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				<title>Estudantes de Agronomia da UFSM/FW conhecem realidade do agronegócio no Cerrado brasileiro </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/02/estudantes-de-agronomia-da-ufsm-fw-conhecem-realidade-do-agronegocio-no-cerrado-brasileiro</link>
				<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 14:22:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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						<description><![CDATA[
Visita técnica proporcionou contato com grandes sistemas produtivos, conhecimentos sobre agricultura irrigada, produtos biológicos e oportunidades profissionais]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73432" align="alignright" width="637"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/Alunos-de-Agronomia-durante-visita-em-plantacao-de-canola-na-Fazenda-Barro-Branco.jpg"><img class="wp-image-73432" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/Alunos-de-Agronomia-durante-visita-em-plantacao-de-canola-na-Fazenda-Barro-Branco.jpg" alt="" width="637" height="424" /></a> Alunos visitaram lavoura de canola na Fazenda Barro Branco[/caption]
<p dir="ltr">Alunos do Curso de Agronomia do Campus da Universidade Federal de Santa Maria em Frederico Westphalen (UFSM/FW) realizaram a 15ª Visita Técnica ao Cerrado Brasileiro, de 20 a 26 de junho. Atividade complementar da disciplina de Agricultura Especial I, a viagem possibilitou compreender diferenças entre os sistemas agrícolas do Cerrado e da região Sul do país, conhecer sistemas produtivos em larga escala e aproximar os estudantes do mercado de trabalho.</p>
<p dir="ltr">Durante as atividades, os acadêmicos visitaram fazendas nos estados de Goiás (GO), Minas Gerais (MG) e Distrito Federal (DF). A programação incluiu visitas voltadas à produção de diferentes culturas. Além disso, a experiência possibilitou discussões relacionadas à produção de alimentos, manejo sustentável, uso de produtos biológicos, irrigação, agricultura digital e adaptação às mudanças climáticas, temas cada vez mais presentes no setor agrícola brasileiro.</p>
<h3 dir="ltr">Conhecimento na prática</h3>
<p dir="ltr">A iniciativa ocorreu sob a coordenação do professor Claudir José Basso, docente do departamento de Ciências Agronômicas e Ambientais (DCAA) da UFSM/FW, e da disciplina.  Também acompanharam a viagem os professores do departamento, Braulio Otomar Caron e Fernando Panno.</p>
<p dir="ltr">Para Basso, essa experiência revela aos acadêmicos possibilidades que vão além do cenário agrícola regional. “Trazer os alunos para essa realidade é importante porque o Cerrado ainda é uma região que vai crescer muito na produção de alimentos, na produção de energia”. Segundo pontua, “a ideia é apresentar um contexto totalmente diferente daquele que estamos acostumados a ver no Sul e também possibilitar aos estudantes oportunidades profissionais e de estágio”. </p>
<p dir="ltr">O docente enfatiza que a atividade contribui para aproximar os conteúdos trabalhados em sala de aula da prática no campo. “O algodão, por exemplo, é uma cultura que os alunos estudam dentro da graduação, mas muitos nunca tiveram contato direto com uma lavoura. Aqui eles conseguem visualizar isso, conversar com profissionais da área e entender melhor os sistemas de produção”, explica.</p>
<h3 dir="ltr">Diferenças climáticas e desafios de produção</h3>
<p dir="ltr">Na Fazenda Barro Branco, em Buritis (MG), os estudantes conheceram as plantações de sorgo e canola, que são destinadas para a produção de sementes. Diferentemente do Sul, onde as chuvas são mais distribuídas ao longo do ano, a região do Cerrado possui períodos bem definidos entre seca e chuva: um verão quente e chuvoso (outubro a abril) e um inverno seco (maio a setembro). A influência do clima foi observada durante as visitas, onde os alunos entenderam sua  interferência direta no planejamento das lavouras.</p>
<p dir="ltr">Vinícius Machado da Silva, gerente geral agrícola da propriedade e egresso da UFSM/FW, explicou que o manejo agrícola da região depende muito do calendário climático. “A principal diferença é o regime de chuvas. Isso exige planejamento das culturas, manejo de cobertura do solo e definição correta das épocas de plantio”. Silva comentou ainda sobre outro fator importante: a maior pressão de pragas e doenças, visto que o frio não atua da mesma forma que no Sul na quebra dos ciclos biológicos.</p>
<p dir="ltr">O proprietário da Barro Branco, Oscar Stroschon, também egresso da UFSM, iniciou as atividades no Cerrado em 1989 e atualmente soma áreas em Minas Gerais, Goiás e Bahia, atuando na produção de sementes e diferentes culturas agrícolas. O cultivo experimental de canola, por exemplo, iniciou em 2024 nas fazendas, com rápida ampliação da área destinada à oleaginosa, atualmente com cerca de 250 hectares. </p>
<h3 dir="ltr">Sustentabilidade e manejo biológico</h3>
<p dir="ltr">Na Agrícola Wehrmann, em Cristalina (GO), a turma conheceu sistemas de produção de hortaliças em larga escala, com destaque para batata e cebola, entre outras produzidas no local. Os estudantes acompanharam de perto os desafios relacionados à essas produções, com foco no manejo de plantas daninhas e na necessidade de rotação de culturas para manutenção da sanidade das áreas. </p>
<p dir="ltr">A empresa mantém uma biofábrica para multiplicação de microrganismos utilizados no manejo agrícola. Atualmente, 90% dos produtos utilizados em grande parte das áreas de produção são biológicos. De acordo com a coordenadora de Aprendizagem e Projetos Sociais da empresa, Andréia Lago, a adoção dos bioinsumos cresceu nos últimos anos a partir dos resultados observados no campo. “Hoje os produtos biológicos fazem parte da rotina da empresa. Além da questão da sustentabilidade, também existe retorno em qualidade e redução de custos”, comenta. </p>
<p dir="ltr">Durante a visita, Andréia também esclareceu sobre o controle de qualidade realizado desde a produção até o processamento dos alimentos, além das ações relacionadas à compostagem e redução de resíduos. Os alunos puderam conhecer a estrutura de beneficiamento e classificação de batatas, além dos sistemas de armazenamento e produção de sementes. </p>
<h3 dir="ltr">Tecnologia na produção de tomate</h3>
<p dir="ltr">Igualmente, práticas de manejo biológico foram observadas nas áreas de produção irrigada de tomate na Fazenda Onça (GO). A Fazenda é de propriedade dos sócios Carlos Alberto Moresco e Genes Ceppo os quais atuam em áreas arrendadas no Cerrado. Conforme Moresco, o tomate é uma cultura altamente dependente de tecnologia, inovação e manejo técnico, exigindo atenção constante em relação à irrigação, sanidade e condições climáticas. Durante a visita, os acadêmicos conheceram estratégias de manejo biológico no solo e nas aplicações foliares, além de práticas de rotação de culturas utilizadas para reduzir problemas fitossanitários e melhorar a produtividade.</p>
<h3 dir="ltr">Qualidade para exportação</h3>
<p dir="ltr">Na Fazenda Yanoama, no Distrito Federal, os estudantes conheceram o sistema de produção de café irrigado, voltado principalmente para exportação. A propriedade utiliza manejo biológico em diferentes culturas e vem reduzindo gradativamente o uso de produtos químicos. Além disso, utiliza resíduos orgânicos da própria produção na adubação das lavouras.</p>
<p dir="ltr">Para o administrador da fazenda, Roberto Nardi, os investimentos em manejo preventivo e equilíbrio do solo têm sido fundamentais para manter a produtividade e a qualidade da cultura. “Hoje trabalhamos bastante com aplicações biológicas e manejo de solo, buscando melhor enraizamento e equilíbrio da lavoura. No café, conseguimos reduzir significativamente o uso de químicos nos últimos anos”, explica. Outro diferencial que Nardi apresentou aos estudantes foi o manejo da irrigação para uniformizar a florada do café e melhorar a qualidade dos grãos produzidos.</p>
<h3 dir="ltr">Tecnologia e inovação</h3>
<p dir="ltr">A cadeia produtiva do algodão foi apresentada na Fazenda Pamplona, da SLC Agrícola, localizada em Cristalina (GO). Os acadêmicos também participaram de uma conversa sobre agricultura digital, telemetria e manejo regenerativo do solo, sistemas que vêm transformando os sistemas produtivos e ampliando a eficiência do agronegócio do Cerrado. Na ocasião, foram apresentados recursos de agricultura de precisão, monitoramento das áreas por imagens de satélite, aplicação localizada de defensivos e uso de bioinsumos produzidos em biofábricas próprias.</p>
<p dir="ltr">Para o coordenador de Produção Agrícola local, Lucas Cesar Martins, as mudanças climáticas vêm exigindo adaptações constantes nos sistemas produtivos. Por isso, a empresa adota o uso de plantas de cobertura e estratégias voltadas à conservação do solo e ao aumento da sustentabilidade dos sistemas produtivos. “Hoje existe uma preocupação muito grande com retenção de água no solo, aumento de matéria orgânica e diversificação de culturas. São práticas que ajudam a tornar os sistemas mais resilientes”, destaca.</p>
<h3 dir="ltr">Oportunidades profissionais</h3>
<p dir="ltr">Ao todo, 526 estudantes já participaram das visitas técnicas, que ocorrem desde 2010. Basso destaca que essa atividade prática “busca instigar os alunos a conhecer uma nova região para que, depois de formados, tomem suas decisões. É uma região que tem muito a crescer e muita oportunidade de trabalho”. “É uma chance que eu não tive dentro da minha graduação”, complementa. </p>
<p dir="ltr">Assim, muito além do aprendizado técnico, as viagens da disciplina aproximam os estudantes de oportunidades profissionais no Centro-Oeste brasileiro. Um case de sucesso é o do engenheiro agrônomo Vinicius Machado da Silva. Ele explica que a participação em uma edição anterior da viagem foi decisiva para sua trajetória profissional. “Depois da viagem, busquei uma oportunidade de estágio no Cerrado. Vim para conhecer a região e acabei construindo minha carreira aqui dentro da empresa”, relata.</p>
<p dir="ltr">A acadêmica do curso Esther Taborda, que participou da visita, destaca que retorna com uma visão mais ampla sobre o agronegócio brasileiro e sobre as possibilidades de atuação profissional. “A gente consegue conhecer culturas e sistemas produtivos que não fazem parte da nossa realidade no Sul. Também temos contato com empresas, produtores e oportunidades de estágio. Isso amplia muito nossa visão como futuros profissionais”, afirma. </p>
<p dir="ltr"><em>Texto e foto: Gracieli Fernandes/</em><em>Divisão de Divulgação Institucional da UFSM/FW</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Dois anos após as enchentes históricas no RS, como o campo gaúcho está se adaptando às mudanças climáticas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/22/el-nino-campo</link>
				<pubDate>Fri, 22 May 2026 20:08:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[campo bom]]></category>
		<category><![CDATA[el niño]]></category>

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						<description><![CDATA[Agricultores ainda enfrentam os impactos no solo, na produção e na economia diante da possibilidade de um novo El Niño em 2026]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><img width="1024" height="649" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-20.05.43-1024x649.jpeg" alt="Ilustração colorida com fundo vermelho escuro e traços brancos formando o mapa do RS, com gotas de chuva e plantas dentro do mapa" /></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Após a divulgação de uma <a href="https://sict.rs.gov.br/upload/arquivos/202605/08132327-nota-tecnica-n-3-el-nino-2026-27-evolucao-e-possiveis-impactos-no-estado-do.pdf">nota técnica</a> do Comitê Científico de Adaptação e Resiliência Climática do Rio Grande do Sul alertando para a possibilidade de um novo episódio do fenômeno El Niño em 2026, o Estado voltou a acompanhar com preocupação as previsões de chuvas acima da média para a primavera. O alerta reacende o debate sobre os impactos provocados pelos eventos extremos de 2024, que deixaram cerca de 206 mil propriedades afetadas, segundo dados da EMATER/RS-Ascar e do governo estadual. Apenas no agronegócio, os prejuízos imediatos ultrapassaram R$ 3 bilhões, com perdas severas em lavouras, infraestrutura, maquinários e capacidade produtiva.&nbsp;&nbsp;</p>
<p>Dois anos após as imagens de cidades inundadas dominarem o noticiário, as marcas da maior tragédia climática do Estado ainda estão presentes no campo gaúcho. Irene Thais Weber, agricultora da área de fruticultura, e Moisés Augusto Prochnow, produtor de arroz, não se conhecem, mas compartilham a mesma experiência. A longa jornada para recuperar as propriedades e os impactos econômicos provocados pelas enchentes que atingiram o estado em maio de 2024.</p>
<p>Nesta segunda reportagem da <a href="https://www.ufsm.br/2026/05/14/el-nino">série especial sobre o El Niño</a> da Agência de Notícias da UFSM, cruzamos as histórias de quem perdeu a produção para entender quais são as demandas atuais, os desafios na recuperação do solo e como o campo gaúcho está se adaptando às mudanças climáticas. Nas próximas semanas, abordaremos os impactos nas cidades, na infraestrutura logística e na ciência produzida pela UFSM a partir das enchentes.</p>
<h2>O custo do recomeço nos pomares do Vale do Caí</h2>
<h2><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-20-at-14.43.32-225x300.jpeg" alt="" width="378" height="504"></h2>
<p>Irene e seu marido, Ricardo Weber, são agricultores de Montenegro, no Vale do Caí. Há quase quatro décadas, eles trabalham com a produção de bergamotas em uma pequena propriedade de sete hectares, onde cultivam frutas de forma orgânica. Na propriedade, cinco hectares seguem em plena produção, mas outros dois precisaram ser replantados após a cheia de 2024.</p>
<p>O trabalho é conduzido pelo casal, que tem sua fonte de renda vinda exclusivamente da citricultura. Ricardo, aos 56 anos, conta que cresceu acompanhando o pai no cultivo de citros e afirma que a família sempre conviveu com enchentes provocadas pelo Arroio Maratá, que corta a região. Acostumados com cheias sazonais, os produtores relembram que os eventos de 2024 ultrapassaram qualquer situação já vivenciada.&nbsp;</p>
<p>Na ocasião, a água permaneceu por cerca de 48 horas sobre os pomares, causando a perda de aproximadamente 80% da safra de bergamotas. O prejuízo direto passou dos R$ 80 mil. “A água não chegou na nossa casa, mas perdemos a maior parte da safra”, resume o produtor.</p>
<p>Segundo o professor Gustavo Brunetto, do curso de Fruticultura da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), alagamento prolongado deixou sequelas na plantação. “Quando o solo permanece alagado por muito tempo, a planta sofre estresse porque falta oxigênio para as raízes. Isso prejudica a absorção de nutrientes e compromete o desenvolvimento da produção”, explica.&nbsp;</p>
<p>Duas safras depois, o desafio dos produtores tem sido justamente devolver o vigor às plantas que sobreviveram ao sufocamento radicular. Apesar das perdas econômicas com as frutas, a família conseguiu preservar a estrutura física da propriedade. Ricardo destaca que o manejo orgânico, com cobertura vegetal e pouca intervenção no solo, foi o que salvou o patrimônio da família a longo prazo. “Perdemos a safra, mas mantivemos o solo”, afirma.</p>
<p>A avaliação do produtor é reforçada pelo professor Brunetto. De acordo com o pesquisador, propriedades que mantêm cobertura vegetal e práticas de conservação do solo tendem a sofrer menos impactos durante eventos extremos de chuva. A vegetação ajuda a reduzir a força da água sobre o solo, diminuindo processos erosivos e a perda de nutrientes. “A planta de cobertura dissipa a energia da gota da chuva e ajuda a preservar a estrutura do solo”, explica.&nbsp;</p>
