{"id":1334,"date":"2018-05-07T17:28:51","date_gmt":"2018-05-07T20:28:51","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufsm.br\/unidades-universitarias\/ct\/2018\/05\/07\/geppasv-realiza-estudos-para-verificar-a-vida-util-das-placas-de-transito-nas-rodovias\/"},"modified":"2018-05-07T17:28:51","modified_gmt":"2018-05-07T20:28:51","slug":"geppasv-realiza-estudos-para-verificar-a-vida-util-das-placas-de-transito-nas-rodovias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufsm.br\/unidades-universitarias\/ct\/2018\/05\/07\/geppasv-realiza-estudos-para-verificar-a-vida-util-das-placas-de-transito-nas-rodovias","title":{"rendered":"GEPPASV realiza estudos para verificar a vida \u00fatil das placas de tr\u00e2nsito nas rodovias"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/coral.ufsm.br\/arco\/sitenovo\/?p=3551\" class=\"featured\" style=\"color: #000000; font-family: LatoRegular; outline: 0px; font-size: 14px;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/coral.ufsm.br\/arco\/sitenovo\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/SINALIZACAO_CAPAARCO.jpg\" srcset=\"http:\/\/coral.ufsm.br\/arco\/sitenovo\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/SINALIZACAO_CAPAARCO.jpg 1920w, &lt;a href=\" alt=\"\" width=\"940\" height=\"627\" class=\"attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin: 0px; font-family: LatoRegular; font-size: 20px;\">Se voc&ecirc; frequenta a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), j&aacute; deve ter reparado nas placas coloridas, uma ao lado da outra, que est&atilde;o na Avenida Roraima, perto do arco de entrada. Instaladas em outubro de 2013, &eacute; prov&aacute;vel que elas fiquem at&eacute; 2023 naquele local, pois fazem parte de uma pesquisa a longo prazo do Grupo de Estudos e Pesquisa em Pavimenta&ccedil;&atilde;o e Seguran&ccedil;a Vi&aacute;ria (GEPPASV) da UFSM. O experimento serve para constatar o tempo que uma placa de sinaliza&ccedil;&atilde;o de tr&acirc;nsito se mant&eacute;m em boas condi&ccedil;&otilde;es na rodovia, mesmo depois de exposi&ccedil;&otilde;es ao sol, &agrave; chuva e a gases poluentes liberados pelos ve&iacute;culos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin: 0px; font-family: LatoRegular; font-size: 20px;\"><span style=\"font-weight: bold;\">Em obras! O fator da retrorrefletividade<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin: 0px; font-family: LatoRegular; font-size: 20px;\">Para entender como a placa de tr&acirc;nsito funciona &eacute; necess&aacute;rio levar em conta a sua caracter&iacute;stica de&nbsp;<span style=\"font-weight: bold;\">retrorrefletividade<\/span>, ou seja, a capacidade que a placa tem de refletir a luz em v&aacute;rias dire&ccedil;&otilde;es, principalmente para os olhos dos usu&aacute;rios da rodovia. H&aacute; uma pel&iacute;cula, na placa, que &eacute; respons&aacute;vel por refletir essa luz. &Eacute; por isso que, no per&iacute;odo da noite, essa caracter&iacute;stica se destaca devido aos far&oacute;is dos ve&iacute;culos incidirem diretamente sobre a superf&iacute;cie da placa.<\/p>\n<p style=\"margin: 0px; font-family: LatoRegular; font-size: 20px;\">O projeto do GEPPASV visa avaliar essas pel&iacute;culas para delimitar a quantidade de luz refletida para os olhos do usu&aacute;rio e o tempo que ela se mant&eacute;m habilitada a isso. A partir disso, busca-se melhores condi&ccedil;&otilde;es para visualizar a sinaliza&ccedil;&atilde;o de tr&acirc;nsito &ndash; o que pode evitar um n&uacute;mero maior de acidentes e poss&iacute;veis mortes.<\/p>\n<p style=\"margin: 0px; font-family: LatoRegular; font-size: 20px;\">At&eacute; agora, o grupo de pesquisa j&aacute; fez algumas constata&ccedil;&otilde;es: a influ&ecirc;ncia do custo da pel&iacute;cula na sua qualidade, e as melhoras na capacidade das pel&iacute;culas em refletirem luz quando realizada a limpeza da placa de tr&acirc;nsito.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin: 0px; font-family: LatoRegular; font-size: 20px;\"><span style=\"font-weight: bold;\">Pare! e conhe&ccedil;a os fatores levados em conta no Projeto<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin: 0px; font-family: LatoRegular; font-size: 20px;\">As cores, por natureza, &nbsp;refletem a luz com intensidades diferentes. Por exemplo, o branco reflete muito mais do que o azul. As cores que mais est&atilde;o presentes nas placas de tr&acirc;nsito nas rodovias s&atilde;o amarelo, vermelho, verde e azul. &nbsp;Os pesquisadores e alunos envolvidos no projeto buscam, ent&atilde;o, descobrir se a cor da pel&iacute;cula influencia na perda de retrorrefletividade. Foi verificado que o comportamento em quest&atilde;o de perda de efici&ecirc;ncia &eacute; uniforme em rela&ccedil;&atilde;o a todas as cores de pel&iacute;cula analisadas.