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				<title>Professora da UFSM integra a delegação brasileira na 70ª Conferência sobre a Situação da Mulher da ONU</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/11/professora-da-ufsm-integra-a-delegacao-brasileira-na-70a-conferencia-sobre-a-situacao-da-mulher-da-onu</link>
				<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 12:30:48 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[GIDH]]></category>
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		<category><![CDATA[situação da mulher]]></category>

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						<description><![CDATA[Mariana Selister Gomes foi selecionada pelo Ministério das Mulheres]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

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[caption id="attachment_72156" align="alignright" width="544"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-11-at-09.05.38.jpeg"><img class="wp-image-72156" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-11-at-09.05.38.jpeg" alt="" width="544" height="408"></a> Mariana participa de conferência da ONU em Nova York[/caption]
<p>A professora Mariana Selister Gomes, do Departamento de Economia e Relações Internacionais e dos Programas de Pós-Graduação em Relações Internacionais e em Ciências Sociais da UFSM, foi selecionada, pelo Ministério das Mulheres, para integrar a delegação brasileira na 70ª Conferência sobre a Situação da Mulher da ONU, em New York, que iniciou na segunda (9) e segue até 19 de março.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O papel das acadêmicas é o de auxiliar o corpo diplomático na formulação da posição do Brasil, bem como acompanhar os debates, elaborar relatórios analíticos e, em seu retorno, multiplicar a Agenda Global nos seus territórios, via ensino, pesquisa, extensão e desenvolvimento institucional.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo Mariana, o sistema ONU impacta diretamente as vidas nos territórios. Um exemplo é a Lei Maria da Penha, que só foi aprovada após enorme pressão da OEA. Outro exemplo é a Lei do Feminicídio, que conseguiu aprovação no Brasil em diálogo com as Conferências das Mulheres da ONU, e agora o Brasil é protagonista no tema, colaborando com outros países para que tenham suas leis nacionais sobre a matéria.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Neste ano, o tema prioritário da conferência é o Combate à Violência e Acesso à Justiça. Há 20 anos, a professora Mariana pesquisa diferentes formas de violência e os feminismos em luta. Ainda em seu mestrado, em 2008, propôs que a violência simbólica deveria ser encarada de frente, com transformação cultural via educação das relações de gênero, para que outras formas de violência fossem evitadas. Com esse argumento, ela foi uma das vencedoras do prêmio “Feminismo en America Latina: la mirada de las jovenes”, da ONU Mulheres (confira <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/pub_ensayos09.pdf" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>).</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na UFSM, a professora atua na extensão, na pesquisa e no ensino das relações de gênero. Na extensão, desenvolve, desde 2019, o Programa de Extensão GIDH - Gênero, Interseccionalidade e Direitos Humanos, vinculado ao ODH e a Casa Verônica; inclusive, no ano passado, o GIDH desenvolveu uma cartilha sobre a Bertha Lutz (a brasileira que protagonizou a inclusão das mulheres na Declaração Universal dos Direitos Humanos em 1948) para este ano distribuir nas escolas, juntamente com formações aos estudantes e professoras da rede, ancorando a Lei 14.986/2024. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Na pesquisa, desenvolve, desde 2019, o projeto “Metodologia de Pesquisa Feminista e Decolonial”. No ensino, ministra disciplinas relacionadas aos Estudos de Gênero, para alunos de diferentes cursos. Neste semestre, inclusive, está ministrando “Tópicos Especiais em Direitos Humanos”, no curso de Relações Internacionais. Também é coordenadora do PPGRI.</p>
<p>Em seu retorno, a professora irá promover - juntamente com a PRE, o Gabinete da Reitora, o CCSH e o PPGRI - uma série de eventos, bem como, irá trazer sugestões para o fortalecimento da Agenda 2030, sobretudo do ODS 5, na instituição. Fique atento aos eventos pelo @gidh.ufsm no Instagram.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>“Está sendo uma experiência incrível. Um momento único de compartilhar conhecimentos e lutas com mulheres que fazem a diferença em seu territórios, em várias partes do Brasil e do mundo, bem como, auxiliar a construir a Agenda Global que impacta diretamente no local”, afirma Mariana.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Semana Acadêmica debate mercado financeiro e economia internacional no campus da UFSM-PM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/24/semana-academica-debate-mercado-financeiro-e-economia-internacional-no-campus-da-ufsm-pm</link>
				<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 17:27:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências Econômicas]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Palmeira das Missões]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM PM]]></category>
		<category><![CDATA[yeda crusius]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71115</guid>
						<description><![CDATA[A economista e ex-governadora do RS Yeda  Crusius foi uma das palestrantes do encontro]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_71116" align="alignleft" width="650"]<img class=" wp-image-71116" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/DSC01215.jpg" alt="Foto colorida horizontal de auditório. Dos dois lados estão pessoas sentadas em cadeira alinhadas. Entre elas, um corredor. À frente, a ex-governadora Yeda Crusius e o apresentador do evento. " width="650" height="433" /> A ex-governadora Yeda Crusius foi uma das palestrantes da Semana Acadêmica de Ciências Econômicas[/caption]
<p>A 13ª Semana Acadêmica do Curso de <a href="https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/palmeira-das-missoes/ciencias-economicas/informacoes-do-curriculo?language=" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/palmeira-das-missoes/ciencias-economicas/informacoes-do-curriculo?language%3D&amp;source=gmail&amp;ust=1761411448970000&amp;usg=AOvVaw0QUGY19ACRC1yb1qXYhmv6">Ciências Econômicas</a> da Universidade Federal de Santa Maria campus Palmeira das Missões reuniu, de 14 a 17 deste mês, estudantes, docentes e convidados para uma série de palestras e debates sobre temas atuais da economia, do mercado de trabalho e da política. Realizada no auditório do campus, a programação foi organizada pelo Diretório Acadêmico.</p>
<p>No primeiro dia, gerentes de instituições financeiras compartilharam experiências e perspectivas sobre o mercado de trabalho na área bancária e no agronegócio. Os palestrantes foram Jonas Marmentini, gerente geral do Banrisul de Palmeira das Missões; Gustavo Nogueira, gerente de relacionamento do Banco do Brasil, agência de Entre-Ijuís; e Darlan Balbinot, gerente de ciclo de crédito da Sicredi Região da Produção, agência de Sarandi.</p>
<p>No dia 15, o economista João Victor de Paula abordou o mercado de investimentos, discutindo tendências, estratégias e os desafios de um mundo financeiro em constante transformação.</p>
<p>O terceiro dia contou com a participação do professor Dieison Casagrande, do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSM, que apresentou reflexões sobre a Economia Internacional, relacionando o tema ao mercado agro e às commodities.</p>
<p>A programação encerrou com a presença da ex-governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius. A economista compartilhou sua trajetória como estudante, mãe, professora, ministra e primeira mulher a governar o Estado.</p>
<p><em>Foto e texto Divisão de Divulgação Institucional da UFSM-PM</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professores da UFSM participam de obra em homenagem à economista Edith Penrose</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/04/17/penrose</link>
				<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 14:41:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[edith penrose]]></category>
		<category><![CDATA[PPGD&E]]></category>
		<category><![CDATA[teoria econômica]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=68839</guid>
						<description><![CDATA[Estudo resulta de parceria com Unisinos e apoio do Edital Pró-publicações]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>

<p><img class="wp-image-68840 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/content.jpg" alt="Imagem colorida vertical em formato de miniatura da capa do livro. A imagem, dividia está em três áreas. Na superior e na inferior, predomina a cor azul clara com desenhos de pontos que se conectam em cores preta e amarela clara. Na área do meio, com fundo branco está escrito em preto Edith Penrose's Legacy " width="294" height="416" />Os docentes do Programa de Pós-Graduação em Economia e Desenvolvimento (PPGE&amp;D), Júlio Eduardo Rohenkohl e Orlando Martinelli Júnior, publicaram um artigo no livro <i>Edith Penrose Legacy's </i>(Legado de Edith Penrose, em tradução livre). A obra presta homenagem à economista norte-americana Edith Penrose, autora de obras como <i>Teoria do Crescimento da Empresa</i>.</p>
<p>O livro, editado pela Routledge, reúne comunicações de estudos redigidos por renomados economistas e acadêmicos da área das Ciências Sociais, que abordam vários tópicos, incluindo inovação e colaboração entre empresas. Os textos destacam o valor da perspectiva penrosiana e a extensão do legado da economista.A obra foi publicado originalmente como uma edição especial da <i>International Review of Applied Economics</i>. </p>
<p>O artigo assinado pelos professores da Universidade Federal de Santa Maria resulta de parceria de pesquisa com o Programa de Pós-Graduação em Economia da Unisinos e teve apoio para tradução da UFSM, por meio do Edital Pró-publicações.</p>
<p><em>Com informações do PPGD&amp;E/CCSH</em></p>
<p> </p>

]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Seminário de Jovens Pesquisadores em Economia e Desenvolvimento vai ocorrer em outubro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/08/15/seminario-de-jovens-pesquisadores-em-economia-e-desenvolvimento-vai-ocorrer-em-outubro</link>
				<pubDate>Tue, 15 Aug 2023 22:39:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>

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						<description><![CDATA[Em sua 10ª edição, o evento é promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Economia e Desenvolvimento da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Foi aberto nesta quarta-feira (15) – com encerramento previsto para 15 de setembro – o período de submissão de trabalhos para o 10º Seminário de Jovens Pesquisadores em Economia e Desenvolvimento, que ocorre nos dias 10 e 11 de outubro, em formato híbrido. O evento tem como objetivo promover a divulgação da pesquisa e extensão acadêmica e construir vínculos sólidos entre alunos, instituição e comunidade. Os trabalhos devem estar inseridos em algum dos seis eixos em que estão classificados os grupos de trabalho do seminário:

Eixo 1 – Macroeconomia e economia internacional;

Eixo 2 – Microeconomia e economia industrial e da inovação;

Eixo 3 – Metodologia, história do pensamento econômico e economia brasileira;

Eixo 4 – Desenvolvimento, instituições e economia política internacional;

Eixo 5 – Economia regional e urbana, economia social e demografia econômica;

Eixo 6 – Economia agrícola, meio ambiente e sustentabilidade.

