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				<title>Mestranda do MPCS conquista 1º lugar no Congresso Brasileiro sobre Catástrofes Climáticas</title>
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				<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 13:34:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[catástrofes climáticas]]></category>
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						<description><![CDATA[A mestranda Maria Natália de Souza Pereira, do Mestrado Profissional em Ciências da Saúde (MPCS/UFSM), foi uma das autoras premiadas com o 1º lugar no Congresso Brasileiro sobre Catástrofes Climáticas (ConBrasCC), realizado entre os dias 29 e 31 de maio de 2025, no Centro de Convenções da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). O trabalho [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="392" data-end="745">A mestranda <strong data-start="404" data-end="438">Maria Natália de Souza Pereira</strong>, do <strong data-start="443" data-end="501">Mestrado Profissional em Ciências da Saúde (MPCS/UFSM)</strong>, foi uma das autoras premiadas com o <strong data-start="539" data-end="616">1º lugar no Congresso Brasileiro sobre Catástrofes Climáticas (ConBrasCC)</strong>, realizado entre os dias <strong data-start="642" data-end="669">29 e 31 de maio de 2025</strong>, no <strong data-start="674" data-end="744">Centro de Convenções da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)</strong>.</p>
<p data-start="747" data-end="1163">O trabalho premiado, intitulado <strong data-start="779" data-end="878">“Estruturação e implementação do Programa Vigidesastres em uma Coordenadoria Regional de Saúde”</strong>, foi desenvolvido pelos autores <strong data-start="911" data-end="1049">Pedro Augusto Crespo da Silva, Kaiane Konzen Leal, Maria Natália de Souza Pereira, Eduarda Maximovitz Palma, Rafael Scherdien da Silva</strong> e <strong data-start="1052" data-end="1092">Jéssica dos Santos Ribeiro Madureiro</strong>, sob orientação da professora <strong data-start="1123" data-end="1145">Edi Franciele Ries</strong>, docente do MPCS.</p>
<p data-start="1165" data-end="1553">O <strong data-start="1167" data-end="1180">ConBrasCC</strong> teve como tema <strong data-start="1196" data-end="1290">“Enchentes e desmoronamentos: impactos, desafios e perspectivas para os serviços de saúde”</strong>, reunindo pesquisadores, profissionais, gestores e estudantes de diversas regiões do país. O evento abordou, por meio de palestras, oficinas e apresentações de trabalhos, estratégias de enfrentamento a emergências climáticas e seus efeitos sobre a saúde pública.</p>
<p data-start="1555" data-end="1789">A premiação do trabalho reforça a importância da pesquisa aplicada desenvolvida no âmbito do MPCS, destacando o compromisso do Programa com a integração entre ciência, gestão e práticas de saúde voltadas às necessidades da comunidade.</p>
<p data-start="1791" data-end="2090">📍 <strong data-start="1794" data-end="1805">Evento:</strong> Congresso Brasileiro sobre Catástrofes Climáticas (ConBrasCC)<br data-start="1867" data-end="1870" />📅 <strong data-start="1873" data-end="1885">Período:</strong> 29 a 31 de maio de 2025<br data-start="1909" data-end="1912" />📌 <strong data-start="1915" data-end="1925">Local:</strong> Centro de Convenções da UFSM<br data-start="1954" data-end="1957" />🏅 <strong data-start="1960" data-end="1974">Premiação:</strong> 1º lugar – Trabalho “Estruturação e implementação do Programa Vigidesastres em uma Coordenadoria Regional de Saúde”</p>
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													<img width="833" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/566/2025/10/WhatsApp-Image-2025-06-21-at-21.20.33-833x1024.jpeg" alt="" />													
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													</item>
						<item>
				<title>Oficinas interdisciplinares marcam o encerramento do ConBrasCC</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/06/02/oficinas-interdisciplinares-marcam-o-encerramento-do-conbrascc</link>
				<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 11:27:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[catástrofes climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[conbrascc]]></category>
