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			<title>CT - Feed Customizado RSS</title>
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						<item>
				<title>Acadêmicos de Engenharia Civil e Arquitetura da UFSM participam de minicursos em Porto Alegre</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/02/09/academicos-de-engenharia-civil-e-arquitetura-da-ufsm-participam-de-minicursos-em-porto-alegre</link>
				<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 15:12:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[BIM]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[GEMIC]]></category>

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						<description><![CDATA[Capacitação em gestão e execução
de processos BIM (Building Information Modeling). foi promovida pelo Laboratório de Estudos e Tecnologias da Secretaria de
Planejamento, Governança e Gestão do RS (SPGG)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>No último dia 23 de janeiro, uma comitiva de alunos dos cursos de Engenharia Civil e Arquitetura e Urbanismo da UFSM, integrantes do <strong><em><a href="https://www.instagram.com/p/DK796lWxOF2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Grupo de Estudos em Modelagem da Informação da Construção (GEMIC)</a></em></strong>, realizou uma visita técnica a Porto Alegre. O objetivo foi a participação em minicursos voltados à gestão e execução de processos BIM (Building Information Modeling).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Interdisciplinaridade e Gestão de Dados</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7657,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/02/WhatsApp-Image-2026-01-23-at-11.40.08-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-7657" /><figcaption class="wp-element-caption">Estudantes do GEMIC na sede do LaBIM-RS em POA</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A capacitação focou em dois temas centrais para a modernização do setor da construção: o Common Data Environment (CDE) e o BIM Execution Plan (BEP). A formação permitiu que os alunos das duas áreas compreendessem como a colaboração mútua é potencializada pelo uso de um ambiente comum de dados e pelo planejamento rigoroso de processos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As atividades foram conduzidas pela arquiteta e urbanista Mirelly Dantas, do <strong><em><a href="https://planejamento.rs.gov.br/labim" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LABIM/RS (Laboratório de Estudos e Tecnologias BIM)</a></em></strong>, órgão da Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão do RS (SPGG).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>A Importância da Conexão com o Setor Público</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para o professor Eduardo Pachla, membro do Departamentp de Estruturas e Construção Civil e coordenador do GEMIC, a presença de alunos de ambos os cursos reforça o caráter colaborativo do BIM. "O BIM não é apenas sobre software, é sobre pessoas trabalhando juntas. Ver nossos alunos da Engenharia e da Arquitetura aprendendo sobre padrões de excelência aplicados pelo Estado é um passo enorme para a formação profissional de cada um deles", afirmou.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A equipe do GEMIC/UFSM, coordenada pelo professor Eduardo, foi composta por acadêmicos de Engenharia Civil e Arquitetura e Urbanismo: Izadora Petterini, João Lichtenecker, Pietra Anderle, Otávio Felix. Matheus Barreto, Enzo Rossi, Matheus Prevedello, Bruno Rodrigues e Diogo Racho.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Sobre o GEMIC</strong>: O Grupo de Estudos em Modelagem da Informação da Construção (GEMIC/UFSM) promove o desenvolvimento técnico e científico na área de BIM, integrando alunos e professores do Centro de Tecnologia em prol da inovação na construção civil.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><em>Texto e fotos por GEMIC, com edição da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM.</em><br /><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site?<strong> <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a></strong>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: <strong><a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a></strong> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Instagram</strong></a>!</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisas do CT-UFSM conquistam duas premiações no XXVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/12/08/pesquisas-do-ct-ufsm-conquistam-duas-premiacoes-no-xxvi-simposio-brasileiro-de-recursos-hidricos</link>
				<pubDate>Mon, 08 Dec 2025 12:48:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ecotecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Premiação]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7607</guid>
						<description><![CDATA[Trabalhos reconhecidos abordam inovação em medições de escoamento e impactos da resistência antimicrobiana em ambientes aquáticos.
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Entre os dias 23 e 28 de novembro, ocorreu o <em><strong><a href="https://eventos.abrhidro.org.br/xxvisbrh/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">XXVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos</a></strong></em>, promovido pela<strong><em><a href="https://www.site.abrhidro.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRHidro)</a></em></strong>, na cidade de Vitória, no Espírito Santo. O <em><strong><a href="https://www.ufsm.br/grupos/ecotecnologias" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Grupo de Pesquisa em Modelagem Hidroambiental e Ecotecnologias</a></strong></em>, vinculado ao CT-UFSM, foi premiado em uma pesquisa em formato de apresentação oral, que recebeu o 3º lugar no Prêmio Jovem Pesquisador na categoria Mestrado. Outra pesquisa premiada foi a de Kauane Andressa Flach, doutoranda do <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgecam" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental (PPGECAM)</a></em></strong>. O estudo foi ganhador do Prêmio de Melhor Pôster na quarta sessão do evento.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Confira a seguir um pouco sobre os trabalhos premiados:</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><b>Classificação experimental de regimes de escoamento em canal de superfície livre com sensores ultrassônicos</b></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A pesquisa “</span><span style="font-weight: 400">Classificação experimental de regimes de escoamento em canal de superfície livre com sensores ultrassônicos” traz a</span><span style="font-weight: 400"> classificação dos regimes de escoamento como um importante ponto para entender turbulências e interações da água com estruturas, algo essencial em contextos como enchentes e colapso de pontes. Segundo Francisco, mestrando do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental (PPGECAM) e um dos pesquisadores, “no contexto atual do Rio Grande do Sul, com quedas de pontes e eventos extremos de chuva, entender o regime de escoamento dos rios é essencial para avaliar o comportamento da água em relação às estruturas”.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A ideia surgiu a partir da necessidade de classificar os regimes de escoamento em canais, definindo altura de água, inclinação e velocidade do fluxo. Métodos tradicionais de medição utilizam equipamentos caros, inacessíveis para muitas universidades. Por isso, os pesquisadores adaptaram a técnica do “objeto flutuante”, prevista em norma ISO 748 (2021), criando uma versão de baixo custo (cerca de 70 reais) que substitui o cronômetro humano por dois sensores ultrassônicos HC-SR04 de nível, conectados a um microcontrolador ESP32 programado com código aberto. Essa adaptação torna o procedimento mais preciso, reduz erros humanos e permite que qualquer instituição consiga replicá-lo, reforçando o caráter democrático da ciência.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Segundo Fabiana, doutoranda do PPGECAM e pesquisadora do projeto, um dos maiores desafios foi a validação dos resultados: “ninguém havia aplicado esse método antes. Estávamos afirmando que funcionava, mas sem referências de comparação”. O reconhecimento através da premiação “nos fez perceber</span> <span style="font-weight: 400">que estamos no caminho certo”, relata Fabiana.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Produzido por Francisco Paim de Freitas Neto, Fabiana Campos Pimentel, Rodrigo Girardon Della Pace, Eliane Fischborn, Gabriel Sulzbach Pereira e Luize Baldoni de Oliveira, coordenado pela professora Rutinéia Tassi, vinculada ao <strong><em><a href="http://ufsm.br/unidades-universitarias/ct/departamentos/desa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental (DESA)</a></em></strong>, e pelo professor Leandro Conceição Pinto, também vinculado ao DESA, o trabalho foi apresentado de forma oral.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><b><em>Glossário</em></b></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">ISO 748 (2021): </span><span style="font-weight: 400">Estabelece métodos para medir o fluxo de líquidos em canais abertos (rios, córregos), focando na hidrometria (medição de água) usando o método de velocidade-área com medições pontuais.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">&nbsp;HC-SR04: S</span><span style="font-weight: 400">ensor ultrassônico o qual utiliza pulsos sonoros para determinar a distância para um objeto.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">&nbsp;ESP32: Microcontrolador de baixo custo e baixo consumo de energia.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7609,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/IMG_1298-2-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7609" /><figcaption class="wp-element-caption">Ganhadores do Prêmio Jovem Pesquisador na categoria Mestrado recebendo seus certificados (Foto: Divulgação do grupo Ecotecnologias)</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><b>Presença de Genes de Resistência a Antibióticos em Ambiente Aquático de Bacia Hidrográfica Agrícola no Sul do Brasil</b></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O trabalho “</span><span style="font-weight: 400">Presença de Genes de Resistência a Antibióticos em Ambiente Aquático de Bacia Hidrográfica Agrícola no Sul do Brasil” </span><span style="font-weight: 400">investigou a presença de genes de resistência a antibióticos em uma bacia hidrográfica com uso agrícola intensivo no sul do Brasil. Amostras de água superficial foram coletadas em 12 pontos da bacia em novembro de 2024, e analisadas por PCR em tempo real para detectar os genes blaTEM, blaKPC, blaOXA e tetA. Pelo menos um desses genes foi encontrado em todos os pontos amostrados, indicando que atividades humanas exercem pressão sobre os ambientes aquáticos e favorecem a disseminação da resistência antimicrobiana. Os resultados oferecem evidências iniciais que podem apoiar ações de vigilância ambiental e políticas públicas para gestão hídrica e redução de riscos à saúde humana e ambiental.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O estudo foi motivado a partir da “</span><span style="font-weight: 400">crescente preocupação global com a disseminação da resistência aos antibióticos em ambientes naturais, especialmente em regiões influenciadas pela atividade agropecuária”, relata Kauane, uma das autoras do trabalho.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Para Kauane, um dos maiores desafios encontrados no desenvolvimento da pesquisa foi “</span><span style="font-weight: 400">fechar um protocolo bem definido e fazer a extração do DNA ambiental para que ele fosse viável [...] </span><span style="font-weight: 400">Os kits de extração de DNA são extremamente caros e eu executei todas essas análises genéticas lá em Lisboa,</span> <span style="font-weight: 400">porque eles tinham todos os protocolos já bem definidos</span><span style="font-weight: 400">,</span><span style="font-weight: 400"> e tinham todos os reagentes, os equipamentos necessários</span><span style="font-weight: 400">”.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A pesquisa foi produzida por Kauane Andressa Flach e Adriana Carolina Gamboa, com a coordenação de Genesio Mario da Rosa, professor no <em><strong><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen" target="_blank" rel="noreferrer noopener">campus de Frederico </a></strong></em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen"><em><strong>Westphalen</strong></em></a>, e Andressa Oliveira Silveira, do <strong><em><a href="http://ufsm.br/unidades-universitarias/ct/departamentos/desa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental (DESA)</a></em></strong>. O trabalho foi realizado em parceria com a Universidade de Lisboa, sob coordenação da professora Silvia Patricia Nunes Monteiro e do professor Ricardo Santos.&nbsp;</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><b><em>Glossário</em></b></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">PCR (Reação em Cadeia da Polimerase): Técnica laboratorial fundamental utilizada para amplificar um segmento genético (DNA ou RNA) em um curto espaço de tempo.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">BlaTEM: Gene que codifica enzimas beta-lactamase que conferem resistência bacteriana a antibióticos beta-lactâmicos (como penicilinas e cefalosporinas)</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">BlaKPC: </span><span style="font-weight: 400">Gene que codifica para a enzima KPC, uma carbapenemase (</span><span style="font-weight: 400">enzima produzida por bactérias que as torna resistentes a antibióticos</span><span style="font-weight: 400">)</span><span style="font-weight: 400"> que confere resistência a antibióticos da classe dos carbapenêmicos (</span><span style="font-weight: 400">considerados antibióticos de "último recurso")</span><span style="font-weight: 400">, como meropenem e imipenem.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">BlaOXA: </span><span style="font-weight: 400">Grupo de genes que codificam enzimas beta-lactamases do tipo OXA, responsáveis pela resistência a antibióticos, especialmente carbapenêmicos, em bactérias como </span><i><span style="font-weight: 400">Acinetobacter baumannii</span></i><span style="font-weight: 400"> e </span><i><span style="font-weight: 400">Klebsiella pneumoniae.</span></i></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">tetA: </span><span style="font-weight: 400">Gene que confere resistência aos antibióticos da classe das tetraciclinas</span><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">As premiações no XXVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos destacam não apenas a excelência técnica dos trabalhos, mas também o esforço coletivo de estudantes, professores e instituições parceiras. As pesquisas reconhecidas demonstram como a integração entre inovação, método científico e sensibilidade aos problemas reais pode gerar soluções relevantes para o país. O desempenho no evento reafirma o papel do CT-UFSM como referência na formação de pesquisadores e no desenvolvimento de tecnologias voltadas à gestão sustentável dos recursos hídricos.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7608,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-08-at-09.14.15-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-7608" /><figcaption class="wp-element-caption">Kauane Andressa Flach recebendo o certificado de sua apresentação (Foto: Divulgação ABRHidro)</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<p><em>Texto por Emmanuelly Zini, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM<br /></em><em>Fotos: Divulgação do grupo Ecotecnologias e Divulgação ABRHidro<br /></em><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em><strong>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</strong></em></a><em>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><em><strong>Facebook</strong></em></a><em> e </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><em><strong>Instagram</strong></em></a><em>!</em></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>GEOMA leva estudos sobre solos, encostas e ensino para conferências nacionais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/11/24/geoma-leva-estudos-sobre-solos-encostas-e-ensino-para-conferencias-nacionais</link>
				<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 19:46:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[enchentes]]></category>
		<category><![CDATA[Encostas]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[GEOMA]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7532</guid>
						<description><![CDATA[Entre 17 e 22 de novembro, grupo do CT-UFSM apresentou artigos técnicos de seus integrantes no XIV GEOSUL e na IX COBRAE.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O <a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgec/geoma-grupo-de-pesquisa-geotecnia-e-meio-ambiente"><em><strong>Grupo de Pesquisa Geotecnia e Meio Ambiente (GEOMA)</strong></em></a> apresentou dois artigos técnicos desenvolvidos por seus integrantes no <a href="https://www.cobrae.com.br/"><em><strong>XIV GEOSUL</strong></em></a> (XIV Simpósio de Prática de Engenharia Geotécnica da Região Sul), e cinco artigos na <a href="https://www.cobrae.com.br/"><em><strong>COBRAE</strong></em></a> (IX Conferência Brasileira sobre Estabilidade de Encosta). Trata-se de dois dos principais eventos acadêmicos da área: O GEOSUL ocorre a cada dois anos e a COBRAE, a cada quatro anos. O grupo desenvolve atividades de ensino, pesquisa e extensão com foco na engenharia e no meio Ambiente e atua nos cursos de graduação e pós-graduação de Engenharia Civil, Engenharia Ambiental, Engenharia Florestal e Geografia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O evento conjunto COBRAE/GEOSUL 2025 aconteceu de 17 a 22 de novembro de 2025, em Garibaldi. O encontro reuniu especialistas, pesquisadores e profissionais para discutir temas ligados à estabilidade de encostas, gerenciamento de riscos geotécnicos, reconstrução pós-desastres e recuperação de infraestruturas afetadas por eventos climáticos. A programação incluiu minicursos, seminários, apresentação de artigos e relatos de casos, além de duas visitas técnicas a áreas atingidas por deslizamentos na enchente de maio de 2024.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7533,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-24-as-13.30.33_0e318604-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7533" /><figcaption class="wp-element-caption">Prof. Dr. Magnos Baroni, Deison Konzen , Dra. Paula Pascoal, Laura Tassinari e Lucas Eduardo Dornelles (Foto: Acervo GEOMA)</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A participação do GEOMA nos eventos reforça a relevância do grupo na pesquisa geotécnica e ambiental, destacando estudos voltados à estabilidade de encostas, comportamento de solos e inovação no ensino. As contribuições apresentadas mostram o compromisso da UFSM em desenvolver soluções para desafios atuais, especialmente diante do aumento de eventos climáticos extremos e da necessidade de infraestruturas mais seguras e sustentáveis. Confira a seguir os trabalhos apresentados pelo GEOMA nos eventos:</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Artigos apresentados no XIV GEOSUL</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os artigos apresentados pelo GEOMA, no XIV GEOSUL, são: “Comportamento Resiliente de um Solo Laterítico Estabilizado com Ácido Fosfórico e Cinza da Casca de Arroz”, produzidos por Lucas Eduardo Dornelles, Paula Pascoal, Deison Konzen, Laura Tassinari e Magnos Baroni; e o artigo “Impacto de Eventos Extremos no Desempenho de Camadas de Solos Compactados em Pavimentos Rodoviários”, produzido por Luiz Henrique Ferrador Ben, Artur Baratto, Paula Pascoal, Magnos Baroni e Luciano Specht.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A pesquisa “Comportamento Resiliente de um Solo Laterítico Estabilizado com Ácido Fosfórico e Cinza da Casca de Arroz” avalia a melhoria de um solo laterítico de Cruz Alta/RS por meio da adição de cinza de casca de arroz (CCA) e ácido fosfórico (H₃PO₄), alternativas mais sustentáveis ao cimento e à cal. Já a pesquisa “Impacto de Eventos Extremos no Desempenho de Camadas de Solos Compactados em Pavimentos Rodoviários” analisa como a variação de umidade após a compactação do solo afeta o desempenho estrutural de pavimentos flexíveis, diante do aumento de eventos climáticos extremos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7534,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-24-as-13.30.33_406e0198-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-7534" /><figcaption class="wp-element-caption">Participantes do GEOMA que apresentaram no evento (Foto: Acervo GEOMA)</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Artigos apresentados na IX COBRAE</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O artigo “<strong>Altura Crítica de Aterros sobre Solos Moles: Análise Comparativa entre Métodos Clássicos e Simulações Numéricas</strong>”, produzido por Dêreck Hummel Becher, José dos Santos, Leonardo Nascimento e Magnos Baroni, analisa a altura crítica de aterros sobre solos moles, comparando métodos empíricos e modelagem numérica.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A pesquisa “<strong>Probabilistic Assessment of Slope Stability Considering Uncertainties in Geotechnical Engineering</strong>” (Avaliação probabilística da estabilidade de taludes considerando incertezas em engenharia geotécnica), com autoria de Patrícia Rodrigues Falcão, Mariana Cirolini, Luiz Henrique Ferrador Ben e Magnos Baroni, analisa a confiabilidade da estabilidade de taludes de 5, 10 e 15 metros, em solos argilosos e arenosos, usando análises determinísticas e probabilísticas. O trabalho reforça a importância de considerar tanto o tipo de solo quanto a geometria do talude em avaliações de estabilidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O estudo “<strong>Além do Fator de Segurança: Investigação sobre a Influência das Variabilidades Inerentes à Estabilidade de Taludes</strong>”, produzido por Angelo Dotto Ragagnin Prior, Enzo Borin, Kauan Itau, Patricia Falcão e Magnos Baroni, traz uma análise de diferentes métodos de Equilíbrio Limite no software Slide, comparando superfícies de ruptura e fatores de segurança, além de avaliar a confiabilidade por técnicas probabilísticas como Monte Carlo, FOSM e Hipercubo Latino.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O artigo “<strong>Estudo Numérico da Estabilidade de Encostas sob Projeções Futuras de Chuvas Extremas sem Taludes Representativos no Sul do Brasil</strong>”, com os autores Leonardo Alberto Nascimento, Luigi Tavares, Dêreck Becher, Artur Modler e Magnos Baroni, faz uma análise por meio de modelagem numérica, como chuvas intensas afetam a estabilidade de encostas típicas da região central do Rio Grande do Sul.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O estudo “<strong>Gamificação na Engenharia Geotécnica: Estudo de Caso Aplicado ao Ensino de Mecânica dos Solos</strong>”, produzido por Lucas Eduardo Dornelles e Magnos Baroni, realiza uma análise sobre a aplicação da gamificação na disciplina de Mecânica dos Solos da UFSM, usando o Kahoot como ferramenta para revisões interativas. A experiência foi avaliada por alunos e pelo professor, que destacaram maior engajamento e eficácia na fixação dos conteúdos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:image {"id":7535,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-24-as-13.31.08_28aaa141-819x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7535" /><figcaption class="wp-element-caption">Patricia Falcão apresentando sua pesquisa (Foto: Acervo GEOMA)</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
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<p><em>Texto por Emmanuelly Zini, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM<br /></em><em>Fotos: Acervo GEOMA<br /></em><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em><strong>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</strong></em></a><em>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><em><strong>Facebook</strong></em></a><em> e </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><em><strong>Instagram</strong></em></a><em>!</em></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes de Engenharia Civil colocam criatividade e conhecimento à prova no I Concurso de Pontes de Palito de Picolé</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/11/05/estudantes-de-engenharia-civil-colocam-criatividade-e-conhecimento-a-prova-no-i-concurso-de-pontes-de-palito-de-picole</link>
				<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 12:10:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[PET Civil]]></category>
		<category><![CDATA[ponte]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte de espaguete]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte de Palito]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7472</guid>
						<description><![CDATA[Evento promovido pelo PET Civil UFSM no Hall do CT substituiu o tradicional macarrão por palitos de picolé, tornando a competição mais acessível e mantendo o caráter educativo e integrador]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph">O Hall do Centro de Tecnologia (CT) da UFSM foi palco, na quarta-feira da semana passada (29/10), da primeira edição do Concurso de Pontes de Palito de Picolé. Organizado pelo <a href="https://www.instagram.com/petcivilufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><em>Programa de Educação Tutorial (PET) de Engenharia Civil</em></strong></a>, o evento desafiou dez equipes a projetarem e construírem pontes em escala reduzida, utilizando apenas palitos de picolé e cola. A iniciativa buscou integrar a teoria das disciplinas de Estruturas e Resistência dos Materiais com a prática, estimulando a criatividade, o trabalho em equipe e a integração entre os estudantes.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph">A competição, que teve o apoio da coordenação do curso de Engenharia Civil e da professora Larissa Degliuomini Kirchhof (do Departamento de Estruturas e Construção Civil - DECC) premiou as duas estruturas com maior resistência à carga. A equipe vencedora recebeu quatro licenças do software TQS EPP3 (empresa patrocinadora do evento) e um prêmio em dinheiro de R$ 2 mil. Já a segunda colocada garantiu quatro assinaturas anuais do portal Projetou, uma plataforma online com mais de 90 cursos que também patrocinou a atividade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7473,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/11/IMG_9793-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-7473" /><figcaption class="wp-element-caption">Pontes de palito produzidas pelas equipes do concurso (foto: divulgação PET Civil)</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Do Espaguete ao Palito de Picolé: A Evolução da Competição</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph">O I Concurso de Pontes de Palito de Picolé marca uma nova fase nas tradicionais competições estruturais promovidas pelo PET Civil (grupo sob a tutoria do professor André Lübeck, também do DECC), que por anos realizou o Concurso de Pontes de Espaguete. A mudança de material foi uma estratégia para aumentar a acessibilidade e a participação dos alunos. O espaguete, item utilizado nas edições anteriores, possuía um custo elevado, o que acabava desestimulando a formação de equipes.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph">A ideia de utilizar palitos de picolé surgiu a partir de uma experiência bem-sucedida no Projeto "Engenheiros do Futuro", também desenvolvido pelo PET com alunos do Ensino Médio. O material se mostrou mais econômico, resistente e de fácil manuseio. No novo formato, o grupo oferece um kit de apoio contendo dois pacotes de palitos e uma cola de madeira, reduzindo significativamente o custo para os participantes e democratizando o acesso à competição.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Regras, Ensino e Aplicação Prática</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7475,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"left"} -->
<figure class="wp-block-image alignleft size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/11/IMG_9810-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7475" /><figcaption class="wp-element-caption">Equipe "(des)Equilibradas" testando a resistência de sua ponte (foto: divulgação PET Civil)</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph">Os protótipos de ponte, que deveriam ser indivisíveis e sem pintura, foram submetidos a rigorosos critérios: as dimensões precisavam estar entre 5 e 20 cm de largura, até 30 cm de altura, e conter um vão livre de 1 a 1,2 metro. O peso máximo permitido era de 800 gramas, sendo vedado o uso de qualquer tipo de fixação adicional, como roletes, fitas ou travas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph">O momento decisivo do evento foi o teste de carga: em frente ao público atento, as pontes foram submetidas a uma carga crescente até a sua ruptura, permitindo avaliar o desempenho estrutural de cada projeto. A ponte da equipe vencedora, intitulada "(des)Equilibradas", atingiu o peso máximo disponível inicialmente (152 kg) sem apresentar sinais de ruptura. A fim de verificar o limite real de resistência da ponte, foram adicionadas novas cargas e a ponte atingiu a carga de ruptura com 176 kg. A equipe "(des)Equilibradas" foi formada pelas estudantes Ana Carolina Abadi de Moura, Ana Lúcia Atarão Horn, Caroline de Matos Vieira e Louise Ester de Campos. Em segundo lugar ficou a equipe "Força G", formada pelos estudantes Carolina Costa Canavezi, Gabriel Rontani Mittmann, Jonatan Poersch Ciotti e Victor<br>Brum Bauer, cuja ponte suportou um peso de 74kg.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<p class="ds-markdown-paragraph">Para os alunos matriculados na disciplina de Isostática, ministrada pela professora Larissa, a participação no concurso rendeu pontuação extra, reforçando a conexão direta entre os conceitos aprendidos em sala de aula e a sua aplicação em um contexto real.</p>

