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				<title>Espaço Multidisciplinar da UFSM em Silveira Martins é laboratório único no Brasil em paisagismo regenerativo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/28/espaco-multidisciplinar-da-ufsm-em-silveira-martins-e-laboratorio-unico-no-brasil-em-paisagismo-regenerativo</link>
				<pubDate>Thu, 28 May 2026 13:23:58 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Equipe PhenoGlad aplica os conceitos do paisagismo regenerativo no local]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73026" align="alignright" width="622"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG_20260522_103530323-e1779974334162.jpg"><img class=" wp-image-73026" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG_20260522_103530323-e1779974334162.jpg" alt="" width="622" height="310" /></a> Canteiros regenerativos ocupam o gramado do Espaço[/caption]
<p id="m_6519379243996327029ymail_android_signature">A tendência mais atual no paisagismo mundial está com as plantas preparadas para passar os meses frios de inverno no Espaço Multidisciplinar de Pesquisa e Extensão da UFSM em Silveira Martins. Desde dezembro de 2024, a Equipe PhenoGlad da UFSM, por meio do projeto Flores para Todos, está levando os conceitos do paisagismo regenerativo para embelezar o Espaço Multidisciplinar da UFSM em Silveira Martins, com canteiros regenerativos em vários pontos do gramado.</p>
<p id="m_6519379243996327029ymail_android_signature">Segundo o professor Nereu Augusto Streck, que coordena o projeto de embelezamento e reestruturação do paisagismo do Espaço Multidisciplinar, as plantas sobreviveram às fortes ondas de calor durante os dois últimos verões, sem irrigação. E entre os dois verões, o inverno passado foi muito frio, com geadas fortes, e mesmo assim as plantas estão muito bem neste segundo outono desde a implantação.</p>
<p>“Em cada canteiro regenerativo o resultado é notável, com uma vegetação nativa exuberante e com atrativo estético, levando leveza, curiosidade e naturalidade ao ambiente para quem circula pelo local. Agora, com a chegada de um inverno que promete temperaturas abaixo do normal novamente devido à La Niña, a vegetação nativa de cada canteiro vai mostrar com força as estratégias que cada espécie tem para sobreviver às baixas temperaturas, o que será um atrativo a mais”, comenta o professor.</p>
<p id="m_6519379243996327029ymail_android_signature">No paisagismo regenerativo, a diversidade botânica, o equilíbrio biológico, o estímulo da microbiologia e fauna do solo e os serviços ecossistêmicos são estimulados ao máximo, com um mínimo de manejo e mão de obra. “Por isso, o Espaço é um laboratório único no Brasil sobre o paisagismo regenerativo”, conclui Nereu.</p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>UFSM é homenageada pela Emater por trabalho com produtores de erva-mate</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/27/ufsm-e-homenageada-pela-emater-por-trabalho-com-produtores-de-erva-mate</link>
				<pubDate>Wed, 27 May 2026 13:39:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
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						<description><![CDATA[Apoio da Universidade foi decisivo para a obtenção da Indicação Geográfica para a região de Machadinho]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73006" align="alignright" width="667"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG_3909-1.jpg"><img class=" wp-image-73006" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG_3909-1.jpg" alt="" width="667" height="444" /></a> Dilson Bisognin (C) recebeu troféu de representantes da Emater[/caption]
<p dir="ltr"><span style="font-size: large">A UFSM foi homenageada pela participação no projeto que resultou na concessão de Indicação Geográfica (IG) da erva-mate produzida na região nordeste gaúcha. Na tarde desta terça-feira (26), o professor </span>do Departamento de Fitotecnia do Centro de Ciências Rurais (CCR) Dilson Antônio Bisognin recebeu da Emater uma condecoração por sua contribuição para a <a href="https://www.ufsm.br/2025/03/14/pesquisador-da-ufsm-colabora-na-conquista-da-indicacao-geografica-da-erva-mate-da-regiao-de-machadinho" target="_blank" rel="noopener">IG obtida para a região de Machadinho</a> no ano passado. A homenagem ocorreu durante curso <span style="font-size: large">de capacitação para agroindústrias realizado pela Emater nas dependências do Núcleo de Estudos em Agricultura Familiar (Nesaf), no Campus Sede.</span></p>
<p dir="ltr"><span style="font-size: large;color: initial">O supervisor e assistente técnico regional da Emater </span><span style="font-size: revert;color: initial">Gilmar Deponti enfatizou que o troféu entregue é um reconhecimento ao trabalho realizado por professores da UFSM. "</span><span style="font-size: large;color: initial">Toda a Universidade está envolvida neste processo e contribuiu muito para que a Associação de Produtores de Erva-Mate de Machadinho conseguisse a certificação de IG da cultura", destacou. Além de Dilson, que auxiliou</span><span style="font-size: revert;color: initial"> na implantação de sistemas agroflorestais e, mais recentemente, na seleção de cultivares e melhoramento genético, e</span><span style="font-size: large;color: initial">le agradeceu ao professor Dalvan Reinert, por sua contribuição na área de solos. </span></p>
[caption id="attachment_73007" align="alignleft" width="503"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG_3946.jpg"><img class="wp-image-73007" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG_3946.jpg" alt="" width="503" height="335" /></a> Homenagem pela Indicação Geográfica concedida pelo INPI[/caption]
<p dir="ltr"><span style="font-size: large">Dilson afirmou que a UFSM, ao auxiliar no processo de obtenção de IG da erva-mate, mostrou mais uma vez que pode contribuir para o desenvolvimento local e regional. "A Universidade entrou com a questão mais técnica, científica, </span>baseada em dados de pesquisas, <span style="font-size: large">que é o que nós sabemos fazer. É a contribuição que podemos dar, como cientistas", ressaltou. </span></p>
<h3 dir="ltr"><span style="font-size: large">Apoio da UFSM deve resultar em IG para mais uma região   </span></h3>
<p dir="ltr"><span style="font-size: revert;color: initial">A Indicação Geográfica (IG) é um direito de propriedade intelectual concedido pelo Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) que "identifica a origem de um produto ou serviço que tem certas qualidades graças a sua origem geográfica ou que tem origem em um local conhecido por aquele produto ou serviço".</span></p>
<p dir="ltr"><span style="font-size: large">Após auxiliar a região de Machadinho com</span> suporte científico, <span style="font-size: large">Dilson já escreveu um relatório que embasou o pedido de IG para a região de Ilópolis, ainda em andamento. A </span>expectativa é de que seja concedida a propriedade intelectual também para o Alto Taquari, a mais importante reg<span style="font-size: large">ião produtora de erva-mate do estado. </span></p>
<div dir="ltr">
<p><span style="font-size: large">Além disso, o Núcleo de Melhoramento e Propagação Vegetativa de Plantas do Departamento de Fitotecnia, do qual ele é o coordenador, segue atuando fortemente em pesquisas com erva-mate. "Temos pesquisas de campo há mais de 10 anos com novos clones de erva-mate no Alto Taquari e atualmente estamos conduzindo os ensaios para registro e proteção de novas cultivares. Serão as primeiras cultivares clonais de erva-mate oriundas do Programa de Melhoramento Genético", relata Dilson.   </span></p>
<p><em>Texto: Ricardo Bonfanti, jornalista</em><br /><em>Fotos: Mathias Ilnicki, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em></p>
</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Paisagismo levado por projeto da UFSM a Silveira Martins completa um ano e novo ciclo começa com novidades </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/21/paisagismo-levado-por-projeto-da-ufsm-a-silveira-martins-completa-um-ano-e-novo-ciclo-comeca-com-novidades</link>
				<pubDate>Thu, 21 May 2026 11:05:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Silveira Martins]]></category>

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						<description><![CDATA[Cultivo de espécies de inverno e canteiros remodelados estão entre as novas ações]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72887" align="alignright" width="710"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG_20260520_142334027_HDR-e1779360698470.jpg"><img class=" wp-image-72887" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG_20260520_142334027_HDR-e1779360698470.jpg" alt="" width="710" height="354" /></a> Alunas da UFSM auxiliaram no plantio, realizado na quarta-feira (20)[/caption]
<p>Em maio de 2025 os primeiros canteiros da praça central de Silveira Martins recebiam as primeiras flores, com técnicas internacionais de paisagismo, por meio do projeto Flores para Todos, liderado pela Equipe PhenoGlad da UFSM. Ao longo do primeiro ano - atravessando um inverno rigoroso, com temperaturas abaixo da média, e ondas de calor extremas e pouca chuva durante o verão -, a quantidade de canteiros na praça aumentou e o colorido das flores se estendeu pelas principais ruas da cidade.</p>
<p>Nesta quarta-feira (20), um novo ciclo teve início, com o plantio de espécies de inverno, canteiros remodelados e um canteiro "instagramável", com a torre da igreja matriz ao fundo.</p>
<p>"Plantamos as espécies de flores de inverno no lugar das de verão, que é um manejo agronômico necessário aqui na Região Sul do Brasil", explica o professor da UFSM Nereu Augusto Streck, coordenador nacional do Flores para Todos e responsável pela criação e planejamento técnico e artístico do paisagismo de Silveira Martins.</p>
<p>Segundo ele, duas novidades foram introduzidas neste segundo ano: o estilo dos canteiros foi alterado para o vitoriano clássico, charmosos canteiros consagrados no século 19 na Europa e muito atrativos ao público pelo colorido e alta densidade de plantas. Também foi feito um canteiro "instagramável", solicitado pela Prefeitura, na rua ao lado da casa paroquial, e que tem a torre da igreja matriz ao fundo, para que os turistas possam registrar sua passagem pelo ponto arquitetônico mais icônico da cidade.</p>
<p>Quanto às cores nos canteiros, apostou-se novamente na cor azul da flor lobélia e no branco, que simboliza o fenômeno típico da geada no inverno, com a álisso (também chamada de flor de mel, pelo aroma de mel que exala). A paleta de cores ficou mais complexa, com a inclusão do amor-perfeito, para dar mais alegria aos dias frios do inverno que se aproxima. "Com estas modificações técnicas e artísticas, damos mais um passo na restauração e modernização do paisagismo de Silveira Martins neste segundo ano", ressalta Nereu.</p>
<p>Ao todo, foram plantadas 1.725 mudas de flores, adquiridas pela Prefeitura de produtores gaúchos, ajudando famílias rurais que produzem e vivem da renda das flores, fortalecendo a cadeia.</p>
<p>Participaram do plantio das flores os funcionários de campo e secretários da Prefeitura de Silveira, uma aluna do curso de Agronegócio e uma aluna de Agronomia integrantes da Equipe PhenoGlad da UFSM. Todo o trabalho foi supervisionado pelo professor Nereu.</p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto Flores para Todos já está em andamento em 50 municípios de 13 estados neste ano</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/28/projeto-flores-para-todos-ja-esta-em-andamento-em-50-municipios-de-13-estados-neste-ano</link>
				<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 11:38:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Equipe Phenoglad]]></category>
		<category><![CDATA[Flores para todos]]></category>
		<category><![CDATA[floricultura]]></category>

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						<description><![CDATA[Iniciativa teve início em 2018 e é liderada pela Equipe PhenoGlad da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Maior projeto de transferência de conhecimento científico aplicado para aumentar a sustentabilidade e o lucro do produtor de flores da história do Brasil, o Flores para Todos está com sua 17ª fase em andamento de Norte a Sul do Brasil. O projeto visa formar agricultores no cultivo profissional de flores com técnicas internacionais de produção sustentável, com o mínimo impacto ambiental e com o máximo de lucro para suas famílias.</p>
<p>As espécies de flores que estão sendo cultivadas neste semestre são statice, girassol de corte e dália de corte. <span style="color: initial">Desde o início do ano até agora, o cultivo da statice já teve o acréscimo de </span>13 produtores e de duas universidades em 13 municípios no Rio Grande do Sul e no Mato Grosso; o g<span style="color: initial">irassol de corte teve sete novos produtores, além de uma escola do campo e uma universidade, e participou de duas feiras nacionais do agronegócio em 11 municípios gaúchos; já a d</span><span style="color: initial">ália de corte ganhou espaço em três novos produtores e 23 instituições de ensino, pesquisa e extensão em 26 locais de 13 estados brasileiros.</span></p>
<p>Liderado pela Equipe PhenoGlad da UFSM e coordenado por Equipes PhenoGlad em diferentes regiões do Brasil, este é o nono ano do projeto, que iniciou em 2018. Segundo o professor Nereu Augusto Streck, coordenador nacional do Flores para Todos, a floricultura brasileira cresceu no Brasil nos últimos 10 anos com uma contribuição significativa dos produtores formados pelo projeto.</p>
<p>"Nestes nove anos ajudamos o agro das flores com a criação de empresas familiares dentro das propriedades, em especial nas pequenas propriedades, que passaram a gerar renda, trabalho, emprego e pagam impostos a partir do comércio das flores", explica. "Estamos muito orgulhosos dos nossos produtores, pois eles conquistaram independência financeira com as flores, especialmente as mulheres, que vêm se destacando no protagonismo da produção de flores", acrescenta o professor. </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Valorização da tradição: Laboratório de Lã da UFSM recebe curso de confecção em lã crua</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/16/valorizacao-da-tradicao-laboratorio-de-la-da-ufsm-recebe-curso-de-confeccao-em-la-crua</link>
				<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 18:00:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[lablã]]></category>
		<category><![CDATA[ovinocultura]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