		<category><![CDATA[crise climática]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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						<description><![CDATA[Programação contou com 11 oficinas voltadas aos conteúdos abordados no evento e muito mais ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O Congresso Brasileiro sobre Catástrofes Climáticas (ConBrasCC) encerrou suas atividades na manhã de sábado (31) com oficinas de capacitação sobre as temáticas abordadas nas conferências e mesas de conversa ministradas no evento. Ao todo, </span><a href="https://www.conbrascc.com.br/programa%C3%A7%C3%A3o"><span style="font-weight: 400">11 cursos</span></a><span style="font-weight: 400"> sobre gestão, comunicação, primeiros-socorros e saúde mental foram oferecidos no Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH), no Centro de Ciências da Saúde (CCS) e no Colégio Politécnico. A renda obtida com as inscrições será revertida ao Banco de Alimentos do Rio Grande do Sul, como ação solidária frente à emergência vivida no estado.</span></p>
[caption id="attachment_69354" align="alignright" width="542"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/foto-125.jpg"><img class="wp-image-69354" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/foto-125.jpg" alt="" width="542" height="361" /></a> Psicóloga Melissa Couto ministrou oficina sobre primeiros-socorros psicológicos em situações de desastre[/caption]
<h3><span style="font-weight: 400">Apoio psicossocial em situações emergenciais foi tema de oficina</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">O auditório do prédio 74C, no CCSH, abrigou a oficina de Melissa Couto, psicóloga fundadora da RAP (Rede de Apoio Psicossocial) e especialista em Emergências e Desastres. A temática central da ocasião foi os primeiros-socorros psicológicos no contexto das catástrofes. “Hoje, trabalhamos com esse primeiro atendimento, breve e focal, que acontece no momento da crise. Esses estudantes irão sair daqui com essa capacitação e aptos a acolher e apoiar as pessoas em emergências”, descreve. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A psicóloga ainda destaca que o apoio psicossocial não é exclusivo ao profissional da psicologia. “Essa técnica é a única que pessoas de diversas áreas podem utilizar. É uma ferramenta efetiva e pode ser multiplicada entre, bombeiros, agentes de saúde, até mesmo líderes religiosos, entre outros”, afirma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Júlia de Oliveira da Luz é estudante de psicologia na Universidade Franciscana (UFN) e contou que o interesse pela oficina surgiu da carência de abordagens voltadas à psicologia de desastres dentro do universo acadêmico. “Desde que soube do evento, encarei como uma oportunidade de aprendizado. A Melissa tem uma carga de experiência muito simbólica nesse campo, e isso ajuda na nossa qualificação teórica”, comenta a discente.</span></p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/foto-107-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-69355" /></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/foto-108-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-69357" /></figure>
<!-- /wp:image --><figcaption class="blocks-gallery-caption wp-element-caption"><em>Corpo de bombeiros permitiu contato entre o público e os cães adestrados para resgate de desaparecidos</em><br></figcaption></figure>
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<h3><span style="font-weight: 400">Oficina aborda atuação de cães no resgate de desaparecidos</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Dentre os cursos oferecidos pelo Congresso estava a oficina “Atuação dos cães dos bombeiros no resgate de desaparecidos em catástrofes”, ministrada pelo 1º sargento do Quadro de Praças Bombeiros-Militares (QPBM) Alex Sandro Teixeira Brum. A atividade foi dividida em dois momentos: uma exposição de relatos de experiências no treinamento dos cães, e um espaço no qual os participantes puderam ter contato com os animais treinados. “Nós apresentamos o processo de adestramento dos cães, seus treinamentos, e compartilhamos algumas das nossas ocorrências em que atuamos junto a eles, como em Brumadinho, Petrópolis e nas grandes enchentes que afetaram o estado”, compartilha o sargento Brum.