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Alunas da UFSM vão debater, no CTISM, lei que obriga ensino de história afro-brasileira e indígena



Um debate na noite de quarta-feira (21) vai reunir, no auditório do CTISM, oito mulheres ligadas à UFSM para debater a lei 11.645, que estabelece o ensino obrigatório de história e cultura afro-brasileiras e indígenas nos ensinos fundamental e médio no Brasil. A norma completou dez anos em janeiro e é um complemento à LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação).

O painel, aberto ao público, será mediado pela escritora Maria Rita Py Dutra, que é aluna do doutorado em Educação da UFSM. Dentre as outras sete painelistas, seis são alunas da UFSM – quatro com vínculo com o CTISM.

O evento está marcado para às 19h no auditório do CTISM. Ele é promovido pela Sedufsm (Seção Sindical dos Docentes da UFSM) e pelo Sinasefe (Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica), além do CTISM. A data do painel, 21 de março, foi escolhida por ser o Dia Internacional do Combate à Discriminação Racial.

Também no início da noite de quarta, o vereador Valdir Oliveira (PT) vai entregar a moção de homenagem ao CEHCAB (Ciclo de Estudos sobre História e Culturas Afro-Brasileiras), promovido anualmente pelo CTISM. A moção foi aprovada por unanimidade pela Câmara de Vereadores em dezembro. No mesmo mês, o CEHCAB havia sido premiado como um dos 11 destaques nacionais do Desafio Criativos da Escola, entre 1.492 inscritos de todo o Brasil.

 

 

por Rossano Villagrán Dias



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