O seminário é uma promoção do Programa de Pós-Graduação em Economia e Desenvolvimento da UFSM, contando com o apoio do Departamento de Economia e Relações Internacionais e do Centro de Ciências Sociais e Humanas. De acordo com a organização do evento, a programação completa será divulgada na próxima semana. As atividades presenciais vão ocorrer no auditório do prédio 74 C do campus sede.

Quem quiser participar do seminário apenas na condição de ouvinte pode se inscrever até o dia 10 de outubro. Instruções para a submissão de trabalhos e outras informações sobre o evento estão disponíveis <a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppged/eventos/x-seminario-de-jovens-pesquisadores-em-economia-e-desenvolvimento" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudo produzido por professor da UFSM auxilia na análise de dados para desenvolvimento de política de regulamentação de mercado de carbono no Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/03/27/estudo-mercado-de-carbono-no-brasil</link>
				<pubDate>Mon, 27 Mar 2023 13:33:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de carbono]]></category>

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						<description><![CDATA[Valny Giacomelli Sobrinho adaptou método utilizado em balanços financeiros para calcular quais setores da economia brasileira mais emitem gases de efeito estufa ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:tadv/classic-paragraph --></p>
<p>O carbono está em todos os lugares: nos nossos corpos, no grafite do lápis que usamos para escrever, no diamante utilizado para fazer joias, no solo e também no ar. Sua presença na atmosfera, no entanto, colabora para o efeito estufa e mudanças climáticas de forma que o chamado “átomo da vida” é uma das principais ameaças ao futuro do planeta. Para evitar que a ameaça se torne realidade, cientistas do mundo todo têm alertado a comunidade internacional sobre a necessidade de reduzir a emissão do carbono e outros Gases do Efeito Estufa (GEE). Políticas para isso já existem, mas conflitos de interesse políticos e econômicos impedem que as medidas saiam do papel. </p>
<p>Para ajudar na implementação dessas políticas no Brasil, Valny Giacomelli Sobrinho, professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais (DERI) da UFSM, desenvolveu um método que utiliza álgebra matricial para definir quais atividades econômicas devem integrar o chamado “Mercado de Carbono”. Seu trabalho foi publicado no Journal of Cleaner Production. A <a href="https://www.scijournal.org/impact-factor-of-j-clean-prod.shtml">revista é uma das mais conceituadas da área</a>, com 9,297 de 10 no quesito fator de impacto de acordo com Web of Science Group.</p>
<p>O artigo intitulado <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S095965262300272X">“<i>All the loners mingle – Where do they all come from and belong? Regulating sectoral emissions and carbon markets in Brazil”</i></a>, em português “Todos os solitários se juntam – De onde eles vêm e onde se acomodam? Regulando as emissões setoriais e os mercados de carbono no Brasil”, aplica os índices de encadeamento de Hirschman-Rasmussen, geralmente utilizados para identificar os setores ou indústrias mais dinâmicos da economia, para calcular a emissão de GEE dessas atividades. </p>
<p>Com esse método é possível verificar não só o impacto individual de cada setor, mas como ele influencia os demais, por meio das dinâmicas da cadeia produtiva. “Se um setor depende de outros e aumenta a sua produção, todos aumentam a sua atividade, é um efeito dominó. Sem levar em conta  os impactos ambientais, o resultado das áreas com maiores emissões é outro, foi isso que demonstrei no meu trabalho”, explica o professor. De acordo com o artigo, Agricultura, Floresta (desmatamento) e Energia são os setores mais dinâmicos da economia brasileira, isto é, os maiores responsáveis pelo seu desenvolvimento (geração de renda e empregos) mas, também, aqueles que mais emitem GEEs, à frente do setor de Transportes e da Indústria.</p>
<p>O professor afirma, também, que além da quantidade de emissões de cada setor, é preciso analisar o quão significativo ele é para a economia como um todo. “Muitas fábricas com baixa emissão (somadas) podem causar mais impacto que uma ou poucas fábricas com altas emissões", destaca. Além de uma análise mais precisa sobre os impactos ambientais das cadeias produtivas, o método ajuda a acompanhar e projetar tendências sobre o crescimento ou redução das atividades em cada setor ao longo do tempo. A razão disso está no pressuposto de que a relação técnica entre insumos e produtos (ou subprodutos) é mais ou menos estável no tempo. Por isso é que se pode utilizar dados da última matriz insumo-produto disponível, mesmo que ela seja referente ao ano de 2018.</p>
<p>Um dos motivos que levou o pesquisador a empregar uma versão estendida do método de Hirschman-Rasmussen e aplicá-la à política climática para calcular quais atividades econômicas são as maiores emissoras de GEE foi o impasse sobre quais setores devem ser regulados e as possíveis consequências dessa regulação para a economia nacional, como desemprego, perda de arrecadação e falta de produtos. “Tentei demonstrar como se dá o primeiro passo para desenvolver o mercado de carbono. O método utiliza critérios objetivos para fazer essa escolha com coerência, ajuda a poupar tempo e recursos, além de definir metas mais consistentes de emissão”, afirma.</p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p><h3>O que é o mercado de carbono?</h3>
<p>O mercado de carbono foi criado como um mecanismo de incentivo financeiro para a  redução de emissão de gases de efeito-estufa na atmosfera. Para isso, cada país estabelece um teto de emissões permitidas para as empresas em seu território. “Supondo que o limite seja de 100 tCO2e (toneladas de carbono-equivalente) e uma empresa que emite apenas 70 tCO2e, ela ganha 30 créditos, supondo que 1 crédito de carbono = 1 tCO2e. Já uma empresa que emite 130 tCO2e precisa pagar por essas 30 tCO2e a mais e, para isso, precisa comprar 30 créditos”, explica o professor. </p>
<p>Com o passar do tempo, o teto de emissões é reduzido de forma gradual, com o objetivo de atingir o net zero - zerar as emissões líquidas (emissões lançadas menos emissões removidas ou evitadas) de gases de efeito estufa na atmosfera. A criação de um mercado internacional de créditos de carbono está previsto no artigo 6 do Acordo de Paris, no entanto, ainda não há uma definição sobre como esse mercado irá de fato funcionar.</p>		
			<iframe src="https://e.infogram.com/e74b94c4-5913-4563-bdb4-eb355cecaca4?src=embed" width="2000" height="3000" scrolling="no" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><a href="https://infogram.com/e74b94c4-5913-4563-bdb4-eb355cecaca4" style="color:#989898!important;text-decoration:none!important" target="_blank" rel="noopener">Mercado de Carbono - Para Celular</a><br><a href="https://infogram.com" style="color:#989898!important;text-decoration:none!important" target="_blank" rel="nofollow noopener">Infogram</a>		
		<h3>Oportunidade de ouro para o Brasil</h3>
<p>O Brasil já possui iniciativas de comercialização de créditos de carbono, mas o setor não é regulado, por isso essas atividades são denominadas de mercado voluntário. Essa prática, no entanto, é pouco atrativa para as empresas por conta do alto custo do processo de certificação para se tornar um fornecedor de créditos de carbono. “Atualmente os custos são elevados e geralmente só grandes empresas podem arcar com ele. Estabelecer um mercado ajuda a diminuir os custos para quem deseja investir na área, pois o custo é diluído entre mais interessados”, projeta Valny.</p>
<p>O pesquisador aponta que, por conta da área florestal, que corresponde a <a href="https://snif.florestal.gov.br/pt-br/os-biomas-e-suas-florestas#:~:text=Florestas%20no%20Brasil,apenas%202%25%20s%C3%A3o%20florestas%20plantadas.">quase 60% do território nacional</a>, por sua matriz energética, considerada limpa, já que não utiliza queima de carvão, como países europeus e Estados Unidos, o Brasil possui potencial para ser um dos protagonistas, se não o protagonista do mercado de carbono.</p><blockquote>
<p style="text-align: center"><strong>“Nós temos uma ideia de que gerar renda é destruir a floresta e construir indústrias, mas a floresta é a maior indústria que temos, pois ela é forma mais barata, rápida e eficiente de reduzir as emissões de carbono, além de proporcionar outros recursos naturais que temos e não enxergamos como ativos econômicos. O problema é que no Brasil não se investe nisso; há mais incentivos para derrubar uma árvore do que para mantê-la em pé”, afirma Valny.</strong></p>
</blockquote><p>Além disso, o pesquisador destaca que o cenário geopolítico tornou os créditos de carbono ainda mais valiosos. Devido à guerra entre Rússia e Ucrânia, a União Europeia deixou de importar gás natural russo. Para suprir suas demandas energéticas, os países precisam utilizar-se da queima de carvão e combustível fóssil, o que aumenta as emissões de gás carbônico. “Como lá já existe um mercado regulamentado, os países são obrigados a cumprir metas. Então, eles estão à procura de algum país que ofereça créditos de carbono, e quem faz isso é quem tem floresta e energia limpa. Estima-se que por não possuir um mercado estabelecido, o Brasil perca de 16 a 25 bilhões de Euros por ano”, afirma.</p>
<p>A falta de um mercado regulamentado não é exclusividade do Brasil, ainda são muitos os países que não dispõem de mercados de carbono regulamentados nem voluntários. Exceções são países da União Europeia, China, Nova Zelândia, Califórnia (EUA) e Quebec (Canadá), que já regulamentaram a comercialização de créditos de carbono. A ausência de iniciativas nacionais dificulta a criação de um mercado internacional. De acordo com o professor, a exportação dos créditos é um incentivo ainda maior para reduzir as emissões, já que se um país possui créditos sobrando, ele pode negociar com outros. Sem essa possibilidade, ele aponta que dificilmente esse excedente seria gerado porque não haveria quem o comprasse.</p>
<p>Segundo Valny, o incentivo econômico é crucial para que as políticas ambientais sejam bem-sucedidas. “Muitos problemas ambientais já possuem soluções que não são aplicadas por falta de incentivo financeiro. É preciso mostrar que há um custo em poluir e um lucro em preservar, por isso medidas como o mercado de carbono são importantes”, destaca.</p>
<h3>Trajetória premiada</h3>
<p>O professor já empregou a matriz insumo-produto em outro trabalho sobre gerenciamento de resíduos sólidos no varejo. O trabalho foi o vencedor na categoria Pesquisador do 3º Prêmio Walmart-Brasil de Varejo Sustentável, no ano de 2010. Mas a sua pesquisa com os índices Hirschman-Rasmussen não foi algo planejado.</p>
<p>“Fui designado para ministrar uma disciplina que não era da minha área de atuação. Quando eu comecei a estudar para dar as aulas eu descobri sobre esses índices que não havia aprendido durante a graduação”, lembra o professor. Após esse primeiro contato, ele aprofundou os estudos na área por perceber que o método poderia ser aplicado na sua especialidade: economia ambiental, na qual possui um mestrado na Wageningen University and Research Centre, na Holanda.</p>
<p>O que motivou o pesquisador neste novo trabalho foram as discussões para regulamentar o mercado de carbono no Brasil. No final de 2022, a <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/medida-provisoria-n-1.151-de-26-de-dezembro-de-2022-453738894">Medida Provisória nº 1.151</a> incluiu a comercialização de créditos de carbono dentro da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11284.htm#:~:text=1%C2%BA%20Esta%20Lei%20disp%C3%B5e%20sobre,Nacional%20de%20Desenvolvimento%20Florestal%20-%20FNDF.">Lei de Gestão de Florestas Públicas (nº 11.284)</a>, embora a regulação do mercado de carbono ainda não tenha sido consumada. A criação de um mercado nacional para comercialização de créditos de carbono não interessa apenas ao Brasil, mas a toda a comunidade internacional por conta da importância que a pauta ambiental ganhou nas últimas décadas.</p>
<p>Apesar de reconhecer a importância do tema, o alcance do trabalho surpreendeu o pesquisador. Para ele, um dos motivos que fez o trabalho ser selecionado é a sua multidisciplinaridade, já que ele engloba Álgebra Linear, Economia e Meio Ambiente.</p><h3>Saiba mais</h3>
<p>Para explicar melhor como funciona o Mercado de Carbono, onde a ideia nasce, como se desenvolve e, ainda, algumas formas de reduzir as emissões de GEE, o gráfico abaixo apresenta uma linha do tempo de iniciativas realizadas e dicas para uma atuação mais sustentável.</p>		
			<iframe src="https://e.infogram.com/8848fbf8-7063-4e43-944d-a1c8df5e130f?src=embed" width="2000" height="4010" scrolling="no" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><a href="https://infogram.com/8848fbf8-7063-4e43-944d-a1c8df5e130f" style="color:#989898!important;text-decoration:none!important" target="_blank" rel="noopener">Timeline Dark Infographic</a><br><a href="https://infogram.com" style="color:#989898!important;text-decoration:none!important" target="_blank" rel="nofollow noopener">Infogram</a>		
		<p><em>Texto e gráfico: Bernado Silva, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Imagem de capa: Daniel Michelon De Carli, design</em><br /><em>Imagens Infográfico: fundo- Fotografia </em>Geran de Klerk disponível em Unsplash.<em style="color: #000000;font-size: 1rem;font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );text-align: var(--bs-body-text-align)">  fontes de energia e produtos - Freepik; tabela com valores de gases - reprodução</em></p>
<p><em>Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisa da UFSM calcula valor de Cesta Básica e Cesto Integral de Palmeira das Missões</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/01/23/pesquisa-calcula-cesta-basica-e-cesto-integral</link>
				<pubDate>Mon, 23 Jan 2023 12:41:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[cesta básica]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências Econômicas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM PM]]></category>

