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				<title>Evento debate prática clínica e pesquisa avançada com foco em Medicina Tropical e emergências sanitárias</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2026/03/04/evento-debate-pratica-clinica-e-pesquisa-avancada-com-foco-em-medicina-tropical-e-emergencias-sanitarias</link>
				<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 13:29:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
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						<description><![CDATA[Amanhã (05) será realizado o evento “Prática Clínica e Pesquisa Avançada”, com foco em Medicina Tropical e Formação Acadêmica, reunindo especialistas, pesquisadores, profissionais da saúde e estudantes para discutir os principais desafios contemporâneos no enfrentamento das emergências sanitárias. A programação inicia das 9h às 12h, no Auditório do ANF C (no CCNE da UFSM), com [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="110" data-end="423">Amanhã (05) será realizado o evento <a href="https://www.instagram.com/p/DVMZn0gAbcs/?img_index=1"><strong>“Prática Clínica e Pesquisa Avançada”</strong></a>, com foco em Medicina Tropical e Formação Acadêmica, reunindo especialistas, pesquisadores, profissionais da saúde e estudantes para discutir os principais desafios contemporâneos no enfrentamento das emergências sanitárias.</p>
<p data-start="425" data-end="928">A programação inicia das 9h às 12h, no Auditório do ANF C (no CCNE da UFSM), com capacidade para 250 pessoas, com a Conferência de Abertura intitulada “O papel da Fiocruz e das Universidades no enfrentamento das emergências sanitárias pós-2024”. O momento será dedicado à reflexão sobre a atuação conjunta da <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Fundação Oswaldo Cruz</span></span> (Fiocruz) e das universidades na resposta a crises sanitárias recentes e futuras, destacando a importância da integração entre pesquisa, formação acadêmica e prática clínica.</p>
<p data-start="930" data-end="1163">O público-alvo da conferência inclui a classe médica, além de graduandos e pós-graduandos dos cursos de Biologia, Medicina, Farmácia, Medicina Veterinária e áreas afins, fortalecendo o diálogo entre diferentes campos do conhecimento.</p>
<p data-start="1165" data-end="1749">No período da tarde, das 14h às 17h, o Auditório do ANF C sediará a mesa-redonda “Dengue e Chikungunya: Desafios da Vigilância, manejo clínico e implementação de medidas de controle no Rio Grande do Sul”. O debate contará com a participação do Dr. Rivaldo Venâncio, de equipes de Vigilância Epidemiológica municipal, regional e estadual, de Gabriel Wallau (Fiocruz-UFSM) e representantes da Secretaria Municipal de Saúde de Santa Maria. </p>
<p data-start="1751" data-end="1902" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Encerrando a programação, às 18h, será realizado um <em>happy hour</em>, proporcionando um momento de integração e troca de experiências entre os participantes. Realização: CCNE, CCR e CCS da UFSM.</p>
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													</item>
						<item>
				<title>Inteligência Artificial auxilia na previsão de futuros surtos de Dengue em Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/03/22/inteligencia-artificial-auxilia-na-previsao-de-futuros-surtos-de-dengue-em-santa-maria</link>
				<pubDate>Fri, 22 Mar 2024 12:46:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência da Computação]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
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		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>

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						<description><![CDATA[Mestrando da UFSM desenvolve pesquisa que utiliza algoritmos para identificar surtos de dengue com um mês de antecedência]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Os casos de dengue no Brasil já chegam em quase dois milhões de registros e as mortes confirmadas passaram de 600, conforme dados do mês de março de 2024. No Rio Grande do Sul foi decretado estado de emergência devido à doença. Apenas neste ano o estado já contabiliza mais de 34 óbitos. Até o dia 20 de março, Santa Maria já tinha registrado mais de 180 casos confirmados de dengue. </p>
<p>Para auxiliar no combate à doença, pesquisas sobre o tema têm se multiplicado, em diferentes frentes de atuação. Uma delas conta com o auxílio da Inteligência Artificial (IA) para prever, com cerca de um mês de antecedência, um novo surto de dengue. O estudo é do mestrando no  Pós-Graduação em Ciência da Computação, Pedro Henrique Pinto Leão, que desenvolve uma pesquisa que possibilita identificar em qual região de Santa Maria irá ocorrer o próximo surto. </p>
<p>Para isso, o pesquisador utiliza dados locais anteriores relacionados a temperatura, chuvas e umidade, além dos registros das ocorrências de casos de dengue. Esses dados são disponibilizados pela Prefeitura de Santa Maria, além de serem retirados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). Com essas informações, se torna possível antever com 30 dias de antecedência qual será a região da cidade que terá o próximo surto. Os dados da Prefeitura, sobre a ocorrência de dengue nos bairros de Santa Maria são primordiais, pois são eles que possibilitam maior precisão no resultado. Afinal, como destacado por Pedro, cada local é uma situação: “A situação em Camobi não será a mesma que no bairro Tancredo Neves”, explica.</p>
<p>Pedro comenta que a parceria com a Prefeitura deu acesso a dados dos últimos cinco anos. Essas informações serão cruzados com dados meteorológicos da época. “Nós conseguimos dados de dengue desde 2017. Vamos cruzar esses dados com os meteorológicos do município, separados por bairros”, ressalta. Dessa forma, é possível identificar por que determinada região possui um maior número de casos e, por consequência, evitar esse aumento. </p>
<p>A estimativa de previsão de 30 dias é o tempo necessário para que os agentes de saúde da cidade possam intervir. “Se eu passar de 30 dias já vira meio futurologia, chute. E se eu prever que amanhã vai ter um caso não adianta, porque a equipe deles trabalha com um calendário de ação que dura em torno de 3 meses”, explica o mestrando. </p>
<h3>Avanços com a Inteligência Artificial</h3>
