Ir para o conteúdo Ir para o menu Ir para a busca Ir para o rodapé
  • Acessibilidade
  • Sítios da UFSM
  • Área restrita
Início do conteúdo

UFSM conscientiza sociedade sobre a transmissão da febre amarela



“Mais informação, menos bugios mortos”. Este foi o título dado ao texto veiculado pela Revista ARCO (http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=2681), em sua última oitava edição.

Atualmente, a sociedade brasileira vem presenciando um contexto equivocado sobre a falta de informações qualitativas a respeito da transmissão da febre amarela.

Esta falta de conhecimento a respeito do tema, tem causado transtornos à natureza e ao próprio ser humano, advinda de uma onda de violência contra bugios, uma espécie de macaco, principalmente na região Sudeste do Brasil.

A professora do curso de Ciências Biológicas, em Palmeira das Missões, Vanessa Fortes, posicionou-se a respeito desta questão, na Revista Arco, para esclarecer algumas questões relativas à ligação entre a doença, os humanos e os macacos.

Pesquisadora sobre a população de bugios, a Prof. Doutora Vanessa ressalva a necessidade de proteção aos macacos, que também são vítimas do mosquito Aedis Aegypti, que transmite a doença; assim como para esclarecer a respeito de como ela ocorre. Ou seja, os macacos podendo ser infectados pela mordida do mosquito, o que significa que eles não transmitem a doença. 

Além do trabalho de conscientização em escolas e comunidades feito pelo Projeto Bugios, do qual Vanessa faz parte, portanto, ações de campo são realizadas em parceria com o Exército, como por exemplo, para a coleta de material para pesquisa, monitorando assim, áreas de risco e estudos para o aumento da prevenção da doença.

Muito importante, desta maneira, prestarmos atenção ao modo como a doença é transmitida ao ser humano, ou seja, pela picada direto do mosquito infectado, que pode ser repassada a outros humanos, também pela picada de outros mosquitos, que podem contrair o vírus.

 

8ª Edicao 3 Sociedade Bugios QUADRO



Publicações Recentes