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				<title>Cine Paralelo exibe Flores Raras em edição dedicada às pautas LGBTQIAPN+ na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/06/01/cine-paralelo-exibe-flores-raras-em-edicao-dedicada-as-pautas-lgbtqiapn-na-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 17:29:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão nas Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Articulação e Fomento à Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>

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						<description><![CDATA[Diversidade, memória e afeto pautam a próxima sessão do Cine Paralelo.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">O projeto Cine Paralelo realiza, nesta segunda-feira (1º/06), uma edição especial em alusão ao Mês do Orgulho LGBTQIAPN+, promovido tradicionalmente pelo Diretório Acadêmico de Relações Internacionais (DARI) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A atividade acontece às 18h, no Auditório do Prédio 67, e contará com a exibição do filme brasileiro Flores Raras (2013), dirigido por Bruno Barreto.</p>		
													<img width="247" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-01-at-14.13.14-247x300.jpeg" alt="" />													
		<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A iniciativa integra a programação temática organizada pelo DARI ao longo do mês de junho, período dedicado à promoção de espaços de acolhimento, reflexão, diálogo e construção coletiva sobre diversidade sexual e de gênero dentro da Universidade. Por meio do cinema, o Cine Paralelo busca estimular debates acadêmicos, sociais, políticos e culturais entre estudantes e a comunidade universitária.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Inspirado em uma história real, Flores Raras retrata a relação entre a poeta norte-americana Elizabeth Bishop e a arquiteta brasileira Lota de Macedo Soares durante as décadas de 1950 e 1960. A trama acompanha o encontro das duas mulheres no Rio de Janeiro e o desenvolvimento de um relacionamento marcado por afetividade, produção artística, desafios pessoais e pelos contextos culturais e políticos da época.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Segundo a organização, a escolha do filme busca promover uma discussão sensível e crítica sobre as vivências de mulheres sáficas no Sul Global, destacando processos históricos de invisibilização e marginalização de relações afetivas dissidentes. A obra também abre espaço para reflexões sobre memória, identidade, gênero, sexualidade, arte e resistência, temas que permanecem relevantes nos debates contemporâneos.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Além da exibição, a programação contará com um momento de conversa e troca de experiências entre os participantes. A proposta é fortalecer o caráter extensionista, interdisciplinar e formativo da atividade, incentivando a construção coletiva de conhecimento a partir das discussões suscitadas pelo longa-metragem.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Os participantes receberão certificado de quatro horas de Atividades Complementares de Graduação (ACG). A atividade é aberta à comunidade universitária e busca contribuir para a ampliação dos debates sobre diversidade e inclusão no ambiente acadêmico. </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</p>
<p> </p>		
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-300x300.jpg" alt="" />													
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-300x300.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Paralelo 33 debate segurança pública a partir do filme “Carandiru”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/06/paralelo-carandiru</link>
				<pubDate>Wed, 06 May 2026 13:02:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[carandiru]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[cinema nacional]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Paralelo 33]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[segurança pública]]></category>

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						<description><![CDATA[Sessão de cinema no auditório do prédio 67 reuniu estudantes para refletir sobre direitos humanos e sistema prisional
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A1021-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal mostra uma sala escura de projeção com fileiras de cadeiras ocupadas por diversas pessoas sentadas, vistas de costas. Ao fundo, uma grande tela exibe uma cena do filme “Carandiru” com duas pessoas em destaque. O ambiente tem iluminação baixa, com luz principal vindo da projeção." />											<figcaption>Estudantes de diferentes cursos assistiram a exibição de “Carandiru”</figcaption>
										</figure>
		<p>Mais de 80 pessoas participaram, nesta segunda-feira (4), da exibição do filme “Carandiru” no auditório do prédio 67 do campus sede da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Aberto ao público e com entrada gratuita, o evento foi promovido pelo projeto de extensão “Paralelo 33”, vinculado ao curso de Relações Internacionais. O projeto é voltado ao debate acadêmico sobre países em desenvolvimento da América Latina, África, Ásia e Oceania, com base em abordagens teóricas relacionadas ao Sul Global. </p><p>A sessão de cinema também promoveu um debate sobre temas sociais abordados pelo filme exibido. A atividade integra a programação temática do projeto, dedicada ao eixo de segurança internacional na perspectiva do Sul Global. Além disso, os participantes presentes puderam obter quatro horas de Atividades Complementares de Graduação (ACG).</p><p>Dirigido por Hector Babenco e baseado no livro “Estação Carandiru”, escrito por Drauzio Varella, o longa retrata a realidade da Casa de Detenção de São Paulo e aborda questões como sistema penitenciário brasileiro, violência estatal, desigualdade social e direitos humanos. </p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A0990-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal que mostra Guilherme, presidente do projeto. Ele é um homem jovem branco de óculos, com moletom escuro, que gesticula com a mão esquerda enquanto fala. Guilherme está em pé diante de uma tela de projeção com a imagem da capa do filme Carandiru, em que várias pessoas estão abaixadas." />											<figcaption>Guilherme Lopes Brandão, presidente do Paralelo 33, conduziu a sessão de cinema</figcaption>
										</figure>
		<h3><b>Cinema como espaço de debate universitário</b></h3><p>Por meio do audiovisual, iniciativas acadêmicas como o Paralelo 33 ampliam a discussão sobre temáticas sociais, políticas e culturais na universidade. Conforme o presidente do projeto e estudante de Relações Internacionais, Guilherme Lopes Brandão, a escolha de “Carandiru” permite refletir sobre pautas atuais a partir do cinema nacional. “Quando trazemos um filme desses, no sentido das Relações Internacionais, a gente consegue ter a abertura para explicar o conflito de visões políticas que está muito latente ultimamente”, afirmou. </p><p>O estudante também destacou o papel do cinema como instrumento de integração entre cursos e áreas do conhecimento distintas. “Muitas das vezes ficamos muito fechados no ciclo do nosso próprio curso. O cinema entra como um recurso intercultural dentro do próprio ambiente acadêmico para transformar isso”, destacou.</p><p>Sobre a escolha da obra, Guilherme ressaltou a relação entre o filme e o tema do mês escolhido pelo projeto: segurança. “Carandiru é um marco histórico no quesito de segurança pública no Brasil, justamente porque ele levou à fundação de movimentos muito maiores no país”, afirmou. O presidente do Paralelo 33 ainda ressaltou o interesse em ampliar a variedade de obras para as sessões, com a finalidade de tratar de diferentes contextos mundiais. “No ano passado nós focamos em obras nacionais. Neste ano, queremos expandir para filmes latino-americanos e do Sul Global, como a cinematografia iraniana que é muito grande e forte”, antecipou.</p><b> </b>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A0961-1024x683.jpg" alt="Do livro ao audiovisual, a obra é baseada em um acontecimento real" />											<figcaption>Do livro ao cinema, a obra é baseada em um acontecimento real sobre o sistema prisional brasileiro</figcaption>
										</figure>
		<h3><b>O massacre no Carandiru </b></h3><p>A Casa de Detenção de São Paulo, conhecida como Carandiru, foi local de uma operação da Polícia Militar em 2 de outubro de 1992, após uma rebelião iniciada no interior do presídio. Na época, a unidade tinha capacidade para cerca de 4 mil presos, mas abrigava mais de 7 mil detentos. A ação resultou na morte de 111 presos e marcou a história do sistema penitenciário brasileiro. A unidade prisional foi desativada em 2002 e, posteriormente, demolida para dar lugar ao Parque da Juventude.</p><p>O episódio provocou a discussão sobre violência estatal, direitos humanos e superlotação carcerária no país. No campo cultural, o massacre inspirou, por exemplo, a música “Diário de um detento”, dos Racionais MCs, considerado um dos marcos do rap nacional. O videoclipe de “Diário de um detento”, gravado no Carandiru, conquistou o prêmio de melhor vídeo de rap no MTV Video Awards Brasil e Escolha da Audiência de 1998.</p><p>Já o filme “Carandiru”, lançado em 2003, dirigido por Hector Babenco e inspirado no livro “Estação Carandiru”, do médico Drauzio Varella, reconstrói o cotidiano dos detentos antes do massacre por meio de histórias individuais e relações estabelecidas dentro da prisão. A narrativa também apresenta a atuação de um médico no presídio, contexto inspirado na experiência de Drauzio no local, onde realizou atendimentos de saúde e ações de prevenção, incluindo casos de HIV no sistema carcerário. No desfecho, a obra retrata a invasão policial e os acontecimentos de 1992, conectando a narrativa cinematográfica a um dos episódios mais marcantes da história recente do Brasil. </p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A1066-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal mostra uma sala ampla com várias fileiras de cadeiras verdes ocupadas por um público composto majoritariamente por jovens. As pessoas estão sentadas, assistindo a fala dos membros do projeto. O ambiente é bem iluminado." />											<figcaption>Estudantes de diferentes cursos participaram da sessão de exibição de “Carandiru”</figcaption>
										</figure>
		<h3><b>Repercussão entre participantes da sessão</b></h3><p>Após a sessão do Paralelo 33, os universitários relataram diferentes percepções sobre o filme, e destacaram reflexões provocadas pela narrativa. Estudante de Engenharia Civil, Felipe Padilha afirmou que a obra provocou desconforto ao abordar questões estruturais do sistema prisional brasileiro. “Não esperava que fosse tão impactante, me trouxe muitas sensações ruins, mas eu entendo que é essa a ideia, incomodar pra fazer a gente pensar sobre as situações e trazer à tona tópicos como presídios e ressocialização”, disse.</p><p>O estudante Vinicius Pasa, do curso de História, apontou as manifestações religiosas como um elemento secundário presente ao longo da narrativa. “Em vários momentos, foi possível ver presidiários usando guias de religiões afro-brasileiras ou fazendo referência a crenças cristãs. Esses elementos mostram caminhos reais que essas pessoas buscam para tentar lidar com a perspectiva dos próximos anos ou décadas que passarão presas”, observou. </p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A1010-1-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal de Cauê Santos, vice-presidente do projeto. Ele é um homem e está em pé, com cabelos médios escuros e óculos, vestindo uma camiseta verde e jaqueta preta. Ele está próximo a uma caixa de som e bandeiras ao fundo." />											<figcaption>Cauê Santos, vice-presidente do Paralelo 33, durante a sessão desta semana
</figcaption>
										</figure>
		<h3><strong>O projeto e a proposta extensionista</strong></h3><p>De acordo com Cauê Santos, vice-presidente do projeto, cada sessão tem um assunto específico e busca estimular reflexões a partir das obras apresentadas. “Cada filme que a gente apresenta é como se fosse um pequeno recorte de uma temática que a gente estuda”, reforçou. </p><p>O objetivo do Cine Paralelo, na perspetiva de Cauê, é utilizar o audiovisual como ponto de partida para debates mais amplos sobre sociedade e política. “A ideia dessas exibições é pegar o cinema como um ponto de partida. Os estudantes não estão aqui para resolver os problemas retratados, mas para ter vivo esse pensamento crítico”,pontuou. </p><p>O Paralelo 33 prevê a realização de novas atividades ao longo do semestre. A próxima programação será em breve, em parceria com o Diretório Acadêmico de Relações Internacionais (DARI), e contará com a exibição de uma obra ainda não divulgada pelos organizadores. Para ter mais informações sobre o Paralelo 33, acesse o Instagram do projeto: <a href="https://www.instagram.com/paralelotrintaetres?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==">@paralelotrintaetres</a></p><p><i><b>Texto</b>: Giovanna Felkl, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias.</i></p><p><i><b>Fotos</b>: Gabriele Mendes, estudante de Jornalismo e estagiária da Agência de Notícias</i></p><p><i><b>Edição</b>: Maurício Dias, jornalista</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>"Negros Laços", filme inspirado em tese premiada do PPGH, é exibido em Alegrete</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/04/negros-lacos-filme-inspirado-em-tese-defendida-pelo-ppgh-e-exibido-em-alegre</link>
				<pubDate>Mon, 04 May 2026 13:26:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[alegrete]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[negros laços]]></category>
		<category><![CDATA[PPGH]]></category>

