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EDIÇÃO 2020 DAS “BATALHAS DESARMADAS DE SLAM” DE GEOGRAFIA NO CTISM



No dia 09 de julho aconteceu a 3ª edição das “Batalhas DESARMADAS de Slam”. Este projeto vem ocorrendo desde 2018 nas aulas de Geografia, da professora Jacqueline Myanaki, com o objetivo de estudar os conflitos armados no mundo. Neste 2020, tivemos uma versão online adaptada, em virtude da necessidade do distanciamento social e também a parceria com a disciplina de Literatura na etapa de produção textual, com participação da professora Fabiana Veloso de Melo Dametto.

O projeto das “Batalhas DESARMADAS de Slam” é uma adaptação das Batalhas de SLAM que têm origem em Chicago, nos Estados Unidos, na década de 1980. No Brasil, estas manifestações ganharam as ruas de São Paulo, em 2008, e desde então, se espalharam por todo o país, com Slams representativos de vários grupos sociais e coletivos, como um espaço para manifestações livres, democráticas e educativas.

No CTISM, há três anos que as Batalhas têm ocorrido entre grupos das turmas de segundos anos do ensino médio integrado, sendo que na etapa final concorrem seis grupos, dois de cada turma. Apesar das adaptações, as três regras básicas tem sido respeitadas: poemas autorais, 3 minutos de duração e somente uso da expressão corporal na apresentação, sem figurinos, adereços ou acompanhamento musical. Entretanto, a temática tem sido restrita à análise e percepção sobre os conflitos armados no mundo, por se tratar de uma atividade que vem sendo realizada no âmbito das aulas de Geografia.

Este ano tivemos apenas uma grande etapa da atividade no formato de live com a participação dos 23 grupos, das três turmas, ao mesmo tempo. Os grupos puderam optar livremente pela declamação dos poemas de forma coletiva ou individual. O júri composto pela professora Camila Farias da Silva e professor Ivan Zolin, que participou das três edições, selecionou cinco apresentações que poderão ser apreciadas clicando nos nomes dos trabalhos escolhidos ou clicando aqui.

Os trabalhos escolhidos foram:

Vitória do Nascimento Moreira, da turma 421 sobre as FARCs da Colômbia;

grupo da Mariana Marianof Bandinelli, Isabelle Zimmermann Dockhorn e Luiza Foggiatto Marinho, turma 421, sobre o Apartheid na África do Sul, defendido por Mariana;

grupo de Antônio Carlos Kieling Pedrazzi, Bruno Camargo Machado e Enzo Hoffmeister Vinadé, da turma 422, também sobre Apartheid, defendido por Antônio.

grupo do Igor Taetti Rossato, Darlan Nunes Dalla Lana e Victor Carlos Cargnelutti Romagna, da turma 422, sobre a Guerra no Afeganistão e o fortalecimento da Al- Qaeda, defendido pelo Igor.

– Nicóli de Mello da turma 422, sobre movimentos separatistas na ex-URSS.


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