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Sucesso e Continuidade</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph">O evento permitiu que os estudantes compreendessem, de forma experimental, o comportamento de estruturas submetidas a esforços reais, consolidando-se como uma ferramenta poderosa de aprendizado e integração. O sucesso da iniciativa, que deve ter continuidade em edições futuras, reafirma o compromisso do PET Civil UFSM e da coordenação do curso em promover atividades que valorizem a prática da engenharia e o protagonismo estudantil na organização e execução de projetos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7474,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/11/IMG_9825-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-7474" /><figcaption class="wp-element-caption">Estudantes do PET Civil UFSM, equipe organizadora do evento (foto: divulgação PET Civil)</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><em>Texto por Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM, com informações do PET Civil UFSM.</em></p>
<p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Cursos de graduação do CT-UFSM estão entre os melhores do país no Guia da Faculdade Estadão 2025</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/10/31/cursos-de-graduacao-do-ct-ufsm-estao-entre-os-melhores-do-pais-no-guia-da-faculdade-estadao-2025</link>
				<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 18:52:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência da Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Acústica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Controle e Automação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Produção]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia de telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia quimica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Sanitária e Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[guia da faculdade]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7455</guid>
						<description><![CDATA[Três cursos obtiveram a melhor avaliação (5 estrelas) e dez receberam 4 estrelas. Confira a seguir!]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Treze cursos de graduação do Centro de Tecnologia da UFSM foram estrelados no <a href="https://publicacoes.estadao.com.br/guia-da-faculdade/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>Guia da Faculdade Estadão 2025</strong></em></a>. O guia, publicado desde 2020, é uma parceria entre a <em>startup</em> Quero Educação e o jornal O Estado de S. Paulo e reconhece os melhores cursos de graduação do país a partir da avaliação de mais de 12.000 coordenadores e professores do Ensino Superior.</p>
<p>Três cursos do CT foram receberam 5 estrelas (conceito "excelente"): Engenharia Acústica, Engenharia Civil e Engenharia Elétrica. Outros dez cursos receberam 4 estrelas (conceito "muito bom"): Arquitetura e Urbanismo, Ciência da Computação, Engenharia Aeroespacial, Engenharia Ambiental e Sanitária, Engenharia de Computação, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia de Produção, Engenharia de Telecomunicações, Engenharia Mecânica e Engenharia Química. O curso de Sistemas de Informação ficou "sem notas" pois não recebeu a quantidade mínima de avaliações válidas de docentes pareceristas. </p>
<p>A presença dos cursos do CT entre os melhores avaliados do país é mais um reconhecimento do trabalho sério desenvolvido por servidores docentes, técnico-administrativos e pelos estudantes de graduação da nossa instituição. Parabéns a todos os envolvidos!</p>
<p><strong>COMO É FEITA A AVALIAÇÃO</strong><br />O <b>Guia da Faculdade</b> utiliza uma metodologia conhecida como "avaliação por pares" para analisar a qualidade de mais de 22 mil cursos superiores em todo o Brasil. Nesse processo, a equipe do Guia atua como um instituto de pesquisa, colhendo a opinião de milhares de professores que atuam no Ensino Superior. Entenda como funcionam as principais etapas desse trabalho:</p>
<p><b>Participação das Instituições de Ensino Superior</b><br />Todas as instituições de ensino superior cadastradas no Ministério da Educação (Universidades, Centros Universitários, Faculdades e Institutos) são convidadas a fazer parte do Guia da Faculdade.<br />As instituições, por meio de seus colaboradores, cadastram pela primeira vez ou atualizam as informações sobre os seus cursos e sobre os dados de divulgação e de contato das IES.</p>
<p><b>Cursos avaliados</b><br />Com base nessas informações, a equipe do Guia indica quais serão os cursos que participarão do processo avaliativo. Para serem analisados em 2025, eles precisaram atender aos seguintes critérios:<i><br />- Ter ao menos uma primeira turma com alunos já formados (até o final do ano de 2024);<br />- Ter ao menos uma turma em andamento.</i></p>
<p>O Guia da Faculdade seleciona os cursos de acordo com as cidades onde eles são oferecidos. Se a mesma instituição de ensino oferece o curso de Sistemas de Informação em várias cidades, por exemplo, cada um deles recebe uma nota específica. A única exceção é no caso de diferentes ofertas de um mesmo curso dentro da mesma cidade. Nessas situações, apenas o curso mais antigo da instituição naquela cidade será avaliado.</p>
<p><b>Informações utilizadas</b><br />A partir de abril deste ano, o(a) coordenador(a) de cada curso que foi avaliado recebeu um questionário onde pôde apresentar as principais características da sua graduação, com foco em três aspectos:<br /><i>- Corpo docente: perfil dos professores vinculados ao curso e dados quantitativos;<br />- Projeto didático-pedagógico: características da proposta de ensino do curso;<br />- Infraestrutura: características sobre o espaço físico, materiais e equipamentos oferecidos</i>;<br />Esse questionário serviu de base para os avaliadores emitirem suas notas para os cursos.</p>
<p><b>Avaliadores</b><br />Em 2025 o Guia contou com cerca de 12.000 coordenadores e professores do Ensino Superior que se cadastraram voluntariamente para atuar como avaliadores do Guia da Faculdade.<br />Estes docentes são acionados para dar notas aos cursos das suas áreas de formação e de instituições prioritariamente localizadas na mesma região do país na qual atuam.<br />Eles são convidados a dar três notas (de 1 a 5) para cada curso:<br /><i>- Para a qualidade do <b>corpo docente</b><br />- Para a qualidade do <b>projeto pedagógico</b><br />- Para a qualidade da <b>infraestrutura</b></i></p>
<p>Cada curso é distribuído para a análise de seis professores e, caso um ou mais deles declare sua impossibilidade de avaliá-lo, o curso será encaminhado a um novo docente disponível para completar o quadro de seis pareceristas. Se mesmo após essa redistribuição não for possível colher seis notas, o curso ainda assim será considerado avaliado se conseguir reunir um número mínimo de quatro notas válidas. Abaixo disso, ele será considerado “sem notas” - foi o caso do curso de Sistemas de Informação do CT-UFSM.</p>
<p><b>Resultado final</b><br />O processo de tabulação dos resultados começa com o descarte da maior e da menor notas recebidas por cada curso. Das notas restantes, extrai-se a média numérica de cada curso em 2025.<br />O resultado numérico final de cada curso leva em conta ainda a média numérica que ele obteve nos dois últimos anos, com os seguintes pesos:<br /><i>- Nota de 2025 - peso 3<br />- Nota de 2024 - peso 2<br />- Nota de 2023 - peso 1</i></p>
<p>Assim, a média das notas de 2025 (após o descarte) é somada à média das notas do curso em 2024 e em 2023, com a seguinte fórmula:<br /><b><i>Resultado final 2025 = (Média 2025 x 3) + (Média 2024 x 2) + (Média 2023) / 6<br /></i></b>Caso o curso tenha sido avaliado somente em 2025 e em 2024, o resultado dele é calculado com a seguinte fórmula:<br /><b><i>Resultado final 2025 = (Média 2025 x 3) + (Média 2024 x 2) / 5<br /></i></b>Caso o curso tenha sido avaliado somente em 2025 e em 2023, o resultado dele é calculado com a seguinte fórmula:<br /><b><i>Resultado final 2025 = (Média 2025 x 3) + (Média 2023) / 4</i></b><br />Caso o curso não tenha sido avaliado em 2024 e em 2023, o resultado dele é totalmente baseado na nota de 2025.</p>
<p>Por fim, o resultado numérico final é transformado em estrelas de acordo com as seguintes faixas de conversão:<br /><i>- Entre 5 e 4,50 - 5 estrelas<br />- menor que 4,50 a 3,50 - 4 estrelas<br />- menor que 3,50 a 2,50 - 3 estrelas<br />- menor que 2,50 - não-estrelado</i></p>

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<p><em>Texto por Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM, com informações do Guia da Faculdade 2025 Estadão.</em></p>
<p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Curso de Engenharia Civil realiza visita a Usina Hidrelétrica de Itaipu</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/09/26/curso-de-engenharia-civil-realiza-visita-a-usina-hidreletrica-de-itaipu</link>
				<pubDate>Fri, 26 Sep 2025 19:04:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Itaipu]]></category>
		<category><![CDATA[PET-Civil]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7343</guid>
						<description><![CDATA[Atividade aproxima acadêmicos de grandes obras de engenharia]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O curso de </span><a href="https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/engenharia-civil"><span style="font-weight: 400"><strong><em>Engenharia Civil</em></strong></span></a><span style="font-weight: 400"> realizou a 7ª edição da visita técnica à </span><a href="https://www.itaipu.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span style="font-weight: 400"><strong><em>Usina Hidrelétrica Itaipu</em></strong></span></a><span style="font-weight: 400">, nos dias 17 e 18 de setembro. A viagem foi organizada pelo Programa de Educação Tutorial da Engenharia Civil (<strong><em><a href="https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/engenharia-civil/pet-engenharia-civil" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PET - Engenharia Civil)</a></em></strong></span><a href="https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/engenharia-civil/pet-engenharia-civil"><span style="font-weight: 400">,</span></a><span style="font-weight: 400"> com transporte custeado pelo curso, que disponibilizou 31 vagas para estudantes de Engenharia Civil.</span> </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7344,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-23-at-17.36.19-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-7344" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O PET - Engenharia Civil teve seus trabalhos iniciados a 12 anos atrás, tendo como principal objetivo o estímulo dos hábitos de estudos dos alunos do curso além de melhorar a integração entre todos. O programa também é responsável pela organização das visitas técnicas até a Usina Hidrelétrica Itaipu.</span> <span style="font-weight: 400">Maiara Heinrich, estudante do 9º semestre de Engenharia Civil e participante do PET-Civil, relata sua experiência durante a viagem. “</span> <span style="font-weight: 400">Essa [usina] é uma construção muito emblemática, não é uma que a gente vê com maior frequência, porque para nós na engenharia é diferente de você ir visitar uma casa, um prédio.”, a estudante ainda diz “Eu acho que é uma experiência muito rica para os alunos terem essa visão ampla de tudo.”</span> </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O professor Silvio Lisboa Schuster, do </span><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/departamentos/dtrt" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span style="font-weight: 400"><strong><em>Departamento de Transportes</em></strong></span></a><span style="font-weight: 400">, pela primeira vez acompanhou os alunos na visita técnica. Para Silvio, o curso de Engenharia Civil é composto de disciplinas bastante distintas e a visita técnica ajuda os alunos a conectarem os <span style="font-weight: 400">divers</span>os assuntos tratados em sala de aula. “Então, é uma experiência que possibilita que os alunos enxerguem isso também, essa visão holística que o aluno consegue ter, e ver que as coisas não são tão separadas” declara o professor.</span> </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O aluno Vinicius Vieira, estudante do 7º semestre, relata que a visita foi uma experiência única: "Estar em um dos maiores empreendimentos de engenharia do mundo é algo que impressiona pela grandiosidade, pela complexidade das obras e pelo impacto positivo que [a usina] gera na matriz energética do Brasil”. O estudante ainda ressalta o aspecto de integração da atividade: N“A viagem foi ainda mais especial devido à parceria entre os amigos do curso, que tornou o longo trajeto mais leve”.</span> </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Marcos Rodolfo, estudante do 10º semestre e participante do PET-Civil, foi um dos organizadores da viagem e <span style="font-weight: 400">afirma que “participar da organização pelo PET Civil também foi muito gratificante, pois possibilitou contribuir para que essa oportunidade chegasse a todos os colegas. Sem dúvida, atividades como essa ampliam nossa visão profissional e reforçam a importância de vivenciar na prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula.”</span> Quanto à experiência, relata: “Tivemos a oportunidade de conhecer de perto uma das maiores obras de engenharia do mundo, que integra praticamente todas as áreas que estudamos no curso”. </span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7345,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-23-at-17.36.13-1-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-7345" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<p><span style="font-weight: 400">A Itaipu Binacional oferta visitas institucionais de forma gratuita. Para realizar o agendamento da visita, basta acessar o</span><em><strong><a href="https://www.itaipu.gov.br/visitas/visitas-institucionais" target="_blank" rel="noopener"> site</a></strong></em><span style="font-weight: 400">.</span></p>

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<p><em>Texto por Emmanuelly Zini, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM<br />Fotos: acervo pessoal prof. Silvio Lisboa Schuster<br /></em><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em><strong>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</strong></em></a><em>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><em><strong>Facebook</strong></em></a><em> e </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><em><strong>Instagram</strong></em></a><em>!</em></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Peão Farroupilha e estudante do CT-UFSM: entrevista com Leonidas Augusto</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/09/19/peao-farroupilha-e-estudante-do-ct-ufsm-entrevista-com-leonidas-augusto</link>
				<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 19:15:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Tradicionalista Gaúcho(MTG)]]></category>
		<category><![CDATA[Peão Farroupilha]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7312</guid>
						<description><![CDATA[Tradicionalista compartilha como concilia a rotina de estudante com as atribuições de seu posto.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Leonidas Augusto da Silva é o atual Peão Farroupilha do Rio Grande do Sul. Natural de Horizontina, o jovem de 21 anos representa o Centro de Pesquisas Folclóricas (CPF) Piá do Sul e recebeu o posto no 36º Entrevero Cultural de Peões. Além disso, Leonidas é estudante do 8º semestre de Engenharia Civil no Centro de Tecnologia da UFSM.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O posto de Peão Farroupilha é outorgado anualmente para jovens tradicionalistas que, representando seu CTG (Centro de Tradições Gaúchas), disputam o posto em um concurso chamado Entrevero Cultural de Peões. </span><span style="font-weight: 400">Promovido pelo </span><a href="https://www.mtg.org.br/"><span style="font-weight: 400">Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG)</span></a><span style="font-weight: 400">, o Entrevero Cultural de Peões busca selecionar jovens que possam representar a cultura gaúcha em diversas circunstâncias. O evento tem como principal objetivo perpetuar e valorizar a cultura do estado, incentivando crianças e jovens a se envolverem no meio tradicionalista. Os candidatos passam por diversas avaliações, como a prova escrita, que conta com questões de história, geografia e o tradicionalismo gaúcho; a prova artística, que envolve danças, declamação, canto e execução de instrumentos; a prova oral, que conta com temas sorteados e, por fim, a prova campeira, com o laço, encilha e outras demonstrações de habilidades rurais.</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O 36º Entrevero Cultural de Peões foi realizado em Santa Maria no mês de Abril de 2025 e consagrou Leonidas com o Peão Farroupilha 2025/2026, posto mais alto do concurso. Leônidas atualmente concilia as atribuições de Peão Farroupilha com as de estudante de engenharia no CT. </span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Confira a seguir a entrevista realizada com ele que encontrou um tempo para conversar com a equipe da Comunicação do CT em plena Semana Farroupilha!</span></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<p>

<!-- wp:image {"id":7316,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/09/Peao-farroupilha-2025-Leonidas-Augusto-Foto-de-Deivis-Bueno-Estampa-da-Tradicao-1-1024x468.jpg" alt="" class="wp-image-7316" /><figcaption class="wp-element-caption">Peão Farroupilha 2025/2026 Leonidas Augusto (Foto de Deivis Bueno/Estampa da Tradição)</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

</p>

<!-- wp:image {"id":7314,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"left"} -->
<figure class="wp-block-image alignleft size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-140718-edited.jpg" alt="" class="wp-image-7314" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:heading {"level":4} -->
<h4 class="wp-block-heading">Entrevista com Leonidas Augusto da Silva, Peão Farroupilha do Rio Grande do Sul 2025/2026 e estudante do Centro de Tecnologia da UFSM<br><br><strong>Você pode se apresentar?</strong></h4>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Bom, meu nome é Leonidas, eu tenho 21 anos e sou natural de Horizontina, e como muitos jovens do interior gaúcho, eu tinha o desejo de vir estudar na Universidade Federal de Santa Maria. Então, eu pude realizar esse sonho, cursando então agora Engenharia Civil aqui na Universidade (8º semestre).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<p>Sou Peão Farroupilha do Rio Grande do Sul, o que é uma alegria muito grande, porque faz parte de uma reapresentação que nós, peões e prendas do Rio Grande do Sul, temos com a juventude gaúcha. Então nós somos a figura do jovem tradicionalista, do jovem gaúcho, e é nosso dever levar a tradição (e cultuá-la) a todos os cantos do Estado.</p>
<p><b>Qual é, exatamente, a função do Peão Farroupilha?</b></p>
<p><span style="font-size: revert;color: initial">A função do Peão Farroupilha é, como eu falei, servir de exemplo a outros jovens, inspirar outras crianças também a entrarem neste mundo, inserirem-se nos CTGs, onde aprendemos diversos hábitos, valores e princípios morais que auxiliam na nossa inserção e também no desenvolvimento dessa criança enquanto cidadão.</span><b></b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Importante também frisar os trabalhos que nós realizamos agora enquanto gestão de prendas e peões. Nós estamos desenvolvendo painéis cidadãos, que é uma pauta que nós trazemos para dentro do movimento, onde em cada evento que o MTG  (que é o Movimento Tradicionalista Gaúcho) promove, nós realizamos um painel que traz um problema social para dentro do movimento, porque nós também somos responsáveis por sanar e auxiliar o Estado na resolução desses problemas. Então já fizemos uma campanha de luta contra a violência infantil, a luta e o combate da violência contra a mulher, sobre doação de sangue, faremos sobre bullying, sobre bem-estar animal, HPV e outros tantos problemas que afetam a nossa sociedade.</span></p>
<p><b>Por que o nome do concurso que te elegeu Peão Farroupilha é Entrevero de Peões? </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A palavra entrevero basicamente quer dizer um encontro, uma mistura de diversas pessoas que se reúnem para cultuar essas tradições. Então, o entrevero de peões é esse encontro desses piás, guris e peões que vão até um lugar para desenvolver essas atividades culturais, artísticas e campeiras.</span></p>
<p><b>Como foi o preparo para realização do concurso?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O preparo foi bastante intenso, inclusive eu tive até que deixar umas cadeiras da faculdade pra trás e... Já tô colocando elas em dia!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mas foi bastante intenso porque exige muito do concorrente a conciliação com a rotina além do concurso. Então, tinha que priorizar também os estudos da faculdade, a vida diária mesmo, com o estudo da parte prática, de declamação, de preparo de charque, churrasco, de andar a cavalo, de danças também, e o próprio estudo teórico que engloba o Entrevero, onde nós temos uma prova teórica de 20 questões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Então é um concurso bastante abrangente, que exige e requer muito do candidato, e por isso a gente acaba, na reta final, se imergindo totalmente pra esse concurso.</span></p>

