{"id":1019,"date":"2017-07-07T19:59:27","date_gmt":"2017-07-07T22:59:27","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/unidades-universitarias\/ct\/2017\/07\/07\/satelite-cientifico-brasileiro-completa-tres-anos-em-orbita\/"},"modified":"2017-07-07T19:59:27","modified_gmt":"2017-07-07T22:59:27","slug":"satelite-cientifico-brasileiro-completa-tres-anos-em-orbita","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/unidades-universitarias\/ct\/2017\/07\/07\/satelite-cientifico-brasileiro-completa-tres-anos-em-orbita","title":{"rendered":"Primeiro sat\u00e9lite brasileiro a gerar dados cient\u00edficos no espa\u00e7o completa tr\u00eas anos em \u00f3rbita"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">O NANOSATC-BR1, desenvolvido pelo INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) em parceria com a UFSM, completou tr&ecirc;s anos em &oacute;rbita no &uacute;ltimo dia 18 de junho. Ele &eacute; a primeira miss&atilde;o brasileira com um cubesat criada e &uacute;nica a ainda se manter em funcionamento.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 10pt;\"> O pesquisador Dr. Nelson Schuch, coordenador e criador do programa de desenvolvimento do Nano Sat&eacute;lite Cient&iacute;fico Brasileiro 1, conta sobre a import&acirc;ncia do projeto, n&atilde;o apenas pelo pioneirismo no pa&iacute;s, mas tamb&eacute;m por contar com tecnologia nacional: &ldquo;Um fato relevante que deve ser ressaltado &eacute; que as cargas &uacute;teis desse sat&eacute;lite foram totalmente desenvolvidas no Brasil. E para os futuros projetos, queremos que toda a parte de software tamb&eacute;m seja daqui.&rdquo;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 10pt;\"> <span style=\"font-size: 13.3333px;\">Ele relata que a burocracia excessiva e a crise pela qual o pa&iacute;s passa foram obst&aacute;culos, mas que a equipe encontrou motiva&ccedil;&atilde;o para super&aacute;-los: &ldquo;N&atilde;o foi f&aacute;cil. Passamos por diversos problemas, mas tivemos persist&ecirc;ncia e soubemos contorn&aacute;-los.&rdquo; Falando nisso, a<\/span>tualmente o Dr. Nelson conta com a ajuda dos tamb&eacute;m coordenadores Dr. Ot&aacute;vio Dur&atilde;o (INPE\/S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos) e o professor do curso de Engenharia Aeroespacial da UFSM, Andr&eacute; Lu&iacute;s da Silva.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 10pt;\"> Uma das caracter&iacute;sticas do programa &eacute; a integra&ccedil;&atilde;o entre pesquisadores da &aacute;rea e estudantes da gradua&ccedil;&atilde;o e p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o, oriundos de cursos como a Engenharia Aeroespacial, criado recentemente na UFSM. Para o Dr. Nelson, essa decis&atilde;o tem grande import&acirc;ncia para o futuro da &aacute;rea: &ldquo;Na minha opini&atilde;o, esse curso &eacute; muito importante por ser muito amplo, tendo v&aacute;rias &aacute;reas de especializa&ccedil;&atilde;o, e todas elas s&atilde;o estrat&eacute;gicas para o Brasil. Ent&atilde;o, os jovens vinculados a ele e que tenham seus objetivos bem definidos, t&ecirc;m grandes possibilidades de sucesso.&rdquo;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 10pt;\"> O pesquisador do INPE ainda falou sobre poss&iacute;veis projetos futuros: &ldquo;Com o modelo de engenharia do NANOSATC-BR1 e o BR2, que est&atilde;o em desenvolvimento, podemos come&ccedil;ar a trabalhar em dois novos sat&eacute;lites, o BR3 e BR4.&rdquo; Para o Dr. Nelson, as expectativas da &aacute;rea e do pa&iacute;s s&atilde;o animadoras: &ldquo;Futuro h&aacute; e bastante, mesmo com as crises que passamos, que tenho certeza que vamos superar.&rdquo;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 10pt;\"> Se voc&ecirc; se interessou e deseja obter mais informa&ccedil;&otilde;es sobre o programa NANOSATC-BR1, <a href=\"http:\/\/www.inpe.br\/crs\/nanosat\/contato.php\" target=\"_blank\">entre em contato<\/a> com algum dos coordenadores do projeto ou acesse o <a href=\"http:\/\/www.inpe.br\/crs\/nanosat\/index.php\" target=\"_blank\">site do INPE<\/a>.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em style=\"color: #666666; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 10.6667px; text-align: justify;\">Texto por Lucas Gutierres, acad&ecirc;mico de Jornalismo. &#8211;&nbsp;<\/em><em style=\"color: #666666; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 10.6667px; text-align: justify;\">N&uacute;cleo de Divulga&ccedil;&atilde;o Institucional do CT\/UFSM.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p> <iframe width=\"100%\" height=\"60\" src=\"https:\/\/www.mixcloud.com\/widget\/iframe\/?feed=https%3A%2F%2Fwww.mixcloud.com%2FNDICT%2Ftecnol%25C3%25B3gico-24-programa-sobre-o-sat%25C3%25A9lite-brasileiro-nanosatc-br1%2F&#038;hide_cover=1&#038;mini=1&#038;light=1\" frameborder=\"0\"><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O NANOSATC-BR1, desenvolvido pelo INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) em parceria com a UFSM, completou tr&ecirc;s anos em &oacute;rbita no &uacute;ltimo dia 18 de junho. 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