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						<description><![CDATA[Audiovisual mostra histórias de famílias negras pós-abolição]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/image-2-1024x683.jpeg" alt="Foto colorida horizal de duas mulheres negras vestidas de branco. A primeira está grávida, sentada e segura a barriga. A segunda está atrás da mulher grávida e segura um lampião. O vestido da mulher grávida apresenta manchas vermelhos." />											<figcaption>Imagem de divulgação do média-metragem "Negros Laços"</figcaption>
										</figure>
		<p dir="ltr">O média-metragem "Negros Laços" terá sessão especial no Cult Cinemas de Alegrete, às 19h, do dia 12 de maio. O filme tem roteiro inspirado em tese homônima de Franciele Rocha de Oliveira, defendida pelo Programa de Pós-Graduação em História (PPGH) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A tese foi agraciada com o <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh/2025/07/24/tese-sobre-familias-negras-de-santa-maria-e-premiada-no-maior-evento-de-historia-do-brasil" target="_blank" rel="noopener">Prêmio Manoel Carlos Guimarães</a> da Associação Nacional dos Professores Universitários de História (ANPUH). </p><p dir="ltr">A data de exibição foi escolhida pela Escola do Legislativo de Alegrete por ser a véspera do 13 de maio, aniversário da assinatura da Lei Áurea em 1888, marco histórico da abolição formal da escravidão no Brasil. O evento se trata de uma parceria com a produtora do filme, com o apoio de entidades ligadas à cultura e à identidade negra naquele município. </p><h2 dir="ltr">Sobre o média-metragem</h2><p dir="ltr">Em Negros Laços (47 min, 2025) uma narradora ancestral revisita suas memórias e traz à tona as trajetórias de três famílias negras que viveram em Santa Maria/RS, no sul do Brasil entre os séculos XIX e XX. Somando os relatos de seus descendentes e mergulhando em profunda pesquisa histórica, o filme expõe as lutas por liberdade, dignidade e pertencimento e confronta a celebração de escravistas naquela cidade com o apagamento das histórias negras, revelando laços negros que forjaram diferentes formas de existir no Atlântico Negro. O filme acompanha as trajetórias de José e Innocência, Anna e Mathilde, trazendo seus nomes, seus rostos, seus legados, suas ancestralidades e suas descendências.</p><h2 dir="ltr"> </h2>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/image-1-1024x683.jpeg" alt="Foto colorida horizontal de homem negro idoso sentado. Ele está segura um retrato de um casal. A fotografia é antiga e tem um formato arredondado." />											<figcaption>Obra inspirada em tese premiada da UFSM será apresentada em cinema de Alegrete</figcaption>
										</figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Orquestra Sinfônica apresenta concerto com trilhas sonoras de grandes sucessos do cinema</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/27/orquestra-sinfonica-apresenta-concerto-com-trilhas-sonoras-de-grandes-sucessos-do-cinema</link>
				<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 01:03:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Orquestra Sinfônica de Santa Maria]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

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						<description><![CDATA[Com ingressos esgotados, o espetáculo ocorre nesta terça-feira (28), às 20h, no Centro de Convenções da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/filmes.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/filmes-819x1024.jpg" alt="Cartaz de divulgação do espetáculo." width="600" height="750" /></a>Os ingressos para o concerto intitulado “Os Grandes Clássicos do Cinema”, espetáculo que a Orquestra Sinfônica de Santa Maria apresenta nesta terça-feira (28), esgotaram-se poucas horas após a sua liberação (de forma gratuita) para o público. Sob a regência do maestro Cláudio Esteves, a orquestra vai apresentar no Centro de Convenções da UFSM, a partir das 20h, as trilhas sonoras de filmes que lotaram as salas de exibição na época em que foram exibidos nos cinemas. Essa será a segunda apresentação da temporada oficial da orquestra em 2026, ano em que se comemoram os seus 60 anos de existência.</p><p>Estão previstas intervenções que vão integrar a música não somente com o cinema, mas também com o teatro e a dança. Além disso, para que o público entre no clima do espetáculo, os espectadores são convidados a comparecer ao concerto vestindo o figurino do seu personagem preferido. Inclusive, os cem primeiros que chegarem fantasiados ao Centro de Convenções ganharão um brinde da orquestra.</p><p>Com relação ao repertório escolhido, se o critério for a bilheteria, não poderiam ficar de fora as trilhas sonoras compostas por John Williams. A orquestra vai tocar alguns dos seus primeiros sucessos (os temas dos filmes “Tubarão”, “Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida”, “Star Wars: Uma Nova Esperança” e “Star Wars: O Império Contra-Ataca”), frutos da parceria com os cineastas Steven Spielberg e George Lucas.</p><p>Spielberg é também um dos produtores executivos de um dos clássicos mais amados dos anos 80: “De Volta para o Futuro”, cuja trilha sonora, composta por Alan Silvestri, também será contemplada no concerto. O compositor que criou a música que embala as viagens no tempo de Marty McFly e Doc Brown é o mesmo que compôs a trilha sonora do filme que juntou vários super-heróis da Marvel em um só: “Os Vingadores”, cuja música se fará presenta no espetáculo.</p><p>Para os fãs que vierem ao espetáculo trajando um <i>smoking</i> e fazendo pose de agente secreto, a orquestra vai executar a trilha sonora perfeita – o tema de 007, composto por John Barry – para que se apresentem como “Bond, James Bond”. Além do espião mais famoso das telonas, o concerto vai contemplar ainda o mais atrapalhado agente da polícia francesa: o inspetor Clouseau, para o qual Henry Mancini criou o tema da Pantera Cor-de-Rosa e que posteriormente serviu de trilha sonora para um dos desenhos animados mais queridos por crianças e adultos do mundo todo.</p><p>Os fãs dos desenhos animados japoneses também podem vestir os seus<i> cosplays</i> para apreciar a música de “Princesa Mononoke”, composta por Joe Hisaishi. Mais recentemente, essa confraria de grandes compositores do cinema permanece viva com os trabalhos de Hans Zimmer, cuja trilha para “Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra” foi escolhida para representá-lo no espetáculo, em cujo programa consta ainda a música de Howard Shore que serviu de fundo para as aventuras de Frodo na terra média, em “O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel”.</p><p>O concerto tem financiamento do sistema Pró-Cultura RS, por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Estado, com patrocínio da Arrozeira Sepeense e Unimed Santa Maria. O evento conta ainda com o apoio da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM e produção cultural da Plano Comunicação e Eventos.</p><p>Outras informações constam nas redes sociais da orquestra (<a href="https://www.instagram.com/orquestrasm/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a> e <a href="https://www.facebook.com/orquestrasinfonica.santamaria" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a>).</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto CineMental exibe o filme “Colegas” nesta sexta-feira (24)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/23/projeto-cinemental-exibe-o-filme-colegas-nesta-sexta-feira-24</link>
				<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 18:27:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72583</guid>
						<description><![CDATA[Com entrada gratuita, a sessão inicia-se às 15h30min na sala 308 do Complexo Multicultural Antiga Reitoria]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/24.4.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/24.4-818x1024.jpg" alt="" width="575" height="719" /></a>Programa de extensão vinculado ao Espaço Nise da Silveira, o CineMental terá a sua 69ª edição nesta sexta-feira (24), na qual será exibido o filme “Colegas”. Com entrada gratuita, a sessão inicia-se às 15h30min na sala 308 do Complexo Multicultural Antiga Reitoria.</p><p>Em junho deste ano, o cineclube completa 10 anos de existência. Ele surgiu como uma estratégia de inclusão social e ampliação da clínica, compreendendo a cultura e o lazer como formas de promoção de saúde e de qualidade de vida. Participam das exibições, seguidas de debate, desde usuários de serviços de saúde mental e seus familiares até cinéfilos, incluindo ainda estudantes e comunidade em geral.</p><p>As sessões ocorrem mensalmente, sempre na última sexta-feira do mês. De acordo com os organizadores, o objetivo geral do CineMental é “depreender de cada filme o que ele pode provocar de reflexões e aprendizados para o público no âmbito da saúde mental e quebra de estigmas sociais”.</p><p>“<b>Colegas”</b></p><p>(Brasil / 94 minutos / direção: Marcelo Galvão)</p><p><b>Sinopse –</b> Stallone (Ariel Goldenberg), Aninha (Rita Pook) e Márcio (Breno Viola) são grandes amigos e vivem juntos em um instituto para pessoas com síndrome de Down, ao lado de vários outros colegas. Um belo dia, surge a ideia de sair dali para realizar o sonho de cada um e, inspirados pelos inúmeros filmes a que já tinham assistido na videoteca local, eles roubam o carro do jardineiro (Lima Duarte) e fogem de lá. Para resolver o problema, dois policiais trapalhões são colocados no encalço dos jovens, os quais só querem realizar os seus sonhos e estão dispostos a viver essa grande aventura, que vai se revelar repleta de momentos inesquecíveis.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM terá Filmoteca com mais de 2700 vídeos no Acervo Artístico</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/18/ufsm-tera-filmoteca</link>
				<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 11:15:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[acervo artístico]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[filmoteca]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>

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						<description><![CDATA[Trabalho está em fase de digitalização e conta com parcerias com Santa Maria Vídeo e Cinema e Cine Clube da Boca
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/IC3A2992-1024x683.jpeg" alt="Foto colorido horizontal de monitor de vídeo com uma imagem de um programa de edição com foto enquadrada de um homem com chapéu de palha. A tela também mostraAo fundo, outro monitor ligado. No canto esquerdo, uma mão segura um caixa de fita VHS" />											<figcaption>Processo de conversão de formato analóligo para digital pode levar até seis vezes o tempo da vídeo</figcaption>
										</figure>
		<p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) terá uma Filmoteca no Acervo Artístico. A biblioteca audiovisual será estruturada a partir de aproximadamente 2700 filmes em formatos VHS e DVD, doados pelo Santa Maria Vídeo Cinema (SMVC) e pela TV Campus. O projeto conta com parceria com o Cine Clube Boca.</p>
<p>Dos 2700 filmes, 2400 faziam parte do acervo do SMVC, sendo 1800 DVDs e 600 VHS, Os 300 filmes restantes são VHS da TV Campus. As mídias doadas pelo SMVC são de longas e curta-metragens nacionais e internacionais que estavam armazenadas na sede Cooperativa dos Estudantes de Santa Maria (Cesma). Já as da emissora pública da UFSM contém programas jornalísticos, como telejornais e programas de entrevistas, e estavam sob os cuidados do Departamento de Arquivo Geral (DAG). Para além do material em suporte físico, o projeto da filmoteca recebeu doações de vídeos pela internet.&nbsp;</p>
<p>A importância da filmoteca, na avaliação do administrador Rafael Happke, do Acervo Artístico, está em destacar produções locais e o papel que a biblioteca audiovisual terá para futuras pesquisas sobre cinema: “Enquanto acervo, nós estamos recuperando o trabalho de pessoas que estavam iniciando a carreira no mundo do audiovisual. E, agora, essas produções não vão estar perdidas”, comenta.</p>
<p>Após a transformação dos vídeos em formato digital, os audiovisuais estarão disponíveis à comunidade de duas formas: online, por meio de plataforma, e presencialmente, no Acervo Artístico. Estão previstas também exibições por parte do Cine Clube Boca.</p>
<h3><b>Digitalização, higienização e rotulagem</b></h3>
<p>O DAG, por meio do Laboratório de Reprografia, é responsável pela digitalização dos 900 VHS - 600 do SMVC e 300 da TV Campus. Até o momento, 300 fitas magnéticas já foram convertidas em formato MKS por quatro estudantes coordenados pela arquivista Cristina Strohschoen. O trabalho foi viabilizado a partir de parceria com a Tele Vídeo de Santa Maria, responsável pela instalação e manutenção do vídeo-cassete e dos demais equipamentos.</p>
<p>O tempo de digitalização pode levar até seis vezes o tempo do conteúdo: a cada uma hora de gravação são necessárias até seis horas para conversão de formato. A bolsista Mariana Fantinel Farias, mestranda em Patrimônio Cultural, explica que em função do armazenamento inadequado, algumas das mídias estão com mofo. Por isso, também é preciso fazer a higienização das fitas VHS.&nbsp;&nbsp;</p>
<p>O bolsista Guilherme Borges, estudante de Artes Visuais, disse que o trabalho ainda envolve a rotulagem dos produtos audiovisuais nas seguintes categorias: código, ano de inscrição, suporte (VHS), título, duração, diretor, roteiro, produção, direção de arte, fotografia, animação, trilha sonora, edição, finalização, local de produção, gênero e se a fita contém fungo/mofo. Todos esses dados vão estar presentes na plataforma online que os alunos poderão acessar futuramente para assistirem os filmes.&nbsp;</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/IC3A3029-1024x683.jpeg" alt="Foto colorida horizontal de mulher e homem atrá de um computador e à frente de uma estante cheia de fitas de vídeos. A mulher usa uma blusa roxa e óculos. Ela segura uma folha. O homem, com uma camiseta branca, segura uma fita de vídeo" />											<figcaption>Bolsistas responsáveis pela digitalização, higienização e rotulagem dos audiovisuais</figcaption>
										</figure>
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/IC3A2901-1024x683.jpeg" alt="Foto colorida horizantal de homem de meia idade com camiseta preta do Led Zeppelin. Ele está de lado e retira filmes de uma prateleira" />											<figcaption>Acervo Artístico terá filmoteca digital de obras que estavam apenas em formato analógico</figcaption>
										</figure>
		<h3><b>Preservação da Memória do Cinema </b></h3><p>Guilherme Borges gosta de cinema e, por isso, aprecia observar como as pessoas se inseriram no mercado de trabalho a partir do festival de cinema da cidade. “Eu acho que todo esse material tem uma riqueza muito grande. Eu acredito que o artista visual é convidado a olhar uma história em si e ver como aquela história conversa com o hoje. Então, olhar essas fitas, essas histórias, como isso era contado antigamente é revisitar também um projeto, um tempo, uma cultura principalmente. É a memória do patrimônio, porque nessas fitas a gente tem muito da história do Brasil”, observa</p><p>Mariana Farias complementa: “Isso também auxilia muito a compreender qual o período em que foi gravado. Acontece todo esse resgate da memória e da cultura de todas as regiões, não só do Brasil. É uma forma do trabalho deles não se perder também, através da digitalização“.</p><p> </p><h3><b>Divertir, Instruir, e Emancipar </b></h3><p>O Cine Clube da Boca, coordenado pelo professor Gilvan Veiga Dockhorn, do Programa de Patrimônio Cultural, conta que o projeto da filmoteca estava registrado desde 2020 com a finalidade de recuperar a memória da produção de cinema e audiovisual da cidade. “A iniciativa surge porque Santa Maria é um polo de produção de cinema e audiovisual. Nós temos um histórico dessas produção em vários suportes e está sem conservação. Essa parte do nosso patrimônio cultural vai se perdendo", lembra.</p><p>O professor apresenta a importância do projeto: “O lema do Cineclube da Boca é divertir, instruir e emancipar. Com a possibilidade de uma distribuidora de filmes locais para que as pessoas tenham acesso a uma produção, que é tanto de cunho educativo, mas também de denúncia. Vários documentários denunciam exclusão e preconceito, e relatam algumas realidades. Então, através dessa plataforma as pessoas vão poder acessar e ver a grande produção e de alta qualidade que se faz em Santa Maria”, finaliza.</p><p> </p><p><i><b>Texto</b>: Ellen Schwade, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></p><p><i><b>Fotos</b>: Ellen Schwade e Felippe Richardt</i></p><p><i><b>Edição</b>: Maurício Dias</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>DRI convida toda comunidade a prestigiar o 20⁰ Festival de Cinema Italiano no Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/dri/2025/11/06/dri-convida-toda-comunidade-a-prestigiar-o-20%e2%81%b0-festival-de-cinema-italiano-no-brasil</link>
				<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 17:30:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[cinema-italiano-ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[festival]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[IsF]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[italiano]]></category>