<p>Estudos que identificam quais regiões são mais propícias para desenvolver o mosquito da dengue já existem antes mesmo da Inteligência Artificial. A diferença é que agora um trabalho que antes era feito manualmente e demandava uma grande equipe, pode ser feito apenas por um computador. </p>
<p>“Com a inteligência artificial a gente consegue fazer esses cruzamentos muito mais rápido, [a inteligência artificial] consegue fazer com que nós tenhamos um tempo hábil de ação. A gente poderia pegar cinco anos atrás, só que aí ficaria pronto daqui cinco anos, se a gente colocar ali no computador o computador já faz”, explica Pedro. De acordo com o mestrando, o uso da IA possibilita prever o que vai acontecer com base em resultados anteriores. A respeito da margem erro Pedro comenta: “ainda não foram definidas pois dependemos da análise de todos os dados e ver quais tem mais relevância para a previsão, como ainda temos dados por receber da Prefeitura, esses dados podem impactar bastante na variação”.</p>
<p>Para o professor orientador do estudo, Daniel Welfer, o uso de Inteligência Artificial nesse tipo de pesquisa é de extrema importância. “A predição de casos de dengue utilizando inteligência artificial é de extrema relevância para a saúde pública pois pode prever surtos de dengue com antecedência, auxiliando no combate à proliferação do mosquito <i>Aedes aegypti</i> em municípios ou bairros. Dessa forma, é possível melhorar as respostas dos sistemas de saúde locais através da implementação de medidas preventivas e gerenciando de forma otimizada os impactos da doença”, relata Daniel.</p>
<h3>Resultado na mão</h3>
<p>Pedro explica que a pesquisa vai ser qualificada esse ano e por isso os resultados ainda não são precisos. Até poucas semanas atrás, ele utilizava dados do município de Porto Alegre, pois ainda não tinha acesso aos dados específicos de Santa Maria, dessa forma, os resultados preliminares são baseados lá. “Porto Alegre tem um clima parecido e uma densidade também parecida, dadas as proporções. Nós temos bairros muito pouco densamente povoados e temos bairros muito densos. Então, estava dando em torno de 73%, 74% de acerto. A gente quer aumentar isso. Agora, trabalhando com os dados daqui, o que vier vai ser mais assertivo”, explica Pedro. </p>
<p>O mestrando explica que quanto mais específicos os dados forem para cada região melhor é. Por exemplo, a metodologia e estudos realizados no Rio de Janeiro não proporcionam a mesma eficácia, afinal o clima de lá é tropical o ano inteiro enquanto aqui encontra-se um clima subtropical. Além disso, Pedro identifica que resultados abaixo de 70% são achismos e não devem ser utilizados: “A gente busca trabalhar entre 70% e 90%”.</p>
<p>Daniel comenta sobre a importância desses estudos chegarem em outras cidades: “Há grande possibilidade de que esses estudos de predição de casos de dengue usando inteligência artificial se expandam para outras cidades. Trabalhos do estado da arte na literatura recente já demonstram isso. A ideia central é adaptar o modelo de IA que foi treinado para outras localidades permitindo assim melhorar a resposta dos sistemas de saúde”.</p>
<p>Futuramente, quando Pedro terminar o mestrado, objetiva entregar os resultados do estudo para os agentes de saúde de Santa Maria, de forma que possa contribuir para evitar novos surtos. Além disso, os resultados também podem auxiliar na conscientização da população no geral. “Temos poucos agentes de saúde, então se conseguirmos fazer com que eles trabalhem melhor e consigam eliminar mais focos, a situação vai melhorar para toda a comunidade”, finaliza o pesquisador.</p>
<p><em>Texto: Gabriel Escobar, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>UFSM e Fiocruz contra a dengue | TV Campus Entrevista</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/tvcampus/2024/03/05/ufsm-e-fiocruz-contra-a-dengue-tv-campus-entrevista</link>
				<pubDate>Tue, 05 Mar 2024 19:10:35 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[TV Campus Entrevista]]></category>
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		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[dengue]]></category>
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						<description><![CDATA[Em 2023, o número de casos de dengue em Santa Maria chegou a mais de 7.700, um índice 44 vezes maior em relação ao ano anterior. O surto na cidade chamou a atenção dos especialistas e a UFSM desenvolveu um curso em parceria com a Fiocruz para preparar os agentes de saúde contra as arboviroses. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Em 2023, o número de casos de dengue em Santa Maria chegou a mais de 7.700, um índice 44 vezes maior em relação ao ano anterior. O surto na cidade chamou a atenção dos especialistas e a UFSM desenvolveu um curso em parceria com a Fiocruz para preparar os agentes de saúde contra as arboviroses.</p>
<p>Neste TV Campus Entrevista a conversa é com dois responsáveis pelo curso, que reforçam a importância dos cuidados contra doenças, como a dengue. Além disso, eles comentam sobre a parceria entre as duas instituições, que deve possibilitar pesquisas em conjunto, além de ações de conscientização.</p>
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						<item>
				<title>UFSM Palmeira das Missões junta-se à Força-Tarefa de Combate à Dengue na região norte do RS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/02/26/ufsm-palmeira-das-missoes-junta-se-a-forca-tarefa-de-combate-a-dengue-na-regiao-norte-do-rs</link>
				<pubDate>Mon, 26 Feb 2024 11:00:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Laboratório de Genética Evolutiva]]></category>
		<category><![CDATA[Palmeira das Missões]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-pm]]></category>

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						<description><![CDATA[Campus disponibilizará testes de RT-PCR para diagnóstico diferencial de dengue, chikungunya e zika]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p></p>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_65220" align="alignright" width="696"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-23-at-09.35.02-1024x484-1.jpeg"><img class="wp-image-65220" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-23-at-09.35.02-1024x484-1-e1708944619210.jpeg" alt="foto colorida horizontal com pessoas reunidas num grande círculo em uma área verde, com gramado sob sombra, ao fundo uma casa azul e branca e árvores" width="696" height="370" /></a> A iniciativa tem como objetivo traçar estratégias eficazes para combater a dengue e o mosquito transmissor da zoonose no norte do RS[/caption]