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Comunicação e crise climática foram abordadas em cursos</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">No segundo andar do prédio 74A, do CCSH, aconteceu a oficina “Mídia e saúde na abordagem dos afetados por desastres climáticos”, ministrada pela jornalista e doutora em Comunicação e Informação pela UFSM Márcia Franz Amaral. A profissional explicou que o curso busca mesclar assuntos da comunicação com outras áreas, como a defesa civil e meteorologia, por exemplo. Outro ponto de destaque do momento foi o debate sobre o papel do jornalismo na cobertura de desastres. “Estamos trabalhando na perspectiva de como os jornalistas estão inseridos nas situações de desastres e como esses momentos  trazem uma desestruturação tanto da comunicação quanto em outras áreas”, explica a pesquisadora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Márcia ainda reforçou que apesar da oficina ter uma essência mais metodológica, a troca de experiências entre os participantes enriqueceu o debate. “Nós vimos que todas as áreas colapsaram nesse desastre que vivenciamos. Esse evento é voltado primariamente para a área da saúde, mas nós vimos as consequências da desinformação no âmbito da saúde pública”, aponta. A pesquisadora ainda frisou que a comunicação se tornou um aspecto basilar em todas as áreas e dimensões, e ganha ainda mais importância em situações emergenciais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Próximo à sala em que Márcia ministrou sua oficina, a docente do Departamento de Ciências da Comunicação da UFSM Luciana Carvalho e o jornalista Rômulo Tondo ministraram o curso “Combate à desinformação em contexto de catástrofe climática: o papel dos serviços de saúde”. Segundo Luciana, a atividade buscou promover a reflexão sobre os impactos da desinformação na rotina da população em meio às catástrofes climáticas. “Nós relembramos o contexto das enchentes de maio, trouxemos relatos de experiência e, por fim, fizemos uma simulação na qual os participantes precisaram elaborar uma estratégia de comunicação para lidar com a desinformação em uma situação emergencial”, explica a docente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A estudante de Jornalismo da UFSM Luiza Ventura esteve presente na oficina e compartilhou sua percepção sobre a temática: “Eu me surpreendi por conseguir explorar diferentes nichos aqui. Acho que depois de tudo que aconteceu, as pessoas entenderam que a comunicação está presente e faz a diferença em todas as áreas”. A graduanda ainda demonstrou interesse em acompanhar as próximas edições do Congresso, tendo em vista que o evento envolve uma temática de seu interesse: a saúde.</span></p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/foto-127-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-69361" /><figcaption class="wp-element-caption">Luciana ministrou oficina sobre desinformação em contexto de catástrofes climáticas</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/foto-122-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-69359" /><figcaption class="wp-element-caption">Márcia promoveu o debate sobre o papel do jornalismo em situações emergenciais </figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/foto-123-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-69360" /><figcaption class="wp-element-caption">Luiza é estudante de Jornalismo e prestigiou a oficina de Luciana</figcaption></figure>
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<h3><span style="font-weight: 400">Expectativas para os próximos congressos</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Conforme a comissão organizadora do ConBrasCC, a expectativa é de que o evento seja realizado a cada dois anos. A coordenadora geral do Congresso, Tânia Solange Bosi de Souza Magnago, prevê que as próximas edições abarquem outras regiões do país. “Queremos expandir esse evento a outras universidades, outros estados, para tratarmos de outros tipos de emergências climáticas, como a seca e incêndios, e levar conhecimento para que os gestores e profissionais da saúde saibam lidar com essas situações de maneira eficiente e coordenada”, conta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A coordenadora ainda apontou que o evento ocorreu dentro dos conformes e destacou a boa repercussão do Congresso. “Conseguimos realizar todas as palestras tranquilamente e, mesmo com as baixas temperaturas, tivemos uma ótima adesão do público. Finalizamos essa edição com mais de 1.100 congressistas inscritos, 124 trabalhos submetidos e aproximadamente 650 inscrições nas oficinas pós-evento”, finaliza Tânia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Acompanhe mais informações sobre as próximas edições do ConBrasCC na