<p>Mesmo com a recuperação gradual do pomar em 2026, o receio de novas enchentes acompanha o casal. “A gente pensava que uma enchente maior que essa [de setembro de 2023] vai levar 50 anos. E não levou um ano e pouco, já deu uma maior ainda”, relata Ricardo.&nbsp;</p>
<h2>O impacto no solo&nbsp;</h2>
[caption id="attachment_72933" align="aligncenter" width="701"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-17.23.02.jpeg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-17.23.02-300x169.jpeg" alt="Imagem colorida em formato horizontal mostra uma lavoura de arroz devastada após as enchentes. O solo aparece tomado por erosões profundas e marcas deixadas pela força da água. Ao fundo, é possível ver o rio, áreas de mata e montanhas sob um céu nublado." width="701" height="395"></a> Propriedade em Dona Francisca teve seu solo impactado pelas chuvas de maio de 2024[/caption]
<p>Diferente da propriedade do casal Weber, diversas áreas rurais do Rio Grande do Sul não contavam com cobertura vegetal suficiente no solo e acabaram sendo fortemente impactadas pela catástrofe climática de 2024. Com o grande volume de chuva em um curto período de tempo, a água passou a escoar rapidamente pela superfície, provocando erosão e carregando junto a camada mais fértil do solo. Nesse processo, nutrientes, matéria orgânica, fertilizantes e sedimentos foram arrastados pela enxurrada, reduzindo a capacidade produtiva das áreas agrícolas e aumentando os prejuízos para os produtores.</p>
<p>Na avaliação do professor Jean Minella, docente do programa de Pós-Graduação em Ciência do Solo&nbsp; da UFSM, a ausência de práticas de conservação intensifica os danos causados por eventos extremos. “A água passa a percorrer a superfície com muita velocidade e energia, causando erosão e degradação”, explica. O pesquisador destaca que a cobertura vegetal intensifica a infiltração da água e ajuda a preservar nutrientes e matéria orgânica essenciais para a produção agrícola.</p>
<h2>A reconstrução às margens do Jacuí&nbsp;</h2>
[caption id="attachment_72934" align="aligncenter" width="700"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A4500.jpeg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A4500-300x200.jpeg" alt="Foto horizontal e colorida de um homem branco de meia-idade usando boné preto, que cobre os cabelos grisalhos, e casaco verde com detalhes em azul. Ao fundo, uma floresta verde aparece desfocada, atravessada por raios de sol." width="700" height="467"></a> O agricultor Moisés Prochnow ainda está reconstruindo sua propriedade após a enchente de 2024[/caption]
<p>O agricultor Moisés caminha pela plantação de arroz sem defensivos químicos na cidade de Dona Francisca, relembrando as perdas da enchente de 2024. Sua propriedade fica ao lado do rio Jacuí. Na época da enchente o produtor estava na cidade de Agudo e teve que atravessar o rio de barco para chegar à propriedade. Ao chegar, encontrou um rio totalmente diferente do que existia quando ele partiu. “Ele sai pelas várzeas e vai empurrando tudo o que encontra pela frente. E a água não tem volta”, relata. Para o agricultor, a força da correnteza redesenhou o território, abrindo novos caminhos e levando embora partes inteiras da lavoura.&nbsp; Na propriedade, a força do rio foi tanta que chegou a criar crateras no meio do terreno.&nbsp;</p>
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<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-17.23.14.jpeg" data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-title="Propriedade do agricultor Moisés Prochnow na cidade de Dona Francisca foi severamente atingida pelo evento climático extremo de maio de 2024" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjcyOTMwIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjZcLzA1XC9XaGF0c0FwcC1JbWFnZS0yMDI2LTA1LTE4LWF0LTE3LjIzLjE0LmpwZWcifQ%3D%3D"><br />
							<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-17.23.14-1024x576.jpeg" alt="Foto horizontal colorida mostra uma área de plantação de arroz destruída pela força da água após enchentes. O solo aparece profundamente erodido, com grandes crateras preenchidas por água barrenta no centro da imagem. Ao fundo, é possível ver vegetação, árvores e montanhas sob um céu azul." />								</a><br />
														<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-17.23.04.jpeg" data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-title="Propriedade do agricultor Moisés Prochnow na cidade de Dona Francisca foi severamente atingida pelo evento climático extremo de maio de 2024" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjcyOTMyIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjZcLzA1XC9XaGF0c0FwcC1JbWFnZS0yMDI2LTA1LTE4LWF0LTE3LjIzLjA0LmpwZWcifQ%3D%3D"><br />
							<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-17.23.04-1024x768.jpeg" alt="Foto horizontal colorida mostra uma forte correnteza de água barrenta avançando sobre uma plantação de arroz destruída pela enchente. A força da água abriu uma grande erosão na margem da lavoura, deixando o solo desmoronado e exposto. Ao fundo, aparecem morros cobertos por vegetação e um céu carregado de nuvens escuras." />								</a><br />
														<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-17.23.07-1.jpeg" data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-title="Propriedade do agricultor Moisés Prochnow na cidade de Dona Francisca foi severamente atingida pelo evento climático extremo de maio de 2024" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjcyOTMxIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjZcLzA1XC9XaGF0c0FwcC1JbWFnZS0yMDI2LTA1LTE4LWF0LTE3LjIzLjA3LTEuanBlZyJ9"><br />
							<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-18-at-17.23.07-1-1024x768.jpeg" alt="Foto horizontal colorida mostra os estragos causados por uma enchente em uma área rural. Troncos de árvores arrancados pela força da água estão espalhados sobre estruturas destruídas de alvenaria e tubulações parcialmente soterradas pela lama." />								</a></p>
<p style="text-align: center"><em>Propriedade do agricultor Moisés Prochnow na cidade de Dona Francisca foi severamente atingida pelo evento climático extremo de maio de 2024</em></p>
<p>A sequência de eventos extremos mudou a rotina do agricultor. Primeiro vieram as estiagens, depois, as chuvas intensas e as enchentes. O excesso de água atrasou o plantio, comprometeu o manejo da lavoura e obrigou o agricultor a utilizar defensivos agrícolas na lavoura, prática que não fazia parte da sua rotina de cultivo, além disso, parte da área precisou ser abandonada. “Cada ano tu tem alguma coisa”, diz. Mesmo trabalhando em uma cultura adaptada à água, como o arroz irrigado, Moisés explica que o problema está no volume e na velocidade da enchente. Quando o Rio Jacuí transborda, a água invade as áreas de produção com força suficiente para arrancar barrancos, abrir valas e carregar embora sementes, insumos e solo fértil. </p>
<p>Moisés calcula ter perdido cerca de R$100 mil apenas com a destruição da produção durante as enchentes, mas diz ter “perdido as contas” do valor gasto com a reconstrução da propriedade. O agricultor conta que recebeu ajuda pontual de vizinhos e amigos de outras regiões, que doaram sementes e óleo diesel para que ele conseguisse retomar a produção. </p>
<p>Para Moisés as políticas públicas não chegaram na velocidade necessária. “Faz dois anos e ainda tem coisa que nem saiu do papel”, critica. Mesmo diante da previsão de um possível novo episódio de El Niño em 2026, ele afirma que não há orientação efetiva ou planejamento junto aos produtores rurais. “A única coisa que a gente faz é torcer”, resume. </p>
<p>[caption id="attachment_72935" align="aligncenter" width="700"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A4614.jpeg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A4614-300x200.jpeg" alt="Foto horizontal colorida mostra uma lavoura de arroz após a colheita, com marcas de pneus e pequenos canais de água atravessando o solo. Ao fundo, aparecem montanhas cobertas por vegetação sob um céu azul claro com poucas nuvens." width="700" height="466" /></a> Dois anos depois das enchentes a lavoura de arroz ainda se recupera dos impactos[/caption]</p>
<p>Mesmo com as perdas sucessivas e as dificuldades financeiras, desistir da agricultura ainda não parece uma possibilidade simples. Filho e neto de agricultores, Moisés cresceu dentro da lavoura e hoje administra sozinho a propriedade da família, conciliando o trabalho no campo com os desafios pessoais e familiares acumulados nos últimos anos. “Isso aqui é que nem cachaça”, brinca, ao tentar explicar a relação com a terra. </p>
<p>Apesar dos riscos, o doutor em Agronomia e professor da UFSM, Alencar Zanon, destaca que os anos de El Niño costumam favorecer a produção agrícola gaúcha devido ao aumento das chuvas, especialmente para culturas como soja e milho. O problema ocorre quando essas precipitações se concentram em períodos curtos e intensos, como aconteceu em 2024. “Os últimos seis anos foram marcados por grandes secas e por uma grande enchente. Isso reduz significativamente a produtividade das lavouras e faz com que muitos produtores acumulem dívidas gigantescas”, afirma. </p>
<h2>Como o campo pode se adaptar às mudanças climáticas?</h2>
<p>Diante da possibilidade de um novo episódio de El Niño em 2026, pesquisadores alertam que os agricultores precisam se preparar desde já para reduzir os impactos das chuvas extremas. Para o professor Jean Minella, o principal desafio é impedir que o excesso de água continue degradando o solo. Entre as principais recomendações, estão a necessidade de conservar o solo com práticas que reduzam a velocidade da água e aumentem a infiltração. </p>
<p>O pesquisador defende o uso de plantas de cobertura, manutenção da vegetação entre as lavouras e adoção de terraços agrícolas, estruturas de terra construídas em terrenos inclinados que funcionam como degraus diminuindo a velocidade da água da chuva. “O agricultor precisa entender que o solo perdido não volta mais. É um dano permanente. Por isso, a prioridade deve ser evitar essa perda antes que ela aconteça”, afirma.</p>
<p>Na área da Fruticultura, o professor Gustavo Brunetto, reforça que produtores de regiões mais suscetíveis às enchentes precisam investir em estratégias preventivas. Como o uso de resíduos orgânicos e manejo adequado da adubação para fortalecer a estrutura do solo e aumentar sua resistência aos eventos climáticos extremos. Já na produção de grãos, o pesquisador Alencar Zanon chama atenção para o impacto do excesso de chuva no calendário agrícola. Segundo ele, o principal problema do El Niño para culturas como arroz, soja e milho é o atraso da semeadura. “Quanto mais tarde o produtor consegue plantar, menor é o potencial produtivo da lavoura”, destaca. </p>
<p>Para minimizar os danos, Alencar recomenda que os produtores acompanhem constantemente as previsões climáticas e priorizem sistemas de plantio direto, sem revolvimento do solo. “Quando o produtor revolve o solo e vem muita água, ela leva tudo embora. O que foi construído durante décadas acaba se perdendo”, afirma. Em comum, os pesquisadores defendem que adaptação climática, conservação do solo e planejamento rural serão fundamentais para enfrentar os próximos anos no campo gaúcho. </p>
<p><em>Texto: João Victor Souza, estudante de jornalismo e estagiário na Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos: Arquivo pessoal dos entrevistados e Jessica Mocellin, estudante de jornalismo e bolsista na Agência de Notícias</em><br /><em>Arte gráfica: Daniel Michelon de Carli, designer </em><br /><em>Edição: João Ricardo Gazzaneo, jornalista</em></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Capacitação na UFSM debate uso de bioinsumos pela agricultura familiar </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/11/capacitacao-na-ufsm-debate-uso-de-bioinsumos-pela-agricultura-familiar</link>
				<pubDate>Mon, 11 May 2026 12:05:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[#bioinsumos]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>

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						<description><![CDATA[Atividade promoveu troca de experiências sobre produção sustentável, controle biológico e diminuição da dependência de agrotóxicos 
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A3257-1-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal. Um homem fala ao microfone em um auditório durante palestra sobre bioinsumos. À esquerda há bandeiras e um púlpito com a identidade visual da Rede Bio. Ao centro e mais acima, um telão exibe um cartaz do evento com informações já apresentadas no texto. Na parte inferior, uma plateia sentada acompanha a atividade." />											<figcaption>Palestra sobre o papel dos bioinsumos na transição agroecológica reuniu participantes no auditório do Colégio Politécnico </figcaption>
										</figure>
		<p>Cerca de 50 agricultores participaram, na tarde da última sexta-feira (8), da capacitação “O papel dos bioinsumos na transição agroecológica”, realizada no auditório do Colégio Politécnico da UFSM. O encontro reuniu produtores rurais, pesquisadores, estudantes e representantes de instituições ligadas ao setor para discutir alternativas sustentáveis de cultivo, com foco no uso de insumos biológicos e na multiplicação de microrganismos.</p><p>Promovida pela Rede Bioinsumos, em parceria com a Universidade Federal do Pampa (Unipampa), o programa de Pós-Graduação (PPG) em Extensão Rural da UFSM e o Colégio Politécnico, a atividade integrou uma série de ações voltadas ao fortalecimento da agroecologia e da autonomia dos agricultores na fabricação de seus próprios recursos biológicos.</p><p>Bioinsumos são produtos desenvolvidos a partir de organismos vivos ou de seus derivados. Entre eles estão microrganismos como bactérias e fungos, além de substâncias naturais como extratos vegetais. Esses insumos atuam diretamente no solo e nas plantas, ao contribuir para o desenvolvimento da lavoura e reduzir os impactos ambientais causados por defensivos químicos.</p><p>Para o organizador Marcos Botton Piccin, docente do PPG em Extensão Rural, a proposta da capacitação é incentivar que agricultores retomem o controle de processos produtivos que, ao longo das últimas décadas, passaram a depender somente da indústria. </p><p>Conforme o professor, a modernização do campo fez com que conhecimentos tradicionalmente dominados pelos produtores fossem substituídos pela compra de insumos externos. “A grande questão é que os agricultores passem a controlar um processo biológico dentro da unidade produtiva e não dependam do mercado para adquirir esses produtos”, afirmou. Além da redução de custos, Piccin destacou benefícios relacionados à saúde e ao ecossistema, visto que sistemas de base biológica reduzem a exposição a tóxicos e diminuem os riscos de contaminação do solo e da água.</p><p>A programação contou ainda com a participação do assessor técnico da Rede Bioinsumos, Maurício Piccin, responsável pela capacitação. Veterinário e integrante do Grupo Associado de Agricultura Sustentável (GAAS), Maurício explicou que o projeto prevê a implementação de unidades de fabricação em organizações da agricultura familiar. Segundo ele, a iniciativa busca estimular a migração de sistemas convencionais para modelos orgânicos. “Os bioinsumos são uma ferramenta para fazer essa transição”, destacou.. </p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A3247-1024x683.jpg" alt="Foto colorida vertical. Uma pessoa segura uma cartilha sobre produção de bioinsumos para agricultura familiar. À esquerda aparece parte do corredor do auditório. À direita há poltronas e materiais do evento encobertos pela cartilha." />											<figcaption>Cartilha sobre boas práticas para produção de bioinsumos foi distribuída aos participantes do encontro.</figcaption>
