocket Team</a></em></strong> atua na área aeroespacial. Nessas equipes, as estudantes conquistam espaços importantes, contribuindo com ideias, liderando subsistemas e participando ativamente da tomada de decisões. Esses exemplos mostram que a participação feminina amplia a representatividade, do mesmo modo que transforma a dinâmica das equipes com colaboração e protagonismo.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Ilzy Vieira, acadêmica de Engenharia Aeroespacial e gerente de propulsão da Tau Rocket relatou sobre vivência na equipe: ”É uma equipe em que eu sinto que não tenho o peso de todas as minhas ações e atitudes estarem sendo assistidas e julgadas de alguma forma. Passei muito tempo de 2024 trabalhando e adaptando as peças do motor, e ter elas em mãos me fez comprovar que eu realmente fiz ele.”</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7193,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/08/PHOTO-2025-08-19-16-12-02-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-7193" /><figcaption class="wp-element-caption">Ilzy Vieira representando a equipe Tau Rocket em palestra</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A acadêmica de Engenharia Aeroespacial Maria Eduarda Caldas foi <span style="font-weight: 400">capitã da equipe Carancho.</span> Durante sua direção, a equipe conquistou o terceiro lugar na 26° da SAE Brasil AeroDesign Classe Micro: “Eu realmente sinto que meu papel foi valorizado. Mostrar uma participação mais marcante das mulheres... Eu acho que isso tira, de certa forma, esse estigma de que é um ambiente majoritariamente masculino”</span>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">As entrevistadas reforçam a importância do protagonismo feminino no CT e refletem trajetórias de coragem, dedicação e superação de barreiras. Cada decisão tomada, cada projeto desenvolvido, cada subsistema liderado por elas demonstra como a inclusão transforma não só o ambiente acadêmico, mas também a forma como a engenharia e a tecnologia podem se reinventar. Esses exemplos mostram que a universidade não é apenas um espaço de formação técnica, mas é um palco de transformação social, onde diversidade e inovação caminham lado a lado.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Essas histórias inspiram novas gerações a se envolverem em projetos desafiadores, reforçando que talento, criatividade e liderança podem florescer em ambientes que valorizam igualdade de oportunidades e colaboração. O protagonismo feminino no CT da UFSM é mais do que simbólico: é uma força que molda o presente e constrói o futuro da engenharia, do automobilismo e da tecnologia.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<p><i>Série PerspeCTiva Feminina<br />Texto por Lia Guerreiro, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</i></p>
<p><i>Fotos: divulgação equipes.</i></p>
<p><i>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </i><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><i>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</i></a><i>!</i> <i>Siga o CT nas redes sociais: </i><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><i>Facebook</i></a><i> e </i><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><i>Instagram</i></a><i>!</i></p>

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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Bombaja H2 estreia com destaque em competição nacional de veículos movidos a hidrogênio</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/08/11/bombaja-h2-estreia-com-destaque-em-competicao-nacional-de-veiculos-movidos-a-hidrogenio</link>
				<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 16:45:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[bombaja]]></category>
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		<category><![CDATA[SAE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7120</guid>
						<description><![CDATA[Equipe da UFSM conquistou prêmio de Melhor ESG e 3º lugar em etapa classificatória na SAE H2 Challenge]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A equipe <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/07/10/ufsm-forma-equipe-para-desenvolver-carro-movido-a-hidrogenio-em-projeto-pioneiro-do-centro-de-tecnologia">Bombaja H2</a></em></strong>, do Centro de Tecnologia da UFSM, celebrou sua estreia na competição de veículos movidos a hidrogênio com resultados expressivos. A 4ª edição da <strong><em><a href="https://saebrasil.org.br/programas-estudantis/h2_challenge/">SAE BRASIL &amp; BALLARD Student H2 Challenge</a></em></strong> ocorreu entre 30 de julho e 3 de agosto, no Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo (ECPA), em Piracicaba-SP, e reuniu 12 equipes, incluindo uma equipe chilena. A recém-criada Bombaja H2 foi premiada na categoria Melhor ESG (sigla para <em>Environmental, Social, and Governance</em>) e conquistou o 3º lugar na etapa classificatória da Categoria Júnior, destinada a equipes estreantes, que apresentam seus projetos na competição.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-image size-full"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-11-at-14.04.50.jpeg" alt="" class="wp-image-7158" /><figcaption class="wp-element-caption">Equipe Bombaja H2 reunida para a retomada dos trabalhos após a competição (foto: divulgação)</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<p><strong>A equipe</strong></p>
<p>A Bombaja H2 desenvolve um projeto de adaptação de um veículo já existente para o modelo de propulsão por hidrogênio. A nova equipe, formada no CT, vem sendo planejada desde o começo de 2025 mas foi oficializada no início de junho. A equipe de H2 deriva da <a href="https://www.ufsm.br/projetos/pesquisa/bombaja"><em><strong>Bombaja</strong></em></a>, equipe de protótipos off-road com mais de 20 anos de trajetória, já consolidada e premiada nas competições de categoria. O protótipo que será adaptado ao hidrogênio pela Bombaja H2 utilizará o chassi do carro BJ-16, que já foi premiado em competições pela equipe original.</p>
<p>Atualmente, a Bombaja H2 conta com 36 membros de diversos cursos da universidade, estabelecendo desde o início dos trabalhos o aspecto multidisciplinar do projeto. A equipe conta com a orientação do docente Jonas Roberto Tibola, do CTISM, e coorientação do professor Thompson Lanzanova, do Departamento de Engenharia Mecânica, coordenador do Bombaja, e do professor Rafael Concatto Beltrame, do Departamento de Processamento de Energia Elétrica.</p>
<p>Um dos primeiros objetivos da nova equipe era garantir a participação na competição nacional da modalidade. Foi também um desafio: a equipe teve que correr contra o relógio para dar conta de atender todas os requisitos de participação dentro dos prazos. A decisão de participar da competição foi tomada apenas 26 dias antes do evento. A intensa e ágil mobilização da equipe garantiu que a Bombaja H2 fosse a primeira representante da região sul do país na modalidade.</p>