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Durante as provas, qual foi a maior dificuldade que você sentiu?</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Eu acredito que a maior dificuldade e que talvez seja a maior dificuldade de muitos peões é a parte campeira. Porque dificilmente hoje nós vemos dentro desse concurso peões que de fato vivem a vida de campo. Porque os CTGs eles se encontram principalmente dentro dos grandes centros urbanos e naturalmente o pessoal que está participando, em dados momentos, é aquela criança, aquele jovem que nasceu na cidade e não teve contato com o campo.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<p>Então, as maiores dificuldades para mim, do meu ponto de vista, foram as provas campeiras. Ao longo da minha vida eu fui também perdendo um pouco desse receio e criando um pouco mais de gosto e prazer mesmo com as atividades campeiras. E até mesmo meu treinador Gustavo, que me ajudava na preparação, falava que, diferentemente do curso que eu faço, que é exato, a parte campeira que envolve o animal, o equino, é uma questão também humana e de muita conexão. Então, também aprendi um pouco a me conectar com esse lado mais campeiro e também por isso consegui ter êxito nesse concurso.</p>
<p><b>O título “Peão Farroupilha” possui algum impacto ou função específica dentro da universidade? Qual?</b></p>
<p><span style="font-size: revert;color: initial">Aqui dentro da universidade, diretamente, não. Claro que, enquanto eu estudava, eu trazia também alguns livros meus para ler durante as aulas. E aí, alguns colegas meus, sabendo da preparação, também me faziam umas perguntas, questionamentos: como que funcionava esse concurso, como que funcionava o CTG, essas atividades… E vendo também um pouco da minha rotina, eles acabavam, querendo ou não, conhecendo um pouco mais e se aproximando da cultura gaúcha.</span><b></b></p>
<p><b>Como você faz para conciliar as demandas do posto com as obrigações de estudante?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Claro, desde abril eu tomei uma decisão, né, de, ao final da minha bolsa de pesquisa, que finalizou agora, no GEPPASV (eu era a bolsista de iniciação científica no Laboratório de Pavimentação e Segurança Viária), eu optei por deixar o laboratório para conseguir, de fato, bem exercer minha função de estudante de graduação e também o posto de Peão Farroupilha.</span></p>
<p><b>Se você precisasse explicar a cultura gaúcha para alguém de fora do Rio Grande do Sul, o que você destacaria primeiro?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Cultura gaúcha, para mim, fala sobre legado e fala sobre família, porque dentro das nossas entidades, nós temos um ambiente propício para o bom convívio de gerações. Então, temos crianças, temos adultos e temos também os mais velhos, que permeiam o mesmo ambiente, trocam conhecimentos. Isso contribui para uma formação de uma sociedade mais coesa, E com certeza o legado dessas pessoas também é valorizado, porque todos aqueles que vieram antes de nós, que deram os primeiros passos em defesa do tradicionalismo são muito importantes, e são até hoje lembrados, valorizados, e a figura deles é muito importante para nós, que hoje levamos adiante as nossas raízes.</span></p>
<p><b>Para você, qual costume gaúcho corre o risco de ser esquecido?</b></p>
<p><span style="font-size: revert;color: initial">Um costume que acaba sendo bastante esquecido, vem também ligado ao campo. Hoje a gente não vê tanto mais a presença do alambrador, por exemplo, o trabalho do guasqueiro também, que trabalha diretamente com o couro. Então, essas práticas mais artesanais, mais rústicas, campeiras mesmo, acabam sendo trocadas por modernismos que, por vezes, são mesmo melhores, mas que é importante que nós, nos centros de tradições gaúchas, valorizemos isso e nunca deixemos que seja esquecido.</span><b></b></p>
<p><b>Qual aspecto da tradição você menos se identifica? E por quê?</b></p>
<p><span style="font-size: revert;color: initial">Bom, por questões de talento, acredito que é o próprio canto. Não é algo que eu me identifico muito dentro das tradições gaúchas, embora eu goste muito da música, não tenho esse dom. A parte campeira também, como eu comentei, é uma parte que estou um pouco mais distanciado, não tenho essa vivência, embora tenha me preparado para o concurso.</span><b></b></p>
<p><b>Como você vê a participação dos universitários no MTG?</b></p>
<p><span style="font-size: revert;color: initial">Olha, eu acredito que, dado o momento da vida, muitos jovens deixam as entidades para priorizar a formação acadêmica. Muitos dos meus amigos que foram bastante atuantes dentro do movimento e também participavam de invernadas artísticas, Nesta fase da vida agora, estão um pouco mais afastados.</span><b></b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mas, também acredito que participar nesta etapa da vida de um Centro de Tradições Gaúchas é muito importante. Até mesmo a própria universidade aqui tem o DTG Noel Guarany, que surgiu como projeto de extensão e hoje é um ponto de encontro de cultura e que faz com que diversos estudantes que vêm até mesmo de fora do estado possam encontrar ali acolhimento e também desenvolver diversas amizades.</span></p>
<p><b>Você vê alguma contradição entre ser tradicionalista em um ambiente que preza pela diversidade, como a universidade?</b></p>
<p><span style="font-size: revert;color: initial">Bem, essa é uma questão que nós, enquanto gestão de prendas e peões, tentamos um pouco quebrar com esses painéis cidadãos, porque nós vemos ao longo dessas primeiras entrevistas que nós realizamos após concursos, que quando nós falávamos para jornalistas que o movimento também se preocupa com pautas sociais e ser cada vez mais igualitário e humano, eles ficavam um pouco espantados.</span><b></b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Então, claro, dentro de uma universidade nós teremos uma gama maior de culturas coexistindo. Quanto dentro de um centro de tradições gaúchas, nós temos sim a influência de várias etnias que auxiliaram na formação do gaúcho, mas sempre priorizando e deixando em destaque a figura do gaúcho.</span></p>
<p><b>Para você, o que significa ser Peão Farroupilha?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para mim, ser Peão Farroupilha faz parte de uma escolha que eu tomei com 4 anos de idade quando iniciei no Centro de Tradições Gaúchas em Horizontina e hoje a gente vê como uma missão de levar a nossa cultura adiante, cultuá-la e difundi-la porque quem está dentro de um Centro de Tradições Gaúchas sabe do quão valioso e valoroso é estar ali para o bom desenvolvimento da pessoa que depois irá se inserir em comunidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Então, muitos jovens que ali participam conseguem se comunicar de uma forma mais clara, conseguem ser mais despojados, com certeza fazer mais amizades e isso também é muito importante e é um legado e aprendizado que eu tenho dentro do CTGs.</span></p>
<p><b>Que mensagem você gostaria de deixar para os demais colegas do CT que se interessam pelo tradicionalismo gaúcho? </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Eu acredito que o tradicionalismo tem espaço para todos que queiram participar. </span><span style="font-weight: 400">A cultura gaúcha é bastante abrangente e, de certa forma, ela prioriza e valoriza a figura do gaúcho. </span><span style="font-weight: 400">Por um dado momento do ano, setembro sendo o mês mais gaúcho do ano e da semana farroupilha, nós reforçamos o nosso orgulho de termos nascido aqui, das pessoas que vieram antes de nós, que muito lutaram e defenderam esse chão através de seus ideais. </span><span style="font-weight: 400">Então faz parte esse cultivo das tradições. Fica o convite também a todos que quiserem se aproximar de uma entidade, serão com certeza bem acolhidos e verão que ali terão uma segunda família e poderão ter pessoas que serão esteios para uma vida inteira.</span></p>