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						<description><![CDATA[O evento ocorre nos dias 17 e 18 de novembro]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A Diretoria de Relações Internacionais (DRI) convida a comunidade acadêmica a prestigiar o <b>20⁰ Festival de Cinema Italiano no Brasil</b>. Idealizado por Nico Rossini e Erica Bernardini, o projeto evoluiu de uma semana temática para um dos principais festivais culturais do país, contando com sessões retrospectivas de clássicos e com uma série de filmes inéditos no Brasil.</p><p>Este ano, o tema celebrado é <strong>“Il Cinema che Racconta, I Maestri che Ispirano”</strong> (O Cinema que Conta, Os Mestres que Inspiram), um mergulho nos mestres que transformaram a linguagem cinematográfica italiana e deixaram um legado que continua a inspirar novas gerações.</p><p>A UFSM participa deste grande evento promovendo a exibição presencial de dois filmes inéditos (confira as sinopses no carrossel ao lado):</p>
<ul>
<li>17/11, às 19h - "<strong style="color: #000000;font-size: 1rem">Diamanti</strong>" de Ferzan Özpetek;</li>
<li>18/11, às 16h - "<strong>L'Abbaglio</strong>" de Roberto Andò;</li>
</ul>
<p>Logo após o término do filme do dia 18, ocorrerá também uma <strong>conversa sobre Cinema e Cultura Italiana</strong>, com o José Zanella (representante da Agência Consular de Santa Maria) e Alexandre Maccari (Pesquisador de História do Cinema e Cinéfilo).</p>
<p>Paralelamente, durante todo o período de exibição dos filmes, estará acontecendo no mesmo local uma exposição de arte denominada “<strong>A Quarta Colônia em Aquarelas</strong>”, com obras de Dilson Nicoloso Cecchin.&nbsp;<br></p>
<p>As atividades são <strong>gratuitas e abertas</strong> para toda a comunidade de Santa Maria e região. As sessões ocorrerão no Auditório do Prédio 67 (CAED) e as inscrições podem ser realizadas através <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdgfSJHCV8QJOoZ7u2ckbhKjB1ZTl6gv-KZtddLQs-SNxp9IA/viewform">deste link</a>. Para mais informações, confira a <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/dri/eventos/cinema-italiano-ufsm">página do evento</a>.</p>
<p>Na UFSM, o evento é realizado pelo Programa Idioma Sem Fronteiras na UFSM, em parceria com a Diretoria de Relações Internacionais, Pró-Reitoria de Extensão e Programa de Pós-Graduação em Patrimônio Cultural.&nbsp;</p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/402/2025/11/2.jpg" alt="2" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/402/2025/11/1.jpg" alt="1" /></figure>			
		<p>A nível nacional, o festival é realizado pela Câmara de Comércio Italiana de São Paulo – ITALCAM, em colaboração com a Embaixada da Itália no Brasil, sua rede de Consulados e os Institutos Italianos de Cultura. O projeto é viabilizado com os benefícios da Lei Rouanet e conta com o patrocínio e apoio de empresas parceiras, que acreditam na força da cultura como ponte de diálogo e desenvolvimento</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Programa Trilhas do Cinema, feito na UFPel, estreia nas rádios da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2025/09/30/programa-trilhas-do-cinema-feito-na-ufpel-estreia-nas-radios-da-ufsm</link>
				<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 20:14:58 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[rádio]]></category>
		<category><![CDATA[rádios UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Ufpel]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/?p=7901</guid>
						<description><![CDATA[As rádios da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) passam a transmitir, a partir de outubro, o programa Trilhas do Cinema, produzido pelos Cursos de Cinema da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). A proposta é levar ao público o melhor das trilhas sonoras e canções presentes em filmes, games e produções audiovisuais. Na Universidade 800 [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>As rádios da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) passam a transmitir, a partir de outubro, o programa <a href="https://www.instagram.com/trilhasdocinema_ufpel/">Trilhas do Cinema</a>, produzido pelos Cursos de Cinema da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). A proposta é levar ao público o melhor das trilhas sonoras e canções presentes em filmes, games e produções audiovisuais.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na Universidade 800 AM, a atração vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 13h10 às 14h, com estreia no dia 1º de outubro. Já na UniFM 107.9, o programa será transmitido aos sábados, das 15h às 16h, a partir do dia 4 de outubro.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Luiz Carlos Grassi: conheça o ganhador do Destaque Cultural UFSM 2025</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/20/destaque-cultural-2025</link>
				<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 00:17:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70213</guid>
						<description><![CDATA[Reconhecimento foi entregue em evento nesta quarta-feira (20) no Acervo Artístico da UFSM ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_70215" align="alignleft" width="554"]<img class="wp-image-70215" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/Destaque-cultural-da-UFSM-2025-Foto-Daniel-Michelon-De-Carli-53-1024x683.jpg" alt="" width="554" height="370" /> "Aqui [UFSM] tenho raízes, ergui alicerces e daqui levei asas", afirmou Luiz Grassi[/caption]
<p>O Destaque Cultural da UFSM, realizado anualmente em agosto como parte das comemorações do Mês da Cultura de Santa Maria, tem como objetivo reconhecer pessoas de diferentes segmentos culturais que contribuíram de forma significativa para a Universidade e deixaram um importante legado artístico-cultural.</p>
<p>O homenageado de 2025 é o professor aposentado, jornalista e cineasta Luiz Carlos Grassi, natural de Santa Maria. Luiz tem duas formações pela Universidade Federal de Santa Maria: inicialmente, graduou-se em Odontologia e, posteriormente, ingressou na primeira turma de Comunicação Social, formando-se em Jornalismo.</p>
<p>Mesmo após a segunda graduação, Grassi ainda buscava algo que alimentasse sua paixão pela arte: "A minha vida toda foi regida pelo gosto por artes. Sempre gostei de cinema e de teatro. Sempre fui um admirador intenso de toda e qualquer arte, mas especialmente dessas duas. Quando me formei em Comunicação Social, simplesmente me transferi para esse universo", compartilha.</p>
<p>Grassi chegou a lecionar no curso de Odontologia da UFSM, além de atuar como professor, chefe de departamento e coordenador do curso de Comunicação. Estudou cinema por um ano nos Estados Unidos, nas universidades de Pittsburgh e Kansas.</p>
<p>Nos anos 1970, roteirizou e dirigiu <em data-start="1947" data-end="1958">O Inimigo</em>, ao lado de Clênio Faccin e Reinaldo Pedroso, assinou a direção e montagem de <em data-start="2037" data-end="2054">O Caminhãozinho</em> e participou de obras como <em data-start="2082" data-end="2091">O Herói</em> e <em data-start="2094" data-end="2105">Os Irmãos</em>, de Pedro Freire Júnior; <em data-start="2131" data-end="2162">O Velório de Vicente Silveira</em>, de Modesto Wielewicki; <em data-start="2187" data-end="2206">Conversa com Deus</em> e <em data-start="2209" data-end="2228">Espelho Hexagonal</em>, entre outros. Também atuou em documentários e pesquisas sobre cinema.</p>
<p>Para Luiz, seu projeto mais marcante é o curta-metragem <em data-start="2203" data-end="2217">Terceiro Ato</em>, atualmente em desenvolvimento, que narra a trajetória de um ator em declínio e as dificuldades de encontrar novas oportunidades de trabalho.</p>
<h3>Reconhecimento ao cinema</h3>
[caption id="attachment_70217" align="alignright" width="588"]<img class="wp-image-70217 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/Destaque-cultural-da-UFSM-2025-Foto-Daniel-Michelon-De-Carli-37-1-1024x683.jpg" alt="" width="588" height="392" /> Evento aconteceu no Acervo Artístico e foi acompanhado por dezenas de pessoas[/caption]
<p>O prêmio Destaque Cultural é concedido pela Coordenadoria de Cultura e Arte, vinculada à Pró-Reitoria de Extensão da UFSM. A coordenadora de Cultura e Arte, Vera Vianna, explica que a escolha pelo nome de Grassi se deu diante do momento expressivo que o cinema nacional atravessa e da efervescência de produções audiovisuais em Santa Maria e na própria UFSM.</p>
<p>Grassi, por sua vez, reforça a importância desse cenário: "Nós estamos lutando para que Santa Maria realmente se torne uma cidade cultural na área do audiovisual, que é onde mais atuo. Estamos tentando criar uma <em data-start="2967" data-end="2984">Film Commission</em> [organização que tem como objetivo atrair e facilitar a produção audiovisual], o que trará muitas vantagens para Santa Maria, trazendo produções de filmes de outros estados e cidades".</p>
<h3>Homenagem</h3>
<p>A cerimônia de entrega da homenagem ocorreu nesta quarta-feira (20), às 17h, no Acervo Artístico da UFSM. Durante o evento, Luiz foi descrito como alguém que há décadas insiste que a cultura é uma forma de permanecer vivo, garantindo que o cinema de Santa Maria carrega muito de sua influência.</p>
<p>O reitor Luciano Schuch destacou a importância de Grassi no cenário da  produção audiovisual. <span style="font-weight: 400">“Se temos hoje toda essa caminhada do cinema aqui em Santa Maria, no Rio Grande do Sul e no país, é porque têm pessoas como Luiz Carlos Grassi que foram precursoras desse caminho", afirmou. </span></p>
<p>Durante seu discurso, Grassi afirmou que, para ele, a UFSM é muito mais do que uma instituição: "A cada retorno a esta universidade é um reencontro com a minha vida. Aqui tenho raízes, ergui alicerces e daqui levei asas. Essa casa me acolheu em diferentes fases, sempre me oferecendo não apenas conhecimento, mas também pertencimento e afeto. Assim como meu avô um dia colocou cada pedra em seu lugar, também espero seguir ajudando a construir, com palavras, gestos e afeto, um futuro mais humano, mais justo e mais bonito para todos nós."</p>
<p>Sobre a homenagem, concluiu: "Para alguém como eu, que é apaixonado por cinema e que, desde os anos 1970, sempre tentou fazer cinema, chegar até aqui hoje, ainda produzindo filmes, é uma alegria imensa. Receber essa homenagem da universidade é algo… eu não tenho palavras para expressar. Passei mais de 30 anos aqui dentro, e ver esse reconhecimento pelo que fizemos é muito bonito."</p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Ellen Schwade, estudante de Jornalismo e Bolsista da Agência de Notícias <br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Fotos: Daniel De Carli<br />Edição: Mariana Henriques</span></i></p>
<p> </p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>V Mostra de Cinema da UFSM-FW exibe nove curtas-metragens autorais produzidos por estudantes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2025/07/04/v-mostra-de-cinema-da-ufsm-fw-exibe-nove-curtas-metragens-autorais-produzidos-por-estudantes</link>
				<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 16:46:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[agência íntegra]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo Bacharelado (FW)]]></category>
		<category><![CDATA[MovimentAção]]></category>
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		<category><![CDATA[Produções em disciplinas]]></category>
		<category><![CDATA[relações públicas FW]]></category>
		<category><![CDATA[Agência]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/?p=4174</guid>
