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LabLínguas ganha espaço físico para incrementar ensino de Linguagens



A professora Milene Kloss em aula de Inglês com 1º ano de Informática no LabLínguas

O LabLínguas – o laboratório de Linguagens do CTISM – passou a contar com um espaço físico. Há cerca de duas semanas, professoras de Linguagens têm usado o local em suas aulas. A sala não está oficialmente inaugurada e ainda não conta com a infraestrutura planejada para concretizar a proposta do LabLínguas.

A sala do LabLínguas é a 208, no segundo andar do anexo do prédio principal do CTISM – ao lado da sala do Núcleo EaD.

Segundo a professora Maristela Andrea Bazzan (Espanhol), o ambiente facilita as práticas da oralidade e da conversação, além de estimular a interação. Daqui a alguns meses, deverá ser um “ambiente mais descontraído” e “de acordo com as situações do cotidiano”, diz Maristela.

As professoras que utilizam o LabLínguas, por ora, são Milene Kloss e Maristela. Nos horários das aulas delas, as turmas são divididas em dois grupos – um fica na sala de aula com professor estagiário, enquanto o outro vai para o LabLínguas.

Após a inauguração, o laboratório deverá oferecer um notebook para cada aluno, o que auxiliará principalmente na conversação e na audição de língua estrangeira, segundo Maristela. Também estão previstos um projetor, um sistema de som e uma televisão smart – para a reprodução de filmes e telejornais em língua estrangeira e para dialogar com falantes nativos de inglês ou espanhol pelo aplicativo Skype. Os materiais já estão adquiridos.

De acordo com a professora, há também planos de uma pequena biblioteca, com livros em português, espanhol e inglês e de instalações de “materiais alternativos” para o ensino de Linguagens, como jogos, brincadeiras e instrumentos de culinária. No laboratório, já há um frigobar e um micro-ondas.

A decoração planejada para o LabLínguas irá remeter ao multiculturalismo.

IDEALIZAÇÃO

Apesar de contar com um ambiente físico há apenas duas semanas, as ações e ideias que culminaram no LabLínguas existem há alguns anos. Segundo Raquel, a idealização passou por várias etapas. Ações mais concretas em direção à criação do laboratório foram tomadas em 2014 por Raquel, Maristela e Milene. Dois anos depois, a proposta já estava mais delineada.

Maristela define o LabLínguas como uma “associação dos professores de Linguagens no intuito de pensar nas diferentes propostas de melhoria e desenvolvimento do ensino de idiomas”.

Segundo texto elaborado pelas professoras para a revista do Cinquentenário do CTISM, o projeto tem o objetivo de “oferecer uma complementação significativa à formação acadêmica” que os alunos constróem em sala de aula, e ajudá-los a “compreender e produzir diferentes textos” em “contextos socioculturais diversificados”.

Entre as ações didáticas já realizadas pelo LabLínguas em 2016, estão as oficinas de redação que prepararam os alunos para o Enem, a produção de materiais didáticos de Inglês e Espanhol, o Concurso Literário, a Feira Hispânica e a celebração do Halloween e do Día de los Muertos mexicano.

 

por Rossano Villagrán Dias

foto Raquel Beviaqua



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