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<p><em>Entrevista e texto por Manu Zini, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM<br /></em><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em><strong>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</strong></em></a><em>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><em><strong>Facebook</strong></em></a><em> e </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><em><strong>Instagram</strong></em></a><em>!</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes do CT entregam projetos de melhoria para escola de educação infantil em atividade extensionista</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/07/08/estudantes-do-ct-entregam-projetos-de-melhoria-para-escola-de-educacao-infantil-em-atividade-extensionista</link>
				<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 19:02:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia e Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Sanitária e Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7011</guid>
						<description><![CDATA[Disciplina "Engenharia e Sociedade" projetou soluções práticas para a EMEI Vila Jardim, em Camobi, com planos detalhados de reforma, infraestrutura e sustentabilidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Na tarde desta terça-feira (8 de julho), estudantes dos cursos de Engenharia Civil e Engenharia Ambiental e Sanitária da UFSM participaram de um ato simbólico de conclusão da disciplina extensionista "Engenharia e Sociedade", com a entrega de projetos desenvolvidos para a Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) Vila Jardim, localizada no bairro Camobi, em Santa Maria. A atividade contou com a presença da direção da escola, que agora poderá buscar formas de viabilizar a execução das propostas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Ministrada pelos professores Tatiana Cureau Cervo, Alejandro Ruiz Padillo (ambos do Departamento de Transportes), Elisandra Maziero (Departamento de Expressão Gráfica) e Vanessa Giacomelli (Departamento de Química), a disciplina teve como objetivo integrar conhecimentos técnicos às demandas reais da comunidade. Ao longo do semestre, os estudantes visitaram a EMEI Vila Jardim para identificar necessidades, coletar dados e elaborar soluções personalizadas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7020,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/07/20250708_151854-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-7020" /><figcaption class="wp-element-caption">Estudantes e docentes da disciplina "Engenharia e Sociedade" junto da direção da EMEI Vila Jardim no encerramento da disciplina</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Divididos em grupos mistos, com integrantes de ambas as engenharias, os estudantes desenvolveram sete projetos completos, cada um contendo memorial descritivo, pranchas técnicas, orçamento detalhado e apresentações. As propostas incluíram:</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li>Plano de gerenciamento de resíduos sólidos e educação ambiental;</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li>Reforma de banheiros e projeto hidrossanitário;</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li>Sistema de drenagem para as praças externas e aproveitamento de água da chuva;</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li>Planta baixa detalhada da escola e projeto de reforma do telhado;</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li>Instalação de contêineres adaptados para novos ambientes;</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li>Reforma de uma praça e implantação de um campinho de jogos;</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- wp:list-item -->
<li>Projeto elétrico e plano de prevenção contra incêndios.</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A iniciativa reforça o compromisso da universidade com a extensão e a responsabilidade social: além de aplicar o conhecimento técnico, os estudantes vivenciaram a importância do diálogo com a comunidade e da construção coletiva de soluções sustentáveis. A diretoria da EMEI Vila Jardim recebeu os projetos e buscará formas de colocar os projetos em prática.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A disciplina extensionista "Engenharia e Sociedade", criada com a <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2023/01/25/cursos-de-engenharia-do-centro-de-tecnologia-da-ufsm-passam-por-reestruturacao-curricular">reestruturação curricular do CT</a></em></strong>, foi ofertada pela quarta vez neste semestre e segue como exemplo de interação entre universidade e sociedade, alinhando formação acadêmica às necessidades locais. Novas edições devem ocorrer em semestres futuros, ampliando o impacto positivo gerado pelas Engenharias da UFSM.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<p><em>Por Subdivisão de Comunicação do CT-UFSM, com informações de Tatiana Cervo.<br />Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <br /><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em> <br /><em>Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Egressa do CT-UFSM desenvolve pesquisa sobre micromobilidade inclusiva em doutorado na Universidade de Melbourne</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/07/03/egressa-do-ct-ufsm-desenvolve-pesquisa-sobre-micromobilidade-inclusiva-em-doutorado-na-universidade-de-melbourne</link>
				<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 12:20:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[micromobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[PPGAUP]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=6988</guid>
						<description><![CDATA[Pesquisa de Ana Paula Soares Müller, orientada pelo professor Alejandro Ruiz Padillo, estuda mobilidade de grupos marginalizados, como pessoas com deficiência, idosos e populações de baixa renda]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Ana Paula Soares Müller, graduada em Engenharia Civil e mestre pelo <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgaup">PPGAUP</a></em></strong> do Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), acaba de ser selecionada para uma prestigiada bolsa de doutorado na <strong><em><a href="https://eng.unimelb.edu.au/">Faculdade de Engenharia e Tecnologia da Informação</a></em></strong> da Universidade de Melbourne, na Austrália. O programa da universidade australiana, realizado em parceria com o <strong><em><a href="https://socialequity.unimelb.edu.au/">Instituto de Equidade Social de Melbourne</a></em></strong>, apoia pesquisas que promovam equidade social através da tecnologia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A pesquisa de Ana Paula, cujo título em inglês é "Defining accessibility metrics for equitable and inclusive micromobility: an approach based on needs and capabilities" visa desenvolver indicadores que incluam as necessidades de mobilidade de grupos marginalizados, como pessoas com deficiência, idosos e populações de baixa renda. A orientação será feita em colaboração internacional, entre a professora Patrícia Sauri Lavieri, do Departamento de Engenharia de Infraestrutura na Universidade de Melbourne, e o professor Alejandro Ruiz-Padillo, do <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/departamentos/dtrt">Departamento de Transporte da UFSM</a></em></strong>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Durante seu período na UFSM, Ana Paula atuou como colaboradora voluntária no <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/grupos/lamot">Laboratório de Mobilidade e Logística</a></em></strong> (LAMOT), onde aprofundou estudos sobre acessibilidade pedestre – tema de seu mestrado – e publicou artigos relevantes na área. Mesmo no doutorado, Ana Paula mantém seu vínculo com o LAMOT; segundo o professor Alejandro, um dos coordenadores do LAMOT, trata-se de um passo importante na internacionalização das pesquisas, já Ana é a primeira doutoranda do grupo no exterior. Na graduação, a estudante realizou intercâmbio em Melbourne por meio do programa <strong><em><a href="https://www.gov.br/cnpq/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/programas/ciencia-sem-fronteiras">Ciência sem Fronteiras</a></em></strong>; naquela oportunidade, realizou estágio voluntário na empresa de engenharia Pitt&amp;Sherry. Antes do doutorado, também lecionou no Instituto Federal Sul-Rio-Grandense, consolidando sua trajetória acadêmica em instituições públicas brasileiras.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:image {"id":6989,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"left"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/07/1000190325-576x1024.jpg" alt="" /><figcaption>Ana Paula no campus da Universidade de Melbourne (acervo pessoal)</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->
<p>O site do Instituto de Equidade Social de Melbourne realizou uma <a href="https://socialequity.unimelb.edu.au/news/latest/new-phd-ana-paula-soares-muller"><em><strong>entrevista</strong></em></a> com Ana Paula, traduzida e transcrita a seguir:</p>
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Entrevista com Ana Paula Soares Müller</strong> </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Antes de iniciar seu doutorado, qual era sua trajetória?<br><em>Antes do PhD, trabalhei principalmente como colaboradora voluntária no Laboratório de Mobilidade e Logística (LAMOT) da Universidade Federal de Santa Maria, no Brasil. No LAMOT, pude desenvolver minha pesquisa de mestrado sobre acessibilidade para pedestres com diferentes deficiências e publicar artigos relevantes nessa área. Antes disso, atuei como professora substituta no Instituto Federal Sul-Rio-Grandense, também no Brasil, onde tive a oportunidade de desenvolver habilidades importantes como docente e pesquisadora.</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O que a motivou a escolher esse tema para o doutorado?<br><em>Compreender a importância da equidade e acessibilidade é algo que cresceu em mim desde cedo. Vivi em contextos de forte desigualdade social e vi as consequências da inacessibilidade ao longo da vida de pessoas. Minha trajetória acadêmica foi toda construída em escolas públicas, e minha melhor amiga de infância usa cadeira de rodas. Para mim, mobilidade acessível sempre foi sinônimo de qualidade de vida. À medida que amadureci e entendi meus privilégios em acessar lugares e oportunidades enquanto tantos ao meu redor não podiam, assumi como meta trabalhar por uma mobilidade mais equitativa, especialmente para os mais vulneráveis. Como pesquisadora, acredito que o doutorado é o próximo passo para alcançar esse objetivo.</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Quais resultados você espera alcançar?<br><em>Realizar um doutorado em engenharia de transportes na Universidade de Melbourne é um sonho realizado. Acredito que isso me permitirá desenvolver habilidades para me tornar uma pesquisadora e profissional melhor. Espero que minha pesquisa contribua ativamente para uma micromobilidade mais justa, especialmente para quem mais precisa: pessoas com condições de mobilidade limitadas. Quero que meu trabalho ofereça aos gestores públicos e urbanistas insights valiosos para construir cidades mais acessíveis, atentas às percepções e capacidades individuais. Idealmente, pretendo contribuir para melhorias práticas nas condições de micromobilidade, tanto na Austrália quanto no Brasil. E certamente darei o meu melhor para chegar lá.</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:separator -->
<hr />
<!-- /wp:separator -->
<p><em>Com informações do Instituto de Equidade Social de Melbourne, do LAMOT e edição da Subdivisão de Comunicação do CT</em></p>
<p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <br /><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em> <br /><em>Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>
<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>#CTnaReconstrução: da solidariedade à engenharia preventiva para um novo futuro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/06/06/ctnareconstrucao-da-solidariedade-a-engenharia-preventiva-para-um-novo-futuro</link>
				<pubDate>Fri, 06 Jun 2025 12:12:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Estruturas de Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[Direção]]></category>
		<category><![CDATA[enchentes]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[INRI]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=6840</guid>
						<description><![CDATA[Na quarta e última reportagem da série sobre as ações do CT-UFSM nas enchentes do ano passado, conheça os projetos do Centro destinados a prevenir novos desastres]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Você se lembra do que estava fazendo há um ano atrás, quando o Rio Grande do Sul enfrentava a maior catástrofe climática de sua história? A Subdivisão de Comunicação preparou uma série de reportagens intitulada #CTnaReconstrução, na qual você vai relembrar ou conhecer os projetos, servidores e estudantes do CT que atuaram na linha de frente, seja com iniciativas de apoio imediato à população, seja com projetos de recuperação e prevenção a médio e longo prazo de áreas atingidas pela tragédia climática no RS. Na quarta e última reportagem, destacamos como a ciência produzida pelos pesquisadores e especialistas do CT auxiliaram na emergência e apontam formas de prevenir danos futuros.</p>
<p>O diretor do Centro de Tecnologia, professor Tiago Marchesan, ao comentar as ações realizadas pela Unidade durante as enchentes, relembra que, em situações de tragédia, a primeira medida essencial é acolher. E foi justamente o que fez a comunidade acadêmica: professores, técnicos e estudantes organizaram mutirões para limpeza de casas, arrecadação de alimentos, de utensílios domésticos e construção de móveis para doação. Em meio aos primeiros momentos de acolhimento, a formação técnica e científica dos estudantes e docentes foi colocada em prática: professores especialistas em geotecnia foram chamados para ações cruciais como vistoriar áreas de risco em morros de Santa Maria e Quarta Colônia e avaliar a segurança de permanência dos moradores. </p>
<p>Depois, com a situação emergencial amenizada, o foco dos pesquisadores começou a se voltar para a engenharia preventiva. Projetos que refletem sobre o impacto das chuvas nas estruturas urbanas e na sociedade ganharam espaço e protagonismo em função da emergência - desde projetos de simulação de fluxos hídricos e avaliação de regimes pluviais até outros que buscam o desenvolvimento de soluções urbanísticas para áreas alagadas. As atividades de pesquisa envolveram todos os cursos do CT — desde Engenharia Ambiental e Sanitária até Ciência da Computação, Arquitetura e Urbanismo e Engenharia Civil.</p>
<p>Ao longo do último ano, o CT, além de ter organizado encontros próprios, que serviram de base para articulações com prefeituras, Defesa Civil e outras universidades, também participou de eventos e seminários que abordaram o tema. Um deles foi o <a href="https://ufsm.br/r-375-5099"><b><i>Santa Summit</i></b></a> - encontro realizado pela Agência de Desenvolvimento de Santa Maria, Sebrae, Inova Centro e Prefeitura Municipal de Santa Maria que reuniu setores privados e instituições públicas em junho do ano passado, no distrito criativo de Santa Maria, para discutir e pensar ações e projetos colaborativos para reconstruir e impulsionar a região central do Rio Grande do Sul. </p>		
			<h3>Especialistas a campo na emergência</h3>		
		<p>A atuação da universidade durante e após a tragédia também se deu no acompanhamento técnico das áreas atingidas. Professores e pesquisadores do Centro de Tecnologia, com experiência em diferentes áreas da engenharia, se mobilizaram de forma voluntária para atender demandas das prefeituras e da Defesa Civil, principalmente no interior do estado.</p>
<p>O professor Magnos Baroni, docente do Departamento de Transportes e especialista em Geotecnia, foi um dos que estiveram diretamente envolvidos nesse trabalho. Atuando com infraestrutura de contenção, fundações e estabilidade de encostas, Baroni explica que a dinâmica do desastre na região central do estado foi muito rápida, em função da geografia local: “Santa Maria e arredores são regiões com muitos morros e pequenas bacias hidrográficas. A velocidade das águas foi muito grande e grandes quantidades de água desceram pelos morros muito rapidamente, elevando os rios de forma absurda”, relata.</p>
<p>Após a enchente, as prefeituras passaram a lidar com outro problema: avaliar a segurança de áreas de risco e decidir se as famílias poderiam ou não retornar para suas casas. Segundo Baroni, muitas Defesas Civis municipais não tinham profissionais especializados para fazer esse tipo de vistoria. “O cargo de Defesa Civil é obrigatório, mas nem sempre quem ocupa o cargo tem a expertise necessária. E aí eles ficaram perdidos, sem saber se liberavam ou não as casas, se o terreno tinha estabilidade, se podia voltar ou não”, conta.</p>
<p>Sem pessoal técnico suficiente, as Defesas Civis locais recorreram à Defesa Civil estadual, que também estava sobrecarregada com a situação em Porto Alegre e no estado. Foi nesse contexto que docentes e pesquisadores da UFSM começaram a ser chamados. “Por nome, o pessoal sabia que existiam especialistas aqui. Então entravam em contato, perguntavam se podiam passar meu contato, se podiam indicar alguém. E a gente foi ajudando como dava”, lembra.</p>
<p>A logística das vistorias, na maioria das vezes, foi organizada de forma improvisada e voluntária. “A gente usava carro próprio pra chegar até as cidades e lá pegava os veículos da prefeitura. A universidade até disponibilizou caminhonetes, mas era difícil conseguir motorista e deslocamento oficial. Então, quase tudo foi na base da boa vontade mesmo”, comenta.</p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/163c1412-e6be-4c97-85d9-e206fce35dbb-768x550.jpg" alt="Auxílio aos" /><figcaption>Auxílio aos</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/2a3ef70d-18d1-4345-907c-7c74c9089d9e-768x576.jpg" alt="técnicos da" /><figcaption>técnicos da</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/dd7902f9-73cd-46dd-bc6f-4f1ac461c58f-768x576.jpg" alt="da Defesa Civil" /><figcaption>da Defesa Civil</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/6-768x576.jpg" alt="de Imigrante (fotos: arquivo Magnos Baroni)" /><figcaption>de Imigrante (fotos: arquivo Magnos Baroni)</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/04a8ec4a-8d09-4383-a919-465ed0b35443-768x576.jpg" alt="Auxílio aos" /><figcaption>Auxílio aos</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/0a77f943-aa8d-463d-a019-e2d519f2e163-768x576.jpg" alt="técnicos da" /><figcaption>técnicos da</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/1-768x576.jpg" alt="Defesa Civil" /><figcaption>Defesa Civil </figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/06/35ec0268-cfce-44b7-b4e4-ba7911837d17-768x576.jpg" alt="de Imigrante (fotos: arquivo Magnos Baroni)" /><figcaption>de Imigrante (fotos: arquivo Magnos Baroni)</figcaption></figure>			
		<p>O grupo de atuação incluía, além de Baroni, os professores Daniel Allasia, Rutinéia Tassi e João Francisco Horn, todos ligados ao Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental e especialistas na área de recursos hídricos e geotecnia. Os trabalhos de campo foram realizados em diferentes cidades da região central, com avaliações de áreas afetadas, orientações para as Defesas Civis municipais e, sobretudo, conversas com a população, para explicar os riscos e a necessidade de desocupação de determinadas áreas. “A gente precisava conversar com as famílias, mostrar por que precisavam sair de casa, explicar os motivos técnicos e tranquilizar as pessoas também”, afirma Magnos.</p><p>Além das ações realizadas junto à Defesa Civil, os professores participaram de algumas atividades com os especialistas da área de estruturas, especialmente voltadas para a questão de infraestrutura viária, fundações e pontes. A situação climática exigiu, naturalmente, um trabalho multidisciplinar, com profissionais de diversas áreas técnicas. Magnos destaca que no entanto, o início dos atendimentos eram muito desalinhados: “quem podia ajudar, pegava o carro e ia até o local. Essa foi a realidade do primeiro momento, onde a urgência determinava a forma de atuação.” destaca o professor. </p><p>A experiência prática nunca deixou de estar alinhada ao compromisso teórico e científico dos docentes, como se evidencia no artigo “<em><strong><a href="https://www.scielo.br/j/rbrh/a/pZSKfKmv5dmyBWZRhpLv5zF/?format=pdf&amp;lang=en">O desastre hidrológico excepcional de abril-maio de 2024 no sul do Brasil</a></strong></em>”, publicado pela Revista Brasileira de Recursos Hídricos. O estudo, dimensionou, com dados técnicos e oficiais, a extensão do desastre hidrológico de 2024 no estado. O professor Daniel Allasia representou a UFSM ao lado de pesquisadores da UFRGS, da Univates, do Serviço Geológico do Brasil, da UFPEL e da FURG.</p>https://www.youtube.com/watch?v=gEiuJYJjots		
			<h3>Diagnóstico dos danos e apoio às prefeituras</h3>		
		<p>Após as ações emergenciais, as prefeituras precisaram elaborar planos de trabalho para cadastramento oficial dos danos junto aos governos estadual e federal. Esse cadastro era necessário para viabilizar os recursos emergenciais, que seriam repassados via Defesa Civil. Nesse contexto, os especialistas voltaram a campo, mas não mais para avaliação de áreas de risco, e sim para realizar levantamentos técnicos: analisar e medir pontes destruídas, avaliar alternativas de solução e estimar valores de obra.</p><p>Os docentes relatam que muitas prefeituras não dispunham de toda a capacidade técnica necessária para fazer esse tipo de levantamento, especialmente em relação a encostas e deslizamentos. Em Santa Maria, por exemplo, os docentes e discentes atuaram na região da Estrada do Perau. Juntamente com a prefeitura, foi elaborado um anteprojeto e um plano de trabalho completo, que viabilizou a destinação de cerca de R$ 6 milhões em recursos. Esse apoio foi prestado de forma gratuita pela Universidade e reforçou o compromisso da UFSM com a comunidade. O valor foi liberado recentemente e atualmente a prefeitura dá andamento aos projetos executivos.</p><p>Ações semelhantes também aconteceram em outras cidades, como São Pedro do Sul e Candelária, especialmente em relação a pontes e acessos interrompidos. Em muitos casos, o grupo foi responsável pela vistoria, diagnóstico técnico e proposição preliminar de soluções.</p><p>Durante essas atividades, Magnos contou com o apoio de integrantes do <em><strong><a href="https://www.ufsm.br/grupos/geoma">GEOMA — Grupo de Pesquisa Geotecnia e Meio Ambiente</a></strong></em>. O grupo reúne discentes de graduação, mestrado e doutorado, mas boa parte dos que foram a campo com o docente são engenheiros civis formados, em processo de qualificação acadêmica. Baroni ressalta: “muitas vezes se usa o termo “aluno”, e a impressão que fica é que a universidade está deslocando estudantes em formação inicial para ações de grande responsabilidade técnica. Na prática, esses profissionais têm formação superior e atuam justamente na área dos problemas enfrentados”.</p><p>Em paralelo, outro grupo da UFSM, liderado pelo professor Rinaldo Jose Barbosa Pinheiro e composto por professores e estudantes da Geografia e Geologia, também atuou fortemente na região, especialmente em áreas como Silveira Martins e Júlio de Castilhos. Assim, havia dois grandes núcleos de trabalho geotécnico, que se dividiram para atender a demanda regional.</p><p>Magnos conta que o trabalho de campo sempre foi algo recorrente para o grupo de pesquisa, mas a magnitude das enchentes e a intensidade das atividades trouxeram uma experiência inédita. “Costumamos dizer que no GEOMA é difícil separar onde termina o ensino, onde começa a pesquisa e onde entra a extensão. Muitos pensam a extensão como um trabalho social mais elementar — como ensinar uma comunidade a construir um muro ou rebocar uma parede — mas, para nós, a extensão também é ir até uma encosta, monitorar o talude e contribuir para a segurança de uma rodovia, gerando impacto direto na vida da população.”</p>		
			<h2>Orientações práticas para situações inesperadas
</h2>		
		<p>Desde 2009, o trabalho do professor Leandro Michels, do Departamento de Processamento de Energia Elétrica, é focado em sistemas fotovoltaicos e na pesquisa aplicada à energia solar. Leandro é coordenador do laboratório do <a href="https://iemufsm.com.br/">Instituto de Energia e Mobilidade</a> (IEM, antigo INRI). Por meio do trabalho dos pesquisadores desenvolvido neste laboratório, a UFSM se tornou referência nacional no desenvolvimento e certificação de inversores fotovoltaicos, dispositivos essenciais para a conversão e segurança dos sistemas solares.</p><p>Quando as enchentes afetaram a região metropolitana, provocando alagamentos em residências com sistemas fotovoltaicos instalados, surgiram preocupações sobre os riscos de choque elétrico e sobre como proceder diante da situação inesperada de equipamentos submersos. O professor conta que, como esses equipamentos não foram projetados para operar imersos em água, sua equipe atuou para fornecer orientações técnicas essenciais ao governo e aos profissionais do setor, a fim de aumentar a segurança nas operações. Sua atuação, então, foi no sentido de aconselhar tecnicamente os órgãos de controle, como o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), que o convidou para fazer palestras com orientações técnicas que pudessem ser difundidas entre os profissionais do setor elétrico.</p><p>O trabalho foi desenvolvido em equipe, com participação do professor Lucas Bellinaso e estudantes de doutorado do Laboratório de Ensaios Fotovoltaicos, que realizaram experimentos para entender melhor o problema e auxiliar no desenvolvimento de guias práticos. Leandro enfatiza que a atuação teve caráter voluntário e foi organizada dentro de um projeto de extensão da UFSM, buscando dar suporte técnico e prático em um momento de crise.</p><p>A receptividade das ações ficou evidente pela grande audiência das palestras: um dos vídeos alcançou 23 mil visualizações e contou com mais de mil pessoas assistindo simultaneamente, interagindo e tirando dúvidas. O professor destaca que, em eventos do setor, muitas empresas e técnicos relataram que adotaram suas recomendações para a recuperação dos sistemas afetados, e que muitas pessoas usaram as suas orientações como base para agir na recuperação e para evitar riscos nos sistemas alagados.</p><p>No aspecto acadêmico, embora a segurança já fosse um tema presente, o episódio reforçou a discussão teórica sobre a importância de planejar a instalação dos sistemas em locais adequados, longe de áreas sujeitas a inundações. Leandro explica que, dada a natureza dos equipamentos, “assim como aviões não são feitos para voar debaixo d’água”, não é viável projetá-los para funcionar submersos. Por isso, a principal lição foi a atenção à escolha dos locais de instalação dos equipamentos, para garantir segurança e durabilidade. Ele destaca que agora as pessoas estão mais preocupadas em evitar instalar fotovoltaicos em locais que possam ficar sujeitos a alagamentos, o que representa uma mudança importante no setor.</p><p>Leandro ressalta que a segurança elétrica é uma preocupação central em sua atuação, especialmente para proteger usuários e técnicos contra riscos de choque elétrico e incêndio. Ele explica que, além das pesquisas e palestras, sua equipe colaborou diretamente com órgãos reguladores como o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO) para aprimorar normas técnicas e garantir maior segurança na operação dos sistemas.</p><p>Por fim, o professor salienta o caráter institucional do trabalho desenvolvido, que envolveu o conhecimento técnico e a infraestrutura do IEM da UFSM, além do esforço conjunto de pesquisadores e  estudantes em um momento de crise. O objetivo de minimizar danos e orientar a população e os profissionais para a reconstrução segura das instalações elétricas foi alcançado. Para ele, foi uma ação voluntária e institucional, feita com o conhecimento técnico da UFSM, que colaborou num momento tão complicado, ajudando a população e os profissionais a agir com segurança e responsabilidade.</p>https://www.youtube.com/live/xSkGoK44uBM?feature=shared		
			<h2>Balanço da Direção do CT um ano após as enchentes
</h2>		
		<p>A direção do Centro de Tecnologia, representada pelo professor Tiago Marchesan, fez, a convite da reportagem, um balanço da atuação da unidade em função das enchentes ao longo do último ano. Para ele, o compromisso social da instituição ficou patente: “Sempre que a comunidade chama, a gente não diz não. Eu sempre procuro ser dinâmico, montar rapidamente uma rede de contatos dentro e fora da universidade, e todos atendem. É bonito ver o quanto as pessoas se colocam à disposição”, enfatiza Marchesan. Para o diretor, esse engajamento coletivo faz do CT um espaço de ciência, pesquisa e — acima de tudo — solidariedade. “A gente se junta e ajuda. Esse é o espírito que nos move: contribuir com soluções técnicas, mas também com a mão estendida na hora mais difícil.”</p><p> “Eu tenho uma teoria de que o ser humano só é completo se ele consegue vivenciar tudo que a cidade, onde ele vive, é capaz de proporcionar”, defende. Segundo ele, ao participar de ações sociais, projetos de pesquisa, atividades de extensão e da própria sala de aula, os estudantes ampliam sua visão de mundo e desenvolvem habilidades que vão além do conteúdo técnico. “Se você não vivencia todas as disparidades e diversidades da sociedade, você vive numa agulha. E não é legal viver numa agulha. A única forma de expandir seu conhecimento e sua visão de mundo é vivenciando o mundo”, completa.</p><p>Situações como a enchente que afetou o Rio Grande do Sul em maio de 2024 deixam aprendizados profundos não só quanto à necessidade de colaboração, mas também quanto à urgência de repensar o modelo de ocupação urbana e a relação com o meio ambiente. “Você pode ser um cientista super reconhecido, mas vai ter que ajudar a pessoa a tirar lama de dentro de casa. Isso é viver a integridade da vida”, resume.</p><p>O professor destaca que os especialistas do CT contribuíram com seu conhecimento na formulação de diretrizes técnicas para a reconstrução de pontes no estado. Atualmente, há exigência de estudos hidrológicos antes da elaboração dos projetos. “Toda prefeitura que precisa de um projeto de ponte é obrigada a fazer estudo de regime pluvial da região para definir altura e vão. E isso tem colaboração direta da UFSM, com o Escritório Modelo, com a Ambiental e Sanitária, Civil”, relata.</p><p>Um ano após a tragédia, o professor avalia que o principal desafio é evitar que o episódio caia no esquecimento. “O ser humano esquece rápido. Cabe à universidade relembrar. Relembrar que nós vamos ter que, na beira dos rios, manter mata ciliar, que há áreas onde não se pode ocupar, que o aquecimento global é uma realidade”, alerta. Ele destaca que a ciência e a universidade têm o papel de produzir conhecimento e de atuar como memória social, e prevenir que os erros do passado se repitam. “Se você passar lá daqui a um ano, vai estar tudo igual. Talvez isso fique só nos livros ou na história do avô, que vai contar que em 2024 foi a maior enchente da história. Mas se a gente não mudar, daqui a 10 anos pode vir outra ainda maior”, reflete.</p><p>Para Tiago, a formação universitária precisa preparar estudantes não apenas para o mercado de trabalho, mas para a vida em sociedade. “Quem se preocupa, se coloca no lugar do outro, vai ser um cidadão melhor depois. E a universidade está aqui para ensinar, mas também, como universidade pública, para formar cidadãos melhores, que transformem a sociedade”, conclui.</p>https://www.youtube.com/watch?v=UfoP9zlctgI<p>As ações relatadas acima são exemplos que reforçam o papel social da Universidade pública enquanto espaço de formação técnica e científica mas, acima de tudo, humana. Em momentos de crise, atuações como essas mostram que o conhecimento produzido dentro da academia pode e deve ser colocado a serviço da sociedade.</p><p><i>Esta é a quarta e última reportagem da série #CTnaReconstrução. </i></p><p>A <a href="https://ufsm.br/r-375-6604"><b><i>primeira</i></b></a><i>, #CTnaReconstrução: relembre os projetos do CT-UFSM em resposta às enchentes de 2024;</i></p><p>a <a href="https://ufsm.br/r-375-6681"><b><i>segunda</i></b></a><i>, #CTnaReconstrução: na emergência, Centro de Tecnologia virou fábrica de móveis e ponto de arrecadação de utensílios domésticos;</i></p><p>e a <a href="https://ufsm.br/r-375-6751"><b><i>terceira</i></b></a><i>, #CTnaReconstrução: Escritório Modelo de Engenharia recupera pontes em rodovias da região santamariense,  abordaram as principais ações dos grupos e projetos do CT que ampararam Santa Maria e região no auge das inundações.</i></p><p><i>Texto por Marina dos Santos, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM.</i></p><p><i>Fotos: acervo pessoal dos professores. </i></p><p><em>Vídeos: Canal Diário de Santa Maria e Canal Aranda Eventos</em></p><p><i>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </i><strong><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><i>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</i></a></strong><i>! 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													</item>
						<item>
				<title>#CTnaReconstrução: Escritório Modelo de Engenharia recupera pontes em rodovias da região santamariense</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/05/29/ctnareconstrucao-escritorio-modelo-de-engenharia-recupera-pontes-em-rodovias-da-regiao-santamariense-ctnareconstrucao</link>
				<pubDate>Thu, 29 May 2025 16:59:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Estruturas de Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[enchentes]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=6751</guid>
						<description><![CDATA[Na terceira reportagem da série sobre as ações do CT-UFSM nas enchentes do ano passado, conheça o projeto que auxiliou na restauração dos estragos em estradas do Rio Grande do Sul
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>As chuvas começaram no dia 27 de abril, ganharam força no dia 29 e assolaram o estado durante todo o mês de maio de 2024, em forma de enchentes e deslizamentos de terra. De acordo com o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer), as enchentes danificaram grande parte da infraestrutura rodoviária de responsabilidade estadual: dez pontes foram interditadas e mais de 8 mil quilômetros de estradas foram danificados.</p><p>Você se lembra do que estava fazendo há um ano atrás, quando o Rio Grande do Sul enfrentava a maior catástrofe climática de sua história? A Subdivisão de Comunicação preparou uma série de reportagens intitulada #CTnaReconstrução, na qual você vai relembrar ou conhecer os projetos, servidores e estudantes do CT que atuaram na linha de frente, seja com iniciativas de apoio imediato à população, seja com projetos de recuperação e prevenção a médio e longo prazo de áreas atingidas pela tragédia climática no RS. Na terceira reportagem, destacamos um projeto que auxiliou na recuperação dos estragos em rodovias do Rio Grande do Sul.</p>		
			<h3>Conheça o Escritório Modelo</h3>		
		<p>O <a href="https://www.instagram.com/escritoriomodelodeengenharia/" target="_blank" rel="noopener"><b><i>Escritório Modelo de Engenharia</i></b></a> é um projeto de extensão vinculado ao CT, desenvolvido pelos cursos de graduação e pós-graduação em Engenharia Civil. O projeto em seu formato atual existe desde 2021 e é coordenado pelo professor Almir Barros Santos com a colaboração direta dos docentes André Lubeck e Rogério Antocheves. O Escritório atua como um elo entre a universidade e a comunidade ao prestar serviços para órgãos públicos federais, estaduais e municipais, por meio da elaboração de projetos de engenharia, do acompanhamento de obras, da realização de cursos de capacitação, consultorias e assessoramentos técnicos. Quando os entes federados encontram dificuldades para realizar ou contratar tais atividades, eles podem dispor dos serviços do Escritório.</p><p>A origem do Escritório Modelo remonta à experiência dos professores na Universidade Federal do Pampa (Unipampa), entre 2006 e 2017, onde atuaram desde os primeiros anos de funcionamento da instituição. Na época, como aquela universidade não dispunha de infraestrutura administrativa ou corpo técnico completos, os docentes recém-chegados acabaram por assumir múltiplas funções e aprender, na prática, como gerir obras e contratos públicos. Esse ambiente desafiador permitiu que eles acumulassem uma vivência profissional impulsionadora. A partir de 2017, quando os três docentes se reencontraram na UFSM, trouxeram consigo essa bagagem. </p>		
										<figure>
											<a href="https://www.instagram.com/p/CnmxrhorVPM/" target="_blank">
							<img width="512" height="510" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/unnamed-4.jpg" alt="" />								</a>
											<figcaption>Card utilizado pelo projeto para divulgação dos serviços prestados</figcaption>
										</figure>
		<p>A ideia de criar o Escritório Modelo surgiu a partir de uma conversa com o professor Tiago Marchesan, diretor do CT. A proposta era estabelecer um projeto de extensão que pudesse apoiar a Pró-Reitoria de Infraestrutura (Proinfra) na elaboração de projetos estruturais e, futuramente, atender também a órgãos públicos externos.</p><p>Após início com atendimento exclusivo para as demandas da Proinfra, especialmente na área de estruturas da UFSM, o projeto ampliou seu alcance e passou a desenvolver projetos para prefeituras e outros órgãos públicos, principalmente em cidades pequenas, onde a falta de equipe técnica especializada é um obstáculo frequente. </p><p>O Escritório é remunerado pelos contratantes a partir de cada projeto desenvolvido. Os pagamentos são feitos à <a href="https://www.fundep.ufmg.br/" target="_blank" rel="noopener"><b><i>Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep)</i></b></a>, responsável pela gestão administrativa e financeira, que distribui os recursos de acordo com as rubricas previstas — como bolsas, retribuições e remuneração aos profissionais envolvidos. Parte dos recursos também é destinada à Universidade e outra parte é reinvestida nos laboratórios do Centro de Tecnologia. Para assegurar a regularidade e a compatibilidade dos preços, os projetos seguem tabelas referenciais de órgãos públicos como Daer e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) - isso garante que os projetos estejam alinhados às exigências legais e os valores cobrados estejam dentro da realidade do mercado. O Escritório Modelo, portanto, presta um serviço de alta qualidade técnica a preços de mercado e com viés social, tanto para quem contrata quanto para quem trabalha nos projetos.</p><p>Além de auxiliar órgãos públicos na resolução de demandas emergenciais, como no caso das enchentes, o projeto proporciona aos estudantes de Engenharia Civil da UFSM a oportunidade de participar diretamente do desenvolvimento de projetos reais, e vivenciar os desafios da profissão antes mesmo de concluírem a graduação. A experiência prática, segundo os coordenadores, faz toda a diferença na formação dos futuros profissionais. “É muito diferente o aluno trabalhar com um projeto hipotético em sala de aula do que acompanhar a elaboração de um projeto de ponte que realmente será executado”, destaca André Lubeck. E foi essa experiência que foi posta à prova no momento de emergência vivido há um ano.</p>		
			<h3>Logística da reconstrução
</h3>		
		<p>Quando as enchentes atingiram o Rio Grande do Sul, em maio de 2024, a equipe do Escritório Modelo de Engenharia se viu diante de uma demanda emergencial inédita. Diversos municípios da região, afetados pela destruição de pontes, passarelas e estradas vicinais, passaram a buscar apoio técnico para viabilizar projetos e acessar os recursos de recuperação disponibilizados pela Defesa Civil e pelo Governo Federal.</p><p>“Enxergamos a situação como uma oportunidade de ajudar, porque tínhamos estrutura e conhecimento para isso”, relata o professor André Lubeck. A relação prévia com a Prefeitura de Santa Maria, que já havia contado com os serviços do Escritório Modelo, foi decisiva para organizar os primeiros atendimentos. Na época, o município contabilizava aproximadamente 19 pontos críticos. “Eles nos perguntaram se teríamos condições de atender e nós falamos que não daria para fazer tudo, mas que poderíamos contribuir”, conta André.</p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/1-card-insta.jpg" alt="Equipes do Escritório nos distritos de Arroio Grande e Boca do Monte" /><figcaption>Equipes do Escritório nos distritos de Arroio Grande e Boca do Monte</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/548488d2-bc72-4225-826f-11337e4ffc8a-768x1364.jpg" alt="Equipes do Escritório nos distritos de Arroio Grande e Boca do Monte" /><figcaption>Equipes do Escritório nos distritos de Arroio Grande e Boca do Monte</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/5eb9ec64-ceaf-4323-8655-b87cabe25be1-1.jpg" alt="Equipes do Escritório nos distritos de Arroio Grande e Boca do Monte" /><figcaption>Equipes do Escritório nos distritos de Arroio Grande e Boca do Monte</figcaption></figure>			
		<p>A partir desse contato, a equipe do Escritório pautou seu trabalho pelas diretrizes do manual da Defesa Civil, que orientava a elaboração dos projetos e da documentação necessária para acessar os recursos de recuperação. A análise do material revelou a necessidade de estudos complementares de geotecnia e hidrologia, além dos projetos estruturais. “Brasília <i>[governo federal]</i> só libera o recurso se tudo atender à legislação. Emergência não é sinônimo de improviso”, reforça o professor.</p><p>Para ampliar a capacidade de atendimento, os coordenadores do Escritório articularam parcerias com outros professores da UFSM. Na geotecnia, contaram com o professor Magnos Baroni para os estudos de solo. Na área hidrológica, uniram-se ao grupo de Ecotecnologias, com os professores Daniel Allasia e João Francisco Horn. “Os professores trouxeram seus estudantes, organizamos as equipes e mostramos para Santa Maria o que conseguiríamos assumir”, detalha Rogerio Antocheves.</p><p>As demandas fizeram com que o Escritório fosse ampliado para agregar mais profissionais. Hoje, o Escritório Modelo entrega projetos completos, com orçamentos, especificações técnicas, <a href="https://www.confea.org.br/servicos-prestados/anotacao-de-responsabilidade-tecnica-art" target="_blank" rel="noopener"><b><i>Anotação de Responsabilidade Técnica (ART)</i></b></a> e toda a documentação exigida pela Defesa Civil e por órgãos de controle. Este é um diferencial do projeto: reunir profissionais especializados em áreas específicas para realizar soluções técnicas, atributo que por vezes não é encontrado no mercado privado.</p><p>Santa Maria, então, reorganizou sua estratégia e repassou nove pontos críticos para o Escritório Modelo, enquanto buscava outras soluções para o restante. A experiência com a prefeitura — uma das maiores e mais organizadas da região — serviu como aprendizado e modelo para os atendimentos posteriores. “Quando vieram as demandas de municípios menores, como Quevedos, São Vicente e São Francisco de Assis, a gente já sabia como funcionava o processo e até os ajudamos a organizar a documentação e os procedimentos”, lembra André.</p><p>Para tentar organizar um atendimento coletivo, o Escritório Modelo chegou a enviar ofícios e propor reuniões junto a associações regionais, como a Quarta Colônia. Porém, diante da urgência e da complexidade da situação, cada município buscava sua solução como podia — alguns contratatavam empresas particulares, outros recorreram a profissionais internos. </p><p>Muitas prefeituras pequenas careciam de equipe ou conhecimento técnico até mesmo para solicitar os recursos emergenciais ou quais documentos precisavam apresentar. “Tivemos casos de prefeituras que, só depois, ficaram sabendo que oferecíamos esse serviço e lamentaram não ter procurado antes”, destaca Almir Barros.</p><p>Atualmente, todos os projetos assumidos pelo Escritório Modelo no contexto das enchentes já foram concluídos e enviados para análise da Defesa Civil em Brasília. Alguns retornaram com pedidos de ajustes ou complementações, prontamente atendidos pela equipe. Mais do que atender demandas técnicas, a atuação nesse período reforçou a importância de uma estrutura universitária pública capaz de responder a emergências e prestar serviços qualificados à comunidade.</p>		
			<h3>Projeto em campo</h3>		
		<p>O trabalho do Escritório Modelo de Engenharia Estrutural da UFSM vai muito além dos cálculos e projetos em escritório. Apesar de atuar principalmente com projetos técnicos para licitação, a equipe realiza visitas de campo para vistoriar as áreas afetadas — sempre após a estabilização da situação, para garantir a segurança e o levantamento preciso das necessidades.</p><p>“Nós só atuamos depois que o problema está formalmente registrado e definido pela prefeitura. Mas, claro, fomos a campo vistoriar os locais atingidos”, explica o professor André. Professores especialistas em geotecnia e hidrologia acompanharam as inspeções em áreas críticas, como encostas, para garantir que as condições estejam seguras para intervenções futuras. Os discentes da UFSM têm papel ativo em todo esse processo, sempre sob supervisão técnica rigorosa. Eles colaboram na elaboração de desenhos, orçamentos e especificações, com atenção especial à revisão, pois os projetos serão auditados por órgãos como tribunais de contas.</p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/a5ef7dfd-dd21-430a-b3c2-c2901091b600-1024x576.jpg" alt="Equipes do Escritório nos distritos de Arroio Grande e Boca do Monte" /><figcaption>Equipes do Escritório nos distritos de Arroio Grande e Boca do Monte</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/ffaf92bd-1110-45bb-a8d5-791c2c0aac97-1-1024x576.jpg" alt="Equipes do Escritório nos distritos de Arroio Grande e Boca do Monte" /><figcaption>Equipes do Escritório nos distritos de Arroio Grande e Boca do Monte</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/f6f19660-e83f-4881-bd31-1fb2431c0c5c-1024x577.jpg" alt="Equipes do Escritório do município de Quevedos" /><figcaption>Equipes do Escritório do município de Quevedos</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/ef059145-77d4-4901-a2fc-00c15e519aff-1024x576.jpg" alt="Equipes do Escritório nos distritos de Arroio Grande e Boca do Monte" /><figcaption>Equipes do Escritório nos distritos de Arroio Grande e Boca do Monte</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/9862127e-5325-477b-820b-e64e5c811455-1024x576.jpg" alt="Equipes do Escritório nos distritos de Arroio Grande e Boca do Monte" /><figcaption>Equipes do Escritório nos distritos de Arroio Grande e Boca do Monte</figcaption></figure>			
		<p>Nas vistorias em Santa Maria, mestrandos chegaram a trabalhar com água na altura da cintura para medir fundações de pontes. “São histórias que ficam para a formatura, qualificam muito a formação dos estudantes.” Os docentes lembram de um episódio marcante durante a entrega dos projetos para a Prefeitura de Cacequi: “Esperávamos uma reunião formal, mas era um evento com imprensa, secretários e vereadores. Dois alunos que participaram — a Giovana e o Felipe — tiveram que dar entrevistas. Para eles, foi o auge da graduação.”</p><p>Mas nem tudo são boas notícias. “Muitas pontes que caíram já apresentavam sinais antes. A enchente foi só o empurrãozinho final,” alerta André. Problemas comuns como bueiros entupidos e falta de manutenção adequada comprometem a infraestrutura. “Ficamos felizes em ajudar, mas também tristes por ver onde a engenharia e a manutenção pública estão faltando. Se isso não mudar, os problemas vão continuar,” conclui.</p><p>Na atuação do Escritório Modelo e na formação dos alunos da UFSM, um ponto é sempre reforçado: por trás de cada projeto de engenharia, existe uma questão social profunda. O professor Rogério conta a história de uma senhora feirante que mora próxima a uma das pontes em avaliação. “Ela nos disse que, com a falta daquela ponte, a rotina dela mudou totalmente. Tem que sair muito mais cedo, dar uma volta enorme. E, quando chove, fica impossível passar.” A ponte, para ela, não é apenas concreto ou cálculo — é conexão com o mundo, é qualidade de vida.</p>		
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											<a href="https://www.instagram.com/p/DICd-JiRiD1/" target="_blank">
							<img width="361" height="620" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/05/unnamed-5-1.jpg" alt="" />								</a>
											<figcaption>Pontes com projetos para reconstrução realizados pelo Escritório</figcaption>
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		<p>Essa realidade é o que a equipe busca transmitir aos estudantes, o docente enfatiza: “Por trás de cada ponte, de cada prédio, tem pessoas que dependem dessas estruturas para trabalhar, estudar, viver. Esse olhar social precisa caminhar junto com a técnica, senão a engenharia perde o sentido.”</p><p>A ação relatada acima é exemplo que reforça o papel social da Universidade pública enquanto espaço de formação técnica e científica mas, acima de tudo, humana. Em momentos de crise, projetos como esses mostram que o conhecimento produzido dentro da academia pode e deve ser colocado a serviço da sociedade.</p><p><i>Esta é a terceira reportagem da série #CTnaReconstrução. A </i><a href="https://ufsm.br/r-375-6604" target="_blank" rel="noopener"><b><i>primeira</i></b></a><i> e a </i><a href="https://ufsm.br/r-375-6681" target="_blank" rel="noopener"><b><i>segunda </i></b></a><i>abordaram as principais ações dos grupos e projetos do CT que ampararam Santa Maria e região no auge das inundações. Acompanhe as próximas reportagens ao longo do mês de maio no site do CT!</i></p>		
		<p><i>Texto por Marina dos Santos, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM.</i></p><p><i>Fotos por Escritório Modelo.</i></p><p><i>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </i><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><i>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</i></a><i>! Siga o CT nas redes sociais: </i><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><i>Facebook</i></a><i> e </i><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><i>Instagram</i></a><i>!</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Novo Programa de Pós-graduação em Engenharia Civil e Ambiental realiza aula inaugural</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/04/25/novo-programa-de-pos-graduacao-em-engenharia-civil-e-ambiental-realiza-aula-inaugural</link>
				<pubDate>Fri, 25 Apr 2025 18:44:35 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[#ppgecam]]></category>
		<category><![CDATA[Doutorado]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Sanitária e Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[mestrado]]></category>
		<category><![CDATA[PPG]]></category>
		<category><![CDATA[PPGEAmb]]></category>
		<category><![CDATA[PPGEC]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=6581</guid>
						<description><![CDATA[Fusão do PPGEC e do PPGEAmb foi inaugurada em palestra do Prof. Dr. Marx Chhay, da Université Savoie Mont Blanc]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O auditório do INPE estava lotado de estudantes, pesquisadores e servidores da UFSM para um evento marcante: na manhã de hoje (25/04), ocorreu a aula inaugural do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental (PPGECAM). O novo PPG da UFSM é resultado da fusão dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia Civil (PPGEC) e em Engenharia Ambiental (PPGEAmb).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O palestrante escolhido para a ocasião especial foi o Prof. Dr. Marx Chhay, pesquisador da Université Savoie Mont Blanc (França). Com doutorado em Mecânica pela La Rochelle Université e pós-doutorados na Paris-Sud (2009) e Universidade de Nantes (2010), Chhay atua desde 2011 no laboratório LOCIE, dedicado à otimização de projetos de engenharia ambiental. Sua aula abordará temas globais ligados à sustentabilidade e inovação tecnológica.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na aula inaugural, o professor francês ministrou a palestra “Engineering Issues Related to the Environmental and Energy Transition” (“Desafios da Engenharia na Transição Ambiental e Energética”, em tradução livre). Apesar de sua origem, o professor Marx Chhay fala bem o português e deu a aula em nossa língua oficial. Além de abordar os assuntos técnicos que interessam aos estudantes, o professor apresentou sua universidade de origem e deu um panorama geral de suas pesquisa. À tarde, o prof. Chhay falou diretamente para os estudantes de diversos cursos de graduação do CT: a palestra "Oportunidades para Estudar na França na Graduação" foi voltada especialmente para aqueles que planejam participar dos editais de intercâmbio do BRAFITEC na França.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