										</figure>
		<h3><strong>Agricultores da região buscam capacitação</strong></h3><p> A busca por conhecimento levou a agricultora Fátima Leal da Silva ao campus da UFSM. Segundo ela, práticas sustentáveis já fazem parte da rotina em seu sítio, com o reaproveitamento de resíduos para a produção de adubo. A produtora afirma que pretende, futuramente, elaborar os próprios insumos biológicos em casa. </p><p>Fátima participou da capacitação acompanhada do colega da Biofeira de Itaara, o agricultor André Haddad, que procurou o evento para aprender formas alternativas de manejo e baratear os processos no estabelecimento rural. Atualmente, parte do que é utilizado na plantação ainda vem de fornecedores externos. “O que a gente busca aqui é produzir o próprio material, também para diminuir o custo”, disse. De acordo com o agricultor, o uso de químicos em suas terras já é reduzido.“Nós usamos praticamente zero químicos na produção,” revelou. </p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A3296-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal. Uma agricultora e um agricultor, que posam para a câmera durante evento da Rede Bio. À esquerda está um banner da Unipampa. À direita há um painel verde da Rede Bio. Ambos usam roupas casuais." />											<figcaption>Agricultores participaram das atividades da Rede Bio voltadas à troca de experiências e práticas sustentáveis na agricultura familiar.</figcaption>
										</figure>
		<h3><strong>Parceria com Unipampa</strong></h3><p>O evento também contou com a parceria da Universidade Federal do Pampa, responsável pela coordenação da RedeBio na região Sul do país. De acordo com o diretor do campus Itaqui da instituição, José Carlos Severo, a proposta da rede é capacitar produtores, realizar análises técnicas e criar unidades produtivas desses insumos.</p><p>A formação é dividida em duas etapas. A primeira, realizada na UFSM, teve como foco a introdução do que são bioinsumos e como utilizá-los. Já a segunda etapa, prevista para junho, será voltada à capacitação prática de agricultores que irão atuar diretamente nas unidades de produção que serão instaladas no Estado.</p><p>Encontre mais informações sobre o evento no instagram <a href="https://www.instagram.com/bioinsumos_unipampa_mda?igsh=MXU3N3pvdG1kcWdhMA==">@bioinsumos_unipampa_mda </a></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><i><b>Texto</b>: João Victor Souza, estudante de jornalismo e estagiário na Agência de Notícias. </i></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><i><b>Fotos</b>: Mathias Ilnicki, estudante de jornalismo e bolsista na Agência de Notícias</i></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><i><b>Edição</b>: Maurício Dias, jornalista</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>De forma inédita, Equipe FieldCrops faz previsão de safra de soja com ferramenta baseada em ciência</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/23/de-forma-inedita-equipe-fieldcrops-faz-previsao-de-safra-de-soja-com-ferramenta-baseada-em-ciencia</link>
				<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 11:39:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[equipe fieldcrops]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72232</guid>
						<description><![CDATA[Ferramenta envolve agronomia, matemática, estatística, computação e inteligência artificial]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Figura_Brasil-1.jpeg"><img class="alignright wp-image-72234" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Figura_Brasil-1.jpeg" alt="" width="441" height="624" /></a></p>
<p>Antecipar o quanto o Brasil, maior produtor e exportador mundial de soja, vai produzir em cada região brasileira é uma meta arrojada e que pode mexer com o mercado internacional da principal <em>commodity</em> agrícola mundial e beneficiar o produtor brasileiro. A Equipe FieldCrops da UFSM atingiu esta meta e apresentou na semana passada a previsão de safra de soja para todo território nacional que a produz. A ferramenta científica envolve agronomia, matemática, estatística, computação e inteligência artificial.</p>
<p>Como exemplo da força da ferramenta, o professor Nereu Augusto Streck explica que, para o Rio Grande do Sul, a estimativa feita pela Emater/RS é de 2.87 toneladas por hectare (ton/ha), e a estimativa da Equipe FieldCrops da UFSM, utilizando modelos matemáticos chancelados pela ciência e as ferramentas mais modernas de mineração de dados e inteligência artificial, é de 2.94 ton/ha, ou seja, a precisão da ferramenta é muito alta.</p>
<p>"Alcançamos uma ferramenta de gestão de riscos antes de o risco acontecer e até antes do produtor de soja colocar a semente na terra, o que vai ser uma grande virada de chave e colocar o Brasil ainda mais alto no cenário mundial do agronegócio", destaca Nereu.</p>
<p>O professor Alencar Junior Zanon, que aprendeu a metodologia de previsão de safra na Universidade de Nebraska, nos Estados Unidos, e a trouxe ao Brasil, reafirma a importância do protagornismo da UFSM no desenvolvimento da ferramenta de previsão. O pesquisador destaca que, ao longo das safras 2025/2026, os produtores do <em>Soybean Money Maker</em> acompanharam o que o ambiente permitiu que colhessem em suas lavouras, pois essa tecnologia é mais uma das grandes ferramentas disponíveis dentro do maior diagnóstico de lavouras de soja do Brasil e Paraguai.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Grupo GTM da UFSM representa o Brasil na maior competição mundial de Engenharia Agrícola</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/13/grupo-gtm-da-ufsm-representa-o-brasil-na-maior-competicao-mundial-de-engenharia-agricola</link>
				<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 16:55:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-cs]]></category>

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						<description><![CDATA[Equipe é a única brasileira a participar da CIGR Engineering Student International Competition]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="374" data-end="654">O Grupo de Tecnologia em Máquinas Agrícolas (GTM) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) é a única equipe brasileira a participar da CIGR Engineering Student International Competition, considerada a maior competição estudantil de Engenharia Agrícola do mundo.</p>
<p data-start="656" data-end="1067">O evento reúne estudantes de graduação de diversos países, desafiando-os a desenvolver e apresentar projetos inovadores, individuais ou em grupo, em sete áreas técnicas da engenharia agrícola. Os vencedores recebem certificados e premiações, e o grande campeão geral garante financiamento integral para apresentar sua pesquisa no CIGR World Congress 2026, que ocorrerá em Turim, na Itália.</p>
<p data-start="1069" data-end="1353">A CIGR (International Commission of Agricultural and Biosystems Engineering) é a principal organização mundial dedicada à engenharia agrícola e de biossistemas, reunindo profissionais, pesquisadores e estudantes comprometidos com o avanço tecnológico e sustentável do setor.</p>
<p data-start="1069" data-end="1353">Mais informações sobre o GTM podem ser encontradas no <a href="https://www.gtmagricola.com/l/gtm-cigr-engineering-student/">site</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisadores da UFSM e Epagri demonstram o real potencial do cultivo de milho em Santa Catarina</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/11/06/pesquisadores-da-ufsm-e-epagri-demonstram-o-real-potencial-do-cultivo-de-milho-em-santa-catarina</link>
				<pubDate>Wed, 06 Nov 2024 11:21:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[epagri]]></category>
		<category><![CDATA[fieldcrops]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>

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						<description><![CDATA[A aplicação das técnicas corretas de manejo da cultura evita a necessidade de investir em expansão da área plantada ou irrigação]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Produzir alimentos de forma mais eficiente também é uma forma de reduzir os danos ao meio ambiente, como mostra o estudo realizado pela equipe FieldCrops, da UFSM, sobre a produção de milho em Santa Catarina. Os resultados mostram que a produção média do grão no estado, que é de, atualmente, 6,9 toneladas por hectare (t/ha), pode subir para 11,2 t/ha utilizando a mesma área e sem precisar investir em irrigação. Esse crescimento de mais de 60% na safra geraria uma produção bruta de mais de um milhão de toneladas. </p>
<p>O fator chave para atingir esse potencial está no manejo eficiente da cultura. Os extensionistas da Epagri (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina), parceira da FieldCrops no trabalho, analisaram 293 lavouras de milho e, entre as propriedades mais produtivas, foi possível notar características como aumento da quantidade de plantas por hectare, antecipação da semeadura, aplicação doses maiores de potássio e utilização do calcário de forma mais constante sobre.</p>
<p>“A maior parte dessas técnicas são ajustes baseados no conhecimento aplicado, então não têm custos e podem ser aplicadas por grandes e pequenos produtores”, destaca o professor Alencar Zanon, do Centro de Ciências Rurais da UFSM, um dos autores da publicação. Zanon ainda acrescenta que, no início do trabalho, os pesquisadores não esperavam um potencial tão grande no ganho de produtividade. As técnicas descritas no trabalho podem gerar crescimento semelhante da produtividade em regiões com as mesmas características de clima e solo encontradas no território catarinense.  </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->		
													<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/Potencial-de-producao-de-milho-em-SC-1024x576.jpg" alt="" />													
		<h3>Redução no impacto ambiental e nos custos de outros alimentos</h3>
<p>O milho produzido em Santa Catarina é utilizado principalmente na alimentação de animais voltados para a produção de carne suína, carne de frango - das quais o estado é um dos principais exportadores nacionais - e leiteira. No entanto, a quantidade atual produzida não é suficiente para atender a demanda do setor pecuarista regional. A pesquisa estima que o consumo de milho é 66% superior à quantidade produzida, o que faz com que os agricultores tenham de importar o grão de outros estados ou países como Argentina e Paraguai. </p>
<p>Essa demanda pela importação gera aumento no custo para produzir alimentos e também nos impactos ambientais por conta da emissão de poluentes durante o processo de transporte, que está entre as três principais fontes de gases de efeito estufa na produção de grãos. Ou seja, o aumento da produção interna reduz a emissão de CO2 que ocorre no transporte do alimento importado. “Aumentar a produção interna seria muito benéfica tanto pela redução significativa dos gases de efeito estufa quanto pela redução do custo da matéria-prima no processo de outros setores agrícolas locais que utilizam o milho como insumo”, destaca o professor.</p>
<p>Produzir de forma eficiente é essencial para reduzir os custos. Mas produzir o máximo possível também cobre o seu preço.  Atingir 100% da eficiência produtiva requer controle máximo de todas as variáveis possíveis, como clima, sazonalidade das chuvas, doenças e pragas. Chegar neste patamar torna a produção de milho, que tem caído nos últimos tempos por conta da baixa valorização econômica, inviável financeiramente e insustentável em termos de preservação ambiental. Embasado no trabalho, o professor do Centro de Ciências Rurais explica que o maior nível de eficiência, tanto financeiro quanto ambiental, é encontrado quando os produtores atingem 80% do potencial produtivo de sua lavoura, o que gera renda e também preserva o meio ambiente.</p>		
													<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/Potencial-de-producao-de-milho-em-SC-v3-1024x576.jpg" alt="" />													
		<h3>Expectativas alinhadas com a realidade</h3>
<p>A equipe FieldCrops é uma das colaboradoras do projeto Global Yield Gap Atlas (Gyga), iniciativa que busca, por meio da eficiência nas práticas agrícolas, produzir mais alimentos e reduzir o impacto ambiental. Esse protocolo conta com uma metodologia que divide o território catarinense em zonas climáticas baseada em elementos como sazonalidade da temperatura, disponibilidade de água e amplitude térmica.</p>
<p>Os dados foram obtidos através de informações de estações meteorológicas e pelo trabalho de campo dos extensionistas rurais da Epagri que acompanharam quase 300 propriedades durante as safras 2020/2021 e 2021/2022. No mesmo período, foram conduzidos experimentos na Epagri com três tipos de milho: precoces, superprecoces e hiperprecoces. A pesquisa interna serviu como uma referência da produtividade sem limitações impostas por pragas, doenças e pelo ambiente.</p>
<p>Todas essas informações foram compiladas em um modelo que simula o crescimento da plantação sem condições adversas. Os dados são comparados aos obtidos em outras lavouras para confirmar a eficiência do modelo de previsão. A diferença entre o simulado pelo modelo e o observado nas lavouras variou de 0,9 a 2,6 toneladas por hectare (t/h), números próximos às variações apresentadas em estudos nos Estados Unidos (de 1,2 a 2,0 t/ha), onde o método foi criado. O trabalho pode ser acessado, na íntegra, em formato de ebook, através do <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/04/Potencial-e-lacunas-de-produtividade-de-milho-em-SC_Epagri_FieldCrops_versao-ebook.pdf">link</a>.</p>
<p> </p>
<p><em>Texto: Bernardo Silva, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br />Arte: Daniel Michelon De Carli<br />Edição: Mariana Henriques</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto liderado pela UFSM lança ebook sobre iniciativa voltada à produção sustentável de soja no país</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/08/30/ebook-soja</link>
				<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 13:03:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ebook]]></category>
		<category><![CDATA[fieldcrops]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
		<category><![CDATA[soja sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[soybean money maker]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=66681</guid>
						<description><![CDATA[Livro digital reúne informações sobre o 4º Soybean Money Maker, esforço conjunto de produtores, universidades e empresas
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr">A intensificação dos sistemas agroalimentares é o caminho para acabar com a fome, a insegurança alimentar e a desnutrição em todas as suas formas. Esse é o desafio: produzir mais alimentos, aumentar a segurança alimentar e preservar a natureza. Nesse contexto, o campeonato <em>Soybean Money Maker (SMM), l</em>iderado pela Equipe Field Crops da UFSM, caracteriza-se como um esforço entre produtores, universidades e empresas privadas, com o objetivo de gerar informações com base em dados de forma transparente e imparcial para revolucionar o manejo das lavouras de soja no Brasil.</p>