página oficial do evento: </span><a href="http://www.cobrascc.com.br"><span style="font-weight: 400">www.cobrascc.com.br</span></a><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Pedro Moro, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span></i><br /><i><span style="font-weight: 400">Fotos: Paulo Barauna, estudante de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias</span></i><br /><i><span style="font-weight: 400">Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</span></i></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Palestras sobre apoio psicossocial e apresentação de trabalhos são destaque no segundo dia do ConBrasCC</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/05/30/palestras-sobre-apoio-psicossocial-e-apresentacao-de-trabalhos-sao-destaque-no-segundo-dia-do-conbrascc</link>
				<pubDate>Fri, 30 May 2025 19:46:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[conbrascc]]></category>
		<category><![CDATA[crise-climática]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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						<description><![CDATA[Congresso segue até sábado (31) com oficinas e cursos práticos ministrados pelos palestrantes do evento]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Desde quinta-feira (29), a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) sedia o <a href="https://www.conbrascc.com.br/">Congresso Brasileiro sobre Catástrofe (ConBrasCC)</a>. Com isso, o Centro de Convenções da UFSM se tornou palco de palestras ministradas por pesquisadores e especialistas, em especial aqueles que atuam em serviços de saúde, para abordar o novo contexto de mudanças climáticas e suas repercussões sociais.</p>
<h3>Conferências abordam acolhimento psicossocial e estratégias de Atenção Primária em Saúde (APS)</h3>
<p>Na manhã desta sexta-feira (30), o ciclo de conferências foi aberto pela doutora em saúde coletiva Liane Beatriz Righi, com a palestra “Atenção Primária em Saúde (APS) em tempos de catástrofes climáticas: capacidade de gestão e reconfiguração de redes e territórios afetados”. Em sua fala, Liane destacou a necessidade de uma estruturação metodológica para atuar em situações de emergência. “Precisamos de um modelo de atenção integral e fortalecer os protocolos de APS. Além de estabelecer uma capacitação eficaz para as equipes de atenção primária”, argumenta.</p>
<p>Enquanto refletia sobre os serviços de APS, a palestrante frisou a importância da adaptabilidade para esses setores. “É necessário que as equipes de gestão revisem suas metodologias, a fim de se adaptar às mudanças climáticas e suas consequências, e não retroceder suas táticas a ponto de não aprender com esses eventos de desastres”, alertou.</p>
<p>Na sequência, a conferência sobre “Intervenção psicológica em catástrofes: abordagens práticas no primeiro acolhimento emocional”, foi ministrada pela psicóloga da Força Tarefa do Sistema Único de Saúde (SUS), Débora Noal. Em paralelo à fala de Liane, a palestrante apontou a necessidade de estabelecer um acolhimento sistemático e pré-estabelecido. “Quando há uma crise, os órgãos de gestão recebem uma enxurrada de psicólogos voluntários que, após a calmaria, descontinuam o auxílio. Isso traz consequências ao emocional, já que o paciente para de receber a atenção apropriada e corre o risco de sentir-se abandonado”, explica. </p>
<p>Com essa preocupação, Débora apresentou aos presentes a metodologia utilizada pela Força Tarefa SUS para resposta a emergências em saúde pública. Além disso, a psicóloga reforçou aspectos que profissionais do acolhimento psicossocial devem prestar mais atenção, caso venham atuar em situações emergenciais. “O entendimento do contexto social de um ser humano, sua cultura e meio que está inserido são de extrema importância para o profissional elaborar uma estratégia de atendimento eficaz”, descreve.</p>
[caption id="attachment_69336" align="alignright" width="551"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/IC3A8184.jpg" alt="" width="551" height="367" /> Débora Noal é psicóloga na Força Tarefa SUS e trouxe suas perspectivas sobre o acolhimento psicossocial em tempos de desastres[/caption]
<p>Débora ainda apontou que o Congresso traz visibilidade para a temática do acolhimento psicossocial, e permite uma grande troca de experiências entre gestores, profissionais de saúde e estudantes. “As pessoas aqui, hoje, vivem em um estado onde a questão climática é sensível. Então, ter uma população mais qualificada em gestão de crises pode garantir a maior segurança da população com um todo”, finaliza a palestrante.</p>