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						<description><![CDATA[Os dados são disponibilizados mensalmente e abrangem os principais itens de consumo, especialmente os alimentícios]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p></p>

<p style="color: #000000;font-size: 16px">Uma pesquisa realizada por docentes e discentes do Departamento de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), campus Palmeira das Missões, calcula o preço da Cesta Básica e do Cesto Integral mensalmente. O projeto teve início em novembro de 2022 com o objetivo de estimar as despesas da população municipal a partir dos principais itens de consumo, especialmente os alimentícios.</p>
<p style="color: #000000;font-size: 16px">O pontapé inicial do estudo foi dado pelo professor do Departamento de Ciências Econômicas, César Augusto Pereira dos Santos. Ao ingressar na UFSM, em março de 2022, ele percebeu que ainda não havia uma pesquisa que contemplasse os preços de produtos básicos da cidade de Palmeira das Missões. Assim, com a parceria de outros docentes, deu início a ação em novembro do último ano. A metodologia consiste na coleta dos preços, realizada em 10 mercados de diferentes bairros do município. Após, os dados são tabulados, ou seja, as informações são organizadas e transformadas em material que possa ser analisado, a fim de facilitar o uso das mesmas. Por fim, é realizado o cálculo da Cesta Básica e do Cesto Integral com base na pesquisa nacional feita pelo <a style="color: #204c90" href="https://www.dieese.org.br/">Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos (DIEESE)</a>, além de comparações dos valores em relação aos meses anteriores.</p>
<p style="color: #000000;font-size: 16px">A pesquisa da <a style="color: #204c90" href="https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/palmeira-das-missoes/ciencias-economicas/cbpm">Cesta Básica de Palmeira das Missões (CBPM)</a>, que se refere aos gastos de uma pessoa, acompanha o comportamento dos preços de 13 itens alimentícios: açúcar, arroz, banana, batata, café moído, carne bovina, farinha de trigo, feijão, leite integral, margarina, óleo, pão e tomate. O último relatório, divulgado no mês de janeiro, aponta uma queda de 4,32% no valor em relação a dezembro (Gráfico 1) - o preço foi de R$ 625,39 em dezembro, para R$ 598,38 em janeiro. O percentual se justifica pela baixa no preço dos itens hortifrutigranjeiros que, conforme César, acompanha o aumento da área plantada no Estado e a diminuição de preço dos insumos.</p>
[caption id="attachment_60997" align="aligncenter" width="501"]<img class="wp-image-60997 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/01/Graficos_Materia_Cesta_Basica_jan2023-01-1.png" alt="" width="501" height="501" /> Gráfico 1: Variação no preço da Cesta Básica durante os 3 meses de pesquisa[/caption]
<p>A pesquisa também abrange o Cesto Integral de Palmeira das Missões (CIPM) que leva em conta os gastos de uma família de 4 pessoas (pai, mãe e duas crianças). Além de outros alimentos, ele também inclui produtos de higiene e limpeza, além de gastos com energia elétrica, água encanada e gás de cozinha. Ao todo, são 56 itens calculados, com base na pesquisa do DIEESE. A média da água encanada e da energia elétrica, por exemplo, é feita a partir de 19 metros cúbicos e 146 quilowatt-hora (KWh) respectivamente. Já em relação ao gás de cozinha, são coletados os preços do botijão de 13 quilos em mercados do município e através do aplicativo Nota Fiscal Gaúcha. Os primeiros resultados da pesquisa apontam que o Cesto Integral equivale a cerca de 1,7 salários mínimos. Assim como a Cesta Básica, o preço também diminuiu nos últimos meses: o preço do Cesto Integral foi de R$ 2112,97 em novembro, R$ 2107,08 em dezembro e R$ 2094,54 em janeiro deste ano - o que representou uma diminuição de 0,60% em relação ao mês anterior (Gráfico 2).</p>
[caption id="attachment_60998" align="aligncenter" width="503"]<img class="wp-image-60998 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/01/Graficos_Materia_Cesta_Basica_jan2023-02.png" alt="" width="503" height="503" /> Gráfico 2: Variação no preço do Cesto Integral durante os 3 meses de pesquisa[/caption]
<p>O professor César destaca alguns dados que chamam atenção nesses primeiros três meses de pesquisa em Palmeira das Missões. Além da queda no valor da Cesta Básica e do Cesto Integral, nota-se uma diferença no preço dos itens se comparados em diferentes bairros do município. O mesmo pode ser observado na comparação entre os supermercados. “Às vezes tem diferença de 20% a 30% na mesma mercadoria em diferentes locais. O pão francês, por exemplo, chegou a custar R$ 5,60 em determinado mercado e em outros chegou a R$13,00”, observa César. Outro destaque é o impacto da carne bovina na Cesta Básica e no Cesto Integral e a diferença em relação a carne de frango e suína. Os dados do Cesto Integral, divulgados em janeiro, apontam que uma família de 4 pessoas precisaria desembolsar em média R$ 388,57 para os custos da carne bovina no mês. Já esse mesmo cálculo aponta R$ 50,44 para a carne suína e R$ 99,80 para a carne de frango, como pode ser observado no Gráfico 3:</p>
[caption id="attachment_60999" align="aligncenter" width="501"]<img class="wp-image-60999 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/01/Graficos_Materia_Cesta_Basica_jan2023-03.png" alt="" width="501" height="501" /> Gráfico 3: Comparação do valor da carne bovina em relação a carne de frango e a carne suína em janeiro de 2023[/caption]
<p>César destaca a importância da pesquisa não só para o município de Palmeira das Missões, mas para o entendimento de um cenário econômico mais amplo. “A população precisa saber quanto gasta e a variação dos custos mês a mês. Acompanhar esses números também é interessante para entender como a cesta básica impacta em termos de salário mínimo”, afirma o coordenador do projeto. O último relatório sobre a cesta básica do município aponta que a média do valor gasto com itens alimentícios equivale a 45,96% do salário mínimo em 2023. </p>
<p>Atualmente, os dados são disponibilizados, e atualizados mensalmente, no <a href="https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/palmeira-das-missoes/ciencias-economicas">site do curso de graduação em Ciências Econômicas da UFSM, campus Palmeira das Missões</a>. Além disso, os resultados da pesquisa são disponibilizados no Jornal Tribuna.</p>
<h3><b>Próximos passos da pesquisa </b></h3>
<p>A pesquisa da cesta básica realizada em Palmeira das Missões é pioneira na UFSM. O próximo passo é expandir a análise para os outros campi da instituição a partir do trabalho desenvolvido atualmente. Outro objetivo é incluir um número maior de alunos e abranger mais municípios da região. “Queremos um grupo grande de alunos trabalhando com a pesquisa e conseguir recursos para calcular o preço da Cesta Básica e do Cesto Integral de outras cidades da região”, destaca César. O coordenador ainda afirma que colocar à disposição da população esse tipo de estudo pode, também, futuramente, auxiliar na negociação de pautas salariais com base no custo de vida de cada cidade.</p>
<p>Para César, esse trabalho também é importante para a formação dos alunos pois possibilita o contato com a prática ao aprender sobre a metodologia da pesquisa e o impacto dos números para as famílias do município. Atualmente, o discente de Economia Douglas Abtibol colabora com a iniciativa, juntamente com os outros professores, na fase de coleta, tabulação dos dados e cálculo da Cesta Básica e do Cesto Integral. “A pesquisa tem possibilitado aliar a teoria trabalhada em aula, em disciplinas como Introdução à Economia e Microeconomia, com os resultados práticos em termos de mudanças nos preços dos produtos”, destaca Douglas.</p>
<p>A partir dos próximos resultados, a ideia é disponibilizar as variações trimestrais, mensais e anuais a fim de auxiliar na visualização dos dados apresentados. Além disso, com o andamento da pesquisa, César revela que o objetivo também é fazer parcerias com outros cursos da instituição para avaliar os dados de forma multidisciplinar e expor informações ainda mais completas para a comunidade.</p>
<p><em>Texto: Thais Immig, estudante de jornalismo e voluntária da Agência de Notícias</em><br /><em>Gráficos: Estevan Garcia Poll, programador visual da Unidade de Comunicação Integrada</em><br /><em>Edição: Mariana Henriques, jornalista da Agência de Notícias</em></p>
<p> </p>

