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			<title>CT - Feed Customizado RSS</title>
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	<title>CT</title>
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				<title>CT lança obras na 52ª Feira do Livro de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/09/04/ct-lanca-obras-na-52a-feira-do-livro-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Thu, 04 Sep 2025 17:48:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Computação Aplicada]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[Editora UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Feira do Livro]]></category>

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						<description><![CDATA[Três lançamentos envolveram docentes e estudantes do Centro.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O Centro de Tecnologia (CT) marcou presença na <a href="https://feiradolivrosm.com.br/" data-type="link" data-id="https://feiradolivrosm.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><em>52ª Feira do Livro de Santa Maria</em></strong></a>, que ocorre entre os dias 22 de agosto e 06 de setembro de 2025, com o lançamento do projeto “Na Bagagem - Conhecendo Santa Maria” e de dois livros, “Algoritmos e Lógica de Programação” e “Logística e Mobilidade”. Os lançamentos ocorreram na Praça Saldanha Marinho nos dias 1º e 3 de setembro.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Na Bagagem - Conhecendo Santa Maria</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<p>“Na Bagagem - Conhecendo Santa Maria” tem como público-alvo crianças entre 7 a 9 anos e procura promover o conhecimento sobre os patrimônios materiais e imateriais de Santa Maria, com foco na rede pública de ensino da cidade. O projeto foi desenvolvido pelo Laboratório de Acervo e Divulgação da Produção Acadêmica (LAEDPA/UFSM), em parceria com o curso de Arquitetura e Urbanismo e o Distrito Criativo.</p>
<p>O produto principal é uma maleta recheada com alguns jogos: um álbum de figurinhas para colorir, um jogo de tabuleiro interativo e maquetes de papel. O projeto conta também com a “Turminha do Patrimônio”, que é formada por seis personagens: Camobi e Itararé (avô e avó), Imembuy e Morotin (mãe e pai) e, por fim, José e Maria (filho e filha). A Turminha foi concebida pelas participantes Julia Almeida, Camila Behenck, Vitória Lobo e Leonora Romano, com o design criado por Julia e Camila.</p>
<p>Segundo Julia Almeida, bolsista do projeto, a maleta foi feita para que as crianças possam ter acesso à educação patrimonial, com brincadeiras indicadas para a idade, de forma lúdica. Os jogos são interativos, incluindo as crianças e seus responsáveis. O projeto, em conjunto com o Distrito Criativo, realiza apresentações em escolas públicas desde o ano de 2022.</p>

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Algoritmos e Lógica de Programação</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<p>O livro “Algoritmos e Lógica de Programação", lançado pela Editora UFSM na quarta-feira, 3 de setembro, foi escrito pelos docentes Cesar Tadeu Pozzer, Joaquim Vinicius Carvalho Assunção e Raul Ceretta Nunes, do Departamento de Computação Aplicada. A obra busca trazer, de forma clara e didática, uma introdução aos algoritmos, cada vez mais presentes em nosso cotidiano.</p>
<p>O livro pode ser encontrado no formato <strong><em><a href="https://editoraufsm.com.br/algoritmos-e-logica-de-programacao.html" target="_blank" rel="noopener">físico</a></em></strong> e <strong><em><a href="https://editoraufsm.com.br/algoritmos-e-logica-de-programacao-ebook.html" target="_blank" rel="noopener">digital</a></em></strong>, no site da Editora.</p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_7250" align="aligncenter" width="1024"]<img class="wp-image-7250 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-04-at-10.33.55-1024x682.jpeg" alt="" width="1024" height="682"> Professores Cesar Tadeu Pozzer e Joaquim Vinicius Carvalho Assunção no lançamento do livro “Algoritmos e Lógica de Programação” (Foto: Lívia Souza)[/caption]
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Logística e Mobilidade Urbana</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<p>“Logística e Mobilidade Urbana” foi escrito pelo professor Alejandro Ruiz-Padillo e a professora Vanessa Teresinha Alves juntamente com estudantes e egressos: Eduardo Rodrigues Gonçalves, Alexandre Grings, Giovana de Oliveira Costa Mercês e Jéssica Jasmine Müller Carvalho. O livro busca expor aspectos de logística e mobilidade urbana, utilizando a análise através da ferramenta 5W - <em>what, why, where, when, who</em> -, na tradução para o português, “o quê, por quê, onde, quando e quem". O livro procura dar destaque aos problemas e possíveis soluções para os temas em cada âmbito.</p>
<p>Segundo o professor Alejandro, o material que compõe o livro começou a ser produzido em projetos de extensão em 2020 e, em 2021, foi transformado em um minicurso virtual. “Em total foram 12 vídeos que foram postados, mas tudo isso foi fruto de uma pesquisa muito grande sobre esses tópicos. Então a gente pensou, ‘e se valorizar todo esse conteúdo e criar um livro nesse sentido?’ Então nasceu o livro que, aliás, também está vinculado a esses vídeos”, diz o docente.</p>
<p>O livro está disponível em formato digital, através do site da <strong><em><a href="https://editoraufsm.com.br/logistica-e-mobilidade-urbana-ebook.html" target="_blank" rel="noopener">Editora UFSM.</a></em></strong></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_7249" align="aligncenter" width="1024"]<img class="wp-image-7249 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-04-at-10.33.55-1-1024x682.jpeg" alt="" width="1024" height="682"> Professor Alejandro Ruiz-Padillo com as coautoras Jéssica Jasmine Müller Carvalho e Giovana de Oliveira Costa Mercês (Foto: Lívia Souza)[/caption]
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Localizada na banca 22 da Feira, a Editora UFSM conta com descontos especiais de até 20% durante o evento. A Editora lançou 21 livros - número recorde neste ano -, entre impressos e eletrônicos, de diversas áreas. O lançamento reuniu cerca de 40 autores na quinta-feira, divididos em duas sessões, às 16h e às 18h.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os livros da Editora UFSM podem ser encontrados na loja física da Livraria e Grife da UFSM, na sala 12 do Conjunto Comercial, logo na entrada do campus sede. Acesse também o site da Editora UFSM e confira outros<strong><em> <a href="https://editoraufsm.com.br/ultimos-lancamentos.html" data-type="link" data-id="https://editoraufsm.com.br/ultimos-lancamentos.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lançamentos</a>.</em></strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto por Manu Zini, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</em><br><em>Fotos: Lívia Souza (Assessoria da Feira do Livro).</em><br><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site?&nbsp;</em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em><strong>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</strong></em></a><em>!</em>&nbsp;<em>Siga o CT nas redes sociais:&nbsp;</em><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><em><strong>Facebook</strong></em></a><em>&nbsp;e&nbsp;</em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><em><strong>Instagram</strong></em></a><em>!</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes do CT elaboram projetos para o Parque Natural Municipal dos Morros</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/08/22/estudantes-do-ct-elaboram-projetos-para-o-parque-natural-municipal-dos-morros</link>