<p>Pela tarde, o evento seguiu com a mesa redonda “Desastres não escolhem fronteiras: A Importância interinstitucional na Resposta Humanitária”, ministrada por Eduardo Fernando de Souza, enfermeiro e membro do Comitê Nacional de Enfermagem em Desastres e Emergências de Saúde Pública do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), por Melissa Haigert Couto Moraes, psicóloga Fundadora da RAP (Rede de Apoio Psicossocial), especialista em Emergências e Desastres, e Ismael Pereira, presidente da Cruz Vermelha do Rio Grande do Sul.</p>
<p>Em seu discurso de abertura da roda, Ismael apresentou um panorama sobre os eventos extremos de 2024. Segundo ele, devemos reconhecer que os desastres não foram apenas hidrológicos e geológicos, mas também biológicos, já que a incidência de certas doenças foi agravado após as chuvas. O palestrante ainda reforçou a importância de uma resposta emergencial interdisciplinar para lidar com catástrofes climáticas.</p>
<p>Após Ismael, o enfermeiro Eduardo Fernando de Souza trouxe para debate a importância de cuidar dos profissionais da enfermagem que atuam em situações extremas. Em sua fala, Eduardo comentou que, após os eventos de maio, o <a href="https://www.cofen.gov.br/cofen-cria-comite-nacional-de-enfermagem-em-desastres-catastrofes-e-emergencias-de-saude-publica/#:~:text=O%20Conselho%20Federal%20de%20Enfermagem,mais%20vulner%C3%A1veis%20a%20eventos%20clim%C3%A1ticos.">Cofem criou o “Comitê Nacional de Enfermagem em Desastres, Catástrofes e Emergências de Saúde Pública</a>”, na intenção de mapear e acolher enfermeiros. Na sequência, o palestrante ainda apontou que a falta de comunicação e coordenação das instituições governamentais prejudica a eficiência da resposta em momentos emergenciais.</p>
<p>O momento foi encerrado com a fala da psicóloga Melissa Couto, que em meio a relatos pessoais e profundos de sua atuação no acolhimento psicossocial em situações extremas, reforçou a necessidade inserir cada vez mais essa temática no universo acadêmico. “Em toda a minha carreira, eu nunca tive a oportunidade de oferecer uma disciplina que aborde técnicas de acolhimento psicológico em desastres. Felizmente, agora, está se criando uma abertura para esse tema”, contextualiza. Melissa ainda afirmou que “acontecer eventos como esse, dentro de uma instituição que forma profissionais para uma atuação prática, promove a troca de experiências e reforça que nossas ações não são, nem devem ser, isoladas”.</p>
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										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/IC3A8242-2-1-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Ismael Pereira retomou os eventos extremos de maio de 2024</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/IC3A8245-2-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Eduardo Fernando de Souza (à esquerda) e Melissa Couto (à direita) reforçaram a importância da integralidade na atuação em situação de desastres</figcaption>
										</figure>
		<h3>Congressistas apresentam trabalhos no Centro de Convenções</h3>
<p>Além das conferências, o Congresso abriu espaço para apresentações de trabalhos sobre experiências relacionadas ao enfrentamento de desastres climáticos, ambientais e outras catástrofes. A comissão organizadora considerou os formatos de relato, pesquisa original e/ou pesquisa bibliográfica. Ao total, o evento recebeu um total de 124 submissões, nas quais 14 delas concorrerão a prêmios. </p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/IC3A8230-2-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Natalie Pereira Soares apresentou trabalho sobre fontes jornalísticas em meio ao desastre climático</figcaption>
										</figure>
		<p>A jornalista e mestranda do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (POSCOM) da UFSM, Natalie Pereira Soares, e a jornalista Taís Schakofski Busanello, trouxeram ao Congresso o artigo “Fontes jornalísticas em meio ao desastre climático”. Natalie, que foi responsável pela apresentação do banner,  descreve a temática do trabalho: “Esse trabalho é um recorte de um artigo que escrevemos, dessa vez nós focamos nos tipos de fontes utilizadas por um veículo jornalístico e identificamos que havia poucas fontes testemunhais, ou seja, carece de humanização”, explica a estudante.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/IC3A8220-2-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Bruna Rezende Martins apresentou o trabalho desenvolvido junto às colegas Ana Beatriz Panzera e Hawane Lopes</figcaption>