<p></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professor da UFSM é o novo coordenador da área de Economia e Administração da Fapergs</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/07/19/professor-da-ufsm-e-o-novo-coordenador-da-area-de-economia-e-administracao-da-fapergs</link>
				<pubDate>Tue, 19 Jul 2022 10:54:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[administração pública]]></category>
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		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<category><![CDATA[gestão de organizações públicas]]></category>
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						<description><![CDATA[Daniel Arruda Coronel é o atual pró-reitor de Gestão de Pessoas da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_59132" align="alignright" width="376"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/07/FOTO-DANIEL.jpg"><img class="wp-image-59132" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/07/FOTO-DANIEL.jpg" alt="foto colorida em formato quadrado mostra o professor, camisa azul celeste, de óculos, sorrindo, sentado à ponta de uma mesa, celular apoiado sobre uma mesa branca, ao fundo há janelas abertas com vista para plantas iluminadas pelo sol" width="376" height="376" /></a> Daniel Arruda Coronel ficará no cargo por dois anos[/caption]
<p style="text-align: left">O professor Daniel Arruda Coronel é o novo coordenador da área de Economia e Administração da Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio Grande do Sul (Fapergs). A portaria saiu no final de junho, e o prazo é de dois anos. Conforme Daniel, as instituições de pesquisa indicam os seus representantes e o conselho superior da Fapergs escolhe os membros do conselho por área. "Os membros do conselho da área de Economia e Administração me incumbiram de coordenar pelos próximos dois anos. Irei trabalhar no sentido de fortalecer a área", afirma.</p>
<p style="text-align: left">Daniel é professor associado do Departamento de Economia e Relações Internacionais, com atuação como docente permanente nos Programas de Pós-Graduação em Administração Pública, em Gestão de Organizações Públicas e de Economia e Desenvolvimento da UFSM. Atualmente é bolsista de produtividade do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), pró-reitor de Gestão de Pessoas da UFSM e consultor <em>ad hoc</em> da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Instituto de Pesquisas Educacionais INEP/MEC e do CNPq, entre outras atribuições.</p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Palestra vai abordar a relação entre o desenvolvimento da China e a perspectiva brasileira</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/06/21/palestra-vai-abordar-a-relacao-entre-o-desenvolvimento-da-china-e-a-perspectiva-brasileira</link>
				<pubDate>Tue, 21 Jun 2022 18:23:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>