<p dir="ltr">O SMM iniciou em 2020, com a participação de 13 lavouras da Região Sul. No ano posterior, expandiu para o Centro-oeste, o Sudeste e o Nordeste, com representantes de nove estados. Na 3ª edição, em 2022, o SMM chegou a 90 lavouras de 13 estados, o equivalente a 86,1% da área de soja em território brasileiro. No ano passado, o evento alcançou 95 lavouras em 13 estados.</p>
<p dir="ltr">As informações de cada lavoura são processadas com ferramentas e modelos matemáticos validados pela comunidade científica, geram indicadores econômicos, ambientais e sociais. A partir da metodologia <em>Soybean Money Maker (SMM)</em>, é possível identificar as lavouras sustentáveis e gerar um índice de sustentabilidade com critérios técnico-científicos. O foco do SMM é identificar as práticas de manejo que permitem aos produtores elevar o índice de sustentabilidade da propriedade, maximizar o lucro, reduzir o impacto ambiental e aumentar a eficiência produtiva.</p>
<p dir="ltr">No <a href="https://www.equipefieldcrops.com/e-books">ebook</a> disponível na página da Equipe FieldCrops, os resultados da 4ª edição do <em>Soybean Money Maker </em>são apresentados. Segundo o  professor Alencar Zanon, o projeto liderado pela UFSM é o maior de produção sustentável de soja no país. O docente também lembra que pesquisas feitas nos Programas de Pós-Graduação em Agronomia e em Engenharia Agrícola da UFSM utilizam dados gerados pelo projeto e conciliam, assim, o avanço da ciência e as demandas dos produtores brasileiros.</p>
<p dir="ltr"><em>Com informações da Equipe Field Crops </em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Parque Tecnológico da UFSM sedia reunião geral do Gabinete Itinerante do Ministério da Agricultura e Pecuária </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/06/19/parque-tecnologico-da-ufsm-sedia-reuniao-geral-do-gabinete-itinerante-do-ministerio-da-agricultura-e-pecuaria</link>
				<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 11:04:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[care]]></category>
		<category><![CDATA[comitê de apoio para eventos extremos e emergências]]></category>
		<category><![CDATA[crise-climática]]></category>
		<category><![CDATA[Gabinete do Reitor]]></category>
		<category><![CDATA[inovatec parque tecnológico]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=66073</guid>
						<description><![CDATA[Houve apresentação do Gabinete Itinerante e do Programa Emergencial de Reconstrução do Agro no Rio Grande do Sul]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div>
[caption id="attachment_66074" align="alignright" width="495"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-18-at-12.35.341-e1718794390187.jpeg"><img class="wp-image-66074" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-18-at-12.35.341-e1718794390187.jpeg" alt="foto colorida quadrada com pessoas em uma grande sala com paredes coloridas, um homem em pé fala ao microfone" width="495" height="390" /></a> Reunião ocorreu na manhã de terça (18)[/caption]
<p>Na manhã de terça-feira (18), o Inovatec UFSM Parque Tecnológico recebeu a reunião do Gabinete Itinerante do Ministério da Agricultura e Pecuária(Mapa), realizada no coworking do Prédio 61H da UFSM. O evento contou com a presença de 11 autoridades que compõem a equipe do Mapa, incluindo membros de Brasília e da Superintendência Federal de Agricultura no Rio Grande do Sul (SFA/RS), além de representantes de diversas organizações, instituições e órgãos públicos do estado (sindicatos, Emater, prefeituras, câmaras de vereadores, associações comerciais e cooperativas). </p>
</div>
<div>
<p>O encontro teve como principais objetivos apresentar o Gabinete Itinerante e o Programa Emergencial de Reconstrução do Agro no Rio Grande do Sul (PERSul) e identificar as principais demandas da região. O Gabinete Itinerante é uma iniciativa do PERSul, criado por meio da Portaria Mapa nº 638/2024, com a missão de fortalecer o agronegócio no Rio Grande do Sul e reparar danos, reafirmando o compromisso do Governo Federal com o setor agropecuário e a continuidade das atividades agrícolas no estado.</p>
</div>
<div>
<p>O superintendente da Agricultura e Pecuária do RS, José Cleber Dias de Souza, enfatizou o compromisso de visitar todas as regiões em situação de emergência e calamidade pública, coordenando equipes multidisciplinares para prestar atendimento a instituições, organizações, entidades públicas e representações do setor agropecuário e industrial. </p>
<p>Durante a reunião, o gerente regional da Emater, Guilherme Passamani, discutiu os impactos das recentes adversidades climáticas com dados levantados pelo instituto, enquanto o gerente regional do Sebrae/RS, Maico Fabiano Fernandes, apresentou o plano emergencial do Sebrae para apoiar micro e pequenas empresas afetadas.</p>
<p>O reitor da UFSM, Luciano Schuch, e o prefeito de Santa Maria, Jorge Pozzobom, também estiveram presentes no evento, enfatizando a relevância da visita do gabinete à região.</p>
</div>
<div>
<p>Após apresentações e discussões, os representantes municipais tiveram a oportunidade de expor as necessidades dos municípios. Essas informações e demandas serão regularmente reportadas ao Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro. </p>
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<div>
[caption id="attachment_66075" align="alignleft" width="562"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-18-at-12.34.59-e1718794480530.jpeg"><img class="wp-image-66075" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-18-at-12.34.59-e1718794480530.jpeg" alt="foto quadrada colorida de sete pessoas sentadas em volta de uma mesa retangular branca" width="562" height="403" /></a> Encontro com o Comitê de Apoio para Eventos Extremos e Emergências[/caption]
<h3>Gabinete Itinerante se reúne com representantes do Care</h3>
</div>
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<p>Ao final da reunião, o superintendente José Cleber Dias de Souza e o coordenador geral de Investimentos de Cooperação Internacional, Luiz Claudio de Santana e Caruso, se reuniram com o <a href="https://www.ufsm.br/reitoria/gabinete-do-reitor/care" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/reitoria/gabinete-do-reitor/care&amp;source=gmail&amp;ust=1718877317363000&amp;usg=AOvVaw1xWugvfWH_PoViuBOnrAuz">Comitê de Apoio para Eventos Extremos e Emergências (Care)</a>, vinculado ao Gabinete do Reitor da UFSM, que têm o propósito de congregar grupos técnico-científicos a fim de apresentar projetos e soluções possíveis para o enfrentamento da crise climática. </p>
<p>Ainda na tarde de terça, o Gabinete seguiu um roteiro em Santa Maria, que incluiu uma reunião de apresentação, manifestações de lideranças locais e visitas para avaliar perdas e danos. Até sexta-feira (21), o Gabinete passará por São João do Polêsine, Agudo, Restinga Seca, Sobradinho e Arroio do Tigre, com o objetivo de mapear dificuldades materiais e identificar instituições que possam contribuir para a execução das ações do PERSul/MAPA.</p>
</div>
<div><i>Texto e foto: Jéssica Medeiros, assistente de Comunicação do InovaTec UFSM Parque Tecnológico</i></div>
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<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Dia de Campo do projeto Advanced Farm apresenta tecnologias para produção agrícola</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/10/04/dia-do-campo-do-projeto-advanced-farm-apresenta-tecnologias-para-producao-agricola</link>
				<pubDate>Wed, 04 Oct 2023 12:14:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[advanced farm 360]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
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		<category><![CDATA[pulsar]]></category>

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						<description><![CDATA[Objetivo é difundir as tecnologias estudadas pelo projeto para produtores, estudantes e comunidade interessada]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_63995" align="alignleft" width="605"]<img class="wp-image-63995 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_6040.jpg" alt="" width="605" height="403" /> Evento ocorreu na Área Nova do Colégio Politécnico[/caption]
<p align="justify">Nesta terça-feira (03), ocorreu o 3ª Dia do Campo, promovido pelo projeto Advanced Farm 360. Na Área Nova do Colégio Politécnico, reuniram-se estudantes, membros do projeto, docentes, empresas incubadas e empresas privadas, a fim de dialogar sobre tecnologias que podem ser aplicadas para a agricultura com foco nas culturas de inverno.</p>
<p align="justify">Na oportunidade, os participantes percorreram cinco estações de trabalho. A primeira é “produção de pré-secado”. Esta etapa se refere a produção de massa seca, quando se corta a plantação para produzir feno, que pode ser destinado a animais. Desse modo, serve como um suplemento de inverno, visto que nessa estação a produção de forragem é muito baixa, devido à geada.</p>
<p>A outra estação é sobre “suavização do solo para implantação de sulco/camalhão”. Neste espaço foi explicado sobre o processo de suavização do solo, através de corte e aterro de partes da lavoura, para deixar a superfície nivelada. O sulco/camalhão é um sistema essencialmente de drenagem de áreas de várzea (terras baixas), mas que também permite a irrigação, para a produção de culturas de sequeiro, como soja e milho. Assim, a cultura fica sobre o camalhão (trecho mais elevado) e a água percorre o sulco (trecho menos elevado), onde é conduzida e drenada.</p>
<p>A terceira estação foi sobre “plantas de cobertura de inverno”. Diz respeito ao cultivo de espécies vegetais que vão proporcionar melhorias das condições químicas, físicas e biológicas do solo, como ervilhaca, nabo forrageiro, centeio, aveia branca, aveia preta e ervilha forrageira. Essas espécies são implantadas de maneira isolada ou misturada, nos períodos em que não são cultivadas espécies de grãos (como soja, milho e trigo), para o solo nunca ficar descoberto e, desta forma, ficar protegido e com plantas crescendo durante todos os meses do ano.</p>
<p align="justify">As demais estações são cultivares de trigo para produção de grãos e pastejo e adubação de culturas de inverno, onde foram detalhadas as informações sobre cada um desses temas. Cada uma das cinco estações aborda uma tecnologia, uma metodologia nova, ou um modo de trabalho, desenvolvidos por professores e alunos da UFSM, juntamente com empresas parceiras.</p>
[caption id="attachment_63996" align="alignright" width="601"]<img class="wp-image-63996 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_6074.jpg" alt="" width="601" height="400" /> Ivan estava coordenando a ação[/caption]
<p align="justify">Ivan Carlos Maldaner, professor do Colégio Politécnico, destacou que o trabalho exibido no evento é feito por muitas mãos, como a direção do próprio Politécnico, bem como seus servidores, professores e acadêmicos. Esses últimos, inclusive, chegam a 50, ao totalizar bolsistas, estagiários e voluntários, o que demonstra o impacto do projeto. Além disso, Ivan ressalta a parceria público-privada que permite ao Advanced Farm ter acesso a mais tecnologias. Neste 3ª Dia de Campo, as empresas apoiadoras foram: Itaimbé Máquinas, Massey Ferguson, Mara Tecnologia, Yara Fertilizantes, Raix, Biotrigo Genética, Biotrigo Nutrição Animal, OR sementes, Embrapa Trigo e Cespol. Por fim, ele também agradeceu aos membros do Parque de Inovação, Ciência e Tecnologia (InovaTec), aos representantes das startups Farm 360 e G2W, vinculadas à Pulsar Incubadora Tecnológica da UFSM, à Pró-Reitoria de Inovação (Proinova), ao curso de Mestrado Profissional em Agricultura de Precisão da UFSM, e aos produtores rurais. O docente acredita que o evento só tem esta grandiosidade por conta das parcerias realizadas.</p>
<p align="justify">Por sua vez, a professora Magda Monego, diretora do Departamento de Pesquisa e Extensão (Depe) do Colégio Politécnico, exaltou a força do Dia do Campo, que reuniu cerca de 250 pessoas em sua última edição, realizada em <a href="https://www.ufsm.br/2023/04/17/projeto-do-colegio-politecnico-promoveu-evento-voltado-para-cultivos-de-verao"><span style="color: #1155cc"><u>abril.</u></span></a> Ela também citou o reconhecimento que o Advanced Farm vem recebendo, como uma <a href="https://g1.globo.com/economia/agronegocios/globo-rural/noticia/2023/05/28/colegio-no-rs-forma-alunos-para-trabalhar-com-as-novas-tecnologias-da-agricultura.ghtml"><span style="color: #1155cc"><u>reportagem do Globo Rural </u></span></a>e o<a href="https://www.ufsm.br/2023/08/29/ufsm-e-contemplada-com-tres-premios-o-futuro-da-terra"><span style="color: #1155cc"><u> prêmio Futuro da Terra.</u></span></a> Magda igualmente lembrou que a agricultura está enraizada na história do Colégio, visto que este costumava se chamar Colégio Agrícola de Santa Maria. Com isso, a docente aproveitou o momento para divulgar as <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/politecnico/2023/09/22/colegio-politecnico-publica-editais-de-processo-seletivo-para-ingresso-em-2024"><span style="color: #1155cc"><u>inscrições do processo seletivo do Politécnico</u></span></a>, assim como todos os benefícios de estudar na Instituição, como capacitação para o mercado de trabalho, ações afirmativas e estrutura.</p>
<h3 align="justify">Uma troca de oportunidades</h3>
<p align="justify">O professor Marcelo Farias, também do Colégio Politécnico, conta que a parceria público-privada é fundamental para o funcionamento do projeto. Ele explica que os trabalhos e experimentos são conduzidos pelos professores e alunos da UFSM em conjunto com as empresas, as quais fornecem diversos suportes, como material, bolsas, tecnologia, insumos e máquinas. “Esse projeto tomou a dimensão que tomou por conta dessa parceria”, afirma. Marcelo acrescenta que as empresas procuram a Advanced Farm por conta de toda a divulgação que recebem para a marca. Além disso, elas estão em busca de mão-de-obra, visto que os alunos atuantes no projeto já têm contato com os empregadores e podem se inserir no mercado de trabalho. “Todos que saem daqui saem muito bem empregados. Uns voltam para casa, outros vão para cooperativas, concurso público ou empresas. Então eles estão em uma vitrine, eles saem muito bem colocados para trabalhar”, compartilha Marcelo, que revela que alunos de outros centros da UFSM, como Centro de Ciências Rurais (CCR), o Centro de Tecnologia (CT) e o Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM) também podem participar.</p>
<h3 align="justify">O caráter de extensão rural</h3>
[caption id="attachment_63994" align="alignright" width="602"]<img class="wp-image-63994 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/10/IMG_6058.jpg" alt="" width="602" height="401" /> Entre os objetivos, está demonstrar que a tecnologia pode ser acessível, também, para o pequeno produtor[/caption]
<p align="justify">Essa transferência de tecnologia chega no produtor rural, o que vai ao encontro dos pilares da UFSM - ensino, pesquisa, extensão e inovação. O Dia do Campo é realizado justamente para divulgar o que vem sendo feito para este produtor, que é a ponta da cadeia e quem vai usar a tecnologia para além da própria Universidade, conta Marcelo. “É uma extensão rural da pesquisa que é feita aqui dentro. O Dia de Campo é baseado nos dados coletados na UFSM pelos alunos”, complementa.</p>
<p align="justify">Marcelo comenta que no último Dia de Campo realizado, 40% do público era de produtores rurais, convidados pelo projeto ou pelas empresas, a fim de demonstrar uma nova ferramenta, uma tecnologia, uma variedade e forma de trabalho com a máquina do campo. Ademais, a tecnologia do Advanced Farm é acessível a diversos segmentos de produtores rurais, continua Marcelo. Isso quer dizer que há tecnologia pensada e acessível desde o pequeno produtor. </p>