<p>Na última quinta-feira (22), a UFSM Campus Palmeira das Missões desempenhou um papel fundamental na força-tarefa voltada para o enfrentamento da dengue nas cidades de Redentora e Tenente Portela.</p>
<p>A iniciativa reuniu a equipe do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS), juntamente com as Coordenadorias Regionais de Saúde, líderes indígenas, prefeitos, secretarias de saúde e Direção da UFSM-PM. O objetivo foi traçar estratégias eficazes para combater a dengue e o mosquito transmissor da zoonose nessas localidades.</p>
<p>Nos próximos dias, o Campus da UFSM disponibilizará testes de RT-PCR (técnica de biologia molecular) para diagnóstico diferencial de dengue, chikungunya e zika tanto para os municípios quanto para os laboratórios da região norte do Rio Grande do Sul.</p>
[caption id="attachment_65221" align="alignleft" width="498"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-23-at-09.25.18-1024x767-1.jpeg"><img class="wp-image-65221" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-23-at-09.25.18-1024x767-1.jpeg" alt="foto colorida retangular com sete pessoas sentadas em uma sala iluminada por uma janela" width="498" height="373" /></a> Direção da UFSM-PM participou da reunião para traçar estratégias[/caption]
<p>O professor Daniel Graichen, vice-diretor do Campus e coordenador do Laboratório de Genética Evolutiva, enfatiza a relevância da Universidade em disponibilizar sua estrutura à comunidade em momentos de dificuldade.</p>
<p>“Esta é mais uma ação em que a UFSM contribui ativamente, e toda a comunidade se beneficia da estrutura montada durante a pandemia de Covid-19. O conhecimento gerado nesse evento anterior pode ser aplicado de forma significativa nesta oportunidade, fortalecendo os esforços de combate à dengue na região”, afirma.</p>
<p>A UFSM Palmeira das Missões reitera seu compromisso com a saúde pública e sua disposição para colaborar ativamente na busca por soluções que beneficiem toda a comunidade.</p>
<p><i>Fonte: Assessoria de Comunicação UFSM-PM</i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM e Fiocruz contra a dengue</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/01/09/ufsm-e-fiocruz-contra-a-dengue</link>
				<pubDate>Tue, 09 Jan 2024 17:47:37 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[ccs]]></category>
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		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[HUSM]]></category>
		<category><![CDATA[saúde pública]]></category>

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						<description><![CDATA[A dengue é o tema do programa “TV Campus Entrevista”, que conversa com o médico e professor Alexandre Schwarzbold e o pesquisador Gabriel Wallau]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O número de casos de dengue em Santa Maria alcançou um índice 44 vezes maior em 2023, quando comparado ao ano anterior. O surto na cidade chamou a atenção dos especialistas, e a <a href="https://www.ufsm.br/2023/11/27/fiocruz-e-ufsm-na-luta-contra-a-dengue-curso-capacita-profissionais-para-combater-o-virus" target="_blank" rel="noopener">UFSM desenvolveu um curso em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)</a> para preparar os agentes de saúde contra as arboviroses. Nesta edição do programa <i>TV Campus Entrevista</i>, a conversa é com dois responsáveis pelo curso: o médico e professor da UFSM Alexandre Schwarzbold e o pesquisador Gabriel Wallau, que atua no Instituto Aggeu Magalhães, instituição pernambucana vinculada à Fiocruz. Eles reforçam a importância dos cuidados contra doenças como a dengue. Além disso, eles comentam a parceria entre as duas instituições, que deve possibilitar pesquisas em conjunto, além de ações de conscientização.

[embed]https://www.youtube.com/watch?v=-wyItGA3ydY[/embed]

<i>Texto: TV Campus</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Fiocruz e UFSM na luta contra a dengue: curso capacita profissionais para combater o vírus</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/11/27/fiocruz-e-ufsm-na-luta-contra-a-dengue-curso-capacita-profissionais-para-combater-o-virus</link>
				<pubDate>Mon, 27 Nov 2023 11:35:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Biologia]]></category>
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						<description><![CDATA[Aulas aconteceram na última semana para agentes de saúde e estudantes da Universidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_64654" align="alignright" width="611"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/11/foto-fiocruz-ufsm-a.jpeg"><img class="wp-image-64654" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/11/foto-fiocruz-ufsm-a.jpeg" alt="foto colorida horizontal com pessoas sentadas em uma sala de aula, na frente há um telão ligado e um homem de frente para a turma falando" width="611" height="459" /></a> Curso teve participação de pesquisador de saúde pública da IAM - Fiocruz Pernambuco[/caption]
<p>Na última semana, da terça (21) até a tarde da sexta-feira (24), foi realizado um curso de capacitação para agentes de saúde de Santa Maria acerca do controle de arboviroses (vírus transmitidos por mosquitos), com foco na dengue, chikungunya e zika. A promoção foi do Instituto Aggeu Magalhães (IAM) - Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Pernambuco e da UFSM, com apoio da Secretaria Municipal de Saúde.</p>
<p>A proposta consiste em aulas teóricas e práticas sobre as experiências do Departamento de Entomologia da entidade sanitária no domínio de vetores (os mosquitos). Os encontros aconteceram no auditório da Associação dos Professores Universitários de Santa Maria (Apusm) com profissionais da área e estudantes de Medicina, Biologia e Ciências da Computação.</p>
<p>O pesquisador de saúde pública da IAM - Fiocruz Pernambuco Gabriel Wallau, que também é um dos responsáveis por ministrar o curso, explicou o porquê da necessidade da iniciativa em Santa Maria: “estas atividades são muito importantes para preparar a cidade e o Estado com as últimas tecnologias de controle para poder combater os surtos cada vez maiores que vêm acontecendo na região”.</p>
