<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>UFSM - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/busca?rss=true&#038;tags=ccr" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br</link>
			<description>Universidade Federal de Santa Maria</description>
			<lastBuildDate>Wed, 05 Aug 2026 22:54:51 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>UFSM</title>
	<link>https://www.ufsm.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>Projeto da UFSM bate a marca de 500 famílias de agricultores alcançadas no Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/30/projeto-da-ufsm-bate-a-marca-de-500-familias-de-agricultores-alcancadas-no-brasil</link>
				<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 12:19:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Equipe Phenoglad]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Flores para todos]]></category>
		<category><![CDATA[floricultura]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73623</guid>
						<description><![CDATA[Em sua 17ª fase, Flores para Todos já está em 316 municípios de 21 estados]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73624" align="alignright" width="382"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG-20260619-WA0036.jpg"><img class="wp-image-73624" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG-20260619-WA0036.jpg" alt="" width="382" height="510" /></a> Maria Elisa Lessinger, de Picada Café, comercializou girassóis em buquês[/caption]
<p id="m_5807720444745179036ymail_android_signature">Neste mês de julho, o maior projeto inclusivo da floricultura brasileira, o Flores para Todos, encerrou a 17ª fase alcançando números significativos e inéditos. Desde janeiro de 2018 até julho de 2026, o projeto coordenado pela Equipe PhenoGlad da UFSM alcançou 501 famílias de agricultores familiares e 97 escolas do campo de 316 municípios em 21 estados brasileiros.</p>
<p id="m_5807720444745179036ymail_android_signature">Segundo o professor Nereu Augusto Streck, coordenador nacional do Flores para Todos, os números alcançados neste 9º ano do projeto confirmam o crescimento do setor da floricultura no Brasil, que foi de 10% ao ano, sendo o setor do agronegócio brasileiro que mais cresceu no período.</p>
<p id="m_5807720444745179036ymail_android_signature">“O brasileiro está cada vez mais consumindo flores, o alimento da alma, e por isso o Flores para Todos vem formando dezenas de novos pequenos produtores a cada ano que aprendem técnicas de cultivo sustentável, lucrativo e resiliente às mudanças climáticas, auxiliando de forma definitiva na geração de renda e trabalho no campo de Norte a Sul do Brasil”, destaca Nereu. "Isto confirma o comprometimento da UFSM com a transferência de conhecimento científico para a sociedade, especialmente no meio rural onde a sucessão familiar é um desafio crescente", acrescenta. </p>
<p id="m_5807720444745179036ymail_android_signature">Até o final de 2026, segundo o coordenador, o projeto seguirá na formação de novos produtores de flores, tanto na produção de flores como em arte floral, com a profissionalização em técnicas internacionais de buquês e arranjos florais, que agregam valor às flores produzidas.</p>
<p><em>Foto: Arquivo pessoal</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Equipe PhenoGlad da UFSM fecha parceria com o Castelo Assis Brasil, em Pedras Altas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/27/equipe-phenoglad-da-ufsm-fecha-parceria-com-o-castelo-assis-brasil-em-pedras-altas</link>
				<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 12:07:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[castelo assis brasil]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Equipe Phenoglad]]></category>
		<category><![CDATA[floricultura]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73578</guid>
						<description><![CDATA[Estudantes vão auxiliar na restauração e modernização do jardim do castelo]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73579" align="alignright" width="436"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG-20260613-WA01404-1.jpg"><img class="wp-image-73579" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG-20260613-WA01404-1.jpg" alt="" width="436" height="775" /></a> Nereu Streck no Castelo Assis Brasil[/caption]
<p><span style="font-size: large">A Equipe PhenoGlad da UFSM fechou uma parceria com a Associação Castelo de Pedras Altas para auxiliar na restauração e modernização do jardim do Castelo Assis Brasil, localizado</span> em Pedras Altas, na Campanha Gaúcha<span style="font-size: large">. Segundo o professor Nereu Augusto Streck, coordenador nacional da Equipe PhenoGlad, a parceria vai oportunizar aos estudantes conhecer de perto um jardim medieval e contribuir para resgatar e manter viva a história de um dos locais mais importantes da história do Rio Grande do Sul e do Brasil. </span></p>
<p><span style="font-size: large">"É uma oportunidade pedagógica única para nossos estudantes entenderem a aplicação prática dos conhecimentos teóricos envolvendo ciência, arte, técnica e história, pois o jardim do castelo é um laboratório de espécies botânicas centenárias oriundas de vários locais do planeta", explica.</span></p>
<p><span style="font-size: large">Em estilo medieval, </span>o Castelo Assis Brasil  <span style="font-size: large">é tombado como patrimônio histórico. Foi construído entre 1908 e 1913 pelo diplomata Joaquim Francisco de Assis Brasil, em homenagem a sua segunda esposa, Dona Lydia Pereira Felício de São Mamede, descendente das nobrezas portuguesa e brasileira. Neste castelo foi assinado o Pacto de Pedras Altas, em 14 de dezembro de 1923, que encerrou a Revolução de 1923, o último conflito armado entre ximangos e maragatos no Rio Grande do Sul.</span></p>
<p><span style="font-size: large">No local, Assis Brasil recebeu inúmeros ilustres brasileiros no início do Século 20, como Santos Dumont. Assis Brasil também foi produtor rural, e introduziu a raça Jersey no Brasil. Intelectual e escritor, morou no campo para provar que é possível ao homem do campo ter acesso ao conhecimento e à informação científica.</span></p>
<p><em><span style="font-size: large">Foto: Arquivo pessoal</span></em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM busca protagonismo em pesquisas com cannabis após novo marco regulatório da Anvisa</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/22/ufsm-busca-protagonismo-em-pesquisas-com-cannabis-apos-novo-marco-regulatorio-da-anvisa</link>
				<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:15:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[cannabis sativa]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[fitotecnia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73541</guid>
						<description><![CDATA[Instituição está se adequando às exigências legais e visa criar uma plataforma completa de pesquisa, desde o melhoramento genético até o desenvolvimento de tecnologias e aplicações em saúde]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada no Diário Oficial da União em fevereiro de 2026 abriu um novo cenário para a pesquisa científica com Cannabis sativa no Brasil. A norma estabelece, pela primeira vez, regras específicas para o cultivo da planta exclusivamente para fins de pesquisa científica e tecnológica, criando condições para que as universidades federais e institutos ampliem sua atuação na área.</p>
<p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) já busca se posicionar como referência nacional nesse campo. Segundo o professor Dilson Bisognin, do Departamento de Fitotecnia do Centro de Ciências Rurais (CCR), a instituição deu início aos trabalhos para atender às exigências estabelecidas pela nova regulamentação e desenvolver uma estrutura robusta, capaz de sustentar estudos de alto rigor científico.</p>
<p>A <a href="https://anvisalegis.datalegis.net/action/ActionDatalegis.php?acao=abrirTextoAto&amp;tipo=RDC&amp;numeroAto=00001013&amp;seqAto=000&amp;valorAno=2026&amp;orgao=RDC/DC/ANVISA/MS&amp;codTipo=&amp;desItem=&amp;desItemFim=&amp;cod_menu=1696&amp;cod_modulo=134&amp;pesquisa=true" target="_blank" rel="noopener">RDC nº 1.012/2026</a> regulamenta toda a cadeia da pesquisa científica com cannabis, abrangendo desde a produção de material de propagação e o cultivo, inclusive <i>in vitro</i>, até a colheita e a obtenção do extrato bruto. Para Bisognin, o novo marco regulatório oferece a segurança jurídica necessária para que instituições públicas desenvolvam pesquisas e tecnologias com rastreabilidade, qualidade e controle, ampliando as possibilidades de inovação em uma área considerada estratégica para a ciência brasileira.</p>
<p>O primeiro passo é obter a autorização especial (AE) da Anvisa, indispensável ao cultivo da planta para fins de pesquisa. Para isso, a UFSM precisa adequar sua infraestrutura às exigências legais, que incluem rígidos protocolos de segurança física, controle de acesso e monitoramento das áreas de cultivo.</p>
<p>"A autorização para o cultivo é o ponto de partida para toda a cadeia de pesquisa. Sem acesso à matéria-prima produzida sob rigor científico e regulatório, não é possível desenvolver desde estudos agronômicos e farmacêuticos até pesquisas clínicas, inovação tecnológica e transferência de conhecimento para a sociedade", afirma o docente.</p>
[caption id="attachment_73542" align="alignright" width="478"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/foto.jpeg"><img class=" wp-image-73542" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/foto.jpeg" alt="" width="478" height="637" /></a> Inflorescência feminina de Cannabis sativa: a ausência de fecundação estimula a produção de tricomas ricos em canabinoides e terpenos, foco principal para a padronização de extratos medicinais na UFSM[/caption]
<h3>Ações previstas após a autorização especial da Anvisa</h3>
<p>Entre as primeiras ações previstas pela UFSM está a completa readequação de uma casa de vegetação e outras estruturas de pesquisa, etapa considerada essencial para o início das atividades. Com a autorização especial para o cultivo de plantas para pesquisa e dispondo de estrutura física adequada, será possível desenvolver uma cadeia completa de pesquisa e inovação, envolvendo melhoramento genético, propagação clonal, produção de biomassa padronizada, desenvolvimento de tecnologias de extração e validação de métodos analíticos de alta precisão para a caracterização dos compostos presentes na planta.</p>
<p>Embora as inflorescências femininas não fecundadas (flores) concentrem a maior densidade de compostos (canabinoides e terpenos) para fins farmacêuticos, os pesquisadores da UFSM também visam explorar o aproveitamento integral da planta. Pesquisas futuras buscarão desenvolver tecnologias, processos e produtos a partir de outras frações vegetais (como folhas, caules e raízes), ampliando o leque de aplicações industriais e biotecnológicas.</p>
<p>De acordo com o professor, um dos principais desafios enfrentados atualmente pela comunidade científica é a falta de padronização da matéria-prima utilizada em pesquisas médicas. Variações na concentração de compostos secundários produzidos naturalmente pela planta - que são os canabinoides, como o tetrahidrocanabinol (THC), o canabidiol (CBD) e o canabigerol (CBG), além dos terpenos - entre diferentes cultivos dificultam a reprodução de resultados em estudos pré-clínicos e clínicos, comprometendo a comparação entre experimentos e o desenvolvimento de novas terapias. A produção de clones geneticamente definidos permitirá obter plantas com composição química estável e previsível, reduzindo essas variações e ampliando a confiabilidade das pesquisas.</p>
<p>A iniciativa também contempla o melhoramento genético e o desenvolvimento de práticas de cultivo adaptados às condições climáticas do Rio Grande do Sul, onde fatores como temperatura, fotoperíodo e estresses ambientais podem alterar o perfil químico da planta. Além disso, estão previstos estudos sobre sanidade vegetal e métodos de controle analítico capazes de assegurar a qualidade da biomassa produzida e dos extratos obtidos, bem como o monitoramento rigoroso contra a presença de contaminantes.</p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-21-at-06.47.10.jpeg"><img class="alignleft wp-image-73551" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-21-at-06.47.10.jpeg" alt="" width="565" height="399" /></a></p>
<h3>Seminário vai discutir desafios e oportunidades</h3>
<p>Para ordenar as ações necessárias ao atendimento das exigências legais da autorização especial de cultivo e aprofundar as discussões internas, o CCR e o Departamento de Fitotecnia da UFSM, por meio de uma comissão organizadora sob coordenação do professor Dilson Bisognin, promoverá o seminário "Desafios e oportunidades do cultivo de cannabis para pesquisa" no dia 13 de agosto.</p>
<p>O evento objetiva promover o debate institucional, científico e tecnológico sobre o cultivo e o uso medicinal de cannabis no Mercosul, posicionando a UFSM como polo de pesquisa, desenvolvimento científico e inovação biofarmacêutica diante do novo marco regulatório nacional.</p>
<p>Durante todo o dia, no Auditório Flávio Miguel Schneider, no Campus Sede, haverá mesa de abertura destacando a importância da universidade pública no desenvolvimento de novas cadeias produtivas e de saúde para o Rio Grande do Sul. A programação contará com palestra dedicada ao novo marco tegulatório; painel sobre o potencial multidisciplinar da UFSM na pesquisa científica e tecnológica; debate sobre avanços científicos e tecnológicos em cannabis na Argentina, Uruguai e Paraguai; análise sobre o ecossistema de negócios e o papel terapêutico das associações de pacientes; e os devidos encaminhamentos institucionais.</p>
