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			<title>Frederico Westphalen - Feed Customizado RSS</title>
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			<description>Universidade Federal de Santa Maria</description>
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	<title>Frederico Westphalen</title>
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				<title>Tecnologia inovadora desenvolvida na UFSM/FW utiliza drones e IA para monitorar a qualidade da água</title>
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				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 14:32:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Plataforma CIANOVANT une inteligência artificial e ciência pública para emitir alertas em tempo real, protegendo a saúde coletiva e garantindo a segurança hídrica]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A Plataforma Integrada de Monitoramento e Alerta de Florações de Cianobactérias a Partir de Imagens Digitais - <a href="https://cianovant.vercel.app/" target="_blank" rel="noopener">CIANOVANT</a> apresenta uma solução tecnológica inovadora para detectar a presença de cianobactérias nos sistemas de abastecimento. Desenvolvida em pesquisa coordenada por Emanuel Araújo Silva, docente do Departamento de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Santa Maria Campus Frederico Westphalen (UFSM/FW), em parceria com Renato José Reis Molica, professor da Universidade Federal do Agreste de Pernambuco (UFAPE), a iniciativa monitora a qualidade da água e emite resultados em tempo real sobre a presença de toxinas.</p><p>Disponível como aplicativo, a plataforma integra o uso de Veículos Aéreos Não Tripulados - VANTs, conhecidos popularmente por drones, equipamentos de sensoriamento remoto e inteligência artificial para identificar florações de cianobactérias de forma ágil e precisa. O sistema substitui a dependência exclusiva de métodos laboratoriais lentos por um monitoramento operacional capaz de gerar alertas rápidos para os gestores.</p>		
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										<img width="1024" height="494" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/08/captura_tela_cianovant-1024x494.jpg" alt="" />											<figcaption></figcaption>
										</figure>
		<h2>O que são cianobactérias</h2><p>As cianobactérias são bactérias que obtêm energia por meio da fotossíntese e também são conhecidas como algas azuis. Elas são encontradas principalmente na água doce, mas também podem se desenvolver na água salgada, em sedimentos, rochas e solos. Contudo, em águas poluídas com excesso de nutrientes, podem se multiplicar de forma descontrolada e liberar toxinas perigosas para animais e humanos, que podem, inclusive, levar ao óbito.</p><h2>Tecnologia integrada</h2><p>A tecnologia utiliza drones equipados com sensores para capturar imagens que, processadas em nuvem, quantificam os indicadores dos parâmetros microbiológicos. Os resultados são exibidos no aplicativo por meio de mapas de calor e representações matemáticas de fácil interpretação. Essa abordagem tem por objetivo reduzir custos operacionais e aumentar a frequência das inspeções em comparação aos trabalhos de campo tradicionais.</p><p>No futuro, o professor prevê que o modelo pode ser utilizado para encontrar outros contaminantes na água, além de permitir análises por meio de imagens captadas por celular. Conforme aponta Araújo, a próxima pesquisa se dará em coliformes fecais e eles visam expandir para o estudo de outras variáveis que estão nas normativas de qualidade da água.</p><p>A aplicação, inicialmente desenvolvida para monitorar reservatórios para consumo humano e animal, também pode ser estendida para o monitoramento da qualidade em outros cursos d’água. Em rios mais volumosos e largos, os drones poderão ser usados com maior facilidade, em arroios ou rios menores, o celular pode ser a opção para a captação de imagens.</p>		
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										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/08/drone_sobrevoa_reservartorio_foto_divulgacao-1024x576.jpeg" alt="" />											<figcaption>Drone sobrevoa reservatório para captar imagens da água | Foto: Divulgação</figcaption>
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		<h2>Segurança hídrica e saúde pública</h2><p>Esse monitoramento vem para enfrentar um desafio de saúde pública e pretende atuar na prevenção de episódios de contaminação da água, como aconteceu em Caruaru (PE), em 1996. Na ocasião, a contaminação da água por toxinas de cianobactérias resultou na infecção de cerca de cem pessoas e na morte de 60 pacientes em uma clínica de hemodiálise.</p><p>Além disso, o CIANOVANT visa atuar na identificação precoce de riscos, prevenindo também o agravamento de doenças e o uso de água contaminada. Estudo publicado em 2020 na <em>PLOS Neglected Tropical Diseases</em> relacionava a presença dessas toxinas à potencialização dos efeitos do vírus da Zika e recomendava o monitoramento da água em reservatórios, principalmente em períodos de seca.</p><p>O projeto desenvolveu uma solução moderna para ajudar a avaliar riscos à população. Segundo Araújo, "a importância do aplicativo está em converter dados complexos em informação prática para a tomada de decisão". O professor reforça ainda que “a inovação democratiza o monitoramento ambiental ao permitir que drones de menor custo também forneçam resultados eficazes para a proteção da saúde pública e do meio ambiente”.</p>		