<p>De acordo com <a href="https://dengue.saude.rs.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">dados da Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul</a>, até o momento que este texto é escrito, o município teve mais de 7.200 casos de dengue confirmados e cinco óbitos. O representante da Fundação explica que “com as mudanças climáticas, a abundância do vetor e uma população susceptível ao contágio, precisamos utilizar todas as ferramentas possíveis para reduzir a população do mosquito e, assim, diminuir o impacto das arboviroses na região”.</p>
<p>Wallau salienta que, em virtude de o vírus ser mais comumente localizado e, desta forma, endêmico, nas regiões tropicais do país - como a cidade de Recife, capital de Pernambuco -, é essencial que as noções da luta contra os vetores sejam disseminadas Brasil afora. “Usando esse conhecimento de outros estados, estaremos melhor preparados para combater essa doença infecciosa que, no passado, tinha uma baixa prevalência na área”, declarou o pesquisador de saúde pública.</p>
<h3>Cooperação entre UFSM e Fiocruz</h3>
<p>O profissional no controle da dengue revela que o curso de capacitação não é a primeira iniciativa em parceria entre a IAM - Fiocruz Pernambuco e a UFSM, visto que já colaboram em diversas frentes há alguns anos a partir de projetos que englobam temas como infectologia, Covid-19 e genômica. Ele realça que, nestas ocasiões, houve o suporte do Laboratório de Biologia Molecular e Sequenciamento (Labdros), coordenado pelo professor Elgion Loreto, e da Reitoria, que instituiu um comitê de combate ao vírus.</p>
<p>O pesquisador e professor de Medicina da Universidade Alexandre Schwarzbold relata que a atividade foi realizada por conta da preocupação da Instituição acerca do retorno dos casos da doença em Santa Maria. “A ideia foi preparar em torno de 40 agentes de saúde, que vão andar em todos os pontos e territórios da cidade. O uso de ferramentas para o controle dos vetores precisa de toda uma formação teórica e treinamento sobre os diferentes mosquitos e insetos. A gente está querendo atuar como prevenção, agindo antes dos problemas acontecerem”, afirmou o docente.</p>
<p>O curso é apenas uma das ações que devem acontecer a partir da parceria entre a IAM - Fiocruz Pernambuco e a UFSM. Há, inclusive, um acordo de colaboração sendo elaborado para estreitar ainda mais os laços de trabalho e ciência entre as partes, que deve ser assinado nos próximos meses. “A gente pretende desenvolver algumas linhas ligadas à questão climática. A Universidade é uma instituição interdisciplinar. Esse acordo enriquece muito do ponto de vista de projetos”, relatou Schwarzbold.</p>
<h3>A região como referência</h3>
<p>O agente da Secretaria de Saúde de Santa Maria Leonardo Vaz foi um dos alunos do curso de capacitação. Para ele, não há melhores pessoas para ensinar técnicas de combate aos vetores no município do que os representantes da entidade pernambucana. “É um local onde eles sofrem com o vírus praticamente o ano todo. No nosso caso, é mais no verão. É bom para evitar que os casos aumentem ainda mais”, contou o profissional.</p>
<p>O cientista da IAM - Fiocruz Pernambuco tem relação com o "Coração do Rio Grande", visto que toda a sua formação acadêmica foi realizada na UFSM - da graduação em Biologia ao mestrado e doutorado em Biodiversidade Animal. Em suas próprias palavras: “é um grande prazer poder voltar e trazer o que aprendi depois de ter saído da UFSM para ajudar a lutar contra essas doenças tão debilitantes”.</p>
<p>Para Wallau, estas iniciativas contra a dengue têm o potencial de tornar a Região Central do Rio Grande do Sul um modelo no combate às arboviroses. “Este momento de escalada de casos que vivemos é quando temos a melhor chance de bloquear e reduzir substancialmente as consequências do vírus”, informou o pesquisador de saúde pública.</p>
<h3>Se cuide!</h3>
<p>Sintomas da dengue: febre alta, entre 39°C e 40°C, com duração de dois a sete dias; dor de cabeça, atrás dos olhos, no corpo e nas articulações; mal-estar geral; náusea; vômito; diarreia; e manchas vermelhas na pele, com ou sem coceira.</p>
<p>Denúncias de locais com água parada podem ser feitas à Superintendência de Vigilância da Saúde, pelo telefone 3921-7159 ou pelo WhatsApp 7400-5525.</p>
<p><em>Texto e foto: Pedro Pereira, estudante de Jornalismo e estagiário da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>“Dengue: uma questão ambiental e de saúde pública” é tema de palestra nesta quarta (16)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/08/15/dengue-uma-questao-ambiental-e-de-saude-publica-e-tema-de-palestra-nesta-quarta-16</link>
				<pubDate>Tue, 15 Aug 2023 13:49:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[dengue]]></category>
		<category><![CDATA[programa de educação socioambiental]]></category>

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						<description><![CDATA[Atividade será às 16h, no auditório A do prédio 17/CCNE]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div dir="auto"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/08/8c2ffd99-5ea5-4343-b4cc-4a5ab01b7c66.jpg"><img class="alignright  wp-image-63326" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/08/8c2ffd99-5ea5-4343-b4cc-4a5ab01b7c66.jpg" alt="" width="473" height="670" /></a>O Programa de Educação Socioambiental da UFSM promove nesta quarta-feira (16) a palestra “Dengue: uma questão ambiental e de saúde pública”. Será às 16h, no auditório A do prédio 17, do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE). </div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">A atividade contará com a presença do superintendente da Prefeitura de Santa Maria Alexandre Machado Streb; da representante da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura do Rio Grande do Sul Suelen da Silva Alves Saccol; e do médico de família e comunidade Luiz Felipe D. Carli.</div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">As inscrições podem ser feitas pelo <a href="https://forms.gle/CdmYjLg6Ba1wCK199" target="_blank" rel="noopener">formulário</a>.</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>4 vacinas que são testadas na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/4-estudos-de-vacinas-que-sao-testadas-na-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 17 Oct 2022 13:53:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[dengue]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[testes de vacinas]]></category>