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						<description><![CDATA[Iniciativa conecta a preservação de técnicas artesanais, sustentabilidade e geração de renda a partir da lã]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72505" align="alignright" width="610"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3724.jpg"><img class=" wp-image-72505" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3724.jpg" alt="" width="610" height="407" /></a> Participantes de diferentes gerações compartilham experiências na confecção com lã crua[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">“É uma arte que está morrendo, e se a gente não der continuidade por meio de iniciativas como essa, isso pode acabar”, aponta a participante da atividade, Maristela Muniz. A declaração reflete a preocupação com a preservação de técnicas artesanais ligadas ao uso da lã, tema central do Curso de Confecção em Lã Crua</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Promovida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), a capacitação, iniciada na última segunda-feira (13) no Laboratório de Lã da UFSM, destaca a qualidade da fibra, suas propriedades e seu potencial sustentável, além de incentivar a agregação de valor ao produto final.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Diante da redução no valor da lã no mercado, que levou muitos produtores a acumularem o produto sem outras alternativas, surgem iniciativas como essa, voltadas ao fortalecimento da cadeia produtiva. “Houve um período em que a lã bruta foi desvalorizada. O objetivo, então, é processá-la e transformá-la em produto para gerar mais retorno econômico e beneficiar quem depende dela”, destaca a zootecnista e coordenadora do Laboratório de Lã, Simone de David Antônio, ao resumir a importância da iniciativa.</span></p>
[caption id="attachment_72506" align="alignleft" width="319"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3708-scaled.jpg"><img class=" wp-image-72506" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3708-scaled.jpg" alt="" width="319" height="478" /></a> O curso acontece no Laboratório de Lã[/caption]
<h3><span style="font-weight: 400">Laboratório de Lã: tradição e pesquisa há 45 anos</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">O Laboratório de Lã, vinculado ao Departamento de Zootecnia da Universidade, atua há cerca de 45 anos com atividades relacionadas à fibra animal. Inicialmente voltado à análise da lã, o espaço ampliou sua atuação ao longo do tempo e passou a desenvolver também ações de ensino e extensão sobre o processamento do material, a partir da atuação do professor Cleber Cassol Pires.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O curso, que ensina a parte da confecção, chegou à Universidade em 2003, com o objetivo de promover a transformação da lã em itens artesanais, como tapeçarias, cobertores e peças de vestuário térmico. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A professora Marcia Duran, natural de Pelotas e formada em Artes Visuais – Licenciatura pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), destaca o caráter geracional dessa prática. “Eu fui instruída pela minha irmã e, quando estava me formando, acompanhava o trabalho dela, que era lindo. Depois, ela me trouxe para dar aulas também”, relata.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao longo da semana, Marcia apresentou a diversidade da tecelagem artesanal aos participantes, como técnicas de grampada, teares de prego, tear de pente liço e a feltragem para fazer tecidos autênticos. “A empregabilidade da lã é diversa, desde a forma mais tradicional, que são os xergões, até uma bolsa de grife que hoje está nas passarelas”, destaca a professora. </span></p>
[caption id="attachment_72507" align="alignright" width="557"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3664-1.jpg"><img class=" wp-image-72507" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3664-1.jpg" alt="" width="557" height="372" /></a> A lã também está presente na moda[/caption]
<h3><span style="font-weight: 400">A lã como recurso natural</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">A matéria-prima do curso é um recurso natural, biodegradável e reciclável, obtido a partir da tosquia de ovinos, geralmente realizada uma vez ao ano. Além do uso têxtil e no artesanato, a lã também pode ser aplicada na construção civil, como isolante térmico e acústico, e na agricultura, como fertilizante, o que amplia suas possibilidades de uso em diferentes áreas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A lã possui propriedades térmicas que vão além da associação comum com o frio, contribuindo também para o conforto em diferentes temperaturas. “A lã não é quente, ela é térmica. Os beduínos no Saara usam ela para se protegerem do calor. Existe um conceito errado de que ela serve só para o frio, mas é possível usar uma peça de lã no verão por causa dessa adaptabilidade”, explica a aluna Maristela Muniz.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a realização do curso, a lã é extraída na própria UFSM, o que aproxima os participantes das etapas iniciais do processo e reforça o entendimento sobre a origem da matéria-prima. Ao longo das atividades, o contato direto com o material também contribui para uma nova percepção sobre o trabalho artesanal. </span></p>
[caption id="attachment_72508" align="alignleft" width="357"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3741-scaled-e1776336391997.jpg"><img class="wp-image-72508 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3741-scaled-e1776336391997.jpg" alt="" width="357" height="372" /></a> A lã é extraída no setor de ovinocultura da UFSM[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">“Hoje, se sair para a campanha do estado, não se encontra mais ninguém fazendo isso. Eles lavavam na sanga a lã, cardavam, depois teciam as cobertas e os xergões pro cavalo. Isso morreu. O que a gente tem agora são núcleos assim, tentando salvar um pouco da história”, relata Maristela.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Assim, a lã se apresenta como uma matéria-prima versátil, que alia propriedades térmicas, sustentabilidade e potencial de uso em diferentes áreas, mantendo sua relevância tanto na tradição quanto na atualidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O curso é gratuito e costuma ser oferecido entre quatro e seis vezes ao ano, com cobrança apenas dos materiais para os participantes que optarem por ficar com o produto final. Nesta primeira edição de 2026, as atividades têm carga horária de 40 horas e ocorrem entre os dias 13 e 17 de abril, no Laboratório de Lã, localizado no prédio 78, sala 21. Cada turma conta com, no mínimo, 10 alunos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mais informações estão disponíveis na página oficial do laboratório no Instagram: </span><a href="https://www.instagram.com/lablaufsm?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">@lablaufsm</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: </span><span style="font-weight: 400">Giovanna Felkl, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span></em><br /><em><span style="font-weight: 400">Fotos: Adrieny Rosa, estudante de Produção Editorial e bolsista da Agência de Notícias</span></em><br /><em><span style="font-weight: 400">Edição: Lucas Casali e Ricardo Bonfanti, jornalistas</span></em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Editais disponibilizam bolsas para ações de extensão do CCR</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/14/edital-disponibiliza-bolsas-para-acoes-de-extensao-do-ccr</link>
				<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 21:21:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Alunos]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidade]]></category>