<p align="justify">Nesse sentido, o professor explica que os alunos também são o público da ação. “Há várias turmas do Técnico em Agricultura, Técnico em Agricultura de Precisão, Técnico em Agropecuária, de Agronomia, de Zootecnia, que acabam buscando essas tecnologias para usarem também em casa, porque muitos são filhos de agricultores e vinculados a pequenas propriedades”, expõe o professor.</p>
<h3 align="justify">Advanced Farm 360</h3>
<p align="justify">O projeto, existente desde 2020, tem o objetivo de desenvolver ações de ensino, pesquisa e extensão na área da Agricultura de Precisão, em parceria com empresas do setor agrícola. O nome “Advanced Farm” remete às tecnologias empregadas pela área. Já o número “360” indica a ideia de ciclo, seja das culturas anuais de grãos ou da própria agricultura de precisão. As atividades do projeto estão concentradas na Área Nova do Colégio Politécnico da UFSM e contam com a parceria de outras Unidades de Ensino da UFSM.</p>
<p align="justify">A iniciativa é vinculada, também, ao InovaTec UFSM Parque Tecnológico e a Incubadora Pulsar. A equipe do Parque e do Advanced Farm estão trabalhando em conjunto para transformar o <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec/advanced-farm-360-living-lab">projeto em um Living Lab do Agro</a>, tornando o espaço um grande ambiente para testes, experimentação e validação de soluções inovadoras, com o objetivo de aumentar a produtividade e sustentabilidade na área da agricultura e pecuária, por meio da cocriação e da inovação aberta.</p>
<p align="justify"><i>Texto: Gabrielle Pillon, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br /></i><i>Fotos: Ana Alicia Flores, estudante de desenho industrial e bolsista da Agência de Notícias<br />Edição: Mariana Henriques, jornalista</i></p>
<p align="justify"> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM atinge posições de destaque no QS Ranking por área</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/03/22/ufsm-atinge-posicoes-de-destaque-no-qs-ranking-por-area</link>
				<pubDate>Wed, 22 Mar 2023 11:59:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[banner-home-ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[QS Rankings]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>

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						<description><![CDATA[Agricultura e Silvicultura e Química foram os destaques da Instituição]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400"><img class="alignleft wp-image-61593 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/03/Card-QS-Rankings.jpg" alt="" width="600" height="600" />A companhia britânica Quacquarelli Symonds (QS) publicou, nesta quarta-feira (22), o recorte do </span><a href="https://www.topuniversities.com/subject-rankings/2023"><span style="font-weight: 400">QS World University Rankings por disciplina</span></a><span style="font-weight: 400">. Esta classificação </span><span style="font-weight: 400">lista as disciplinas de destaque mundial em rankings específicos. São 51 disciplinas em cinco grandes áreas temáticas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Neste ano, pela terceira edição consecutiva, a área de Agricultura e Silvicultura da UFSM, que, na divisão do QS, pertence à grande área de Ciências da Vida, aparece como uma das melhores do mundo. Desde a última avaliação a área subiu 50 posições, estando listada entre 201-250 mundiais. No Brasil, nesta área, a UFSM figura entre as melhores do país, ocupando a 7ª posição no ranking nacional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro resultado relevante é que, pela primeira vez, a área de Química da UFSM aparece no ranking. No Brasil, a Instituição está na 10ª colocação nacional. Além da UFSM, no estado, apenas a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) consta na classificatória dessa área. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Pró-Reitora de Pós-Graduação e Pesquisa da UFSM, Cristina Nogueira, avalia positivamente os resultados obtidos no ranking. Ela explica que, além das áreas que já constam na classificação atualmente, a UFSM tem outras áreas de excelência que também poderiam constar na avaliação. “Certamente a química e outras áreas da Universidade já têm desempenho para constar no top mundial, assim como já acontecia com a agronomia. Neste sentido, temos trabalhado em uma parceria com a Secretaria de Apoio Internacional com foco em melhorar nossa relação com o QS, por isso temos sido mais assertivos na forma como enviamos as informações. A melhora na qualidade dos dados repassados reflete nos resultados que obtemos”, afirma Cristina. </span></p>
<p><b>Metodologia</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O QS World University Rankings by Subject é compilado anualmente para ajudar os futuros estudantes a identificar as principais universidades em um determinado assunto. As citações, juntamente com os resultados das principais pesquisas globais com empregadores e acadêmicos, são usadas para classificar as universidades.</span><a href="https://www.topuniversities.com/university-rankings-articles/university-subject-rankings/qs-world-university-rankings-subject-methodology"> <span style="font-weight: 400">Mais informações sobre a metodologia</span></a><span style="font-weight: 400"> e dados completos do ranking podem ser encontrados no site do QS Rankings.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Parceria tecnológica é firmada entre startup da UFSM e empresa japonesa</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/11/23/parceria-tecnologica-e-firmada-entre-startup-da-ufsm-e-empresa-japonesa</link>
				<pubDate>Wed, 23 Nov 2022 11:23:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[crops team]]></category>
		<category><![CDATA[japão]]></category>
		<category><![CDATA[pulsar incubadora]]></category>
		<category><![CDATA[startup]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=60576</guid>
						<description><![CDATA[Ao estimular a produção mais eficiente de grãos, a cooperação entre a Crops Team e a Softbank Corporation promove sustentabilidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_60577" align="alignright" width="758"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/11/unnamed-2.jpg"><img class="wp-image-60577" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/11/unnamed-2.jpg" alt="Foto colorida horizontal mostra cópia de tela de computador durante encontro virtual, em que aparecem 10 participantes, alguns orientais, cada um em uma janela" width="758" height="426" /></a> Parceria foi formalizada durante encontro virtual[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Na última semana, a startup Crops Team, incubada na Pulsar Incubadora Tecnológica da UFSM, realizou um encontro virtual com a Softbank Corporation, empresa japonesa, para formalizar parceria visando ao desenvolvimento de um projeto de tecnologia atrelada à agricultura. Também participaram do encontro representantes do Ministério de Relações Internacionais e Comunicação do Japão, Shingo Hiraki, do Ministério de Ciência e Tecnologia, Everton Goursand de Freitas e Rita de Fátima Aragão Macêdo, do Ministério de Comunicações, Jeferson Nacif, e do Centro Internacional de Agricultura Tropical da Colômbia (CIAT), Manabu Ishitani e Mariana Quintero.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A parceria entre Brasil e Japão se originou do interesse da Softbank em aplicar as inovações tecnológicas da Crops Team em seu dispositivo, o </span><span style="font-weight: 400">e-kakashi</span><span style="font-weight: 400">, aparelho que possui sensores de temperatura, radiação solar, umidade, temperatura do solo e instrumentos meteorológicos. A partir desses elementos, por meio da Internet das Coisas, o dispositivo é capaz de determinar a velocidade com que as plantas observadas se desenvolvem, além do quanto os agricultores podem produzir. Nessa lógica, por meio da análise dos cultivos, que podem ser arroz ou soja, o e-kakashi revela aos produtores dados que contribuem para uma agricultura mais sustentável, como a estimativa de quando a lavoura deve ser colhida, por exemplo.</span></p>
<h3>Contribuição da UFSM ao dispositivo</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Para somar à inovação japonesa, foram agregados ao e-kakashi os algoritmos desenvolvidos pela startup santa-mariense, a partir de estudos feitos nas estações meteorológicas locais. O coordenador da Crops Team, Michel da Silva, explica que os mecanismos da UFSM auxiliariam os agricultores a realizar o manejo no campo, mostrando a forma adequada de manipulação de fungicidas e insumos nas plantas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">‘’Eles [empresa japonesa] querem testar os nossos algoritmos no dispositivo deles. Assim, pode ser que, no futuro, tenhamos uma parceria comercial, em que eles disponibilizam o hardware e nós o software, para que haja um manejo mais sustentável’’</span><span style="font-weight: 400">, complementa o coordenador. A parceria entre as entidades teve início durante a última safra, quando foram feitos testes de funcionalidade dos aparelhos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Antes dessa colaboração, a empresa japonesa já havia estabelecido união com o CIAT da Colômbia, responsável, inclusive, por conectá-los com o Brasil. A Softbank também tentou se juntar a outras startups da América Latina, mas nenhuma foi efetivada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com Michel da Silva, ao final da próxima safra, depois de concluído o acompanhamento de nove cultivos, devem ser feitas reuniões para debater se os resultados da parceria entre os dispositivos foram ou não benéficos e, assim, definir o futuro. </span><span style="font-weight: 400">‘’O próximo passo seria ampliar para nível nacional, [porque] hoje estamos nos quatro cantos do Rio Grande do Sul, mas não saímos do estado ainda. [Somado a isso] pretendemos pensar na comercialização do produto’, afirma", afirma.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Laurent Keller, acadêmica de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br /></span>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM participa do Universo Pecuária, em Lavras do Sul, até domingo (6)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/11/03/ufsm-participa-do-universo-pecuaria-em-lavras-do-sul-ate-domingo-6</link>
				<pubDate>Thu, 03 Nov 2022 12:26:37 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[criação de gado]]></category>
		<category><![CDATA[efeito estufa]]></category>
		<category><![CDATA[estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[micrometeorologia]]></category>
		<category><![CDATA[universo pecuária]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=60259</guid>
						<description><![CDATA[Laboratório de Micrometeorologia apresenta projeto que quantifica as emissões e as absorções de gases do efeito estufa]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_60260" align="alignright" width="647"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/11/UFSM-no-Universo-Pecuaria-01_11_2022.jpeg"><img class="wp-image-60260" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/11/UFSM-no-Universo-Pecuaria-01_11_2022.jpeg" alt="Foto colorida horizontal com cinco pessoas, duas mulheres e 3 homens, lado a lado, sorrindo, em um espaço interno em que há ao fundo um banner com logo da UFSM" width="647" height="364" /></a> A partir da esquerda, Marjorie, Alecsander, Débora, Domingos e Adriano no espaço da UFSM[/caption]
<p>A UFSM está participando, de terça-feira (1º) até domingo (6), do evento Universo Pecuária, que ocorre em Lavras do Sul. O Laboratório de Micrometeorologia está apresentando o projeto que quantifica as emissões e as absorções de gases do efeito estufa, informando se um sistema de produção é fonte ou sumidouro destes gases em apenas um ano. Estas quantificações são realizadas pelas chamadas torres de fluxo.</p>
<p>Os estudos realizados pela UFSM mostram que a criação de gado com manejo correto das pastagens naturais do bioma pampa absorve carbono da atmosfera e reduz o efeito estufa. Ou seja, a emissão de CH4 pelo gado é compensada pela absorção de CO2 pela pastagem, resultando numa absorção de Carbono por este sistema de produção.</p>
<p>O estande foi visitado no dia 1º pelos secretários da Agricultura e do Meio Ambiente do RS, Domingos Antonio Velho Lopes e Marjorie Kauffmann, respectivamente, que foram recebidos pelos professores Débora Regina Roberti, do Departamento de Física, Adriano Mendonça Souza, do Departamento de Estatística da UFSM, e pelo doutorando em Física Alecsander Mergen.</p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Grupo do Colégio Politécnico lança o livro “Do Campo para os Mercados”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/10/18/grupo-do-colegio-politecnico-lanca-o-livro-do-campo-para-os-mercados</link>
				<pubDate>Mon, 18 Oct 2021 18:59:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=56955</guid>
						<description><![CDATA[Publicada no formato e-book, a obra sistematiza pesquisas relacionadas à produção de alimentos na região central do RS]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_56956" align="alignright" width="499"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/10/244786080_4361537690620135_7717422407736879905_n.jpg"><img class=" wp-image-56956" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/10/244786080_4361537690620135_7717422407736879905_n.jpg" alt="" width="499" height="330" /></a> Autores compareceram ao lançamento do livro na Praça Saldanha Marinho[/caption]