		<category><![CDATA[vacina covid]]></category>
		<category><![CDATA[vacina dengue]]></category>
		<category><![CDATA[vacina vírus vsr]]></category>
		<category><![CDATA[vacinas]]></category>
		<category><![CDATA[vírus sincicial]]></category>
		<category><![CDATA[vírus vsr]]></category>
		<category><![CDATA[vsr]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=9513</guid>
						<description><![CDATA[Testes com voluntários são realizados para vacinas de Covid-19, vírus sincicial e dengue]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Em 2020, quando o mundo esperava uma vacina contra o novo coronavírus, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) teve papel importante para encurtar a distância entre os estudos e a aplicação: foi um dos seis centros de pesquisa escolhidos para os testes do imunizante fabricado pelo laboratório AstraZeneca, do Reino Unido. Essa atuação só foi possível graças a uma  estrutura criada em 2010: a Unidade de Pesquisa Clínica (UPC), ligada ao Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM).</p>		
												<img width="1024" height="667" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/10/capa-1024x667.jpg" alt="Descrição da imagem: Ilustração horizontal e colorida em tons de roxo, com quatro frascos de vacina no centro inferior. Eles estão em destaque em contra-ploungée, enfileirados. O frasco é rosa claro, o rótulo é roxo em tom orquídea e a tampa é roxa. Nos rótulos, da esquerda para a direita, as palavras &quot;covid&quot;, &quot;VSR&quot;, &quot;covid&quot; e &quot;dengue&quot;. Atrás dos frascos, em azul marinho e verde marinho, círculo de destaque com detalhes em zigue-zague. O fundo é uma estampa de ilustrações do vírus da covid, vsr e dengue em tom lilás sobre fundo roxo escuro." loading="lazy" />														
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">No início, o desafio da  UPC era estruturar equipe e trabalho para a pesquisa clínica, explica Alexandre Schwarzbold, coordenador do centro. “São pesquisas em que se testam medicamentos, métodos, diagnósticos, vacinas e insumos em pessoas. E tem todo um regramento nacional e internacional para fazer isso, o que demanda uma estrutura física, de pessoas e de materiais para poder executar”. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">As primeiras pesquisas investigaram medicamentos antifúngicos, testados em pacientes voluntários que, internados no HUSM, sofriam com doenças fúngicas graves. Quando começou o trabalho de testagem da vacina contra a Covid-19, a UPC teve mais destaque e reconhecimento. Nesta reportagem, a Arco lista quatro vacinas que atualmente são testadas por pesquisadores da UFSM. Confira:</p>		
			<h3>1 - Vacina contra Covid-19: Oxford/Astrazeneca</h3>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">No outono de 2020, Alexandre contatou pesquisadores brasileiros e do exterior na tentativa de trazer vacinas para testes no Brasil. Alguns desses cientistas eram da Universidade de Oxford, instituição britânica que já tinha um imunizante em fases mais avançadas de desenvolvimento e que utilizavam tecnologias estudadas há mais de uma década. Em setembro de 2020, o docente recebeu a confirmação de que a UFSM sediaria os testes dessa vacina, ao lado do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e de três centros privados localizados em Natal (RN), Rio de Janeiro (RJ) e Salvador (BA).</p><p><b style="font-weight: normal"> </b></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">“Formamos uma equipe de seis pesquisadores clínicos ligados a instituições públicas e privadas, e nos comprometemos com a meta de vacinar mais de 10 mil pessoas em um mês. Isso é inédito na história da pesquisa clínica mundial”, afirma Alexandre. O docente expõe que o grande número de voluntários em um período de tempo curto foi facilitado pela emergência sanitária e possibilitou uma análise rápida dos resultados. A vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a farmacêutica britânica Astrazeneca foi a <a href="https://g1.globo.com/bemestar/vacina/noticia/2020/12/08/oxford-e-a-primeira-a-publicar-resultados-preliminares-de-fase-3-de-vacina-contra-a-covid-19-em-revista-cientifica.ghtml" target="_blank" rel="noopener"><b><u>primeira a publicar resultados de eficácia da fase 3 em revistas científicas</u></b></a>.</p><p><b style="font-weight: normal"> </b></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Na UFSM, 1,1 mil voluntários participaram da vacinação. O estudo ainda está em desenvolvimento, com voluntários que receberam a quarta dose para avaliação da imunogenicidade — a capacidade de uma vacina ou medicamento provocar uma resposta imune por meio da indução de anticorpos. O objetivo é avaliar o efeito da segunda dose de reforço em populações mais jovens. </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Três mulheres participantes do estudo engravidaram durante o período. Isso permitiu que a equipe acompanhasse os efeitos da vacina em gestantes, tanto a segurança do imunizante quanto a produção de anticorpos nos bebês por meio da gestação. De acordo com Alexandre, a pesquisa está em fase final e tem previsão de duração de mais seis meses, com término em 2023.</p>		
			<h3>2 - Vacina contra Covid-19: Clover</h3>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Um ano depois do início dos estudos da vacina de Oxford, <a href="https://www.ufsm.br/2021/09/15/com-reconhecimento-nacional-ufsm-participa-de-estudos-de-nova-vacina-contra-a-covid-19/" target="_blank" rel="noopener"><u><b>outro imunizante começou a ser testado</b></u></a> na Unidade de Pesquisa Clínica da UFSM: a vacina desenvolvida pela farmacêutica Clover Biopharmaceuticals, de origem sino-australiana. O estudo, que aplicou vacinas em 800 voluntários, ainda está em andamento, na fase de visitas de acompanhamentos. “Já foi analisada a segurança, a eficácia, a publicação e a recomendação de uso delas para as pessoas e para o mundo”, diz Alexandre. O pesquisador aponta que, apesar de os resultados da eficácia serem bons - no Brasil foi de 90% - a vacina ainda não está disponível para a população, devido aos prazos regulatórios de aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os estudos da vacina da Clover devem encerrar em 2023.</p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">“Foi a que teve menos sintoma de reação, ela é muito pouco reatogênica e, por isso, é uma boa alternativa para crianças”, destaca Alexandre.</p>		