[caption id="attachment_6582" align="aligncenter" width="1024"]<img class="wp-image-6582 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/04/20250425_095538-1024x576.jpg" alt="" width="1024" height="576" /> Prof. Marx Chhay e Profª Andressa Silveira (DESA)[/caption]
[caption id="attachment_6583" align="aligncenter" width="1024"]<img class="wp-image-6583 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/04/20250425_095559-1024x576.jpg" alt="" width="1024" height="576" /> Prof. Marx Chhay e Profª Elvis Carissimi (DESA)[/caption]
[caption id="attachment_6584" align="aligncenter" width="1024"]<img class="wp-image-6584 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/04/20250425_095651-1024x576.jpg" alt="" width="1024" height="576" /> Prof. Marx Chhay[/caption]
[caption id="attachment_6585" align="aligncenter" width="1024"]<img class="wp-image-6585 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/04/20250425_095749-1024x576.jpg" alt="" width="1024" height="576" /> Prof. Marx Chhay na Aula Inaugural do PPGECAM[/caption]

<hr />
<p><em>Com informações do PPGECAM – Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental da UFSM; fotos e edição por Subdivisão de Comunicação do CT-UFSM.</em></p>
<p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Centro de Tecnologia realiza inédita simulação de evacuação por incêndio</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/04/24/centro-de-tecnologia-realiza-inedita-simulacao-de-evacuacao-por-incendio</link>
				<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 13:36:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Estruturas de Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[GEPESCI]]></category>
		<category><![CDATA[NPI]]></category>
		<category><![CDATA[PPCI]]></category>
		<category><![CDATA[PPGAUP]]></category>
		<category><![CDATA[PPGEC]]></category>
		<category><![CDATA[proinfra]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=6543</guid>
						<description><![CDATA[O treinamento envolveu a comunidade acadêmica do CT e teve apoio de órgãos de segurança, com foco na capacitação para situações reais de emergência]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria realizou, na quarta-feira (23), uma simulação de evacuação por incêndio, com o objetivo de capacitar docentes, discentes e brigadistas para possíveis situações de emergência. A ação teve início às 14h30min, quando uma aluna notificou a direção sobre um possível incêndio; às 14h35min, o alarme foi acionado e as primeiras medidas foram adotadas para a evacuação total dos prédios 07 e 09 da Unidade. Esses blocos abrigam o maior número de salas de aula e, consequentemente, reúnem a maior concentração de professores e estudantes. A liberação completa dos edifícios foi realizada em seis minutos, com a participação de aproximadamente 600 pessoas. A cronometragem foi encerrada após a confirmação dos brigadistas de que todos os corredores, banheiros, salas dos andares e a cafeteria haviam sido esvaziados. Às 14h51min, a simulação foi encerrada oficialmente, com a emissão dos avisos que informavam que a situação se tratava apenas de um treinamento de segurança e prevenção.</p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/04/IMG_6643-2-768x576.jpg" alt="Ponto de encontro de evacuação do prédio 07" /><figcaption>Ponto de encontro de evacuação do prédio 07</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/04/IMG_6681-1-768x576.jpg" alt="Simulação contou com luzes, ventiladores e máquinas de fumaça para criar um ambiente mais realista" /><figcaption>Simulação contou com luzes, ventiladores e máquinas de fumaça para criar um ambiente mais realista</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/04/IMG_6649-1-768x576.jpg" alt="Evacuação de docentes, discentes e servidores do prédio 07" /><figcaption>Evacuação de docentes, discentes e servidores do prédio 07</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/04/IMG_6655-1-768x576.jpg" alt="Últimas checagens realizadas pelos brigadistas" /><figcaption>Últimas checagens realizadas pelos brigadistas</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/04/IMG_6668-1-768x576.jpg" alt="Avisos emitidos para informar que a ação era apenas um treinamento, conforme as normas de segurança, e para informar sobre o tempo de evacuação" /><figcaption>Avisos emitidos para informar que a ação era apenas um treinamento, conforme as normas de segurança, e para informar sobre o tempo de evacuação</figcaption></figure>			
		<p>A demonstração foi coordenada pela Direção do CT, em parceria com o <a href="https://www.instagram.com/gepesci.ufsm/" target="_blank" rel="noopener"><b><i>Grupo de Estudos e Pesquisas em Engenharia de Segurança Contra Incêndios (GEPESCI)</i></b></a>, o <em><strong><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinfra/nucleo-de-prevencao-de-incendios#:~:text=Em%20caso%20de%20situa%C3%A7%C3%B5es%20de,.proinfra%40ufsm.br." target="_blank" rel="noopener">Núcleo de Prevenção de Incêndios (NPI/PROINFRA)</a></strong></em> e a egressa do CT-UFSM, engenheira civil Janaína Steckel Retore, instrutora credenciada pelo Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul (CBMRS). Os coordenadores estiveram, a todo momento, em contato com os órgãos de segurança da Universidade e de Santa Maria. O Centro Integrado de Operações de Segurança Pública de Santa Maria (CIOSP), o 4º Batalhão de Bombeiro Militar — por meio do primeiro-tenente Alexandre Sena do 3º Pelotão de Camobi —, o Serviço de Emergência Universitária (SEU) e o Núcleo de Vigilância da UFSM estiveram presentes desde o início do planejamento do evento e disponibilizaram todo o apoio necessário para a execução da simulação. O Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM), por meio do superintendente Humberto Moreira Palma, também foi informado sobre a atividade, em razão de possíveis transtornos durante o treinamento.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="556" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/04/IMG_6650-1-1-1024x556.jpg" alt="" />											<figcaption>No estacionamento do Prédio 07, ambulância do SEU esteve à disposição para possíveis ocorrências</figcaption>
										</figure>
			<h4>Preparativos
</h4>		
		<p>Como parte das iniciativas de acessibilidade, o Setor de Apoio Pedagógico (SAP-CT) comunicou previamente aos estudantes com <a href="https://g1.globo.com/saude/noticia/2023/07/19/cordao-de-girassol-desenho-identifica-pessoas-com-deficiencias-ocultas-ou-nao-aparentes-entenda.ghtml" target="_blank" rel="noopener"><b><i>deficiências ocultas</i></b></a> sobre a realização da simulação, com o objetivo de prevenir possíveis crises durante a atividade. Além disso, estudantes com deficiência física ou mobilidade reduzida tiveram facilidade na saída do prédio graças ao sistema de distribuição de salas idealizado pela Infraestrutura do Centro,  o qual dá prioridade no <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2024/09/11/ct-ufsm-lanca-sistema-inovador-para-otimizar-a-distribuicao-de-salas-de-aula" target="_blank" rel="noopener"><b><i>‘ensalamento’</i></b></a> para que suas disciplinas sejam preferencialmente alocadas no térreo ou em salas com acesso facilitado por elevadores. Esses estudantes também foram informados antecipadamente sobre a simulação pois, como deve ocorrer em situações reais de incêndio, os elevadores foram desligados durante a evacuação.</p><p>As preparações para o treinamento incluíram um <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/03/27/ct-ufsm-promoveu-curso-de-formacao-para-brigadistas-de-incendio" target="_blank" rel="noopener"><b><i>curso de formação para brigadistas de incêndio</i></b></a>, de nível intermediário, realizado em março. Essa capacitação seguiu as  diretrizes da <a href="https://www.bombeiros.rs.gov.br/upload/arquivos/202309/15085452-rtcbmrs-n-15-parte-01-2023-brigada-de-incendio.pdf" target="_blank" rel="noopener"><b><i>RT-15 do CBMRS</i></b></a> e também contemplou formação em primeiros socorros, com o apoio do <a href="https://www.ufsm.br/pet/enfermagem" target="_blank" rel="noopener"><b><i>PET Enfermagem</i></b></a>, que, sob tutoria da professora Silvana Bastos Cogo, ministrou o projeto PET Socorre. Ambas as qualificações foram voltadas exclusivamente para servidores docentes e técnico-administrativos em educação (TAEs) do CT. No total, foram 25 brigadistas habilitados para atuar em ocorrências emergenciais. </p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/04/IMG_6639-768x576.jpg" alt="IMG_6639" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/04/IMG_6674-768x576.jpg" alt="IMG_6674" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/04/IMG_6660-768x576.jpg" alt="IMG_6660" /></figure>			
		<p>Em paralelo ao curso, o GEPESCI disponibilizou materiais gráficos nas redes sociais do Centro, com o objetivo de destacar os principais itens de emergência contra incêndios e orientar sobre como agir em uma situação de emergência. A divulgação desses conteúdos contribuiu para manter as informações frescas na memória da comunidade acadêmica, e favorecer a resposta adequada durante a simulação.</p><p>Toda a preparação da simulação foi realizada de forma sigilosa, com detalhes conhecidos apenas pelos brigadistas, para garantir uma análise mais precisa sobre o comportamento do público acadêmico do CT em situações de incêndio. O objetivo dessa abordagem foi produzir material de avaliação para o GEPESCI e aprimorar ainda mais os planos de segurança e evacuação da Unidade. Para essa finalidade, uma central de monitoramento por câmeras foi instalada, com o intuito de auxiliar na análise da ação. Por isso a energia elétrica não foi totalmente desligada, o que aconteceria se fosse uma situação real de emergência por incêndio.</p><p> </p><blockquote data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DHl6mH6SNN3/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style="background:#FFF;border:0;border-radius:3px;margin: 1px;max-width:540px;min-width:326px;padding:0;width:99.375%;width:-webkit-calc(100% - 2px);width:calc(100% - 2px)"> <a href="https://www.instagram.com/p/DHl6mH6SNN3/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style="background:#FFFFFF;line-height:0;padding:0 0;text-align:center;text-decoration:none;width:100%" target="_blank">       Ver essa foto no Instagram            </a><p style="color:#c9c8cd;font-family:Arial,sans-serif;font-size:14px;line-height:17px;margin-bottom:0;margin-top:8px;overflow:hidden;padding:8px 0 7px;text-align:center"><a href="https://www.instagram.com/p/DHl6mH6SNN3/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style="color:#c9c8cd;font-family:Arial,sans-serif;font-size:14px;font-style:normal;font-weight:normal;line-height:17px;text-decoration:none" target="_blank">Uma publicação compartilhada por Centro de Tecnologia - UFSM (@ctufsm)</a></p></blockquote>
			<h4>Avaliação da simulação</h4>		
		<p> </p><p>Para o coordenador do GEPESCI, professor Rogério Antocheves, a atividade tem um valor simbólico e prático fundamental. Rogério possui pós-doutoramento em Segurança contra Incêndio e nunca havia participado de uma simulação em 15 anos de pesquisa e dedicação à cultura preventiva:  “É uma realização para mim porque é um assunto tão importante e a gente está lidando com vidas de pessoas. A exemplo, a Boate Kiss. Então, imagina o quanto é importante para nós que trabalhamos na área de prevenção conseguir envolver uma comunidade inteira, trazer esse conhecimento para nossa comunidade e também despertar esse assunto na sociedade.”</p><p>O treinamento também contou com a presença de Flávio Silva, pai de Andrielle (vítima na tragédia da Boate Kiss) e presidente da Associação dos Familiares de Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria (AVTSM). Flávio ressaltou a importância de ações como essa para preservar vidas e manter viva a memória do ocorrido: “tive o prazer de acompanhar uma atividade muito importante, que faz parte da prevenção contra incêndios, com duração de aproximadamente 6 minutos, um tempo muito bom para a primeira simulação. Parabéns ao professor Rogério que organizou e supervisionou essa brilhante atividade! Um exemplo a ser seguido por outros setores da UFSM, e também de outras instituições, pois a prevenção é que pode  salvar  vidas, quando acontece tragédias, principalmente nos incêndios, parabéns a todos que participaram da atividade”.</p>https://youtu.be/p_jTLRGUkcw?si=rzH8JXOreK7zTETA<p>A engenheira Janaína Retore destacou o tempo de evacuação — seis minutos — como um resultado positivo do conjunto de ações preventivas. “Isso só aconteceu nesse tempo tão bom graças à ação dos brigadistas e de todo esse conjunto de medidas que foram tomadas. Tanto a formação da brigada de incêndio quanto o plano de emergência, que foi amplamente divulgado por e-mail, redes sociais e <strong>vídeos orientativos</strong>. Tudo isso faz parte do que chamamos de medidas de prevenção contra incêndio. Portanto, essas medidas sempre se comprovam muito eficazes. Quando as pessoas observam e seguem, temos esse sucesso, com evacuação em um tempo tão reduzido. Isso me traz uma grande satisfação, ao ver que o objetivo foi alcançado.”</p><p>O diretor do Centro de Tecnologia, Tiago Marchesan, reforçou a importância da simulação para o aprimoramento sucessivo dos protocolos de segurança. “Esse simulado nos traz respostas. Essas respostas agora serão analisadas, com atenção aos pontos que precisam ser melhorados. Mas, sem dúvida, eu acredito que isso tenha que ser algo contínuo. Não sei ainda a periodicidade, eu vou conversar com os especialistas sobre isso, mas sim, ele tem que ser algo contínuo para que a gente possa cada vez mais trabalhar na prevenção. Isso é o fundamental da simulação: trabalhar na prevenção, para que numa situação real as pessoas saibam o que elas têm que fazer.” O primeiro-tenente Alexandre Sena complementa Tiago e ressalta: “É uma iniciativa nobre, que estimula o desenvolvimento contínuo de ações prevencionistas a longo prazo.”</p>		
		<p><em>Texto e fotos por Marina dos Santos, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM.</em></p><p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Engenharia Civil da UFSM celebra excelência no ENADE 2023: com nota 5, curso está entre os 1% melhores do país</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/04/22/engenharia-civil-da-ufsm-celebra-excelencia-no-enade-2023-com-nota-5-curso-esta-entre-os-1-melhores-do-pais</link>
				<pubDate>Tue, 22 Apr 2025 12:42:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CSA]]></category>
		<category><![CDATA[Enade]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=6516</guid>
						<description><![CDATA[Coordenação do curso ressalta a participação dos projetos e iniciativas do curso na obtenção do conceito máximo nos três indicadores do Inep-MEC]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou, em 11 de abril de 2025, os resultados do <em><strong><a href="https://www.gov.br/inep/pt-br/areas-de-atuacao/avaliacao-e-exames-educacionais/enade">Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE) 2023</a></strong></em>, revelando um salto de qualidade nos cursos do Centro de Tecnologia (CT) da UFSM. Enquanto quatro graduações mantiveram o conceito 4 no Conceito Preliminar de Curso (CPC), cinco alcançaram a nota máxima (5), com destaque para Engenharia Civil e Engenharia Elétrica, que obtiveram excelência em todos os indicadores - ENADE, CPC e Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD).</p>
<p>A análise detalhada do desempenho dos cursos do CT no ENADE 2023 foi feita pela equipe da <a href="https://www.ufsm.br/reitoria/avaliacao/csact"><em><strong>Comissão Setorial de Avaliação do CT</strong></em></a> e está disponível no link: <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/735/2025/04/InfoCSA-Abril2025-N.2-Enade.pdf"><em><strong>https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/735/2025/04/InfoCSA-Abril2025-N.2-Enade.pdf</strong></em></a> </p>
<p>O curso de Engenharia Civil da UFSM aparece em 1º lugar no RS, com CPC contínuo alto (4,361). A conquista foi celebrada pela coordenação do curso de Engenharia Civil. De acordo com o comentário das professoras Elisandra Maziero, coordenadora do curso, e Débora Missio Bayer, o resultado reflete o compromisso de docentes, discentes e técnicos na busca pela excelência acadêmica. Confira na íntegra o comentário das professoras:</p>
<blockquote>
<p><em>"O curso de Engenharia Civil da UFSM recebe nota máxima em avaliação do MEC</em></p>
<p><em>Com 64 anos de história, o curso de graduação em Engenharia Civil da Universidade Federal de Santa Maria é um dos mais consolidados e reconhecidos nacionalmente. Atualmente, possui em média 380 estudantes matriculados sendo o maior curso do Centro de Tecnologia. Todos os anos, aproximadamente 70 profissionais são formados, prontos para contribuir com o desenvolvimento do país — o que é, sem dúvida, motivo de grande orgulho para toda a comunidade acadêmica.</em></p>
<p><em>Essa conquista é resultado do esforço coletivo e do comprometimento de todos os envolvidos na formação dos nossos engenheiros civis. Técnicos-administrativos em educação atuam diariamente nos laboratórios, nas secretarias, nas bibliotecas e demais espaços, oferecendo suporte essencial aos estudantes. Os docentes, por sua vez, mantêm constante dedicação à graduação, investindo em qualificação, inovação e ensino de qualidade. A instituição também desempenha papel fundamental, garantindo estrutura adequada, acesso à internet, laboratórios equipados e políticas de assistência estudantil.</em></p>
<p><em>Mas, é claro, nada disso seria possível sem a dedicação e o protagonismo dos nossos estudantes. Que além das atividades curriculares, se envolvem em projetos e iniciativas como o PET Engenharia Civil, a Base Jr., o Engenheiros Sem Fronteiras, grupos de pesquisa, ações extensionistas, estágios, entre outros.</em></p>
<p><em>Foi esse conjunto de esforços — múltiplas frentes de trabalho integradas — que nos levou a alcançar a nota máxima na avaliação do curso e isso nos traz a confirmação de que todo este trabalho realizado valeu muito. Passamos a ser referência em excelência no ensino superior da Engenharia Civil.</em></p>
<p><em>Orgulho de fazer parte desta equipe. Orgulho de ser Engenharia Civil. Orgulho de ser UFSM.</em></p>
<p><em>Nosso muito obrigada a todos!</em><br /><em>Coordenação do Curso de Graduação em Engenharia Civil da UFSM."</em></p>
</blockquote>
<hr />
<p><i>Com informações da Coordenação do Curso de Engenharia Civil e da CSA-CT, com edição da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM.</i></p>
<p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>

