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Curso de Agronomia da UFSM-FW recebe financiamento da AGRISUS

 

 

Com o objetivo de avaliar o impacto do cultivo da cultura da soja na qualidade do solo em diferentes regiões de expansão da cultura no estado do Rio Grande do Sul, o projeto “Qualidade do Solo em áreas de expansão da cultura da soja” conseguiu um novo financiamento em 2018. O projeto é coordenado pelo professor do curso de Agronomia da UFSM-FW, Vanderlei Rodrigues da Silva.

 

Através do projeto aceito pela AGRISUS (Fundação de Agricultura Sustentável), o grupo de pesquisa tem gastos com deslocamento, diárias e alimentação financiados pela organização, além de uma bolsa CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) por 12 meses.

 

Para avaliar os efeitos no solo das regiões de expansão do cultivo da soja e indicar o quanto de área para a planta, no Rio Grande do Sul, ainda pode ser utilizado sem degradar o solo, foram realizadas coletas em três cidades diferentes: Boa Vista das Missões, Júlio de Castilhos e Cacequi. Para 2019, o projeto prevê mais três municípios da metade sul do estado para serem visitados.

 

Segundo o professor Vanderlei Rodrigues, a ideia principal deste projeto é perseguir as regiões em que a cultura da soja está se expandindo, pois para ele a planta “é uma cultura tradicional da região norte e nos últimos anos ela tem migrado para a região central e sul, e queremos saber qual o impacto disso na vegetação e nas características físicas químicas e biológicas do solo” enfatizou Rodrigues.

 

A equipe do projeto de pesquisa é formada por, além do coordenador, por alunos de graduação e pós-graduação de Agronomia da UFSM-FW, além dos laboratoristas do curso Felipe Bonini, Andrea Giovenardi, Lucindo Somavilla e Marcela de Melo Torchelsen. A duração do projeto é de no mínimo, três anos, com a possibilidade de renovação.

 

O enfoque do grupo é a qualidade do solo, por isso são realizadas três tipos de coletas de dois dias. A biológica que leva em torno de 30 dias para ser analisada; a química, que tem um período de 3 meses até os resultados e a física que após 6 meses de estudos é concluída.

 

 Amostras dos solos estão sendo analisadas nos laboratórios da UFSM | Fotos: Arquivo

 

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Repórter: Ariel Stival

Produção da Agência da Hora em parceria com a Assessoria de Comunicação da UFSM-FW