			<h3>3 - Vacina contra Vírus Sincicial Respiratório (VSR)</h3>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Antes de a pandemia eclodir, no final de 2019, a UPC havia iniciado uma parceria com a farmacêutica britânica GlaxoSmithKline (GSK) para testar uma vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório (RSV, na sigla em inglês). Esse vírus é o principal causador de bronquiolites e pneumonias em bebês e crianças de até dois anos. Alexandre destaca que a condição causa muito desconforto e pode evoluir para asma ou complicações de infecções respiratórias. Interrompidos durante o auge da pandemia, os testes foram retomados em 2022. “É um estudo específico de uma vacina para gestantes, em que a gente vacinava as mães com o intuito de proteger os bebês”, explica Alexandre.  </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><br />Ainda não há uma vacina contra o RSV no mundo, mas, de acordo com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), <a href="https://portal.fiocruz.br/noticia/fiocruz-alerta-para-prevencao-do-virus-sincicial-respiratorio-vsr"><b>o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza o medicamento palivizumabe para casos mais graves</b></a>. Ao lado da UFSM, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e o campus Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP) também participam da pesquisa no Brasil. Em Santa Maria, foram 40 voluntárias vacinadas, que incluíram tanto casos de gravidez de risco quanto de gravidez sem complicações. O estudo está em fase de análise, a ser submetido a publicação internacional no próximo mês.</p>		
			<h3>4 - Vacina contra a Dengue</h3>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Prevalente no território brasileiro, a dengue é,&nbsp;<a href="https://bvsms.saude.gov.br/dengue-16/#:~:text=O%20aparecimento%20de%20manchas%20vermelhas,m%C3%A9dica%2C%20pois%20pode%20ser%20fatal.https://bvsms.saude.gov.br/dengue-16/#:~:text=O%20aparecimento%20de%20manchas%20vermelhas,m%C3%A9dica%2C%20pois%20pode%20ser%20fatal" target="_blank" rel="noopener"><u><b>uma doença infecciosa febril aguda</b></u></a> contra a qual ainda não existem vacinas. Somente em 2022, <a href="https://oglobo.globo.com/saude/medicina/noticia/2022/08/mortes-por-dengue-explodem-no-brasil-em-2022-terceiro-pior-ano-em-serie-historica.ghtml" target="_blank" rel="noopener"><b><u>831 pessoas</u></b></a> morreram de dengue no Brasil, o terceiro pior ano da série histórica do Ministério da Saúde.&nbsp;</p>
<p><b style="font-weight: normal">&nbsp;</b></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Alexandre informa que oito centros gaúchos vão receber os estudos de uma vacina contra a dengue desenvolvida em uma parceria do Instituto Butantan com a farmacêutica alemã Merck KGaA. “Tem uma dimensão regional: o Rio Grande do Sul era um dos poucos estados em que a soropositividade de dengue, ou seja, pessoas que já tiveram contato, ainda é muito baixa. E a soronegatividade é alta, portanto é o melhor lugar para vacinar para a prevenção”, ilustra. Dessa forma, por meio dos testes em pessoas que nunca tiveram dengue, é possível avaliar a eficácia da vacina em prevenir o desenvolvimento e a aquisição da doença.</p>
<p><b style="font-weight: normal">&nbsp;</b></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A previsão é de que os testes da vacina comecem em janeiro de 2023, com estimativa de 80 a 100 pessoas voluntárias em Santa Maria, com foco principalmente em pessoas jovens e militares.&nbsp;</p>
<p>Para saber mais sobre o processo de pesquisas para a criação de vacinas, leia<b> </b><b><a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/como-funcionam-pesquisas-criacao-vacina/">esta reportagem</a>.</b></p><p><strong><em>Expediente:</em></strong></p><p><em><strong>Reportagem:</strong> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em></p><p><em><strong>Design gráfico:</strong> Julia Coutinho, acadêmica de Desenho Industrial e voluntária;</em></p><p><em><strong>Mídia social:</strong> Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; e Nathália Brum, acadêmica de Jornalismo e estagiária;</em></p><p><em><strong>Edição de Produção:</strong> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em></p><p><em><strong>Edição geral:</strong> Luciane Treulieb, jornalista;</em></p><p><em> <strong>Editor convidado:</strong> Luis Felipe Santos, jornalista.</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Aspirina e ácido acetilsalicílico (AAS) podem fazer mal para quem está com suspeita de dengue?</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/aspirina-e-aas-fazer-mal-suspeita-dengue</link>
				<pubDate>Mon, 20 Jun 2022 13:23:20 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Mitômetro]]></category>
		<category><![CDATA[AAS]]></category>
		<category><![CDATA[ácido acetilsalicílico]]></category>
		<category><![CDATA[aspirina]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[dengue]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[suspeita de dengue]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=9344</guid>
						<description><![CDATA[Com mais de 10 mil casos no Rio Grande do Sul, ainda existem dúvidas sobre qual medicamento tomar em caso de suspeita da doença]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p id="docs-internal-guid-624d0bf0-7fff-909a-8c5e-347bd58e6f1a" dir="ltr">Com o aumento dos casos de dengue no Brasil, uma dúvida que surgiu entre a população é sobre o uso de medicamentos como aspirina e ácido acetilsalicílico (AAS) para o tratamento da doença. Segundo o<a href="https://saude.rs.gov.br/mais-tres-obitos-por-dengue-sao-confirmados-no-rio-grande-do-sul"> <u>Ministério da Saúde</u></a>, em 2022 os casos de dengue no Brasil cresceram 43,9%. O Rio Grande do Sul já registra, neste ano, mais do que o dobro do número de casos autóctones confirmados em 2021 - quando a contaminação acontece dentro de um mesmo local. No ano passado, foram 3.906 casos e, neste ano, já são 10.536 casos. </p><p>O professor Eduardo Flores, do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva (DMVP) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), afirma que esse aumento pode estar relacionado a dois fatores. O primeiro é que em 2020 e 2021 pode ter havido subnotificação e, portanto, o que se registra nesses anos não é um aumento de casos, mas sim das notificações. O segundo ponto é o favorecimento das  condições climáticas para a proliferação e a reprodução dos mosquitos, o que pode ter beneficiado esse aumento.</p>		