<p>Também será realizada, como atividade paralela, a Mostra de Inovação e Tecnologia em Cannabis, com exposição de empresas de tecnologia, prestadores de serviços, indústrias e associações de pacientes, com vistas ao fomento de <i>networking</i> e à desmistificação científica do setor.</p>
<p>Mais informações sobre inscrições pelo email gipcannufsm@gmail.com. </p>
<p><em>Foto: Dilson Bisognin/Arquivo pessoal</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Empresa francesa líder em melhoramento de dálias vai receber alunos da UFSM a partir de 2027</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/22/empresa-francesa-lider-em-melhoramento-de-dalias-vai-receber-alunos-da-ufsm-a-partir-de-2027</link>
				<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:32:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[floricultura]]></category>
		<category><![CDATA[frança]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[ppgea]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73549</guid>
						<description><![CDATA[Missão técnica de doutoranda do PPGEA na França resultou em parceria]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73550" align="alignright" width="569"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG-20260720-WA0007.jpg"><img class=" wp-image-73550" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG-20260720-WA0007.jpg" alt="" width="569" height="427" /></a> Moara (E) visitou a empresa Ernest Turc[/caption]
<p id="m_4897334594904045777ymail_android_signature">A aluna de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola (PPGEA) da UFSM Moara Eliza Siqueira Fernandes realizou uma visita técnica à empresa Ernest Turc, em Angers, França, na segunda (20) e na terça-feira (21).</p>
<p>A empresa familiar fundada em 1912 é líder mundial em melhoramento de dálias, comercializando mais de 300 cultivares da flor. São mais de 40 funcionários para realizar os cruzamentos com métodos naturais, as práticas de manejo e a colheita de flores e de tubérculos em sete hectares de campos de produção de dálias.</p>
<p id="m_4897334594904045777ymail_android_signature">Como resultados práticos da missão técnica, foi acertada uma parceria com a empresa para receber estudantes do PPGEA a partir de 2027 e apoiar projetos de pesquisa para buscar soluções tecnológicas sustentáveis para produtores de flores no Brasil, em especial o aumento na eficiência do uso da água para produzir as flores.</p>
<p id="m_4897334594904045777ymail_android_signature">A missão técnica na França fez parte do estágio de doutorado sanduíche de Moara pelo PPGEA, que iniciou em fevereiro, sob a orientação do professor Nereu Augusto Streck.</p>
<p><em>Foto: Arquivo pessoal</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Missão técnica da UFSM leva produtores e pesquisadores ao Corn Belt dos Estados Unidos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/20/missao-tecnica-da-ufsm-leva-produtores-e-pesquisadores-ao-corn-belt-dos-estados-unidos</link>
				<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 11:13:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[crops team]]></category>
		<category><![CDATA[fieldcrops]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73539</guid>
						<description><![CDATA[Iniciativa da Equipe Field Crops da UFSM e da Crops Team promoveu intercâmbio com universidades e empresas do setor agrícola, fortalecendo a internacionalização e a aproximação entre ciência e produção rural.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p> </p>
[caption id="attachment_73540" align="alignleft" width="530"]<img class="wp-image-73540" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2742-300x211.jpeg" alt="" width="530" height="373" /> Equipe durante atividades de campo[/caption]
<p><span style="font-size: revert;color: initial">Entre os dias 12 e 19 de julho, a Equipe Field Crops, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em parceria com a Crops Team, empresa sediada no Parque de Inovação, Ciência e Tecnologia da UFSM (InovaTec UFSM), coordenou uma missão técnica ao Corn Belt, principal região produtora de grãos dos Estados Unidos. A iniciativa reuniu produtores rurais, empresários do agronegócio e pesquisadores da Fundação ABC em uma programação voltada à atualização técnica, ao intercâmbio de conhecimentos e à aproximação com instituições de referência em pesquisa e inovação agrícola.</span></p>
<p>Ao longo de uma semana, a comitiva percorreu os estados de Nebraska, Kansas, Iowa e Illinois, visitando áreas comerciais de produção de soja e milho, centros de pesquisa e instituições de ensino. O roteiro incluiu visitas à Universidade de Nebraska, à Universidade do Kansas e à empresa Corteva, onde os participantes acompanharam discussões sobre manejo de culturas, melhoramento genético, tecnologias para aumento da produtividade e desafios da agricultura norte-americana.</p>
<p>Além de conhecer sistemas produtivos de alto desempenho, os participantes trocaram experiências com pesquisadores e profissionais do agronegócio, identificando práticas e tecnologias com potencial de adaptação às condições brasileiras. O conhecimento obtido durante a missão deverá contribuir para o desenvolvimento de estratégias voltadas ao aumento da eficiência, da produtividade e da sustentabilidade na agricultura nacional.</p>
<p>A iniciativa também reforça a internacionalização como um dos eixos estratégicos da UFSM, ampliando a cooperação entre a Universidade e instituições internacionais e aproximando produtores rurais, consultores, empresários e pesquisadores de centros de referência na geração de conhecimento para o setor agropecuário.<br /><br />Para o professor Alencar Zanon, coordenador da Equipe Field Crops da UFSM, a iniciativa demonstra como a universidade pode ampliar seu impacto para além da formação acadêmica."A universidade moderna precisa ir muito além da sala de aula. É fundamental integrar ensino, pesquisa, extensão e inovação para gerar impacto real na sociedade. Quando levamos produtores rurais, consultores, empresários e pesquisadores para conhecer os principais centros mundiais de produção agrícola, estamos aproximando o conhecimento científico da prática, promovendo a internacionalização da Universidade e acelerando a transferência de tecnologias que podem contribuir para o desenvolvimento da agricultura brasileira. Esse é o compromisso da Equipe Field Crops da UFSM: produzir conhecimento de excelência e fazer com que ele chegue até quem produz alimentos e impulsiona o desenvolvimento do país."</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisas do LabQuaL da UFSM são apresentadas no 38º Congresso Nacional de Laticínios</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/20/pesquisas-do-labqual-da-ufsm-sao-apresentadas-no-38o-congresso-nacional-de-laticinios</link>
				<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 11:02:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Tecnologia dos Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[labqual]]></category>
		<category><![CDATA[leite e derivados]]></category>
		<category><![CDATA[PPGCTA]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73537</guid>
						<description><![CDATA[PPG em Ciência e Tecnologia dos Alimentos participou do evento em Juiz de Fora]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73538" align="alignright" width="474"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_3458-scaled.jpeg"><img class=" wp-image-73538" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_3458-scaled.jpeg" alt="" width="474" height="634" /></a> Professora Neila (E) e alunas participaram do evento[/caption]
<p>O Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia dos Alimentos (PPGCTA) da UFSM participou do 38º Congresso Nacional de Laticínios (CNL), realizado de 14 a 16 de julho, em Juiz de Fora (MG), durante a programação do Minas Láctea 2026. O evento é reconhecido como um dos mais tradicionais e relevantes encontros técnico-científicos da cadeia láctea brasileira, reunindo pesquisadores, estudantes, profissionais da indústria e representantes de instituições de ensino e pesquisa de todo o país.</p>
<p>O PPGCTA foi representado pela professora Neila Richards e pelas estudantes Larissa S. Nunes e Naila P. Marcuzzo, que apresentaram seis trabalhos científicos, todos desenvolvidos no Laboratório de Pesquisa em Qualidade de Leite e Derivados (LabQuaL) da UFSM. As pesquisas abordaram diferentes temas relacionados à qualidade, inovação, segurança de alimentos e tecnologia de leite e derivados, refletindo o compromisso do grupo com a produção de conhecimento científico aplicado e com o fortalecimento da cadeia produtiva do leite.</p>
<p>Conforme Neila, a participação em eventos dessa relevância representa uma etapa fundamental na formação de recursos humanos altamente qualificados. Além da divulgação dos resultados das pesquisas desenvolvidas na UFSM, o congresso proporciona às estudantes a oportunidade de dialogar com pesquisadores de referência, conhecer as tendências científicas e tecnológicas do setor, ampliar redes de colaboração e vivenciar o ambiente de inovação que caracteriza o segmento lácteo.</p>
<p>A participação das estudantes Larissa e Naila foi viabilizada por esforço próprio, uma vez que não houve recursos de fomento para sua participação no evento, incluindo o pagamento das inscrições. Ainda assim, ambas optaram por representar o PPGCTA, reafirmando seu comprometimento com a formação científica e com a divulgação das pesquisas desenvolvidas no LabQuaL.</p>
<p>A presença da professora Neila, acompanhando as apresentações e as atividades técnico-científicas, reforçou o compromisso do grupo com a formação de pesquisadores e com a inserção da produção científica da UFSM em um dos mais importantes fóruns da área de ciência e tecnologia de leite e derivados do país.</p>
<p><em>Foto: Arquivo pessoal</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Equipe FieldCrops da UFSM coordena evento de soja no Paraguai</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/13/equipe-fieldcrops-da-ufsm-coordena-evento-de-soja-no-paraguai</link>
				<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:20:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[equipe fieldcrops]]></category>
		<category><![CDATA[ppgea]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
		<category><![CDATA[soybean summit]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73498</guid>
						<description><![CDATA[Soybean Summit 2026 fortaleceu a conexão entre pesquisa aplicada e lavoura]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73499" align="alignright" width="391"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2098.jpeg" data-wp-editing="1"><img class="wp-image-73499" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_2098.jpeg" alt="" width="391" height="522" /></a> Evento reuniu 247 produtores e consultores no sábado (11)[/caption]
<p dir="auto">No sábado (11) foi realizado o Soybean Summit 2026, na cooperativa das Colônias Unidas, no Paraguai. O evento coordenado pela Equipe FieldCrops da UFSM fortaleceu a conexão entre pesquisa aplicada e lavoura, reunindo 247 produtores e consultores e consolidando-se como um importante momento para a discussão de estratégias voltadas ao aumento da lucratividade da soja.</p>
<p dir="auto">Da UFSM, participaram o professor Alencar Zanon, o pós-doutorando Alexandre Ferigolo e o doutorando Marcel Guevara, do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola (PPGEA), além do aluno de Agronomia Matiah Vega.</p>
<p dir="auto">O principal destaque do evento foi a apresentação dos resultados do Soybean Money Maker, um amplo diagnóstico realizado em lavouras comerciais de soja com o objetivo de identificar os fatores que mais limitam a expressão do potencial produtivo. Ao transformar dados obtidos diretamente nas propriedades em conhecimento prático, o Soybean Money Maker fornece informações estratégicas para a tomada de decisão, contribuindo para sistemas de produção mais eficientes, rentáveis e sustentáveis.</p>
<p dir="auto"><em>Foto: Arquivo pessoal</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Nota de pesar - Carlos Alberto Wolle</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/06/nota-de-pesar-carlos-alberto-wolle</link>
				<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 14:47:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[hvu]]></category>
		<category><![CDATA[Nota de Falecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Servidores]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73461</guid>
						<description><![CDATA[É com pesar que a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) foi informada do falecimento do professor aposentado Carlos Alberto Wolle, ocorrido nesta segunda-feira, 6 de julho de 2026. Carlos Alberto Wolle foi docente do curso de Medicina Veterinária da instituição e exerceu a função de diretor do Hospital Veterinário Universitário (HVU). As cerimônias de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-path-to-node="3">É com pesar que a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) foi informada do falecimento do professor aposentado Carlos Alberto Wolle, ocorrido nesta segunda-feira, 6 de julho de 2026. Carlos Alberto Wolle foi docente do curso de Medicina Veterinária da instituição e exerceu a função de diretor do Hospital Veterinário Universitário (HVU).</p>
<p data-path-to-node="5">As cerimônias de despedida ocorrem na Capela B do Cemitério Santa Rita, em Santa Maria/RS. O encerramento está previsto para a terça-feira, 07/07/2026, às 10h, seguido pelo sepultamento no Cemitério Ecumênico Municipal da mesma cidade.</p>
<p data-path-to-node="6">A UFSM manifesta solidariedade aos familiares, amigos e colegas do professor.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM leva oficinas de poda e cuidado de roseiras a municípios da Quarta Colônia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/06/ufsm-leva-oficinas-de-poda-e-cuidado-de-roseiras-a-municipios-da-quarta-colonia</link>
