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				<title>Dia da Defesa da Fauna: projetos da UFSM fortalecem a conservação da biodiversidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/09/22/dia-da-defesa-da-fauna-projetos-da-ufsm-fortalecem-a-conservacao-da-biodiversidade</link>
				<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 14:00:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[ciência cidadã]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[fauna]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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						<description><![CDATA[Por meio da ciência cidadã e da educação ambiental, iniciativas como eFauna, PET Bio, Fauna UFSM e Olha o Passarinho! estimulam a participação da comunidade na preservação da fauna]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Dia Nacional da Defesa da Fauna, celebrado em 22 de setembro, foi instituído em 1980 por meio do <a href="https://www.redeodsbrasil.org/post/22-09-dia-da-defesa-da-fauna#:~:text=Por%20meio%20do%20Projeto%20de%20Lei%20n%C2%BA,Chico%20Mendes%20de%20Conserva%C3%A7%C3%A3o%20da%20Biodiversidade%20%28ICMBio%29%2C">Projeto de Lei nº 3.558</a>, com o objetivo de reforçar a importância da conservação da vida animal. Segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA), a fauna brasileira é a mais diversa do mundo: são mais de 100 mil espécies de animais, entre vertebrados e invertebrados, catalogadas no país. Apesar dessa riqueza, 1.173 espécies brasileiras correm risco de desaparecer da natureza, conforme aponta o <em data-start="920" data-end="977">Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção</em>, publicado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), em 2018.</p>
<p data-start="1072" data-end="1441">Grande parte dessa fauna é endêmica, ou seja, só ocorre em território nacional, o que amplia a relevância da conservação. A preservação, no entanto, não depende apenas de pesquisas científicas ou de políticas públicas: qualquer cidadão pode colaborar. Esse é o princípio da ciência cidadã, que tem se consolidado como aliada fundamental na proteção da biodiversidade.</p>
<p data-start="1443" data-end="2048">Em abril de 2025, ocorreu a 10ª edição do Desafio da Natureza Urbana (<em data-start="1513" data-end="1536">City Nature Challenge</em>), que reúne mais de 700 cidades em todo o mundo, sendo 19 brasileiras. A iniciativa convida pessoas de todas as idades a observar e registrar a biodiversidade ao seu redor por meio do aplicativo <a href="https://www.inaturalist.org/">iNaturalist</a>, compartilhando informações com a comunidade científica global. O esforço coletivo mostra que cada registro, por menor que pareça, contribui para compreender e preservar a vida natural. Em Santa Maria, a UFSM segue nessa direção com projetos próprios que incentivam a comunidade a mapear a fauna local.</p>
<h2 data-start="2050" data-end="2061">eFauna</h2>
<p data-start="2063" data-end="2520">O aplicativo <a href="https://www.ufsm.br/2024/11/26/efauna">eFauna</a>, lançado em novembro de 2024 pela UFSM, busca formar uma rede de voluntários para catalogar a biodiversidade por meio de um banco de dados fotográfico das espécies vertebradas que habitam o campus. Com base nos princípios da ciência cidadã, qualquer pessoa pode participar: estudantes, servidores, professores, terceirizados ou frequentadores ocasionais. A única exigência é que os registros sejam feitos dentro dos limites do campus.</p>
<p data-start="2522" data-end="2824"><a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.lorenzo.efauna&amp;hl=pt_BR">Disponível gratuitamente na Playstore</a>, o aplicativo reúne abas como <em data-start="2590" data-end="2608">Fauna em números</em>, <em data-start="2610" data-end="2630">Conhecendo a fauna</em>, <em data-start="2632" data-end="2647">Novo registro</em>, <em data-start="2649" data-end="2671">Mapa de avistamentos</em> e, em sua atualização mais recente, a opção <em data-start="2716" data-end="2755">Novo registro – acidentes com a fauna</em>, voltada a ocorrências como atropelamentos e colisões em vidraças.</p>