												<img width="1024" height="667" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/06/Dengue_Capa-1024x667.jpg" alt="Descrição da imagem: Ilustração horizontal e em tons de azul marinho de um homem confuso entre dois mosquitos da dengue. O homem está de frente, em primeiro plano, da cintura para cima. Ele tem pele branca, cabelos raspados e em tonalidade escura, olhos redondos e brancos, bigode ralo; veste camiseta azul marinha. Segura uma cartela de AAS na mão, em cores vermelha e branca. Ao lado do seu ouvido, na esquerda da imagem, mosquito da dengue preto com pintas brancas, e um balão de fala ao lado, com a frase &quot;Não toma! Vai fazer mal&quot;. Na direita da imagem, ao lado do ouvido do homem, outro mosquito da dengue, e, ao lado, balão de fala com a frase &quot;Toma sim!&quot;. O fundo é uma parede de tijolos em cinza escuro." loading="lazy" />														
		<p id="docs-internal-guid-3e6d7208-7fff-953e-f90d-bc6208ed306d" dir="ltr">De acordo com o professor, os aumentos de casos de dengue no Brasil estão relacionados a segunda variável. O calor e o clima úmido proporcionam maior proliferação do mosquito, enquanto na temporada de temperaturas mais frias a reprodução tende a diminuir. Por isso os picos de casos de dengue nas regiões sul e sudeste ocorrem no final do verão e no início do outono, entre fevereiro e março, que é quando há maior população de mosquito circulando e, consequentemente, mais atividade do vírus.</p><p dir="ltr">Eduardo Flores explica que o vírus da dengue é dividido em quatro grupos: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4. Cada um dos tipos causa doenças parecidas, mas raramente circulam ao mesmo tempo e no mesmo local. De acordo com o pesquisador, por existirem quatro tipos de dengue, uma pessoa só poderá ser infectada pelo vírus um total de quatro vezes ao longo da vida. É importante ressaltar que, se contrair um tipo de dengue, após o período de infecção, o indivíduo se torna imune ao tipo contraído.</p><p>Os sintomas da doença são a febre alta acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e nas articulações, fraqueza, dor atrás dos olhos e erupções cutâneas - pequenas manchas vermelhas presentes em  20% ou 30% dos casos. A Revista Arco preparou um mitômetro para saber se, em caso de suspeita da doença, faz mal ingerir medicamentos como ácido acetilsalicílico (AAS) e aspirina.</p>		
			<h3>O problema da automedicação</h3>		
		<p id="docs-internal-guid-edb69301-7fff-519f-fa04-8b3a03d2e2bc" dir="ltr">Por apresentar sintomas comuns, a dengue pode ser confundida com outras doenças, como a gripe. De acordo com Ana Paula Ferreira, farmacêutica da Farmácia Escola da UFSM, os  medicamentos utilizados no tratamento de gripes e resfriados não são indicados em caso de suspeita de dengue. A farmacêutica alerta para prestar atenção em casos registrados na região, uma vez que os sintomas podem estar relacionados à dengue, além de evitar os medicamentos com salicilatos na composição, principalmente o ácido acetilsalicílico (AAS) e anti-inflamatórios em geral, como Diclofenaco, cetoprofeno, ibuprofeno e nimesulida.</p><p dir="ltr"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A farmacêutica Melina Renz, também da Farmácia Escola, lembra que, embora não seja tão comentado, outro tipo de medicamento que deve ser evitado são os corticoides. Esse tipo de anti-inflamatório não é recomendado por não existirem estudos que comprovem a eficácia no tratamento da doença. Segundo a farmacêutica Claudia Silveira,  também da Farmácia Escola, a automedicação para alguém que já tem uma doença pré-existente pode agravar o quadro, uma vez que muitas pessoas desconhecem seu organismo e não sabem se têm alergia a algum medicamento.</p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alertam sobre a  importância de observar a composição do medicamento, para evitar aqueles contra indicados no caso de suspeita de dengue. Ana Paula ressalta que, em caso de dúvidas e na ausência de acesso a um médico ou posto de saúde, pode-se consultar um profissional farmacêutico, a fim de tirar dúvidas sobre os medicamentos que devem ser evitados em caso de suspeita da doença.</p>		
			<h3>Reações e efeitos da Aspirina e Ácido acetilsalicílico (AAS)</h3>		
		<p id="docs-internal-guid-d751bfb0-7fff-1795-cda3-0020901929d1" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Ana Paula Ferreira esclarece que o ácido acetilsalicílico (AAS),  anti-inflamatório não esteróide, também conhecido como Aspirina, é uma droga usada para ‘afinar o sangue’: ela diminui a agregação plaquetária, o que minimiza a coagulação sanguínea. Uma das consequências da dengue, em sua forma mais grave, é a hemorragia. No momento que a pessoa ingere um medicamento que dificulta a coagulação, há mais chances de que a hemorragia aconteça.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Eduardo Flores informa que a dengue hemorrágica é a forma grave da doença:  em geral, entre 95% e 99% das pessoas têm febre, ficam em repouso e se recuperam. No entanto, até 2% dos casos se agravam na chamada dengue hemorrágica. Esse tipo da doença ocorre principalmente quando o indivíduo foi infectado com um tipo de dengue e tem nova infecção com outro tipo entre dois e quatro anos depois da primeira vez. A imunidade prévia  não protege contra o tipo diferente de dengue, e ainda pode agravar o caso.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">De acordo com Ana Paula, a orientação geral é evitar os anti-inflamatórios, uma vez que eles mexem com a  cascata da agregação plaquetária e  podem causar sangramentos. Os derivados do Ácido Acetilsalicílico (Aas) são os que têm mais efeitos nesse sentido. A farmacêutica ressalta que não são somente  medicamentos de uso oral que podem ter consequências no agravamento do caso. O Gelol - analgésico em forma de pomada utilizado para tratamento de contusões, reumatismos, dores musculares e torcicolos - tem Salicilato de metila na composição e inclui  na bula a recomendação de não ser utilizado em caso de suspeita de dengue. Mesmo que pequena, o Gelol pode promover uma absorção de seus componentes, e não é possível saber de que forma o organismo infectado pela dengue vai reagir à substância.</p>		