				<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 11:58:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Equipe Phenoglad]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Flores para todos]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[quarta colônia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73458</guid>
						<description><![CDATA[Atividades ocorrem nesta semana em São João do Polêsine e em Silveira Martins]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p id="m_2980559599786457639ymail_android_signature">A Equipe PhenoGlad da UFSM, por meio do projeto Flores para Todos, vai ministrar duas oficinas de poda e cuidado de roseiras em municípios da Quarta Colônia nesta semana. </p>
<p id="m_2980559599786457639ymail_android_signature">Na quarta-feira (8), a oficina prática sobre manejo de inverno em roseiras de jardim ocorre das 13h30 às 16h30 em Vale Vêneto, São João do Polêsine, e na quinta (9), no mesmo horário, na Rua Siqueira Couto (Rua do Hospital), em Silveira Martins. As atividades são gratuitas e abertas ao público, sem necessidade de inscrição prévia.</p>
<p id="m_2980559599786457639ymail_android_signature">As oficinas serão conduzidas pelo professor Nereu Augusto Streck, coordenador nacional do projeto Flores para Todos, com o auxílio de estudantes de graduação e de pós-graduação integrantes da Equipe PhenoGlad. Serão abordadas práticas como poda, formação de estacas para reprodução caseira de mudas, adubação e cobertura do solo, cuidados importantes para garantir uma floração vigorosa das roseiras na primavera e no verão.</p>
<p id="m_2980559599786457639ymail_android_signature">A iniciativa é promovida pelas prefeituras de São João do Polêsine e de Silveira Martins, com apoio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM. Recomenda-se aos participantes chegarem com 15 minutos de antecedência e levar a sua tesoura de poda para praticarem.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Equipe FieldCrops da UFSM realiza Soybean Summit 2026 e reúne mais de 750 produtores</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/06/equipe-fieldcrops-da-ufsm-realiza-soybean-summit-2026-e-reune-mais-de-750-produtores</link>
				<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 11:25:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[equipe fieldcrops]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
		<category><![CDATA[soybean summit]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73456</guid>
						<description><![CDATA[Palestras foram ministradas por especialistas do Brasil, Argentina, Estados Unidos e Paraguai]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73457" align="alignright" width="640"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/Foto_Summit_2026.jpeg"><img class="wp-image-73457" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/Foto_Summit_2026.jpeg" alt="" width="640" height="360" /></a> Evento técnico-científico foi realizado em Passo Fundo[/caption]
<p style="font-weight: 400">A Equipe FieldCrops, grupo de pesquisa da UFSM, promoveu nos dias 30 de junho e 1º de julho, na Universidade de Passo Fundo (UPF), o Soybean Summit 2026, o maior evento técnico-científico com base em dados de lavouras de soja do Brasil e Paraguai.</p>
<p style="font-weight: 400">Com o tema “Colher + Investindo Certo”, o evento reuniu 767 produtores rurais, consultores, pesquisadores, estudantes e profissionais do agronegócio, consolidando-se como um importante espaço para a difusão de conhecimento e a aproximação entre universidade, pesquisa e setor produtivo.</p>
<p style="font-weight: 400">A programação contou com palestras ministradas por especialistas do Brasil, Argentina, Estados Unidos e Paraguai, abordando temas estratégicos para a produção de soja, como ecofisiologia, nutrição mineral, manejo para alta rentabilidade, agricultura de precisão, inteligência aplicada à produção, análise de dados de lavouras e perspectivas da agricultura mundial. Também foram promovidas mesas-redondas, momentos de networking e apresentações de tecnologias desenvolvidas por empresas parceiras.</p>
<p style="font-weight: 400">A UFSM teve participação de destaque na organização do evento, por meio da Equipe FieldCrops, coordenada pelos professores Nereu Streck e Alencar Zanon, reforçando o compromisso institucional com a geração e a transferência de conhecimento científico para o setor agropecuário. A iniciativa integra as ações de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas pelo grupo, contribuindo para a formação de profissionais e para o aumento da competitividade da agricultura brasileira.</p>
<p style="font-weight: 400">Além do expressivo público presente, o Soybean Summit 2026 contou com o apoio de diversas empresas e instituições parceiras, fortalecendo a interação entre a universidade e o setor produtivo e evidenciando a importância da ciência aplicada para o desenvolvimento sustentável da agricultura.</p>
<p><em>Foto: Arquivo pessoal</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professora da UFSM integrou júri internacional da ExpoQueijo Brasil 2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/29/professora-da-ufsm-integrou-juri-internacional-da-expoqueijo-brasil-2026</link>
				<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 13:37:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[expoqueijo]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73401</guid>
						<description><![CDATA[Neila Richards representou a UFSM e o Brasil no corpo de jurados]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73402" align="alignright" width="471"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-29-at-10.17.10.jpeg" data-wp-editing="1"><img class="wp-image-73402" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-29-at-10.17.10.jpeg" alt="" width="471" height="628" /></a> Neila destaca o protagonismo dos queijos artesanais latino-americanos[/caption]
<p>A professora Neila Richards, do Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos (DTCA) da UFSM, participou como jurada internacional da ExpoQueijo Brasil – Araxá International Cheese Awards 2026, um dos mais importantes concursos de queijos das Américas. Realizado em Araxá (MG) de 25 a 28 de junho, o evento reuniu aproximadamente 1.100 queijos provenientes de 19 países da América e da Europa, consolidando-se como uma das principais vitrines internacionais para a valorização da produção queijeira artesanal.</p>
<p>Especialista em Ciência e Tecnologia de Alimentos, com atuação em qualidade, tecnologia e análise sensorial de leite e derivados, a professora representou a UFSM e o Brasil no corpo de jurados responsável pela avaliação técnica dos produtos inscritos. A participação reforça o reconhecimento internacional da competência científica desenvolvida na Universidade na área de lácteos e evidencia a inserção da instituição em importantes iniciativas voltadas à inovação e à valorização dos alimentos tradicionais.</p>
<p>Segundo Neila, a edição de 2026 evidenciou um momento de grande evolução da queijaria artesanal latino-americana. Durante as avaliações foi possível observar produtos com elevado padrão técnico, identidade territorial bem definida, domínio dos processos de fabricação, excelência no manejo da matéria-prima e maturações cada vez mais precisas, características que colocam muitos queijos latino-americanos em condições de competir em igualdade com tradicionais referências europeias.</p>
<p>O grande vencedor da edição foi o queijo Maranata Ouro, produzido pela Rancho Maranata, em Minas Gerais, elaborado com leite cru de vacas Jersey e maturado por nove meses. A conquista representa o segundo ano consecutivo em que um queijo brasileiro recebe o principal reconhecimento da competição, refletindo o fortalecimento da cultura queijeira nacional e o investimento contínuo em qualidade.</p>
<p>Para a professora, os resultados obtidos por países como Brasil e Peru demonstram que o sucesso da produção artesanal está diretamente relacionado à integração entre produtores, universidades, centros de pesquisa, órgãos públicos e programas de assistência técnica. Essa articulação fortalece a capacitação dos produtores, promove a melhoria contínua da qualidade e amplia a visibilidade internacional dos produtos com identidade territorial.</p>
<p>Mais do que distribuir medalhas, concursos internacionais desempenham um papel estratégico no desenvolvimento da cadeia produtiva. As avaliações fornecem retorno técnico aos produtores, permitem comparar diferentes estilos de fabricação sob critérios padronizados de aparência, aroma, textura, equilíbrio e qualidade sensorial, além de aumentar a confiança de consumidores e mercados na excelência dos produtos premiados.</p>
<p>A participação da professora Neila reafirma o compromisso da UFSM com a pesquisa, a inovação e a valorização do patrimônio alimentar brasileiro. A atuação da Universidade em estudos sobre qualidade de leite e derivados, microbiologia, análise sensorial, segurança de alimentos e caracterização de queijos artesanais contribui para fortalecer a produção nacional e ampliar sua competitividade no cenário internacional.</p>
<p>Para Neila, a experiência vivenciada na ExpoQueijo Brasil confirma que a América Latina vive um dos momentos mais promissores de sua história na produção de queijos artesanais. "Os concursos internacionais são instrumentos de aprendizado, intercâmbio técnico e valorização dos produtores. Mais do que premiar os melhores queijos, eles impulsionam a melhoria contínua da qualidade e fortalecem o reconhecimento do patrimônio alimentar dos diferentes territórios", destaca a professora.</p>
<p><em>Foto: Arquivo pessoal</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Equipe PhenoGlad da UFSM realizou missão técnica em São Paulo e Minas Gerais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/23/equipe-phenoglad-da-ufsm-realizou-missao-tecnica-em-sao-paulo-e-minas-gerais</link>
				<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 11:13:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Equipe Phenoglad]]></category>
		<category><![CDATA[Flores para todos]]></category>
		<category><![CDATA[floricultura]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73355</guid>
						<description><![CDATA[Professor visitou produtores referência em flores e participou de reuniões]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73356" align="alignright" width="537"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IMG-20260620-WA004522.jpg"><img class="wp-image-73356" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IMG-20260620-WA004522.jpg" alt="" width="537" height="409" /></a> Nereu (E) visitou o maior produtor de ornithogalum e dália de corte do Brasil, em Holambra[/caption]
<p id="m_-6983320336199606362ymail_android_signature">De 19 a 22 de junho, o professor Nereu Augusto Streck, coordenador nacional do projeto Flores para Todos e da Equipe PhenoGlad, realizou uma missão técnica para visitar produtores referência em flores em três municipios de São Paulo (Artur Nogueira, Espírito Santo de Pinhal e Holambra) e um município de Minas Gerais (Andradas), que vêm contribuindo diretamente para o sucesso do Flores para Todos.</p>
<p id="m_-6983320336199606362ymail_android_signature">A missão técnica teve como objetivo compartilhar conhecimentos e experiências sobre produção sustentável e lucrativa de flores e fortalecer as parcerias que vêm apoiando o projeto. "Precisamos estar atentos às inovações que acontecem no mercado e na produção de flores, e nos estados de São Paulo e Minas Gerais estão os produtores mais tecnificados e usando os conceitos mais modernos de produção sustentável e lucrativa de flores", explica Nereu.</p>
<p>Ele também participou de reuniões com empresas nacionais e internacionais que contribuem para o projeto, o que, segundo ele, foi muito importante para as novas fases do Flores para Todos a partir de 2027. "Também conseguimos abrir portas em propriedades de produção de flores para nossos alunos de graduação e de pós-graduação realizarem estágios que irão contribuir na sua formação profissional", acrescenta o professor.</p>
<p><em>Foto: Arquivo pessoal</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Equipe PhenoGlad da UFSM entrega os primeiros resultados do paisagismo em São João do Polêsine</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/11/equipe-phenoglad-da-ufsm-entrega-os-primeiros-resultados-do-paisagismo-em-sao-joao-do-polesine</link>
				<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 10:43:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Equipe Phenoglad]]></category>
		<category><![CDATA[Flores para todos]]></category>
		<category><![CDATA[Paisagismo]]></category>
		<category><![CDATA[São João do Polêsine]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73203</guid>
						<description><![CDATA[Paisagismo sustentável e resiliente ao clima ganha espaço em mais um município da Quarta Colônia]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73204" align="alignright" width="532"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IMG-20260609-WA0052.jpg"><img class=" wp-image-73204" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IMG-20260609-WA0052.jpg" alt="" width="532" height="399" /></a> Canteiros já embelezam a praça da cidade[/caption]
<p>Nas últimas semanas, a Equipe PhenoGlad da UFSM entregou os primeiros canteiros floridos na praça de São João do Polêsine e na Praça da Polenta, em Vale Vêneto. O trabalho é fruto da parceria da UFSM, por meio do projeto Flores para Todos, com a Prefeitura de São João do Polêsine, visando expandir o paisagismo do projeto para mais um município da Quarta Colônia.</p>