<p data-start="2826" data-end="3384">O número de espécies catalogadas cresceu no último ano, chegando a 355. Segundo a coordenadora do projeto, professora Marilise Krügel, do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, o aumento foi mais expressivo entre as aves, que passaram de 232 para 247 espécies. “Quanto mais pessoas estiverem atentas aos animais que vivem no campus, mais informações serão obtidas e armazenadas em um banco de dados. Isso é o princípio da ciência cidadã. Que as pessoas formem uma rede de cidadãos ativos, colaborativos e voluntários em prol de uma causa, gerando conhecimento que pode se traduzir em ciência”, afirma.</p>
<p data-start="3386" data-end="4099">Entre os registros mais comuns nos primeiros meses do app estão a seriema e o teiú, maior lagarto do Rio Grande do Sul. Alguns avistamentos, no entanto, marcaram a biodiversidade local, como o primeiro registro em Santa Maria do caminheiro-de-barriga-amarela (<em data-start="3646" data-end="3664">Anthus hellmayri</em>), feito pela acadêmica de Biologia Roberta Rödel em julho de 2025. Também se destacam as capturas da marreca cri-cri (<em data-start="3783" data-end="3803">Spatula versicolor</em>), da marreca caucau (<em data-start="3825" data-end="3844">Nomonyx dominicus</em>) e de um gato-maracajá (<em data-start="3869" data-end="3887">Leopardus wiedii</em>), infelizmente atropelado na área nova da UFSM. O avistamento mais recente foi o do gavião-pernilongo (<em data-start="3991" data-end="4017">Geranospiza caerulescens</em>), registrado nas imediações da ponte seca, mas sem tempo hábil para fotografia.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->		
								<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="3cff46c" data-elementor-lightbox-title="Marreca Cri-cri" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjcwNTY4IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjVcLzA5XC9NYXJyZWNhLUNyaS1jcmkucG5nIiwic2xpZGVzaG93IjoiM2NmZjQ2YyJ9" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Marreca-Cri-cri.png"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Marreca-Cri-cri-300x229.png" alt="Foto horizontal colorida. No centro da imagem, está uma marreca cri-cri com peito amarelado coberto por manchas escuras, bico azul claro e cabeça com coloração preta e branca. Ele está em pé sobre uma vegetação baixa e verde. Da esquerda para a direita, há galhos finos e folhas desfocadas. De cima para baixo, o fundo desfocado mostra tons amarelados e marrons. Da frente para o fundo, o pato está entre vegetações verdes." /><figcaption>Marreca Cri-cri (Foto: Roberta Rodël)</figcaption></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="3cff46c" data-elementor-lightbox-title="Marreca Caucau" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjcwNTY5IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjVcLzA5XC9NYXJyZWNhLUNhdWNhdS5wbmciLCJzbGlkZXNob3ciOiIzY2ZmNDZjIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Marreca-Caucau.png"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Marreca-Caucau-300x219.png" alt="Foto horizontal colorida. No centro da imagem, há duas marrecas cau cau nadando lado a lado em um corpo d’água. A da esquerda tem plumagem mais acinzentada e a da direita tem coloração marrom avermelhada. Há vegetação aquática dispersa. De cima para baixo, o reflexo dos patos aparece suavemente na água." /><figcaption>Marreca Caucau (Foto: Roberta Rodël)</figcaption></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="3cff46c" data-elementor-lightbox-title="Gavião Pernilongo" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjcwNTcwIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjVcLzA5XC9HYXZpYW8tUGVybmlsb25nby5wbmciLCJzbGlkZXNob3ciOiIzY2ZmNDZjIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Gaviao-Pernilongo.png"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Gaviao-Pernilongo-300x200.png" alt="Foto horizontal colorida. Centralizado está um gavião-pernilongo cinza com peito rajado que está pousado em um galho seco. O galho se estende com algumas ramificações. Um céu azul claro ocupa quase todo o fundo." /><figcaption>Gavião Pernilongo (Foto: Dante Meller)</figcaption></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="3cff46c" data-elementor-lightbox-title="Gato Maracajá" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjcwNTcxIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjVcLzA5XC9HYXRvLU1hcmFjYWphLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjNjZmY0NmMifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Gato-Maracaja.