			<h3>Em caso de suspeita de dengue</h3>		
		<p id="docs-internal-guid-a2b65fca-7fff-bbdb-b19c-2d98469bc684" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Marila Marchiori, farmacêutica da Farmácia Escola UFSM, afirma que a principal recomendação ao ter febre alta, dor de cabeça, dor nos olhos e cansaço, é fazer tratamento não medicamentoso por meio da ingestão de  bastante líquido e procurar atendimento médico.</p><p>Não existe um tratamento específico para a dengue, o que se faz é um tratamento sintomático, utilizando medicamentos que aliviam os sintomas da doença mas não agem sobre a causa. Claudia Silveira chama a atenção para a nomenclatura dos medicamentos, uma vez que muitos são conhecidos pelo nome comercial e não atentam para a composição, que pode ter contraindicação. Por isso, aconselha-se sempre a leitura da bula ou a busca por informações sobre o medicamento com o farmacêutico.</p>		
												<img width="658" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/06/comprovado-658x1024.png" alt="" loading="lazy" />														
		<p id="docs-internal-guid-e9910d9d-7fff-38a9-5094-f5113cd06617" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Veredito final: Comprovado!</p>
<p dir="ltr">
</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Em caso de suspeita de dengue, não tome ácido acetilsalicílico (AAS) ou aspirina. Esse é um medicamento que dificulta a coagulação, o que facilita a ocorrência de hemorragia - uma das consequências da dengue em sua forma mais grave. A orientação geral é evitar anti-inflamatórios, porque todos são potenciais causadores de sangramentos. Os derivados do Ácido Acetilsalicílico são os mais propensos a esse efeito. Sempre procure um médico e, antes de ingerir um medicamento, leia a bula e/ou tire suas dúvidas sobre o medicamento com o farmacêutico.</p><strong><em>Expediente:</em></strong><em><strong>Reportagem:</strong> Karoline Rosa, acadêmica de Jornalismo e voluntária;</em><em><strong>Design gráfico:</strong> Noam Wurzel, acadêmico de Desenho Industrial e bolsista;</em><em><strong>Mídia social:</strong> Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Ana Carolina Cipriani, acadêmica de Produção Editorial e bolsista; Ludmilla Naiva, acadêmica de Relações Públicas e bolsista; Alice dos Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; e Gustavo Salin Nuh, acadêmico de Jornalismo e voluntário;</em><em><strong>Relações Públicas:</strong> Carla Isa Costa;</em><em><strong>Edição de Produção:</strong> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em><em><strong>Edição geral:</strong> Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas.</em>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Plataforma da UFSM monitora casos recentes de dengue em Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/04/15/plataforma-da-ufsm-monitora-casos-recentes-de-dengue-em-santa-maria</link>
				<pubDate>Wed, 15 Apr 2020 12:26:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[aedes aegypti]]></category>
		<category><![CDATA[dengue]]></category>
		<category><![CDATA[NTE]]></category>
		<category><![CDATA[saúde pública]]></category>
		<category><![CDATA[zika zero]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=51815</guid>
						<description><![CDATA[Em meio à pandemia do coronavírus, outra doença volta a preocupar: a dengue. A Prefeitura de Santa Maria, por meio da Vigilância em Saúde do Município, confirmou no início deste mês 20 casos de dengue na cidade. Os números preocupam as autoridades e devem servir de alerta para a população. Há sete anos o município [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Em meio à pandemia do coronavírus, outra doença volta a preocupar: a dengue. A Prefeitura de Santa Maria, por meio da Vigilância em Saúde do Município, confirmou no início deste mês 20 casos de dengue na cidade. Os números preocupam as autoridades e devem servir de alerta para a população.</p>
<p>Há sete anos o município é considerado infestado. Os poucos casos registrados até então eram importados, ou seja, vindos de fora. A diferença deste ano é que, dos casos confirmados, 18 são autóctones (contraídos no município onde a pessoa vive) e dois são importados. Também há 18 casos suspeitos de infecção pelo mosquito <em>Aedes aegypti</em>, que transmite a febre <em>chikungunya</em> e o zika vírus. </p>
<p>A UFSM monitora a incidência do <em>Aedes aegypti</em> desde 2016, quando o Ministério da Educação convidou instituições educacionais para participar da campanha Zika Zero, que buscava eliminar o mosquito através da mobilização da comunidade estudantil. </p>
<p>O Comitê de Combate ao <em>Aedes aegypti</em> da UFSM foi criado em fevereiro daquele ano, contando com representantes de diversos órgãos suplementares, tendo como presidente o professor Paulo Roberto Colusso, para promover ações de combate ao mosquito. O projeto buscou conscientizar o público da Universidade em relação aos cuidados e prevenção, por meio de ações como mutirões de limpeza e distribuição de material informativo produzido pela equipe multidisciplinar do Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE). </p>
<p>Em 2017, o NTE criou um jogo interativo para abordar a conscientização do combate ao mosquito com as crianças. Intitulado "Bia contra a Zika", o game ainda está disponível na <a href="https://nte.ufsm.br/zikazero" target="_blank" rel="noopener noreferrer">plataforma do NTE</a> criada para o projeto Zika Zero.</p>
<p>Os conteúdos produzidos pela UFSM desde 2016 e notícias atuais também podem ser encontrados no <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/nte/zika-zero/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">link</a>.</p>
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