<p>“As tratativas iniciaram com a Prefeitura de Pôlesine no dia 9 de abril, e uma semana após a primeira reunião já entregamos os primeiros canteiros floridos na praça em frente à catedral da cidade", comenta o professor da UFSM Nereu Augusto Streck, coordenador nacional do projeto Flores para Todos e diretor de Pesquisa, Ensino e Extensão da Associação Riograndense de Floricultura (Aflori), responsável pelo design paisagístico.</p>
<p>A partir da primeira entrega de resultados seguiu-se na confecção de novos canteiros e concluiu-se a primeira meta, que era a praça florida para a Festa Regional do Arroz, que aconteceu entre os dias 15 e 17 de maio. Na sequência, teve início a modernização do paisagismo em Vale Vêneto, com vistas ao Festival de Inverno, já tendo sido entregues canteiros com flores.</p>
[caption id="attachment_73205" align="alignleft" width="530"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IMG-20260609-WA0056.jpg"><img class=" wp-image-73205" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IMG-20260609-WA0056.jpg" alt="" width="530" height="398" /></a> Trabalho envolve técnicas de paisagismo sustentável e resiliente[/caption]
<p>A parceria está levando técnicas internacionais de paisagismo sustentável e resiliente às mudanças do clima e a eventos meteorológicos extremos para o município de São João do Polêsine, um município que tem forte aptidão para o turismo religioso, gastronômico e paleontológico.</p>
<p>"Já construímos canteiros vitorianos clássicos e canteiros mais orgânicos, com linhas acentuadas inspirados no paisagista Roberto Burle Marx, nossa principal referência em paisagismo contemporâneo. E isso está agradando muito os turistas que visitam diariamente diferentes pontos turísticos do município", destaca Nereu.</p>
<p>Segundo ele, o sucesso e a rapidez de entrega de resultados em Polêsine é resultado da sinergia e trabalho focado a muitas mãos entre integrantes da Equipe PhenoGlad da UFSM e os gestores e funcionários públicos municipais, com amplo respaldo da atual gestão.</p>
<p><em>Fotos: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Palestra discute violência no campo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/08/palestra-discute-violencia-no-campo</link>
				<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 15:19:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[PPGCS]]></category>
		<category><![CDATA[violência no campo]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73151</guid>
						<description><![CDATA[Encontro terá como convidadas as professoras Leonilde Servolo, da UFRJ, e Leonice Mourad, da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="wp-image-73152 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/image-3.jpg" alt="Imagem colorida do cartaz do evento com um evento feita ao entardecer de um ambiente rural. O texto traz os nomes dos convivados e da palestra. No rodapé, as marcas dos quatro realizadores. " width="563" height="701" />Os Programas de Pós-Graduação em Extensão Rural e em Ciências Sociais, o Grupo de Extensão e Pesquisa Nep Terra e a o Grupo Tramas - Trabalho, Agricultura e Movimentos Sociais promovem o ciclo de palestras sobre questões agrícolas.</p>
<p>O tema do encontro desta quarta (10) será "<span style="color: #000000">De Eldorado até os dias atuais: o que (não) mudou no cenário da violência do campo”. A palestra começa às 14h, no Auditório do Centro de Ciências Sociais e Humanas, no prédio 74C.</span></p>
<p>Os convidados são as professoras Leonilde Servolo de Medeiros, de Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e <span style="color: #000000">Leonice Aparecida de Fatima Alves Pereira Mourad, UFSM e do Ministério da Igualdade Racial.<br /></span></p>
<p><span style="color: #000000"> </span></p>
<div> </div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Espaço Multidisciplinar da UFSM em Silveira Martins é laboratório único no Brasil em paisagismo regenerativo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/28/espaco-multidisciplinar-da-ufsm-em-silveira-martins-e-laboratorio-unico-no-brasil-em-paisagismo-regenerativo</link>
				<pubDate>Thu, 28 May 2026 13:23:58 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Equipe Phenoglad]]></category>
		<category><![CDATA[espaço multidisciplinar]]></category>
		<category><![CDATA[Flores para todos]]></category>
		<category><![CDATA[Paisagismo]]></category>
		<category><![CDATA[Silveira Martins]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73024</guid>
						<description><![CDATA[Equipe PhenoGlad aplica os conceitos do paisagismo regenerativo no local]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73026" align="alignright" width="622"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG_20260522_103530323-e1779974334162.jpg"><img class=" wp-image-73026" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG_20260522_103530323-e1779974334162.jpg" alt="" width="622" height="310" /></a> Canteiros regenerativos ocupam o gramado do Espaço[/caption]
<p id="m_6519379243996327029ymail_android_signature">A tendência mais atual no paisagismo mundial está com as plantas preparadas para passar os meses frios de inverno no Espaço Multidisciplinar de Pesquisa e Extensão da UFSM em Silveira Martins. Desde dezembro de 2024, a Equipe PhenoGlad da UFSM, por meio do projeto Flores para Todos, está levando os conceitos do paisagismo regenerativo para embelezar o Espaço Multidisciplinar da UFSM em Silveira Martins, com canteiros regenerativos em vários pontos do gramado.</p>
<p id="m_6519379243996327029ymail_android_signature">Segundo o professor Nereu Augusto Streck, que coordena o projeto de embelezamento e reestruturação do paisagismo do Espaço Multidisciplinar, as plantas sobreviveram às fortes ondas de calor durante os dois últimos verões, sem irrigação. E entre os dois verões, o inverno passado foi muito frio, com geadas fortes, e mesmo assim as plantas estão muito bem neste segundo outono desde a implantação.</p>
<p>“Em cada canteiro regenerativo o resultado é notável, com uma vegetação nativa exuberante e com atrativo estético, levando leveza, curiosidade e naturalidade ao ambiente para quem circula pelo local. Agora, com a chegada de um inverno que promete temperaturas abaixo do normal novamente devido à La Niña, a vegetação nativa de cada canteiro vai mostrar com força as estratégias que cada espécie tem para sobreviver às baixas temperaturas, o que será um atrativo a mais”, comenta o professor.</p>
<p id="m_6519379243996327029ymail_android_signature">No paisagismo regenerativo, a diversidade botânica, o equilíbrio biológico, o estímulo da microbiologia e fauna do solo e os serviços ecossistêmicos são estimulados ao máximo, com um mínimo de manejo e mão de obra. “Por isso, o Espaço é um laboratório único no Brasil sobre o paisagismo regenerativo”, conclui Nereu.</p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM é homenageada pela Emater por trabalho com produtores de erva-mate</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/27/ufsm-e-homenageada-pela-emater-por-trabalho-com-produtores-de-erva-mate</link>
				<pubDate>Wed, 27 May 2026 13:39:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[erva-mate]]></category>
		<category><![CDATA[fitotecnia]]></category>
		<category><![CDATA[indicação geográfica]]></category>
		<category><![CDATA[Laboratório de Melhoramento e Propagação Vegetativa de Plantas]]></category>
		<category><![CDATA[Nesaf]]></category>
		<category><![CDATA[solos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72996</guid>
						<description><![CDATA[Apoio da Universidade foi decisivo para a obtenção da Indicação Geográfica para a região de Machadinho]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73006" align="alignright" width="667"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG_3909-1.jpg"><img class=" wp-image-73006" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG_3909-1.jpg" alt="" width="667" height="444" /></a> Dilson Bisognin (C) recebeu troféu de representantes da Emater[/caption]
<p dir="ltr"><span style="font-size: large">A UFSM foi homenageada pela participação no projeto que resultou na concessão de Indicação Geográfica (IG) da erva-mate produzida na região nordeste gaúcha. Na tarde desta terça-feira (26), o professor </span>do Departamento de Fitotecnia do Centro de Ciências Rurais (CCR) Dilson Antônio Bisognin recebeu da Emater uma condecoração por sua contribuição para a <a href="https://www.ufsm.br/2025/03/14/pesquisador-da-ufsm-colabora-na-conquista-da-indicacao-geografica-da-erva-mate-da-regiao-de-machadinho" target="_blank" rel="noopener">IG obtida para a região de Machadinho</a> no ano passado. A homenagem ocorreu durante curso <span style="font-size: large">de capacitação para agroindústrias realizado pela Emater nas dependências do Núcleo de Estudos em Agricultura Familiar (Nesaf), no Campus Sede.</span></p>
<p dir="ltr"><span style="font-size: large;color: initial">O supervisor e assistente técnico regional da Emater </span><span style="font-size: revert;color: initial">Gilmar Deponti enfatizou que o troféu entregue é um reconhecimento ao trabalho realizado por professores da UFSM. "</span><span style="font-size: large;color: initial">Toda a Universidade está envolvida neste processo e contribuiu muito para que a Associação de Produtores de Erva-Mate de Machadinho conseguisse a certificação de IG da cultura", destacou. Além de Dilson, que auxiliou</span><span style="font-size: revert;color: initial"> na implantação de sistemas agroflorestais e, mais recentemente, na seleção de cultivares e melhoramento genético, e</span><span style="font-size: large;color: initial">le agradeceu ao professor Dalvan Reinert, por sua contribuição na área de solos. </span></p>
[caption id="attachment_73007" align="alignleft" width="503"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG_3946.jpg"><img class="wp-image-73007" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG_3946.jpg" alt="" width="503" height="335" /></a> Homenagem pela Indicação Geográfica concedida pelo INPI[/caption]
<p dir="ltr"><span style="font-size: large">Dilson afirmou que a UFSM, ao auxiliar no processo de obtenção de IG da erva-mate, mostrou mais uma vez que pode contribuir para o desenvolvimento local e regional. "A Universidade entrou com a questão mais técnica, científica, </span>baseada em dados de pesquisas, <span style="font-size: large">que é o que nós sabemos fazer. É a contribuição que podemos dar, como cientistas", ressaltou. </span></p>
<h3 dir="ltr"><span style="font-size: large">Apoio da UFSM deve resultar em IG para mais uma região   </span></h3>
<p dir="ltr"><span style="font-size: revert;color: initial">A Indicação Geográfica (IG) é um direito de propriedade intelectual concedido pelo Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) que "identifica a origem de um produto ou serviço que tem certas qualidades graças a sua origem geográfica ou que tem origem em um local conhecido por aquele produto ou serviço".</span></p>
<p dir="ltr"><span style="font-size: large">Após auxiliar a região de Machadinho com</span> suporte científico, <span style="font-size: large">Dilson já escreveu um relatório que embasou o pedido de IG para a região de Ilópolis, ainda em andamento. A </span>expectativa é de que seja concedida a propriedade intelectual também para o Alto Taquari, a mais importante reg<span style="font-size: large">ião produtora de erva-mate do estado. </span></p>
<div dir="ltr">
<p><span style="font-size: large">Além disso, o Núcleo de Melhoramento e Propagação Vegetativa de Plantas do Departamento de Fitotecnia, do qual ele é o coordenador, segue atuando fortemente em pesquisas com erva-mate. "Temos pesquisas de campo há mais de 10 anos com novos clones de erva-mate no Alto Taquari e atualmente estamos conduzindo os ensaios para registro e proteção de novas cultivares. Serão as primeiras cultivares clonais de erva-mate oriundas do Programa de Melhoramento Genético", relata Dilson.   </span></p>
<p><em>Texto: Ricardo Bonfanti, jornalista</em><br /><em>Fotos: Mathias Ilnicki, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em></p>
</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Paisagismo levado por projeto da UFSM a Silveira Martins completa um ano e novo ciclo começa com novidades </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/21/paisagismo-levado-por-projeto-da-ufsm-a-silveira-martins-completa-um-ano-e-novo-ciclo-comeca-com-novidades</link>
				<pubDate>Thu, 21 May 2026 11:05:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Equipe Phenoglad]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Flores para todos]]></category>
		<category><![CDATA[Paisagismo]]></category>
		<category><![CDATA[Silveira Martins]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72886</guid>
						<description><![CDATA[Cultivo de espécies de inverno e canteiros remodelados estão entre as novas ações]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72887" align="alignright" width="710"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG_20260520_142334027_HDR-e1779360698470.jpg"><img class=" wp-image-72887" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG_20260520_142334027_HDR-e1779360698470.jpg" alt="" width="710" height="354" /></a> Alunas da UFSM auxiliaram no plantio, realizado na quarta-feira (20)[/caption]
<p>Em maio de 2025 os primeiros canteiros da praça central de Silveira Martins recebiam as primeiras flores, com técnicas internacionais de paisagismo, por meio do projeto Flores para Todos, liderado pela Equipe PhenoGlad da UFSM. Ao longo do primeiro ano - atravessando um inverno rigoroso, com temperaturas abaixo da média, e ondas de calor extremas e pouca chuva durante o verão -, a quantidade de canteiros na praça aumentou e o colorido das flores se estendeu pelas principais ruas da cidade.</p>