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						<description><![CDATA[Há ao todo oito vagas abertas, para diferentes projetos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O Gabinete de Projetos do Centro de Ciências Rurais (CCR) divulga editais de seleção de bolsistas, para projetos financiados pelo Fundo de Incentivo à Extensão (Fiex). Há vagas para diferentes áreas, as quais podem ser consultadas abaixo:
<ul>
 	<li><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/JUAREZ-FELISBERTO.pdf" target="_blank" rel="noopener">Edital</a> do programa <b>“Hortas comunitárias em Santa Maria – segurança alimentar e economia solidária”</b></li>
</ul>
Disponibiliza duas vagas para extensão em agricultura urbana e periurbana.
<ul>
 	<li><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Professor-JULIANO-MARTINS.pdf" target="_blank" rel="noopener">Edital</a> do projeto <b>“</b><b>Irriga-Ação: vitrines tecnológicas regionais de irrigação”</b></li>
</ul>
Disponibiliza três vagas para a área de meio ambiente.
<ul>
 	<li><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Professora-JULIANA-MACHADO.pdf" target="_blank" rel="noopener">Edital</a> do projeto <b>“Plantas forrageiras: um olhar prático”</b></li>
</ul>
Disponibiliza uma vaga na área de forragicultura e pastagens.
<ul>
 	<li><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Professora-PAMELA-OTTO.pdf" target="_blank" rel="noopener">Edital</a> do projeto <b>“</b><b>Manejo e uso </b><b>seguro </b><b>de motorroçadoras </b><b>na região central do estado do Rio Grande do Sul</b><b>”</b></li>
</ul>
Disponibiliza duas vagas: uma para as áreas de desenho industrial e engenharia mecânica, outra para as de engenharia florestal e agronomia.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Parceria entre UFSM e empresa teve destaque durante Encontro de Viveiros em Estância Velha</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/14/parceria-entre-ufsm-e-empresa-teve-destaque-durante-encontro-de-viveiros-em-estancia-velha</link>
				<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 10:55:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[acácia-negra]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[fitotecnia]]></category>
		<category><![CDATA[Laboratório de Melhoramento e Propagação Vegetativa de Plantas]]></category>
		<category><![CDATA[mpvp]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72466</guid>
						<description><![CDATA[Professor apresentou resultados do melhoramento genético da acácia-negra]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72467" align="alignright" width="466"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Apresentacao-seminario-e1776163665369.jpeg"><img class="wp-image-72467 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Apresentacao-seminario-e1776163665369.jpeg" alt="" width="466" height="374" /></a> Dilson Bisognin ministrou palestra[/caption]
<p>Mais uma atividade referente à <a href="https://www.ufsm.br/2026/02/04/ufsm-tem-papel-central-no-avanco-da-acacia-negra-no-rio-grande-do-sul" target="_blank" rel="noopener">parceria em melhoramento genético</a> entre o Núcleo de Melhoramento e Propagação Vegetativa de Plantas (MPVP), do Departamento de Fitotecnia da UFSM, e a empresa Seta S/A Extrativa Tanino de Acácia foi realizada na semana passada. O professor Dilson Bisognin, coordenador do acordo de parceria, ministrou na sexta-feira (10) a palestra "Melhoramento genético de acácia-negra: parceria UFSM e Seta" durante o 11º Encontro de Viveiros, promovido pela empresa em Estância Velha.</p>
<p>Segundo ele, esse é um dos eventos mais importantes para a cadeia produtiva da acácia-negra, por divulgar os principais avanços com pesquisa e qualificar os viveiristas para a melhoria da qualidade das mudas produzidas.</p>
<p>Os produtores passarão a receber mudas potencializadas, com potencial de produtividade 80% maior, produzidas a partir de sementes oriundas do programa desenvolvido com a UFSM.</p>
<p><em>Foto: Divulgação </em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Ações de enriquecimento ambiental mobilizam estudantes de Zootecnia em visita a zoológico de Cachoeira do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/13/acoes-de-enriquecimento-ambiental-mobilizam-estudantes-de-zootecnia-em-visita-a-zoologico-de-cachoeira-do-sul</link>
				<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 13:18:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[animais silvestres]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[enriquecimento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72449</guid>
						<description><![CDATA[Estudantes desenvolveram meios de enriquecimento ambiental para os animais, um modo de reduzir estresse e melhorar a qualidade de vida]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:freeform -->[caption id="attachment_72451" align="alignright" width="601"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9528-1024x713.jpg" alt="" width="601" height="418" /> Turma de Zootecnia faz um tour guiado pelo zoológico[/caption]
<p data-start="636" data-end="1041">No centro da cidade de Cachoeira do Sul, há um refúgio fora da vida urbana. O Jardim Botânico e Zoológico Municipal é um espaço para respirar fundo e observar a vida que exala por ali. Foi nesse cenário que, na última quinta-feira (09), estudantes do curso de Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) desenvolveram ações de enriquecimento ambiental voltadas à melhoria do bem-estar dos animais.</p>
<p data-start="1043" data-end="1298">Cerca de 20 alunos participaram de um minicurso ministrado pela zootecnista egressa da UFSM Silvia Mendes. Ao longo do dia, os estudantes observaram os animais, identificaram possibilidades de melhoria nos viveiros e desenvolveram estratégias de enriquecimento ambiental. “O enriquecimento ambiental é proporcionar ao animal a opção de escolha. Quando ele está na natureza, tem um repertório comportamental amplo: pode caçar, ficar em ócio, dormir, percorrer grandes distâncias. Em cativeiro, essas opções são reduzidas, o que pode gerar estresse, estereotipias, que são comportamentos repetitivos, ou mutilações”, explicou Silvia.</p>
<p data-start="1570" data-end="1878">Segundo a zootecnista, existem cinco tipos de enriquecimento ambiental: alimentar, físico, sensorial, cognitivo e social. As atividades desenvolvidas pelos alunos envolveram principalmente o uso de materiais naturais, como cipós, taquaras e galhos, transformados em estruturas e “brinquedos” para os animais, de materiais naturais e duráveis, que podem ser mordidos e roídos.</p>
<p data-start="1880" data-end="2140">Durante a manhã, os estudantes participaram de um tour guiado pelo zoológico para observar os recintos e levantar demandas. À tarde, colocaram em prática as soluções propostas, instalando os itens produzidos nos viveiros e acompanhando a interação dos animais.</p>
<p data-start="2364" data-end="2614">A iniciativa também evidenciou uma lacuna na formação acadêmica. A estudante Kethen Machado destacou o aprendizado proporcionado pela atividade, já que não é uma disciplina disponível no curso de Zootecnia. “Estamos gostando muito dessa parte de fazer brinquedos para os animais”, afirmou. Silvia reitera a importância dessa experiência. “Há uma falta de disciplinas obrigatórias voltadas aos animais silvestres. Os alunos se interessam muito pelo tema, mas nem sempre se sentem pertencentes a essa área”, ressaltou Silvia.</p>
<p><!-- /wp:freeform --></p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9909-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>A turma recolheu cipós para desenvolver o enriquecimento ambiental</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="674" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A0024-e1776084538583-1024x674.jpg" alt="" />											<figcaption>Item de enriquecimento ambiental produzido com cipó</figcaption>
										</figure>
		<h3 data-start="2621" data-end="2650">Formação e novos projetos</h3>
[caption id="attachment_72454" align="alignright" width="405"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.34.57-768x1024.jpeg" alt="" width="405" height="540" /> Alunos posicionaram itens de enriquecimento ambiental nos viveiros. (Foto: arquivo pessoal de Silvia Mendes)[/caption]
<p data-start="2652" data-end="2901">A experiência no zoológico também marca o início de uma articulação mais ampla entre ensino, pesquisa e extensão. Gerson Garcia é o coordenador do curso de Zootecnia e contou que a ideia de visitar o zoológico de Cachoeira do Sul surgiu a partir de uma palestra que Silvia deu durante sua aula. “Nós identificamos que é um mercado a ser explorado. A Silvia é uma pioneira na zootecnia de silvestres”, explicou Gerson.</p>
<p data-start="2652" data-end="2901">A partir da atividade, está sendo estruturado um núcleo de pesquisa em animais silvestres, com participação de estudantes de Zootecnia. “Nós criamos um núcleo de pesquisa em animais silvestres que vai atuar diretamente no Zoológico de Cachoeira do Sul. Estamos fortalecendo esse vínculo e construindo uma nova frente dentro da zootecnia”, explicou Silvia Mendes. Segundo ela, a proposta é ampliar as ações e consolidar uma linha de atuação contínua na área. “É só o começo”, afirmou.</p>
<p data-start="3253" data-end="3603">A mobilização dos estudantes também chamou a atenção de outras áreas. De acordo com Luiza Comin, do Diretório Acadêmico da Zootecnia Octavio Domingues, há interesse de alunos de outros cursos em participar das próximas edições da atividade. “Posteriormente, vamos trazer estudantes de outras áreas. Vemos que o pessoal está muito animado e engajado, eles tinham muita vontade de estar aqui, por isso estão  colocando a mão na massa”, destacou.</p>
<p data-start="3253" data-end="3603">Na parte da tarde, o grupo fez a instalação dos materiais produzidos e os animais já começaram a interagir com as peças.</p>https://youtu.be/e-IY5Bs2Gko<h3 data-start="3610" data-end="3659">Espaço de acolhimento e reabilitação da fauna</h3>
<p data-start="3661" data-end="3962">Localizado na região central de Cachoeira do Sul, o Jardim Botânico e Zoológico Municipal funciona como espaço de conservação, educação ambiental e reabilitação de animais silvestres. O local abriga cerca de 260 animais, entre aves, répteis e mamíferos, distribuídos em 63 espécies nativas e exóticas.</p>
<p data-start="3964" data-end="4197">De acordo com o biólogo Juliano de Carvalho, chefe do zoológico, a maioria dos animais chega ao local por meio de ações de fiscalização de órgãos ambientais, como a Polícia Ambiental e o Segundo Batalhão Ambiental da Brigada Militar. “Os animais apreendidos são encaminhados para avaliação. Quando estão em condições, são reintroduzidos na natureza. Aqueles que não conseguem se recuperar permanecem sob nossos cuidados”, explicou.</p>
<p data-start="4398" data-end="4576">O espaço também recebe apoio de instituições como a Divisão de Fauna da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema) e o Ibama, além de acolher animais resgatados pela comunidade.</p>
<p data-start="4578" data-end="4724">Criado em 13 de dezembro de 1986, a partir de uma iniciativa do médico veterinário Edson Salomão, o zoológico completa 40 anos de atuação em 2026.</p>		
			<figure class='gallery-item'>
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="afece7f" data-elementor-lightbox-title="Espaço abriga aves, répteis e mamíferos" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NzI0NTUsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC93d3cudWZzbS5iclwvYXBwXC91cGxvYWRzXC8yMDI2XC8wNFwvSUMzQTk2ODgtMS5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiJhZmVjZTdmIn0%3D" href='https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9688-1.jpg'><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9688-1-150x150.jpg" alt="" aria-describedby="gallery-1-72455" /></a>
				<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-72455'>
				Espaço abriga aves, répteis e mamíferos
				</figcaption></figure><figure class='gallery-item'>
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="afece7f" data-elementor-lightbox-title="Em 2021 outras estruturas foram confeccionadas e são utilizadas até hoje" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NzI0NTgsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC93d3cudWZzbS5iclwvYXBwXC91cGxvYWRzXC8yMDI2XC8wNFwvV2hhdHNBcHAtSW1hZ2UtMjAyNi0wNC0xMy1hdC0wOC4zNC41My0xLmpwZWciLCJzbGlkZXNob3ciOiJhZmVjZTdmIn0%3D" href='https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.34.53-1.jpeg'><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.34.53-1-150x150.jpeg" alt="" aria-describedby="gallery-1-72458" /></a>
				<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-72458'>
				Em 2021 outras estruturas foram confeccionadas e são utilizadas até hoje
				</figcaption></figure><figure class='gallery-item'>
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="afece7f" data-elementor-lightbox-title="Animais chegam até o espaço por meio de ações de fiscalização de órgãos ambientais" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NzI0NjAsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC93d3cudWZzbS5iclwvYXBwXC91cGxvYWRzXC8yMDI2XC8wNFwvV2hhdHNBcHAtSW1hZ2UtMjAyNi0wNC0xMy1hdC0wOC4zNC41NS5qcGVnIiwic2xpZGVzaG93IjoiYWZlY2U3ZiJ9" href='https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.34.55.jpeg'><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.34.55-150x150.jpeg" alt="" aria-describedby="gallery-1-72460" /></a>
				<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-72460'>
				Animais chegam até o espaço por meio de ações de fiscalização de órgãos ambientais
				</figcaption></figure><figure class='gallery-item'>
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="afece7f" data-elementor-lightbox-title="Horários de funcionamento do zoológico variam de acordo com o dia da semana" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NzI0NTcsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC93d3cudWZzbS5iclwvYXBwXC91cGxvYWRzXC8yMDI2XC8wNFwvSUMzQTk0NDguanBnIiwic2xpZGVzaG93IjoiYWZlY2U3ZiJ9" href='https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9448.jpg'><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9448-150x150.jpg" alt="" aria-describedby="gallery-1-72457" /></a>
				<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-72457'>
				Horários de funcionamento do zoológico variam de acordo com o dia da semana
				</figcaption></figure><figure class='gallery-item'>
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="afece7f" data-elementor-lightbox-title="O Zoológico é formado por 260 aniamis de 63 espécies diferentes" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NzI0NTYsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC93d3cudWZzbS5iclwvYXBwXC91cGxvYWRzXC8yMDI2XC8wNFwvSUMzQTk2NDUtZTE3NzYwODUyMjgxNTkuanBnIiwic2xpZGVzaG93IjoiYWZlY2U3ZiJ9" href='https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9645-e1776085228159.jpg'><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9645-e1776085228159-150x150.jpg" alt="" aria-describedby="gallery-1-72456" /></a>
				<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-72456'>
				O Zoológico é formado por 260 aniamis de 63 espécies diferentes
				</figcaption></figure>
		<h3 data-start="4731" data-end="4742">Serviço</h3>
<p data-start="4744" data-end="4855">O Jardim Botânico e Zoológico Municipal de Cachoeira do Sul está aberto de terça a domingo, incluindo feriados.</p>
<p data-start="4857" data-end="5031">De terça a sexta-feira, o funcionamento é das 8h30 às 17h30, com fechamento ao meio-dia.<br data-start="4945" data-end="4948" />Aos finais de semana, o espaço funciona das 9h às 17h, sem interrupção ao meio-dia.</p>
<p data-start="5038" data-end="5212"><em>Texto: Jessica Mocellin, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em><br data-start="5120" data-end="5123" /><em>Fotografias: Mathias Ilnicki, acadêmico de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br />Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p><!-- /wp:post-content -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM vai levar paisagismo para mais um município da Quarta Colônia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/10/projeto-da-ufsm-vai-levar-paisagismo-para-mais-um-municipio-da-quarta-colonia</link>
				<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 10:45:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Flores para todos]]></category>
		<category><![CDATA[Paisagismo]]></category>
		<category><![CDATA[PhenoGlad]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[São João do Polêsine]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72432</guid>
						<description><![CDATA[Ações a serem desenvolvidas pelo Flores para Todos em São João do Polêsine foram discutidas nesta semana]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p id="m_2983899986229267522ymail_android_signature">A Equipe PhenoGlad da UFSM fechou parceria com a Prefeitura de São João do Polêsine para expandir o paisagismo do projeto Flores para Todos para mais um município da Quarta Colônia de Imigração Italiana no Rio Grande do Sul. As tratativas foram realizadas nesta quinta-feira (9), em reunião <em>online</em> que teve a participação da prefeita de São João do Polêsine, Jaqueline Milanesi, da pró-reitora de Extensão da UFSM, Milena Freire de Oliveira-Cruz, e de integrantes da Equipe PhenoGlad, que é composta por alunos de graduação, mestrado e doutorado da UFSM </p>
<p id="m_2983899986229267522ymail_android_signature">Segundo o professor Nereu Augusto Streck, coordenador nacional do projeto Flores para Todos e diretor de Pesquisa, Ensino e Extensão da Associação Riograndense de Floricultura (AFLORI), a parceria vai levar técnicas internacionais de paisagismo sustentável e resiliente às mudanças do clima e a eventos meteorológicos extremos para o município de São João do Polêsine, ampliando o paisagismo na região da Quarta Colônia.</p>
<p>"O sucesso da restauração e modernização do paisagismo em Silveira Martins, que iniciamos um ano atrás, valida as propostas inovadoras do projeto Flores para Todos, e agora iniciaremos a ampliação da proposta em São João do Polêsine, um município que tem forte aptidão para o turismo religioso, gastronômico e paleontológico", explica o professor.</p>
<p id="m_2983899986229267522ymail_android_signature">Na reunião, foram definidas as prioridades e os espaços da cidade onde as flores serão plantadas durante este ano. Serão usadas espécies de flores adaptadas ao clima e solo da região, com alto valor ornamental e que são produzidas, na maior parte, por famílias de produtores no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. "Queremos deixar São João do Polêsine ainda mais bonita para os turistas, sem esquecer o outro lado da cadeia, os nossos produtores e suas famílias, que têm nas flores o seu negócio de renda", acrescenta Nereu.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto Flores para Todos participou da maior feira nacional da agricultura familiar</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/30/projeto-flores-para-todos-participou-da-maior-feira-nacional-da-agricultura-familiar</link>
				<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 11:15:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Equipe Phenoglad]]></category>
		<category><![CDATA[floricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Flores para Todos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72295</guid>
						<description><![CDATA[Equipe PhenoGlad da UFSM apresentou as novidades da floricultura]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div>
[caption id="attachment_72297" align="alignright" width="601"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IMG-20260327-WA0116.jpg"><img class=" wp-image-72297" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IMG-20260327-WA0116.jpg" alt="" width="601" height="338" /></a> Expoagro Afubra foi realizada na semana passada[/caption]
<p>O maior projeto de transferência de conhecimento científico aplicado para aumentar a sustentabilidade e o lucro do produtor de flores da história do Brasil, o Flores para Todos, foi apresentado mais uma vez aos milhares de visitantes da Expoagro Afubra, a maior feira nacional da agricultura familiar, em Rio Pardo, de 24 a 27 de março. A Equipe PhenoGlad da UFSM, composta por estudantes de graduação, mestrado e doutorado de vários cursos, esteve durante os quatro dias da feira na Casa da Emater, no Parque da Expoagro, apresentando as novidades da floricultura geradas pelo projeto em todo o país nos últimos oito anos.</p>
</div>
<p>Segundo o professor Nereu Augusto Streck, coordenador nacional do Flores para Todos e da Equipe PhenoGlad, este ano as novidades apresentadas para os milhares de participantes da feira foram um tipo diferente de girassol de corte, com flores dobradas e cor amarelo ouro, e o <em>ornithogalum</em>, uma for ainda pouco conhecida no mercado brasileiro, mas com grande importância no mercado internacional devido a sua beleza, delicadeza e longevidade como flor fresca.</p>
<p>"Sempre levamos alguma novidade do projeto para a Casa da Emater na Expoagro Afubra, e este ano as duas novidades encantaram o público, que variou desde pessoas da cidade de centenas de municípios até produtores formados pelo Flores para Todos desde 2018, quando o projeto iniciou", destaca Nereu.</p>
<p>Um diferencial que atrai o público para conhecer o projeto é que o cultivo realizado na Casa da Emater é uma réplica fiel, real e perfeita do que acontece na realidade dos produtores de flores, pois o manejo diário durante três meses, desde o plantio até o dia da feira, é realizado de forma profissional pelos extensionistas da Emater/RS-Ascar, que são os protagonistas do Flores para Todos no Rio Grande do Sul desde a criação do projeto, conforme Nereu. Ele destaca que para os estudantes, que foram responsáveis em cada dia para apresentar o projeto e as práticas de manejo das flores, a oportunidade foi única, pois eles fizeram a transferência do conhecimento para a sociedade na prática, o que complementa sua formação a acadêmica e muitas vezes não é possível fazer em sala de aula.</p>
<p>Outra novidade apresentada na feira foi o lançamento do aplicativo Planeja Girassol, desenvolvido pela Equipe PhenoGlad da UFSM com base em cinco anos de dados de campo coletados em todo Brasil por produtores, extensionistas, consultores e Equipes PhenoGlad de dezenas de instituições públicas, como universidades, institutos federais e centros de pesquisa como a EPAMIG, em Minas Gerais. O lançamento do app foi no primeiro dia da Expoagro e permite o planejamento da produção de girassol de corte para ter as flores prontas em qualquer dia do ano e tipo de evento. O produtor só precisa informar o município que quer produzir e a data que precisa colher a flor. O aplicativo é gratuito e pode ser baixado nas lojas virtuais para dispositivos móveis com sistema operacional Android e IOS.</p>
<p><span style="font-size: revert;color: initial">O Flores para Todos na Expoagro Afubra 2026 fez parte da 17ª fase do projeto, em andamento de Norte a Sul do Brasil no primeiro semestre de 2026. A participação dos integrantes da Equipe PhenoGlad da UFSM nos quatro dias da feira foi graças ao apoio institucional da Emater/RS-Ascar e do Edital de Representação Institucional da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM. O cultivo das flores na Expoagro Afubra também teve o apoio de empresas ligadas a produção de material propagativo, das quais os produtores compram sementes e bulbos para produzir as flores no seu negócio.</span></p>
<div>
<p><strong>Os números da 17ª fase do Flores para Todos no primeiro semestre de 2026:</strong></p>
<ul>
<li>Girassol de corte: seis produtores, uma escola do campo, uma universidade e duas feiras nacionais do agronegócio brasileiro em 10 locais no RS.</li>
<li>Dalia de corte: três produtores e 23 instituições de ensino, pesquisa e extensão em 26 locais em 13 estados brasileiros.</li>
</ul>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM lidera rede pioneira de monitoramento de CO₂ em lavouras e pastagens do Sul do Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/27/ufsm-lidera-rede-pioneira-de-monitoramento-de-co%e2%82%82-em-lavouras-e-pastagens-do-sul-do-brasil</link>
				<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 11:04:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
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		<category><![CDATA[Meteorologia]]></category>