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													</item>
						<item>
				<title>Cursos de graduação do CT alcançam nota máxima no Índice Geral de Cursos do Inep </title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/04/16/cursos-de-graduacao-do-ct-alcancam-nota-maxima-no-indice-geral-de-cursos-do-inep</link>
				<pubDate>Wed, 16 Apr 2025 13:48:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Enade]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Química]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=6492</guid>
						<description><![CDATA[O Centro de Tecnologia também se destacou no índice de Conceito Preliminar de Curso (CPC), no qual cinco cursos atingiram o conceito máximo]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A Universidade Federal de Santa Maria manteve o conceito 5 no Índice Geral de Cursos (IGC) – a nota máxima na avaliação realizada pelo Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Autarquia vinculada ao Ministério da Educação, o Inep divulgou, na sexta-feira (11) os <em><strong><a href="https://www.gov.br/inep/pt-br/acesso-a-informacao/dados-abertos/indicadores-educacionais/indicadores-de-qualidade-da-educacao-superior" target="_blank" rel="noopener">resultados dos indicadores de qualidade da educação superior relativos ao ano de 2023</a></strong></em>. Os dados compreendem o IGC, o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), o Conceito Preliminar de Curso (CPC) e o Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD).</p>
[caption id="attachment_6496" align="alignright" width="263"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/04/20250310_074233-1-169x300.jpg" alt="" width="263" height="467" /> CT celebra bons resultados com 65 anos de Centro[/caption]
<p>Os cursos de graduação do Centro de Tecnologia se destacaram por obterem nota máxima no Enade, CPC e IDD. Dentre os 15 cursos de graduação da UFSM que atingiram o conceito máximo no CPC 2023, cinco deles estão no CT: Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Elétrica, Engenharia Química e Engenharia de Computação<i>.</i></p>
<p>Ainda no CPC 2023, alcançaram o conceito 4 os cursos de Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia Ambiental e Sanitária. </p>
<p>No Enade, os cursos de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo e Engenharia Elétrica alcançaram nota máxima.  Os cursos de Engenharia Mecânica, Engenharia Química, Engenharia de Computação, Engenharia de Produção, Engenharia de Controle e Automação e Engenharia Ambiental e Sanitária atingiram o conceito 4 no exame.</p>
<p>No IDD, quatro cursos do CT alcançaram o conceito máximo: Engenharia Elétrica, Engenharia Civil, Engenharia Química e Engenharia de Computação. Os cursos de Engenharia Mecânica e Arquitetura e Urbanismo obtiveram conceito 4.</p>
<p style="padding-left: 120px">Resumo da Comissão Setorial de Avaliação:<br />Melhores Colocações no RS:<br />🥇Engenharia Civil e Engenharia Química aparecem em 1º lugar no RS, com CPC contínuo alto (4,361 e 4,277, ambos faixa 5).<br />🥈Engenharia de Computação e Engenharia Elétrica ficaram em 2º lugar no RS, com CPC também em faixa 5.<br />🥉Engenharia de Controle e Automação e Engenharia Mecânica ficaram em 3º lugar no RS, com CPC faixa 4.<br /><br />Destaques Nacionais (CPC):<br />🏅Engenharia Química: 3º lugar no Brasil (entre 186 cursos)!<br />🏅Engenharia Civil: 9º no Brasil (de 917 cursos avaliados)!<br />🏅Engenharia de Computação e Engenharia Elétrica: ambos em 6º lugar nacional!</p>
<p style="padding-left: 120px">Veja a tabela completa em: <em><strong><a href="https://ufsm.br/r-735-637">https://ufsm.br/r-735-637</a></strong></em></p>
<p>Entre os destaques da última avaliação está o curso de Engenharia Química, que apresentou evolução significativa em todos os seus índices. Nos resultados anteriores, havia obtido conceito 3 no Enade e no IDD, e conceito 4 no CPC. Em 2023, o curso alcançou nota máxima no CPC e no IDD, além do conceito 4 no Enade. Com esse desempenho, a Engenharia Química da UFSM posiciona-se entre os 6,5% dos cursos avaliados no Brasil que atingiram a nota máxima no CPC.</p>
<p>“O novo CPC coloca o curso em posição de destaque nacional. A repercussão imediata é um sentimento de pertencimento e orgulho por parte do nosso corpo discente. Nossa perspectiva para o próximo ENADE é trabalhar para alcançar o conceito 5 em todos os índices”, afirma o Coordenador do curso de Engenharia Química, professor Rodolfo Rodrigues.</p>
<p>O Colegiado do Curso começou a pensar em ações para o ENADE já no primeiro semestre de 2023. Além de preparar os alunos para o exame, a coordenação esteve presente no dia da aplicação da prova para transmitir maior confiança. Todas essas ações resultaram em um aumento de 32% da nota do conceito ENADE em relação à prova anterior de 2019.</p>
<p>Outros cursos como Engenharia Civil e Engenharia Elétrica alcançaram nota máxima em todos os Índices e também apresentaram uma evolução em comparação com os resultados anteriores. A coordenação de Engenharia Civil destaca: "Essa conquista é resultado do esforço coletivo e do comprometimento de todos os envolvidos na formação dos nossos engenheiros civis. Foi esse conjunto de esforços — múltiplas frentes de trabalho integradas — que nos levou a alcançar a nota máxima na avaliação do curso e isso nos traz a confirmação de que todo este trabalho realizado valeu muito."<br /><br />O comentário da coordenação da Engenharia Civil sobre o resultado pode ser lido na íntegra em: <em><strong><a href="https://ufsm.br/r-375-6516">https://ufsm.br/r-375-6516</a></strong></em></p>
<p>Os conceitos atribuídos pelo Enade e refletidos no Índice Geral de Cursos (IGC) são essenciais para o CT-UFSM, uma vez que fortalecem o compromisso da instituição com a qualidade do ensino superior e contribuem para sua consolidação como universidade de excelência no cenário nacional.</p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><!-- wp:tadv/classic-paragraph /--></p>		
		<p style="font-size: 16px"><i>Texto por Emilly Vargas Wacht, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM.</i></p><p style="font-size: 16px"><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site?&nbsp;<a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em>&nbsp;<em>Siga o CT nas redes sociais:&nbsp;<a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PPGECAM promove aula inaugural com especialista francês em transição energética</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/04/14/ppgecam-promove-aula-inaugural-com-especialista-frances-em-transicao-energetica</link>
				<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 18:48:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[#ppgecam]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Sanitária e Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[PPGEAmb]]></category>
		<category><![CDATA[PPGEC]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=6488</guid>
						<description><![CDATA[Evento marca fusão do PPGEC e do PPGEAmb e terá palestra do Prof. Dr. Marx Chhay, da Université Savoie Mont Blanc, que também tratará de oportunidades de estudo na França.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O recém-formado Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental (PPGECAM) da UFSM realizará sua aula inaugural no dia 25 de abril, às 9h30, no auditório do prédio do INPE. O PPGECAM é fruto da fusão entre os Programas de Pós-Graduação, em Engenharia Civil – PPGEC e em Engenharia Ambiental – PPGEAmb. O palestrante para esta data especial será o <strong><em><a href="https://lattes.cnpq.br/4795160029061358">Prof. Dr. Marx Chhay</a></em></strong>, pesquisador da <strong><em><a href="https://www.univ-smb.fr/">Université Savoie Mont Blanc</a></em></strong> (França), que ministrará a palestra "<em>Engineering Issues Related to the Environmental and Energy Transition</em>" ("Desafios da Engenharia na Transição Ambiental e Energética", em tradução livre). </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Com doutorado em Mecânica pela La Rochelle Université e pós-doutorados na Paris-Sud (2009) e Universidade de Nantes (2010), Chhay atua desde 2011 no laboratório <strong><em><a href="https://www.univ-smb.fr/locie/en/">LOCIE</a></em></strong>, dedicado à otimização de projetos de engenharia ambiental. Sua aula abordará temas globais ligados à sustentabilidade e inovação tecnológica. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Programação e inscrições</strong><br>O evento terá abertura às 9h30, seguida da palestra principal às 10h. As inscrições são gratuitas, mas devem ser feitas antecipadamente pelo formulário online para garantir espaço adequado. Acesse aqui o formulário: <a href="https://forms.gle/5VwJbMT61MukqSvN6"><strong><em>https://forms.gle/5VwJbMT61MukqSvN6</em></strong></a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Palestra para graduação</strong><br>No mesmo dia, às 13h30, o professor Chhay fará uma apresentação voltada a estudantes de Engenharia do Centro de Tecnologia (CT), com o tema "Oportunidades para Estudar na França na Graduação". O debate incluirá informações sobre intercâmbios, duplo diploma e programas de mobilidade acadêmica no país europeu. Trata-se de excelente oportunidade para os estudantes interessados em participarem dos futuros editais do <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/01/31/projetos-brafitec-fortalecem-internacionalizacao-do-centro-de-tecnologia-da-ufsm">BRAFITEC</a></em></strong>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":6489,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"left"} -->
<figure class="wp-block-image alignleft size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/04/Banner-AULA-INAUGURAL-25.04_imagem-1024x1024.jpeg" alt="Card de divulgação do evento, com foto do professor, do auditório do INPE e serviço do evento." class="wp-image-6489" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Serviço</strong><br>O que: Aula Inaugural do PPGECAM<br>Quando: 25 de abril de 2025, às 9h30<br>Onde: Auditório do INPE – UFSM<br>Inscrições: <a href="https://forms.gle/5VwJbMT61MukqSvN6"><strong><em>Formulário online</em></strong></a><br>Evento aberto à comunidade acadêmica e interessados no tema.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<hr />
<p><em>Com informações de Luciane Iop, PPGECAM - Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental da UFSM; edição por Subdivisão de Comunicação do CT-UFSM.</em></p>
<p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projetos BRAFITEC fortalecem internacionalização do Centro de Tecnologia da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/01/31/projetos-brafitec-fortalecem-internacionalizacao-do-centro-de-tecnologia-da-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 31 Jan 2025 12:44:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[BRAFITEC]]></category>
		<category><![CDATA[DELC]]></category>
		<category><![CDATA[DESA]]></category>
		<category><![CDATA[DESP]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Computação]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia de telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Sanitária e Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=6027</guid>
						<description><![CDATA[Dois projetos da UFSM participam do programa da CAPES que integra universidades francesas e brasileiras e permitem a dupla diplomação na graduação]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>As oportunidades que se abrem para os estudantes do Centro de Tecnologia da UFSM não se restringem às fronteiras nacionais. Dentre as possibilidades de experiência internacional, destacam-se os projetos do BRAFITEC - sigla para Brasil France Ingénieur Technologie, programa financiado pela CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). O programa estimula a mobilidade de estudantes entre universidades brasileiras e francesas e possui dois projetos aprovados que englobam o CT-UFSM.</p>
<p><strong>O programa</strong></p>
<p>O BRAFITEC é um programa de cooperação bilateral entre o Brasil e a França que existe em âmbito nacional desde 2008, mas que tem suas bases alicerçadas desde o final da década de 1990. Inicialmente sob o título “Programa de Formação Integrada nas Escolas Francesas de Engenharia de Alunos-Engenheiros Brasileiros”, a iniciativa promoveu o intercâmbio de 100 estudantes entre os anos de 1999, 2000 e 2001. A partir de 2002, a cooperação ganhou novos ares e uma estrutura mais elaborada, o que permitiu a participação de cada vez mais pesquisadores da área de Engenharia. Um dos diferenciais do BRAFITEC é que o programa possibilita não apenas a mobilidade, mas abre possibilidades de dupla diplomação, de intercâmbio acadêmico entre as instituições de ensino e de criação de redes de pesquisa internacionais.</p>
<p><strong>Os projetos do CT</strong></p>
<p>O Centro de Tecnologia da UFSM já faz parte do programa BRAFITEC da CAPES desde 2022, com o projeto “Cooperação Brasil-França na Formação de Engenheiros para Exploração de Micro e Nanossatélite", coordenado </p>
<p>[caption id="attachment_6117" align="alignleft" width="800"]<img class="wp-image-6117" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-31-at-09.29.58-1024x768.jpeg" alt="" width="800" height="600" /> Prof João Baptista e prof. Tiago, da UFSM, ao lado da prof. Nathalie Deltimple (Montpellier) e Prof. Jarbas, Prof. Mateus e Prof. Sandro, representantes da UFC e UNB, as demais Universidades parceiras no projeto coordenado pela UFSM[/caption]</p>
<p>em sua primeira fase pelo Prof. João Baptista Martins, do Departamento de Eletrônica e Computação, e em sua segunda fase pelo Prof. Tiago Marchesan, do Departamento de Eletromecânica e Sistemas de Potência, atual Diretor do Centro de Tecnologia. O objetivo do projeto é fomentar a formação e capacitação de engenheiros brasileiros e franceses, por meio da mobilidade de estudantes, bem como impulsionar a inovação na área de Engenharia. O projeto abrange estudantes de graduação do CT dos cursos de Engenharia Elétrica, Engenharia de Computação, Engenharia de Telecomunicações e Engenharia Aeroespacial, que são direcionados para as seguintes instituições francesas: École Nationale Supérieure Des Mines De Saint-Étienne, Université Grenoble Alpes, Université de Montpellier e Institut Polytechnique de Bordeaux. Os estudantes selecionados recebem bolsas de estudo de um ano concedidas pela CAPES, que incluem manutenção, seguro-saúde, passagens aéreas e auxílio-instalação; além disso, são isentas as taxas escolares na instituição francesa acolhedora. </p>
<p>Desde o ano passado, o CT conta com mais um projeto aprovado no BRAFITEC. Trata-se do projeto "IDEE – Engenharia de Gestão Sustentável da Água e do Meio Ambiente”, coordenado pelo Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e representado localmente pelo professor Elvis Carissimi, do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental. O projeto é fruto dos contatos estabelecidos pelo Prof. Tiago quando da visita as Universidades Francesas em 2023, buscando potencializar mais projetos ao Centro de Tecnologia. Em parceria com a UFRGS, este projeto é voltado para a área de meio ambiente, especialmente aos assuntos hídricos. No primeiro edital, foram disponibilizadas quatro vagas para estudantes dos cursos de Engenharia Ambiental e Sanitária e Engenharia Civil, que foram direcionados para as instituições Polytech Montpellier, Polytech Tours e Polytech Annecy-Chambérry.</p>
<p><strong>Visita técnica</strong></p>
<p>No fim de 2024, o professor Elvis esteve na França em uma visita técnica às universidades parceiras do projeto. O docente acompanhou o andamento das mobilidades dos estudantes da UFSM que estão nas instituições francesas e relatou que eles estão bastante integrados nas atividades acadêmicas e "super motivados, felizes com a experiência". Na ocasião, o professor também divulgou os cursos de engenharia da UFSM, ressaltando não só a qualidade da formação ofertada aqui, mas também as virtudes da UFSM e de Santa Maria, os benefícios de viver e estudar aqui.</p>
<p>[caption id="attachment_6115" align="alignleft" width="800"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-30-at-16.27.03-1024x768.jpeg" alt="" width="800" height="600" /> Prof. Elvis (UFSM) e Prof Maurício (UFRGS) no encontro para divulgação das instituições estrangeiras na Semana de Internacionalização da Universidade de Montpellier[/caption]</p>
<p>Elvis aproveitou para estimular os estudantes franceses interessados na mobilidade. Em sua visita a Montpellier, o professor participou de um evento de internacionalização onde pôde sanar dúvidas dos estudantes franceses quanto a questões de segurança, saúde e adaptação cultural. Na ocasião, estudantes franceses que já realizaram o intercâmbio no Brasil relataram suas experiências e enfatizaram o aspecto acolhedor do povo brasileiro e estimularam seus pares a realizar a mobilidade. Os estudantes franceses que vêm ao Brasil também recebem financiamento para passagens aéreas, instalação e custeio mensal.</p>
<p><strong>Experiências dos acadêmicos</strong></p>
<p>Maria Luiza Crixel Goulart, estudante de Engenharia Sanitária e Ambiental, é uma das intercambistas BRAFITEC do projeto IDEE. Ela está desde setembro estudando na Polytech de Montpellier e relata que, além de gratificante, a experiência de intercâmbio tem mudado sua percepção sobre o mundo, pelo contato com outras culturas. Segundo Luiza, a adaptação cultural pode ser um desafio, tanto no dia-a-dia quanto nas metodologias e no ambiente acadêmicos, mas isso não deixa a experiência menos interessante, pelo contrário: "Penso que o intercâmbio vai me tornar uma profissional muito melhor, justamente por ter eu visto as coisas de outro viés e ter tido disciplinas diferentes e aprofundadas no tratamento de água", afirma. Para além dos estudos, Luiza ressalta ainda que o intercâmbio também traz boas oportunidades de estágio na área. <img class="alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-30-at-16.25.28-768x1024.jpeg" alt="" width="600" height="800" /></p>
<p>O estudante francês Hugo Baldo, que passou dois meses como intercambista no Centro de Tecnologia da UFSM, descreveu sua experiência como enriquecedora e positiva. Ele destacou o ambiente acolhedor da cidade, a qualidade de vida e o custo de vida acessível, especialmente em comparação com a França. Apesar de mencionar a distância entre o bairro de Camobi e o centro como um ponto negativo, Baldo elogiou a dinâmica da vida estudantil na Universidade e a relevância do estágio que realizou. "Aprendi métodos que não tinha visto na França e tive uma primeira experiência valiosa no mundo da pesquisa científica", afirmou. O estudante ainda recomendou a outros franceses a oportunidade de estudar no CT-UFSM e viver em Santa Maria, não apenas pela experiência acadêmica ou profissional, mas também para desfrutar do ambiente único da cidade.</p>
<p><strong>Dupla diplomação</strong></p>
<p>Ao todo, desde a adesão do CT-UFSM ao programa, 16 estudantes já foram complementar seus estudos na França. Destes, 10 procederam com a dupla diplomação - ou seja, a dupla diplomação já é uma realidade para os participantes do primeiro projeto BRAFITEC do CT. A adesão do segundo projeto, vinculado à UFRGS, à possibilidade de dupla diplomação está em tratativas. As universidades francesas já manifestaram seu interesse e os ajustes formais devem ocorrer em 2025, com uma visita técnica do responsável francês pelo projeto à UFSM.</p>
<p><strong>Novas oportunidades</strong></p>
<p>O Programa BRAFITEC é um dos principais canais de internacionalização da UFSM e contribui substancialmente para a inserção da instituição em âmbito mundial, valorizando a ciência, a tecnologia e a inovação produzidas aqui. Acadêmicos interessados em participar do programa podem buscar mais informações com os professores coordenadores dos projetos e acompanhar o site do CT, onde serão publicados os futuros editais. Há previsão de novos editais do BRAFITEC para o primeiro semestre de 2025. Estudante do CT: fique ligado!</p>
<hr />
<p><i>Texto por Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM, fotos de arquivo pessoal.</i></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Pesquisas do CT são premiadas no 26º Encontro de Asfalto</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2024/12/16/pesquisas-do-ct-sao-premiados-no-26o-encontro-de-asfalto</link>
				<pubDate>Mon, 16 Dec 2024 11:54:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Asfalto]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[GEPPASV]]></category>
		<category><![CDATA[PPGEC]]></category>