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										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/08/professor_emanuel_araujo_foto_arquivo_pessoal-1024x576.jpeg" alt="" />											<figcaption>Professor Emanuel em coleta de imagens | Foto de arquivo pessoal</figcaption>
										</figure>
		<h2>Democratização da ciência</h2><p>A plataforma, que já obteve registro junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), exemplifica o impacto prático da pesquisa desenvolvida dentro das universidades públicas brasileiras. Ao transformar conhecimento científico em uma solução acessível para a gestão ambiental, o projeto reafirma o papel essencial da UFSM/FW na produção de tecnologia nacional voltada para a qualidade de vida e a segurança da população.</p><p>Ao comentar sobre a importância deste tipo de pesquisa, o professor destaca que “a universidade pública democratiza o acesso à ciência e à tecnologia, forma profissionais capacitados, fortalece o desenvolvimento regional e oferece soluções que podem ser adaptadas e utilizadas por comunidades, instituições públicas e produtores”. “Pesquisas como esta demonstram que o conhecimento produzido no ambiente acadêmico pode ultrapassar os limites da universidade e contribuir diretamente para o enfrentamento de demandas sociais e ambientais relevantes”, assinala Araújo. “Esse retorno social é uma das principais finalidades da pesquisa pública: transformar conhecimento em benefícios concretos para a população”, finaliza.</p><p>Financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a iniciativa também cumpre uma função central na formação de novos cientistas. O desenvolvimento do CIANOVANT mobiliza uma equipe multidisciplinar que integra estudantes de graduação e pós-graduação, conectando o aprendizado acadêmico diretamente à resolução de desafios reais de saúde pública e sustentabilidade.</p><p><em>Por Cristina Guerini</em><br /><em>Divisão de Divulgação Institucional - DDI</em></p>]]></content:encoded>
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				<title>Inédito em Frederico Westphalen, Pint of Science lota os espaços e consolida rota da ciência na região</title>
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				<pubDate>Fri, 22 May 2026 13:19:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<category><![CDATA[superbactérias]]></category>
		<category><![CDATA[ufsmfw]]></category>

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						<description><![CDATA[Promovido pela UFSM/FW, evento debateu desde inteligência artificial e superbactérias até o uso da nanotecnologia na medicina, em três noites de imersão e troca de conhecimento com a comunidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_14246" align="aligncenter" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/05/foto_convertida-1024x576.jpg" alt="" width="1024" height="576" /> Público prestigiando apresentação do professor Emanuel Araújo. Foto: Isabelle Okubo[/caption]<p>O primeiro <strong>Pint Of Science</strong> do município, promovido pela UFSM Campus Frederico Westphalen, superou as expectativas e lotou as casas em todas as noites. De 18 a 20 de maio, o público participou ativamente do evento de divulgação científica que aconteceu simultaneamente em 213 cidades do Brasil e em vários outros locais do mundo.</p><p>A equipe organizadora avaliou como positiva a realização da atividade em Frederico, afirmando que essa foi uma experiência assertiva e construtiva para todos os que estiveram presentes no Pint Of Science e que colaboraram na promoção. Ao todo, mais de cem perguntas foram trazidas pela comunidade, que além de contar com um ambiente diferente de aprendizado, pôde participar ativamente respondendo a questões trazidas pelos apresentadores.</p><h2>Tradução pela IA: um sistema falho?</h2><p>A primeira noite foi marcada por discussões em torno das traduções feitas por inteligência artificial e o uso de óleos essenciais para a proteção das plantas, com as falas dos professores Cristiano Bertolini e Denise Schmidt, respectivamente. Trazendo exemplos reais diretamente da China, Bertolini explicou que os maiores problemas de tradução estão relacionados ao contexto cultural em que os termos estão inseridos, reforçando que o Processamento de Linguagem Natural deve ser visto como ferramenta de apoio e que os erros de tradução podem se tornar problema perigoso em áreas como direito e saúde, por exemplo.</p><h2>Plantas para futuro promissor</h2><p>Já a professora Denise falou da capacidade multifacetada de aplicação dos óleos essenciais, destacando o potencial de um mercado promissor para manejo fitossanitário, devido às propriedades antifúngicas, antibacterianas, inseticidas e repelentes. Lembrando da inteligência das plantas, tema amplamente pesquisado internacionalmente, a docente do curso de Agronomia da UFSM/FW falou da capacidade das plantas produzirem aromas, por exemplo, como mecanismos de defesa, com potencial bioativo para utilização na proteção vegetal.