				<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 17:51:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Expressão Gráfica]]></category>
		<category><![CDATA[departamento de química]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia e Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[prefeitura]]></category>

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						<description><![CDATA[Disciplina extensionista “Engenharia e Sociedade” promove aprendizado prático e contribui para preservação ambiental em parceria com a Prefeitura de Santa Maria]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":7207,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/08/IMG_0804-1024x768.jpg" alt="" />
<figcaption>Turma da disciplina "Engenharia e sociedade" 2025/2</figcaption>
</figure>
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<p>O <a href="https://www.santamaria.rs.gov.br/ambiental/715-parque-natural-municipal-dos-morros"><em><strong>Parque Natural Municipal dos Morros (PNMM)</strong></em></a> é um dos maiores patrimônios ambientais de Santa Maria: uma unidade de conservação localizada em uma zona de transição geomorfológica e fitoecológica, rica em fauna e flora. Agora, ele será também cenário de uma nova iniciativa de extensão universitária da UFSM. A disciplina Engenharia e Sociedade, ofertada aos cursos de Engenharia Civil e Engenharia Ambiental e Sanitária, desenvolverá uma série de projetos voltados à melhoria do Parque. Os estudantes irão dedicar o semestre à elaboração de propostas que contemplem tanto a infraestrutura quanto a preservação ambiental do parque, fechado ao público desde a enchente que danificou o acesso.</p>
<p>A disciplina “Engenharia e Sociedade” <a href="https://ufsm.br/r-375-4460"><b><i>criada em 2023</i></b></a>, no contexto da reestruturação curricular do Centro de Tecnologia, é ofertada pelo professores Alejandro Ruiz Padillo, do Departamento de Transporte, Elisandra Maziero, do Departamento de Expressão Gráfica, Tatiana Cureau Cervo, do Departamento de Transporte, e Vanessa Schmidt Giacomelli do Departamento de Química. A cadeira surgiu como forma de atender à obrigatoriedade de carga horária de extensão nos cursos de graduação (faz parte da carga horária de 60 horas de extensão exigida) e contribui também para as cerca de 400 horas de atividades extensionistas necessárias para a conclusão do curso. Nos semestres anteriores, a disciplina desenvolveu projetos para a EMEF Aracy Barreto Sacchis e <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/07/08/estudantes-do-ct-entregam-projetos-de-melhoria-para-escola-de-educacao-infantil-em-atividade-extensionista"><em><strong>EMEI Vila Jardim</strong></em></a>.</p>
<p>A ideia para este semestre surgiu quando Amanda Spode, ex-aluna da disciplina e atualmente engenheira na Secretaria de Município de Meio Ambiente, indicou a possibilidade da colaboração entre CT e Prefeitura Municipal. “É gratificante ver que a disciplina já começa a gerar frutos. Para nós, é uma alegria imensa quando o aluno formado retorna à universidade com demandas reais da sociedade”, comenta a professora Tatiana Cervo.</p>
<p>A disciplina busca simular, em sala de aula, a realidade do ambiente de trabalho. Os estudantes são divididos em grupos interdisciplinares, misturando diferentes cursos e semestres pois, segundo o professor Alejandro Padillo, “cada integrante tem conhecimentos distintos: uns dominam softwares, outros trazem experiências de estágios ou disciplinas avançadas”. Cada grupo recebe uma demanda específica, mas todas com o mesmo objetivo. São desafios parecidos com os que os acadêmicos vão encontrar no mercado de trabalho.</p>
<p>A dinâmica da disciplina é sempre a mesma: escolhe-se uma instituição parceira que apresenta suas demandas; os alunos realizam uma visita técnica e, a partir daí, trabalham em grupos mistos para propor soluções. Neste semestre, contudo, houve um desafio extra: o Parque dos Morros segue fechado, o que limita o contato dos acadêmicos ao encontro presencial no local. “Iremos conseguir visitar com os estudantes apenas uma vez. O restante do trabalho será feito com base em dados técnicos, no plano de manejo e nas informações que a Secretaria nos repassar”, detalha a professora Tatiana Cureau Cervo.</p>
<p>As demandas, segundo os docentes, incluem desde melhorias estruturais até estratégias de educação e preservação ambiental. “O parque tem mirantes que oferecem vistas privilegiadas da cidade, uma fauna diversa e potencial para se tornar um espaço de lazer sustentável. Entre os desafios está justamente conciliar a conservação com a possibilidade de uso público”, informa a professora Vanessa Giacomelli.</p>
<p>O resultado final será a entrega de relatórios e projetos técnicos preliminares, acompanhados de orçamentos estimativos. Esses materiais podem servir de base para que a Prefeitura viabilize recursos e, no futuro, implemente parte das propostas. Ao possibilitar que jovens engenheiros atuem diretamente em um patrimônio natural ainda pouco conhecido dos santamarienses, a UFSM fortalece a integração entre universidade, poder público e sociedade civil. O Parque dos Morros, mais do que um local de preservação, transforma-se também em sala de aula viva e espaço de inovação social.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:separator --><hr /><!-- /wp:separator --><!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><i>Texto por Lia Guerreiro, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</i></p>
<p><i>Foto: Lia Guerreiro</i></p>
<p><i>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </i><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><i>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</i></a><i>!</i> <i>Siga o CT nas redes sociais: </i><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><i>Facebook</i></a><i> e </i><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><i>Instagram</i></a><i>!</i></p>
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													</item>
						<item>
				<title>#CTnaReconstrução: da solidariedade à engenharia preventiva para um novo futuro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/06/06/ctnareconstrucao-da-solidariedade-a-engenharia-preventiva-para-um-novo-futuro</link>
				<pubDate>Fri, 06 Jun 2025 12:12:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Estruturas de Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[Direção]]></category>