						<description><![CDATA[O evento reuniu jurados e estudantes dos cursos de Jornalismo e Relações Públicas para a exibição das produções nos gêneros ficção e documentário]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Na segunda-feira, 30 de junho, a V Mostra de Cinema Experimental da UFSM-FW reuniu jurados e estudantes de Jornalismo e Relações Públicas para a exibição dos curtas produzidos pelos alunos da disciplina de Produção Cinematográfica, ministrada pelo Prof. Dr. Joel Felipe Guindani, em parceria com o Laboratório de Investigação em Imagem (Lablii) e com o apoio do projeto Comunicare RP. O evento contou ainda com a presença da coordenadora de RP, Patrícia Milano Pérsigo, e da coordenadora substituta do curso de Jornalismo, Marluza da Rosa.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Foram exibidos nove curta-metragens produzidos pelos alunos da disciplina, com obras nos gêneros documentário e ficção. Entre as produções, os jurados concederam menções honrosas aos filmes <strong>“Vida em Dupla Jornada”</strong> e <strong>“Loucuras da Paixão”</strong>. A premiação principal contemplou os curtas <strong>“Todos os Cantos”</strong> (melhor documentário) e <strong>“Enquanto Te Espero”</strong> (melhor ficção).</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<blockquote>
<p>Para Raissa Bueno, estudante de Relações Públicas e responsável pela produção solo do documentário <strong>“Vida em dupla jornada”</strong>, destacou os desafios do processo de criação “fazer o roteiro, a filmagem e a edição foi um processo bastante desafiador para conseguir deixar do jeito que eu queria para mostrar às pessoas. Apesar dos desafios, foi uma experiência muito enriquecedora”, ressaltou. O documentário retrata a história de uma universitária que se tornou mãe durante a graduação e revela os desafios de conciliar maternidade e vida acadêmica.</p>
</blockquote>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Já o curta vencedor na categoria ficção, <strong>“Enquanto te espero”</strong>, por Marina Lima, Pedro Lima, Emilly Fontoura e Sarah Kliman, teve um processo criativo coletivo. Marina Lima, que dirigiu e roteirizou o filme, explicou que apresentou a ideia ao grupo, que acolheu o projeto com entusiasmo. “Todo mundo comprou a ideia e conseguimos desenvolver um projeto muito bonito, muito sensível, porque mexeu com o processo de luto das pessoas, incluindo o meu próprio processo”, finalizou Marina. O filme aborda o luto de forma sensível e narra a trajetória de uma jovem que enfrenta esse processo enquanto convive com a depressão.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p> Os demais curtas exibidos também exploraram temas variados e contribuíram para a diversidade da mostra.</p>
<p><b>Confira no YouTube os curtas vencedores da V mostra: <a href="https://youtu.be/UecHOPqsZfQ?si=TOvvah-zrdiNl7Sf" target="_new" rel="noopener" data-start="128" data-end="200"><em data-start="129" data-end="149">Enquanto te espero</em></a> e <a href="https://youtu.be/ZaKFmA-ke-o?si=0PskWbLy881jMRME" target="_new" rel="noopener" data-start="203" data-end="272"><em data-start="204" data-end="221">Todos os cantos</em></a>.</b></p>
<p> </p>
<p><em>Texto: Mariana Saldanha, bolsista da Agência Íntegra.</em></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2025/07/DSC_0032-1-768x512.jpg" alt="DSC_0032" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2025/07/V-Mostra-UFSMFW-de-Cinema-Experimental-1-768x512.jpeg" alt="V Mostra UFSMFW de Cinema Experimental - 1" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2025/07/V-Mostra-UFSMFW-de-Cinema-Experimental-4-768x512.jpeg" alt="V Mostra UFSMFW de Cinema Experimental - 4" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2025/07/DSC_0025-768x512.jpg" alt="DSC_0025" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2025/07/DSC_0021-768x512.jpg" alt="DSC_0021" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2025/07/DSC_0061-768x512.jpg" alt="DSC_0061" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2025/07/DSC_0068-768x512.jpg" alt="DSC_0068" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2025/07/DSC_0050-768x512.jpg" alt="DSC_0050" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2025/07/DSC_0121-768x512.jpg" alt="DSC_0121" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2025/07/DSC_0144-768x512.jpg" alt="DSC_0144" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2025/07/V-Mostra-UFSMFW-de-Cinema-Experimental-3-768x512.jpeg" alt="V Mostra UFSMFW de Cinema Experimental - 3" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2025/07/DSC_0047-768x512.jpg" alt="DSC_0047" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/813/2025/07/V-Mostra-UFSMFW-de-Cinema-Experimental-2-768x512.jpeg" alt="V Mostra UFSMFW de Cinema Experimental - 2" /></figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Doutoranda da UFSM produz longa sobre a chegada de tambores afro-uruguaios no lado brasileiro da fronteira</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/06/16/cadombe</link>
				<pubDate>Mon, 16 Jun 2025 12:51:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[afro-uruguaios]]></category>
		<category><![CDATA[arte e gênero]]></category>
		<category><![CDATA[cadombe]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Fronteiras]]></category>
		<category><![CDATA[longa-metragem]]></category>
		<category><![CDATA[percussão]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=69513</guid>
						<description><![CDATA[Com roteiro e direção assinados pesquisadora Adriana Gonçalves Ferreira, a produção aborda a visão feminina do candombe]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/Candombeiros-1024x768.jpg" alt="Foto colorida horizontal de quatro músicos, homens e mulheres, com tambores de tamanhos e formatos diferentes. Todos estão com chapés de palha, pinturas no rosto e roupas típicos pretas com uma espécie de gola e botas pretas. A imagem usa um fundo infinito na cor roxa." />											<figcaption>Candombeiros, músicos que tocam os diferentes tipos de tambores usados no cadombe, ritmo afro-uruguaio</figcaption>
										</figure>
		<p dir="ltr">Com musicalidade, dança e histórias para celebrar, o longa-metragem "Tambor Sem Fronteiras" promete tocar o coração do público em 2026. A produção aborda a chegada de tambores afro-uruguaios no lado brasileiro da fronteira e a visão feminina do candombe, uma expressão cultural de origem africana reconhecida pela Organização das Nações Unidas pela Educação, Ciência e Cultura (Unesco) como Patrimônio Cultural e Imaterial da Humanidade.&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Iniciadas em 2015, as gravações do longa ocorreram nos municípios gaúchos de Bagé, Santa Maria, Porto Alegre e Santana do Livramento, e nas cidades uruguaias de Rivera, Vichadero, Melo e Montevidéu. A previsão de lançamento do Tambor Sem Fronteiras é primeiro trimestre de 2026.</p>
<p dir="ltr">O longa-metragem, que conta com recursos da Lei Complementar 195/2022 (Lei Paulo Gustavo) a partir do Edital Sedac LPG 16/2023 - Audiovisual - Complementação de Longa Metragem, é uma realização da Finish Produtora, de Santa Maria. O roteiro e a direção do audiovisual são assinados pela publicitária, cineasta, mestre em Patrimônio Cultural e doutoranda em Educação pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Adriana Gonçalves Ferreira.&nbsp;</p>
<p dir="ltr">A equipe do longa-metragem conta com Christian Ludke (direção executiva), Evandro Rigon (direção de produção), Luciano Santos (diretor de arte), Lívia Thomas (bailarina), Jean Mendes (coreografia), Rafael Rigon (direção de fotografia), Thiago Ribeiro (assistente de direção de fotografia), Matheus Leite (coordenador de trilha sonora original) Elisa Friedrich (identidade e concepção visual), Lufe Bollini (montagem), Silvia Cheron (financeiro), Luana Desconsi (tráfego e administrativo).&nbsp;</p>
<h3><strong>Inspiração para o longa</strong></h3>
<p dir="ltr">Conforme a roteirista e diretora de Tambor Sem Fronteiras, a ideia surgiu a partir da aquisição de um jogo de tambores usados no candombe, um gênero de música e dança afro-uruguaio, pelo ponto de cultura Pampa Sem Fronteiras, em Bagé, e, também, da militância no cinema de fronteira.&nbsp;Para a bageense Adriana Gonçalves Ferreira, que tem descendência uruguaia, as vivências pessoais na fronteira foram essenciais para que se conectasse de maneira profunda com o candombe e os lugares onde essa cultura é celebrada.&nbsp;</p>
<p dir="ltr">"O encantamento pelo candombe é algo inexplicável. Para mim, tudo que vem da cultura afro é forte. É sentimento e liberdade. O tambor transcende limites e o candombe não exclui ninguém. É uma cultura de união e força a qual admiro e me submeto aos aprendizados com o povo afro-uruguaio. Candombe é um sentir", afirma.&nbsp;</p>
<p dir="ltr">O longa-metragem contou com diversas equipes, sendo a primeira formada a partir do Edital Sedac Cultura Viva. O projeto também passou pelo Laboratório Sur Fronteira na categoria <em>work in progress</em> no <a href="https://www.festivaldafronteira.com.br/">Festival Internacional de Cinema da Fronteira</a>.&nbsp;Com a aprovação da iniciativa em parceria com a Finish no Edital Sedac LPG 16/2023 - Audiovisual, em 2024, uma nova equipe de trabalho foi organizada para produzir o longa sobre o candombe.</p>
<p dir="ltr">"Recebemos a notícia (da aprovação) com muita alegria. Para nós, foi a constatação da descentralização da política direcionada ao audiovisual gaúcho. Essa conquista também representa a abertura de espaço para uma mulher do interior e da fronteira no cinema gaúcho e no cenário brasileiro, assim como a queda das barreiras geográficas no contexto da produção no Estado. Nosso objetivo é dar visibilidade para os tambores afro-uruguaios, a cultura da fronteira e o candombe. E com esse recurso, estamos fazendo isso – conclui Adriana.&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Entre os assuntos abordados pelo longa-metragem, estão a presença do candombe na fronteira, a relação entre uruguaios e brasileiros que admiram essa expressão cultural, a representação feminina neste contexto e a fabricação de tambores como política pública, entre outros pontos.</p>
<p dir="ltr">Nessa narrativa, alguns elementos e grupos se destacam, como o pampa, que é essencial da narrativa fronteiriça e a origem da Grillos Candomberos, fundada em 2015 e que inspirou o surgimento de novos grupos de candombe em municípios gaúchos.&nbsp;</p>
<p dir="ltr">
</p><h3>&nbsp;</h3>
<h3 dir="ltr"><strong>Candombe</strong></h3>
<p dir="ltr">Caracterizada pela dança e o uso de três tambores (piano, repique e chico), o candombe é uma expressão cultural de origem africana popularmente conhecida em países da América Latina.&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Simbolo de resistência e lembrança da diáspora africana, essa cultura se consolidou como importante contribuição do povo negro no Uruguai, sendo celebrada em encontros realizados nas Salas de Naciones (casa de reuniões com normas específicas na qual era tocado o candombe), nas ruas e em datas festivas como o carnaval, quando é promovido o famosos Desfile de Llamadas, anualmente em Montevidéu.&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Desde 2006, o candombe tem uma data no calendário uruguaio: 3 de dezembro. Por conta das letras políticas, de protesto e reflexão sobre as desigualdades sociais e raciais, essa expressão cultural também foi reconhecida pela Unesco, em 2009, como Patrimônio Cultural e Imaterial da Humanidade.&nbsp;&nbsp;</p>
Acompanhe os bastidores dessa produção nos perfis @tamborsemfronteiras no Instagram e no Facebook.
<br>
<i>Com informações da Assessoria do longa Tambores Sem Fronteiras</i><br><i>Fotos: Divulgação</i>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/Aquecimento-do-couro-do-tambor-1024x768.jpg" alt="Foto colorida horizontal de oito tambores deitados, posicionados de forma circular. Ao centro, uma fogueira." />											<figcaption>Aquecimento do couro do tambores usados do cadombe</figcaption>
										</figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Documentário “Na Minha Terra Tem uma Federal” é lançado em Frederico Westphalen</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/03/19/documentario-na-minha-terra-tem-uma-federal-e-lancado-em-frederico-westphalen</link>
				<pubDate>Wed, 19 Mar 2025 22:07:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Frederico Westphalen]]></category>

