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Projeto da UFSM-PM “Adote uma Lesão” realiza evento Conexão Brasil-Angola: compartilhando experiências sobre prevenção da integridade cutânea



O evento contou com a participação de 20 profissionais da saúde de Angola e de vários estados do Brasil, incluindo da UFSM-PM.

Ocorreu na última quinta-feira (18), às 10h do fuso horário de Brasília e às 14h do fuso horário de Angola, o evento “Conexão Brasil-Angola: compartilhando experiências sobre prevenção da integridade da pele”.

Essa foi uma aula inaugural de um projeto de capacitações sobre lesões cutâneas que está sendo planejado para a equipe da Angola, sob Direção Pedagógica de Juliana Lucinda, enfermeira atuante em São Paulo e parecerista do projeto Adote uma Lesão. O moderador do evento foi João Vieira, enfermeiro atuante em Angola e a palestrante foi a docente Neida Luiza, professora da UFSM-PM e idealizadora do projeto, que falou sobre a integridade cutânea e os princípios de adotar a lesão do paciente.

O evento contou com a participação de 20 profissionais da saúde de Angola e de vários estados do Brasil, incluindo o Diretor da UFSM-PM, professor Luiz Anildo Anacleto da Silva e o professor Gianfabio Pimentel (colaborador do projeto desde sua concepção), que prestigiaram o evento. Diversos pareceristas do projeto também se fizeram presentes, compartilhando suas experiências e conhecimentos.

De acordo com os integrantes do projeto, a relevância de abordar inicialmente essa temática encontra-se no fato de que, antes de falar de tratamento de lesões, é imprescindível adotar a prevenção da integridade da pele para diminuir a incidência de lesões cutâneas. Foram abordados tópicos como a necessidade de uma visão holística do paciente, com conhecimento de suas doenças de base, nutrição, idade, bem como a importância do contato com o cuidador, motivando-o a participar do cuidado da integridade da pele do paciente ou da lesão já instaurada. “A última coisa que vemos no paciente é a sua lesão”, ressalta a professora Neida Luiza.

A equipe de saúde da Angola relatou vários desafios do país, como a prevalência de anemia falciforme e os altos índices de malária, a qual ainda causa mais mortes que a própria Covid-19. Ainda segundo a idealizadora do projeto, são diferentes realidades, mas ao mesmo tempo com desafios semelhantes e a troca de experiências e conhecimentos é de grande valia para todos os envolvidos.

Assessoria de Comunicação UFSM-PM

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