		<category><![CDATA[enchentes]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[INRI]]></category>

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						<description><![CDATA[Na quarta e última reportagem da série sobre as ações do CT-UFSM nas enchentes do ano passado, conheça os projetos do Centro destinados a prevenir novos desastres]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Você se lembra do que estava fazendo há um ano atrás, quando o Rio Grande do Sul enfrentava a maior catástrofe climática de sua história? A Subdivisão de Comunicação preparou uma série de reportagens intitulada #CTnaReconstrução, na qual você vai relembrar ou conhecer os projetos, servidores e estudantes do CT que atuaram na linha de frente, seja com iniciativas de apoio imediato à população, seja com projetos de recuperação e prevenção a médio e longo prazo de áreas atingidas pela tragédia climática no RS. Na quarta e última reportagem, destacamos como a ciência produzida pelos pesquisadores e especialistas do CT auxiliaram na emergência e apontam formas de prevenir danos futuros.</p>
<p>O diretor do Centro de Tecnologia, professor Tiago Marchesan, ao comentar as ações realizadas pela Unidade durante as enchentes, relembra que, em situações de tragédia, a primeira medida essencial é acolher. E foi justamente o que fez a comunidade acadêmica: professores, técnicos e estudantes organizaram mutirões para limpeza de casas, arrecadação de alimentos, de utensílios domésticos e construção de móveis para doação. Em meio aos primeiros momentos de acolhimento, a formação técnica e científica dos estudantes e docentes foi colocada em prática: professores especialistas em geotecnia foram chamados para ações cruciais como vistoriar áreas de risco em morros de Santa Maria e Quarta Colônia e avaliar a segurança de permanência dos moradores. </p>
<p>Depois, com a situação emergencial amenizada, o foco dos pesquisadores começou a se voltar para a engenharia preventiva. Projetos que refletem sobre o impacto das chuvas nas estruturas urbanas e na sociedade ganharam espaço e protagonismo em função da emergência - desde projetos de simulação de fluxos hídricos e avaliação de regimes pluviais até outros que buscam o desenvolvimento de soluções urbanísticas para áreas alagadas. As atividades de pesquisa envolveram todos os cursos do CT — desde Engenharia Ambiental e Sanitária até Ciência da Computação, Arquitetura e Urbanismo e Engenharia Civil.</p>
<p>Ao longo do último ano, o CT, além de ter organizado encontros próprios, que serviram de base para articulações com prefeituras, Defesa Civil e outras universidades, também participou de eventos e seminários que abordaram o tema. Um deles foi o <a href="https://ufsm.br/r-375-5099"><b><i>Santa Summit</i></b></a> - encontro realizado pela Agência de Desenvolvimento de Santa Maria, Sebrae, Inova Centro e Prefeitura Municipal de Santa Maria que reuniu setores privados e instituições públicas em junho do ano passado, no distrito criativo de Santa Maria, para discutir e pensar ações e projetos colaborativos para reconstruir e impulsionar a região central do Rio Grande do Sul. </p>		
			<h3>Especialistas a campo na emergência</h3>		
		<p>A atuação da universidade durante e após a tragédia também se deu no acompanhamento técnico das áreas atingidas. Professores e pesquisadores do Centro de Tecnologia, com experiência em diferentes áreas da engenharia, se mobilizaram de forma voluntária para atender demandas das prefeituras e da Defesa Civil, principalmente no interior do estado.</p>
<p>O professor Magnos Baroni, docente do Departamento de Transportes e especialista em Geotecnia, foi um dos que estiveram diretamente envolvidos nesse trabalho. Atuando com infraestrutura de contenção, fundações e estabilidade de encostas, Baroni explica que a dinâmica do desastre na região central do estado foi muito rápida, em função da geografia local: “Santa Maria e arredores são regiões com muitos morros e pequenas bacias hidrográficas. A velocidade das águas foi muito grande e grandes quantidades de água desceram pelos morros muito rapidamente, elevando os rios de forma absurda”, relata.</p>
<p>Após a enchente, as prefeituras passaram a lidar com outro problema: avaliar a segurança de áreas de risco e decidir se as famílias poderiam ou não retornar para suas casas. Segundo Baroni, muitas Defesas Civis municipais não tinham profissionais especializados para fazer esse tipo de vistoria. “O cargo de Defesa Civil é obrigatório, mas nem sempre quem ocupa o cargo tem a expertise necessária. E aí eles ficaram perdidos, sem saber se liberavam ou não as casas, se o terreno tinha estabilidade, se podia voltar ou não”, conta.</p>
<p>Sem pessoal técnico suficiente, as Defesas Civis locais recorreram à Defesa Civil estadual, que também estava sobrecarregada com a situação em Porto Alegre e no estado. Foi nesse contexto que docentes e pesquisadores da UFSM começaram a ser chamados. “Por nome, o pessoal sabia que existiam especialistas aqui. Então entravam em contato, perguntavam se podiam passar meu contato, se podiam indicar alguém. E a gente foi ajudando como dava”, lembra.</p>
<p>A logística das vistorias, na maioria das vezes, foi organizada de forma improvisada e voluntária. “A gente usava carro próprio pra chegar até as cidades e lá pegava os veículos da prefeitura. A universidade até disponibilizou caminhonetes, mas era difícil conseguir motorista e deslocamento oficial. Então, quase tudo foi na base da boa vontade mesmo”, comenta.</p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/163c1412-e6be-4c97-85d9-e206fce35dbb-768x550.jpg" alt="Auxílio aos" /><figcaption>Auxílio aos</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/2a3ef70d-18d1-4345-907c-7c74c9089d9e-768x576.jpg" alt="técnicos da" /><figcaption>técnicos da</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/dd7902f9-73cd-46dd-bc6f-4f1ac461c58f-768x576.jpg" alt="da Defesa Civil" /><figcaption>da Defesa Civil</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/6-768x576.jpg" alt="de Imigrante (fotos: arquivo Magnos Baroni)" /><figcaption>de Imigrante (fotos: arquivo Magnos Baroni)</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/04a8ec4a-8d09-4383-a919-465ed0b35443-768x576.jpg" alt="Auxílio aos" /><figcaption>Auxílio aos</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/0a77f943-aa8d-463d-a019-e2d519f2e163-768x576.jpg" alt="técnicos da" /><figcaption>técnicos da</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/1-768x576.jpg" alt="Defesa Civil" /><figcaption>Defesa Civil </figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/35ec0268-cfce-44b7-b4e4-ba7911837d17-768x576.jpg" alt="de Imigrante (fotos: arquivo Magnos Baroni)" /><figcaption>de Imigrante (fotos: arquivo Magnos Baroni)</figcaption></figure>			