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						<description><![CDATA[Com a sessão lotada, o curta-metragem foi exibido na terça-feira (18) no CineGlobo]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_68580" align="alignright" width="593"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/Foto-Lancamento-Filme-documentario-na-Minha-Terra-Tem-Uma-Federal-1.jpg"><img class=" wp-image-68580" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/Foto-Lancamento-Filme-documentario-na-Minha-Terra-Tem-Uma-Federal-1-300x200.jpg" alt="" width="593" height="395" /></a> O filme emocionou o público que lotou a sessão de estreia (foto: Conrado Araujo)[/caption]

Na última terça-feira (18), o documentário de curta-metragem “Na Minha Terra Tem uma Federal” foi lançado no CineGlobo de Frederico Westphalen, com uma sessão lotada de alunos e servidores do campus local da UFSM, bem como de convidados e comunidade frederiquense. Dirigido pelo professor Joel Felipe Guindani, do Departamento de Ciências da Comunicação da UFSM/FW, e Carolina Sônego, egressa do curso de Relações Públicas da UFSM/FW, o filme tem duração de 25 minutos e conta a história dos 18 anos do campus.

O filme mostra a trajetória dos primeiros anos da UFSM, professores e alunos que estiveram nas turmas dos primeiros cursos. O curta apresenta a diversidade de docentes e discentes que vieram de outros estados e países para o município por causa da universidade. Além disso, empresários do município, o ex-prefeito de Frederico Westphalen Luiz Carlos Stefanello e o primeiro diretor <i>pro tempore</i> do campus, Lauro Luiz Chielle, também personagens do filme, estiveram presentes na <i>première</i>.

Após a exibição do curta-metragem, o diretor do campus, Braulio Otomar Caron, discursou sobre a importância da universidade federal na região. “Nós entregamos para Frederico e a região, muito mais do que os nossos salários. Nós entregamos muito mais do que os aluguéis. Nós entregamos muito mais do que aquilo que a gente consome no comércio com o seu lucro. Nós entregamos não para Frederico, não para a região, mas sim para o mundo. E que fique registrado para a eternidade este filme”, ressaltou o diretor do campus.

O diretor do filme, Joel Felipe Guindani, falou sobre a emoção de ver a sessão lotada na estreia do curta-metragem. “A exibição do filme para o público no cinema é um dos momentos mais esperados de toda a produção. O cinema estava lotado e vamos para a segunda sessão em breve. Fiquei muito emocionado ao perceber que a plateia reagiu com risos e lágrimas em algumas cenas e ao final aplaudiu o filme”, descreve Guindani.

A professora de Relações Públicas Patrícia Persigo, que estava presente no lançamento, descreveu o filme como um instrumento de preservação da memória desses 18 anos da UFSM em Frederico Westphalen. “O filme traduziu os 18 anos da presença desta universidade em Frederico Westphalen, como um instrumento de preservação da memória, do impacto da universidade aqui em FW, e do impacto na transformação de vidas”, destacou a professora que, há 12 anos, faz parte do corpo docente da universidade.

Em breve uma nova sessão do filme será exibida no CineGlobo de Frederico Westphalen.

<i>Texto: Divisão de Divulgação Institucional do Campus de Frederico Westphalen</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title><strong>Novo Mundo: Emi B transforma dor em arte com curta-metragem de trap/rap sobre violência contra a mulher</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2024/12/13/novo-mundo-emi-b-transforma-dor-em-arte-com-curta-metragem-de-trap-rap-sobre-violencia-contra-a-mulher</link>
				<pubDate>Fri, 13 Dec 2024 20:28:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agenciadahora]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[trap]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>

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						<description><![CDATA[Produzido, roteirizado e composto por Emi B, o curta inspirado em experiências reais estreou no YouTube na última quinta 10 de dezembro de 2024, com apoio do Edital Sesi Firjan e Oi. Texto: Teresa Vitória Valvassore Juvêncio / Fotos: Divulgação No dia 10 de dezembro de 2024, o curta-metragem Novo Mundo, da artista multifacetada Emi [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><em>Produzido, roteirizado e composto por Emi B, o curta inspirado em experiências reais estreou no YouTube na última quinta 10 de dezembro de 2024, com apoio do Edital Sesi Firjan e Oi.</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Texto:</strong> Teresa Vitória Valvassore Juvêncio / <strong>Fotos:</strong> Divulgação</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>No dia 10 de dezembro de 2024, o curta-metragem Novo Mundo, da artista multifacetada Emi B, chega ao YouTube como um manifesto de luta e libertação feminina. Contemplado pelo Edital Sesi Firjan em parceria com a Oi, o projeto une as batidas contundentes do trap/rap com uma narrativa cinematográfica impactante para denunciar a violência contra a mulher e celebrar a liberdade.</p>
<p><img class="alignnone wp-image-1050 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2024/12/unnamed-1024x579.jpg" alt="" width="1024" height="579" /></p>
<p>Novo Mundo é mais do que um filme; é um grito. Produzido, roteirizado e com músicas compostas pela própria Emi B, o curta traz uma narrativa dividida em três atos, representados por músicas inéditas. A obra aborda a trajetória de uma mulher que, ao enfrentar uma relação abusiva marcada por agressões físicas e emocionais, encontra força para transformar sua dor em libertação.</p>
<p><img class="alignnone wp-image-1051 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2024/12/Imagem-NM-2-1024x575.jpg" alt="" width="1024" height="575" /></p>
<p>Para Emi B, o curta é um reflexo de sua própria jornada como mulher, artista e ativista:</p>
<p><em>“O que você quer ser quando crescer? Eu queria transformar o mundo em um lugar melhor, diminuir os danos de algum modo, e foi assim que a arte me encontrou. Desde cedo, percebi que mulheres eram diminuídas, silenciadas e agredidas. Esse curta é um grito por todas as mulheres que perderam suas vidas ao lutar por sua voz. Espero que ele inspire outras mulheres a se libertarem e a nunca desistirem.”</em></p>
<p><img class="alignnone wp-image-1053 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2024/12/original-280042FE-812A-4ECA-818A-B3B4AD136C31-1024x473.jpg" alt="" width="1024" height="473" /></p>
<p>As músicas do curta mergulham no universo do trap/rap, com letras que traduzem a intensidade de cada etapa da jornada: a dor, o enfrentamento e a libertação. O trap, com suas batidas marcantes e atmosfera intensa, é amplificado pela produção de Levy Santiago, que vem se destacando ao colaborar com diversos artistas da cena musical. A força do gênero potencializa a mensagem da obra e conecta Novo Mundo a um público jovem, acostumado a consumir cultura de resistência.</p>
<p><img class="alignnone wp-image-1052 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2024/12/Imagem-NM-4-1024x571.jpeg" alt="" width="1024" height="571" /></p>
<ul>
<li>O curta completo está disponível no link: <a href="https://youtu.be/X525z0MCfXY">https://youtu.be/X525z0MCfXY</a></li>
</ul>
<p>Por que assistir?</p>
<p>Novo Mundo é uma obra que ressoa em cada mulher que já teve sua voz silenciada e em cada pessoa que acredita em um futuro onde a igualdade prevaleça. É uma história que precisa ser contada, compartilhada e, sobretudo, ouvida.</p>
<ul>
<li>Plataforma: YouTube (link no Instagram da @emib___)</li>
</ul>
<p> Créditos e contato: @emib____</p>
<p> </p>
<p><img class="alignnone wp-image-1054 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2024/12/Imagem-NM-3-768x1024.jpeg" alt="" width="768" height="1024" /></p>
<p><img class="alignnone wp-image-1055 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2024/12/Imagem-NM-5-694x1024.jpeg" alt="" width="694" height="1024" /></p>
<p><img class="alignnone wp-image-1056 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2024/12/Imagem-NM-6-1024x569.jpeg" alt="" width="1024" height="569" /></p>
<p><img class="alignnone wp-image-1057 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2024/12/original-7E2D4433-C124-4661-AA40-3E2BD337B712-1024x579.jpeg" alt="" width="1024" height="579" /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>“Loki - Arnaldo Baptista” é o filme em exibição na 55ª edição do CineMental nesta quinta (30)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/10/29/loki-arnaldo-baptista</link>
				<pubDate>Tue, 29 Oct 2024 11:25:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço Nise da Silveira]]></category>
		<category><![CDATA[Mutantes]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=67419</guid>
						<description><![CDATA[Sessão é gratuita, acontece no auditório da Antiga Reitoria e está prevista para começar às
14h30]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Nesta quinta-feira (31), será realizada a 55ª edição do Cinemental, iniciativa promovida pelos&nbsp;programas de extensão da UFSM Espaço Nise da Silveira e Associação de Familiares, Amigos e&nbsp;Bipolares (AFAB). Com previsão de início para às 14h30, no auditório do Completo Multicultural Antiga Reitoria, o filme “Loki - Arnaldo Baptista” será exibido com entrada gratuita a toda a comunidade interessada em participar.</p>
<p><b>Sinopse</b>: Documentário biográfico sobre a vida e a obra de Arnaldo Baptista, que foi o líder e&nbsp;fundador da banda Os Mutantes, uma das mais conhecidas e também parte fundamental do movimento conhecido como Tropicália. Os altos e baixos do grupo, a saída de Rita Lee, e também depoimentos de personalidades como Sean Lennon, Kurt Cobain e Devendra Banhart, todos grandes admiradores dos Mutantes.</p>
<p><i>Texto: Pedro Pereira, acadêmico de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CAL recebe Mostra Audiovisual Internacional nesta quinta (10)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/10/07/mostra-audiovisual-internacional</link>
				<pubDate>Mon, 07 Oct 2024 11:58:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[Capes PrInt]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[crise-climática]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[mostra audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Valência]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=67093</guid>
						<description><![CDATA[Exposição traz 17 peças audiovisual de artistas espanhóis, mexicanos e colombianos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:tadv/classic-paragraph --></p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/Midia-redes-Proyectar-el-cambio.jpg" alt="Cartaz escuro vertical sobre a mostra de audiovisual. Em destaque o nome da mostra &quot;Proyectar el cambio&quot; e 10 de outobro" width="515" height="644">A Mostra Audiovisual Internacional "Proyectar el Cambio" será realizada no miniauditório do Centro de Artes e Letras (CAL), na sala 1203, nesta quinta-feira (10), às 14h30. Essa é a segunda edição da exposição itinerante, composta por 17 peças audiovisuais de artistas da Espanha, do México e da Colômbia. Entre os destaques esta a cineasta ecofeminista espanhola <a href="https://mariolaolcinaalvarado.com/sobre-mi/">Mariola Olcina Alvarado,</a>&nbsp;diretora do <a href="https://ficcionclimatica.com/?p=1332">curta Tierra Firme</a>.&nbsp;</p>
<p>"Proyectar el cambio" tem como objetivo provocar a reflexão sobre os desafios colocados pela crise ecossocial e a necessidade de mudança de visão de mundo para o enfrentamento desses problemas. As produções têm formatos e narrativas variadas, como vídeos documentais, ativistas, performativos, ensaios audiovisuais, curtas de animação e poemas visuais.&nbsp;</p>
<p>A mostra surgiu a partir de uma oficina de criação audiovisual seguida de um concurso para seleção das obras na Universidade Politécnica de Valência (UPV). A exposição foi inaugurada na Casa Encendida, de Madri, e já passou por outros lugares da Espanha, como Tenerife e Valência, e por outros países, como México e País de Gales.</p>
<p>No Brasil, a UFSM foi escolhida em função de uma parceria que a instituição mantém com a UPV. A professor Helga Corrêa, do Departamento de Artes Visuais, atuou como docente visitante naquela universidade espanhola por meio do programa Capes PrInt.</p>
<p>Durante a abertura da mostra itinerante em Santa Maria, os curadores espanhóis Lorena Mattalía e José Albelda, ambos da UPV, participarão de diálogo online. A entrada é gratuita.</p>
<p></p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>
<p><!-- wp:tadv/classic-paragraph /--></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title> Convite - CINE PET INDÍGENA</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/ciencias-contabeis/2024/07/25/convite-cine-pet-indigena</link>
				<pubDate>Thu, 25 Jul 2024 13:01:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[indígena]]></category>