<\/p>\n<p style=\"margin: 0px; font-family: LatoRegular; font-size: 20px;\">Al&eacute;m disso, o projeto visa atestar se o &nbsp;desempenho de uma pel&iacute;cula a longo tempo est&aacute; ligada ao seu custo. Dentro desses quatro anos de estudo, a retrorrefletividade continua dentro do limite de qualidade exigido para as placas na rodovia. Foram colocadas pel&iacute;culas que variam de valor, mas que perdem o potencial de retrorrefletividade na mesma velocidade. O que acontece &eacute; que as pel&iacute;culas com qualidade mais baixa, ou seja, mais baratas, t&ecirc;m sua vida &uacute;til mais curta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin: 0px; font-family: LatoRegular; font-size: 20px;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/coral.ufsm.br\/arco\/sitenovo\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/UFSM.2018.021.040.RA-1024x683.jpg\" srcset=\"http:\/\/coral.ufsm.br\/arco\/sitenovo\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/UFSM.2018.021.040.RA-1024x683.jpg 1024w, &lt;a href=\" alt=\"\" width=\"940\" height=\"627\" class=\"aligncenter size-large wp-image-3554\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin: 0px; font-family: LatoRegular; font-size: 20px;\">Os &oacute;rg&atilde;os que administram e gerenciam as rodovias e seus editais de manuten&ccedil;&atilde;o n&atilde;o d&atilde;o prioridade &agrave; limpeza das placas. Diante disso, o projeto se prop&ocirc;s a identificar uma rela&ccedil;&atilde;o entre a limpeza e a melhora na retrorrefletividade. Periodicamente, h&aacute; uma manuten&ccedil;&atilde;o, na qual as placas s&atilde;o limpas com sab&atilde;o neutro e uma esponja n&atilde;o abrasiva. Para acompanhar o processo e fazer compara&ccedil;&otilde;es, h&aacute; placas que s&atilde;o limpas e outras n&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"margin: 0px; font-family: LatoRegular; font-size: 20px;\">Por exemplo, uma pel&iacute;cula mais barata de cor branca perde 26% de qualidade sem a limpeza, sendo que quando ocorre a limpeza, somente 6% de qualidade &eacute; perdida. O mesmo processo ocorre em uma pel&iacute;cula branca de maior valor, que ao receber a manuten&ccedil;&atilde;o perde 6% de qualidade, enquanto sem manuten&ccedil;&atilde;o perde 17% de qualidade.<\/p>\n<p style=\"margin: 0px; font-family: LatoRegular; font-size: 20px;\">Um ano ap&oacute;s o in&iacute;cio do projeto, percebeu-se que a chuva poderia auxiliar na limpeza das placas, pois as avalia&ccedil;&otilde;es feitas ap&oacute;s per&iacute;odos de chuva indicavam que as placas estavam mais limpas. Isso seria &uacute;til para o projeto, caso houvesse &nbsp;condi&ccedil;&otilde;es de aplicar um produto que evitasse a forma&ccedil;&atilde;o de got&iacute;culas de &aacute;gua, e a consequente ader&ecirc;ncia da sujeira; proporcionando assim, uma limpeza uniforme. Uma das perspectivas futuras &eacute;, portanto, pensar em um produto que possibilite uma placa auto limpante.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin: 0px; font-family: LatoRegular; font-size: 20px;\"><span style=\"font-weight: bold;\">Siga em frente! Os pr&oacute;ximos passos da pesquisa<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin: 0px; font-family: LatoRegular; font-size: 20px;\">Em Rio Grande e Pelotas, h&aacute; um processo semelhante h&aacute; tr&ecirc;s anos, em conjunto com a concession&aacute;ria Ecosul, respons&aacute;vel por rodovias da regi&atilde;o. Nesse projeto, h&aacute; mais cores e mais pel&iacute;culas sendo analisadas, como tamb&eacute;m a contagem de tr&aacute;fego, pela proximidade de uma pra&ccedil;a de ped&aacute;gio. J&aacute; existe um Banco de Dados dessa &aacute;rea e de Santa Maria, mas as compara&ccedil;&otilde;es e resultados ocorrer&atilde;o somente ap&oacute;s a finaliza&ccedil;&atilde;o dos projetos. Para Deividi da Silva Pereira, professor do Departamento de Transportes do Centro de Tecnologia da UFSM e integrante do GEPPASV, para conclus&otilde;es mais espec&iacute;ficas, &eacute; necess&aacute;rio esperar mais alguns anos: &ldquo;N&oacute;s s&oacute; vamos ter um modelo de degrada&ccedil;&atilde;o quando essas placas chegarem ao fim de sua vida &uacute;til, pois esse modelo exige que saibamos a durabilidade das placas e quais s&atilde;o os aspectos que influenciam nessa quest&atilde;o&rdquo;. Posteriormente, os resultados devem servir para conscientizar os &oacute;rg&atilde;os e as ag&ecirc;ncias respons&aacute;veis pelas rodovias pela determina&ccedil;&atilde;o desses servi&ccedil;os.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin: 0px; font-family: LatoRegular; font-size: 20px;\">Reportagem: Bibiana Pinheiro<\/p>\n<p style=\"margin: 0px; font-family: LatoRegular; font-size: 20px;\">Fotografia: Rafael Happke<\/p>\n<p>Originalmente publicado em: <a href=\"http:\/\/coral.ufsm.br\/arco\/sitenovo\/?p=3551&amp;utm_source=Newsletter+da+Revista+Arco&amp;utm_campaign=b818bcc4f5-EMAIL_CAMPAIGN_2018_04_26_COPY_02&amp;utm_medium=email&amp;utm_term=0_93f8f4db2f-b818bcc4f5-76492283\" target=\"_blank\">Revista Arco<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Se voc&ecirc; frequenta a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), j&aacute; deve ter reparado nas placas coloridas, uma ao lado da outra, que est&atilde;o na Avenida Roraima, perto do arco de entrada. 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