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						<description><![CDATA[A palestra será ministra pelo professor Elias Jabbour, da Uerj. Na ocasião, ele vai lançar o livro “China: O Socialismo do Século XXI”]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/06/WhatsApp-Image-2022-06-17-at-14.34.30.jpeg"><img class=" wp-image-58934 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/06/WhatsApp-Image-2022-06-17-at-14.34.30-300x300.jpeg" alt="" width="461" height="461" /></a>Professor de Ciências Econômicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Elias Jabbour estará na próxima segunda-feira (4) na UFSM para ministrar a palestra “O debate de desenvolvimento sobre a China e a perspectiva brasileira”. Na ocasião, Jabbour também lançará o livro <i>China: O Socialismo do Século XXI</i>, escrito em conjunto com Alberto Gabriele e publicado em 2021 pela Editora Boitempo. A palestra começa às 19h no Auditório Sérgio Pires, anexo ao prédio 17 do campus sede.</p>
<p>Elias Jabbour dedica-se há 25 anos às temáticas do socialismo e da experiência chinesa. Ele tem outros livros publicados sobre o tema, como <i>China: Socialismo e Desenvolvimento</i> (2019), <i>China Hoje: Projeto Nacional, Desenvolvimento e Socialismo de Mercado</i> (2012), <i>China: Infraestruturas e Crescimento Econômico</i> (2006) e <i>China: Desenvolvimento e Socialismo de Mercado</i> (2006).</p>
<p>A formação acadêmica de Elias Jabbour, na graduação, mestrado e doutorado, foi realizada na Universidade de São Paulo (USP). Ele é especializado na área de geografia e economia, com enfoque na geografia humana e econômica, economia política internacional e planejamento econômico. Seus estudos são voltados principalmente para China, categorias de transição do socialismo, estratégias e experiências nacionais e comparadas de desenvolvimentos, entre outros temas.</p>
<p>A palestra consta com o apoio da Editora Boitempo, Seção Sindical dos Docentes da UFSM (Sedufsm), Grupo de Estudos em Ásia-Pacífico e diretórios acadêmicos de Relações Internacionais e Geografia. Não é necessária inscrição prévia para a atividade, e haverá lista de presença para a emissão de certificado.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM ajuda estudantes da região central com noções básicas de educação financeira</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/05/06/projeto-da-ufsm-ajuda-estudantes-da-regiao-central-com-nocoes-basicas-de-educacao-financeira</link>
				<pubDate>Fri, 06 May 2022 12:24:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
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						<description><![CDATA[Com a missão de democratizar o acesso à educação financeira, o projeto “Sumo Educacional” busca capacitar estudantes de escolas públicas sobre a melhor forma de lidar com finanças. Iniciado em 2021, já atendeu mais de 22 escolas e a expectativa é que até o fim de 2022 chegue a mais de 30 mil alunos na [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:tadv/classic-paragraph --></p>
<p>Com a missão de democratizar o acesso à educação financeira, o projeto “Sumo Educacional” busca capacitar estudantes de escolas públicas sobre a melhor forma de lidar com finanças. Iniciado em 2021, já atendeu mais de 22 escolas e a expectativa é que até o fim de 2022 chegue a mais de 30 mil alunos na região central.</p>
<p>A proposta é integrar ações do cotidiano com escolhas financeiras e suas consequências, levando os estudantes a refletirem sobre suas realidades, gerirem o próprio dinheiro e projetarem crescimento pessoal. Para Adão Firmino de Feiras Fagundes, coordenador pedagógico da iniciativa, o diálogo com os estudantes é fundamental para que esse tema seja discutido também fora da escola. “Nós acreditamos que a partir do ensino nas escolas, nós vamos conseguir promover com que esse debate chegue até a casa dos alunos”, afirma Fagundes.</p>
<p>O objetivo é que em pouco tempo o “<a href="https://www.ufsm.br/2022/03/18/projeto-da-ufsm-leva-educacao-financeira-a-escolas-de-ensino-basico/" target="_blank" rel="noopener">Sumo Educacional</a>” se torne o maior projeto de educação financeira do estado e possa ser reconhecido em nível nacional.</p>
<p>Conheça mais sobre a iniciativa na matéria produzida pela TV Campus:</p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>https://www.youtube.com/watch?v=wOd0oxUvixs]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Inteligência artificial e inovação pautam a última palestra plenária da 36ª edição da JAI</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/11/26/inteligencia-artificial-e-inovacao-pautam-a-ultima-palestra-plenaria-da-36a-edicao-da-jai</link>
				<pubDate>Fri, 26 Nov 2021 18:39:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[JAI]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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						<description><![CDATA[Palestra foi ministrada na manhã desta sexta-feira (26) pelo Secretário de Inovação, Ciência e Tecnologia do RS]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">A 36ª Jornada Acadêmica Integrada (JAI) vai chegando ao fim. A última palestra plenária desta edição teve como tema “Inteligência artificial e inovação: impactos econômicos e sociais”, ministrada pelo secretário estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia, Luis Lamb. A palestra foi mediada pelo professor e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da UFSM, Daniel Bernardon. A transmissão foi feita pelo <a href="https://www.youtube.com/watch?v=XaMyKYzob94" target="_blank" rel="noopener">Youtube</a>.</span></p>
[caption id="attachment_57340" align="alignright" width="260"]<img class="wp-image-57340 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/11/secr-225x300.jpg" alt="" width="260" height="347" /> Luís Lamb é PhD pelo Imperial College London e atual Secretário de Inovação, Ciência e Tecnologia do RS[/caption]
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">O professor Luis Lamb inicia sua fala ressaltando a importância do conhecimento, principalmente em um período conturbado como a pandemia. Além disso, Lamb pontuou a necessidade de entendermos a inovação tecnológica como algo sem fronteiras e as instituições como cooperativas. Após, o palestrante trouxe um contexto histórico sobre tecnologia, surgimento da internet e início do 5G. </span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">A inovação tecnológica alterou nossa forma de pensar e nos relacionarmos. O exemplo apresentado pelo secretário é a diferença do setor financeiro antigo com o atual, as mudanças características de um banco acabam por alterar as relações e a economia do país e mundo. Ainda neste contexto, o palestrante ressalta a necessidade de atenção à questão ecológica e que as empresas neste momento passam a se preocupar também com a consciência ambiental. </span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Luis Lamb também elencou as 10 habilidades do futuro, pensando em um mundo hiperconectado, como é a ideia da internet das coisas. Seriam elas: pensamento analítico e inovação; aprendizagem ativa; resolução de problemas complexos; pensamento crítico; criatividade; liderança; uso de tecnologia e monitoramento; design de tecnologia e programação; tolerância ao estresse e flexibilidade; e ideação. Ao concluir a explanação, questionado sobre a possibilidade de substituição de pessoas por inteligência artificial em tarefas cotidianas e até mesmo no ensino, o professor pontuou que acredita que a capacidade de ensinar da humanidade, pelo menos a curto prazo, é muito superior à das máquinas. </span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">A JAI encerra com a cerimônia de <a href="https://www.youtube.com/channel/UC1HujlH6q6fQ3K6c1SfSnFw">premiação dos 40 melhores trabalhos</a>.</span></p>
<p><em>Reportagem: Letícia Klusener, bolsista da Agência de Notícias da UFSM</em></p>
<p><em style="font-size: revert;color: initial">Foto: Felipe Dalla Valle/Palácio Piratini</em></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif"><i>Edição: Lucas Casali</i></span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto Aceleração Regional leva grupo da UFSM a municípios gaúchos e catarinenses</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/08/19/projeto-aceleracao-regional-leva-grupo-da-ufsm-a-municipios-gauchos-e-catarinenses</link>
				<pubDate>Thu, 19 Aug 2021 12:38:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[aceleração regional]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento regional]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[NPEA]]></category>
		<category><![CDATA[Palmeira das Missões]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-pm]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=56584</guid>
						<description><![CDATA[Parceria entre UFSM, Sicredi Região da Produção e Fatec visa à elaboração de pesquisa científica para subsidiar ações de difusão tecnológica e desenvolvimento]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_56586" align="alignright" width="435"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/08/SR1.jpg"><img class="wp-image-56586" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/08/SR1.jpg" alt="" width="435" height="323" /></a> Reuniões envolvem lideranças políticas, empresariais, presidentes de sindicatos e órgãos representativos de classe[/caption]
<p style="font-weight: 400">Nas últimas semanas, com todos os cuidados sanitários e respeitando a legislação de cada município, os professores do Núcleo de Pesquisas em Economia do Agronegócio (NPEA), da UFSM Campus Palmeira das Missões, intensificaram as atividades de pesquisa e extensão, em especial da iniciativa Aceleração Regional.</p>
<p style="font-weight: 400">As atividades acontecem no âmbito da parceria estabelecida entre a Sicredi Região da Produção RS/SC/MG, UFSM e Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência (Fatec) e tem como objetivo principal a elaboração de pesquisa científica capaz de subsidiar o planejamento de ações voltadas à difusão tecnológica e ao desenvolvimento dos municípios inseridos na região de abrangência da Sicredi Região da Produção RS/SC/MG, nos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.</p>
<p style="font-weight: 400">De acordo com o coordenador científico da pesquisa, professor Nilson Luiz Costa, já foram realizadas reuniões com lideranças políticas, empresariais, presidentes de sindicatos e órgãos representativos de classe nos municípios de Barra Funda, Liberato Salzano, Nonoai, Nova Boa Vista, Novo Xingu, Sarandi e Trindade do Sul, no Rio Grande do Sul, e Coronel Freitas, Xanxerê e Xaxim, em Santa Catarina. Nas próximas semanas estão marcadas agendas para outros municípios que estão na área de atuação da Sicredi Região da Produção nos dois estados.</p>
<p style="font-weight: 400">As reuniões são realizadas para investigar e analisar, de forma conjunta com os atores locais e a Sicredi Região da Produção RS/SC/MG, os desafios e oportunidades presentes em cada município da área de atuação da cooperativa. Para isso, além de pesquisa com base em dados secundários, são coletadas informações primárias a partir da realização de grupos focais, nos quais os participantes expõem suas opiniões e fornecem subsídios para a inclusão de novos elementos nos perfis econômicos, sociais e ambientais dos municípios que fazem parte da pesquisa.</p>
<p style="font-weight: 400">Nos próximos meses, os professores do NPEA Nilson Luiz Costa, Claudio Eduardo Ramos Camfield, Gabriel Nunes de Oliveira, Enio Giotto e Édio Polacinsky, juntamente com discentes de mestrado e de graduação, seguirão coletando e analisando dados com o objetivo de formular, em conjunto com os atores locais, estratégias para acelerar o processo de desenvolvimento economicamente viável, socialmente justo e ambientalmente responsável.</p>
<p style="font-weight: 400">Para o coordenador do projeto, Nilson Luiz Costa, parcerias interinstitucionais e ações como esta são de extrema importância, pois têm a capacidade de ressignificar o papel da UFSM nas comunidades "e mostrar que nós, enquanto Universidade, podemos contribuir ainda mais para melhorar a vida das pessoas".</p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Editora UFSM lança segunda edição de livro com live nesta quarta (30)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/06/29/editora-ufsm-lanca-segunda-edicao-de-livro-com-live-nesta-quarta-30</link>
				<pubDate>Tue, 29 Jun 2021 11:10:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Editora UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[roberto campos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=56163</guid>
						<description><![CDATA[Obra sobre o pensamento político de Roberto Campos estará em debate]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr"><span style="font-family: verdana, sans-serif"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/06/live-lancamento_Roberto-Campos.jpg"><img class="alignright  wp-image-56164" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/06/live-lancamento_Roberto-Campos.jpg" alt="" width="387" height="387" /></a>Ocorre nesta quarta-feira (30), a partir das 18h, a <em>live</em> de lançamento do livro "O Pensamento Político de Roberto Campos: Da Razão do Estado à Razão do Mercado (1950-1995)” - 2ª edição, de autoria de Reginaldo Teixeira Perez, professor do Departamento de Ciências Sociais da UFSM. </span></p>
<p dir="ltr"><span style="font-family: verdana, sans-serif">Participarão do debate os professores Daniel Arruda Coronel (Economia/UFSM) e Luis Gustavo Mello Grohmann (Ciência Política/UFRGS). A mediação ficará a cargo do professor José Renato Ferraz da Silveira (Relações Internacionais/UFSM). </span><span style="font-family: verdana, sans-serif">A transmissão ocorre pela página da Editora UFSM no <a href="https://www.facebook.com/editoraufsm/" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a>.</span></p>
<p dir="ltr"><span style="font-family: verdana, sans-serif">Na obra que está sendo lançada são tratados assuntos ligados à participação do diplomata e economista Roberto Campos no Brasil, a partir da segunda metade do século passado. </span><span style="font-family: verdana, sans-serif">Neste período, há dois momentos distintos. No primeiro, o Estado exerce papel central, através de um desenvolvimentismo com tonalidades keynesianas, na política de incremento econômico via industrialização. No segundo, a partir de meados dos anos 1970, a crise do Estado, somada à sua crítica, reintroduz o mercado como variável fundamental à estratégia de dinamização econômica. Com isso, reafirma-se o liberalismo econômico, cujas teses haviam sido derrotadas nas décadas anteriores. O livro a</span><span style="font-family: verdana, sans-serif;font-size: inherit">nalisa o pensamento de um ator privilegiado que, mais do que acompanhar, influenciou decisivamente esses dois momentos.</span></p>
<p dir="ltr"><em>Fonte: Assessoria de Comunicação da Editora UFSM</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
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				<title>Editora UFSM tem obras condecoradas no 26º Prêmio Brasil de Economia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/01/25/editora-ufsm-tem-obras-condecoradas-no-26o-premio-brasil-de-economia</link>
				<pubDate>Mon, 25 Jan 2021 11:11:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Editora UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Duas obras lançadas pela Editora UFSM foram premiadas no 26º Prêmio Brasil de Economia, uma iniciativa do Conselho Federal de Economia (Cofecon) que busca incentivar a investigação econômica em geral e estimular economistas e estudantes de Economia a desenvolverem pesquisas voltadas para o conhecimento da realidade brasileira.  &#8220;Moeda e Sistema Financeiro&#8221; (2019), de José Luis [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div>
<p dir="auto">Duas obras lançadas pela Editora UFSM foram premiadas no 26º Prêmio Brasil de Economia, uma iniciativa do Conselho Federal de Economia (Cofecon) que busca incentivar a investigação econômica em geral e estimular economistas e estudantes de Economia a desenvolverem pesquisas voltadas para o conhecimento da realidade brasileira. </p>
</div>
<div>
<p dir="auto">"Moeda e Sistema Financeiro" (2019), de José Luis Oreiro, Luiz Fernando Rodrigues de Paula e Rogério Sobreira Bezerra, ficou em primeiro lugar na categoria "Livros de Economia". Nesta mesma categoria, "Economia Institucional e Dimensões do Desenvolvimento" (2019), de Octávio Augusto Camargo Conceição, ficou em terceiro lugar.</p>