<p>Nesta quarta-feira (20), um novo ciclo teve início, com o plantio de espécies de inverno, canteiros remodelados e um canteiro "instagramável", com a torre da igreja matriz ao fundo.</p>
<p>"Plantamos as espécies de flores de inverno no lugar das de verão, que é um manejo agronômico necessário aqui na Região Sul do Brasil", explica o professor da UFSM Nereu Augusto Streck, coordenador nacional do Flores para Todos e responsável pela criação e planejamento técnico e artístico do paisagismo de Silveira Martins.</p>
<p>Segundo ele, duas novidades foram introduzidas neste segundo ano: o estilo dos canteiros foi alterado para o vitoriano clássico, charmosos canteiros consagrados no século 19 na Europa e muito atrativos ao público pelo colorido e alta densidade de plantas. Também foi feito um canteiro "instagramável", solicitado pela Prefeitura, na rua ao lado da casa paroquial, e que tem a torre da igreja matriz ao fundo, para que os turistas possam registrar sua passagem pelo ponto arquitetônico mais icônico da cidade.</p>
<p>Quanto às cores nos canteiros, apostou-se novamente na cor azul da flor lobélia e no branco, que simboliza o fenômeno típico da geada no inverno, com a álisso (também chamada de flor de mel, pelo aroma de mel que exala). A paleta de cores ficou mais complexa, com a inclusão do amor-perfeito, para dar mais alegria aos dias frios do inverno que se aproxima. "Com estas modificações técnicas e artísticas, damos mais um passo na restauração e modernização do paisagismo de Silveira Martins neste segundo ano", ressalta Nereu.</p>
<p>Ao todo, foram plantadas 1.725 mudas de flores, adquiridas pela Prefeitura de produtores gaúchos, ajudando famílias rurais que produzem e vivem da renda das flores, fortalecendo a cadeia.</p>
<p>Participaram do plantio das flores os funcionários de campo e secretários da Prefeitura de Silveira, uma aluna do curso de Agronegócio e uma aluna de Agronomia integrantes da Equipe PhenoGlad da UFSM. Todo o trabalho foi supervisionado pelo professor Nereu.</p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto Flores para Todos já está em andamento em 50 municípios de 13 estados neste ano</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/28/projeto-flores-para-todos-ja-esta-em-andamento-em-50-municipios-de-13-estados-neste-ano</link>
				<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 11:38:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Equipe Phenoglad]]></category>
		<category><![CDATA[Flores para todos]]></category>
		<category><![CDATA[floricultura]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72616</guid>
						<description><![CDATA[Iniciativa teve início em 2018 e é liderada pela Equipe PhenoGlad da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Maior projeto de transferência de conhecimento científico aplicado para aumentar a sustentabilidade e o lucro do produtor de flores da história do Brasil, o Flores para Todos está com sua 17ª fase em andamento de Norte a Sul do Brasil. O projeto visa formar agricultores no cultivo profissional de flores com técnicas internacionais de produção sustentável, com o mínimo impacto ambiental e com o máximo de lucro para suas famílias.</p>
<p>As espécies de flores que estão sendo cultivadas neste semestre são statice, girassol de corte e dália de corte. <span style="color: initial">Desde o início do ano até agora, o cultivo da statice já teve o acréscimo de </span>13 produtores e de duas universidades em 13 municípios no Rio Grande do Sul e no Mato Grosso; o g<span style="color: initial">irassol de corte teve sete novos produtores, além de uma escola do campo e uma universidade, e participou de duas feiras nacionais do agronegócio em 11 municípios gaúchos; já a d</span><span style="color: initial">ália de corte ganhou espaço em três novos produtores e 23 instituições de ensino, pesquisa e extensão em 26 locais de 13 estados brasileiros.</span></p>
<p>Liderado pela Equipe PhenoGlad da UFSM e coordenado por Equipes PhenoGlad em diferentes regiões do Brasil, este é o nono ano do projeto, que iniciou em 2018. Segundo o professor Nereu Augusto Streck, coordenador nacional do Flores para Todos, a floricultura brasileira cresceu no Brasil nos últimos 10 anos com uma contribuição significativa dos produtores formados pelo projeto.</p>
<p>"Nestes nove anos ajudamos o agro das flores com a criação de empresas familiares dentro das propriedades, em especial nas pequenas propriedades, que passaram a gerar renda, trabalho, emprego e pagam impostos a partir do comércio das flores", explica. "Estamos muito orgulhosos dos nossos produtores, pois eles conquistaram independência financeira com as flores, especialmente as mulheres, que vêm se destacando no protagonismo da produção de flores", acrescenta o professor. </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Valorização da tradição: Laboratório de Lã da UFSM recebe curso de confecção em lã crua</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/16/valorizacao-da-tradicao-laboratorio-de-la-da-ufsm-recebe-curso-de-confeccao-em-la-crua</link>
				<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 18:00:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[lablã]]></category>
		<category><![CDATA[ovinocultura]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72503</guid>
						<description><![CDATA[Iniciativa conecta a preservação de técnicas artesanais, sustentabilidade e geração de renda a partir da lã]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72505" align="alignright" width="610"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3724.jpg"><img class=" wp-image-72505" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3724.jpg" alt="" width="610" height="407" /></a> Participantes de diferentes gerações compartilham experiências na confecção com lã crua[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">“É uma arte que está morrendo, e se a gente não der continuidade por meio de iniciativas como essa, isso pode acabar”, aponta a participante da atividade, Maristela Muniz. A declaração reflete a preocupação com a preservação de técnicas artesanais ligadas ao uso da lã, tema central do Curso de Confecção em Lã Crua</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Promovida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), a capacitação, iniciada na última segunda-feira (13) no Laboratório de Lã da UFSM, destaca a qualidade da fibra, suas propriedades e seu potencial sustentável, além de incentivar a agregação de valor ao produto final.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Diante da redução no valor da lã no mercado, que levou muitos produtores a acumularem o produto sem outras alternativas, surgem iniciativas como essa, voltadas ao fortalecimento da cadeia produtiva. “Houve um período em que a lã bruta foi desvalorizada. O objetivo, então, é processá-la e transformá-la em produto para gerar mais retorno econômico e beneficiar quem depende dela”, destaca a zootecnista e coordenadora do Laboratório de Lã, Simone de David Antônio, ao resumir a importância da iniciativa.</span></p>
[caption id="attachment_72506" align="alignleft" width="319"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3708-scaled.jpg"><img class=" wp-image-72506" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3708-scaled.jpg" alt="" width="319" height="478" /></a> O curso acontece no Laboratório de Lã[/caption]
<h3><span style="font-weight: 400">Laboratório de Lã: tradição e pesquisa há 45 anos</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">O Laboratório de Lã, vinculado ao Departamento de Zootecnia da Universidade, atua há cerca de 45 anos com atividades relacionadas à fibra animal. Inicialmente voltado à análise da lã, o espaço ampliou sua atuação ao longo do tempo e passou a desenvolver também ações de ensino e extensão sobre o processamento do material, a partir da atuação do professor Cleber Cassol Pires.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O curso, que ensina a parte da confecção, chegou à Universidade em 2003, com o objetivo de promover a transformação da lã em itens artesanais, como tapeçarias, cobertores e peças de vestuário térmico. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A professora Marcia Duran, natural de Pelotas e formada em Artes Visuais – Licenciatura pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), destaca o caráter geracional dessa prática. “Eu fui instruída pela minha irmã e, quando estava me formando, acompanhava o trabalho dela, que era lindo. Depois, ela me trouxe para dar aulas também”, relata.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao longo da semana, Marcia apresentou a diversidade da tecelagem artesanal aos participantes, como técnicas de grampada, teares de prego, tear de pente liço e a feltragem para fazer tecidos autênticos. “A empregabilidade da lã é diversa, desde a forma mais tradicional, que são os xergões, até uma bolsa de grife que hoje está nas passarelas”, destaca a professora. </span></p>
[caption id="attachment_72507" align="alignright" width="557"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3664-1.jpg"><img class=" wp-image-72507" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3664-1.jpg" alt="" width="557" height="372" /></a> A lã também está presente na moda[/caption]
<h3><span style="font-weight: 400">A lã como recurso natural</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">A matéria-prima do curso é um recurso natural, biodegradável e reciclável, obtido a partir da tosquia de ovinos, geralmente realizada uma vez ao ano. Além do uso têxtil e no artesanato, a lã também pode ser aplicada na construção civil, como isolante térmico e acústico, e na agricultura, como fertilizante, o que amplia suas possibilidades de uso em diferentes áreas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A lã possui propriedades térmicas que vão além da associação comum com o frio, contribuindo também para o conforto em diferentes temperaturas. “A lã não é quente, ela é térmica. Os beduínos no Saara usam ela para se protegerem do calor. Existe um conceito errado de que ela serve só para o frio, mas é possível usar uma peça de lã no verão por causa dessa adaptabilidade”, explica a aluna Maristela Muniz.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a realização do curso, a lã é extraída na própria UFSM, o que aproxima os participantes das etapas iniciais do processo e reforça o entendimento sobre a origem da matéria-prima. Ao longo das atividades, o contato direto com o material também contribui para uma nova percepção sobre o trabalho artesanal. </span></p>
[caption id="attachment_72508" align="alignleft" width="357"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3741-scaled-e1776336391997.jpg"><img class="wp-image-72508 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IMG_3741-scaled-e1776336391997.jpg" alt="" width="357" height="372" /></a> A lã é extraída no setor de ovinocultura da UFSM[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">“Hoje, se sair para a campanha do estado, não se encontra mais ninguém fazendo isso. Eles lavavam na sanga a lã, cardavam, depois teciam as cobertas e os xergões pro cavalo. Isso morreu. O que a gente tem agora são núcleos assim, tentando salvar um pouco da história”, relata Maristela.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Assim, a lã se apresenta como uma matéria-prima versátil, que alia propriedades térmicas, sustentabilidade e potencial de uso em diferentes áreas, mantendo sua relevância tanto na tradição quanto na atualidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O curso é gratuito e costuma ser oferecido entre quatro e seis vezes ao ano, com cobrança apenas dos materiais para os participantes que optarem por ficar com o produto final. Nesta primeira edição de 2026, as atividades têm carga horária de 40 horas e ocorrem entre os dias 13 e 17 de abril, no Laboratório de Lã, localizado no prédio 78, sala 21. Cada turma conta com, no mínimo, 10 alunos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mais informações estão disponíveis na página oficial do laboratório no Instagram: </span><a href="https://www.instagram.com/lablaufsm?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">@lablaufsm</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: </span><span style="font-weight: 400">Giovanna Felkl, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span></em><br /><em><span style="font-weight: 400">Fotos: Adrieny Rosa, estudante de Produção Editorial e bolsista da Agência de Notícias</span></em><br /><em><span style="font-weight: 400">Edição: Lucas Casali e Ricardo Bonfanti, jornalistas</span></em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Editais disponibilizam bolsas para ações de extensão do CCR</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/14/edital-disponibiliza-bolsas-para-acoes-de-extensao-do-ccr</link>
				<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 21:21:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Alunos]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidade]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72480</guid>
						<description><![CDATA[Há ao todo oito vagas abertas, para diferentes projetos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O Gabinete de Projetos do Centro de Ciências Rurais (CCR) divulga editais de seleção de bolsistas, para projetos financiados pelo Fundo de Incentivo à Extensão (Fiex). Há vagas para diferentes áreas, as quais podem ser consultadas abaixo:
<ul>
 	<li><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/JUAREZ-FELISBERTO.pdf" target="_blank" rel="noopener">Edital</a> do programa <b>“Hortas comunitárias em Santa Maria – segurança alimentar e economia solidária”</b></li>
</ul>
Disponibiliza duas vagas para extensão em agricultura urbana e periurbana.