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						<description><![CDATA[Pesquisa utiliza torres de fluxo para monitorar gases de efeito estufa em sistemas agrícolas e aponta caminhos para a produção sustentável e a geração de créditos de carbono]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72209" align="alignright" width="647"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-19-at-09.00.23.jpeg"><img class=" wp-image-72209" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-19-at-09.00.23.jpeg" alt="" width="647" height="486" /></a> Rodrigo, Débora e Murilo monitoram dados no LABGEE (Foto: Ricardo Bonfanti)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Uma rede de medição de carbono instalada em áreas agrícolas do Rio Grande do Sul está revelando, com precisão inédita, como diferentes sistemas de produção agropecuária interagem com o clima. Coordenado pela UFSM, por meio do Laboratório de Gases do Efeito Estufa (LABGEE), o projeto utiliza torres de fluxo, um equipamento semelhante à estação meteorológica, porém equipado com sensores mais precisos. Essas torres são consideradas o método mais avançado do mundo para medir continuamente a emissão e a absorção de gases de efeito estufa em lavouras e pastagens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A iniciativa coloca a UFSM entre as instituições protagonistas no Brasil e no mundo no monitoramento contínuo e em tempo real do balanço de CO₂ em sistemas agrícolas, o que é estratégico para compreender o papel da agropecuária nas mudanças climáticas. No Brasil, pesquisas desse tipo em sistemas agrícolas monitorados continuamente por torres de fluxo são raras, especialmente em culturas importantes para a economia regional, como soja, arroz irrigado e pecuária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">À frente desta iniciativa, os professores Débora Roberti, do Departamento de Física do CCNE, e Rodrigo Jacques, do Departamento de Solos do CCR, destacam a importância deste trabalho, que, ao mesmo tempo em que ressalta o papel do manejo adequado das áreas agrícolas e desmistifica a produção rural - quando bem feita - como vilã das mudanças climáticas, projeta novos mercados e fortalece a internacionalização da UFSM.</span></p>
<h3>Sensores medem CO₂ em tempo real</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Ao todo, nove torres de fluxo estão instaladas em diferentes sistemas produtivos do Sul do país, incluindo lavouras de soja, trigo, milho e arroz irrigado, além de pastagens naturais do bioma Pampa. Os equipamentos estão distribuídos em propriedades nos municípios gaúchos de Catuípe (duas unidades), Alegrete, Cachoeira do Sul (quatro unidades) e Santa Maria, além de uma área no Paraná. Os locais foram escolhidos por permitirem comparar manejos tradicionais ou melhorados das lavouras e pastagens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As torres de fluxo são equipadas com sensores altamente sensíveis, capazes de registrar de forma contínua as absorções e emissões de gases do efeito estufa de uma área. Os instrumentos realizam 10 medições por segundo, identificando se, por exemplo, o dióxido de carbono (CO</span><span style="font-weight: 400">₂</span><span style="font-weight: 400">) está sendo liberado para a atmosfera ou absorvido pelas plantas - e, após, armazenado no solo. “A metodologia em si é única no mundo, só ela que faz isso. É a mais avançada e universalmente aceita”, explica Rodrigo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além da medição dos gases, os equipamentos registram variáveis meteorológicas, como temperatura do ar e do solo, radiação solar e precipitação. Todos os dados são transmitidos automaticamente pela internet para o LABGEE, situado no prédio do INPE, onde são processados e analisados pelos pesquisadores e estudantes de pós-graduação de Física e Meteorologia, com apoio do meteorologista Murilo Lopes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com esse monitoramento contínuo, os cientistas conseguem calcular o chamado fluxo de carbono, que representa o saldo (balanço) entre o carbono retirado da atmosfera pelas plantas durante a fotossíntese e aquele liberado por processos naturais, como respiração das plantas, decomposição da matéria orgânica e atividade de organismos vivos. O acompanhamento permite identificar em tempo real, ao longo do dia, dos meses, das estações e dos anos, quando um sistema produtivo atua como emissor ou absorvedor de carbono.</span></p>
<h3>De meia em meia hora, por três anos</h3>
<p><span style="font-weight: 400">“É preciso no mínimo 10 medidas por segundo da concentração do CO₂ e da velocidade vertical do vento na atmosfera. Com uma análise estatística destes dados se obtém o fluxo, e então é possível dizer, a cada meia hora, se um sistema emitiu ou absorveu”, explica Débora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Como as medições são realizadas continuamente, a cada meia hora, os pesquisadores conseguem acompanhar ao longo do ano o comportamento das emissões e absorções em cada área monitorada. Com um ano completo de dados, já é possível calcular o balanço anual de carbono de um sistema agrícola, pecuário ou natural e identificar práticas que aumentam a absorção ou as emissões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No entanto, para garantir resultados mais robustos, o monitoramento precisa se estender por períodos maiores, já que as condições climáticas variam de um ano para outro - no caso, três anos é o período mínimo determinado pelos pesquisadores para captar melhor estas variações. “Esse é o destaque desta técnica, que está na vanguarda das metodologias de medida de gás do efeito estufa na atmosfera”, salienta Débora.  </span></p>
[caption id="attachment_72258" align="alignleft" width="396"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/torre-na-soja-Catuipe-1-e1774435490195.jpeg" data-wp-editing="1"><img class="wp-image-72258 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/torre-na-soja-Catuipe-1-e1774435490195.jpeg" alt="" width="396" height="582" /></a> Uma das nove torres instaladas pela UFSM (Foto: Divulgação)[/caption]
<h3>Pioneirismo e investimentos</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A professora Débora destaca o pioneirismo do Laboratório de Gases de Efeito Estufa (LABGEE), que acumula mais de 30 anos de experiência em monitoramento com torres de fluxo, com atualização constante das tecnologias utilizadas. “Nosso grupo, nos anos 1990, já participava de projetos na Amazônia. Mais tarde começamos a usar nos sistemas de manejo do Rio Grande do Sul, e começamos a monitorar mais continuamente a partir de 2010”, afirma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O conjunto dos equipamentos utilizados no projeto representa um investimento de cerca de R$ 5 milhões, obtido pelo LABGEE ao longo dos anos por meio de projetos financiados por diferentes agências. </span></p>
<h3>Trabalho interdisciplinar</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A interdisciplinaridade é essencial para o êxito do projeto. Pesquisadores da Física, da Agronomia, da Meteorologia, trabalhando juntos, contribuem para o melhor entendimento dos resultados, que são utilizados por diversos grupos na UFSM, incluindo a área de sensoriamento remoto, e também de outras universidades. "É um trabalho bem amplo, e os resultados são compartilhados", destaca Débora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Rodrigo exemplifica que, enquanto para as Ciências Rurais a ênfase maior é no armazenamento do carbono no solo, a Física se interessa pela contribuição dos gases para o aquecimento global, e a Economia estuda a venda e remuneração de créditos de carbono. "A fixação e emissão de carbono é um assunto que permeia vários grupos de pesquisa na UFSM, com diferentes óticas, e todos estão, de certo modo, dependentes de uma metodologia de quantificação, de como saber se um sistema produtivo, seja industrial ou agropecuário, está emitindo ou absorvendo. Aí é que entra esta metodologia, que é uma maneira mais moderna de quantificar", ressalta.</span></p>
<h3>Protagonismo e reconhecimento internacional</h3>
<p><span style="font-weight: 400">O trabalho motiva tanto os produtores rurais envolvidos, que, com o manejo correto, visualizam no futuro monetizar créditos de carbono, quanto alunos de cursos como Física, Meteorologia, Agronomia e Engenharia Ambiental, que participam ativamente dos estudos e, mensalmente, visitam as propriedades nas quais as torres estão instaladas, sob a coordenação do meteorologista Murilo. "Nosso protagonismo é também na formação de recursos humanos para trabalhar com essa metodologia, que não é simples", destaca Débora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A referência da UFSM na área não é de hoje. "Somos pioneiros no Brasil para este monitoramento contínuo ao longo dos anos, com torres de fluxo. O grupo que tem o maior protagonismo é o nosso. Inclusive, por 20 anos, fizemos em Santa Maria o Congresso Brasileiro de Micrometeorologia, evento bianual que recebia a comunidade nacional e internacional", lembra Débora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O reconhecimento internacional só cresce. Atualmente, os dados obtidos pelas torres de monitoramento estão entrando em um banco de dados mundial, sendo utilizados por grupos de pesquisa de inúmeros países. "Somos um grupo muito internacionalizado, com inúmeras parcerias. Também recebemos muitos pesquisadores estrangeiros e enviamos alunos de doutorado e pós-doutorado para países como Portugal e Estados Unidos", acrescenta a pesquisadora.</span></p>
[caption id="attachment_72210" align="alignright" width="566"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/prof-Debora-e-Rodrigo-apresentando-os-resultados-para-os-produtores-estancia-do-Chale.jpeg"><img class=" wp-image-72210" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/prof-Debora-e-Rodrigo-apresentando-os-resultados-para-os-produtores-estancia-do-Chale.jpeg" alt="" width="566" height="425" /></a> Dados são apresentados aos produtores participantes (Foto: Divulgação)[/caption]
<h3>Importância ambiental e potencial econômico</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A agricultura é frequentemente apontada como uma das fontes de emissão de gases de efeito estufa, mas os estudos conduzidos pela UFSM mostram que sistemas produtivos bem manejados, como é o caso dos que estão sendo monitorados, também podem remover carbono da atmosfera, contribuindo para reduzir o acúmulo de gases de efeito estufa na atmosfera.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As medições feitas pelas torres de fluxo permitem identificar quais práticas agrícolas aumentam essa capacidade de captura, como o uso de plantas de cobertura, rotação de culturas, integração lavoura-pecuária e manejo adequado das pastagens. “Quanto mais planta tiver no solo, sem intervalos, maior é a absorção, porque o que absorve o CO</span><span style="font-weight: 400">₂</span><span style="font-weight: 400"> da atmosfera e coloca no solo são as plantas, por meio da fotossíntese. Sistemas sem pousios são os que mais absorvem”, destaca Rodrigo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além de contribuir para reduzir o aquecimento global, essas práticas podem melhorar a fertilidade do solo e abrir oportunidades para geração de créditos de carbono na agropecuária, que podem ser comercializados com empresas interessadas em compensar suas emissões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Estimativas indicam que, se metade das áreas de pastagens naturais do Pampa fosse utilizada para geração de créditos de carbono, seria possível produzir cerca de 3,3 milhões de créditos por ano. Considerando um valor médio de US$ 10 por crédito, o potencial de receita chegaria a US$ 33 milhões anuais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, práticas que aumentam a captura de carbono — como rotação de culturas, plantas de cobertura e manejo adequado do solo — tendem a melhorar a fertilidade e a estrutura do solo, contribuindo também para maior produtividade agrícola.</span></p>
<p> </p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/este.jpeg" data-wp-editing="1"><img class="wp-image-72276 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/este-1024x575.jpeg" alt="" width="1024" height="575" /></a></p>
<p> </p>
<h3>O que mostra o monitoramento</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Os resultados das pesquisas conduzidas pela UFSM têm indicado que práticas agrícolas adequadas podem transformar lavouras e pastagens em aliadas importantes no combate às mudanças climáticas, ao ampliar a captura de carbono e reduzir emissões de gases de efeito estufa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No arroz irrigado, a introdução de pastagens de inverno nas lavouras reduziu as emissões de CO₂ em 20% e de metano em 60%. As lavouras que cultivam soja e trigo, muito comuns na região, podem absorver até três vezes mais CO₂ por hectare se intercaladas por plantas de cobertura. A produção de bovinos em pastagens do Pampa pode absorver CO₂ pelo correto manejo da pastagem, compensando as emissões de metano pelo gado, aliando a produção de uma carne de qualidade com absorção de gases do efeito estufa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já a lavoura de trigo, segundo Rodrigo, é uma grande absorvedora de CO₂, mas deixá-la parada, sem cultivo, a torna uma emissora de CO₂. De maneira geral, conforme ele, as lavouras do RS têm potencial de serem absorvedoras de CO₂ e poderiam ser utilizadas para venda de créditos de carbono.  </span></p>
<h3>Próximos passos: novas culturas e créditos de carbono</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Os estudos conduzidos pela UFSM seguem em andamento e buscam ampliar o conhecimento sobre como diferentes práticas agrícolas influenciam o balanço de gases de efeito estufa nos sistemas produtivos do Sul do Brasil. Os pesquisadores esperam que os dados obtidos possam orientar estratégias de produção mais sustentáveis, apoiar políticas públicas e fortalecer o papel da agropecuária na mitigação das mudanças climáticas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Assim que cada um dos sistemas produtivos que estão sendo monitorados atualmente completar três anos de dados gerados, outras culturas poderão ser contempladas, como a integração entre lavoura e pecuária e a fruticultura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro passo futuro, assim que houver dados de três anos em cada sistema, é trabalhar em projeto piloto de crédito de carbono. "Como esse trabalho não é em nível de pequenos experimentos, mas sim em nível de fazenda, esses dados que estamos gerando podem servir como uma linha de base para saber se os agricultores estão absorvendo ou emitindo, sendo possível, então, entrar no mercado de crédito de carbono", afirma Débora.</span></p>
<p><em>Texto: Ricardo Bonfanti</em><br /><em>Arte gráfica: Daniel Michelon De Carli</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>De forma inédita, Equipe FieldCrops faz previsão de safra de soja com ferramenta baseada em ciência</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/23/de-forma-inedita-equipe-fieldcrops-faz-previsao-de-safra-de-soja-com-ferramenta-baseada-em-ciencia</link>
				<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 11:39:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[equipe fieldcrops]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>