<p dir="auto">Confira mais informações sobre a premiação no <a href="https://www.cofecon.org.br/2021/01/22/conheca-os-vencedores-do-xxvi-premio-brasil-de-economia/?fbclid=IwAR0_xCjwfIyXwXFKNmcnlynPEMcN8r-GsPtvmh89Lxbpmwr_Lo3mXnotdOI" target="_blank" rel="noopener">site</a>.</p>
<p dir="auto"><em>Fonte: Assessoria de Comunicação da Editora UFSM</em></p>
</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Webnário debate Segurança Alimentar, Tecnologias Sociais e Sustentabilidade a partir de quarta-feira (25)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/11/24/webnario-debate-seguranca-alimentar-tecnologias-sociais-e-sustentabilidade-a-partir-de-quarta-feira-25</link>
				<pubDate>Tue, 24 Nov 2020 12:07:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[segurança alimentar]]></category>
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						<description><![CDATA[O grupo de pesquisa DISGOS/UFSM, com o apoio do Programa de Pós-Graduação em Economia e Desenvolvimento e do Departamento de Economia e Relações Internacionais, realiza o Webinário &#8220;Segurança Alimentar e Nutricional, Tecnologias Sociais e Sustentabilidade&#8221;, que ocorrerá nos dias 25, 26 e 27 de novembro. O evento contará com importantes nomes do debate atual, discutindo [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O grupo de pesquisa DISGOS/UFSM, com o apoio do Programa de Pós-Graduação em Economia e Desenvolvimento e do Departamento de Economia e Relações Internacionais, realiza o Webinário "Segurança Alimentar e Nutricional, Tecnologias Sociais e Sustentabilidade", que ocorrerá nos dias 25, 26 e 27 de novembro. O evento  contará com importantes nomes do debate atual, discutindo temáticas relacionadas aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), como: a agricultura familiar, produção orgânica e agroecologia, Tecnologias Sociais, redução de vulnerabilidade de territórios rurais deprimidos, abastecimento alimentar e sustentabilidade ambiental (folder em anexo).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para participar, basta realizar a inscrição pelo <a rel="noreferrer noopener" href="https://forms.gle/YffB8Mtx7pvWsaQWA" target="_blank">formulário Google.</a> Em caso de dúvidas, contate a equipe organizadora através das redes sociai<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.instagram.com/ppged_ufsm/" target="_blank">s Instagram</a>, <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.facebook.com/disgos.ufsm.5" target="_blank">Facebook </a> e e-mail: <a rel="noreferrer noopener" href="mailto:disgos.ufsm@gmail.com" target="_blank">disgos.ufsm@gmail.com</a>. </p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Live "Brasil, uma economia que não aprende" será realizada na sexta (4)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/09/02/live-brasil-uma-economia-que-nao-aprende-sera-realizada-na-sexta-4</link>
				<pubDate>Wed, 02 Sep 2020 12:38:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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						<description><![CDATA[A live &#8220;Brasil, uma economia que não aprende&#8221; será realizada na sexta-feira (4), às 16h, pelo Facebook do Programa de Pós-Graduação em Gestão de Organizações Públicas (PPGOP) da UFSM. Os participantes serão o professor de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP) Paulo Gala, além dos professores do PPGOP Reisoli Bender Filho, Daniel Arruda Coronel e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/09/WhatsApp-Image-2020-08-27-at-22.17.27.jpeg"><img class="alignright  wp-image-53499" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/09/WhatsApp-Image-2020-08-27-at-22.17.27.jpeg" alt="" width="409" height="409" /></a>A <em>live</em> "Brasil, uma economia que não aprende" será realizada na sexta-feira (4), às 16h, pelo <a href="https://www.facebook.com/ppgop/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a> do Programa de Pós-Graduação em Gestão de Organizações Públicas (PPGOP) da UFSM.</p>
<p>Os participantes serão o professor de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP) Paulo Gala, além dos professores do PPGOP Reisoli Bender Filho, Daniel Arruda Coronel e Leonardo Copetti.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Observatório Socioeconômico da Covid-19 lança site com dados, textos e análises</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/06/08/observatorio-socioeconomico-da-covid-19-lanca-site-com-dados-textos-e-analises</link>
				<pubDate>Mon, 08 Jun 2020 13:19:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[economia]]></category>
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						<description><![CDATA[Agora é possível acompanhar os impactos do novo coronavírus no cenário socioeconômico do Rio Grande do Sul, das microrregiões brasileiras e da economia brasileira apenas com um click. O Observatório Socioeconômico da Covid-19, projeto de pesquisa aprovado em abril pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do RS (Fapergs) e coordenado pelos professores do [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Agora é possível acompanhar os impactos do novo coronavírus no cenário socioeconômico do Rio Grande do Sul, das microrregiões brasileiras e da economia brasileira apenas com um <em>click</em>. O Observatório Socioeconômico da Covid-19, projeto de pesquisa aprovado em abril pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do RS (Fapergs) e coordenado pelos professores do Programa de Pós-Graduação em Gestão de Organizações Públicas (PPGOP) da UFSM Nelson Pinto e Daniel Arruda Coronel, teve, na sexta-feira (5), a inauguração do seu <a href="https://www.ufsm.br/coronavirus/socioeconomico/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">site,</a> que já pode ser consultado pelo público.</p>
<p>O lançamento ocorreu por meio de uma transmissão online no Facebook do PPGOP que contou com a participação do reitor, Paulo Afonso Burmann, do vice-reitor, Luciano Schuch, e do diretor-presidente da Fapergs, Odir Dellagostin.</p>
<p>O objetivo geral do site, segundo os professores responsáveis pela ideia, é verificar os impactos socioeconômicos causados pela pandemia. “Queremos mostrar a realidade e possíveis políticas de recuperação. Sem inovação, sem ciência, não teremos desenvolvimento”, explicou Daniel.</p>
<p>De acordo com o diretor-presidente da Fapergs, foram 215 projetos inscritos no edital, e o Observatório ficou entre os 36 contemplados. “Pude perceber a relevância das informações contidas nos gráficos e tabelas. Isso vai ser muito importante para muitas pessoas, desde pesquisadores a gestores que precisam dessas informações para tomadas de decisões”, destacou Odir Dellagostin.</p>
<p>“É uma contribuição extraordinária para este momento. Era uma lacuna que precisava ser preenchida na nossa região e no nosso estado”, destacou Burmann. “Nossa Universidade é feita por pesquisadores, pessoas com iniciativa e que fazem transformações”, completou Schuch. </p>
<p><b>Site analisa impactos negativos e estima cenários de recuperação<br /></b></p>
<p>Além de analisar os impactos negativos do vírus, a intenção do Observatório Socioeconômico da Covid-19 é também estimar cenários de recuperação para as economias e realidades sociais de cada localidade. Na página, é possível consultar dados da conjuntura socioeconômica do Brasil e do Rio Grande do Sul, análises dos impactos da doença, textos oficiais e artigos para discussão. </p>
<p>Os gráficos e tabelas reúnem dados de diferentes assuntos. Inflação, salário mínimo, desemprego, leitos de UTI e PIB são algumas das análises especificadas no observatório. Os artigos contidos na seção “Textos para discussão” são de autoria de professores de diferentes áreas que acabam se relacionando com o tema proposto. “O observatório é da sociedade. A ideia é dar espaço para essas vozes que acabam se convergindo”, explicou o professor Nelson.</p>
<p>Com a intenção de também combater as <em>fakenews</em>, tentando redirecionar o público para informações oficiais, o site traz uma aba chamada “Textos oficiais”, com decretos de interesse da população e determinados por autoridades, como o Ministério da Saúde. “Temos uma situação sanitária nesse momento e o Observatório não tem a pretensão de competir com dados relacionados a vítimas, a vacinas ou número de infectados. Tentamos olhar por outro lado. A população quer ter acesso a essa questão socioeconômica, sobre economia. O observatório quer informar e reunir alguns aspectos”, afirmou Nelson.</p>
<p>O site deve ficar disponível, no mínimo, até 2022. Um aplicativo que armazene os dados está sendo pensado como um projeto futuro. “A partir de agora nossas atividades vão ter outro patamar. Na sequência já temos programados outros textos. Colocaremos dados sobre municípios do RS, base de dados sobre criminalidade, principalmente sobre violência doméstica”, comentou o professor Daniel. </p>
<p>A pretensão é trabalhar a internacionalização do projeto, além de outras ideias que favoreçam o Observatório Socioeconômico. “Já temos parcerias com a Universidade de Lisboa. Queremos fazer um seminário na Universidade de Viçosa. Queremos reunir esses textos para discussão em formato de livro, divulgando os resultados. Queremos fazer <em>lives</em> como esta, ter economistas de cunho desenvolvimentista’’, contou Daniel.</p>
<p><em>Texto: Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias da UFSM</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista da Agência de Notícias da UFSM</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Lançamento do site do Observatório Socioeconômico da COVID-19 acontece nesta sexta (5)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/06/05/lancamento-do-site-do-observatorio-socioeconomico-da-covid-19-acontece-nesta-sexta-5</link>
				<pubDate>Fri, 05 Jun 2020 14:40:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
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		<category><![CDATA[economia]]></category>
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						<description><![CDATA[Nesta sexta-feira (5) ocorre o lançamento do site do Observatório Socioeconômico da COVID-19. O evento será às 16h, na fanpage do PPGOP-UFSM, com a participação dos coordenadores do projeto, professores Daniel de Arruda Coronel e Nelson Guilherme Machado Pinto, com mediação do coordenador do Programa de Pós-Graduação em Gestão de Organizações Públicas, professor Breno Augusto [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Nesta sexta-feira (5) ocorre o lançamento do <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.ufsm.br/coronavirus/socioeconomico/" target="_blank">site do Observatório Socioeconômico da COVID-19</a>. O evento será às 16h, na fanpage do <a href="https://www.facebook.com/ppgop/?ref=br_rs">PPGOP-UFSM</a>, com a participação dos coordenadores do projeto, professores Daniel de Arruda Coronel e Nelson Guilherme Machado Pinto, com mediação do coordenador do Programa de Pós-Graduação em Gestão de Organizações Públicas, professor Breno Augusto Diniz Pereira. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O site é resultado do projeto "Observatório Socioeconômico da covid-19: Uma análise do impacto da pandemia em questões econômicas e sociais por meio de uma perspectiva estadual, regional e nacional", contemplado por <a href="https://www.ufsm.br/2020/04/29/ufsm-tem-cinco-projetos-de-pesquisa-contemplados-em-edital-da-fapergs-para-o-combate-a-covid-19/">edital da Fundação de Amparo à Pesquisa  do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs)</a>, em abril. O objetivo é verificar os impactos socioeconômicos causados pela pandemia do novo coronavírus dentro da realidade do Rio Grande do Sul, das macrorregiões brasileiras e da economia brasileira como um todo, estimando cenários de recuperação para as economias e realidades sociais de cada localidade por meio da criação de um observatório socioeconômico.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na página, que <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.ufsm.br/coronavirus/socioeconomico/" target="_blank">já está disponível</a>, é possível consultar dados da conjuntura socioeconômica do Brasil e do Rio Grande do Sul no período da pandemia de covid-19, análises dos impactos da doença, textos oficiais e artigos para discussão, entre outras possibilidades de consulta. </p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes da UFSM criam rede de apoio a trabalhadores e microempreendedores</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/04/22/estudantes-da-ufsm-criam-rede-de-apoio-a-trabalhadores-e-microempreendedores</link>
				<pubDate>Wed, 22 Apr 2020 17:13:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
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		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[empreendorismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Nós-rede de apoio a trabalhadores e microempreendedores]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Diante do cenário causado pela pandemia da Covid-19, muitos trabalhadores informais, autônomos e microempreendedores se deparam com situações econômicas delicadas. Para auxiliar esses profissionais a passar por essa crise e minimizar os impactos econômicos causados pela doença, estudantes da Universidade Federal de Santa Maria criaram a NÓS – Rede de Apoio a Trabalhadores e Microempreendedores, que oferece mentoria e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Diante do cenário causado pela pandemia da Covid-19, muitos trabalhadores informais, autônomos e microempreendedores se deparam com situações econômicas delicadas. Para auxiliar esses profissionais a passar por essa crise e minimizar os impactos econômicos causados pela doença, estudantes da Universidade Federal de Santa Maria criaram a NÓS – Rede de Apoio a Trabalhadores e Microempreendedores, que oferece mentoria e orientações para os trabalhadores que estão enfrentando dificuldades em meio à crise. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A iniciativa conta com 50 voluntários, entre alunos e professores da UFSM e de outras instituições de ensino superior, além de profissionais que atuam no mercado. O projeto oferece assessoria em direito trabalhista, finanças pessoais e empresariais, marketing durante a crise, assim como saúde e segurança no trabalho. Os atendimentos são remotos, através de canais virtuais, respeitando as recomendações de distanciamento social divulgadas tanto pela Organização Mundial da Saúde quanto pelo Ministério da Saúde. As atividades desenvolvidas são totalmente gratuitas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os trabalhadores e microempreendedores que quiserem solicitar auxílio à essa rede de apoio deverão preencher o&nbsp;<a href="https://bit.ly/2Kh3ICU"><u>formulário digital</u></a>, informando dados como área de atuação, dificuldades enfrentadas e urgência da resolução do problema. A ação não é restrita apenas à região de Santa Maria: podem participar profissionais de todo o Brasil.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Além disso, o projeto também aceita voluntários para atuarem como consultores&nbsp;—priorizando pessoas com experiência em gestão financeira, gestão de marketing, gestão de pessoas, gestão contábil, gestão organizacional, saúde e segurança do trabalho, bem como direito trabalhista. Os profissionais e estudantes que desejam se voluntariar deverão manifestar interesse pelo&nbsp;<a href="https://bit.ly/nosemrede"><u>link</u></a>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para mais informações sobre o projeto, basta acessar a página no&nbsp;<a href="https://www.facebook.com/nosrededeapoio/"><u>Facebook</u></a>&nbsp;ou no&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/nosemrede/"><u>Instagram</u></a>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Redação: Wellington Felipe Hack/Pró-Reitoria de Extensão</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Revisão: Erica Medeiros/Pró-Reitoria de Extensão</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM produz material para estimular a economia local</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/04/06/ufsm-produz-material-para-estimular-a-economia-local</link>
				<pubDate>Mon, 06 Apr 2020 11:02:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Flores para todos]]></category>
		<category><![CDATA[pequenas empresas]]></category>
		<category><![CDATA[polifeira]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