<ul>
 	<li><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Professor-JULIANO-MARTINS.pdf" target="_blank" rel="noopener">Edital</a> do projeto <b>“</b><b>Irriga-Ação: vitrines tecnológicas regionais de irrigação”</b></li>
</ul>
Disponibiliza três vagas para a área de meio ambiente.
<ul>
 	<li><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Professora-JULIANA-MACHADO.pdf" target="_blank" rel="noopener">Edital</a> do projeto <b>“Plantas forrageiras: um olhar prático”</b></li>
</ul>
Disponibiliza uma vaga na área de forragicultura e pastagens.
<ul>
 	<li><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Professora-PAMELA-OTTO.pdf" target="_blank" rel="noopener">Edital</a> do projeto <b>“</b><b>Manejo e uso </b><b>seguro </b><b>de motorroçadoras </b><b>na região central do estado do Rio Grande do Sul</b><b>”</b></li>
</ul>
Disponibiliza duas vagas: uma para as áreas de desenho industrial e engenharia mecânica, outra para as de engenharia florestal e agronomia.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Parceria entre UFSM e empresa teve destaque durante Encontro de Viveiros em Estância Velha</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/14/parceria-entre-ufsm-e-empresa-teve-destaque-durante-encontro-de-viveiros-em-estancia-velha</link>
				<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 10:55:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[acácia-negra]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[fitotecnia]]></category>
		<category><![CDATA[Laboratório de Melhoramento e Propagação Vegetativa de Plantas]]></category>
		<category><![CDATA[mpvp]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72466</guid>
						<description><![CDATA[Professor apresentou resultados do melhoramento genético da acácia-negra]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72467" align="alignright" width="466"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Apresentacao-seminario-e1776163665369.jpeg"><img class="wp-image-72467 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/Apresentacao-seminario-e1776163665369.jpeg" alt="" width="466" height="374" /></a> Dilson Bisognin ministrou palestra[/caption]
<p>Mais uma atividade referente à <a href="https://www.ufsm.br/2026/02/04/ufsm-tem-papel-central-no-avanco-da-acacia-negra-no-rio-grande-do-sul" target="_blank" rel="noopener">parceria em melhoramento genético</a> entre o Núcleo de Melhoramento e Propagação Vegetativa de Plantas (MPVP), do Departamento de Fitotecnia da UFSM, e a empresa Seta S/A Extrativa Tanino de Acácia foi realizada na semana passada. O professor Dilson Bisognin, coordenador do acordo de parceria, ministrou na sexta-feira (10) a palestra "Melhoramento genético de acácia-negra: parceria UFSM e Seta" durante o 11º Encontro de Viveiros, promovido pela empresa em Estância Velha.</p>
<p>Segundo ele, esse é um dos eventos mais importantes para a cadeia produtiva da acácia-negra, por divulgar os principais avanços com pesquisa e qualificar os viveiristas para a melhoria da qualidade das mudas produzidas.</p>
<p>Os produtores passarão a receber mudas potencializadas, com potencial de produtividade 80% maior, produzidas a partir de sementes oriundas do programa desenvolvido com a UFSM.</p>
<p><em>Foto: Divulgação </em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Ações de enriquecimento ambiental mobilizam estudantes de Zootecnia em visita a zoológico de Cachoeira do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/13/acoes-de-enriquecimento-ambiental-mobilizam-estudantes-de-zootecnia-em-visita-a-zoologico-de-cachoeira-do-sul</link>
				<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 13:18:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[animais silvestres]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[enriquecimento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72449</guid>
						<description><![CDATA[Estudantes desenvolveram meios de enriquecimento ambiental para os animais, um modo de reduzir estresse e melhorar a qualidade de vida]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:freeform -->[caption id="attachment_72451" align="alignright" width="601"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9528-1024x713.jpg" alt="" width="601" height="418" /> Turma de Zootecnia faz um tour guiado pelo zoológico[/caption]
<p data-start="636" data-end="1041">No centro da cidade de Cachoeira do Sul, há um refúgio fora da vida urbana. O Jardim Botânico e Zoológico Municipal é um espaço para respirar fundo e observar a vida que exala por ali. Foi nesse cenário que, na última quinta-feira (09), estudantes do curso de Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) desenvolveram ações de enriquecimento ambiental voltadas à melhoria do bem-estar dos animais.</p>
<p data-start="1043" data-end="1298">Cerca de 20 alunos participaram de um minicurso ministrado pela zootecnista egressa da UFSM Silvia Mendes. Ao longo do dia, os estudantes observaram os animais, identificaram possibilidades de melhoria nos viveiros e desenvolveram estratégias de enriquecimento ambiental. “O enriquecimento ambiental é proporcionar ao animal a opção de escolha. Quando ele está na natureza, tem um repertório comportamental amplo: pode caçar, ficar em ócio, dormir, percorrer grandes distâncias. Em cativeiro, essas opções são reduzidas, o que pode gerar estresse, estereotipias, que são comportamentos repetitivos, ou mutilações”, explicou Silvia.</p>
<p data-start="1570" data-end="1878">Segundo a zootecnista, existem cinco tipos de enriquecimento ambiental: alimentar, físico, sensorial, cognitivo e social. As atividades desenvolvidas pelos alunos envolveram principalmente o uso de materiais naturais, como cipós, taquaras e galhos, transformados em estruturas e “brinquedos” para os animais, de materiais naturais e duráveis, que podem ser mordidos e roídos.</p>
<p data-start="1880" data-end="2140">Durante a manhã, os estudantes participaram de um tour guiado pelo zoológico para observar os recintos e levantar demandas. À tarde, colocaram em prática as soluções propostas, instalando os itens produzidos nos viveiros e acompanhando a interação dos animais.</p>
<p data-start="2364" data-end="2614">A iniciativa também evidenciou uma lacuna na formação acadêmica. A estudante Kethen Machado destacou o aprendizado proporcionado pela atividade, já que não é uma disciplina disponível no curso de Zootecnia. “Estamos gostando muito dessa parte de fazer brinquedos para os animais”, afirmou. Silvia reitera a importância dessa experiência. “Há uma falta de disciplinas obrigatórias voltadas aos animais silvestres. Os alunos se interessam muito pelo tema, mas nem sempre se sentem pertencentes a essa área”, ressaltou Silvia.</p>
<p><!-- /wp:freeform --></p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9909-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>A turma recolheu cipós para desenvolver o enriquecimento ambiental</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="674" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A0024-e1776084538583-1024x674.jpg" alt="" />											<figcaption>Item de enriquecimento ambiental produzido com cipó</figcaption>
										</figure>
		<h3 data-start="2621" data-end="2650">Formação e novos projetos</h3>
[caption id="attachment_72454" align="alignright" width="405"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.34.57-768x1024.jpeg" alt="" width="405" height="540" /> Alunos posicionaram itens de enriquecimento ambiental nos viveiros. (Foto: arquivo pessoal de Silvia Mendes)[/caption]
<p data-start="2652" data-end="2901">A experiência no zoológico também marca o início de uma articulação mais ampla entre ensino, pesquisa e extensão. Gerson Garcia é o coordenador do curso de Zootecnia e contou que a ideia de visitar o zoológico de Cachoeira do Sul surgiu a partir de uma palestra que Silvia deu durante sua aula. “Nós identificamos que é um mercado a ser explorado. A Silvia é uma pioneira na zootecnia de silvestres”, explicou Gerson.</p>
<p data-start="2652" data-end="2901">A partir da atividade, está sendo estruturado um núcleo de pesquisa em animais silvestres, com participação de estudantes de Zootecnia. “Nós criamos um núcleo de pesquisa em animais silvestres que vai atuar diretamente no Zoológico de Cachoeira do Sul. Estamos fortalecendo esse vínculo e construindo uma nova frente dentro da zootecnia”, explicou Silvia Mendes. Segundo ela, a proposta é ampliar as ações e consolidar uma linha de atuação contínua na área. “É só o começo”, afirmou.</p>
<p data-start="3253" data-end="3603">A mobilização dos estudantes também chamou a atenção de outras áreas. De acordo com Luiza Comin, do Diretório Acadêmico da Zootecnia Octavio Domingues, há interesse de alunos de outros cursos em participar das próximas edições da atividade. “Posteriormente, vamos trazer estudantes de outras áreas. Vemos que o pessoal está muito animado e engajado, eles tinham muita vontade de estar aqui, por isso estão  colocando a mão na massa”, destacou.</p>
<p data-start="3253" data-end="3603">Na parte da tarde, o grupo fez a instalação dos materiais produzidos e os animais já começaram a interagir com as peças.</p>https://youtu.be/e-IY5Bs2Gko<h3 data-start="3610" data-end="3659">Espaço de acolhimento e reabilitação da fauna</h3>
<p data-start="3661" data-end="3962">Localizado na região central de Cachoeira do Sul, o Jardim Botânico e Zoológico Municipal funciona como espaço de conservação, educação ambiental e reabilitação de animais silvestres. O local abriga cerca de 260 animais, entre aves, répteis e mamíferos, distribuídos em 63 espécies nativas e exóticas.</p>
<p data-start="3964" data-end="4197">De acordo com o biólogo Juliano de Carvalho, chefe do zoológico, a maioria dos animais chega ao local por meio de ações de fiscalização de órgãos ambientais, como a Polícia Ambiental e o Segundo Batalhão Ambiental da Brigada Militar. “Os animais apreendidos são encaminhados para avaliação. Quando estão em condições, são reintroduzidos na natureza. Aqueles que não conseguem se recuperar permanecem sob nossos cuidados”, explicou.</p>
<p data-start="4398" data-end="4576">O espaço também recebe apoio de instituições como a Divisão de Fauna da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema) e o Ibama, além de acolher animais resgatados pela comunidade.</p>
<p data-start="4578" data-end="4724">Criado em 13 de dezembro de 1986, a partir de uma iniciativa do médico veterinário Edson Salomão, o zoológico completa 40 anos de atuação em 2026.</p>		
			<figure class='gallery-item'>
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="afece7f" data-elementor-lightbox-title="Espaço abriga aves, répteis e mamíferos" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NzI0NTUsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC93d3cudWZzbS5iclwvYXBwXC91cGxvYWRzXC8yMDI2XC8wNFwvSUMzQTk2ODgtMS5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiJhZmVjZTdmIn0%3D" href='https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9688-1.jpg'><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9688-1-150x150.jpg" alt="" aria-describedby="gallery-1-72455" /></a>
				<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-72455'>
				Espaço abriga aves, répteis e mamíferos
				</figcaption></figure><figure class='gallery-item'>
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="afece7f" data-elementor-lightbox-title="Em 2021 outras estruturas foram confeccionadas e são utilizadas até hoje" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NzI0NTgsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC93d3cudWZzbS5iclwvYXBwXC91cGxvYWRzXC8yMDI2XC8wNFwvV2hhdHNBcHAtSW1hZ2UtMjAyNi0wNC0xMy1hdC0wOC4zNC41My0xLmpwZWciLCJzbGlkZXNob3ciOiJhZmVjZTdmIn0%3D" href='https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.34.53-1.jpeg'><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.34.53-1-150x150.jpeg" alt="" aria-describedby="gallery-1-72458" /></a>
				<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-72458'>
				Em 2021 outras estruturas foram confeccionadas e são utilizadas até hoje
				</figcaption></figure><figure class='gallery-item'>
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="afece7f" data-elementor-lightbox-title="Animais chegam até o espaço por meio de ações de fiscalização de órgãos ambientais" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NzI0NjAsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC93d3cudWZzbS5iclwvYXBwXC91cGxvYWRzXC8yMDI2XC8wNFwvV2hhdHNBcHAtSW1hZ2UtMjAyNi0wNC0xMy1hdC0wOC4zNC41NS5qcGVnIiwic2xpZGVzaG93IjoiYWZlY2U3ZiJ9" href='https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.34.55.jpeg'><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.34.55-150x150.jpeg" alt="" aria-describedby="gallery-1-72460" /></a>
				<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-72460'>
				Animais chegam até o espaço por meio de ações de fiscalização de órgãos ambientais
				</figcaption></figure><figure class='gallery-item'>