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Gato-Maracaja-300x300.jpg" alt="Foto horizontal colorida. Um gato-maracajá está centralizado sobre a grama. Ele é de porte médio. Sua coloração é amarelo queimado com manchas pretas e tem olhos pretos e redondos." /><figcaption>Gato Maracajá (Foto: Felinos do Pampa)</figcaption></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="3cff46c" data-elementor-lightbox-title="Caminheiro de barriga acanelada" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjcwNTcyIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjVcLzA5XC9DYW1pbmhlaXJvLWRlLWJhcnJpZ2EtYWNhbmVsYWRhLnBuZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjNjZmY0NmMifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Caminheiro-de-barriga-acanelada.png"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/Caminheiro-de-barriga-acanelada.png" alt="Foto horizontal colorida. Um caminheiro-de-barriga-amarela é um pássaro. Ele está centralizado sobre uma base de pedra envelhecida e com musgo. Ele é pequeno, tem coloração marrom claro com pintas e uma cauda marrom escura, além de pernas e patas laranjas claras." /><figcaption>Caminheiro de barriga acanelada (Foto: Roberta Rodël)</figcaption></figure></a>			
		<p data-start="4395" data-end="4784">Além de estimular os registros, a professora Marilise lembra da importância de alguns cuidados. Não alimentar os animais e evitar aproximações excessivas são medidas essenciais, especialmente nos meses de reprodução. O caso recente das <a href="https://www.ufsm.br/2025/08/25/seriemas-no-campus-da-ufsm-entenda-como-conviver-com-essas-aves">seriemas</a> reforça o alerta. “Com paciência e mantendo distância, é possível observar e fotografar sem causar incômodos”, explica.</p>
<p data-start="4786" data-end="5153">Para ela, iniciativas como o eFauna têm grande potencial de sensibilizar e podem resultar em pessoas mais atuantes em prol da conservação das espécies e de seus ambientes. “Apresentar conteúdo sobre a fauna do campus é algo necessário porque temos que falar sobre a coexistência com a fauna. O campus da UFSM não é só dos humanos e dos animais domésticos, outras 355, incluindo espécies de anfíbios, répteis, aves e mamíferos compartilham o espaço conosco. E, ainda, não estamos falando das espécies vegetais”, acrescenta.</p>
<h2 data-start="5155" data-end="5167">PET Bio</h2>
<p data-start="5169" data-end="5486">O Programa de Educação Tutorial de Ciências Biológicas (PET Bio) também atua na preservação e divulgação da biodiversidade por meio de um levantamento da fauna do campus. A iniciativa difere do eFauna principalmente na forma de armazenamento e disponibilização dos dados, além de incluir registros de invertebrados.</p>
<p data-start="5488" data-end="5787">O projeto oferece certificado de 20 horas de Atividade Complementar de Graduação (ACG) aos 10 alunos que mais enviarem fotografias de espécies ao perfil do <a href="https://www.instagram.com/petbioufsm?igsh=MTR1bzVya2FocnRnMw%3D%3D">PET Bio no Instagram</a>. Para participar, basta registrar os animais dentro do campus, garantindo imagens de boa qualidade para a identificação.</p>
<p data-start="5789" data-end="5909">Segundo o PET Bio, além de contribuir para a ciência cidadã, os registros poderão subsidiar futuras pesquisas na UFSM.</p>
<h2 data-start="5911" data-end="5926">@faunaufsm</h2>
<p data-start="5928" data-end="6330">O perfil <a href="https://www.instagram.com/faunaufsm/">Fauna UFSM</a>, no Instagram, é gerenciado por Arlei Antunes, integrante da equipe de vigilância noturna da Universidade e apaixonado por Biologia. Ele criou a página para popularizar a biodiversidade do campus por meio das redes sociais. “Percebo que sem a página, essas espécies não teriam ocorrência conhecida no campus, e elas são importantes para mostrar a relevância da conservação e da preservação da natureza daqui”, diz.</p>
<p>Arlei explica que várias pessoas participam de grupos de observação de aves, ou registram animais por hobby e acabam por não divulgar as imagens. Por isso, a página do Fauna UFSM surge para engajar um público mais amplo e gerar visibilidade para a causa da biodiversidade. Ele conta que conseguiu, em um ano, aumentar a lista oficial de registros de espécies no campus, com espécies relevantes como tamanduá-mirim e o veado catingueiro — este último, ameaçado de extinção.</p>		