</p><h2>Manipulação da realidade</h2><p>No dia seguinte foi a vez de discutir notícias falsas, o uso de drones e IA para mapeamento no campo e prender a respiração na expectativa da próxima pandemia. Mirian Redin de Quadros abordou como a desinformação, isto é, a criação de conteúdos falsos para manipular a realidade, se tornou um risco para a sociedade, apontando como o apelo emocional, o viés de confirmação e a noção de pertencimento faz com que ainda se acredite em fake news. Ao final, trouxe recomendações para que o público não caia nessas armadilhas.</p>[caption id="attachment_14240" align="aligncenter" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/05/IMG_6741-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /> Professora Mirian Redin de Quadros durante exposição. Foto: Larissa da Costa[/caption]<h2>Mapeamento tecnológico otimiza produção</h2><p>Na sequência, Emanuel Araújo da Silva demonstrou como o uso de drones e Inteligência Artificial podem servir para otimizar os cuidados com as plantações. No experimento realizado no mapeamento de um olival, a tecnologia auxiliou na geração de mapas detalhados de cada planta que orientam poda, irrigação e adubação de forma mais precisa.</p><h2>Pandemia à vista?</h2><p>Com um público atento, Letícia Trevisan Gressler fez o público prender a respiração enquanto falava de uma possível nova pandemia. Em meio à notícia da descoberta de uma superbactéria resistente a 14 antibióticos na água de Porto Alegre, a pesquisadora explorou como o uso indiscriminado de antimicrobianos é um problema que extrapola as paredes dos hospitais, uma vez que as bactérias resistentes já circulam entre pessoas, animais e ecossistemas. A estimativa da OMS, segundo explica, é que em 2050 devemos chegar a 10 milhões de mortes por ano devido a superbactérias e que, para prevenir a próxima pandemia, precisamos adotar o conceito de One Health.</p><h2>No ar, no mar, no solo, no cume</h2><p>A última noite contou com a presença de jovens pesquisadoras, que trataram de microplásticos, sobre o papel do jornalismo e a possibilidade de usarmos moléculas como máquinas. Luma Dal’Astra Zanella, que pesquisa os microplásticos em seu mestrado, explicou que eles estão em todos os lugares do planeta, dos mais altos aos mais profundos, trazendo o exemplo do Monte Everest, onde os cientistas detectaram microplásticos a 8.440 metros de altitude, próximo ao cume, e na Fossa das Marianas, o ponto mais profundo dos oceanos. Sua pesquisa, salientou, investiga como esses materiais interagem com compostos como o Naftaleno e quais fatores influenciam para a dispersão de poluentes no ambiente.</p><h2>Papel do jornalismo</h2><p>Depois a estudante de jornalismo, Júlia Negrello Decarli, refletiu como as histórias de vida dos profissionais da comunicação impactam nas informações que chegam até nós. Sua apresentação, baseada na pesquisa que estudou os profissionais que cobriram a maior tragédia ambiental da história do Rio Grande do Sul, em 2024, trouxe reflexões sobre o papel do jornalismo em situações socioambientais críticas.</p><h2>Universo invisível</h2><p>Suzan Kamine Kunz revelou um universo invisível a olho nu. Segundo explicou, as máquinas moleculares poderão funcionar como um código direcionado daqui há alguns anos. Ela ainda apresentou possibilidades para o futuro da medicina, da nanotecnologia e dos materiais inteligentes. Suzan é membro de um dos poucos grupos de pesquisa no mundo que detêm a tecnologia, o Núcleo de Química de Heterociclos (NUQUIMHE), que junto com outro do México, estão na América Latina.</p><h2>Ciência para superar os desafios do amanhã</h2><p>Com o sucesso absoluto e a intensa participação da comunidade, o primeiro Pint of Science de Frederico Westphalen cumpre seu papel fundamental: democratizar o acesso ao conhecimento acadêmico. Ao tirar os pesquisadores dos laboratórios e levá-los para perto das pessoas, a UFSM/FW não apenas consolida o município na rota global da divulgação científica, mas também planta a semente para que o festival se torne parte fixa do calendário da região nos próximos anos.</p>[caption id="attachment_14242" align="aligncenter" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/05/Participacao-na-terceira-noite-do-Evento-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /> Público prestigiando apresentações da terceira noite. Foto: Valentina dos Santos da Silva[/caption]<p>O Pint of Science em Frederico Westphalen provou que a ciência se faz viva quando compartilhada. O evento encerra sua primeira edição deixando claro que o diálogo entre a universidade e a sociedade é o caminho mais sólido para decifrar os desafios do amanhã.</p><p><strong>Promoção:</strong><br />Comitê Descentralizado de Internacionalização (CoDInter) da UFSM/FW.</p><p><strong>Patrocínio:</strong><br />Sicredi<br />Maudito Gastro Bar<br />Speed<br />Criare Camiseteria<br />Vitrola<br />Complexo 34<br />SRS Digital</p><p><strong>Apoio:</strong><br />Cotrifred<br />Unna<br />Empório – produtos Gourmet<br />Ecológica Jr.</p>]]></content:encoded>
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