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Como parte da programação da Feira do Livro de Santa Maria, ocorreu no dia 7 de outubro o lançamento do e-book <i>Do Campo para os Mercados: Produção e Comercialização de Frutas, Hortaliças e Alimentos Processados na Região Central do Rio Grande do Sul</i>, publicado pela Editora UFSM. O livro, dividido em artigos, foi escrito por diversos autores e teve organização dos professores Janaína Balk Brandão e Roni Blume. A obra sistematiza pesquisas e experiências realizadas nos cinco primeiros anos do <a href="https://www.ufsm.br/grupos/gipag" target="_blank" rel="noopener">Grupo Interdisciplinar de Pesquisas Agroalimentares Georreferenciadas (Gipag)</a>, em especial aquelas que compreendem a região central do Rio Grande Sul, com foco em produtos perecíveis, especialmente alimentos tradicionais processados e hortifrutigranjeiros. O evento contou com a presença do grupo de autores, da direção do Colégio Politécnico, bem como do gerente regional da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS), Guilherme Godoy dos Santos, e do secretário de Desenvolvimento Rural de Santa Maria, Rodrigo Menna Barreto. É possível adquirir a obra na página da <a href="https://editoraufsm.com.br/ultimos-lancamentos/do-campo-para-os-mercados.html" target="_blank" rel="noopener">Editora UFSM</a>.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">O livro possui um caráter interdisciplinar e oferece dados empíricos inéditos, apresentando aos leitores uma análise diferenciada sobre as cadeias agroalimentares. As formas encontradas pelos agricultores para comercialização de seus produtos e as práticas de conexão entre produção rural e espaço urbano são temas de destaque na obra. Como explica a professora Janaína Balk, a publicação é uma forma importante de devolução e retorno do conhecimento para a sociedade, para os agricultores envolvidos em processos produtivos na região e para os agentes públicos que facilitaram o desenvolvimento das saídas a campo, promovendo assim a aproximação da universidade com a sociedade e a difusão do conhecimento produzido. </span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Além do potencial científico, também é objetivo da obra incentivar pessoas e organizações da comunidade regional a discutirem, em conjunto com a universidade, as políticas públicas de reterritorialização e ressocialização alimentar, bem como o desenvolvimento territorial. O coordenador do Gipag, Gustavo Pinto, explica que esses conceitos são centrais quando se propõe retomar a relação entre as pessoas e o território com as questões relativas à origem dos alimentos, destacando o papel que a economia circular pode ter na inclusão de pessoas do lugar e no desenvolvimento territorial. Como destacam os autores no prefácio, entender as dinâmicas locais, os entraves e também as potencialidades auxilia o poder público na disponibilização de dados que permitam maior segurança na tomada de decisões voltadas às estratégias de desenvolvimento.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">O Gipag busca desenvolver projetos de ensino, de pesquisa e de extensão dentro da temática da alimentação e suas relações. O grupo é formado por profissionais de quatro áreas do conhecimento (ciências sociais aplicadas, ciências humanas, geociências e ciência da computação) vinculados ao Colégio Politécnico e programas de pós-graduação em Extensão Rural e Administração da UFSM. O objetivo do grupo é atuar nas questões agroalimentares, em uma relação direta com o espaço físico, analisando as relações entre campo e cidade. Busca-se a realização de estudos com metodologias transformadoras, que representem soluções para a inclusão social, a geração de oportunidades e a melhoria das condições de vida.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif"><i>Texto: Assessoria de Comunicação do Colégio Politécnico</i></span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Inovação para o campo: UFSM obtém proteção de novas cultivares</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/03/12/inovacao-para-o-campo-ufsm-obtem-protecao-de-novas-cultivares</link>
				<pubDate>Fri, 12 Mar 2021 11:28:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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						<description><![CDATA[A UFSM iniciou 2021 com a obtenção da proteção de duas cultivares de aveia-preta (Avena strigosa Schreb.) junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), aumentando a lista de produtos agrícolas desenvolvidos no campus de Frederico Westphalen que contam com patenteamento.&nbsp;A conquista representa mais um avanço importante no que se refere à inovação tecnológica [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_55287" align="alignright" width="486"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/03/Foto1-1.jpg"><img class="wp-image-55287" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/03/Foto1-1.jpg" alt="" width="486" height="324"></a> Uma das novas cultivares de aveia-preta da UFSM em fase inicial de desenvolvimento vegetativo[/caption]
<p>A UFSM iniciou 2021 com a obtenção da proteção de duas cultivares de aveia-preta (<em>Avena strigosa Schreb.</em>) junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), aumentando a lista de produtos agrícolas desenvolvidos no campus de Frederico Westphalen que contam com patenteamento.&nbsp;A conquista representa mais um avanço importante no que se refere à inovação tecnológica na Universidade.&nbsp;</p>
<p>Com a proteção das cultivares UFSMFW 2101 e UFSMFW 2202 pelo Serviço Nacional de Proteção de Cultivares (SNPC) do Mapa, a Instituição passa a ter o direito de reprodução comercial destas variedades em todo o país por 15 anos (prazo de proteção para a maioria das espécies vegetais), ficando vedado a terceiros a produção com fins comerciais, o oferecimento à venda ou a comercialização do material de propagação da cultivar sem autorização.&nbsp;</p>
<p>"A conquista é extraordinária para a UFSM, sendo um grande avanço em relação à inovação tecnológica", avalia o diretor da UFSM-FW Braulio Otomar Caron, que integra a equipe responsável pelo trabalho.&nbsp;</p>
<p>Com a proteção em mãos, a meta agora é finalizar a obtenção dos dados de Determinação do Valor de Cultivo e Uso (VCU) - que vai garantir que a cultivar tenha valor agronômico comprovado em condições de campo - e obter o registro das cultivares até o final de 2021, para então ser iniciada a produção e comercialização de sementes, por meio de parceria - a proteção da cultivar dá o direito à propriedade intelectual ao seu obtentor, enquanto o registro permite a produção, o beneficiamento e a comercialização de sementes e mudas.&nbsp;</p>
<p><strong>Trabalho teve início em 2013</strong></p>
<p>A conquista coroa um trabalho iniciado pelo Laboratório de Melhoramento Genético e Produção de Plantas&nbsp;(LMGPP) da UFSM-FW ainda em&nbsp;2013, com a coleta a campo de sementes salvas por produtores nos municípios de Ajuricaba, Alto Alegre, Boa Vista das Missões, Campos Borges,&nbsp;Chapada, Condor, Espumoso, Palmeira das Missões, Planalto,&nbsp;Salvador das Missões, Santa Rosa, Taquaruçu do Sul e Tenente Portela. Na&nbsp;sequência, as sementes foram colocadas a campo e selecionadas plantas pelo&nbsp;método de melhoramento genealógico (<em>pedigree</em>). O processo teve continuidade com os ensaios preliminares e de VCU. Duas linhagens foram selecionadas e deram origem às cultivares agora protegidas.&nbsp;</p>
<p>Inicialmente os trabalhos foram coordenados pelo professor Velci Queiroz de Souza, atualmente na Universidade Federal do Pampa (Unipampa). No final de 2016, o professor Volmir Sergio Marchioro, que já tinha experiência como melhorista no desenvolvimento de uma cultivar de aveia-branca e 24 cultivares de trigo em outras instituições de pesquisa, assumiu a coordenação dos trabalhos e a responsabilidade técnica pela condução dos ensaios necessários para fins de proteção: de distinguibilidade (a cultivar é considerada distinta quando se diferencia claramente de qualquer outra reconhecida na data do pedido de proteção), homogeneidade (quando utilizada em plantio, em escala comercial, a cultivar apresente variabilidade mínima quanto aos descritores que a identifiquem) e estabilidade (quando reproduzida em escala comercial, mantenha a sua homogeneidade através de gerações sucessivas).&nbsp;</p>
<p>Alunos do Programa de Pós-Graduação em Agronomia - Agricultura e Ambiente (PPGAAA) da UFSM-FW também tiveram participação.&nbsp;Daniela Meira&nbsp;defendeu sua dissertação de&nbsp;mestrado em 2018 com a condução de parte do processo de melhoramento, sob a orientação&nbsp;do professor Caron.&nbsp;Atualmente, Luis Antonio Klein está&nbsp;conduzindo os ensaios de VCU que vão fazer parte da sua dissertação de mestrado, sob a&nbsp;orientação do professor Volmir.</p>
<p>"No grupo de melhoristas das duas cultivares&nbsp;temos ex-alunos que passaram pelo grupo de trabalho e hoje são professores em outras&nbsp;instituições de ensino e da própria UFSM, o que mostra a importância da pesquisa, da iniciação&nbsp;científica e da pós-graduação", afirma Volmir.</p>
[caption id="attachment_55288" align="alignleft" width="399"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/03/Foto2.jpg"><img class="wp-image-55288" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/03/Foto2.jpg" alt="" width="399" height="487"></a> Diferença de ciclo da cultivar UFSMFW 2202 em relação a uma aveia-preta de ciclo tardio[/caption]
<p><strong>Importância e diferenciais das novas cultivares</strong></p>
<p>Embora não existam estatísticas precisas em relação a área cultivada e volume de produção, a aveia-preta tem boa aceitação para alimentação animal, sendo cultivada principalmente nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. É utilizada como pastejo durante o inverno, corte e, em alguns casos, como feno e silagem. Destaca-se devido à utilização para rotação de cultura e cobertura de solo, principalmente antecedendo a semeadura da soja. Por apresentar crescimento rápido, rusticidade e tolerância à acidez do solo, auxilia no controle de plantas daninhas e quebra o ciclo de algumas doenças importantes para culturas subsequentes, além de outros benefícios que a palhada de aveia proporciona em relação à fertilidade do solo.</p>
<p>As cultivares de aveia-preta UFSMFW 2101 e UFSMFW 2202 possuem algumas diferenças entre si em relação a tipo de folha, pilosidade, cerosidade e formato de panícula e grão. Mas o principal diferencial destas cultivares, que as coloca em destaque, está relacionado ao ciclo vegetativo e reprodutivo: a UFSMFW 2101 é de ciclo muito precoce, e a UFSMFW 2202, de ciclo precoce. Segundo Volmir, outro fator de extrema importância para ambas as cultivares é a produtividade de grãos (sementes), associada à excelente produtividade de matéria seca/verde, considerando que são cultivares de ciclo precoce - normalmente as maiores produtividades de matéria seca/verde são obtidas em cultivares de ciclo longo. O ciclo precoce das cultivares irá refletir diretamente na rotação de culturas, permitindo a antecipação do próximo cultivo.&nbsp;</p>
<p>Além&nbsp;disso, conforme Volmir, o elevado potencial produtivo de sementes destas cultivares permitirá aos produtores obter um volume elevado de sementes por área, reduzindo custos, o que&nbsp;normalmente não acontece para cultivares de ciclo longo. Outro aspecto importante é que&nbsp;as cultivares foram&nbsp;selecionadas por precocidade e potencial de produtividade de matéria verde/seca e de sementes em Frederico Westphalen, sendo, consequentemente, adaptadas à região norte gaúcha.&nbsp;&nbsp;</p>
<p><strong>Cultivares da UFSM com proteção</strong></p>
<p>A UFSMFW 2101 e a UFSMFW 2202 são as primeiras cultivares de aveia-preta desenvolvidas na UFSM protegidas pelo Mapa. A Universidade conta também com cinco cultivares de cana-de-açúcar protegidas, desenvolvidas pelos professores Velci Queiroz de Souza, Bráulio Otomar Caron e Denise Schmidt, do campus de Frederico Westphalen. Atualmente, estes materiais de cana estão em ensaios de VCU e processo final de registro, sob a responsabilidade técnica do professor Caron.&nbsp;</p>
<p>O professor Volmir lembra que o Laboratório de Melhoramento Genético e Produção de Plantas ainda tem algumas linhagens de aveia-preta e cana-de-açúcar que podem gerar novas cultivares num futuro próximo. Também foram iniciados trabalhos de cruzamentos e seleção em soja e linhaça, respectivamente.</p>
<p><em>Texto: Agência de Notícias da UFSM</em><br><em>Fotos: Divulgação</em></p>
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						<item>
				<title>Testes de resíduos comprovam alimentos livres de agrotóxicos na Polifeira do Agricultor</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/02/25/testes-de-residuos-comprovam-alimentos-livres-de-agrotoxicos-na-polifeira-do-agricultor</link>
				<pubDate>Thu, 25 Feb 2021 20:04:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
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						<description><![CDATA[Desde 2017, a Polifeira do Agricultor realiza coletas de amostras de alimentos comercializados pelos feirantes participantes do projeto e os envia para análise no Laboratório de Análise de Resíduos de Pesticidas (Larp) da UFSM. Esse processo consiste no monitoramento contínuo dos alimentos da feira como forma de preservar a missão  do projeto de produzir e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p class="p3">Desde 2017, a Polifeira do Agricultor realiza coletas de amostras de alimentos comercializados pelos feirantes participantes do projeto e os envia para análise no Laboratório de Análise de Resíduos de Pesticidas (Larp) da UFSM. Esse processo consiste no monitoramento contínuo dos alimentos da feira como forma de preservar a missão<span class="Apple-converted-space">  </span>do projeto de produzir e comercializar alimentos saudáveis, e minimizar a ansiedade pública de consumidores que não têm certeza sobre a isenção de contaminação química dos alimentos que consomem.</p>
<p class="p3">Até o momento, somam-se mais de 7 mil resultados com compostos zerados, comprovando que se trata de alimentos 100% livres de agrotóxicos. Cada amostra avalia a possibilidade de existência de 63 compostos diferentes, e cada resultado positivo corrobora a defesa do projeto de que é possível produzir alimentos saudáveis com menor impacto para o meio ambiente e a sociedade. Esses resultados são fortalecidos com um processo contínuo de fomento a práticas de manejo de produção com o não uso de produtos químicos, priorizando manejos que respeitem o ciclo natural da vida, das plantas e das pragas e doenças.</p>
<p class="p1">De acordo com a organização, “e<span class="s1">sses resultados nos fazem afirmar que a Polifeira do Agricultor tem sido pioneira no Brasil na questão do monitoramento de resíduos nos alimentos comercializados. Logo, o consumidor, pode esquecer aquela velha história de que alimento vistoso e bonito demais é ‘cheio de veneno’”.</span></p>
<p class="p3">A Polifeira está acontecendo nas terças-feiras, das 7h às 12h, na Avenida Roraima, entre a Faixa Velha (RS-509) e a Faixa Nova de Camobi (RSC-287). Outras informações constam em sua página no <a href="https://www.facebook.com/PoliFeiradoagricultor/" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a>.</p>]]></content:encoded>
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				<title>Grupo da UFSM fez roteiro por estados para acompanhar a produção de soja</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/01/22/grupo-da-ufsm-fez-roteiro-por-estados-para-acompanhar-a-producao-de-soja</link>
				<pubDate>Fri, 22 Jan 2021 13:06:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
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						<description><![CDATA[Integrantes da Equipe FieldCrops da UFSM e da empresa Crops Team, que é incubada na Agência de Inovação e Transferência de Tecnologia (Agittec) da UFSM, fizeram um roteiro por diversos estados com o “Tour Fincas Soja Brasil” para acompanhar a safra de soja 2020/2021. A jornada teve início no dia 9 de janeiro, pelas lavouras [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_54935" align="alignright" width="407"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/01/WhatsApp-Image-2021-01-22-at-09.31.18.jpeg"><img class="wp-image-54935" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/01/WhatsApp-Image-2021-01-22-at-09.31.18.jpeg" alt="" width="407" height="305" /></a> Equipe da UFSM passou por diversos estados produtores de soja[/caption]
<p>Integrantes da Equipe FieldCrops da UFSM e da empresa Crops Team, que é incubada na Agência de Inovação e Transferência de Tecnologia (Agittec) da UFSM, fizeram um roteiro por diversos estados com o “Tour Fincas Soja Brasil” para acompanhar a safra de soja 2020/2021.</p>
<p>A jornada teve início no dia 9 de janeiro, pelas lavouras de soja da região Sul. No Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, encontraram grande parte da área produtiva de soja com atraso na semeadura, devido a períodos de estiagens em outubro e início de novembro. Chegando ao sul de Minas Gerais, o que marcou as equipes foi a introdução da soja no sistema produtivo em áreas que eram de pastagem, devido à valorização do grão.</p>