		<p>O grupo de atuação incluía, além de Baroni, os professores Daniel Allasia, Rutinéia Tassi e João Francisco Horn, todos ligados ao Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental e especialistas na área de recursos hídricos e geotecnia. Os trabalhos de campo foram realizados em diferentes cidades da região central, com avaliações de áreas afetadas, orientações para as Defesas Civis municipais e, sobretudo, conversas com a população, para explicar os riscos e a necessidade de desocupação de determinadas áreas. “A gente precisava conversar com as famílias, mostrar por que precisavam sair de casa, explicar os motivos técnicos e tranquilizar as pessoas também”, afirma Magnos.</p><p>Além das ações realizadas junto à Defesa Civil, os professores participaram de algumas atividades com os especialistas da área de estruturas, especialmente voltadas para a questão de infraestrutura viária, fundações e pontes. A situação climática exigiu, naturalmente, um trabalho multidisciplinar, com profissionais de diversas áreas técnicas. Magnos destaca que no entanto, o início dos atendimentos eram muito desalinhados: “quem podia ajudar, pegava o carro e ia até o local. Essa foi a realidade do primeiro momento, onde a urgência determinava a forma de atuação.” destaca o professor. </p><p>A experiência prática nunca deixou de estar alinhada ao compromisso teórico e científico dos docentes, como se evidencia no artigo “<em><strong><a href="https://www.scielo.br/j/rbrh/a/pZSKfKmv5dmyBWZRhpLv5zF/?format=pdf&amp;lang=en">O desastre hidrológico excepcional de abril-maio de 2024 no sul do Brasil</a></strong></em>”, publicado pela Revista Brasileira de Recursos Hídricos. O estudo, dimensionou, com dados técnicos e oficiais, a extensão do desastre hidrológico de 2024 no estado. O professor Daniel Allasia representou a UFSM ao lado de pesquisadores da UFRGS, da Univates, do Serviço Geológico do Brasil, da UFPEL e da FURG.</p>https://www.youtube.com/watch?v=gEiuJYJjots		
			<h3>Diagnóstico dos danos e apoio às prefeituras</h3>		
		<p>Após as ações emergenciais, as prefeituras precisaram elaborar planos de trabalho para cadastramento oficial dos danos junto aos governos estadual e federal. Esse cadastro era necessário para viabilizar os recursos emergenciais, que seriam repassados via Defesa Civil. Nesse contexto, os especialistas voltaram a campo, mas não mais para avaliação de áreas de risco, e sim para realizar levantamentos técnicos: analisar e medir pontes destruídas, avaliar alternativas de solução e estimar valores de obra.</p><p>Os docentes relatam que muitas prefeituras não dispunham de toda a capacidade técnica necessária para fazer esse tipo de levantamento, especialmente em relação a encostas e deslizamentos. Em Santa Maria, por exemplo, os docentes e discentes atuaram na região da Estrada do Perau. Juntamente com a prefeitura, foi elaborado um anteprojeto e um plano de trabalho completo, que viabilizou a destinação de cerca de R$ 6 milhões em recursos. Esse apoio foi prestado de forma gratuita pela Universidade e reforçou o compromisso da UFSM com a comunidade. O valor foi liberado recentemente e atualmente a prefeitura dá andamento aos projetos executivos.</p><p>Ações semelhantes também aconteceram em outras cidades, como São Pedro do Sul e Candelária, especialmente em relação a pontes e acessos interrompidos. Em muitos casos, o grupo foi responsável pela vistoria, diagnóstico técnico e proposição preliminar de soluções.</p><p>Durante essas atividades, Magnos contou com o apoio de integrantes do <em><strong><a href="https://www.ufsm.br/grupos/geoma">GEOMA — Grupo de Pesquisa Geotecnia e Meio Ambiente</a></strong></em>. O grupo reúne discentes de graduação, mestrado e doutorado, mas boa parte dos que foram a campo com o docente são engenheiros civis formados, em processo de qualificação acadêmica. Baroni ressalta: “muitas vezes se usa o termo “aluno”, e a impressão que fica é que a universidade está deslocando estudantes em formação inicial para ações de grande responsabilidade técnica. Na prática, esses profissionais têm formação superior e atuam justamente na área dos problemas enfrentados”.</p><p>Em paralelo, outro grupo da UFSM, liderado pelo professor Rinaldo Jose Barbosa Pinheiro e composto por professores e estudantes da Geografia e Geologia, também atuou fortemente na região, especialmente em áreas como Silveira Martins e Júlio de Castilhos. Assim, havia dois grandes núcleos de trabalho geotécnico, que se dividiram para atender a demanda regional.</p><p>Magnos conta que o trabalho de campo sempre foi algo recorrente para o grupo de pesquisa, mas a magnitude das enchentes e a intensidade das atividades trouxeram uma experiência inédita. “Costumamos dizer que no GEOMA é difícil separar onde termina o ensino, onde começa a pesquisa e onde entra a extensão. Muitos pensam a extensão como um trabalho social mais elementar — como ensinar uma comunidade a construir um muro ou rebocar uma parede — mas, para nós, a extensão também é ir até uma encosta, monitorar o talude e contribuir para a segurança de uma rodovia, gerando impacto direto na vida da população.”</p>		
			<h2>Orientações práticas para situações inesperadas
</h2>		
		<p>Desde 2009, o trabalho do professor Leandro Michels, do Departamento de Processamento de Energia Elétrica, é focado em sistemas fotovoltaicos e na pesquisa aplicada à energia solar. Leandro é coordenador do laboratório do <a href="https://iemufsm.com.br/">Instituto de Energia e Mobilidade</a> (IEM, antigo INRI). Por meio do trabalho dos pesquisadores desenvolvido neste laboratório, a UFSM se tornou referência nacional no desenvolvimento e certificação de inversores fotovoltaicos, dispositivos essenciais para a conversão e segurança dos sistemas solares.</p><p>Quando as enchentes afetaram a região metropolitana, provocando alagamentos em residências com sistemas fotovoltaicos instalados, surgiram preocupações sobre os riscos de choque elétrico e sobre como proceder diante da situação inesperada de equipamentos submersos. O professor conta que, como esses equipamentos não foram projetados para operar imersos em água, sua equipe atuou para fornecer orientações técnicas essenciais ao governo e aos profissionais do setor, a fim de aumentar a segurança nas operações. Sua atuação, então, foi no sentido de aconselhar tecnicamente os órgãos de controle, como o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), que o convidou para fazer palestras com orientações técnicas que pudessem ser difundidas entre os profissionais do setor elétrico.</p><p>O trabalho foi desenvolvido em equipe, com participação do professor Lucas Bellinaso e estudantes de doutorado do Laboratório de Ensaios Fotovoltaicos, que realizaram experimentos para entender melhor o problema e auxiliar no desenvolvimento de guias práticos. Leandro enfatiza que a atuação teve caráter voluntário e foi organizada dentro de um projeto de extensão da UFSM, buscando dar suporte técnico e prático em um momento de crise.</p><p>A receptividade das ações ficou evidente pela grande audiência das palestras: um dos vídeos alcançou 23 mil visualizações e contou com mais de mil pessoas assistindo simultaneamente, interagindo e tirando dúvidas. O professor destaca que, em eventos do setor, muitas empresas e técnicos relataram que adotaram suas recomendações para a recuperação dos sistemas afetados, e que muitas pessoas usaram as suas orientações como base para agir na recuperação e para evitar riscos nos sistemas alagados.