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						<description><![CDATA[A adoção do período de quarentena, para evitar a propagação do novo coronavírus, obrigou o fechamento de vários setores do comércio no Brasil e no mundo. A pandemia da Covid-19, consequentemente, causará impactos econômicos negativos em todos os países. Uma das áreas mais vulneráveis a estes efeitos é a economia local, que envolve pequenos e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/04/dicas-e-localconomia-1.jpg"><img class="alignright  wp-image-51660" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/04/dicas-e-localconomia-1.jpg" alt="" width="375" height="375" /></a>A adoção do período de quarentena, para evitar a propagação do novo coronavírus, obrigou o fechamento de vários setores do comércio no Brasil e no mundo. A pandemia da Covid-19, consequentemente, causará impactos econômicos negativos em todos os países. Uma das áreas mais vulneráveis a estes efeitos é a economia local, que envolve pequenos e médios empreendedores, agricultores familiares, comerciantes e profissionais liberais.</p>
<p>O projeto de extensão “Flores para Todos” da UFSM, por exemplo, baseado na floricultura como alternativa de renda e diversificação de culturas para a agricultura familiar, mostra-se preocupada com o atual cenário. Segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor), 7 em cada 10 produtores de flores e plantas ornamentais — a maioria produtores familiares — poderão entrar em falência nas próximas semanas, o que pode desempregar, ao menos, 120 mil trabalhadores.</p>
<p>Tendo em vista esta situação, a UFSM, na tentativa de pensar alternativas para a manutenção de atividades comerciais locais, produziu um material com dicas para impulsionar, a partir de casa, a economia local durante o isolamento social. O conteúdo é composto por dicas, destinadas à comunidade, para fomentar a manutenção do desenvolvimento econômico local.</p>
<p><strong>Confira as recomendações da UFSM:</strong></p>
<p>- Pague antecipado por serviços prestados por profissionais liberais ou pequenos empreendedores: unhas, corte de cabelo, depilação, terapia, contador, academia, limpeza... Quando for seguro acabar com o isolamento social, você terá muitos serviços pagos pra usufruir.<br />- Peça tele-entrega/delivery de pequenos restaurantes, lancherias, padarias, fruteiras do bairro. Lembre-se sempre de esterilizar as embalagens, sacolas, frutas e legumes com desinfetante, água sanitária ou água e sabão.<br />- Divulgue nas suas redes sociais empreendedores locais que estão mantendo os serviços online ou por tele-entrega/delivery.<br />- Algumas lojas de roupas e acessórios estão atendendo pelo WhatsApp ou Instagram. Que tal adiantar compras ou garantir vale-presentes pra Dia das Mães, Pais, Namorados, aniversários?</p>
<p><b>PoliFeira do Agricultor fornece entregas como alternativa aos consumidores</b></p>
<p>Um exemplo de iniciativa tanto para se adaptar à realidade da quarentena quanto para fomentar a economia local é a campanha ”Fique em casa: a PoliFeira vai até você”, elaborada pela PoliFeira do Agricultor, projeto de extensão da UFSM. Por conta da diminuição dos consumidores nas feiras livres, a equipe da PoliFeira desenvolveu um novo método de comercializar os produtos. Com o auxílio da tecnologia, desde a última semana, durante o período que acontece as feiras de terça-feira, os comerciantes recebem pedidos pelo WhatsApp e fazem as entregas dos produtos nas casas dos consumidores.</p>
<p>Para Gustavo Pinto da Silva, coordenador da PoliFeira do Agricultor, a partir da necessidade de encontrar soluções não só para os produtores agrícolas, mas também para os consumidores, diante das atuais condições, surgiu a ideia das entregas domiciliares. “Para os produtores, não continuar com as atividades é romper uma relação com o consumidor que sustenta seu mercado. Existe um consumidor que deseja os alimentos e reconhece a qualidade dos produtos, então precisávamos encontrar maneiras de continuar com as atividades da PoliFeira”, afirma.</p>
<p>O agricultor Élison Abreu, responsável pelas entregas domiciliares da PoliFeira, afirma que a nova forma de atendimento aos consumidores é uma saída para os feirantes. “Se não nos adaptarmos a fazer as entregas, iremos perder todos os produtos, até porque o pessoal não está saindo de casa e nós precisamos manter nosso negócio”, destaca. As edições da PoliFeira do Agricultor, diante da situação preocupante ocasionada pelo coronavírus, ocorrerão exclusivamente às terças-feiras, das 7h30min às 11h30, na Avenida Roraima. Para pedidos de entrega, basta entrar em contato pelo telefone (55) 99621-5249.</p>
<p>Ao fomentar a economia local, estimula-se a geração de renda, a preservação dos empregos da região e a sustentabilidade financeira da comunidade.</p>
<p><i>Texto: Rubens Guilherme Santos, Assessoria de Comunicação da PRE</i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Evento em Palmeira das Missões celebra o Dia do Economista nesta terça-feira</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/08/13/evento-em-palmeira-das-missoes-celebra-o-dia-do-economista-nesta-terca-feira</link>
				<pubDate>Tue, 13 Aug 2019 17:44:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Palmeira das Missões]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-pm]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=49054</guid>
						<description><![CDATA[Para celebrar o Dia do Economista, comemorado nesta terça-feira (13), a coordenação do curso de Ciências Econômicas do Campus de Palmeira das Missões, juntamente com o seu diretório acadêmico, promovem hoje um evento alusivo à data. Às 19h, o gerente do Banco do Brasil no município, Jonas Dallabrida, vai ministrar a palestra “Desafios da carreira [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Para celebrar o Dia do Economista, comemorado nesta terça-feira (13), a coordenação do curso de Ciências Econômicas do Campus de Palmeira das Missões, juntamente com o seu diretório acadêmico, promovem hoje um evento alusivo à data. Às 19h, o gerente do Banco do Brasil no município, Jonas Dallabrida, vai ministrar a palestra “Desafios da carreira de gerência e perspectiva bancária a médio prazo”. Logo após, ocorre um debate entre professores do campus sobre o atual cenário brasileiro e o momento político e econômico que a universidade tem vivido. A atividade ocorre no auditório do prédio 2.