<p>O professor Alencar Zanon, coordenador da Equipe FieldCrops, destaca que essa nova fronteira agrícola é caracterizada por um relevo ondulado, com altitude próxima aos 1.000m, com ocorrência de chuvas regulares (acumulados acima de 2.000mm de setembro a abril) e inverno com possibilidades de ocorrência de geadas. "Apesar de estarmos a 1.500 km do Rio Grande do Sul, observamos que as cultivares atualmente semeadas são as mesmas das lavouras gaúchas. Outro momento marcante foi a visita em uma propriedade rural localizada em Minduri (MG), gerenciada por uma dentista e um médico, que estão entrando fortemente com a cultura da soja em suas áreas", relata.</p>
<p>No estado de São Paulo, as equipes realizaram avaliações do projeto “Qual a melhor cultivar para sua lavoura?” no sistema de produção soja-cana, que vem ganhando força nas últimas safras, devido à renovação de canaviais e à valorização da cultura da soja. As lavouras se encontravam no florescimento ao início do enchimento dos grãos, com ótimo desempenho, mostrando alto potencial produtivo, com exceções de algumas áreas que enfrentaram irregularidades das chuvas.</p>
<p>No Mato Grosso do Sul e Mato Grosso foi observado também atraso na semeadura, devido à falta de chuvas. As lavouras se encontravam desde o enchimento dos grão até o ponto de colheita, na sua maioria com alto teto produtivo. Rumo ao sul do Pará, o que marcou as equipes foi a expansão e abertura de áreas com soja em áreas de pastejo. "Cinquenta anos após a migração dos gaúchos para o Centro-Oeste brasileiro, encontramos colonos do Sul do Brasil com muita coragem e forjados pelo trabalho duro, buscando oportunidades de produzir soja com menor risco de deficiência hídrica. Por incrível que pareça, cinco décadas após, os desafios continuam muitos similares, como dificuldades de acesso às lavouras, armazenamento e escoamento da produção, o que podem ser agravadas pelo excesso de chuvas no período da colheita", relata Zanon.</p>
<p>A “<em>Agriculture girls power</em>”, ou seja, a força da mulher no agro, também foi evidenciada ao longo do roteiro, com mulheres que coordenam a produção de soja, milho e pecuária em grandes fazenda no Brasil.</p>
<p>"Após termos percorrido lavouras dos principais estados produtores de soja, é possível entender que o protagonismo brasileiro que se consolidou nas últimas três safras e a liderança na exportação, produção e produtividade a nível mundial deve-se ao trabalho duro, coragem e ao produtor brasileiro ter em seu DNA a missão de alimentar o mundo", afirma o professor do CCR.</p>
<p>Participaram da viagem, além de Zanon, os alunos de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Agronomia (PPGAgro) da UFSM Eduardo Lago, Eduardo Winck e Alexandre Alves e o CEO da Crops Team Michel Rocha da Silva.</p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>UFSM realiza ciclo online de palestras alusivas ao Dia Mundial do Solo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/11/27/ufsm-realiza-ciclo-online-de-palestras-alusivas-ao-dia-mundial-do-solo</link>
				<pubDate>Fri, 27 Nov 2020 14:24:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[dia mundial do solo]]></category>
		<category><![CDATA[solos]]></category>
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						<description><![CDATA[No dia 5 de dezembro é comemorado o Dia Mundial do Solo. A data foi instituída em 2013 pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), com o objetivo de demonstrar que o solo é essencial para a manutenção da vida na terra e da importância de protegermos esse recurso natural. Nesse dia instituições de todo o [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>No dia 5 de dezembro é comemorado o Dia Mundial do Solo. A data foi instituída em 2013 pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), com o objetivo de demonstrar que o solo é essencial para a manutenção da vida na terra e da importância de protegermos esse recurso natural. Nesse dia instituições de todo o mundo desenvolvem atividades para divulgar pesquisas e informar a população sobre a importância do solo para a humanidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Neste ano o tema escolhido pela FAO é "Manter o solo vivo, proteger a biodiversidade do solo". Para lembrar a data, a UFSM realizará um Ciclo de Palestras que ocorre nos dias 01, 02 e 03/12, a partir das 18h ,via o <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.youtube.com/channel/UCd8x11hP1u0PhF8G5jzHqxQ" target="_blank">Canal do YouTube do Museu de Solos do RS</a>. O evento é promovido pelo Departamento de Solos, Programa de Pós-Graduação em Ciência do Solo, Museu de Solos e PET-Agronomia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Programação</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong><em>01/12/2020 (18h)</em></strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Biodiversidade do solo e serviços ambientais</em><br>Pesq. Dr. George Brown – Embrapa Floresta - PR<br><em>Bioindicadores de qualidade do solo: da teoria à prática</em><br>Pesq. Dr. Guilherme Chaer – Embrapa Agrobiologia - RJ<br>Moderadora: Prof. Dra. Zaida Inês Antoniolli - Departamento de Solos – UFSM</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>&nbsp;<strong><em>02/12/2020 (18h)</em></strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Oportunidades para melhorar armazenamento de água no solo</em><br>Prof. Dr. Paulo Ivonir Gubiani – Departamento de Solos - UFSM<br><em>Impacto do plantio direto no escoamento superficial, erosão e produtividade"</em><br>Prof. Dr. Jean Paolo Minella - Departamento de Solos – UFSM<br>Moderador: Prof. Dr. José Miguel Reichert</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong><em>03/12/2020 (18h)</em></strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Solos agrícolas: manejo para produção sustentável e mitigação das mudanças climáticas</em><br>Prof. Dr. Cimélio Bayer - Departamento de Solos – UFRGS<br>Moderador: Prof. Dr. Leandro Souza da Silva</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Equipe FieldCrops participa do Seminário do Pró-Milho e de outras lives nesta semana</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/07/20/equipe-fieldcrops-participa-do-seminario-do-pro-milho-e-de-outras-lives-nesta-semana</link>
				<pubDate>Mon, 20 Jul 2020 11:26:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[equipe fieldcrops]]></category>
		<category><![CDATA[lives]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>

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						<description><![CDATA[A Equipe FieldCrops da UFSM divulga as lives nas quais estará representada nesta semana e sua live semanal. Nesta segunda-feira (20), os coordenadores da Equipe FieldCrops no IFFar São Vicente do Sul, professores Ivan Maldaner e Eduardo Streck, irão falar sobre cultivos de inverno na Metade Sul do RS, a partir das 20h30, no Instagram [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/07/1e0ca99e-f93e-448a-b6ca-c96db660d248.jpg"><img class="alignright  wp-image-52934" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/07/1e0ca99e-f93e-448a-b6ca-c96db660d248.jpg" alt="" width="508" height="279" /></a>A Equipe FieldCrops da UFSM divulga as <em>lives</em> nas quais estará representada nesta semana e sua <em>live</em> semanal. Nesta segunda-feira (20), os coordenadores da Equipe FieldCrops no IFFar São Vicente do Sul, professores Ivan Maldaner e Eduardo Streck, irão falar sobre cultivos de inverno na Metade Sul do RS, a partir das 20h30, no Instagram @equipefieldcrops.<br /><br />Na terça (21), às 19h30, o coordenador da Equipe FieldCrops na UFSM, professor Alencar Zanon, vai palestrar na Semana Acadêmica do Curso de Agronomia da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), de Cerro Largo, falando sobre ecofisiologia do milho e da soja visando altas produtividades.<br /><br />Na quarta (22), lideranças do setor produtivo gaúcho estarão reunidas para discutir os avanços do Pró-Milho/RS, entre eles o secretário da Agricultura do RS, Covatti Fillho, o presidente da Emater/RS-Ascar, Geraldo Sandri, e o professor Alencar Zanon, da Equipe FieldCrops da UFSM. Informações sobre inscrição para o evento na imagem.<br /><br />Na quinta (23), às 20h, na <em>live</em> semanal da Equipe FieldCrops da UFSM, Zanon irá conversar com o produtor Fábio Eckert, campeão de produtividade de soja não irrigada no Rio Grande do Sul. A atividade pode ser acompanhada pelo Instagram @equipefieldcrops.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Alçando voos a partir da CEU: a trajetória do fundador de empresa incubada na Agittec que desenvolve inovações para a agricultura</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/07/03/alcando-voos-a-partir-da-ceu-a-trajetoria-do-fundador-de-empresa-incubada-na-agittec-que-desenvolve-solucoes-inovadoras-para-a-agricultura</link>
				<pubDate>Fri, 03 Jul 2020 14:24:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
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		<category><![CDATA[agittec]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Engenharia de Controle e Automação]]></category>
		<category><![CDATA[pulsar incubadora]]></category>

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						<description><![CDATA[“Sempre valorizei o benefício que foi concedido. Precisava me desenvolver como pessoa e buscar o meu crescimento profissional e depois retribuir para a sociedade a ajuda que recebi da UFSM”. Esse relato é de Eduardo Engel, estudante de Engenharia de Controle e Automação da UFSM que, neste ano, se despede da Casa do Estudante Universitário [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_52756" align="alignright" width="398"]<a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/07/foto-eduardo.jpeg"><img class="wp-image-52756" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/07/foto-eduardo.jpeg" alt="" width="398" height="414" /></a> Eduardo Engel fundou, com colegas da graduação, a Auster[/caption]
<p dir="ltr">“Sempre valorizei o benefício que foi concedido. Precisava me desenvolver como pessoa e buscar o meu crescimento profissional e depois retribuir para a sociedade a ajuda que recebi da UFSM”. Esse relato é de Eduardo Engel, estudante de Engenharia de Controle e Automação da UFSM que, neste ano, se despede da Casa do Estudante Universitário (CEU). O valor que ele atribui a CEU é o de quem reconhece que esta foi fundamental para que ele pudesse alcançar seus objetivos. Com o apoio da Agência de Inovação e Transferência de Tecnologia da UFSM <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/&amp;source=gmail&amp;ust=1593871216487000&amp;usg=AFQjCNFluVCQT3HwxrubxJyJepd35QNv_w">(Agittec)</a>, Eduardo fundou a <a href="https://www.austertecnologia.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.austertecnologia.com/&amp;source=gmail&amp;ust=1593871216487000&amp;usg=AFQjCNHQJFIa3ykHeSEfZv9rPOSrkdkoOQ">Auster</a> junto com seus colegas da engenharia, e atualmente trabalha como diretor comercial da empresa.</p>
<p dir="ltr">Em 2013, Eduardo veio de Santo Cristo (RS) para iniciar sua graduação na UFSM, dando continuidade aos seus estudos. Filho de agricultores, o estudante já tinha contato com o empreendedorismo antes mesmo de vir para a universidade. “Desde pequeno já ajudava a minha família nas vendas e participava das feiras, o que representou uma experiência de vida e de como as coisas funcionavam no mercado de trabalho”.</p>
<p dir="ltr">Sua curiosidade e dedicação acompanharam a trajetória nos estudos: “não me contentava com pouca coisa, com atividades que a maioria das pessoas fazem, então sempre fui muito curioso e gostava de criar coisas novas”. Na UFSM, a curiosidade e dedicação não poderiam ficar de fora. Desde o seu primeiro semestre, Eduardo participou do  projeto de extensão <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ctism/carancho-aerodesign/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ctism/carancho-aerodesign/&amp;source=gmail&amp;ust=1593871216487000&amp;usg=AFQjCNGg2SeXkIRSj5OMj7B8mPab-4vJvw">Carancho Aerodesign</a>, no qual desenvolveu, com o grupo, uma aeronave remotamente pilotada para transporte de cargas. Todos os anos esse grupo, que representa a UFSM, participa de uma competição internacional de estudantes universitários. “Me dediquei muito a esse projeto, porque tinha certeza que era aquilo que queria fazer na minha vida. Queria seguir trabalhando naquela área, sempre gostei de aeronaves e de tudo que fosse ligado à aviação”.</p>
<p dir="ltr"><strong>O voo para o empreendedorismo</strong></p>
<p dir="ltr">Em 2016, Eduardo participou do primeiro edital de pré-incubação da <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/pulsar-incubadora-da-ufsm/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/pulsar-incubadora-da-ufsm/&amp;source=gmail&amp;ust=1593871216487000&amp;usg=AFQjCNGBFPmdAPaXlJJ_gnVInkA1qKw5Yg">Pulsar Incubadora</a> da UFSM com a ideia de criar um novo negócio. “Eu e meus colegas do grupo percebemos a entrada crescente dos drones na agricultura, e logo enxergamos a oportunidade de criar um pequeno negócio nessa área, tornando aquilo que já fazíamos no projeto uma profissão”, conta.</p>
<p dir="ltr">No final de 2016 a empresa foi selecionada e garantiu o seu espaço dentro da UFSM. “Isso foi muito legal, recebemos uma casa no Centro de Eventos, que acabou se tornando a sede da empresa. Tínhamos algumas cadeiras e mesas de plástico, que nos permitiram montarmos um escritório simples para iniciar a fabricação dos drones”. Após garantir o espaço, a empresa recebeu alunos de diferentes centros da UFSM que contribuíram para o crescimento do negócio.</p>
<p dir="ltr">A empresa já realizou trabalhos em 15 estados brasileiros, e atua em Goiás, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná. A Auster também participa do processo de aceleração da Fundação de Agricultura do Mato Grosso (Famato). A empresa possui parcerias com outras instituições de ensino e pesquisa, como a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade de Cruz Alta (Unicruz), Instituto Federal Farroupilha e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). “A nossa missão é contribuir para uma produção mais sustentável em nosso país, e ao mesmo tempo, temos um compromisso muito grande com a nossa sociedade, com os nossos parceiros e produtores”, explica.</p>
<p dir="ltr">Sobre ser o aluno que veio morar na UFSM, e após se tornar diretor de uma empresa de tecnologia, Eduardo revela que “tudo isso estava alinhado com o que eu esperava para a minha vida.  Não exatamente da forma como imaginava, mas de um jeito muito melhor”.</p>
<p dir="ltr"><strong>Soluções para continuar atendendo os produtores rurais durante a pandemia</strong></p>
<p dir="ltr">Segundo Eduardo, pela atuação da empresa na área da agricultura, a sazonalidade dos trabalhos acabou contribuindo para a continuidade dos trabalhos da Auster diante do atual cenário. “Quando a  pandemia se intensificou, nós já tínhamos finalizado todos os trabalhos do milho e também do algodão desta safra, então conseguimos seguir a execução dos serviços com pouca necessidade de deslocamento”, explica.</p>
<p dir="ltr">Atualmente a maior parte da empresa trabalha em home office, e apenas uma equipe operacional continua as atividades nos estados de Minas Gerais e Goiás. Os mapeamentos são realizados em campo, sendo posteriormente enviados via Web para a equipe de processamento que se encontra em Santa Maria. Essa equipe é responsável pela geração das prescrições finais, encaminhadas diretamente para os produtores.</p>
<p dir="ltr">A comunicação com os clientes da Auster são feitas através do whatsapp, bem como o processo de prospecção, sendo enviados vídeos que explicam os serviços que a empresa oferece. “Tudo isso contribui para mantermos o nosso trabalho, e felizmente o nosso mercado se mantém aquecido”, ressalta Eduardo. </p>