										</figure>
		<p>Vindas de fora dos portões da UFSM, as estudantes Bruna Rezende Martins, doutoranda de Enfermagem na Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), Ana Beatriz Panzera, graduanda de Psicologia na Unisc, e a graduanda de Enfermagem pela Universidade do Vale Taquari (Univates), Hawane Lopes, também apresentaram trabalhos (em totem) no evento. “Nós apresentamos uma análise sobre a 28ª região de saúde, no Vale do Rio Pardo, verificando a incidência de dengue, número de desaparecidos e óbitos dessa região”, comentou Bruna.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/IC3A8195-2-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Ceura Beatriz de Souza Cunha trouxe relatos do Núcleo de Imunizações de Porto Alegre</figcaption>
										</figure>
		<p>No segundo andar do Centro de Convenções, acontecia a apresentação de trabalhos na modalidade oral. A técnica de enfermagem Ceura Beatriz de Souza Cunha compartilhou um relato de experiência da equipe do Núcleo de Imunizações de Porto Alegre durante a época das enchentes de maio de 2024. Ceura relembrou que devido a enxurrada, o Núcleo sofreu alagamentos e a equipe precisou se adaptar a situação, além de continuar o oferecimento de apoio social no setor de imunização. “Tínhamos que dar suporte ao município e, ao mesmo tempo, fazer a entrega das vacinas, fazer capacitações com a população e campanhas de vacinação, tendo em vista que na época o Ministério da Saúde buscou imunizar quem estava na linha de frente do desastre”, pontua. </p><h2>Congresso promoverá oficinas pós-evento</h2>
<p>O Congresso encerrará o ciclo de conferências e mesas redondas nesta sexta-feira (30), mas o evento segue até sábado (31), com cursos e oficinas práticas sobre as temáticas abordadas. Demais informações sobre as oficinas podem ser encontradas na <a href="https://www.conbrascc.com.br/programa%C3%A7%C3%A3o">página oficial do ConBrasCC</a>.</p>
<p>Mais detalhes sobre o primeiro dia do ConBrasCC podem ser conferidos na reportagem produzida pela <a href="https://www.ufsm.br/2025/05/30/primeiro-dia-do-conbrascc-reune-especialistas-para-debater-respostas-as-catastrofes-climaticas">Agência de Notícias.</a></p>
<p> </p>
<p><i>Texto: Pedro Moro, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br /></i><i>Fotos: Vinícius Maeda, estudante de Jornalismo e estagiário na Agência de Notícias<br /></i><i>Edição: Mariana Henriques, jornalista</i></p>]]></content:encoded>
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				<title>Primeiro dia do ConBrasCC reúne especialistas para debater respostas às catástrofes climáticas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/05/30/primeiro-dia-do-conbrascc-reune-especialistas-para-debater-respostas-as-catastrofes-climaticas</link>
				<pubDate>Fri, 30 May 2025 10:57:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[conbrascc]]></category>
		<category><![CDATA[crise climática]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[HUSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Pesquisadores, gestores e autoridades discutem estratégias de enfrentamento às catástrofes e os efeitos da crise climática no estado]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_69317" align="aligncenter" width="926"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/esta.jpg"><img class="wp-image-69317" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/esta.jpg" alt="" width="926" height="617" /></a> Congressistas acompanham as discussões do primeiro dia de evento[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">O <a href="https://www.conbrascc.