A participação é aberta a toda a comunidade acadêmica e ao público em geral, sem necessidade de inscrição prévia. No entanto, os estudantes que se inscreverem (o que pode ser feito <a href="https://doity.com.br/comemoracao-do-dia-do-economista#about">aqui</a>) vão ganhar certificado de participação.

<i>Com informações da Assessoria de Comunicação do Campus de Palmeira das Missões</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM-Palmeira das Missões realiza 9ª Semana Acadêmica do curso de Ciências Econômicas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/04/01/ufsm-palmeira-das-missoes-realiza-9a-semana-academica-do-curso-de-ciencias-economicas</link>
				<pubDate>Mon, 01 Apr 2019 17:50:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências Econômicas]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Semana acadêmica]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Palmeira das Missões]]></category>

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						<description><![CDATA[O Curso de Ciências Econômicas da UFSM-Palmeira das Missões realizou de 26 a 28 de março a sua 9ª Semana Acadêmica. Com o tema &#8220;Economia e Política na Vida Cotidiana&#8221;, o evento foi promovido pelo diretório acadêmico e coordenação do curso da universidade. As atividades iniciaram na terça-feira (26) com o minicurso &#8220;Mercado de Investimento: [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":47172,"align":"right","width":414,"height":275} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="alignright is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/04/econ-6-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-47172" width="414" height="275" /><figcaption>Semana Acadêmica em Palmeira das Missões reuniu acadêmicos e especialistas para discutir economia e política no cotidiano </figcaption></figure></div>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Curso de Ciências Econômicas da UFSM-Palmeira das Missões realizou de 26 a 28 de março a sua 9ª Semana Acadêmica. Com o tema "Economia e Política na Vida Cotidiana", o evento foi promovido pelo diretório acadêmico e coordenação do curso da universidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As atividades iniciaram na terça-feira (26) com o minicurso "Mercado de Investimento: Investimento Pessoal", ministrado pelo economista e mestre em comércio exterior, Leonardo Hendges Klein e pelo acadêmico de economia e assessor de investimento, Ian Storni.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":47171,"align":"left","width":331,"height":221} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/04/econ-3-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-47171" width="331" height="221" /><figcaption> <br>Leonardo Hendges Klein ministrou o minicurso sobre investimento pessoal </figcaption></figure></div>
<!-- /wp:image -->

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<p>Segundo o coordenador do curso de Ciências Econômicas da UFSM-PM, professor Vinícius Spirandelli Carvalho, a intenção foi incentivar os alunos a buscarem conhecimento e instrução no campo da economia. “Na palestra de hoje, em particular, nosso objetivo foi trazer para os estudantes a satisfação de uma demanda deles mesmos, que era a de um minicurso na área de investimento pessoal. Eu acredito que o diretório acadêmico e a coordenação cumpriram com o objetivo de trazer palestrantes muito competentes para realizar a palestra. Tenho certeza que essa oportunidade permite ao estudante a buscar mais, a se instigar e ter a oportunidade de apreciar uma palestra de profissionais que não estão diretamente ligados ao nosso curso e, portanto, podem dar uma contribuição mais plural para a formação dos estudantes”, afirmou. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Objetivo que, segundo a acadêmica Laís Teixeira de Matos, foi cumprido. Para a estudante, que ingressou este ano na instituição, os palestrantes conseguiram cativar o público: “Eles conseguiram explicar de uma forma muito simples e direta coisas que as pessoas que são leigas têm mais dificuldades para entender. Então, quem é completamente leigo conseguiu entender numa boa, conseguiu entender muito bem, e eles cativaram a atenção das pessoas para elas irem pesquisar por fora e não ficar só nessa palestra”, ressaltou a aluna.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na quarta-feira (27) foi a vez da palestra "Economia brasileira: crise e expectativas para os próximos anos", ministrada pelo professor Dr. Karlo Marques Junior. Na quinta-feira (28), último dia do evento, o público pôde conferir a fala do professor Dr. Mário Amin Herreros, que ministrou a palestra "Conjuntura, desafios e oportunidades no atual cenário geopolítico internacional". Para o acadêmico Fernando Sanches, um dos aspectos que mais chamou a atenção durante a Semana Acadêmica foi a paixão com que todos os palestrantes falaram durante as palestras:  “É gratificante perceber o cuidado com que a universidade tem em trazer pessoas com um currículo impecável e cheio de experiência”.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Reportagem: Assessoria de Comunicação UFSM-PM</em><br><em>Produção: Fernando Sanches – bolsista da Coordenação do Curso de Ciências Econômicas</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image -->
<figure class="wp-block-image"><img src="https://ssl.gstatic.com/ui/v1/icons/mail/images/cleardot.gif" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>7&nbsp;anexos</strong><br></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Palestra "Determinantes Econômicos da Democracia na América Latina" acontece na próxima quarta-feira (28)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/11/26/palestra-determinantes-economicos-da-democracia-na-america-latina-acontece-na-proxima-quarta-feira-28</link>
				<pubDate>Mon, 26 Nov 2018 14:41:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[America Latina]]></category>
		<category><![CDATA[ciências sociais]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Alunos]]></category>

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						<description><![CDATA[O Núcleo de Estudos sobre Democracia e Desigualdades (NEDD/UFSM) realiza na próxima quarta-feira (28), a palestra &#8220;Determinantes Econômicos da Democracia na América Latina&#8221;. Será a quarta do ciclo de palestras que constituem o Seminários NEDD 2018. A palestrante será a professora Rosana Soares Campos, doutora em Ciência Política do Departamento de Ciências Sociais da UFSM.  O [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O Núcleo de Estudos sobre Democracia e Desigualdades (NEDD/UFSM) realiza na próxima quarta-feira (28), a palestra "Determinantes Econômicos da Democracia na América Latina". Será a quarta do ciclo de palestras que constituem o Seminários NEDD 2018.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A palestrante será a professora Rosana Soares Campos, doutora em Ciência Política do Departamento de Ciências Sociais da UFSM.  O local será a sala 2243 do prédio 74-A do campus sede. Não há necessidade de inscrição e haverá certificado de participação aos presentes. </p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Seminário vai reunir jovens pesquisadores para debater economia e desenvolvimento</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/09/19/seminario-vai-reunir-jovens-pesquisadores-para-debater-economia-e-desenvolvimento</link>
				<pubDate>Wed, 19 Sep 2018 23:17:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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						<description><![CDATA[Nos dias 26 e 27 de setembro, acontece a 6ª edição do Seminário de Jovens Pesquisadores em Economia e Desenvolvimento. Palestrantes do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) vão abordar os seguintes assuntos: “economia [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Nos dias 26 e 27 de setembro, acontece a 6ª edição do Seminário de Jovens Pesquisadores em Economia e Desenvolvimento. Palestrantes do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) vão abordar os seguintes assuntos: “economia do crime e segurança pública”, “integração econômica, comércio e bem-estar”, “além da desindustrialização” e “o processo de intervenção para o desenvolvimento regional”. A programação também inclui comunicações científicas e apresentação de trabalhos acadêmicos. As atividades ocorrem no auditório do prédio 74C, nos turnos da manhã e tarde.

O seminário é uma promoção do Programa de Pós-Graduação em Economia e Desenvolvimento da UFSM. A programação completa e outras informações constam na página <a href="http://www.ufsm.br/seminarioeconomia">www.ufsm.br/seminarioeconomia</a>.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PPG em Economia e Desenvolvimento recebe alteração no seu conceito Capes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/09/19/ppg-em-economia-e-desenvolvimento-recebe-alteracao-no-seu-conceito-capes</link>
				<pubDate>Wed, 19 Sep 2018 18:32:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Capes]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

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						<description><![CDATA[O Programa de Pós-Graduação em Economia e Desenvolvimento (PPGED) da UFSM recebeu alteração no seu conceito Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) de 3 para 4.   A Avaliação do Sistema Nacional de Pós-Graduação, estabelecida a partir de 1998, é essencial para assegurar e manter a qualidade dos cursos de mestrado e doutorado [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O Programa de Pós-Graduação em Economia e Desenvolvimento (PPGED) da UFSM recebeu alteração no seu conceito Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) de 3 para 4.  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A Avaliação do Sistema Nacional de Pós-Graduação, estabelecida a partir de 1998, é essencial para assegurar e manter a qualidade dos cursos de mestrado e doutorado no país. Para que um Programa de Pós-Graduação possa existir, no Brasil, além de autorização, precisa ter conceito mínimo (nota 3 de um índice que vai até 5 para mestrado e até 7 para doutorado). O conceito Capes influencia na vida de um PPG no cenário nacional, pois está diretamente relacionado à visibilidade e à capacidade de angariar recursos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo o coordenador do PPG em Economia e Desenvolvimento, professor Adriano José Pereira, quando o curso recebeu o resultado da avaliação do quadriênio 2013-2016, em setembro de 2017, ficou surpreso com a decisão final que manteve o conceito 3, considerando o Mestrado como "regular".</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Entretanto, a comissão de avaliação, composta pelos pares, tinha concedido conceito "muito bom" em 18 dos 27 quesitos analisados e "bom" em 9, recomendando o conceito 4. O descompasso com a nota apresentada no relatório e o conceito final motivou um pedido de reconsideração, cujo resultado foi divulgado em dezembro, e, mais uma vez, prevaleceu a manutenção do conceito 3.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em janeiro de 2018, o curso encaminhou recurso ao presidente da Capes, que foi deferido na reunião do Conselho Superior (CS), no último dia 4 de setembro.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Várias foram as medidas necessárias para que fosse atribuído o conceito 4. “Qualificar as publicações e aumentar os índices de conclusão do mestrado no prazo previsto (24 meses) são aspectos fundamentais, que foram, e seguem sendo, perseguidos ao longo do quadriênio 2013-2016. Para tanto, faz-se necessário manter alunos, secretaria e professores comprometidos com a proposta do programa. Como a nossa ficha de avaliação apresentou apenas conceitos "bom" e "muito bom", entendemos que todas as frentes de atuação do programa evoluíram ao longo do quadriênio”, aponta.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Desde 2017, o PPGED passa por processo de reorganização dos grupos de pesquisa dos professores que atuam no programa, bem como por  reestruturação das linhas de pesquisa. "O conceito 4 vem como uma forte injeção de ânimo e motivação para pretensões futuras", comenta o professor. Entre as pretensões está o projeto de doutorado.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto: Laura Almeida, acadêmica e Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Edição: Maurício Dias</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        