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						<description><![CDATA[O PET Indígena UFSM convida toda comunidade acadêmica para a terceira edição do projeto CINE PET Indígena.&nbsp;Nesta edição será exibido o filme &#8220;Bicicletas de Nhanderú&#8221;, de Patrícia Ferreira e Ariel Duarte Ortega.O documentário &#8220;Bicicletas de Nhanderú&#8221; é uma imersão na espiritualidade e na cultura dos Mbyá-Guarani, da aldeia Koenju, em São Miguel das Missões, no [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:media-text {"mediaPosition":"right","mediaId":3667,"mediaLink":"https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/ciencias-contabeis/?attachment_id=3667","mediaType":"image","verticalAlignment":"top"} -->
<div class="wp-block-media-text has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile is-vertically-aligned-top"><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p>O PET Indígena UFSM convida toda comunidade acadêmica para a terceira edição do projeto CINE PET Indígena.&nbsp;<br>Nesta edição será exibido o filme "Bicicletas de Nhanderú", de Patrícia Ferreira e Ariel Duarte Ortega.<br>O documentário "Bicicletas de Nhanderú" é uma imersão na espiritualidade e na cultura dos Mbyá-Guarani, da aldeia Koenju, em São Miguel das Missões, no Rio Grande do Sul.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Local: Auditório do prédio 40A<br>Data: 25 de julho de 2024<br>Horário: 18h</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Haverá emissão de certificado de 2 horas de atividade acadêmica.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Link para inscrição:&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><a href="https://forms.gle/bFRQioVySMS1mcHC9">https://forms.gle/bFRQioVySMS1mcHC9</a></p>
<!-- /wp:paragraph --></div><figure class="wp-block-media-text__media"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/477/2024/07/Cine-PET_bicicletas-1024x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-3667 size-full" /></figure></div>
<!-- /wp:media-text -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Convite - CINE PET INDÍGENA</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/ciencias-economicas/2024/07/25/convite-cine-pet-indigena</link>
				<pubDate>Thu, 25 Jul 2024 12:57:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[indígena]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/ciencias-economicas/?p=2449</guid>
						<description><![CDATA[O PET Indígena UFSM convida toda comunidade acadêmica para a terceira edição do projeto CINE PET Indígena.&nbsp;Nesta edição será exibido o filme &#8220;Bicicletas de Nhanderú&#8221;, de Patrícia Ferreira e Ariel Duarte Ortega.O documentário &#8220;Bicicletas de Nhanderú&#8221; é uma imersão na espiritualidade e na cultura dos Mbyá-Guarani, da aldeia Koenju, em São Miguel das Missões, no [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:media-text {"mediaPosition":"right","mediaId":2450,"mediaLink":"https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/ciencias-economicas/?attachment_id=2450","mediaType":"image","verticalAlignment":"top"} -->
<div class="wp-block-media-text has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile is-vertically-aligned-top"><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p>O PET Indígena UFSM convida toda comunidade acadêmica para a terceira edição do projeto CINE PET Indígena.&nbsp;<br>Nesta edição será exibido o filme "Bicicletas de Nhanderú", de Patrícia Ferreira e Ariel Duarte Ortega.<br>O documentário "Bicicletas de Nhanderú" é uma imersão na espiritualidade e na cultura dos Mbyá-Guarani, da aldeia Koenju, em São Miguel das Missões, no Rio Grande do Sul.</p>
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<p>Local: Auditório do prédio 40A<br>Data: 25 de julho de 2024<br>Horário: 18h</p>
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<p>Haverá emissão de certificado de 2 horas de atividade acadêmica.</p>
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				<title>Convite - CINE PET INDÍGENA</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/relacoes-internacionais/2024/07/25/convite-cine-pet-indigena</link>
				<pubDate>Thu, 25 Jul 2024 12:53:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[indígena]]></category>

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						<description><![CDATA[O PET Indígena UFSM convida toda comunidade acadêmica para a terceira edição do projeto CINE PET Indígena.&nbsp;Nesta edição será exibido o filme &#8220;Bicicletas de Nhanderú&#8221;, de Patrícia Ferreira e Ariel Duarte Ortega.O documentário &#8220;Bicicletas de Nhanderú&#8221; é uma imersão na espiritualidade e na cultura dos Mbyá-Guarani, da aldeia Koenju, em São Miguel das Missões, no [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:media-text {"mediaPosition":"right","mediaId":2661,"mediaLink":"https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/relacoes-internacionais/?attachment_id=2661","mediaType":"image","verticalAlignment":"top"} -->
<div class="wp-block-media-text has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile is-vertically-aligned-top"><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p>O PET Indígena UFSM convida toda comunidade acadêmica para a terceira edição do projeto CINE PET Indígena.&nbsp;<br>Nesta edição será exibido o filme "Bicicletas de Nhanderú", de Patrícia Ferreira e Ariel Duarte Ortega.<br>O documentário "Bicicletas de Nhanderú" é uma imersão na espiritualidade e na cultura dos Mbyá-Guarani, da aldeia Koenju, em São Miguel das Missões, no Rio Grande do Sul.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Local: Auditório do prédio 40A<br>Data: 25 de julho de 2024<br>Horário: 18h</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Haverá emissão de certificado de 2 horas de atividade acadêmica.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Link para inscrição:&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><a href="https://forms.gle/bFRQioVySMS1mcHC9">https://forms.gle/bFRQioVySMS1mcHC9</a></p>
<!-- /wp:paragraph --></div><figure class="wp-block-media-text__media"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/474/2024/07/Cine-PET_bicicletas-1024x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-2661 size-full" /></figure></div>
<!-- /wp:media-text -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Festival Assimetria realiza mostra e premiação de audiovisuais nesta semana</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/06/25/festival-assimetria-realiza-mostra-e-premiacao-de-audiovisuais-nesta-semana</link>
				<pubDate>Tue, 25 Jun 2024 13:05:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[festival assimetria]]></category>
		<category><![CDATA[UFSC]]></category>

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						<description><![CDATA[Serão dois dias de exibição dos 23 curtas selecionados
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/FLYER_Assimetria_2024_MOSTRA.jpg"><img class="alignright  wp-image-66121" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/FLYER_Assimetria_2024_MOSTRA.jpg" alt="" width="458" height="572" /></a>Nas noites de quarta (26) e quinta-feira (27), o 7º Assimetria - Festival Universitário de Cinema e Audiovisual realizará a exibição e premiação das produções audiovisuais selecionadas. O evento vai acontecer no auditório do prédio 67 do Campus Sede da UFSM, no espaço do Cineclube da Boca, a partir das 19h, com entrada franca. </p>
<p dir="ltr">Para divulgar as produções selecionadas, o Festival vem publicando os depoimentos dos produtores dos 23 curtas selecionados para a 7ª edição do Assimetria (<a href="https://www.instagram.com/festivalassimetria" target="_blank" rel="noopener">@festivalassimetria</a>). Todas as produções selecionadas para serem exibidas no festival são oriundas de instituições de ensino superior da Região Sul do Brasil e da Argentina, e abrangem os gêneros experimental, documentário e ficção. Ao todo, o festival soma uma produção argentina e 22 brasileiras, sendo oito do Rio Grande do Sul, seis de Santa Catarina e oito do Paraná.</p>
<p dir="ltr">Após a mostra presencial, ocorrerá também uma mostra online, de 1º a 15 de julho no <a href="https://www.youtube.com/channel/UC7lm2YwJel5T7ib7n2NmsoQ" target="_blank" rel="noopener">YouTube do Festival</a>. </p>
<p dir="ltr">O Assimetria é um projeto de extensão do Centro de Artes e Letras (CAL) da UFSM em conjunto com docentes do curso de Cinema da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e conta com apoio do Laboratório de Pesquisa em Arte Contemporânea, Tecnologia e Mídias Digitais (Labart), CAL/UFSM, Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (PPGART), Cineclube da Boca, TV OVO, Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, Departamento de Artes da UFSC, curso de Cinema da UFSC, Cine Paredão e Cineclube Rogério Sganzerla.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PPG em Ciências Sociais promove Cine Debate sobre filme "Parasita"</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/04/15/ppgcs-cine-debate-parasita</link>
				<pubDate>Mon, 15 Apr 2024 12:53:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[Cine debate]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[filme parasita]]></category>
		<category><![CDATA[ppg ciências sociais]]></category>

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						<description><![CDATA[Debate será realizado nesta quarta (17) no prédio 74-A]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="alignleft wp-image-65620 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/04/Cine-debate-PARASITA-cartaz-scaled.jpg" alt="Imagem vertical colorida. A arte usa duas fotos do filme Parasita. Na primeira, um homem fala ao ouvido de uma mulher. Na segunda, quatro pessoas de uma mesma família, todas com fenótipo oriental, seguram celulares. Nas duas fotos, as pessoas estão com uma tarja preta nos olhos. A imagem traz informações sobre o atividade &quot;Cine Debate&quot;, Data 17/4, Hora: 14h30, Prédio 74, Sala 2243, Debatedor: Dionas Pompeu. A imagem ainda traz marca do PPG Ciências Sociais e um fundo vermelho com elementos que rementem ao cinema." width="382" height="535" />O filme "Parasita", do <span style="color: #000000">diretor sul-coreano Bong Joon-ho, é o tema do Cine Debate deste quarta (17), a partir das 14h30. O debatedor desta edição é Dionas Ávila Pompeu, doutorando do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais. A atividade ocorre na S</span><span style="font-size: revert">ala 2243 do Prédio 74-A</span></p>
<p>O Cine Debate é uma promoção do <span style="color: #000000">Núcleo de Estudos do Trabalho (Nuest), vinculado ao PPG em Ciências Sociais. O Nuest é coordenado ela professora Laura Senna Ferreira. </span></p>
<p><strong>O filme</strong></p>
<p>O longa "Parasita" mistura comédia e suspense ao contar a história da família Ki-taek que mora em porão apertado e sujo por estar desempregada. O filho do casal começa a dar aulas de inglês para uma menina rica. Os demais Ki-taek ficam impressionados com a vida de luxo e tentam se infiltrar na família dela. </p>
<p>A obra é o primeira em língua não inglesa a receber quatro prêmios no Oscar em 2020: Melhor Filme, Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Direção e Melhor Roteiro Original. "Parasita" também conquistou a Palma de Ouro no Festival de Cinema de Cannes. </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>IsF-Italiano - Festival de Cinema Italiano na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/relacoes-internacionais/2023/11/27/isf-italiano-festival-de-cinema-italiano-na-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 27 Nov 2023 14:05:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Idioma sem Fronteiras]]></category>
		<category><![CDATA[Italino]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/relacoes-internacionais/?p=2518</guid>
						<description><![CDATA[]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:media-text {"mediaPosition":"right","mediaId":2519,"mediaLink":"https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/relacoes-internacionais/?attachment_id=2519","mediaType":"image","verticalAlignment":"top"} -->
<div class="wp-block-media-text has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile is-vertically-aligned-top"><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph -->
<p>Hoje, dia 27/11, teremos no auditório do Prédio 67, Núcleo de Apoio à Aprendizagem em Educação (ÂNIMA), a exibição do terceiro filme do <strong>Festival de Cinema Italiano na UFSM</strong>!</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li><strong>Filme: Um Amor de Domingo -&nbsp;</strong><em>La Quattordicesima Domenica Del Tempo Ordinario</em></li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>Sessão única: 17H30</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>Direção: Pupi Avati</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>Elenco: Gabriele Lavia, Edwige Fenech, Massimo Lopez, Lodo Guenzi, Camilla Ciraolo</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>País: Itália</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>Ano: 2023</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>Duração: 98 minutos</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>Gênero: Drama</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>Classificação: 16 anos</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Drama que se passa em Bolonha, nos anos 70. Marzio, Samuele e Sandra são jovens cheios de sonhos e formam a banda musical "I Leggenda". Enquanto buscam o sucesso, eles enfrentam desafios pessoais e uma reviravolta inesperada em suas vidas. Acabam produzindo apenas uma única música: “La Quattordicesima Domenica del Tempo Ordinario”. Trinta e cinco anos depois, eles se reencontram e precisam lidar com as consequências de suas escolhas passadas. O filme é uma história de amizade, sonhos e nostalgia, permeado pela música e pelos altos e baixos da vida. Uma síntese do cinema de Avati, permeado por música, melancolia e com o toque irônico que o caracteriza.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>É a primeira vez que a universidade recebe o festival de cinema e por isso contamos com a sua participação e colaboração na divulgação. Este evento é gratuito e aberto para toda comunidade da universidade e também para a comunidade externa!&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Venite numerosi!&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph --></div><figure class="wp-block-media-text__media"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/474/2023/11/CARD-2711-PROGRAMACAO-FCIB2023-UFSM-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-2519 size-full" /></figure></div>
<!-- /wp:media-text -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CULTURA NAS TELAS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/2023/07/30/cultura-nas-telas</link>
				<pubDate>Sun, 30 Jul 2023 14:55:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[28ª Edição]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[.TXT]]></category>
		<category><![CDATA[Cineclube da Boca]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[ed28]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/?p=3795</guid>
						<description><![CDATA[Cineclube da Boca da UFSM divulga a cultura cinematográfica local e nacional]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"align":"center","id":3803,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/1-4-1024x683.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida de um auditório com cerca de 20 pessoas sentadas em cadeiras estofadas na cor verde escuro e parte traseira em preto. A fotografia está em um ângulo fechado, e todas as pessoas estão de costas. A maioria delas tem pele branca. A partir da terceira fileira de cadeiras, do fundo para a frente, a imagem está desfocada. Até onde é possível identificar, cerca de sete pessoas têm cabelo comprido, em tons de ruivo, castanho, preto e loiro. O restante tem cabelo curto, a maioria em tons de castanho escuro e preto. A maioria das pessoas veste casaco. Ao fundo, em desfoque, um homem em pé na frente de uma tela de projeção. Na tela, que tem fundo branco, um tripé com câmera e informações textuais desfocadas. Ao lado da tela e na esquerda da foto, duas bandeiras hasteadas, uma do Brasil e uma da UFSM, além de uma caixa de som. O fundo e a lateral esquerda da foto são uma parede na cor verde claro. Na extremidade superior, teto branco com várias lâmpadas embutidas." class="wp-image-3803" /><figcaption class="wp-element-caption">Segunda reunião da Oficina de Formação Cineclubista de 2023 | Foto: Rafael Rintzel</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Toda quarta-feira, próximo às 19h, cinéfilos, estudantes e apreciadores se reúnem no auditório do prédio 67 da UFSM em busca de uma imersão na cultura cinematográfica. O espaço, com pouco mais de 100 poltronas em frente a uma grande tela, acolhe semanalmente cerca de 40 pessoas dispostas a apreciar a sétima arte e discutir cinema, cultura e sociedade. Desde 2016, no <a href="https://www.instagram.com/cineclubedaboca/">Cineclube da Boca</a>, filmes nacionais, regionais e independentes integram mais de 90% das obras transmitidas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A prática iniciou no Brasil em 1928&nbsp; com a criação do Chaplin Club no Rio de Janeiro e logo cresceu e ganhou destaque durante os anos 40. No Rio Grande do Sul, Santa Maria é considerado um polo cineclubista da região, com um clube ativo desde 1978, Lanterninha Aurélio, além do Clube de Cinema Edmundo Cardoso e diversos outros que não estão mais em funcionamento.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As sessões do Cineclube da Boca iniciaram em 15 de dezembro de 2016, com o filme “Manhã Transfigurada", de Sérgio Assis Brasil, o primeiro longa de ficção feito em Santa Maria. A partir deste, foram exibidos filmes de variados gêneros e até lançamentos, como ‘’A Intenção da Noite’’, de Fabrício Koltermann, que contou com 130 espectadores.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O professor do departamento de Turismo e do Programa de Pós-Graduação em Patrimônio Cultural, Gilvan Dockhorn, foi o idealizador do cineclube e ainda coordena o projeto. Segundo Dockhorn, o plano inicial era criar um curso de Cinema na universidade, mas não foi possível por questões orçamentárias, o que levou à criação do Cineclube da Boca. No projeto, o ano inicia com uma oficina cineclubista, onde os interessados podem aprender mais sobre a prática e, no futuro, organizar as sessões. No encerramento do ano há uma homenagem a uma figura importante na história do cinema. Todas as sessões iniciam com apresentação e discussão da obra a ser transmitida e finalizam com um debate sobre o filme e sobre assuntos relacionados. A prioridade é que os cineastas dos filmes transmitidos estejam presentes para que o debate seja ainda mais rico.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Conforme o coordenador do projeto, o cinema tradicional não dá conta de garantir o acesso à cultura e o cineclube se torna o espaço de acesso às produções não vistas na grande mídia: curta e média metragens, filmes experimentais e outras produções alternativas. Em meio à ascensão dos filmes de Hollywood no século 20 e a popularidade dos streamings nos últimos anos, a prática cineclubista permanece como uma forma de promover a cultura regional e local e democratizar o acesso a produtos culturais com sessões gratuitas ou de baixo custo.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:separator {"className":"is-style-dots"} -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:quote {"align":"center"} -->
<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center"><!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph --><cite><strong>“Não conhecer a cinematografia local, regional e brasileira, é desconhecer uma parte da cultura” </strong><br>Gilvan Dockhorn </cite></blockquote>
<!-- /wp:quote -->