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						<description><![CDATA[Pesquisas do PPG em Engenharia Civil foram premiadas em evento organizado pelo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás;]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Duas pesquisas realizadas no Centro de Tecnologia da UFSM foram destaque no <a href="https://www.ibp.org.br/eventos/encontrodeasfalto/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>26º Encontro de Asfalto do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás</strong></em></a>, ocorrido no Rio de Janeiro nos dias 11 e 12 de dezembro. A tese de doutorado sobre o envelhecimento de ligantes e misturas asfálticas em usina e em campo, de Silvio Lisbôa Schuster, foi selecionada entre as três melhores do país no ano; e a dissertação de mestrado de Victória Nunes Ramos, que propôs uma classificação geral dos materiais asfálticos utilizando critérios de deformação permanente e fadiga, foi escolhida a melhor do ano na área. As pesquisas foram produzidas no âmbito do <a href="https://www.ufsm.br/grupos/geppasv" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>Grupo de Estudos e Pesquisas em Pavimentação e Segurança Viária</strong> <strong>(GEPPASV)</strong></em></a>, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil da UFSM. </p>
<p>O Encontro do Asfalto, organizado pela Comissão de Asfalto do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), é um tradicional encontro que reúne especialistas na área de pavimentação asfáltica do Brasil a fim de integrar academia e indústria. O encontro deste ano teve como tema “Mais que Asfalto: desempenho, mercado e sustentabilidade para um futuro desafiador", abordando os principais tópicos que moldam o futuro da pavimentação e da infraestrutura no Brasil. Com o apoio do Governo Federal e da Petrobras, o encontro contou com a presença pesquisadores e especialistas do mercado, que compartilharam suas experiências, perspectivas e conhecimentos; dentre eles, Rosa Blajberg, representando a gerência comercial da Petrobras; e Carlos Barros, Diretor-Executivo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).</p>
<p>O CT-UFSM já teve suas pesquisas reconhecidas pelo IBP em outros anos e as novas premiações evidenciam o caráter inovador e o potencial integrador das pesquisas aqui desenvolvidas. Neste ano, o IBP abriu um edital de seleção de três dissertações de mestrado e três teses de doutorado acerca da temática de asfalto que foram apresentadas no encontro realizado no Rio de Janeiro. O edital selecionou trabalhos defendidos a partir de 2021 e o CT-UFSM esteve representado nas duas categorias. As pesquisas foram desenvolvidas pela doutoranda do PPGEC, Victória Nunes Ramos, e pelo professor Sílvio Lisbôa Schuster, doutor em Engenharia Civil pela UFSM e Professor Adjunto no Departamento de Transportes da UFSM.</p>
<p>Victória relata que a dissertação premiada surgiu de uma demanda do próprio Grupo de Estudos e Pesquisas em Pavimentação e Segurança Viária e se tornou uma solução para a escolha de materiais que serão utilizados nas rodovias: "A dissertação foi desenvolvida a partir de uma necessidade inicial de organizar toda a produção científica do GEPPASV, que começou a desenvolver as atividades de pesquisa em 2010. Assim, com dados de mais de 170 ligantes e misturas asfálticas, conseguimos entender quais materiais possuem maior desempenho frente aos principais defeitos das rodovias brasileiras, e os principais motivos desse comportamento. Também foi possível determinar com maior confiabilidade quais os indicadores mais promissores para classificar esses materiais, e propor um sistema de seleção de ligantes e misturas para projetos rodoviários. A partir da proposta, podemos selecionar os materiais certos de acordo com as premissas verificadas em cada projeto, apenas com poucos testes laboratoriais, o que aumenta muito as chances de sucesso da obra como um todo. A seleção correta dos materiais proposta na dissertação visa promover maior durabilidade para as rodovias, o que impacta diretamente no conforto e segurança para os usuários, em custos diversos, bem como na emissão de gases poluentes para a atmosfera".</p>
<p>Já a tese do professor Sílvio trata sobre o envelhecimento de ligantes e misturas asfálticas ao longo dos processos de produção das misturas em usina ao longo do tempo de vida útil dos pavimentos asfálticos em campo, relacionando este envelhecimento à alteração de comportamento e performance destes materiais. O docente conduziu investigações acerca de degradação de ligantes asfálticos poliméricos e qualidade de construção dos pavimentos monitorados, avaliando também o impacto financeiro: "Estes estudos buscam compreender os mecanismos de degradação dos pavimentos, a fim de nortear a escolha de melhores insumos e a obtenção de pavimentos mais duráveis, contribuindo diretamente assim com ganhos socioeconômicos", afirma Silvio. A tese já conta com dois artigos publicados em periódicos Qualis estrato superior A e outros em processo de submissão.</p>
<p>Segundo o professor Luciano Pivoto Specht, coordenador do GEPPASV e membro do Departamento de Transportes, as indicações e a premiação são honrarias merecidas pela equipe, porque demonstram a interação das pesquisas realizadas no CT com os desafios apresentados pela indústria do petróleo e do asfalto brasileira, em resposta às demandas da sociedade: "Ambas as pesquisas têm uma importante interface com a prática de engenharia; a premiação tem um impacto grande e mostra que nosso grupo tem um reconhecimento como um dos mais produtivos e importantes do Brasil e avaliza o que estamos fazendo aqui". O professor ainda destaca que as premiações são individuais, mas que refletem o trabalho de mais de quinze anos de todo o grupo de pesquisa, dos demais docentes e pesquisadores do grupo e do programa: "o grupo tem uma capacidade instalada em termos de equipamento, de máquinas e de recursos humanos que possibilita uma boa condição de pesquisa, vinculada ao programa de pós graduação; então, conseguimos fazer pesquisas de qualidade, em interação com a sociedade, e formar recursos humanos de alta qualidade".</p>
<p>As pesquisas destacadas no 26º Encontro de Asfalto podem ser acessadas no repositório da UFSM: <em><strong><a href="https://repositorio.ufsm.br/handle/1/30248" target="_blank" rel="noopener">dissertação</a></strong></em> e <a href="https://repositorio.ufsm.br/handle/1/27671?show=full" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>tese</strong></em></a>.</p>

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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-13-at-08.37.04-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-6052" /><figcaption class="wp-element-caption">Victória, Luciano e Silvio no 26º Encontro de Asfalto</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

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<p><i>Texto por Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM. Foto: acervo pessoal.</i></p>
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													</item>
						<item>
				<title>2º CTec Talks apresenta projetos científicos de estudantes do CT-UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2024/11/27/2o-ctec-talks-apresenta-projetos-cientificos-de-estudantes-do-ct-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 14:22:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ctec talks]]></category>
		<category><![CDATA[Direção]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
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		<category><![CDATA[Engenharia de Produção]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Sanitária e Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[SGLab]]></category>

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						<description><![CDATA[Evento promoveu trocas de conhecimento e destacou iniciativas acadêmicas de impacto realizadas no Centro de Tecnologia]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-13-at-14.55.43-768x528.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-11-13 at 14.55.43" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-13-at-14.42.32-768x579.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-11-13 at 14.42.32" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-13-at-14.42.33-1-768x529.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-11-13 at 14.42.33 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-13-at-14.42.34-768x560.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-11-13 at 14.42.34" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-13-at-14.46.03-768x504.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-11-13 at 14.46.03" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-13-at-14.55.43-2-768x519.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-11-13 at 14.55.43 (2)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-13-at-14.46.03-1-768x521.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-11-13 at 14.46.03 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-13-at-14.55.46-1-768x552.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-11-13 at 14.55.46 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-13-at-14.49.59-768x536.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-11-13 at 14.49.59" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-13-at-14.50.00-768x545.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-11-13 at 14.50.00" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-13-at-14.46.04-768x520.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-11-13 at 14.46.04" /></figure>			
		<p>Entre os dias 4 e 6 de novembro, o hall do prédio 7 do Centro de Tecnologia foi palco de ciência e inovação com a realização da segunda edição do <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/eventos/ctectalks" target="_blank" rel="noopener"><b><i>CTec Talks</i></b></a>. O evento foi organizado pela Direção do CT, em parceria com a Subdivisão de Projetos e a Subdivisão de Comunicação. Ao total foram 40 trabalhos apresentados que revelaram os projetos de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidos no CT.</p><p>Realizado no formato de pitch — apresentações curtas e objetivas —, o CTec Talks ofereceu ao público uma visão prática das inovações desenvolvidas na nossa Universidade e, aos estudantes, um espaço dinâmico para compartilharem suas iniciativas, promovendo um ambiente de aprendizado e troca. As apresentações de até quatro minutos permitiram que o público conhecesse diversos projetos em um curto espaço de tempo. </p><p>As apresentações foram abertas a toda a comunidade acadêmica do CT, o dia 04 teve uma abertura especial, das 10h às 10h30, nos demais dias, ocorreu das 12h30 às 13h30. Os estudantes que apresentaram seus projetos concorreram a brindes sorteados pela organização do evento, como forma simbólica de recompensar a dedicação dos participantes Quem acompanhou os projetos como ouvinte também teve a possibilidade de participar dos sorteios de brindes diários, incentivando a interação e o envolvimento durante o CTec Talks.</p>		
			<h4>Projetos de impacto: gestão e crescimento comunicacional</h4>		
		<p>O <a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/sglab" target="_blank" rel="noopener"><b><i>Sistema de Gestão de Laboratórios do Centro de Tecnologia</i></b></a> (SGLab CT), participou ativamente do evento. A bolsista Agatha Espindola realizou seu pitch sobre o Projeto Acreditar, que busca proporcionar aos estudantes a experiência prática de atuar em um Sistema de Gestão da Qualidade acreditado: “O evento foi muito proveitoso, incluindo uma oficina de pitch que nos ajudou a estruturar a apresentação de forma eficiente e a aprender mais sobre técnicas de exposição. O ambiente acolhedor também contribuiu para que eu me sentisse mais tranquila ao expor o projeto. No geral, o CTec Talks me trouxe um aprendizado valioso, tanto como palestrante quanto como ouvinte, e sou imensamente grata ao evento pela oportunidade de divulgar o Projeto Acreditar, projeto pelo qual tenho tanto carinho.” Destacou a estudante de Engenharia Ambiental e Sanitária. </p><p>O professor Tiago Marchesan, diretor do Centro de Tecnologia, ressaltou a relevância do CTec Talks na formação dos alunos. Segundo ele, o evento proporciona aos estudantes um espaço valioso para aprimorar suas habilidades de comunicação: “Primeiro, é um momento muito importante porque ele trabalha a desinibição do estudante na apresentação das suas propostas. O jovem precisa cada vez mais desenvolver a capacidade de se comunicar em público e apresentar suas ideias de forma concisa. O <i>pitch</i>, com tempo limitado, ajuda o estudante a estruturar, resumir e empreender suas ideias, demonstrando porque são importantes para a sociedade. Isso é fundamental porque, ao longo da vida, muitas vezes ele precisará apresentar projetos ou ideias de maneira clara, concisa e convincente”, explicou Marchesan.</p><p>O diretor do CT também apresentou seu pitch na abertura do evento. Convidado pela servidora Elisete Kronbauer, da Subdivisão de Projetos e uma das organizadoras do CTec Talks, Marchesan destacou o desafio e a motivação pessoal que o envolveu. “Sou uma pessoa que gosto muito desses desafios. Eu disse que sim, topei na hora apresentar um projeto que coordeno e fazer esta fala, porque além de tudo é uma motivação aos alunos, mas também para mostrar que a gente tem que se desafiar de tempo a tempo. Então, para mim foi uma emoção muito grande, um desafio muito grande, uma responsabilidade muito grande também, porque sabia que estava sendo visto pelos estudantes do CT e isso poderia causar, sem dúvida, um grande impacto a eles também”. </p><p>A discente de Engenharia de Produção, Alanna da Silva, complementa Tiago e ressalta a experiência como enriquecedora, tanto para seu desenvolvimento pessoal quanto profissional. Alanna atua como analista da qualidade no SGLab CT e enfrentou o desafio de comunicar um tema complexo em poucos minutos. “Ter que comunicar o projeto de forma clara para pessoas que talvez nunca tivessem ouvido falar sobre, foi uma experiência que expandiu minhas habilidades de comunicação”, afirmou.</p><p>Outro projeto do SGLab apresentado no evento, foi o “Jornada da Qualidade: Um Sistema de Gestão dentro da Universidade”, apresentado por Ana Cláudia Vogel, estudante de Engenharia Civil. Ela destaca a integração possibilitada pelo evento e a importância de aprimorar habilidades como a comunicação: “Acredito que iniciativas como essa possibilitam o crescimento pessoal e acadêmico dos alunos, além de fortalecerem relações entre as diversas áreas de atuação dos cursos do Centro de Tecnologia.”</p>		
			<h4>Projetos de impacto: educação acessível e robótica</h4>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-13-at-14.49.58-768x526.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-11-13 at 14.49.58" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-13-at-14.49.58-1-768x512.jpeg" alt="WhatsApp Image 2024-11-13 at 14.49.58 (1)" /></figure>			
		<p>Entre as iniciativas apresentadas, o projeto <a href="https://www.instagram.com/steam_ufsm/" target="_blank" rel="noopener"><b><i>STEAM UFSM</i></b></a> também ganhou destaque. Coordenado pelo docente Macklini Dalla Nora e apresentado pelo bolsista Eduardo Cerezer, estudante de Engenharia de Controle e Automação, o projeto montou um contêiner itinerante que leva ciência, tecnologia, engenharia, arte e matemática para escolas públicas, transformando o aprendizado em uma experiência interativa, prática e acessível.</p><p>Eduardo detalhou uma das atrações do projeto: uma mão robótica controlada por visão computacional. Essa 'mágica' resulta da integração entre visão computacional, o software Python e o microcontrolador Arduino UNO. Mas como essa mão robótica funciona? Primeiro, uma câmera captura os movimentos da sua mão. Em seguida, um programa de visão computacional interpreta esses gestos e envia os dados ao Arduino, que controla os servomotores da mão robótica. Em tempo real, a mão imita seus movimentos. Esse processo combina controle em tempo real, processamento de imagem e comunicação serial, revelando o que a tecnologia pode fazer.</p><p>O estudante também elogiou o impacto do evento: “receber feedbacks de outros professores e colegas foi muito enriquecedor e gratificante, pois acho muito interessante essa demonstração do que os alunos fazem fora da sala de aula nos laboratórios. Fiquei bastante motivado em ver o interesse de outros participantes no meu projeto e gostei bastante de acompanhar as apresentações e aprender um pouco mais sobre as outras engenharias e outros trabalhos”, afirmou Eduardo. </p>		
			<h4>Um espaço de aprendizado e incentivo</h4>		
		<p>O diretor Tiago Marchesan também avaliou o desempenho da segunda edição do evento. Devido à greve dos técnicos administrativos em educação (TAEs) e às enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul, o segundo semestre de 2024 foi mais curto: “Acabou sendo um semestre bem conciso, o que reduziu o número de participantes no evento. Apesar dessa redução, tivemos bastante participação e variedade nos trabalhos apresentados. Eu acredito que obtivemos bons resultados e a gente vai avaliar o evento ano a ano para verificar possíveis mudanças e também possíveis melhorias que podemos fazer”, afirmou.</p><p>Com iniciativas como esta, o Centro de Tecnologia reforça seu compromisso em valorizar o talento e a criatividade dos estudantes, motivando o futuro da ciência, tecnologia e inovação, e a interação entre as diversas áreas do conhecimento. Mais do que um evento acadêmico, o 2º CTec Talks mostrou que a troca de ideias é essencial para moldar futuros profissionais e fortalecer o papel da Universidade como catalisadora de ideias transformadoras com excelência.</p>		
		<p><em>Texto por Marina dos Santos, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM.</em></p><p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Tese de doutorado do PPG em Engenharia Civil da UFSM vence prêmio nacional</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2024/10/31/tese-de-doutorado-do-ppg-em-engenharia-civil-da-ufsm-vence-premio-nacional</link>
				<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 15:38:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Acústica]]></category>
		<category><![CDATA[ANTAC]]></category>
		<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[DECC]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[PPGEC]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=5813</guid>
						<description><![CDATA[Associação Nacional de Tecnologia do Ambiente construído premiou o trabalho de Willian Magalhães de Lourenço, orientado pelo professor Gihad Mohamad]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Uma tese de doutorado produzida no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil do Centro de Tecnologias da UFSM foi premiada na edição 2024 do <em><strong><a href="https://www.antac.org.br/premio" target="_blank" rel="noopener">Prêmio ANTAC</a></strong></em>, organizado pela Associação Nacional de Tecnologia do Ambiente. A tese vencedora, intitulada "<em><strong><a href="https://www.antac.org.br/_files/ugd/d804db_09d92fe6727443b7a2630e4c36c19c9f.pdf" target="_blank" rel="noopener">Proposta de Classificação Acústica de Habitações Brasileiras baseadas na Percepção dos Usuários</a></strong></em>", foi desenvolvida pelo doutorando Willian Magalhães de Lourenço, orientado pelo professor Gihad Mohamad, do Departamento de Estruturas e Construção Civil. O trabalho foi o escolhido dentre outros 7 na categoria "</p>
[caption id="attachment_5814" align="alignright" width="1024"]<img class="size-large wp-image-5814" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/10/WhatsApp-Image-2024-10-29-at-21.37.10-1024x819.jpeg" alt="" width="1024" height="819" /> Doutorando Willian Magalhães de Lourenço expondo a tese premiada durante o ENTAC 2024 (Encontro Nacional de Tecnologia no Ambiente Construído) em Maceió[/caption]
<p>Conforto Ambiental e Eficiência Energética". </p>
<p>O crescimento e a verticalização das cidades vêm causando mudanças significativas nos métodos e nos materiais construtivos, que impactam diretamente na acústica arquitetônica e no conforto acústico, fator fundamental para a habitabilidade e qualidade de vida dos moradores. A pesquisa premiada desenvolve uma proposta de método de classificação acústica de habitações brasileiras a partir da percepção dos usuários. A classificação é feita sob o viés do desempenho acústico de sistemas de pisos, vedações verticais internas e externas e dos ruídos de instalações e equipamentos prediais e hidrossanitários, levando em conta o contexto de integração ambiental, a edificação e seu projeto arquitetônico e a habitação. Tal classificação pode ser utilizada ainda nas etapas projetuais, antes da execução, e introduz um novo parâmetro de valoração de mercado a partir do desempenho acústico - classificações como esta existem apenas em 11 países.</p>
<p>Segundo Willian, autor da tese, o método de classificação global de desempenho acústico de habitações brasileiro propõe uma ferramenta de diagnóstico, reflexão e aprofundamento teórico no viés da qualidade construtiva no Brasil. Através de questionários, os usuários manifestaram suas sensações em aspectos relativos ao conforto e desconforto acústico nas edificações, a exposição ao ruído e suas percepções. Tais resultados serão úteis para impulsionar o setor da construção civil, visto que promovem discussão e aperfeiçoamento de métodos e materialidades para as construções.</p>
<p>A Associação Nacional de Tecnologia do Ambiente, realizadora da premiação,  integra profissionais das mais diversas especialidades, que atuam em Construção Civil, Tecnologia de Arquitetura e Habitação. A ANTAC é constituída majoritariamente por pesquisadores e docentes vinculados a universidades e institutos de pesquisa, mas conta também com associados vinculados a órgãos públicos e empresas privadas.  A banca que avaliou os trabalhos e que premiou a tese do PPGEC foi composta por Dr. Fernando Oscar Ruttkay Pereira (UFSC), Dra. Léa Cristina Lucas de Souza (UFSCar) e Dra. Roberta Vieira Gonçalves de Souza (UFMG).</p>
<hr />
<p><i>Texto por Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM, com informações e fotos de Willian Magalhães de Lourenço.</i></p>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Acústica nas escolas: projeto da Engenharia Acústica propõe melhorias na acústica em escolas da rede municipal de ensino</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2024/10/30/acustica-nas-escolas-projeto-da-engenharia-acustica-propoe-melhorias-na-acustica-em-escolas-da-rede-municipal-de-ensino</link>
				<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 18:52:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Acústica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[escolas]]></category>
		<category><![CDATA[PPGAUP]]></category>
		<category><![CDATA[PPGEC]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=5812</guid>
						<description><![CDATA[O objetivo do projeto é avaliar e sugerir melhorias das condições acústicas em salas de aula de escolas públicas do município de Santa Maria]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A inteligibilidade da fala em salas de aula no ensino fundamental e médio é um fator de aprendizado relevante, uma vez que salas de aula acusticamente inadequadas podem acarretar ineficácia na aprendizagem. Além disso, ambientes ruidosos podem gerar prejuízos à saúde e à boa convivência de quem os frequenta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Pensando nisso, uma iniciativa de interação entre o Centro de Tecnologia da UFSM e as escolas públicas do município vem fazendo a diferença na qualidade dos ambientes escolares de Santa Maria: o projeto </span><em><strong><a href="https://portal.ufsm.br/projetos/publico/projetos/view.html?idProjeto=72362" target="_blank" rel="noopener">Acústica nas Escolas</a></strong></em><span style="font-weight: 400"> presta serviços de medição acústica e sugere medidas para a melhoria na acústica das escolas da rede pública de ensino. A iniciativa de extensão, vinculada ao Departamento de Estruturas e Construção Civil, por meio do Curso de Engenharia Acústica da UFSM, conta com alunos da graduação de engenharia acústica, engenharia civil e arquitetura e urbanismo; já da pós-graduação, participam alunos do </span><span style="font-weight: 400">PPGAUP</span><span style="font-weight: 400"> e do </span><span style="font-weight: 400">PPGEC. Trata-se, portanto, de uma iniciativa que beneficia ambos os lados envolvidos: os estudantes universitários, que põem em prática seu conhecimento, e as escolas, que se beneficiam da ciência produzida na universidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A ideia do projeto surgiu durante o desenvolvimento da tese de doutorado da professora Viviane Melo, coordenadora do projeto, na qual ela comprovou que o uso do manequim padrão adulto em testes acústicos resultava em 20% de erro nos testes objetivos, enquanto que, nos testes realizados com o manequim padronizado nas dimensões infantis, o erro era de apenas 3%. A partir da experiência da professora sobre as condições acústicas em sala de aula e da identificação constatada na sua tese, ela escreveu e colocou em prática o projeto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto ocorre da seguinte maneira: o grupo de estudantes vai à escola e faz um levantamento arquitetônico das salas, identifica salas parecidas e faz a medição in loco de uma delas. A partir disso, é possível replicar simulações nas demais salas que são similares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Após o trabalho de campo feito, a equipe entrega para a escola um documento com um relatório técnico que contém o diagnóstico da sala de aula e propostas de mudanças, que vão desde um novo layout de mesas e cadeiras até a adoção de materiais acústicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto atua desde o ano passado e costuma trabalhar em uma ou duas escolas por ano. A professora Viviane relata que o processo de diagnóstico é lento e que enfrenta algumas dificuldades de logística, como o transporte dos estudantes e a compatibilidade de horários.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"> “A gente está tentando propor as condições mínimas para que o aluno entenda o que o professor está falando” disse a Profª Viviane Melo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O próximo passo do projeto consiste em transformar o relatório técnico entregue às escolas em uma cartilha personalizada, ou seja, cada escola que participou do projeto vai receber um manual, contendo tudo sobre os aspectos acústicos que foram avaliados naquela escola. Desse modo, a escola pode pensar em melhorias e adaptações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante a primeira fase, no ano passado, houve a identificação e definição de qual método seria aplicado nas escolas para que a proposta obtivesse sucesso. Atualmente, o projeto está na segunda fase e tem como objetivo expandir-se para mais escolas, além de aprimorar os serviços oferecidos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No mês passado, o projeto participou do </span><span style="font-weight: 400">Seminário de Extensão Universitária da Região Sul </span><a href="https://www.ufrgs.br/seurs42/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400"><em><strong>(42° SEURS)</strong></em></span></a><span style="font-weight: 400">, que ocorreu em Porto Alegre. O trabalho intitulado “Avaliação das condições acústicas de espaços de ensino a partir de medições e simulações” representou o CT no seminário e foi apresentado por Wellington Bertagnolli Veiga, sob a orientação da Profª Viviane Melo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para mais informações sobre o projeto Acústica na Escola, acompanhe-os no </span><em><strong><a href="https://www.instagram.com/p/C90cPWBx4Qy/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a></strong></em><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<hr />
<p><i>Texto por Emilly Vargas Wacht, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</i></p>
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<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes de Engenharia Civil acompanham lançamento de Ponte Metálica do Exército na RSC-287</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2024/10/29/estudantes-de-engenharia-civil-acompanham-lancamento-de-ponte-metalica-do-exercito-na-rsc-287</link>
				<pubDate>Tue, 29 Oct 2024 14:42:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Exército]]></category>
		<category><![CDATA[pet]]></category>
		<category><![CDATA[PET-Civil]]></category>
		<category><![CDATA[ponte]]></category>
		<category><![CDATA[RSC-287]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=5788</guid>
						<description><![CDATA[Acadêmicos observam de perto a aplicação prática dos conhecimentos teóricos durante a visita técnica]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Em decorrência das enchentes de maio de 2024, as rodovias do Rio Grande do Sul tiveram vários trechos danificados ou destruídos. Uma das rodovias mais atingidas foi a RSC-287, que liga Santa Maria a Porto Alegre. Várias pontes e estruturas temporárias foram construídas para mitigar os danos, inclusive com a atuação de docentes do CT. As ações de recuperação ainda não cessaram: na quarta-feira (23), o Exército Brasileiro concluiu a montagem de mais uma ponte na rodovia. Acadêmicos e docentes do Curso de Engenharia Civil se deslocaram até lá para acompanhar as atividades de lançamento e montagem da ponte metálica LSB, a convite do Exército Brasileiro.</p>
<p> </p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/10/WhatsApp-Image-2024-10-24-at-10.17.21-1024x576.jpeg" alt="" />											<figcaption>Estudantes de engenharia civil do CT acompanham lançamento de ponte na RSC-287</figcaption>
										</figure>
<!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><p> </p>
<p>O Programa de Educação Tutorial (PET) da Engenharia Civil, juntamente com a Coordenação do Curso, organizou uma excursão até o km 226 da RSC-287, próximo à localidade de Candelária, onde o Arroio Grande transbordou e danificou um trecho da rodovia. A visita teve como objetivo proporcionar aos estudantes uma vivência prática dos conceitos aprendidos em sala de aula, além de possibilitar o contato direto com uma solução emergencial de engenharia.</p>
<p>De acordo com o professor André Lübeck, que acompanhou a visita, o convite partiu do Coronel Luis Venturini, que atua como engenheiro civil do escritório de engenharia do Exército em Santa Maria. Lübeck destacou a importância da oportunidade para os discentes: “Foi uma experiência que eu diria única para os nossos alunos. Apesar da origem da situação ter sido negativa pela destruição da infraestrutura provocada pelas enchentes, a oportunidade de aprendizado acaba sendo sem igual. Não são comuns situações que demandem soluções emergenciais como esta. Durante a visita, nossos alunos puderam observar as soluções de engenharia utilizadas para poder montar essas estruturas rapidamente, envolvendo desde conceitos básicos da mecânica das estruturas, até aspectos mais técnicos como as classes de carregamento utilizadas no projeto de pontes”.</p>
<p>A estudante Sabrina Bencke, integrante do PET Civil, explicou que após o convite do Exército, a coordenadora do curso, professora Elisandra, solicitou ao PET Civil que organizassem o início da logística da excursão. Dessa forma, foi realizado um formulário de inscrição e logo as vagas foram preenchidas. Com o grande número de interessados, um ônibus foi disponibilizado pela UFSM e o outro pelo Exército, levando aproximadamente 70 discentes ao local. A participação foi aberta a todos os estudantes do curso, independentemente do semestre, além de professores interessados. Sabrina destaca que a visita foi importante para “conseguir colocar em prática os conhecimentos vistos em sala de aula, em prática, no campo; além de conseguir absorver mais conhecimento técnico visualizando na prática.”</p>
<p>O professor Lübeck explica que as pontes modulares foram desenvolvidas inicialmente por motivos militares, para possibilitar avanços rápidos nos territórios, mas para o Brasil funcionam como solução de restabelecimento de infraestrutura. O Exército mantém estas pontes em diferentes guarnições para poder atender rapidamente às emergências em diferentes regiões do país. Elas são inteiramente montadas pelas equipes do Exército.</p>
<p> </p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="577" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/10/WhatsApp-Image-2024-10-24-at-10.17.17-1024x577.jpeg" alt="" />											<figcaption>Ação realizada pelo Exército foi acompanhada de perto pelos estudantes</figcaption>
										</figure>
		<p>O professor ressalta ainda que os militares de engenharia estavam disponíveis para explicar os principais aspectos de montagem e preocupações envolvidas; da mesma forma, foram muito solícitos para sanar as dúvidas. A estudante Carol Matos, que cursa a disciplina de Aço neste semestre, enfatiza que a experiência foi fundamental para solidificar os conhecimentos teóricos: “foi uma experiência extremamente enriquecedora; durante a visita, os militares responsáveis explicaram detalhadamente todo o processo de montagem e instalação da ponte. A partir das explicações e demonstrações, consegui compreender melhor os cálculos e a aplicação prática dos princípios de engenharia que sustentam a construção com aço. Além disso, fiquei impressionada com a organização e precisão envolvidas no processo, destacando a importância do planejamento e da execução eficiente em obras desse tipo.”</p>
<p>O lançamento da Ponte Metálica LSB na RSC-287 representa mais um passo nas ações de recuperação da infraestrutura do Rio Grande do Sul, após os impactos das enchentes. Além de solucionar os problemas viários da região, a visita técnica proporcionou um aprendizado ímpar para os futuros engenheiros civis do CT-UFSM.</p>
<p> </p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/10/WhatsApp-Image-2024-10-23-at-10.54.45-1-1024x768.jpeg" alt="" />											<figcaption>Equipe de estudantes e docentes da Engenharia Civil do CT na Ponte do Exército sobre a RSC-287</figcaption>
										</figure>
		<p><em>Texto por Marina dos Santos, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM.</em></p>
<p><em>Fotos: Divulgação PET-Civil</em><em>.</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Formatura de engenheiros PCDs ressalta a questão da acessibilidade na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2024/09/17/formatura-de-engenheiros-pcds-ressalta-a-questao-da-acessibilidade-na-ufsm</link>
				<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 18:42:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Acústica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Formatura]]></category>
		<category><![CDATA[pcds]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=5609</guid>
						<description><![CDATA[Engenheiros recém-formados relataram suas experiências como PCDs ao longo do curso
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">No final do último semestre, o CT formou os estudantes Gabriel Regattieri e Oldair Pozzobon em Engenharia Acústica e Engenharia Civil, respectivamente. Ambos os alunos são Pessoas com Deficiência (PCDs), possuem mobilidade reduzida e necessidades específicas. A emoção da formatura dos novos engenheiros veio acompanhada de reflexões acerca da acessibilidade aos estudantes com deficiência na UFSM.</span></p>
[caption id="attachment_5611" align="alignright" width="230"]<img class="wp-image-5611 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/09/WhatsApp_Image_2024-08-26_at_16.10.38-1-e1726598269479-230x300.jpg" alt="" width="230" height="300" /> Gabriel Regattieri | Foto: acervo pessoal[/caption]
[caption id="attachment_5610" align="alignright" width="214"]<img class="size-medium wp-image-5610" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-09-at-17.41.11-1-214x300.jpeg" alt="" width="214" height="300" /> Oldair Pozzobon | Foto: acervo pessoal[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">O estudante (e agora engenheiro) Gabriel, tem esclerose múltipla e conta como ao longo da graduação teve que se adaptar à piora da sua condição. A inspiração para cursar Engenharia Acústica veio da sua paixão por música; com os movimentos cada vez mais limitados, Gabriel escolheu um curso no qual poderia seguir estudando os sons e atuar profissionalmente na área depois de formado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Gabriel comenta que um dos momentos mais marcantes na Universidade ocorreu logo no início, quando ele recebeu sua primeira marmitex do Restaurante Universitário via </span><i><span style="font-weight: 400">delivery</span></i><span style="font-weight: 400">, serviço prestado em função de sua dificuldade de locomoção. A marmita veio com um bilhete dos funcionários do RU escrito “Boa refeição”. “Me senti abraçado pela Universidade, nessa e em outras circunstâncias”, enfatiza Gabriel.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Oldair sempre trabalhou como marceneiro, até que em 2007 ele teve um problema de saúde que o deixou tetraplégico. A partir de então, Oldair se propôs a retomar os seus estudos e para isso buscou o curso de Engenharia Civil da UFSM. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O engenheiro recém-formado também comentou sobre a importância das ações de acessibilidade da UFSM como a distribuição de marmitas, evitando deslocamento até o RU e aos carros adaptados para que ele pudesse participar das visitas e atividades junto com seus colegas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os estudantes comentam sobre como receberam todo apoio e acolhimento no seu ingresso na Universidade. Ambos mencionaram a </span><em><strong><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/caed/" target="_blank" rel="noopener">Coordenadoria de Ações Educacionais (CAED)</a></strong></em><span style="font-weight: 400"> e o </span><strong><em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/unidade-de-apoio-pedagogico-uap-ct" target="_blank" rel="noopener">Setor de Apoio Pedagógico (SAP/CT)</a></em></strong><span style="font-weight: 400"> como principais fontes de apoio para suas necessidades. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Gabriel e Oldair relataram, contudo, que enfrentaram dificuldades relativas à infraestrutura dentro da Universidade. Os problemas arquitetônicos são os que mais impactaram nas suas rotinas acadêmicas. Gabriel relatou que os problemas em calçadas e ruas desafiaram seu deslocamento entre os prédios do Campus. Oldair também mencionou a mesma dificuldade com a infraestrutura, destacando a falta de acessibilidade em rampas ou a falta de elevadores em alguns prédios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Enquanto estudantes de Engenharia, ambos participaram de diversos grupos e projetos que possibilitaram o desenvolvimento da sua jornada acadêmica. Gabriel foi membro do Diretório Acadêmico de Engenharia Acústica e da Empresa Júnior, </span><strong><em><a href="https://www.instagram.com/acusticajr/" target="_blank" rel="noopener">Acústica Jr</a></em></strong><span style="font-weight: 400">; já Oldair participou do </span><span style="font-weight: 400">Núcleo de Estudos Projeto Pessoa e Ambiente</span><strong><em> <a href="https://www.instagram.com/neppa.ufsm/" target="_blank" rel="noopener">(Neppa)</a></em></strong><span style="font-weight: 400"> e do Laboratório de Mobilidade e Logística </span><a href="https://www.ufsm.br/grupos/lamot" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400"><strong><em>(LAMOT)</em></strong></span></a><span style="font-weight: 400">. Tais experiências possibilitaram a integração e especialização dos estudantes em seus respectivos cursos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os estudantes enfatizam que o apoio e acolhimento de docentes, colegas e servidores técnico-administrativos foi importante para sua permanência dentro da Universidade. Eles acreditam que o diálogo é a melhor abordagem para pessoas com deficiência manifestarem suas necessidades, buscando a melhor resolução para suas necessidades com os setores responsáveis e com os professores.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">“Converse com a CAED, com os professores e não tenha vergonha de ser quem você é. Se ninguém sabe do seu problema ninguém pode ajudar, compartilhe suas necessidades e as pessoas mostram as possibilidades de tornar sua trajetória possível”</span></i><span style="font-weight: 400"> é a mensagem de Gabriel para outros estudantes de PCDs que estejam ou queiram ingressar na Universidade.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">“Se eu tivesse que dar um conselho para PCDs na UFSM seria: perseverança! Cheguem nos seus amigos e colegas, se apresentem e conversem, tenham perseverança, é possível chegar lá” </span></i><span style="font-weight: 400">é a mensagem de Oldair para outros estudantes de PCDs na UFSM.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A formatura de dois engenheiros com deficiência física foi um marco na história do CT e da UFSM. A experiência de ambos ao longo da graduação é uma fonte de aprendizado para as melhorias institucionais, em busca de um ambiente cada vez mais acolhedor e acessível.</span></p>
<hr />
<p><em>Texto por Emilly Vargas Wacht, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM.</em></p>
<p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Vem aí: 2ª edição da Semana Acadêmica da Engenharia Civil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2024/09/17/vem-ai-2a-edicao-da-semana-academica-da-engenharia-civil</link>
				<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 13:28:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres na engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Palestra]]></category>
		<category><![CDATA[PET-Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Semana acadêmica]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=5604</guid>
						<description><![CDATA[De 30/09 a 04/10, o curso de Engenharia Civil promove palestras para os estudantes e empresários do ramo]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400">A 2º edição da Semana Acadêmica da Engenharia Civil (SAECIVIL) acontecerá do dia 30/09 até 04/10 com atividades variadas envolvendo diversos especialistas da área. O objetivo é promover um enriquecimento acadêmico significativo, com a inclusão de palestras e workshops que abordam novas tendências, tecnologias e práticas da Engenharia Civil, a fim de qualificar os debates e ampliar o público da primeira edição do evento. </span>