								<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="39c87d3" data-elementor-lightbox-title="pica pau" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjcwNTc2IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjVcLzA5XC9waWNhLXBhdS5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiIzOWM4N2QzIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/pica-pau.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/pica-pau-300x199.jpg" alt="Pica-pau-verde-barrado próximo da piscicultura (Foto: Arlei Antunes, no Instagram Fauna UFSM)" /><figcaption>Pica-pau-verde-barrado próximo da piscicultura (Foto: Arlei Antunes, no Instagram Fauna UFSM)</figcaption></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="39c87d3" data-elementor-lightbox-title="capivara" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjcwNTc1IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjVcLzA5XC9jYXBpdmFyYS5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiIzOWM4N2QzIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/capivara.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/capivara-300x200.jpg" alt="Capivara o açude da estrada do Jardim  Botânico (Foto: Arlei Antunes, no Instagram Fauna UFSM)" /><figcaption>Capivara o açude da estrada do Jardim  Botânico (Foto: Arlei Antunes, no Instagram Fauna UFSM)</figcaption></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="39c87d3" data-elementor-lightbox-title="urubu" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjcwNTc0IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjVcLzA5XC91cnVidS5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiIzOWM4N2QzIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/urubu.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/urubu-300x193.jpg" alt="Urubu-de-cabeça-preta, registro feitos no Tambo (Foto: Arlei Antunes, no Instagram Fauna UFSM)" /><figcaption>Urubu-de-cabeça-preta, registro feitos no Tambo (Foto: Arlei Antunes, no Instagram Fauna UFSM)</figcaption></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="39c87d3" data-elementor-lightbox-title="jacuguaçu" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjcwNTc3IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjVcLzA5XC9qYWN1Z3VhY3UuanBnIiwic2xpZGVzaG93IjoiMzljODdkMyJ9" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/jacuguacu.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/jacuguacu-300x199.jpg" alt="Jacuguaçu nos fundos da Piscicultura. (Foto: Instagram Fauna UFSM)" /><figcaption>Jacuguaçu nos fundos da Piscicultura. (Foto: Instagram Fauna UFSM)</figcaption></figure></a>			
		<h2 data-start="6666" data-end="6689">Olha o Passarinho!</h2>
[caption id="attachment_70573" align="alignright" width="499"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/olha-o-passarinho.jpg" alt="" width="499" height="375" /> Atividade do grupo em Arroio do Só (Foto: Instagram Olha o passarinho!)[/caption]
<p data-start="6691" data-end="7226">O programa de extensão <a href="https://www.instagram.com/projeto_olhaopassarinho/">Olha o Passarinho!</a> atua junto a estudantes do terceiro ao sexto ano do ensino fundamental, com foco na educação ambiental e na divulgação da avifauna regional. Marilise Krügel, coorientadora do projeto, destaca a importância de sensibilizar desde a infância: "As crianças costumam conhecer a fauna exótica como elefantes, girafas e leões e, geralmente, pouco conhecem as espécies da fauna silvestre. No Rio Grande do Sul, temos dois biomas, Pampa e Mata Atlântica, com uma espetacular riqueza de espécies animais e vegetais que precisam ser abordadas em destaque em todos os níveis de ensino”.</p>
<p data-start="5928" data-end="6330">Há 13 anos, o Olha o Passarinho! atua na divulgação e apresentação de aves às crianças. Marilise acredita que a prática de observação de aves é uma poderosa ferramenta de sensibilização e educação ambiental. O projeto desperta o interesse das crianças e convida a observar as aves em liberdade, refletir sobre a caça ilegal, o tráfico de animais e apreciar a natureza sob uma nova perspectiva.</p>
<p data-start="5928" data-end="6330">Texto: Marina Brignol, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br />Edição: Mariana Henriques</p>]]></content:encoded>
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