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						<description><![CDATA[Ferramenta envolve agronomia, matemática, estatística, computação e inteligência artificial]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Figura_Brasil-1.jpeg"><img class="alignright wp-image-72234" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/Figura_Brasil-1.jpeg" alt="" width="441" height="624" /></a></p>
<p>Antecipar o quanto o Brasil, maior produtor e exportador mundial de soja, vai produzir em cada região brasileira é uma meta arrojada e que pode mexer com o mercado internacional da principal <em>commodity</em> agrícola mundial e beneficiar o produtor brasileiro. A Equipe FieldCrops da UFSM atingiu esta meta e apresentou na semana passada a previsão de safra de soja para todo território nacional que a produz. A ferramenta científica envolve agronomia, matemática, estatística, computação e inteligência artificial.</p>
<p>Como exemplo da força da ferramenta, o professor Nereu Augusto Streck explica que, para o Rio Grande do Sul, a estimativa feita pela Emater/RS é de 2.87 toneladas por hectare (ton/ha), e a estimativa da Equipe FieldCrops da UFSM, utilizando modelos matemáticos chancelados pela ciência e as ferramentas mais modernas de mineração de dados e inteligência artificial, é de 2.94 ton/ha, ou seja, a precisão da ferramenta é muito alta.</p>
<p>"Alcançamos uma ferramenta de gestão de riscos antes de o risco acontecer e até antes do produtor de soja colocar a semente na terra, o que vai ser uma grande virada de chave e colocar o Brasil ainda mais alto no cenário mundial do agronegócio", destaca Nereu.</p>
<p>O professor Alencar Junior Zanon, que aprendeu a metodologia de previsão de safra na Universidade de Nebraska, nos Estados Unidos, e a trouxe ao Brasil, reafirma a importância do protagornismo da UFSM no desenvolvimento da ferramenta de previsão. O pesquisador destaca que, ao longo das safras 2025/2026, os produtores do <em>Soybean Money Maker</em> acompanharam o que o ambiente permitiu que colhessem em suas lavouras, pois essa tecnologia é mais uma das grandes ferramentas disponíveis dentro do maior diagnóstico de lavouras de soja do Brasil e Paraguai.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>"Fazenda dentro da universidade”: 7° Dia de Campo do Advanced Farm 360º aproxima UFSM, produtores e tecnologias do agro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/23/fazenda-dentro-da-universidade-7-dia-de-campo-do-advanced-farm-360o-aproxima-ufsm-produtores-e-tecnologias-do-agro</link>
				<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 11:15:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[advanced farm 360]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura de precisão]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[dia de campo]]></category>
		<category><![CDATA[extensao]]></category>
		<category><![CDATA[técnico em agropecuária]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72223</guid>
						<description><![CDATA[Evento realizado na área agrícola do Colégio Politécnico apresentou pesquisas aplicadas e abriu as portas da UFSM para a comunidade conhecer, na prática, o que é produzido no setor]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72225" align="alignright" width="629"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0015.jpg"><img class=" wp-image-72225" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0015.jpg" alt="" width="629" height="419" /></a> Palestra de abertura teve como tema “Agricultura regenerativa na visão do produtor e da academia”[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">O 7º Dia de Campo Advanced Farm 360º reuniu estudantes, pesquisadores, produtores rurais e comunidade na tarde de sexta-feira (20), na área agrícola do Colégio Politécnico da UFSM. Com programação voltada à apresentação de pesquisas e tecnologias para o agronegócio, o evento buscou aproximar a universidade da sociedade e difundir soluções aplicadas ao campo por meio de atividades práticas e estações temáticas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A programação iniciou com a abertura oficial e um painel sobre agricultura regenerativa como ferramenta de sustentabilidade nos sistemas de produção. Ao longo da tarde, os participantes foram divididos em grupos para percorrer as estações técnicas, com momentos de explicação e espaço para perguntas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo a professora e colaboradora do projeto Jaqueline Sgarbosa, o dia de campo é pensado como uma estratégia de conexão direta com a sociedade. “É uma atividade desenvolvida com a finalidade de demonstrar para a comunidade o que estamos desenvolvendo de pesquisas, muitas delas em parceria com empresas, que atendem demandas reais dos produtores”, explica.</span></p>
[caption id="attachment_72226" align="alignleft" width="307"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0084-scaled.jpg"><img class="wp-image-72226" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0084-scaled.jpg" alt="" width="307" height="460" /></a> Professora Jaqueline Sgarbosa é uma das colaboradoras do projeto[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Ela destaca que o próprio conceito do projeto está ligado a essa integração. A proposta “360º” representa justamente o fechamento de um ciclo, conectando universidade, empresas e sociedade na construção de soluções para o setor agrícola. “Não basta desenvolver pesquisas, é preciso que elas sejam aplicadas e gerem recomendações mais assertivas para o produtor”, complementa. </span></p>
<h3>Tecnologias apresentadas no campo</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Durante o roteiro técnico, os participantes passaram por cinco estações temáticas, que contemplaram diferentes áreas da produção agrícola:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Produção de arroz irrigado e manejo sustentável de áreas de várzea;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Tecnologias para a cultura da soja;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Tecnologias para a cultura do milho;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Agricultura digital e de precisão;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Inovações tecnológicas para o setor agropecuário.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">A dinâmica permitiu que os grupos permanecessem em cada estação por cerca de 25 a 30 minutos, promovendo interação direta com os apresentadores e troca de experiências.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com a professora Magda Aita Monego, diretora do Departamento de Pesquisa e Extensão do Colégio Politécnico, o evento cumpre um papel fundamental ao difundir as tecnologias desenvolvidas na instituição para a comunidade. “A agricultura regenerativa conecta ciência, prática e visão de futuro no agro”, afirmou, durante a abertura.</span></p>
<h3>Formação prática e integração com o mercado</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Além da difusão de tecnologias, o dia de campo também se consolida como espaço de formação prática para os estudantes. Mais de 40 alunos dos cursos de Agronomia e técnicos de Agropecuária e Agricultura de Precisão participaram da organização da atividade, vivenciando desde o planejamento até a execução do evento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para Jaqueline Sgarbosa, esse é um dos pilares do projeto. A iniciativa funciona como uma “fazenda dentro da universidade”, permitindo que os estudantes tenham contato direto com práticas reais do campo. “Um dos nossos principais lemas é ensinar na prática, permitindo que os alunos coloquem em ação aquilo que aprendem em sala de aula”, afirma.</span></p>
[caption id="attachment_72227" align="alignright" width="306"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0167-scaled.jpg"><img class=" wp-image-72227" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0167-scaled.jpg" alt="" width="306" height="459" /></a> Gabriela Câmpara e mais de 40 estudantes participaram da organização[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">A relação com o setor produtivo também é um diferencial. Atualmente, o projeto conta com mais de 30 empresas parceiras, envolvendo áreas como sementes, fertilizantes, máquinas, tecnologias agrícolas e bioinsumos. Essa articulação, segundo a coordenadora, é fundamental para aproximar a universidade das demandas reais do campo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A acadêmica de Agronomia Gabriela Câmpara, que atuou na organização, destaca justamente esse papel integrador. “O dia de campo faz essa conversa entre produtores, alunos e empresas. Todo mundo troca informação”, relata.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A experiência também impacta quem participa como visitante. A estudante do curso técnico em Agropecuária Gabriela Rodrigo Renzoni ressalta o aprendizado adquirido. “É muito proveitoso. São experiências novas e coisas que a gente pode usar no dia a dia e futuramente aplicar nas propriedades ou nas cooperativas”, afirma.</span></p>
<h3>Troca de experiências e impacto na formação</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A experiência também mobiliza egressos da instituição. Formada neste ano, Ana Lívia dos Santos Ribeiro retornou ao Colégio Politécnico para acompanhar a atividade. “É gratificante poder prestigiar os colegas e ver o esforço deles. Eu sei o quão importante é o desenvolvimento desse evento”, diz. Ela ainda reforça que a integração entre as áreas é um diferencial: “Sem a agricultura, a pecuária não sobrevive. É uma via de mão dupla”.</span></p>
[caption id="attachment_72228" align="alignleft" width="306"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0127-scaled.jpg"><img class=" wp-image-72228" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0127-scaled.jpg" alt="" width="306" height="459" /></a> Acadêmico Marcos Dahmer participou como apresentador pela primeira vez[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Entre as apresentações, os próprios estudantes tiveram espaço para divulgar pesquisas. O acadêmico Marcos Rubens Dahmer, do terceiro semestre de Agricultura, participou como apresentador pela primeira vez, com um estudo sobre produtividade de arroz irrigado com uso de bioinsumos. O interesse pelo projeto surgiu após visitar a edição anterior do evento. “Quando participei no ano passado, percebi as possibilidades aqui dentro. Gostei e vi que era a área de campo que eu queria, então consegui me inserir no projeto”, conta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a reitora da UFSM, Martha Adaime, também presente na abertura do 7º Dia de Campo Advanced Farm 360º, iniciativas como essa reforçam a qualidade da formação oferecida pela instituição. “Mais eficiente do que o número de estudantes é a qualidade dos estudantes. E aqui vemos a preocupação com ensino, pesquisa, extensão e inovação”, destacou.</span></p>
<h3>Evento estratégico para o setor agrícola</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Os dias de campo são realizados em momentos estratégicos do calendário agrícola – uma vez no verão e outra no inverno. Segundo Sgarbosa, a escolha do período está relacionada ao ciclo das culturas, permitindo que os participantes visualizem, na prática, os resultados das tecnologias aplicadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“É nesse momento que conseguimos observar se aquilo que foi desenvolvido apresenta resultado ou não. O produtor quer ver o que está sendo feito, quer visualizar”, explica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A atividade sempre é aberta a diferentes públicos, incluindo estudantes, produtores, empresas e comunidade em geral. Nesta edição, houve maior adesão de participantes em relação aos anos anteriores: cerca de 500 participantes, reforçando o interesse crescente pelas discussões envolvendo inovação e sustentabilidade no agronegócio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Realizado em uma tarde de altas temperaturas, o evento contou ainda com a distribuição gratuita de água para os participantes e foi encerrado com uma confraternização. A iniciativa reafirma o papel da universidade como espaço de produção e compartilhamento de conhecimento, aproximando teoria e prática no desenvolvimento do setor agrícola.</span></p>
<p><em>Confira mais imagens do evento:</em></p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9996.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9996-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-72229" /></a></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9982.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9982-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-72230" /></a></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9979.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A9979-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-72231" /></a></figure>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Marina Brignol, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span></i><br /><i><span style="font-weight: 400">Fotos: Giovanna Rist, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span></i><br /><i><span style="font-weight: 400">Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM levará projetos e oportunidades para a 26º Expodireto Cotrijal</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/05/ufsm-levara-projetos-e-oportunidades-para-a-26o-expodireto-cotrijal</link>
				<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 14:37:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura de precisão]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[expodireto]]></category>
		<category><![CDATA[inovatec]]></category>
		<category><![CDATA[proinova]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-cs]]></category>
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		<category><![CDATA[ufsm-pm]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72127</guid>
						<description><![CDATA[Evento do agronegócio reúne milhares de pessoas em Não-Me-Toque, no RS]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A Expodireto Cotrijal é um dos principais encontros do agronegócio internacional. Desde 2000, centenas de expositores de mais de 80 países se reúnem em Não-Me-Toque, Rio Grande do Sul, para buscar o desenvolvimento do setor agropecuário. Em 2026, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) estará presente na Feira com um espaço próprio (banca 545) e levará 19 projetos de ensino, pesquisa, extensão  e desenvolvimento institucional. Ainda, os campi de Frederico Westphalen e de Palmeira das Missões divulgarão novos cursos, como o curso de Direito em FW e o futuro curso de Medicina em PM, além de outras oportunidades aos estudantes da região.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante os cinco dias de evento, de 9 a 13 de março, serão apresentados projetos e ações do Centro de Ciências Rurais, do Colégio Politécnico, do Centro de Ciências Naturais e Exatas, do Centro de Tecnologia e dos campi de Cachoeira do Sul, Frederico Westphalen e Palmeira das Missões. Do total, 10 são projetos de extensão, seis de pesquisa, dois de ensino e um de desenvolvimento institucional, evidenciando a diversidade de atividades acadêmicas da instituição.</span></p>
[caption id="attachment_72129" align="aligncenter" width="776"]<img class="wp-image-72129" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/27128_expo2023_05495_1701717844092-300x225.jpg" alt="Fotografia colorida com imagem diurna de uma feira agropecuária ao ar livre. Em primeiro plano, muitas pessoas caminham por uma larga alameda pavimentada. À direita, há um canal ornamental de água azul com curvas e pequenas fontes, cercado por jardins floridos. Ao fundo, aparecem estandes e estruturas do evento, incluindo um prédio verde com a inscrição “Expodireto Cotrijal” e um grande silo branco. À esquerda, grandes mastros exibem as bandeiras do Brasil e do Rio Grande do Sul. O céu está claro, com nuvens espalhadas, sugerindo um dia ensolarado e movimentado no evento" width="776" height="582" /> Expodireto Cotrijal reúne mais de 600 expositores de 80 países (Foto de arquivo/divulgação)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">As atividades ocorrerão de segunda a sexta-feira e abordarão temas estratégicos para o desenvolvimento do setor agropecuário e da sustentabilidade, como </span><b>agricultura de precisão, irrigação, produtividade da soja, inovação tecnológica no campo, análise ambiental e desenvolvimento regional</b><span style="font-weight: 400">. Confira a programação completa no estande da UFSM:</span></p>
<p> </p>
<h2><b>Cronograma de participação da UFSM na Expodireto 2026</b></h2>
<p><b>9 de fevereiro (segunda-feira)</b></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>
<p><b>Ação</b></p>
</td>
<td>
<p><b>Proponente</b></p>
</td>
<td>
<p><b>Unidade</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">IRRIGA-AÇÃO: Vitrines Tecnológicas Regionais de Irrigação</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Juliano Dalcin Martins</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">CCR</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Crop Júnior Consultoria Agro</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Rian Balsamo Brondani</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">CCR</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Exposição de estandes dos laboratórios do PPGZ</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Thaise Pinto de Melo</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">CCR</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Modelagem e otimização da irrigação para o cultivo sustentável de dália de corte</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Letícia Ferronato</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">CCR</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b><br />10 de fevereiro (terça-feira)</b></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>
<p><b>Ação</b></p>
</td>
<td>
<p><b>Proponente</b></p>
</td>
<td>
<p><b>Unidade</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Educação e ruralidades: tecendo aprendizagens entre a escola do campo e a universidade</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Giovanna Cechin</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">CCR</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Advanced Farm 360: ensino, pesquisa, extensão e inovação na agricultura</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Luciano Zucuni Pes</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Colégio Politécnico</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Divulgação do curso de Mestrado Profissional em Agricultura de Precisão</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Lúcio de Paula Amaral</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Colégio Politécnico</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Obtenção de micro e nanocelulose a partir de resíduos da produção de sucos de uva e maçã</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Carolina Ferreira de Matos Jauris</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">CCNE</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b><br />11 de fevereiro (quarta-feira)</b></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>
<p><b>Ação</b></p>
</td>
<td>
<p><b>Proponente</b></p>
</td>
<td>
<p><b>Unidade</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Produtos lácteos: desenvolvimento, caracterização e análise sensorial</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Neila Silvia Pereira dos Santos Richards</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">CCR</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Análise econômica e ambiental de lavouras de soja e arroz</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Laura da Silva Camargo</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">CCR</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Qualificação e inovação no uso da lã ovina</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Larissa Milania Scota</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">CCR</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Proposta de um SGA para uma propriedade rural no Quarto Distrito de Santa Maria/RS</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Cinthi Alice do Prado</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">CCR</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b><br />12 de fevereiro (quinta-feira)</b></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>
<p><b>Ação</b></p>
</td>
<td>
<p><b>Proponente</b></p>
</td>
<td>
<p><b>Unidade</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Difusão de conhecimentos e tecnologias para o aumento da produtividade da cultura da soja em Cachoeira do Sul</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Zanandra Boff de Oliveira</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Campus Cachoeira do Sul</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Desenvolvimento da cultura da soja em zonas de manejo delimitadas com base no mapeamento da condutividade elétrica aparente do solo</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Eduardo Leonel Bottega</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Campus Cachoeira do Sul</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Motora Empresa Júnior de Consultoria</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Davi Justino Gomes Muniz</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">CT</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b><br />13 de fevereiro (sexta-feira)</b></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>
<p><b>Ação</b></p>
</td>
<td>
<p><b>Proponente</b></p>
</td>
<td>
<p><b>Unidade</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Estratégias e alternativas para o desenvolvimento regional sustentável</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Rosani Marisa Spanevello</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Campus Palmeira das Missões</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">O que nos fez chegar aos desastres climáticos do Rio Grande do Sul? Análise da governança ambiental do estado</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Nelson Guilherme Machado Pinto</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Campus Palmeira das Missões</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Ações de conscientização ambiental com ênfase no gerenciamento de resíduos sólidos em municípios do Médio Alto Uruguai</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Willian Fernando de Borba</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Campus Frederico Westphalen</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Agr Jr. Consultoria Agronômica</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Amanda Trentin Moro</span></p>
</td>
<td>
<p><span style="font-weight: 400">Campus Frederico Westphalen</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p><span style="font-weight: 400">Os projetos foram escolhidos através de um edital aberto pela Pró- reitoria de Extensão que possibilitou a organização de transporte e bolsas aos alunos participantes. Além disso, professores e servidores técnico-administrativos também estarão em Não-Me-Toque.</span></p>
<p> </p>
<p><b>Benefícios e expectativas </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O </span><i><span style="font-weight: 400">networking </span></i><span style="font-weight: 400">e a chance de receber novas oportunidades são uns dos maiores benefícios para os estudantes, segundo a vice-diretora do campus de Frederico Westphalen, Eliane Santos. “É um espaço para fazer conexões. É muito importante para os nossos estudantes, porque eles fazem networking, conhecem as empresas, muitas vezes surge uma possibilidade de um estágio”, afirma a vice-diretora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Levar a Universidade para o evento é um meio de conexão com a comunidade externa. Interagir com empresas, mostrar pesquisas e oferecer oportunidades a produtores rurais são benefícios no contato com as milhares de pessoas que passam pela feira. “A expectativa é conhecer pessoas, ter novas ideias para o que já fazemos, ampliar nossa possibilidades de pesquisa a partir de problemas que surgirem na feira e realizar parcerias. É uma possibilidade muito importante prestigiar essa feira de grande porte”, finaliza Eliane. </span></p>
<p> </p>
<p><b>Empresas do ecossistema de inovação da UFSM presentes</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Empresas do setor ligadas ao </span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec"><span style="font-weight: 400">InovaTec UFSM</span></a><span style="font-weight: 400"> e à </span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/inovatec/pulsar"><span style="font-weight: 400">Pulsar Incubadora Tecnológica</span></a><span style="font-weight: 400"> também marcarão presença na Expodireto. Segundo a Pró-reitoria de Inovação e Empreendedorismo, a participação reforça a maturidade do ecossistema de inovação da Universidade, que vem transformando conhecimento científico em soluções aplicadas ao campo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na segunda-feira (9), o vice-reitor da UFSM, Tiago Marchesan, e o </span><span style="font-weight: 400">gerente do InovaTec UFSM Parque Tecnológico, Luciano Schuch, entregarão uma placa alusiva à associação da empresa Syngenta, </span><span style="font-weight: 400">referência global em tecnologia agrícola sediada na Suíça, ao Inovatec. Além do ato simbólico, a gestão da Universidade também realizará reuniões com os diretores da empresas para estreitamento dos laços. “A partir da associação da empresa ao Parque, nós facilitamos a conexão com os grupos de pesquisa, laboratórios, e a partir desses contatos podem ser formalizados projetos de P&amp;D ou contratação de serviços, por exemplo”, explica Schuch.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao lado da Universidade (setor 545), a </span><a href="https://bioagreen.com.br/"><span style="font-weight: 400">Bioagreen</span></a><span style="font-weight: 400"> (setor 544) destaca-se pelo desenvolvimento de bioprodutos que aumentam a produtividade agrícola com foco em sustentabilidade e rentabilidade. Seus insumos inteligentes são criados por cientistas em cooperação com produtores, buscando atender às demandas reais do campo com eficiência e responsabilidade ambiental. Ainda nesse setor, a </span><a href="https://www.syngenta.com.br/"><span style="font-weight: 400">Syngenta</span></a><span style="font-weight: 400"> (506), referência global em tecnologia agrícola, apresenta soluções em sementes e proteção de cultivos, contribuindo para que agricultores produzam mais e melhor, com uso consciente de recursos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No Setor de Máquinas e Equipamentos, a </span><a href="https://www.agcocorp.com/br/pt/home.html"><span style="font-weight: 400">AGCO</span></a><span style="font-weight: 400"> participa por meio da marca Massey Ferguson (setor 21 a 36), apresentando soluções completas em mecanização e agricultura de precisão. Com forte presença no Brasil, a empresa oferece tratores, colheitadeiras, plantadeiras e tecnologias embarcadas que ampliam a eficiência e a competitividade no campo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já na Arena Agrodigital, espaço dedicado à inovação e à transformação digital no agro, a </span><a href="https://inocular.com.br/"><span style="font-weight: 400">Inocular Soluções Biotecnológicas</span></a><span style="font-weight: 400"> (setor 1034A) apresenta fertilizantes e inoculantes biológicos desenvolvidos para potencializar o desempenho das culturas com retorno econômico e responsabilidade ambiental. No setor 1034, estará o </span><a href="https://sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ufs/rs"><span style="font-weight: 400">Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE)</span></a><span style="font-weight: 400"> que atua como parceiro estratégico no fortalecimento do empreendedorismo, apoiando micro e pequenas empresas com capacitação, inovação e acesso a oportunidades de mercado. Também participará como visitante do evento a </span><a href="https://www.g2wsistemas.com/"><span style="font-weight: 400">G2W Sistemas</span></a><span style="font-weight: 400">, empresa especializada em eletrônica e automação, conectividade e agricultura de precisão, que desenvolve soluções tecnológicas robustas para aumentar a eficiência operacional e os resultados de produtores e indústrias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Expodireto Cotrijal ocorre do dia 09 ao 13 de março em Não-Me-Toque, no Rio Grande do Sul, e tem a entrada gratuita.</span></p>
<p> </p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Jessica Mocellin, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias, e Comunicação da Proinova<br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Fotos: Divulgação Expodireto Cotrijal<br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Edição: João Ricardo Gazzaneo</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisador da Fiocruz ministra aula inaugural conjunta do CCNE, CCR e CCS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/04/pesquisador-da-fiocruz-ministra-aula-inaugural-conjunta-do-ccne-ccr-e-ccs</link>
				<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 19:56:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[ccs]]></category>
		<category><![CDATA[ciências biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
		<category><![CDATA[nanotecnologia e inovação computacional]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72121</guid>
						<description><![CDATA[Rivaldo Venâncio vai falar sobre “Pesquisa avançada e prática clínica: medicina tropical e formação acadêmica”]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Nesta quinta-feira (5), acontece a aula inaugural “Pesquisa avançada e prática clínica: medicina tropical e formação acadêmica”, promovida pelo Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) em parceria com o Centro de Ciências Rurais (CCR) e o Centro de Ciências da Saúde (CCS). O evento será realizado no anfiteatro C (anexo ao prédio 18 do campus sede) e é aberto a toda a comunidade, sem necessidade de inscrição prévia.