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="afece7f" data-elementor-lightbox-title="Horários de funcionamento do zoológico variam de acordo com o dia da semana" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NzI0NTcsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC93d3cudWZzbS5iclwvYXBwXC91cGxvYWRzXC8yMDI2XC8wNFwvSUMzQTk0NDguanBnIiwic2xpZGVzaG93IjoiYWZlY2U3ZiJ9" href='https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9448.jpg'><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9448-150x150.jpg" alt="" aria-describedby="gallery-1-72457" /></a>
				<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-72457'>
				Horários de funcionamento do zoológico variam de acordo com o dia da semana
				</figcaption></figure><figure class='gallery-item'>
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="afece7f" data-elementor-lightbox-title="O Zoológico é formado por 260 aniamis de 63 espécies diferentes" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NzI0NTYsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC93d3cudWZzbS5iclwvYXBwXC91cGxvYWRzXC8yMDI2XC8wNFwvSUMzQTk2NDUtZTE3NzYwODUyMjgxNTkuanBnIiwic2xpZGVzaG93IjoiYWZlY2U3ZiJ9" href='https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9645-e1776085228159.jpg'><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/IC3A9645-e1776085228159-150x150.jpg" alt="" aria-describedby="gallery-1-72456" /></a>
				<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-72456'>
				O Zoológico é formado por 260 aniamis de 63 espécies diferentes
				</figcaption></figure>
		<h3 data-start="4731" data-end="4742">Serviço</h3>
<p data-start="4744" data-end="4855">O Jardim Botânico e Zoológico Municipal de Cachoeira do Sul está aberto de terça a domingo, incluindo feriados.</p>
<p data-start="4857" data-end="5031">De terça a sexta-feira, o funcionamento é das 8h30 às 17h30, com fechamento ao meio-dia.<br data-start="4945" data-end="4948" />Aos finais de semana, o espaço funciona das 9h às 17h, sem interrupção ao meio-dia.</p>
<p data-start="5038" data-end="5212"><em>Texto: Jessica Mocellin, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em><br data-start="5120" data-end="5123" /><em>Fotografias: Mathias Ilnicki, acadêmico de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br />Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p><!-- /wp:post-content -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM vai levar paisagismo para mais um município da Quarta Colônia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/10/projeto-da-ufsm-vai-levar-paisagismo-para-mais-um-municipio-da-quarta-colonia</link>
				<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 10:45:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Flores para todos]]></category>
		<category><![CDATA[Paisagismo]]></category>
		<category><![CDATA[PhenoGlad]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[São João do Polêsine]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72432</guid>
						<description><![CDATA[Ações a serem desenvolvidas pelo Flores para Todos em São João do Polêsine foram discutidas nesta semana]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p id="m_2983899986229267522ymail_android_signature">A Equipe PhenoGlad da UFSM fechou parceria com a Prefeitura de São João do Polêsine para expandir o paisagismo do projeto Flores para Todos para mais um município da Quarta Colônia de Imigração Italiana no Rio Grande do Sul. As tratativas foram realizadas nesta quinta-feira (9), em reunião <em>online</em> que teve a participação da prefeita de São João do Polêsine, Jaqueline Milanesi, da pró-reitora de Extensão da UFSM, Milena Freire de Oliveira-Cruz, e de integrantes da Equipe PhenoGlad, que é composta por alunos de graduação, mestrado e doutorado da UFSM </p>
<p id="m_2983899986229267522ymail_android_signature">Segundo o professor Nereu Augusto Streck, coordenador nacional do projeto Flores para Todos e diretor de Pesquisa, Ensino e Extensão da Associação Riograndense de Floricultura (AFLORI), a parceria vai levar técnicas internacionais de paisagismo sustentável e resiliente às mudanças do clima e a eventos meteorológicos extremos para o município de São João do Polêsine, ampliando o paisagismo na região da Quarta Colônia.</p>
<p>"O sucesso da restauração e modernização do paisagismo em Silveira Martins, que iniciamos um ano atrás, valida as propostas inovadoras do projeto Flores para Todos, e agora iniciaremos a ampliação da proposta em São João do Polêsine, um município que tem forte aptidão para o turismo religioso, gastronômico e paleontológico", explica o professor.</p>
<p id="m_2983899986229267522ymail_android_signature">Na reunião, foram definidas as prioridades e os espaços da cidade onde as flores serão plantadas durante este ano. Serão usadas espécies de flores adaptadas ao clima e solo da região, com alto valor ornamental e que são produzidas, na maior parte, por famílias de produtores no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. "Queremos deixar São João do Polêsine ainda mais bonita para os turistas, sem esquecer o outro lado da cadeia, os nossos produtores e suas famílias, que têm nas flores o seu negócio de renda", acrescenta Nereu.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto Flores para Todos participou da maior feira nacional da agricultura familiar</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/30/projeto-flores-para-todos-participou-da-maior-feira-nacional-da-agricultura-familiar</link>
				<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 11:15:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Equipe Phenoglad]]></category>
		<category><![CDATA[floricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Flores para Todos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72295</guid>
						<description><![CDATA[Equipe PhenoGlad da UFSM apresentou as novidades da floricultura]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div>
[caption id="attachment_72297" align="alignright" width="601"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IMG-20260327-WA0116.jpg"><img class=" wp-image-72297" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IMG-20260327-WA0116.jpg" alt="" width="601" height="338" /></a> Expoagro Afubra foi realizada na semana passada[/caption]
<p>O maior projeto de transferência de conhecimento científico aplicado para aumentar a sustentabilidade e o lucro do produtor de flores da história do Brasil, o Flores para Todos, foi apresentado mais uma vez aos milhares de visitantes da Expoagro Afubra, a maior feira nacional da agricultura familiar, em Rio Pardo, de 24 a 27 de março. A Equipe PhenoGlad da UFSM, composta por estudantes de graduação, mestrado e doutorado de vários cursos, esteve durante os quatro dias da feira na Casa da Emater, no Parque da Expoagro, apresentando as novidades da floricultura geradas pelo projeto em todo o país nos últimos oito anos.</p>
</div>
<p>Segundo o professor Nereu Augusto Streck, coordenador nacional do Flores para Todos e da Equipe PhenoGlad, este ano as novidades apresentadas para os milhares de participantes da feira foram um tipo diferente de girassol de corte, com flores dobradas e cor amarelo ouro, e o <em>ornithogalum</em>, uma for ainda pouco conhecida no mercado brasileiro, mas com grande importância no mercado internacional devido a sua beleza, delicadeza e longevidade como flor fresca.</p>
<p>"Sempre levamos alguma novidade do projeto para a Casa da Emater na Expoagro Afubra, e este ano as duas novidades encantaram o público, que variou desde pessoas da cidade de centenas de municípios até produtores formados pelo Flores para Todos desde 2018, quando o projeto iniciou", destaca Nereu.</p>
<p>Um diferencial que atrai o público para conhecer o projeto é que o cultivo realizado na Casa da Emater é uma réplica fiel, real e perfeita do que acontece na realidade dos produtores de flores, pois o manejo diário durante três meses, desde o plantio até o dia da feira, é realizado de forma profissional pelos extensionistas da Emater/RS-Ascar, que são os protagonistas do Flores para Todos no Rio Grande do Sul desde a criação do projeto, conforme Nereu. Ele destaca que para os estudantes, que foram responsáveis em cada dia para apresentar o projeto e as práticas de manejo das flores, a oportunidade foi única, pois eles fizeram a transferência do conhecimento para a sociedade na prática, o que complementa sua formação a acadêmica e muitas vezes não é possível fazer em sala de aula.</p>
<p>Outra novidade apresentada na feira foi o lançamento do aplicativo Planeja Girassol, desenvolvido pela Equipe PhenoGlad da UFSM com base em cinco anos de dados de campo coletados em todo Brasil por produtores, extensionistas, consultores e Equipes PhenoGlad de dezenas de instituições públicas, como universidades, institutos federais e centros de pesquisa como a EPAMIG, em Minas Gerais. O lançamento do app foi no primeiro dia da Expoagro e permite o planejamento da produção de girassol de corte para ter as flores prontas em qualquer dia do ano e tipo de evento. O produtor só precisa informar o município que quer produzir e a data que precisa colher a flor. O aplicativo é gratuito e pode ser baixado nas lojas virtuais para dispositivos móveis com sistema operacional Android e IOS.</p>
<p><span style="font-size: revert;color: initial">O Flores para Todos na Expoagro Afubra 2026 fez parte da 17ª fase do projeto, em andamento de Norte a Sul do Brasil no primeiro semestre de 2026. A participação dos integrantes da Equipe PhenoGlad da UFSM nos quatro dias da feira foi graças ao apoio institucional da Emater/RS-Ascar e do Edital de Representação Institucional da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM. O cultivo das flores na Expoagro Afubra também teve o apoio de empresas ligadas a produção de material propagativo, das quais os produtores compram sementes e bulbos para produzir as flores no seu negócio.</span></p>
<div>
<p><strong>Os números da 17ª fase do Flores para Todos no primeiro semestre de 2026:</strong></p>
<ul>
<li>Girassol de corte: seis produtores, uma escola do campo, uma universidade e duas feiras nacionais do agronegócio brasileiro em 10 locais no RS.</li>
<li>Dalia de corte: três produtores e 23 instituições de ensino, pesquisa e extensão em 26 locais em 13 estados brasileiros.</li>
</ul>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM lidera rede pioneira de monitoramento de CO₂ em lavouras e pastagens do Sul do Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/27/ufsm-lidera-rede-pioneira-de-monitoramento-de-co%e2%82%82-em-lavouras-e-pastagens-do-sul-do-brasil</link>
				<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 11:04:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[departamento de solos]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[gases efeito estufa]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[labgee]]></category>
		<category><![CDATA[Meteorologia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72204</guid>
						<description><![CDATA[Pesquisa utiliza torres de fluxo para monitorar gases de efeito estufa em sistemas agrícolas e aponta caminhos para a produção sustentável e a geração de créditos de carbono]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72209" align="alignright" width="647"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-19-at-09.00.23.jpeg"><img class=" wp-image-72209" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-19-at-09.00.23.jpeg" alt="" width="647" height="486" /></a> Rodrigo, Débora e Murilo monitoram dados no LABGEE (Foto: Ricardo Bonfanti)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Uma rede de medição de carbono instalada em áreas agrícolas do Rio Grande do Sul está revelando, com precisão inédita, como diferentes sistemas de produção agropecuária interagem com o clima. Coordenado pela UFSM, por meio do Laboratório de Gases do Efeito Estufa (LABGEE), o projeto utiliza torres de fluxo, um equipamento semelhante à estação meteorológica, porém equipado com sensores mais precisos. Essas torres são consideradas o método mais avançado do mundo para medir continuamente a emissão e a absorção de gases de efeito estufa em lavouras e pastagens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A iniciativa coloca a UFSM entre as instituições protagonistas no Brasil e no mundo no monitoramento contínuo e em tempo real do balanço de CO₂ em sistemas agrícolas, o que é estratégico para compreender o papel da agropecuária nas mudanças climáticas. No Brasil, pesquisas desse tipo em sistemas agrícolas monitorados continuamente por torres de fluxo são raras, especialmente em culturas importantes para a economia regional, como soja, arroz irrigado e pecuária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">À frente desta iniciativa, os professores Débora Roberti, do Departamento de Física do CCNE, e Rodrigo Jacques, do Departamento de Solos do CCR, destacam a importância deste trabalho, que, ao mesmo tempo em que ressalta o papel do manejo adequado das áreas agrícolas e desmistifica a produção rural - quando bem feita - como vilã das mudanças climáticas, projeta novos mercados e fortalece a internacionalização da UFSM.</span></p>