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Congresso Brasileiro sobre Catástrofes Climáticas (ConBrasCC)</a> começou nesta quinta-feira (29) no Centro de Convenções da UFSM, com discussões voltadas aos impactos, desafios e perspectivas dos serviços de saúde diante de enchentes e desmoronamentos. O evento promovido pela UFSM e pelo Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM), </span><span style="font-weight: 400">vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh)</span><span style="font-weight: 400">, reúne especialistas para discutir os desafios e as estratégias de gestão em situações de crise climática. A programação da tarde de quinta destacou os efeitos das mudanças ambientais e os impactos sanitários, sociais e jurídicos das enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Gilvan Sampaio de Oliveira, pesquisador e coordenador-geral de Ciências da Terra do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), conduziu a conferência das 16h sobre os efeitos, causas e consequências das mudanças climáticas e ambientais. Em sua fala, ele apresentou o trabalho realizado pelo instituto no desenvolvimento de modelos climáticos capazes de prever, com até três meses de antecedência, variáveis como volume de chuvas e temperatura. </span></p>
[caption id="attachment_69318" align="alignright" width="500"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/esta-2.jpg"><img class="wp-image-69318" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/esta-2.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a> Gilvan Sampaio apresentou modelos climáticos para o enfrentamento das catástrofes[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o pesquisador, os dados são públicos e acessíveis a qualquer cidadão. Ele ressaltou a importância de utilizar essas informações de forma estratégica para prevenir desastres. “A mudança do clima não é uma questão de crença. A ciência comprova essa realidade. Temos informações de qualidade para mitigar os efeitos das catástrofes, mas elas precisam ser usadas e amplamente divulgadas”, afirmou.</span></p>
<h3>Impactos sanitários, sociais e jurídicos</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Na sequência, a mesa-redonda “Impactos sanitários, sociais e jurídicos na população afetada pelas enchentes no RS” reuniu especialistas para analisar, sob diferentes perspectivas, as consequências da crise climática enfrentada no estado. Representando a área da saúde, o pesquisador da Fiocruz (RJ) Diego Ricardo Xavier explicou como o sistema público se organiza para responder às demandas geradas por desastres ambientais, destacando a importância de uma vigilância em saúde preparada para lidar com os efeitos diretos e indiretos desses eventos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O secretário do Desenvolvimento Social do Rio Grande do Sul, Roberto Fantinel, apresentou os programas voltados à população atingida pelas enchentes e reforçou a necessidade de políticas públicas estruturais para os grupos mais vulneráveis. “Quem tem menos são os que mais perdem com os eventos climáticos. A gente está falando de um problema social que se maximiza com os desastres. Precisamos desenvolver políticas públicas para atender essa população”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A professora Francielle Benini Agne Tybusch, docente da UFSM, abordou a perspectiva jurídica ao tratar do chamado Direito dos Desastres. Segundo ela, o colapso das estruturas governamentais e não governamentais diante das catástrofes está relacionado à ausência de investimentos em prevenção, fiscalização e manutenção. “O Direito dos Desastres precisa ser pensado em períodos de normalidade, para então ser aplicado em tempos de desastres”, pontuou.</span></p>
<h3>Congresso segue até sábado (31)</h3>
<p><span style="font-weight: 400">O evento também reúne profissionais de outras regiões do país. Para o psicólogo organizacional Henrique do Nascimento Ricardo, do Hospital Universitário da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), em São Carlos (SP), a realização do congresso reflete a urgência do tema. “O tema do congresso é extremamente pertinente e foi escolhido em um momento crucial, já que o episódio das enchentes ainda é recente. Isso reforça a necessidade de falarmos sobre o assunto e pensarmos em melhorias concretas”, avaliou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O congresso segue até sábado (31), com uma <a href="https://www.conbrascc.com.br/programa%C3%A7%C3%A3o" target="_blank" rel="noopener">programação</a> que inclui apresentação de trabalhos, conferências e cursos voltados para a temática do evento. Toda a renda obtida com as inscrições será revertida ao Banco de Alimentos do Rio Grande do Sul, como ação solidária frente à emergência vivida no estado.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Camila Londero, estudante de Jornalismo e estagiária da Agência de Notícias<br /></span><span style="font-weight: 400">Fotos: Vinícius Maeda, estudante de Jornalismo e estagiário da Agência de Notícias<br /></span>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