Às 9h, acontece a conferência de abertura: “O papel da Fiocruz e das universidades no enfrentamento das emergências sanitárias pós-2024”, com o professor e pesquisador Rivaldo Venâncio, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O palestrante é o atual chefe de gabinete da presidência da Fiocruz e é membro dos Grupos Assessores Técnicos para Dengue e para Chikungunya da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

Às 14h, no mesmo local, Rivaldo Venâncio também participa da mesa-redonda “Dengue e Chikungunya: desafios da vigilância, manejo clínico e implementação de medidas de controle no Rio Grande do Sul”. Ele vai abordar o tema juntamente com Gabriel Wallau, que é professor colaborador do Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas: Bioquímica Toxicológica (PPGBTox) da UFSM, pesquisador em saúde pública da Fiocruz e do Instituto de Medicina Tropical Bernhard Nocht de Hamburgo (na Alemanha).

<b>Interdisciplinaridade, inovação e IA</b>

Para marcar a abertura do curso de <a href="https://www.ufsm.br/2026/01/20/novo-curso-da-ufsm-bacharelado-em-nanotecnologia-e-inovacao-computacional-e-ofertado-via-sisu" target="_blank" rel="noopener">Nanotecnologia e Inovação Computacional</a>, o CCNE realiza uma outra aula inaugural na próxima segunda-feira (9), com o tema “Interdisciplinaridade, inovação e inteligência artificial (IA): queremos uma universidade do século 19 ou 21?”. O ministrante será o físico Adalberto Fazzio, professor da Universidade de São Paulo (USP) e ex-reitor da Universidade Federal do ABC. Igualmente aberta ao público em geral, a aula inicia-se às 10h no auditório do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) – prédio 8 do campus sede da UFSM.

Outras informações constam na <a href="https://www.instagram.com/ccneufsm/" target="_blank" rel="noopener">página do CCNE no Instagram</a>.

<i>Com informações da Subdivisão de Comunicação do CCNE</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CCR realiza recepção à calourada no Prédio 42 e dá início a novo semestre letivo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2026/03/04/ccr-realiza-recepcao-a-calourada-no-predio-42-e-da-inicio-a-novo-semestre-letivo</link>
				<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 13:41:37 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[calourada]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/?p=12519</guid>
						<description><![CDATA[Na manhã do dia 2 de março, o Centro de Ciências Rurais da UFSM promoveu a recepção institucional aos novos estudantes no Prédio 42, marcando o início de mais um semestre letivo. A programação começou com um café da manhã de boas-vindas no hall do prédio, proporcionando um momento de integração e acolhimento entre calouros, professores, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div class="flex flex-col text-sm pb-25">
<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" data-turn-id="request-WEB:17d3790a-8153-485b-99c6-e26c27b0b1e8-3" data-testid="conversation-turn-8" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant">
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<p data-start="86" data-end="303"><img class="alignleft size-medium wp-image-12520" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2026/03/Screenshot_20260302_113048_Instagram-197x300.jpg" alt="" width="197" height="300" />Na manhã do dia 2 de março, o Centro de Ciências Rurais da UFSM promoveu a recepção institucional aos novos estudantes no Prédio 42, marcando o início de mais um semestre letivo.<img class="alignright size-medium wp-image-12522" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2026/03/1000252819-1-248x300.jpg" alt="" width="248" height="300" /></p>
<p data-start="305" data-end="710">A programação começou com um café da manhã de boas-vindas no hall do prédio, proporcionando um momento de integração e acolhimento entre calouros, professores, técnicos e equipe diretiva.</p>
<p data-start="305" data-end="710">Em seguida, os estudantes participaram da apresentação oficial no Auditório Flavio Miguel Schneider, onde diretores e coordenadores do Centro deram as boas-vindas e destacaram a importância desta nova etapa acadêmica.</p>
<p data-start="712" data-end="1098">Foram recepcionados os ingressantes dos cursos de Agronomia, Medicina Veterinária, Engenharia Florestal, Zootecnia, Tecnologia em Alimentos e Tecnologia em Agronegócio, que puderam conhecer melhor a estrutura do CCR, as oportunidades de ensino, pesquisa e extensão, além das possibilidades de participação em projetos, grupos de estudo e atividades complementares ao longo da graduação.<img class="alignleft size-medium wp-image-12523" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2026/03/1000252802-273x300.jpg" alt="" width="273" height="300" /></p>
<p data-start="712" data-end="1098">O momento foi marcado pelo acolhimento e pela apresentação das perspectivas acadêmicas e profissionais oferecidas pelos cursos e pelo Centro, reforçando o compromisso com uma formação sólida e conectada às demandas do setor produtivo e da sociedade.</p>
<p data-start="1351" data-end="1515" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Com o início de um novo semestre, a Direção do CCR deseja a todos os estudantes um período de muito aprendizado, crescimento pessoal e desenvolvimento profissional. </p>
<p data-start="1351" data-end="1515" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><a href="https://www.instagram.com/ccrufsm/">Acompanhe as notícias e eventos do CCR pelo Instagram, clicando aqui.</a></p>
</div>
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</article>
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<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Evento debate prática clínica e pesquisa avançada com foco em Medicina Tropical e emergências sanitárias</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2026/03/04/evento-debate-pratica-clinica-e-pesquisa-avancada-com-foco-em-medicina-tropical-e-emergencias-sanitarias</link>
				<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 13:29:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[ccs]]></category>
		<category><![CDATA[chikungunya]]></category>
		<category><![CDATA[dengue]]></category>
		<category><![CDATA[emergências sanitárias]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[saúde pública]]></category>