</p><p>No aspecto acadêmico, embora a segurança já fosse um tema presente, o episódio reforçou a discussão teórica sobre a importância de planejar a instalação dos sistemas em locais adequados, longe de áreas sujeitas a inundações. Leandro explica que, dada a natureza dos equipamentos, “assim como aviões não são feitos para voar debaixo d’água”, não é viável projetá-los para funcionar submersos. Por isso, a principal lição foi a atenção à escolha dos locais de instalação dos equipamentos, para garantir segurança e durabilidade. Ele destaca que agora as pessoas estão mais preocupadas em evitar instalar fotovoltaicos em locais que possam ficar sujeitos a alagamentos, o que representa uma mudança importante no setor.</p><p>Leandro ressalta que a segurança elétrica é uma preocupação central em sua atuação, especialmente para proteger usuários e técnicos contra riscos de choque elétrico e incêndio. Ele explica que, além das pesquisas e palestras, sua equipe colaborou diretamente com órgãos reguladores como o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO) para aprimorar normas técnicas e garantir maior segurança na operação dos sistemas.</p><p>Por fim, o professor salienta o caráter institucional do trabalho desenvolvido, que envolveu o conhecimento técnico e a infraestrutura do IEM da UFSM, além do esforço conjunto de pesquisadores e  estudantes em um momento de crise. O objetivo de minimizar danos e orientar a população e os profissionais para a reconstrução segura das instalações elétricas foi alcançado. Para ele, foi uma ação voluntária e institucional, feita com o conhecimento técnico da UFSM, que colaborou num momento tão complicado, ajudando a população e os profissionais a agir com segurança e responsabilidade.</p>https://www.youtube.com/live/xSkGoK44uBM?feature=shared		
			<h2>Balanço da Direção do CT um ano após as enchentes
</h2>		
		<p>A direção do Centro de Tecnologia, representada pelo professor Tiago Marchesan, fez, a convite da reportagem, um balanço da atuação da unidade em função das enchentes ao longo do último ano. Para ele, o compromisso social da instituição ficou patente: “Sempre que a comunidade chama, a gente não diz não. Eu sempre procuro ser dinâmico, montar rapidamente uma rede de contatos dentro e fora da universidade, e todos atendem. É bonito ver o quanto as pessoas se colocam à disposição”, enfatiza Marchesan. Para o diretor, esse engajamento coletivo faz do CT um espaço de ciência, pesquisa e — acima de tudo — solidariedade. “A gente se junta e ajuda. Esse é o espírito que nos move: contribuir com soluções técnicas, mas também com a mão estendida na hora mais difícil.”</p><p> “Eu tenho uma teoria de que o ser humano só é completo se ele consegue vivenciar tudo que a cidade, onde ele vive, é capaz de proporcionar”, defende. Segundo ele, ao participar de ações sociais, projetos de pesquisa, atividades de extensão e da própria sala de aula, os estudantes ampliam sua visão de mundo e desenvolvem habilidades que vão além do conteúdo técnico. “Se você não vivencia todas as disparidades e diversidades da sociedade, você vive numa agulha. E não é legal viver numa agulha. A única forma de expandir seu conhecimento e sua visão de mundo é vivenciando o mundo”, completa.</p><p>Situações como a enchente que afetou o Rio Grande do Sul em maio de 2024 deixam aprendizados profundos não só quanto à necessidade de colaboração, mas também quanto à urgência de repensar o modelo de ocupação urbana e a relação com o meio ambiente. “Você pode ser um cientista super reconhecido, mas vai ter que ajudar a pessoa a tirar lama de dentro de casa. Isso é viver a integridade da vida”, resume.</p><p>O professor destaca que os especialistas do CT contribuíram com seu conhecimento na formulação de diretrizes técnicas para a reconstrução de pontes no estado. Atualmente, há exigência de estudos hidrológicos antes da elaboração dos projetos. “Toda prefeitura que precisa de um projeto de ponte é obrigada a fazer estudo de regime pluvial da região para definir altura e vão. E isso tem colaboração direta da UFSM, com o Escritório Modelo, com a Ambiental e Sanitária, Civil”, relata.</p><p>Um ano após a tragédia, o professor avalia que o principal desafio é evitar que o episódio caia no esquecimento. “O ser humano esquece rápido. Cabe à universidade relembrar. Relembrar que nós vamos ter que, na beira dos rios, manter mata ciliar, que há áreas onde não se pode ocupar, que o aquecimento global é uma realidade”, alerta. Ele destaca que a ciência e a universidade têm o papel de produzir conhecimento e de atuar como memória social, e prevenir que os erros do passado se repitam. “Se você passar lá daqui a um ano, vai estar tudo igual. Talvez isso fique só nos livros ou na história do avô, que vai contar que em 2024 foi a maior enchente da história. Mas se a gente não mudar, daqui a 10 anos pode vir outra ainda maior”, reflete.</p><p>Para Tiago, a formação universitária precisa preparar estudantes não apenas para o mercado de trabalho, mas para a vida em sociedade. “Quem se preocupa, se coloca no lugar do outro, vai ser um cidadão melhor depois. E a universidade está aqui para ensinar, mas também, como universidade pública, para formar cidadãos melhores, que transformem a sociedade”, conclui.</p>https://www.youtube.com/watch?v=UfoP9zlctgI<p>As ações relatadas acima são exemplos que reforçam o papel social da Universidade pública enquanto espaço de formação técnica e científica mas, acima de tudo, humana. Em momentos de crise, atuações como essas mostram que o conhecimento produzido dentro da academia pode e deve ser colocado a serviço da sociedade.</p><p><i>Esta é a quarta e última reportagem da série #CTnaReconstrução. </i></p><p>A <a href="https://ufsm.br/r-375-6604"><b><i>primeira</i></b></a><i>, #CTnaReconstrução: relembre os projetos do CT-UFSM em resposta às enchentes de 2024;</i></p><p>a <a href="https://ufsm.br/r-375-6681"><b><i>segunda</i></b></a><i>, #CTnaReconstrução: na emergência, Centro de Tecnologia virou fábrica de móveis e ponto de arrecadação de utensílios domésticos;</i></p><p>e a <a href="https://ufsm.br/r-375-6751"><b><i>terceira</i></b></a><i>, #CTnaReconstrução: Escritório Modelo de Engenharia recupera pontes em rodovias da região santamariense,  abordaram as principais ações dos grupos e projetos do CT que ampararam Santa Maria e região no auge das inundações.</i></p><p><i>Texto por Marina dos Santos, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM.</i></p><p><i>Fotos: acervo pessoal dos professores. </i></p><p><em>Vídeos: Canal Diário de Santa Maria e Canal Aranda Eventos</em></p><p><i>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </i><strong><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><i>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</i></a></strong><i>! 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													</item>