<p dir="ltr">Saiba mais sobre a Auster e outras empresas incubadas na UFSM <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/empresas-incubadas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/agittec/empresas-incubadas/&amp;source=gmail&amp;ust=1593871216487000&amp;usg=AFQjCNGvIDL1QCMe_tJYjHShvK3gEGqGzw">aqui</a>. </p>
<p><em>Texto: Luana Giazzon, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Inovação e Transferência de Tecnologia (Agittec)</em><br /><em>Edição: João Ricardo Gazzaneo, jornalista da  Unidade de Comunicação Integrada (Unicom)</em><br /><em>Foto: Arquivo pessoal<br /></em></p>
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				<title>Professores do CCR participam de lives nesta quinta-feira (23)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/04/23/professores-do-ccr-participam-de-lives-nesta-quinta-feira-23</link>
				<pubDate>Thu, 23 Apr 2020 11:24:35 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[O professor do Departamento de Fitotecnia do Centro de Ciências Rurais (CCR) Nereu Augusto Streck participa de uma live nesta quinta-feira (23), às 17h, com o vice-presidente do Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor), Walter Winge, sobre o tema &#8220;Como o setor empreendedor da floricultura brasileira está agindo na pandemia&#8221;. A live será no Instagram da [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p id="m_-1631709206813706973yMail_cursorElementTracker_1587598971966">O professor do Departamento de Fitotecnia do Centro de Ciências Rurais (CCR) Nereu Augusto Streck participa de uma <em>live</em> nesta quinta-feira (23), às 17h, com o vice-presidente do Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor), Walter Winge, sobre o tema "Como o setor empreendedor da floricultura brasileira está agindo na pandemia". A <em>live</em> será no Instagram da Equipe PhenoGlad (<a href="https://www.instagram.com/phenoglad/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@phenoglad</a>).</p>
<p id="m_-1631709206813706973yMail_cursorElementTracker_1587599237720">Já o professor Alencar Junior Zanon, também d<span style="font-size: inherit">o Departamento de Fitotecnia e coordenador da Equipe FieldCrops, será o convidado de uma <em>live</em> às 20h, no Instagram <a href="https://www.instagram.com/pedramoura07/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@pedramoura07</a>. Ele vai falar sobre</span><span style="font-size: inherit"> as atividades de pesquisa que a Equipe FieldCrops da UFSM faz em áreas de terras baixas no Brasil, Uruguai e Argentina, além da experiência com esse sistema de produção nos Estados Unidos e China.</span></p>
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				<title>Eventos discutem a sustentabilidade de lavouras de soja e arroz nesta terça (17) no CCR</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/09/16/eventos-discutem-a-sustentabilidade-de-lavouras-de-soja-e-arroz-nesta-terca-17-no-ccr</link>
				<pubDate>Mon, 16 Sep 2019 11:28:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
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						<description><![CDATA[Nesta terça-feira (17), no Auditório Flávio Miguel Schneider, do CCR, ao lado do prédio 42 do campus sede da UFSM, ocorrem a 1º Noite FieldCrops e a 3ª Noite SimulArroz Região Central, com foco na sustentabilidade de lavouras de soja e arroz. A partir das 18h, acontecem as palestras &#8220;Equipe FieldCrops: um novo conceito de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/09/Convite_Noite_Field_Crops.jpeg"><img class="alignright wp-image-49619" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/09/Convite_Noite_Field_Crops.jpeg" alt="Arte em formato quadrado com as informações sobre o evento sobre uma foto de lavoura" width="434" height="359" /></a>Nesta terça-feira (17), no Auditório Flávio Miguel Schneider, do CCR, ao lado do prédio 42 do campus sede da UFSM, ocorrem a 1º Noite FieldCrops e a 3ª Noite SimulArroz Região Central, com foco n<span style="font-size: inherit">a sustentabilidade de lavouras de soja e arroz.</span></p>
<p>A partir das 18h, acontecem as palestras "Equipe FieldCrops: um novo conceito de agricultura baseada em processos", "Conheça o ProvArroz - Programa de Valorização do Arroz", "Desenvolvendo a rentabilidade na cultura da soja", "Geração de riqueza pelo complexo soja" e "Soja HB4 tolerante a estresses abióticos", seguidas de encerramento e confraternização.</p>
<p>O evento é aberto a todos os interessados. As inscrições podem ser feitas no local.</p>
<p> </p>
<p> </p>
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				<title>Workshop sobre produção de soja será no sábado (17) no Colégio Politécnico</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/08/12/workshop-sobre-producao-de-soja-sera-no-sabado-17-no-colegio-politecnico</link>
				<pubDate>Mon, 12 Aug 2019 12:39:51 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[No próximo sábado (17) será realizado na UFSM campus Santa Maria o 1º Workshop Soybean high yield farms, que tem como foco o relato de casos de sucesso de lavouras de soja no Brasil e nos Estados Unidos. O evento será realizado no auditório do Colégio Politécnico, das 8h às 12h. Os palestrantes (ver no [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/08/Convite_Soybean_Workshop.jpeg"><img class="alignright  wp-image-49035" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/08/Convite_Soybean_Workshop.jpeg" alt="" width="415" height="343" /></a>No próximo sábado (17) será realizado na UFSM campus Santa Maria o 1º <em>Workshop Soybean high yield farms</em>, que tem como foco o relato de casos de sucesso de lavouras de soja no Brasil e nos Estados Unidos. O evento será realizado no auditório do Colégio Politécnico, das 8h às 12h.</p>
<p>Os palestrantes (ver no cartaz) irão abordar os fatores e práticas de manejo que permitem a produtores de soja alcançar a sustentabilidade e diminuir riscos das lavouras de soja ao redor do mundo.</p>
<p>O evento é gratuito e aberto ao público em geral, sem necessidade de inscrição.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
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				<title>Colégio Politécnico oferece curso de poda da nogueira-pecã no dia 20 de julho</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/07/12/colegio-politecnico-oferece-curso-de-poda-da-nogueira-peca-no-dia-20-de-julho</link>
				<pubDate>Fri, 12 Jul 2019 20:29:25 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[O Colégio Politécnico da UFSM oferece o 5º Curso sobre Poda da Nogueira-Pecã. O evento ocorre no dia 20 de julho, das 8h às 17h30min, no Setor de Fruticultura do colégio. Os temas abordados serão: importância da poda, conceitos, objetivos da poda, podas de 1 a 10 anos, princípios fisiológicos da poda, morfologia da nogueira-pecã, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O Colégio Politécnico da UFSM oferece o 5º Curso sobre Poda da Nogueira-Pecã. O evento ocorre no dia 20 de julho, das 8h às 17h30min, no Setor de Fruticultura do colégio. Os temas abordados serão: importância da poda, conceitos, objetivos da poda, podas de 1 a 10 anos, princípios fisiológicos da poda, morfologia da nogueira-pecã, sistema de condução, poda de inverno e poda verde, épocas, poda de ramos de maior diâmetro, desinfecção e equipamentos para poda, tratamento pós-corte, tratamento de inverno e poda mecanizada.

Há 20 vagas disponíveis. Os interessados em participar do curso devem inscrever-se pelo telefone (55) 3220-9419 (ramal 202) ou pelo Whatsapp (55) 99906-0122. Ao custo de R$ 100,00, a taxa de inscrição deve ser paga via depósito bancário no Banco do Brasil – agência 1484-2, conta corrente 34619-5 e CNPJ 8925242431/0001-59.]]></content:encoded>
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				<title>Colégio Politécnico promove o 2º Encontro Internacional de Produtores de Noz Pecan</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/06/14/colegio-politecnico-promove-o-2o-encontro-internacional-de-produtores-de-noz-pecan</link>
				<pubDate>Fri, 14 Jun 2019 23:17:35 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Nos dias 28 e 29 de junho, o Colégio Politécnico da UFSM promove o 2º Encontro Internacional de Produtores de Noz Pecan (Nogueira-Pecã). O evento contará com a presença de um palestrante convidado do Chile, o especialista em frutos secos Mario Machuca, que atua como consultor de noz pecan nos Estados Unidos e em diversos [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Nos dias 28 e 29 de junho, o Colégio Politécnico da UFSM promove o 2º Encontro Internacional de Produtores de Noz Pecan (Nogueira-Pecã). O evento contará com a presença de um palestrante convidado do Chile, o especialista em frutos secos Mario Machuca, que atua como consultor de noz pecan nos Estados Unidos e em diversos países da América do Sul. No primeiro dia do evento, as atividades vão ocorrer das 8h30min às 17h30min no Auditório Flávio Miguel Schneider, anexo ao prédio 42 do campus sede. O dia seguinte será destinado a atividades práticas, que ocorrem das 9h às 12h, no Setor de Fruticultura do Politécnico, e das 14h às 16h, no anfiteatro do colégio.

Dentre os principais assuntos a serem debatidos no dia 28, destacam-se os seguintes: como o Chile passou de 2 para 10 toneladas por hectare em nozes walnut (<i>Juglans </i><i>r</i><i>egia</i>); uso de reguladores de crescimento e produtos para quebrar a dormência em Pecan; como reduzir a alternância de produção; parâmetros das nozes para exportar para Estados Unidos e China; nutrientes exigidos em cada fase da nogueira; horas de frio dos últimos anos nas principais regiões produtoras de noz pecan no Sul do Brasil; como armazenar nozes com casca por 12 meses a temperatura ambiente; resposta da nogueira a reguladores testados na UFSM;

No dia 29, haverá práticas de campo sobre poda da nogueira pecan, demonstração sobre a aplicação de reguladores, demonstrações de máquinas e equipamentos por empresas convidadas e 2 horas reservadas para perguntas ao especialista chileno no auditório do Colégio Politécnico.

São ofertadas 150 vagas para o primeiro dia do seminário e cem vagas para o segundo. A taxa de inscrição para cada dia do evento é de R$ 100,00, totalizando R$ 200,00 para quem quiser participar de ambos.

As inscrições devem ser feitas pelo e-mail cursosdefruticultura@gmail.com ou pelo telefone (55) 3220-9419 (ramal 202). Para pagar a taxa, os participantes devem fazer depósito no Banco do Brasil (agência 1484-2 e conta corrente 34619-5) e depois enviar o comprovante para o e-mail mencionado acima.]]></content:encoded>
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						<item>
				<title>Politécnico realiza dia de campo para capacitar produtores de morango</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/05/29/colegio-politecnico-realiza-dia-de-campo-para-capacitacao-de-produtores-de-morango</link>
				<pubDate>Thu, 30 May 2019 00:40:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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		<category><![CDATA[dia de campo]]></category>
		<category><![CDATA[Fruticultura]]></category>
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						<description><![CDATA[O Núcleo de Fruticultura do Colégio Politécnico realizou o 21° Dia de Campo de Fruticultura e o 15º Treinamento de Produção de Morango nesta quarta-feira (29). A capacitação teve parceria da Emater/RS, apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e participação de empresas do ramo. A atividade contou com dois momentos: teoria pela [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Núcleo de Fruticultura do Colégio Politécnico realizou o 21° Dia de Campo de Fruticultura e o 15º Treinamento de Produção de Morango nesta quarta-feira (29). A capacitação teve parceria da Emater/RS, apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e participação de empresas do ramo. A atividade contou com dois momentos: teoria pela manhã e prática à tarde.</p>
[caption id="attachment_47915" align="alignright" width="400"]<a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/05/IMG_0156.jpg"><img class="wp-image-47915" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/05/IMG_0156.jpg" alt="Na imagem, em primeiro plano, três morangos vermelhos e outros ainda verdes, todos ainda no pé, em estufa" width="400" height="267" /></a> Cultivo de morango foi o tema de dia de campo [/caption]
<p>Cerca de 150 participantes vindos de 30 municípios gaúchos foram recebidos no Auditório Flávio Miguel Schneider, no Centro de Ciências Rurais da UFSM. A palestra da manhã tratou dos efeitos da nutrição na produção de morangos; variedades e qualidade das mudas; manejo de pragas e doenças. O circuito de atividades práticas, no turno tarde, ocorreu no Núcleo de Fruticultura Irrigada do Politécnico.</p>
[caption id="attachment_47917" align="alignright" width="400"]<a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/05/diadecampo_morango-politecnico-2.jpg"><img class="wp-image-47917" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/05/diadecampo_morango-politecnico-2.jpg" alt="Na foto, grupo de pessoas, de costas, embaixo de estufa, prestam atenção a explicação de palestrante" width="400" height="267" /></a> Pela tarde, atividades ocorreram em estufa[/caption]
<p>O professor Diniz Fronza, um organizadores do dia de campo, explica que o objetivo é capacitar produtores para diminuir os custos, elevar a produtividade e a rentabilidade no cultivo do morango. Fronza acredita que um dos desafios é a formação do agricultor, porque a cultura exige conhecimento técnico e domínio de práticas específicas. “Aplicar técnicas de manejo adequadas à cultura possibilita a produção de frutos de qualidade, seguros não só para o consumidor, mas também para o meio ambiente e para quem produz”, explica o professor.</p>
<p>O agricultor João Carlos Staub veio de Santa Cruz do Sul para participar do dia de campo, pois pretende produzir morango. “A capacitação não poderia ter acontecido em melhor momento. Aprendi muito. Estou mais confiante para dar o pontapé inicial no cultivo”, comenta.</p>
[caption id="attachment_47916" align="alignright" width="400"]<a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/05/diadecampo-morango-politecnico.jpg"><img class="wp-image-47916" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/05/diadecampo-morango-politecnico.jpg" alt="Na foto, agricultura faz anotações em caderninho" width="400" height="267" /></a> Agricultor veio de Santa Cruz para aprender sobre cultivo de morango[/caption]
<p>Nadir Soares Pozzebon cultiva morango em Vale Vêneto, distrito de São João do Polêsine, e desde o ano passado vende na Polifeira da UFSM. Ela começou a plantar por necessidade e hoje a venda da fruta é responsável por boa parte da renda familiar. O cultivo ocorre ao longo do ano, em cinco estufas, que produzem, em média, 50 quilos de morango cada. Sobre o dia de campo, Nadir diz que “sempre temos alguma coisa para aprender, melhorar o cultivo e entregar um produto melhor para o cliente”.</p>
<p>O diretor do Colégio Politécnico, professor Valmir Aita, explica que procura realizar esse tipo de atividade para que os alunos estejam em contato com o produtor e possam perceber os desafios que eles enfrentam no cotidiano. Segundo o diretor, a aliança entre teoria e prática é muito válida e proveitosa para ambas as partes porque há troca de saberes e experiências.</p>
<p><i>Texto e fotos: Bruna Eduarda Meinen Feil, acadêmica de Jornalismo </i><i>e</i><i> bolsista da Agência de Notícias</i></p>
<p><em>Edição: Maurício Dias</em></p>
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