<span style="font-weight: 400">A SAECIVIL contará com palestras presenciais à noite e “cafés” com convidados ao meio-dia. Além disso, a programação conta com uma palestra ao meio-dia da sexta-feira (04/10) com o tema da representatividade feminina na Engenharia.</span>

<span style="font-weight: 400">Nos dias 30/09, 1º e 02/10, as palestras ocorrerão das 18h às 22h, no auditório do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) da UFSM. No dia 30/09, das 13:30 às 15:30, haverá um café com intercambistas, no qual quatro convidados contarão sobre suas experiências internacionais. Já nos dias 03 e 04/10, ao meio-dia, o café será com dois engenheiros que trarão relatos de sua vida profissional ao público - os locais dos cafés e outros detalhes serão divulgados via </span><em><strong><a href="https://www.instagram.com/petcivilufsm/?img_index=1">Instagram da grupo PET</a></strong></em><span style="font-weight: 400">.</span>

<span style="font-weight: 400">O evento é uma ótima oportunidade de promoção do desenvolvimento pessoal e do conjunto de habilidades dos alunos. Para além do desenvolvimento acadêmico, a Semana Acadêmica da Engenharia Civil propicia também a divulgação de projetos e iniciativas desenvolvidas ao longo do curso, constituindo-se em um espaço para a troca de ideias entre os alunos e palestrantes.</span>

<span style="font-weight: 400">A 2ª Semana Acadêmica da Engenharia Civil é patrocinada por Seleto Sabores, Red Bull, Study English e Unimed. Para mais informações entre em contato pelo e-mail </span><em><strong><a href="mailto:petcivil@ufsm.br">petcivil@ufsm.br</a></strong></em><span style="font-weight: 400"> ou acompanhe o </span><em><strong><a href="https://www.instagram.com/petcivilufsm/?img_index=1">Instagram @petcivilufsm.</a></strong></em>

<b>CONHEÇA AS ATRAÇÕES DA SAECIVIL:</b>

<b>CAFÉ COM INTERCAMBISTAS</b><span style="font-weight: 400">: </span>
<ul>
 	<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Débora Missio Bayer: Em 2019 esteve na Università di Pavia, na cidade de Pavia na Itália, na qual desenvolveu um projeto de pesquisa de pós-doutorado no Telecommunications &amp; Remote Sensing Laboratory com enfoque na área de sensoriamento remoto. </span></li>
 	<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Valéria Bones Costa: Técnica em Administração pelo IFFar e graduanda do curso de Gestão de Turismo na UFSM. Realizou um intercâmbio para a Argentina no primeiro semestre de 2024 através do programa AUGM.</span></li>
 	<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Jaime Freiberger Junior: Engenheiro Civil pela Universidade Estadual de Londrina com experiência em levantamentos topográficos. Mestrado e doutorado em Ciências Geodésicas pela Universidade Federal do Paraná com estágio de doutorado em calibração de antenas de receptores GNSS no Instituto de Geodésia da Universidade de Karlsruhe, na Alemanha (2004-2006). </span></li>
 	<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Vitória Martin: Engenharia Civil e mestre em Monitoramento e Modelagem dos Recursos Hídricos pela UFSM. Atualmente está fazendo doutorado na mesma instituição. Realizou graduação sanduíche na Universidade da Beira Interior, na cidade de Covilhã, em Portugal, de fevereiro até junho de 2019.</span><span style="font-weight: 400">
</span><span style="font-weight: 400"> </span></li>
</ul>
<b>CAFÉ COM ENGENHEIRO:</b><span style="font-weight: 400"> </span>
<ul>
 	<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Débora Bretas Silva: Engenheira Civil, graduada e Mestre pela Unipampa, com Doutorado em Engenharia Civil pela UFRGS. Atualmente é Professora Adjunta na UFSM integrando o Departamento de Arquitetura e Urbanismo. </span></li>
 	<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Eduardo Pachla: Engenheiro Civil e mestre em Engenharia e Tecnologia dos Materiais pela UNIPAMPA, Eduardo é doutor em Engenharia Civil com ênfase em Construção Civil pela UFRGS. Atualmente é professor adjunto na UFSM onde leciona disciplinas na área de Materiais para Construção Civil e na área de Projetos de Edificações com ênfase em BIM. </span><span style="font-weight: 400">

</span></li>
</ul>
<b>PALESTRAS DA 1ª NOITE:</b><span style="font-weight: 400"> </span>
<ul>
 	<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Paulo Jorge Sarkis: Engenheiro Civil pela UFSM e mestre pela UFRJ, com ênfase em Estruturas de Concreto. Sua formação técnica se completa com duas Especializações na França em 1974/75 e 1988, respectivamente na Agência para Cooperação Técnica e Econômica da França (ACTIM) e no Centro de Estudos Nucleares de Saclay (CEN-Saclay). </span></li>
 	<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Giovani Olinto Milanesi: Engenheiro Civil, graduado pela UFSM, Sócio fundador da PRÉMIL- Pré-fabricados em concreto, membro do conselho estratégico da ABCIC - Associação Brasileira da Construção Industrializada de Concreto.</span></li>
</ul>
<b>PALESTRAS DA 2º NOITE:</b><span style="font-weight: 400"> </span>
<ul>
 	<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Felipe Schneider de Lima: Engenheiro civil e mestre em Arquitetura e Urbanismo pela UNISINOS. Atualmente, doutorando em engenharia civil pela mesma instituição. </span></li>
 	<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Diego Carrilo: Possui graduação em engenharia civil pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2000) e especialização em recursos hídricos e saneamento ambiental pelo Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2009). Atualmente, é chefe da Divisão de Meteorologia, Mudanças Climáticas e Eventos Críticos (DIMETEC) da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura do Governo do RS. </span></li>
</ul>
<b>PALESTRAS DA 3ª NOITE:</b><span style="font-weight: 400"> </span>
<ul>
 	<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">José Echeverria: Engenheiro Civil e mestre em Geotecnia pela UFRGS. Atualmente é professor do curso de Engenharia Civil da UNIJUÍ, em que ministra principalmente as disciplinas de rodovias. </span></li>
 	<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Daniel Winter: Engenheiro Civil, mestre e doutor em Engenharia Civil pela UFRGS, com ênfase na área de Geotecnia. </span></li>
</ul>
<b>CAFÉ COM MULHERES NA ENGENHARIA CIVIL: </b>
<ul>
 	<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Juliana Sanches Venturini: Engenheira Civil formada pela UFSM, especializada em gestão de obras pela Faculdade Metropolitana de São Paulo, empreendedora da startup Eu Nós Elas, Professora da EPT em formação no PEG/UFSM. Atualmente trabalha como diretora da empresa, em projetos e obras, e também é ministrante de cursos de pintura predial para mulheres. </span></li>
</ul>
[caption id="attachment_5605" align="alignnone" width="586"]<img class="size-full wp-image-5605" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/09/image.jpg" alt="" width="586" height="584" /> Programação da 2ª SAECIVIL[/caption]

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<em>Texto por Emilly Wacht, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM.</em>

<em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/ctufsm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a> e <a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>!</em>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Acadêmicos do Centro de Tecnologia visitam Corsan</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2024/06/18/academicos-do-centro-de-tecnologia-visitam-corsan</link>
				<pubDate>Tue, 18 Jun 2024 19:43:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Sanitária e Ambiental]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=5076</guid>
						<description><![CDATA[Visitas serviram de espaço para solucionar dúvidas dos graduandos e complementar o aprendizado teórico ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/06/IMG_9505-2.jpg" alt="Visita a Estação de Tratamento de Água e a Central de Controle de Operações (Foto: Reprodução/Elvis Carissimi)" /><figcaption>Visita a Estação de Tratamento de Água e a Central de Controle de Operações (Foto: Reprodução/Elvis Carissimi)</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/06/IMG_9610-2.jpg" alt="Visita a Estação de Tratamento de Água e a Central de Controle de Operações (Foto: Reprodução/Elvis Carissimi)" /><figcaption>Visita a Estação de Tratamento de Água e a Central de Controle de Operações (Foto: Reprodução/Elvis Carissimi)</figcaption></figure>			
		<p><!-- wp:tadv/classic-paragraph --></p>
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<p>Na quarta e quinta-feira (12 e 13), estudantes do curso de Engenharia Civil e de Engenharia Ambiental e Sanitária, sob supervisão do professor Elvis Carissimi, realizaram visitas às instalações locais da Aegea/Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan), empresa responsável pelo abastecimento e tratamento de água em 317 municípios do Rio Grande do Sul.</p>
<p>Como parte de suas atividades acadêmicas, os graduandos das disciplinas de “Abastecimento e Tratamento de Água” e “Tratamento de Águas de Abastecimento e Residuárias” precisam elaborar um projeto de dimensionamento dos reservatórios e da rede de distribuição de água em áreas urbanas.</p>
<p>Após concluírem a parte teórica em sala de aula, os estudantes visitaram a Estação de Tratamento de Água (ETA), no bairro Chácara das Flores, em Santa Maria. Os acadêmicos visitaram também a  Central de Controle de Operações (CCO), no bairro santa-mariense Patronato, para observar a atuação técnica diária dos profissionais que gerenciam a operação dos reservatórios, o controle de válvulas e motores, e as redes de abastecimento de água e esgoto. </p>
<p>O professor Carissimi, que ministra ambas disciplinas, avalia estas visitas como uma etapa essencial para que os discentes possam tirar suas dúvidas específicas sobre o projeto de uma ETA. Durante as visitas, os estudantes tiveram ainda a oportunidade de compreender melhor a atuação profissional na área, que está em expansão, impulsionada pelos incentivos do <a href="https://marcolegal.aguaesaneamento.org.br/entenda-o-marco-legal/">novo marco regulatório do saneamento</a>, aprovado em 2020.  </p>
<p>Carissimi enfatiza a importância do suporte da UFSM, do CT, dos cursos, do Setor de Transportes e da Coordenadoria de Ações Educacionais (CAED) para realização das visitas: “têm sido fundamentais para oportunizar esse momento de aproximação com o mercado no setor do saneamento aos nossos futuros profissionais.” O professor destaca ainda que a empresa, em parceria com a CAED, garantiu condições de acessibilidade a todos os participantes das visitas. </p>
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								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-14-at-16.09.28-2.jpeg" alt="Visita a Estação de Tratamento de Água (Foto: Reprodução/Elvis Carissimi)" /><figcaption>Visita a Estação de Tratamento de Água (Foto: Reprodução/Elvis Carissimi)</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-14-at-16.09.27-2.jpeg" alt="Visita a Estação de Tratamento de Água (Foto: Reprodução/Elvis Carissimi)" /><figcaption>Visita a Estação de Tratamento de Água (Foto: Reprodução/Elvis Carissimi)</figcaption></figure>			
		<p style="font-size: 16px"><em>Texto por Marina Ferreira dos Santos, acadêmica de jornalismo – Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM.</em></p><p style="font-size: 16px"><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site?&nbsp;<a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em></p><p style="font-size: 16px"><em>Siga o CT nas redes sociais:&nbsp;<a href="https://www.facebook.com/ctufsm">Facebook</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/ctufsm/">Instagram</a>!</em></p>]]></content:encoded>
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