						<item>
				<title>Pesquisas do CT são premiadas no 26º Encontro de Asfalto</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2024/12/16/pesquisas-do-ct-sao-premiados-no-26o-encontro-de-asfalto</link>
				<pubDate>Mon, 16 Dec 2024 11:54:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Asfalto]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[GEPPASV]]></category>
		<category><![CDATA[PPGEC]]></category>

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						<description><![CDATA[Pesquisas do PPG em Engenharia Civil foram premiadas em evento organizado pelo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás;]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Duas pesquisas realizadas no Centro de Tecnologia da UFSM foram destaque no <a href="https://www.ibp.org.br/eventos/encontrodeasfalto/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>26º Encontro de Asfalto do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás</strong></em></a>, ocorrido no Rio de Janeiro nos dias 11 e 12 de dezembro. A tese de doutorado sobre o envelhecimento de ligantes e misturas asfálticas em usina e em campo, de Silvio Lisbôa Schuster, foi selecionada entre as três melhores do país no ano; e a dissertação de mestrado de Victória Nunes Ramos, que propôs uma classificação geral dos materiais asfálticos utilizando critérios de deformação permanente e fadiga, foi escolhida a melhor do ano na área. As pesquisas foram produzidas no âmbito do <a href="https://www.ufsm.br/grupos/geppasv" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>Grupo de Estudos e Pesquisas em Pavimentação e Segurança Viária</strong> <strong>(GEPPASV)</strong></em></a>, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil da UFSM. </p>
<p>O Encontro do Asfalto, organizado pela Comissão de Asfalto do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), é um tradicional encontro que reúne especialistas na área de pavimentação asfáltica do Brasil a fim de integrar academia e indústria. O encontro deste ano teve como tema “Mais que Asfalto: desempenho, mercado e sustentabilidade para um futuro desafiador", abordando os principais tópicos que moldam o futuro da pavimentação e da infraestrutura no Brasil. Com o apoio do Governo Federal e da Petrobras, o encontro contou com a presença pesquisadores e especialistas do mercado, que compartilharam suas experiências, perspectivas e conhecimentos; dentre eles, Rosa Blajberg, representando a gerência comercial da Petrobras; e Carlos Barros, Diretor-Executivo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).</p>
<p>O CT-UFSM já teve suas pesquisas reconhecidas pelo IBP em outros anos e as novas premiações evidenciam o caráter inovador e o potencial integrador das pesquisas aqui desenvolvidas. Neste ano, o IBP abriu um edital de seleção de três dissertações de mestrado e três teses de doutorado acerca da temática de asfalto que foram apresentadas no encontro realizado no Rio de Janeiro. O edital selecionou trabalhos defendidos a partir de 2021 e o CT-UFSM esteve representado nas duas categorias. As pesquisas foram desenvolvidas pela doutoranda do PPGEC, Victória Nunes Ramos, e pelo professor Sílvio Lisbôa Schuster, doutor em Engenharia Civil pela UFSM e Professor Adjunto no Departamento de Transportes da UFSM.</p>
<p>Victória relata que a dissertação premiada surgiu de uma demanda do próprio Grupo de Estudos e Pesquisas em Pavimentação e Segurança Viária e se tornou uma solução para a escolha de materiais que serão utilizados nas rodovias: "A dissertação foi desenvolvida a partir de uma necessidade inicial de organizar toda a produção científica do GEPPASV, que começou a desenvolver as atividades de pesquisa em 2010. Assim, com dados de mais de 170 ligantes e misturas asfálticas, conseguimos entender quais materiais possuem maior desempenho frente aos principais defeitos das rodovias brasileiras, e os principais motivos desse comportamento. Também foi possível determinar com maior confiabilidade quais os indicadores mais promissores para classificar esses materiais, e propor um sistema de seleção de ligantes e misturas para projetos rodoviários. A partir da proposta, podemos selecionar os materiais certos de acordo com as premissas verificadas em cada projeto, apenas com poucos testes laboratoriais, o que aumenta muito as chances de sucesso da obra como um todo. A seleção correta dos materiais proposta na dissertação visa promover maior durabilidade para as rodovias, o que impacta diretamente no conforto e segurança para os usuários, em custos diversos, bem como na emissão de gases poluentes para a atmosfera".</p>
<p>Já a tese do professor Sílvio trata sobre o envelhecimento de ligantes e misturas asfálticas ao longo dos processos de produção das misturas em usina ao longo do tempo de vida útil dos pavimentos asfálticos em campo, relacionando este envelhecimento à alteração de comportamento e performance destes materiais. O docente conduziu investigações acerca de degradação de ligantes asfálticos poliméricos e qualidade de construção dos pavimentos monitorados, avaliando também o impacto financeiro: "Estes estudos buscam compreender os mecanismos de degradação dos pavimentos, a fim de nortear a escolha de melhores insumos e a obtenção de pavimentos mais duráveis, contribuindo diretamente assim com ganhos socioeconômicos", afirma Silvio. A tese já conta com dois artigos publicados em periódicos Qualis estrato superior A e outros em processo de submissão.</p>
<p>Segundo o professor Luciano Pivoto Specht, coordenador do GEPPASV e membro do Departamento de Transportes, as indicações e a premiação são honrarias merecidas pela equipe, porque demonstram a interação das pesquisas realizadas no CT com os desafios apresentados pela indústria do petróleo e do asfalto brasileira, em resposta às demandas da sociedade: "Ambas as pesquisas têm uma importante interface com a prática de engenharia; a premiação tem um impacto grande e mostra que nosso grupo tem um reconhecimento como um dos mais produtivos e importantes do Brasil e avaliza o que estamos fazendo aqui". O professor ainda destaca que as premiações são individuais, mas que refletem o trabalho de mais de quinze anos de todo o grupo de pesquisa, dos demais docentes e pesquisadores do grupo e do programa: "o grupo tem uma capacidade instalada em termos de equipamento, de máquinas e de recursos humanos que possibilita uma boa condição de pesquisa, vinculada ao programa de pós graduação; então, conseguimos fazer pesquisas de qualidade, em interação com a sociedade, e formar recursos humanos de alta qualidade".</p>
<p>As pesquisas destacadas no 26º Encontro de Asfalto podem ser acessadas no repositório da UFSM: <em><strong><a href="https://repositorio.ufsm.br/handle/1/30248" target="_blank" rel="noopener">dissertação</a></strong></em> e <a href="https://repositorio.ufsm.br/handle/1/27671?show=full" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>tese</strong></em></a>.</p>