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						<description><![CDATA[Amanhã (05) será realizado o evento “Prática Clínica e Pesquisa Avançada”, com foco em Medicina Tropical e Formação Acadêmica, reunindo especialistas, pesquisadores, profissionais da saúde e estudantes para discutir os principais desafios contemporâneos no enfrentamento das emergências sanitárias. A programação inicia das 9h às 12h, no Auditório do ANF C (no CCNE da UFSM), com [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="110" data-end="423">Amanhã (05) será realizado o evento <a href="https://www.instagram.com/p/DVMZn0gAbcs/?img_index=1"><strong>“Prática Clínica e Pesquisa Avançada”</strong></a>, com foco em Medicina Tropical e Formação Acadêmica, reunindo especialistas, pesquisadores, profissionais da saúde e estudantes para discutir os principais desafios contemporâneos no enfrentamento das emergências sanitárias.</p>
<p data-start="425" data-end="928">A programação inicia das 9h às 12h, no Auditório do ANF C (no CCNE da UFSM), com capacidade para 250 pessoas, com a Conferência de Abertura intitulada “O papel da Fiocruz e das Universidades no enfrentamento das emergências sanitárias pós-2024”. O momento será dedicado à reflexão sobre a atuação conjunta da <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Fundação Oswaldo Cruz</span></span> (Fiocruz) e das universidades na resposta a crises sanitárias recentes e futuras, destacando a importância da integração entre pesquisa, formação acadêmica e prática clínica.</p>
<p data-start="930" data-end="1163">O público-alvo da conferência inclui a classe médica, além de graduandos e pós-graduandos dos cursos de Biologia, Medicina, Farmácia, Medicina Veterinária e áreas afins, fortalecendo o diálogo entre diferentes campos do conhecimento.</p>
<p data-start="1165" data-end="1749">No período da tarde, das 14h às 17h, o Auditório do ANF C sediará a mesa-redonda “Dengue e Chikungunya: Desafios da Vigilância, manejo clínico e implementação de medidas de controle no Rio Grande do Sul”. O debate contará com a participação do Dr. Rivaldo Venâncio, de equipes de Vigilância Epidemiológica municipal, regional e estadual, de Gabriel Wallau (Fiocruz-UFSM) e representantes da Secretaria Municipal de Saúde de Santa Maria. </p>
<p data-start="1751" data-end="1902" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Encerrando a programação, às 18h, será realizado um <em>happy hour</em>, proporcionando um momento de integração e troca de experiências entre os participantes. Realização: CCNE, CCR e CCS da UFSM.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Espaço Multidisciplinar da UFSM em Silveira Martins é laboratório de paisagismo inédito no Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/03/espaco-multidisciplinar-da-ufsm-em-silveira-martins-e-laboratorio-de-paisagismo-inedito-no-brasil</link>
				<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 14:08:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço Multidisciplinar de Pesquisa e Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Flores para todos]]></category>
		<category><![CDATA[PhenoGlad]]></category>
		<category><![CDATA[Silveira Martins]]></category>

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						<description><![CDATA[Ações no local são desenvolvidas pela Equipe PhenoGlad]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72098" align="alignright" width="700"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IMG_20260226_113325830-e1772546223928.jpg"><img class="wp-image-72098" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IMG_20260226_113325830-e1772546223928.jpg" alt="foto colorida horizontal de um canteiro de flores no encontro entre um gramado e um muro acinzentado" width="700" height="347" /></a> Um dos ambientes apresenta o estilo inglês de paisagismo[/caption]
<p id="m_-4586516837419585646ymail_android_signature">O Espaço Multidisciplinar da UFSM em Silveira Martins, de forma inédita no Brasil, está apresentando o paisagismo como elemento inovador do ambiente e laboratório de estilos contemporâneos de paisagismo.</p>
<p id="m_-4586516837419585646ymail_android_signature">Segundo o professor Nereu Augusto Streck, que planejou e coordena as atividades no local juntamente com alunos de graduação e de pós-graduação da Equipe PhenoGlad da UFSM, o paisagismo no Espaço Multidisciplinar é uma ação do projeto Flores para Todos que iniciou em dezembro de 2024 e atualmente já está no ápice das características ornamentais, estéticas e de valorização da natureza. </p>
<p id="m_-4586516837419585646ymail_android_signature">São três ambientes que se destacam em termos de estilo paisagístico e tipos de plantas e flores. Um ambiente traz o estilo inglês de paisagismo através de bordaduras mistas (do inglês "<em>mixed borders</em>"). Neste estilo, a natureza é representada pelas linhas orgânicas da paisagem, como as silhuetas de morros e caminhos dos rios e riachos, a mistura de plantas de diferentes tamanhos, formas, texturas e cores, e a harmonia charmosa dos jardins naturalistas ingleses.</p>
[caption id="attachment_72099" align="alignleft" width="539"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IMG-20260227-WA0093.jpg" data-wp-editing="1"><img class=" wp-image-72099" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IMG-20260227-WA0093.jpg" alt="" width="539" height="404" /></a> Canteiros regenerativos são tendência atual[/caption]
<p id="m_-4586516837419585646ymail_android_signature">Outro ambiente é na área do pomar, onde as árvores frutíferas são muito densas e predomina um ambiente muito sombreado sob as árvores. Neste ambiente, foram construídos canteiros com plantas de pequeno porte que habitam e são adaptadas a pouca luz e nunca tem sol direto.</p>
<p id="m_-4586516837419585646ymail_android_signature">O terceiro - e mais disruptivo - ambiente é a área gramada na entrada do Espaço Multidisciplinar, na qual foram desenhados canteiros regenerativos, a tendência mais atual no paisagismo mundial. No paisagismo regenerativo, a diversidade botânica, o equilíbrio biológico, o estímulo da microbiologia e fauna do solo e os serviços ecossistêmicos são estimulados ao máximo.</p>
<p id="m_-4586516837419585646ymail_android_signature">Como resultado das múltiplas técnicas e estilos paisagísticos, a resiliência do paisagismo a eventos meteorológicos extremos, como ondas de frio e de calor e excesso e falta de água, que caracterizaram os últimos dois verões e o inverno passado, é notável aos visitantes e para quem circula e trabalha diariamente no Espaço Multidisciplinar da UFSM Silveira Martins. "Por isso, o paisagismo no Espaço é um laboratório de paisagismo único no Brasil", destaca Nereu.</p>
<p><em>Fotos: Divulgação</em></p>
<p id="m_-4586516837419585646ymail_android_signature"> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Produtores rurais de sete países da América Latina visitam a UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/02/19/produtores-rurais-de-sete-paises-da-america-latina-visitam-a-ufsm</link>
				<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 11:05:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Fitotecnia]]></category>
		<category><![CDATA[equipe fieldcrops]]></category>
		<category><![CDATA[inovatec]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>

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						<description><![CDATA[Grupo está participando de um roteiro pelo Brasil que passou pelo Campus Sede]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72004" align="alignright" width="587"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/02/IMG_7165.jpeg"><img class=" wp-image-72004" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/02/IMG_7165.jpeg" alt="" width="587" height="330" /></a> Roteiro incluiu apresentação de resultados de trabalhos na Inovatec[/caption]
<p>Nesta quarta-feira (18), o Campus Sede da UFSM recebeu a visita de produtores de sete países da América Latina, o que possibilitou uma troca intensa de experiências com pesquisadores da Universidade. Provenientes de Honduras, Equador, Venezuela, Costa Rica, Peru, Chile e Panamá, os produtores participam de um roteiro no Brasil promovido pelo Fundo Latino-Americano para Arroz Irrigado, o FLAR.</p>
<p>A Equipe FieldCrops apresentou ao grupo, na Inovatec e na área experimental do Departamento de Fitotecnia, os resultados de trabalhos de dissertações e teses.</p>
<p>Para o professor Alencar Zanon, mais do que uma apresentação de resultados de pesquisa da Equipe FieldCrops, foi um momento de conexão, aprendizado e construção de estratégias para elevar produtividade e rentabilidade no sistema de produção de arroz na América Latina. </p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Equipe PhenoGlad da UFSM lidera o Ensaio Brasileiro de Dália de Corte</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/02/18/equipe-phenoglad-da-ufsm-lidera-o-ensaio-brasileiro-de-dalia-de-corte</link>
				<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 17:22:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[dália de corte]]></category>
		<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Flores para todos]]></category>
		<category><![CDATA[floricultura]]></category>
		<category><![CDATA[PhenoGlad]]></category>