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				<title>Últimos dias para inscrições no Congresso que debaterá crises climáticas e saúde pública</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/05/27/ultimos-dias-para-inscricoes-no-congresso-que-debatera-crises-climaticas-e-saude-publica</link>
				<pubDate>Tue, 27 May 2025 13:22:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[conbrascc]]></category>
		<category><![CDATA[crise-climática]]></category>
		<category><![CDATA[Ebserh]]></category>
		<category><![CDATA[HUSM]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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						<description><![CDATA[As inscrições vão até 29 de maio, e podem ser feitas para as modalidades presencial e online]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="442" data-end="1000">A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) se prepara para sediar o <a href="https://www.ufsm.br/2025/04/16/congresso-brasileiro-sobre-catastrofes-climaticas-ocorre-no-final-de-maio-na-ufsm">Congresso Brasileiro sobre Catástrofes Climáticas (ConBrasCC)</a>, que ocorrerá de 29 a 31 de maio. O evento reunirá especialistas, gestores e profissionais para discutir os impactos e as soluções relacionadas a enchentes e desmoronamentos, um ano após os desastres climáticos que atingiram o Rio Grande do Sul. As inscrições estão abertas até 29 de maio, pelo site <a class="" href="http://www.conbrascc.com.br" target="_new" rel="noopener" data-start="874" data-end="925">www.conbrascc.com.br</a>, com opções e valores diferenciados para participação presencial e online.</p>
<p data-start="1002" data-end="1714">O congresso é organizado pela UFSM e pelo Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM-UFSM), vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). A expectativa é reunir cerca de mil participantes, fomentando discussões alinhadas à Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde. Segundo a gerente de Atenção à Saúde do HUSM e coordenadora do congresso, Tânia Magnago, “o ConBrasCC é uma iniciativa importante para discutir e encontrar soluções para os desafios impostos pelas catástrofes climáticas, promovendo a colaboração entre diferentes setores, níveis de governo e serviços de saúde. Todos os preparativos estão sendo realizados com muito carinho para receber cada participante”.</p>
<p data-start="1716" data-end="2301">A conferência de abertura será conduzida pelo vice-presidente da Ebserh, Daniel Beltrammi, que abordará os desafios da gestão em saúde diante das mudanças climáticas. Gestores dos três hospitais universitários federais do Rio Grande do Sul, vinculados à estatal, também compartilharão suas experiências durante as enchentes de 2024. Entre os temas do congresso estão: gestão em saúde em situações de catástrofes climáticas, saúde mental em desastres, adaptação dos serviços às mudanças do clima, uso de inovação e tecnologia em emergências e comunicação para o combate à desinformação.</p>
<p data-start="2303" data-end="2947">Complementando a programação, haverá a apresentação de 122 trabalhos acadêmicos resultantes de pesquisas, relatos, reflexões, revisões e/ou sistematizações de experiências exitosas. “Ficamos muito contentes com o quantitativo e, principalmente, com a qualidade dos trabalhos científicos submetidos. Os temas englobam diferentes áreas do conhecimento e expressam tanto as experiências e vivências dos participantes no enfrentamento da situação emergencial quanto o levantamento de evidências da literatura. As apresentações desses trabalhos serão uma importante oportunidade de networking e de compartilhamento de conhecimentos”, detalhou Tânia.</p>
<p data-start="2949" data-end="3338">O ConBrasCC é um dos seis projetos aprovados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O objetivo é capacitar gestores e profissionais para enfrentar emergências climáticas e promover melhorias na saúde pública. Além disso, os valores arrecadados com as inscrições serão destinados ao Banco de Alimentos do Rio Grande do Sul, fortalecendo ações solidárias.</p>
<p data-start="2949" data-end="3338"> </p>
<p data-start="2949" data-end="3338"><em>Com informações da</em> <i>Coordenadoria de Comunicação Social/Ebserh</i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
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