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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-13-at-08.37.04-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-6052" /><figcaption class="wp-element-caption">Victória, Luciano e Silvio no 26º Encontro de Asfalto</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
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<p><i>Texto por Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM. Foto: acervo pessoal.</i></p>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professores do CT participaram do programa Pense Grande, com Carlos Costabeber</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2024/06/19/professores-do-ct-participaram-do-programa-pense-grande-com-carlos-costabeber</link>
				<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 18:25:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Sanitária e Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[GEPPASV]]></category>

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						<description><![CDATA[Os docentes conversaram com o apresentador sobre soluções para reconstrução da região central do Rio Grande do Sul]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">No sábado (15), a professora Rutineia Tassi, do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, e o professor Magnos Baroni, do Departamento de Transportes, discutiram sobre a recuperação do Rio Grande do Sul após a tragédia climática que assolou o estado no mês de maio. O debate foi promovido pelo apresentador Carlos Costabeber no programa Pense Grande, da TV Diário. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Rutineia possui mestrado e doutorado em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental. Ao longo de sua carreira trabalhou com pesquisas relacionadas às águas pluviais, sistemas de drenagem pluvial, uso de técnicas compensatórias, soluções baseadas na natureza e infraestrutura verde. Trabalha ainda com planos diretores de drenagem pluvial, modelagem hidrológica e hidrodinâmica, geoprocessamento, gestão de recursos hídricos, ecohidrologia e terras úmidas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Magnos possui mestrado e doutorado na área de Geotecnia, é líder do Grupo de Pesquisas em Geotecnia e Meio Ambiente (GEOMA) e participa ativamente do grupo de Grupo de Estudos e Pesquisas em Pavimentação e Segurança Viária (GEPPASV). Em sua carreira, deu ênfase na pavimentação e meio ambiente, com foco principalmente nos temas: ensaios geotécnicos, fundações, estruturas de contenção, melhoramento de solos, infraestrutura de transportes, materiais de pavimentação e  reologia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os professores do CT, especialistas nos assuntos técnicos que envolveram a catástrofe, contribuíram como fontes técnicas na conversa sobre como solucionar e prevenir eventuais retornos da crise ambiental. Alguns dos temas apresentados no programa foram:  </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">O porquê do evento climático ter sido extremo;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">O que se espera dos futuros eventos climáticos;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Quais são as principais consequências hidrológicas e geotécnicas da catástrofe, em curto e longo prazo, para a população;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Preparação das cidades, regiões ou estado para minimizar os danos causados por eventos climáticos extremos;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Rede de monitoramento hidrometeorológica e geotécnica para toda a região central;</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">Além de outras temáticas abordadas, que você pode acompanhar na íntegra: </span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

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https://youtu.be/SS5zFZmrEec?si=ObVRNmA9wgeKkZQu
</div></figure>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<hr />
<p><em>Texto por Marina Ferreira dos Santos, acadêmica de jornalismo – Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM.</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>UFSM é bicampeã em competição de Engenharia Geotécnica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2019/06/24/ufsm-e-bicampea-em-competicao-de-engenharia-geotecnica</link>
				<pubDate>Mon, 24 Jun 2019 14:46:20 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ABMS]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[geobowl]]></category>
		<category><![CDATA[geors]]></category>
		<category><![CDATA[geotecnia]]></category>
		<category><![CDATA[mecânica dos solos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=2625</guid>
						<description><![CDATA[Nos dias 13 e 14 de junho, durante a décima edição do Seminário de Engenharia Geotécnica do Rio Grande do Sul (GEORS), foi realizado a terceira edição do Geobowl, um campeonato de perguntas e respostas, no qual a equipe da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) venceu, tornando a UFSM bicampeã. A competição testou os [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_2639" align="alignright" width="800"]<img class="wp-image-2639" src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/wp-content/uploads/sites/375/2019/06/equipecampeã-geobowl-1024x683.jpg" alt="" width="800" height="533" /> <em>📷 Leonardo Neusser Sichinel</em>[/caption]
<p style="text-align: justify">Nos dias 13 e 14 de junho, durante a décima edição do Seminário de Engenharia Geotécnica do Rio Grande do Sul (GEORS), foi realizado a terceira edição do Geobowl, um campeonato de perguntas e respostas, no qual a equipe da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) venceu, tornando a UFSM bicampeã. A competição testou os conhecimentos sobre geotecnia e mecânica dos solos de alunos de graduação de 8 universidades: UFSM, UFRGS, UNISC, PUC-RS, URI, UNIVATES, FURG, e UNOCHAPECÓ. No primeiro dia do evento, ocorreram as eliminatórias e no segundo dia aconteceu a final. A equipe da UFSM intitulada "Geovaldos", composta pelos acadêmicos João Pedro Bocchi, Eduardo Sonda, Pablo Vestena e Eraldo Hoppen venceu a final contra a equipe da FURG.</p>
<p><strong>Entenda como funciona a competição</strong></p>
<p style="text-align: justify">Para fazer parte da equipe os(as) integrantes deveriam: estar na graduação e ter concluído as disciplinas básicas de Mecânica dos Solos e era recomendado que tivessem concluído ou estivessem cursando as disciplinas que contemplam os tópicos de fundações, obras de terra, estabilidade de taludes e estruturas de contenção, ensaios geotécnicos de campo e de laboratório e geotecnia ambiental. Além disso, cada equipe tinha um tutor-professor(a) que escolhia os membros componentes da equipe. </p>
<p style="text-align: justify">Esses requisitos são importantes porque é apenas mais para a metade do curso que os alunos passam a estudar estes assuntos. O competidor Eduardo Sonda conta que descobriu o seu ramo de interesse quando teve o contato com a disciplina de mecânica dos solos e o Geobowl foi uma boa oportunidade para explorar a área que tem mais afinidade.</p>