<!-- wp:separator {"className":"is-style-dots"} -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo o coordenador do projeto, o cineclube é aberto para todas as pessoas interessadas em assistir aos filmes. Não há tipos de produções que não sejam exibidas, nem restrições de público.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A estudante do quinto semestre de Produção Editorial, Taiane Wendland, realizou a oficina no último ano e hoje cuida da parte técnica das sessões. Segundo ela, a indústria cinematográfica <em>hollywoodiana</em> reprime produções que saem do seu padrão, como as obras regionais e independentes: “a escolha de exibir produções locais é um respiro para todos os produtores que nunca vão ter um espaço no mercado”.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A atual presidente do Conselho Nacional de Cineclubes (CNC), Tetê Avelar, reforça que sem o cineclubismo, grande parte das produções independentes nunca chegariam ao público. Segundo ela, esses filmes precisam de um lugar para serem exibidos, vistos e analisados, as sessões fazem isso e dão uma devolutiva do público para o produtor.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A caloura de Produção Editorial, Laisa Binato, conta que gostaria de cursar a graduação em Cinema, mas, sem um curso na região, vê no cineclube uma oportunidade de aprender mais sobre o assunto. Laisa afirma que, antes do Cineclube da Boca, não sabia que existiam tantas produções cinematográficas na região, e que os encontros abriram seu olhar para o cinema local. Segundo ela: “para alguém que quer se aproximar do audiovisual, vai ser muito importante para ter um olhar diferente não só de produções grandes, mas do audiovisual brasileiro, das pessoas que a gente conhece e das pessoas da UFSM fazendo audiovisual”.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Conselho fez um mapeamento em 2023 e encontrou aproximadamente 250 cineclubes em diferentes regiões do país. Conforme a presidente, durante a pandemia foram iniciadas sessões online que facilitam a transmissão dos filmes e permitem que eles alcancem um número maior de espectadores. Segundo Tetê Avelar, o Brasil tem um número grande de cineclubes em funcionamento, mas não há conhecimento da quantidade exata.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"align":"center","id":3804,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/2-5-1024x683.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida de um homem em pé em frente a uma tela de projeção. Ele está no centro de um corredor formado por cadeiras estofadas na cor verde escuro. O homem tem pele branca, olhos escuros, cabelos lisos, escuros e na altura do pescoço. Ele veste camiseta preta sobre camisa de manga comprida na cor branca, calça jeans e calçados escuros. As mãos dele estão entrelaçadas em frente ao abdômen. Ele olha para o lado direito da fotografia, na direção das cadeiras. Atrás dele, a tela de projeção com o fundo branco, em que há o desenho de uma câmera de cinema sobre um tripé, ambos em preto. Ao lado, as informações textuais em destaque: “De 26 de abril a 24 de maio” e “Oficina de formação cineclubista”. Abaixo, em letra menor: “Todas as quartas-feiras, das 19 horas às 21 horas”. As demais informações textuais estão atrás do homem. Ao fundo, a parede do auditório, na cor verde claro." class="wp-image-3804" /><figcaption class="wp-element-caption"><br>Coordenador do Cineclube da Boca, Gilvan Dockhorn | Foto: Rafael Rintzel</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:separator {"className":"is-style-dots"} -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph {"align":"right"} -->
<p class="has-text-align-right"><strong>Reportagem:</strong> <em>Amanda Teixeira</em><br><strong>Contato:</strong> <em><a href="mailto:%61%6da%6edap%74%65%69%78%65%69%72a%30%34@%67%6d%61i%6c.c%6fm">amandapteixeira04@gmail.com</a></em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title><strong>Cinema Sesc em exibição no Festival Atena</strong></title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/2023/07/05/cinema-sesc-em-exibicao-no-festival-atena</link>
				<pubDate>Thu, 06 Jul 2023 02:13:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agenciadahora]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Atena]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/agencia-da-hora/?p=889</guid>
						<description><![CDATA[Texto e fotos: João Vicente Custódio e Francisco Possamai Nesta terça-feira (4 de julho), às 19:30, aconteceu a apresentação do Cinema Sesc e uma série de mostras audiovisuais no auditório da URI durante o 10º Festival Atena. Compareceram no local, em média, entre 30 e 35 pessoas.  Os vídeos abordam diversos temas. Um deles demonstra [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Texto e fotos:</strong> João Vicente Custódio e Francisco Possamai</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Nesta terça-feira (4 de julho), às 19:30, aconteceu a apresentação do Cinema Sesc e uma série de mostras audiovisuais no auditório da URI durante o 10º Festival Atena. Compareceram no local, em média, entre 30 e 35 pessoas. </p>
<p>Os vídeos abordam diversos temas. Um deles demonstra os objetivos e produções retratadas no festival Atena e também mostram alguns depoimentos de participantes e organizadores do festival. O segundo vídeo retrata a rotina do senhor Aldino Koch, residente de Tiradentes do Sul.</p>
<p><img class="alignnone wp-image-890 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-05-at-17.41.47.jpeg" alt="" width="892" height="1280" /></p>
<p>O documentário “Bandoneando”, reproduzido no cinema do Sesc, buscou retratar uma busca pelos bandeonistas negros no sul do país.</p>
<p>Enquanto as apresentações e o cinema Sesc ocupavam o auditório, as equipes participantes da competição de dança ensaiavam no salão de Atos.</p>
<p>A programação de hoje (5 de julho) contou com seminário cultural, às 19 horas, a formação Sedac, às 19 horas e 30 minutos, e dois workshops, às 20 e 21 horas.</p>
<p><img class="alignnone wp-image-891 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-05-at-17.41.48.jpeg" alt="" width="1100" height="1280" /></p>
<p><img class="alignnone wp-image-893 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-05-at-17.41.49-1.jpeg" alt="" width="794" height="1280" /></p>
<p><img class="alignnone wp-image-892 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/825/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-05-at-17.41.49.jpeg" alt="" width="683" height="1280" /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Festival Assimetria realiza mostra e premiação presencial nesta semana</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/06/27/festival-assimetria-realiza-mostra-e-premiacao-presencial-nesta-semana</link>
				<pubDate>Tue, 27 Jun 2023 13:00:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[festival assimetria]]></category>
		<category><![CDATA[Labart]]></category>
		<category><![CDATA[ppgart]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=62712</guid>
						<description><![CDATA[Exibição dos 29 curtas selecionados será na quarta (27) e na quinta (28) à noite]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div dir="ltr"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/06/ASSIMETRIA_2023_FLYER_SELECIONADOS.jpg"><img class="alignright  wp-image-62713" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/06/ASSIMETRIA_2023_FLYER_SELECIONADOS.jpg" alt="" width="514" height="646" /></a>Nas noites da próxima quarta (27) e quinta-feira (28), o Festival Universitário de Cinema e Audiovisual - Assimetria estará realizando a exibição e premiação das produções audiovisuais selecionadas. Será no auditório do prédio 67 do Campus Sede da UFSM, entre 19h e 22h dos dois dias, com entrada franca. Simultaneamente, as produções serão exibidas em Florianópolis, no campus da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).<br /><br />Nas redes sociais do projeto, a mostra já vem acontecendo, por meio da publicação de depoimentos dos produtores dos 29 curtas selecionados. Todas as produções selecionadas para serem exibidas no festival são oriundas de instituições de ensino superior da região sul do Brasil e da Argentina e abrangem os gêneros experimental, documentário e ficção. Ao todo, o festival soma três produções argentinas e 26 brasileiras, sendo 11 do Rio Grande do Sul, seis de Santa Catarina e nove do Paraná.<br /><br />O Assimetria é um projeto de extensão do Centro de Artes e Letras (CAL) da UFSM em conjunto com docentes do curso de Cinema da UFSC e conta com apoio do Laboratório de Pesquisa em Arte Contemporânea, Tecnologia e Mídias Digitais (Labart), CAL/UFSM, Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (PPGArt), Cineclube da Boca, TV Ovo, Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, Departamento de Artes da UFSC, curso de Cinema da UFSC, Cine Paredão e Cineclube Rogério Sganzerla.<br /><br /></div>
<div dir="ltr">Mais informações no <a href="https://www.facebook.com/assimetriafestival" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a>, <a href="https://www.instagram.com/festivalassimetria" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a> e <a href="https://www.youtube.com/channel/UC7lm2YwJel5T7ib7n2NmsoQ" target="_blank" rel="noopener">YouTube</a>.</div>
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				<title>Fotogramas da memória: DAG celebra a importância do resgate visual e sonoro da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/06/12/fotogramas-da-memoria-dag-celebra-a-importancia-do-resgate-visual-e-sonoro-da-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 12 Jun 2023 21:36:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[DAG]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

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						<description><![CDATA[Pesquisadores da história audiovisual santa-mariense contam sobre a produção realizada na instituição e na cidade ao longo do tempo]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Em 9 de junho, é celebrado o Dia Internacional dos Arquivos, em referência à criação do Conselho Internacional de Arquivos (<i>International Council on Archives</i> – ICA), que em 2023 completa 75 anos. Integrando as celebrações, a UFSM, por meio do Departamento de Arquivo Geral (DAG) e da Pró-Reitoria de Extensão, organizou o seminário Fotogramas da Memória Audiovisual da UFSM, na manhã da última terça-feira (6), no auditório do Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH).