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Destaques da participação</strong><br>A equipe foi representada na competição por Eduarda Fardin, acadêmica de Química licenciatura e uma das gerentes da equipe, que apresentou o projeto aos avaliadores. Apesar de ser uma das cinco equipes novatas, o projeto da Bombaja H2 chamou atenção pelo compromisso com sustentabilidade e inovação, fatores que garantiram o prêmio de Melhor ESG. A categoria avalia iniciativas que promovem responsabilidade ambiental, impacto social e governança, pilares essenciais para o desenvolvimento de tecnologias limpas. O projeto abrangeu desde as formas adequadas de descarte de resíduos até a previsão de realização de oficinas para estudantes da rede pública sobre a tecnologia desenvolvida. A diversidade da equipe também foi um fator determinante: além de contar com estudantes de vários cursos e unidades da UFSM, do ensino médio à pós-graduação, 14 dos 36 membros são mulheres.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Além disso, a equipe conquistou um inesperado 3º lugar geral na categoria Júnior, etapa classificatória. O resultado deveu-se em parte à boa pontuação no <em>design report </em>da equipe, apresentado em formato de artigo científico. Para Leonardo Felipe dos Santos, estudante do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da UFSM (<em><strong><a href="https://www.ufsm.br/grupos/gedre" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PPGEE</a></strong></em>) e um dos gerentes da equipe, o bom desempenho nesse aspecto evidencia a qualidade da formação recebida na instituição: "conseguimos a maior pontuação nessa parte e muito desse desempenho vem da UFSM, porque nas engenharias a gente recebe muito conhecimento em formato de artigo e produz muitos artigos científicos".</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<p>Eduarda destaca que, diferentemente das outras competições de protótipos automobilísticos, a modalidade H2 tem características menos competitivas e mais científicas: "o foco da competição não é nem o carro andar, mas sim todo o estudo por trás de como a gente coloca o hidrogênio no carro". Também por isso, já na fase preparatória para a competição, a Bombaja H2 recebeu muito apoio das outras equipes - o que foi crucial para que a equipe desenvolvesse o design do projeto em menos de 30 dias.</p>
<p>A competição, portanto, também é significativa para a indústria nacional do setor, que ainda é pouco desenvolvida, apesar de o Brasil ser um dos maiores produtores de hidrogênio verde do mundo. Diversos representantes de empresas que atuam na área de hidrogênio, como a <a href="https://www.hytron.com.br/"><em><strong>Neuman &amp; Esser</strong></em></a> e o <a href="https://ihr.tec.br/"><em><strong>Instituto Hercílio Randon</strong></em></a>, estavam presentes na competição, que também é uma vitrine para os talentos da equipe. Leonardo Amaral, estudante de Engenharia de Telecomunicações e outro dos gerente do projeto, destaca que um dos objetivos da competição é "contribuir com a formação de engenheiros que possam vir a trabalhar na área" e desenvolver a pesquisa nacional, visto que o centro da pesquisa na área atualmente está na Europa. </p>
<p>O resultado reforça o potencial da equipe que, mesmo com pouca experiência, competiu e se destacou entre universidades já consolidadas na modalidade. O desempenho foi fruto de meses de dedicação em projetos e simulações, que incluem a participação nos cursos preparatórios oferecidos pela SAE BRASIL (voltados à capacitação estudantes em tecnologias de hidrogênio e célula a combustível) mas envolve uma união de conhecimento que vem dos diversos trabalhos realizados em outros projetos e laboratórios da UFSM pelos membros da equipe.</p>

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<p><strong>Próximos passos: do projeto ao protótipo</strong><br>A equipe se prepara para os desafios da próxima edição da competição, daqui a aproximadamente um ano, na qual terão o objetivo de construir e testar um veículo funcional movido a hidrogênio. Portanto, o próximo passo da equipe é aplicar o projeto no veículo BJ-16. A partir dos bons resultados na categoria Júnior, a Bombaja H2 está habilitada para a categoria Sênior. Isso significa que a equipe receberá da <strong><em><a href="https://saebrasil.org.br/quem-somos/">SAE Brasil</a></em></strong> os componentes necessários para a adaptação do veículo à propulsão por hidrogênio - equipamentos caros e restritos devido à periculosidade do manuseio - em especial a célula de hidrogênio, que será importada do Canadá. <br><br>Enquanto os equipamentos não chegam, a equipe está desenvolvendo um programa de <em>trainee</em>, no qual toda a equipe recebe capacitação para compreender as diversas etapas do projeto. A equipe já planeja melhorias no projeto atual e espera que até o fim deste ano o veículo já esteja funcionando ainda que parcialmente.</p>
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<p>A trajetória da Bombaja H2 reforça o compromisso da UFSM com inovação e energia limpa, abrindo portas para futuras colaborações acadêmicas e industriais no promissor mercado de hidrogênio verde.</p>
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<p>Confira mais sobre a equipe no Instagram <strong><em><a href="https://www.instagram.com/bombajah2.ufsm/">@bombajah2.ufsm</a></em></strong></p>
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<p><em>Texto por Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM, com informações de Rafael Boufleuer.</em><br /><em>Foto: divulgação Bombaja H2</em></p>
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