<p style="text-align: justify">A competição consistia em duas equipes, uma contra a outra, cada equipe com três integrantes, respondendo perguntas gerais e perguntas bônus. Na mesa de cada equipe havia três botões, uma para cada membro. Nas perguntas gerais, que valiam 10 pontos, se a equipe acertasse ela tinha direito a uma pergunta bônus, mas a pergunta bônus só quem poderia responder era quem havia acertado a pergunta geral, que valia 20 pontos e era mais difícil. </p>
<p style="text-align: justify">Para a classificação de melhor jogador, somava-se a pontuação dos jogadores nas perguntas gerais individualmente, ou seja, quem apertasse antes pontuava. Isso independente de ser da mesma equipe ou não, logo, dos seis participantes quem acertasse mais das perguntas gerais se classificava como melhor jogador.</p>
<p><strong>Sobre a participação da UFSM no Geobowl</strong></p>
<p style="text-align: justify">O professor do Departamento de Transportes, Magnos Baroni, relata que: <em>"O GEORS acontece de dois em dois anos, mas o Geobowl passou a acontecer apenas nos últimos três eventos. Dessas três vezes no primeiro evento a gente teve o melhor jogador e o 2° lugar na classificação geral, no segundo evento ganhamos como melhor jogador e como melhor equipe, e neste último evento ganhamos como melhor jogador e melhor equipe também."</em> Assim ele ressalta o quanto a UFSM está bem representada no ramo de geotecnia.</p>
<p style="text-align: justify">O aluno de Engenharia Civil João Pedro Bocchi, melhor jogador dessa edição, explica como ele se preparou: <em>"Eu sempre tive afinidade com a área, então acho que isso facilitou para o estudo. Eu peguei materiais de disciplinas que já fiz e dei uma olhada, e eu mais ou menos lembrava como era a dinâmica do último Geobowl que eu estava assistindo.". </em>Eduardo completa que embora estivesse conciliando a rotina de estudos com o estágio final e trabalho de conclusão de curso, a equipe se preparou bem com base naquilo que sabiam ser assuntos recorrentes nesse tipo de competição.</p>
<p style="text-align: justify">O professor Magnos resume: <em>"mecânica dos solos é a primeira cadeira da área de geotecnia que eles tem na Universidade. Então, tu conseguir mostrar que eles vão realmente estudar engenharia civil é muito interessante. O que eu procuro fazer em sala de aula é trazer bastante casos de obras, mostrar o perfil do engenheiro e o que precisa ser feito. O papel do docente é, além de dar aula, incentivar e mostrar o que a pessoa está estudando e o porquê está estudando." </em>As disciplinas da área de geotecnia são ofertadas pelo Departamento de Transporte. </p>
<p><strong>Premiação</strong></p>
<p style="text-align: justify">Cada membro da equipe vencedora recebe duas anuidades, referentes aos anos 2019 e 2020, da Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica (ABMS). E cada membro da equipe vice-campeã recebe uma anuidade da ABMS referente ao ano de 2019. O melhor competidor também recebe um prêmio, que neste ano foi um Ipad.</p>
<p style="text-align: justify">A ABMS é uma associação técnica que estimula o progresso da pesquisa científica e reúne profissionais na área de Engenharia Geotécnica, e ser um associado é importante porque o estudante terá contato com geotécnicos do Brasil inteiro, acesso a materiais e a eventos com a taxa de inscrição em valor promocional. </p>
<p style="text-align: justify">Para saber mais informações sobre o evento em geral, assista o vídeo:</p>
<p style="text-align: center">https://www.youtube.com/watch?v=gHUwlCEK2XI</p>
<p> </p>
<p><sub><em>Texto por Jéssica Medeiros, acadêmica de Jornalismo – </em><em>Núcleo de Divulgação Institucional do CT/UFSM.</em></sub></p>
<p> </p>
<hr />
<p> </p>
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<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>GEPPASV realiza palestra sobre novo método Nacional de dimensionamento de pavimentos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2018/05/30/geppasv-realiza-palestra-sobre-novo-metodo-nacional-de-dimensionamento-de-pavimentos</link>
				<pubDate>Wed, 30 May 2018 21:37:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[GEPPASV]]></category>
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				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2018/05/30/geppasv-realiza-palestra-sobre-novo-metodo-nacional-de-dimensionamento-de-pavimentos/</guid>
						<description><![CDATA[O Grupo de Estudos e Pesquisas em Pavimentação e Segurança Viária (GEPPASV) realizou, na última sexta-feira (25), a palestra “Novo método Nacional de dimensionamento de pavimentos”, ministrada pelo professor do Departamento de Transportes, Luciano Specht e o acadêmico de Engenharia Civil da UFSM, Patrick Maboni. A atividade aconteceu no auditório Pércio Reis e contou com [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-size: 10pt"><img class=" alignright size-full wp-image-1325" style="margin-left: 20px;margin-bottom: 20px;float: right" src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/wp-content/uploads/sites/375/2018/05/palestra_geppasv_1.jpg" alt="palestra_geppasv_1.jpg" width="400" height="240" /></span>
<p style="text-align: justify">O Grupo de Estudos e Pesquisas em Pavimentação e Segurança Viária (GEPPASV) realizou, na última sexta-feira (25), a palestra “Novo método Nacional de dimensionamento de pavimentos”, ministrada pelo professor do Departamento de Transportes, Luciano Specht e o acadêmico de Engenharia Civil da UFSM, Patrick Maboni. A atividade aconteceu no auditório Pércio Reis e contou com 86 participantes, entre estudantes, profissionais de empresas de pavimentação da região e Engenheiros do <a href="http://www.daer.rs.gov.br/inicial" target="_blank" rel="noopener">DAER/RS</a>.</p>
O GEPPASV, que <a href="index.php/inicio/noticias/738-geppasv-recebe-engenheiros-do-dnit-para-troca-de-conhecimentos" target="_blank" rel="noopener">recebeu recentemente engenheiros do DNIT para uma troca de conhecimentos</a>, está trabalhando no desenvolvimento do <a href="http://www.cnt.org.br/Imprensa/noticia/dnit-apresenta-novo-metodo-dimensionamento" target="_blank" rel="noopener">novo método de dimensionamento de pavimentos asfálticos nacional</a>, juntamente com a Petrobras, algumas instituições de ensino do exterior e outras oito universidades brasileiras. Trata-se de uma ferramenta que possibilita monitorar o desempenho de rodovias em todo o país em situações climáticas distintas. Ela pode auxiliar na escolha do melhor tipo de ligante para cada situação específica, aponta a espessura necessária de camada de revestimento asfáltico a ser utilizada e o tipo de revestimento que apresentará melhor desempenho, além de mensurar em quanto tempo as fissuras vão surgir.

<a href="index.php/pesquisa-e-inovacao/programas-projetos-e-grupos/546-geppasv-grupo-de-estudos-e-pesquisas-em-pavimentacao-e-seguranca-viaria" target="_blank" rel="noopener">Saiba mais sobre o GEPPASV</a>.]]></content:encoded>
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