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						<description><![CDATA[Flor em alto no mercado internacional ainda é pouco conhecida e consumida no país]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div id="m_6019069970875568740ymail_android_signature"><img class="wp-image-72002 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/02/IMG-20260130-WA0065.jpg" alt="Card de divulgação do Ensaio Brasileiro Dalia de Corte. Em destaque, uma mapa da divisão política do Brasil, com indicação das universidades participantes com setas que relacionam com os estados pertencentes. A imagem traz ainda duas fotos de flores, uma amarela com muitas pétalas, e a outra alaranjada e amarela, com com muitoas pétalas e aberta. " width="494" height="414" />A floricultura apresenta um crescimento médio de 10% ao ano desde 2017. E a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio Equipe PhenoGlad e do Projeto Flores para Todos, desempenham um papel importante neste crescimento e na geração de renda com as flores para pequenos agricultores familiares no Brasil.</div>
<div id="m_6019069970875568740ymail_android_signature"> </div>
<div>O Ensaio Brasileiro de Dália de Corte é uma rede nacional de colaboração das Equipes PhenoGlad por meio da Brazilian Flower Network durante a 17ª fase do Projeto Flores para Todos. O certame de pesquisa é liderado pela Equipe PhenoGlad da UFSM e acontece em 23 locais de 12 estados brasileiros nas 5 Regiões. Participam da rede produtores, extensionistas, estudantes de graduação e de pós-graduação, professores e pesquisadores das universidades brasileiras que mais realizam pesquisa com flores.</div>
<div id="m_6019069970875568740ymail_android_signature"> </div>
<div id="m_6019069970875568740ymail_android_signature">Segundo o professor Nereu Augusto Streck, coordenador nacional do Projeto Flores para Todos e professor da UFSM, o Ensaio se trata de uma deliberação do 2º Simpósio Nacional PhenoGlad, realizado em maio de 2025 em Rio do Sul (SC). A iniciativa tem o objetivo de capacitar as equipes no manejo profissional e sustentável de dália de corte e gerar dados de campo para estudar a interação Genótipo x Ambiente x Produtor x Manejo da flor. O professor acrescenta que os objetivos são fundamentais para alavancar a produção de dálias de corte no país, uma flor em alta no mercado internacional, mas ainda pouco conhecida, divulgada e consumida no Brasil.</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Gincana da Avaliação mobiliza estudantes do CCR novamente</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2026/02/13/gincana-da-avaliacao-mobiliza-estudantes-do-ccr-novamente</link>
				<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 13:55:48 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação ensino aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[gincana da avaliação]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/?p=12480</guid>
						<description><![CDATA[O Centro de Ciências Rurais da UFSM promove mais uma edição da Gincana da Avaliação, iniciativa que busca incentivar a participação dos estudantes de graduação no processo institucional de avaliação docente (avaliação ensino-aprendizagem). A avaliação dos professores referente ao semestre passado já está disponível no Portal Estudantil e no aplicativo UFSM Digital, sendo totalmente anônima. A [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="199" data-end="450">O Centro de Ciências Rurais da UFSM promove mais uma edição da <a href="https://www.instagram.com/p/DUlFn3UDhru/"><strong data-start="302" data-end="326">Gincana da Avaliação</strong></a>, iniciativa que busca incentivar a participação dos estudantes de graduação no processo institucional de <strong><a href="https://www.ufsm.br/reitoria/avaliacao/ensino-aprendizagem">avaliação docente (avaliação ensino-aprendizagem)</a></strong>.</p>
<p data-start="452" data-end="827">A avaliação dos professores referente ao semestre passado já está disponível no <a href="https://portal.ufsm.br/estudantil/"><strong data-start="532" data-end="551">Portal Estudantil</strong></a> e no aplicativo UFSM Digital, sendo totalmente anônima. A participação dos estudantes é fundamental para o aprimoramento contínuo das atividades de ensino, contribuindo diretamente para a qualificação dos cursos e para o fortalecimento das políticas acadêmicas da Universidade.</p>
<p data-start="829" data-end="1046">Além de colaborar com a melhoria da qualidade do ensino, o engajamento dos estudantes impacta positivamente indicadores institucionais e pode refletir na ampliação de oportunidades, como a oferta de bolsas acadêmicas, em especial as bolsas para participação em eventos.</p>
<p data-start="1048" data-end="1236">Nesta edição, a iniciativa conta novamente com um caráter integrador e competitivo: o curso do CCR que alcançar o maior percentual de participação na avaliação receberá um <strong>prêmio surpresa</strong>.</p>
<p data-start="1238" data-end="1467">O CCR reforça a importância da participação consciente e responsável de todos os estudantes, destacando que avaliar é um ato de compromisso com a qualidade da formação acadêmica e com o futuro da própria comunidade universitária.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pós em Engenharia Agrícola da UFSM intensifica internacionalização na Europa</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/02/12/pos-em-engenharia-agricola-da-ufsm-intensifica-internacionalizacao-na-europa</link>
				<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 10:36:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[ppgea]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71987</guid>
						<description><![CDATA[Doutoranda partiu nesta semana para período de seis meses na Itália e França]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div id="m_1678861760184242316ymail_android_signature">Após ter subido para conceito 6 na <a href="https://www.ufsm.br/2026/01/14/ufsm-tem-70-dos-programas-de-pos-graduacao-consolidados-e-dobra-o-numero-de-cursos-de-excelencia" target="_blank" rel="noopener">avaliação da CAPES</a> no final de 2025, o Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola (PPGEA) da UFSM iniciou 2026 com foco na internacionalização dos seus alunos. Um exemplo é a doutoranda Moara Eliza Siqueira Fernandes, que embarcou nesta semana para a Europa, onde ficará durante seis meses realizando experimentos e aprendendo as técnicas mais modernas em engenharia de água e solo para o cultivo sustentável e lucrativo de flores. Ela realizará estudos na Itália e França.</div>
<div id="m_1678861760184242316ymail_android_signature"> </div>
<div id="m_1678861760184242316ymail_android_signature">Segundo o professor Nereu Augusto Streck, orientador da Moara, a experiência dos alunos do PPGEA de fazerem o doutorado sanduíche no exterior é de fundamental importância para a formação dos pesquisadores brasileiros e o consequente fortalecimento da pesquisa no país. Ele também comenta que o intercâmbio de estudantes de pós-graduação no exterior fortalece as cooperações internacionais da UFSM com empresas e instituições de pesquisa, principalmente na Europa.</div>
<div> </div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Avaliação Ensino-Aprendizagem do segundo semestre de 2025 já está disponível</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2026/02/06/avaliacao-ensino-aprendizagem-do-segundo-semestre-de-2025-ja-esta-disponivel</link>
				<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 12:34:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação ensino aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/?p=12467</guid>
						<description><![CDATA[Já está aberto o período de Avaliação Ensino-Aprendizagem, momento em que os estudantes do Centro de Ciências Rurais são convidados a avaliar os docentes que atuaram no segundo semestre de 2025. A participação dos alunos é fundamental para o fortalecimento da qualidade do ensino, pois os resultados contribuem diretamente para o aprimoramento das práticas pedagógicas [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="82" data-end="513"><span style="font-size: revert;color: initial">Já está aberto o período de </span><a style="font-size: revert" href="https://www.ufsm.br/reitoria/avaliacao/ensino-aprendizagem"><strong data-start="110" data-end="143">Avaliação Ensino-Aprendizagem</strong></a><span style="font-size: revert;color: initial">, momento em que os estudantes do Centro de Ciências Rurais são convidados a avaliar os docentes que atuaram no </span><strong style="font-size: revert;color: initial" data-start="255" data-end="283">segundo semestre de 2025</strong><span style="font-size: revert;color: initial">. A participação dos alunos é fundamental para o fortalecimento da qualidade do ensino, pois os resultados contribuem diretamente para o aprimoramento das práticas pedagógicas e para o desenvolvimento profissional dos professores.</span></p>
<p data-start="515" data-end="801">Além de seu papel formativo, o número de avaliações respondidas também impacta diretamente no <strong data-start="609" data-end="697">valor dos recursos destinados a cada centro de ensino para a participação em eventos</strong>, reforçando ainda mais a importância do engajamento dos estudantes do CCR nesse processo institucional.</p>
<p data-start="803" data-end="1191" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A avaliação pode ser realizada de forma <strong data-start="843" data-end="866">totalmente sigilosa</strong>, por meio do <a href="https://portal.ufsm.br/estudantil/"><strong data-start="918" data-end="937">Portal Estudantil</strong></a> ou do <a href="https://portal.ufsm.br/questionario/index.html;jsessionid=2ee68ab92fc98e1cc365d3cd1d59"><strong data-start="944" data-end="971">Sistema de Questionários</strong></a>, e ficará disponível <strong data-start="993" data-end="1018">até o dia 16 de março</strong>. A Direção do Centro reforça o convite para que todos participem e contribuam ativamente para o aprimoramento do ensino e para o fortalecimento das ações acadêmicas do CCR. </p>
<p data-start="803" data-end="1191" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><img class="aligncenter size-large wp-image-12466" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2026/02/WhatsApp-Image-2026-01-06-at-11.24.14-1024x273.jpeg" alt="" width="1024" height="273" /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM tem papel central no avanço da acácia-negra no Rio Grande do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/02/04/ufsm-tem-papel-central-no-avanco-da-acacia-negra-no-rio-grande-do-sul</link>
				<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 11:05:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[acácia-negra]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Fitotecnia]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[mpvp]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71928</guid>
						<description><![CDATA[Trabalho de pesquisadores da Universidade nos últimos 10 anos tem sido essencial para a cultura]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_71930" align="alignright" width="454"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/02/IMG-20250220-WA0027.jpg"><img class=" wp-image-71930" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/02/IMG-20250220-WA0027.jpg" alt="" width="454" height="606" /></a> Pesquisadores do Núcleo de Melhoramento e Propagação Vegetativa de Plantas em trabalho de campo[/caption]
<p dir="ltr">A UFSM tem desempenhado um papel estratégico no desenvolvimento da acácia-negra no Rio Grande do Sul, por meio de pesquisas aplicadas e da coordenação técnica de programas de melhoramento genético da espécie. Nos últimos 10 anos, uma parceria em melhoramento genético entre o Núcleo de Melhoramento e Propagação Vegetativa de Plantas (MPVP), do Departamento de Fitotecnia do Centro de Ciências Rurais (CCR), e a empresa Seta S/A Extrativa Tanino de Acácia tem reafirmado a atuação contínua da UFSM na geração de conhecimento científico e tecnológico, na seleção de materiais genéticos superiores e na adaptação da espécie às condições edafoclimáticas do território gaúcho.</p>
<p dir="ltr"><span style="font-size: revert;color: initial">Recentemente, o coordenador do projeto, Dilson A. Bisognin, professor do Departamento de Fitotecnia, entregou à Seta um relatório dos principais avanços com pesquisa científica e tecnológica alcançados nos últimos 10 anos de parceria. A Seta é parceira da UFSM e vem financiando as pesquisas com melhoramento genético de acácia-negra desde 2015, tendo como base plantas introduzidas da Austrália, que é o centro de origem e diversificação da espécie. A área experimental da empresa fica em Encruzilhada do Sul.</span></p>
<p dir="ltr"><span style="font-size: revert;color: initial">Segundo o professor, fica muito claro que os trabalhos conduzidos com participação da Universidade permitiram avanços significativos em produtividade, uniformidade dos plantios e qualidade da madeira e do tanino. A atuação da UFSM envolve desde a pesquisa básica até a aplicação prática no campo, conectando ciência, setor produtivo e produtores rurais.</span></p>
<p dir="ltr"><span style="font-size: revert;color: initial">Além dos ganhos econômicos, o estudo ressalta a contribuição da UFSM na promoção de manejo florestal sustentável, com foco na conservação do solo, no uso racional dos recursos naturais e na longevidade dos plantios. Esse conjunto de ações fortalece a competitividade da cadeia produtiva da acácia-negra e amplia seus impactos sociais e ambientais.</span></p>
<p dir="ltr"><span style="font-size: revert;color: initial">Dessa forma, com forte presença na pesquisa florestal e histórico de colaboração com o setor produtivo, a UFSM consolida-se como uma das principais instituições responsáveis pelo avanço tecnológico da acácia-negra no Rio Grande do Sul, reforçando o papel da ciência no desenvolvimento regional.</span></p>
[caption id="attachment_71931" align="alignleft" width="523"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/02/Com-a-equipe-SETA-1.jpeg"><img class=" wp-image-71931" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/02/Com-a-equipe-SETA-1.jpeg" alt="" width="523" height="392" /></a> Equipe da UFSM entregou relatório à empresa parceira no final de 2025[/caption]
<h3>Banco Ativo de Germoplasma</h3>
<p dir="ltr"><span style="color: initial;font-size: revert">Um resultado importante do trabalho conduzido pela UFSM nos últimos 10 anos foi a estruturação e organização do banco ativo de germoplasma (BAG) com as sementes das plantas selecionadas e que estão sendo utilizadas para compor a variabilidade genética do programa. Essas sementes, que representam todas as progênies das plantas mais bem adaptadas que foram introduzidas da Austrália, necessitam ser conservadas para avaliação e contínua utilização no melhoramento genético.</span></p>
<p dir="ltr"><span style="font-size: revert;color: initial">"É a variabilidade genética que possibilita selecionar plantas cada vez mais adaptadas, com características superiores, como resistência a pragas e doenças, e de maior produtividade e qualidade da madeira e do tanino", explica Dilson. Assim, o BAG é crucial para o melhoramento genético, estabelecimento de áreas demonstrativas e de novos pomares de sementes melhoradas para a produção das mudas que são fornecidas para os produtores.  </span></p>
<p dir="ltr">Reunindo materiais genéticos de diferentes origens, o banco formou uma base diversificada que permitiu a realização contínua de avaliações, seleções e intercruzamentos planejados, essencial para os avanços obtidos e para sustentar o contínuo progresso genético. Durante esse período, o BAG garantiu a conservação e a organização do material genético utilizado nas pesquisas, assegurando continuidade, segurança científica e suporte às decisões técnicas do programa.</p>
<p dir="ltr">Mais do que um repositório de variabilidade genética, o BAG é um ativo estratégico construído ao longo de uma década, fundamental para a evolução do melhoramento genético e para a sustentabilidade das ações futuras. A estruturação de um BAG caracterizado possibilita estratégias mais assertivas de melhoramento genético que maximizam o aumento de produtividade e qualidade.</p>
<p dir="ltr"><span style="color: revert;font-size: revert;font-weight: revert">Segundo Dilson, o aumento de qualidade da produção é um dos enfoques mais importantes para os próximos cinco anos de atividades dessa parceria consolidada entre a UFSM e a Seta. </span></p>
[caption id="attachment_71932" align="alignright" width="443"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/02/20251127_094725-scaled.jpg"><img class=" wp-image-71932" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/02/20251127_094725-scaled.jpg" alt="" width="443" height="592" /></a> Acácia-negra ocupa 67 mil hectares no RS[/caption]
<h3><span class="im">Importância econômica, social e ambiental<br /></span></h3>
<p dir="ltr">A acácia-negra (<em>Acacia mearnsii</em>) é uma das principais espécies florestais cultivadas no Rio Grande do Sul, com grande relevância econômica, ambiental e social. O estado concentra praticamente toda a produção nacional da espécie, especialmente na região Sul e Centro-Sul, onde as condições de clima e solo são favoráveis. Segundo a Associação Gaúcha de Empresas Florestais, os plantios de acácia-negra ocupam cerca de 67 mil hectares de área, distribuída em 120 municípios do estado.</p>
<p dir="ltr">A acácia-negra é amplamente utilizada na extração de tanino e na produção de madeira, para fins energéticos e industriais. A espécie é uma fonte de renda muito importante para pequenos e médios produtores rurais. Tem papel estratégico na cadeia florestal gaúcha, integrando sistemas produtivos e promovendo desenvolvimento regional. "As parcerias e investimentos contínuos em pesquisa, melhoramento genético e manejo sustentável são fundamentais para manter a competitividade da cadeia produtiva e ampliar seus benefícios econômicos e sociais no estado", destaca Dilson.</p>
<p dir="ltr"><span style="font-size: revert;color: initial">Além do papel econômico, a acácia-negra tem relevância ambiental importante no Rio Grande do Sul, especialmente quando manejada de forma adequada. A espécie é reconhecida por sua capacidade de proteção e recuperação do solo, sendo frequentemente utilizada em áreas degradadas ou suscetíveis à erosão. Além disso, contribui para a fixação biológica de nitrogênio, melhorando a fertilidade do solo e favorecendo sistemas produtivos mais equilibrados. Sua rápida cobertura vegetal auxilia na redução do impacto das chuvas sobre o solo, diminuindo perdas por erosão e assoreamento de cursos d’água.</span></p>
<p><span class="im">Outro destaque é o papel da cultura na captura de carbono, colaborando para a mitigação das mudanças climáticas. Os plantios florestais de acácia-negra funcionam como reservatórios temporários de carbono, especialmente quando integrados a práticas de manejo sustentável e rotação de culturas.</span></p>
<p><span class="im">Estudos também apontam que, dentro de sistemas bem planejados, a espécie pode contribuir para a estabilidade ambiental das propriedades rurais, conciliando produção florestal com conservação. Especialistas reforçam, no entanto, que o uso da acácia-negra deve sempre estar associado a planejamento técnico, evitando impactos negativos e garantindo equilíbrio com a vegetação nativa.</span></p>
<p><em>Fotos: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto Flores para Todos encerra o oitavo ano com avanços e tem novas metas para 2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/01/08/projeto-flores-para-todos-encerra-o-oitavo-ano-com-avancos-e-tem-novas-metas-para-2026</link>
				<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 10:40:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Equipe Phenoglad]]></category>
		<category><![CDATA[Flores para todos]]></category>
		<category><![CDATA[floricultura]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71781</guid>
						<description><![CDATA[Produtores irão aprender técnicas de cultivo sustentável, lucrativo e resiliente às mudanças climáticas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>No final de dezembro, o maior projeto inclusivo da floricultura brasileira, o Flores para Todos, encerrou oito anos de atuação nacional com números significativos e inéditos. Desde janeiro de 2018 (1ª fase) até dezembro de 2025 (16ª fase), o projeto coordenado pela Equipe Phenoglad da UFSM alcançou 472 famílias de agricultores familiares e 96 escolas do campo de 314 municípios em 21 estados brasileiros.</p>
<p>Segundo o professor Nereu Augusto Streck, coordenador nacional do Flores para Todos, os números alcançados em oito anos superaram as expectativas iniciais e confirmam o crescimento do setor da floricultura no Brasil, que foi de 10% ao ano desde o início do projeto, sendo o setor do agronegócio brasileiro que mais cresceu no período.</p>
<p>"Cada vez mais o brasileiro está consumindo flores, o alimento da alma, e por isso a formação profissional de dezenas de novos pequenos produtores a cada ano no Flores para Todos está auxiliando na geração de renda e trabalho no campo de Norte a Sul do Brasil", destaca Nereu. </p>
<p>Para 2026, segundo o coordenador, o projeto seguirá na formação de novos produtores de flores, que irão aprender técnicas de cultivo sustentável, lucrativo e resiliente às mudanças climáticas. Além disso, seguirão as formações de produtores em arte floral, com a profissionalização em técnicas internacionais de buquês e arranjos florais, que agregam valor às flores produzidas.</p>
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													</item>
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