Juntou-se à programação a exposição <a href="https://www.youtube.com/watch?v=17-xYDBEVC0&amp;feature=youtu.be" target="_blank" rel="noopener">“UFSM – Território de Memórias”</a>, que esteve em exibição de 3 a 9 de junho no Espaço UFSM do Shopping Praça Nova. Na mostra, o público pôde conferir microfilmes e outros documentos textuais, fotográficos, sonoros e audiovisuais preservados no arquivo histórico da UFSM, os quais evidenciam a atuação da instituição nas áreas de ensino, pesquisa e extensão desde a década de 60.

[caption id="attachment_62488" align="alignright" width="631"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/06/IMG_8742.jpg"><img class=" wp-image-62488" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/06/IMG_8742-300x200.jpg" alt="" width="631" height="420" /></a> Da esq. para a dir.: os professores Gilvan Dockhorn, Rogerio Lobato e Luis Carlos Grassi[/caption]

Durante o seminário, foi realizada uma homenagem aos cinegrafistas e aos desenhistas da UFSM. Logo após, Cristina Strohschoen dos Santos, arquivista do DAG, apresentou um retrospecto da produção audiovisual da UFSM, desde a época da TV Educativa, passando pela parceira com a extinta TV Imembuí, até a criação do Estúdio 21. A arquivista também deu ênfase ao resgate dos programas da Rádio Universidade em seus 55 anos.

“A história da UFSM permeia a história da cidade de Santa Maria e região. Assim, resgatar a memória das unidades da universidade consequentemente resgata a história de vida da população santa-mariense”, introduz a arquivista. Para que os arquivos estejam perto da população, há a Lei de Acesso a Informação, desde 2011. “Sendo assim, arquivos de instituições federais de ensino superior devem franquear seus documentos administrativos e históricos para o atendimento a pesquisadores e interessados”, explica a arquivista.

<b>O cinema em Santa Maria</b>

Há ausência nos registros de filmes santa-marienses porque falta maior pesquisa e procura, afirma Marilice Daronco, jornalista, especialista em cinema e autora do livro <i>Milímetros da História</i>. Na obra, ela traz um compilado da experiência audiovisual na cidade, ao apresentar filmes como <i>A Ilha Misteriosa</i>, de José Feijó Caneda, e <i>A Vida dos Solos</i>, de Ana Primavesi, Orion Mello e Joel Cambraia Saldanha. Esta última produção, inclusive, tem como curiosidade a de ser o primeiro documentário educacional de animação da América Latina e de ter sido gravada com uma câmera cedida pelo fundador da UFSM, José Mariano da Rocha Filho.

O que motivou Marilice foi justamente a percepção de que, por não haver um local na cidade destinado à preservação do audiovisual, a guarda das memórias coube unicamente a quem viveu essas histórias, em especial aos realizadores. “À medida que essas pessoas foram saindo da cidade, falecendo, mudando de área, muito se perdeu. Felizmente, por outro lado, tivemos pessoas que preservaram as suas produções”, explica.

Entre as dificuldades encontradas para resgatar as produções, ela conta da degradação que as películas sofrem em função de um mal armazenamento. Inclusive, para recuperar em boa qualidade as obras e disponibilizá-las digitalmente no Youtube, Marilice contatou empresas especializadas na recuperação desses materiais.

Ao resgatar a história do cinema em Santa Maria, a jornalista apresenta a câmera 16 mm como uma personagem. Por ser mais prática e acessível que as câmeras tradicionais de cinema, ela logo popularizou-se entre os cineastas. Na cidade, protagonizou diferentes episódios. Entre 1931 e 1932, Sioma Breitman realizava o Cinejornal Aurora na vitrine de sua loja, no Calçadão, permitindo ao público conhecer o que a 16 mm podia fazer.

[caption id="attachment_62489" align="alignleft" width="619"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/06/IMG_8685.jpg"><img class=" wp-image-62489" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/06/IMG_8685-300x200.jpg" alt="" width="619" height="412" /></a> Da esq. para a dir.: a arquivista Cristina Strohschoen dos Santos, a produtora cultural Denise Copetti, a jornalista Marilice Daronco e o jornalista Nicola Garofallo[/caption]

Outro episódio relatado por Marilice foi em 1958, quando é inaugurado oficialmente o circuito de TV Fechado da UFSM, que realizava filmagem de cirurgias e outras atividades científicas com fins didáticos. Foi o primeiro circuito desse tipo na América Latina.

<b>O polo cultural</b>

A partir disso, a jornalista entende que Santa Maria sempre foi um polo cultural. “Se pensarmos que temos realizações tanto de equipes daqui quanto de fora <a href="https://www.ufsm.br/midias/experimental/revista-o-qi/o-audiovisual-em-santa-maria" target="_blank" rel="noopener">desde pelo menos 1910</a>, isso é muito forte, pois temos a primeira exibição no mundo em 1895”, compartilha. Houve picos de produção local, mas Marilice compreende que a qualificação de polo cultural não diz respeito somente à realização de filmes, mas também aos cinemas de rua, aos cineclubes e à luta para que a cidade não ficasse sem salas de cinema nos anos 2000. No mais, a pesquisadora cita os festivais, como o Santa Maria Vídeo e Cinema, o Festival Nacional de Cinema Independente (Fenacin) e o Festival Internacional de Cinema Estudantil (Cinest), dentre outros.

“Não temos como separar a história da UFSM da de Santa Maria, e vice-versa. E é quando conhecemos algo que aprendemos a respeitar, amar e preservar esse patrimônio”, continua. Ainda, ela atenta para o número expressivo de filmes nos formatos de 16 mm e 8 mm que ainda estão sem digitalização e questiona quantas memórias estão sendo perdidas. “O que temos ali de Santa Maria, de suas pessoas, da própria universidade. É um mundo de informações a ser explorado”, acredita.

<b>Construtores da história</b>

Em consonância, chega a voz de Nicola Chiarelli Garofallo, jornalista e diretor da Divisão de Rádio e TV Educativa da UFSM de 1974 a 1977: “Tudo isso que aconteceu se deve à paixão das pessoas em produzir algo”, conta, ao relembrar o histórico de consolidação da Imprensa Universitária. Com relação a isso, cita um dia que ficou marcado em sua memória, quando viu filmes secando na fachada do prédio da Antiga Reitoria da UFSM, um momento que assinala que, mesmo com as limitações tecnológicas, a busca pela produção audiovisual não cessou.

Para contar sobre a produção audiovisual em Santa Maria atualmente, estava a produtora cultural Denise Copetti, integrante da equipe do Projeto Acervo Joel Saldanha na TV Ovo. Ela expôs o projeto do Sobrado Centro Cultural, um local para ser referência a acervos históricos da cidade, como o do desenhista <a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/joel-saldanha-arte-de-criar" target="_blank" rel="noopener">Joel Saldanha</a>, criador de uma vasta produção audiovisual e primeiro desenhista da UFSM, que – dentre outras criações – deu forma a um dos símbolos da universidade, o quero-quero. Além disso, o casarão, doado pelo jornalista Marcelo Canellas, será um museu de arte e de som, para que a população conheça o que é feito em suas terras. A seguir, Denise exibiu uma <a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLHgjtFjZWUeA2fdD6zGIfiGA7xCiZJmWE" target="_blank" rel="noopener">série de vídeos</a> produzidos pela TV Ovo em homenagem à carreira de Saldanha, os quais demostram a diversidade de suas ações.

“<b>Só está morto quem é esquecido”</b>

Em seguida, iniciou-se a mesa com os produtores audiovisuais Luis Carlos Grassi e Rogerio Rocha Lobato, que são professores aposentados dos cursos de Comunicação Social (Facos) da UFSM. O professor Gilvan Dockhorn, coordenador do Programa de Extensão Cineclube da Boca na UFSM, também compôs a mesa. Grassi começa relembrando que, mesmo com a realidade precária dos primeiros anos da Facos, esta possuía equipamentos importantes para a época, que inclusive eram solicitados por grandes emissoras. Como uma das produções de destaque na história da cidade, ele relembrou o espetáculo <i>Onde Não Houver Inimigo, Urge Criar Um</i>, produzida na década de 1970 em conjunto com Clênio Faccin, a qual mesclava teatro e cinema (em formato Super 8), em um enredo policial de crítica à ditadura militar.

[caption id="attachment_62490" align="alignright" width="659"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/06/IMG_8664.jpg"><img class=" wp-image-62490" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/06/IMG_8664-300x162.jpg" alt="" width="659" height="356" /></a> Um público de cerca de 150 pessoas assistiu ao seminário[/caption]

O professor Lobato conta da importância das produções realizadas por seus alunos no Estúdio 21 da UFSM, que na época serviam como portfólio para os futuros profissionais. Fez ainda um apelo para que haja um controle desses arquivos, para não se perderem. Quem traz à tona o lema “só está morto quem está esquecido”, que serve de inspiração ao Cineclube da Boca, é o professor Gilvan. Ele frisa como a preservação imortaliza as pessoas. Nesse sentido, apresenta um retrospecto dos cineclubes de Santa Maria. A linha do tempo vai desde o Clube de Cinema até o cineclube Lanterninha Aurélio, da Cooperativa dos Estudantes de Santa Maria (Cesma).

Gilvan ressalta o quanto as escolhas de filmes buscam valorizar o cinema local, inclusive convidando os produtores das obras exibidas para participar dos debates. Ele comenta que estão nos planos futuros a organização de um acervo com as doações recebidas, concretizando uma filmoteca, e a retomada do curso de extensão em produção de cinema, além da ampliação das atividades do Cineclube da Boca, principalmente com homenagens às pessoas que estão por trás dos filmes.

<b>Como acessar os arquivos do DAG</b>

Em <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/dag/memoria-e-patrimonio-documental" target="_blank" rel="noopener">Memória e Patrimônio Documental da UFSM</a>, pode-se acessar instrumentos de pesquisa com a descrição dos documentos do acervo permanente da UFSM, custodiados pelo DAG, além das exposições produzidas, projetos de extensão e o acervo fotográfico disponível pelo Repositório Institucional Fonte.

O acervo textual do arquivo permanente e intermediário do DAG é de 12 mil caixas-arquivo. O acervo não textual, que desde maio de 2022 ocupa a sala 2235 do prédio 74A do CCSH, é constituído de:

• 85.000 negativos fotográficos

• 24.000 fotografias nato digitais

• 50 álbuns de fotografias positivas

• 300 slides

• 750 fitas magnéticas de rolo

• 990 fitas cassete

• 130 filmes em 16 mm

• 814 fitas VHS

• 1.035 rolos de microfilmes

• 2.400 microfichas

Cristina conta que os documentos não textuais estão sendo digitalizados. No momento, há 600 fitas magnéticas de rolo com os primeiros programas da Rádio Universidade, 400 fitas VHS com os primeiros programas da TV Campus e 16 mil negativos fotográficos digitalizados. “Esta digitalização segue as recomendações do Conselho Nacional de Arquivos e é um processo lento”, continua.

<b>Retalhos da Memória de Santa Maria</b>

Uma das ações de compartilhamento da história foi o projeto <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/dag/projeto-retalhos-de-memoria-de-santa-maria" target="_blank" rel="noopener">Retalhos da Memória de Santa Maria</a>, promovido pelo DAG em parceria com a Coordenadoria de Ações Educacionais. A meta foi promover a difusão com acessibilidade da memória fotográfica institucional, por meio da publicação de artigos. Foram produzidos 269 artigos sobre imagens do acervo, os quais foram afixados em calendários impressos de 17 unidades de ensino, publicados no site do DAG e no jornal Diário de Santa Maria. Os recursos de acessibilidade produzidos foram: vídeos em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para a comunidade surda e audiodescrição das imagens para os deficientes visuais.

<i>Texto: Gabrielle Pillon, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Fotos: Ana Alicia Flores, estudante de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias</i>

<i>Edição: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
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