<h3>Sensores medem CO₂ em tempo real</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Ao todo, nove torres de fluxo estão instaladas em diferentes sistemas produtivos do Sul do país, incluindo lavouras de soja, trigo, milho e arroz irrigado, além de pastagens naturais do bioma Pampa. Os equipamentos estão distribuídos em propriedades nos municípios gaúchos de Catuípe (duas unidades), Alegrete, Cachoeira do Sul (quatro unidades) e Santa Maria, além de uma área no Paraná. Os locais foram escolhidos por permitirem comparar manejos tradicionais ou melhorados das lavouras e pastagens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As torres de fluxo são equipadas com sensores altamente sensíveis, capazes de registrar de forma contínua as absorções e emissões de gases do efeito estufa de uma área. Os instrumentos realizam 10 medições por segundo, identificando se, por exemplo, o dióxido de carbono (CO</span><span style="font-weight: 400">₂</span><span style="font-weight: 400">) está sendo liberado para a atmosfera ou absorvido pelas plantas - e, após, armazenado no solo. “A metodologia em si é única no mundo, só ela que faz isso. É a mais avançada e universalmente aceita”, explica Rodrigo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além da medição dos gases, os equipamentos registram variáveis meteorológicas, como temperatura do ar e do solo, radiação solar e precipitação. Todos os dados são transmitidos automaticamente pela internet para o LABGEE, situado no prédio do INPE, onde são processados e analisados pelos pesquisadores e estudantes de pós-graduação de Física e Meteorologia, com apoio do meteorologista Murilo Lopes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com esse monitoramento contínuo, os cientistas conseguem calcular o chamado fluxo de carbono, que representa o saldo (balanço) entre o carbono retirado da atmosfera pelas plantas durante a fotossíntese e aquele liberado por processos naturais, como respiração das plantas, decomposição da matéria orgânica e atividade de organismos vivos. O acompanhamento permite identificar em tempo real, ao longo do dia, dos meses, das estações e dos anos, quando um sistema produtivo atua como emissor ou absorvedor de carbono.</span></p>
<h3>De meia em meia hora, por três anos</h3>
<p><span style="font-weight: 400">“É preciso no mínimo 10 medidas por segundo da concentração do CO₂ e da velocidade vertical do vento na atmosfera. Com uma análise estatística destes dados se obtém o fluxo, e então é possível dizer, a cada meia hora, se um sistema emitiu ou absorveu”, explica Débora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Como as medições são realizadas continuamente, a cada meia hora, os pesquisadores conseguem acompanhar ao longo do ano o comportamento das emissões e absorções em cada área monitorada. Com um ano completo de dados, já é possível calcular o balanço anual de carbono de um sistema agrícola, pecuário ou natural e identificar práticas que aumentam a absorção ou as emissões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No entanto, para garantir resultados mais robustos, o monitoramento precisa se estender por períodos maiores, já que as condições climáticas variam de um ano para outro - no caso, três anos é o período mínimo determinado pelos pesquisadores para captar melhor estas variações. “Esse é o destaque desta técnica, que está na vanguarda das metodologias de medida de gás do efeito estufa na atmosfera”, salienta Débora.  </span></p>
[caption id="attachment_72258" align="alignleft" width="396"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/torre-na-soja-Catuipe-1-e1774435490195.jpeg" data-wp-editing="1"><img class="wp-image-72258 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/torre-na-soja-Catuipe-1-e1774435490195.jpeg" alt="" width="396" height="582" /></a> Uma das nove torres instaladas pela UFSM (Foto: Divulgação)[/caption]
<h3>Pioneirismo e investimentos</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A professora Débora destaca o pioneirismo do Laboratório de Gases de Efeito Estufa (LABGEE), que acumula mais de 30 anos de experiência em monitoramento com torres de fluxo, com atualização constante das tecnologias utilizadas. “Nosso grupo, nos anos 1990, já participava de projetos na Amazônia. Mais tarde começamos a usar nos sistemas de manejo do Rio Grande do Sul, e começamos a monitorar mais continuamente a partir de 2010”, afirma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O conjunto dos equipamentos utilizados no projeto representa um investimento de cerca de R$ 5 milhões, obtido pelo LABGEE ao longo dos anos por meio de projetos financiados por diferentes agências. </span></p>
<h3>Trabalho interdisciplinar</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A interdisciplinaridade é essencial para o êxito do projeto. Pesquisadores da Física, da Agronomia, da Meteorologia, trabalhando juntos, contribuem para o melhor entendimento dos resultados, que são utilizados por diversos grupos na UFSM, incluindo a área de sensoriamento remoto, e também de outras universidades. "É um trabalho bem amplo, e os resultados são compartilhados", destaca Débora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Rodrigo exemplifica que, enquanto para as Ciências Rurais a ênfase maior é no armazenamento do carbono no solo, a Física se interessa pela contribuição dos gases para o aquecimento global, e a Economia estuda a venda e remuneração de créditos de carbono. "A fixação e emissão de carbono é um assunto que permeia vários grupos de pesquisa na UFSM, com diferentes óticas, e todos estão, de certo modo, dependentes de uma metodologia de quantificação, de como saber se um sistema produtivo, seja industrial ou agropecuário, está emitindo ou absorvendo. Aí é que entra esta metodologia, que é uma maneira mais moderna de quantificar", ressalta.</span></p>
<h3>Protagonismo e reconhecimento internacional</h3>
<p><span style="font-weight: 400">O trabalho motiva tanto os produtores rurais envolvidos, que, com o manejo correto, visualizam no futuro monetizar créditos de carbono, quanto alunos de cursos como Física, Meteorologia, Agronomia e Engenharia Ambiental, que participam ativamente dos estudos e, mensalmente, visitam as propriedades nas quais as torres estão instaladas, sob a coordenação do meteorologista Murilo. "Nosso protagonismo é também na formação de recursos humanos para trabalhar com essa metodologia, que não é simples", destaca Débora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A referência da UFSM na área não é de hoje. "Somos pioneiros no Brasil para este monitoramento contínuo ao longo dos anos, com torres de fluxo. O grupo que tem o maior protagonismo é o nosso. Inclusive, por 20 anos, fizemos em Santa Maria o Congresso Brasileiro de Micrometeorologia, evento bianual que recebia a comunidade nacional e internacional", lembra Débora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O reconhecimento internacional só cresce. Atualmente, os dados obtidos pelas torres de monitoramento estão entrando em um banco de dados mundial, sendo utilizados por grupos de pesquisa de inúmeros países. "Somos um grupo muito internacionalizado, com inúmeras parcerias. Também recebemos muitos pesquisadores estrangeiros e enviamos alunos de doutorado e pós-doutorado para países como Portugal e Estados Unidos", acrescenta a pesquisadora.</span></p>
[caption id="attachment_72210" align="alignright" width="566"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/prof-Debora-e-Rodrigo-apresentando-os-resultados-para-os-produtores-estancia-do-Chale.jpeg"><img class=" wp-image-72210" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/prof-Debora-e-Rodrigo-apresentando-os-resultados-para-os-produtores-estancia-do-Chale.jpeg" alt="" width="566" height="425" /></a> Dados são apresentados aos produtores participantes (Foto: Divulgação)[/caption]
<h3>Importância ambiental e potencial econômico</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A agricultura é frequentemente apontada como uma das fontes de emissão de gases de efeito estufa, mas os estudos conduzidos pela UFSM mostram que sistemas produtivos bem manejados, como é o caso dos que estão sendo monitorados, também podem remover carbono da atmosfera, contribuindo para reduzir o acúmulo de gases de efeito estufa na atmosfera.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As medições feitas pelas torres de fluxo permitem identificar quais práticas agrícolas aumentam essa capacidade de captura, como o uso de plantas de cobertura, rotação de culturas, integração lavoura-pecuária e manejo adequado das pastagens. “Quanto mais planta tiver no solo, sem intervalos, maior é a absorção, porque o que absorve o CO</span><span style="font-weight: 400">₂</span><span style="font-weight: 400"> da atmosfera e coloca no solo são as plantas, por meio da fotossíntese. Sistemas sem pousios são os que mais absorvem”, destaca Rodrigo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além de contribuir para reduzir o aquecimento global, essas práticas podem melhorar a fertilidade do solo e abrir oportunidades para geração de créditos de carbono na agropecuária, que podem ser comercializados com empresas interessadas em compensar suas emissões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Estimativas indicam que, se metade das áreas de pastagens naturais do Pampa fosse utilizada para geração de créditos de carbono, seria possível produzir cerca de 3,3 milhões de créditos por ano. Considerando um valor médio de US$ 10 por crédito, o potencial de receita chegaria a US$ 33 milhões anuais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, práticas que aumentam a captura de carbono — como rotação de culturas, plantas de cobertura e manejo adequado do solo — tendem a melhorar a fertilidade e a estrutura do solo, contribuindo também para maior produtividade agrícola.</span></p>
<p> </p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/este.jpeg" data-wp-editing="1"><img class="wp-image-72276 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/este-1024x575.jpeg" alt="" width="1024" height="575" /></a></p>
<p> </p>
<h3>O que mostra o monitoramento</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Os resultados das pesquisas conduzidas pela UFSM têm indicado que práticas agrícolas adequadas podem transformar lavouras e pastagens em aliadas importantes no combate às mudanças climáticas, ao ampliar a captura de carbono e reduzir emissões de gases de efeito estufa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No arroz irrigado, a introdução de pastagens de inverno nas lavouras reduziu as emissões de CO₂ em 20% e de metano em 60%. As lavouras que cultivam soja e trigo, muito comuns na região, podem absorver até três vezes mais CO₂ por hectare se intercaladas por plantas de cobertura. A produção de bovinos em pastagens do Pampa pode absorver CO₂ pelo correto manejo da pastagem, compensando as emissões de metano pelo gado, aliando a produção de uma carne de qualidade com absorção de gases do efeito estufa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já a lavoura de trigo, segundo Rodrigo, é uma grande absorvedora de CO₂, mas deixá-la parada, sem cultivo, a torna uma emissora de CO₂. De maneira geral, conforme ele, as lavouras do RS têm potencial de serem absorvedoras de CO₂ e poderiam ser utilizadas para venda de créditos de carbono.  </span></p>
<h3>Próximos passos: novas culturas e créditos de carbono</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Os estudos conduzidos pela UFSM seguem em andamento e buscam ampliar o conhecimento sobre como diferentes práticas agrícolas influenciam o balanço de gases de efeito estufa nos sistemas produtivos do Sul do Brasil. Os pesquisadores esperam que os dados obtidos possam orientar estratégias de produção mais sustentáveis, apoiar políticas públicas e fortalecer o papel da agropecuária na mitigação das mudanças climáticas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Assim que cada um dos sistemas produtivos que estão sendo monitorados atualmente completar três anos de dados gerados, outras culturas poderão ser contempladas, como a integração entre lavoura e pecuária e a fruticultura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro passo futuro, assim que houver dados de três anos em cada sistema, é trabalhar em projeto piloto de crédito de carbono. "Como esse trabalho não é em nível de pequenos experimentos, mas sim em nível de fazenda, esses dados que estamos gerando podem servir como uma linha de base para saber se os agricultores estão absorvendo ou emitindo, sendo possível, então, entrar no mercado de crédito de carbono", afirma Débora.</span></p>
<p><em>Texto: Ricardo Bonfanti</em><br /><em>Arte gráfica: Daniel Michelon De Carli</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        